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Diocesano

PALAVRA DO PASTOR Parte III - Cenáculo: lugar de encontro com Deus e os irmãos

Encerraando a proposta de minha partilha sobre o caminho da Frarernidade, da Oração e do Apostolado, falo agora do terceiro e último ponto. Esse novo modo de ser e de existir como religiosopresbítero, fecundou o meu APOSTOLADO e, à época, me ajudou a formar a consciência de pertença à Congregação do Santíssimo Sacramento e a Igreja. A sensibilidade pela situação das pessoas passou do discurso à prática; a dimensão samaritana do meu ministério começou a se afirmar como canal de graças para os de casa e os de fora; a escuta das pessoas e as confissões sacramentais ganharam espaços privilegiados na minha atividade pastoral. Aos poucos, fui percebendo que ser eucarístico é fazer-se pão partido para saciar as fomes dos seres humanos. Não é possível celebrar a eucaristia e permanecer encerrado no egoísmo, indiferente ou omisso diante dos clamores do próximo. Percebi que na comunidade religiosa e na vida pastoral convivia com irmãos (ãs) necessitados de cuidados especiais. O desvelo com o próximo é fundamental para que ele não pereça na solidão, sob a cruz das provações. Ser pastor é viver para os outros, servir gratuitamente aos irmãos. Ser para os outros é a experiência fundamental de Jesus. O seu ministério é uma escola de referência para os ministros ordenados e uma luz especial para o povo. Quem presta atenção nas lições do mestre aprende a não centralizar a vida em si, percebe que são os outros que dispõem da vida de Jesus. A todos, ele revela um Deus próximo, justo, misericordioso e

amigo. O pastor distraído das ovelhas as expõe aos ataques dos lobos. Orando, convenci-me do dever de cuidar das ovelhas: venci a rotina, superei o marasmo, abri-me ao amor. Ao adorar o Deus verdadeiro percebi o perigo de fabricar um bezerro de ouro para mim e adorá-lo. Hoje, o discípulo que não dobra os joelhos diante de Jesus na eucaristia e não cuida dos irmãos com amor, acaba por adorar e servir aos ídolos. “Adorarás o Senhor teu Deus e só a ele prestarás culto” (Lc, 4, 8). O culto aos ídolos escraviza e mata; a adoração ao Deus verdadeiro humaniza e salva. Quem ora torna-se canal de água viva para seus semelhantes e transforma desertos em jardins. O discípulo que reza se abre à conversão e dispõe a sua humanidade para Deus operar maravilhas. Testemunhar o evangelho do amor é a principal contribuição dos ministros ordenados para o povo de Deus. Os presbíteros foram chamados para serem bons pastores, para viver e revelar a eucaristia acreditada e celebrada. Uma Igreja fechada em si é como um corpo enfermo, que precisa de cura e conversão para abrir-se às necessidades das pessoas. Jesus entra nos corações para estimulá-los a sair de si e servir. É preciso superar o comodismo, sair da tranqüilidade dos templos e ir ao encontro do povo para amá-lo. O apostolado foi criado para o discípulo gastar a sua vida com os irmãos. Se o pobre é o tesouro da Igreja, então deixemos tudo para tê-lo conosco. Se a solidariedade é a riqueza dos pobres, então aprendamos com eles as lições do serviço e as pratiquemos. É verdade que vivemos numa sociedade consumista, plural, hedonista e fortemente marcada pela

cultura do desperdício. Hoje, o mercado nivela seres humanos a objetos, que são igualmente numerados, quantificados e descartados. O bom apostolado é personalizado, fraterno e servidor. O grande projeto dos discípulos de Cristo é substituir o anti-Reino pelo Reino. Recusar a ética do Reino é recusar o plano de Deus e o próprio Deus. À luz do pensamento de São Pedro Julião Eymard, aprendi que para realizar a vontade de Deus é preciso permanecer em Jesus Cristo, deixando-se conduzir pelo Espírito Santo, permitindo que ele opere em nós o querer e o agir. Assim, o Senhor nos educa, santifica e dá força para sermos as testemunhas fiéis e generosas do seu Reino de Amor (cf. Rezar 15 dias com Pedro Julião Eymard, o Santo da Eucaristia). Quem permanece em Cristo é uma nova criatura, que vive com Deus e age em comunhão com ele. O Senhor nos quer livres e determinados para segui-lo como discípulos bons e fiéis. Ele quer nos conduzir ao deserto para falar ao nosso coração (cf. Os 2, 16). Ouvindo o Senhor no silêncio, constatei que a oração ajuda a recuperar o sentido da vida e a humanizá-la. A conclusão foi óbvia: devo ser Palavra Viva, Pão Partido, Todo de Deus a serviço do Reino. Viver o evangelho significa ser sal da terra e luz do mundo, abraçar a cruz da missão e caminhar confiante para a ressurreição. O presbítero é um pastor peregrino, um discípulo missionário chamado a passar pela terra fazendo o bem. Ele é o homem da gratuidade, que existe para os outros. A razão de ser da sua vida é uma só: 100% gratuita. O dom de si a Deus e aos irmãos exige dos sacerdotes uma vida simples, sóbria, sem

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luxos ou artifícios. Em outras palavras, significa o despojamento na ordem do ser e do ter, para fazer de Deus a sua única riqueza. O testemunho de vida cristã dos presbíteros é o primeiro anúncio do evangelho. A comunicação da Palavra do Senhor, especialmente na celebração eucarística, é para ser o transbordamento de uma existência repleta de Deus e não mera exposição teológica. Os dons espirituais da Palavra e da Eucaristia foram criados para alimentar as pessoas famintas e sedentas de Deus. A coerência evangélica é a grande necessidade do coração e da vida dos discípulos de Cristo. A obra de santificação do clero e do povo de Deus passa necessariamente pela fidelidade à Palavra e pelo testemunho de vida eucarística. Santificar o clero e os fiéis através da Palavra e da Eucaristia é tudo o que eu quero no exercício do meu ministério episcopal, dentro e fora da minha diocese. Busquemos a santidade na comunhão eclesial, sejamos fraternos, orantes e apostólicos. Minha bênção e afetuosa saudação. Dom Jorge Alves Bezerra, S.S.S. Bispo Diocesano Diocese de Paracatu - MG

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O Ano da Fé e os 50 anos do Concílio Vaticano II História: Aconteceu o Simpósio O Evento Concílio Vaticano II Teológico na Diocese de anos. O beato papa João XXIII Paracatu participou apenas da primeira

