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Terça e Quarta-feira | Imperatriz, 13 e 14 de Fevereiro de 2018 | Edição 887

Confira o especial de Carnaval do Jornal Correio. PÁGS. 02 A 12

É CARNAVAL! IMPERATRIZ FOTOS


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Nacional

Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

Publicado pela “Implay Tecnologia e Comunicação LTDA-ME” Rua Godofredo Viana, 152 B, Centro - Imperatriz/MA

Boitatá e Boi Tolo levam foliões ao centro do Rio e defendem carnaval inclusivo

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oliões que saíram cedo às ruas do centro Rio de Janeiro na manhã (11) contaram com duas opções tradicionais do carnaval da cidade. O Cordão do Boi Tolo se concentrou na Candelária às 7h e desfilou desde então. Já o Cordão do Boitatá deu início às 10h ao seu baile multicultural na Praça XV, apenas 600 metros de distância da Candelária. A proximidade dos nomes não é ao acaso: a história de ambos se confundem. O Boitatá veio primeiro, tendo sido fundado em 1996. Em 2000, o bloco que hoje é formado por mais de 100 músicos profissionais e amadores adotou como palco principal a Praça XV, com o objetivo de levantar a discussão sobre o processo de ocupação e revitalização do centro do Rio de Janeiro. Desde então, anualmente são levados para o local milhares de foliões no domingo de carnaval. Dez anos depois, surgiu o Boi Tolo de uma maneira inusitada. Na ocasião, a Praça XV reunia muitos foliões aguardando um desfile do Cordão do Boitatá, que acabou não ocorrendo para

a frustração dos presentes. Logo, porém, surgiu uma bateria improvisada com trompete, tamborim e outros instrumentos. “O Boi Tolo não é um bloco. É uma catarse”, diz o artista plástico Angelo Morse, que garante sua presença todos os anos. Após se concentrar na Candelária, o bloco se dividiu em vários grupos que seguiram por caminhos diferentes, mas que vão se reencontrar em algum momento. Os trajetos não são pré-definidos e aqueles que têm interesse em acompanhar o cortejo precisam procurar por um dos grupos. Os dois blocos possuem participantes fiéis. “É o bloco favorito da família”, conta a jornalista Ana Serra, que curtia o Cordão do Boitatá. O grupo de familiares trazia uma fantasia bem peculiar: integrantes da Força Nacional. “A situação do Rio não está fácil. Então estamos dando uma reforçada na segurança”, disse a foliã entre risadas. “Mas é como um protesto. Ontem presenciamos um arrastão”, lamentou. Segundo Ana, o Boitatá lhe atrai porque reúne diversas tribos e o bloco traz

posicionamentos políticos importantes. Pouco antes, no palco, os músicos fizeram críticas ao governo federal e à prefeitura do Rio. A mesma observação é feita pelo assistente administrativo Vinícius de Lima. “Me identifico muito o que eles buscam. E eu acho que carnaval é isso. Nós brincamos, mas também não esquecemos da nossa responsabilidade como cidadãos”. Vinícius foi mais um que se destacou pela originalidade. Ele e um amigo estavam fantasiados de saco de pipoca. “Estávamos cansados da mesmice”, esclareceu. Para produzir a peça, foram gastos três sacos de pipoca. Segundo o folião, a fantasia levou dois dias para ficar pronta, mas valeu a pena. “Até o tempo cooperou. Com esse sol intenso, continuo pipocando. Eu pensei que ia ser fácil, mas está bem salgado”, brincou. Carnaval inclusivo Assim como o Boitatá, o Boi Tolo também traz um discurso político voltado para inclusão social e levanta a bandeira por um carnaval participativo, com democra-

cia e diversidade. Por outro lado, os modelos de apresentação dos dois são distintos. O Boitatá realizou um desfile pelas ruas da Lapa no domingo (4) de pré-carnaval, mas no domingo de carnaval, o bloco é parado, utilizando uma estrutura de palco na Praça XV. O Boi Tolo é contrário ao uso de palcos, trio elétricos e até cordas. A separação entre a banda e os foliões é feita por uma roda de pessoas com as mãos dadas. Apesar desse posicionamento, não chega a existir uma rivalidade com o Boitatá na visão do oficial de náutica Thiago Rocha da Silva. “Tem essa divergência, mas é carnaval e o Boi Tolo é só amor”. Thiago desfila no Boi Tolo anualmente e neste ano acompanha o bloco junto com a turma dos pernas de pau. “Boi Tolo é isso: não é ninguém e é todo mundo ao mesmo tempo. É só chegar e participar. É essa loucura aqui no domingo de carnaval. Tem que descobrir onde está o bloco porque não dá pra perder”. (Agência Brasil)

Antes de desfile, Império Serrano faz homenagem ao compositor Arlindo Cruz Primeira agremiação a entrar no Sambódromo na segunda-feira (11), a Império Serrano fez uma homenagem especial ao cantor e compositor Arlindo Cruz, que sofreu um AVC em março do ano passado e continua internado em um hospital da zona sul do Rio de Janeiro. Um grupo de 270 pessoas atravessou a avenida, um pouco à frente da escola, vestindo calça branca e camiseta com a foto de Arlindo Cruz e a frase “O show

tem que continuar”, um dos versos de um samba que ele compôs. Segundo o contador Luiz Fundão, Arlindo Cruz é, depois de Silas de Oliveira, fundador da Império e

também o compositor que mais venceu sambas enredos para a agremiação de Madureira. “Além de tudo é um grande sambista e um amigo”, disse. Esquenta - O esquenReprodução

Com o original enredo Namastê... a estrela que habita em mim saúda a que existe em você, a escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, do grupo especial, entrou na passarela da Marquês de Sapucaí relacionando os aspectos que unem a Índia e o Brasil. O objetivo foi mostrar “tudo que de Índia há no Brasil e se tornou identidade brasileira”, explicou o historiador Fábio Fabato, que ajudou a desenvolver o tema. Segundo ele, o carnavalesco Alexandre Louzada foi quem “teve a sacada” de mostrar tudo de indiano que se transformou em identidade nacional no Brasil. “Por exemplo, a banana é de origem indiana e tem toda cara de Brasil, a marchinha de carnaval e tudo mais. Até a cana-de-açúcar veio da Índia”, disse. storiador com a Mocidade vem de longe. Ele já foi até compositor e diretor cultural da escola, mas começou a flertar com a agremiação quando ainda era criança e frequentava a quadra em Padre Miguel acompanhando os pais. Depois disso, já adulto, escreveu a história da agremiação. “Há duas biografias sobre a Mocidade, uma delas, eu que fiz ”, contou. Para Fabato, poder participar da elaboração do enredo foi um momento único. “Foi de fato algo muito especial. A ideia do Louzada era chegar no coração da torcida. Por isso, ele chamou um torcedor, que tem muito a ver com escola, até porque escreveu a biografia dela e entende muito da Mocidade, que vinha de dez carnavais muito ruins. Passou por uma fase absolutamente perdida e acabou que ganhou no ano passado”, apontou, destacando que o carnavalesco queria um enredo que fosse a “cara da escola”. Enredo CEP - A ideia de trazer a Índia partiu da possibilidade de conseguir um patrocínio privado, mas a primeira recomendação do carnavalesco Alexandre Louzada foi evitar a permanência da linha do enredo do carnaval passado: “As Mil e Uma Noites de uma Mocidade Pra lá de Marrakech”, quando a escola fez referências a uma cidade do Marrocos. “Ele ficou desesperado com o enredo da Índia, porque seria mais um enredo do que a gente chamou de enredo CEP, quer dizer, com cidade, estado, país. É aquele enredo que as escolas desenvolvem para ganhar um dinheirinho [com patrocínios pagos para tratar de um local], mas a gente tinha que falar de um jeito mais próximo do Brasil.a a escola inverteu a lógica das escolhas dos enredos. Enquanto no do Marrocos a escola ia até aquele país, no deste ano, se deu o contrário e teve cultura popular brasileira por todos os lados. Um desses casos são as festas de Bumba meu Boi, em que o boi é considerado sagrado como a vaca é na Índia. “A gente homenageia o Bumba meu Boi, o Boi Bumbá, todas as formas de boi, sempre tão presentes no carnaval e em outras manifestações folclóricas”. Samba bem cotado - O historiador acrescentou que o samba desse ano ajudou a contar bem o que foi programado para o carnaval de 2018. “O samba da Mocidade é fantástico e a maioria das enquetes dá que o samba é o melhor do ano. A gente espera até que ele ganhe o Estandarte de Ouro [premiação feita pelo jornal O Globo]. É um samba com uma assinatura estelar, feito pelo Altay Veloso e pelo Paulo César Feital, autores de grandes musicais. No ano passado, a Mocidade Independente conquistou o título de campeã, que dividiu com a Portela, depois de contestar uma nota em que houve erro do julgador. (Agência Brasil)

