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Eiszeitalter

u.

Gegenwart

Band

26

Seite

31-73

Öhringen/Württ.

1975

100 Jahre Untersuchungen über das Geschehen am Rande des nordeuropäischen Inlandeises Von

K A R L GRIPP, Lübeck

Mit 5 Abbildungen und 8 Tafeln Zusammenfassung. Seit 100 J a h r e n werden Ablagerungen in Norddeutschland als vom Inlandeis hinterlassen angesehen. Der Wechsel der Auffassungen über das Geschehen am Eis­ rand sowie der heutige Stand der Erkenntnis werden dargelegt. Hervorgehoben w i r d : Fels- und Lockerboden als Untergrund bedingen verschiedenes Verhalten des Eisrandes. Wider­ lager wie Stauchmoräne und Hochsander erzwingen das Aufsteigen auch der tiefsten fließenden Eislagen. Schwankungen des Eiszuflusses bedingen Zu- und Abnahme der Mächtigkeit des Eises am Widerlager, aber keine Änderung der Lage des Eisrandes. Bei starkem Zufluß schiebt das Eis das Widerlager beiseite. Die noch jüngst vertretene Anschauung vom „Überfahren" des Widerlagers w i r d aus mehreren Gründen abgelehnt. — Tunneltäler entstehen durch kleine Eiszungen, die dort auslaufen, wo der Ausfluß in- oder subglazialer Wässer das Widerlager abgetragen hat. A b s t r a c t . 100 years passed since in N o r t h Germany the drift theory of LYELL was replaced by the theory of an inland ice cover. It is reported here about the changes in explaining the deposits and forms left by the ice margin a n d about the currently accepted opinions. Differences in forms left by the ice on rocky and on soft bottom are discussed. Obstacles as push moraines and sanders forced the deepest layers of the ice to rise. Alternation in the ice flow brings about an up and down movement of the ice on the insides of moraines and sanders, but no changes of their location. By a strong, increasing ice flow the obstacles are pushed aside. The opinion, the ice should have moved across an end moraine without destruction, is not tenable. Tunnel v a l l e y s originat by small outflowing ice tongues where in- or sub-glacial rivers had destroyed the moraine, so that the ice, dammed up high by the morainic counterfort, could flow out by gravitation. These small ice tongues, comparable to the glaciers in the fjords, should be named glacielles. Zeittafel D a d i e Fortschritte d e r E r k e n n t n i s n i c h t e i n g e h e n d d a r g e l e g t w e r d e n k ö n n e n , m ö g e n die D a t e n d e r E i n f ü h r u n g w i c h t i g e r E r k e n n t n i s s e u n d B e z e i c h n u n g e n d e n historischen Gang aufzeigen. 1 8 2 4 der Norweger ESMARCH 1 1 8 6 6 d e r S c h w e d e O t t o TORELL | M i t w i r k e n des M e e r e s 1875 1879

v e r t r e t e n d i e Ansicht, s o w e i t w i e n o r d i s c h e Gesteine v o r k o m m e n , b r e i t e t e sich e i n s t m a l s I n l a n d e i s a u s ohne

TORELL: S c h r a m m e n a u f d e m M u s c h e l k a l k v o n R ü d e r s d o r f d e c k u n g durch I n l a n d e i s PENCK: Norddeutschland dreimal vereist

( B e r l i n ) b e w e i s e n Be­

1 8 8 1 BERENDT: „ S t a u m o r ä n e n " = v o m E i s e verschobene G r u n d m o r ä n e 1 8 8 2 PENCK führt die B e z e i c h n u n g e n R i ß - u n d W ü r m - V e r e i s u n g ein 1 8 8 4 K E I L H A C K führt d e n Begriff S a n d e r e i n 1 8 8 9 H . SCHROEDER: „ S t a u m o r ä n e " für v o m Eise verschobenes V o r l a n d des Eises 1 8 9 7 d i e d r i t t e = ä l t e s t e G r u n d m o r ä n e v o n GOTTSCHE n a c h g e w i e s e n 1 8 9 7 K E I L H A C K schafft d e n Begriff G r u n d m o r ä n e n - E b e n e n ; benennt U r s t r o m t a l , w a s z u ­ vor Haupttal benannt wurde 1 8 9 9 U n t e r m o r ä n e u n d G r u n d m o r ä n e w e r d e n definiert ( A . v . BÖHM) 1 9 0 1 WAHNSCHAFFE: „ e i g e n t l i c h e " = k u p p i g e G r u n d m o r ä n e n l a n d s c h a f t 1 9 0 1 PENCK führt die B e z e i c h n u n g e n G ü n z - u n d M i n d e l - V e r e i s u n g ein 1 9 0 3 U S S I N G w e r t e t F o r m e n eisgeschichtlich a u s


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Karl Gripp

1 9 0 4 USSING: Gletscher-Teile w u r d e n z u Toteis 1 9 0 6 J . G. ANDERSON: Erdfließen ( S o l i f l u k t i o n ) 1 9 0 8 P a u l H A R D E R w e i s t eine E i s r a n d l a g e morphologisch nach 1 9 1 0 W . VON LOZINSKY f ü h r t den Begriff p e r i g l a z i a l ein 1 9 1 0 USSING sieht in d e n S e e n R e s t e v e r s c h ü t t e t e n Eises 1921

T u n n e l t a l statt USSINGS F j o r d t a l , V . MATZEN S. 1 4

1925 1925 1926 1927 1927 1928 1929

GRIPP deutet A l t m o r ä n e n a l s p e r i g l a z i a l u m g e f o r m t WOLDSTEDT b e n e n n t B r a n d e n b u r g e r , Posener u n d P o m m e r s c h e P h a s e GRIPP u n d TODTMANN w e i s e n a u f r e z e n t e S t a u c h m o r ä n e n i n S p i t z b e r g e n h i n WOLDSTEDT scheidet d i e W a r t h e - V e r e i s u n g aus KEILHACK f ü h r t d i e B e z e i c h n u n g e n Elster-, S a a l e - , W e i c h s e l - V e r e i s u n g e i n WOLDSTEDT b e n e n n t d i e Posener P h a s e i n F r a n k f u r t e r P h a s e u m GRIPP: Stauchmoräne statt S t a u m o r ä n e , tiefste E i s l a g e n s t e i g e n a m W i d e r l a g e r e m p o r u n d l i e f e r n d i e Druckfläche b e i S t a u ­ chungen des V o r l a n d e s G R I P P : S a t z m o r ä n e f ü r a m E i s r a n d a b g e s e t z t e n Gletscherschutt LEINTZ: G r u n d m o r ä n e n durch S c h w e r m i n e r a l e u n t e r s c h i e d e n K. RICHTER: F l i e ß r i c h t u n g des Eises a u s E i n r e g e l u n g d e r Geschiebe h e r g e l e i t e t G R I P P : T i e f t a u e n = S c h m e l z e n v e r s c h ü t t e t e n Eises in d e r N a c h e i s z e i t SIMON: V e r g l e i c h des G e s c h i e b e i n h a l t s b e n a c h b a r t e r E n d m o r ä n e n G R I P P : N i e d e r t a u e n = S c h m e l z e n d e s Eises bis h i n a b a u f d i e Erosionsbasis fließen­ den Wassers

1932 1933 1933 1933 1934 1943 1950

v . D. V L E R K u n d F L O R S C H Ü T Z : D r e n t h i e n für S a a l e - M a x i m u m

1 9 5 2 GRIPP: Aussparhohlformen benes Gebiet

= b e i s p ä t e r e n V o r s t ö ß e n v o n E i s z u n g e n eisfrei geblie­

1 9 5 2 G R I P P : Begriff K a m e s a b g e l e h n t , 1 9 6 4 fortgelassen 1 9 5 4 WOLDSTEDT: D r e n t h e - S t a d i u m f ü r D r e n t h i e n 1 9 5 4 SEIFERT: B e w e g u n g e n d e r G r u n d m o r ä n e aus d e m m i k r o s k o p i s c h e n G e f ü g e a b g e l e i t e t 1965

F R A N K u n d W E I S S E in G E L L E R T : E n d m o r ä n e n - V e r t r e t e r

1 9 7 3 G R I P P : E n t s t e h u n g d e r Geschiebepflaster 1 9 7 5 GRIPP: Hochsander u n d Flachsander getrennt 1975

G R I P P : i n Z u n g e n b e c k e n fließen i n g l a z i a l e W ä s s e r i m G r u n d w a s s e r s p i e g e l . Einleitung

I m N o v e m b e r 1 9 7 5 s i n d 1 0 0 J a h r e seit d e m T a g e v e r g a n g e n , a n d e m O t t o TORELL Gletscherschliffe a u f d e m M u s c h e l k a l k v o n R ü d e r s d o r f b e i B e r l i n a l s solche a n e r k a n n t e ( A n m . 1 ) . D a m i t w a r d i e D r i f t - T h e o r i e v o n C h . LYELL f ü r N o r d d e u t s c h l a n d ü b e r w u n d e n . D i e i n e h e m a l s v e r e i s t e n Gebieten t ä t i g e n G e o l o g e n m u ß t e n v o n d e r V o r s t e l l u n g w e i t h i n reichender Meeres-Sedimente umschalten a u f das von n u r einer Seite her erfolgte u n d i n s c h m a l e n Zonen sehr u n g l e i c h e Geschehen in d e r R a n d z o n e d e s I n l a n d e i s e s . B e s o n d e r s g a l t dies für d i e i m F l a c h l a n d t ä t i g e n M i t a r b e i t e r d e r z w e i J a h r e z u v o r g e g r ü n d e t e n P r e u ß i ­ schen Geologischen L a n d e s a n s t a l t . U m d i e bis d a h i n k a u m betrachteten V o r g ä n g e b e i e i n e r V e r e i s u n g k e n n e n z u l e r n e n , s t u d i e r t e n jene G e o l o g e n d i e R a - M o r ä n e n b e i Oslo ( G O T T S C H E 1 8 9 7 ) , d i e G l e t s c h e r N o r w e g e n s (PENCK 1 8 7 8 u n d H e i n r . CREDNER 1 8 7 8 ) s o ­ w i e Islands (KEILHACK 1 8 8 4 ) , u m nur einige zu nennen.

D i e U n t e r s c h i e d e z w i s c h e n einer G e b i r g s - u n d F l a c h l a n d s - V e r e i s u n g w u r d e n erst i m L a u f e d e r J a h r e e r k a n n t . S c h w e r w a r es, sich v o n L e h r m e i n u n g e n ( Z a h l d e r V e r e i s u n g e n , b r a u n e u n d g r a u e G r u n d m o r ä n e n e n t s p r ä c h e n z w e i Schichten) z u trennen o d e r z u e r k e n ­ n e n , d a ß hier d i e F o r m e n zugleich mit d e m Gestein entstanden waren und daher über deren Entstehung Wichtiges aussagten.


100 Jahre Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

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A u c h h e u t e w e r d e n noch ü b e r d a s Geschehen a m E i s r a n d u n z u t r e f f e n d e A n s c h a u u n g e n v e r t r e t e n ( A n m . 2 ) . N a c h s t e h e n d soll d e r h e u t i g e S t a n d unseres W i s s e n s m i t H i n w e i s e n auf d e n W e r d e g a n g u n s e r e r E r k e n n t n i s d a r g e l e g t w e r d e n . F ü r d i e Gebilde d e s E i s r a n d e s w i e f ü r d i e v e r s c h i e d e n e n V e r e i s u n g e n u n d E i s - V o r ­ stöße w e r d e n v o n d e n Forschern unterschiedliche, z . T . l o k a l e B e z e i c h n u n g e n v e r w a n d t . D a bei d e m kommenden Z w a n g zur Vereinfachung d i e erstgebrauchten, eindeutigen B e ­ n e n n u n g e n d e n V o r r a n g g e n i e ß e n m ü s s e n , w i r d in d e r Z e i t t a f e l (siehe e i n g a n g s ) a u f d e n A u t o r u n d d a m i t d a s L i t e r a t u r - Z i t a t h i n g e w i e s e n . D a h e r w i r d d i e PENCKsche B e n e n n u n g der V e r e i s u n g e n ( 1 8 8 2 , 1 9 0 1 ) statt der v o n KEILHACK ( 1 9 2 7 ) eingeführten b e n u t z t ( A n m . 3 ) .

1.

Das Eis

D u r c h u n d durch g e f r o r e n e s Eis ( N ä h r g e b i e t ) u n d t e m p e r i e r t e s Eis ( Z e h r g e b i e t ) w u r ­ den besonders von LAGALLY ( 1 9 3 2 ) und AHLMANN ( 1 9 3 5 ) unterschieden. In der R a n d z o n e

des I n l a n d e i s e s ist m i t t e m p e r i e r t e m , a l s o v e r f o r m b a r e m E i s z u rechnen. O b w i n t e r l i c h e s F e s t f r i e r e n des r a n d l i c h e n Eises a m U n t e r g r u n d eine U r s a c h e für d a s A u f w ä r t s g l e i t e n d e r n ä c h s t h ö h e r e n Eislagen i s t (BISHOP 1 9 5 7 i n LLIBOUTRY I I S . 6 9 5 ) , erscheint fraglich. M i t s c h w i n d e n d e r M ä c h t i g k e i t d e s Eises dürfte für dessen F l i e ß e n ein Z u s t a n d erreicht w e r d e n , in d e m d i e Eisschichten b e i m A u f w ä r t s g l e i t e n g e r i n g e r e n W i d e r s t a n d f a n d e n a l s b e i m w a a g e r e c h t e n Fließen a u f l ä n g e r e E r s t r e c k u n g . Erneutes A n s c h w e l l e n d e s Eises dürfte auf­ s t e i g e n d e Gleitflächen a u s w ä r t s d e r i n n e r s t e n erzeugt h a b e n . Eine F o l g e v o n „ S c h e r m o r ä ­ n e n " b r a u c h t demnach k e i n e A l t e r s f o l g e z u sein. D i e s t a u c h e n d e W i r k u n g v o r d r i n g e n d e n Eises e r ö r t e r t e VIETE 1 9 6 0 . 1.1.

Die M ä c h t i g k e i t des Eises

V o n J u t l a n d bis P o l e n ü b e r q u e r t e d a s Eis eine flache S e n k e u n d floß anschließend ü b e r a n s t e i g e n d e n U n t e r g r u n d a u s l o c k e r e m Gestein. D a s G e f ä l l e u n d d a m i t d a s F l i e ß e n des Eises k a m e n dort n u r durch d i e i n f o l g e Schmelzens i m S ü d e n u n d W e s t e n g e r i n g e r e M ä c h t i g k e i t des Eises u n d d i e e i s w ä r t s g r ö ß e r e M ä c h t i g k e i t infolge Zuflusses a u s S k a n d i ­ navien zustande. D e r H ö h e n u n t e r s c h i e d zwischen d e n höchstgelegenen ( B u n g s b e r g ) u n d der T i e f e d e r b e n a c h b a r t e n Ostsee l ä ß t v o n 3 0 0 — 2 0 0 m schließen. D a s G e f ä l l e d e r Eisoberfläche WIENBERG-RASMUSSEN ( 1 9 6 6 : 9 5 ) g i b t a n , d a ß der Eisfluß z u m S t i l l s t a n d g e k o m m e n sei, also T o t e i s e n t s t a n d e n sei. 1.2. S c h w a n k u n g e n

R a n d m o r ä n e n i n Ost-Holstein a u f eine M ä c h t i g k e i t des Eises w i r d n u r g e r i n g gewesen sein. b e i einer M ä c h t i g k e i t u m 5 0 m

des Eiszuflusses

Abgeleitet von den Talgletschern d e r Gebirge u n d der Folge der diesen vorgelagerten E n d m o r ä n e n galt zunächst die Anschauung v o n einem w e i t e n Vorstoß des Inlandeises u n d n a c h f o l g e n d einer R e i h e e i n a n d e r a n n ä h e r n d p a r a l l e l e r „ S t i l l s t a n d s l a g e n " . Seit 1 9 2 5 a b e r b e z e u g t e d e r Fund v o m Eise z u s a m m e n g e s c h o b e n e r „ S t a u c h - E n d m o r ä n e n " , d a ß zahlreiche s o g e n a n n t e S t i l l s t a n d s l a g e n v o m v o r r ü c k e n d e n E i s r a n d e r z e u g t sind. D i e V e r l a g e r u n g d e r F r o n t d e s D u c k w i t z - G l e t s c h e r s (GRIPP 1 9 2 9 , Taf. 7 , A b b . 1 ) u n d d e r S c h w u n d des PenckGletschers (ROZYSKI 1 9 3 4 ) bezeugen d i e g e r i n g e D a u e r solcher E i s - V o r s t ö ß e . A u ß e r diesen l o k a l e n V o r s t ö ß e n h a t es Ä n d e r u n g e n d e r F l i e ß r i c h t u n g d e s Eises i m G r o ß e n gegeben, b e ­ d i n g t durch den Wechsel i n d e r S c h n e e z u f u h r z e n t r a l g e l e g e n e r T e i l e d e r E i s - K a l o t t e u n d s p ä t e r durch A b l e n k u n g d e s Eisflusses i n b r e i t e R i n n e n , d i e v o r h e r b e i g r o ß e r M ä c h t i g k e i t des Eises v o n diesem ü b e r q u e r t w o r d e n w a r e n (Ostsee, K a t t e g a t , N o r w e g i s c h e R i n n e ) . D i e V e r b r e i t u n g der v o m Oslo-Gebiet s t a m m e n d e n R h o m b e n p o r p h y r e b e i B e r l i n b e z e u g t dies. 3

