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ARQUITETURA 4 6 8 10 12 14 15 16 17

Oscar Niemeyer. Casas Pequeno manual do projeto sustentável Sustentabilidade no design de interiores O desenho no projeto da paisagem Como planejar os espaços de escritórios Atlas de detalhes construtivos A modernidade superada Visual merchandising A casa ecológica

MODA 18 20 22 24 26 28 30 32

História da indumentária e da moda Dicionário ilustrado da moda Modelagens mágicas volumes 1 e 2 Acessórios de moda. Modelos Curso de design de moda Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda Curso de fotografia de moda Princípios de gestão de negócios de moda

DESIGN 34 36

Sistemas de grelhas Manual dos tipos

ARTE E FOTOGRAFIA 38 40 42 44 45 46 48 50 52

A psicologia das cores Fundamentos da fotografia criativa A câmera de Pandora O beijo de Judas Os contos da pipa Henri vai a Paris Alfabeto Livro de imagens Mau Mau

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Backlist Índice de títulos e autores 1 


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1 Logotipo da Editora Gustavo Gili do Brasil s.a., 1961-1971. 2 Stand da Editora Gustavo Gili do Brasil na 1ª Exposição de Engenharia, Arquitetura e Decoração. 3 Primeira edição do Arte de projetar em arquitetura de Ernst Neufert em português. 4 Sede da editora na rua Augusta (Saõ Paulo) nos anos 1970. 5 Presença da editora na Feira do Livro, Rio de Janeiro, 1965.

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Este ano comemoramos dois importantes e felizes acontecimentos: nosso 110º aniversário como editora independente (1902-2012) e o início de uma nova empresa editorial estabelecida em São Paulo, que reforçará e aumentará nossa presença no Brasil. Não somos novos no território brasileiro. Nossa relação com o Brasil vem de muito longe e foi uma relação sólida e contínua desde os primórdios de nossa caminhada no mundo editorial. Temos conhecimento de uma viagem de nosso bisavô ao Brasil nos anos 1930, assim como da presença de nossos livros na Livraria Luso-espanhola e Brasileira do Rio de Janeiro no final dos anos 1940. Nossa primeira edição em português do famoso Arte de projetar em arquitetura, de Ernst Neufert, é de princípios dos anos 1960. Conhecemos a existência de uma sociedade, Editora Gustavo Gili do Brasil, que esteve ativa entre 1961 e 1971. Atualmente, contamos com um catálogo vivo em português de aproximadamente cinquenta títulos, muitos deles já adotados e reconhecidos pelo mundo acadêmico brasileiro. Agora, com a abertura de nossa nova empresa brasileira, Editora G.Gili Ltda, renovamos nossa presença no Brasil e temos o prazer de apresentar nosso novo catálogo de livros em português com mais de uma vintena de novos títulos que aparecerão ao longo deste ano. As áreas temáticas deste catálogo são as mesmas de nosso catálogo de livros em espanhol: arquitetura, design, moda, arte e fotografia. Além disso, dentro da seção de arte, inauguramos uma nova coleção, “Os contos da pipa”, livros ilustrados por artistas e pensados para o público infantil e também para leitores interessados no mundo da arte, do design e da edição. Na seção de arquitetura, vocês encontrarão novidades tão interessantes como a monografia sobre as casas de Oscar Niemeyer —agora em português—, a nova edição atualizada e ampliada de A modernidade superada, de Josep Maria Montaner, e dois títulos relacionados com a arquitetura e o projeto de interiores sustentáveis de supremo interesse. Na seção de moda, encontrarão desde títulos sobre a história da moda a livros mais técnicos, como os internacionalmente reconhecidos Pattern Magic, agora também em português; em design, a esperada reedição do clássico de Müller-Brockmann, Sistemas de grelhas, e em arte e fotografia, entre muitos outros títulos, o novo e premiado livro de Joan Fontcuberta, A câmera de Pandora, ou o bem-sucedido livro de Eva Heller, A psicologia das cores. Estamos muito otimistas com esta nova etapa de nossa editora no Brasil. Esperamos que estes livros sejam de seu agrado e que sejam recebidos com a mesma boa acolhida que sempre foi dada a todos os títulos do nosso catálogo.

Mónica e Gabriel Gili

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© Alan Weintraub/arcaid.co.uk

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ARQUITETURA Oscar Niemeyer. Casas

OSCAR NIEMEYER CASAS

Alan Hess; fotografias de Alan Weintraub 28 x 28 cm, 232 páginas Cartonado com sobrecapa 978-84-252-2481-2

Oscar Niemeyer. Casas é o primeiro livro dedicado unicamente aos projetos, construídos ou não, das casas de Niemeyer. Suas casas dividem-se em três fases, por meio das quais percebemos suas primeiras influências da arquitetura de Le Corbusier e Lúcio Costa, suas referências coloniais brasileiras e a evolução de seu estilo arquitetônico único, em que o arquiteto assumiu uma crescente liberdade formal fazendo uso da plasticidade do concreto armado. Pouco interessado na produção de sua arquitetura em larga escala, Niemeyer preocupa-se mais com a perfeita implantação de suas casas na topografia do lugar e com sua integração com a paisagem. O resultado é um conjunto de casas únicas que, complementadas pelo trabalho de Athos Bulcão e do paisagista Burle Marx, são até hoje verdadeiras obras de arte.

FOTOGRAFIAS DE ALAN WEINTRAUB I TEXTO DE ALAN HESS

Casa Leonel Miranda

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1952/1955

Rio de Janeiro, RJ

Além da emblemática Casa das Canoas, este livro apresenta uma seleção de casas construídas de 1940 a 2005, que inclui exemplares pouco divulgados, como a Strick House, nos Estados Unidos, e a própria residência do arquiteto em Brasília. Com mais de trezentos croquis e fotografias do próprio arquiteto, Oscar Niemeyer. Casas destina-se a estudantes e a todos os profissionais interessados em compreender a obra de um dos mais importantes arquitetos de todos os tempos.

Mais uma vez, Niemeyer eleva as áreas de estar sobre um vigoroso volume geométrico, embora, nesse caso, os pilares tenham uma acentuada forma diagonal, como pode ser visto no desenho acima. A entrada (à direita). Fachada principal ao jardim (página ao lado). As sacadas salientes são adornadas com painéis perfurados em concreto que deixam passar a brisa e protegem da luz solar.

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CASAS DE OSCAR NIEMEYER

Casa Oscar Niemeyer na estrada das Canoas

1953

Canoas, Rio de Janeiro, RJ Panos de vidro curvos em ambos os lados da casa deixam entrever a floresta e o oceano ao fundo. A piscina curvilínea remete à forma da cobertura em concreto (ver desenho acima). Uma grande rocha une

© Alan Weintraub/arcaid.co.uk

Alan Hess é arquiteto e mestre em arquitetura pela University of California em Los Angeles (UCLA), onde também lecionou. É autor de diversos livros de arquitetura, entre os quais The Architecture of John Lautner (1999), The Houses of Frank Lloyd Wright (2005), Organic Architecture: The Other Modernism (2006) e Forgotten Modern: California Houses 1940-1970 (2008).

a piscina, a sala de estar, a cobertura e a paisagem. O paisagismo é de autoria de Roberto Burle Marx.

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CASAS DE OSCAR NIEMEYER

Alan Weintraub é fotógrafo especializado em arquitetura, cujo trabalho é internacionalmente reconhecido em publicações monográficas de projetos de grandes arquitetos, como Frank Lloyd Wright, Oscar Niemeyer e John Lautner.

NOVIDADES ARQUITETURA

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ARQUITETURA Pequeno manual do projeto sustentável Françoise-Hélène Jourda 12 x 18 cm, 98 páginas Brochura 978-84-252-2450-8

PEQUENO MANUAL DO PROJETO SUSTENTÁVEL FRANÇOISE-HÉLÈNE JOURDA

Este livro pretende orientar o leitor na elaboração de projetos de arquitetura e urbanismo a partir da perspectiva da sustentabilidade ambiental de modo sintético e prático. Por meio de 69 perguntas e respostas relacionadas à implantação, ao programa de necessidades e às diferentes fases do projeto arquitetônico, o livro apresenta os aspectos essenciais para que o projeto final responda de forma eficiente aos princípios básicos da sustentabilidade. Tanto os profissionais como os estudantes encontrarão uma orientação prática de grande utilidade para o desenvolvimento de seu trabalho, desde os primeiros estudos de implantação até a escolha dos materiais. Françoise-Hélène Jourda (1955) é arquiteta com longa experiência no desenvolvimento sustentável na construção civil, campo no qual elaborou numerosos projetos. Lecionou em diversas faculdades de arquitetura da França, Noruega e Estados Unidos, e atualmente dirige o Departamento de Arquitetura e Desenvolvimento Sustentável da Technische Universität de Viena.

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ESTUDO PRELIMINAR

O PROJETO FAVORECERÁ O SURGIMENTO DE UM NOVO BIÓTOPO?

O EDIFÍCIO E SEUS ESPAÇOS EXTERNOS MINIMIZAM A IMPERMEABILIZAÇÃO DO SOLO?

As cidades tornam-se estéreis. A impermeabilização da superfície do solo pelas edificações e pelo sistema viário causa aridez. A vegetação é rara e suas espécies pouco numerosas. A fauna sobrevive de maneira anárquica.

É muito importante reduzir a impermeabilização do solo, tanto para incentivar um possível processo de repovoamento vegetal, mesmo que de espécies nativas, quanto para possibilitar a drenagem natural das águas de chuva, alimentando o lençol freático.

A implantação das edificações, sua volumetria e a qualidade dos espaços externos podem possibilitar a ins-

Há uma extensa variedade de materiais de revestimento que possuem características de alta resistência

talação de biótopos, permitindo que a fauna e a flora se desenvolvam adaptadas ao clima e ao tipo do solo,

para suportar cargas e que também permitem a drenagem das águas pluviais.

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protegidas dos desconfortos ambientais e da poluição. É necessário fertilizar nossas cidades.

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Há uma única exceção a essa regra: se os solos são poluídos, deve-se evitar a contaminação do lençol freático pelas águas de chuva, que se infiltrarão, levando, assim, as substâncias poluentes para o subsolo.

PROJETO

HÁ MASSA TÉRMICA SUFICIENTE NO EDIFÍCIO?

AS PONTES TÉRMICAS ESTÃO MINIMIZADAS?

A questão da escolha dos materiais construtivos também envolve o comportamento térmico do edifício. A inércia térmica proveniente de determinados materiais permite assegurar um certo conforto e reduzir as necessidades de energia durante o verão e o inverno.

O isolamento externo dos edifícios quase sempre constitui uma condição sine qua non para sua eficiência energética. O isolamento deve ser acompanhado da redução drástica de pontes térmicas entre exterior e interior, ocasionadas pela continuidade de paredes ou pisos entre varandas ou terraços e os ambientes de convívio internos.

No inverno, a massa conserva o calor e o difunde lentamente. No verão, o frescor acumulado durante a noite por uma boa ventilação é estocado na massa dos materiais, retrocedendo durante o dia. Essa massa térmica deve estar em contato direto com o ar ambiente, sem revestimentos que atrapalhem a absorção do calor e do frio (rebaixamento de teto, carpete). Os materiais que asseguram essa massa térmica podem ser o concreto, a pedra, a terra, o tijolo maciço etc.

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As pontes térmicas são muito prejudiciais para o conforto térmico durante o verão e o inverno. A previsão de barreiras nas pontes térmicas permite a redução dos impactos mediante zonas de transição, gerando um envoltório suplementar.

Há vários novos materiais construtivos atualmente em desenvolvimento. Tais materiais possuem aditivos de produtos específicos em suas massas, apesar de seu pouco peso e grande espessura para dispor de superfícies acumuladoras de frio e de calor.

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ARQUITETURA Sustentabilidade no design de interiores

SUSTENTABILIDADE NO DESIGN DE INTERIORES

SUSTENTABILIDADE NO DESIGN DE INTERIORES

Siân Moxon 28 x 21 cm, 192 páginas Brochura 978-84-252-2483-6

Siân Moxon

2002, atua no renomado escritório de arquitetura e design de interiores Jestico+Whiles, do qual se tornou associada em 2008 e dirige a equipe especializada em sustentabilidade. Entre seus projetos realizados estão Royal Quay e Wakering Road Foyer, em Londres. Leciona design sustentável na London South Bank University.

Siân Moxon Siân Moxon

As mudanças climáticas, a diminuição dos recursos naturais e a escassez de água são alguns dos problemas ambientais gerados pela atividade humana. Diante do grande impacto ambiental causado pela indústria da construção civil, todos os Asprofissionais mudanças climáticas, a diminuição dos recursos naturais e aprecisam escassez de água são alguns dos desse setor reavaliar seus problemas ambientais gerados pela atividade humana. Diante do grande impacto ambiental causado pela indústria da construção civil, todos os profissionais desse setor precisam reavaliar seus princípios e formas princípios e formas de atuação. Com uma de atuação. Através de uma atitude consciente e comprometida, o designer de interiores pode enfrentar atitude esses problemas ao assumir e promover a abordagem sustentável de seus projetos. consciente e comprometida, o designer de inteSUSTENTABILIDADE NO DESIGN DE INTERIORES apresenta de forma prática os fundamentos do projeto sustentável e diretrizes para a escolha de materiais, sistemas energéticos e hidráulicos e métodos construtivos riores pode enfrentar esses problemas ao assusustentáveis. Amplamente ilustrado, SUSTENTABILIDADE NO DESIGN DE INTERIORES destina-se a estudantes e profissionais de design de interiores e a todos que são comprometidos com a incorporação eecorresponsáveis promover a abordagem sustentável em seus demir princípios no desenvolvimento de projetos. projetos. SIÂN MOXON é arquiteta especializada em sustentabilidade nas áreas de habitação e conservação. Desde

Sustentabilidade no design de interiores apresenta de forma prática os fundamentos do projeto sustentável e as diretrizes para a escolha de materiais, sistemas energéticos e hidráulicos eGG métodos construtivos sustentáveis. Amplamente ilustrado, o livro destina-se a estudantes e profissionais de design de interiores e a todos que são comprometidos com a incorporação de princípios ecorresponsáveis no desenvolvimento de projetos.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

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PASSO A PASSO VIDA ÚTIL DO CARPETE Vários fabricantes de carpetes estão tomando medidas para lidar com o impacto ambiental de seus processos de produção. Explicamos abaixo como a InterfaceFLOR está reduzindo seu impacto através da vida útil de suas placas de carpete.

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Obtenção: O fabricante está focando em obter materiais brutos locais e substituir os fios à base de petróleo por fios naturais reciclados ou renováveis. Ele usa fundo de carpete à base de betume com alto conteúdo reciclado.

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Processamento: A companhia avalia a sustentabilidade de seus fornecedores contra sua política da cadeia de fornecimento e trabalha com eles para melhorar seu desempenho ambiental.

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Manufatura: Medidas de eficiência energética dentro das fábricas incluem sistemas de transporte inteligentes e maquinaria de precisão para otimizar o uso da água e evitar o desperdício. Suas fábricas europeias usam eletricidade renovável e reciclam rejeitos pós-industriais em novas placas.

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Transporte: O fabricante produz quase todas as peças que comercializa na Europa dentro do próprio continente para limitar os deslocamentos. Também, está apoiando seus transportadores a reduzir seu impacto ambiental.

Instalação: O fundo à base de betume possui baixa emissão de COV e é instalado com um sistema adesivo sem cola, o que promove boa qualidade do ar. Cada peça é inspirada no biomimetismo, criando um padrão de piso aleatório, que minimiza as perdas. Os consumidores podem optar por um esquema de redução de carbono para compensar as emissões de carbono da vida útil de seus carpetes.

118 Para compreender as questões fundamentais

Siân Moxon é arquiteta especializada em sustentabilidade nas áreas de habitação e conservação. Desde 2002, atua no renomado escritório de arquitetura e design de interiores Jestico+Whiles, do qual se tornou associada em 2008, e dirige a equipe especializada em sustentabilidade. Entre seus projetos realizados estão Royal Quay e Wakering Road Foyer, em Londres. Leciona design sustentável na London South Bank University.

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Manutenção: O padrão aleatório das placas de piso inspiradas no biomimetismo permite que placas individuais sejam substituídas quando estão danificadas, minimizando o desperdício.

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Demolição e descarte: O esquema de retorno da companhia implica em que as placas de carpete depois de adquiridas sejam coletadas ao final de sua vida útil, tanto para seu reuso ou para reciclagem em novas placas ou outros produtos. A base de fundo em betume e o adesivo sólido também são recicláveis e a companhia está planejando introduzir a reciclagem de fios usados.

Métodos construtivos 119

Estudo de caso Construção sustentável Extensions de Aïssa Logerot

À esquerda A madeira e a corda chegam ao local como um conjunto de partes empacotados prontos para montar.

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Abaixo à esquerda, centro e à direita Os componentes em madeira se encaixam perfeitamente e são então amarrados firmemente pela corda. Abaixo As peças formam móveis, como esta escrivaninha, e incluem elementos opcionais como esta luminária de trabalho, que pode ser adicionada para se adequar às necessidades do usuário.

5 Acima Um guia de montagem para uma mesa nessa linha explica o método de construção simples do produto. Os componentes do pacote são amarrados com corda.

6 Abaixo, à esquerda Esta estante demonstra como os componentes se juntam.

Abaixo Os elementos foram especialmente projetados de modo que possam ser encaixados e amarrados em conjunto.

A linha de mobiliário Extensions de Aïssa Logerot demonstra um método construtivo simples que faz uso eficiente de materiais, promove uma vida flexível e permite a reciclagem. O conjunto de componentes de madeira é atado com corda para formar uma mesa ou escrivaninha. A corda fixa a estrutura adequadamente, mas pode ser facilmente desatada para permitir que a mesa seja desmontada para transporte ou para reciclagem. O método construtivo simples implica em que o conjunto de partes possa ser entregue em um pacote plano e montado por qualquer um. A corda é colorida, configurando um aspecto de design da engenhosa técnica construtiva. A linha inclui uma seleção de acessórios fixados por clipes, como luminárias, permitindo aos usuários customizar a escrivaninha para atender às suas necessidades.

NOVIDADES ARQUITETURA

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Dirigido a estudantes e profissionais de paisagismo, este livro trata da importância do desenho Edward Hutchison para aprender a visualizar e a explicar projetos de grande escala e demonstra que, ao longo do de projeto, os desenhos feitos à mão são um complemento ideal para os desenvolvi25 xprocesso cm,Este 240 dos27 em computador. livro sepáginas baseia nos pontos centrais das técnicas de desenho tradicionais e incorpora os métodos projetuais em computador com o objetivo de produzir melhores desenhos, mais compreensíveis para o cliente e, em suma, de realizar melhores projetos. Brochura Com mais de 500 ilustrações coloridas de exemplos internacionais, o livro conduz o leitor atra978-84-252-2457-7 vés de uma sequência que vai desde as primeiras impressões do lugar e os primeiros croquis conceituais até as plantas finais de apresentação e execução.

