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Eiszeitalter

«.

Gegenwart

101—108

30

2 Abb., 5 T a b .

Hannover

1980

Periglaziale Deckschichten auf weichselzeitlichen S e d i m e n t e n in Polen ARNO SEMMEL *)

Periglacial, podzol, stratification, particle size analysis, heavy mineral, trace element analysis, Weichselian glaciation, Poland K u r z f a s s u n g : Aus dem Gebiet der weichselzeitlichen Vereisung in Polen werden allge­ mein verbreitete geringmächtige periglaziale Deckschichten beschrieben. Sie zeigen in der Regel eine äolische Beeinflussung und unterscheiden sich dadurch vom Liegenden. Es handelt sich um spätglaziale Bildungen, wie sie aus dem Jungmoränengebiet der D D R seit langem bekannt sind. Ähnliche Substrate wurden auch im nördlichen Alpenvorland gefunden. [Periglacial Cover L a y e r s on Weichselian-Sediments in Poland] A b s t r a c t : From the area of the Weichselian glaciation in Poland, wide-spread, thin periglacial cover-layers are described. T h e y possess, as a rule, an acolian component, and can thus be distinguished from underlying strata. T h e y are of Late-Glacial origin, and are similar to strata, which have long been known from the Weichselian area of the German Democratic Republic. Similar strata have also been found in the northern Alpine Foreland.

1.

Einleitung

U n t e r s u c h u n g s b e f u n d e über s p ä t g l a z i a l e Deckschichten oder „ U m l a g e r u n g s z o n e n " a u f S e d i m e n t e n der l e t z t e n Eiszeit in M i t t e l e u r o p a sind bereits w i e d e r h o l t publiziert w o r d e n . V o r a l l e m m i t der A r b e i t von KOPP ( 1 9 6 5 ) ist e i n e D i s k u s s i o n der B e d e u t u n g solcher S e ­ d i m e n t e für die B o d e n e n t w i c k l u n g a u f M o r ä n e n u n d a n d e r e n g l a z i g e n e n S e d i m e n t e n der l e t z t e n E i s z e i t eröffnet worden, d i e bis heute a n h ä l t (DIEMANN 1 9 7 7 ) . I n j ü n g s t e r Z e i t berichten auch BLUME et al. ( 1 9 7 8 ) v o n der k r y o t u r b a t e n V o r p r ä g u n g in P a r a b r a u n e r d e profilen a u f M o r ä n e n p l a t t e n in der U m g e b u n g B e r l i n s . V o n entsprechenden E r s c h e i n u n g e n in d e r J u n g m o r ä n e n l a n d s c h a f t S c h l e s w i g - H o l s t e i n s liegen bisher k a u m A n g a b e n v o r (SEM­

MEL

1973: 119).

I m nördlichen A l p e n v o r l a n d sind dagegen o h n e Z w e i f e l entsprechende B i l d u n g e n w e i t v e r b r e i t e t (SEMMEL 1 9 7 3 ) . Reisen in P o l e n b o t e n G e l e g e n h e i t , der F r a g e nachzugehen, o b a u f den dortigen A b l a g e r u n g e n der W e i c h s e l - E i s z e i t ebenfalls p e r i g l a z i a l e Deckschichten e n t w i c k e l t sind u n d o b diese a u f den M o r ä n e n der verschiedenen S t a d i e n unterschiedliche A u s p r ä g u n g zeigen. D i e R e i s e r o u t e n w u r d e n so g e w ä h l t , d a ß j e w e i l s die gesamte M o r ä n e n f o l g e z w i s c h e n den S u d e t e n und d e r O s t s e e gequert u n d in der R e g e l d i e v o n der S t r a ß e her zugänglichen Aufschlüsse untersucht werden k o n n t e n (vgl. A b b . 1 ) . D a r ü b e r h i n a u s sind in m a n c h e n G e b i e t e n zusätzliche Untersuchungen in abseits d e r D u r c h g a n g s s t r a ß e n liegenden A u f ­ schlüssen v o r g e n o m m e n worden. D a s g i l t für die U m g e b u n g v o n M l a w a (nördlich W a r ­ schau), für das G e b i e t um C h o j n a ( K ö n i g s b e r g / N e u m a r k ) und Z i e l o n a G o r a ( G r ü n b e r g ) . *) Anschrift des Verfassers: Prof. D r . A. S e m m e l , Institut für Physische Geographie der Universität, Senckenberganlage 36, D - 6 0 0 0 Frankfurt am Main.


A. Semmel

102

Reiserouten Abb. 1: Übersichtsskizze der Reiserouten.

D a b e i e r g a b sich, d a ß a u f fast allen aufgeschlossenen g l a z i g e n e n Bildungen der W e i c h ­ sel-Eiszeit e i n e j ü n g e r e , m a n c h m a l m e h r g l i e d r i g e Deckschicht liegt. N u r dort, w o s t a r k e B e a c k e r u n g m i t B o d e n e r o s i o n v e r b u n d e n w a r , f e h l t eine solche L a g e . A n h a n d a u s g e w ä h l ­ ter B e i s p i e l e w e r d e n im f o l g e n d e n A u f b a u u n d Eigenschaften solcher Deckschichten n ä h e r erläutert. D i e s t r a t i g r a p h i s c h e E i n s t u f u n g der l i e g e n d e n g l a z i g e n e n S u b s t r a t e e r f o l g t nach den A n g a b e n v o n LIEDTKE ( 1 9 7 5 ) .