Reprodução

Mocidade Independente mostra na avenida relações entre Índia e Brasil

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ta dos componentes, que é feito pelas escolas antes do início do desfile, foi com um dos sambas mais tradicionais da escola – Aquarela Brasileira – de autoria de Silas de Oliveira. Ainda sem o toque da bateria, o público das Arquibancadas acompanhou emocionado o intérprete Marquinhos Art’Samba, com destaque para quem estava no setor 1, que é o mais popular do Sambódromo, localizado no início da passarela. (Agência Brasil)


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Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

Fotos: Divulgação

Cerca de 2 mil policiais militares foram empregados no policiamento da sexta-feira (9) na abertura dos circuitos oficiais

Governo reforça segurança durante o período carnavalesco

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ara maior tranquilidade durante as festividades de carnaval, o Governo do Maranhão ampliou o efetivo mobilizado nas ações de segurança durante esse período na capital. O número de policiais militares mobilizados é maior do que o dos anos anteriores, assim como o quantitativo de viaturas. O policiamento está sendo desenvolvido a pé (patrulhas), a cavalo, em viaturas e motocicletas, e também contou com o apoio do Centro Tático Aéreo (CTA), que fez o patrulhamento aéreo na região. Várias operações foram montadas em pontos estratégicos dos circuitos, como terminais de viagens (Ferryboat, Terminal Ponta da Espera, terminais de integração e Rodoviária de São Luís) e na entrada da capital. Em pontos estratégicos e de acesso aos circuitos carnavalescos, a Polícia Militar montou barreiras policiais e blit-

O Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), encerrou a programação carnavalesca para pacientes, acompanhantes e servidores, na sexta-feira (9), com a 2ª Edição do Cortejo Carnavalesco. A ação contou com a apresentação dos alunos do curso de Licenciatura em Música, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A colaboradora Keilla Moraes, integrante da Comissão de Humanização do HCM, destacou que é gratificante observar as reações dos pacientes a cada apresentação. “Quando a gente vê o sorriso e alegria deles é estimulante para continuarmos esse trabalho, que também leva esperança para eles e suas famílias”.

A musicoterapeuta Brasilena Gottschall ressaltou que a parceira com o hospital faz parte do trabalho de extensão do curso, levando os alunos a vivenciarem a música em diversos ambientes. “A gente fica feliz em levar alegria por meio da música para os pacientes, e esse trabalho também é realizado em outros hospitais”, contou. A paciente Luzia Ferreira ficou emocionada com a apresentação. “Foi bonito demais, a gente fica até mais esperto, mais animado, trouxe uma alegria diferente ainda mais nesse período que é o carnaval”. Já a acompanhante Indelvira de França elogiou a ação do hospital. “Achei lindo, perfeito. É contagiante e é excelente para o paciente”.

O paciente João Batista Rolim, que faz tratamento na unidade de hemodiálise, destaca o benefício das ações musicais do HCM. “É um momento de alegria para nós, e trazer o grupo para iniciar o carnaval dá um sabor especial para começar a folia”, afirmou. Durante a semana, a unidade de saúde realizou a 1ª Edição do Projeto ‘Bloquinho Carnavalesco HCM’, com apresentação da Banda da Polícia Militar do Maranhão, além de Blitz Educativa sobre DST/AIDS voltada para os servidores e acompanhantes. A atividade faz parte das ações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) no que se refere à promoção da saúde e prevenção. (SES)

todos que entravam para evitar entrada de armas e drogas. A estudante universitária Emmily Raposo disse à reportagem que foi parada em uma blitz no seu deslocamento para a Madre Deus e foi revistada para ter acesso ao circuito. Para ela, isso demonstra que a polícia está presente trabalhando para garantir a segurança. “Fui parada numa blitz e revistada ao entrar na folia, isso demonstra o quanto a PM está trabalhando para nos garantir a segurança”, frisou a estudante. A Polícia Militar também desenvolveu ações de sensibilização e de orientação referentes aos crimes contra a mulher. Policiais da Patrulha Maria da Penha distribuíram panfletos e esclareceram as dúvidas do crime de assédio que faz parte da campanha do Governo do Maranhão coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher e outros órgãos. (PMMA)

Márcio Sampaio

Governo promove musicoterapia e cortejo carnavalesco para pacientes e acompanhantes no Hospital Carlos Macieira

zen para combater uso abusivo de álcool, de drogas e posse ilegal de armamento. Além das abordagens a pessoas, estabelecimentos e veículos, os pontos de ônibus receberam policiamento especial com abordagem e revista dos passageiros. O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Frederico Pereira, explicou que além do efetivo empregado no policiamento de carnaval, o policiamento ordinário desencadeado nos bairros e pontos estratégicos também recebeu reforço. “Nosso planejamento buscou garantir a segurança não só dos foliões, mas de todos os cidadãos, desde a saída e retorno a sua residência. Nossas ações também contemplaram os retiros espirituais e praias”, frisou. No tradicional circuito da Madre Deus foram montadas barreiras nos acessos ao local da festa onde policiais do Batalhão de Choque revistavam

Ação contou com a apresentação dos alunos do curso de Licenciatura em Música da UFMA.


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Cidade

Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018 Fotos: Arquivo Pessoal

Relembra Didi Praes sobre a escola ‘Voluntários do Samba’

‘Nós tínhamos uma história com a cidade’ “O

Luciano da Vancio, hoje mora aqui, ele é engenheiro civil. Herinque atualmente está lá pela Europa, virou pastor evangélico. Dona Ildener é uma carnavalesca maravilhosa. Isso foi em 1985. A marquesa era um homossexual da ala das baianas. Charram que já é falecido, era um famoso estilista da cidade, participava e criava os figurinos em cima dos enredos da nossa escola ‘Voluntários do samba’. Ele nasceu e se criou próximo da Praça União. Charram faleceu, nos deixou há muito tempo, mas foi um dos grandes destaques”. A memória viva de Didi Praes, pertencente ao grupo de teatro Óasis nos anos 80, relatou detalhes dos bastidores da escola Voluntários do Samba, que iniciou os desfiles em Imperatriz, em 1985. Inúmeros artistas imperatrizenses se esforçavam e se dedicavam para a construção dos figurinos, enredos e a compo-

sição de toda a história. O making-of por meio de fotos ajudou ela a relembrar a época das escolas de samba em Imperatriz. A conversa descontraída, embalada por músicas de ritmos animados, mostrou o tamanho da memória artística que ainda prevalece em si. ‘Novos Baianos’ era o som de fundo quando a artista recebeu aqueles que estavam a sua procura para ouvir sobre as histórias do carnaval antigo em Imperatriz. Dias antes do período carnavalesco, ela contou e se alegrou com as lembranças das escolas de sambas em Imperatriz, datada nos anos 80 e 90. Ao abrir o álbum de fotos, logo lhe veio a empolgação em falar das vivências: “Essa menina aqui, que já deve ser mãe, ela é filha de uma pessoa que trabalhava conosco na Praça da Cultura. A foto de 1986, ela estava ainda criança e desdentada. Já em 1989, ela era meio mocinha. Aqui do outro lado [página] temos os registros da Mocidade da Pedra da Vila União. Eu nunca entendi porque nós migramos para essa escola. T e m que

