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Eiszeitalter

u.

Gegenwart

Band

22

Seite

5-16

Öhringen/Württ.,3

I.Dezember

1971

A. Aufsätze Über jungholozäne,vorgeschichtliche Löß-Umlagerungin Hessen V o n REINHOLD HUCKRIEDE, M a r b u r g Z u s a m m e n f a s s u n g . Es wird versucht, das Interesse auf vorgeschichtliche anthropogene Sedimente Hessens zu lenken. Umgelagerter und von einer in situ entstandenen Braunerde be­ deckter Löß am Fuß des Basalt-Hanges von R h ü n d a gehört nach Fauna und l4C-Datierung in den älteren Teil des Subatlantikums. Eine ähnliche Fauna erweist den Löß vom Großen MosenBerg bei Homberg/Efze als ebenfalls im Jungholozän umgelagert. Die Löß-Umlagerung kann nur durch W a l d - R o d u n g des vorgeschichtlichen Menschen erklärt werden. Beide Vorkommen liegen unter eisenzeitlichen Höhensiedlungen. S u m m a r y . It is tried to draw attention to anthropogene sediments in Hesse, which are of pre-mediaeval age. According to fauna and C - a n a l y s i s redeposited loess on foot of a basalt hill at Rhünda belongs to the older part of Subatlanticum. A loess from the slope of Großer Mosen-Berg near Homberg/Efze contains a similar Late Holocene fauna. These rain wash deposits are only to be explained by forest clearance a c t i v i t y of prehistoric man. Both of the localities are situated below Iron Age hill settlements. 14

Einleitung Unter

den

anthropogenen

Veränderungen

d e r deutschen

Mittelgebirgs-Landschaften

hat d e r G e o l o g e u n d G e o m o r p h o l o g e b e k a n n t l i c h auch m i t solchen zu tun, die v o m M e n ­ schen u n b e a b s i c h t i g t ausgelöst w o r d e n u n d d a n n nach n a t ü r l i c h e n V o r b i l d e r n

abgelaufen

sind. Es s i n d h i e r die V o r g ä n g e gemeint, d i e MORTENSEN ( 1 9 5 5 ) „ q u a s i n a t ü r l i c h " g e n a n n t h a t u n d d i e FELS ( 1 9 6 5 , 1 1 ) u n d RATHJENS ( i n MACHATSCHEK 1 9 6 8 , 1 7 4 — 1 7 5 ) a l s i n ­ direkte

anthropogene

Veränderung

haben. V o r allem handelt menschliche Eingriffe

der Erdoberfläche

es sich u m

Hangerosion

von

und

den

direkten

unterschieden

Bodenverlagerung,

in die n a t ü r l i c h e V e g e t a t i o n s d e c k e u n d

die

durch

durch i n t e n s i v e l a n d w i r t ­

schaftliche B o d e n n u t z u n g h e r v o r g e r u f e n u n d in G a n g g e h a l t e n w e r d e n . N i c h t i m m e r ist es a l l e r d i n g s einfach, diese Erscheinungen in h ü g e l i g e m T e r r a i n a l s k u l t u r b e d i n g t z u er­ weisen u n d a b z u t r e n n e n v o n rein n a t ü r l i c h e n V e r l a g e r u n g s - B i l d u n g e n w i e H a n g g e k r i e c h , Schuttströme,

Wanderschutt-Decken,

Fließerden

(KRUMME 1 9 3 5 , 5 2 , ACKERMANN 1 9 5 5 ,

SCHNEIDER 1 9 5 6 ) . Wenn

auch die a n t h r o p o g e n e n

Bodenzerstörungs-

und

U m l a g e r u n g s - V o r g ä n g e sich

vielfach recht e i n d r i n g l i c h v o r unseren A u g e n a b s p i e l e n , so v e r m i t t e l n doch a b e r erst die Massen d e r A b s p ü l - S e d i m e n t e ein rechtes M a ß für diese V o r g ä n g e . Z a h l r e i c h e Beispiele k r ä f t i g e r B o d e n u m l a g e r u n g n e n n t die L i t e r a t u r . M a n liest v o n u n t e r B o d e n a u f t r a g schwundenen Grenzsteinen