EDWARD HUTCHISON estudo of Art, é mestre em design amb da paisagem pela Thames Pol Association, todas estas em Lon de arquitetura do distrito de H Foster & Partners (1985-1991 a partir de 1988. Atualmente, é tetura da paisagem em Londre seus desenhos foram objeto de realizada em 2009 no Garden

O DESENHO NO PROJETO DA PAISAGEM

O DESENHO NO PROJETO DA PAISAGEM

O desenho no projeto da paisagem

Edward Hutchison

ARQUITETURA

Dirigido a estudantes e profissionais de paisagismo, este livro trata da importância do desenho para aprender a visualizar e explicar projetos de grande escala, e demonstra que, ao longo do processo de um projeto, os desenhos feitos à mão são um complemento ideal para os desenvolvidos em computador. Este livro baseia-se nos pontos centrais das técnicas de desenho tradicionais e incorpora os métodos projetuais em computador, com o objetivo de produzir melhores desenhos e mais compreensíveis para o cliente; em suma, realizar melhores projetos. GG

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

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Edward Hutchison

Com mais de quinhentas ilustrações coloridas de exemplos internacionais, o livro conduz o leitor por meio de uma sequência que vai desde as primeiras impressões do lugar e os primeiros croquis conceituais até as plantas finais de apresentação e execução. Edward Hutchison estudou design de interiores na Kingston School of Art, é mestre em design ambiental pelo Royal College of Art, em arquitetura da paisagem pela Thames Polytechnic e em arquitetura pela Architectural Association, todas estas em Londres. Mais tarde, trabalhou no departamento de arquitetura do distrito de Hammersmith & Fulham (1973-1984) e no Foster & Partners (1985-1991), escritório do qual passou a ser associado a partir de 1988. Atualmente, é diretor do seu próprio escritório de arquitetura da paisagem em Londres. Sua obra recebeu numerosos prêmios e seus desenhos foram objeto de uma exposição intitulada “Drawing Space”, realizada em 2009 no Garden Museum de Londres.

NOVIDADES ARQUITETURA

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ARQUITETURA

Juriaan van Meel, Yuri Martens, Hermen Jan van Ree 17 x 23 cm, 144 páginas Brochura 978-84-252-2451-5 Por sua estrutura prática e apresentação sintética de conceitos e tipos de escritórios, este livro constitui uma leitura indispensável a todos os profissionais interessados na configuração de espaços de trabalho e no projeto de escritórios. Juriaan van Meel é cofundador e consultor do ICOP e pesquisador-chefe do Centre for Facilities Management - Realdania Research, em Copenhague. É autor de The European Office e coautor de The Office: The Whole Office and Nothing but the Office.

Como planejar os espaços de escritórios

Como planejar os espaços de escritórios. Guia prático para gestores e designers

Como planejar os espaços de escritórios é um guia prático dirigido a gestores e designers que queiram criar ambientes de trabalho que funcionem de forma eficaz. Para explicar as variáveis que devem ser consideradas ao planejar escritórios, o livro é estruturado em uma sequência que abrange desde os objetivos a cumprir e as primeiras decisões a tomar até um estudo detalhado de cada tipo de espaço de trabalho, os diferentes tipos de salas de reunião e os espaços de apoio necessários ao bom funcionamento de um escritório. A informação é complementada por casos práticos e por uma série de recomendações para colocar em prática os projetos, tudo ilustrado com esquemas explicativos e interessantes exemplos de todo o mundo.

Como planejar os espaços de escritórios Guia prático para gestores e designers Juriaan van Meel, Yuri Martens e Hermen Jan van Ree

Como planejar os espaços de escritórios é um guia prático dirigido a gestores e designers que queiram criar ambientes de trabalho que funcionemJan devanforma eficaz. Para explicar variáveis Hermen Ree é assessor de estratégias, operações e marketingas em gestão do desempenho e atuou como pesquisador na University College London e em que devem ser consideradas ao planejar escritódiversos institutos de pesquisa dos Países Baixos e dos Estados Unidos. É membro atuante e especialista do Comitê Europeu de Normalização. rios,dooBIFM livro é estruturado em uma sequência que abrange desde os objetivos a cumprir e as primeiras decisões a tomar até um estudo detalhado de cada tipo de espaço de trabalho, dos diferentes tipos de salas de reunião e dos espaços de apoio necessários ao bom funcionamento de um escritório. A informação é complementada por casos práticos e por uma série de recomendações para colocar em prática os projetos, tudo GG ilustrado com esquemas explicativos e interessantes exemplos de todo o mundo. Juriaan van Meel Yuri Martens Hermen Jan van Ree

Yuri Martens é pesquisador e trabalha no desenvolvimento de estratégias relacionadas ao espaço de trabalho. Anteriormente trabalhou no Center for People and Buildings dos Países Baixos, onde participou como coautor de Werkplekwijzer, obra holandesa predecessora deste livro.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

Por sua estrutura prática e apresentação sintética de conceitos e tipos de escritórios, este livro constitui uma leitura indispensável a todos os profissionais interessados na configuração de espaços de trabalho e no projeto de escritórios. Juriaan van Meel é cofundador e consultor do ICOP e pesquisador-chefe do Centre for Facilities Management – Realdania Research, em Copenhague. É autor de The European Office e coautor de The Office: The Whole Office and Nothing but the Office. Yuri Martens é pesquisador e trabalha no desenvolvimento de estratégias relacionadas ao espaço de trabalho. Anteriormente trabalhou no Center for People and Buildings dos Países Baixos, onde participou como coautor de Werkplekwijzer, obra holandesa predecessora deste livro. Hermen Jan van Ree é assessor de estratégias, operações e marketing em gestão do desempenho e atuou como pesquisador na University College London e em diversos institutos de pesquisa dos Países Baixos e dos Estados Unidos. É membro atuante do BIFM e especialista do Comitê Europeu de Normalização. NOVIDADES ARQUITETURA

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ARQUITETURA

Atlas de detalhes

construtivos nova edição

Peter Beinhauer

fundações paredes exteriores paredes interiores

janelas portas lajes escadas •

coberturas inclinadas

coberturas planas

Atlas de detalhes construtivos (nova edição) Peter Beinhauer 22 x 30 cm, 348 páginas Cartonado 978-84-252-2473-7 Segunda edição revista

Muitos escritórios de arquitetura estão interessados em melhorar a qualidade dos seus projetos na fase de execução, em que é necessário gerir uma grande quantidade de documentação técnica para garantir uma boa qualidade na execução da obra. Após um cuidadoso processo de seleção e revisão, esta segunda edição do Atlas de detalhes construtivos reúne mais de quatrocentos pormenores que constituem uma grande ajuda na fase de execução. A organização temática em nove seções — fundações, paredes exteriores, paredes interiores, janelas, portas, lajes, escadas, coberturas inclinadas e coberturas planas — permite uma busca rápida e efetiva dos pormenores necessários para realizar um projeto tecnicamente bem desenvolvido. Peter Beinhauer é arquiteto pela Escola de Arquitetura da Technishe Universität de Stuttgart. Com gabinete próprio sediado em Leipzig, sua atividade centra-se fundamentalmente na construção de prédios, hospitais e residências, além de prestar serviços de consultoria nas fases de pormenorização de projetos e execução de obras.

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NOVIDADES ARQUITETURA


ARQUITETURA A modernidade superada. Ensaios sobre arquitetura contemporânea (nova edição) Josep Maria Montaner 15 × 21 cm, 192 páginas Brochura 978-84-252-2513-0

A MODERNIDADE SUPERADA ENSAIOS SOBRE ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA

JOSEP MARIA MONTANER Na atualidade, o movimento moderno na arquitetura é tanto uma condição permanente como um fenômeno histórico superado. Os nove ensaios que compõem este livro são agora publicados em edição revista e atualizada, com uma nova introdução e um novo texto sobre o problema da fragilidade da arquitetura moderna. Todos os ensaios evidenciam que foi nos países nórdicos, na Europa mediterrânea, na América Latina e em outros contextos periféricos onde as insuficiências da modernidade puderam ser mais profundamente superadas. Para analisar esse processo, o autor recorre a contribuições do campo da arte e da teoria. NOVA EDIÇÃO RENOVADA E AMPLIADA

Josep Maria Montaner é arquiteto, escritor e catedrático da Escola Técnica Superior d’Arquitectura de Barcelona (ETSAB-UPC). Foi professor convidado em diversas universidades da Europa, da América e da Ásia. É autor de livros traduzidos em vários idiomas, sendo o mais recente Sistemas arquitetônicos contemporâneos (Editorial Gustavo Gili, Barcelona, 2008), e publica regularmente em revistas de arquitetura e nos periódicos espanhóis El País e La Vanguardia.

Outros livros de Josep Maria Montaner em português:

Sistemas arquitetônicos contemporâneos Josep Maria Montaner

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Sistemas arquitetônicos contemporâneos 978-84-252-2356-3

Depois do movimento moderno. Arquitetura da metade do século xx 978-84-252-1828-6

Arquitetura e crítica 978-84-252-2238-2

NOVIDADES ARQUITETURA

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ARQUITETURA

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Visual merchandising

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Vitrines e interiores comerciais

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Visual merchandising. Vitrines e interiores comerciais

Vitrines e interiores comerciais

Tony Morgan

Tony Morgan

ISBN 978-84-252-2428-7

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Tony Morgan 21,5 x 28 cm, 208 páginas Brochura 978-84-252-2428-7

O visual merchandising é fundamental para qualquer estabelecimento comercial, pois fortalece a imagem da marca da loja e é capaz de aumentar consideravelmente as vendas. Seja por meio de vitrines impactantes que atraem o público, incentivando-o a entrar na loja, ou de um layout especial e determinados recursos, que orientam a circulação do consumidor pelo interior do estabelecimento, estimulando-o a passar mais tempo ali, o visual merchandising pode tornar a experiência de compra inesquecível. Este livro apresenta informações fundamentais para estudantes e profissionais do setor varejista, recorrendo a exemplos de boas práticas de visual merchandising no mundo todo. O livro aborda todos os aspectos do visual merchandising, como vitrines, design de lojas, distribuição dos produtos no interior dos estabelecimentos e uso de manequins. Ilustrado com desenhos e fotografias de numerosos exemplos de destaque em todo o mundo, também apresenta dicas e conselhos práticos. Tony Morgan é professor de visual merchandising do London College of Fashion e é diretor do departamento de visual merchandising da Fashion Retail Academy. Foi diretor de visual merchandising na Selfridges durante dezoito anos e atualmente dirige sua própria empresa de consultoria especializada no setor varejista.

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NOVIDADES ARQUITETURA


ARQUITETURA A casa ecológica. Ideias práticas para um lar ecológico e saudável Sergi Costa Duran

Sergi Costa Duran 19 x 23,5 cm, 160 páginas Brochura 978-84-252-2416-4

A CASA ECOLÓGICA

A CASA ECOLÓGICA

IDEIAS PRÁTICAS PARA UM LAR ECOLÓGICO E SAUDÁVEL

O que é melhor para nós e para o meio ambiente? Uma moradia construída em estrutura de madeira certificada ou em fardos de palha? Um painel isolante de cânhamo ou de celulose? Podemos revestir o banheiro com azulejos cerâmicos ecológicos? É fácil recolher a água de chuva de forma doméstica? Este guia de divulgação apresenta conselhos práticos e produtos úteis para saber como construir um edifício e como condicionar o interior de uma casa de modo a causar o mínimo impacto possível no seu entorno.

O que é melhor para nós e para o meio ambiente? Uma moradia construída em estrutura de madeira certificada ou em fardos de palha? Um painel isolante de cânhamo ou de celulose? Podemos O livro está organizado em três capítulos principais: a introdução revestir o banheiro com azulejos cerâmicos ecoapresenta ilustrações e esquemas de instalações para economizar água e energia ou climatizar uma moradia de modo natural; lógicos? Éé dedicado fácilaosrecolher a água de chuva de forma o segundo capítulo materiais, revestimentos e sistemas aplicáveis na fase de projeto e construção; finalmente, doméstica? o último capítulo explica como reformar nossa casa de forma ecológica, com uma série de usos e complementos para cada cômodo do lar, incluindo o jardim e a varanda. Este livro é uma referência obrigatória com respostas variadas para todos os que já se perguntaram em algum momento: seria possível viver em um lar mais saudável e menos poluente?

Este guia de divulgação apresenta conselhos práticos e produtos úteis para saber como construir um edifício e como condicionar o interior de uma casa de modo a causar o mínimo impacto possível no seu entorno. Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 93 322 81 61 - Fax (+34) 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.com

ISBN 978-84-252-2416-4

O livro está organizado em três capítulos princi-GG pais: a introdução apresenta ilustrações e esquemas de instalações para economizar água e energia ou climatizar uma moradia de modo natural; o segundo capítulo é dedicado aos materiais, revestimentos e sistemas aplicáveis na fase de projeto e construção; finalmente, o último capítulo explica como reformar nossa casa de forma ecológica, com uma série de usos e complementos para cada cômodo do lar, incluindo o jardim e a varanda. Este livro é uma referência obrigatória, com respostas variadas para todos os que já se perguntaram em algum momento: é possível viver em um lar mais saudável e menos poluente? 9 788425 224164

GG

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NOVIDADES ARQUITETURA

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MODA

Bronwyn Cosgrave é jornalista e consultora especializada em história da moda. É autora de Sample: Cuttings from Contemporary Fashion (2005) e de Made for Each Other: Fashion and the Academy Awards (2007). Presta consultoria para marcas de luxo, como Montblanc e Swarovski, é comentarista de moda e estilo em programas de televisão e rádio e colabora com distintas publicações, como Vogue, Vanity Fair e The Observer.

História da indumentária e da moda.

História da indumentária e da moda

Bronwyn Cosgrave 27,9 x 24 cm, 256 páginas Brochura 978-84-252-2459-1

Bronwyn Cosgrave

História da indumentária e da moda. Da Antiguidade aos dias atuais

A indumentária de cada cultura é um reflexo dos valores de cada sociedade em sua época. Por funcionalidade, ostentação ou pura questão estética, o vestuário sempre serviu para comunicar o que, para a autora, é o verdadeiro significado da moda: a manifestação da personalidade de cada indivíduo. Com base em uma extensa pesquisa histórica, História da indumentária e da moda apresenta a indumentária e a evolução da moda desde os povos da Antiguidade aos grandes estilistas do século xx e à indústria das marcas internacionais. Cada capítulo é ricamente ilustrado e aborda a indumentária e os costumes das culturas e períodos históricos mais representativos através de seu contexto histórico e do papel da mulher na sociedade em questão e descreve o vestuário de homens e mulheres e os tecidos utilizados, além de chapéus, acessórios de cabeça, penteados, maquiagem, perfumes e demais cuidados pessoais. História da indumentária e da moda destina-se a profissionais da moda, como estilistas, produtores e figurinistas, além de professores, pesquisadores e estudantes do tema e a todos que se interessam pelo fascinante mundo da moda.

Da Antiguidade aos dias atuais Bronwyn Cosgrave

A indumentária de cada cultura é um reflexo dos valores de cada sociedade em sua época. Por funcionalidade, ostentação ou pura questão estética, o vestuário sempre serviu para comunicar o que, para a autora, é o verdadeiro significado da moda: a manifestação da personalidade de cada indivíduo.

Com base em uma extensa pesquisa histórica, História da indumentária e da moda apresenta a indumentária e a evolução da moda desde os povos da Antiguidade aos grandes estilistas do sé-GG culo XX e à indústria das marcas internacionais. Cada capítulo é ricamente ilustrado e aborda a indumentária e os costumes das culturas e períodos históricos mais representativos por meio de seu contexto histórico e do papel da mulher na sociedade em questão. O livro descreve o vestuário de homens e mulheres e os tecidos utilizados, além de chapéus, acessórios de cabeça, penteados, maquiagem, perfumes e demais cuidados pessoais. ISBN 842522459-4

ISBN 978-84-252-2459-1

9 788425 224591

MASCULINO

I D A D E

M É D I A

gola baixa e que se alargava a partir dos quadris ou da cintura. No século XV, a côtehardie era tão curta que mal alcançava o comprimento de uma sobrecasaca. A houppelande era outra peça da moda, usada por homens e mulheres, que data de cerca de 1400. Essa túnica longa e folgada tinha um cinto e ombros ajustados, gola alta e ampla e mangas largas. As mulheres também usavam uma longa côte-hardie assim como vestidos longos e amplos. A forma também emergiu como um elemento distinto do vestuário. A indumentária tornou-se mais ainda uma marca da posição social.

A

História da indumentária e da moda destina-se a profissionais da moda, como estilistas, produtores e figurinistas, além de professores, pesquisadores e estudantes do tema, e todos que se interessam pelo fascinante mundo da moda.

O VESTUÁRIO

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Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

acima: Leonor da Aquitânia, rainha da Inglaterra, mulher de Henrique II (1122–1204) foi uma figura política poderosa. Ela preferia vestidos feitos de samite, uma seda mais pesada popular em Bizâncio. Esta é uma ilustração feita por E. Hargrave de um retrato contemporâneo.

à direita: um afresco do século XIV mostrando trajes medievais.

Tecidos A lã era o tecido mais importante da Idade Média. No século XV, na Inglaterra, foram desenvolvidos teares específicos para tecer lã. Havia diversas variações de tecido de lã, incluindo chamalote, um tecido fino, produzido na França. O jérsei era produzido na Itália e o linho também era produzido e usado em diversas gramaturas, do pesado ao diáfano. Tecer a seda também se tornou popular na Europa e, em consequência, o preço do tecido baixou consideravelmente. A seda fosca pesada foi usada para confeccionar mantos caros e o forro era feito em veludo e cetim. A nobreza usava roupas de lã fina e leve, linho de Reims e seda importada. Leonor de Aquitânia preferia vestidos de samite, a seda grossa produzida, originalmente, no Império Bizantino. Muitas vezes, seus vestidos eram bordados com ouro e pérolas costuradas à mão, usados para disfarçar as bainhas. Os camponeses, por sua vez, usavam roupas feitas de fibras rústicas, como linho rústico e tecido grosso e lã de Lindsey. Todas as classes usavam pele, embora a posição social determinasse que tipo de pele cada indivíduo poderia usar. Arminho e zibelina eram usados pelos ricos, enquanto os camponeses usavam pele de ovelha, texugo e raposa. As pessoas usavam peles em qualquer estação, mantendo a pele verdadeira próxima ao corpo, para isolamento, enquanto o couro ficava à mostra. As peles eram populares por serem funcionais. As roupas usadas ao ar livre eram forradas com peles porque eram leves, impermeáveis e arejadas. As peles também satisfaziam a exigência de formas pudicas, que predominou durante toda a Idade Média, pois cobriam o corpo e faziam com que as curvas e formas do corpo feminino ou masculino fossem indistinguíveis. Portanto, elas eram modeladas em trajes longos, como o peliçon forrado de pele, que era usado por homens e mulheres. Feiras têxteis tornaram-se pontos de encontro importantes. Várias feiras eram realizadas na França: em Champagne, Bar-sur-Aube, Provins e Troyes, atraindo um grupo internacional de comerciantes de tecido da Escócia e da Rússia, do Egito e de Constantinopla. Tecidos e roupas feitas sob encomenda eram vendidas nas feiras e os clientes estrangeiros asseguravam que tendências semelhantes fossem difundidas pela Europa e arredores. Na Idade Média, tecidos suntuosos eram usados para trajes e para artigos decorativos dos lares. Embora fossem aprovadas leis suntuárias para regular o uso de tecidos extravagantes, como na época de Henrique II, na Inglaterra, elas eram amplamente negligenciadas. Os lares na Inglaterra e na França usavam linho e lã finos para toalhas de mesa, lençóis, roupas e cortinados. Tomás, duque de Glocester (1345–1397), um dos filhos de Eduardo III, tinha 16 conjuntos de roupa de cama de seda e ouro bordados em sua casa. Tecidos caros, como o veludo de seda, cobriam os tronos. Nos castelos europeus, as janelas

m od a , a rt e e c u lt u r a p op Nos anos 1990, a versatilidade da activewear adquiriu um novo sentido: viagens do jet set. As bolsas de náilon de Miuccia Prada reintroduziram a funcionalidade no vestuário

NOVIDADES MODA

S È C U L O

X X

acima: Os modelos simples de André Courrèges liberaram as mulheres das bainhas longas e roupas pesadas.

