![]()
S O L O C o t O R P 2ª edição—Junho 2011
"A força do lobo está na matilha e a força da matilha está no lobo"
Sarau Gímnico 22 de junho
Título do bloco interior
Editorial Por: Diretor António Carlos Caetano nar, mais autónomos e por tudo isso melhores alunos no futuro.
Sem professores a Escola seria mais pobre, sem alunos a Escola não seria Escola, sem o melhor desempenho de todos, não conseguimos ser melhores. Assim, apesar de reconhecer que nem tudo são rosas pois, os espinhos fazem parte do caminho... quero dizer-vos que conto com todos vós para fazer mais e melhor... e todos podemos fazê-lo, é nosso dever e é nossa responsabilidade refletirmos em conjunto sobre o trabalho desenvolvido. É urgente rever os documentos orientadores (o Projeto Educativo, o Projeto Curricular, o Regulamento Interno…) para perceber como articulamos o saber, pois se todos percebermos que os alunos do ensino pré-escolar são alunos do agrupamento, então entendemos que esses alunos serão em breve alunos do 1º ciclo e, que se todos colaboramos uns com os outros, tenho a certeza que teremos mais e melhores alunos a saber ler, a saber escrever, a saber pensar, a saber raciociPágina 2
Acreditem e não me engano muito no que digo... os pais têm que ser mais responsáveis, devem ser os pais e acompanhar os seus filhos, educá-los e ensinar-lhes as boas maneiras e fazer-lhes entender a importância da escola. Mas os alunos devem estudar mais, estar mais atentos ao trabalho diário na escola. Devem interessar-se mais pela vida escolar. Os professores têm que fazer o seu papel, ser o que são, professores, e perceber que nem tudo são rosas, mas em alguns momentos também somos espinhos e por vezes "enroscamos o parafuso" que outro desenroscou... outras vezes desenroscamos nós o parafuso que outro enroscou... é sobre isso que temos que refletir de forma séria, responsável, sem acusações, por que a vitória é de todos e a derrota de todos é... ninguém é mais sério do que ninguém... somos massa crítica... e acreditem que somos capazes de fazer melhor... somos nós que cá estamos e somos nós os eleitos para o trabalho... conto com todos vós e a todos agradeço o trabalho desenvolvido. Umas boas férias para todos.
"A maior aventura de um ser humano é viajar, E a maior viagem que alguém pode empreender É para dentro de si mesmo. E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro, Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros, Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas E descobrir o que as palavras não disseram..." Augusto Cury
PROtoCOLOS
As árvores também adoecem... Na sequência do número anterior os alunos do Clube do Jornal resolveram aceitar o desafio: “Porque é que as árvores adoecem? O sobreiro da nossa escola está doente, qual será a causa?”
Como bons jornalistas resolvemos investigar e partimos para o terreno, recolhemos fotos do nosso sobreiro, tiradas ao longo dos anos e pesquisámos as causas da doença dos sobreiros, na internet. Surpresa das surpresas! Há cerca de quatro anos atrás dois ex-alunos da nossa escola, Eduardo Guerreiro e Estela Guerreiro, então alunos do 12º ano, na Escola Secundária de Odemira realizaram o trabalho de investigação “ O declínio do montado, o caso do sobreiro e da azinheira”, no âmbito do Clube de Ciências – BIGEO - sob a orientação da professora Paula Canha. Um dos objetivos deste estudo era determinar as causas do declínio dos montados de sobro e azinho, considerados “ecossistemas únicos e valiosos, e que são um recurso indispensável na economia do Alentejo, fazendo ainda parte do património cultural da região e de Portugal”. Este tema não é novo e tem sido motivo de preocupação de diversos
investigadores. Neste sentido os jovens cientistas reuniram as teses já existentes e reproduziram-nas em laboratório e em ensaios de campo. Estes jovens investigadores concluíram que a doença do sobreiro é caracterizada por folhas amarelas; os ramos ficam secos e sem folhas; surgem exsudações no tronco, isto é, a libertação de líquidos nefastos do tronco da árvore e por último, a árvore seca das extremidades para o interior. Quanto a possíveis causas não existe um consenso na comunidade científica, dado que para alguns cientistas o sobreiro está em declínio devido às más condições ambientais (más práticas agrícolas, anos de seca…), outros contestam esta teoria alegando que por detrás desta doença está um fungo, o Phytophthora cinnamomi, que vivendo no solo ataca as raízes mais jovens da árvore levando-as ao apodrecimento. No entanto, os resultados obtidos pelos jovens confirmam que o fungo é realmente responsável pela podridão das
raízes. Quanto a possíveis tratamentos, nada conseguiram adiantar uma vez que o sobreiro é uma árvore de crescimento muito lento. Em 2006, este trabalho obteve o 1º prémio na fase nacional do 18º Concurso Europeu para Jovens Cientistas o que lhe permitiu estar presente na final que se realizou em Estocolmo, na Suécia. Em 2007, o 3º prémio no INTEL ISEF ( Intel International Science and Engineering Fair 2007), uma feira de ciência para jovens a nível mundial, que se realiza todos os anos nos E.U.A. Para saberes mais sobre este assunto podes ler o artigo “O Declínio do Montado”, escrito por Eduardo Guerreiro, que está disponível no site do Clube BIGEO, o Clube de Ciências da Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves – Odemira, no separador “Artigos”: http://bigeo.es-mcgodemira.net/
As árvores também adoecem...
O sobreiro desenhado pelos alunos:
Paula 2ª edição
Laura Silva Página 4
Green Cork
Por: extraído do trabalho realizado pelos alunos do 5ºB (atual 6º) O que é o Green Cork ? Green Cork é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido
pela
Quercus,
em
parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente. Tem como
objetivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro, Quercus …
PORQUÊ RECICLAR ROLHAS DE CORTIÇA? Defendendo a rolha de cortiça estamos também a defender o montado de sobro e a biodiversidade que lhe é associada. A matéria-prima cortiça, como produto natural (que necessita de um
rá o ambiente de 3 formas: 1 – redução de res íd uos 2 – defesa da rolha de cortiça como produto plenamente ecológico e consequente defesa do montado. 3 – plantação de novas árvores (espécies mediterrânicas)
tempo longo de crescimento) é limitada, pelo que o seu reaproveitamento não diminui a utilização da cortiça que sai das árvores, mas permite a sua utilização em outros produtos. Não serão feitas novas rolhas a partir das usadas, as rolhas serão matéria-prima para a produção de outros materiais como isolamentos de construção que substituem e se tornam mais competitivos em relação aos seus equivalentes sintéticos menos amigos do ambiente. Este projeto de reciclagem ajuda-
Exposição de trabalhos no âmbito do Green Cork Em Área de Projeto a turma do 5ºB (atual 6ºB), sob a orientação dos professores Maria José Silva e Pedro Venâncio, empenhou-se na realização
do
projeto
“Green
Cork” , realizaram diversos trabalhos de pesquisa, construíram recipientes para recolha de rolhas, e no final do ano letivo realizaram uma exposição de trabalhos e de produtos recolhidos pelos alunos.
O sobreiro e o ecossistema - curiosidades O sobreiro é uma árvore bastante comum no Alentejo, que vive em média 200 anos. O montado de sobro é aquele que está mais em equilíbrio com a Natureza. Este tipo de montado contempla não só os sobreiros, mas também 42 espécies de pássaros e Página 5
135 espécies de plantas. A cortiça, isto é, a casca do sobreiro é um bem renovável do qual dependem cerca de 100 000 pessoas. A extração da cortiça, denominada de descortiçamento, só pode ser realizada pela primeira vez quando o sobreiro tiver 25
anos de idade. A cortiça serve essencialmente para o fabrico de rolhas. Atualmente a sua utilização expandiu-se e é utilizada também em pavimentos, tetos, paredes e para o interior de canoas.
PROtoCOLOS
Olhares sobre… Lagar de Colos
Por: Soraia Lourenço (7ºB)
No dia 12 de Janeiro fomos fazer uma
complicado. Transforma-se através da
entrevista ao senhor
moenda, isto é, batimento da
José Loução, respon-
massa em banho-maria e
sável pelo lagar de
depois temos a extração do
Colos. Quando lá che-
azeite. Não é um processo
gámos fomos muito
assim tão simples. A azeitona
bem recebidas e o senhor mostrou-nos as
Vasilhas para armazenar o azeite
é triturada no moinho de
O senhor António Brissos Loução, fundador
martelos, depois é batida a
do antigo lagar de Colos
instalações do lagar e explicou-nos
massa. Quando é triturada transforma-
como se produz o azeite.
se em massa, depois a massa é metida
- Como é que se chama?
numas batedeiras e envolta em água
José Loução.
tépida, a 35-40 graus no máximo, onde
- Quantos anos tem?
é batida durante meia hora sensivelmen-
45.
te. Depois é que se passa para a fase
- Onde vive?
da extração. Neste lagar é por centrifu-
Em Colos.
gação, e não por prensagem. É uma
- Quantos anos tinha
máquina de centrifugação que vai sepa-
quando abriu o lagar?
rar o líquido pastoso. Neste caso é uma
Não fui eu que abri o lagar foi o meu pai
máquina de duas faces, para um lado
mas devia ter perto duns 25 anos.
sai o bagaço e para o outro lado sai o
-Há quantos anos existe o lagar?
azeite, com a água russa.
Existe há 60 anos.
- Quantas pessoas em média vêm cá
- Quantos funcionários existem nesta
buscar azeite?
empresa?