ver­

u n d teilweise zugeschlämmten Kirchen und M ü h l e n g e b ä u d e n

(HAMM 1 9 5 8 , 2 2 , CARLE 1 9 4 9 , WAGNER 1 9 6 5 ) , v o n m i t S c h w e m m l e h m b z w . S c h w e m m ­ l ö ß b e d e c k t e n m e r o w i n g i s c h e n G r ä b e r n , L i m e s - R e s t e n , S i e d l u n g e n u n d W e g e n des M i t t e l ­ a l t e r s (BÄRTLING 1 9 2 6 , SCHMITT 1 9 5 2 , 2 0 — 2 1 nach SCHÖNHALS, DÜRR 1 9 5 3 , 4 7 1 ) o d e r von b r a u n e m

Feinlehm-Auftrag

auf „ S c h w a r z e r d e " (MÜLLER 1 9 5 2 , 5 5 0 ) . V i e l e

der geologischen L a n d e s a u f n a h m e n

Karten

scheiden A b s c h l ä m m - M a s s e n a u s , u n d j e d e r , d e r m i t

einem B l i c k für solche D i n g e durch die L a n d s c h a f t geht, v o r a l l e m , w e n n er a l s Geologe mit d e m B o h r s t o c k k a r t i e r t , w i r d eine R e i h e w e i t e r e r B e i s p i e l e nennen k ö n n e n . W i e be­ trächtlich d i e in f r ü h e r e n J a h r h u n d e r t e n d u r c h menschliche E i n w i r k u n g u m g e l a g e r t e n B o ­ den-Mengen nordwest-

sind, z e i g e n die a u s g e d e h n t e n

u n d mitteldeutschen

Decken des J ü n g e r e n A u e l e h m s i n

Flußauen, deren

unseren

B i l d u n g , w i e seit den A u f s ä t z e n

von

NATERMANN ( 1 9 4 1 , 2 9 1 — 2 9 2 ) u n d MENSCHING ( 1 9 5 1 a , b ) w o h l a l l g e m e i n a n e r k a n n t ist, erst durch d i e i n t e n s i v e m i t t e l a l t e r l i c h e R o d u n g s t ä t i g k e i t u n d den Pflugbau i n d e n L ö ß Gebieten e r m ö g l i c h t w o r d e n ist.


Reinhold Huckriede

6

D i e Masse d e r a n t h r o p o g e n e n U m l a g e r u n g s - B i l d u n g e n f ä l l t in d a s M i t t e l a l t e r u n d die Z e i t d a n a c h . W i e s t e h t es nun a b e r m i t solchen B i l d u n g e n aus schichtlichen

früh-

und

vorge­

P e r i o d e n in H e s s e n ? S o b a l d der v o r z e i t l i c h e Mensch a l s B a u e r r o d e n d

in u n s e r e M i t t e l g e b i r g s - W ä l d e r d r a n g , sie durch V i e h t r i e b lichtete, s o b a l d g e n u n d B e f e s t i g u n g s a n l a g e n auf B e r g k u p p e n

Höhensiedlun­

a n g e l e g t w u r d e n , m u ß es z u B o d e n b e w e ­

g u n g e n u n d d a m i t auch zu L ö ß - A b s p ü l u n g an den H ä n g e n

g e k o m m e n sein. Es müssen :

sich u m g e l a g e r t e Lösse u n d L e h m e a l s D e c k e n a u s g e b r e i t e t , zumlr.destens s ch u n t e r