O

à esquerda: Os modelos justos de Azzedine Alaïa permitiam às mulheres dos anos 1980 exibirem os físicos moldados nas academias.

Moda, arte e cultura pop Antes do século XX, pintores como Ingres e Courbet, Monet, Manet, Degas, Whistler e Toulouse-Lautrec foram fascinados pelas roupas usadas por seus temas e as pintaram de forma minuciosa. Mas o século XX inverteu o ciclo. Estilistas que eram, ao mesmo tempo, artistas e couturières – ou simplesmente fascinados pela arte – produziram roupas que misturavam as duas disciplinas. Paul Poiret foi o primeiro estilista a trabalhar próximo a artistas, encarregando Raoul Dufy e André Derain de desenhar tecidos para suas coleções de alta-costura. Em 1911, Poiret fundou a École Martine, sua própria escola de arte, que

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Bronwyn Cosgrave é jornalista e consultora especializada em história da moda. É autora de Sample: Cuttings from Contemporary Fashion (2005) e Made for Each Other: Fashion and the Academy Awards (2007). Presta consultoria para marcas de luxo, como Montblanc e Swarovski, é comentarista de moda e estilo em programas de televisão e rádio e colabora com distintas publicações, como Vogue, Vanity Fair e The Observer.

feminino e masculino dos anos 1990. Suas mochilas e trech coats de náilon que não amarrotavam fizeram tanto sucesso que, em 1998, a Prada lançou a Prada Sport, uma linha da estilista de sapatos e roupas inspirada nos esportes. No outono de 1999, Neil Barrett, estilista inglês que desenhou, durante oito temporadas, a roupa masculina da Prada, apresentou a Samsonite Active Wear, uma gama de produtos de moda unissex para a linha de bagagens norte-americana. Destinada a um público itinerante, Barrett utilizou tecidos como o Cordura, um tipo de náilon muito utilizado nos casacos Prada. As roupas de Barrett combinavam a funcionalidade e a tecnologia. A Wear Bag, por exemplo, é uma capa de chuva dobrável, que se transforma em uma pequena bolsa com zíper. Alguns casacos eram dotados de almofadas de pescoço – golas que inflavam, quando se soprava no tubo oculto – e outros casacos tinham alarmes digitais embutidos. Esses estilistas captaram o entusiasmo pela moda esportiva, iniciado, em 1971, pela Nike, marca de calçados esportivos. A prática do jogging começou nos Estados Unidos, logo se estendeu para a Inglaterra, difundindo-se por todo o mundo. Os tênis foram concebidos nos anos 1860, quando os britânicos começaram a usar sapatos de lazer feitos de lona. Inicialmente, foram popularizados pela Converse, que criou os tênis de lona All Star em 1919 (e que, durante a primeira metade do século, foram os tênis mais populares dos Estados Unidos). A Nike soube criar um espaço no mercado, combinando tecnologia com cores e cortes da época. A Nike explorou a moda esportiva do fim dos anos 1970 e 1980, levando estilistas como os da Chanel, Ralph Lauren (que encarregou a Reebok de fazer os tênis da Polo Sport) e Rifat Ozbek a introduzirem tênis em suas coleções. Para a Vogue norte-americana, a Nike é o que mais se aproxima da alta-costura no mundo do esporte, produzindo uma grande variedade de moda associada ao esporte com roupas sofisticadas e calçados de design. Os tênis Nike de alta tecnologia saíram um pouco de moda quando o grunge, movimento musical e de moda, adotou em sua estética tênis mais simples de marcas como Puma, Adidas e Converse. A Nike, porém, reconquistou sua posição, abrindo uma rede de superlojas chamada Nike Town. O The Times a chamou de colosso quando a Nike Town foi inaugurada em Londres, em 1999. Maior loja do conglomerado esportivo, ela ocupa uma área de 6.500 m2 e tem 47 mil calçados, assim como 135 mil roupas esportivas. A fórmula da Nike Town tem funcionado para a marca. No ano de 1999, a empresa informou um faturamento mundial de 8,8 bilhões de dólares.

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B Bandó

F Fusionagem

L Linho 20 

S Sobreposição de camisetas


MODA

Ambrose, Paulmais Harris Este dicionário Gavin é uma introdução à terminologia atual do mundo 12 x 16 páginas da moda, apresentada porcm, meio 288 de definições breves e ilustrações Brochura vistosas. 978-84-252-2435-5

G. Ambrose / P. Harris

Dicionário ilustrado da moda

Dicionário ilustrado da moda

Seus mais de 200 verbetes incluem palavras comuns que na moda têm significados muito particulares, como andrógino, botão, conceito ou sapatos; termos que com frequência são usados de maneira incorreta, como baby doll ou corselete; conceitos históricos ou tradicionais que Este recuperaram, dicionário é uma introdução as últimas tendências como espartilho, elisabetano ou à terminologia atual do mundo melindrosa; e, mais finalmente, o vocabulário técnico. da moda, apresentada por

Dicionário ilustrado da moda

G. Ambrose / P. Harris

meio de definições breves e ilustrações vistosas.

Em suma, trata-se de uma seleção que reúne termos de ontem e de hoje e forma um vocabulário imprescindível para um registro atual do incluem palaSeus mais de duzentos verbetes setor da moda.vras comuns que na moda têm significados muito

particulares, como andrógino, botão, conceito ou sapatos; termos que com frequência são usados de maneira incorreta, como baby doll ou corselete; conceitos históricos ou tradicionais que as últimas tendências recuperaram, como espartilho, elisabetano ou melindrosa; entre outros termos do seu vasto vocabulário técnico. Em suma, trata-se de uma seleção que reúne termos de ontem e de hoje e forma um vocabulário imprescindível para um registro atual do setor da moda.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

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B Boneca

Gavin Ambrose, mestre de artes, é designer gráfico profissional, e seus clientes encontram-se entre os mais diversos setores, como nas artes, galerias, em editoras e agências de publicidade. Já escreveu e projetou vários livros sobre design gráfico, gestão de marcas (em inglês, branding) e embalagens. Paul Harris, com diploma de pós-graduação, é escritor e jornalista freelance. Paul escreve para revistas e jornais, tanto de Londres como de Nova York, sobre uma série de tópicos: de arquitetura a turismo. É coautor e colaborador de vários livros de design gráfico.

NOVIDADES MODA

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Criando um molde em papel com os objetos tridimensionais

Fixe aleatoriamente os cubos, em alturas diferentes, no molde básico de blusa em papel.

Trace as linhas do desenho do modo que você quiser, ligando os cubos.

Página 20: blusa com dekoboko Três cubos em uma blusa confeccionada a partir de um molde básico.

Corte ao longo das linhas e abra-as para formar o molde. Nas áreas em que as linhas do desenho não passarem pelas arestas dos cubos, o molde não ficará liso. Utilize uma das três técnicas básicas: introdução de pences, folga ou alisamento para fazer o molde ficar liso.

Modelos diferentes podem ser criados dependendo do modo como você traça as linhas do desenho. Você também pode modificar a cor dos diversos elementos. Os cubos ficam mais definidos em um tecido mais estruturado.

51 MODELAGENS MÁGICAS

Drapeado simples (sem torcer o tecido)

Drapeado

Através da abertura, cruze as metades esquerda e direita da blusa e crie o desenho drapeado. Quanto maior Um contraste elegante criado por luz e sombra.

o círculo, mais frouxo será o desenho e, inversamente, quanto menor o círculo, mais apertado o desenho.

Faça um molde plano simples para um modelo drapeado que, normalmente, é feito ao alfinetar

Ombro

e cortar o tecido de modo tridimensional.

Decote

Um redemoinho drapeado e cruzado à direita Linha da cava

e à esquerda foi introduzido na parte da blusa do molde básico.

Lateral

4 cm

Fim da costura

18 cm CF 4 cm 4 cm Fim da costura

Confeccionando o molde básico

Bainha

Feche as pences nas duas metades e e corte e abra até a e chegar a 18 cm, neste caso. Alinhe as metades e distância e trace linhas contínuas e suaves. Para criar a abertura, determine o local em que termina a costura, chamando-o .

Costura lateral

3 cm 1 cm

FRENTE

1 cm

COSTAS 2,5 cm

0,5 cm 0,5 cm

PB 2 cm

1 cm 1 cm

2 cm

3 cm

LQ 3 cm

2 cm 13 cm

0,5 cm

LQ

4 cm

4 cm

4 cm Q + 0,5 cm 4

Q + 2,5 cm 4 Divida – , o raio do círculo, em quatro seções iguais e trace as linhas de corte e abertura. Divida o molde em papel acima e abaixo de – nas metades e respectivamente.

Introduza pences na cintura para que a blusa fique ajustada nesta área. As pences na frente da blusa estão fechadas ao cortar e abrir a área drapeada. O centro da área drapeada é expresso no desenho por meio de um círculo, considerando o volume criado pelas camadas de tecido. A linha de ligação – é a linha de desenho para criar a abertura.

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2 cm

2 cm

9 cm 1 cm

2,5 cm

9 cm

Costure a área entre

e

em uma das metades da blusa.

Introduza a outra metade na abertura que você criou e costure de até . Costure o centro da frente a partir de , o fim da costura, até a bainha.

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MODELAGENS MÁGICAS

MODELAGENS MÁGICAS

NOVIDADES MODA


MODA Modelagens mágicas

Tomoko Nakamichi 19 x 25,5 cm, 104 páginas Brochura 978-84-252-2439-3 Cultuado no Japão e grande sucesso em outros países, o livro Modelagens mágicas apresenta de forma simples o passo a passo para a criação de roupas esculturais e deslumbrantes, utilizando uma abordagem criativa da modelagem. Inédita em português, esta obra é ricamente ilustrada com diagramas e fotografias que, ao lado das instruções de cada projeto, revelam o segredo da singular modelagem japonesa. Trata-se de uma obra fundamental para estudantes, professores, profissionais e demais interessados na arte da modelagem e do design de moda.

Modelagens mágicas Tomoko Nakamichi

Modelagens mágicas 2

Tomoko Nakamichi 19 x 25,5 cm, 104 páginas Brochura 978-84-252-2441-6

Para aqueles que ficaram fascinados com o primeiro volume desta cultuada obra, neste segundo volume são apresentadas novas e espetaculares roupas e a técnica necessária para criá-las. Assim como o primeiro volume, a importância desta obra consiste na clareza da informação apresentada, sejam instruções, diagramas simplificados ou fotografias que a ilustram, tornando simples o processo de criação de peças que se destacam por sua originalidade e caráter marcadamente contemporâneo. Trata-se de uma abordagem criativa da modelagem, fundamental para estudantes, profissionais e todos que se interessam por design de roupas e de moda.

Modelagens mágicas 2 Tomoko Nakamichi

Tomoko Nakamichi, depois de lecionar durante muitos anos no renomado Bunka Fashion College, ministra atualmente palestras e cursos sobre modelagem em seu país natal, o Japão, e em outros países. Este livro reúne os resultados da pesquisa em modelagem de roupa que ela desenvolveu para auxiliar seus alunos. NOVIDADES MODA

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MODA Acessórios de moda. Modelos F. V. Feyerabend 21,5 x 30,2 cm, 400 páginas Cartonado 978-84-252-2419-5

Acessórios de moda. Modelos é o guia mais amplo e completo sobre acessórios disponível na atualidade. Devido à crescente importância que estes elementos adquiriram durante as últimas décadas e à semelhança do volume anterior, Ilustração de moda. Moldes, do qual o presente livro é complemento, Acessórios de moda. Modelos expõe um panorama da diversidade do design de acessórios, apresentando tanto os clássicos como as criações mais recentes. Com mais de 2.700 ilustrações, constitui uma obra de referência ideal para estilistas, designers e estudantes de moda, e para todos aqueles que desejam ampliar seus conhecimentos e buscar inspiração sobre esse fascinante tema. F. V. Feyerabend é designer de moda e colaborador de publicações periódicas. É também professor da Escola Superior de Ciências Aplicadas e da AMD Akademie Mode & Design em Hamburgo.

Outros livros de F. V. Feyerabend

Ilustração de moda. Moldes F. V. Feyerabend, Frauke Ghosh Coleção GGmoda 978-84-252-2333-4

NOVIDADES MODA

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MODA

Steven Faerm 22 x 22 cm, 144 páginas Brochura 978-84-252-2460-7 Método de qualidade comprovada pelos seus resultados na Parsons The New School of Design de Nova York, cada

tópico é ilustrado por trabalhos dos alunos deste curso, desde imagens de referência temática, ilustrações projetuais a fotos de produtos finalizados, para que o leitor possa ter uma noção da organização e representação de um conceito temático que deve ser concretizado em pouco tempo desde a escolha dos materiais, técnicas de representação e construção ao produto final.

Curso de design de moda

Steven Faerm

temas, materiais, ferramentas e planejamento de uma coleção. Além disso, estabelece um glossário ilustrado sobre detalhes clássicos das roupas e tecidos, orienta a montagem do portfólio e as estratégias de apresentação em entrevistas e indica sites para a aquisição de repertório e tendências. Também apresenta entrevistas com profissionais do mercado internacional, que fazem uma preleção sobre como deve ser o perfil dos futuros designers de moda para se destacarem num ramo cada vez mais competitivo.

Princípios, prática e técnicas

Curso de design de moda

Curso de design de moda. Princípios, Este livro dá uma visão ampla e aprofundada sobre momentos históricos da moda, destaca personalidades relevantes para sua evolução ee expõe conceitos básicos para o desenvolvimento de um produto neste segmento, como cores, prática técnicas

Steven Faerm

Steven Faerm é o diretor da BFA Fashion Design Program na Parsons The New School for Design. É também membro da Board Member for The Arts of Fashion Organization onde colabora com a série de palestras da “Fashion.edu”, que permite aos educadores e designers profissionais que se unam para discutir sobre o ensino em design de moda. Ele recebeu o prêmio da New School’s University em 2008 e atualmente está criando e lançando uma revista acadêmica que será dedicada à análise do ensino de moda no mundo todo.

Este livro dá uma visão ampla e aprofundada sobre momentos históricos da moda, destaca personalidades relevantes para sua evolução e expõe conceitos básicos para o desenvolvimento de um produto neste segmento, como cores, temas, materiais, ferramentas e planejamento de uma coleção. Além disso, estabelece um glossário ilustrado sobre detalhes clássicos das roupas e GG tecidos, orienta a montagem do portfólio e as estratégias de apresentação em entrevistas, e indica sites para a aquisição de repertório e tendências. Também apresenta entrevistas com profissionais do mercado internacional, que fazem uma preleção sobre como deve ser o perfil dos futuros designers de moda para se destacarem num ramo cada vez mais competitivo. Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

Método de qualidade comprovada pelos seus resultados na Parsons The New School of Design de Nova York, cada tópico é ilustrado por trabalhos dos alunos deste curso, desde imagens de referência temática e ilustrações projetuais a fotos de produtos finalizados, para que o leitor possa ter uma noção de organização e representação de um conceito temático que deve ser concretizado em pouco tempo, como a escolha dos materiais e técnicas de representação da construção ao produto final.

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CAPÍTULO 1: INTRODUÇÃO À MODA

UNIDADE 4: PRINCIPAIS CATEGORIAS NO MERCADO

principais categorias no mercado O design de moda é organizado por categorias que implicam médias de preços, estética e público-alvo. É fundamental que você entenda a categoria para a qual desenha.

os estilistas reagiram usando cores tradicionalmente masculinas como cinza, preto, azul-marinho e cinza-acastanhado nas roupas feitas para mulheres. Na década de 1980, os estilistas começaram a oferecer silhuetas alternativas que permitiam às mulheres se sentirem profissionais sem ignorar a feminilidade. O atual mercado das lojas de departamento está em constante mudança porque as mulheres da geração baby-boomer se sentem mais confortáveis competindo com homens e as mais jovens não se sentem necessariamente pressionadas a usar (ou nem querem usar) terninhos. Portanto, muitas coleções dessas lojas, como Banana Republic ou Anne Taylor, são mais baratas e mais ousadas para atrair as jovens consumidoras.

� Inovação da silhueta Coleções de grife usam tecidos de ótima qualidade para criações altamente originais. As formas esculturais e a tecnologia têxtil empregadas nesta coleção demonstram um inovador ponto de vista.

Alta-costura A alta-costura produz as roupas mais caras, de melhor acabamento e que despendem um trabalho intenso, além de ser rigorosamente monitorada pela Chambre Syndicale de la Haute Couture em Paris. Para ser um couturier, um designer precisa ser convidado pela Chambre Syndicale, trabalhar em Paris e empregar no mínimo quinze pessoas. Um desfile de moda de pelo menos 35 peças para esporte ou passeio e também para esporte fino ou black tie deve ser apresentado duas vezes por ano. As peças devem ser especificamente ajustadas a cada cliente no mínimo três vezes. O couture começou com Charles Frederick Worth no final do século XIX, mas declinou em popularidade devido aos custos exorbitantes e exaustivos processos. Designers usam o couture principalmente para chamar a atenção para as suas coleções prêt-à-porter.

� Silhuetas convencionais Mesclando silhuetas convencionais com tecidos de qualidade, praticidade e uma paleta de cores equilibrada, as coleções das bridge oferecem aos consumidores um guarda-roupa completo com peças versáteis que contêm detalhes bem-concebidos.

