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GGBrasil

Livros de moda 2012-2013


A GGmoda nasceu em Barcelona no ano de 2005 com a intenção de mitigar a escassez de publicações no campo da moda em língua espanhola. Fomos os primeiros a dedicar uma coleção inteira aos múltiplos aspectos desse setor, que desde então vem crescendo e hoje tem grande prestígio editorial. Agora começamos, com grande entusiasmo, a publicação da coleção GGmoda em português. Alguns dos âmbitos temáticos desta coleção são a história, a ilustração e o design de moda, além da padronização e as facetas empresariais do setor, como gestão de empresas de moda, merchandising, prognóstico de tendências e comunicação. São livros pensados para servir de fonte de informação para estudantes e profissionais do meio, bem como para todas as pessoas que têm interesse em aproximar-se do complexo e ao mesmo tempo atraente mundo da moda. Damos início à nossa caminhada com os livros incluídos neste folheto. Esperamos que eles alcancem o mesmo reconhecimento e que sejam tão bem aceitos como os nossos outros títulos já publicados no Brasil. Desde já, o nosso muito obrigado!

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Bronwyn Cosgrave é jornalista e consultora especializada em história da moda. É autora de Sample: Cuttings from Contemporary Fashion (2005) e de Made for Each Other: Fashion and the Academy Awards (2007). Presta consultoria para marcas de luxo, como Montblanc e Swarovski, é comentarista de moda e estilo em programas de televisão e rádio e colabora com distintas publicações, como Vogue, Vanity Fair e The Observer.

História da indumentária e da moda.

História da indumentária e da moda

Bronwyn Cosgrave 27,9 x 24 cm, 256 páginas Brochura 978-84-252-2459-1 2012

Bronwyn Cosgrave

História da indumentária e da moda. Da Antiguidade aos dias atuais

A indumentária de cada cultura é um reflexo dos valores de cada sociedade em sua época. Por funcionalidade, ostentação ou pura questão estética, o vestuário sempre serviu para comunicar o que, para a autora, é o verdadeiro significado da moda: a manifestação da personalidade de cada indivíduo. Com base em uma extensa pesquisa histórica, História da indumentária e da moda apresenta a indumentária e a evolução da moda desde os povos da Antiguidade aos grandes estilistas do século xx e à indústria das marcas internacionais. Cada capítulo é ricamente ilustrado e aborda a indumentária e os costumes das culturas e períodos históricos mais representativos através de seu contexto histórico e do papel da mulher na sociedade em questão e descreve o vestuário de homens e mulheres e os tecidos utilizados, além de chapéus, acessórios de cabeça, penteados, maquiagem, perfumes e demais cuidados pessoais. História da indumentária e da moda destina-se a profissionais da moda, como estilistas, produtores e figurinistas, além de professores, pesquisadores e estudantes do tema e a todos que se interessam pelo fascinante mundo da moda.

Da Antiguidade aos dias atuais Bronwyn Cosgrave

A indumentária de cada cultura é um reflexo dos valores de dada sociedade em sua época. Por funcionalidade, ostentação ou pura questão estética, o vestuário sempre serviu para comunicar o que, para a autora, é o verdadeiro significado da moda: a manifestação da personalidade de cada indivíduo.

Com base em uma extensa pesquisa histórica, História da indumentária e da moda apresenta a indumentária e a evolução da moda desde os povos da Antiguidade aos grandes estilistas do sé-GG culo XX e à indústria das marcas internacionais. Cada capítulo é ricamente ilustrado e aborda a indumentária e os costumes das culturas e períodos históricos mais representativos por meio de seu contexto histórico e do papel da mulher na sociedade em questão. O livro descreve o vestuário de homens e mulheres e os tecidos utilizados, além de chapéus, acessórios de cabeça, penteados, maquiagem, perfumes e demais cuidados pessoais. ISBN 842522459-4

ISBN 978-84-252-2459-1

9 788425 224591

MASCULINO

I D A D E

M É D I A

gola baixa e que se alargava a partir dos quadris ou da cintura. No século XV, a côtehardie era tão curta que mal alcançava o comprimento de uma sobrecasaca. A houppelande era outra peça da moda, usada por homens e mulheres, que data de cerca de 1400. Essa túnica longa e folgada tinha um cinto e ombros ajustados, gola alta e ampla e mangas largas. As mulheres também usavam uma longa côte-hardie assim como vestidos longos e amplos. A forma também emergiu como um elemento distinto do vestuário. A indumentária tornou-se mais ainda uma marca da posição social.

A

História da indumentária e da moda destina-se a profissionais da moda, como estilistas, produtores e figurinistas, além de professores, pesquisadores e estudantes do tema, e todos que se interessam pelo fascinante mundo da moda.

O VESTUÁRIO

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Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

acima: Leonor da Aquitânia, rainha da Inglaterra, mulher de Henrique II (1122–1204) foi uma figura política poderosa. Ela preferia vestidos feitos de samite, uma seda mais pesada popular em Bizâncio. Esta é uma ilustração feita por E. Hargrave de um retrato contemporâneo.

à direita: um afresco do século XIV mostrando trajes medievais.

Tecidos A lã era o tecido mais importante da Idade Média. No século XV, na Inglaterra, foram desenvolvidos teares específicos para tecer lã. Havia diversas variações de tecido de lã, incluindo chamalote, um tecido fino, produzido na França. O jérsei era produzido na Itália e o linho também era produzido e usado em diversas gramaturas, do pesado ao diáfano. Tecer a seda também se tornou popular na Europa e, em consequência, o preço do tecido baixou consideravelmente. A seda fosca pesada foi usada para confeccionar mantos caros e o forro era feito em veludo e cetim. A nobreza usava roupas de lã fina e leve, linho de Reims e seda importada. Leonor de Aquitânia preferia vestidos de samite, a seda grossa produzida, originalmente, no Império Bizantino. Muitas vezes, seus vestidos eram bordados com ouro e pérolas costuradas à mão, usados para disfarçar as bainhas. Os camponeses, por sua vez, usavam roupas feitas de fibras rústicas, como linho rústico e tecido grosso e lã de Lindsey. Todas as classes usavam pele, embora a posição social determinasse que tipo de pele cada indivíduo poderia usar. Arminho e zibelina eram usados pelos ricos, enquanto os camponeses usavam pele de ovelha, texugo e raposa. As pessoas usavam peles em qualquer estação, mantendo a pele verdadeira próxima ao corpo, para isolamento, enquanto o couro ficava à mostra. As peles eram populares por serem funcionais. As roupas usadas ao ar livre eram forradas com peles porque eram leves, impermeáveis e arejadas. As peles também satisfaziam a exigência de formas pudicas, que predominou durante toda a Idade Média, pois cobriam o corpo e faziam com que as curvas e formas do corpo feminino ou masculino fossem indistinguíveis. Portanto, elas eram modeladas em trajes longos, como o peliçon forrado de pele, que era usado por homens e mulheres. Feiras têxteis tornaram-se pontos de encontro importantes. Várias feiras eram realizadas na França: em Champagne, Bar-sur-Aube, Provins e Troyes, atraindo um grupo internacional de comerciantes de tecido da Escócia e da Rússia, do Egito e de Constantinopla. Tecidos e roupas feitas sob encomenda eram vendidas nas feiras e os clientes estrangeiros asseguravam que tendências semelhantes fossem difundidas pela Europa e arredores. Na Idade Média, tecidos suntuosos eram usados para trajes e para artigos decorativos dos lares. Embora fossem aprovadas leis suntuárias para regular o uso de tecidos extravagantes, como na época de Henrique II, na Inglaterra, elas eram amplamente negligenciadas. Os lares na Inglaterra e na França usavam linho e lã finos para toalhas de mesa, lençóis, roupas e cortinados. Tomás, duque de Glocester (1345–1397), um dos filhos de Eduardo III, tinha 16 conjuntos de roupa de cama de seda e ouro bordados em sua casa. Tecidos caros, como o veludo de seda, cobriam os tronos. Nos castelos europeus, as janelas

m od a , a rt e e c u lt u r a p op

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GGmoda

X X

acima: Os modelos simples de André Courrèges liberaram as mulheres das bainhas longas e roupas pesadas.