Em 25 de Janeiro de 1959, o beato papa João XXIII (1886-1963) surpreendeu o mundo e toda a Igreja com o anúncio e a convocação do vigésimo primeiro Concílio Ecumênico, conhecido como Vaticano II, porque acreditava-se que seu pontificado seria breve, de transição. Mas, ao contrário do que se pensava, ele convocou o Concílio porque teve a lucidez do momento histórico em que atravessavam a Igreja e o mundo. Ele desejou realizar um Concílio para que a Igreja se atualizasse e instaurasse um diálogo pleno de esperança com a toda humanidade. Prova isso, a expressão “homens de boa vontade” que ele, constantemente, usou para demonstrar sua abertura para com todos que acreditavam na construção de um mundo melhor. Desde o momento em que o Papa manifestou a um grupo de cardeais a ideia de realizar um Concílio, pode-se dizer ele começou a ser preparado, embora tenha sido convocado somente em 25 de dezembro de 1961 e iniciado em outubro do ano seguinte. Neste período, foram criadas várias comissões com a finalidade de sugerir temas a serem discutidos. O evento Concílio Vaticano II teve início em 11 de outubro de 1962 e conclusão em 08 de dezembro de 1965, e foi realizado através de quatro sessões que aconteceram sempre entre os meses de setembro a dezembro desses

sessão, pois morreu em 3 de junho de 1963. Paulo VI tornouse papa em 21 de junho de 1963 e convocou, para setembro do mesmo ano, a segunda sessão, participando também das sessões seguintes e da conclusão do Concílio que definiu 16 documentos, sendo eles, quatro Constituições, nove Decretos e três Declarações. As Quatro Constituições são: LumenGentium (LG) (21-111964) – sobre a natureza da Igreja e sua missão universal. DeiVerbum (DV) (18-11-1965) – sobre a Revelação Divina e de sua transmissão. GaudiumetSpes (GS) (07-12-1965) – sobre a Igreja no mundo de hoje. E SacrosanctumConcilium (SC) (04-12-1963) – sobre a Liturgia e os Sacramentos. Os Nove Decretos são: Unitatis Redintegratio (UR) (12-11-1964) – sobre o ecumenismo. OrientaliumEcclesiarum (OE) (21-11-1964) – sobre as Igrejas Orientais Católicas. AdGentes (AG) (07-12-1965) – sobre a atividade missionária da Igreja. ChristusDominus(CD) (28-10-1965) – sobre o ministério pastoral dos bispos na Igreja. PresbyterorumOrdinis (PO) (07-12-1965) – sobre o ministério e a função dos sacerdotes. PerfectaeCaritatis (PC) (28-11-1965) – sobre a atualização dos religiosos e Institutos de Vida Consagrada. OptatamTotius (OT) (28-11-1965) – sobre a formação presbiteral. ApostolicamActuositatem (AA) (18-11-1965) – sobre os leigos. E InterMirifica (IM) (04-12-1963) sobre os meios de comunicação social. As Três Declarações são: GravissimumEducationis (GE) (28-111965) – sobre a educação cristã. DignitatisHumanae (DH) (07-12-1965) – sobre a liberdade religiosa e sobre os direitos da pessoa humana. NostraAetate (NE) (28-10-1965) – sobre as relações da Igreja com as religiões não cristãs. Continua no próximo número....

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Dentre muitos pensamentos de Dom Jorge Alves Bezerra, bispo diocesano de Paracatu, um deles é que aconteça sempre na diocese uma formação teologica aberta aos padres, diácono e leigos. Por isso na semana do dia 10 a 13 de Setembro, aconteceu o Simpósio Teológico sobre o Vaticano Segundo. O Assessor, o pe. Nelito Dornellas, assessor das pastoriais sociais da CNBB. O Pe. apresenteou com muita aelgria, numa liguagem pastoral a pessoa do Papa João XXIII, sua histíria e o legado espiritual que o mesmo papa nos diexou. Depois desenvolveu algumas reflexões sobre o Concílio VAticano II contextualizando os ouvintes no assunto que é pauta em toda a Igreja, em muitas dioceses, pois se celebra os 50 anos de realização desse projeto do Papa João XXIII. No segundo dia o Pe. destacou sobre o concilio em si, a convocação, as sessões e os documentos do Concilio. Apresentando algumas curiosidades de bastidores do Concílio Vaticano II. Depois nos outros dias o Pe. Nelito trabalhou a questão dos eixos inspitadores para o Concílio, mostrando como a Ecelsiologia foi vista, bem como a liturgia e a bíblia. Também apresentou o enfoque pastoral e ecumenino as partir do Concílio Vaticano II. Para esse momento obtivbemos uma resposta razoavel de todos, mas os que vieram participaram e levaram para casa um pouco mais de conhecimento da igreja.

O evento foi organizado pelo seminário Maior João XXIII, diocese de Paracatu. Pretende-se desenvolver mais reflexões futuras para os agentes de pastoral.

Ordenado Novo Bispo

Nosso bispo diocesano, Dom Jorge Alves Bezerra, foi até a diocese de Ituiutaba para ordenação do novo bispo da diocese de Jardim, o Mons. João Gilberto de Moura.Agora o bispo eleito de Jardim, já é um bispo sagrado e se prepara para assumir a diocese agora no final do mês de Setembro.

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Entendo a Nulidade Matrimonial ( I)

A Igreja é fiel ao ensinamento Bíblico: “...o que Deus uniu, o homem não separe!” (Mc 10,9). Portanto, para a Igreja Católica não existe “ANULAR” um casamento. Nenhum sacramento pode ser anulado, e o matrimônio é um sacramento. Para a Igreja, anular seria desfazer o que já foi feito. O que existe é analisar toda uma situação e chegar à conclusão de que o sacramento não teve validade. Assim, “DECLARAR NULIDADE” de um Matrimônio é diferente de “ANULAR”. Declarar nulidade é dizer que o sacramento nunca existiu, pelo motivo X ou Y. Não se trata, tampouco, de um divórcio, pois, se o casamento é válido, para a Igreja a separação é impossível.

O mais difícil dessa história da nulidade é descobrir e provar o porquê o casamento foi inválido. O Tribunal Eclesiástico vai pedir e analisar os depoimentos das partes e de algumas testemunhas para verificar se há no período de namoro, noivado e no dia do casamento algo que possibilite a certeza moral da nulidade matrimonial naquele caso. É importante salientar que, o que estará em julgamento não são as pessoas, mas o sacramento do matrimônio. Claro que o processo traz à tona histórias, sentimentos, modos de ser e de pensar. Mas o objetivo principal é verificar se o matrimônio foi válido ou não. Não é objetivo do processo de nulidade matrimonial verificar e dar veredito sobre a índole das pessoas. Não são elas que estão em julgamento.

Para a Igreja Católica, casamento é coisa séria, é sacramento. Obter a declaração de nulidade não é tão simples como alguns podem imaginar. Muitos entram com o processo no tribunal e recebem resposta negativa. Termino citando o poema “Casamento não é brincadeira”, de Cadu Lima Santos: “...O casamento não é mais respeitado. As pessoas não o veem mais como algo sagrado. Parece que apenas brincam de marido e mulher. Trocam de relacionamentos como se fosse vestuário. Casam a olho sem nenhuma análise, sem nenhum planejamento, quantos casais se separando e muitas famílias se desestrurutando!” Pe. Antônio Eduardo Ms. Direito Canônico Juiz Tribunal Eclesiástico de Montes Claros - MG

Reunião do Clero

Mês - Outunro de 2013. Local - Paróquia Nossa Senhora da Abadia Cidade - Formoso - MG Início dia 21/10 - 15h00min Término dia 22/10 -12h00min. Informativo - Paróquia Nossa Senhora Aparecida Paracatu

Mudança de Párocos e Vigários - Pe. Wander Gomes toma posse como Administrador Paroquial na Paróquia São José, em Cabeceira Grande, no dia 23 de Setembro. - Pe. Hilton Rodrigues Santana, chega a Paracatu na Paroquia Santo Antônio no dia 23 de Setembro, para os trabalhos no Centro Administrativo Diocesano, como membro da equipe administrativa. - Pe. José Benício, até então vigário paroquial da Paroquia Santa Rita de Cássia em Guarda Mor, assume no dia 15 de Setembro a função de vigário paroquial na Paróquia São José Operário em Unai, MG.