2. Aufbau und Eigenschaften von Deckschichten auf glazigenen Sedimenten der Weichsel-Eiszeit A u f r e l a t i v e n g e m R a u m liegen die B i l d u n g e n des B r a n d e n b u r g e r , des F r a n k f u r t e r und des P o m m e r s c h e n S t a d i u m s zwischen M l a w a u n d O l s z t y n ( A l l e n s t e i n ) b e i e i n a n d e r . I n m e h r e r e n Aufschlüssen südöstlich v o n A l i e n s t e i n , östlich der v o n S z c z y t n o ( O r t e i s b u r g ) k o m m e n d e n S t r a ß e , ist die k u p p i g e G r u n d m o r ä n e des P o m m e r s c h e n S t a d i u m s aufgeschlos­ sen. I n R i c h t u n g O r t e i s b u r g schließen Aufschlüsse in den E n d m o r ä n e n und S a n d e r n dieses S t a d i u m s a n . A l l e n g e m e i n s a m ist, d a ß in k e i n e m F a l l die g l a z i g e n e n oder g l a z i f l u v i a l e n S e d i m e n t e d i r e k t unter der O b e r f l ä c h e liegen, s o n d e r n v o n e i n e r sandigen Deckschicht


Periglaziale Deckschichten auf weichselzeitlichen Sedimenten in Polen

103

ü b e r z o g e n w e r d e n , die ü b e r w i e g e n d 4 0 bis 7 0 c m m ä c h t i g ist. S o liegt z. B . a m S ü d r a n d v o n A l i e n s t e i n im A u f s c h l u ß a m See u n m i t t e l b a r östlich der S t r a ß e nach O r t e i s b u r g unter einem m i t 5 ° nach S ü d e n geneigten, m i t K i e f e r n b e s t a n d e n e n H a n g folgendes P r o f i l : 3 cm organische Auflage (Rohhumus) 0— 2—

2 cm 4 0 cm

P o d s o l - B l e i c h h o r i z o n t (A,,) b r a u n e r , schluffig-lehmiger S a n d ( B ) m i t h a n g a b w ä r t s eingeregelten G e r o l l e n , a n der B a s i s e i n e L a g e v o n G e r o l l e n , in H a n g r i c h t u n g ein­ geregelt, einzelne e t w a s aufgerichtet f a h l - h e l l b r a u n e r , schwach schluffiger S a n d ( I I Ai) r o s t b r a u n e r , toniger S a n d ( I I B ) h e l l b r a u n e r S a n d , geschichtet, mit r o s t b r a u n e n , tonigen B ä n d e r n . v

4 0 — 5 0 cm 5 0 — 8 0 cm 8 0 — 1 5 0 cm 4-

t

I n diesem Profil z e i g t die h a n g p a r a l l e l v e r l a u f e n d e S t e i n l a g e bei 4 0 c m e i n e G r e n z e an, die nicht als F o l g e d e r B o d e n b i l d u n g g e d e u t e t w e r d e n k a n n , o b w o h l sie gleichzeitig die G r e n z e des B - H o r i z o n t e s darstellt: D i e E i n r e g e l u n g der einzelnen S t e i n e in G e f ä l l s ­ richtung d e u t e t a u f e i n e solifluidale B e w e g u n g im wasserreichen A u f t a u b o d e n hin, die wahrscheinlich über g e f r o r e n e m U n t e r g r u n d s t a t t g e f u n d e n h a t , der zugleich ein E i n s i n k e n der S t e i n e in den tieferen S a n d v e r h i n d e r t e ( v g l . h i e r z u auch KOPP 1 9 7 0 : 2 7 4 ff.; KOPP & JÄGER 1 9 7 2 ; SEMMEL 1 9 6 9 ; 4 2 ff.). W i l l m a n diesen V o r g a n g als h o l o z ä n e s P h ä n o m e n deuten, so bleiben die S c h w i e r i g k e i t e n z u e r k l ä r e n , die a u f S. 1 0 5 noch n ä h e r e r ö r t e r t werden. v

I m G e g e n s a t z z u m L i e g e n d e n b e s i t z t d i e Solifluidalschicht meist eine abweichende K o r n g r ö ß e n z u s a m m e n s e t z u n g . D a s P r o f i l b e i A l l e n s t e i n weist einen g e r i n g e r e n S a n d und einen höheren S c h i u f f g e h a l t o b e r h a l b d e r S t e i n l a g e a u f ( v g l . T a b . 1 ) . D a s k a n n nicht die A u s w i r k u n g einer in s i t u - V e r w i t t e r u n g sein, d e n n m i t diesen K o r n g r ö ß e n u n t e r s c h i e ­ den ist e i n e V e r ä n d e r u n g in der S c h w e r m i n e r a l f ü h r u n g v e r b u n d e n ( T a b . 2 ) . D e r Schluff e n t h ä l t i m G e g e n s a t z z u m S a n d eine „ v u l k a n i s c h - ä o l i s c h e " K o m p o n e n t e ( A u g i t und b r a u n e H o r n b l e n d e ) . D a m i t ist eine D i f f e r e n z i e r u n g gegeben, w i e sie e t w a der t u n d r e n ­ zeitliche Deckschutt (SEMMEL 1 9 6 4 , 1 9 6 8 ) in den hessischen M i t t e l g e b i r g e n häufig gegenTab. 1: Korngrößen (in %>) des Profils südlich Allenstein (Olsztyn) <0,002