S È C U L O

à esquerda: Os modelos justos de Azzedine Alaïa permitiam às mulheres dos anos 1980 exibirem os físicos moldados nas academias.

Moda, arte e cultura pop Antes do século XX, pintores como Ingres e Courbet, Monet, Manet, Degas, Whistler e Toulouse-Lautrec foram fascinados pelas roupas usadas por seus temas e as pintaram de forma minuciosa. Mas o século XX inverteu o ciclo. Estilistas que eram, ao mesmo tempo, artistas e couturières – ou simplesmente fascinados pela arte – produziram roupas que misturavam as duas disciplinas. Paul Poiret foi o primeiro estilista a trabalhar próximo a artistas, encarregando Raoul Dufy e André Derain de desenhar tecidos para suas coleções de alta-costura. Em 1911, Poiret fundou a École Martine, sua própria escola de arte, que

O

Nos anos 1990, a versatilidade da activewear adquiriu um novo sentido: viagens do jet set. As bolsas de náilon de Miuccia Prada reintroduziram a funcionalidade no vestuário feminino e masculino dos anos 1990. Suas mochilas e trech coats de náilon que não amarrotavam fizeram tanto sucesso que, em 1998, a Prada lançou a Prada Sport, uma linha da estilista de sapatos e roupas inspirada nos esportes. No outono de 1999, Neil Barrett, estilista inglês que desenhou, durante oito temporadas, a roupa masculina da Prada, apresentou a Samsonite Active Wear, uma gama de produtos de moda unissex para a linha de bagagens norte-americana. Destinada a um público itinerante, Barrett utilizou tecidos como o Cordura, um tipo de náilon muito utilizado nos casacos Prada. As roupas de Barrett combinavam a funcionalidade e a tecnologia. A Wear Bag, por exemplo, é uma capa de chuva dobrável, que se transforma em uma pequena bolsa com zíper. Alguns casacos eram dotados de almofadas de pescoço – golas que inflavam, quando se soprava no tubo oculto – e outros casacos tinham alarmes digitais embutidos. Esses estilistas captaram o entusiasmo pela moda esportiva, iniciado, em 1971, pela Nike, marca de calçados esportivos. A prática do jogging começou nos Estados Unidos, logo se estendeu para a Inglaterra, difundindo-se por todo o mundo. Os tênis foram concebidos nos anos 1860, quando os britânicos começaram a usar sapatos de lazer feitos de lona. Inicialmente, foram popularizados pela Converse, que criou os tênis de lona All Star em 1919 (e que, durante a primeira metade do século, foram os tênis mais populares dos Estados Unidos). A Nike soube criar um espaço no mercado, combinando tecnologia com cores e cortes da época. A Nike explorou a moda esportiva do fim dos anos 1970 e 1980, levando estilistas como os da Chanel, Ralph Lauren (que encarregou a Reebok de fazer os tênis da Polo Sport) e Rifat Ozbek a introduzirem tênis em suas coleções. Para a Vogue norte-americana, a Nike é o que mais se aproxima da alta-costura no mundo do esporte, produzindo uma grande variedade de moda associada ao esporte com roupas sofisticadas e calçados de design. Os tênis Nike de alta tecnologia saíram um pouco de moda quando o grunge, movimento musical e de moda, adotou em sua estética tênis mais simples de marcas como Puma, Adidas e Converse. A Nike, porém, reconquistou sua posição, abrindo uma rede de superlojas chamada Nike Town. O The Times a chamou de colosso quando a Nike Town foi inaugurada em Londres, em 1999. Maior loja do conglomerado esportivo, ela ocupa uma área de 6.500 m2 e tem 47 mil calçados, assim como 135 mil roupas esportivas. A fórmula da Nike Town tem funcionado para a marca. No ano de 1999, a empresa informou um faturamento mundial de 8,8 bilhões de dólares.

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Bronwyn Cosgrave é jornalista e consultora especializada em história da moda. É autora de Sample: Cuttings from Contemporary Fashion (2005) e Made for Each Other: Fashion and the Academy Awards (2007). Presta consultoria para marcas de luxo, como Montblanc e Swarovski, é comentarista de moda e estilo em programas de televisão e rádio e colabora com distintas publicações, como Vogue, Vanity Fair e The Observer.

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978-84-252-2435-5

G. Ambrose / P. Harris

Dicionário ilustrado da moda

Ambrose, Paulmais Harris Este dicionário Gavin é uma introdução à terminologia atual do mundo 12 x 16 páginas da moda, apresentada porcm, meio 288 de definições breves e ilustrações Brochura vistosas.

Dicionário ilustrado da moda

Seus mais de 200 verbetes incluem palavras comuns que na moda 2012 têm significados muito particulares, como andrógino, botão, conceito ou sapatos; termos que com frequência são usados de maneira incorreta, como baby doll ou corselete; conceitos históricos ou tradicionais que Este recuperaram, dicionário é uma introdução as últimas tendências como espartilho, elisabetano ou à terminologia atual do mundo melindrosa; e, mais finalmente, o vocabulário técnico. da moda, apresentada por

Dicionário ilustrado da moda

G. Ambrose / P. Harris

meio de breves definições e ilustrações vistosas.

Em suma, trata-se de uma seleção que reúne termos de ontem e de hoje e forma um vocabulário imprescindível para um registro atual do incluem palaSeus mais de duzentos verbetes setor da moda.vras comuns que na moda têm significados muito

particulares, como andrógino, botão, conceito ou sapatos; termos que com frequência são usados de maneira incorreta, como baby doll ou corselete e conceitos históricos ou tradicionais que as últimas tendências recuperaram, como espartilho, elisabetano ou melindrosa, entre outros termos do seu vasto vocabulário técnico.

B Bandó

F Fusionagem

Em suma, trata-se de uma seleção que reúne termos de ontem e de hoje e forma um vocabulário imprescindível para um registro atual do setor da moda.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

GG

B Boneca

Gavin Ambrose, mestre em Artes, é designer gráfico profissional, e seus clientes encontram-se entre os mais diversos setores, como nas artes, em galerias, em editoras e em agências de publicidade. Já escreveu e projetou vários livros sobre design gráfico, gestão de marcas (em inglês, branding) e embalagens. Paul Harris, com diploma de pós-graduação, é escritor e jornalista freelance. Paul escreve para revistas e jornais, tanto de Londres como de Nova York, sobre uma série de tópicos, de arquitetura a turismo. É coautor e colaborador de vários livros de design gráfico.

L Linho 4 

S Sobreposição de camisetas

GGmoda

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Pattern Magic

Tomoko Nakamichi 19 x 25,5 cm, 104 páginas Brochura 978-84-252-2439-3 2012

Criando um molde em papel com os objetos tridimensionais

Fixe aleatoriamente os cubos, em alturas diferentes, no molde básico de blusa em papel.

Trace as linhas do desenho do modo que você quiser, ligando os cubos.

Pattern Magic Tomoko Nakamichi

Cultuado no Japão e grande sucesso em outros países, o livro Pattern Magic. A magia da modelagem apresenta de forma simples o passo a passo para a criação de roupas esculturais e deslumbrantes, utilizando uma abordagem criativa da modelagem. Inédita em português, esta obra é ricamente ilustrada com diagramas e fotografias que, ao lado das instruções de cada projeto, revelam o segredo da singular modelagem japonesa. Trata-se de uma obra fundamental para estudantes, professores, profissionais e demais interessados na arte da modelagem e do design de moda.

Página 20: blusa com dekoboko Três cubos em uma blusa confeccionada a partir de um molde básico.