Hän­

g e n u n d in M u l d e n g e s a m m e l t h a b e n , u n d in den T ä l e r n müssen A u e l e h m e aufgeschlickt w o r d e n sein. V i e l l e i c h t w a r schon im A t l a n t i k u m ( a l t e r F a s s u n g ) d e r Einfluß des Menschen auf die m i t t e l d e u t s c h e n Beckenlandschaften

g a r nicht g e r i n g . W i e zahlreich s i n d l i n i e n b a n d k e r a -

m i s c h e S i e d l u n g e n a l l e i n in Hessen. D i e R ö s s e n e r s i e d e l t e n a u f H ö h e n , in N o r d d e u t s c h l a n d w u r d e n A u e l e h m e a l s atlantisch d a t i e r t , u n d auch in W e s t - E u r o p a sind R o d u n g s - H i n w e i s e i m A t l a n t i k u m b e k a n n t (ROUX&LEROI-GOURHAN 1 9 6 5 ) . Seit der A u s b r e i t u n g der M i c h e l s b e r g e r K u l t u r in H e s s e n m u ß eine s t ä r k e r e L ö ß - U m l a g e r u n g an den B e r g h ä n g e n erfolgt sein, g i b t es hier doch mehrere H ö h e n s i e d l u n g e n d i e s e r K u l t u r (MÜLLER-KARPE 1 9 5 1 , 2 6 , UENZE 1 9 5 6 , 7 4 — 7 6 , HAARBERG 1 9 6 3 , 2 6 ) , S p u r e n d e r „ S c h n u r k e r a m i k " selbst im K n ü l l B e r g l a n d (SCHARLAU 1 9 4 1 , 9 2 , 1 9 5 3 b , 1 0 8 ) u n d a u f G r u n d von P o l l e n a u s w e r t u n g eine dünne

neolithische B e s i e d l u n g m i t W a l d w e i d e im V o g e l s b e r g (STECKHAN

1961, 531).

;

UENZES ( 1 9 5 3 ) i n s t r u k t i v e K a r t e n z e i g e n , d a ß d e m i t t e l - u n d endneolithischen

Kulturen

ü b e r d i e Beckenlandschaften Hessens h i n a u s g r e i f e n , w ä h r e n d die S i e d l u n g e n der B a n d ­ k e r a m i k e r u n d R ö s s e n e r diesen noch z i e m l i c h verhaftet w a r e n . F ü r die B r o n z e z e i t sind eine dichte B e s i e d l u n g u n d s t a r k e Eingriffe

— sei es durch

A c k e r b a u oder V i e h w e i d e — selbst in d e n W ä l d e r n d e r B e r g g e b i e t e w i e V o g e l s b e r g u n d K n ü l l n a c h g e w i e s e n (SCHARLAU 1 9 4 1 , 9 3 , 1 9 5 3 a , 16, 18, 2 8 , UENZE 1 9 6 0 , 1 2 5 — 1 2 6 , 1 3 1 , 1 3 4 , STECKHAN 1 9 6 1 , 5 3 8 ) , insbesondere g i l t das für d i e H ü g e l g r ä b e r - B r o n z e z e i t , die d a s hessische B e r g l a n d m i t H ü g e l g r ä b e r - P l ä t z e n übersät (UENZE 1953, K a r t e 7 ) . Eine r ä u m l i c h noch m e h r a u s g e d e h n t e u n d n a c h h a l t i g e wirtschaftliche N u t z u n g der B e r g w ä l d e r ( R h ö n ) w i r d für die H a l l s t a t t — L a T e n e - P e r i o d e n

u n d frühgeschichtliche Zeit v e r t r e t e n (SCHAR­

LAU 1 9 5 3 a , 2 0 — 2 1 ) ; zahlreich sind H ö h e n s i e d l u n g e n

dieses Zeitabschnittes. G e r a d e

für

d i e vorchristliche E i s e n z e i t sind H a n g a b s p ü l u n g e n g r o ß e n A u s m a ß e s a n z u n e h m e n . V o r m i t t e l a l t e r l i c h e q u a s i n a t ü r l i c h e S e d i m e n t e s i n d i n Hessen noch k a u m

untersucht

w o r d e n . Das m a g , w i e schon SCHARLAU ( 1 9 5 3 b ; 1 0 8 ) feststellte, an d e r s t a r k e n H i n w e n ­ d u n g z u r Erforschung der p e r i g l a z i a l e n F o r m u n g l i e g e n u n d w e i l m a n l a n g e Zeit j ü n g e r e n m o r p h o l o g i s c h e n G e s t a l t u n g s p r o z e s s e n k e i n e n i n t e g r i e r e n d e n W e r t b e i m a ß . In den N a c h ­ b a r l ä n d e r n Hessens haben