Eiszeitalter u. Gegenwart


Karl Gripp

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1.3. D e r

Untergrund

des

Eises

B e i m Eis-Geschehen ist bis v o r k u r z e m u n z u r e i c h e n d b e a c h t e t w o r d e n , d a ß bei g r ö ­ ß e r e r M ä c h t i g k e i t des Eises fester U n t e r g r u n d ( K r i s t a l l i n , S a n d s t e i n , K a l k g e s t e i n e bis h i n z u r S c h r e i b k r e i d e ) d a s Eis g l e i c h s a m t r u g , d a ß i m F l a c h l a n d a b e r in lockeren, b z w . weichen A b l a g e r u n g e n d a s Eis nicht n u r leichter e v e l l i e r e n ( A n m . 4 ) , s o n d e r n auch d a s V o r g e l ä n d e abscheren k o n n t e . Bei e n t s p r e c h e n d e r M ä c h t i g k e i t des Eises w i c h e n s a n d i g - t o n i g e A b l a g e ­ r u n g e n v o r B e l a s t u n g s d r u c k u n d Schub z u r S e i t e u n d nach o b e n a u s ( A n m . 5 ) . J e nach A r t des U n t e r g r u n d e s , ob fest o d e r locker, e n t s t a n d e n S a t z - o d e r S t a u c h - E n d m o r ä n e n (siehe unter 4 ) . (Anm. 6 ) . M i t d e r G e s t a l t des U n t e r g r u n d e s h ä n g t ferner d a s G e f ä l l e d e r Eisdecke u n d ein w e ­ sentlicher A n t e i l d e r d e m g l e i t e n d e n Eis i n n e w o h n e n d e n E n e r g i e z u s a m m e n . W o Gebirge n a h e d e m M e e r a u f r a g t e n , floß d a s Eis m i t erheblicher G e s c h w i n d i g k e i t u n d e r w e i t e r t e E r o s i o n s - T ä l e r z u s c h m a l e n , tiefen T r o g t ä l e r n . Es floß d o r t v o n hochgelegenen Eisdecken v o n e t w a 2 0 0 m M ä c h t i g k e i t v o n d r e i S e i t e n in das tief eingeschnittene T r o g t a l . In i h m erreichte d a s Eis d a d u r c h örtlich ü b e r 1 0 0 0 m a n M ä c h t i g k e i t . D e r Druck solcher Eismas­ sen u n d d i e hohe F l i e ß g e s c h w i n d i g k e i t v e r u r s a c h t e n örtlich beschränkt d a s höchste A u s ­ m a ß v o n schleifendem A b t r a g durch s c h u t t b e l a d e n e s , fließendes Eis. Der S o g n e - F j o r d ist h e u t e örtlich 1 3 0 0 m tief. D i e s entspricht e i n e r M ä c h t i g k e i t des Eises von 1 5 0 0 — 2 0 0 0 m. W o a b e r d a s G e f ä l l e u n d d i e M ä c h t i g k e i t des Eises g e r i n g b l i e b e n , w i e auf d e m Felsgestein v o n S c h w e d e n , w a r d e r A b t r a g örtlich so g e r i n g , d a ß v e r w i t t e r t e s Gestein ä l t e r als die q u a r t ä r e V e r e i s u n g g e l e g e n t l i c h noch h e u t e angetroffen w i r d (HILLEFORS 1 9 6 9 : 1 6 ) . 1.4. D r u m l i n s F ü r d i e E n t s t e h u n g d e r F e l d e r l a n g g e s t r e c k t e r H ü g e l w a r e n w e n i g e r d i e H ü g e l als die z w i s c h e n g e s c h a l t e t e n S e n k e n m a ß g e b e n d . D a s F l i e ß e n des Eises fast ohne G e f ä l l e des U n ­ t e r g r u n d e s , ü b e r w i e g e n d durch Eis-Nachschub, k o n n t e nicht m e h r in v o l l e r F r o n t , sondern n u r noch in R i n n e n geschehen. D a s N e t z a u s T ä l e r n eines D r u m l i n - F e l d e s k a n n nach A n ­ sicht des Verfassers a l s e i s e n s t a n d e n e s A n a l o g o n z u m v e r z w e i g t e n F l u ß s y s t e m eines S a n ­ d e r s a u f g e f a ß t w e r d e n . W u r d e d e r E i s z u f l u ß z u gering, so e n t s t a n d eine v o n S c h u t t k a u m beschützte T o t e i s p l a t t e , d i e b a l d schmolz u n d d a s v o m Eis z e r t a l t e u n d v o n G r u n d m o r ä n e bedeckte Drumlin-Feld hinterließ. D o r t w o q u e r v e r l a u f e n d e H ö h e n v o m v o r d r i n g e n d e n Eis t e i l w e i s e a b g e t r a g e n w u r ­ d e n , e n t s t a n d e n i n F l i e ß r i c h t u n g l a n g g e s t r e c k t e , v o n G r u n d m o r ä n e bedeckte E i n z e l - R ü k k e n . F l i e ß f o r m d e r Oberfläche u n d G r u n d m o r ä n e n - D e c k e s i n d bezeichnend.

2. Die Gletscherwässer im Bereich d e s Eises U n t e r der B e z e i c h n u n g S c h m e l z w ä s s e r w e r d e n die i m B e r e i c h des Eises a u f t r e t e n d e n W ä s s e r , a l s o R e g e n u n d d u r c h T a u e n v o n Gletschereis, Schnee u n d R e i f a n f a l l e n d e n Wässer, zusammengefaßt. 2.1. S c h m e l z w ä s s e r a u f

dem

Eis

In flachen S e n k e n a u f d e m Eis s a m m e l t sich W a s s e r z u S ü m p f e n u n d S e e n . D i e z . T. l a n g e n Bäche l e i t e n d i e W ä s s e r w e i t e r z u B a c h s c h w i n d e n ( G l e t s c h e r o r g e l n ) , v o n denen aus sie i m I n n e r n d e r Eismasse w e i t e r f l i e ß e n . A . BAUER ( 1 9 4 7 K a r t e 8 ) brachte n a c h Luftauf­ n a h m e n eine K a r t e d e r O b e r f l ä c h e n w ä s s e r a u f e i n e m 40 x 2 0 k m messenden R a n d g e b i e t des w e s t g r ö n l ä n d i s c h e n I n l a n d e i s e s . A m ä u ß e r s t e n R a n d des Eises fließen z a h l r e i c h e k l e i n e W ä s s e r nicht in d a s I n n e r e des Eises, s o n d e r n z e i t w e i s e in d a s V o r l a n d . D e r e n B e d e u t u n g siehe 5 . 1 .


100 J a h r e Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

2.2.

35

S c h m e l z w ä s s e r in demEis

A u s Gletscherspalten entstandene, s p ä t e r rundliche B a c h s c h w i n d e n l a s s e n d i e W ä s s e r in d i e T i e f e fallen, b i s s i e b e i h i n r e i c h e n d e r M ä c h t i g k e i t d e s Eises in e i n e m T u n n e l - S y s t e m w e i t e r g e l e i t e t w e r d e n . D e r in diesen W ä s s e r n v o r h a n d e n e g e r i n g e W ä r m e ü b e r s c h u ß h ä l t die T u n n e l offen. D a s w e i t e r e Schicksal d e r i n g l a z i a l e n W ä s s e r w i r d v o n d e m U n t e r g r u n d bestimmt. U n t e r g r u n d des Eises

Verlauf und E n d e

Hinterlassenschaft

Fels m i t G e f ä l l e

subglazial i m Gletschertor endend

Oser

Z u n g e n b e c k e n in Fels eingetieft und in L o c k e r b o d e n

W ä s s e r der T u n n e l gehen in d a s i m E i s k a r s t stehende G r u n d w a s s e r über, fließen keine l a n g s a m w e i t e r u n d enden g e b ü n d e l t im Uberlauf w i e eine Karstquelle

locker

W a s s e r des Ü b e r l a u f s zerstört E n d m o r ä n e . E i s fließt als k l e i n e Z u n g e weiter.

„Tunneltal" siehe 9.4.

D a s m i t einem i n g l a z i a l e n T u n n e l - S y s t e m durchsetzte E i s ist, w i e schon früher d a r ­ g e l e g t , z . B . v o n W O L D S T E D T , d e m K a l k - K a r s t v e r g l e i c h b a r . Dies heißt a b e r : I n Fortset­ zung des vorgelagerten Fluß-Systems, d a s bei durchlässigem U n t e r g r u n d a u f d e m Grund­ w a s s e r - N i v e a u verläuft, t r i t t auch i m E i s e i n G r u n d w a s s e r - S p i e g e l auf. D i e s e r bremst den schnellen L a u f der i n g l a z i a l e n W ä s s e r . E r w i d e r l e g t d i e b i s h e u t e v o r g e b r a c h t e Anschau­ ung v o n weitreichendem hydrostatischen Uberdruck. Solcher tritt nur vorübergehend a m E i s r a n d auf, wenn m e h r W a s s e r a u f d e n U b e r l a u f z u f l i e ß t a l s a u s l a u f e n k a n n . S p r u d e l ( G R I P P & TODTMANN 1 9 2 6 , T a f . 5 ) t r e t e n n u r v o r ü b e r g e h e n d a u f ( T a f . 4 , A b b . 2 ) . A m F r e -

d e r i k s h a a b - I s b l i n k ( S W - G r ö n l a n d ) s p r i t z t e u n m i t t e l b a r a m R a n d e des S a n d e r s k u r z f r i s t i g W a s s e r a u s schmalen R a d i a l s p a l t e n des E i s e s . D a s l a n g s a m e F l i e ß e n i m G r u n d w a s s e r - N i v e a u e r k l ä r t auch, d a ß i n S p i t z b e r g e n d i e A u s l ä u f e i n g l a z i a l e r W ä s s e r den g a n z e n W i n t e r über fließen u n d Fische d a r i n beobachtet w e r d e n k o n n t e n . Bei d e r F o n t a i n e de V a u c l u s e ( S O - F r a n k r e i c h ) e r g a b sich, d a ß i n 40 k m E n t f e r n u n g eingegebener Farbstoff nach 9 3 T a g e n a m A u s l a u f erschien. D e r W a s s e r s t a n d in j e n e r K a r s t q u e l l e s c h w a n k t u m 12 m . W e n n sich a m R a n d e d e s Eises d e r e n L a g e n a n einem W i d e r l a g e r aufrichten, so w e r d e n die i n g l a z i a l e n T u n n e l m i t g e h o b e n . D i e W ä s s e r aber suchen sich neue W e g e z u m tiefstm ö g l i c h e n Auslauf. D e r l i e g t a n der S e i t e d e r Eiszunge, d o r t w o d a s W i d e r l a g e r einsetzt; siehe 5.2. D e r Querschnitt d e r i n g l a z i a l e n T u n n e l ist r u n d ( G R I P P 1 9 2 9 , T a f . 5 , A b b . 3 ) oder h ö h e r a l s b r e i t ( e b e n d a T a f . 2 3 , A b b . 3 ) . E s ist noch u n g e k l ä r t , ob d i e E i n t i e f u n g durch den W a s s e r l a u f oder A u f s t i e g des Eises o d e r Luftströme n a h e d e r Eisoberfläche d i e Q u e r ­ s c h n i t t s - F o r m e n b e d i n g e n . I n GRIPP ( 1 9 7 5 b ) ist d a r g e l e g t , d a ß in einer tief e i n g e s e n k t e n E i s z u n g e d e r G r u n d w a s s e r - S p i e g e l u n d d a m i t d e r e i s r a n d n a h e i n g l a z i a l e T u n n e l hoch i m Eis u n d so dicht u n t e r dessen Oberfläche l i e g t , d a ß d a s T u n n e l d a c h v e r l o r e n g e h t , z u m a l w e n n d i e randlichen E i s l a g e n aufsteigen. 2.3.

S c h m e l z w ä s s e r unter

dem Eis

Bei Gletschern, d i e a u f d e m Fels h a n g a b w ä r t s g l e i t e n , w e r d e n i n g l a z i a l e W ä s s e r b a l d z u s u b g l a z i a l e n . Sie t r e t e n i m Gletscher t o r a u s . S o b a l d dessen Öffnung nicht v o l l v o m W a s s e r e r f ü l l t ist, g l e i t e t k a l t e Luft ü b e r d e m W a s s e r nach a u ß e n , u n d e i n W a r m l u f t - G e 3 *


Karl Gripp

Abb. 1 a. Karte des Eisrandes in Hochlage mit Bächen, die das Band der austretenden Grund­ moräne zerspülen und den Hochsander aufschütten. 1 Hochsander; 2 Bäche auf Hochsander, die zumeist nach kurzem Lauf versickern und verdunsten; 3 Ausbiß der Grundmoräne; 4 Eis; 5 Oberflächen-Bäche; 5 a Bachschwinden; 5 b inglaziale Bäche; 6 Austritt interglazialer Bäche; 7 Flachsander. Abb. 1 b. Das gleiche im Profil. S Stauchmoräne. g e n s t r o m steigt u n t e r d e m Dach v o n T o r u n d T u n n e l e i s w ä r t s . Der T u n n e l w i r d nach oben h i n a u f durch S c h m e l z e n des Eises e r w e i t e r t . H i n g e g e n treten die W ä s s e r , die bis a n d e n R a n d des Eises i n g l a z i a l in H ö h e des W a s s e r s p i e l e s a b l a u f e n , r u h i g fließend a u s (Taf. 4 A b b . 1 ; GRIPP 1 9 5 2 , Taf. 2 — 4 ) . Diese k ö n n e n Schutt n u r b e i m Q u e r e n d e r B a s i s l a g e n des Eises, a l s o aus e i n e r s c h m a l e n Zone, a u f n e h m e n . A b e r sie w e r d e n groben S c h u t t anreichern. 3 . Die Schuttführung des Inlandeises 3.1. A u f

dem

Eis

S o l a n g e w i e d a s Eis in T ä l e r n des G e b i r g e s floß, fiel Frost-Schutt u n d B e r g s t u r z - G e ­ stein in z . T. g r o ß e n B l ö c k e n auf d a s Eis n i e d e r . S p ä t e r i m H o c h s t a d i u m d e r V e r e i s u n g w a r e n diese E i s l a g e n w e i t d r a u ß e n geschmolzen, u n d i h r Schutt w u r d e a l s U n t e r m o r ä n e w e i t e r v e r f r a c h t e t . In d e r R a n d z o n e d e r h e u t i g e n G r o ß - G l e t s c h e r u n d des I n l a n d e i s e s steigt ö r t l i c h G r u n d m o r ä n e in S p a l t e n auf ( G R I P P 1 9 2 9 , Taf. 3 0 , A b b . 3 ) . D i e s e r Schutt w i r d v e r s p ü l t u n d k a n n z u s a m m e n h ä n g e n d e Decken b i l d e n . Fossil sind sie noch nicht e r k a n n t .


100 Jahre Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

37

Abb. 2. Dasselbe wie in Abb. 1 nach Abnahme des Eiszuflusses. Die frei gewordene Innenwand des Hochsanders ergibt den Endmoränenvertreter. Zwischen diesem und dem Eis sammelt sich ein Rand­ bach, der vorübergehend auftretende Seen durchfließt, den Austritt der Grundmoräne verdeckt, diese zeitweise zerspült und den Hochsander durchbricht. Häufiger wird der Randbach am Ende des Hochsanders in den Flachsander münden. 1 Hochsander; 2 Endmoränenvertreter; 3 Randbach und weitgehend umgelagerte Grundmoräne; 4 Eis; 5 Bäche auf dem Eis; 5 a Bachschwinde; 5 b inglaziale Wasserläufe; 6 Eiskarst-Quelle; 7 Flachsander.

Einen S o n d e r f a l l siehe u n t e r 9 . 2 . A u f s t e i g e n d e U n t e r - M o r ä n e n ( S e h e r - M o r ä n e n ) w e r d e n gleichfalls z e r s p ü l t u n d s i n d ebenfalls fossil noch nicht a u s g e s o n d e r t . Bei d e m Z u s a m m e n f l u ß z w e i e r E i s s t r ö m e e n t s t a n d e n e M i t t e l m o r ä n e n t r e t e n nur auf, w o d a s I n l a n d e i s im G e b i r g e endet. S i e f e h l e n i m F l a c h l a n d . 3.2. D i e

Schuttführung

an der

Basis und

unter

dem

Eis

N a c h l a n g e n E r ö r t e r u n g e n w u r d e 1 8 9 9 der im Eise v e r f r a c h t e t e b a s a l e Gesteinsschutt als U n t e r m o r ä n e v o n d e r m e h r o d e r w e n i g e r Eis e n t h a l t e n d e n r u h e n d e n G r u n d m o r ä n e g e t r e n n t (E. RICHTER 1 9 0 0 , A . v. BOEHM 1 9 0 1 ) .

3.2.1.

Untermoräne

Bei hinreichender M ä c h t i g k e i t ist d e r Druck an d e r B a s i s des Eises so g r o ß , d a ß es Schutt in sich a u f n i m m t u n d v e r f r a c h t e t . In solcher U n t e r m o r ä n e g l e i t e n E i s l a g e n v e r ­ schieden schnell, so d a ß d i e d a r i n e n t h a l t e n e n Geschiebe sich g e g e n s e i t i g s t o ß e n , schrammen


Karl Gripp

38

u n d durch F e i n k o r n e n t h a l t e n d e s Eis schwach p o l i e r e n . S o l a n g e w i e i n f o l g e h o h e n Druckes a l l e r Schutt i m Eise w a n d e r t , w i r d dessen U n t e r g r u n d b e a r b e i t e t . H a r t e G e s t e i n e w e r d e n geschliffen u n d S c h r a m m e n in sie e i n g e r i t z t . W e n n d i e M ä c h t i g k e i t des Eises a b n i m m t , scheiden d i e u n t e r e n L a g e n d e r U n t e r m o r ä n e a u s d e r B e w e g u n g a u s . S i e w e r d e n G r u n d ­ moräne. 3.2.2.