Grife/prêt-à-porter Esta categoria descreve coleções que usam modelagem padronizada e apresentam desfiles sazonais para a imprensa de moda e compradores. A roupa de grife, criada por estilistas, é marcada por tecidos, construções e acabamento superiores e frequentemente tem um valor agregado às coleções tanto pelo marketing e publicidade – a exemplo de Donna Karan – ou pela atenção à construção e ao detalhamento –a exemplo da Hermès. Roupas de estilistas também podem ser conhecidas por inspirações mais exóticas, conceituais e abstratas que exploram ideias artísticas e filosóficas, como o trabalho do Comme des Garçons e Hussein Chalayan. Cada vez mais, as coleções grife/prêt-à-porter estão se tornando exclusivas e usadas como ferramenta promocional em suas lojas para vender produtos mais baratos e difundir coleções.

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� Técnicas do couture clássico Raramente há um limite de preço no couture clássico devido à ênfase em qualidade e técnicas que devem ser feitas à mão. O trabalho, a habilidade e a grande quantidade de tempo gastos caracterizam esta saia em viés com apliques à mão, bainha recortada e tiras de seda costuradas em camadas.

CAPÍTULO 2: FUNDAMENTOS DO DESIGN

Cor como Inspiração Da ferrugem queimada, do rubro ruivo e do laranja ardente do sudeste da América do Norte, às relações sensíveis dos brancos opacos das geleiras, as cores extrapoladas de sua pesquisa e quadros de conceitos irão abastecer a coleção não somente de referências de cor, mas também de dimensões nas quais elas devem ser usadas. Apesar de que suas imagens podem oferecer uma sólida base para a construção da sua paleta, é necessário sempre ter cuidado quando selecionar a cor por sua especifi cidade e ter certeza que ela complementa a criação, possui aplicação comercial na sua proporção e silhueta e conversa com a estética de seu público-alvo.

UNIDADE 11: CORES

CONTEXTOS DA COR

� Elementos masai Cores tribais

Quando for revisar a sua pesquisa e a ambiência do tema, analise os contextos da cor.

em texturas e tratamentos em tecidos atraem um consumidor urbano e sofisticado. Considere como a inspiração pode ser sugerida através de icônicas relações de cor.

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� Dispare códigos Direcione referências de cor; materiais e ferragens dão originalidade e charme a esses acessórios inspirados nos bombeiros.

• Qual é a cor dominante da ambiência do tema e qual fornece o realce? • Como as cores dominantes e de realce se relacionam uma com a outra? • Quantas cores dominantes podem ser extraídas? • Quantas cores de realce são usadas? Elas são usadas igualmente ou variam na porcentagem? • Quais sensações e emoções as cores produzem e como elas se relacionam ao tema? Como você pode acentuar isso através do caimento do tecido, diversificando/ assemelhando e desenvolvendo a silhueta? • A localização ou forma de uma cor fornece inspiração ao design? • Como as diferenças tonais de uma imagem contribui com referências para desenvolvimento de tecidos como transparentes ou opacos, técnicas de estampas e tingimentos, camadas e outros métodos de manipulação da cor? • Quais texturas estão presentes e como elas informam a seleção têxtil? Quais são as proporções das texturas mostradas? Como a textura pode ser usada como realce?

CONSIDERAÇÕES PRÁTICAS

Para desenvolver a paleta de cores baseada nas relações da ambiência, existem alguns processos que você pode seguir.

Considere o consumidor Apesar de uma cor específica parecer ótima em uma pintura, em um móvel ou até em um padrão de papel de parede, uma cor que se veste se torna parte da personalidade de quem a traja.

Considere a escala de cor Para um designer, um amarelo-brilhante pode ser mais apropriado se utilizado em uma silhueta ampla, como em um trench coat; porém, outro designer pode achar mais apropriado usar o amarelo em pequenas pinceladas em estampas ou forros. É claro que, algumas vezes, não são as cores que são inapropriadas, mas o contexto em que estão inseridas.

Steven Faerm é o diretor da BFA Fashion Design Program na Parsons The New School for Design. É também membro da Board Member for The Arts of Fashion Organization, onde colabora com a série de palestras da Fashion.edu, que permite aos educadores e designers profissionais se unirem para discutir sobre o ensino em design de moda. Ele recebeu o prêmio da New School’s University em 2008 e atualmente está criando e lançando uma revista acadêmica dedicada à análise do ensino de moda no mundo todo.

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Lojas de departamento/bridge Esse mercado originalmente ganhou proeminência na década de 1970 quando as mulheres ingressaram no mercado de trabalho e não encontravam roupas que satisfizessem suas necessidades profissionais. As bridge são mais um fenômeno norte-americano e baseiam os looks nos clássicos como sportswear e terninhos para mulheres. Esta categoria pode atingir altos preços, mas não tão altos quanto as grifes, pois não possuem valores agregados a um estilista, e são usados tecidos e processos de produção de menor qualidade. O estilo e a silhueta dessas lojas não mudam muito de estação para estação. Com a inserção das mulheres no mercado de trabalho e a suscetibilidade de serem percebidas pelos seus colegas como femininas demais,

UNIDADE 4

� Piratas tridimensionais Usando uma apresentação que destaca o design da sua categoria, esta coleção de roupas infantis utiliza complexas relações de estampa e cor em looks cheios de sobreposições.

� Material que vale Uma narrativa de cores azul, verde e branco despertou o interesse por meio de extenso desenvolvimento de estampas e tecidos.

Defina as relações de cores Quando considerar quais os principais tecidos que criarão as bases de sua coleção, defina as cores e tons primeiramente, assim você cria uma estrutura para todo o resto. Tons de bege, cinza, preto ou azul-marinho são comumente cores de base ou dominantes, e aquelas cores

comparativamente mais claras e/ou saturadas são frequentemente usadas para realçar a cor de base. Para alguns designers, principalmente de lojas de departamento, essa fórmula continua bastante consistente para cada entrega de estação, enquanto isso, outros desconsideram essas referências de cor e usam uma paleta mais específica que pode aperfeiçoar a identidade da marca sutilmente estação após estação.

Representação temática e contextual Como as cores são extraídas da ambiência para criar uma paleta que transmita o sentimento desejado, baseia-se profundamente no seu contexto. Como a cor se relaciona com toda a narrativa dos tecidos? Será necessário aplicar outra cor similar em seu tom para criar uma gradação de cor? A cartela demonstra a melhor sensação de harmonia ou há cores que discordam e competem por atenção?

Os intermediários Quando uma cartela de tecidos é criada em cima de cores sólidas que são desconexas e desarticuladas, é essencial que se crie um meio-termo para unificar e criar uma verdadeira narrativa. Estampas, tecidos ou listras aplicadas, bordados multicoloridos, tricôs de várias cores e até esquemas de bordados com pedrarias ou contas podem servir como um elo que amarra as cores e harmoniza o conjunto.

NOVIDADES MODA

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MODA Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda Carol A. Nunnelly 22 x 22 cm, 160 páginas Brochura 978-84-252-2509-3

Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda Carol A. Nunnelly

No mundo da moda, o desenho é imprescindível para comunicar uma ideia e apresentar, com eficiência, um bom design. A Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda é um guia visual do desenho e da ilustração de moda. Nele, são apresentados ferramentas, estilos e técnicas de desenho ensinados nas escolas e amplamente usados na indústria da moda. Entre outros temas, são abordados os materiais de desenho mais comuns e as técnicas mais empregadas para desenhar roupas e tecidos de maneira realista, o uso da cor como um importante aspecto do material gráfico e, ainda, as proporções de moda em relação à anatomia da figura representada. Em resumo, reúne os pontos principais para desenvolver uma ilustração com destreza e conquistar um estilo de desenho pessoal, característica essencial a qualquer ilustrador de moda. Carol A. Nunnelly é artista, ilustradora e professora no departamento de moda da Academy of Art University de San Francisco.

34

CHAPTER 2: LINE, SHAPE AND COLOUR

BLACK FABRIC the seams and details over the top. One way to remedy this is to draw the shape of the black garment and use a lighter colour to add the details over the top of the main shape. The other way is to gradually gradate the black colour from value five to value nine over a small area of the garment. This method requires that at least three-

COLOUR AND TEXTURE

35

� White lines

When black fabric is rendered it is difficult to see

quarters of the area of the garment is rendered in black. In this way the fabric has a local colour of

This figure has white lines defining folds and the edge of the skirt.

SOLID COLOUR FABRICS With all solid colour garments, look for the opportunity to create a light and dark value of the colour. Remember to check your value pattern, and if the local colour is a value number five then don’t make the shadow colour darker than a value number seven. If the fabric is reflective, you can render more values in the solid colour fabric illustration.

black and cannot be confused with grey fabric. A black pencil line over the layer of colour is a good way to clarify the shape and illustrate the full value range. Try drawing a black line around the shape and leaving a small white space between the line

Work on avoiding rendering the local colour as a boring colour that is isolated in the croquis. Avoid this by illustrating the local colour in another area of the illustration to draw the eye to a repetition of colour. So, if a blue skirt is rendered, then paint the eyeshadow in blue or repeat blue on the shoes or nail colour. The eye should find a way through the illustration, and repeating a colour will create this path.

and the shape. This uses the space as a guide to the shape’s contours and gives a graphic look.

� Pencil details

This male figure has a black jacket illustrated with black watercolour applied to the shape; black pencil lines show the details of the collar and the seams. � Watercolour wash

The black coat has pattern on top and the first layer is a watercolour wash with gradations of lighter value.

� Blue undertone

The black trousers on this figure have an undertone of blue. The colour is a rich combination of dark blue and black with texture applied on top to show a lighter grey value on the knee area.

� Black and white rendering

This illustration shows both black and white fabric rendering. The skirt has a small portion that is left white to show a light shape; however it is clearly black because most of the shape is black. The skirt is outlined with black pencil and has a small amount of white paper showing between the line and the skirt shape. There is one transitional grey shape between the black and white areas, making the garment appear to have dimension

and form. The white shirt is white paper and has a pale grey value number two shadow shape. Notice how effectively the leg contour line colours bring out the form of the body. The fur wrap is created with a black line and texture, while the shape and contour line show a larger white space between these two areas.

� � Local colours The colours are clearly stated and in each case you can see the local colour. In some fabrics there will be more shine in the surface texture.

110 CHAPTER 4: TECHNIQUES

ACCESSORIES 111

OTHER ACCESSORIES The key to completing great accessories is to layer the illustration. Begin with a drawing, add layers of colour and details and then move onto the finished piece by completing the outlines around the illustrations. The use of details and the additional

� Fun

details The cute socks and colourmatched bag and wedge sandals complement this fun outfit.

time taken to complete accessories will be worth the effort since each piece adds to the mood and drama of the final example.

� Belt Curve the form of the belt around the figure, based on the eye level and the “smile” and “frown” concepts (see page 76).

� Bold colour Here, the vibrant stockings and shoes make a statement. No other accessories are needed.

� Buckle In this minimal illustration, the belt buckle provides a focus.

� Decorative mask This is an example of an accessory that has so much detail that you will need to create a simple colour on the face and less detail in the make-up effects to balance it.

� Tie Create folds and volume by using highlights and use pattern and texture as needed.

� Stockings Draw stockings to show form and volume. Avoid the flatness that can occur with colours over forms by making the value contrast of one darker than the other and creating darker value on the sides of the stockings.

NOVIDADES MODA

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MODA Curso de fotografia de moda

Curso de fotografia de moda

Eliot Siegel 22 x 22 cm, 144 páginas Brochura 978-84-252-2508-6

Eliot Siegel

Há pouco tempo, a fotografia de moda era algo que se aprendia exclusivamente na prática, pois inexistiam cursos ou bibliografia especializada. Com seu Curso de fotografia de moda, Eliot Siegel ajuda a preencher a lacuna de materiais de referência nesse campo, que representa uma parcela importante do mercado da fotografia. Trata-se de um guia indispensável para quem deseja atuar como fotógrafo de moda profissional, contemplando da organização de uma sessão de fotos de moda à apresentação do portfólio para o cliente. Diferencia-se por incluir não só técnicas de fotografia convencional e digital detalhadas, com exercícios práticos para desenvolvê-las, mas também por dar orientações importantes sobre como equipar o estúdio, montar a equipe de produção ou captar clientes, além de como iniciar-se na profissão. Este livro ensina como fazer fotos profissionais e desenvolver um estilo artístico pessoal, e será útil tanto para principiantes como para os que já têm experiência profissional e desejam direcionar sua carreira para a fotografia de moda.

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O ESTÚDIO

Tutorial 17

Complementos importantes

TUTORIAL 17: COMPLEMENTOS IMPORTANTES � Organização A arara é um equipamento essencial no estúdio de um fotógrafo de moda. � Faxina em dia Em um dia movimentado, é crucial manter o espaço de trabalho dos maquiadores e cabeleireiros impecável.

Um ciclorama é um fundo permanente que pode ser pintado de qualquer cor. Os modelos podem se apoiar nele sem perigo de cair (diferente dos fundos de papel).

Um conjunto de lâmpadas de tungstênio HMI de luz branca fornece uma iluminação direta ainda melhor do que a do flash de estúdio.

59

Painéis rebatedores brancos refletem ou bloqueiam a luz não desejada sobre os modelos.

Para trabalhar com eficiência e ganhar respeito no setor, o fotógrafo de moda precisa prover seu estúdio com alguns equipamentos extras específicos. OBJECTIVOS • Dar um passo à frente nos pequenos detalhes que fazem a diferença

SUPORTES PARA FUNDOS DE PAPEL Existem vários sistemas disponíveis para fixar fundos de papel contínuo, também conhecidos pelo nome da marca mais famosa, Colorama. Todos os sistemas modernos empregam uma roldana de fácil utilização para elevar e abaixar os fundos.

Um maquiador perspicaz está sempre pronto para fazer os retoques necessários.

Os sistemas de gancho de parede são muito usados; simplesmente são fixados em um ponto alto o suficiente e permitem pendurar de um a três fundos de papel.

Um rebatedor prata com o avesso branco joga luz de preenchimento no rosto da modelo.

Esses mesmos sistemas de gancho são acoplados a barras extensíveis especiais que podem ser fixadas em um ponto entre o piso e o teto ou, se o teto for muito alto, apoiadas em tripés especiais. MÁQUINAS DE VENTO Existem ventiladores especiais que expulsam ar comprimido por um túnel sobre uma área específica a ser fotografada, normalmente no cabelo ou nas roupas do modelo, e são usados para acrescentar movimento natural à cena. São caros e talvez estejam fora do alcance de alguns, mas podem ser alugados de fornecedores de material de iluminação. Uma alternativa barata e frequentemente eficaz é usar um ventilador doméstico ou mesmo um secador de cabelos com boa potência. Sempre tomando cuidado para evitar acidentes. � Criando movimento Um ventilador acrescenta um clima dinâmico à imagem.

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CAMARIM E ÁREA DE MAQUIAGEM Qualquer estúdio de moda que se preze deve ter um camarim e uma sala de maquiagem de dimensões razoáveis. Embora seja possível montar um biombo móvel, os modelos se sentem mais à vontade se dispõem de um quarto para se trocar isolado por uma porta ou uma cortina. A maioria dos camarins conta com uma bancada onde colocar a maquiagem e os acessórios para cabelo, tomadas para os secadores e pranchas, um bom espelho com iluminação adequada e algumas cadeiras de altura ajustável. O produtor precisará de uma arara, uma tábua e um ferro de passar e, se você deseja um acabamento impecável, um vaporizador da marca Jiffy.

O PORTFÓLIO

EXERCÍCIO • 26 ORGANIZE AS FOTOS

1 Deixe as cópias de prova em uma mesa e organize suas imagens favoritas de modo a formar uma reportagem fotográfica sólida, sempre cuidando para que a continuidade não se rompa.

O produtor de moda mantém a roupa em perfeito estado durante a sessão.

Uma escada resistente e um assistente atento são fundamentais.

TUTORIAL 39: DÊ FORMA A UMA REPORTAGEM � Cortes Considere como você pode cortar as fotos para aumentar o interesse das séries, talvez tornando-as mais atrevidas.

2 Use a imagem mais forte para abrir a reportagem, pois

Eliot Siegel é fotógrafo há 25 anos e dedica-se à fotografia de moda e artística. Sua trajetória inclui trabalhos para revistas internacionais como Vogue, Harpers & Queen e Cosmopolitan, além de campanhas publicitárias e catálogos para grandes lojas e marcas como Selfridges, Macy’s ou Reebok, entre outras. Este livro é fruto de sua experiência e passa a visão de quem conhece o setor a fundo e passou por cada etapa até transformar-se em um fotógrafo de grande prestígio.

Luz no cabelo serve para dar um pouco de contraluz à imagem.

será a que marcará o tom. Disponha as fotos intermediárias de maneira que se relacionem bem entre si. Termine com uma imagem forte de novo: essa combinação ajudará os clientes a se lembrarem do que viram quando você tiver deixado seu escritório. Se um editor de moda ou diretor de arte precisar se esforçar para se lembrar da essência de seu trabalho, você pode perder uma oportunidade.

� Destaque-se Suas fotos devem criar um clima e dizer alguma coisa. Devem mostrar sua vontade de experimentar ideias que poderiam ser consideradas fora do comum. Perguntese que aspectos distinguirão seu portfólio dos demais.

121

� Combine Considere todas as possibilidades ao planejar a estrutura de seu portfólio. Experimente fazer algumas cópias em preto e branco e combinálas com imagens coloridas.

� Aparência geral Quando todas as fotos estiverem organizadas, comprove que as séries mantêm uma coerência que dá a impressão de que você está seguro de si e sabe o que está fazendo.

� Seja seletivo Não tenha pressa ao examinar as imagens e decidir quais usar e como organizá-las.

NOVIDADES MODA

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MODA

Princípios de gestão de negócios de moda

Susan Dillon

Princípios de gestão de negócios de moda

A moda é um universo de glamour e, ao mesmo tempo, um negócio complexo que desempenha um papel de grande importância na economia de diversos países, onde o sucesso depende não só do talento para a criação, mas também para o gerenciamento. Princípios de gestão de negócios de moda apresenta Susan uma introdução aoDillon negócio da moda através da análise dos processos, funções e objetivos que definem este setorxmultifacetado. Cada184 capítulo analisa conceitos como a previsão de tendências, a comunicação e 20 23 cm, páginas a tecnologia aplicadas à moda, as compras, a logística e as cadeias de suprimentos, o marketing e as Brochura iniciativas empresariais. Esses conceitos são complementados com exercícios e casos práticos com foco em978-84-252-2510-9 situações reais da indústria, além de entrevistas com profissionais do setor. Princípios de gestão de negócios de moda constitui uma importante introdução à gestão comercial da moda, que será de grande utilidade para estudantes, profissionais do setor e para todos que queiram se converter em um ativo valioso para uma empresa de moda.