Corte ao longo das linhas e abra-as para formar o molde. Nas áreas em que as linhas do desenho não passarem pelas arestas dos cubos, o molde não ficará liso. Utilize uma das três técnicas básicas: introdução de pences, folga ou alisamento para fazer o molde ficar liso.

Modelos diferentes podem ser criados dependendo do modo como você traça as linhas do desenho. Você também pode modificar a cor dos diversos elementos.

edição em português

Os cubos ficam mais definidos em um tecido mais estruturado.

51 MODELAGENS MÁGICAS

Pattern Magic 2 Drapeado simples (sem torcer o tecido)

Drapeado

Através da abertura, cruze as metades esquerda e direita da blusa e crie o desenho drapeado. Quanto maior Um contraste elegante criado por luz e sombra.

o círculo, mais frouxo será o desenho e, inversamente, quanto menor o círculo, mais apertado o desenho.

Faça um molde plano simples para um modelo drapeado que, normalmente, é feito ao alfinetar

Ombro

e cortar o tecido de modo tridimensional.

Decote

Tomoko Nakamichi 19 x 25,5 cm, 104 páginas Brochura 978-84-252-2441-6 2013

Pattern Magic 2 Tomoko Nakamichi

Um redemoinho drapeado e cruzado à direita Linha da cava

e à esquerda foi introduzido na parte da blusa do molde básico.

Lateral

4 cm

Fim da costura

18 cm CF 4 cm 4 cm Fim da costura

Confeccionando o molde básico

Bainha

Feche as pences nas duas metades e e corte e abra até a e chegar a 18 cm, neste caso. Alinhe as metades e distância e trace linhas contínuas e suaves. Para criar a abertura, determine o local em que termina a costura, chamando-o .

Costura lateral

3 cm 1 cm

FRENTE

1 cm

COSTAS 2,5 cm

0,5 cm 0,5 cm

PB 2 cm

1 cm 1 cm

2 cm

3 cm

LQ 3 cm

2 cm 13 cm

0,5 cm

LQ

4 cm

4 cm

4 cm Q + 0,5 cm 4

Q + 2,5 cm 4 Divida – , o raio do círculo, em quatro seções iguais e trace as linhas de corte e abertura. Divida o molde em papel acima e abaixo de – nas metades e respectivamente.

Introduza pences na cintura para que a blusa fique ajustada nesta área. As pences na frente da blusa estão fechadas ao cortar e abrir a área drapeada. O centro da área drapeada é expresso no desenho por meio de um círculo, considerando o volume criado pelas camadas de tecido. A linha de ligação – é a linha de desenho para criar a abertura.

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2 cm

2 cm

9 cm 1 cm

2,5 cm

9 cm

Costure a área entre

e

em uma das metades da blusa.

Introduza a outra metade na abertura que você criou e costure de até . Costure o centro da frente a partir de , o fim da costura, até a bainha.

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MODELAGENS MÁGICAS

MODELAGENS MÁGICAS

Para aqueles que ficaram fascinados com o primeiro volume desta cultuada obra, neste segundo volume são apresentadas novas e espetaculares roupas e a técnica necessária para criá-las. Assim como o primeiro, a importância desta obra consiste na clareza da informação apresentada, sejam instruções, diagramas simplificados ou fotografias que a ilustram, tornando simples o processo de criação de peças que se destacam por sua originalidade e caráter marcadamente contemporâneo. Trata-se de uma abordagem criativa da modelagem, fundamental para estudantes, profissionais e todos que se interessam por design de roupas e de moda. Tomoko Nakamichi, depois de lecionar durante muitos anos no renomado Bunka Fashion College, ministra atualmente palestras e cursos sobre modelagem em seu país natal, o Japão, e em outros países. Este livro reúne os resultados da pesquisa em modelagem de roupa que ela desenvolveu para auxiliar seus alunos.

edição em português

novidades GGmoda

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Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona Tel. 93 322 81 61 - Fax 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.com

Ilustración de moda. Plantillas Ilustração de moda. Moldes

F. V. Feyerabend, Frauke Ghosh 21,5 x 30,2 cm, 336 páginas Cartonado 978-84-252-2333-4 2012

F. V. Feyerabend / F. Ghosh

Ilustração de moda. Moldes

Ilustración de moda. Plantillas contiene más de 1.400 ejemplos —entre plantillas, dibujos planos e ilustraciones en color— de prendas de mujer, hombre e infantiles. Una variada y amplia galería de estilos de prendas que, tanto para los estudiantes como para los diseñadores y los diversos profesionales de este ámbito, resultará una herramienta eficaz a la hora de perfeccionar el diseño y la representación de sus creaciones de moda. Ilustração de moda. Moldes contém mais de 1.400 exemplos —entre moldes, desenhos planos e ilustrações coloridas— de trajes femininos, masculinos e infantis. Uma variada e ampla galeria de estilos de roupa que, tanto para estudantes quanto para estilistas e os mais diversos profissionais de moda, funciona como uma ferramenta eficaz na hora de aprimorar o desenho e a representação de suas criações de moda.

Ilustración de moda Plantillas F. V. Feyerabend F. Ghosh

Ilustracão de moda Moldes F. V. Feyerabend F. Ghosh

Ilustração de moda. Moldes contém mais de 1.400 exemplos –entre moldes, desenhos planos e ilustrações coloridas– de trajes femininos, masculinos e infantis. Uma variada e ampla galeria de estilos de roupa que, tanto para estudantes quanto para estilistas e os mais diversos profissionais de moda, funciona como uma fer-GG ramenta eficaz na hora de aprimorar o desenho e a representação de suas criações. ISBN 978-84-252-2333-4

9 788425 223334

Acessórios de moda. Modelos F. V. Feyerabend 21,5 x 30,2 cm, 400 páginas Cartonado 978-84-252-2419-5 2012

Acessórios de moda. Modelos é o guia mais amplo e completo sobre acessórios disponível na atualidade. Devido à crescente importância que estes elementos adquiriram durante as últimas décadas e à semelhança do volume anterior, Ilustração de moda. Moldes, do qual o presente livro é complemento, Acessórios de moda. Modelos expõe um panorama da diversidade do design de acessórios, apresentando tanto os clássicos como as criações mais recentes. F. V. Feyerabend é designer de moda e colaborador de publicações periódicas. É também professor da Escola Superior de Ciências Aplicadas e da AMD Akademie Mode & Design em Hamburgo.

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GGmoda

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Steven Faerm 22 x 22 cm, 144 páginas Brochura 978-84-252-2460-7 Método de qualidade comprovada pelos seus resultados na Parsons The New School of Design de Nova York, cada tópico é ilustrado por trabalhos dos alunos deste curso, desde imagens de referência temática, ilustrações projetuais a 2012 fotos de produtos finalizados, para que o leitor possa ter uma noção da organização e representação de um conceito temático que deve ser concretizado em pouco tempo desde a escolha dos materiais, técnicas de representação e construção ao produto final.

Curso de design de moda

Steven Faerm

temas, materiais, ferramentas e planejamento de uma coleção. Além disso, estabelece um glossário ilustrado sobre detalhes clássicos das roupas e tecidos, orienta a montagem do portfólio e as estratégias de apresentação em entrevistas e indica sites para a aquisição de repertório e tendências. Também apresenta entrevistas com profissionais do mercado internacional, que fazem uma preleção sobre como deve ser o perfil dos futuros designers de moda para se destacarem num ramo cada vez mais competitivo.