Grundmoräne

D i e s e r u h t , z u n ä c h s t noch e i s e r f ü l l t ; d a s Eis a b e r s c h m i l z t a l l m ä h l i c h durch Zufluß v o n E r d w ä r m e , so d a ß eisfreie G r u n d m o r ä n e bleibt. Es h ä n g t v o m D r u c k d e r Eislast a b , ob d i e G r u n d m o r ä n e w i e d e r z u U n t e r m o r ä n e w i r d ( A n m . 7 ) . Geschiebepflaster m i t ein­ h e i t l i c h geschliffener Oberfläche b e z e u g e n e r n e u t e A u f n a h m e v o r m a l i g e r G r u n d m o r ä n e in die b e w e g t e U n t e r m o r ä n e . D i e g r o ß e n Geschiebe w u r d e n d a b e i a b e r in d i e r u h e n d e U n t e r ­ l a g e h i n e i n g e p r e ß t ( G R I P P 1 9 7 3 , 1 9 7 4 ) . Geschliffene u n d z e r b r o c h e n e g r o ß e Geschiebe z e u ­ gen v o n d e n D r u c k k r ä f t e n , d i e d a b e i a u f t r e t e n k ö n n e n ( G R I P P 1 9 6 4 , T a f . 4 0 , A b b . 1 ) . In d e m M a ß e , w i e d i e M ä c h t i g k e i t d e s ü b e r l a g e r n d e n Eises a b n i m m t , w ä c h s t diejenige d e r G r u n d m o r ä n e n - L a g e , d a U n t e r m o r ä n e h e r a n g e f ü h r t w i r d , s o l a n g e w i e d a s Eis fließt. D i e p e t r o g r a p h i s c h e Z u s a m m e n s e t z u n g d e r G r u n d m o r ä n e h ä n g t v o n d e n Gesteinen ab, ü b e r die d a s Eis floß. I n S c h w e d e n ist d i e G r u n d m o r ä n e tonfrei, also s a n d i g . Besonders durch A u f n a h m e v o n K r e i d e w i r d sie k a l k i g u n d durch t e r t i ä r e T o n e b i n d i g . I m Flach­ l a n d besteht d i e G r u n d m o r ä n e d a h e r a u s Geschiebemergel. D i e A n f r a c h t u n g d e r G r u n d ­ m o r ä n e geschieht n u r b i s z u r j e w e i l i g e n E i s r a n d l a g e . G r u n d m o r ä n e gleich a u ß e r h a l b der­ selben ist u m eine V e r e i s u n g s p h a s e ä l t e r . E i n e w e i t r e i c h e n d e G r u n d m o r ä n e n - D e c k e setzt sich theoretisch a u s — i m Profil b e t r a c h t e t — s p i t z w i n k l i g e n T e i l s t ü c k e n z u s a m m e n , d i e in d e r N ä h e des E i s r a n d e s a m dicksten, j e w e i t e r d a v o n e n t f e r n t u m so d ü n n e r sind, ent­ sprechend d e m h ö h e r e n D r u c k d e r e i s w ä r t s dickeren E i s l a g e . D i e Geschiebe l i e g e n i n d e r G r u n d m o r ä n e e i n g e r e g e l t ( K . RICHTER 1 9 3 7 ) . Auch d a s F e i n k o r n ist, z u m i n d e s t l a g e n w e i s e , e i n e e r e g e l t (SEIFERT 1 9 5 4 ) . D e r G e h a l t a n Schwer­ m i n e r a l e n ist unterschiedlich u n d e r m ö g l i c h t verschieden a l t e Geschiebemergel z u trennen (LEINTZ 1 9 3 3 , STEINERT 1 9 5 2 ) . E l e k t r o n e n m i k r o s k o p i s c h e U n t e r s u c h u n g e n d e r Oberfläche

d e r Q u a r z k ö r n e r e r m ö g l i c h e n E i s - V e r f r a c h t u n g zu e r k e n n e n (BRAMER 1 9 6 6 ; w e i t e r e s in LINDSTRÖM

1972).

M e s s u n g e n d e r E i n r e g e l u n g sind i n erheblichem U m f a n g gemacht w o r d e n , aber bei w e i t e m nicht genug, b e s o n d e r s nicht b e i m F e i n k o r n i n d e n e i n z e l n e n , durch Trennflächen b e g r e n z t e n L a g e n d e r G r u n d m o r ä n e n - B ä n k e . D i e F e i n s t r u k t u r sollte auch d a r ü b e r Auf­ schluß geben, w a s p r i m ä r e G r u n d m o r ä n e u n d w a s durch W a s s e r a u f n a h m e a n d e r E r d ­ o d e r Eisoberfläche zerflossene u n d s o m i t u m g e l a g e r t e G r u n d m o r ä n e ist. Solches geschieht v i e l f a c h i m Bereich d e r E n d m o r ä n e . G r u n d m o r ä n e n - L a g e n b l e i b e n v o l l e r h a l t e n , w o d a s ü b e r l a g e r n d e Eis a l s T o t e i s , u n d dies g a r u n t e r e i n e m I n n e n s a n d e r geschützt, l a n g s a m s c h w a n d . I m Bereich d e r E n d m o r ä n e w u r d e d i e G r u n d m o r ä n e durch R u t s c h u n g e n , U m l a g e r u n g u n d Z e r s p ü l e n z u m e i s t w e i t g e h e n d zerstört. 4. Schuttablagerung vor d e m Eisrand Schutt v o r d e m E i s r a n d w i r d a n g e h ä u f t e i n m a l durch A u s s c h m e l z e n d e r Gesteinsfracht des Eises = S a t z - E n d m o r ä n e , z u m a n d e r e n durch A u f p r e s s e n des V o r l a n d e s durch d i e Eisfront = S t a u c h - E n d m o r ä n e . 4.1.

S at z-Endmor änen

Eis-Schutt w i r d a b g e s e t z t a m R a n d e d e s Eises, j e nach V e r l a u f d e r schuttführenden E i s l a g e n . E n d e n diese frei h o r i z o n t a l , so f ä l l t d e r S c h u t t h e r a u s u n d w i r d a u s g e w a ­ schen u n d b e i g e r i n g e m V o r r ü c k e n des Eises e i n w e n i g z u s a m m e n g e s c h o b e n . S i n d schutt-


100 Jahre Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

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führende E i s l a g e n a l s S c h e r m o r ä n e n a u f g e r i c h t e t , so schmilzt d a s Eis d e r U n t e r m o r ä n e . Der f r e i g e w o r d e n e Schutt b r e i t e t sich aus u n d schützt d a s E i s v o r ü b e r g e h e n d v o r s c h n e l l e m Schwund (GRIPP 1 9 6 4 , Taf. 3 6 , Abb. 1 ) . Auch den S a t z m o r ä n e n angelagerte Alt-SchneeMassen, i c e c o r e d m o r a i n s ( 0 S T R E M 1 9 6 4 ) , k ö n n e n l a n g e e r h a l t e n bleiben. S a t z m o r ä n e n sind b e z e i c h n e n d für G e b i e t e m i t festem U n t e r g r u n d . I m F l a c h l a n d sind sie in d e r M i n d e r ­ z a h l ( A n m . 8 ) . A u ß e r b e i S c h ü t t u n g in tiefes W a s s e r erreichen S a t z - E n d m o r ä n e n nicht d i e Höhe von Stauchmoränen. S a t z m o r ä n e n finden sich 1. 2.

frei a u f Fels, T a f . 1 , A b b . 1 an Stauchmoränen u n d Innensandern a) als W a l l aufgesetzt, Taf. 2 b) a n g e l a g e r t a u f d e r Innenseite d e r S t a u c h m o r ä n e n u n d d e r H o c h s a n d e r

(GRIPP

& TODTMANN 1 9 2 6 )

c)

v o n S c h m e l z w ä s s e r n zerspült i n R e s t e n (GRIPP 1 9 5 2 , T a f . 2 — 4 ) .

I m n o r d d e u t s c h e n F l a c h l a n d treten S a t z - E n d m o r ä n e n a m ä u ß e r s t e n R a n d d e r W ü r m V e r e i s u n g a u f . I m F l a c h l a n d v o n Ost-Polen u n d R u ß l a n d s i n d sie verbreitet, d a d o r t d i e U n t e r l a g e d e s Eises festes G e s t e i n ist. 4.2. S t a u c h - E n d m o r ä n e n Schon 1 8 7 5 ist v o n

(Taf. 2 , T a f . 5 , A b b . 2 )

J . F . JOHNSTRUP

("siehe G O T T S C H E

1897:4,

GARBOE 1 9 6 1 : 3 3 8 )

veröffentlicht: „Eine g r o ß e Kraft h a t G e r ö l l - T o n b i s z u e i n e r b e s t i m m t e n L i n i e g e b r a c h t . A u ß e r h a l b d i e s e r L i n i e w u r d e n große S a n d m a s s e n z u b e d e u t e n d e r H ö h e a u f g e h ä u f t u n d dies in h ü g e l i g e n Geschiebesand-Gürteln, d i e E n d m o r ä n e n sehr ä h n e l n . " Dies w a r b e i d e s : Ein v o r s i c h t i g e r H i n w e i s a u f Inlandeis u n d a u f durch Schub e n t s t a n d e n e E n d m o r ä n e n . Diese a n v e r s t e c k t e r S t e l l e gebrachte D e u t u n g w u r d e erst v o n GOTTSCHE in D e u t s c h l a n d b e k a n n t g e m a c h t — a b e r nicht v e r w e r t e t . BERENDT ( 1 8 8 1 ) b e n a n n t e den v o n e i n e r v o r ­ rückenden E i s s t i r n z u s a m m e n g e s c h o b e n e n , j ü n g s t a u s g e t a u t e n Schutt „ S t a u m o r ä n e " z u m U n t e r s c h i e d v o n d e m v o n d e r Eisoberfläche h e r a b g e r u t s c h t e n Schutt. Diese B e z e i c h n u n g w u r d e 1 8 8 9 v o n H e n r y SCHROEDER e r w e i t e r t a u f v o m Eise z u s a m m e n g e s c h o b e n e A b l a ­ gerungen a u s d e m V o r l a n d des Eises. WAHNSCHAFFE ( 1 9 0 9 : 1 6 0 ) schrieb: „ H . S C H R Ö ­ DER w i e s n a c h , d a ß durch d e n einseitig l a s t e n d e n D r u c k d e s I n l a n d e i s e s w ä h r e n d einer S t i l l s t a n d s l a g e v o r dessen R a n d Geschiebemergel, S a n d e , K i e s e u n d T o n e s o w i e T e r t i ä r und K r e i d e b i l d u n g e n a l s s o g e n a n n t e S t a u m o r ä n e hoch e m p o r g e p r e ß t w ä r e n . " N e u u n d zutreffend w a r d i e A n s c h a u u n g , d a ß d i e S t a u c h u n g d a s V o r l a n d e r f a ß t h a t t e . D a in den S t a u m o r ä n e n nicht g e s t a u t , sondern g e s t a u c h t w a r , b e n u t z t e G R I P P ( 1 9 2 9 ) d i e B e z e i c h ­ nung S t a u c h m o r ä n e . K. RICHTER ( 1 9 3 7 ) s c h l u g v o r , v o n S t a o e l m o r ä n e n zu sprechen. Diese B e z e i c h n u n g w a r aber 1 9 0 1 (VON BOEHM 1 9 0 1 : 2 4 5 ) für U f e r - u n d S t i r n m o r ä n e n v e r ­ w a n d t w o r d e n . LLIBOUTRY k e n n t keine S t a u c h m o r ä n e n . Dessen m o r a i n e s d e p o u s s ^ sind k l e i n e S c h ü b e i m Bereich d e r S a t z m o r ä n e , ebenso d i e p u s h m o r a i n e s a u f I s l a n d ( O K K O 1 9 5 5 ) . WOLDSTEDTS A n g a b e n ( 1 9 3 9 ) über t r o t z festem U n t e r g r u n d e s große S t a u c h m o r ä n e n vor d e m B u a r Bree a u f I s l a n d stellte T O D T M A N N ( 1 9 6 0 : 2 2 ) richtig. D i e G r u n d t a t s a c h e , d a ß d a s a m W i d e r l a g e r steil aufgerichtete E i s m i t seiner B a s i s d a s V o r l a n d a u f p r e ß t ( G R I P P seit 1 9 2 9 ) , w i r d bis h e u t e nicht in u n s e r e n L e h r b ü c h e r n u n d auch nicht in d e r Ü b e r s i c h t von EMBLETON-KING z u r K e n n t n i s g e n o m m e n . D i e E n t w ä s s e r u n g d e r Eiszungen m i t S t a u c h m o r ä n e n d a v o r geschah s e l t e n f r o n t a l , häufig seitlich ( A n m . 9 ) . B e i b e n a c h b a r t e n G r o ß - L o b e n e n t w ä s s e r t e n d e r e n i n g l a z i a l e Tunnel b i s w e i l e n in d e m Einschnitt a l s d e m O r t des n i e d r i g s t e n A u s l a u f e s . W o benach­ barte E i s z u n g e n sich i n K r e i d e - A b l a g e r u n g e n eingeschürft h a t t e n u n d d a s E i s e r n e u t a n ­ schwoll, w u r d e n d i e v o n z w e i Seiten g e p r e ß t e n K r e i d e - R e s t e in K e r b s t a u c h u n g h ö h e r a l s in d e r S t i r n a n g e h o b e n ( M o e n ) .


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U n r u h i g w e c h s e l n d ist d e r V e r l a u f d e r j ü n g e r e n S t a d i e n der S t a u c h m o r ä n e n ( A b b . 3 ) : G a b e l n , S c h l i n g e n , S t a u c h m o r ä n e n i n Schlingen u n d e i n g e d r ü c k t e M o r ä n e n - S e h l i n g e n s i n d angetroffen ( G R I P P 1 9 5 5 , 1 9 6 4 : 1 8 4 ) . A n s c h e i n e n d s i n d benachbarte E i s z u n g e n nicht stets z u gleicher Zeit e n t s t a n d e n . S o h a t i n N W - S j a e l l a n d ( S e e l a n d ) d i e L a m m e f j o r d - E i s z u n g e die R a n d m o r ä n e n d e r benachbarten S i d i n g e f j o r d - E i s z u n g e e t w a s beiseitegeschoben. F a r b i g a n g e l e g t e H ö h e n s c h i c h t e n - K a r t e n z e i g e n dies.

Abb. 3. Die verschiedenen Formen der Endmoränen-Gabeln, zum Teil mit Stauchfalten.

D i e T a t s a c h e , d a ß S t a u c h - E n d m o r ä n e n nicht d u r c h Pressung w ä h r e n d d e r S t i l l s t a n d s ­ l a g e n des E i s r a n d e s , sondern durch V o r d r i n g e n d e s E i s r a n d e s e n t s t a n d e n s i n d , belegen d e r V o r s t o ß des D u c k w i t z - G l e t s c h e r s ( T a f . 7 , A b b . 1 ) , d e r z w i s c h e n 1 9 0 0 u n d 1 9 1 9 u m 5 , 4 k m v o r d r a n g ( G R I P P 1 9 2 9 : 2 0 9 ) , s o w i e d e r Penck-Gletscher ( S p i t z b e r g e n ) , d e r 1 9 2 7 i m H o c h ­ s t a d i u m w a r u n d 1 9 3 4 v o n ROZYCKI a l s schmelzendes T o t e i s angetroffen w u r d e . 4.3.

Oser

D a s schwedische W o r t Ä s , P l u r a l A s a r , b e d e u t e t B e r g r ü c k e n , H ü g e l k e t t e u n d w i r d v e r d e u t s c h t a l s d a s O s , d i e Oser v e r w a n d t . D a s irische W o r t Esker w i r d g l e i c h f a l l s für d i e a u c h a l s W a l l b e r g e bezeichneten G e b i l d e benutzt, v . KLEBELSBERG ( 1 9 4 8 : 2 9 2 ) g a b e i n e g u t e Z u s a m m e n f a s s u n g d e r v e r s c h i e d e n e n E r s c h e i n u n g s - u n d E n t s t e h u n g s f o r m e n . D e m ist hinzuzufügen: 1.

W o i n g l a z i a l e T u n n e l i m G r u n d w a s s e r d e r Z u n g e n b e c k e n endeten, k o n n t e n Oser nicht entstehen, d a s i e k e i n e schuttführenden L a g e n q u e r t e n . A u s diesem G r u n d e sind sie i m F l a c h l a n d m i t L o c k e r b o d e n s e l t e n , i m G e g e n s a t z z u m Felsgebiet i n S c h w e d e n u n d F i n n l a n d . I m F l a c h l a n d w u r d e n R ü c k e n , d i e r e c h t w i n k l i g zu d e n E n d m o r ä n e n v e r ­ l a u f e n , häufig a l s Oser angesehen. S e i t d e m e r k a n n t i s t , d a ß v o m E i s r a n d z a h l r e i c h e k l e i n e Z u n g e n v o r d r a n g e n , ist e i n e g r o ß e Zahl d e r O s e r als seitlich g e l e g e n e T e i l e v o n Endmoränen eingeordnet worden (GRIPP 1 9 6 4 : 2 3 8 ) .

2.

D o r t , w o d e r E i s r a n d a m W i d e r l a g e r aufgerichtet w a r , m u ß t e n i n g l a z i a l e W ä s s e r z u r Seite abbiegen (GRIPP 1 9 7 5 b ) .

3.