jedoch v o m

vorgeschichtlichen Menschen b e w i r k t e

Bodenab­

t r a g s b i l d u n g e n m e h r f a c h Beachtung e r f a h r e n . SCHEFEER & MEYER ( 1 9 5 8 ) k o n n t e n bei G ö t ­ t i n g e n zeigen, d a ß in dorfnahen B e r e i c h e n l i n e a r b a n d k e r a m i s c h b e s i e d e l t e r H ä n g e die im Laufe

der B e s i e d l u n g eingetretene E r o s i o n beachtFche A u s m a ß e a n n e h m e n

konnte.

Sie

k o n n t e n diesem B e f u n d z w a r k e i n e ü b e r den l o k a l e n Bereich h i n a u s g e h e n d e , großflächige L e h m - A k k u m u l a t i o n im F l u ß a u e n - G e b i e t z u o r d n e n , rechneten aber d a m i t , d a ß die S e n ­ :

k e n d e r seitlichen Leine-Zuflüsse in d e s e r Zeit eine e r h e b l i c h e H a n g l e h m - Z u f u h r h a b e n . S i e w i e s e n a u f sicher vorgeschichtlich u m g e l a g e r t e s L ö ß - M a t e r i a l u n d

erhalten

Schlufflehm-

D e c k c n hin. I m F l u ß s y s t e m d e r Weser sind A u e l e h m e des Zeitbereiches A t l a n t i k u m bis S u b a t l a n t i k u m g e m e l d e t w o r d e n (LÜTTIG 1 9 6 0 ) ; a u s ihnen k e n n t m a n früheisenzeitliche S i e d l u n g s ­ s p u r e n (STRAUTZ 1 9 5 9 , 1963, 2 8 7 , NIETSCH 1 9 5 9 ) . B e i G ö t t i n g e n rechnet m a n mit e i n e m b r o n z e z e i t l i c h e n B e g i n n dieser A u e l e h m - A b l a g e r u n g ( H E M P E L 1 9 5 6 , 4 0 , SCHEFFER & MEYER 1 9 5 8 , MEYER in ROHDENBURG, MEYER, WILLERDING & JANKUHN 1 9 6 2 ) . E i n e gute Z u s a m -


Über jungholozäne, vorgeschichtliche Löß-Umlagerungen in Hessen

7

m e n s t e l l u n g ü b e r A l t e r u n d U r s a c h e n d e r A u e l e h m - A k k u m u l a t i o n thüringischer F l ü s s e g a b JÄGER ( 1 9 6 2 ) ; e i n Ä l t e r e r A u e l e h m k o n n t e d o r t in d i e S p ä t b r o n z e - b i s F r ü h e i s e n z e i t d a ­ tiert w e r d e n . HÄNDEL ( 1 9 6 7 , 1 6 6 , 1 8 7 ) stellt e i n e n a l t e n A u e l e h m N o r d w e s t - S a c h s e n s so­ g a r in den Bereich z w i s c h e n 5 0 0 0 u n d 4 0 0 0 v . C h r . , er d e n k t

a l l e r d i n g s seine B i l d u n g

i m wesentlichen b e d i n g t durch eustatischen M e e r e s s p i e g e l a n s t i e g u n d feuchtes K l i m a . In B a y e r n w e i ß m a n v o m A u e m e r g e l , d e r d e n A l m bedeckt, d a ß e r i m großen u n d g a n z e n m i t der H a l l s t a t t - u n d L a T e n e - z e i t l i c h e n R o d u n g i m Z u s a m m e n h a n g steht (VIDAL U. a. 1966, 192). A l l diese B e f u n d e , v o r a l l e m d i e V e r b r e i t u n g d e r Ä l t e r e n A u e l e h m e i m W e s e r - S y s t e m , lasren auch für Hessen a u f eine nicht u n w e s e n t l i c h e vorgeschichtliche a n t h r o p o g e n e A b s p ü l u n g v o n L ö ß schließen. D a ß m a n in H e s s e n diese U m l a g e r u n g s v o r g ä n g e noch nicht e r k a n n t h a t t e , m a g a n d e r m a n g e l h a f t e n Durchforschung d e r F l u ß s e d i m e n t e daran, d a ß die Verlagerungs-Sedimente der Hangfüße