perguntar para o Zeca Tocatins”. Zeca Tocantins, Lambau, os filhos da dona Madalena do cartório, foram os fundadores e toda a família dela fazia parte da bateria. Henri Guimarães era um dos voluntários da escola e fazia o samba enredo, também puxador do samba. Segundo ela, quando migraram para a escola Mocidade, o local do encontro era o ‘Pêxi Pôde’. “Ensaiávamos próximo a Praça da União. A nossa mais famosa ala era ‘Vá ao Teatro’, 1987, porque nós chamávamos por meio da ala o pessoal para ir ao teatro”. Diz ainda que esses momentos da escola Voluntários, existiram logo depois que a Associação dos Artistas de Imperatriz (Assarti) foi fundada, 1982. Relembra que a classe artística de Imperatriz estava em um momento de inovação e começava a criar vários movimentos. “Criamos a feira de arte e outras atividades e a partir daí surgiu a escola ‘Voluntários do Samba’, criado pelo Teatro Ferreira Gullar (Assarti). Mauro, Zeca Tocantins, Henri Guimarães e Lambau ficavam na parte de percussão e sempre foram músicos. Mobilizaram o pessoal do recital de poesias e outros artistas e, dentro do Teatro Ferreira Gullar, criaram a ‘Voluntários do Samba’ que permaneceu por muitos anos”. Os primeiros anos de desfile das escolas eram na Rua Coronel Manoel Bandeira, próximo a Escola Santa Teresinha e acabavam nas proximidades do supermercado Caldeirão. Nos anos 90 o percurso dos desfiles mudou, o local de concentração passou a ser a rua Simplício Moreira, onde hoje é a Fundação Cultural, próximo a Escola Graça Aranha. “Quando a gente criou a ‘Voluntários’, o

Nilton do Panelão se manifestou e Manoel Cecílio também. Então três escolas se formaram e sempre era assim: uma ganhava em primeiro, outra em segundo e terceiro lugar. Nós ganhamos várias vezes. Teve um momento que entrava um governo que não nos apoiava e dávamos uma parada. Quando o Jomar Fernandes (2001) assumiu o governo, a cidade teve grande movimento em todos os segmentos culturais: festas juninas, artes nos bairros, as escolas de samba ressurgiram e desfilaram cinco escolas. Os nossos últimos desfiles foram no governo do Jomar [2004]”, explica Didi, entusiasmada e com boas lembranças desse tempo.

Daniela Souza

Esses momentos existiram logo depois que a Associação dos Artistas de Imperatriz (Assarti) foi fundada, 1982

Apesar dos blocos de rua, pouco atrativos na época, sem grandes divulgações na mídia, as escolas de samba se destacavam. “As escolas de samba eram ‘babados’, ‘lotados’. Era briga para entrar e desfilar numa escola. O doutor Pedro Mario desfilou vários anos na nossa escola. A cidade inteira ia assistir para ver o Pedro Mario lindo em cima dos carros, com seu corpo lindo. Na época do Jomar, foi o último desfile de todos nós e Pedro brilhou nessa Beira-Rio. Tinha jurados, arquibancadas, tinha tudo, porque na época do Jomar o desfile aconteceu na Beira-Rio”, pontuou. Ainda na época do governo Jomar Fernandes, Didi ressalta que após o desfile das escolas, um trio elétrico aguardava o grande público que ia prestigiar as agremiações. Ela aproveitou para mostrar os registros fotográficos das pessoas na arquibancada e os jurados. Na época os artistas se comprometeram a preparar no seu cotidiano, um carnaval bonito. Produziam figurinos e não tinha comissões ou grupos para cada parte do carnaval, mas sim todos faziam de tudo. Cada um ao seu modo pegava algo para fazer e dessa forma, todos os figurinos, fantasias, adereços e enfeites eram construídos. Entre 400 e 500 pessoas desfilavam na Voluntários da Samba. A escola era toda

dividida em alas e tinha ano que se fazia seis alas: ala infantil, do teatro, das bahianas, destaques, bateria, comissão de frente e abre alas, cerca de três carros passavam. Um grupo de jurados avaliava o desfile das escolas e o samba enredo. Uma equipe organizadora cronometrava o tempo e apresentava os grupos. “Atualmente as escolas de samba existentes se orientam quando veem as escolas do Rio de Janeiro, mas naquela época a gente mesmo se orientava. Tinha jurado para tudo: bateria, comissão de frente, alas das bahianas e tudo era julgado”, relembra Didi. O Mário Só era o carnavalesco, além de coreógrafo, figurinista e pensava no tema. Atualmente mora no Rio. “Passávamos madrugadas confeccionando o figurino e adereços. Sobre os patrocínios, a prefeitura nos dava uma ‘grana’ e, antigamente, os empresários contribuíam mais. A gente ganhava dinheiro também dos empresários. Fazíamos muito coisa de papel machê isso economizava. Eu e Mário fazíamos oficinas de papel machê, era tudo de papelão, o figurino de longe era tudo lindo, mas se desse uma chuva grande, tudo desabava”. Para finalizar, a integrante da escola Voluntários explica que o interessante das escolas de samba de Imperatriz, é que apesar de ter sido uma atividade que envolvia muitos artistas e pessoas de diferentes classes sociais, a elite imperatrizense participava. “Nessa época não tinha chegado o ritmo axé aqui na cidade, só existia na Bahia. Tinha três clubes famosos na cidade: Juçara (elite imperatrizense que frequentava); Berro d’água e Tocantins. Os artistas se dividiam em três grupos e cada ia para um clube. Acontecia neles as prévias carnavalescas. O ‘Baile vermelho e branco’ foi criado por Jonas Ribeiro, era um local chique da cidade”. Na decada de 90, em alguns anos a escola não saiu devido a gestão não apoiar os artistas. Com a chegada de Jomar Fernandes, a cidade teve forte apoio cultural e os desfiles passaram a acontecer na Beira-Rio, a partir de 2001. Fernandes deixou a governo em 2004 e as escolas de samba deixaram lembranças, registros fotográficos e boas memórias de uma época de ouro da classe artística de Imperatriz.


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Cidade 05 Fotos: Arquivo Pessoal


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Cidade

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Animação e muita cor marcam os primeiros dias da folia em Imperatriz

Imperatriz Fotos

Stephanne Menezes

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primeiro grito de carnaval em Imperatriz foi dado no dia 03 de fevereiro, com o Bloco do Imprensa. A partir dessa festa animada, que arrastou foliões da Praça União até a Beira-Rio, o clima de carnaval tomou conta da cidade. Já era uma promessa o carnaval deste ano ser um dos melhores dos últimos tempos: com o apoio do Governo do Estado e com a nova Beira-Rio, os imperatrizenses estavam na expectativa para a maior festa do ano. O primeiro dia de carnaval, sábado (10), começou às

16h, na tradicional praça da Cultura, com a jardineira. O percurso passou pelas ruas Godofredo Viana, Treze Maio, 15 de Novembro e Rui Barbosa em direção a Beira-Rio. No trajeto, a Fundação Cultural de Imperatriz realizou o concurso de blocos, fantasias e casas decoradas no percurso da folia. Os blocos premiados no sábado foram: Papelotes; Agora É Noiz; Os Alcoólatras; Inimigos da Segunda; Cobra Sexe; Mela Não Mela; Os Lequeiros, Falange de Aço, Os Lorotas e Coisa de Índio. A casa de Otília Bandeira, nº 1239, foi a vencedora do concurso da Casa Decorada. Em quesito fantasia, os brincantes foram criativos e

Organização, segurança e higiene marcam o carnaval de Imperatriz

Stephanne Menezes Carnaval combina com diversão e muito alegria. Mas sem esquecer, é claro, da segurança. O carnaval de Imperatriz, com o apoio do Governo do Estado, está sendo realizado nos dias 10, 11, 12 e 13 de fevereiro, e mesmo ainda faltando um dia para acabar, já pode ser considerado um dos melhores nos últimos anos. Com o espaço da nova Beira-Rio, os foliões estão tendo a oportunidade de brincar na maior esplanada do Estado. Além da praça de ali-

mentação, onde estão organizados os 260 ambulantes, o SAMU, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar estão de prontidão para garantir a segurança e comodidade dos brincantes. As bebidas e alimentos são comercializados por ambulantes cadastrados, identificados e padronizados. A qualidade de alimentos é acompanhada pela Vigilância Sanitária. Ivanete dos Santos, dona de uma banca de batatas fritas, aprovou a primeira noite de folia e de negócios. “Este ano está mais organizado e estamos vendendo bastante,

cional jardineira e encerrou na concha acústica. A principal atração da noite foi a dupla Cleber e Cauan. Mas outros cantores de grande sucesso regional estiveram presentes no palco animando os brincantes: Juliano Reis e Kevin Baetz fizeram parte desse grande dia de carnaval. Para a terça-feira (13) de carnaval a programação ficará por conta das bandas Negrine, Tadin de Nois, Welligton Tigrão e a grande atração da noite: Axerife. A folia começará às 16h na praça da Cultura com a tradicional Jardineira. Durante o percurso serão feitos os concursos de fantasia, blocos e casas decoradas.