D a d a s G e f ä l l e i n g l a z i a l e r W a s s e r l ä u f e a u f d e n E i s r a n d h i n a u s g e r i c h t e t w a r , schuf dessen R ü c k v e r l a g e r u n g ein j e w e i l s neues i n g l a z i a l e s S y s t e m . H i e r a u f beruhen d i e K n i c k e u n d d i e U n t e r b r e c h u n g e n d o r t , w o eine g r ö ß e r e R a n d m o r ä n e u n d ein Os sich e i n a n d e r n ä h e r n ( M A G N U S S O N , LUNDQUIST, REGNELL 1 9 6 3 : 4 6 1 , F R Ö D I N 1 9 1 6 , Taf. 8 ) .


100 Jahre Untersuchungen über d a s Geschehen des Inlandeises

4.

41

Es ist t r o t z z a h l r e i c h e r E r ö r t e r u n g e n noch u n g e k l ä r t , o b i n b a s a l e S p a l t e n d e s Eises aufgestiegene

Grundmoräne

die sogenannten

Aufpressungs-Oser

entstehen

ließ

( J . K O R N , P . G. K R A U S E , V . KLEBELSBERG 1 9 4 8 : 3 0 3 ) o d e r d i c h t o b e r h a l b d e r E i s - B a s i s

der B o d e n d e r T u n n e l e i n g e d r ü c k t w u r d e u n d G r u n d m o r ä n e a u f s t e i g e n k o n n t e . W e n n d e r S a n d e r h ö h e r aufgeschüttet w i r d , besonders d u r c h S c h u t t z u f u h r v o n d e r s i n k e n d e n Eisoberfläche h e r , s t e i g t d e r W a s s e r s p i e g e l i m s u b g l a z i a l e n T u n n e l . D i e S c h u t t ­ l a g e w i r d m ä c h t i g e r u n d setzt schon w e i t e r e i s w ä r t s ein. U n g e k l ä r t i s t noch, w a s m i t d e m s u b g l a z i a l e n W a s s e r l a u f geschieht, w e n n e i n e Zone als Toteis a b g e t r e n n t w i r d , i n d e m fließendes E i s a m T o t e i s - W i d e r l a g e r a u f w ä r t s s t e i g t . 5. Schutt u n d Gletscherwässer außerhalb d e s Eises In A b s c h n i t t 2 ist d a r g e l e g t , d a ß sich d i e S c h m e l z w ä s s e r a u f d e r Oberfläche d e s Eises z w e i t e i l e n . B e i h i n r e i c h e n d h o h e r L a g e des Eises w e r d e n d i e O b e r f l ä c h e n w ä s s e r a m R a n d e des Eises w e d e r i n g l a z i a l noch r a n d l i c h a b g e l e i t e t . S i e laufen q u e r ü b e r d i e steil a u f g e s t i e ­ genen U n t e r - u n d G r u n d m o r ä n e n u n d z e r s p ü l e n sie. JEWTUCHOWICZ ( 1 9 7 3 : 1 2 1 ) berichtet, d a ß i m S o m m e r 1968 180 Oberflächen-Bäche d e n r u n d 15 k m l a n g e n R a n d d e s S k e i d a r a i ö k u l l q u e r t e n . N a c h K o r n g r ö ß e n gesondert l a g e r n d i e R i n n s a l e i h r e L a s t in sehr flachen K e g e l n ü b e r e i n a n d e r a b . Es e n t s t e h e n die 5.1.

Hochsander

H o c h s a n d e r unterscheiden sich durch d i e A r t d e r A u f s p ü l u n g u n d die K o r n v e r t e i l u n g v o n d e n a u s z u v o r i n g l a z i a l e n Flüssen a u f g e s c h ü t t e t e n F l a c h s a n d e r n . H o c h s a n d e r s i n d i m Bereich d i c h t g e d r ä n g t e r E i s r a n d l a g e n hoch u n d s c h m a l . Es k o n n t e beobachtet w e r d e n , d a ß zunächst k l e i n e S t a u c h w ä l l e v o r h a n d e n w a r e n , ü b e r d i e d a n n e i n H o c h s a n d e r a u f g e s p ü l t w u r d e . A n s t i e g d e r Eisoberfläche u n d des H o c h s a n d e r s geschahen m i t gleicher G e s c h w i n ­ d i g k e i t . H ö h e n v o n 30 m w u r d e n erreicht. S c h r ä g s c h i c h t u n g u n d R i n n e n f e h l e n ; flache 2 0 — 3 0 m b r e i t e Linsen b a u e n d e n S a n d k ö r p ^ r a u f (GRIPP 1 9 7 5 b ) , ( T a f . 6. A b b . 1 ) . U n t e r den früher m o r p h o l o g i s c h erschlossenen E n d m o r ä n e n sind, w i e n e u e Aufschlüsse g e z e i g t h a b e n , H o c h s a n d e r nicht s e l t e n . D a es G e b i l d e d e s E i s r a n d e s s i n d , z e i g e n sie dessen V e r ­ lauf an. 5.2.

Flachsander

M i t d e r B e n e n n u n g S a n d e r w u r d e n v o n K E I L H A C K ( 1 8 8 4 ) d i e norddeutschen S c h m e l z ­ wasser-Sand-Flächen mit denen Islands zutreffend verglichen. Sie w u r d e n von z u v o r i n ­ g l a z i a l e n F l ü s s e n a u s g e b r e i t e t . D i e s e wechseln i n f o l g e S e d i m e n t - A n h ä u f u n g s t ä n d i g i h r e L a g e . D a h e r entstehen K r e u z - u n d D e l t a - S c h i c h t u n g . Geröll w i r d i n Bachbetten a n g e r e i ­ chert. Bei d e r e n V e r l a g e r u n g entstehen G e r ö l l - L a g e n . Eisschollen frachten bei H o c h w ä s s e r n Geschiebe e r s t a u n l i c h e r G r ö ß e a n . D a die F l a c h s a n d e r v o m A u s t r i t t d e r W ä s s e r a u s d e m Eis h e r aufgeschüttet w e r d e n , h a n d e l t es sich u m sehr flache K e g e l . A u f ihnen k a n n d i e Richtunsr d e r W a s s e r l ä u f e bis 1 8 0 ° s c h w a n k e n . G e f ä l l e u n d K o r n g r ö ß e d e r Fracht n e h m e n m i t d e r E n t f e r n u n g a b . D i e a n f a n g s vielfach v e r z w e i g t e n W a s s e r l ä u f e v e r e i n i g e n sich z u ­ meist z u F l ü s s e n . D e r e n W a s s e r t r ä g t t o n i g e B e s t a n d t e i l e w e i t fort. W o diese i m M e e r oder s t e h e n d e n G e w ä s s e r n e n d e n , schlagen sich „ T o n e " n i e d e r , z u Eismeer- o d e r B e c k e n ­ tonen. D a s G e f ä l l e führte d i e S c h m e l z w ä s s e r a n f a n g s z u r fernen N o r d s e e . Dies h e i ß t , s i e l i e ­ fen in J u t l a n d p a r a l l e l z u e i n a n d e r v o m E i s r a n d w e g nach W e s t e n . I n N o r d d e u t s c h l a n d u n d Polen a b e r s a m m e l t e n sie sich in dem E i s r a n d p a r a l l e l e n T ä l e r n . D i e s e w a r e n z u n ä c h s t H a u p t t ä l e r g e n a n n t . 1898 f ü h r t e KEILHACK d a f ü r d i e B e z e i c h n u n g U r s t r o m t ä l e r e i n . D i e z u r Zeit d e r Schneeschmelze g e w a l t i g e n W a s s e r m a s s e n spülten F e i n k o r n fort, ö r t l i c h r e i -


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cherten sich B l o c k p a c k u n g e n a m G r u n d e des U r s t r o m t a l e s a n . SchlufTe u n d T o n e k a m e n erst i m N o r d s e e - B e r e i c h z u m A b s a t z . D a s F e i n k o r n d e r M i n d e l - V e r e i s u n g w u r d e in R i c h ­ t u n g der S t r a ß e v o n C a l a i s v e r f r a c h t e t u n d als „ L a u e n b u r g e r - T o n " i n z a h l r e i c h e n flachen Senken niedergeschlagen. 5.3.

Endmoränen-Vertreter

H ä u f i g e r a l s bisher beachtet, w e r d e n S a n d e r , insbesondere H o c h s a n d e r , a n g e t r o f f e n , a n die e i s w ä r t s ein Zungenbecken a n g e s c h l i e ß t ( T a f 1 , A b b . 2 ) . E i n e w a l l f ö r m i g e E n d ­ m o r ä n e fehlt. D i e s e w i r d durch den I n n e n h a n g des S a n d e r s v e r t r e t e n . I n GELLERT ( 1 9 6 5 7 4 ) werden diese H ä n g e von FRANZ und WEISSE „Endmoränen-Vertreter" benannt. K. RICHTER ( 1 9 3 7 : 3 3 ) bezeichnete sie a l s P s e u d o - o d e r K a m e s t e r r a s s e n . D a d a m a l s d e r Begriff H o c h s a n d e r noch nicht ausgeschieden w a r , n a h m e n jene A u t o r e n a n , d a ß S a n d e r , d i e schon E n d m o r ä n e n - V e r t r e t e r b i l d e t e n , s p ä t e r z u S t a u c h m o r ä n e n z u ­ s a m m e n g e s c h o b e n w u r d e n . H o c h s a n d e r m i t u n g e s t ö r t e r Schichtung i m Z u g e einer E i s r a n d ­ l a g e bezeugen jedoch, d a ß E n d m o r ä n e n - V e r t r e t e r d o r t e n t s t a n d e n , w o G r u n d m o r ä n e a m W i d e r l a g e r ( e t w a n i e d r i g e S t a u c h m o r ä n e ) a u f g e s t i e g e n w a r . H i e r b e i zerstörten a u f d e n H o c h s a n d e r h i n a u s l a u f e n d e B ä c h e d i e G r u n d m o r ä n e . Blockreiche L a g e n blieben a m F u ß e der W a n d der Endmoränen-Vertreter zurück. D i e T a t s a c h e , d a ß der R a n d des Eises a m W i d e r l a g e r a u f g e r i c h t e t ist, v e r z ö g e r t d i e L a g e - V e r ä n d e r u n g des E i s r a n d e s bei S c h w a n k u n g e n des Eiszuflusses. L ä ß t dieser n a c h , so s i n k t die Oberfläche des Eises v o r d e m W i d e r l a g e r in d i e Tiefe, o h n e d a ß sich die L a g e d e s E i s r a n d e s ä n d e r t . Dies geschieht so l a n g e , bis d i e z u g e r i n g e M ä c h t i g k e i t des Eises e i n w e i t e r e s F l i e ß e n nicht mehr z u l ä ß t u n d d a d u r c h e i n T o t e i s - G ü r t e l a b g e t r e n n t w i r d . B e i m e h r e r e n S c h w a n k u n g e n d e r E i s z u f u h r k o n n t e d a s Eis a m W i d e r l a g e r o h n e V e r ä n d e r u n g d e r R a n d l a g e auf- u n d a b s t e i g e n . W i r müssen h e u t e z w e i A r t e n v o n „ S t i l l s t a n d s l a g e n " des E i s r a n d e s u n t e r s c h e i d e n : 1.

S t i l l s t a n d s l a g e , entsprechend f r ü h e r e n V o r s t e l l u n g e n , m i t A u f b a u einer S a t z - E n d ­ m o r ä n e . E i s z u f u h r u n d A b s c h m e l z b e t r a g gleich g r o ß , d a h e r g l e i c h b l e i b e n d e L a g e d e r Satz-Endmoräne.

2.

S t i l l s t a n d s l a g e des E i s r a n d e s durch E n d m o r ä n e n - V e r t r e t e r . A m W i d e r l a g e r v o n S t a u c h ­ m o r ä n e o d e r H o c h s a n d e r a u f w ä r t s f l i e ß e n d e s Eis gleicht w e c h s e l n d e Eiszufuhr d u r c h A u f s t e i g e n u n d A b s i n k e n d e r s c h m e l z e n d e n Oberfläche des Eises a u s . Eine V e r s c h i e b u n g der L a g e des R a n d e s b e w e g t e n Eises t r i t t d a b e i nicht ein, so l a n g e w i e der E n d m o r ä ­ n e n - V e r t r e t e r e r h a l t e n b l e i b t u n d d a s Eis fließt.

E n d m o r ä n e n - V e r t r e t e r b e z e u g e n E i s r a n d l a g e n . B e i der g l a z i a l m o r p h o l o g i s c h e n A u s ­ w e r t u n g v o n H ö h e n s c h i c h t e n - K a r t e n s i n d sie h ä u f i g a l s E n d m o r ä n e n a n g e s e h e n u n d b e ­ zeichnet w o r d e n . D i e B e z e i c h n u n g a l s E i s r a n d l a g e ist t r o t z n e u e r w o r b e n e r E r k e n n t n i s z u ­ treffend. • ~ ' *#*"•• ! 5.4.

B e c k e n - A b l a g e r u n g e n

Gletschertrübe h a t sich v i e l f a c h in k l e i n e n B e c k e n a b g e l a g e r t . D e r Wechsel v o n s a n ­ d i g e n u n d t o n r e i c h e n Schichten entspricht nach S i g u r d HANSEN ( 1 9 4 0 ) d e m u n t e r s c h i e d ­ lichen N i e d e r s c h l a g . N u r d i c k e r e , i n g r ö ß e r e m A b s t a n d e i n g e s c h a l t e t e T o n l a g e n k ö n n e n als W i n t e r w a r v a n g e s e h e n w e r d e n . J e n e r V e r f a s s e r w i e s ferner nach, d a ß eine K o n n e k t i o n d e r n o r d d e u t s c h e n Profile m i t d e r schwedischen W a r v e n - F o l g e b i s h e r nicht g e g l ü c k t ist. R e s t e a r k t i s c h e r P f l a n z e n u n d S c h r e i t s p u r e n v o n I n s e k t e n sind g e l e g e n t l i c h in den B e c k e n ­ a b s ä t z e n beobachtet.


100 Jahre Untersuchungen über d a s Geschehen des Inlandeises

6.

43

Die Aussagen d e r Geschiebe

D i e v o m Eise v e r f r a c h t e t e n Gesteinsstücke, r i c h t i g a l s Eis-Geschiebe, a l l g e m e i n a b e r k u r z a l s Geschiebe bezeichnet, h a b e n besonders durch i h r e n F o s s i l i n h a l t schon v o r d e m Wissen v o n d e r V e r f r a c h t u n g durch d a s I n l a n d e i s Interesse e r r e g t . Bei d e n Eis-Geschieben e r h e b e n sich die F r a g e n : a)

a u f w e l c h e W e i s e g e l a n g t e n sie in d a s Eis?

b)

w o w u r d e n sie v o m Eise a u f g e n o m m e n ?

c)

welche W e g e l e g t e n sie i m Eise z u r ü c k ?

d)

w a s s a g e n sie i n s t r a t i g r a p h i s c h e r Hinsicht a u s ?

a ) Gesteinsstücke w u r d e n v o m I n l a n d e i s a u f g e n o m m e n , s o b a l d es d i e M ä c h t i g k e i t e r ­ reicht h a t t e , d i e ermöglicht, d a ß d i e U n t e r m o r ä n e d e m F e l s e n a u f l i e g t . Es h a n d e l t sich d a b e i u m p e r i g l a z i a l e n Schutt, d e r i m H o c h g e b i r g e u n d a m E n d e d e r v o r l e t z t e n s o w i e z u Beginn der letzten Vereisung entstanden w a r . D i e Hinterlassenschaft der R i ß - V e r e i s u n g i m H a r t b o d e n - B e r e i c h ( S c h w e d e n , F i n n l a n d ) w i e E n d m o r ä n e n , Oser, L u v - u n d L e e - M o r ä ­ n e n w u r d e v o m j ü n g e r e n E i s n a h e z u restlos a b g e t r a g e n . Auch d i e v o n B e r g s t ü r z e n h e r ­ r ü h r e n d e n , z . T . z a h l r e i c h e n g r o ß e n Blöcke w u r d e n v o m Eise a u f g e n o m m e n u n d v e r ­ frachtet. Im f l a c h e n G e l ä n d e m i t L o c k e r b o d e n z e r s t ö r t e d a s E i s w e i t g e h e n d d i e e e m zeitlichen A b l a g e r u n g e n einschließlich d e r f r ü h - u n d s p ä t - e e m z e i t l i c h e n . D i e w ä h r e n d d e s Interglazials möglicherweise entstandenen tektonischen u n d salztektonischen A u f r a g u n g e n lieferten S c h o l l e n , u n d a n d e n F l a n k e n v o n G o t l a n d u n d O e l a n d s o w i e a m e s t l ä n d i s c h e n G l i n t e n t r i ß d a s Eis M a t e r i a l a u s d e m A n s t e h e n d e n . Die F r a c h t d e s Eises b e s t a n d somit teils a u s schon v o r h e r v e r f r a c h t e t e n teils aber a u s a n W i d e r l a g e r n abgeschürften S c h o l l e n ( G . PETERSEN 1 9 2 4 ) .

Geschieben,

b) D i e F r a g e : W o w u r d e n d i e Geschiebe v o m Eise a u f g e n o m m e n , ist d i e F r a g e nach d e r H e i m a t d e r Geschiebe. Schon GOTTSCHE ( 1 8 8 3 ) suchte H e r k u n f t u n d F r a c h t w e g z u k l ä r e n . V o n d e n z a h l r e i c h e n U n t e r s u c h u n g e n sei a u f H . L U D W I G ( 1 9 3 8 ) , WENNBERG

(1949)

u n d H U C K E - V O I G T ( 1 9 6 7 ) h i n g e w i e s e n . Auch d i e k r i s t a l l i n e n Geschiebe gaben H i n w e i s e ( J . PETERSEN 1 9 0 9 , K O R N 1 9 2 7 u n d K. M I L T H E R S 1 9 4 2 ) .