Ai, são muitas deixe–me ver… temos
Neste momento somos cinco.
entre 1000 e 1400 clientes, mas tudo
- Qual é o funcionário mais antigo?
isto são pequenos produtores de azeite
Ora, neste momento sou eu.
e é essencialmente para auto consumo,
- Há quantos anos o senhor trabalha
mas
aqui?
momento, não sou capaz de dizer quan-
- Está satisfeito com o salário?
Trabalho aqui há 25 anos
tos são, mas talvez uns 500 à volta dis-
Sempre, estamos sempre satisfeitos, a
- Como se transforma azeitona em
so.
gente não se pode queixar muito….. é o
azeite?
- A qualidade do azeite é boa ou não?
país que temos neste momento.
Ora bem… isso é um processo muito
Claro, nem podia dizer outra coisa!
Página 6
clientes só de azeite, neste
PROtoCOLOS
- Qual acha que vai ser o futuro do lagar?
Fotos do lagar atual
O futuro do lagar depende de muita coisa, depende das
O lagar de Colos recebe azeitona dos seguintes conce-
gerações que vêm depois da minha e se estão interessadas
lhos: Almodôvar, Ourique, Castro Verde, Santiago do
em manter isto ou não. Enquanto puder, vou mantendo a
Cacém, Odemira e Aljustrel.
porta aberta e vou trabalhando, depois os meus filhos ou sobrinhos, logo se verá se continuarão com o lagar ou não. Isto é uma sociedade, não sei qual vai ser o futuro do lagar, mas espero que esteja aberto por muitos e bons anos. O senhor José Loução mostrou-nos as instalações do lagar antigo. Em 1989, o lagar deixou de funcionar com o sistema de prensas e passou a funcionar com o método de centrifugação na extração do azeite. Azeite já embalado para vender
Máquina que separa a polpa da azeitona Vasilha de azeite
Depósitos em que se armazena o azeite. Máquina onde se pesa o azeite
2ª edição
No lagar de Colos existem cerca de 25.
Página 7
Entrevista
Rostos da escola Por: Cláudia Pereira - 9º ano
sentá-la aos pais e encarregados de educação. O sarau é já uma tradição, em que ano se iniciou esta atividade nesta escola e porquê? Numa terça-feira, ao final da tarde, fomos encontrar o professor Marco no Pavilhão Desportivo após ter lecionado uma aula de Educação Física à turma 8ºA foi aí que nos recebeu. Marco Freitas é licenciado em Educação Física e Desporto pela Universidade de Trás-osMontes-E-Alto-Douro, em Vila Real. É natural da cidade de Braga e vive no Alentejo há cerca de 10 anos. Trabalha nesta quantos anos?
escola
há
Trabalho nesta escola há cerca de 6 a 7 anos. Como surgiu a ideia de se realizar o sarau de ginástica na nossa escola? O sarau de ginástica surgiu no seio do grupo de professores que constituem o Desporto Escolar, tem como objetivo recriar partes daquilo que é feito nas aulas de educação física, ao longo do ano, e aprePágina 8
O primeiro sarau iniciou-se em Junho de 2008. No entanto tenho alguma dificuldade em dizer se isto já é uma tradição. Só se cria uma tradição quando algo passa de umas pessoas para as outras. Neste momento enquanto aqui estiverem pessoas que estiveram no sarau nº 1, no sarau nº2 e no sarau nº3 é difícil chamar-se tradição porque foi algo que foi criado e que se está a dar continuidade. Tradição será quando as pessoas que iniciaram este evento saírem da escola e as pessoas que vierem continuarem com essa atividade. Quais as principais dificuldades que têm sentido na organização desta atividade? A principal dificuldade consiste em juntar o maior número de alunos e fazer atividades que eles ao mesmo gostem, que sejam atrativas para o público e que se insiram no sarau.
Quem são os responsáveis por esta atividade? Os responsáveis por esta atividade são todos os professores do Desporto Escolar. Quais são os objetivos desta atividade? Tal como já referi anteriormente um dos objetivos é mostrar às pessoas que normalmente não vêm à escola, principalmente aos encarregados de educação, um conjunto de atividades que são realizadas nas horas do desporto escolar, para criar um espetáculo que no dia a dia não se vê. Pretende-se também festejar um final de ano desportivo e viver um momento de festa para todos os alunos que participam no Desporto Escolar. Esta atividade conta com quantos participantes e quais as modalidades que estão presentes? É flutuante dependendo dos grupos que conseguimos formar. A título de exemplo no ano anterior contámos com a participação de cerca de 100 alunos.
Esta atividade realiza-se uma vez por ano letivo e é aberta a toda a população. Irá continuar PROtoCOLOS
Qual é o balanço que faz desta atividade ao longo dos anos?
ção, qualquer coisa que leva a que os alunos não participem, ou
Essa questão deveria ser colocada às pessoas que estão de fora. Creio que tem vindo a melhorar, mas eu sou suspeito. O espetáculo tem estado a ficar cada vez melhor porque tentamos analisar os erros, corrigi-los e fazer melhor. Os responsáveis são sempre os alunos, a quem lhes corre bem ou a quem lhes corre mal é sempre aos alunos. Qual é sua opinião sobre os alunos desta escola, no aspeto desportivo? Tenho dias! Tenho dias em que tenho orgulho de ter os alunos que tenho e estar na escola em que estou. Noutros dias tenho a sensação que tudo não passa de uma ilusão e os alunos não correspondem às nossas expectativas. Não estamos a falar obviamente de uma forma competitiva. Os professores do Desporto Escolar que estão cá na escola não analisam o Desporto escolar de uma forma competitiva, mas sim como uma oportunidade de os alunos praticarem desporto de uma forma saudável. Quando eu digo desilusão é no sentido em que temos as atividades prontas e disponíveis para os alunos e estes demonstram falta de interesse e de motivaPágina 9
quando participam tenham atitudes menos próprias. Para terminar gostaria deixar alguma mensagem?
de
Eu gostaria que as pessoas, não só os alunos, como pais e restantes professores partilhassem uma visão que nós temos aqui no Desporto Escolar. Por norma as nossas atividades são sempre para pôr os nossos alunos a brilhar por isso é que nós por norma, nós não estamos no meio da atividade, esperamos que os alunos estejam no meio das atividades, que sejam eles que apanhem com as flores e recebam os louros.
É importante que as pessoas partilhem este saber estar, que realizem as atividades, que facilitem as atividades no sentido de darem algo aos alunos e não aos professores de Educação Física. Os professores de Educação Física não fazem o sarau para mostrarem que são bons. Dá muito trabalho e ninguém é obrigado a fazer o sarau ou outra atividade. Fazemos isto porque achamos que é um prémio merecido para os alunos. A partir do momento em que as pessoas deixarem de considerar que as atividades desportivas são benéficas para os alunos, e é uma chatice porque os alunos não estão atentos nas aulas, porque estão a pensar no sarau ou outras atividades ou porque os alunos faltam às aulas para participar em competições, a partir do momento em que as pessoas começarem a entender o desporto escolar como algo que os professores de Educação Física recebem mais ou menos, ou que são beneficiados por estarem no desporto escolar, estas pessoas vão estar enganadas. Fazemos o que fazemos porque
gostamos de ver os alunos em atividades e constantemente a superarem-se a eles próprios.
PROtoCOLOS
Atividade Externa de Educação Física—Voleibol No passado dia 12 de Janeiro de 2011 o grupo/equipa de Voleibol Feminino da Escola Básica Aviador Brito Paes participou no primeiro torneio da modalidade deste ano letivo. A equipa teve uma atitude exemplar e dignificou verdadeiramente a nossa escola com o honroso 2º lugar do pódio! Parabéns às atletas e um especial obrigado aos adeptos pelo apoio. "A força do lobo está na matilha e a força da matilha está no lobo"
Taça António Álvaro
O torneio inter-turmas de futsal denominado “Taça António Álvaro” decorreu durante o mês de Fevereiro. Entraram nesta competição 10 equipas que se defrontaram com grande combatividade, respeito e lealdade. Sagraram-se campeãs as equipas do 6º B pelo 2º ciclo e do 9ºA pelo 3º ciclo.
Corta-Mato Distrital Na quarta-feira, dia 9 de Fevereiro, realizou-se em Castro Verde, junto ao Estádio Municipal 25 de Abril, o Corta-Mato Distrital do Desporto Escolar, promovido no âmbito do plano de atividades da Coordenação Local do Desporto Escolar (CLDE) do Alentejo Sul e Alentejo Litoral (ASAL). O evento reuniu um total de 1356 alunos/ atletas representantes das Escolas Básicas do 2º e 3º ciclos, Secundárias e Profissionais. A comitiva de Colos teve uma participação de grande nível ao apurar dois alunos, Diogo Mira (1º lugar) e Bruno Soares (5º lugar) para a prova Nacional de Corta-Mato do Desporto Escolar a realizar no próximo dia 12 de Março em Vila Nova da Barquinha. Página 10
PROtoCOLOS
Corta-Mato Concelhio Decorreu no passado dia 12 de Janeiro de 2011, no recinto escolar da Escola Básica Aviador Brito Paes, em Colos, o primeiro corta-mato Concelhio inserido no projeto Desporto Escolar de Odemira. A competição, que envolveu alunos do 1º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico, oriundos da nossa escola e das Escolas de S. Teotónio, Mil Fontes e Sabóia, foi organizada pelo Grupo do Desporto Escolar
de Colos com o apoio da Câmara Municipal de Odemira e teve como objetivo promover a prática desportiva porque o desporto também pode ser um meio de desenvolvimento humano local pelo reforço da imagem regional, pelo desenvolvimento do capital humano, pelo combate ao êxodo rural, pelo reforço do sentido de identidade e coesão dos jovens. Rodeados por uma paisagem
Nome
única e apoiados por fervorosos espectadores, os cerca de 150 atletas lutaram até ao último minuto para conquistar um lugar de destaque na classificação individual e coletiva. Os nossos alunos dominaram coletivamente em alguns escalões e a título individual registamos, com agrado, excelentes resultados:
Classificação
Escalão
3º
Infantis A Femininos
10º
Infantis A Masculinos
Érica Loução
5º
Infantis B Femininos
Sérgio Encarnação
2º
Infantis B Masculinos
Isabel Domingos
2º
Iniciados Femininos
Diogo Mira
1º
Iniciados Masculinos
Bruno Soares
2º
Iniciados Masculinos
Rodolfo Veloso
5º
Juvenis Masculinos
Leonor Costa Edgar Campos
O grupo do Desporto Escolar de Colos agradece e enaltece a excelente participação desportiva e social de todos os nossos alunos.