Princípios, prática e técnicas

Curso de design de moda

Curso de design de moda. Princípios, Este livro dá uma visão ampla e aprofundada sobre momentos históricos da moda, destaca personalidades relevantes para sua evolução ee expõe conceitos básicos para o desenvolvimento de um produto neste segmento, como cores, prática técnicas

Steven Faerm

Steven Faerm é o diretor da BFA Fashion Design Program na Parsons The New School for Design. É também membro da Board Member for The Arts of Fashion Organization onde colabora com a série de palestras da “Fashion.edu”, que permite aos educadores e designers profissionais que se unam para discutir sobre o ensino em design de moda. Ele recebeu o prêmio da New School’s University em 2008 e atualmente está criando e lançando uma revista acadêmica que será dedicada à análise do ensino de moda no mundo todo.

Este livro dá uma visão ampla e aprofundada sobre momentos históricos da moda, destaca personalidades relevantes para sua evolução e expõe conceitos básicos para o desenvolvimento de um produto neste segmento, como cores, temas, materiais, ferramentas e planejamento de uma coleção. Além disso, estabelece um glossário ilustrado sobre detalhes clássicos das roupas e GG tecidos, orienta a montagem do portfólio e as estratégias de apresentação em entrevistas, e indica sites para a aquisição de repertório e tendências. Também apresenta entrevistas com profissionais do mercado internacional, que fazem uma preleção sobre como deve ser o perfil dos futuros designers de moda para se destacarem num ramo cada vez mais competitivo. Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

Método de qualidade comprovada pelos seus resultados na Parsons The New School for Design de Nova York, cada tópico é ilustrado por trabalhos dos alunos deste curso, desde imagens de referência temática e ilustrações de projetos a fotos de produtos finalizados, para que o leitor possa ter uma noção de organização e representação de um conceito temático que deve ser concretizado em pouco tempo, como a escolha dos materiais e as técnicas de representação da construção ao produto final.

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CAPÍTULO 1: INTRODUÇÃO À MODA

UNIDADE 4: PRINCIPAIS CATEGORIAS NO MERCADO

principais categorias no mercado O design de moda é organizado por categorias que implicam médias de preços, estética e público-alvo. É fundamental que você entenda a categoria para a qual desenha.

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os estilistas reagiram usando cores tradicionalmente masculinas como cinza, preto, azul-marinho e cinza-acastanhado nas roupas feitas para mulheres. Na década de 1980, os estilistas começaram a oferecer silhuetas alternativas que permitiam às mulheres se sentirem profissionais sem ignorar a feminilidade. O atual mercado das lojas de departamento está em constante mudança porque as mulheres da geração baby-boomer se sentem mais confortáveis competindo com homens e as mais jovens não se sentem necessariamente pressionadas a usar (ou nem querem usar) terninhos. Portanto, muitas coleções dessas lojas, como Banana Republic ou Anne Taylor, são mais baratas e mais ousadas para atrair as jovens consumidoras.

 Inovação da silhueta Coleções de grife usam tecidos de ótima qualidade para criações altamente originais. As formas esculturais e a tecnologia têxtil empregadas nesta coleção demonstram um inovador ponto de vista.

Alta-costura A alta-costura produz as roupas mais caras, de melhor acabamento e que despendem um trabalho intenso, além de ser rigorosamente monitorada pela Chambre Syndicale de la Haute Couture em Paris. Para ser um couturier, um designer precisa ser convidado pela Chambre Syndicale, trabalhar em Paris e empregar no mínimo quinze pessoas. Um desfile de moda de pelo menos 35 peças para esporte ou passeio e também para esporte fino ou black tie deve ser apresentado duas vezes por ano. As peças devem ser especificamente ajustadas a cada cliente no mínimo três vezes. O couture começou com Charles Frederick Worth no final do século XIX, mas declinou em popularidade devido aos custos exorbitantes e exaustivos processos. Designers usam o couture principalmente para chamar a atenção para as suas coleções prêt-à-porter.

 Silhuetas convencionais Mesclando silhuetas convencionais com tecidos de qualidade, praticidade e uma paleta de cores equilibrada, as coleções das bridge oferecem aos consumidores um guarda-roupa completo com peças versáteis que contêm detalhes bem-concebidos.

Grife/prêt-à-porter Esta categoria descreve coleções que usam modelagem padronizada e apresentam desfiles sazonais para a imprensa de moda e compradores. A roupa de grife, criada por estilistas, é marcada por tecidos, construções e acabamento superiores e frequentemente tem um valor agregado às coleções tanto pelo marketing e publicidade – a exemplo de Donna Karan – ou pela atenção à construção e ao detalhamento –a exemplo da Hermès. Roupas de estilistas também podem ser conhecidas por inspirações mais exóticas, conceituais e abstratas que exploram ideias artísticas e filosóficas, como o trabalho do Comme des Garçons e Hussein Chalayan. Cada vez mais, as coleções grife/prêt-à-porter estão se tornando exclusivas e usadas como ferramenta promocional em suas lojas para vender produtos mais baratos e difundir coleções.

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 Técnicas do couture clássico Raramente há um limite de preço no couture clássico devido à ênfase em qualidade e técnicas que devem ser feitas à mão. O trabalho, a habilidade e a grande quantidade de tempo gastos caracterizam esta saia em viés com apliques à mão, bainha recortada e tiras de seda costuradas em camadas.

CAPÍTULO 2: FUNDAMENTOS DO DESIGN

Cor como Inspiração Da ferrugem queimada, do rubro ruivo e do laranja ardente do sudeste da América do Norte, às relações sensíveis dos brancos opacos das geleiras, as cores extrapoladas de sua pesquisa e quadros de conceitos irão abastecer a coleção não somente de referências de cor, mas também de dimensões nas quais elas devem ser usadas. Apesar de que suas imagens podem oferecer uma sólida base para a construção da sua paleta, é necessário sempre ter cuidado quando selecionar a cor por sua especifi cidade e ter certeza que ela complementa a criação, possui aplicação comercial na sua proporção e silhueta e conversa com a estética de seu público-alvo.

UNIDADE 11: CORES

CONTEXTOS DA COR

 Elementos masai Cores tribais em texturas e tratamentos em tecidos atraem um consumidor urbano e sofisticado. Considere como a inspiração pode ser sugerida através de icônicas relações de cor.

Quando for revisar a sua pesquisa e a ambiência do tema, analise os contextos da cor.

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 Dispare códigos Direcione referências de cor; materiais e ferragens dão originalidade e charme a esses acessórios inspirados nos bombeiros.

• Qual é a cor dominante da ambiência do tema e qual fornece o realce? • Como as cores dominantes e de realce se relacionam uma com a outra? • Quantas cores dominantes podem ser extraídas? • Quantas cores de realce são usadas? Elas são usadas igualmente ou variam na porcentagem? • Quais sensações e emoções as cores produzem e como elas se relacionam ao tema? Como você pode acentuar isso através do caimento do tecido, diversificando/ assemelhando e desenvolvendo a silhueta? • A localização ou forma de uma cor fornece inspiração ao design? • Como as diferenças tonais de uma imagem contribui com referências para desenvolvimento de tecidos como transparentes ou opacos, técnicas de estampas e tingimentos, camadas e outros métodos de manipulação da cor? • Quais texturas estão presentes e como elas informam a seleção têxtil? Quais são as proporções das texturas mostradas? Como a textura pode ser usada como realce?

CONSIDERAÇÕES PRÁTICAS

Para desenvolver a paleta de cores baseada nas relações da ambiência, existem alguns processos que você pode seguir.

Considere o consumidor Apesar de uma cor específica parecer ótima em uma pintura, em um móvel ou até em um padrão de papel de parede, uma cor que se veste se torna parte da personalidade de quem a traja.

Considere a escala de cor

Steven Faerm é o diretor da BFA Fashion Design Program na Parsons The New School for Design. É também membro da Board Member for The Arts of Fashion Organization, onde colabora com a série de palestras da Fashion.edu, que permite aos educadores e designers profissionais se unirem para discutir sobre o ensino em design de moda. Recebeu o prêmio da New School’s University em 2008 e atualmente está criando e lançando uma revista acadêmica dedicada à análise do ensino de moda no mundo todo.