In d e n N i e d e r l a n d e n

bestand

großes Interesse a n Geschieben ( v a n CALKER, SCHROEDER v a n d e r K O L K ) . D e n B e r n s t e i n als Geschiebe b e h a n d e l t e schon früh HÄPKE ( 1 8 7 5 ) . HESEMANN ( 1 9 3 1 ) k e n n z e i c h n e t e eine Geschiebe-Gemeinschaft anschaulich durch A n t e i l s - Z a h l e n a u s 4 H e r k u n f t s b e r e i c h e n . A b e r präziser stellte LÜTTIG ( 1 9 5 8 ) die Verbindung zwischen Fundort u n d Anstehendem her. Er gibt für m ö g l i c h s t z a h l r e i c h e Geschiebe d i e g e o g r a p h i s c h e L ä n g e u n d B r e i t e d e r H e i m a t ­ orte a n . D e n O r t d e s D u r c h s c h n i t t s w e r t e s d e r H e i m a t o r t e n e n n t er „ d a s theoretische Z e n ­ t r u m d e r H e i m a t d e r G e s c h i e b e z u s a m m e n s e t z u n g " . D i e W e r t e d e s gleichen u n d d e r b e ­ nachbarten E n d m o r ä n e n z ü g e ermöglichen b r a u c h b a r e A u s s a g e n ü b e r H e r k u n f t u n d W e g des Eises. c) F ü r d i e K e n n t n i s d e r W e g e , d i e d a s E i s n a h m , ist d i e U n t e r s c h e i d u n g v o n F e r n u n d N a h - G e s c h i e b e n w e r t v o l l . I n S c h l e s w i g - H o l s t e i n ist d e r N a h - G e s c h i e b e - A n t e i l i n d e n späten E i s z u n g e n e r s t a u n l i c h verschieden. D e s s e n G r e n z e f ä l l t m i t d e n E n d m o r ä n e n Gabeln z u s a m m e n . D a d a s I n l a n d e i s w ä h r e n d d e s H o c h s t a d i u m s ü b e r w i e g e n d r a d i a l floß, w ä h r e n d d e s Abschmelzens a b e r w e i t g e h e n d v o n d e n S e n k e n d e r Erdoberfläche g e l e n k t w u r d e , k o n n t e n Geschiebe i n a n d e r e r R i c h t u n g a l s z u v o r v e r f r a c h t e t w e r d e n , z . B . durch d i e B e l t e u n d über d i e d ä n i s c h e n Inseln u n d W e s t - S c h o n e n nach N o r d e n . A n d e r e r s e i t s sind R h o m b e n -


Karl Gripp

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p o r p h y r e v o n O s l o bis B e r l i n g e l a n g t . O b d i e l e t z t g e n a n n t e n z u r R i ß - oder F r ü h w ü r m Z e i t v e r f r a c h t e t w u r d e n , ist noch u n g e w i ß . d ) Z ä h l u n g e n i n a u f e i n a n d e r f o l g e n d e n E n d m o r ä n e n (SIMON 1 9 3 8 ) z e i g t e n einen a u f ­ f a l l e n d e n W e c h s e l d e r H e i m a t d e r Geschiebe, a l s o Z u f l u ß des Eises a u s w e c h s e l n d e n R i c h ­ t u n g e n . U n t e r s u c h u n g e n , ob dies a u c h für d i e E i s r a n d l a g e n in M e c k l e n b u r g u n d P o m m e r n g i l t , sind e r w ü n s c h t . D a s B e m ü h e n , nicht den g e s a m t e n I n h a l t d e r Geschiebe-Gemeinschaft,

sondern d i e

H ä u f i g k e i t b e s t i m m t e r G e s t e i n e ( F l i n t , K r i s t a l l i n ) z . B . V . MILTHERS ( 1 9 0 9 ) , K.

RICHTER

( 1 9 3 3 ) , oder d i e H ä u f i g k e i t eines e i n z e l n e n Geschiebes a u f einer F l ä c h e n - E i n h e i t ( K . M I L ­ THERS 1 9 4 2 ) z u r K e n n z e i c h n u n g e i s e n t s t a n d e n e r A b l a g e r u n g e n z u b e n u t z e n , ist s t r a t i g r a phisch v e r w a n d t w o r d e n . M a n c h e E r g e b n i s s e d e r Geschiebe-Forschung s i n d schwer z u v e r ­ e i n i g e n m i t d e r v i e l b e n u t z t e n A n s c h a u u n g , d a ß gleiche Z u s a m m e n s e t z u n g des GeschiebeInhalts zeitgleiche Eisabsätze belege. Zerbrochene Geschiebe Nicht d i e v o m Frost g e s p r e n g t e n Geschiebe, i n s b e s o n d e r e d i e a l s „ z e r q u e t s c h t e " G e ­ schiebe g e d e u t e t e n k l e i n e r e n K a l k - G e s c h i e b e sind g e m e i n t , sondern feste, kluftfreie K a l k ­ s a n d s t e i n e , d i e b e i k u r z e m T r a n s p o r t i m Eise q u e r durchgebrochen s i n d , z . B . e i n S t ü c k 1 , 8 0 m l a n g , 0 , 5 5 m dick ( G R I P P 1 9 6 4 , T a f . 4 0 , A b b . 2 ) . D e r Block w a r a m R a n d e d e r S a l z s t r u k t u r v o m Eise a u f g e n o m m e n u n d oben a u f d e r S t r u k t u r a u e r zerbrochen g e f u n d e n . D i e beiden T e i l e w u r d e n v e r s c h i e d e n g e s c h r a m m t h i n t e r l a s s e n . O b d e r Bruch durch A u f ­ l a g e - P r e s s u n g o d e r seitlichen D r u c k e n t s t a n d , ist nicht e r k a n n t . J e d e n f a l l s z e u g t dieses Geschiebe v o n d e n Kräften, d i e a n d e r B a s i s des Eises a u f t r e t e n k ö n n e n .

7.

Formen aus der Zeit v o r der Schmelze überschütteten Eises

Eisfreie F o r m e n w i e S t a u c h m o r ä n e n , H o c h s a n d e r u n d b e s t i m m t e S a t z m o r ä n e n b l i e b e n n a h e z u u n v e r ä n d e r t e r h a l t e n . Es s i n d a b e r b e i m S c h w i n d e n d e r Eisdecke z w e i w e i t e r e f o r ­ m e n b i l d e n d e S t a d i e n z u u n t e r s c h e i d e n , e i n m a l j e n e , d i e durch S c h w i n d e n des Eises b i s a n die E r o s i o n s - B a s i s = N i e d e r t a u - E b e n e (GRIPP i n R U S T 1 9 4 3 ) v o r ü b e r g e h e n d v o r h a n d e n w a r e n ; w e i t g e h e n d erst s p ä t e r e n t s t a n d e n durch d a s T a u e n hoch ü b e r s c h ü t t e t e n Eises z a h l ­ reiche e n d g ü l t i g e F o r m e n = T i e f t a u e n ( G R I P P 1 9 3 3 ) . 7.1. N i e d e r t a u - E b e n e n

— Innere

Flachsander

W e n n d a s S c h m e l z e n des Eises dessen Zufluß übertraf,, s c h w a n d d a s Eis, a b e r n u r b i s in d a s N i v e a u d e s F l u ß n e t z e s . D i e B ä c h e u n d Flüsse ü b e r d e c k t e n m i t i h r e m Schutt d a s E i s u n d schützten es f ü r l ä n g e r e Z e i t v o r w e i t e r e r S c h m e l z e . Taf. 2 , A b b . 2 u n d T a f . 6 , A b b . 2 z e i g e n die N i e d e r t a u - E b e n e v o r d e m U s h e r - G l e t s c h e r ( S p i t z b e r g e n ) . V o m V e r h ä l t n i s E r d ­ w ä r m e — M ä c h t i g k e i t d a u e r n d g e f o r e n e n B o d e n s — S o n n e n - E r w ä r m u n g h i n g es a b , o b d a s Eis u n t e r d e r N i e d e r t a u - E b e n e schneller v o n oben oder v o n u n t e n s c h w a n d . F ü r l ä n ­ g e r e Zeit glich d i e Schuttzufuhr e i n A b s i n k e n d e r N i e d e r t a u - E b e n e a u s . R e s t e v o n d e n i n n e r e n F l a c h s a n d e r n blieben n u r e r h a l t e n , w o sie nicht a u f T o t e i s , s o n d e r n a u f e i s f r e i e m U n t e r g r u n d w i e a b g e t r a g e n e n E n d m o r ä n e n l a g e n . A n t e i l e d e r i n n e r e n F l a c h s a n d e r dürften h e u t e als F o l g e d e s s p ä t e r e n Tief t a u e n s w e i t g e h e n d a m G r u n d e v o n S e e n l i e g e n . 7.2.

Aussparhohlformen

A l s d i e v o m Eise h i n t e r l a s s e n e n F o r m e n eisgeschichtlich a u s g e w e r t e t w u r d e n , e r g a b sich, d a ß z w e i o d e r drei E i s z u n g e n z w i s c h e n sich e i n G e b i e t freigelassen h a t t e n . D o r t k a n n z e i t w e i l i g E i s d e r v o r h e r g e g a n g e n e n P h a s e u n d d a n a c h deren G r u n d m o r ä n e frei g e l e g e n


100 Jahre Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

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h a b e n . A u f j e d e n F a l l ist d a s G e b i e t v o n d e n u m g e b e n d e n E i s z u n g e n nicht a u s g e f ü l l t w o r ­ d e n . Dies traf b e s o n d e r s ein, w e n n b e i d e r s e i t s e i n e r S t a u c h m o r ä n e v o n g e r i n g e r E r s t r e c k u n g G l e t s c h e r z u n g e n v o r d r a n g e n , o h n e sich z u b e r ü h r e n ( G R I P P 1 9 5 2 : 1 2 6 ) .

8. Das Tieftauen (Taf. 8) Als der E i s r a n d schon w e i t i m N o r d e n l a g , w a r noch verschüttetes Eis in g r o ß e m , a b e r a b n e h m e n d e m A u s m a ß i m U n t e r g r u n d v o r h a n d e n . J e m ä c h t i g e r d i e schützende D e c k l a g e u n d je g e r i n g e r d e r e n W ä r m e l e i t f ä h i g k e i t ( T o r f ) w a r e n , desto l ä n g e r h i e l t sich d a s v e r ­ schüttete Eis. A u c h d i e W ä r m e fließenden G r u n d w a s s e r s w i r d b e d i n g t haben, w i e schnell die Eisreste s c h w a n d e n . Z e u g e n sind eine B r u c h w a l d - D e c k e , d i e s t a t t 30 cm 9 m m ä c h t i g w a r , a l s o ü b e r s c h w i n d e n d e m Eis a b g e s u n k e n u n d oben n a c h g e w a c h s e n w a r ( G R I P P & SCHÜTRUMPF 1 9 5 3 ) . D i e v o n R U S T g e b o r g e n e n s p ä t - p a l ä o l i t h i s c h e n R e n t i e r j ä g e r - H i n t e r lassenschaften l i e g e n in Schichten, d i e a u s w a a g e r e c h t e r L a g e d u r c h Eisschwund s c h r ä g ­ g e l a g e r t sind ( R U S T 1 9 3 6 ; 1 9 4 3 ) . N a c h bisher m ö g l i c h e n D a t i e r u n g e n endete d a s Tief­ t a u e n in S c h l e s w i g - H o l s t e i n w ä h r e n d des M e s o l i t h i k u m s , a l s o u m 5 0 0 0 v o r C h r .

9.

Die nach dem Schwinden des Eises v e r b l i e b e n e n

Formen

A n f a n g s schneller, s p ä t e r l a n g s a m e r s c h w a n d e n d i e auch bei t r o c k e n e m W e t t e r feuch­ ten S t e l l e n a n d e r Erdoberfläche d e r v o m I n l a n d e i s e v e r l a s s e n e n Landschaft. A l s d i e l e t z t e dieser v o m T a u e n des verschütteten Eises s t a m m e n d e feuchte S t e l l e g e s c h w u n d e n w a r , w a r d a s T i e f t a u e n n a h e z u beendet. M i t z u s ä t z l i c h e n H o h l f o r m e n ( S e e n , M o o r e ) u n d ö r t l i c h neuen F l u ß n e t z e n w a r d i e v o r e r s t e n d g ü l t i g e F o r m d e r v o m Eise h i n t e r l a s s e n e n L a n d ­ schaft erreicht. M e r k w ü r d i g l a n g s a m h a t m a n sich d u r c h g e r u n g e n , e i s b e d i n g t e F o r m e n als Z e u g n i s s e des Geschehens h e r a n z u z i e h e n . S o schrieb GOTTSCHE ( 1 8 9 7 : 1 9 ) : „ . . . ich es für v e r k e h r t h a l t e , die B e g r e n z u n g einfach a u s d e n H ö h e n k u r v e n d e r M e ß t i s c h b l ä t t e r zu k o n s t r u i e r e n , w i e BERENDT ( 1 8 9 3 : 5 3 7 ; 1 8 9 4 : 8 4 3 ) es bei R e n d s b u r g für ein 7 k m l a n g e s S t ü c k g e t a n h a b e n m u ß . " E b e n d a S. 3 0 / 3 1 h e i ß t e s : „ a u f d e n D u v e n s t e d t e r H ö h e n ( d e m v o r g e n a n n ­ ten Gebiet!) f a n d ich k e i n e B l o c k p a c k u n g o d e r S t e i n - B e s t r e u u n g , w ä h r e n d BERENDT ( 1 8 9 4 : 843) im Anschluß an die topographische K a r t e drei Reihen hintereinander gelegener E n d ­ m o r ä n e n - K e t t e n bis 2 k m L ä n g e v e r z e i c h n e t . " 2 0 J a h r e nach A n e r k e n n u n g der I n l a n d e i s T h e o r i e w u r d e es a l s o noch a b g e l e h n t , i n der F o r m eine E n d m o r ä n e z u e r k e n n e n , w e n n sie den für e r f o r d e r l i c h g e h a l t e n e n Grobschutt nicht sichtbar e n t h i e l t . S t a u c h m o r ä n e n — u m eine solche h a n d e l t es sich i m e r ö r t e r t e n G e b i e t — w a r e n noch nicht b e k a n n t . Erst PENCK, TIETZE ( 1 9 1 7 ) u n d W O L F ( 1 9 1 5 ) (siehe i n G R I P P 1 9 2 4 : 1 6 7 ) e r k a n n t e n E n d m o r ä ­ n e n z ü g e u n d d e r e n A l t e r s u n t e r s c h i e d e a u s den F o r m e n . M A A S S seit 1 8 9 8 u n d S T R U C K seit 1902 b e n u t z t e n F o r m e n z u E i n z e l g l i e d e r u n g d e r E i s r a n d l a g e n . G R I P P ( 1 9 2 4 ) z e i g t e a u s der G r e n z e j u n g e r F o r m e n auf, w i e w e i t d a s W ü r m - E i s in N o r d d e u t s c h l a n d v o r g e d r u n g e n war (Anm. 10). 9.1. V e r l a u f

der

Endmoränen-Züge

D i e A n n a h m e v o n einer F o l g e n a h e z u p a r a l l e l e r „ S t i l l s t a n d s l a g e n " w ä h r e n d des R ü c k s c h m e l z e n s des I n l a n d e i s e s h a t sich für w e i t e T e i l e des F l a c h l a n d e s , w i e e r w ä h n t , a l s unzutreffend e r w i e s e n . M i t a b n e h m e n d e m E i s z u f l u ß lösten sich L o b e n in z u n e h m e n d schmalere E i s z u n g e n auf. F e r n e r d r a n g e n T e i l e des Ostsee-Eisstromes nach S, W u n d N v o r . In k l e i n e r e m F o r m a t k e n n e n w i r s o g a r E i s z u n g e n , die — v o n d e r Gestalt des U n t e r ­ g r u n d e s g e l e n k t — a u f e i n a n d e r z u l i e f e n . S c h m a l e E i s z u n g e n scheinen s o g a r u m 1 8 0 ° u m ­ g e s c h w e n k t z u sein, so in S u n d e w i t t w e s t l i c h d e r Insel A l s e n ( A l s ) u n d bei G l ü c k s b u r g .


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D a bei d i e s e m Geschehen S t i r n - u n d S e i t e n m o r ä n e n e n t s t a n d e n , k o n n t e d i e G r ö ß e d e r A b ­ l a g e r u n g e n v o n R a n d s c h u t t w i e a u c h die S t a u c h w i r k u n g in g e r i n g e m A b s t a n d u n t e r ­ schiedlich sein ( A n m . 1 1 ) . E n d m o r ä n e n z ü g e , besonders s a n d i g - k i e s i g e r Z u s a m m e n s e t z u n g k o n n t e n v o n S c h m e l z ­ w ä s s e r n u n d s p ä t e r auch v o n d e r U f e r b r a n d u n g g r ö ß e r e r S e e n a b g e t r a g e n w e r d e n . Es blieben d a n n a n T o t e i s f o r m e n a r m e Sockelflächen. E i n e n r e z e n t e n B e l e g brachte K L I M A SZEWSKI ( 1 9 6 0 , T a f . 1 6 ) v o m C o m f o r t l e s s - G l e t s c h e r ( S p i t z b e r g e n ) . 9.2. K u p p i g e

G r u n d m o r ä n e n - L a n d s c h a f t

Eine m o r p h o l o g i s c h e E i n h e i t „ K u p p i g e G r u n d m o r ä n e n - L a n d s c h a f t " gibt es nach h e u ­ t i g e m W i s s e n nicht. Sie w u r d e 1 8 8 8 v o n WAHNSCHAFFE ausgeschieden. D i e V o r s t e l l u n g , i n n e n an e i n e r E n d m o r ä n e schlösse e i n Bereich d e r G r u n d m o r ä n e a n bis z u r nächsten S t i l l ­ s t a n d s l a g e des E i s r a n d e s hin, w a r b e d i n g t durch d i e d a m a l i g e A u f f a s s u n g , e i n m a l i g e s V o r ­ rücken u n d b e s t ä n d i g e s R ü c k s c h m e l z e n sei n u r v o n S t i l l s t a n d s l a g e n u n t e r b r o c h e n w o r d e n . V o r r ü c k e n des Eises u n d d i c h t g e d r ä n g t e E i s r a n d l a g e n w u r d e n noch nicht in B e t r a c h t g e ­ z o g e n . Der Begriff m u ß h e u t e , a l s a u f v o r g e f a ß t e r M e i n u n g b e r u h e n d , f a l l e n g e l a s s e n w e r ­ den,

9.3.