2ª edição
Página 11
Acampamento Escolar 2011 O grupo de Educação Física vai proporcionar a oportunidade de acampar na escola a alguns alunos. Esta iniciativa está prevista para os dias 9 e 10 de Junho. A participação implicará uma pernoita na escola, portanto, os alunos terão de trazer um saco cama, tenda, artigos de higiene pessoal e duas mudas de roupa. A escola garante aos participantes o jantar do dia 9 e o pequeno-almoço do dia 10. Os critérios de seleção dos alunos foram a ausência de níveis inferiores a 3 no final do 2º período e a participação positiva nas atividades do desporto escolar. Esta iniciativa visa, assim, premiar o sucesso escolar e desportivo.
2º ciclo 5º A 5º B
Beatriz Guerreiro Margarida Capela Ivo Carmo
3º ciclo 7º A 7º B
Luís Silva 6º A
Érica Loução
Diogo Oliveira Bruno Soares
8º A
José Pedro Manuel Gonçalves
André Amândio
Ana Pereira
Lisa Bunge
8º B
Daniela Botelho Raquel Guerreiro
Madalena Lança
Laura Silva
Rui Dias
Beatriz Cortez
Sara Metzger
Página 12
Manuel Pereira
Sara Durães
Beatriz Samuel
6ºB
Joana Gonçalves
9º A
Diogo Ribeiro Gonçalo Ramos
PROtoCOLOS
Palavras … Mots … Words … Palabras … 8 boas razões para estudar Francês Por: Lúcia Cruz
Sabias que… 1. No mundo de hoje, falar apenas uma língua estrangeira não é suficiente. Um aluno que fale vários idiomas multiplica as suas possibilidades no mercado de trabalho, quer no seu país, quer a nível internacional. 2. A língua francesa, juntamente com a inglesa, é a única língua falada nos cinco continentes. O francês é a nona língua mais falada no mundo e, por essa razão, é uma língua de comunicação internacional. O francês é a língua oficial e/ou administrativa de 29 países, espalhados pelo mundo inteiro. 3. A língua francesa é muitas vezes considerada a língua da cultura. Aprender francês também significa apreender uma viagem cultural aos mundos da literatura, do cinema, da música, da moda, da gastronomia, das artes plásticas, da arquitetura e também das ciências. 4. Compreender o francês Página 13
permite ter uma outra visão do mundo, através da comunicação com outros falantes da língua em todos os continentes e do acesso à informação através da Internet, da rádio, da imprensa e de canais de televisão como Tv5 Monde, France 24, Mezzo, MCM, M6 e Arte. 5. O francês serve para comunicar com numerosos turistas que visitam anualmente o nosso país e, também, para nos orientarmos no estrangeiro quando visitamos um país francófono. 6. O francês é uma das línguas de trabalho das organizações internacionais, tais como a UE, a ONU, a UNESCO, a Cruz Vermelha e a OMS. 7. A aprendizagem do francês torna-se fácil devido às semelhanças com o português.
Instituição de divulgação da língua francesa Alliance Française: Instituição que tem como objetivos principais: proporcionar cursos de francês em França e em todo o mundo, para todos os públicos; dar a conhecer a cultura francesa e a cultura francófona; promover a diversidade cultural. http://www.fondation-alliancefr.org/
S’ exprimer en Français… Os alunos do 9ºA falam sobre os seus hábitos culturais, utilizando a língua francesa. Acede aos trabalhos clicando nos respetivos nomes: 1. Beatriz Cortês 2. Helena, Tatiana e Cristina 3. Gonçalo Ramos e Adriana Santos 4. Pedro Rosa
8. A língua francesa é considerada a língua do charme e do glamour. PROtoCOLOS
As leituras preferidas Por: Ana Catarina Pereira (8ºB)
Este livro fala sobre uma menina chamada Melinda, que vive com a sua avó. A avó Rosário costumava contar muitas histórias a Melinda sobre a sua mãe. A Melinda não se lembrava muito bem como era a sua mãe. A única coisa que se lembrava era de um refrão que a sua mãe lhe cantava quando era pequena. O refrão era assim: “Flor de mel, Flor de mel, Flor de mel à Flor da pele…” A sua avó contava-lhe muitas histórias sobre a mãe de Melinda. A avó Rosário dizialhe que a mãe dela era a Rainha da Dioneias. 2ª edição
O pai de Melinda não gostava que a avó Rosário contasse aquelas histórias a Melinda. A Melinda não percebia porque é que o pai não gostava que se falasse da sua mãe. O pai era um homem muito ocupado, quase nunca estava em casa. Numa manhã, a Melinda foi acordada pela vizinha Eulália, porque a sua avó não estava em casa. A Melinda estranhou a ausência da sua avó, mas não disse nada. Quando o seu pai chegou a casa disse que tinha uma notícia muito triste para lhe dar. A sua avó tinha morrido. A Melinda ficou a viver uns tempos na casa da tia Eugénia, do tio César e da prima Geninha. Numa noite em que a Melinda não conseguia dormir, teve pela primeira vez a visita da sua Fada Madrinha. A sua Fada Madrinha era parecida com uma estrela muito brilhante. Passados uns tempos, a Melinda foi viver com o seu pai, onde passou por muitos quartos. Um dia o seu pai deixou-a em
casa da Mãe Joana. A Mãe Joana era uma ama que cuidava de muitas crianças durante o dia. Nesta casa, a Melinda fez uma grande amizade com André Pequeno. Se quiserem saber mais pormenores e como acaba esta história, aconselho-vos a ler este livro.
Página 14
As nossas leituras
Por: Joel e João Bernardo 4º ano (EB1 de Bicos)
Era uma vez um soldadinho andares, dois meninos que
Soldadinho de Chumbo.
que era feito de chumbo. passaram pela rua encontraVivia numa caixa com 25 ram o soldadinho de chumbo.
Achámos a sua atitude incor-
irmãos. Num dia, um menino Fizeram-lhe um barco por
reta, porque devemos respei-
abriu a caixa onde estavam onde ele passou muitos peri-
tar as diferenças duns dos
os seus 25 irmãos e quando gos. Passou por dentro de um
outros. A atitude da Bailari-
um deles saiu viu uma linda túnel com uma ratazana a
na foi correta porque foi
bailarina de papel que estava persegui-lo,
tentar salvar o Soldadinho
depois
esteve
perto do castelo. O soldadi- dentro de uma barriga de um
de
Chumbo.
Foi
corajosa!
nho ficou admirado, ficou peixe e por fim chegou nova-
Gostamos muito dele, mesmo
parado a olhar para a bailari- mente a casa onde vivia.
só tendo uma perna.
na de papel pensando que ela Mas o menino jogou-o para o também só tinha uma perna… lume por ele só ter uma permas ela tinha 2 pernas por- na, a bailarina foi que a outra estava escondida tentar salvá-lo... na sua bela saia comprida. mas acabou por Ficou muito admirado com a lá ficar também. bailarina!
Quando a empre-
À noite apareceu um duende gada foi limpar a negro que o fez passar mui- lareira encontrou tas emoções. Num dia de o
coração
de
manhã os meninos acordaram chumbo e a lane puseram o soldadinho na tejoula. janela. Uma corrente derru- Na história o menino não soubou o soldadinho e caiu 3 be respeitar a diferença do Página 15
O soldadinho de chumbo com flanela. Ficou muito giro!
PROtoCOLOS
Apresentações de obras literárias Por: Rui Teresa
Várias vezes por período, na disciplina de Língua Portuguesa, orientados pelo professor Rui Teresa, são apresentados trabalhos em grupo sobre obras literárias. Há três competências principais que se pretendem desenvolver com esta atividade: fruir literatura, utilizar a língua com correção e saber apresentar-se perante os outros. . Integrada na “Semana da Leitura”, promovida pela BE, na última jornada de apresentações abordaram-se obras (de livre escolha dos alunos) tais como “O Primo Basílio”, “35 Quilos de Esperança”, “Amor de Perdição” e “Uma família Inglesa”. . Os alunos elaboraram um suporte escrito para a sua apresentação e esse mesmo suporte acabou por ser publicado em cada um dos seus blogues individuais. . As apresentações dividiram-se em 4 pontos, a saber: personagens, espaço, tempo, ação. Da impossibilidade de mostrar aqui as apresentações porque dotadas de elementos cénicos, optamos por recomendar na versão digital do nosso jornal, a leitura do suporte escrito que os alunos elaboraram e que se serviu de guião à própria apresentação: . 2ª edição
-Mário de Carvalho “A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho”
-Anna Galvada “35 Quilos de Esperança”
-Eça de Queirós “O Primo Basílio”
-Júlio Dinis “Uma Família Inglesa”
Página 16
Rastreio de Saúde Oral Por: Ana Correia –Coordenadora do Projeto Promoção e Educação para a Saúde
A 30 de Março realizámos mais um Rastreio de Saúde Oral. Neste rastreio contámos com a colaboração da Doutora Leonor Neto, higienista Oral do Centro de Saúde de Odemira. Este ano, o rastreio foi dirigido aos alunos nascidos em 1998. As Sessões de Esclarecimento, que decorreram paralelamente a este rastreio, contaram com a participação de todos os alunos dos 5.º, 7.º e 9.º anos de escolaridade. Os alunos aderiram com entusiasmo a esta atividade. Ficou o desejo, por parte de outros membros comunidade escolar, de participar neste rastreio. Tal não foi devido às características específicas deste programa, no entanto agradecemos à Dr.ª Leonor a sua disponibilidade para englobar mais alguns
alunos do que os inicialmente abrangidos. Contamos com mais uma edição deste rastreio no próximo ano letivo. Aproveito para agradecer a colaboração de todos os participantes e até breve.