para a primeira noite foi ótima”, avaliou a comerciante informal. O Batalhão de Bombeiros Militar disponibilizou um caminhão-tanque e um carro de apoio, com 12 homens. Além disso, duas ambulâncias e oito profissionais do SAMU estão de prontidão em todo circuito de carnaval. A Polícia Militar do Maranhão está com 100 homens diariamente na Beira-Rio para garantir a segurança. O policiamento ordinário na cidade não foi prejudicado, de acordo com assessoria. (Com informações da assessoria)

Assessoria

Uma praça de alimentação foi formada por ambulantes no circuito da folia

não deixaram a desejar. Noivinhas, mágicas, justiceiro, abelhinha e pirata foram algumas fantasias que desfilaram pelo percurso. E os vencedores nesse quesito, no primeiro dia, foram os foliões caracterizados de: Farmácia do Ambrósio; Letreiros de Imperatriz; Kung Fu; Justiceiro; Casa de Papel; Caixa de palito Gina; Placa não pise na grama; Bruxa; Trio de noivas; Odalisca; Cangaceira; Vidente; Coelhinha da playboy; Seu boneco; Biscoitos Oreo; Abelhinha; Malévola e Pirata. Os brincantes foram até a Beira-Rio para contemplar a programação com shows de

cantores regionais e nacionais. Na concha acústica, a festa continuou ao som da banda Farra de Luxo, Cassinhu e encerrou a noite com Pedrinho Pegação. De acordo com a Prefeitura Municipal, 30 mil pessoas participaram do primeiro dia de carnaval. No segundo dia de festa não foi diferente. Fantasias, cor, animação e concursos tomaram conta da jardineira e do percurso até a nova Beira-Rio. A grande atração da noite foi a banda Chicabana, de renome nacional. Ao som do Axé Music, os foliões curtiram vários sucessos atuais. O terceiro dia de carnaval começou também com a tradi-


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Trânsito é modificado durante os dias de carnaval em São Luís Interdições provocarão mudanças em áreas como Centro, Anel Viário, Avenida Beira-Mar e São Francisco

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Avenida Rui Barbosa, no trecho compreendido entre a Avenida do Gavião e Rua Lúcio Mendonça. A interdição acontece entre os dias 9 e 13 de fevereiro, das 14h às 23h. Como vias al-

ternativas de tráfego no Centro, os condutores tem a área da Praça Deodoro e as ruas do Sol e da Paz que estão liberadas para o trânsito, além de trechos das ruas do Passeio, São Pantaleão e demais vias que não es-

tão interditadas. Passarela do Samba - A interdição na área da Passarela do Samba acontece na via sentido Areinha/Bacanga. O trânsito está desviado na Avenida Senador Vitorino Freire e na Fonte Reprodução

trânsito de São Luís está modificado durante o período de festa carnavalesca. As alterações, que foram realizadas pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), aconteceram no Circuito Madre Deus, Passarela do Samba e Beira-Mar, no período de 9 a 13 de fevereiro. As interdições provocam mudanças em áreas como Centro, Anel Viário, Avenida Beira-Mar e São Francisco. O objetivo é garantir a segurança dos foliões, motoristas e também a fluidez no trânsito da capital. A SMTT também atua no disciplinamento do trânsito com várias equipes, motocicletas e viaturas. São mais de 250 agentes trabalhando nos principais circuitos do carnaval e em pontos estratégicos de grande movimento da folia em bairros, orientando os condutores segundo o Código de Trânsito Brasileiro. Circuito Madre Deus - O circuito do bairro Madre Deus também sofre alterações durante os cinco dias de folia em São Luís. A interdição nessa área é realizada na Rua do Passeio, no trecho compreendido entre a Rua das Cajazeiras e Praça da Saudade e a Rua São Pantaleão, entre a Rua das Cajazeiras e Rua Lúcio Mendonça. Também está fechada a Rua do Norte, entre a Avenida do Gavião e a Rua das Cajazeiras e a

do Bispo. O fluxo está desviado na Fonte do Bispo para a Rua das Cajazeiras e na Avenida Senador Vitorino Freire nas proximidades do retorno do Bacanga. A modificação acontece entre os dias 9 e 13 de fevereiro, no horário das 16h às 02h. Beira-Mar - A SMTT restringe o tráfego de veículos na Beira-Mar desde sábado (10) até a terça-feira (13) no horário das 14h até às 2h. A interdição ocorre no bairro São Francisco, na Ponte José Sarney. O trânsito da Avenida Castelo Branco, sentido Centro, está desviado pela Rua das Paparaúbas, em direção à Ponte Bandeira Tribuzi. Na Avenida Beira Mar, da rampa de acesso ao Palácio dos Leões, os veículos são direcionados para a Praça Dom Pedro II. Com a modificação, os condutores podem atravessar a Beira Mar para a Rua do Egito e seguir pela Avenida Magalhães de Almeida, Anel Viário, Mercado do Peixe, Terminal da Praia Grande. A alça de acesso à Avenida Beira Mar, da Ponte Bandeira Tribuzi, sentido Centro, também está interditada. Nesse caso, os condutores têm todo o sentido Praça Maria Aragão interditado. A opção é seguir pela Camboa, via Rua Venceslau Braz, seguindo para a Praça Deodoro, via Avenida Gomes de Castro e Rua da Paz. (G1 MA)

Blocos se misturam na 23 de Maio em meio a superlotação Diversão foi garantida, mas divisão de pistas causou confusão e aperto. Foliões reclamaram da falta de sinalização para encontrar saída São Paulo – Os blocos que desfilaram na avenida 23 de Maio na tarde de domingo (11) concentraram uma multidão que se apertou em uma das pistas da avenida, enquanto a outra, fechada para o comércio, isolou os foliões do acesso aos trios elétricos. A diversão foi garantida, mas houve superlotação e momentos de tensão. O bloco do Desmanche iniciou a concentração por volta das 15h perto do viaduto Santa Generosa, e seguiu rumo ao centro ao som de clássicos do funk, axé e pop dos anos 1990 e 2000. Já o Bloco do Rouge chegou em seguida e ocupou o espaço do Desmanche em torno das 16h30, levando a multidão ao delírio ao tocar os sucessos do grupo, puxados pela integrante Luciana. Neste momento, já não era mais possível distinguir onde começava e terminava cada bloco, uma vez que a multidão se misturou ao longo da avenida, com os desfiles ocorrendo simultaneamente. Os gramados nos cantos da avenida ficaram forrados de foliões.

Incidentes A diversão não parou mesmo com focos de tumulto no meio da avenida durante a descida do trio elétrico do Rouge, por volta das 17h. Com a superlotação do espaço, foliões pularam o muro que divide as duas pistas e invadiram a parte traseira das barracas de comida organizadas pela prefeitura. As coberturas de pontos de ônibus também foram usadas como “arquibancada”. Os comerciantes tentaram evitar a invasão e colocaram barreiras com caixas e isopor

no meio do caminho para dispersar os foliões, que reclamavam da falta de sinalização para encontrar a saída. Uma mulher passou mal e foi socorrida dentro das barracas, onde não havia atendimento médico. Mais cedo, durante a passagem do Desmanche, a reportagem do G1 presenciou diversas confusões. Em uma delas, 3

jovens, aparentemente embriagados, ameaçaram os foliões. Um deles tinha uma faca. No canteiro superior da avenida, o galho de uma árvore caiu sobre cabeça de uma mulher que acompanhava o desfile do bloco do Desmanche. Ela foi socorrida por foliões e não precisou de atendimento médico. Mais cedo, também desfilaram na 23 de Maio os blocos Domingo Ela Não Vai e Vou de Táxi/ Sunday Jr. A ideia de deixar um dos sentidos da avenida exclusivo para a passagem dos blocos,