(siehe G E R M A N 1 9 7 3 : 1 0 , G R I P P 1 9 7 4 b ) .

Grundmoränen-Ebenen

In B r a n d e n b u r g u n d auf d e n dänischen I n s e l n sind ebene G e b i e t e a l s G r u n d m o r ä n e a u f g e b a u t . Es f e h l e n von G l e t s c h e r w ä s s e r n h i n t e r l a s s e n e S a n d e u n d K i e s e . W e n n diese W ä s s e r den W e g ü b e r die G r u n d m o r ä n e n d e c k e nicht g e n o m m e n h a b e n , so müssen sie u n t e r ­ h a l b derselben a b g e l a u f e n sein. In d e r T a t h a t d i e Erosions-Basis i n j e n e n Gebieten nicht auf, sondern u n t e r h a l b der B a s i s des Eises g e l e g e n . D i e s ist bei d e n dänischen Inseln d u r c h d a s G e f ä l l e z u m noch tief g e l e g e n e n M e e r e s s p i e g e l i m n a h e n K a t t e g a t u n d S k a g e r r a k v e r ­ ständlich (GRIPP 1 9 7 4 b). 9.4.

„Tunneltäler"

— richtiger

Z u n g e n b e c k e n - R e i h e n

1 9 0 3 h a t N . V . USSING i n J u t l a n d e r k a n n t , d a ß die S p i t z e n d e r S a n d e r k e g e l a m E n d e v o n T ä l e r n m i t S e e n k e t t e n l ä g e n . Er n a n n t e sie 1 9 0 4 F j o r d - T ä l e r . Seit 1 9 2 1 w e r ­ d e n sie T u n n e l t ä l e r g e n a n n t . D i e s e B e z e i c h n u n g w a r z u m Teil d e r G r u n d d a f ü r , d a ß J a h r ­ z e h n t e l a n g e i n e einleuchtende E r k l ä r u n g für d e r e n Entstehung a u s b l i e b . WOLDSTEDT h a t sich 1 9 2 3 — 1 9 5 4 d a m i t b e f a ß t . K O Z A R S K I ( 1 9 6 7 ) e r ö r t e r t e die F r a g e e r n e u t e i n g e h e n d u n d o h n e Erfolg. G R I P P ( 1 9 6 4 : 1 8 7 ) g a b i n K a r t e u n d S c h n i t t a n , w a s a u s e i n e m gut e r h a l t e n e n T u n n e l t a l ü b e r dessen E n t s t e h u n g a b z u l e i t e n ist. K a j HANSEN ( 1 9 7 1 ) n a h m zutreffend a n , d a ß schmale Z u n g e n v o n d e r H a u p t m a s s e des Eises „ a v a n t g a r d i s t i s c h " v o r g e d r u n g e n seien. H . L. ANDERSEN ( 1 9 7 2 ) v e r m u t e t gleichfalls e i n e E i s z u n g e a l s E r z e u g e r des durch B o h r u n g e n u n d E l e k t r o - S o n d i e r u n g n a c h g e w i e s e n e n T a l e s . A b e r d e r M o t o r zu d e m G e ­ schehen w u r d e erst j e t z t e r k a n n t : D a s F e h l e n eines W i d e r l a g e r s v o r d e m a u f g e s t a u t e n Eis d o r t , w o ein i n - o d e r s u b g l a z i a l e r F l u ß a u s t r a t . D u r c h diese L ü c k e floß d a s Eis a u s . E i n e schmale E i s z u n g e d r a n g m i t G e f ä l l e v o r u n d schürfte sich ein s c h m a l e s Z u n g e n b e c k e n a u s , erheblich t i e f e r a l s d a s N i v e a u des S c h m e l z w a s s e r - F l u s s e s . D i e s e r V o r g a n g w i e d e r h o l t e sich j e d e s m a l d o r t , w o d a s Eis e r n e u t a n e i n e m W i d e r l a g e r e n d e t e . D i e S c h m e l z w ä s s e r w u r d e n teils a m E n d e der E i s z u n g e , t e i l s a n d e r e n S e i t e subaerisch ( A b b . 4 ) . D a d a s Eis in diesen Z u n g e n nicht i n f o l g e des a l l g e m e i n e n F l i e ß e n s des I n l a n d e i s e s , s o n d e r n i n f o l g e eines örtlich b e s c h r ä n k t e i n g e t r e t e n e n ( S c h w e r k r a f t - ) G e f ä l l e s floß, s o l l t e m a n sie als G l a z i e l l e n besonders k e n n z e i c h n e n . S i e t r a t e n nicht n u r a n d e r S t i r n des Eises auf, sondern k o n n t e n seitlich a u s f l i e ß e n : R a t z e b u r g e r Eiszunge, f e r n e r S e l k e r u n d H a d d e b y e r N o o r a m E n d e der S c h l e s w i g e r E i s z u n g e . G l a z i e l l e n sind b e s c h r ä n k t auf d a s G e b i e t


100 Jahre Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

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des lockeren U n t e r g r u n d e s . D a s h e u t i g e E r s c h e i n u n g s b i l d solcher E i s z u n g e n - R i n n e n ist a b ­ h ä n g i g v o n d e r M ä c h t i g k e i t des verschütteten Eises w i e d e r j e n i g e n d e r U b e r d e c k u n g durch Absätze aus Eis- u n d Nach-Eiszeit. G l a z i e l l e n w a r e n w a h r s c h e i n l i c h auch die E r z e u g e r d e r r ä t s e l h a f t e n R i n n e n , die schon seit 1890 in O s t - E n g l a n d ( W O O D L A N D 1970 S. 5 2 2 ) a u s B o h r e r g e b n i s s e n e r k a n n t w u r d e n , s p ä t e r v o n W O L F F a u s d e m U n t e r g r u n d v o n B r e m e n u n d v o n E. K O C H ( 1 9 2 4 ) a u s H a m ­ burgs Umgegend bekannt gemacht wurden. K O C H wies darauf hin, d a ß einige Rinnen a m S ü d e n d e r i n g s u m geschlossen s i n d ( S . 6 5 ) . Die v o n i h m Becken g e n a n n t e n S e n k e n erreichen 200 m Tiefe. W e n n d i e v o r s t e h e n d v e r m u t e t e A r t d e r E n t s t e h u n g zutrifft, entspricht d i e A u f f ü l l u n g j e n e r G l a z i e l l e n d e r z u n e h m e n d e n S c h u t t a b l a g e r u n g i m A u s m a ß des S c h w i n ­ dens des v e r s c h ü t t e t e n Eises. K O C H S z w e i S y s t e m e v o n T ä l e r n dürften z u r M i n d e l - u n d z u r R i ß - Z e i t e n t s t a n d e n sein. K O C H v e r m u t e t e schon E i s z u n g e n a l s E r z e u g e r j e n e r R i n n e n .

Abb. 4. Schematische Karte einer Glazielle. Oben das am Widerlager der Stauchmoräne (3) auf­ wärts fließende Eis (1) mit Ausbiß der Grundmoräne (2). Das Eis ist dort ausgeflossen, wo ein inglazialer Bach (gestrichelt) die Stauchmoräne abgetragen hatte. Die Glazielle hat im etwas älteren Teil ihres Tales eine Stauchmoräne (gekringelt) zusammengeschoben. Diese zwang den inglazialen Wasserlauf zur Seite, durch das Vorland (4), abzulaufen. Im niedergetauten älteren Teil der Gla­ zielle Tundra auf Schmelzwasser-Absätzen, aus denen ein Kiesrücken (punktiert) osartig herausragt.


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Abb. 5 a

Abb. 5 b

Abb. 5 a. Schnitt durch eine mindelzeitliche Glazielle in Hamburgs Untergrund, angefüllt mit oben InterTorf glazial Meeresabsätze (kurz gestrichelt) Torf Mindel+ w a r w i g e r sog. Lauenburger Ton (waagerechte Linien) Vereisung Schmelzwasserabsätze Grundmoräne Abb. 5 b. Das rißzeitliche Eis hat die oberen Lagen der Füllung der mindelzeitlichen Glazielle teil­ weiße abgetragen und mit seinen Ablagerungen (schräge Balken) die Glazielle überdeckt.

A b e r es w a r nicht d a s I n l a n d e i s selber, s o n d e r n R a n d - A u s b r ü c h e steil gestellten Eises l i e ­ ßen d i e l a n g e n R e i h e n v o n G l a z i e l l e n - B e c k e n entstehen. U n t e r s u c h u n g e n der m i n d e l - u n d r i ß - z e i t l i c h e n G l a z i e l l e n lassen Aufschlüsse ü b e r M ä c h t i g k e i t u n d F l i e ß r i c h t u n g j e n e r ä l t e r e n V e r e i s u n g e n e r w a r t e n . V i e l l e i c h t s i n d u n t e r j e n e n H o h l f o r m e n auch e i n i g e a u s d e r Z e i t des V o r r ü c k e n s des j e w e i l i g e n I n l a n d e i s e s . D i e R e i h e n v o n G l a z i e l l e n s i n d nicht v o n f l i e ß e n d e m W a s s e r , s o n d e r n v o m Eise a l s h i n t e r e i n a n d e r g e r e i h t e Z u n g e n b e c k e n e n t s t a n d e n . S i e sind d i e F j o r d t ä l e r des F l a c h l a n d e s . A u s f l i e ß e n d e s Eis schürfte sich tief ein, i m G e b i r g e in Fels i n f o l g e g r o ß e r M ä c h t i g k e i t des Eises, i m F l a c h l a n d mit g e r i n g e r M ä c h t i g k e i t , a b e r in lockeren U n t e r g r u n d . E. K O C H g a b 2 0 0 m T i e f e a n , JOHANNSEN & LÖHNERT ( 1 9 7 4 : 4 1 ) berichten v o n T i e f e n bis 3 0 0 m , m e l ­ den a b e r auch v o n g e r i n g e r e n T i e f e n . Dies u n d d i e A n g a b e über Talschlüsse sprechen d a ­ für, d a ß nicht d u r c h g e h e n d e R i n n e n , s o n d e r n B e c k e n v o r l i e g e n ( A n m . 1 2 ) . DUPHORN i n W O L D S T E D T - D U P H O R N ( 1 9 7 4 , S. 8 2 ) berichtet L Ü T T I G f o l g e n d , v o n einer 500 m tiefen R i n n e . Z u d e m w e i s t er auf d i e w e i t e V e r b r e i t u n g d e r R i n n e n v o n d e n N i e ­ d e r l a n d e n bis Sachsen hin. A u c h in W e s t - P o l e n s i n d solche v e r b r e i t e t . E. K O C H w i e s z w e i v e r s c h i e d e n a l t e R i n n e n - S y s t e m e nach. W O O D L A N D S K a r t e d e r V e r b r e i t u n g der G l a z i e l l e n in O s t - E n g l a n d l ä ß t z w e i g e t r e n n t e G r u p p e n e r k e n n e n . D i e S e e n - R i n n e n u n d R i n n e n - S e e F o l g e n i m Bereich der l e t z t e n V e r e i s u n g N o r d - E u r o p a s , d e r e n u r s p r ü n g l i c h e T i e f e noch w e n i g b e k a n n t ist, belegen, d a ß G l a z i e l l e n auch w ä h r e n d d e r l e t z t e n , a l s o w ä h r e n d der d r e i V e r e i s u n g e n N o r d - E u r o p a s a u f g e t r e t e n s i n d . G l a z i e l l e n dürften ein C h a r a k t e r i s t i k u m des auf L o c k e r b o d e n a b g e s c h m o l z e n e n I n l a n d e i s e s sein. 9.5. S e e n u n d

Senken

P r i m ä r e S e n k e n w u r d e n a l s A u s s p a r h o h l f o r m e n u n t e r 7.2. e r w ä h n t . S e k u n d ä r e S e n ­ k e n e n t s t a n d e n durch S c h w i n d e n v e r s c h ü t t e t e n Eises. Dessen H e r k u n f t u n d d e r V o r g a n g d e r V e r s c h ü t t u n g w a r e n v e r s c h i e d e n . V o m Gletschereis m u ß d a s W i n t e r e i s g e t r e n n t w e r ­ den. Es f a n d sich auf d e r H ö h e d e r S a n d e r k e g e l d o r t , w o Bäche R i n n e n geschaffen u n d w i e d e r v e r l a s s e n h a t t e n . D a r i n s t e h e n d e s W a s s e r w u r d e z u Eis. A u c h i m W i n t e r a u f dem S a n d e r e n t s t a n d e n e Eisdecken = A u f e i s w u r d e n i m F r ü h j a h r überschottert u n d b e w a h r t ,


100 J a h r e Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

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bis d i e s v e r s c h ü t t e t e Eis schmolz. Es e n t s t a n d e n H o h l f o r m e n , die v o n m a n c h e n Forschern d e m S a m m e l b e g r i f f K a m e s zugerechnet w u r d e n . I m v o m Eise f r e i g e g e b e n e n G e b i e t s p i e l t e p e r i g l a z i a l e S c h u t t w a n d e r u n g eine g e r i n g e R o l l e . Aber die Schmelzwässer hatten als Innere S a n d e r Zungenbecken überspült, g r o ß e w i e k l e i n e . M i t f o r t s c h r e i t e n d e m T i e f t a u e n erschienen d i e v o m Eise geschaffenen H o h l ­ f o r m e n v o n n e u e m . L a g der neue G r u n d w a s s e r s p i e g e l u n t e r h a l b des B o d e n s der w i e d e r ­ e n t s t a n d e n e n S e n k e , so b l i e b eine t r o c k e n e S e n k e . I n v i e l e n F ä l l e n a b e r w a r d a s v e r ­ schüttete Eis so m ä c h t i g , d a ß d i e w i e d e r e n t s t e h e n d e H o h l f o r m bis u n t e r den G r u n d w a s ­ serspiegel reichte. D a n n blieben S e e n . D e r e n B e g r e n z u n g ist b e d i n g t d u r c h d a s v o r m a l i g e Eisgeschehen. R a d i a l v e r l a u f e n d e S e e n e n t s t a n d e n a u s Zungenbecken, auch aus d e n e n d e r G l a z i e l l e n . P a r a l l e l z u r e h e m a l i g e n Eisfront v e r l a u f e n S e e n , die e i n e m schmalen E i s b a n d e n t s t a m m e n , d a s a l s Z u n g e n b e c k e n - R e s t zwischen e n g b e n a c h b a r t e n E n d m o r ä n e n - Z ü g e n g e b l i e b e n w a r . B i s w e i l e n ist der V e r l a u f solcher Z u n g e n b e c k e n - R e s t e b o g e n f ö r m i g , so d a ß Senken mit halbmondförmiger Begrenzung blieben. Die Mehrzahl dieser ZungenbeckenS e n k e n w i r d v o r ü b e r g e h e n d I n n e r e S a n d e r a b g e g e b e n h a b e n . Auch d e r e n Schotter s i n d s p ä t e r i m S e e v e r s c h w u n d e n . W o A u s g a n g s f o r m e n verschiedener A r t sich ü b e r l a g e r t e n , e n t s t a n d e n g r o ß f l ä c h i g e Seen m i t schwer d e u t b a r e r B e g r e n z u n g der E i n z e l f o r m e n . A n r e i c h e r u n g v o n S e e n , die s o g e n a n n t e n S e e n p l a t t e n , e n t s t a n d e n , a l s die Zuflüsse z u r n ä h e r e n u n d tiefer g e l e g e n e n K a t t e g a t t - S e n k e d i e w e i t e r innen g e l e g e n e n H o h l f o r m e n a n ­ zapften, a b e r d i e a u f d e m Scheitel z w i s c h e n A u ß e n - u n d I n n e n - E n t w ä s s e r u n g e n t s t e h e n d e n H o h l f o r m e n i n f o l g e g e r i n g e n G e f ä l l e s i h r e r Abflüsse i h r e n hohen G r u n d w a s s e r s t a n d b e ­ hielten (GRIPP 1 9 6 2 ) .

1 0 . Die periglazialen V e r ä n d e r u n g e n d e r eisentstandenen Formen Schon früh s p r a c h PENCK v o n j u g e n d l i c h e n u n d g e a l t e r t e n F o r m e n d e r E i s a b l a g e r u n ­ gen. D i e S p i t z b e r g e n - R e i s e des I n t e r n a t i o n a l e n G e o l o g e n k o n g r e s s e s 1 9 1 0 h a t w e i t e K r e i s e v o n Geologen m i t d e r f o r m e n z e r s t ö r e n d e n W i r k u n g v o n Gefrieren u n d T a u e n b e k a n n t ­ g e m a c h t (ANDERSSON 1 9 0 6 , H Ö G B O M 1 9 1 4 ) . Frostschutt u n d E r d f l i e ß e n w u r d e n z u n e h ­ m e n d als u m f o r m e n d e F a k t o r e n s o w o h l i m G e b i r g e w i e auch i m F l a c h l a n d a n e r k a n n t . D i e W i r k u n g d e r K ä l t e , i n s b e s o n d e r e des B o d e n f r o s t e s in den i n l a n d e i s - b e d i n g t e n A b ­ l a g e r u n g e n des F l a c h l a n d e s mit L o c k e r b o d e n u m f a ß t : 1.