Semana dos Afetos
Por: A Equipa da BE e a Coordenadora do PES
Entre os dias 14 e 18 de Fevereiro teve lugar a Semana dos Afetos.
Fica a vontade de estender esta atividade aos mais pequenos.
Tivemos na escola a Equipa de Saúde Escolar, que connosco debateu o tema “Violência no Namoro”.
Aproveitamos para agradecer a colaboração de todos os participantes e até breve.
Igualmente, realizámos jogos de afetos e de sentimentos e contámos com a colaboração de todos os alunos dos 2.º e 3.º Ciclos do nosso Agrupamento. Os alunos aderiram com entusiasmo a esta atividade, falaram de sentimentos, de atitudes, do certo e do errado. Em conjunto, todos nós aprendemos a ouvir os outros e a respeitar as suas opiniões. Página 17
PROtoCOLOS
Horta Biológica/Pedagógica Por: Carla Brito e Carina Costa — (AP 9ºA)
António Grilo é atualmente funcionário da nossa escola, é ele que trata da nossa horta biológica. Quando aprendeu a trabalhar a terra? R: Tudo começou quando tive
O seu trabalho tem sido produtivo? R: Sim, tem sido bastante produtivo, cultivámos bastantes alimentos.
Gostou da realização desta entrevista? R: Sim, eu tenho orgulho em
necessidade de cultivar alimentos para a minha sobrevivência. Desde criança que cultivo, tenho uma pequena horta, em casa e também é daí que surgiu a iniciativa para realizar esta atividade.
falar do meu trabalho, pois como já disse desde criança que o pratico.
Bom, obrigado pelo tempo que lhe roubámos, e obrigado pela sua disponibilidade. R: De nada eu é que agradeço
Deu muito trabalho em começar a realizar a atividade ― A horta da nossa escola‖? R: Sim, deu muito trabalho, mas foi mesmo necessário, a realização desta atividade. Sinceramente eu não gosto de cavar e acho que ninguém gosta, pois é um trabalho muito árduo e muito cansativo.
Quais os produtos que cultiva na horta? E em que altura? R: Na horta aqui da escola já cultivamos pimenteiros, tomateiros, alfaces, melâncias, abóboras, cebolas, piripiris, rábanos, couves, coentros e beringelas.
2ª edição
de Verão e assim não é necessário regar as plantas tantas vezes.
por terem feito esta entrevista.
Que tipo de sementes utiliza? R: As sementes utilizadas na horta foram umas que eu trouxe de casa
A terra é fértil para todos os produtos? R: Sim a terra é muito fértil.
A horta pedagógica está a ser utilizada para o desenvolvimento do PIT (plano individual de transição para a vida activa) do aluno Nuno Silva com NEE. Na horta o aluno está a aprender a fertilizar a terra, a cavar, a semear e a plantar.
Quantas vezes é necessário regar as plantas que cultiva? R: Depende, por vezes rego duas vezes, noutros nem rego. Pois só temos cultivado plantas
Página 18
Eco-Código 2011 O Concurso Nacional EcoCódigo pretende estimular a participação e a criatividade dos jovens envolvidos no Programa Eco-Escolas através da produção de um trabalho de comunicação: o poster. O Eco-Código corresponde a um dos elementos do programa : o 7º passo da metodologia proposta. O Eco-Estudante deverá conseguir identificar um conjunto de atitudes e comporta-
mentos conducentes à melhoria do ambiente na escola, em casa e na sua região. O Eco-Código deverá expressar uma declaração de objetivos, traduzidos por ações concretas, que todos os membros da comunidade deverão seguir, constituindo assim o código de conduta ambiental da escola. Todas as escolas candidatas à Bandeira Verde devem ter o seu EcoCódigo divulgado na escola pre-
ferencialmente no Regulamento interno. A opção de apresentar o EcoCódigo em forma de poster visa facilitar a comunicação e divulgação dos princípios que cada Eco-Escola se compromete a respeitar. Fonte: http://www.abae.pt/programa/ EE/eco_codigo/2011/index.php? p=objetivos
A turma do 9ºA na disciplina de Área de Projecto teve a tarefa de criar o poster Eco-Código da escola. Depois de definidas as dez frases exigidas deu-se azo à imaginação e construiu-se o cartaz que irá representar o agrupamento no concurso nacional Eco-Código organizado pela ABAE.
FRASES ECO-CÓDIGO 1.
Queres destruir o que resta? - Não…… - Então cuida da Floresta.
2.
Se a Natureza quer ajudar, energia vai ter de poupar.
3.
Melhora o mundo onde habitas: respeita os animais e as plantitas.
4.
Recicla no presente para no futuro o mundo ser diferente.
5.
Para o programa Eco-Escolas resultar, as luzes não esquecer de apagar.
6.
Para um jardim bonito poderes olhar primeiro dele tens de cuidar.
7.
Espaços verdes deves preservar para coisas bonitas observares!
8.
Agricultura Biológica deves cultivar, para o teu coração durar.
9.
Resíduos bad! bad! bad! Reciclar good! good! good!
10.
A água é um bem precioso por isso, sê generoso!
Página 19
PROtoCOLOS
Projeto de Articulação Pré-Escolar/1º Ciclo Exposição “Foi minha Mãe/Pai que fez”
1º EXPOSIÇÃO : COLOS - 2007
4ª EXPOSIÇÃO – BICOS – 2010
2ª edição
Página 20
Projeto de Articulação Pré-Escolar/1º Ciclo Por: Ana Delgado e Elisabete Simões
Ao longo de cinco anos consecutivos, o projeto “ Foi a minha mãe/ pai que fez” foi desenvolvido no nosso Agrupamento. Este teve início em 2006/2007 em Colos e terminou, este ano letivo em Relíquias, tendo tido lugar em Vale de Santiago(2007/08), Amoreiras-Gare(2008/2009) e Bicos (2009/2010). Além da exposição de trabalhos elaborados pelos pais/mães dos nossos alunos do 1º Ciclo e PréEscolar, esta foi também acompanhada de várias atividades/ ateliers para serem desenvolvidas pelas crianças ao longo do dia. Em cada localidade foi dado a
conhecer o património existente. A exposição ―Foi a minha mãe/ pai que fez – realizada em articulação Pré-Escolar/1º Ciclo decorreu este ano em Relíquias
Página 21
no dia 30 de Maio. Contou com a participação de todos os Jardinsde-Infância e Escolas do 1º Ciclo. Os objetivos traçados foram alcançados, a relação pais-filhos saiu fortalecida. Mais uma vez foi notório o envolvimento dos pais na vida da escola, quer pela disponibilização das peças em artesanato para a exposição, quer pela sua visita à mesma; a sensibilização das crianças para o património local desenvolvendo nas crianças um sentimento de pertença à cultura do Alentejo também é evidente. Este projeto permitiu demonstrar a importância do binómio “Escola-Família” e algum do trabalho desenvolvido em articulação da Educação PréEscolar com o 1º Ciclo e Atividades de enriquecimento curricular, sendo evidente que o trabalho colaborativo entre docentes contribuiu significativamente para a efetivação de reais estratégias e práticas de articulação curricular. Os nossos agradecimentos a todos que colaboraram e que permitiram a sua realização: Câmara Municipal de Odemira, Juntas de Freguesia de Bicos, Colos, S. Martinho das Amoreiras, Relíquias e Vale de Santiago e militares da Escola Segura.
PROtoCOLOS
Projetos e atividades Desfile de Carnaval pelas ruas de Amoreiras – Gare. Pré escolar juntamente com o 1.º ciclo de Amoreiras – Gare com os temas “Os animais do circo” e “Os animais” respetivamente. Jogos dramáticos em colabo-
ração com o Prof. Fernando da AEC de Expressão Dramática.
Dia do Pai
Decoração da prenda com verniz – Articulação entre Pré escolar e 1.º ciclo.
O resultado final, uma caixa de ferramentas bem colorida.
Também fizemos o papel de embrulho.
Página 22
PROtoCOLOS
Projeto ―Escola Saudável‖ Por: EB1 e Pré Escolar de Amoreiras - Gare
Plantação da horta
Manutenção da horta
Confeção de salada de fruta, suma de laranja, de torradas e batido de banana.
A apanha das ervilhas Huum!!! Que delicia
A apanha das favas
2ª edição
Página 23
O 25 de Abril
Por: EB1 e Pré Escolar de Amoreiras - Gare
Este ano mais uma vez as comemorações do 25 de Abril foram vividas na nossa localidade e na sede de freguesia, S. Martinho das Amoreiras. Pintura de um mural na nossa escola, Caminhada pela natureza e Almoço convívio em S. Martinho das Amoreiras .