Reprodução

com outro reservado aos vendedores ambulantes e outros serviços, não funcionou. Mesmo antes da saída do primeiro bloco do dia, muitos vendedores não respeitaram o combinado com a Prefeitura. Durante o desfile Domingo Ela Não Vai, duas ambulâncias passaram ao lado do trio elétrico, abrindo caminho em meio ao público. Essa é a primeira vez que a Avenida 23 de Maio é incluída no circuito oficial. O prefeito da capital, João Doria (PSDB), disse que o primeiro dia de desfiles funcionaria como um “teste” para saber se o trajeto será incluído de forma definitiva no carnaval paulistano. Trânsito - A via ficará interditada por três dias consecutivos, a partir deste domingo até terça-feira (13). Os bloqueios em ambos os sentidos da avenida serão entre o Complexo Viário Jorge Saad, na zona sul, e a Praça da Bandeira, no centro sempre das 6h às 22h. No próximo sábado (17), a via também será interditada para a passagem do bloco da cantora Claudia Leitte. (G1)


Cultura a b m a ’ s a z i e v r o d t N a a l r a e o l l c p i s que V m E e I sma s e e a t m r o a d f m n s e s onto a a família o s p s e d o i d õ ‘Un ou geraç scolas de sambean, vuomlvimento de tod c ao is e r a e r , m s e a e d r m . Assim comomnaasção dos bastido s i

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Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

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o l M dos públ princ histórias -ca- Var , , O pa a, com to ar- o n deramos nado s amigos cante scola”, mento s a c r nha. i r r o a i s i u t a s b e t i c n l e s e u m o o r s u u o C e c m m E s q i d e E . a a a o l u m a a d e a r q m á ra os p meio embr os, mas most al praça ão julgado toda, a R - mento alhad ins l d r. Em atos que b t i s v ias: s a r a a c a r n s s t r a i m e ó a n t n n I l t r r M e m o fa c as ca pr his a t co mo ns. rel á v i m o s a j i m t s i t a d r o u a s s a , a a a d s E n r ” N ha‘ c a algu e M M Impe - naval, eratriz e beça a épo valia m o tema Unidos d arte d Roberto C odio A a m p a á e r r e r m a p 0 l a o o ; C título fizer como os 80 e 9 Jornal C a dio Im o vivo pe artins. cy Sp scola ecílio a r ’ a e ganhou o sfile n a o M uel C arias; Moa ; Ildo a z v a d n m i o p o i r a a s s t i c N a t o í a M s i d “ in F ur de riz er m ão na Villa s pág onor a Ma eque truídos lo p la Nova n mento do perat nã um a c C p u u , e a m t ; z o t I í d i s r t s r e m o e t s v o il o as os raca Rádi ficara ntos con da ci- d Unid o primeir Mundo V rque no m e algum ente, to Ma grandes o da t e a i reio B me s b o “ m e ; l o p t : u m o a r s a m o r ã sa ão s ist o tem rtins re- choveu fo eços, lite ’. A es- do Panel as e outro o maior tanto scolas de ue a miss - conqu m o c a o t r , x s i i e a ho de o g . M 89 a aba do lugar dos ritm ue eu ten ntártica; s e a pelas orém, se poca carn . em 19 do circo” ia do circ u a g p á n q r a é . P co da A ela scola ‘foram de em segu e aquele músicos histó samb dade crever a mági ue a uipe da e unior CDL naqu a s de u J q u s a m q o l o e . u a s d c o a i r o d c e fi d eq a ord rso gri de la , po rinh emb s es relato n- l sfilou e a ar o unive Cecí- co artins rec marcante r a ca esidente d aia. A ale faca da a l r v e M vales i mais um steve à fre . M e e u e p t d , a is n ag o no uiu l e s va Mano mbros e o Ilso e deu a s o em e tor de homen ado. A s a c Aqui agem que or 12 ano - conseg ruas. “O a e i o p ns m s n co e- d objetivo realiz ança ép arnaval m r morand perso ma escola l das es e circo à eguiu algu vam na r sido c br ua a o os de h n i u s g a a lem o du- do de contin que muit e t nda clos i i d a c o a f te de O carnav ve no au i- lio con o e d i d n r , u u de c e o o q ão “ disso este irco es, m oca Eu so cou riz, p o enr sceu o ç é R t c a õ p s d . a a v é n o a r e b J o a o r e r d a o h m inha feito 8], e sa ue n oi um p um trec . “Na im fi e Imp ram de f las d ca do pre 983 a 198 a gião. T tes porq F m m e e evista na cidad . r E d s t s i ó n . a n n e o r A a 1 a i a ão, 140 ça-P po”. na ép Fiquene [ apoio pa - e elef tinha anim o e eu dir rante aranh atureza. ragan desse tem as demais r r M B d l a O o a a n c i c t . o l m r o n i o d a t s o e c c b a os dos mo n muit lhore udad . o públi nça sul como tivem im co ba, um naval uistou o a que sa s me mperatriz s a i r o r s d a c A n c i a r l a m ntaa lic ..” faze de I las parti- que conq a ver com ua Maude s que suste tis faz. ício exp rise nas o s i s n a a t a o l v a n c e as na Maur anos de c 1993, esco as es am: Moci- tema tinh ência”, po a muita rtes dos b de o e f o r t ã s s n ç o s v ó r c t p o o st ta De un ma ento não pon bas a emon tória. duard e alg sua in tes es a ani olvim a cauv n cipan a União (E lesco e o que d licar a his ante tev las de sam daram e os. va toda e d va rc xp íci mu esc era o na mesm ista, sco dade carna tários r oção ao e ema ma naval sau- dores, m e gestores r e e ia a c trev e o t n t n m famíl os am a en u que a men uni- os r Molo u), Volu s Cor- e o a utro r a m x a d i O m a a z o e c r a finali ns relato foi o e as com o- apoia rnavais d uma épo - t mão Lamb 18 i ele, . Ao r ba (ir ngueira a h u a a l b c r a s m c o e e r a s d Mart menor de ai s s a s e o a p O o o m u n “ i v M do a q i c s r í t r a ), Im o p fala obje nina e dades- Maur es po s fest deiro Nova i z ) , que s, com o çar, e idos a me as qu olas dad ue tinha a s escolas n o m a s . d u (da s e r m e õ t a c p a se se olv q p e r a d o s caç gear as ois d res lotav oas es ice em uises ssem env p q o go e i s d o o a p c p i a á an en la, lo s e ug r a tive as o l e m l O Un s o c i e b e s . s a p e a e a e l a l ou oc s ou mã de ito o m ess de Vi arte d . Ressalt ra fe ) e depoi vam na ép a Unidos - filar, p e l a a r a a b t b n m ou são nav os ros com Nov de sa la de sam 1992, qua O car des (bair vamos n e em m permis era feito a o i c a á c s m a u z d o n i e e i v q , não n a vâ ud oi da mun frater tempo em ari- d da, que t porém lário ova f e rele riz. n d , N o c o a t a l os sa ain o c Vil tem rat um nos por g enhum Impe ibuir a a . Foi vou o tes n mor, . 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Especial

Imperatriz-MA, Terรงa e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

09 Fotos: A. Pinheiro

FOTOS DO PRIMEIRO DIA DE


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Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

REFRESQUE-SE NO Para a folia. Vai encarar um bloquinho? Curtir programas mais tranquilos? Escolha o seu drinque

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CLERICOT - 1 garrafa de espumante ou de vinho branco - 1 xícara (chá) de soda limonada - 50 ml de licor de laranja ou de cereja (opcional) - 1 laranja lima fatiada com a casca - 1 limão siciliano fatiado com a casca - 1/2 manga (madura, mas firme) descascada e picada - 1 maçã picada com a casca - 10 morangos bem lavados e cortados ao meio - 1 punhado de frutas vermelhas (blueberries, framboesa, amora, etc) - Hortelã (opcional) - 2 colheres (sopa) de açúcar - Gelo a gosto

SANGRIA

- 1 garrafa de vinho tinto - 1 limão cortado em fatias - 1 laranja cortada em fatias - 2 colheres de sopa de açúcar (se preferir um coquetel seco, não utilize açúcar) - 1 dose de brandy ou cachaça de boa qualidade - 2 copos de água tônica premium - Gelo a gosto

Combine bem

Enquanto o drinque pode ser preparado a partir de dois ingredientes, o coquetel é uma elaboração mais complexa. Os componentes podem ser batidos (com uma coqueteleira), mexidos ou montados. Camila Podolak, sommelière e gerente de marketing, indica que os coquetéis que levam bebidas gasosas na receita não sejam batidos, somente mexidos ou montados. Entre as bebidas alcoólicas mais usadas como base para o coquetel estão espumantes, vinhos, tequilas, grappa, whisky e cachaça. A sommelière explica que para combinar com vinhos e espumantes, as frutas mais usadas são limão, laranja, pêssego, morango e outras frutas vermelhas. “A grappa é um destilado de uva, então a gente pode pensar também na cachaça. Acreditamos que a melhor combinação seja com as frutas cítricas, como o limão, abacaxi, morango e kiwi, por exemplo”, indica Podolak.