D u r c h K ä l t e V o l u m e n - V e r m i n d e r u n g . D a d u r c h S c h r u m p f risse m i t E i s k e i l e n ( D Y L I K & M A A R L E V E L D 1 9 6 7 , CHRISTENSEN 1 9 7 4 ) ;

2 . W a s s e r u n d u r c h l ä s s i g k e i t poröser G e s t e i n e durch G e f r o r n i s , d a d u r c h W a s s e r s t a u i m g e ­ t a u t e n B o d e n u n d Frostschub m i t h a n g a b w ä r t s g e r i c h t e t e m E r d f l i e ß e n ; 3.

G r o ß e W a s s e r m e n g e n (Schneeschmelze) schnitten T ä l e r ein =

h e u t e T r o c k e n t ä l e r in

Sanden; 4.

A n H ä n g e n Q u e l l n i s c h e n , h e u t e v e r s i e g t , d a sie d a m a l s an der G r e n z e v o n T a u - u n d Frost-Bereich e n t s t a n d e n ;

5.

S t a r k e W i n d e über pflanzenarmer Erdoberfläche:

Sandschliff u n d A n h ä u f u n g

von

Dünen und Flottsand; 6.

P l a t z w e c h s e l ( M e t a k i n e s s e ) in g e t a u t e m E r d r e i c h zwischen d i c h t e m u n d s c h w e r e m S e d i m e n t oben (Geschiebelehm) u n d w a s s e r g e s ä t t i g t e n S a n d e n u n t e n (GRIPP 1 9 6 3 , 1 9 7 1 ) = T r o p f e n b ö d e n . Diese u n d d i e B r o d e l b ö d e n sind nicht d u r c h Eis b e w e g t , a l s o nicht k r y o t u r b a t , s o n d e r n t u r b a t .

7.

P i n g o s . D i e s e Frostaufbrüche s i n d in den N i e d e r l a n d e n u n d bei H u s u m auf E i s a b s ä t ­ zen n a c h g e w i e s e n (PICARD 1 9 6 1 , d o r t auch S c h r i f t t u m ) ; 4

Eiszeitalter u. Gegenwart


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8.

H ä r t l i n g e . R e i c h t u m a n g r o ß e n Blöcken u n d g r o b e n S c h o t t e r n h a t den p e r i g l a z i a l e n A b t r a g e r s c h w e r t . D a h e r s i n d solche G e b i e t e d i e höchsten i n p e r i g l a z i a l ü b e r f o r m t e n E n d m o r ä n e n (DEWERS 1 9 3 4 : 3 8 ; 1 9 4 1 : 1 4 5 ) . A u f ein g u t e s Beispiel w i e s m i c h D r . G A U G E R , L ü n e b u r g , h i n : D i e höchste H ö h e d e r E n d m o r ä n e des D r a w e h n , d e r hohe M e c h t i n 1 4 2 m, ist v o n g r o ß e n Blöcken b e s ä t , u n d Äcker des Dorfes G ü l d e n s i n d z . T . v o n G r o b k i e s dicht b e s t r e u t . I n f o l g e S c h w i n d e n des Eises d e r W ü r m - Z e i t w u r d e n die ä u ß e r e n Bereiche schon eisfrei, als noch p e r i g l a z i a l e s K l i m a herrschte. Es lassen sich d a h e r d r e i Z o n e n p e r i g l a z i a l e r E i n w i r k u n g u n t e r s c h e i d e n : I. A u ß e r h a l b des Gebietes d e r W ü r m - V e r e i s u n g : A l l e T o t e i s - S e n k e n a u f g e f ü l l t . A u f r a g e n d e F o r m e n durch W i n d u n d E r d f l i e ß e n t e i l ­ weise abgetragen. Eem-Torfe von p e r i g l a z i a l e n und interstadialen A b l a g e r u n g e n überdeckt (DÜCKER

1967).

II. I m Bereich z w i s c h e n B r a n d e n b u r g e r u n d P o m m e r s c h e r E i s r a n d l a g e , b z w . z w i s c h e n C u n d D in D ä n e m a r k : T o t e i s - S e n k e n g e r i n g a n Z a h l , d a T o t e i s i n geringer T i e f e w ä h ­ r e n d P a u d o r f - D e n e k a m p - I n t e r s t a d i a l ( 3 0 — 2 0 0 0 0 v. C h r . ) geschmolzen; S t e i l h ä n g e p e r i g l a z i a l z e r t a l t ; T r o c k e n t ä l e r ; W i n d s c h l i f f e ; T u r b a t i o n (CHRISTENSEN 1 9 6 8 ) ; v o n S c h m e l z w a s s e r - T ä l e r n des nachfolgenden E i s v o r s t o ß e s d u r c h z o g e n . III. Innerhalb der Pommerschen Phase. Die S p u r e n p e r i g l a z i a l e r Vorgänge sind w e i t ­ g e h e n d z e r s t ö r t (LIEDKE 1 9 5 4 ) , d a durch S c h m e l z e n v e r s c h ü t t e t e n Eises n e u e H o h l ­ f o r m e n n e b e n frischen A u f s c h ü t t u n g s f o r m e n e n t s t a n d e n ; S c h m e l z w a s s e r - T ä l e r selten e r h a l t e n . D i e G r e n z e z w i s c h e n II u n d I I I ist scharf ( A n m . 1 3 ) . In M e c k l e n b u r g u n d P o m m e r n liegen d i e G ü r t e l der B r a n d e n b u r g e r u n d F r a n k f u r t e r Phase b r e i t v o r d e r G r e n z e d e r Pommerschen E i s r a n d l a g e , ebenso in N o r d - J ü t l a n d z w i ­ schen C u n d D - R a n d l a g e . V o n nördlich des L i l l e B e l t bis östlich v o n H a m b u r g a b e r er­ reicht d a s Eis d e r P o m m e r s c h e n P h a s e n a h e z u d i e G r e n z e der W ü r m - V e r e i s u n g . N u r h i e r g r e n z e n d i e „ A l t - M o r ä n e n " dicht a n die an T o t e i s - S e n k e n reichen J u n g m o r ä n e n .

11.

Schluß-Folgerungen

Zusammenfassend darf gesagt werden: D i e E i g e n g e s e t z l i c h k e i t des Geschehens a m R a n d e des I n l a n d e i s e s ist auch h e u t e noch nicht v o l l g e w e r t e t . B e i s p i e l e : a)

D a s z e i t l i c h e Geschehen ist w e i t g e h e n d nicht a u s ü b e r e i n a n d e r g e l a g e r t e n , s o n d e r n a u s hintereinander aufgereihten Spuren abzuleiten.

b)

D a s V e r h a l t e n des r a n d l i c h e n I n l a n d e i s e s ist erheblich v o m U n t e r g r u n d , ob fest o d e r locker, b e s t i m m t .

W i l l m a n d e n G a n g d e r z u n e h m e n d e n E r k e n n t n i s g l i e d e r n , so erscheint es m ö g l i c h , zu t r e n n e n : I. A b s c h n i t t . V o m Gebirgsgletscher her w e r d e n a l s G r u n d b e g r i f f e festgelegt: 1. 2. 3. 4. 5.

S t i l l s t a n d s l a g e n w ä h r e n d R ü c k z u g des Eises, die über H ö h e n u n d S e n k e n h i n w e g e i n a n d e r p a r a l l e l v e r l a u f e n sollten. Synchrone Grundmoränen-Decken. Z w e i G r u n d m o r ä n e n - L a g e n , oben b r a u n , u n t e r g r a u . D i e A n f e r t i g u n g geologischer K a r t e n f ü h r t e z u A u f f a s s u n g e n M e e r e s - A b s ä t z e n entsprechend. D i e G l e i c h a l t r i g k e i t v o n F o r m u n d S e d i m e n t w u r d e nicht e r k a n n t .


100 J a h r e Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

51

I I . A b s c h n i t t . A u s w e r t u n g der F o r m e n 1. 2. 3. 4.

Verlauf von Endmoränen-Zügen. H ö h e n v o r E i s r a n d durch S t a u c h u n g e n t s t a n d e n . Periglaziale Umformung. N e u e F o r m e n durch S c h w u n d v e r s c h ü t t e t e n Eises.

I I I . Abschnitt. M a t e r i a l - U n t e r s u c h u n g e n 1. 2. 3.

4.

Geschiebe z ä h l e n , u m R i c h t u n g des Eisfließens u n d A l t e r zu e r k e n n e n . E i n r e g e l u n g d e r Geschiebe, u m R i c h t u n g des Eisfließens zu e r k e n n e n . Mikroskopische Untersuchungen a) Sedimentpetrographisch (Schwerminerale) b) E i n r e g e l u n g der K ö r n e r , i m L a c k f i l m u n t e r s u c h t c) Oberfläche d e r K ö r n e r e l e k t r o n e n m i k r o s k o p i s c h untersucht. Glazitektonik.

E r s t a u n l i c h w e n i g h a t a k t u o g l a z i o l o g i s c h e r V e r g l e i c h erbracht. Nicht a l l e i n d i e S c h w i e ­ r i g k e i t e n , in d e r A r k t i s z u forschen, s i n d h i e r f ü r v e r a n t w o r t l i c h . Der U m s t a n d , d a ß F e l s ­ boden-Vereisung (Island, G r ö n l a n d ) aufzeigen sollte, w a s im Lockerboden Norddeutsch­ l a n d s geschehen w a r , schmälerte die E r g e b n i s s e . G e g e n ü b e r den g r o ß e n F o r t s c h r i t t e n durch die P o l l e n a n a l y s e u n d durch die A l t e r s b e s t i m m u n g e n m i t t e l s C b l i e b e n d i e j e n i g e n d e r p a l ä o - und aktuo-glaziologischen Untersuchungen im Rückstand. N u r Eiszungen-Stau­ chung des L o c k e r b o d e n s u n d A u f r i c h t u n g auch d e r tiefsten E i s l a g e n a m W i d e r l a g e r u n d d a d u r c h s t a t i o n ä r e L a g e des E i s r a n d e s dürften f ö r d e r n d e a k t u o - g e o l o g i s c h e E r k e n n t n i s s e sein. W a s u n t e r d e r Oberfläche r e z e n t e r , i n L o c k e r b o d e n e i n g e s e n k t e r E i s z u n g e n liegt, ist noch u n b e k a n n t . L a n g f r i s t i g e U n t e r s u c h u n g e n m i t m o d e r n e n M e t h o d e n , a u s G r ü n d e n der K o s t e n v e r t e i l u n g v o n m e h r e r e n i n t e r e s s i e r t e n S t a a t e n durchgeführt, k ö n n t e n jenes W i s s e n liefern, das benötigt w i r d . 1 4

Anmerkungen Anm. 1. Über TORELL'S Besuch in Rüdersdorf siehe den Sitzungs-Bericht vom 3. Nov. 1875 in Z. deutsch, geol. Ges. 27, 961 und F. WAHNSCHAFFE, J b . preuß. geol. Landesanst. 1 8 , 43, 1898. Anm. 2. In Eiszeitalter u. Gegenwart 23/24, 1973, heißt es auf S. 232 in einem 5-Autoren-Aufsatz: „Die Kartierung ergab Reste von Grundmoräne auf der Höhe der Endmoräne und verbreitet in deren Vorland. Danach kann nicht länger geleugnet werden, daß das Eis die Endmoräne über­ fahren hat." Es ist ein Irrtum, anzunehmen, daß die Grundmoräne vor, auf und hinter einer End­ moräne einer durchgehenden, gleichaltrigen Schicht angehöre. Gleichaltrig werden die Grundmorä­ nen-Reste außerhalb und auf der Stauch-Endmoräne sein. Sicherlich um einen — die Stauchmoräne erzeugenden — Vorstoß jünger ist die Grundmoräne innerhalb der Eisrandlage. Anm. 3. Auf weitere Angaben über örtliche Gliederung sei verzichtet. Wohin es führt, wenn für jedes Arbeitsgebiet neue Bezeichnungen eingeführt und langfristig benutzt werden, zeigt die Tabelle in GRUBE (1967: 190). Vorläufige und örtliche Benennungen sollten durch Kürzel auf die Hauptgliederung bezogen werden, z. B. R k 3 = R w 3/2 = R k 2 = usw.

Riß-Kaltzeit 3 = Warthe-, Fuhlsbütteler-, Lüneburger-, Hennstedter-Kalt-Phase; Borgfelde-, Gerdau-, Mildstedt-, Dithmarscher-, Rügen-Warmzeit; Lamstedter, Niendorfer, Stader, Winnert-Eis-Vorstoß

W = Würm, R = Riss, w = Warmzeit, k = Kalt-Zeit. Anm. 4. Evellieren = vom Eise abtragen, im Gegensatz zum Erodieren des fließenden Wassers, siehe diese Zeitschrift 22 S. 132. Das Bedürfnis, zu unterscheiden, zeigt sich auch bei den Gla­ ziellen 9.4. Anm. 5. Gegen ein Vorkommen von „überfahrenen", d. h. vom Eise ohne Zerstörung quer überflossenen Endmoränen sprechen mehrere Gründe. 4

*


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Karl Gripp

a) In einer Stauchmoräne hat zunehmender Druck der aufgerichteten Eislagen das Ausweichen des Widerlagers auf Scherflächen zur Folge. Dieser Vorgang müßte bei noch stärkerem Druck des Eises beim Überfahren aufgehört haben. Folgerichtiger wäre die Annahme, das Widerlager wäre zur Seite ausgewichen. So geschah beim Vorstoß des Duckwitz-Gletschers (Taf. 7, Abb. 1 ) . b) Der Auffassung, nur höhere Eislagen wären über das Widerlager hinausgeglitten und hätten dies dabei nicht abgetragen, widerspricht das Erfordernis, daß auch die tiefsten Eislagen bis an die Luft gelangen und dort schmelzen müssen, so lange wie das Eis fließt. Der hohe Druck in den untersten Eislagen hebt die hangenden so lange an, bis für alle eine entlastende Schmelzfläche erreicht ist. c) Ein Riegel aus „lockerem" Gestein, auch wenn gefroren, kann darüberhinfließendem Eis nicht standhalten. Die vielen vom Eise verfrachteten Schollen älterer Ablagerungen bezeugen, auf welche Weise vordringendes Eis mit Widerlagern verfahren ist. d) H ä t t e das Eis einen Riegel aus Lockerboden überschritten, so hätte es auf der Höhe des Morä­ nenzuges ungefähr im rechten Winkel abwärts fließen müssen. Dabei würde es durch breite Spalten zersplittert werden. Die Eisoberfläche würde vergrößert, dadurch Wasser in erheblicher Menge frei, das den Lockerboden zernagen müßte. Diese Strudel-Löcher und Erosions-Rinnen sind von Fels­ riegeln bekannt (Taf. 3 ) , aber noch nie auf den angeblich überfahrenen Endmoränen aufgefunden worden. e) Wenn vorrückendes Eis ein Widerlager aus Lockerboden nicht beiseiteschieben konnte, so wird es das Widerlager in Längsrichtung zerlegt = drumlinisiert haben. f) Im Felsgebiet Schwedens hat das Würm-Eis rißzeitliche Eisabsätze fast völlig abgetragen. E. KOCH zeigte auf, daß unter Hamburg das rißzeitliche Eis die mindelzeitlichen Ablagerungen abtrug, außer den in den „Becken" eingetieft liegenden. Für diejenigen, die den Gesetzen des Eises gemäß denken, ist ein „Überfahren" von Endmoränen ohne deren Zerstörung eine unzulässige Vorstellung. Anm. 6 . Wenn der Druck auf die Stauchmoräne entsprechende Stärke erreicht, entstehen Deh­ nungsrisse, siehe Taf. 1 , Abb. 2 und GRIPP ( 1 9 2 9 Taf. 8, Abb. 4 ) . Fossil, mit Geröll angefüllt, hat solche vermutlich PICARD ( 1 9 6 7 ) beobachtet. Anm. 7 . Grundmoräne entsteht nur unter einer Eisdicke von bestimmter, uns noch nicht be­ kannter Mächtigkeit. Natürliche und künstliche Tunnel unter Alpen-Gletschern trafen nur am Rande unter dem Eis Untermoräne an (v. BÖHM 1 9 0 1 , 1 8 5 ; LLIBOUTRY II, 6 7 4 ) . Gegen die Mitte des Eisstromes lag reines Eis dem Fels auf. Anm. 8. Den Begriff Satz-Endmoräne hat J . SCUPRYCZINSKI ( 1 9 6 3 ) den Vorgängen am Eisrand entsprechend unterteilt. Danach ergibt sich auf Lockerboden-Bereich umgedeutet: 1. Im Bereich der Eisstirn (Frontal-Typus Scu.) 1 . 1 . Bei Gleichgewicht zwischen Zufluß und Abschmelzen des Eisrandes Anhäufung von S a t z m o r ä n e n - W ä l l e n . Bisweilen geringer Schub des Eises. (Akkumulations-Endmoränen Scu.) 1 . 2 . Bei rückschreitender Eisstirn Ausbreiten des Schuttes der Untermoräne über der Grund­ moräne (Ablations-Moräne Scu.) Selten im Lockerboden-Bereich, da dort Toteisgürtel ab­ getrennt wurden. 2 . Flächenhaftes Schmelzen des Eises (Areale Deglaciation M. KLIMASCEWSKI 1 9 6 0 ) 2 . 1 . Spaltenfreies Toteis ohne Schuttdecke; selten, da schnell geschmolzen, Untermoräne w i r d Teil der Grundmoränen-Decke. „Toteis-Ablations-Moräne", die aber fossil nicht von 1 . 2 . zu unterscheiden ist. 2 . 2 . Toteis von Schmelzwasser-Ablagerungen = Innen-Sandern bedeckt. Untermoräne w i r d Grundmoräne, die von Sander-Ablagerungen überdeckt bleibt. 2 . 3 . Toteis von Spalten durchzogen; ohne Schuttdecke, aber Schutt, der von unten in Spalten aufstieg, breitet sich auf dem Eis; örtlicher Vorgang. Ablationsdecke unruhiger Gestalt. Von GRIPP früher für Ausgang der „kuppigen Grundmoränen-Landschaft" gehalten, aber der Vergleich dürfte nicht auf jenen theoretischen Begriff zutreffen. Anm. 9 . Der seitliche Abfluß der inglazialen Entwässerung ermöglicht, daß Stauchmoränen in­ takt bleiben. Rezente Belege: JEWTUCHOWICZ ( 1 9 7 3 : 1 2 3 ) , CHURSKI ( 1 9 7 3 : 2 1 1 ) . Anm. 1 0 . Wie sehr w i r umdenken müssen, d. h. im Jungmoränen-Gebiet die primären Formen als Hauptzeugen für das Geschehen werten sollten, zeigen u. a. die Einwände von 0DUM ( 1 9 6 9 ) gegen den morphologisch hinreichend belegbaren Viborg-Gletscher. Eindeutige Zeugen wie die 1 1 0 m hohe Moränengabel von Spendrup-Hald und die quer zu ihr verlaufenden Moränenzüge