O dia das atividades de encerramento do 2.º período Por: EB1 e Pré Escolar de Amoreiras - Gare
A árvore de Páscoa ecológica A pintura ao ar livre dos ovos de Páscoa gigantes, que por sinal ficaram muito coloridos. Depois colocamo-los na nossa árvore ecológica… …que por sinal ficou bem gira
Página 24
PROtoCOLOS
O Comboio em Amoreiras-Gare Por: EB1 e Pré Escolar de Amoreiras - Gare
Num solarengo dia de Maio fomos lanchar à estação de comboios da nossa localidade, Amoreiras – Gare e tivemos ainda a oportunidade de observar dois comboios, o intercidade que passou a grande velocidade e um urbano que parou
Depois desta experiência, nós mesmos construímos um comboio para as nossas brincadeiras na sala e no exterior e também uma canção “lá vai o comboio”, atividades estas que vamos aqui partilhar com todos.
Página 25
PROtoCOLOS
O Peddy Paper pela localidade Por: EB1 e Pré Escolar de Amoreiras - Gare
Este dia foi um dia de grande agitação. Andamos pelas ruas e estabelecimentos da localidade sob o lema ―Escola saudável‖. Mais uma vez pudemos contar com a colaboração dos Profs. das AEC de Expressão Dramática, Prof. Fernando e de Expressão Físico Motora, Prof. Rúben. Desde já agradecemos aos encarregados de educação que prontamente se disponibilizaram a colaborar, não só nesta mas em todas as atividades da escola, bem como aos demais elementos da comunidade.
Vamos reciclar para o planeta ajudar — Horta
Por: Pré-Escolar e EB de Relíquias
Uma das atividades do nosso projeto foi fazer uma horta no nosso recreio. Primeiro preparámos a terra para poder ser semeada com sementes de cenouras, agrião, salsa e alface. Depois de cavar a terra, fizemos os regos para as sementes. A seguir de semear, fomos regar tudo para as sementinhas pegarem e poderem crescer. A água e a luz do Sol são muito importantes para as plantas, mas também precisam de cuidado e atenção.
2ª edição
Página 26
Conhecer as escolas do 1º ciclo do agrupamento Por: EB1 de Relíquias
A escola é constituída por dois edifí-
O edifício da EB de Relíquias, onde
cios, separados por um espaço exte-
funciona a turma A, foi ligeiramente
rior cujo piso é bastante desnivelado
remodelado
em cimento e terra batida.
2004/2005, mas apesar deste facto, o
Num edifício funciona a Turma A de
durante
o
ano
E respetiva sala.
letivo
seu estado de conservação é conside-
1.º Ciclo (turma de 13 alunos de 1.º e
rado pouco satisfatório.
2.º anos de escolaridade com idades
Destaque-se que o espaço exterior
compreendidas entre os 7 e os 8
não sofreu qualquer intervenção nos
anos), numa sala com soalho, que fica
últimos vinte anos, o que faz com que
acima de uma arrecadação. No outro
esteja bastante deteriorado. A realçar
E o edifício/sala de aula onde funciona
edifício, funciona o Pré Escolar (grupo
que, apesar de terem sido feitas várias
a Turma B (3.º e 4.º anos de escolari-
de 8 crianças com idades compreendi-
diligências às entidades competentes
dade)
das entre os 3 e os 6 anos), numa
no sentido de suprir este problema,
sala adaptada para o efeito. A turma B
nada foi feito até ao momento.
de 1.º Ciclo (turma de 13 alunos de 3.º e 4.º anos de escolaridade com idades
A entidade proprietária é o Município de Odemira.
compreendidas entre os 8 e os 11 anos), anteriormente a funcionar na escola de Vale Ferro; encontra-se numa sala provisória, onde funcionou o Jardim de Infância e mais recentemente o Centro de Convívio da localidade; e que foi cedida pela freguesia de Relíquias.
No geral, pode considerar-se esta escola, um estabelecimento de ensino com algumas condições de funcionamento ao nível de recursos materiais, nomeadamente, computadores, mobiliário e Internet (excetuando no Jardim de Infância); mas com algumas condicionantes estruturais, especificamente
As salas de aula da Turma A e do Pré Escolar são bem iluminadas, com janelas muito amplas numa das paredes da sala. A sala da Turma B é pouco iluminada. O edifício onde funciona o Jardim de
o espaço exterior e as salas das Turmas A e B. 1.º Ciclo Edifício de aula onde funciona a Turma A (1.º e 2.º anos de escolaridade).
Infância foi construído em 1966 - Plano dos Centenários; funcionou como escola do 1º ciclo e telescola. Realizaram-se obras e foi adaptado para Jardim de infância em 2000/2001, quando terminou o funcionamento do Ensino Básico Mediatizado (telescola).
2ª edição
Página 27
Título do bloco interior
Piquenique em Bicos
Por: Ana Paula Paulo e Liliane Estêvão Godinho
Para festejar o primeiro dia de Primavera os meninos da escola de Bicos foram com os suas professoras e auxiliares fazer um piquenique. Saímos da escola logo de manhã e fomos até à fonte: “ Bica da Rola “ onde comemos e brincámos todos juntos. Foi uma manhã muito bem passada na companhia de todos, onde houve muita anima-
ção e boa disposição. As crianças conviveram entre si, assim como os adultos. Esteve uma manhã de Sol e foi bom iniciar desta forma mais uma estação do ano, a PRIMAVERA, que segundo as crianças é uma das mais bonitas.
Todos juntos podemos observar a natureza com as suas cores sons e formas.
2ª edição
Página 28
Os nossos trabalhos Por: Eliana — 2º ano (EB1 de Colos)
A receita da Felicidade
Por: Inês — 4º ano (EB 1 S. Martinho das Amoreiras)
No tempo em que os caracóis andavam com a casa as costas, havia um sitio muito mágico que se chamava...O planeta mágico, e com uma grande coincidência era lá que vivia o Pai Natal. Ele tinha lá, muitos amigos como por exemplo: o Acácio, o Loirinho, a Mãe Natal a sua querida filha, etc… Ele gostava muito de viver lá mas tinha um problema: é que lá as pessoas começaram a ficar infelizes e para ficarem outra vez felizes, o Pai Natal tinha de descobrir a receita da Felicidade, que só existia no país luminoso, mas o problema e que o país luminoso fica noutro mundo. Um dia, a filha do Pai Natal perguntou-lhe: -Onde é que fica esse tal país luminoso, papá? -Esse é que é o problema minha querida filha, eu não sei - disse o Pai Natal. -0 quê? -perguntou a filha . -Sim não sei! Sempre que tento ir à procura aparece um pirata que diz que se chama Zé e me diz que não posso passar - disse o Pai N atal. Mas desta vez tenho de conseguir. Vou a um sábio. E assim foi. 0 Pai Natal encontrou um sábio, e com a ajuda dele conseguiu encontrar a receita da Felicidade, seguiram a receita e foram felizes para sempre.
Página 29
PROtoCOLOS
Não ser igual...não é ser diferente Dia do Autismo em Bicos — 2 de Abril Para assinalar este dia, trabalhamos o livro "O Pirilampo Mágico"
seu comportamento é um pouco diferente do nosso, mas já percebemos os motivos desse comportamento.
"O Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, comemora-se no dia 2 de Abril, uma data instituída pela ONU em 2007, pretende ser um marco na sensibilização e na homenagem a todas as pessoas e respetivas famílias que todos os dias vivem esta realidade, enfrentando geralmente muitas dificuldades e discriminações. "
Nós tentamos acalmá-lo, falando com ele. Gostamos muito dele e de como ele é. Brincamos com ele, no recreio à bola, à apanha, nos trabalhos da escola e agora no nosso novo parque infantil. Apesar da sua diferença, e como diz o nosso projeto, deve haver: solidariedade, igualdade, tolerância e justiça. É o que tentamos fazer na nossa escola.
O nosso amigo Luís é um menino autista. Por vezes, o
O nosso trabalho!
Página 30
PROtoCOLOS
A família e a criança com NEE Por: Paula Martins
Na nossa sociedade é frequente os pais investirem muito, quer em termos materiais quer em termos emocionais, enquanto esperam o nascimento de um filho. O casal deseja ter um filho saudável, uma criança robusta, que seja a sua autoimagem e, ao mesmo tempo, dê continuidade à tradição familiar. Mas, por vezes, a realidade contraria o sonho e é então que nasce a criança portadora de deficiência. Junto com a criança nasceu também a tristeza, a culpa, a revolta, os receios, privações e incertezas. As reações iniciais serão de choque, rejeição e incredulidade, seguidamente serão sentimentos de culpa, frustração, raiva, depressão e desânimo. Só mais tarde poderão ocorrer o ajustamento emocional e a aceitação. A forma que normalmente os pais encontram para conviverem com os seus sentimentos é
através da criação de mecanismos de defesa como a negação, superproteção, projeção, entre outros. A família deve fazer com que a criança “diferente” se sinta importante, amada e desejada no seio familiar, o que permitirá um equilíbrio emocional e social e a estimulação necessária para o seu desenvolvimento. De uma forma sintetizada, a família de crianças com NEE passa por um ciclo de vida com diversos estádios, e, em cada estádio os papéis e responsabilidades dos membros da família mudam. No seguinte quadro podemos verificar os diversos estádios e as áreas de stress da família: Segundo Correia (1999) para as famílias, os diferentes estádios representam exigências novas para as quais têm de se adaptar. No que respeita às famílias com crianças com NEE, as exigências que cada estádio apre-
senta, significa um levantar de problemas específicos que necessitam uma resolução para que as famílias se possam desenvolver e desempenhar os seus papéis de uma forma válida. Segundo Correia (1999) para as famílias, os diferentes estádios representam exigências novas para as quais têm de se adaptar. No que respeita às famílias com crianças com NEE, as exigências que cada estádio apresenta, significa um levantar de problemas específicos que necessitam uma resolução para que as famílias se possam desenvolver e desempenhar os seus papéis de uma forma válida. Bibliografia: CORREIA, L.M. Alunos com necessidades
Educativas Especiais nas classes Regulares.