Eles também harmonizam

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PLUS

Comum no universo dos vinhos, espumantes e cervejas, a harmonização também cai bem entre os coquetéis, que, segunda a sommelière, vem aparecendo como tendência nos últimos anos. Segundo ela, para pensar a harmonização é possível classificar os coquetéis entre amargos, salgados, doces e ácidos. “Um mais amargo vai bem com pratos de sabores mais intensos, como os embutidos e carnes assadas”.

Para os mais ácidos, que levam limão e outras frutas cítricas, uma boa combinação é com os pratos que tem apresentam mais gordura. “É bom lembrar também que as bebidas com mais acidez cumprem também a função de limpar a gordura do palato”, diz Podolak. Os coquetéis mais doces e mais salgados (com whisky e até mesmo sal) harmonizam, respectivamente, com as sobremesas e pratos como salmão ou pato, que são mais adocicados. “É a questão do prato de oposição. Também dá para tomar um coquetel mais doce com uma comida mais salgada, por exemplo, uma pasta com molho gorgonzola”, diz a sommelière. (Tercio Braga)

- 70ml de vinho do Porto (seco) gelado - 1 fatia de limão - 1 ramo de hortelã fresco - Água tônica premium - Gelo a gosto Como fazer: preferencialmente em um copo longo, coloque o vinho e em seguida coloque gelo até quase o topo. Complete com água tônica. Mexa delicadamente com uma colher bailarina e decore com o limão siciliano e a hortelã.

KIR ROYALE MOJITO COM TEQUILA - 60ml de Tequila - 8 folhas de hortelã/ menta - 15 ml de suco de limão Taiti - 1 colher bailarina de açúcar - Completar com clube soda Como fazer: colocar a hortelã, o limão e o açúcar e macerar. Em seguida, adicionar Tequila e mexer. Para finalizar, colocar gelo no copo e completar com clube soda.

- 120 ml de espumante - 15 ml de creme de cassis - 1 cereja Como fazer: em uma taça para espumante gelada (deixe alguns minutos no frezer), coloque o licor, em seguida o espumante e decore com cereja

m Histórias conta urgiu que a bebida s Félix com o político feito Kir, um dos pre c e sa da cidade fran de Dijon no século 20

Fotos: Image Source/Folhapress

ue Acredita-se q no tenha surgido , na sul da Espanha aluzia, região da And z e que o nome fa uma referência às verdadeiras “sangrias” das touradas

arnaval, calorão, bloquinhos bombando na cidade, desfiles, bailes e muita empolgação. Tudo isso combina com bebidas saborosas, refrescantes e bem geladinhas. Abaixo do Equador, fica difícil resistir. A boa é fazer uns bons drinques em casa. São inúmeras as opções de preparo dessas bebidas, que têm um grande universo de combinações. Pegue a coqueteleira, chame os amigos, e ganhe muitos elogios com as dicas e receitas deliciosas a seguir.

PORTO TÔNICA

No mercado

Frutas da estação A regra da cozinha vale também para o drinque. Ao comprar frutas, opte pelas da estação, que geralmente estão mais bonitas e mais baratas. Além disso, escolha aquelas que têm mais água, pois são mais refrescantes e funcionam melhor nos drinques. Durante este feriado, procure por carambolas, pêssegos, coco verde, uvas e ameixas. (Gazeta Online)


Especial 1 1

Imperatriz-MA, Terรงa e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

Fotos: Imperatriz Fotos

FOTOS DO SEGUNDO DIA DE


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Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

As festas eram realizadas em lugares fechados, como clubes, e os foliões se fantasiavam, geralmente, usando máscaras coloridas Com informações do Jornal Correio, Assessoria e EBC

ORIGEM DO REI MOMO

OUTROS PERSONAGENS Arlequim - Esse é um personagem da antiga comédia italiana (commedia dell’arte ). Usa uma roupa bem colorida, feita, em geral, com formatos de losangos. Ele tinha a função de divertir o público, nos intervalos das peças de teatro, com piadas e brincadeiras. Colombina - Principal personagem feminina da commedia dell’arte, amante do Arlequim e companheira do Pierrô. Namoradeira, alegre, bela, esperta, sedutora e volúvel. Pierrô - Personagem também originário da commédia dell’arte, ingênuo e sentimental. Usava uma calça e um casaco bem grandes enfeitados com pompons e uma grande gola franzida.

Na mitologia greco-romana, o Momos era o Filho do Sono e da Noite. Ele ficava o tempo todo prestando atenção nas atitudes dos deuses e dos homens e fazendo graça de tudo. Era considerado o deus da Graciosidade, pois passava o tempo todo rindo e fazendo piadas dos outros. Era representado com uma máscara numa mão e uma figura ridícula na outra, para dar a entender que ele tirava a máscara dos vícios dos homens. Com o passar do tempo, em Portugal, virou um personagem que tinha o trabalho de divertir os amos e senhores, nos castelos e nas casas dos nobres. Ele apareceu pela primeira vez como personagem de um carnaval na Colômbia, em 1888. Uma figura alegre, brincalhona e governante da bagunça da festa. No Brasil, surgiu em 1933, no Rio de Janeiro. Jornalistas que trabalhavam no periódico “A noite”, inventaram um boneco de papelão e batizaram ele de O Momo. No ano seguinte, decidiram transportar o personagem do papel para a vida real. O cronista do jornal Moraes Cardoso aceitou o cargo e eles saíram desfilando pelas ruas do Rio de Janeiro, saudando o rei! Ele foi o rei Momo pelos 15 anos seguintes, até morrer. A tradição se manteve e, até hoje, a figura do Rei Momo é adotada nos carnavais cariocas e de outros estados. É a autoridade maior do evento e recebe até as chaves da cidade para governar durante o período de festas.

RAINHA

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DO CARNAVAL

Personagem da mitologia grega, era entidade a quem era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Eram as nove filhas de Mnemósine (“Memória”) e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indoeuropeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências. A escolha da Musa de Imperatriz foi realizado via internet e divulgado no dia 02/02. Com 2246 votos, Maria Eduarda Pereira do Santos foi eleita e representa, ao lado da rainha, a beleza feminina na folia.

DO CARNAVAL

Reio Momo de Imperatriz (Duduzão)

Rainha do Carnaval de Imperatriz (Jhulle Queiroz)

Musa do Carnaval de Imperatriz (Maria Eduarda Pereira)

Corresponde diretamente à monarca, como a rainha soberana, ou, simplesmente, à esposa do rei, sendo assim chamada de rainha consorte. Em Imperatriz, Jhulle Queiroz, uma morena de cabelos longos, levou o prêmio de Rainha do Carnaval 2018. Mãe de uma menina de três anos e futura recém-chegada ao universo do empreendedorismo, Jhulle mostra sua competência. No dia a dia ela é um exemplo de mulher que se divide em vários trabalhos para dar sempre o melhor à filha. Em sua rotina costuma ser modelo fotográfica, autônoma no ramo de vendas de roupas, cuida da casa e dedica tempo aos cuidados da filha que, segundo ela, é sua vida. O concurso cumpre a determinação do Ministério da Cultura nos calendários do país. Neles há o pedido de que se tenha a rainha de carnaval em cada cidade.