Princípios de gestão de negócios de moda Susan Dillon

Susan Dillon adquiriu ampla experiência profissional no âmbito comercial da moda, após a qual fundou sua própria butique independente e comercializou suas coleções na Europa e em Nova York. Atualmente, é membro Institute of Management Consultancy e diretora do curso moda do Leeds A moda é doum universo de glamour e,de ao mesmo College of Art, no Reino Unido.

tempo, um negócio complexo que desempenha um papel de grande importância na economia de diversos países e no qual o sucesso depende do talento não só para a criação, mas também para o gerenciamento. Princípios de gestão de negócios de moda apresenta uma introdução ao negócio da moda por meio da análise dos processos, funções e objetivos que definem este setor multifacetado. Cada capítulo analisa conceitos, como a previsão de tendências, a comunicação e a tecnologia aplicadas à moda; as compras, a lo-GG gística e as cadeias de suprimentos; o marketing e as iniciativas empresariais. Esses conceitos são complementados com exercícios e casos práticos com foco em situações reais da indústria, além de entrevistas com profissionais do setor. Princípios de gestão de negócios de moda constitui uma importante introdução à gestão comercial da moda, que será de grande utilidade para estudantes, profissionais do setor e todos que queiram converter-se em um ativo valioso para uma empresa de moda.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 www.ggili.com - www.ggili.com.br

1

O ciclo de compras

Planejamento da linha de produtos

Tradicionalmente, a indústria de moda trabalha com duas estações principais: primavera/verão e outono/

O processo de planejamento da linha de produtos envolve definir os detalhes da oferta de cada linha,

mercadorias mais frequente, trazendo resultados para a maioria das lojas que introduzem novas linhas de produtos pelo menos a cada três meses.

da linha envolve amostragem e desenvolvimento de modelos. Em um departamento de compras comercial, quando os compradores completam a fase de

inverno. Atualmente, porém, graças à natureza competitiva e ao desenvolvimento constante da indústria, o mundo da moda exige uma renovação de

O comprador deve participar dos principais eventos de moda do calendário de compras, a fim de planejar a oferta de peças aos seus consumidores. A duração do ciclo de compras varia de empresa para empresa, mas normalmente dura um ano, começando com uma análise das vendas da estação corrente e terminando com a entrega dos novos produtos na loja.

56

Enquanto o ciclo pode levar até um ano para se

completar, está se tornando muito comum que linhas de produtos com um número de peças únicas reduzido sejam desenvolvidas mais rapidamente e, por isso, a

desde o tecido, os detalhes e o estilo até o fabricante e o preço. Para as empresas que dispõem de uma equipe própria para o design de seus produtos, o planejamento

planejamento, é convocada uma reunião para apresentar as amostras e protótipos da linha de produtos às equipes de compras, merchandising e controle de qualidade e realizar uma seleção prévia dos

melhores modelos. Gerentes de departamentos também participam desta reunião com o objetivo de opinar sobre a linha. Em consequência de mudanças sugeridas, novas amostras podem ser necessárias e o planejamento da linha refeito. A reunião para a seleção final da linha de produtos é a última oportunidade de apresentar a linha em sua totalidade, quando os exemplos de cada estilo devem então estar perfeitos.

57 2

1/2: Feira de negócios de moda

Visitar feiras de negócios de moda

é um estágio fundamental do ciclo

maioria dos compradores mantém uma porcentagem de seu orçamento aberta para atender tendências imediatas. Para aqueles varejistas cujo mercado alvo é o

de compras. Elas oferecem aos

compradores a oportunidade de visitar os fornecedores com os

consumidor mais jovem, mais orientado à moda, o ciclo de compras é ainda mais curto, o que faz que o varejista responda às tendências também de forma mais rápida.

quais se trabalha e conhecer novos estilistas.

Linha de produtos No varejo de moda, uma linha é uma coleção de roupas e acessórios desenvolvida para ser

vendida aos consumidores. As linhas podem ser organizadas de formas diferentes, de acordo com o tamanho e a estrutura da empresa.

Susan Dillon adquiriu ampla experiência profissional no âmbito comercial da moda, depois abriu sua própria butique e comercializou suas coleções na Europa e em Nova York. Atualmente, é membro do Institute of Management Consultancy e diretora do curso de moda do Leeds College of Art, no Reino Unido.

3 O processo da moda 3.1 Compra de moda 3.2 Merchandising 3.3 Formatos de varejo

5.1

Calendário de moda

O calendário de moda representa o principal componente da organização da indústria da moda. É a

1

ferramenta que possibilita o desenrolar tranquilo da rede de moda global, fazendo que as datas dos eventos não coincidam, mas estejam próximas o suficiente para que o comprador possa fazer uma só viagem, embora longa, a cada estação, para verificar o que acontece nas capitais da moda do mundo todo. Com o advento da

internet, muitas empresas passaram a disponibilizar essas informações on-line e a criar seu próprio calendário de moda. Isso acontece principalmente com empresas de ramos específicos, como moda masculina, esportiva ou de sapatos, em níveis de mercado muito específicos.

A indústria da moda é composta por empresas que atuam em ramos variados, como varejo, design, criação de imagem e marketing, para mencionar alguns. O desenrolar tranquilo de uma indústria tão complicada deve-se a um planejamento detalhado que acontece a cada estação. Isso inclui datas-chave, como as semanas de moda, para a próxima estação.

1: A alta-costura da Chanel,

coleção outono/inverno 2011:

Os desfiles de moda da Chanel sempre acontecem em locais

suntuosos de Paris, como este realizado no Grand Palais.

112

113

5 A máquina da moda 5.1 Calendário de moda 5.2 Imprensa de moda 5.3 Editorial de moda

NOVIDADES MODA

33 


La construcción de la retícula

Mancha y retícula de 36 campos

Construção da grelha

Mancha gráfica e grelha com 36 retículas

Retícula de 36 campos

La construcción de la retícula

Titular y texto en la retícula con dos tipos de letra

Grelha com 36 retículas

68 8

Fig. 8 Los ejemplos de las figs. 1-3 se concibieron con dos columnas de texto o ilustraciones. La retícula superior se concibió mediante la partición de dos columnas en cuatro. La retícula puede utilizarse tanto en una composición de dos columnas como de cuatro.

Fig. 9 El filete rojo señala el espacio disponible para el texto y las ilustraciones en los ejemplos 1013. El espacio libre superior está previsto para titulares. El folio está situado abajo, al comienzo de la segunda columna de texto, separado por un espacio de dos líneas.

em 6 retículas com 9 linhas, separadas por uma linha em branco; d em 5 retículas com 11 linhas, separadas por uma linha em branco; e em 4 retículas com 14 linhas, separadas por uma linha em branco.

Texto e ilustraciones en la retícula

Texto e imagens, na grelha

10 colunas em 4 colunas. A grelha pode ser utilizada para um layout de 2 ou de 4 colunas.

Fig. 10 El titular y las dos columnas del texto están en la rejilla de la retícula. El espacio en blanco liberado entre los titulares y las columnas del texto intensifica la importancia de los primero porque genera una zona de reposo.

Figura 9 A linha vermelha mais grossa marca a área que, nos exemplos 10 a 13, foi reservada para texto e imagens. O espaço livre superior foi reservado para títulos. A numeração da página aparece, à distância de duas linhas, por baixo da segunda coluna.

11 Fig. 11 La colocación de las ilustraciones, unas sobre otras o unas junto a otras, sin nada que las separe, solo es deseable cuando el diseñador quiere que una ilustración cree una atmósfera especial al relacionarse con las demás, sin que aquella destaque intrínsecamente.

Figura 10 O título e as duas colunas de texto corrido estão posicionadas na grelha. O espaço livre que foi providenciado entre o título e as colunas de texto enfatiza a importância do primeiro, adquirindo a função de uma zona de repouso.

Figura 11 Neste exemplo, as imagens e o texto foram posicionados livremente, sem qualquer relação recíproca. Servem exclusivamente para demonstrar visualmente o uso de um sistema de grelhas para organizar espacialmente textos e imagens. O leitor deverá cingir-se aos princípios de organização com grelhas.

Figura 8 Os exemplos das figuras 1 a 3 foram concebidos com duas colunas de texto ou colunas de imagens. A grelha superior foi obtida com a subdivisão de 2

Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares

Mancha de texto e imagens, com 20 retículas

Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares

Mancha de texto e imagens, com 20 retículas

Seis ejemplos de diferentes disposiciones del texto

6 exemplos, ilustrando diferentes disposições de texto

Ejemplos de composición con ilustraciones horizontales y verticales de diferente tamaño

Exemplos de layouts com 8 formatos diferentes de imagem, ao largo e ao alto.

1

2

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4

5

6

7

izquierda (en bloque), solo por la izquierda o centradas. Los blancos de una obra impresa pueden cobrar una especial significación óptica y estética. Bien proyectados, pueden tornar la imagen tipográfica global ingrávida, transparente y más legible.

Os poucos exemplos mostrados nesta página exemplificam apenas algumas das muitas soluções possíveis para organizar texto numa grelha com 20 retículas. A figura 1 mostra a grelha subjacente aos exemplos 2 a 7. Quando se deseja incluir áreas livres, intercaladas entre o título e o texto corrido, ou entre texto corrido e legendas, ou ainda entre diferentes blocos de texto, essas áreas em branco devem ocupar uma ou várias linhas de texto, ou a altura de uma retícula. Só assim se poderá alinhar com precisão as linhas de texto posicionadas em duas ou mais colunas. O texto pode ser composto justificado à

esquerda, à direita, justificado em bloco, alinhado pelo eixo central ou ainda em alinhamento livre. Um efeito visual particularmente estético pode ser obtido empregando áreas livres. Bem planeadas, vão contribuir para tornar um layout mais leve, transparente e legível.

1

80 El reducido número de ejemplos de esta página muestra tan solo algunas de las muchas soluciones tipográficas que pueden concebirse con 20 campos reticulares. El diagrama reticular muestra los campos utilizados en los ejemplos 2-7. Cuando se desee insertar espacios vacíos entre titular y texto, entre texto y pies o entre párrafos del texto, estos deben corresponder a una o múltiples líneas, o bien a una unidad reticular. Solo de este modo se alinearán siempre entre sí las líneas de dos o más columnas. Las líneas pueden componerse justificadas por la derecha y por la

34 

Título e texto corrido compostos em dois corpos na grelha

69

9

d) en cinco campos de 11 líneas con una línea vacía entre cada campo; e) en cuatro campos de 14 líneas con una línea vacía entre cada campo.

Construção da grelha

NOVIDADES DESIGN

2

3

4

5

6

7

Exemplos de layouts com 8 formatos diferentes de imagem, ao largo e ao alto. A figura 1 mostra a grelha subjacente aos exemplos 2 a 7. Contudo, ao contrário do que foi apresentado na página anterior, nos exemplos desta página só se mostram posicionamentos de imagens, sobre uma grelha de retículas quadradas (figura 1), medindo apenas uma retícula de altura ou largura. Para o impresso lograr uma impressão convincente, é necessária uma organização dos conteúdos clara, funcional e reduzida ao essencial. Todos os exemplos, inclusive os da página seguinte, foram realizados com

layouts colados, com imagens expressamente produzidas para estes exemplos.

81 El diagrama reticular 1 muestra qué campos cuadrados se utilizaron para los ejemplos 2-7. A diferencia de la página precedente, en los ejemplos de más arriba solo se ha utilizado la unidad cuadrada más reducida, junto con ilustraciones rectangulares y verticales, como en la retícula de la figura 1. Para lograr una apariencia convincente del material impreso es decisiva una configuración clara, funcional y concentrada en lo esencial. Todos los ejemplos, incluidos los de las páginas siguientes, han sido compuestos con textos ficticios e imágenes creadas especialmente a tal efecto.


DESIGN Sistemas de grelhas

tenerse en cuenta en la concepción de una retícula.

respeitados quando se concebe um determinado sistema de grelhas.

El libro quiere ser un instrumento práctico para el diseñador que trabaja con proyectos en dos y tres dimensiones, de modo que le permita concebir, organizar y configurar soluciones visuales a sus problemas de una forma más segura y rápida. Pero también quisiera poner en manos del educador un medio auxiliar que pueda serle de utilidad en la enseñanza orientada a la solución de problemas. Al estudiante le brinda la posibilidad de familiarizarse con la naturaleza y con el proceso de invención de la retícula, así como de aprender a usarla a través de sus propios ejercicios.

O livro pretende dar ao designer editorial, quer ele trabalhe em duas ou três dimensões, ferramentas práticas que lhe permitam resolver com mais rapidez e segurança os problemas da comunicação visual — em termos concetuais, de organização dos espaços e do design. Mas também pretende oferecer ao formador um método auxiliar com o qual poderá lograr bons resultados num ensino pragmático, baseado na solução de problemas reais. Ao estudante proporciona uma oportunidade para se familiarizar com os aspetos essenciais dos sistemas de grelha, de modo que aprenda a construí-los e a usá-los nos seus próprios exercícios.

Josef Müller-Brockmann

Sistemas de grelhas

Josef Müller-Brockmann Para utilizar la retícula de forma inteligente Para aplicar racional e funcionalmente el diseñador deberá someter uma grelha, o designer deve avaliar 21yxfuncional, 30 cm, 179 páginas todos los elementos a un estudio cuidadoso, cuidadosamente todos os critérios em el uso riguroso de la retícula exige un questão, o uso de grelhas requer um Brochura estudio concienzudo. En el presente estudo sério. Na presente publicação volumen, el autor registra y explica con o autor identifica e explica em pormenor 978-84-252-2514-7 detalle los puntos esenciales que deben os pontos essenciais que devem ser

Para aplicar racional e funcionalmente uma grelha, o designer deve avaliar com cuidado todos os critérios em questão, pois o uso de grelhas requer um estudo sério. Na presente publicação, o autor identifica e explica em pormenores os pontos essenciais que devem ser respeitados quando se concebe um determinado sistema de grelhas.

Sistemas de retículas

Manual para diseñadores gráficos

Josef Müller-Brockmann

O livro pretende dar ao designer editorial, quer ele trabalhe em duas ou três dimensões, ferramentas práticas que lhe permitam resolver com mais rapidez e segurança os problemas da comunicação visual – em termos conceituais, de organização dos espaços e do design. Mas também pretende oferecer ao formador um método auxiliar com o qual poderá lograr bons resultados num ensino prag-GG mático, baseado na solução de problemas reais. Ao estudante proporciona uma oportunidade para se familiarizar com os aspectos essenciais dos sistemas de grelha, de modo que aprenda a construí-los e usá-los nos seus próprios exercícios. Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona Tel. (+34) 93 3228161 - Fax (+34) 933229205 www.ggili.com - www.ggili.com.br

Sistemas de retículas Sistemas de grelhas Manual para designers gráficos

GG

®

Josef Müller-Brockmann foi designer gráfico e docente na HFG de Ulm. É provavelmente o representante mais famoso da corrente do design conhecida universalmente como “suíça”, que, irradiando-se desde Zurique e Basileia, dominou o panorama internacional do design gráfico durante as décadas de 1950 e 1960. Foi autor, entre outras obras, de El artista gráfico y sus problemas de diseño e Historia de la comunicación visual (Editoral Gustavo Gili, 2005). Paul Rand (esq.) e Josef Müller-Brockmann (dir.) numa palestra de design na IBM.

NOVIDADES DESIGN

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ETL AM bd hk adPC 36 


DESIGN Manual dos tipos

John Kane 17,5 x 25 cm, 230 páginas Brochura 978-84-252-2512-3

Manual dos tipos John Kane

Este livro analisa os princípios e as aplicações básicas dos tipos na página impressa, apresentando uma introdução prática à tipografia. Nesta nova edição, revisada e ampliada, o autor inclui novos materiais sobre composição de tipos, escolha de fontes apropriadas e uso da cor para reforçar a hierarquia tipográfica. A seção sobre sistemas de grade foi fortalecida com o acréscimo de novos diagramas explicativos. O livro também inclui uma breve história da tipografia e vários exemplos para ilustrar as questões levantadas. Um novo site, www.atypeprimer.com, reúne outros materiais e uma série de exercícios úteis para ajudar o leitor a colocar em prática os princípios básicos. Escrito de maneira envolvente, este livro é um recurso inestimável para todos os estudantes de design gráfico e tipografia.

L

b

ã

ç

John Kane ensina tipografia e design gráfico na Northeastern University e na Rhode Island School of Design. É professor e designer gráfico há trinta anos.

Form/counterform Forma/contraforma

Maintaininga x-height Mantendo altura-x

razors

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raz os ors

median

Just as important as recognizing specific letterforms is developing a sensitivity to the counterform (or counter) — the space described, and often contained, by the strokes of the form. When letters are joined to form words, the counterform includes the spaces between them. The latter is a particularly important concept when working with letterforms like the lowercase ‘r’ that have no counters per se. How well you handle the counters when you set type determines how well words hang together — in other words, how easily we can read what’s been set.

57

baseline

As you already know, the x-height generally describes the size of lowercase letterforms. However, you should keep in mind that curved strokes, such as in ‘s’, must rise above the median (or sink below the baseline) in order to appear to be the same size as the vertical and horizontal strokes they adjoin.

108

Compare the ‘a’ in the large examples above with the ‘o’ and ‘s.’ The latter two characters clearly seem too small, and bounce around within the perceived x-height of the typeface, because they do not extend beyond the median or baseline.

Fibonacci sequence Another useful model when considering proportions is the Fibonacci sequence. Named for Italian mathematician Leonardo Fibonacci (c.1170 – 1240), a Fibonacci sequence describes a sequence in which each number is the sum of the two preceding numbers: 0 1 1 2 3 5 8 13 21 34 …

Series of type sizes based on a Fibonacci sequence:

[1+0] [1+1] [1+2] [2+3] [3+5] [5+8] [8+13] [13+21]

3 5 2

Aa

Aa

Aa

The sequence doubled: 6 pt., 10 pt., 16 pt., 26 pt., 42 pt., and 68 pt.

Aa

Aa Aa

The first and second sequences interlaced: 6 pt., 8 pt., 10 pt., 13 pt., 16 pt., 21 pt., 26 pt., 34 pt., and 42 pt.

Aa Aa

Compare with a straightforward arithmetic sequence (+5): 5 pt., 10 pt., 15 pt., 20 pt., 25 pt., 30 pt., 35 pt., and 40 pt.

Aa

Aa

109

Aa

Aa

Aa

1

13

Fibonacci’s sequence always began with 1 but the proportion between any two numbers remains constant when the sequence is multiplied:

8

2

3

Above, a spiral describing a Fibonacci series (and the growth of a chambered nautilus). The red rectangle on the upper right approximates a golden section. As each square in the sequence is added, the orientation of the golden section changes from vertical to horizontal.

Aa Aa

Aa Aa

5 0 3 3 6 9 15 24 39 63 102 …

Aa

1

As the numbers in a Fibonacci sequence increase, the proportion between any two numbers very closely approximates the proportion in a golden section (1:1.618). For example, 21:34 approximately equals 1:1.618. Nature is full of examples of the Fibonacci sequence and the golden section, from the intervals of branches on a tree to the shell of a chambered nautilus.

0 2 2 4 6 10 16 26 42 68 …

Aa

The basic sequence (beginning at 1): 5 pt., 8 pt., 13 pt., 21 pt., 34 pt., and 55 pt.

0 4 4 8 12 20 32 52 84 136 …

Left, one of the many examples of a Fibonacci sequence is the musical octave as seen on a piano—eight white keys and five black keys (separated into a group of two and a group of three).