Porto: Porto Editora, 1999;
MARTINS, P.I.P. A importância do envolvi-
mento parental no desenvolvimento de crianças com NEE. Viseu: Instituto Jean
Piaget, 2009;
(adaptado de Correia, 1999, p. 151)
Página 31
PROtoCOLOS
Projeto: O direito à diferença
Por: EB1 de Bicos
"A igualdade mais não é do que o direito
e também a obrigação de sermos diferentes, até de nós próprios. Deverá cada vez mais ser uma realidade…”
A nossa escola está a tentar, com este projeto, diminuir a diferença e estimular a igualdade entre todos. Tem como Objetivos: - Desenvolver o respeito pelos outros - Compreender a necessidade do respeito de regras de convivência social. - Desenvolver o espírito de cooperação, solidariedade e justiça. - Reconhecer valores universais: solidariedade, igualdade, tolerância, diferença; - Reconhecer e respeitar o direito à diferença.
2ª edição
Página 32
Encontros com...D`Arcy Albuquerque Por: Soraia Lourenço, nº25, 7ºB
Os meses de Março e de Abril foram repletos de emoções na nossa Escola. Nestes dois meses recebemos a visita de dois escritores e ilustradores: a D’Arcy Albuquerque no dia 24 de Março, com a
sessão “A princesa dos três castelos” e Pedro Seromenho,
Afinal quem não gostaria de saber como se faz um livro? A autora mostrou-nos algumas ilustrações do seu livro A Princesa dos 3 Castelos e explicou de forma sumária, como é planeada a edição de um livro e os vários passos dados desde a redação do texto até ao produto final. A nossa repórter, Soraia Lourenço, do Clube de Jornalismo fez a cobertura deste acontecimento.
A visita de D’Arcy Albuquerque à nossa escola No dia 24 de Março de 2011, a escritora e ilustradora D`Arcy Albuquerque veio à nossa escola 2ª edição
explicar-nos como se faz um livro. Em primeiro lugar, a escritora ilustradora começou por se apresentar a si própria e ao seu trabalho. De seguida, apresentou-nos um Powerpoint, no qual mostrava como se construía um livro. Ficámos a saber que as partes que constituem um livro são a capa, a contracapa, a lombada e as folhas. Depois, a autora mostrou-nos as várias técnicas de pintura para fazer uma ilustração. Eu gostei muito desta apresentação porque vi como é que se
,no dia 4 de Abril, que nos veio falar dos seus livros. A escritora e ilustradora D'Arcy realizou duas sessões no Polivalente da nossa Escola, e foi recebida com os olhares curiosos faz um livro, como é que se fazem as ilustrações. A escritora e ilustradora mostrounos alguns dos seus desenhos, feitos em folhas muito grandes. Ela explicou-nos que os seus textos e ilustrações são enviados para uma editora, onde fazem os livros, para depois serem publicados. Eu gostei muito deste dia porque aprendi muitas coisas novas e também aprendi como se faz um livro.
Página 33
Pedro Seromenho Por: Lúcia Cruz
No dia 4 de Abril recebemos outro escritor e ilustrador. Desta vez contámos com a presença de Pedro Seromenho, que em duas sessões, nos veio falar dos seus livros Porque é que os
animais não conduzem e 900 - A História de um Rei. Durante a manhã, Pedro Seromenho encantou o público infantil, ao parafrasear o seu livro Porque é
que os animais não conduzem e ao mostrar as ilus-
trações dos livros das aventuras do Gonçalo da Nascente de Tinta.
Na sessão da tarde, a magia continuou a acontecer e desta vez fascinou o público juvenil, ao contar a história do nosso primeiro Rei de Portugal, com o livro 900 - A História de um Rei. Para contar esta história o autor recorreu às ilustrações a tinta-dachina e assim nasceram cenários bélicos, de cavaleiros e castelos, atraentes ao olhar dos jovens adolescentes. Página 34
Para deliciar os olhos de miúdos e graúdos, pegou no marcador mágico que trazia nas mãos e à frente dos nossos olhos nasceu um universo marinho em que não faltaram uma sereia, uma estrela-domar e um menino, sob o olhar de um sol curioso.
Mas as surpresas não acabaram porque os mais graúdos também tiveram direito a ilustração. Quem não gostou de ver este dragão a ser observado por um sol ainda sonolento... Pelas palavras do próprio escritor e ilustrador pudemos confirmar que não basta ter um talento e um sonho a concretizar, é também necessário trabalhá-lo, desenvolvê-lo, fazer escolhas e acima de tudo, ter amor pelo que se faz.
PROtoCOLOS
Aconteceu na BE Viagem com ―Ulisses‖ No âmbito do Projeto Crescer a Ler (Plano Nacional de Leitura), foi selecionada a obra Ulisses, de Maria Alberta Menéres, destinada a alunos de 6º ano. Assim em colaboração com a docente de Língua Portuguesa, a
Ulisses
BE realizou um jogo-concurso, peddy-paper . Os participantes, alunos do 6º ano, foram incentivados a percorrerem o livro Ulisses, de uma forma divertida, revivendo um pouco as aventuras e desventuras deste herói. A resolução de crucigramas, enigmas e jogos de asso-
ciação fizeram parte desta aventura. Os alunos, agrupados em equipas, seguiram um itinerário definido, seguindo as “pistas” que vão encontrando, à medida que superam os desafios que lhes são lançados. O bom desempenho das tarefas que têm de realizar dependerá do conhecimento da obra (Ulisses, de Maria Alberta Menéres), da competência leitora que desenvolveram e do espírito de equipa. Os alunos vencedores: 1º lugar: As Penélopes e Ulisses—6ºA 2º lugar—Ulisses—6ºB
As Penélopes e Ulisses
Página 35
PROtoCOLOS
Título do bloco interior
O Agrupamento esteve presente nas Festas de Maio em Amoreiras-Gare No dia 30 de Abril de 2011, realizou-se uma atividades dinamizada pelos alunos do nosso Agrupamento inserida nas festas de Maio de Amoreiras -Gare. Os alunos do Pré Escolar de Amoreiras-Gare e S. Martinho, todos os alunos do 1º ciclo, as turmas do 5ºB e 6ºB, participaram com a apresentação de duas canções tradicionais Alentejanas. A turma do 6ºA apresentou duas peças orientadas pelo Professor João Mogo. É de realçar a importância do acontecimento para as crianças, como o amadurecer desde pequeno, a sensibilidade de estar em palco, no incutir de empenho, motivação, atenção/ concentração e responsabilidade. Também inserido nestas
Página 36
Festas, o Agrupamento participou com uma exposição onde se mostrou a escola do passado e esteve também presente a maquete de requalificação do espaço envolvente da escola sede do Agrupamento, construída pelos alunos.
Esta exposição causou um grande interesse de todos os visitantes,
pelo
facto
de
alguns recordarem os seus tempos de criança.
PROtoCOLOS
Projeto de requalificação para a Escola Por: Catarina Pimenta e alunos do 8ºA e 8ºB
As Turmas A e B do 8º ano da Escola Básica Aviador Brito Pae s e st i veram envolvidos num projeto, coordenado pela professora de Geografia, Catarina Pimenta, que visa a requalificação do espaço livre existente na escola. O produto final deste trabalho foi apresentado em Odemira nas Jornadas da Juventude promovidas pelo Município nos dias sete e oito de Abril. A participação neste evento foi uma experiência bastante enriquecedora para os alunos, na opinião da docente responsável pelo projeto, pois permitiu estimular o espírito de cidadania participativa dos alunos enquanto cidadãos residentes neste Município, aprofundar as relações interpessoais e o espírito de equipa. O 8º A, na disciplina de Geografia, elaborou uma proposta de requalificação deste espaço que foi apresentada no dia 7 de Abril na Assembleia Municipal Jovem em Odemira, tendo a mesma sido aprovada por este órgão. Página 37
Esta turma procedeu ainda à elaboração de um esquema que posteriormente foi projetado numa peça de madeira, sobre a qual foi construída uma maquete da escola na qual constam os elementos já existentes, tal como os novos incluídos no projeto. Foram representantes da Escola, na Assembleia Municipal Jovem os alunos: Joana Ramos, Isabel Domingos, Bruno Soares, José Pedro Francisco e Manuel Maria Gonçalves. A execução da maquete esteve a cargo dos alunos do 8º B, sob orientação dos Professores Ana Naves e Leonardo Verde, numa articulação entre as Áreas não curriculares de Formação Cívica e área de Projeto e as disciplinas de Geografia e Educação Tecnológica. Esta maquete
foi apresentada em Odemira no concurso “Inovação e Criatividade”, tendo sido representantes da Escola as alunas Daniela Botelho, Marta Ramos e Paula Loução. A Escola prepara-se agora para concorrer ao Orçamento Participativo com este mesmo projeto. A maquete esteve exposta na escola no dia 28 de Abril de forma a ser visitada pelos Encarregados de Educação e fará parte do espólio exposto nas Festas de Maio na Aldeia das Amoreiras.