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Lojas de departamento/bridge Esse mercado originalmente ganhou proeminência na década de 1970 quando as mulheres ingressaram no mercado de trabalho e não encontravam roupas que satisfizessem suas necessidades profissionais. As bridge são mais um fenômeno norte-americano e baseiam os looks nos clássicos como sportswear e terninhos para mulheres. Esta categoria pode atingir altos preços, mas não tão altos quanto as grifes, pois não possuem valores agregados a um estilista, e são usados tecidos e processos de produção de menor qualidade. O estilo e a silhueta dessas lojas não mudam muito de estação para estação. Com a inserção das mulheres no mercado de trabalho e a suscetibilidade de serem percebidas pelos seus colegas como femininas demais,

UNIDADE 4

Para um designer, um amarelo-brilhante pode ser mais apropriado se utilizado em uma silhueta ampla, como em um trench coat; porém, outro designer pode achar mais apropriado usar o amarelo em pequenas pinceladas em estampas ou forros. É claro que, algumas vezes, não são as cores que são inapropriadas, mas o contexto em que estão inseridas.  Piratas tridimensionais Usando uma apresentação que destaca o design da sua categoria, esta coleção de roupas infantis utiliza complexas relações de estampa e cor em looks cheios de sobreposições.

 Material que vale Uma narrativa de cores azul, verde e branco despertou o interesse por meio de extenso desenvolvimento de estampas e tecidos.

Defina as relações de cores Quando considerar quais os principais tecidos que criarão as bases de sua coleção, defina as cores e tons primeiramente, assim você cria uma estrutura para todo o resto. Tons de bege, cinza, preto ou azul-marinho são comumente cores de base ou dominantes, e aquelas cores

comparativamente mais claras e/ou saturadas são frequentemente usadas para realçar a cor de base. Para alguns designers, principalmente de lojas de departamento, essa fórmula continua bastante consistente para cada entrega de estação, enquanto isso, outros desconsideram essas referências de cor e usam uma paleta mais específica que pode aperfeiçoar a identidade da marca sutilmente estação após estação.

Representação temática e contextual Como as cores são extraídas da ambiência para criar uma paleta que transmita o sentimento desejado, baseia-se profundamente no seu contexto. Como a cor se relaciona com toda a narrativa dos tecidos? Será necessário aplicar outra cor similar em seu tom para criar uma gradação de cor? A cartela demonstra a melhor sensação de harmonia ou há cores que discordam e competem por atenção?

Os intermediários Quando uma cartela de tecidos é criada em cima de cores sólidas que são desconexas e desarticuladas, é essencial que se crie um meio-termo para unificar e criar uma verdadeira narrativa. Estampas, tecidos ou listras aplicadas, bordados multicoloridos, tricôs de várias cores e até esquemas de bordados com pedrarias ou contas podem servir como um elo que amarra as cores e harmoniza o conjunto.

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Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda Carol A. Nunnelly 22 x 22 cm, 160 páginas Brochura 978-84-252-2509-3 2012

No mundo da moda, o desenho é imprescindível para comunicar uma ideia e apresentar, com eficiência, um bom design. A Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda é um guia visual do desenho e da ilustração de moda. Nele, são apresentados ferramentas, estilos e técnicas de desenho ensinados nas escolas e amplamente utilizados na indústria da moda. Entre outros temas, são abordados os materiais de desenho mais comuns e as técnicas mais empregadas para desenhar roupas e tecidos de maneira realista, o uso da cor como um importante aspecto do material gráfico e, ainda, as proporções de moda em relação à anatomia da figura representada. Em resumo, reúne os pontos principais para desenvolver uma ilustração com destreza e conquistar um estilo de desenho pessoal, característica essencial a qualquer ilustrador de moda. Carol A. Nunnelly é artista, ilustradora e professora no departamento de moda da Academy of Art University de São Francisco.

Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda Carol A. Nunnelly

34

CHAPTER 2: LINE, SHAPE AND COLOUR

BLACK FABRIC the seams and details over the top. One way to remedy this is to draw the shape of the black garment and use a lighter colour to add the details over the top of the main shape. The other way is to gradually gradate the black colour from value five to value nine over a small area of the garment. This method requires that at least three-

COLOUR AND TEXTURE

35

 White lines

When black fabric is rendered it is difficult to see

quarters of the area of the garment is rendered in black. In this way the fabric has a local colour of

This figure has white lines defining folds and the edge of the skirt.

SOLID COLOUR FABRICS With all solid colour garments, look for the opportunity to create a light and dark value of the colour. Remember to check your value pattern, and if the local colour is a value number five then don’t make the shadow colour darker than a value number seven. If the fabric is reflective, you can render more values in the solid colour fabric illustration.

black and cannot be confused with grey fabric. A black pencil line over the layer of colour is a good way to clarify the shape and illustrate the full value range. Try drawing a black line around the shape and leaving a small white space between the line

Work on avoiding rendering the local colour as a boring colour that is isolated in the croquis. Avoid this by illustrating the local colour in another area of the illustration to draw the eye to a repetition of colour. So, if a blue skirt is rendered, then paint the eyeshadow in blue or repeat blue on the shoes or nail colour. The eye should find a way through the illustration, and repeating a colour will create this path.

and the shape. This uses the space as a guide to the shape’s contours and gives a graphic look.

 Pencil details

This male figure has a black jacket illustrated with black watercolour applied to the shape; black pencil lines show the details of the collar and the seams.  Watercolour wash

The black coat has pattern on top and the first layer is a watercolour wash with gradations of lighter value.

 Blue undertone

The black trousers on this figure have an undertone of blue. The colour is a rich combination of dark blue and black with texture applied on top to show a lighter grey value on the knee area.

 Black and white rendering

This illustration shows both black and white fabric rendering. The skirt has a small portion that is left white to show a light shape; however it is clearly black because most of the shape is black. The skirt is outlined with black pencil and has a small amount of white paper showing between the line and the skirt shape. There is one transitional grey shape between the black and white areas, making the garment appear to have dimension

and form. The white shirt is white paper and has a pale grey value number two shadow shape. Notice how effectively the leg contour line colours bring out the form of the body. The fur wrap is created with a black line and texture, while the shape and contour line show a larger white space between these two areas.

  Local colours The colours are clearly stated and in each case you can see the local colour. In some fabrics there will be more shine in the surface texture.

110 CHAPTER 4: TECHNIQUES

ACCESSORIES 111

OTHER ACCESSORIES The key to completing great accessories is to layer the illustration. Begin with a drawing, add layers of colour and details and then move onto the finished piece by completing the outlines around the illustrations. The use of details and the additional

 Fun details The cute socks and colourmatched bag and wedge sandals complement this fun outfit.

time taken to complete accessories will be worth the effort since each piece adds to the mood and drama of the final example.

 Belt Curve the form of the belt around the figure, based on the eye level and the “smile” and “frown” concepts (see page 76).

 Bold colour Here, the vibrant stockings and shoes make a statement. No other accessories are needed.

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Buckle In this minimal illustration, the belt buckle provides a focus.



 Decorative mask This is an example of an accessory that has so much detail that you will need to create a simple colour on the face and less detail in the make-up effects to balance it.

 Tie

Create folds and volume by using highlights and use pattern and texture as needed.

 Stockings Draw stockings to show form and volume. Avoid the flatness that can occur with colours over forms by making the value contrast of one darker than the other and creating darker value on the sides of the stockings.