Or, a geometric sequence (x2): 4 pt., 8 pt., 16 pt., 32 pt., and 64 pt.

Aa

Aa

Aa

Aa Aa

Aa Aa

Aa

Aa Aa

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Aa Aa

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O texto preto sobre fundo amarelo é o que se vê melhor ao longe.

Para uma ótima legibilidade, convém usar letras grandes, textos breves e signos conhecidos.

O texto preto sobre fundo branco é o que se lê melhor de perto. Os textos longos e os conteúdos não conhecidos exigem tempo para serem entendidos. Como têm que ser lidos de perto, as cores

perturbam a leitura. As letras pretas sobre fundo branco são legíveis embora sejam pequenas.

Os textos em branco sobre preto, isto é, em negativo, parecem menos importantes porque têm pior leitura.

Muitas pessoas ainda acham que os textos em ver-

melho chamam mais a atenção, mas na realidade são menos lidos porque têm má leitura.

Por outro lado, os textos em vermelho dão a sensação de que o seu conteúdo é pouco sério.

Os textos em branco sobre vermelho, isto é, em negativo, muitas vezes não podem ser lidos.

Quanto menor o contraste de claro e escuro entre as letras e o fundo, menos

legível é o texto.

Um texto multicolor é ilegível.

Um texto multicolor parece superficial.

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ARTE E FOTOGRAFIA A psicologia das cores. Como as cores afetam a emoção e a razão Eva Heller 17 x 24 cm, 309 páginas Brochura 978-84-252-2515-4

Eva Heller

A psicologia das cores Como as cores afetam a emoção e a razão

Este livro aborda a relação das cores com os nossos sentimentos e mostra como as duas coisas não se combinam por acaso, já que as relações entre ambas não são apenas questões de gosto, mas sim experiências universais profundamente enraizadas na nossa linguagem e no nosso pensamento. Organizada em treze capítulos, correspondentes a treze cores diferentes, a obra oferece um rico painel de informações sobre as cores: de ditados e saberes populares até sua utilização na área de design de produto, os diversos testes baseados em cores, as terapias cromáticas, a manipulação de pessoas, os nomes e sobrenomes relacionados com as cores etc. A diversidade desta abordagem faz do trabalho de Eva Heller uma ferramenta indispensável para todos os que trabalham com cores: artistas, terapeutas, designers gráficos e industriais, decoradores, arquitetos, designers de moda, publicitários, entre outros.

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Eva Heller (Esslingen, 1948–Frankfurt, 2008) era socióloga, psicóloga e professora de Teoria da Comunicação e Psicologia da Cor. Autora também de livros de ficção, Heller escreveu vários romances traduzidos para diversos idiomas, que alcançaram grande sucesso de crítica e público.

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Fundamentos da fotografia criativa David Präkel 20 x 23 cm, 207 páginas Brochura 978-84-252-2433-1

Este livro oferece uma introdução completa ao emocionante mundo da fotografia criativa aplicada. A estrutura do livro conduz o leitor através das bases teóricas da fotografia até a realização de um brief profissional, sempre fornecendo uma explicação sobre o modo de utilização dos aspectos mais técnicos. O objetivo deste livro é a criação de imagens, não somente como método de expressão pessoal mas como prática orientada ao mundo profissional. Fundamentos da fotografia criativa é uma visão única das práticas profissionais no âmbito da indústria da imagem. É uma introdução perfeita para quem busca um trabalho nessa área, estuda ou ensina em módulos práticos em escolas de artes visuais com base na fotografia, assim como para todos aqueles que chegaram até essa área através de outros meios e buscam uma fonte de informação como apoio. David Präkel nasceu e estudou na Inglaterra. Após estudar Psicologia na Universidade de Manchester, estabeleceu uma carreira variada e com êxito na área do jornalismo fotográfico e na docência. Lecionou a disciplina para diversos níveis em universidades, faculdades, escolas e no prestigioso Kodak Imaging Training Centre em Harrow, Londres. Atualmente ministra suas próprias oficinas em Northumberland (Centre of Britain PhotoWorkshops Partnership). Seus famosos livros sobre composição fotográfica, iluminação e fotografia em preto e branco são ideais para aqueles que desejam adentrar na área.

Fundamentos da fotografia criativa David Präkel

ARTE E FOTOGRAFIA

Fundamentos da fotografia criativa David Präkel

Este livro oferece uma introdução completa ao emocionante mundo da fotografia criativa aplicada. Sua estrutura conduz o leitor a partir das bases teóricas da fotografia até a realização de um brief profissional, sempre fornecendo uma explicação sobre o modo de utilização dos aspectos mais técnicos. Seu objetivo é a criação de imagens não somente como método de expressão pessoal, mas também como prática orientada ao mundo profissional. ISBN 842522433-0

Fundamentos da fotografia criativa é uma visão única das práticas profissionais no âmbito da GG indústria da imagem. É uma introdução perfeita para quem busca um trabalho nessa área, estuda ou ensina por módulos práticos em escolas de artes visuais com base na fotografia, assim como para todos aqueles que chegaram até essa área por meio de outros meios e buscam uma fonte de informação como apoio.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 93 322 81 61 - Fax (+34) 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

ISBN 978-84-252-2433-1

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David Präkel nasceu e estudou na Inglaterra. Após cursar Psicologia na Universidade de Manchester, estabeleceu uma carreira variada e exitosa na área do jornalismo fotográfico e na docência. Lecionou a disciplina para diversos níveis em universidades, faculdades, escolas e no prestigioso Kodak Imaging Training Centre em Harrow, Londres. Atualmente ministra suas próprias oficinas em Northumberland (Centre of Britain PhotoWorkshops Partnership). Seus famosos livros sobre composição fotográfica, iluminação e fotografia em preto e branco são ideais para aqueles que desejam entrar na área.

NOVIDADES ARTE E FOTOGRAFIA

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ARTE E FOTOGRAFIA A câmera de Pandora. A fotografi@ depois da fotografia Joan Fontcuberta 17,5 x 24,5 cm, 192 páginas Cartonado 978-84-252-2477-5

Oprimida pela tecnologia digital e deslocada de suas funções essenciais, a fotografia transformou-se em outra coisa. Diante do desconcerto ou da cegueira, Joan Fontcuberta esmiúça aqui o que sobra: os restos da autenticidade, os restos do documentário, os restos de alguns valores que fizeram com que a fotografia moldasse o olhar moderno e contribuísse para a nossa felicidade. Fiel ao princípio de que uma fotografia vale mais do que mil mentiras, Fontcuberta elucida a natureza da nova fotografia (digital) e seus extravios. Daí derivam reflexões críticas e evocações poéticas que rastreiam os empenhos de uma pós-moderna câmera de Pandora que já não se limita a descrever nosso entorno, mas ambiciona pôr ordem e transparência nos sentimentos, na memória e na vida. A arte da luz aspira agora a ser a arte da lucidez. Joan Fontcuberta (Barcelona, 1955) é fotógrafo, crítico e professor. Além de sua vasta obra fotográfica, tem realizado importante trabalho como ensaísta, editor e curador em iniciativas como a criação da revista Photovision (1980), a cofundação da Primavera Fotográfica de Barcelona (1982) e a direção artística do Festival Internacional de Fotografia de Arles (França) em 1996. Foi professor em centros e universidades europeias e norte-americanas; na atualidade exerce a docência em estudos de Comunicação Audiovisual na Universidad Pompeu Fabra de Barcelona e é presidente da Associació d’Artistes Visuals de Catalunya (AAVC). Em 2010 foi publicado, também por esta editora, o livro O beijo de Judas. Fotografia e verdade, que se tornou um clássico e foi o germe da presente obra, em que o autor analisava o declínio da fotografia analógica e antecipava as mudanças que a fotografia digital traria consigo. Em 2011 ganhou o Prêmio Nacional de Ensaio de Espanha.

A CÂMERA DE A FOTOGRAFI@ DEPOIS DA FOTOGRAFIA

O CEGO PERFEITO 1 “Todo olhar supõe um ponto cego na retina; todo sistema visual comporta uma região de cegueira que é a contrapartida necessária à região de elucidação.” EDGAR MORIN, Le vif du sujet, 1969

Eu inventei Borges, e seu fantasma agora não para de me espreitar. Eu inventei Borges e urdi a ideia de um fotógrafo-sem-saber, de um fotógrafo-apesar-dele. Ignoro se Borges está agora agradecido a mim. Ninguém havia alcançado como ele uma metafísica tão profunda e poética do mundo, com sua fantasia visual e sua curiosidade pelos espelhos, miragens e paradoxos. Escreveu que a lembrança é tão prodigiosa quanto a adivinhação, porque tanto o passado quanto o futuro são trechos do tempo, e o tempo é mera ilusão. Por isso Borges já era consciente de, e certa vez também disse, que todo artista não cria apenas seus sucessores, como também, em certa medida, inventa seus predecessores. Obrigado, pois, Borges, por se deixar inventar por mim. Borges ficou cego porque concebeu o paradoxo do fotógrafo cego. Empenhou-se em exemplificar esse paradoxo na sua própria pessoa e inaugurou assim a escola (e a continuidade) do fotógrafo cego. Depois apareceram a torto e a direito os casos de fotógrafos cegos, seja como personagens da literatura ou em carne e osso na realidade da carne e do osso. Em Nova York chegaram até a formar uma associação de fotógrafos cegos. Tóquio é uma cidade feita à medida para os cegos: os espaços públicos mostram grande sensibilidade com os deficientes. Embora seja difícil encontrar um cego pela rua, todos os semáforos e escadas rolantes emitem sinais acústicos para guiar os cegos, as estações de metrô e trem oferecem instruções auditivas perfeitamente compreensíveis e dispõem de faixas com textura de pavimento especial que facilitam o seguimento de determinados itinerários. Todos os edifícios públicos no Japão são obrigados a colocar seus avisos em braille... Inclusive o Tokyo Metropolitan Museum of Photography: as indicações para

1. Escrito com a colaboração inconsciente de Borges.

«Semiópolis: Aleph (Borges)», 1999, da série Semiópolis.

126 > A CÂMER A DE PANDOR A > O MISTÉRIO DO MAMILO DESAPARECIDO

127 > A CÂMER A DE PANDOR A > O MISTÉRIO DO MAMILO DESAPARECIDO

Keira Knightley e Scarlett Johansson. Foto original de Annie Leibovitz e composição fi nal para Vanity Fair, Nova York, março de 2006.

Mas na era do Photoshop não há problema que resista. No filme O rei Artur (2004) Keira Knightley personifica uma rainha Genoveva que é apresentada como uma donzela guerreira que se une a Artur e seus cavaleiros nas batalhas. Ao que parece essa pirueta argumental foi uma exigência da própria atriz, que não se via atuando como uma passiva mocinha a quem o herói resgata. Na fotografia original para a promoção do filme Keira empunha um arco como uma amazona em plena batalha, e a verdade é que a composição evoca mais um título do tipo A namorada de Robin Hood do que uma última versão da lenda arturiana. Genoveva vai provida, além disso, de adagas e espadas e, para completar, de suas armas de mulher: ventre nu e seios cobertos por um top étnico justo, supõe-se que de estilo celta, à base de um trançado de tiras de couro, que é o que na época as rainhas costumavam usar para ir à guerra. Para mim a imagem já parece bastante sugestiva, mas para os responsáveis pelo marketing da Touchstone Pictures não era suficiente: o peito era muito reto. E, sem pensar duas vezes, puseram mãos à obra: na versão final da fotografia promocional assim como no cartaz oficial do filme em que Genoveva aparece ladeada por Artur e Lancelot, os seios da rainha aparecem

Foto original e foto retocada utilizada na promoção do fi lme O rei Artur, 2004.

–com exceção da versão que circulou na Grã-Bretanha– vigorosamente inchados por arte de magia (e não exatamente do Merlin). Diante dessa demonstração de poderio, devemos tirar o chapéu diante da tecnologia digital, caprichosa, mas grande: pode fazer com que um rei perca as pernas, mas compensa isto fazendo com que uma rainha recupere os seios. A VERDADE NUA OU A VERDADE DE CAMISA? No início do século XVII dois escritores falavam sobre a verdade. O britânico Thomas Fuller escreveu: “A astúcia pode ter vestidos, mas a verdade gosta de andar nua.” Ao que Francisco de Quevedo parece ter replicado: “Não se deve mostrar a verdade nua, mas de camisa.” O anúncio da Chanel parece ter sido concebido com essa controvérsia em mente. Aqui um simples recheio de Wonderbra não bastaria, posto que Keira aparecia como Deus a trouxe ao mundo, mas, para evitar zelos pudicos, teriam uma versão recatada preparada mostrando literalmente a verdade de camisa. Em uma primeira remessa, um pedaço de lençol cobria casualmente o púbis enquanto a atriz escondia os seios atrás de um chapéu-coco;

NOVIDADES ARTE E FOTOGRAFIA

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ARTE E FOTOGRAFIA O beijo de Judas. Fotografia e verdade

Joan Fontcuberta 17 x 24 cm, 132 páginas Cartonado 978-84-252-2369-3

No mundo contemporâneo, as aparências substituíram a realidade. No entanto, a fotografia, uma tecnologia historicamente a serviço da verdade, continua desempenhando a função de mecanismo estrutural da consciência moderna: a câmera não mente, cada fotografia é uma evidência. A partir de vivências pessoais, o autor critica essa crença e reflete sobre aspectos fundamentais da criação e da cultura atual.

Introdução “A verdade existe. Só se inventa a mentira”. GEORGE BRAQUE, Pensées sur l’art

“Creia somente nesta verdade: ‘Tudo é mentira’”. HUMORADAS, LXXXI

Enfermeira anônima, Judit en la incubadora, Barcelona, 7/03/1988

46 | O BEIJO DE JUDAS | VIDÊNCIA E EVIDÊNCIA

Ouka Leele, da série Peluquerías, 1979

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Paul Valéry dizia que no início de toda teoria há sempre elementos autobiográficos. Confesso compartilhar desse sábio preceito; o que eu possa dizer sobre a fotografia, de qualquer época e de qualquer tendência, vem marcado por minha própria prática criativa. As ideias que exponho a seguir, portanto, constituem, mais que propostas teóricas, a expressão de poéticas pessoais, textos de artista, às vezes encaminhados a justificar a própria obra. Mas de um artista, acrescentaria, curioso por tudo e amante de uma reflexão não isenta de toques de ironia. Nós, os criadores, costumamos ser monotemáticos. Podemos disfarçar com envoltórios de distintas cores, mas no fundo não fazemos mais que voltar obsessivamente à mesma questão. Para mim essa questão gira em torno da ambiguidade intersticial entre a realidade e a ficção ou do debate sobre situações perceptivas especiais, como no caso do trompel’oeil, ou sobre novas categorias do pensamento e da sensibilidade, como o vrai-faux… Mas, acima de tudo, meu tema fundamental é o da verdade: adequatio intellectus et rei. A história da fotografia pode ser contemplada como um diálogo entre a vontade de nos aproximarmos do real e as dificuldades para fazê-lo. Por isso, apesar das aparências, o domínio da fotografia se situa mais propriamente no campo da ontologia que no da estética. Mesmo fotógrafos particularmente voltados para uma busca formal foram clarividentes a esse respeito.

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Graciela Iturbide, Señora de las iguanas, México, 1979

NOVIDADES ARTE E FOTOGRAFIA

Joan Fontcuberta (Barcelona, 1955) é fotógrafo, crítico e professor. Além de sua vasta obra fotográfica, tem realizado importante trabalho como ensaísta, editor e curador em iniciativas como a criação da revista Photovision (1980), a cofundação da Primavera Fotográfica de Barcelona (1982) e a direção artística do Festival Internacional de Fotografia de Arles (França) em 1996. Foi professor em centros e universidades europeias e norte-americanas; na atualidade exerce a docência em estudos de Comunicação Audiovisual na Universidad Pompeu Fabra de Barcelona e é presidente da Associació d’Artistes Visuals de Catalunya (AAVC). Em 2011 ganhou o Prêmio Nacional de Ensaio de Espanha.


ARTE E FOTOGRAFIA

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Os contos da pipa

Com a mesma qualidade e apuro de seus mais de cem anos de história no mundo da edição, a Editorial Gustavo Gili lança Os contos da pipa, uma nova coleção de livros ilustrados por artistas, concebida não só para o público infantil, mas também para leitores interessados em arte, desenho e edição. Ao longo de sua história, a Editorial Gustavo Gili mantém uma estreita relação com o universo da arte por meio da publicação de uma ampla variedade de livros: acadêmicos, de ensaio, ilustrados, monografias sobre artistas (Picasso, Miró, Tàpies...), assim como edições de bibliofilia e de obra gráfica original. Em homenagem a essa tradição artística surge Os contos da pipa, uma coleção de livros ilustrados por artistas e concebida para crianças e adultos. Os quatro primeiros títulos de Os contos da pipa são traduções de livros clássicos, publicados originalmente em outros idiomas e, até agora, inéditos em português. BABALIBRI_Alfabeto cop_Layout 2 07/09/11 11:37 Página 1

ISBN 978-84-252-2443-0

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona, Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

Os contos da pipa

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Sonia Delaunay (Odessa, 1885 – Paris, 1979) foi uma artista plástica que se mudou para Paris em 1906, onde iniciou suas atividades artísticas e conheceu o pintor Robert Delaunay. No começo da segunda metade do século XX, os dois formularam uma nova e original linguagem abstrata, a simultaneidade, baseada no contraste simultâneo de várias cores. Ao longo de sua vida artística, Sonia Delaunay dedicou-se a aplicar essa linguagem abstrata e geométrica não só à pintura, mas também ao design gráfico, à estamparia e à moda, entre muitas outras coisas.

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Acompanhadas por uma série de cantigas infantis em português, as letras desse alfabeto “dançam” num fantástico baile de cores (vermelho, amarelo, verde, azul e preto), criando páginas luminosas e vibrantes que convidam a criança a participar do aprendizado das letras, e o adulto a desfrutar de um primoroso livro de arte.

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ENTÃO HENRI PARA E COME SEU LANCHE. “AGORA EU VOU DORMIR”, DIZ HENRI, “MAS COMO VOU SABER QUAL O CAMINHO CERTO QUANDO EU ACORDAR?”

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“JÁ SEI!”, DIZ HENRI. (HENRI É MUITO ESPERTO). ELE BOTA UM LÁPIS NO CHÃO, COM A PONTA INDICANDO A DIREÇÃO DA ESTRADA QUE LEVA A PARIS.