PROtoCOLOS
Alunos e professores levam alegria aos mais idosos Visita ao lar de Colos Os alunos da turma do 6º B nos dias 21 e 28 de Março, visitaram o lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia, em Colos, no âmbito de Área de Projeto. Os alunos dividiram-se em 3 grupos: o grupo da construção dos instrumentos; o grupo do teatro e o grupo das canções alentejanas. O primeiro grupo constituído por: Ana Silva, Eduardo, Sara, Samuel, André Dias e Eva, construíram instrumentos musicais, com materiais do dia a dia. No segundo grupo entraram os alunos Beatriz, Lisa Bunge, André Amândio, Rui, Madalena e Bruno. Este grupo representou uma peça de teatro escrita e preparada integralmente pelo grupo que representava o modo de vida de uma família na época passada, onde sobretudo a falta de dinheiro provocava situações familiares difíceis. O terceiro grupo constituído pelos alunos, Sheila, Rodrigo, Dinis, Lisa Ikelaar, Miguel e Sílvio, cantaram canções tradicionais alentejanas, nomea-
2ª edição
damente, “O Passarinho” e “Se fores ao Alentejo”.
Achamos que a experiência se devia repetir mais vezes.
O aluno Rodrigo cantou sozinho o tema, “Deixa-te ficar
Alunos do 6ºB
na minha casa”, de Nuno Nor-
FOTOS – CLUBE DO JORNAL ( CRISTIANA E MADALENA)
te. Toda a turma achou a experiência enriquecedora, quer na participação nos trabalhos, quer no convívio com os idosos que se mostraram muito colaborantes.
Página 38
Folar em S. Martinho das Amoreiras Por: Alunos do 1º ciclo de S. Martinho das Amoreiras
Mais uma vez, nós, os alunos do 1º ciclo da escola de S. Martinho das Amoreiras, juntámo-nos aos utentes do Centro de Dia/ Lar de S. Martinho e fizemos os Folares da Páscoa.
Depois. chegou a hora de começar a amassar os folares, juntámos os ingredientes e todos amassámos.
Dançámos, ouvimos música e cantámos! Então chegou o momento de fazer os folares. Até bebemos chá… E comemos folares… Estavam deliciosos e foram feitos por nós …
Página 39
PROtoCOLOS
O Nosso Carnaval
Por: Pré-Escolar ,1º e 2º anos de Colos
No dia 4 de março, nós festejámos o carnaval. Fizemos um desfile em Colos, pelas ruas. Fomos com o pré – escolar e a turma do 1º e 2º ano. Os meninos da pré foram vestidos de princesas (meninas) e príncipes ( meninos ). Os meninos da turma do 1.º e 2.º foram vestidos de gambozinos e nós de espantalhos. Depois fomos desfilar por Colos, atrás da carrinha da Junta de Freguesia que levava a música, até que aquilo “pifou”. A seguir fomos beber água ao pé da Cruz Vermelha. A seguir demos outra volta e viemos para a escola. Nós gostamos muito do desfile de carnaval mesmo que a música tenha “pifado”.
Página 40
PROtoCOLOS
O desfile de Carnaval Por: Pré-Escolar e E.B. de Relíquias
Em Relíquias, as turmas desfilaram no Carnaval. Nós gostámos do Carnaval porque íamos todos pelas ruas fora. O Carnaval foi dia 4 de Março de 2011. Fomos de jogo do Loto: os meninos do jardim foram de loto de frutos e os alunos do primeiro ciclo foram de loto de animais. Gostámos de construir os fatos de Carnaval aproveitando material reciclado, como por exemplo o papel reciclado, o cartão e a pasta de papel.
Atividade colaborativa—Biblioteca Escolar / 1º ciclo
As turmas de Relíquias participaram numa atividade muito divertida na Biblioteca da Escola de Colos. Quando chegámos, fomos lanchar para podermos ir para a Biblioteca ouvir contar um livro que se chamava «O Grufalão». Depois recontámos a história com uma canção, que cantámos com a professora Andrea de Música. A seguir, fizemos um jogo de
2ª edição
perguntas e respostas sobre a história. Depois do almoço, fizemos um filme no computador sobre a história do Grufalão (turmas do 1.º Ciclo) e no fim do dia participámos numa experiência com a professora Ana do projeto «Pequenos Cientistas». O que mais gostámos foi do Jogo sobre «O Grufalão», porque precisá-
vamos de estar com atenção para descobrir as respostas certas!
Página 41
Fizemos folares na escola! Por: Pré-Escolar e 1º ciclo de Colos
Nós fizemos os folares no último dia de aulas que foi no dia 8 de abril. Nós fizemos os folares de manhã com os meninos da pré e do primeiro e segundo ano. Quando já estávamos todos juntos começamos a pôr os ingredientes. Quando já tínhamos posto os ingredientes fomos fazer a forma dos folares quando acabamos fomos levar os folares à Dora para ela os cozer. Quando os folares já estavam cozidos , Hélder e as professoras foram biscálos e depois fomos provar e estavam muito bons! Nós gostámos muito de fazer os folares. Foi um dia muito divertido!
Página 42
PROtoCOLOS
Concursos Por: BE
Promovido pela Direção Regional do Alentejo, realizou-se mais um concurso ―Leitor é um sonhador‖. Este concurso tem como objetivos a promoção da leitura e o desenvolvimento da expressão e compreensão escrita / oral e é dirigido aos alunos do 1º e 2º ciclos. Os alunos prepararam a leitura de um excerto de um livro indicado pelo PNL, conforme o seu ano de escolaridade. A primeira eliminatória decorreu nas escolas ou salas de aula e aí foram apurados os melhores leitores de cada turma. A segunda eliminatória decorreu na Biblioteca Escolar de Colos. Os melhores de cada ano foram representar o Agrupamento em Évora: 2ª eliminatória na Biblioteca Escolar
Ao longo das várias eliminatórias do concurso, os critérios de seleção foram os seguintes: - Fluência da Leitura; - Expressividade; - Respeito pela pontuação/entoação; - Articulação.
João em Évora
Os vencedores 1º ano – Érica da Silva António – EB1 de Amoreiras-Gare 2º ano - Mariana Eduardo Gamito Loução – EB1 de Colos 3º ano – Raquel Nogueira Guerreiro.EB1 de S. Martinho das Amoreiras 4º ano – João Bernardo Guerreiro Martiniano – EB1 de Bicos Do 2º ciclo foi selecionada a aluna Margarida Maria Guerreiro Capela do 5º ano. 2ª edição
João ( vencedor do 4º ano) e Margarida Capela (5º ano) em Évora
A Biblioteca Escolar agradece às Juntas de Freguesia a cedência do transporte dos alunos das respetivas escolas para a sede de agrupamento, e aos pais da Mariana Loução e do João Martiniano que acompanharam os seus campeões a Évora. O nosso muito obrigada! Parabéns a todos os alunos! E boas leituras
Página 43
Concurso ―Entre Palavras‖ - 7ª Edição
No dia 29 de Março decorreu na Escola Aviador Brito Paes (Colos) a Final Distrital do Concurso “EntrePalavras – 7ª Edição”, o que acontece pelo segundo ano consecutivo. Este ano a turma envolvida nesta atividade foi o 8ºA no âmbito da Área de Projeto (Professora
Ana
Naves),
(Professora
Alexandra
Formação
Santos)
e
Cívica História
(Professora Rita Rêgo). Os alunos gostaram, porque… “fiquei a conhecer melhor a situação do país com as pesquisas que fazíamos” (Zé Pedro), “de debater, ouvir ideias dos meus colegas, referir as minhas, enfim trocar opiniões” (Inês), “aprendi coisas
Alunos do 8ºA das duas equipas que concorreram à Final Distrital do Concurso “Entre-Palavras – 7ªEdição”
novas, falei do que nunca tinha falado com ninguém” (Jéssica), “por vezes não colaborei da melhor forma, mas depois «abri os olhos» e comecei a trabalhar” (Manuel), “aprendi a debater, a cooperar melhor em equipa, a pesquisar” (Bruno), “achei engraçado a forma como os meus colegas defendiam uma coisa e não a largavam por nada” (Idalete), “aprendi que é importante estar atento às notícias para se estar a par do que acontece” (Isabel), “aprendi muita coisa, por exemplo que a taxa de desemprego é mais elevada do que pensava, aprendi a respeitar os outros” (Diogo), “interesso-me mais sobre o telejornal” (João), “descobri que sou capaz de discursar e a ouvir os meus colegas” (Idalete), “desenvolveu o nosso conhecimento” (Tatiana), “sei mais coisas sobre o país onde vivo” (Íris).
Jogo ‖Saber não ocupa lugar‖‖ - 2ª Edição
Durante o 2º Período, pelo segundo
História do 3º Ciclo das quatro esco-
ano consecutivo, as turmas do 3º
las básicas do 3º ciclo do concelho
Ciclo da Escola Aviador Brito Paes
de Odemira: Escola Básica Damião
(Colos) participam no jogo “Saber
de Odemira (vencedora nos dois
Não Ocupa Lugar”. Esta atividade
anos), Escola Básica Eng. Manuel
decorreu no âmbito da disciplina de
Rafael Amaro da Costa (S. Teotó-
História, sendo coordenado pela
nio) e Escola Básica Nº 1 de Sabóia.
Professora Rita Rêgo, conta com a adesão dos alunos e professores de Página 44
Manuel Maria Gonçalves (8ºA) a entregar o prémio de participação da escola à Coordenadora da Biblioteca Escolar, Professora Manuela Guerreiro
PROtoCOLOS
Semana da Leitura no Agrupamento de Colos Por: BE
Pedro Seromenho
A Semana da Leitura é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura e tem como objetivo principal valorizar a leitura junto das crianças e jovens e da população adulta, propiciando a aproximação da Escola à comunidade. A 5ª semana da leitura foi realizada em parceria com a Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais e a Ordem dos Engenheiros. No presente ano letivo a Semana da Leitura centrouse na relação LeituraEnergia-Floresta.
O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – 8º A
Além das atividades propostas e dinamizadas pela BE, outras foram realizadas nas salas de aula ( 2º e 3º ciclos) escolas do 1º ciclo e na Educação Pré-escolar. A Biblioteca escolar agradece a colaboração de todos.