Flurabstand

0,002-0,006 0,006-0,02

6,3 3,7 9,3

2—40 cm 4 0 — 5 0 cm 5 0 — 8 0 cm

6,1 2,7 1,1

0,02-0,06

14,3 3,6 2,7

0,06-0,2

0,2-0,6

0,6-2 mm 0

11,5 24,3 24,1

21,3 45,7 46,5

9,7 11,7 9,2

25,9 3,9 3,0

2 7

16 19

30 26

4 22

Q

2—40 cm 0,02—0,06 mm 0,06—0,2 mm

47 5S

1 3

4 0 — 5 0 cm 0,02—0,06 mm 0,06—0,2 mm

60 58

1 5

5

J

T/5

a c

irko

9 34

<

"3

urm

21 38

<

X

J3

:aur

11 13

isth 1 1

ugit

~r. _5

nda

Ü

pak

'5. w

O

3 c 5

0 X

Flurabstand

8

S

ran:

in

util

'Zoi:

Tab. 2 : Schwermineralführung in % im Profil sü dlich Allenste in (Olsztyn)

•j*.

H

N

Gewichts-%) der Gesamt­ probe

4 1

1 1

1 1

3 2

35 6

0,55 1,06

6 3

3

1 5

1 6

39 4

0,73 0,60


A. Semmel

104

ü b e r den liegenden S e d i m e n t e n b e s i t z t . L e i d e r l i e ß e n sich in allen n ä h e r

untersuchten

p o l n i s c h e n Profilen k e i n e sicheren S p u r e n des L a a c h e r B i m s t u f f e s aus der A l l e r ö d z e i t nach­ w e i s e n , so d a ß das A l t e r der D e c k s c h i c h t n u r als s p ä t g l a z i a l angegeben w e r d e n

kann

(post-Vergletscherung, präholozän). Ä h n l i c h e P r o f i l e s i n d auch a u f den ä l t e r e n A b l a g e r u n g e n der W e i c h s e l - E i s z e i t zu fin­ den, sie sind m. E . s o g a r typisch für v i e l e W a r t h e - A b l a g e r u n g e n . Z u berücksichtigen ist, d a ß d e r äolische A n t e i l in der D e c k s c h i c h t ziemlich s c h w a n k e n k a n n . D a b e i zeigt sich w i e d e r u m eine d e u t l i c h e P a r a l l e l e z u m D e c k s c h u t t der M i t t e l g e b i r g e : W a c h s e n d e r Schluffg e h a l t bedeutet oft Z u n a h m e der „ v u l k a n i s c h e n " S c h w e r m i n e r a l e und s t ä r k e r e V e r b r a u n u n g des S o l u m s . B e i s e h r geringem S c h l u f f g e h a l t ist s c h w e r m i n e r a l o g i s c h k e i n signifikan­ t e r U n t e r s c h i e d z u m L i e g e n d e n f e s t z u s t e l l e n und kein B - H o r i z o n t , s o n d e r n ein f a h l e r v

A i - H o r i z o n t ü b e r d e r S t e i n s o h l e a u s g e b i l d e t . Als Beispiel sei ein Profil aus d e r K i e s g r u b e K u c z b o r k - O s a d a w e s t l i c h von M l a w a aus d e m W a r t h e - B e r e i c h angeführt. E s liegt u n t e r e i n e m 5 ° geneigten N o r d h a n g und g l i e d e r t sich i n : 0—

20 cm

Ap-Horizont

2 0 — 4 0 cm

h e l l b r a u n e r , schluffiger S a n d ( A j - H o r i z o n t ) an der B a s i s eine L a g e

4 0 — 1 0 0 cm

r o s t b r a u n e r S a n d m i t dichter T o n - B ä n d e r u n g ( I I B - H o r i z o n t )

v o n Gerollen (eingeregelt) t

1 0 0 — 1 2 0 c m 4- h e l l g r a u e r G r o b s a n d m i t r o s t b r a u n e n , t o n i g e n B ä n d e r n . D e r Schluffgehalt ist über der S t e i n l a g e z w a r deutlich h ö h e r als im L i e g e n d e n , jedoch i n s g e s a m t wesentlich g e r i n g e r als i m A l l e n s t e i n e r Profil ( T a b . 3 ) . I n der S c h w e r m i n e r a l ­ f ü h r u n g bedeutet das V o r k o m m e n e i n e r b r a u n e n H o r n b l e n d e in der Deckschicht a l l e n f a l l s e i n e n gewissen H i n w e i s a u f äolische B e i m e n g u n g ( T a b . 4 ) . T a b . 3 : Korngrößen (in ° / o ) des Profils Kuczbork-Osada Flurabstand