A Paróquia Senhor do Bonfim vivencia o Projeto das Santas Missões Populares

Com a aprovação em assembléia realizada em 2 de setembro de 2012 a Paróquia Senhor do Bonfim em Bonfinópolis de Minas abraçou o projeto das Santa Missões Populares (SMP). Desde então, temos

feito uma caminhada de encontro à proposta de Jesus, animados pela força do Espírito Santo que Ele prometeu enviar aos seus discípulos missionários. Como momentos marcantes tivemos a realização de três retiros

missionários e agora estamos nos preparando para a realização da Semana Missionária (SM). A SM será realizada em nossa Paróquia no período de 13 a 20 de outubro. Na SM somos convidados a vivenciar com intensidade o amor fraterno, o espírito de pertença à Igreja, a beleza do Evangelho, a oração, a escuta, a conversão... É um tempo de visitas e de partilha. Durante a SM as pessoas continuarão suas atividades cotidianas, mas organizarão seu tempo para participar ativamente das atividades missionárias. Cada dia da SM começará com um momento comunitário de oração e será encerrado com

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um momento celebrativo. Por tudo de bom que a SM nos proporciona, podemos dizer que ela se assemelha a um Retiro Espiritual a céu aberto, tendo como orientador o próprio Jesus presente no Evangelho, na Eucaristia e nos Sacramentos. A SM,

quando bem vivida, trás luz e força para a sociedade. É isso o que desejamos e pedimos a Deus que nos proporcione. Mariinha e Leninha — membros da Coordenação Paroquial das SMP


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Jovens rezando terço na praça

Diáconos Transitórios participaram de Formação Humana em Belo Horizonte

Jovens do Missão Jovem de Paracatu, assumem a missão de rezarem na Praça. Uma boa oportunidade de evangelização e testemunho de fé. Que Deus fortaleça essa experiência e que nossa mãe, Maria Santissima, oriente-os a serem cada vez mais uma IGreja jovem e missionária e possam sair de si para o encontro com o próximo. Parabéns jovens pela inciativa. Deus os abençõe sempre. Força Jovens.

Coordenação Diocesana da Catequese participa do Encontro de Coordenadores no Regional Leste II Nos dias 29 a 31/08 e 01 e 02/09 aconteceu mais uma reunião de coordenadores diocesanos de catequese em Belo Horzionte na Casa São José. Dessa vez o tema central foi a Catequese de Crisma. Que por sinal é um assunto já tratado em nossa diocese com certa preocupação. Desse encontro, em Belo Horizonte, participaram a Magda Simões (coodenadora Dicoesana) e a Elizandra (secretaria). Aguardemos as novidades que elas nos trazem.

Dia de Oração e Jejum pela Paz Seguindo a seguinte SUGESTÃO DE ROTEIRO, dada pelo bispo diocesano, a diocese de Paracatu realizou o pedido do Papa Francisco, para que, no dia 07 de setembro, todos fizessem jejum e oração pela paz na Síria e no mundo. Em todas as matrizes seguiu-se esse roteiro: Canto Inicial Acolhida - Explicação do objetivo da vigília - Silêncio motivado – (Deus se move no silêncio). Aclamação e Proclamação do evangelho (Eu vos Deixo a paz...). Silêncio Breve. Reflexão. Silêncio Bre-

ve. Preces (Resp: ‘’Venha a nós, Senhor, a vossa Paz!’’). Esclarecer preces: ( situações que atentam contra a paz no Brasil e no mundo). Canto. Benção do Santíssimo Sacramento. Encerramento: Compromisso de continuar a orar para paz. Não para aí, o nossa missão é continuar rezando pela Paz. “Venha a nós, Senhor, a vossa Paz!”.

Os diáconos Joel Alves, Genilson e José Ailton estiveram em BH dos dias 25 de agosto a 7 de setembro fazendo uma terapia que passa pelo seguintes métodos: ADI – Abordagem Direta do Inconsciente e TIP – Terapia de Integração Pessoal. A terapia leva a pessoa a abordar o inconsciente mesmo estando consciente. Tem como finalidade ajudar a pessoa a ser melhor com sua vida e ser humanamente melhor no relacionamento com o outro. Essa abordagem direta do inconsciente com o auxilio de um (a) terapeuta possibilita a pessoa encontrar momentos marcantes de sua vida, quer positivos, quer negativos. A partir dos negativos é possivel descobrir quando e onde surgiu o

Encontro com Secretarias e padres nas Foranias

Com o objetivo de informatizar as paróquias no quesito pastoral e economico, nos dias 23 a 27 de Setembro, acontecerá para as todas as paroquias da diocese o Curso Treinamento do Sistema de Gestão Canônica Pastoral (SGCP) para padres e secretarias(os). Dia 23/09 na Forania Sul em Guarda Mor. Dia 24/09 na Forania Centro e Nordeste em Unai. Dia 25/09 na Forania Norte em Buritis e Dia 26/09 na Forania Leste em João Pinheiro e no Dia 27/09 na Curia Diocesana. O horário de curso das 08h00min às 17h00min.  Que todos aproveitem bem esse momento de crescimento pastoral.

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trauma que prejudica sua vida. Com isso o terapeuta ajuda a tratar tais traumas, contribuindo para que isso não mais interfira negativamente na vida. A terapia é da seguinte forma: na primeira semana faz-se 9 EPT – Exercícios Preparatórios de Terapia, que são exercícios de relaxamento; 4 Visiotron que leve a abordagem do inconsciente buscando lembrar bons momentos da vida. Na segunda semana faz-se 10 TIP Terapia que são a essência do tratamento. Mesmo quando não se consegue um resultado de nível mais elevado, a experiência é válida e ajuda a pessoa a ser alguém mais compreendido como ser humano, aberto a partir de sí e ir ao encontro do outro.

Para quem desejar fazer a terapia, sendo do meio eclesiástico, tem lá em BH a Casa da Acolhida que oferece todas as despesas necessárias sem lhe cobrar nada, graças a um casal muito rico Estevão e Dolla que renunciou a riqueza para si, em prol dessa doação a Igreja. Chegando de lá os diáconos foram para Brasilia, para um retiro preparatório para a ordenação. Esse retiro aconteceu no Instituto Divino Mestre e foi ministrado por Dom Terra. A temática: O sacerdócio a partir das Sagradas Escrituras. Lá ficaram dos dias 09 a 13 de setembro. Veja o texto sobre o retiro dos diáconos transitórios em Brasilia, na página 11. Diácono Joel

Acontecerá em São Paulo o Curso de Organização de Arquivos Eclesiásticos, de 16 a 20 de Setembro. Local - Arquivo Metropolitano de Sao Paulo, Av Nazaré 993, Ipiranga. Assessor - Pe. Dr. Giuseppe Benito Pegoraro. Com o objetivo de organizar essa parte de arquivos na diocese de Paracatu, o bispo diocesano está enviando 3 padres e uma se-

cretaria para que possa responder assim aos arquivos da curia. No ensejo o Mons. Jioõ Cesar e Mons. Augusto também estão enviando cada um uma secretária. E para fortalecer essa equipe o Seminário também está enviando a sua Secretária. Que todos e todas possam aproveitar bem esse momento para o bem da diocese.