HISTÓRIA DAS MÁSCARAS DE CARNAVAL Elas eram utilizadas como ornamentos durante rituais e celebrações de povos primitivos. A tradição consistia em colocar as máscaras nos mortos A primeira máscara de Carnaval data de 30.000 anos A.C. e era fabricada e ornamentada para ser usada em celebrações, cultos e rituais de povos primitivos. No Antigo Egito, o povo acreditava que a colocação de uma máscara na face dos mortos ajudava na passagem para a vida eterna. Na China, as máscaras eram usadas para afastar os maus espíritos, enquanto que os Gregos usavam as máscaras nas suas cerimônias religiosas. O mais antigo documento sobre o uso das máscaras em Veneza data de 02 de Maio de 1268. Um outro, datado de 22 de Fevereiro de 1339, proibia os mascarados de va-

guearem pela noite nas ruas da cidade. Todavia, o seu uso era permitido durante todo o carnaval, exceto nas festas religiosas e ao entrar nas igrejas. Durante todas as manifestações importantes, como as festas republicanas, era consentido o uso dos trajes Venezianos que compunham o uso das máscaras. Na Itália, os “bobos da corte”, artistas do riso, transformaram-se em Arlequim, Pulcinella, Pierrot e Colombina, personagens que inspiraram o Carnaval de Veneza, sendo que as máscaras, tinham o poder de revelar ou ocultar sentimentos. Na necessidade do homem de se embelezar e de se

transformar, surge em Veneza, no século XV, o primeiro baile de máscaras, “Ball Masque”, onde o uso da máscara também se fazia necessário devido aos constantes conflitos políticos. Os Cortesãos mascarados faziam brincadeiras, confiantes no anonimato, extravasando todos os seus impulsos reprimidos, libertando-os das normas sociais. Em Veneza, as máscaras também se tornaram peças decorativas, transformando-se na principal atividade econômica da Região. Em relação à palavra Carnaval, esta tem origem na Idade Média, sendo que para uns, deriva de “carrum navalis”, que eram

os carros navais que faziam a abertura das Dionisías Gregas nos séculos VII e VI a.C. E para outros, a palavra surgiu quando Gregório I, o Grande, em 590 d.C. transferiu o início da Quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo que precede a Páscoa. Ao sétimo domingo, denominado de “qüinquagésimo” deu o nome de “dominica ad carne levandas”, expressão que seria sucessivamente abreviada para “carne levandas”, “carne levale”, “carne levamen”, “carneval” e “carnaval”. Todas estas variantes têm origem em dialetos italianos (como o Milanês, Sicilia-

Reprodução

no, Calabrês, etc...) e que significam ação de tirar, que neste caso quer dizer “retirar a carne” e refere-se à proibição religiosa do consumo de carne durante os quarenta dias que dura a quaresma. (Aprender e Brincar)


Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018

Imperatriz treina durante o carnaval e diretoria corre atrás de duas contratações Vice presidente do Imperatriz, Rodrigo Oliveira, busca um volante e um atacante de lado. Reforços devem chegar ainda esta semana Carloto Junior

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e alguns aproveitam o feriado para se divertir no carnaval, os jogadores do Imperatriz trabalham forte visando o próximo compromisso, sábado, dia 17, contra o Sampaio, jogo válido pela 4ª rodada do Campeonato Maranhense. Vindo de um resultado adverso, dentro de casa, quando foi derrotado pelo São José (2 x 1), na rodada anterior, o Imperatriz corre contra o tempo para se recuperar no estadual e conseguir a classificação para as semifinais. Sendo assim, o técnico Vinicius Saldanha tem comandado treinos durante o período carnavalesco, no sentido de definir, o mais rápido possível, o time que ele pretende escalar

para o jogo com o Sampaio, no próximo sábado. Treinos - Após a folga de domingo, os jogadores do Novo Cavalo de Aço voltaram a trabalhar nessa segunda-feira, em dois períodos. Na parte da manhã, o trabalho foi na academia e, sem seguida, campo, no estádio Frei Epifânio. Na parte da tarde, mais campo, desta feita Vinicius Saldanha comandou o técnico-tático. A programação para terça-feira, até o dia do jogo, ainda, não está definida, mas sabe-se que haverá trabalho em todos os dias, até o coletivo apronto na tarde de quinta-feira, no Frei Epifânio, quando o time será definido. Os jogadores Renan (lateral esquerdo), Michael (zagueiro) e Júnior Chicão (atacante), já estão treinando normalmente. Contratações - O Novo

Cordino anuncia retorno de Marlon Cutrim após demitir Wemerson Carvalho Treinador vice-campeão em 2017 retorna ao time de Barra do Corda que já demitiu dois técnicos, em dois meses

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Com 3 gols do atacante Uillian, Sampaio vence o Santa Quitéria Carloto Junior

time segue com 2 pontos na sétima colocação.

Com três gols do atacante Uillian, o Sampaio Corrêa venceu o Santa Quitéria, por 3 x 1, na tarde de sábado (10), no estádio Rodrigão, em Santa Quitéria, jogo adiado da 2ª rodada do Campeonato Maranhense. Com a vitória, o Tricolor assumiu a liderança isolada do estadual, com 7 pontos ganhos, em 3 jogos realizados, sendo duas vitória e um empate. O Santa Quitéria ainda não venceu. São dois empates e agora uma derrota na competição. O

O jogo - No começo, o jogo até foi equilibrado, mas o favoritismo do Sampaio prevaleceu, mesmo atuando com alguns desfalques. O 1º tempo teve apenas um gol, marcado por Uillian, que começou no banco, porém teve que entrar após a contusão de Reginaldo Júnior. Aos 34 minutos ele cobrou pênalti e fez 1 x 0 para o Tricolor, placar da primeira etapa. Na segunda etapa, o Santa Quitéria chegou a empatar, por meio de Renato, logo aos 8 minutos,

Na Marca do Pênalti Por Carloto Júnior O Flamengo venceu… o Botafogo por 3 x 1, no último sábado e garantiu vaga na final da Taça Guanabara, 1º turno do Campeonato Carioca. Nas casas de apostas, o Flamengo foi apontado como o favorito do jogo e confirmou o prognóstico ao vencer o time da estrela solitária sem maiores problemas. A superioridade do time Rubro Negro foi grande. Fez 1 x 0 no 1º tempo, através de Everton (cabeça). Ampliou o placar para 2 x 0, logo no início do 2º tempo, com Henrique Dourado (que estreou com a camisa rubro negra) e, em seguida, tirou o pé do acelerador. O Botafogo chegou a descontar, através de Kieza, mas, nos acréscimos, Vinícius Júnior fechou o placar em um belo gol. Na final, o Flamengo enfrenta o Boavista, que se classificou ao empatar com o Bangu, na quinta-feira, em 2 x 2. A decisão acontece no domingo, às 17h (Horário de Brasília), no estádio Nilton Santos. Nenhuma das equipes tem vantagem.

também de pênalti. A partir daí, o Sampaio deslanchou e consumou a vitória com mais dois gols de Uillian, aos 29, de cabeça, e aos 43 minutos, fechando o placar em 3 x 1 para o Sampaio. Próximos compromissos - A próxima rodada será a quarta da fase de classificação do Campeonato Maranhense. O Sampaio joga contra o Imperatriz, no sábado (17), aqui em Imperatriz, às 18h. Já o Santa Quitéria joga no domingo (18), contra o São José, às 15h45, novamente no estádio Rodrigão. Divulgação

Em seis jogos oficiais na temporada, o Cordino já demitiu o seu segundo treinador. Assim como seu antecessor, Leandro Lago, o técnico Wemerson Carvalho foi desligado do time de Barra do Corda com apenas três partidas comandando o time. Em seu lugar o clube anunciou a volta de Marlon Cutrim. O desligamento de Emerson Carvalho se consolidou após a derrota no amistoso realizado neste fim de semana, contra o Jenipapense. A Onça perdeu por 1 a 0. À frente do Cordino, Wemerson Carvalho comandou o time em três jogos. Com uma derrota, um empate e uma vitória. No Estadual perdeu para o MAC e venceu o Bacabal. Na Copa do Brasil foi eliminado após empate diante do Náutico. O clube agora traz de volta Marlon Cutrim, que já passou por diversas vezes no clube. A última passagem foi justamente na temporada 2017, quando comandou a campanha histórica do vice-campeonato do maranhense. Marlon Cutrim estreia no próximo domingo (18), contra o Moto Club, às 15h45, no estádio Leandrão, em Barra do Corda, jogo válido pela 4ª rodada do estadual. O Cordino ocupa 5ª colocação, com 4 pontos, atrás de Sampaio (7), Moto (5), MAC (5) e Imperatriz (4). (GE Maranhão)

Cavalo de Aço corre atrás de duas contratações para o estadual. De acordo com o vice-presidente, Rodrigo Oliveira, um volante e o atacante de lado devem ser anunciados nos próximos dias. A intenção da diretoria é que os jogadores já estejam a disposição para o jogo de sábado. Os nomes dos jogadores não foram revelados. O Imperatriz enfrenta o Sampaio, sábado (17), a partir das 18h, no estádio Frei Epifânio.