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Curso de fotografia de moda

Curso de fotografia de moda

Eliot Siegel 22 x 22 cm, 144 páginas Brochura 978-84-252-2508-6 2012

Eliot Siegel

Há pouco tempo, a fotografia de moda era algo que se aprendia exclusivamente na prática, pois inexistiam cursos ou bibliografia especializada. Com seu Curso de fotografia de moda, Eliot Siegel ajuda a preencher a lacuna de materiais de referência nesse campo, que representa uma parcela importante do mercado da fotografia. Trata-se de um guia indispensável para quem deseja atuar como fotógrafo de moda profissional, contemplando da organização de uma sessão de fotos de moda à apresentação do portfólio para o cliente. Diferencia-se por incluir não somente técnicas de fotografia convencional e digital detalhadas, com exercícios práticos para desenvolvê-las, como também por dar orientações importantes sobre como equipar o estúdio, montar a equipe de produção ou captar clientes, além de como iniciar-se na profissão. Este livro ensina como fazer fotos profissionais e desenvolver um estilo artístico pessoal, e será útil tanto para principiantes como para os que já têm experiência profissional e desejam direcionar sua carreira para a fotografia de moda.

58

O ESTÚDIO

Tutorial 17

Complementos importantes

Luz no cabelo serve para dar um pouco de contraluz à imagem.

Um ciclorama é um fundo permanente que pode ser pintado de qualquer cor. Os modelos podem se apoiar nele sem perigo de cair (diferente dos fundos de papel).

Um conjunto de lâmpadas de tungstênio HMI de luz branca fornece uma iluminação direta ainda melhor do que a do flash de estúdio.

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Painéis rebatedores brancos refletem ou bloqueiam a luz não desejada sobre os modelos.

OBJECTIVOS • Dar um passo à frente nos pequenos detalhes que fazem a diferença

SUPORTES PARA FUNDOS DE PAPEL Existem vários sistemas disponíveis para fixar fundos de papel contínuo, também conhecidos pelo nome da marca mais famosa, Colorama. Todos os sistemas modernos empregam uma roldana de fácil utilização para elevar e abaixar os fundos.

Um maquiador perspicaz está sempre pronto para fazer os retoques necessários.

Os sistemas de gancho de parede são muito usados; simplesmente são fixados em um ponto alto o suficiente e permitem pendurar de um a três fundos de papel.

Um rebatedor prata com o avesso branco joga luz de preenchimento no rosto da modelo.

Esses mesmos sistemas de gancho são acoplados a barras extensíveis especiais que podem ser fixadas em um ponto entre o piso e o teto ou, se o teto for muito alto, apoiadas em tripés especiais. MÁQUINAS DE VENTO Existem ventiladores especiais que expulsam ar comprimido por um túnel sobre uma área específica a ser fotografada, normalmente no cabelo ou nas roupas do modelo, e são usados para acrescentar movimento natural à cena. São caros e talvez estejam fora do alcance de alguns, mas podem ser alugados de fornecedores de material de iluminação. Uma alternativa barata e frequentemente eficaz é usar um ventilador doméstico ou mesmo um secador de cabelos com boa potência. Sempre tomando cuidado para evitar acidentes.  Criando movimento Um ventilador acrescenta um clima dinâmico à imagem.

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CAMARIM E ÁREA DE MAQUIAGEM Qualquer estúdio de moda que se preze deve ter um camarim e uma sala de maquiagem de dimensões razoáveis. Embora seja possível montar um biombo móvel, os modelos se sentem mais à vontade se dispõem de um quarto para se trocar isolado por uma porta ou uma cortina. A maioria dos camarins conta com uma bancada onde colocar a maquiagem e os acessórios para cabelo, tomadas para os secadores e pranchas, um bom espelho com iluminação adequada e algumas cadeiras de altura ajustável. O produtor precisará de uma arara, uma tábua e um ferro de passar e, se você deseja um acabamento impecável, um vaporizador da marca Jiffy.

O PORTFÓLIO

1 Deixe as cópias de prova em uma mesa e organize suas

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 Faxina em dia Em um dia movimentado, é crucial manter o espaço de trabalho dos maquiadores e cabeleireiros impecável.

Para trabalhar com eficiência e ganhar respeito no setor, o fotógrafo de moda precisa prover seu estúdio com alguns equipamentos extras específicos.

EXERCÍCIO • 26 ORGANIZE AS FOTOS

Eliot Siegel é fotógrafo há 25 anos e dedica-se à fotografia de moda e artística. Sua trajetória inclui trabalhos para revistas internacionais como Vogue, Harpers & Queen e Cosmopolitan, além de campanhas publicitárias e catálogos para grandes lojas e marcas como Selfridges, Macy’s ou Reebok, entre outras. Este livro é fruto de sua experiência e passa a visão de quem conhece o setor a fundo e transitou por cada etapa até se tornar um fotógrafo de grande prestígio.

TUTORIAL 17: COMPLEMENTOS IMPORTANTES  Organização A arara é um equipamento essencial no estúdio de um fotógrafo de moda.

imagens favoritas de modo a formar uma reportagem fotográfica sólida, sempre cuidando para que a continuidade não se rompa.

O produtor de moda mantém a roupa em perfeito estado durante a sessão.

Uma escada resistente e um assistente atento são fundamentais.

TUTORIAL 39: DÊ FORMA A UMA REPORTAGEM  Cortes Considere como você pode cortar as fotos para aumentar o interesse das séries, talvez tornando-as mais atrevidas.

2 Use a imagem mais forte para abrir a reportagem, pois

será a que marcará o tom. Disponha as fotos intermediárias de maneira que se relacionem bem entre si. Termine com uma imagem forte de novo: essa combinação ajudará os clientes a se lembrarem do que viram quando você tiver deixado seu escritório. Se um editor de moda ou diretor de arte precisar se esforçar para se lembrar da essência de seu trabalho, você pode perder uma oportunidade.

 Destaque-se Suas fotos devem criar um clima e dizer alguma coisa. Devem mostrar sua vontade de experimentar ideias que poderiam ser consideradas fora do comum. Perguntese que aspectos distinguirão seu portfólio dos demais.

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 Combine Considere todas as possibilidades ao planejar a estrutura de seu portfólio. Experimente fazer algumas cópias em preto e branco e combinálas com imagens coloridas.

 Aparência geral Quando todas as fotos estiverem organizadas, comprove que as séries mantêm uma coerência que dá a impressão de que você está seguro de si e sabe o que está fazendo.

 Seja seletivo Não tenha pressa ao examinar as imagens e decidir quais usar e como organizá-las.

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Princípios de gestão de negócios de moda

Susan Dillon

Princípios de gestão de negócios de moda

A moda é um universo de glamour e, ao mesmo tempo, um negócio complexo que desempenha um papel de grande importância na economia de diversos países, onde o sucesso depende não só do talento para a criação, mas também para o gerenciamento. Princípios de gestão de negócios de moda apresenta Susan uma introdução aoDillon negócio da moda através da análise dos processos, funções e objetivos que definem este setorxmultifacetado. Cada184 capítulo analisa conceitos como a previsão de tendências, a comunicação e 20 23 cm, páginas a tecnologia aplicadas à moda, as compras, a logística e as cadeias de suprimentos, o marketing e as Brochura iniciativas empresariais. Esses conceitos são complementados com exercícios e casos práticos com foco em978-84-252-2510-9 situações reais da indústria, além de entrevistas com profissionais do setor. Princípios de gestão de negócios de moda constitui uma importante introdução à gestão comercial da moda, que será de grande 2013 utilidade para estudantes, profissionais do setor e para todos que queiram se converter em um ativo valioso para uma empresa de moda.