A Diocese de Paracatu se solidariza nesse momento com a família do Sr. Pedro José Coimbra, pai de Maria Aparecida (Cidadinha), funcionária da Curia. A família experimentou a dor humana da separação de um ente querido, mas também a certeza da vida eterna.

“A morte de um membro da Igreja é considerada um acontecimento pascal, celebrado na mais plena esperança. Oremos elo repouso eterno do nosso diocesano e pelo conforto espiritual da sua família”.

Padres da Diocese e algumas secretarias participam de Curso em São Paulo

Falecimento do Sr. Pedro José Coimbra

Dom Jorge Alves Bezerra Bispo Diocesano.


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Paróquia Nossa Senhora da Pena - Buritis - MG A Tradição e a devoção do 08 de Setembro “Honras a Nossa Senhora da Pena”

Ministério dos Festeiros de Nossa Senhora da Pena

A comunidade Buritiense sente-se agraciada por tamanha proteção em sua vida, entendendo que ela é medianeira entre a comunidade e Deus e é a mãe que mostra a cada instante o filho Jesus Cristo. Em 20 de novembro de 1805 Dom Joaquim da Cunha Azevedo, Bispo de Olinda (PE) cria a Paróquia Nossa Senhora da Pena em Buritis. Então foi nomeado o Padre Afonso Ligório para administrar os sacramentos no ano de 1875. A partir de 1906 o Bispo de Diamantina, Dom Joaquim Silvério concedeu aos dominicanos de Formosa (GO) autorização para atender esta comunidade. A partir de 1908 passou a pertencer a Diocese de Montes Claros (MG). Aos 13 de junho de 1930 foi feita por Frei Miguel a primeira viagem de desobriga a Buritis. Era o começo da prelazia. Dos anos de 1935 á 1948, Frei Brocardo atendeu a região. A partir de 1960 os Freis Carmelitas de Unaí atendiam a prelazia, celebrando no dia 08 de Setembro a festa de Nossa Senhora da Pena, e ministrando sacramentos. Em setembro de 1963 Frei Pio Bars foi nomeado e empossado vigário. Após Frei Pio Bars, Frei Cipriano, Frei Cecílio, Frei Anselmo e Frei Vicente, atenderam esta paróquia. Conseqüentemente fixaram residência em Buritis: Frei Vitor Lisboa, Padre José Vicente, Padre José dos Anjos, Monsenhor João César e atualmente regem a paróquia Padre Régis e Padre Welton. Padre Régis - Pároco

Completando 50 anos de casados, o casal Maria da Cruz e José Pimentel, mais conhecidos como Zizinha e Zezito, em agradecimento dessa e de outras conquistas, em todos esses anos compartilhando uma vida de companheirismo e de sacramento do matrimonio, se dedicaram a abrilhantar a 208ª Festa em honra a Nossa Senhora da Pena. Devotos de Maria e filhos da Rainha do Vale, o casal considera este momento sagrado, visto como mais uma dádiva de Deus. Os festeiros contaram com a colaboração de filhos, genros, nora, netos e toda a comunidade católica para a realização desta festa. Rayssa Campos bléia representando a intercessão Comunidade Igrejinha da Mãe por seus filhos. A emoção é contagiante! Cantamos com a voz do coração a música, “Cubra-me Com o Visita de Dom Jorge Teu Manto oh! Mãe...” Alves Bezerra

Louvado seja Deus por ter nos dado Maria como Mãe!

Foi uma alegria muito grande para os paroquianos receber o nosso Bispo Dom Jorge para a Missa Solene de Nossa Senhora da Pena. Em sua pregação nos fortaleceu na fé e no amor por Jesus e Maria. Agradecemos a Deus, e pedimos para que te fortaleça, Dom Jorge, no seu ministério.

Novena de Nossa Senhora da Pena... Nove dias dedicados a nossa mãezinha do céu. Foram dias de verdadeiro louvor e devoção! Estava estampado nos olhares, nos rostos, nos sorrisos e a alegria refletida nos corações dos devotos. Amanhece oito de setembro. Dia da Natividade de Maria. É um amanhecer diferente! Inexplicável! O sol brilha, o ar é leve, as pessoas vão chegando na praça da matriz com um semblante suave! É festa da nossa

Padroeira! Devoção secular! Graças são derramadas do céu abundantemente. Durante o momento de Ação de Graças: O manto azul de Nossa Senhora cobre toda a assem-

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Encerramos a manhã com uma encantadora confraternização. Foram carinhosamente preparadas mesas com vários tipos de bolos e biscoitos regionais, sucos, refrigerantes, chás gelados, que foram servidos após a celebração. Velhos amigos se encontraram, abraços e mais abraços. A alegria estava no ar! Em nossos corações a certeza que estamos sobre a proteção de Nossa Senhora da Pena. Ilma de Jesus Oliveira Melo Ferreira Comunidade Matriz

Marli Alves Comunidade Matriz.

“Nossa Senhora da Pena: mais que Padroeira, Nossa Mãe!.


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Paróquia Nossa Senhora da Pena - Buritis - MG Assembléia Paroquial

quial de Pastoral que contou com a presença dos coordenadores de movimentos, agentes de pastoral e representantes das comunidades. Foi um momento forte e de muita importância para a nossa caminhada paroquial. Nessa Assembléia foram traçado os novos rumos para a festa da Padroeira da nossa Paróquia, Nossa Senhora da Pena, para o ano de 2014, bem como avaliar a caminhada feita e lançar luzes para o Uma Assembléia Paroquial futuro. é o lugar mais indicado para ouvir- Ficou assim aprovado que mos os gritos de nossas lideranças, toda a festa será realizada na praça traduzi-los em necessidades para da Igrejinha, antiga matriz da cidaserem ações concretas. Esta têm de, mas este projeto deverá ainda como meta a formação e dinamiza- passar por algumas alterações. ção de nossa Igreja enquanto rede de comunidades missionárias. Padre Welton Por isso, foi realizado no dia Vigário Paroquial 17 de Agosto a Assembléia Paro-

Fazenda de Recuperação “Um sonho próximo à realidade

A pastoral da sobriedade foi iniciada ano passado, pela misericórdia de Jesus Cristo Libertador e já alcançamos resultados significativos. O grupo de Auto Ajuda reúne às terças - feiras às 19:00 hs no CONSEPE. O pastoreio vai além da recuperação; atua na prevenção, intervenção e reinserção do dependente químico. Palestras, passeatas, Buritis Contra o Crack e técnicas de vi

sualização como pedras brancas em diversos locais. Um sonho um ideal é a Fazenda de Recuperação. Um projeto de iniciativa da Pastoral apoiado pelo governo municipal. Local já esta adquirido. Contamos com o apoio da comunidade no sentido espiritual e material. Josias, Márcio e Mário Pastoral da Sobriedade

Buritis presente na JMJ 2013

É difícil definir com palavras, mas foi, no mínimo, fantástico! Assim foi a JMJ – 2013, no Rio de Janeiro, com cerca de 3,5 milhões de pessoas do mundo inteiro, entre as quais estávamos nós de Buritis, com outros irmãos de Unaí, Janaúba e Montes Claros, no total de noventa pessoas, em dois ônibus. Foi, de fato, uma peregrinação, uma viagem santa que, em meio a celebrações e catequeses, voltou nosso olhar para o céu e firmou nossos pés no chão, em comunhão com o sucessor de Pedro e toda a Igreja. Vamos à Polônia!... Wilsom Carlos e Eunivia