<0,002

2 0 — 40 cm 4 0 — 1 0 0 cm 1 0 0 — 1 2 0 cm

0,002-0,006 0,006-0,02

2,0 3,3 0,6

2,8 1,7 0,2

0,02-0,06

0,06-0,2

7,9 1,5 1,6

5,9 0,1 0,7

0,2-0,6

6,0 2,6 1,7

0,6-2 mm

53,9 53,6 37,0

19,3 29,9 58,0

T a b . 4 : Schwermineralführung im Profil Kuczbork-Osada

o N ^

-i

Flurabstand

O

<

a S <

J J Q

I 1, W

g 8 Ü

,2 • u>

J • Ja

_ 1 (2

e"2"l i 3 3 t/5 t/5 H

§ ^ N

Gewichts-o/o derGesamtprobe

2 0 — 4 0 cm 0 , 0 2 — 0 , 0 6 mm 0 0 , 0 6 — 0 , 2 mm 0

61 56

— 1

— —

1 1

28 21

26 40

2 23

1 —

10 1

1 1

1 2

1 4

29 6

0,16 1,03

4 0 — 1 0 0 cm 0 , 0 2 — 0 , 0 6 mm 0 0 , 0 6 — 0 , 2 mm 0

75 66

1 1

— —

1 2

19 19

16 35

8 15

— —

11 2

1 1

1 7

2 11

40 7

0,44 0,55

D i e äolische B e e i n f l u s s u n g w i r d v o r a l l e m auch in P r o f i l e n a u f G e s c h i e b e m e r g e l deut­ lich. H i e r l ä ß t sich oft e i n e Z u n a h m e des S a n d g e h a l t e s in d e r Deckschicht e r k e n n e n . E i n solches P r o f i l ist z . B . d u r c h den H o h l w e g a u f der flachen K u p p e c a . ein K i l o m e t e r süd­ südöstlich des D o r f e s Z e l e c h o w o ( S e l c h o w ) nördlich C h o j n a ( K ö n i g s b e r g / N e u m a r k ) frei­ g e l e g t . Dieses G e b i e t g e h ö r t zur k u p p i g e n G r u n d m o r ä n e des P o m m e r s c h e n S t a d i u m s .


Periglaziale Deckschichten auf weichselzeitlichen Sedimenten in Polen

0— 30 3 0 — 50 5 0 — 70 7 0 — 110 110— 150

cm cm cm cm c m 4-

105

Ap-Horizont h e l l b r a u n e r , schluffiger S a n d ( A i - H o r i z o n t ) brauner, sandig-toniger L e h m ( H B i - H o r i z o n t ) b r a u n e r , sandiger L e h m ( I I B 2 - H o r i z o n t ) gelblichbrauner Geschiebemergel. t

t

W e n n auch in diesem P r o f i l keine S t e i n l a g e ausgebildet ist, so f ä l l t doch bereits bei der F i n g e r p r o b e im G e l ä n d e der deutlich h ö h e r e F e i n s a n d g e h a l t a u f ( T a b . 5 ) , der sich nicht als E r g e b n i s einer B o d e n b i l d u n g i n t e r p r e t i e r e n l ä ß t . L e i d e r b l e i b t aber hier — und das ist durchaus keine S e l t e n h e i t — die S c h w e r m i n e r a l f ü h r u n g im gesamten Profil a n n ä h e r n d Tab. 5: Korngrößen (in °/o) des Profils südlich Selchow