Princípios de gestão de negócios de moda Susan Dillon

Susan Dillon adquiriu ampla experiência profissional no âmbito comercial da moda, após a qual fundou sua própria butique independente e comercializou suas coleções na Europa e em Nova York. Atualmente, é membro Institute of Management Consultancy e diretora do curso moda do Leeds A moda é doum universo de glamour e,de ao mesmo College of Art, no Reino Unido.

tempo, um negócio complexo que desempenha um papel de grande importância na economia de diversos países e no qual o sucesso depende do talento não só para a criação, mas também para o gerenciamento. Princípios de gestão de negócios de moda apresenta uma introdução ao negócio da moda por meio da análise dos processos, funções e objetivos que definem este setor multifacetado. Cada capítulo analisa conceitos, como a previsão de tendências, a comunicação e a tecnologia aplicadas à moda; as compras, a lo-GG gística e as cadeias de suprimentos; o marketing e as iniciativas empresariais. Esses conceitos são complementados com exercícios e casos práticos com foco em situações reais da indústria, além de entrevistas com profissionais do setor. Princípios de gestão de negócios de moda constitui uma importante introdução à gestão comercial da moda, que será de grande utilidade para estudantes, profissionais do setor e todos que queiram converter-se em um ativo valioso para uma empresa de moda.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 www.ggili.com - www.ggili.com.br

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O ciclo de compras

Planejamento da linha de produtos

Tradicionalmente, a indústria de moda trabalha com duas estações principais: primavera/verão e outono/

O processo de planejamento da linha de produtos envolve definir os detalhes da oferta de cada linha,

mercadorias mais frequente, trazendo resultados para a maioria das lojas que introduzem novas linhas de produtos pelo menos a cada três meses.

da linha envolve amostragem e desenvolvimento de modelos. Em um departamento de compras comercial, quando os compradores completam a fase de

inverno. Atualmente, porém, graças à natureza competitiva e ao desenvolvimento constante da indústria, o mundo da moda exige uma renovação de

O comprador deve participar dos principais eventos de moda do calendário de compras, a fim de planejar a oferta de peças aos seus consumidores. A duração do ciclo de compras varia de empresa para empresa, mas normalmente dura um ano, começando com uma análise das vendas da estação corrente e terminando com a entrega dos novos produtos na loja.

56

Enquanto o ciclo pode levar até um ano para se

completar, está se tornando muito comum que linhas de produtos com um número de peças únicas reduzido sejam desenvolvidas mais rapidamente e, por isso, a

desde o tecido, os detalhes e o estilo até o fabricante e o preço. Para as empresas que dispõem de uma equipe própria para o design de seus produtos, o planejamento

planejamento, é convocada uma reunião para apresentar as amostras e protótipos da linha de produtos às equipes de compras, merchandising e controle de qualidade e realizar uma seleção prévia dos

melhores modelos. Gerentes de departamentos também participam desta reunião com o objetivo de opinar sobre a linha. Em consequência de mudanças sugeridas, novas amostras podem ser necessárias e o planejamento da linha refeito. A reunião para a seleção final da linha de produtos é a última oportunidade de apresentar a linha em sua totalidade, quando os exemplos de cada estilo devem então estar perfeitos.

57 2

1/2: Feira de negócios de moda

Visitar feiras de negócios de moda

é um estágio fundamental do ciclo

maioria dos compradores mantém uma porcentagem de seu orçamento aberta para atender tendências imediatas. Para aqueles varejistas cujo mercado alvo é o

de compras. Elas oferecem aos

compradores a oportunidade de visitar os fornecedores com os

consumidor mais jovem, mais orientado à moda, o ciclo de compras é ainda mais curto, o que faz que o varejista responda às tendências também de forma mais rápida.

quais se trabalha e conhecer novos estilistas.

Linha de produtos No varejo de moda, uma linha é uma coleção de roupas e acessórios desenvolvida para ser

Susan Dillon adquiriu ampla experiência profissional no âmbito comercial da moda, depois abriu sua própria butique e comercializou suas coleções na Europa e em Nova York. Atualmente, é membro do Institute of Management Consultancy e diretora do curso de moda do Leeds College of Art, no Reino Unido.

vendida aos consumidores. As linhas podem ser organizadas de formas diferentes, de acordo com o tamanho e a estrutura da empresa.

3 O processo da moda 3.1 Compra de moda 3.2 Merchandising 3.3 Formatos de varejo

5.1

Calendário de moda

O calendário de moda representa o principal

1

componente da organização da indústria da moda. É a ferramenta que possibilita o desenrolar tranquilo da

rede de moda global, fazendo que as datas dos eventos não coincidam, mas estejam próximas o suficiente para que o comprador possa fazer uma só viagem, embora longa, a cada estação, para verificar o que acontece nas capitais da moda do mundo todo. Com o advento da internet, muitas empresas passaram a disponibilizar

essas informações on-line e a criar seu próprio calendário de moda. Isso acontece principalmente com empresas de ramos específicos, como moda masculina, esportiva ou de sapatos, em níveis de mercado muito específicos. A indústria da moda é composta por empresas que

atuam em ramos variados, como varejo, design, criação de imagem e marketing, para mencionar alguns. O desenrolar tranquilo de uma indústria tão complicada deve-se a um planejamento detalhado que acontece a cada estação. Isso inclui datas-chave, como as semanas de moda, para a próxima estação.

1: A alta-costura da Chanel,

coleção outono/inverno 2011:

Os desfiles de moda da Chanel sempre acontecem em locais

suntuosos de Paris, como este realizado no Grand Palais.

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113

5 A máquina da moda 5.1 Calendário de moda 5.2 Imprensa de moda 5.3 Editorial de moda

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Promoção de moda

Promocão de moda Gwyneth Moore

Gwyneth Moore

da moda – como desfiles de passarela, coletivas de imprensa, o branding colateral, os aplicativos para iPad, as páginas do Facebook e do Twitter e o urban blogging – para explicar as especificidades de cada uma delas, situando-as então no contexto da promoção de moda em seu conjunto.

Promocão de moda

Promoção de moda é uma introdução prática a todos aqueles recursos e técnicas que podem Gwyneth Moore ser utilizados para promover uma marca de moda na era 2.0. Tendo como ponto de partida 16paraxqualquer 23 cm, 184 páginas campanha o desenvolvimento do conceito de marca, o livro transita por cada um dos âmbitos em que uma ação promocional pode ter lugar: desde os mais tradicionais, como Brochura o marketing, as relações públicas, os meios de comunicação e as imagens promocionais, até o 978-85-65985-12-3 jornalismo digital, as redes sociais e as colaborações com outros setores. Assim, Gwyneth 2013 Moore recopila a enorme amálgama de técnicas promocionais que entram em jogo no setor

Além de ser um manual e jovens profissionais encontrarão nestas Promoção deintrodutório, modaestudantes é uma introdução prática a páginas um livro de consulta prático e direto para poderem planejar uma campanha específica todos aqueles recursos e técnicas que podem e escolher as ações mais adequadas a cada novo projeto. ser utilizados para promover uma marca de moda em Design e Ilustraçãoponto de Moda pela de Nationalpartida School of Design para naGwyneth era Moore, 2.0.graduada Tendo como de Sidney, Austrália, é professora de Design de Moda na Cardiff School of Creative & Cultural qualquer campanha o desenvolvimento do conIndustries, pertencente à University of Glamorgan, de Cardiff (Reino Unido). Após trabalhar por maisde de quinze anos com promoção de modatransita para um amplo leque de clientes, atualmente ceito marca, o livro por cada um dos conjuga a docência com consultorias em comunicação de moda, especialmente nos âmbitos das âmbitos em que uma ação promocional pode ter redes sociais e das novas mídias. lugar: desde os mais tradicionais, como o marketing, as relações públicas, os meios de comunicação e as imagens promocionais, até o jornalismo digital, as redes sociais e as colaborações com outros setores. Assim, Gwyneth Moore recopila a enorme amálgama de técnicas promocionais que entram em jogo no setor da moda – como desfiles de passarela, coletivas de imprensa, o www.ggili.com.br branding colateral, os aplicativos para iPad, asGG páginas do Facebook e do Twitter e o urban blogging – para explicar as especificidades de cada uma delas, situando-as então no contexto da promoção de moda em seu conjunto.