“Ensinais aos vossos Pequeninos e verás...” Certo Domindízimo, estou te agradego estava participando cendo por tudo que tenho: da celebração da Missa minha família, minha codas crianças e demamunidade e minha vida. siada foi minha sur Peço que o Senhor presa, quando o padre me ajude a separar o bem perguntou se alguém do mal. Preciso muito da daqueles pequeninos sua ajuda para escolher sabia rezar a oração do o que vou fazer quando “Dízimo Mirim”. for grande. Sei que ser Ana Júlia Sandizimista é pouco, quero tiago de Melo filha de ser uma pequena missioPedro Barroso Santiago e Adriana nária. Mostre-me o que devo fazer. Aparecida de Melo com apenas 4 Senhor conte comigo.” Amém! anos foi até o altar pegou o microfone serenamente e para compreensão Tia Cícera de toda assembléia rezou assim. Ministério “Meu Deus aqui está o meu Crescendo com Jesus

Dia do Catequista

Os catequistas de nossa paróquia foram contemplados com uma santa e especial eucaristia. Apresentaram ao Senhor Deus, sinais visíveis de sua missão: a água que penetra a terra árida do catequizando, o óleo que unge, purifica o pão alimento material e espiritual, a vela, luz para caminhada, as sandálias, pés e passos rumo à evangelização e uma cesta de frutos simbolizando a vida nova, o sabor da fé, o ideal de cada catequista. Antônia Alves da Conceição Coordenação Paroquial de Catequese

FORPAZ: Padre Régis Compartilhou essa idéia

Presença e pregação do Padre Regis, no Fórum da Paz, atingiu corações, pois ele transmitiu e afirmou que a paz, o amor, a fé e a família é um bem possível e necessário para Buritis.

José Jurandir e Rita Pastoral Familiar

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“Missa das Mãos ensangüentadas de Jesus, momento eucarístico com suave toque de reflexão, aprendizado na fé e unidade entre paroquianos.” Tilde Siqueira - Renovação Carismática Católica.

Criação da Ermida Rainha das Famílias”

1988... Vinte e cinco anos se passaram, do inicio do Movimento Apostólico de Schoensttat. A princípio uma pequena Imagem, com o passar do tempo são várias, tornando-se conhecida e amada por todos. Em sua homenagem construímos uma pequena ermida no pátio da casa paroquial e ao completar vinte cinco anos a mesma foi transferida para a Praça da Matriz, um lugar de destaque e acessível a todos os devotos da Mãe e Rainha. A benção da Imagem e do local será realizada em 18/10/2013 por ocasião da Festa do Jubileu de Prata da Mãe e Rainha Três Vezes admirável de Schoensttat em Buritis. Maria Henrique Demeneghi Movimento Apostólico de Schoensttat

Viúvos, Idosos, Isolados

Com o objetivo de dar apoio espiritual, vivencial a estas pessoas, temos feito visitações nas Comunidades São João e São José e posteriormente, visitaremos todas as comunidades. Ir ao encontro de um isolado, idoso ou viúvo é amar, viver e aprender e como nos diz o Papa Francisco: “Os idosos são depositários da sabedoria”. Nossa missão visa auxiliar essas pessoas a viver uma nova experiência de vida, através do que levamos para elas: amá-las, ouvi-las, ajudá-las, encaminhálas... Todas as terças-feiras, às 15:00 h, rezamos o terço na capela da Matriz, pedindo a Deus que nos ilumine e chegue aos corações de todos aqueles que iremos visitar. Cinira Lopes – Marília de Jesus – Marília de Dirceu Pastoral Familiar – Setor Casos Especiais

A nossa Paróquia já está em ação projetando o dia do idoso


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A Celebração da Eucaristia Pe. Cristiano Marmelo Pinto

3. Ato Penitencial O Ato Penitencial tem como função preparar a comunidade para ouvir atentamente a Palavra de Deus e participar da comunhão do Corpo do Senhor. É um momento importante na missa. É um momento para se fazer a experiência da a celebração. É a primeira das três misericórdia de Deus. O perdão é procissões que acontecem na missa. gratuito. Por isso, uma atitude coeO canto deve nos situar no tempo li- rente é nos colocarmos suplicantes túrgico, criar assembléia, nos intro- diante de Deus para pedir-lhe a sua duzir no mistério celebrado. É um misericórdia. “Procure o presidente canto de abertura, de acolhimento e despertar o sentido pessoal e comuprocessional. nitário da penitência, dando ênfase ao louvor da misericórdia e fazendo 2. Saudação um apelo à conversão da Igreja para Cristo” (CNBB, Doc. 2 - Pastoral da Eucaristia, p. 29.). Importantíssimo termos em mente, que no ato penitencial não se deve ficar falando muito do pecado, com um certo moralismo, mas deve ressaltar a misericórdia de Deus. Esta é mais importante!

I. RITOS INICIAIS Os ritos iniciais têm como objetivo fazer com que a assembléia entre no clima da celebração. Tem o caráter exórdio, ou seja, de introdução, de preparação. Visa constituir a comunidade celebrante, para se dispor a ouvir a Palavra de Deus e celebrar a Eucaristia. A missa não é uma mera reunião. É muito mais. Ao nos reunirmos manifestamos a Igreja presente (Cabeça e Membros). O próprio Senhor se faz presente: Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, aí estarei no meio deles (Mt 18,19-20). A reunião é, pois, expressão deste mistério. Estes ritos vão nos ajudar a estarmos na presença do Senhor e dos irmãos, a nos situarmos no mistério celebrado, e a nos dispormos para a O presidente da celebração própria celebração. age na pessoa de Cristo “in persona Christi”. É em nome de Cristo Partes dos Ritos Iniciais: que ele do seu lugar, acolhe a todos 1. Canto de Abertura (Procis- presentes na celebração. Ele invoca são de Entrada) as pessoas da Santíssima Trindade, 2. Saudação pois a comunidade se encontra em 3. Ato Penitencial nome do Senhor. Mesmo que seria 4. Hino de Louvor – Glória simpático dizer “bom dia”, “boa 5. Oração da Coleta tarde”, “boa noite”, o que deve prevalecer na celebração é uma das 1. Canto de Abertura (Pro- saudações tradicionais prescrita no cissão de Entrada) missal romano. Não se trata de um Este canto acompanha a encontro qualquer, mas do encontro procissão de entrada do sacerdote, com o próprio Deus. Isto não signiministros, leitores, coroinhas, etc.. fica que na celebração não haja luPor isso é também um canto pro- gar para a espontaneidade, mas ela cessional. Esta procissão recorda as deve acontecer no lugar devido e peregrinações que os judeus faziam com moderação, respeitando o rito a Jerusalém. Também simboliza a prescrito. O presidente pode após nossa peregrinação rumo ao Rei- a saudação, introduzir a comunidano do Céu. A procissão de entrada de nos motivos da celebração. Isto além de retratar nossa caminhada ajudará numa participação ativa e para o Pai, quer nos ambientar com consciente.

*Estamos mudando o rosto do informativo, aceitamos sugestões.

