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TEMA: Valores e Diversidade Cultural

Subjetivismo e Objetivismo

Defesa da tese objetivista: O Objetivismo consiste na crença de que existem alguns valores objetivos e universais. Nós defendemos esta tese, pois alguns valores são universais e objetivos. Na nossa opinião, as pessoas sem direitos não têm identidade, por isso tem de existir numa sociedade, preservando os costumes e tradições positivas nessa cultura. Todos os indivíduos têm os mesmos direitos e, como tal, têm de existir valores universais, tais como, o direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Ninguém deve ser mantido em escravatura ou em servidão e toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião, conforme é defendido na Declaração Unversal dos Direitos Humanos. Por exemplo, existem certas culturas em que ainda hoje se pratica infanticídio ou poligamia, o que para nós não é nada correto, portanto, pensamos que devemos “lutar”, seguindo a nossa consciência, pelo que achamos que deve ser valorizado e não sermos conformistas em relação a práticas culturais desumanas. As tradicões, hábitos e costumes que caraterizam as diferentes culturas (as roupas, a organização, a gastronomia) mostram que existem diferentes aspetos de sociedade para sociedade; mas será que nos permite fazer tudo o que queremos, apenas, porque é permitido pela nossa cultura? Até provocar a morte de crianças e pessoas inocentes? Há certas circunstâncias que não representam consequências moralmente negativas, como “qual é lado correto para se conduzir, mundialmente?”, mas quando existe infanticídio em alguns países do nosso planeta, nós não podemos ficar indiferentes e sermos tolerantes em relação a estas barbaridades. Na nossa opinião demonstrarmos tolerância perante temas “mais delicados”, (como o tema do filme “Desert Flower”) em que ofendemos a moral, é impossível. Para nós, a existência de valores universais é verdade, ou pelo menos deveria ser. Se os esquimós consideram o infanticídio moralmente permissível, enquanto a cultura em que nós vivemos pensa exatamente o contrário, um de “nós” tem razão e não podemos sacrificar crianças. Será que poderá haver consenso nestes casos? Não, pois sempre existirão “algumas mentes fechadas” que não pensam como podem estar a magoar pessoas inocentes. O Relativismo consiste no respeito, mas principalmente na tolerância entre as culturas. Defende que devemos respeitar e não nos envolvermos nas “ideias” de outras sociedades. Nós não concordamos com esta tese, porque para nós o argumento das diferenças culturais não é válido, pois acontecem coisas horríveis e não deveriam ser aceites em nenhuma parte do mundo, mas quando existem aspetos positivos, como a gastronomia, esses podemos considerar que são uma aculturação positiva. Assim, não estamos de acordo, como já referimos, com o argumento da tolerância, pois se formos tolerantes com este tipo de barbaridades, teremos de tolerar a


intolerância, então estaremos de acordo e em desacordo ao mesmo tempo e estaremos a contradizer-nos. Desta forma, concluímos que exitem valores uviversais e objetivos e não nos devemos conformar com tudo aquilo que nos é imposto, pois há barbaridades aceites em diferentes culturas que não deviam ser toleradas.

FONTES: Almeida, Aires; Teixeira, Célia; Murcho, Desidério (2013). “ 50 Lições de Filosofia, 10º ano”, Lisboa: Didática editora http://www.resumos.net/filosofia.html http://afilosofia.no.sapo.pt/10atfil.htm http://duvida-metodica.blogspot.pt/

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Filosofia orientado pela professora Sónia Múrias

Alunos: Ana Rita Pinto nº1 10ºD Bruno Pinto nº3 10ºD Diogo santos nº9 10ºD

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