Flurabstand 0— 30 3 0 — 50 5 0 — 70 70—110 110—150

cm cm cm cm cm

<0,002 3.S 6,4 22,9 17,5 12,0

0,002-0,006 0,006-0,02 2,8 3.2 4.2 6,0 4.9

7,8 5.2 6.7 7,0 10,1

0,02-0,06 10,8 13,5 9,8 10,4 14,0

0,06-0,2

0,2-0,6

0,6-2 mm 0

27,1 33,0 19,9 21,4 22,5

28,6 24,5 19,7 20,9 20,9

13,2 14,8 13,7 13,5 14,0

gleich, so d a ß von daher e i n e äolische Beeinflussung des O b e r b o d e n s nicht bewiesen w e r ­ den k a n n . D i e starke Z u n a h m e der K o r n o b e r f l ä c h e n - M a t t i e r u n g im O b e r b o d e n ( v o n 5 a u f 3 2 °/o) gibt gleichwohl einen H i n w e i s d a r a u f , d a ß e i n e äolische K o m p o n e n t e in den O b e r b o d e n eingearbeitet w u r d e . W i l l m a n diese E i n m i s c h u n g nicht als k r y o t u r b a t e n , son­ dern als b i o t u r b a t e n , h o l o z ä n e n V o r g a n g deuten, so b l e i b t u n g e k l ä r t , w e s h a l b in steinh a l t i g e n O b e r b ö d e n a u f H ä n g e n eine h a n g p a r a l l e l e E i n r e g e l u n g der S t e i n e d o m i n i e r t . D i e B i o t u r b a t i o n m ü ß t e doch eine solche E i n r e g e l u n g v e r h i n d e r n . D a g e g e n b e r e i t e t eine E r k l ä r u n g k e i n e S c h w i e r i g k e i t e n , die d a v o n ausgeht, d a ß p e r i g l a z i a l e S o l i f l u k t i o n z w a r auch m i t k r y o t u r b a t e r S o l i m i x i o n v e r b u n d e n ist, die S o l i f l u k t i o n jedoch als v o r h e r r s c h e n ­ der P r o z e ß i m m e r w i e d e r die E i n r e g e l u n g d e r g r o b e n K o m p o n e n t e n b e w i r k t ( v g l . die U n t e r s u c h u n g e n an r e z e n t e n periglazialen S o l i f l u k t i o n s d e c k e n bei SEMMEL 1 9 6 9 ; BIBUS et al. 1 9 7 6 ) . D i e S o l i f l u k t i o n als h o l o z ä n e n V o r g a n g d e u t e n zu wollen ist wenig ü b e r ­ zeugend, w e n n Messungen zu diesem P r o b l e m berücksichtigt w e r d e n , die ergeben h a b e n , d a ß a u f m i t t e l e u r o p ä i s c h e n H ä n g e n solche V e r l a g e r u n g e n flächenhaft allenfalls bis in 1 0 c m T i e f e stattfinden (GÖBEL 1 9 7 7 ) . D i e v o n ROHDENBURG u n d M i t a r b e i t e r n (u. a. ROHDEN­ BURG 1 9 7 8 : 4 6 9 ) beschriebenen m i t t e l - o d e r j u n g h o l o z ä n e n Schuttdecken sind m. E . als ü b e r w i e g e n d reliefbedingte S o n d e r f ä l l e z u d e u t e n ( z . B . s t a r k e H a n g n e i g u n g ) . E s k a n n w o h l ausgeschlossen w e r d e n , d a ß a u f H ä n g e n m i t N e i g u n g e n gegen 2 ° und sehr sandigem U n t e r g r u n d unter h o l o z ä n e n K l i m a b e d i n g u n g e n solifluidale V e r l a g e r u n g e n weitflächig möglich s i n d . D i e D i s k u s s i o n solcher F r a g e n erübrigte sich, w e n n die V e r k n ü p f u n g der Deckschich­ ten m i t k r y o t u r b a t e n F o r m e n ( T r o p f b ö d e n , E i s k e i l e n e t c . ) zu beobachten w ä r e . Solche E r s c h e i n u n g e n sind aus d e m W e i c h s e l m o r ä n e n - G e b i e t seit l ä n g e r e m b e k a n n t und auch aus d e m G e b i e t des P o m m e r s c h e n S t a d i u m s beschrieben w o r d e n (z. B . KLIEWE & SCHULTZ 1 9 7 0 ) . I n manchen der v o n m i r untersuchten Aufschlüsse w a r e n z w a r durchaus entspre­ chende F o r m e n ausgebildet, jedoch ließ sich nirgends z w e i f e l s f r e i der N a c h w e i s führen, d a ß die o b e r s t e Deckschicht noch von diesen P r o z e s s e n m i t e r f a ß t w u r d e . E i n solches Profil ist z. B . nördlich v o n k m 1 0 2 u n m i t t e l b a r westlich der S t r a ß e B ä r ­ w a l d e — K ü s t r i n nördlich v o n S a r b i n o w o ( Z o r n d o r f ) aufgeschlossen ( A b b . 2 ) . D o r t liegt u n t e r der b r a u n e n schluffigen Deckschicht ein an der O b e r k a n t e v e r l e h m t e r G e s c h i e b e ­ mergel des F r a n k f u r t e r S t a d i u m s . D i e D e c k s c h i c h t s t i m m t zugleich mit dem A ; - H o r i z o n t


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s Abb. 2: Aufschluß nördlich Zorndorf. Der C-Horizont besteht aus Geschiebemergel, der an der Oberkante verlehmt ist (II Bt-Horizont). Darüber liegt eine sandig-schluffige Deckschicht (AiHorizont). Kryoturbate Taschen, Eiskeilpseudomorphosen und Erosionsrinnen zwischen der Deck­ schicht und dem Geschiebemergel sind mit kiesigem Sand gefüllt. Weitere Erläuterungen im T e x t .

der P a r a b r a u n e r d e überein, deren I I B - H o r i z o n t im M e r g e l entwickelt ist. Zwischen d i e ­ ser Deckschicht u n d d e m M e r g e l lag j e d o c h ursprünglich ein kiesiger S a n d , v o n dem R e s t e in K r y o t u r b a t i o n s t a s c h e n , E i s k e i l p s e u d o m o r p h o s e n u n d E r o s i o n s r i n n e n e r h a l t e n sind. I m G e g e n s a t z zur h a n g e n d e n Deckschicht w u r d e n diese S e d i m e n t e noch v o n den k r y o t u r b a t e n V e r f o r m u n g e n e r f a ß t . D i e spätere V e r l e h m u n g des M e r g e l s zeichnete die U m r i s s e der p e r i g l a z i a l e n F o r m e n nach. I n den s a n d i g e n F ü l l u n g e n b i l d e t e n sich b r a u n e T o n b ä n d e r . l