Falo da letra oficial da CNBB, que pode ser musicada por qualquer um, desde que obedeça sua função ritual e sua característica de hino. Não se deve substituí-lo por letras abreviadas, como por exemplo: Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo..., nem por outros cantos como “Glória, glória, aleluia...”. Desta forma perde-se a riqueza da letra que a tradição nos deixou. Este hino não se canta nos tempos do Advento e nem da Quaresma, assim como nas missas celebradas durante a semana, a não ser na comemoração de uma festa ou solenidade.

5. Oração da Coleta Com esta oração concluemse os ritos iniciais. Esta oração se chama “coleta” pelo fato de que, após o convite do presidente da celebração, cada um coloca suas intenções silenciosamente, e em seguida ele coleta todas numa única intenção e eleva ao Pai. É uma oração própria de cada festa, de cada 4. Hino de Louvor – Glória O Glória é um hino antiqü- celebração. Ela é móvel, ou seja, íssimo! Já se encontra presente nas muda conforme a festa, o dia. No próximo número acomcelebrações desde os primeiros sé- culos. É um hino cristológico, isto panhem a continuação - Liturgia é, exalta mais os atributos de Cristo, da Palavra. embora haja referências a Deus Pai e ao Espírito Santo. Porém, não é trinitário. Não constitui um louvor a Santíssima Trindade. No glória, a Igreja, como Corpo de Cristo Total, Cabeça e Membros, presta culto à divindade através de seu Mediador. Por ser hino, deveria ser cantado sempre. Infelizmente a letra oficial que temos da tradição não é muito fácil para se cantar. Por esse motivo, a CNBB, providenciou uma letra que pode ser canta com facilidade.


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Pensar Hoje...

Angelus do dia 01/09

Filme: Taare Zameen Par Ano: 2007 - Duração: 165min nacional a fazer todo o esfor- Direção: Amole Gupte, Ram Maço para promover, sem mais demora, iniciativas claras a dhvani, Aamir Khan favor da paz naquela nação, Gêneros: Filme musical, Drama

Hoje, queridos irmãos e irmãs, queria fazer-me intérprete do grito que se eleva, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada coração, na única grande família que é a humanidade: o grito da paz! É um grito que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser homens e mulheres de paz, queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz! Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra! A paz é um dom demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado. Vivo com particular sofrimento e com preocupação as várias situações de conflito que existem na nossa terra; mas, nestes dias, o meu coração ficou profundamente ferido por aquilo que está acontecendo na Síria, e fica angustiado pelos desenvolvimentos dramáticos que se preanunciam. Dirijo um forte Apelo pela paz, um Apelo que nasce do íntimo de mim mesmo! Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas naquele país atormentado, especialmente entre a população civil e indefesa! Pensemos em quantas crianças não poderão ver a luz do futuro! Condeno com uma firmeza particular o uso das armas químicas! Ainda tenho gravadas na mente e no coração as imagens terríveis dos dias passados! Existe um juízo de Deus e também um juízo da história sobre as nossas ações aos quais não se pode escapar! O uso da violência nunca conduz à paz. Guerra chama mais guerra, violência chama mais violência. Com todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que escutem a voz da sua consciência, que não se fechem nos próprios interesses, mas que olhem para o outro como um irmão e que assumam com coragem e decisão o caminho do encontro e da negociação, superando o confronto cego. Com a mesma força, exorto também a Comunidade Inter-

baseadas no diálogo e na negociação, para o bem de toda a população síria. Que não se poupe nenhum esforço para garantir a ajuda humanitária às vítimas deste terrível conflito, particularmente os deslocados no país e os numerosos refugiados nos países vizinhos. Que os agentes humanitários, dedicados a aliviar os sofrimentos da população, tenham garantida a possibilidade de prestar a ajuda necessária. O que podemos fazer pela paz no mundo? Como dizia o Papa João XXIII, a todos corresponde a tarefa de estabelecer um novo sistema de relações de convivência baseados na justiça e no amor (cf. Pacem in terris, [11 de abril de 1963]: AAS 55 [1963], 301-302). Possa uma corrente de compromisso pela paz unir todos os homens e mulheres de boa vontade! Trata-se de um forte e premente convite que dirijo a toda a Igreja Católica, mas que estendo a todos os cristãos de outras confissões, aos homens e mulheres de todas as religiões e também àqueles irmãos e irmãs que não creem: a paz é um bem que supera qualquer barreira, porque é um bem de toda a humanidade. Repito em alta voz: não é a cultura do confronto, a cultura do conflito, aquela que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas sim esta: a cultura do encontro, a cultura do diálogo: este é o único caminho para a paz. Que o grito da paz se erga alto para que chegue até o coração de cada um, e que todos abandonem as armas e se deixem guiar pelo desejo de paz. ....A humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança e de paz!... Peçamos a Maria que nos ajude a responder à violência, ao conflito e à guerra com a força do diálogo, da reconciliação e do amor. Ela é mãe: que Ela nos ajude a encontrar a paz; todos nós somos seus filhos! Ajudainos, Maria, a superar este momento difícil e a nos comprometer a construir, todos os dias e em todo lugar, uma autêntica cultura do encontro e da paz. Maria, Rainha da paz, rogai por nós! Papa Fracisco

*Estamos mudando o rosto do informativo, aceitamos sugestões.

Filme: Amor

Ano: 2012 Direção: Michael Haneke Gêneros: Drama Duração: 2h07min Filme: The Invocation A Convocação Ano: 2010 Duração: 90 min Direção: Emmanuel Itier Gêneros: Documentário

Filme: Yi ge dou bu neng shao Nenhum a menos Ano: 2000 - Duração: 106 min Direção: Zhang Yimou Gêneros: Drama Filme: O Temepro da Vida Ano: 2003 Direção: Tassos Boulmetis Gêneros: Drama, Comédia Duração: 1h48min Filme: In Search of Peace Em Busca Da Paz Ano: 2001 - Duração: 112 min Direção: Richard Trank Gêneros: Documentário

- PEREIRA, José Carlos. Paróquia Missionária a luz do documento de Aparecida. Procedimentos Fundamentais. Brasilia: Edições CNBB, 2013. - CATTANEO, Aarturo; FRANCA & PUGNI, Paolo. Matrimônio, Dom e Missão. Trilhas para um caminho de casal. Brasilia: Edições CNBB, 2013. - CNBB. Juventude e Missão. Jovem, Levanta-se seja fermento. Brasilia: Edições CNBB, 2013. (Dia Nacional da Juventude, 2013).

Angelus do dia 08/09 Queria agradecer a todos aqueles que, de vários modos, aderiram à vigília de oração e de jejum de ontem de noite. Agradeço as várias pessoas que ofereceram os seus sofrimentos por esta intenção. Agradeço as autoridades civis, bem como os membros de outras comunidades cristãs e de outras religiões e os homens e mulheres de boa vontade que viveram, nessa circunstância, momentos de oração, jejum e reflexão. Mas o compromisso deve seguir adiante: continuemos com a oração e com as obras de paz! Convido-vos a continuar a rezar para que cesse imediatamente a violência e a devastação na Síria e se trabalhe com um esforço renovado por uma justa solução do conflito

fratricida. Rezemos também pelos outros países do Oriente Médio, particularmente pelo Líbano, para que encontre a desejada estabilidade e continue a ser um modelo de convivência; pelo Iraque, para que a violência sectária dê lugar à reconciliação; pelo processo de paz entre israelenses e palestinos, para que possa avançar com decisão e coragem. E rezemos pelo Egito, para que todos os egípcios, muçulmanos e cristãos, se comprometam em construir juntos uma sociedade para o bem de toda a população. A busca pela paz é um longo caminho que exige paciência e perseverança! Continuemos com a oração! Papa Francisco.