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No jogo entre... Flamengo 3 x 1 Botafogo, deram destaque mais para a comemoração de Vinícius Júnior, no 3º gol, do que ao jogo em si, ao placar e a superioridade que a equipe rubro negra teve em relação ao alvinegro. Isso tudo porque o jogador do Flamengo comemorou o gol fazendo o gesto do chororô, comemoração que ficou marcada nos anos 90, através do atacante Sousa. Após o gol e a comemoração, nenhum jogador do Botafogo se manifestou, mas a revolta veio do banco da equipe alvinegra, como sempre aparecendo àqueles que se acham mais homem do que os outros e querem resolver as coisas no braço, na violência. Na verdade, o futebol brasileiro está ficando chato, o jogador não pode mais comemorar o gol, pois corre risco de receber cartão amarelo, como aconteceu com Vinícius Júnior. Imaginem na época de Romário, Bebeto, Edmundo, Renato Gaúcho, Viola, Donizete e etc, que comemoravam provocando ou respondendo a torcida adversária. Pelo visto, vamos chegar no tempo que os autores de gols vão ter que pedir desculpas aos adversários. Tem muito mais coisas para serem resolvidas no futebol do que se preocupar com as comemorações de gols. O Sampaio Corrêa... mesmo com o time desfalcado, não tomou conhecimento do Santa Quitéria e venceu por 3 x 1, em pleno estádio do adversário. O nome do jogo foi o atacante Uillian, que saiu do banco para fazer os 3 gols da vitória Tricolor. Com o resultado, o Sampaio assume a liderança isolada do estadual, com 7 pontos ganhos. Já o Santa Quitéria amarga a penúltima colocação com apenas 2 pontos e sem nenhuma vitória conquistada. Está à frente, apenas, do Bacabal que ainda não pontuou na competição. Moto e Maranhão dividem a vice-liderança, com 5 pontos, enquanto o Cavalo de Aço fecha o G-4, com 4 pontos. A próxima rodada acontece no fim de semana, com Bacabal x MAC e Imperatriz x Sampaio, no sábado, além de Cordino x Moto, Santa Quitéria x Sã José, no domingo. No Imperatriz... os jogadores continuam treinando em pleno carnaval. Apenas o domingo foi de folga, mas a segunda-feira o trabalho foi em dois períodos. Com um jogo decisivo, no próximo sábado, contra o Sampaio, o Novo Cavalo de Aço não pode nem sonhar com festa de carnaval. A ordem é trabalhar e trabalhar para recuperar os pontos perdidos dentro de casa (já foram 5). O jogo contra o Sampaio pode ser o divisor de água para o Imperatriz. Caso consiga vencer, o que não é impossível, o time vai se colocar bem na classificação. Empate ou derrota, a situação vai ficar insuportável, com o time correndo sério risco de não se classificar para as semifinais. Que o time saiba aproveitar o fato de o Sampaio jogar na quinta, pela Copa do Nordeste.

Mesmo com time desfalcado, Sampaio venceu o Santa Quitéria, no Rodrigão.

carlotojr@hotmail.com carlotojr@hotmail.com


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Polícia

Imperatriz-MA, Terça e Quarta-feira, 13 e 14 de Fevereiro de 2018 Reprodução

Três pessoas assassinadas e

quatro baleadas no domingo (11) Os homicídios aconteceram no bairro da Vilinha Antônio Pinheiro

T

rês pessoas foram assassinadas e quatro baleadas e esfaqueadas na noite de domingo (11), por volta de 21h no bairro Vilinha, em Imperatriz, o Samu fez o socorro das feridos para o Hospital Muni-

cipal, onde continuam internados. Na mesma ocorrência duas morreram no local. Os mortos foram identificados como: Wilian Barra da Silva e Marcos Vinicius C. Carvalho. Segundo informações repassadas a polícia, alguns homens foram ao condomínio localizado na rua Tupinambá, n° 100, com

objetivo de matar um rapaz que estava bebendo com os familiares, no confronto as vítimas foram alvejadas com tiros e outras esfaqueadas. A vítima que morreu no Socorrão foi identificada como Miqueias. A polícia conseguiu prender cinco suspeitos de envolvimento dos crimes cometidos na Vilinha.

Josafá Rios de Lima (48).

Homem morre em acidente na BR-010, próximo a Itinga do Maranhão O caso ocorreu por volta das 22h30 de sábado (10)

Divulgação

Um homem identificado como Josafá Rios de Lima (48), que segundo informações é morado de Açailândia, morreu em um acidente ocorrido por volta das 22h30 de sábado (10) na BR-010, próximo ao povoado Cajuapara, distrito de Itinga do Maranhão. A guarnição de Itinga do Maranhão informou a Central de Operações da Polícia Militar (COPOM) em Açailândia que havia ocorrido um acidente de trânsito na BR-010, próximo ao povoado Cajuapara, com vítima fatal e que os suspeitos de terem provocado o acidente teriam se evadido do local sem prestar de socorro a vítima, que estava em uma motocicleta Bros. Os policiais foram informados ainda de que os mesmos estariam conduzindo um

automóvel Ford KA, de cor branca e que após atropelar a vítima teriam fugido em direção à Açailândia. De posse das informações, a Guarnição da Força Tática do 26º BPM, composta pelo Cabo Kleberton e Soldados Muniz e Wendel, conseguiu abordar o veículo nas proximidades da Barreira da Polícia Militar, já chegando em Açailândia. Durante abordagem foi realizado o teste do otilômetro quando foi constatado 0,46mg/L, no condutor do veículo, identificado apenas pelo prenome de “Leonardo”, que juntamente com mais três homens que se encontravam abordo do veículo, foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis. (Blog Antonio Marcos)

Cúpula da Segurança supervisiona policiamento nos circuitos de Carnaval em São Luís Na ocasião, os gestores conversaram com os foliões e puderam acompanhar as atividades realizadas pela PM nas barreiras de revista e fiscalização A comitiva passou pelos circuitos da Madre Deus, Reviver e Passarela do Samba, corredores da folia na capital, e por todos os postos de comandos e patrulhas fixas dos locais e o terminal de integração da praia grande. Na ocasião, os gestores conversaram com os foliões e puderam acompanhar as atividades realizadas pela PM

nas barreiras de revista e fiscalização cumprimentando os foliões e orientando os policiais militares, policiais civis e bombeiros militares. O secretário de Segurança Pública Jefferson Portela e toda cúpula da segurança do estado, estiveram presentes, no sábado (10). A iniciativa segue recomendação do governo do Estado

e teve o objetivo de acompanhar de perto as ações de segurança montadas para as festividades. “Todo circuito de carnaval foi supervisionado, a Polícia Civil o Corpo de bombeiro e a Polícia Militar estão a postos para combater qualquer tipo de irregularidade, distúrbio civil, crimes contra vida, contra o patri-

mônio público e privado, não daremos trégua a criminalidade”, disse o Secretário de Segurança Pública Jefferson Portela. Estiveram presentes com o secretário, o Coronel José Frederico Gomes Pereira, comandante geral da PMMA, o Delegado Geral da Polícia Civil Leonardo Diniz, o Coronel Jorge Allen Guerra

Luongo, o Coronel Edvaldo Mesquita dos Santos, o Coronel Edeilson Carvalho, o Coronel Laércio Ozório Bueno, o Coronel Aritanã Lisboa do Rosário, a Coronel Maria Augusta de Andrade Ribeiro e Coronel Marques Neto, além das assessorias de imprensa da secretaria de Segurança Pública e da Polícia Militar. (Ascom SSP) Fotos: Divulgação

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