E i s k e i l p s e u d o m o r p h o s e n sind auch in K i e s g r u b e n d e r S a n d e r des P o m m e r s c h e n S t a ­ diums zu finden, so e t w a südöstlich v o n S o l d i n ( N e u m a r k ) in einer K i e s g r u b e südlich v o n T r z c i n n a . D o r t ist die Deckschicht ein b r a u n e r , schwach kiesiger schluffiger S a n d , der in 5 0 c m T i e f e v o n einer g l a t t durchziehenden S t e i n l a g e m i t schlecht a u s g e p r ä g t e n W i n d ­ k a n t e r n abgeschlossen w i r d . D a r u n t e r f o l g t ein 2 0 c m s t a r k e r h e l l b r a u n e r S a n d , der die S p a l t e n von e h e m a l i g e n E i s k e i l p o l y g o n e n ausfüllt. D i e s e greifen in den liegenden S a n d e r ­ kies hinein. Auch h i e r w i r d also w i e d e r deutlich, d a ß die E i s k e i l e v o r der B i l d u n g der Deckschicht a k t i v gewesen sein müssen. I m übrigen z e i g t das V o r k o m m e n der Deckschicht a u f S a n d e r n , d a ß die E x i s t e n z einer D e c k m o r ä n e i. S. v o n SOLGER ( z u l e t z t 1 9 6 5 ; v g l . auch GRIMMEL 1 9 7 3 : 2 4 ) nicht u n b e d i n g t e V o r a u s s e t z u n g für die E n t s t e h u n g p e r i g l a z i a l e r Deckschichten sein m u ß . D i e bisher nicht b e o b a c h t e t e V e r k n ü p f u n g v o n p e r i g l a z i a l e n F r o s t m u s t e r f o r m e n m i t der Deckschicht w i d e r l e g t nicht deren p e r i g l a z i a l e n C h a r a k t e r . Auch aus a n d e r e n G e b i e ­ ten, e t w a dem R h e i n - M a i n - G e b i e t , sind Aufschlüsse b e k a n n t , in denen ä l t e r e j u n g p l e i s t o z ä n e S e d i m e n t e k r y o g e n gestört w u r d e n , dagegen j u n g t u n d r e n z e i t l i c h e nicht, o b w o h l diese a n b e n a c h b a r t e n O r t e n eindeutige k r y o t u r b a t e S t ö r u n g e n aufweisen. I n diesem Z u s a m ­ m e n h a n g sei a b e r e r w ä h n t , d a ß l a u t JERSAK ( 1 9 7 5 ) in äolischen A b l a g e r u n g e n dieses A l t e r s in P o l e n k e i n e echten E i s k e i l e m e h r zu finden sind. B e o b a c h t u n g e n v o n KOZARSKI ( 1 9 7 2 ) und CHURSKA ( 1 9 7 2 ) belegen die E x i s t e n z v o n E i s k e i l - P s e u d o m o r p h o s e n i m J u n g m o r ä ­ n e n g e b i e t N o r d - P o l e n s . KOZARSKI ( 1 9 7 4 : 8 0 f.) b e t o n t indessen, d a ß in N o r d w e s t - P o l e n bisher k e i n e P e r i g l a z i a l s t r u k t u r e n gefunden w u r d e n , die m i t Sicherheit der J ü n g e r e n T u n ­ d r e n z e i t zugerechnet w e r d e n k ö n n t e n ( v g l . jedoch CHURSKA, i b . : 6 9 ) .

3. Vergleich mit älteren und jüngeren Sedimenten E s w u r d e bereits b e t o n t , d a ß a u f vielen A b l a g e r u n g e n der W a r t h e - Z e i t ä h n l i c h e D e c k ­ schichten liegen. G u t e Aufschlüsse sind a u ß e r bei M l a w a noch im S a n d e r g e b i e t östlich L o d z (westlich B r e z a n y ) und östlich Z a w o n i a (östlich T r e b n i t z ) zu finden. G l e i c h w o h l ist nicht zu bestreiten, d a ß gerade m i t d e m L ö ß der T r e b n i t z e r U m g e b u n g eine drastische A b ­ weichung gegeben ist. Dieses G e b i e t zeigt i m m e r w i e d e r Profile, in denen über G e s c h i e b e ­ m e r g e l , der als w a r t h e z e i t l i c h angesehen w i r d , W e i c h s e l l ö ß liegt, der in der Ziegelei T r e b -