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Santos do Mês de Outubro...

Por uma espiritualidade encarnada: reflexões sobre a espiritualidade do(a) agente de pastoral à luz 1. Santa Teresinha do Menino Jesus, Sta Edwiges, do documento de Aparecida São Geraldo Majela São Remígio ou Rémy. Por Rodrigo Borgheti

1. Introdução Um documento do Magistério da Igreja pode ser lido e compreendido sob diferentes enfoques. Podemos descobri-lo como instrumento que nos revela as circunstâncias históricas em que se inscreve determinada doutrina, considerá-lo como um elemento a mais para formularmos críticas e expressarmos nosso descontentamento acerca da realidade eclesial ou, ainda, lê-lo com o objetivo de aprofundar uma mística pessoal que caracteriza o estilo próprio de cada um e o leva a atuar como membro da Igreja viva de Cristo. O presente artigo se insere nesta terceira possibilidade vislumbrada. Nosso interesse pelo desenvolvimento da espiritualidade cristã nasceu com a prática pastoral educativa decorrente de 13 anos de trabalho em instituições católicas de ensino. Ao longo deste tempo, compreendemos a riqueza espiritual contida nos documentos do Magistério eclesiástico e reconhecemos que uma leitura bem orientada pode constituir fonte de espiritualidade adaptada aos novos tempos, repercutindo em ações pastorais com amplitude e profundidade. Sabemos que o Documento de Aparecida é muito rico pelo imenso leque de temas e orientações pastorais que contém. Ele recapitula o que há de melhor nos documentos das conferências do Celam anteriores, e isso dentro de um quadro teológico muito mais rico, seguro e homogêneo. Foi escrito para todos os batizados e principalmente para os ministros de ação pastoral. O documento em si tem como grande objetivo oferecer aportes significativos para que os fiéis ajudem a converter a Igreja em uma comunidade mais missionária. Com este fim, fomenta-se a conversão pastoral e a renovação missionária das Igrejas particulares, das comunidades eclesiais e dos organismos pastorais. Retoma, como documento do Magistério latino-americano, a importância da missão laica abordada desde o Vaticano II, apostando nos variados processos formativos, com seus critérios e seus lugares segundo a diversidade de ministérios cristãos, e prestando especial atenção na iniciação cristã, na catequese permanente e na formação dos agentes de pastoral, pois considera, como o Vaticano II, a importância dos leigos, retomando a ideia de que são participantes do múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, têm um papel próprio a desempenhar na missão do inteiro povo de Deus, na Igreja e no mundo (2). Exercem, com efeito, apostolado com a sua ação para evangelizar e santificar os homens e para

impregnar e aperfeiçoar a ordem temporal com o espírito do evangelho; deste modo, a sua atividade nesta ordem dá claro testemunho de Cristo e contribui para a salvação dos homens. E sendo próprio do estado dos leigos viver no meio do mundo e das ocupações seculares, eles são chamados por Deus para, cheios de fervor cristão, exercerem como fermento o seu apostolado no meio do mundo (Decreto Apostolicam Actuositatem, parágrafo 2). O documento se estrutura mediante a articulação dos seguintes elementos: fé viva em Cristo a partir de uma experiência de encontro (“discípulos”), fé essa que se irradia no mundo em forma de missão (“apóstolos”) e se prolonga na sociedade como compromisso pela justiça e pela vida (“para que nele nossos povos tenham vida”). Parte-se da fé em Cristo como fundamento de tudo, caminhando em direção à evangelização como o primeiro desdobramento espontâneo e enfocando por último a missão social como plataforma de concretização da fé. Pela primeira vez é superada a ideia de uma fé entendida como simples aceitação de doutrinas, ou apenas como opção ética, ou ainda como mera tradição cultural. Aparecida aponta a espiritualidade como a parte mais íntima e vital da fé, que deve ser cultivada em vista de uma evangelização efetiva do continente. O Documento de Aparecida ressalta também a importância da formação do(a) discípulo(a) e missionário(a), seja leigo(a), religioso(a), consagrado(a) ou clérigo, nas dimensões espiritual, comunitária, intelectual e pastoral-missionária de forma integrada, enfatizando a importância do laicato no processo de evangelização. A preocupação com a revitalização espiritual da vida dos batizados em seu caminho de discipulado é uma novidade, se compararmos o Documento de Aparecida aos documentos precedentes do Magistério latino-americano. Por isso, como opção metodológica, nosso objetivo foi contribuir com uma análise construída na perspectiva da espiritualidade cristã do agente de pastoral que é em primeiro lugar discípulo(a) e missionário(a) de Jesus Cristo, aprofundando essa temática com base nas raízes encontradas no documento: a riqueza espiritual da piedade popular católica, a espiritualidade trinitário-cristocêntrica, comunitária, missionária e mariana. Cont. no proximo n. Cf. Vida Pastoral Maio-Junho de 2010 (pp. 25-28)

*Estamos mudando o rosto do informativo, aceitamos sugestões.

2. Santo Anjo da Guarda. 3. São Francisco De Borja, São Dionísio Areopagita, B. José Marmion 4. São Francisco de Assis, São Petrônio. 5. São Benedito, Sta Maria Faustina Kowalska, B Francisco X Seelos 6. Santo Bruno. 7. NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, Santa Osita. 8. Santa Pelágia, Penitente, 9. São Luiz Bertân, São João Leonardo, São Dionísio. 10. São Paulino de York, S ão Francisco Borja, São Daniel Comboni

17. Santo Inácio de Antioquia, São Rodolfo. 18. São Lucas Evangelista. 19. São Paulo da Cruz, São João de Brébeuf, São Pedro de Alcântara. 20. Santa Maria Bertilla Boscardin. 21. Santa Úrsula e compaanheiros, Santo Hilarião. 22. São Donato, Beato Contardo Ferrini 23. São João de Capistrano. 24. Santo Antônio Maria Claret, Luis Guanella. 25. Santo Antônio de Sant' Anna Galvão, São Gaudêncio São Crispim. 26. Santo Evaristo Papa.

11. Santo Alexandre Sauli, João XXIII, papa Bem-aventurado

27. São Frumêncio, S anto Elesbão

12. Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, São Serafim.

28. São Judas Tadeu São Simão Apóstolos.

13. São Eduardo III, B. Alexandrina Maria da Costa, São Daniel e comp. 14. São João Ogilvie, Mártir, São Calisto I, Papa, São Burchardo. 15. Santa Tereza d´Avila. 16. Santa Margarida Maria Alaquoque,

29. São Narciso Bem-Aventurado Caetano Errico. 30. São Germano, Beata Retistuta Kafka Irmã Maria Resoluta. 31. Santo Afonso Rodrigues São Wolfgang. Cf.

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Sede Santos Trilhes o Caminho da Fé, alimente a esperança, dando testemunho pela caridade.