LEITURAS E CLAVES: no bar/ sala de convívio os alunos do 5ºB e 6ºB apresentam várias composições musicais. Que delicia!
ENCONTRO COM O ESCRITOR / ILUSTRADOR D`Arcy Albuquerque
Atividades realizadas
5º A – Menina do Mar
DECORAÇÃO DA ESCOLA com os trabalhos realizados pelos alunos.
( trabalhos realizados pelos alunos do pré e 1º ciclo) Página 45
PROtoCOLOS
Semana da Leitura no Agrupamento de Colos 1º ciclo de Colos
ARVORE GENEROSA - JI DE AMOREIRAS-GARE
DISPERSÃO AÉREA: lançamento de balões biodegradáveis com sementes ( alunos do pré-escolar e 1º ciclo de Colos e 6º B)
1º ciclo de S. Martinho das Amoreiras
LEITURAS MUSICAIS : instrumentistas e classe conjunto ( alunos do ensino articulado)
HORA DO CONTO
2ª edição
Página 46
―Ler para aprender a Ler‖- atividade colaborativa A atividade colaborativa “Ler para aprender a Ler” inserida no Projeto de Articulação Pré-Escolar/1º Ciclo/ Biblioteca Escolar, “De Mãos Dadas”, foi desenvolvida todas as 3ª feiras na Biblioteca da Escola sede, à qual se deslocaram os alunos da Educação Pré-Escolar e do 1º Ciclo. A equipa da BE leu a obra, “O Grufalão” recomendada pelo PNL. A leitura da história foi feita em diálogo entre as personagens, num espaço da Biblioteca Escolar criado e decorado para o efeito com um cenário alusivo à história, onde, também, foi possível ouvir os sons da natureza durante o desenrolar da história. Esta atividade foi do agrado de todas as crianças. De seguida os alunos aprenderam a canção da história cuja letra foi escrita, pela D. Natália, especificamente para esta atividade que foi acompanhada de instrumentos musicais e teclado. Todos os alunos realizaram um jogo interativo de atenção/compreensão criado em PowerPoint. Os alunos do 1º ciclo (re) construíram a história, utilizando o PhotoStory enquanto as crianças da
educação pré-escolar realizaram uma atividade de expressão motora intitulada “A mexer, a mexer se começa o dia”, também fez parte deste dia uma atividade no âmbito das Ciências Experimentais denominada “Luz e Cor”. Para finalizar este dia as professoras Manuela e Elisabete ofereceram a todos os participantes um marcador de livros com a imagem e a canção do Grufalão, personagem da história trabalhada ao longo do dia, fazendo ainda parte desta oferta um “miminho doce”. Esta iniciativa teve como objetivo desenvolver competências nos domínios da leitura e da escrita, bem como, criar e aprofundar hábitos de leitura no público escolar. Todos os envolvidos corresponderam de forma muito positiva ao objetivo definido.
Trabalhos realizados em colaboração com os pais Alguns trabalhos realizados pelos alunos do 3º e 4º anos de Colos em colaboração com os pais, na sequên(trabalho efetuado pela Maria Teresa em cia da vinda à colaboração com a mãe) biblioteca. 2ª edição
Página 47
À conversa com… Natália Soares. Natália Soares desempenha funções na Biblioteca escolar de Colos ao mesmo tempo que coordena todas as funções das assistentes operacionais.
muito ativo e eu não gosto de estar muito parada, pois gosto de desafios e este é o melhor local da escola para colocar à prova as minhas capacidades.
C.J. Trabalha nesta escola há quanto tempo?
Para terminar só queria dizer mais uma coisa a todos:
N- Trabalho nesta escola à oito anos, já passei por vários sítios e executei várias tarefas todas elas importantes para o funcionamento da escola, mas todas bem diferentes umas das outras. Desempenhei todas com muita dedicação e empenho, pois acho que temos que fazer o melhor que conseguirmos para o bem estar dos nossos alunos, porque para mim eles vêm em primeiro lugar, o êxito deles é o nosso, e se fracassarem, nós de alguma maneira também acabamos por fracassar. Hoje trabalho na biblioteca com uma equipa espetacular que está sempre
Página 48
Para a equipa da biblioteca Duas coisas para dizer
―Desempenhei todas com muita dedicação e
São pessoas muito fixes E divertidas a valer
empenho, pois acho que temos que fazer o melhor que conseguirmos para o
A nossa coordenadora
bem estar dos nossos
Sempre, sempre a trabalhar
alunos, porque para
Ainda não acabou uma atividade
mim eles vêm em primeiro lugar‖
Já noutra está a pensar.
empenhada a promover diversas atividades para os alunos participarem, alunos esses que vão desde o préescolar até ao nono ano.
Trabalhamos com carinho E muita dedicação Todo o nosso trabalho Sai-nos do nosso coração.
Gosto muito de trabalhar neste local porque é um sitio
PROtoCOLOS
À descoberta … da nossa escola—O Sofá colorido da Escola de Colos O sofá da nossa escola é um sofá diferente. Só existe na nossa escola. Foi construído em 2009 por Irma Knittel, de 58 anos, uma professora reformada, artista colaboradora de Tamera, em conjunto com os alunos da escola e os alunos estrangeiros do Centro de Pesquisa para a Paz, Tamera. O sofá é uma peça de arte contemporânea e foi construído como forma de reconhecimento porque os jovens de Tamera usavam o pavilhão desportivo da escola gratuitamente. Os materiais utilizados na construção do sofá podem ser encontrados na natureza como madeira, pedras, folhas e terra. A artista construiu primeiro uma moldura em madeira que depois preencheu com pedras e ramos entrelaçados de estevas, só depois foi possível contar com a ajuda dos jovens. ( de
Os jovens de Colos e da comunidade Tamera trabalharam juntos, misturaram o solo com palha e a água , calcarem esta mistura com os pés descalços, para prepararem o material de enchimento. Esta atividade proporcionou tanto divertimento que quaisquer problemas linguísticos ou de comunicação foram facilmente ultrapassados pelo riso e boa disposição. Foi deste modo que a argila foi preparada e usada para cobrir a moldura e tomar a forma de sofá. 2ª edição
Página 49
O Sofá colorido da Escola de Colos
Mas o tempo passou e o sofá precisou de ajuda para continuar a sua “árdua” tarefa. Foi necessário reconstruí-lo, mas ficou cinzento. Ficou triste. Sentimos falta de cor e aí pensámos em alegrá-lo. Iniciámos a sua pintura em Área de Projeto com o 7ºA, que se mostrou interessado em dar-lhe vida. Primeiro pintámo-lo de branco e a seguir esperem por muita cor…
2011
2009 2ª edição
Página 50
Visita de Estudo ao Zoo de Lisboa Por: Vera Fernandes e seus alunos (5ºA e B)
O professor Francisco também acompanhou os alunos na visita de estudo!
Página 51
PROtoCOLOS
Visita a Lisboa – EFA – 5.Junho.2011
No passado dia 5 de Junho, dia das últimas Eleições Legislativas a turma do EFA realizou uma visita de estudo a Lisboa no âmbito da disciplina de Cidadania e Profissionalidade (Professora Rita Rêgo). Iniciou-se com a visita a uma secção de voto na capital, bastante mais movimentada que a de Colos. Depois rumou-se à Graça, onde se desfrutou da bonita vista sobre Lisboa. Depois visitou-se a Cadeia do Aljube, onde está patente a exposição “A Voz das Vítimas”. Sem dúvida interessante, mas assustador testemunhar o que os presos políticos dos tempos da ditadura experimentaram.
2ª edição
Página 52
PSI— Professores Sobre Investigação Identifica os professores e preenche o cupão disponível na tua Biblioteca.
2
1
3
4
5
PSI—Resultados da edição anterior
1– Marco Freitas 2– Ana Isabel Correia 3– Horácio Silva 4– Ana Naves 5– Manuela Guerreiro 6– Elizabete Simões Página 53
PROtoCOLOS
Passatempos
Adivinhas e Quadras
Ave sou e não voo Tenho lã e não sou carneiro Nestas duas palavras Disse o meu nome inteiro.
Debaixo da oliveira
É uma caixinha de bemquerer
É um regalo namorar
Não há carpinteiro que o saiba fazer.
Tem a folha miudinha Não entra lá o luar. Ó figueira dá-me um figo Que te darei um pedaço Ó menina dá-me um beijo Que eu te darei um abraço.
(Noz)
(Avelã)
2ª edição
Página 54
Suplemento—Caderno de Matemática (Clica na imagem para visualização integral online)
2ª edição
Página 55
Colos na Net Cerca do Vale da Rosa 7630-329 Colos Tel: 283650000 Fax: 283650001 Correio electrónico:bibcolos@gmail.com
Estamos na Web! bibcolos.pt.vu espreitaroslivros.blogspot.com
Dia da Ciência Por: Departamento de Matemática
O Jornal da nossa Escola é um local privilegiado para div ulgar as atividades e os pro jetos que aqui decorrem. Este espaço deve ser utilizado por professores e alunos e deve servir para dar o conhecer o que cada um de nós faz de melhor. No entanto, a Biblioteca Esc olar disponibiliza também dois recursos que permitem que as atividades/ projetos seja m divulgadas regularmente: são elas a página da Bibliot eca Escolar (http://bibcolos.pt.vu ) e o blogue da Biblioteca – espreitar os livros (http//esp reitaroslivros.blogspot.com.) A Equipa da Biblioteca Esc olar convida professores e alunos a participar com notícia s, artigos e outros textos de natureza diversificada. Ficamos à espera do vosso con tributo!