Periglaziale Deckschichten auf weichselzeitlichen Sedimenten in Polen

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n i t z z w e i bis drei M e t e r m ä c h t i g ist u n d d e n L o h n e r B o d e n ( M i t t e l w ü r m ) e n t h ä l t . I n t e r ­ g l a z i a l e B ö d e n w u r d e n nicht gefunden. A u f D e c k s c h i c h t e n b i l d u n g im S a n d l ö ß westlich dieses G e b i e t e s geht b e r e i t s K O W A L K O W S K I ( 1 9 6 7 ) ein. W e s h a l b an einer S t e l l e s t a r k g e g l i e d e r t e und m ä c h t i g e r e Deckschichten a u f den w a r ­ t h e z e i t l i c h e n S e d i m e n t e n liegen, an a n d e r e n O r t e n d a g e g e n nur S u b s t r a t e , die den D e c k ­ schichten a u f weichselzeitlichen S e d i m e n t e n gleichen, k a n n — die s t r a t i g r a p h i s c h e E i n o r d ­ nung als richtig v o r a u s g e s e t z t — seine U r s a c h e d a r i n h a b e n , d a ß im l e t z t e n F a l l bis in die späte W e i c h s e l z e i t die A b t r a g u n g d o m i n i e r t e oder die S e d i m e n t a t i o n so g e r i n g w a r , d a ß in d e r s p ä t g l a z i a l e n Deckschicht die v o r h e r a b g e l a g e r t e n S u b s t r a t e a u f g e a r b e i t e t w u r d e n . V e r s c h i e d e n e A u t o r e n b e t o n e n , d a ß die p e r i g l a z i a l e D e c k s e r i e im D D R - G e b i e t a u f den J u n g m o r ä n e n ähnlich d e r a u f den A l t m o r ä n e n ist ( z . B . L E M K E 1 9 7 2 : 7 2 ) . N u r im Bereich des P o m m e r s c h e n S t a d i u m s sei die I n t e n s i t ä t der p e r i g l a z i a l e n P r o z e s s e e t w a s geringer gewesen. D i e E n t k a l k u n g s t i e f e ist nach m e i n e n B e o b a c h t u n g e n a u f w a r t h e z e i t l i c h e n G e s c h i e b e ­ m e r g e l n eindeutig g r ö ß e r als a u f weichselzeitlichen. A u c h bei k a l k f r e i e n S a n d e n und K i e ­ sen reicht die b o d e n g e n e t i s c h bedingte T o n b ä n d e r u n g in den ä l t e r e n A b l a g e r u n g e n oft deutlich t i e f e r , jedoch ist a u f weichselzeitlichen K i e s e n s t e l l e n w e i s e gleichfalls eine B ä n d e rung bis drei M e t e r u n t e r F l u r a n z u t r e f f e n . I n dieser H i n s i c h t w i r d also eine U n t e r s c h e i ­ dung d e r verschieden a l t e n S e d i m e n t e s c h w i e r i g . D o c h sei b e t o n t , d a ß in d e r D D R B e ­ funde für eine b o d e n g e o g r a p h i s c h e G r e n z e e n t l a n g der P o m m e r s c h e n E n d m o r ä n e v o r l i e g e n ( u . a . H A A S E SC S C H M I D T 1 9 7 5 : 1 9 8 ) . E i n e i n d e u t i g e r U n t e r s c h i e d zwischen d e m A u f b a u des h i e r diskutierten D e c k s c h i c h t e n - T y p s i n n - u n d a u ß e r h a l b des G e b i e t e s des P o m m e r s c h e n S t a d i u m s scheint mir in P o l e n z u m i n d e s t a n v i e l e n S t e l l e n nicht n a c h w e i s b a r . Auch v o n polnischer S e i t e w i r d des öfteren die deutliche p e r i g l a z i a l e F o r m u n g nach dem P o m m e r s c h e n S t a d i u m b e t o n t . S o b e s c h r e i b t z. B . K O Z A R S K I ( 1 9 7 4 ) p e r i g l a z i a l e H a n g ­ sedimente, die aus verschiedenen K a l t - P h a s e n des S p ä t - W ü r m s s t a m m t e n , die sämtlich j ü n g e r als die P o m m e r s c h e P h a s e seien. I n Ü b e r e i n s t i m m u n g m i t U n t e r s u c h u n g s b e f u n d e n aus der D D R (u. a. L E M K E 1 9 7 2 ) sind g u t ausgebildete W i n d k a n t e r l a g e n i m G e b i e t des P o m m e r s c h e n S t a d i u m s a l l e m Anschein n a c h selten zu finden. E s sei a b e r d a r a u f h i n g e ­ wiesen, d a ß v o n polnischen Autoren ( z . B . K O Z A R S K I 1 9 7 8 : 3 0 2 ) p e r i g l a z i a l e D ü n e n in besonders g r o ß e m A u s m a ß als B i l d u n g e n der J ü n g e r e n T u n d r e n z e i t e r k a n n t w u r d e n . J e d o c h w i r d a n g e n o m m e n , d a ß zu dieser Z e i t die im V e r g l e i c h zu früheren k a l t e n P e r i o ­ den schon besser e n t w i c k e l t e V e g e t a t i o n d i e E n t s t e h u n g g r ö ß e r e r D ü n e n w e g e n der stär­ keren H i n d e r n i s b i l d u n g für den T r e i b s a n d g e f ö r d e r t h a b e .

Schriftenverzeichnis BIBUS, E . , N A G E L , G. & S E M M E L , A. (1976): Periglaziale Reliefformung im zentralen Spitzbergen. — Catena, 3: 3 8 7 — 3 9 8 ; Gießen. BLUME, H . P., HOFMANN, R . & PACHUR, H . - J . (1978): Periglaziäre Steinring- und Frostkeilbil­ dungen norddeutscher Parabraunerden. — Mitt. deutsch, bodenkdl. Ges., 2 7 : 3 4 5 — 3 4 6 ; Göttingen. CHURSKA, Z. (1972): Periglaziale Umbildung der Jungmoränengebiete (im Gebiet des Wisla- und Dreweca-Urstromtales). — Wiss. Z. E.-M.-Arndt-Universität Greifswald, J g . X X I : 6 9 — 7 0 ; Greifswald. DIEMANN, R . (1977): Ausbildung und Entstehung des Substrattyps Tieflehm im nördlichen Jung­ moränengebiet der D D R . — Z. geol. Wiss., 5 : 1 2 7 5 — 1 2 7 6 ; Berlin. G Ö B E L , P. ( 1 9 7 7 ) : Vorläufige Ergebnisse der Messung gravitativer Bodenbewegungen auf bewal­ deten Hängen im Taunus. — Catena, 3: 3 8 7 — 3 9 8 ; Gießen. GRIMMEL, E . (1973): Bemerkungen zum Geschiebedecksand. — Eiszeitalter u. Gegenwart, 23/24: 1 6 — 2 5 ; Öhringen.