ARTE E FOTOGRAFIA Henri vai a Paris

Saul Bass, Leonore Klein 28 x 20 cm, 44 páginas Cartonado 978-84-252-2464-5

Assim como muitos de nós, Henri quer conhecer Paris. Então, um belo dia ele embrulha seu lanche e sai para conhecer todas aquelas coisas que lia sobre essa cidade. O que Henri vê na sua viagem, nós também podemos percorrer por meio das ilustrações do famoso designer gráfico Saul Bass. E o quanto Henri se sente “em casa”, ao final de sua longa jornada, é a chave divertida dessa envolvente história infantil, escrita por Leonore Klein, com design e ilustrações de Saul Bass. Leonore Klein, além de escrever livros infantis, trabalhou com ambos: crianças e livros, como bibliotecária em várias escolas e institutos da cidade de Nova York. Saul Bass (1920-1996) é um famoso designer gráfico norte-americano, especialmente conhecido por sua obra no cinema. Trabalhou com alguns dos diretores mais importantes de Hollywood (Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Stanley Kubrick, Martin Scorsese), tornando-se o mestre do design de títulos de filmes como Psicose (1960), O homem do braço de ouro (1955) e A volta ao mundo em 80 dias (1956). Henri vai a Paris (1962) é seu primeiro e único livro para crianças. VISTA DE FORA, A CASA DE HENRI TAMBÉM É LEGAL. ELA É PEQUENA E BRANCA.

HENRI NÃO MORA EM PARIS, MAS BEM QUE ELE GOSTARIA... HENRI MORA EM REBOUL. REBOUL É UMA CIDADEZINHA PERTO DE PARIS. HENRI MORA EM UMA CASA LEGAL, COM FLORES NAS JANELAS E UMA SOPA BEM GOSTOSA NO FOGÃO. A MÃE E O PAI DE HENRI SÃO MUITO BONS PARA ELE.

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ARTE E FOTOGRAFIA

BABALIBRI_Alfabeto cop_Layout 2 07/09/11 11:37 Página 1

Acompanhadas por uma série de cantigas infantis em português, as letras desse alfabeto “dançam” num fantástico baile de cores (vermelho, amarelo, verde, azul e preto), criando páginas luminosas e vibrantes que convidam a criança a participar do aprendizado das letras, e o adulto a desfrutar de um primoroso livro de arte.

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Sonia Delaunay (Odessa, 1885 – Paris, 1979) foi uma artista plástica que se mudou para Paris em 1906, onde iniciou suas atividades artísticas e conheceu o pintor Robert Delaunay. No começo da segunda metade do século XX, os dois formularam uma nova e original linguagem abstrata, a simultaneidade, baseada no contraste simultâneo de várias cores. Ao longo de sua vida artística, Sonia Delaunay dedicou-se a aplicar essa linguagem abstrata e geométrica não só à pintura, mas também ao design gráfico, à estamparia e à moda, entre muitas outras coisas.

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Sonia Delaunay Acompanhadas por uma série de cantigas infantis em as letras desse alfabeto “dançam” num 28,5português, x 25 cm, 61 páginas fantástico baile de cores (vermelho, amarelo, verde, azul e preto), criando páginas luminosas e vibrantes que Cartonado convidam a criança a participar do aprendizado das letras, 978-84-252-2443-0 e o adulto a desfrutar de um primoroso livro de arte.

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Sonia Delaunay (Odessa, 1885-Paris, 1979) foi uma artista plástica que se mudou para Paris em 1906, onde iniciou suas atividades artísticas e conheceu o pintor Robert Delaunay. No começo da segunda GG Os contos da pipa década do século XX, os dois formularam uma nova e original linguagem abstrata, a simultaneidade, baseada no contraste simultâneo de várias cores. Ao longo de sua vida artística, Sonia Delaunay dedicou-se a aplicar essa linguagem abstrata e geométrica não só à pintura, mas também ao design gráfico, à estamparia e à moda, entre outras coisas. ISBN 978-84-252-2443-0

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona, Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

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ARTE E FOTOGRAFIA Livro de imagens

Hannah Höch 28 x 23 cm, 47 páginas Cartonado 978-84-252-2462-1

Livro de imagens apresenta as fabulosas vivências da Corrápida, das Insatisfreitas e da Gatarina Espinhosa, entre outros personagens inventados pela artista alemã Hannah Höch, criando uma espécie de mundo mágico num jardim zoológico com animais bizarros rodeados de flores e plantas que parecem surgir de um conto de fadas. Hannah Höch (1889-1978) foi uma artista alemã pertencente ao movimento Dadá, que usou como forma de expressão a foto-montagem. As criaturas mágicas deste livro são um bom exemplo do dom de Hannah Höch de entrever imagens novas nas já existentes. Acompanhadas de breves versos com engenhosas rimas, também de sua autoria, as ilustrações sugerem histórias que nos levam a um mundo fantástico onde reinam a alegria e a serenidade.

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ARTE E FOTOGRAFIA Mau Mau

Niki de Saint Phalle, Laurent Condominas 21,5 x 26,5 cm, 45 páginas Cartonado 978-84-252-2502-4

Por meio das coloridas e alegres ilustrações da artista Niki de Saint Phalle e do texto de Laurent Condominas, Mau Mau conta a história de um monstro que rouba todos os brinquedos das crianças de Comunópolis e, ao final, descobre o valor da amizade. Este livro foi publicado pela primeira vez em francês em 1993. A ideia do livro surgiu quando Niki, doente e internada num hospital, sonhou que o autor do texto, Laurent Condominas, entrava em seu quarto pela janela. Contou o sonho ao marido, Jean Tinguely, que por sua vez contou a Laurent. Este entrou em contato com Niki e ela, que conhecia seu hábito de contar histórias para as crianças, lhe propôs criarem juntos um livro infantil. Laurent tomou um avião (ele vivia em Paris e ela estava no hospital em Berna) e, quando chegou ao quarto de Niki, já tinha escrito o texto de Mau Mau, a partir de uma história inventada quando era criança.

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Niki de Saint Phalle (Neuilly, 1930-San Diego, 2002) foi pintora, escultora e cineasta. Sua vida transcorreu entre os Estados Unidos e a França. Começou a pintar em 1950 e, no início dos anos 1960, passou a fazer parte do grupo do Nouveau Réalisme, junto com artistas como Arman, Christo, Yves Klein e Jean Tinguely, entre outros. Em meados da mesma década, inicia sua série de esculturas Nanas, figuras femininas arquetípicas de formas voluptuosas e cores vivas. A criação do Jardim do Tarô na Toscana ocupou vinte anos de sua vida (1979-1999). Em 1983, concluiu, junto com o marido, Jean Tinguely, a Fonte Stravinsky, junto ao Centro Pompidou em Paris. Laurent Condominas, autor do texto deste conto, é fotógrafo profissional desde os dezoito anos. Foi repórter fotográfico, trabalhou como fotógrafo no mundo da moda e da arte e tem viajado em missão fotográfica pelo mundo afora (Afeganistão, Etiópia, Japão, Vietnã, Indonésia…).

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ARQUITETURA – BACKLIST

TÉCNICO

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A representação do espaço no projeto arquitetônico

Lorenzo Consalez

Lorenzo Consalez

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Maquetes. A representação do espaço no projeto arquitetônico Consalez, Lorenzo Brochura 978-84-252-1847-7

Sistemas estruturais Engel, Heino Cartonado 978-84-252-1800-2

Arte de projetar em arquitetura Neufert, Ernst Capa dura com sobrecapa 978-84-252-1900-9

Casa. Apartamento. Jardim Neufert, Peter; Neff, Ludwig Cartonado 978-84-252-2094-4

Dimensionamento humano para espaços interiores Panero, Julius; Zelnik, Martin Brochura 978-84-252-1835-4

Atlas de plantas. Habitação Schneider, Friederike Brochura 978-84-252-2050-0

TEORIA E HISTÓRIA

Este livro reúne três textos sobre a cidade que continuam a linha seguida por Nova York delirante (1978), o já clássico manifesto retroactivo de Manhattan, que oferece uma visão lúcida das forças ingovernáveis que regem o espaço da cidade contemporânea. O texto «Grandeza, ou o problema do grande» constitui uma elaboração teórica sobre a arquitectura, abordada a partir do problema da dimensão dos objectos na cidade; «A cidade genérica» reflecte sobre a importância dos grandes fenómenos vinculados ao desenvolvimento global das sociedades ocidentais; e «Espaço-lixo» volta a explorar a natureza do espaço que essa mesma cidade genérica gerou.

TRÊS TEXTOS SOBRE A CIDADE

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 93 322 81 61 - Fax (+34) 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

REM KOOLHAAS

TRÊS TEXTOS SOBRE A CIDADE GRANDEZA, OU O PROBLEMA DO GRANDE A CIDADE GENÉRICA ESPAÇO-LIXO

REM KOOLHAAS

do em arquitetu, é coordenador nstituto Superior Milão. Atualmente micas no Deparécnico de Milão Publicou livros e os e técnicos.

Maquetes

Maquetes

ojeto de arquiteseja profissional, a elaboração de integrem a descom represencar os aspectos orativos do próste livro é tornar ateriais necessáaquetes de arquim escala reduzida de um edifício. spectos exprestécnicas e uma ma de manual, s para realizar mentos manuais udante e com ensíveis. rios desenhos e seqüência das plos construídos eriências didátiorâneas.

Rem Koolhaas (1944) é arquitecto pela Architectural Association de Londres. Fundou o Office for Metropolitan Architecture (OMA) em 1975 juntamente com Elia e Zoe Zenghelis e Madelon Vriesendorp. Foi professor convidado da Architectural Association de Londres e da Harvard University e, entre outros prémios, em 2000 recebeu o Prémio Pritzker. É autor de Delirious New York (1978; versão portuguesa: Nova York delirante, Editorial Gustavo Gili, Barcelona, 2008) e co-autor de S, M, L, XL (1995), Mutations (2000), Great Leap Forward (2001), The Harvard Design School guide to shopping (2001), Content (2004), Post-occupancy (2006) e Al Manakh (2007).

ISBN 978-84-252-2347-1

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló, 87-89, 08029 Barcelona, Espanha. Tel. (++34) 93 322 81 61 - Fax (++34) 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.com

A boa-vida Ábalos, Iñaki Brochura 978-84-252-1931-3

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9 788425 223471

Três textos sobre a cidade Koolhaas, Rem Brochura 978-84-252-2371-6

Arquitetura e crítica Montaner, Josep Maria Brochura 978-84-252-2238-2


ARQUITETURA – BACKLIST

Sistemas arquitetônicos contemporâneos Josep Maria Montaner

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Sistemas arquitetônicos contemporâneos Montaner, Josep Maria Brochura 978-84-252-1828-6

Depois do movimento moderno Montaner, Josep Maria Brochura 978-84-252-1828-6

Atmosferas Zumthor, Peter Tecido 978-84-252-2169-9

Pensar a arquitetura Zumthor, Peter Tecido 978-84-252-2332-7

Arte e arquitetura: Novas afinidades Schulz-Dornburg, Julia Brochura 978-84-252-1906-1

CONVERSAS COM

Tadao Ando. Conversas com Michael Auping Auping, Michael Brochura 978-84-252-1937-5

Santiago Calatrava. Conversa com estudantes Lewis Kausel Brochura 978-84-252-1496-7

Toyo Ito. Conversas com estudantes Suzuki, Akira Brochura 978-84-252-2007-4

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ARQUITETURA – BACKLIST

Louis I. Kahn. Conversa com estudantes Bell, Michael; Lerup, Lars Brochura 978-84-252-1893-4

Rem Koolhaas. Conversas com Hans Ulrich Obrist Obrist, Hans Ulrich Brochura 978-84-252-2311-2

Conversas com Jean Prouvé Lavalou, Armelle Brochura 978-84-252-1996-2

Eduardo Souto de Moura. Conversas com estudantes Nufrio, Anna Brochura 978-84-252-2267-2

Conversas com Mies van der Rohe Puente, Moisés Brochura 978-84-252-2093-7

URBANISMO

A cidade Cacciari, Massimo Brochura 978-84-252-2370-9

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O guia básico para a sustentabilidade Edwards, Brian Brochura 978-84-252-2326-6

Cidades para um pequeno planeta Rogers, Richard; Gumuchdjian, Philip Brochura 978-84-252-1889-7


ARQUITETURA – BACKLIST

TIPOLOGIA

O jardim minimalista Bradley-Hole, Christopher Brochura 978-84-252-2078-4

Casas geminadas Brauneck, Per; Pfeifer, Günter Brochura 978-84-252-2294-8

Casas-pátio Brauneck, Per; Pfeifer, Günter Brochura 978-84-252-2271-9

Showrooms Falsitta, Massimiliano Brochura 978-84-252-2031-9

Spas e centros de bem-estar Micheli, Simone Brochura 978-84-252-2033-3

Pavilhões de exposição Puente, Moisés Brochura 978-84-252-1817-0

XS Ecológico. Grandes ideias para espaços pequenos Richardson, Phyllis Cartonado 978-84-252-2171-2

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ARQUITETURA – BACKLIST

MONOGRAFIAS

DESIGN DE INTERIORES Cover Disen?o de interioresGIBBS port:Maquetación 1

30/11/09

13:55

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Design de interiores Guia útil para estudantes e profissionais Design de interiores Jenny Gibbs

Jenny Gibbs

O design de interiores se converteu em uma profissão reconhecida, embora a indústria que gere seja complexa e ainda pouco conhecida. Esta nova edição de Design de interiores proporciona uma base sólida sobre os princípios do design, descreve as aptidões necessárias ao designer de interiores, analisa as diferentes opções de desenvolvimento da carreira profissional e apresenta uma análise equilibrada do setor. Este livro reúne história, teoria e prática do design de interiores e aborda temas como a elaboração do programa de necessidades junto ao cliente, as apresentações dos desenhos e amostras, a escolha dos materiais e o planejamento e gerenciamento de projetos. Embora esteja dirigido a estudantes, este livro também pode servir como referência para a prática profissional e para todas as pessoas interessadas em design de interiores. Jenny Gibbs é diretora da KLC School of Design em Londres. Além de dar conferências e colaborar em programas de televisão, publica regularmente artigos na imprensa e é autora de vários livros sobre design.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona Tel. 93 322 81 61 - Fax 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.com

Le Corbusier. Obras e projetos Monteys, Xavier Brochura 978-84-252-1795-1

ISBN 978-84-252-2358-7

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Frank Lloyd Wright. Obras e projetos Zevi, Bruno Brochura 978-84-252-1211-6

Design de interiores Gibbs, Jenny Brochura 978-84-252-2358-7

Guia de artes gráficas: Design e layout Dabner, David Brochura 978-84-252-1933-7

O que é o branding? Healey, Matthew Brochura 978-84-252-2320-4

MODA – BACKLIST

Ilustração de moda. Moldes Feyerabend, F. V.; Ghosh, Frauke Cartonado 978-84-252-2333-4

DESIGN – BACKLIST

Como combinar e escolher cores para o design gráfico Clark, Nick Cartonado 978-84-252-2154-5 58 


DESIGN – BACKLIST

Design gráfico. Receitas Koren, Leonard; Meckler, R. Wippo Brochura 978-84-252-1876-7

Guia de estilo da web Lynch, Patrick J.; Horton, Sarah Brochura 978-84-252-1932-0

ARTE E FOTOGRAFIA – BACKLIST

Bolsões de resistência Berger, John Brochura 978-84-252-1935-1

Sobre o olhar Berger, John Brochura 978-84-252-1921-4

Imaginário segundo a natureza Cartier-Bresson, Henri Cartonado 978-84-252-1958-0

O fotográfico Krauss, Rosalind Brochura 978-84-252-1858-3

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INDICE TÍTULOS Acessórios de moda. Modelos, 24 Alfabeto, 48 Arquitetura e crítica, 15, 54 Arte de projetar em arquitetura, 54 Arte e arquitetura: Novas afinidades, 55 Atlas de detalhes construtivos, 14 Atlas de plantas. Habitação, 54 Atmosferas, 55 Beijo de Judas, O, 44 Boa-vida, A, 54 Bolsões de resistência, 59 Câmera de Pandora, A, 42 Casa. Apartamento. Jardim, 54 Casa ecológica, A, 17 Casas geminadas, 57 Casas-pátio, 57 Cidade, A, 56 Cidades para um pequeno planeta, 56 Como combinar e escolher cores para o design gráfico, 58 Como planejar os espaços de escritórios, 12 Contos da pipa, Os, 45 Conversas com Jean Prouvé, 56 Conversas com Mies van der Rohe, 56 Curso de design de moda, 26 Curso de fotografia de moda, 30 Depois do movimento moderno, 15, 55 Desenho no projeto da paisagem, O, 10 Design de interiores, 58 Design gráfico. Receitas, 59 Dicionário ilustrado da moda, 20 Dimensionamento humano para espaços interiores, 54 Eduardo Souto de Mora. Conversas com estudantes, 56 Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda, 28 60 

Fotográfico, O, 59 Frank Lloyd Wright. Obras e projetos, 58 Fundamentos da fotografia criativa, 40 Guia básico para a sustentabilidade, O, 56 Guia de artes gráficas: Design e layout, 58 Guia de estilo da web, 59 Henri vai a Paris, 46 História da indumentária e da moda, 18 Ilustração de moda. Moldes, 25, 58 Imaginário segundo a natureza, 59 Jardim minimalista, O, 57 Le Corbusier. Obras e projetos, 58 Livro de imagens, 50 Louis I. Kahn. Conversa com estudantes, 56 Manual dos tipos, 36 Maquetes, 54 Mau Mau, 52 Modelagens mágicas, 22 Modelagens mágicas 2, 22 Modernidade superada, A, 15 O que é o branding?, 58 Oscar Niemeyer. Casas, 4 Pavilhões de exposição, 57 Pensar a arquitetura, 55 Pequeno manual do projeto sustentável, 6 Princípios de gestão de negócios de moda, 32 Psicologia das cores, A, 38 Rem Koolhaas. Conversas com Hans Ulrich Obrist, 56 Santiago Calatrava. Conversa com estudantes, 55 Showrooms, 57 Sistemas arquitetônicos contemporâneos, 15, 55


Sistemas de grelhas, 34 Sistemas estruturais, 54 Sobre o olhar, 59 Spas e centros de bem-estar, 57 Sustentabilidade no design de interiores, 8 Tadao Ando. Conversas com Michael Auping, 55 Toyo Ito. Conversas com estudantes, 55 Três textos sobre a cidade, 54 Visual merchandising, 16 XS Ecológico. Grandes ideias para espaços pequenos, 57

AUTORES Ábalos, Iñaki, 54 Ambrose, Gavin, 21 Auping, Michael, 55 Bass, Saul, 47 Beinhauer, Peter, 14 Bell, Michael, 56 Berger, John, 59 Bradley-Hole, Cristopher, 57 Brauneck, Per, 57 Cacciari, Massimo, 56 Cartier-Bresson, Henri, 59 Clark, Nick, 58 Condominas, Laurent, 53 Costa Duran, Sergi, 17 Dabner, David, 58 de Saint Phalle, Niki, 53 Delaunay, Sonia, 49 Dillon, Susan, 33 Edwards, Brian, 56 Engel, Heino, 54 Faerm, Steven, 27 Falsitta, Massimiliano, 57 Feyerabend, F. V., 25, 58 Fontcuberta, Joan, 43, 44 Ghosh, Frauke, 25, 58 Gibbs, Jenny, 58 Gumuchdjian, Philip, 56 Healey, Matthew, 58 Heller, Eva, 39 Hess, Alan, 5 Höch, Hannah, 51

Hutchison, Edward, 11 Jourda, Françoise-Hélène, 7 Kane, John, 37 Klein, Leonore, 47 Koolhaas, Rem, 54 Koren, Leonard, 59 Krauss, Rosalind, 59 Lavalou, Armelle, 56 Lerup, Lars, 56 Lewis Kausel, 55 Lynch, Patrick J., 59 Martens, Yuri, 13 Meckler, R. Wippo, 59 Micheli, Simone, 57 Montaner, Josep Maria, 15, 54, 55 Monteys, Xavier, 58 Morgan, Tony, 16 Moxon, Siân, 9 Müller-Brockmann, Josef, 34 Nakamichi, Tomoko, 23 Neufert, Ernst, 54 Neff, Ludwig, 54 Nufrio, Anna, 56 Nunnelly, Carol A., 29 Obrist, Hans Ulrich, 56 Panero, Julius, 54 Pfeifer, Günter, 57 Präkel, David, 41 Puente, Moisés, 56, 57 Richardson, Phyllis, 57 Rogers, Richard, 56 Schneider, Friederike, 54 Schulz-Dornburg, Julia, 55 Siegel, Eliot, 31 Suzuki, Akira, 55 Van Meel, Juriaan, 13 Van Ree, Hermen Jan, 13 Weintraub, Alan, 5 Zelnik, Martin, 54 Zevi, Bruno, 58 Zumthor, Peter, 55

INDICE

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Bronwyn Cosgrave

Modelagens mágicas

História da indumentária e da moda

História da indumentária e da moda.