Além de ser um manual introdutório, estudantes e jovens profissionais encontrarão nestas páginas um livro de consulta prático e direto para poderem planejar uma campanha específica e escolher as ações mais adequadas a cada novo projeto. Gwyneth Moore, graduada em Design e Ilustração de Moda pela National School of Design de Sidney, Austrália, é professora de Design de Moda na Cardiff School of Creative & Cultural Industries, pertencente à University of Glamorgan, de Cardiff (Reino Unido). Após trabalhar por mais de quinze anos com promoção de moda para um amplo leque de clientes, atualmente conjuga a docência com consultorias em comunicação de moda, especialmente nos âmbitos das redes sociais e das novas mídias.

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Merchandising de moda

Merchandising de moda

Em um negócioGrose de moda, cada uma das etapas da cadeia de produção (desde a conceitualiVirginia zação do produto até o comportamento do consumidor final) exerce influência direta no 16aumento x 23 cm, 184desenvolvido. páginas do valor do produto Portanto, conhecer os processos de produção e comercialização é fator determinante na carreira de um profissional atuante no mundo da Brochura moda, uma área tão complexa e fascinante. 978-85-65985-13-0 Este livro proporciona uma visão panorâmica da indústria da moda por meio de uma descrição 2013 pormenorizada de cada uma das etapas que influenciam um negócio nessa área: desde a

Virginia Grose

geração de ideias e identificação das tendências, passando pelo desenvolvimento de produtos, pela estratégia de venda e pelo detalhamento da cadeia de suprimentos, até chegar à promoção, às vendas e à análise do comportamento do consumidor. Além dos princípios básicos de cada fase, este livro conta com exemplos de casos práticos e entrevistas com profissionais da indústria, abordando ainda temas atuais do setor como a venda on-line, as lojas outlets e as de modaum ecológica. O estudante de moda, que sejacada sua especialidade (design, produção, Em negócio de qualquer moda, uma das etapas ou marketing), encontrará nestas páginas um guia objetivo,a prático e atual. davendas cadeia de produção (desde conceitualiza-

ção doGrose produto o decomportamento do consuVirginia tem formação até em Design Moda e atua na indústria há 25 anos, especialmente nos final) setores relacionados ao desenvolvimento de produto e à cadeia deno suprimentos. midor exerce influência direta aumento de passar pela Courtaulds Textiles, trabalhou com uma grande variedade de clientes tais doDepois valor do produto desenvolvido. Portanto, cocomo a Marks & Spencer, o Walmart e a Victoria’s Secret. Hoje, ela dirige o curso de mestrado nhecer osEmpresarial processos dede Westminster produção em Moda e Gestão da Universidade de Londres,enocomercialiReino Unido. zação é fator determinante na carreira de um profissional atuante no mundo da moda, uma área tão complexa e fascinante. Este livro proporciona uma visão panorâmica da indústria da moda por meio de uma descrição pormenorizada de cada uma das etapas que influenciam um negócio nessa área: desde a geração de ideias e identificação das tendências, passando pelo desenvolvimento de produtos,GG www.ggili.com.br pela estratégia de venda e pelo detalhamento da cadeia de suprimentos, até chegar à promoção, às vendas e à análise do comportamento do consumidor. Além dos princípios básicos de cada fase, este livro conta com exemplos de casos práticos e entrevistas com profissionais da indústria, abordando ainda temas atuais do setor como a venda on-line, as lojas outlets e as de moda ecológica. O estudante de moda, qualquer que seja sua especialidade (design, produção, vendas ou marketing), encontrará nestas páginas um guia objetivo, prático e atual.

Merchandising de moda Virginia Grose

Virginia Grose tem formação em Design de Moda e atua na indústria há 25 anos, especialmente nos setores relacionados ao desenvolvimento de produto e à cadeia de suprimentos. Depois de passar pela Courtaulds Textiles, trabalhou com uma grande variedade de clientes, tais como a Marks & Spencer, o Walmart e a Victoria’s Secret. Hoje, ela dirige o curso de mestrado em Moda e Gestão Empresarial da Universidade de Westminster de Londres, no Reino Unido.

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novidades GGmoda

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Profissão moda. Guia das 55 carreiras profissionais de maior futuro no mundo da moda

Paula Yates e Donna Gustavsen 18,2 x 23,5 cm, 192 páginas Brochura 2013

Um livro repleto de informação, com tudo o que é preciso saber e os conselhos necessários para o começo de uma carreira profissional de sucesso no mundo da moda. A primeira seção oferece uma visão geral da indústria e dá conselhos sobre escolha dos cursos de formação, aquisição de experiência laboral, preparação de um portfólio, busca de postos de trabalho e obtenção do primeiro emprego, tão importante. A seção principal do livro apresenta um diretório das diversas carreiras em moda, classificadas em sete categorias: design de moda, design de acessórios, têxteis, produção, design de varejo de vestuário, comunicação e educação. Aí estão descritas as principais profissões, como designer de prêt-à-porter, comprador, modelo etc.; também se analisam outras possibilidades profissionais menos conhecidas, como as de produtor de sessões fotográficas, arquivista e designer de padrão. Além disso, estudam-se casos práticos e analisa-se o dia a dia desses profissionais, proporcionando informação real sobre o trabalho nesses campos e oferecendo sugestões acerca de disciplinas de estudo pertinentes, sites da internet de utilidade e estratégias para se destacar no meio da multidão nas entrevistas de emprego.

Profissão moda

Guia das 55 carreiras profissionais de maior futuro no mundo da moda Paula Yates e Donna Gustavsen

A moda é uma indústria dinâmica, criativa, glamourosa e à qual não é fácil ter acesso. Se você é um apaixonado por moda e deseja iniciar uma carreira nesse campo, este guia prático de referência irá conduzi-lo pelas diferentes trajetórias profissionais do setor, irá explicar-lhe o jargão técnico e o ajudará a se destacar profissionalmente. Julia Yates é professora de Assessoria e Orientação Profissional na University of East London. Anteriormente, foi diretora do Departamento de Orientação Vocacional na University of the Arts London, que inclui o prestigioso London College of Fashion e o Central Saint Martins College of Art and Design, onde assessorava os alunos em sua busca por uma trajetória profissional satisfatória. Donna Gustavsen é graduada pela Rhode Island School of Design, onde atualmente é chefe do Departamento de Design de Moda e membro do corpo docente. 22 

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OUTROS TITULOS

A psicologia das cores. Como as cores afetam a emoção e a razão

Eva Heller

Eva Heller 17 x 24 cm, 309 páginas Brochura 978-84-252-2515-4 2012

A psicologia das cores Como as cores afetam a emoção e a razão

Cradle to Cradle. Criar e reciclar ilimitadamente

Michael Braungart e William McDonough 19,2 x 14,4 cm, 240 páginas Brochura 2013

Psicologia para criativos. Como sobreviver no trabalho Frank Berzbach 13,5 x 21 cm, 192 páginas Brochura 2013

GG®

Cradle to Cradle Criar e reciclar ilimitadamente Michael Braungart e William McDonough

GG

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Ilustracão de moda

Acessórios de moda

Moldes F. V. Feyerabend F. Ghosh

Modelos F. V. Feyerabend

Profissão moda Guia das 55 carreiras

profissionais de maior futuro no mundo da moda Paula Yates e Donna Gustavsen

Princípios de gestão de negócios de moda Susan Dillon

Promocão de moda Gwyneth Moore

Pattern Magic Tomoko Nakamichi

Merchandising de moda Virginia Grose

História da indumentária e da moda. Da Antiguidade aos dias atuais

Pattern Magic 2

Bronwyn Cosgrave

Tomoko Nakamichi

Curso de fotografia de moda

Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda Carol A. Nunnelly

Eliot Siegel

Editora G.Gili Ltda. Av. Jose María de Faria, 470, Sala 103. Lapa de Baixo, CEP: 05038-190. São Paulo - SP, Brasil Tel. 55 11 3611 2443. info@ggili.com.br

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GGBrasil Livros de moda 2012-2013  

http://ggili.com.br

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