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H A A S E , G. & SCHMIDT, R . ( 1 9 7 5 ) : Struktur und Gliederung der Bodendecke der D D R . — Peterm. geogr. Mitt., 119. J g : 2 7 9 — 3 0 0 ; Gotha/Leipzig. J E R S A K , J . ( 1 9 7 5 ) : Frost Fissures in Loess Deposits. — Biuletyn Periglacialny, 24: 2 4 5 — 2 5 8 ; Lodz. K L I E W E , H. & SCHULTZ, H . - J . ( 1 9 7 0 ) : Die periglaziäre Fazies im Jungmoränengebiet nördlich der pommerschen Eisrandlage. — Peterm. geogr. Mitt., Erg. H . 2 7 4 : 2 5 5 — 2 6 3 ; Gotha/Leipzig. K O P P , D . ( 1 9 6 5 ) : Die periglaziäre Deckzone (Geschiebedecksand) im nordostdeutschen Tiefland und ihre bodenkundliche Bedeutung. — Ber. geol. Ges. D D R , 1 0 : 7 3 9 — 7 7 1 ; Berlin. — ( 1 9 7 0 ) : Kryogene Perstruktion und ihre Beziehung zur Bodenbildung im Moränengebiet. — Peterm. geogr. Mitt., Erg. H. 2 7 4 : 1 6 9 — 2 7 9 ; Gotha/Leipzig. — & J Ä G E R , K . - D . ( 1 9 7 2 ) : Das Perstruktions- und Horizontprofil als Trennmerkmal periglaziärer und extraperiglaziärer Oberflächen im nordmitteleuropäischen Tiefland. — Wiss. Z. E.-M.Arndt-Univ. Greifswald, X X I . J g . : 7 7 — 8 4 ; Greifswald. KOWALKOWSKI, A. ( 1 9 6 7 ) : Eigenschaften und Entstehung der Böden auf Sandlöß in den Dalkauer Bergen im Katzengebirge. — Albr.-Thaer-Arch., 1 1 : 4 8 3 — 5 0 1 ; Berlin. KOZARSKI, S. ( 1 9 7 2 ) : Beweise des Spätwürm-Dauerfrostboden-Vorkommens im Bereiche der letz­ ten Vereisung Nordwestpolens und deren paläogeographische Bedeutung. — Wiss. Z. E.-M.Arndt-Univ. Greifswald, X X I . J g . : 6 7 — 6 8 ; Greifswald. — ( 1 9 7 4 ) : Evidences o f Late-Würm Permafrost Occurence in North-West Poland. — Quaestiones Geographicae, 1 : 6 5 — 8 6 , Poznan. — ( 1 9 7 8 ) : Das Alter der Binnendünen in Mittelwest-Polen. — Beiträge zur Quartär- und Land­ schaftsforschung, Festschr. J . F I N K : 2 9 1 — 3 0 5 ; Wien. L E M B K E , H. ( 1 9 7 2 ) : D i e Periglazialerscheinungen im Jungmoränengebiet der D D R . — Wiss. Z. E.-M.-Arndt-Univ. Greifswald; X X I . J g . : 7 1 — 7 6 ; Greifswald. L I E D T K E , H. ( 1 9 7 5 ) : D i e nordischen Vereisungen in Mitteleuropa. — Forsch, deutsch. L.-Kde., 204: 1 6 0 S., 1 färb. K t e . 1 : 1 0 0 0 0 0 0 ; B o n n - B a d Godesberg. ROHDENBURG, H. ( 1 9 7 8 ) : Zur Problematik der spätglazialen und holozänen Bodenbildung in Mitteleuropa. — Beiträge zur Quartär- und Landschaftsforschung, Festschr. J . F I N K : 4 6 7 — 4 7 1 ; Wien. S E M M E L , A. ( 1 9 6 4 ) : Junge Schuttdecken in hessischen Mittelgebirgen. — Notizbl. hess. L.-Amt Bodenforsch., 9 2 : 2 7 5 — 2 8 5 ; Wiesbaden. — ( 1 9 6 8 ) : Studien über den Verlauf jungpleistozäner Formung in Hessen. — Frankf. geogr. Hefte, 4 5 : 1 3 3 S.; Frankfurt a. M. — ( 1 9 6 9 ) : Verwitterungs- und Abtragungsvorgänge in rezenten Periglazialgebieten (Lappland und Spitzbergen). — Würzb. geogr. Arb., 2 6 : 8 2 S.; Würzburg. — ( 1 9 7 3 ) : Periglaziale Umlagerungszonen auf Moränen und Schotterterrassen der letzten Eis­ zeit im deutschen Alpenvorland. — Z. Geomorph. N . F . , Suppl. Bd. 17: 1 1 8 — 1 3 2 ; Berlin/ Stuttgart. S O L G E R , F. ( 1 9 6 5 ) : Zur methodischen Behandlung der Geschiebedecksandfrage. — Ber. geol. Ges. DDR,

10: 7 2 7 — 7 3 8 ; Berlin.

Manuskript eingegangen am 1 5 . 3 . 1 9 8 0 .


Quaternary Science Journal - Periglaziale Deckschichten auf weichselzeitlichen Sedimenten in Polen