Tomoko Nakamichi

Da Antiguidade aos dias atuais Bronwyn Cosgrave

A CÂMERA DE A FOTOGRAFI@ DEPOIS DA FOTOGRAFIA ISBN 842522459-4

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ISBN 978-84-252-2459-1

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SUSTENTABILIDADE NO DESIGN DE INTERIORES

Fundamentos da fotografia criativa David Präkel

SUSTENTABILIDADE NO DESIGN DE INTERIORES

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Este livro oferece uma introdução completa ao emocionante mundo da fotografia criativa aplicada. A estrutura do livro conduz o leitor através das bases teóricas da fotografia até a realização de um brief profissional, sempre fornecendo uma explicação sobre o modo de utilização dos aspectos mais técnicos. O objetivo deste livro é a criação de imagens, não somente como método de expressão pessoal mas como prática orientada ao mundo profissional. Fundamentos da fotografia criativa é uma visão única das práticas profissionais no âmbito da indústria da imagem. É uma introdução perfeita para quem busca um trabalho nessa área, estuda ou ensina em módulos práticos em escolas de artes visuais com base na fotografia, assim como para todos aqueles que chegaram até essa área através de outros meios e buscam uma fonte de informação como apoio.

Siân Moxon

David Präkel nasceu e estudou na Inglaterra. Após estudar Psicologia na Universidade de Manchester, estabeleceu uma carreira variada e com êxito na área do jornalismo fotográfico e na docência. Lecionou a disciplina para diversos níveis em universidades, faculdades, escolas e no prestigioso Kodak Imaging Training Centre em Harrow, Londres. Atualmente ministra suas próprias oficinas em Northumberland (Centre of Britain PhotoWorkshops Partnership). Seus famosos livros sobre composição fotográfica, iluminação e fotografia em preto e branco são ideais para aqueles que desejam adentrar na área.

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Fundamentos da fotografia criativa David Präkel Este dicionário é uma introdução à terminologia mais atual do mundo da moda, apresentada por meio de definições breves e ilustrações vistosas. Seus mais de 200 verbetes incluem palavras comuns que na moda têm significados muito particulares, como andrógino, botão, conceito ou sapatos; termos que com frequência são usados de maneira incorreta, como baby doll ou corselete; conceitos históricos ou tradicionais que as últimas tendências recuperaram, como espartilho, elisabetano ou melindrosa; e, finalmente, o vocabulário técnico. Em suma, trata-se de uma seleção que reúne termos de ontem e de hoje e forma um vocabulário imprescindível para um registro atual do setor da moda.

G. Ambrose / P. Harris

9 788425 224591

Dicionário ilustrado da moda G. Ambrose / P. Harris

Dicionário ilustrado da moda

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

ISBN 842522433-0

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

ISBN 978-84-252-2433-1

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 93 322 81 61 - Fax (+34) 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

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Sergi Costa Duran

9 788425 224331

A CASA ECOLÓGICA

A CASA ECOLÓGICA

IDEIAS PRÁTICAS PARA UM LAR ECOLÓGICO E SAUDÁVEL

Curso de fotografia de moda

O que é melhor para nós e para o meio ambiente? Uma moradia construída em estrutura de madeira certificada ou em fardos de palha? Um painel isolante de cânhamo ou de celulose? Podemos revestir o banheiro com azulejos cerâmicos ecológicos? É fácil recolher a água de chuva de forma doméstica? Este guia de divulgação apresenta conselhos práticos e produtos úteis para saber como construir um edifício e como condicionar o interior de uma casa de modo a causar o mínimo impacto possível no seu entorno.

Eliot Siegel

O livro está organizado em três capítulos principais: a introdução apresenta ilustrações e esquemas de instalações para economizar água e energia ou climatizar uma moradia de modo natural; o segundo capítulo é dedicado aos materiais, revestimentos e sistemas aplicáveis na fase de projeto e construção; finalmente, o último capítulo explica como reformar nossa casa de forma ecológica, com uma série de usos e complementos para cada cômodo do lar, incluindo o jardim e a varanda. Este livro é uma referência obrigatória com respostas variadas para todos os que já se perguntaram em algum momento: seria possível viver em um lar mais saudável e menos poluente?

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 93 322 81 61 - Fax (+34) 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.com

B Boneca

A MODERNIDADE SUPERADA ENSAIOS SOBRE ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA

JOSEP MARIA MONTANER

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NOVA EDIÇÃO RENOVADA E AMPLIADA

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Atlas de detalhes

A psicologia das cores Dirigido a estudantes e profissionais de paisagismo, este livro trata da importância do desenho para aprender a visualizar e a explicar projetos de grande escala e demonstra que, ao longo do processo de projeto, os desenhos feitos à mão são um complemento ideal para os desenvolvidos em computador. Este livro se baseia nos pontos centrais das técnicas de desenho tradicionais e incorpora os métodos projetuais em computador com o objetivo de produzir melhores desenhos, mais compreensíveis para o cliente e, em suma, de realizar melhores projetos.

Como as cores afetam a emoção e a razão Com mais de 500 ilustrações coloridas de exemplos internacionais, o livro conduz o leitor através de uma sequência que vai desde as primeiras impressões do lugar e os primeiros croquis conceituais até as plantas finais de apresentação e execução.

construtivos nova edição

O DESENHO NO PROJETO DA PAISAGEM

EDWARD HUTCHISON estudou design de interiores na Kingston School of Art, é mestre em design ambiental pelo Royal College of Art, arquitetura da paisagem pela Thames Polytechnic e arquitetura pela Architectural Association, todas estas em Londres. Mais tarde, trabalhou no departamento de arquitetura do distrito de Hammersmith & Fulham (1973-1984) e no Foster & Partners (1985-1991), escritório do qual passou a ser associado a partir de 1988. Atualmente, é diretor de seu próprio escritório de arquitetura da paisagem em Londres. Sua obra recebeu numerosos prêmios e seus desenhos foram objeto de uma exposição intitulada Drawing Space realizada em 2009 no Garden Museum de Londres.

Peter Beinhauer

fundações paredes exteriores paredes interiores

janelas portas lajes escadas •

coberturas inclinadas

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

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ISBN 978-84-252-2416-4

9 788425 224164

Eva Heller

Edward Hutchison

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O DESENHO NO PROJETO DA PAISAGEM

ação e conservação. Desde +Whiles, do qual se tornou seus projetos realizados vel na London South Bank

Bronwyn Cosgrave é jornalista e consultora especializada em história da moda. É autora de Sample: Cuttings from Contemporary Fashion (2005) e de Made for Each Other: Fashion and the Academy Awards (2007). Presta consultoria para marcas de luxo, como Montblanc e Swarovski, é comentarista de moda e estilo em programas de televisão e rádio e colabora com distintas publicações, como Vogue, Vanity Fair e The Observer.

Siân Moxon Siân Moxon

gua são alguns dos to ambiental causado pela liar seus princípios e formas interiores pode enfrentar etos.

os fundamentos do projeto ulicos e métodos construtivos ERIORES destina-se a tidos com a incorporação

A indumentária de cada cultura é um reflexo dos valores de cada sociedade em sua época. Por funcionalidade, ostentação ou pura questão estética, o vestuário sempre serviu para comunicar o que, para a autora, é o verdadeiro significado da moda: a manifestação da personalidade de cada indivíduo. Com base em uma extensa pesquisa histórica, História da indumentária e da moda apresenta a indumentária e a evolução da moda desde os povos da Antiguidade aos grandes estilistas do século xx e à indústria das marcas internacionais. Cada capítulo é ricamente ilustrado e aborda a indumentária e os costumes das culturas e períodos históricos mais representativos através de seu contexto histórico e do papel da mulher na sociedade em questão e descreve o vestuário de homens e mulheres e os tecidos utilizados, além de chapéus, acessórios de cabeça, penteados, maquiagem, perfumes e demais cuidados pessoais. História da indumentária e da moda destina-se a profissionais da moda, como estilistas, produtores e figurinistas, além de professores, pesquisadores e estudantes do tema e a todos que se interessam pelo fascinante mundo da moda.

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Edward Hutchison

coberturas planas

Enciclopédia das técnicas de ilustração de moda Carol A. Nunnelly


tica de conceitos e tipos de escritórios, a todos os profissionais interessados projeto de escritórios.

o ICOP e pesquisador-chefe do Research, em Copenhague. É autor e: The Whole Office and Nothing but

Como planejar os espaços de escritórios

m guia prático dirigido a gestores e balho que funcionem de forma eficaz. ideradas ao planejar escritórios, o livro e desde os objetivos a cumprir e as alhado de cada tipo de espaço de ão e os espaços de apoio necessários formação é complementada por casos ara colocar em prática os projetos, eressantes exemplos de todo o mundo.

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89 08029 Barcelona España Tel. 34 93 3228161 Fax 34 93 3229203 info@ggili.com www.ggili.com

OSCAR NIEMEYER CASAS

Como planejar os espaços de escritórios Guia prático para gestores e designers Juriaan van Meel, Yuri Martens e Hermen Jan van Ree

senvolvimento de estratégias mente trabalhou no Center for People pou como coautor de Werkplekwijzer,

Juriaan van Meel Yuri Martens Hermen Jan van Ree

as, operações e marketing em gestão a University College London e em xos e dos Estados Unidos. É membro ropeu de Normalização.

ISBN 978-84-252-2369-3

FOTOGRAFIAS DE ALAN WEINTRAUB I TEXTO DE ALAN HESS

9 788425 223693

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GG BABALIBRI_Alfabeto cop_Layout 2 07/09/11 11:37 Página 1

El libro quiere ser un instrumento práctico para el diseñador que trabaja con proyectos en dos y tres dimensiones, de modo que le permita concebir, organizar y configurar soluciones visuales a sus problemas de una forma más segura y rápida. Pero también quisiera poner en manos del educador un medio auxiliar que pueda serle de utilidad en la enseñanza orientada a la solución de problemas. Al estudiante le brinda la posibilidad de familiarizarse con la naturaleza y con el proceso de invención de la retícula, así como de aprender a usarla a través de sus propios ejercicios.

O livro pretende dar ao designer editorial, quer ele trabalhe em duas ou três dimensões, ferramentas práticas que lhe permitam resolver com mais rapidez e segurança os problemas da comunicação visual — em termos concetuais, de organização dos espaços e do design. Mas também pretende oferecer ao formador um método auxiliar com o qual poderá lograr bons resultados num ensino pragmático, baseado na solução de problemas reais. Ao estudante proporciona uma oportunidade para se familiarizar com os aspetos essenciais dos sistemas de grelha, de modo que aprenda a construí-los e a usá-los nos seus próprios exercícios.

Josef Müller-Brockmann

Sistemas de grelhas

Para aplicar racional e funcionalmente uma grelha, o designer deve avaliar cuidadosamente todos os critérios em questão, o uso de grelhas requer um estudo sério. Na presente publicação o autor identifica e explica em pormenor os pontos essenciais que devem ser respeitados quando se concebe um determinado sistema de grelhas.

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Editora G.Gili Ltda Av. Jose María de Faria, 470, Sala 103 Lapa de Baixo, CEP: 05038-190 São Paulo - SP Brasil Tel. 55 11 3611 2443 info@ggili.com.br www.ggili.com.br

Sistemas de retículas Manual para diseñadores gráficos

Josef Müller-Brockmann

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Princípios de gestão de negócios de moda

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Para utilizar la retícula de forma inteligente y funcional, el diseñador deberá someter todos los elementos a un estudio cuidadoso, el uso riguroso de la retícula exige un estudio concienzudo. En el presente volumen, el autor registra y explica con detalle los puntos esenciales que deben tenerse en cuenta en la concepción de una retícula.

Sistemas de retículas

na lau de so

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Susan Dillon

egócio complexo que desempenha um papel Sonia Delaunay (Odessa, 1885 – Paris, 1979) foi uma o sucesso depende não só do talento para a plástica que se mudou para Paris em 1906, onde artista gestão de negócios de moda apresenta iniciou suas atividades artísticas e conheceu o pintor processos, funções e objetivos que definem Robert Delaunay. No começo da segunda metade o a previsão de tendências, a comunicação e s cadeias de suprimentos, o marketingdo e as século XX, os dois formularam uma nova e original abstrata, a simultaneidade, baseada no os com exercícios e casos práticos comlinguagem foco fissionais do setor. Princípios de gestãocontraste de simultâneo de várias cores. Ao longo de sua estão comercial da moda, que será de grande vida artística, Sonia Delaunay dedicou-se Susan a aplicar Dillon essa dos que queiram se converter em um ativo linguagem abstrata e geométrica não só à pintura, mas também ao design gráfico, à estamparia e à moda, entre outras coisas. o âmbito comercial da moda, após a muitas qual suas coleções na Europa e em Nova York. tancy e diretora do curso de moda do Leeds

Princípios de gestão de negócios de moda

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sonia delaunay

Acompanhadas por uma série de cantigas infantis em português, as letras desse alfabeto “dançam” num fantástico baile de cores (vermelho, amarelo, verde, azul e preto), criando páginas luminosas e vibrantes que convidam a criança a participar do aprendizado das letras, e o adulto a desfrutar de um primoroso livro de arte.

Sistemas de grelhas Manual para designers gráficos

ISBN 978-84-252-2443-0

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona Tel. (+34) 93 3228161 - Fax (+34) 933229205 www.ggili.com - www.ggili.com.br

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Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona, Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

Os contos da pipa

Método de qualidade comprovada pelos seus resultados na Parsons The New School of Design de Nova York, cada tópico é ilustrado por trabalhos dos alunos deste curso, desde imagens de referência temática, ilustrações projetuais a fotos de produtos finalizados, para que o leitor possa ter uma noção da organização e representação de um conceito temático que deve ser concretizado em pouco tempo desde a escolha dos materiais, técnicas de representação e construção ao produto final.

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Curso de design de moda

Modelagens mágicas 2

Princípios, prática e técnicas

Tomoko Nakamichi

Steven Faerm

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Curso de design de moda

Manual dos tipos

Steven Faerm

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Este livro dá uma visão ampla e aprofundada sobre momentos históricos da moda, destaca personalidades relevantes Kane para sua evolução e expõe conceitosJohn básicos para o desenvolvimento de um produto neste segmento, como cores, temas, materiais, ferramentas e planejamento de uma coleção. Além disso, estabelece um glossário ilustrado sobre detalhes clássicos das roupas e tecidos, orienta a montagem do portfólio e as estratégias de apresentação em entrevistas e indica sites para a aquisição de repertório e tendências. Também apresenta entrevistas com profissionais do mercado internacional, que fazem uma preleção sobre como deve ser o perfil dos futuros designers de moda para se destacarem num ramo cada vez mais competitivo.

Steven Faerm é o diretor da BFA Fashion Design Program na Parsons The New School for Design. É também membro da Board Member for The Arts of Fashion Organization onde colabora com a série de palestras da “Fashion.edu”, que permite aos educadores e designers profissionais que se unam para discutir sobre o ensino em design de moda. Ele recebeu o prêmio da New School’s University em 2008 e atualmente está criando e lançando uma revista acadêmica que será dedicada à análise do ensino de moda no mundo todo.

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Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 933228161 - Fax (+34) 933229205 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

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O Visual merchandising é fundamental para qualquer estabelecimento comercial, pois fortalece a imagem de marca da loja e é capaz de aumentar consideravelmente as vendas. Seja por meio de vitrines impactantes que atraem o público, incentivando-o a entrar na loja, ou através de um layout especial e determinados recursos, que orientam a circulação do consumidor pelo interior do estabelecimento, estimulando-o a passar mais tempo, o visual merchandising pode tornar a experiência de compra inesquecível.

Este livro apresenta informações fundamentais para estudantes e profissionais do setor varejista, recorrendo a exemplos de boas práticas de visual merchandising de todo o mundo. O livro aborda todos os aspectos do visual merchandising, como vitrines, design de lojas, distribuição dos produtos no interior dos estabelecimentos e uso de manequins. Ilustrado com desenhos e fotografias de numerosos exemplos de destaque de todo o mundo, o livro também apresenta dicas e conselhos práticos.

PEQUENO MANUAL DO PROJETO SUSTENTÁVEL

Visual merchandising Vitrines e interiores comerciais Tony Morgan

Tony Morgan

FRANÇOISE-HÉLÈNE JOURDA Tony Morgan é professor de visual merchandising do London College of Fashion e é diretor do departamento de visual merchandising da Fashion Retail Academy. Foi diretor de visual merchandising na Selfridges durante 18 anos e atualmente dirige sua própria empresa de consultoria especializada no setor varejista.

Visual merchandising

27/5/11

Vitrines e interiores comerciais

MORGAN Visual merchandising PORT 2011 :Maquetación 1

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ISBN 978-84-252-2428-7

Editorial Gustavo Gili, SL Rosselló 87-89, 08029 Barcelona - Espanha Tel. (+34) 93 322 81 61 - Fax (+34) 93 322 92 05 info@ggili.com - www.ggili.pt - www.ggili.com.br

9 788425 224287

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Editorial Gustavo Gili de México, SA Valle de Bravo, 21 Naucalpán 53050, Edo. de México México Tel. 52 55 55606011 Fax 52 55 53601453 ventas@ggili.com.mx www.ggili.com.mx


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Catalogo 2012 Brasil  

Catalogo 2012 das edições da Editora Gustavo Gili (Barcelona) especializada em livros de arquitetura, design, moda, arte e fotografia