Informativo

Os seminaristas, no fim do mês

Tríduo no Seminário Maior João XXIII

No início do mês de setembro, de 01 a 03, o Seminário Maior João XXIII celebrou o primeiro tríduo em honra ao Beato João XXIII. Sabemos que sua festa litúrgica ocorre no dia 11 de outubro, mas para não concorrer com a festa de nossa padroeira, escolhemos a data de aniversário da beatificação do Papa João XXIII, 03 de setembro,

para a sua festa. Foram três dias de muita oração e alegria para os seminaristas e visitantes, o celebrar o padroeiro desta casa de formação. Com a participação da comunidade e de sacerdotes que atendem o Seminário, o tríduo “foi um sucesso”. Dom Jorge Bezerra, bispo de Paracatu, encerrou o tríduo na terça feira (03), onde destacou a vida e os ensinamentos do Beato João XXIII. Aguardamos agora a canonização do Beato João XXIII para enfim estabelecermos oficialmente a Festa do Padroeiro desta casa de formação. Gilberto Martins – Seminarista

De 09 a 13 de setembro de 2013, aconteceu o retiro espiritual dos diáconos Genilson, Joel e José Ailton, em preparação para o presbiterato. Um momento oportuno em que tiveram a graça de refletir sobre o sacerdócio e aprofundar na intimidade de Jesus Cristo, orientados e animados pela presença amorosa do Espírito Santo de Deus. Oportuno, principalmente, porque, a linha de reflexão girou em torno da espiritualidade do sacerdote na Bíblia, momento único e de fundamental importância que favoreceu aos diáconos adentrarem no grande mistério do qual a Palavra de Deus nos insere. Para uma melhor vivencia deste momento, os diáconos fizeram o uso da leitura orante da Bíblia, tendo como

base o livro Lectio Divina: meditação, oração e contemplação da Palavra de Deus. Debruçaram sobre as verdades: o sacerdote age em nome e através de Cristo; leva a verdade do Evangelho a todos os homens e mulheres e, para isso, deve ser conhecedor do Evangelho. Nesse sentido, a Lectio Divina é a alma do ministério sacerdotal porque os insere no amor de Deus revelado a todos em seu Filho Jesus Cristo. Cientes de que o padre diocesano representa o próprio Cristo na comunidade, sendo o homem da Eucaristia, os padres devem, no entanto, penetrar no grande mistério que envolve o chamado, isto é, à santidade. Vocação esta, que se fundamenta no amor a Deus e ao próximo. A serenidade, a demonstração de fé viva e a inteligência do pregador do retiro (Dom João E. M. Terra) enriqueceu o momeento que se tornou para os diáconos um testemunho vivo do chamado de Deus. Ao dom terra, a eterna gratidão da diocese de Paracatu e especialemente dos Diácono: Joel, José Ailton e Genilson. Diáconos José Ailton e Genilson.

Frei Carlos Mesters - Na reunião do Clero da diocese de Paracatu

Aproveitando o mês da Bíblia e a oportunidade apresentada de termos como assessor o Frei Carlos Mesters, Dom Jorge pediu que o convite fosse feito ao mesmo para, na reunião do clero do mês de setembro, em Cana Brava, ministrar o tema O Bom Pastor na Palavra de Deus. O Frei Carlos Mesters depois de consultar a agenda, pontualmente aceitou o convite e esteve na reunião do clero realizando o que o bispo pediu. Além desse tema o Frei desenvolveu o tema sobre o mês da Biblia, destacando a necessidade de valorizarmos cada vez mais a Palavra de Deus em nossas vidas, fazendo dela o caminho de orientação espiritual e pastoral.

A diocese agradece ao Frei Carlos Mesters e o agurada para o Congresso de Catequistas que será realizado no final do mês de novembro e inicio de dezembro em Paracatu.

Serviço de Animação Vocacional... Jovem! Seja Padre você também...

*Estamos mudando o rosto do informativo, aceitamos sugestões.

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Retiro Espiritual em vista da ordenção Presbiteral

Retiro Espiritual Seminaristas Propedêutico e Filosofia

de agosto, estiveram em retiro espiritual para revigorar as energias pro semestre acadêmico que começou no início do mês. Com a assessoria de Padre Élcio da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Vazante- MG. O Padre abordou o tema: a ‘Lectio Divina,’ ou seja, a Leitura Orante da Palavra de Deus. O retiro teve início na sexta feira(30), com a Celebração da Santa Missa onde o Padre Élcio destacou a importância da leitura orante da Palavra de Deus nos dias atuais. Durante o dia teve vários momentos de reflexão para se ficar mais próximo da Palavra. A noite de sexta feira foi marcada com a apresentação do filme de São Felipe Neri mostrando que na vida é muito importante o zelo pela Palavra e a prática. Ao fim do retiro, no sábado (31), Padre Élcio pediu aos seminaristas para “nunca deixarem de fazer a leitura orante da Palavra de Deus, pois ela leva a uma proximidade muito intima com o Pai.” Agradecemos ao Padre Élcio pela disponibilidade e pela sabedoria que nos trouxe através deste retiro. Deus o abençoe sempre! Gilberto Martins – Seminarista

Diocesano


12 Informativo

Diocesano

Venha Participar! Ordenações Presbiteriais dos Diáconos: Genilson Pereira, José Aiton e Joel Alves Depois de oitos anos de vida seminaristica, deze meses de estagio diaconal, missionário-pastoral e comunitário nas paroquias da diocese; quinze dias de formação humano-afeivo em Belo Horizonte; sete dias de retiro espiritual em Brasilia, o clero com o bispo diocesano aprovaram para a ordenação presiberal os diácono Genilson, Joel e Jose Ailton.

Diácono Genilson Pereira Barbosa Dia - 04 de Outubro - Horário - 19 horas - Local - Matriz Nsa Sra de Fátima. Bairro - Centro - Cidade - Natalandia - Minas Gerais

Diácono José Ailton Batista Costa Dia - 19 de Outubro - Horário - 19 horas - Local - Quadra de Espores da Assampa - Bairro - Paracatuzinho - Cidade - Paracatu - Minas Gerais

Outubro - Mês das Missões

Este ano de 2013 a Igreja propõe como tema de reflexão para o mês de outubro, mês missionário, o seguinte: “Juventude em Missão”. Como lema: “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b). É um mês rico em sentido espiritual para a Igreja, primeiro destaca a essência da Igreja, o seu ser missionário; depois celebra-se a semana da vida e o dia do Nascituro, para que possamos lembrar de cuidar da vida e transmitir a fé; outro destaque é o dia de Nossa Senhora Aparecida e o convite a com ela seguirmos Jesus, nossa luz. E os dias 19 e 20 são dedicados a coleta nacional para as missões.

Diácono José Alves Fonseca Dia - 23 de Outubro -Horário - 19 horas -Local - Matriz Imac. Conceição Bairro - Centro - Cidade - Uruana de Minas - Minas Gerais

<<<<<<<<<< A Fala do Rosto >>>>>>>>>> pela solidão dos abismos

És Tu quem nos espera nas esquinas da cidade e ergue lampiões de aviso mal o dia se veste de sombra

Por Ti é que lançamos as sementes e esperamos o fruto das searas que se estendem nas colinas

É verdade que recolhes nossos dias quando é outono mas a Tua palavra é o fio de prata que guia as folhas por entre o vento.

Teu é o nome que dizemos se o vento nos fere de temor e o nosso olhar oscila

Por Ti a nossa face se descobre em alegria e os nossos olhos parecem feitos de risos

José Tolentino Mendonça padre e poeta portugues In: A noite abre os meus olhos.

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Informativo Diocesano - Diocese de Paracatu - MG