1 0 0 J a h r e Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

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südlich Randers werden nicht herangezogen. Das tatsächliche Geschehen kann aber nicht erkannt werden, wenn grundlegende Befunde unbeachtet bleiben. Anm. 1 1 . Vermutlich überschnitten sich Eisrandlagen verwickelter als bis heute erkannt ist. Künftige Auswertungen des Geschiebe-Inhalts werden Zusammengehöriges erkennen lassen. WENNBEHG ( 1 9 4 9 ) gab ein Vorbild für das Erkennen der Wege der Geschiebe. A n m . 1 2 . JOHANNSEN & LÖHNEHT ( 1 9 7 4 ) schreiben: „Der Aushub der Rinnen ist auf Exaration

des Eises in Verbindung mit Erosion der Schmelzwässer zurückzuführen." Nach Ansicht des Ver­ fassers dürften Schmelzwässer nicht ausgehoben, sondern Toteis-Senken aufgefüllt haben. •— Wenn für den Alnarp-Fluß in Schonen gleichfalls ein Boden aus einer Folge von Becken aufgezeigt wer­ den könnte, dürfte auch dieses Rätsel als durch Eiszungen (Glaziellen) entstanden aufgelöst werden. Das Vorkommen einer Grundmoräne am Grunde des Tales und die darüber gelegene Folge fein­ körniger Ablagerungen (MOHREN in MAGNUSSON, LUNDQUIST, REGNELL 1 9 6 3 : 4 0 4 ) bestärken diese

Deutung. Auch im Vereisungsbereich von Ost-England sind die gleichen Täler nachgewiesen (WOOD­ LAND 1 9 6 9 ) .

Anm. 1 3 . Ein gutes Beispiel für den Unterschied der Formen beiderseits der Grenze der Pom­ merschen Phase = D-Endmoränen-Züge in Dänemark bietet sich in Nord-Jütland, beiderseits des Endmoränen-Zuges J y d s k e Aas (Atlasbladet 8 1 4 Jerslev). Südöstlich der Straße Aalborg-Frederikshavn findet man an dem Wege nach Torup bei Gammelkirke Windschliffe und ebenso auf den periglazial geglätteten Höhen um Knoldbjerg. Auf der Innenseite des J y d s k e Aas, in der anschlie­ ßenden Gemeinde Dorf aber ist das Landschaftsbild von Toteis-Senken beherrscht. Auf Djursland (östlich von Aarhus) verläuft die südliche D-Eisrandlage in das Kattegat hinaus; entsprechend be­ deckt die periglazial umgeformte ältere Würm-Landschaft die volle Breite der Halbinsel.

Schrifttum Der zur Verfügung stehende Raum gestattete nicht, das Schriftttum voll anzuführen. Auch w i r d manches erwähnenswerte dem Verfasser unbekannt geblieben sein. Daher sei auf umfassend refe­ rierende Werke wie EMBLETON & KING sowie LLIBOUTRY hingewiesen. Der letztgenannte ist in den

die Eisränder des Flachlandes betreffenden Angaben kritisch zu werten. AHLMANN, H. W'SON: Contribution to the physics of glaciers. — Geogr. Journ. 86, 1 9 3 5 . ANDERSEN, H. L.: En begravet Dal i Prae-Kvarteret. — Dansk. Geol. Forening 1 9 7 2 , 1 1 — 1 1 8 . ANDERSON, J . G.: Solifluction, a component of subaerial denudation. — J . Geol. 1 4 , 9 1 — 1 1 2 , 5 Abb., Chicago 1 9 0 6 . BAUER, A . : Missions Aeriennes de reconnaissance au Groenland 1 9 5 7 — 5 8 . — Meddelelser om Groenland 173, 3 . Kopenhagen 1 9 5 8 . BERENDT, G.: Gletschertheorie oder Drifttheorie in Norddeutschland? — Z. deutsch, geol. Ges. 3 1 , 1 — 2 0 , 1 Abb., Berlin 1 8 7 9 . — : Sitzung vom 1 5 . Aug. 1 8 9 3 . — Z. deutsch, geol. Ges. 45, 5 3 7 , Berlin 1 8 9 3 . — : Endmoräne in Schleswig-Holstein. — Z. deutsch, geol. Ges. 46, 8 4 1 — 8 4 3 , Berlin 1 8 9 4 . BÖHM, A. VON: Geschichte der Moränenkunde. — Abh. geogr. Ges. Wien 3, N r . 4 , 1 9 0 1 . BRAMER, H.: Beispiele zur Anwendung moderner Labor-Methoden bei Untersuchungen im Pleistozän. — Wiss. Z. U n i v . Greifswald 1 5 , 5 3 — 6 1 , Greifswald 1 9 6 6 . CHRISLTENSEN, L . : A n occurrance of Periglacial structures at Langa, J y l l a n d . — Meddelelser Dansk. Geol. Foren. 1 8 , 4 6 — 5 4 , Kopenhagen 1 9 6 8 . — : Crop-marks revealing large-scale patternd ground structures in cultivated areas, southwestern Jutland. — Boreas 3, 1 5 3 — 1 8 0 , 2 4 Abb., Oslo 1 9 7 4 . CHURSKI, Z.: Hydrographie features on the proglacial area of Skeidararjökull. — Geographia Polonica 26, 2 0 9 — 2 5 4 , 1 9 7 3 .

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Karl Gripp

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1 0 0 J a h r e Untersuchungen über das Geschehen des Inlandeises

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Karl Gripp

Tafel

I

Abb. 1 . Satz-Endmoräne auf Felsuntergrund, von der Eisseite gesehen. Frederikshaab Isblink, SWGrönland. Foto: GRIPP 1 9 3 0 . Abb. 2. Penck-Gletscher (Spitzbergen) in Hochlage, staucht Vorland. Links aufsteigende Eislagen, auf Scherflächen nur wenig Schutt. Zwischen Eis und Randbach auftauende Grundmoräne. Rechts vom Bach höchste Stauchfalte mit Dehnungsspalten. (Vgl. GRIPP 1 9 2 9 , Taf. 1 8 , Abb. 4.)


Eiszeitalter u. Gegenwart, Band 26

Tafel I (Zur Arbeit K. Gripp)

Abb. 2


w

a

Abb. 1. Theoretischer Schnitt durch den unteren Usher-Gletscher (Ost-Spitzbergen). Rechts der Gletscher, der weiter unterhalb bis zur Erosionsbasis der Schmelzwässer niedergetaut ist. Zwischen der Stauchmoräne und einer jüngeren Endmoräne Toteis (senkrecht kurz-schraffiert). Oberhalb des Längsschnittes Einzelheiten über

> cr

a. den Bereich der Satzmoräne auf dem Innenrand der Stauchmoräne,

2.

b. das Verhältnis von fließendem und totem Eis c. Schotterdecke in der Niedertau-Ebene mit Austritt eines inglazialen Baches. Die Schotter sind von Flüssen, die den Gletscher beiderseits begleiten, angefrachtet. (Vgl. GRIPP 1 9 2 9 , Taf. 2 9 , Abb. 3 neu gedeutet.)

P


Abb.2. Usher-Gletscher Ost-Spitzbergen. Blick über den 4 km breiten Gletscher aus etwa 450 m Höhe. Links Sander. Bogenförmige Stauchmoräne (teilweise Meeres-Absätze), auf deren Innenrand hinten eine Satz-Endmoräne aufgesetzt ist. Aus dem weithin von Wasser bedeckten Innensander ragt eine zweite Stauchmoräne auf, die in Längsrichtung gesehen wie Inseln aussieht. Vor der Eis­ stirn keine Endmoräne, aber rechts, dicht vor dem Eisrand, eine Quelle inglazialen Wassers, die zwei Bäche speist. Der Schutt auf dem Innensander vorne rechts ist vom Randbach des Gletschers angefrachtet; er besteht daher aus Hangschutt mit Grundmoräne-Anteil. GRIPP 1929, Taf. 29, Abb. 3 neu gedeutet.


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Karl Gripp

Tafel

III

Abb. 1 . Penck-Gletscher Spitzbergen. Links hochragend und grau erscheinend das Eis. Davor zum Fjord rechts hin abfallend die Stauchwälle, teils Sander-, teils Meeres-Absätze. (GRIPP 1 9 2 9 , Taf. 2 1 , Abb. 3 . ) Abb. 2. Penck-Gletscher Spitzbergen. Vor der hoch aufgestiegenen Eisfront liegen StauchmoränenW ä l l e . Wässer, die von der Eisoberfläche kommen, haben die austauende Grundmoräne zerspült und in der Stauchmoräne das Anfangsstadium eines Hochsanders aufgeschüttet. GRIPP fot. 1 9 2 7 . Abb. 3 . Endmoränenvertreter Frederikshaab Isblink SW-Grönland. Die Oberfläche des Eises (Vor­ dergrund) ist niedergeschmolzen. Der Sander hat seine Höhe behalten. An der dadurch entstande­ nen Steilwand ist dunkles Toteis zu sehen, bei dessen Schmelzen Sand in die Tiefe rutscht. Reste der Grundmoräne in der Steilwand. Siehe auch GRIPP 1 9 5 2 , Taf. 4.


Eiszeitalter u. G e g e n w a r t , B a n d 2 6

Tafel III (Zur A r b e i t K . G r i p p )


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Karl Gripp

Tafel

IV

Abb. 1 . Eiskarst-Quelle Frederikshaab Isblink SW-Grönland. Aus tief eingesenkter Eisstirn tritt das Schmelzwasser nicht durch ein Gletschertor, sondern als Karstquelle aus. Links Oberfläche des Gletschers. Das Wasser zerschmilzt die tiefste Eislage zu Blöcken. Wo diese übersandet abschmol­ zen, entstanden wie im Vordergrund, Toteissenken. Der inglaziale Bach hat die Grundmoräne fort­ gespült, jedoch im Hintergrund ist sie zwischen Gletscher und Sander erhalten. GRIPP 1 9 5 2 , Taf. 2 , Abb. 1 .

Abb. 2 . Grönfjord-Gletscher Spitzbergen. Nach starkem Regen steigt der Wasserspiegel im Eis und Wasser spritzt aus sonst wasserfreien Öffnungen. Das Wasser w i r d dabei etwas erwärmt, wodurch um die Sprudel herum Schalen an der Oberfläche des Eises entstehen. Links Sprudel-Becken mit drei Abflüssen, rechts davon Schmelzwasserbach auf der Oberfläche des Gletschers. Vordergrund: innerster Teil der Stauchmoräne, aus GRIPP & TODTMANN 1 9 2 6 , Taf. 5 , Abb. 2 .


Eiszeitalter u. Gegenwart, Band 26

Tafel IV (Zur Arbeit K. Gripp)

Abb. 2 5

Eiszeitalter u. Gegenwart


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Karl Gripp

Tafel

V

Wirkung fließendes Eises. Ujaragssuit Godthaab-Distrikt SW-Grönland. Ein kleiner Seitengletscher floß in das Fjordtal. Seiner abtragenden Wirkung widerstand ein an zähem, verfilzten! Amphibolit reiches Gestein. Die Stoß-Seite w u r d e gerundet: Abb. 1. Oben auf dem Hindernis zerbrach das Eis. Vermehrtes Schmelzen an der erheblich größeren Ober­ fläche des Eises und Zufluß aus benachbarten Oberflächen-Bächen erzeugten Wasserfälle. Durch diese entstanden auf der Leeseite des Rundhöckers Strudellöcher: Abb. 2. Dies Beispiel zeigt, was geschehen w ä r e , wenn das Inlandeis eine Endmoräne aus lockerem Gestein überschritten hätte. Abb. 1 zeigt ferner, daß Spaltenfrost Klüfte erweiterte und sogar große Ge­ steinsstücke herausfrieren ließ. GRIPP, fot. 1930.


Eiszeitalter u. Gegenwart, Band 26

Tafel V (Zur Arbeit K. Gripp)

Abb. 2


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Karl Gripp

Tafel

VI

Abb. 1 . Duckwitz-Gletscher Barents Insel Ost-Spitzbergen. Blick eiswärts über die Nord-Flanke der Eiszunge. Zwischen 1 9 0 0 und 1 9 1 9 w a r der Gletscher über 5 km weit vorgedrungen. Dabei hatte er eine weitgehend gefrorene sandige Stauchmoräne zur Seite geschoben (links im Bild). Rechts senkrecht stehende Eislagen. Weiter hinten ist das Eis über Felsbuckeln zerspalten. Vorne Eis­ schmelze und Schlammwerdung der Grundmoräne. GRIPP 1 9 2 9 , Taf. 3 1 , Abb. 1 . Abb. 2 . Usher-Gletscher Ost-Spitzbergen; Innensander und Eisrand. Die gewölbte Eisstirn schwin­ det durch Tauen. An deren Fuß angespülter Schutt schützt das darunter gelegene Eis. Nur durch verschieden starkes Schmelzen entsteht der Knick zwischen freiem und bedecktem Eis, nicht als Grenze zwischen totem und fließendem Eis. Es erscheint möglich, daß das Eis unter dem Innen­ sander noch fließt, aber das Schmelzen den Zufluß aufzehrt. Der r a d i a l e Verlauf senkrechter, schuttführender Scherflächen oder Spalten dürfte die Folge einer Aufragung des Untergrundes sein. GRIPP 1 9 2 9 , Taf.

3 0 , Abb.

3.


Eiszeitalter u. Gegenwart, Band 26

Tafel VI (Zur Arbeit K. Gripp.)

Abb. 2


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Karl Gripp

Tafel

VII

Abb. 1. Hochsander, Hoheneichen bei Rastorf östlich Kiel. Neben einer Stauchmoräne haben Ober­ flächen-Bäche, die den Eisrand queren, die steilstehende Grundmoräne zerspült. Eisoberfläche und Sander wuchsen gleichzeitig aufwärts. Die kleinen Bäche schütteten flache Sandkegel übereinander; nach Farbaufnahme von Frau Dr. GRIPP-SATOW. Abb. 2. Recherche-Gletscher Spitzbergen. Schmelzwassersand-Ebene auf Eis mit zahlreichen ToteisSenken. Hinten Eis-Steilwand in Gletscherstirn, vermutlich auf Felsbuckel aufgleitend. Vgl. GRIPP 1929, S. 2 0 1 .


Tafel VII (Zur Arbeit K. Gripp)

Eiszeitalter u. Gegenwart, Band 26

Abb. 2


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Karl Gripp

Tafel

VIII

Abb. 1. Senke über gering verschüttetem Eis, das oberhalb des Grundwasserspiegels schmolz. Rechts und links an Verwerfungen, die außerhalb des Bildes lagen, schräg gestellte Schmelzwassersande. In dem Maße wie die Senke entstand, wurde sie von Solifluktions-Schutt angefüllt. Außenrand der Endmoränen-Zone C bei Wester Bjerg südwestlich Fjältring N o r d - J u t l a n d ; nach Farbaufnahme von Frau Dr. GRIPP-SATOW. Abb. 2 . Tieftau-Senke unterhalb des Grundwasserspiegels entstanden. Unterhalb des Bohrgestells bis zum rechten Bildrand Bruchwaldtorf in gleichbleibender Mächtigkeit, also nach dem Tieftauen gewachsen. An dessen Basis Schilftorf. Die Lage mit Trockenrissen und dahinter die glatte Wand; rechts = Oberer Faulschlamm. An dessen Basis Seggentorf. Darunter grau, nach links auskeilend, Unterer kalkhaltiger Faulschlamm. Zu unterst Wechsellagerung von eingeschwemmtem Sand und Faulschlamm. Rutschflächen in den unteren Ablagerungen sowie die geneigte Lage ursprünglich waagerecht entstandener Sedimente bezeugen das Schwinden eines zur Hauptsache rechts außerhalb des Bildes gelegenen Klotzes verschütteten Eises. P. FESER fot., GRIPP in A. RUST, Grabung Meien­ dorf 1 9 3 7 .


(Tafel V I I I (Zur Arbeit K. Gripp)

Eiszeitalter u. Gegenwart, Band 26

!

Abb. 2


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