liegen und

aus ziemlich u n v e r ä n d e r t e m L ö ß

bestehen u n d leicht m i t p l e i s t o z ä n e m p r i m ä r e n L ö ß z u v e r w e c h s e l n sind. Ein e i n d r u c k ­ v o l l e s Beispiel f ü r d i e Ä h n l i c h k e i t solcher s e k u n d ä r e r Lösse m i t p r i m ä r e n bietet R h ü n d a in Niederhessen.

Der umgelagerte L ö ß von Rhünda Aul schluß

und

Fauna.

Ein a m H a n g

eines B a s a l t - B e r g e s o b e r h a l b

von

R h ü n d a ( T o p o g r a p h . K a r t e 1 : 25 0 0 0 , B l . G u d e n s b e r g 4 8 2 2 ) u m g e l a g e r t e r L ö ß offenbart sein j u n g h o l o z ä n e s A l t e r durch tierische u n d p f l a n z l i c h e Reste s o w i e eine Ein W a l d r a n d w e g

a m alten R h ü n d a e r

B a s a l t s t e i n b r u c h schließt

1 4

C-Datierung.

i h n prächtig auf, u n d

m a n sieht h i e r d e u t l i c h , v n e er t e r r a s s e n a r t i g d e m südwestlichen S p o r n des R h ü n d e r B e r ­ ges a n g e l a g e r t ist. W e h l k a u m w ü r d e ein G e o l o g e b e i g e w ö h n l i c h e n B e g e h u n g e n u n d K a r ­ t i e r u n g e n diesen L ö ß a l s h o l o z ä n v e r l a g e r t e r k e n n e n , w ä r e nicht e i n e e i n w a n d f r e i e h o l o z ä n e F a u n a u n d F l o r a v o r h a n d e n . D i e A u f s c h l u ß w ä n d e (2 bis 4 m ) brechen in senkrechten F l ä c h e n ; nicht selten sind L ö ß k i n d e l u n d k a l k i g e W u r z e l r ö h r c h e n ( „ R h i z o s o l e n i e n " ) . N a ­ getier- und Anuren-Knöchelchen fallenen u n d verschwemmten

l i e g e n in der gleichen Weise i m S e d i m e n t , w i e es b e i z e r ­

Eulen-Gewöllen

oberen A b s c h l u ß b i l d e t ein b r a u n e r

i m pleistozänen

L ö ß d e r F a l l ist. D e n

B o d e n m i t e i n e r nicht g e r i n g e n

Schließlich l i e ß auch d e r a u f f a l l e n d e T e r r a s s e n - A n s c h n i t t ,

Entkalkungs-Zone.

dem der W a l d r a n d w e g

folgt

u n d d e r v o r A n l a g e des Dorfes R h ü n d a v o n e i n e r e h e m a l s w e i t e r nach E a u s g r e i f e n d e n Schlinge des R h ü n d e r Baches geschaffen w o r d e n sein m u ß , k e i n e n G e d a n k e n a n h o l o z ä n e s Alter

aufkommen.

Auch d e r V e r f a s s e r h a t , a l s er v o r J a h r e n d e n A u f s c h l u ß u n d d i e b e n a c h b a r t e n L ö ß Anschnitte k e n n e n l e r n t e , nicht d a r a n g e z w e i f e l t , einen w ü r m z e i t l i c h e n p r i m ä r e n L ö ß v o r :

sich z u haben. S e l b s t a l s d c ersten F a u n e n - R e s t e geborgen w a r e n , d i e i m echten L ö ß nicht vorzukommen

pflegen, g l a u b t e er — b e s t ä r k t d u r c h d i e v o n BLANKENHORN v o m n a h e n

G r o ß e n M o s e n - B e r g (siehe S. 1 1 ) m i t g e t e i l t e ä h n l i c h e „ L ö ß " - F a u n a

— i m m e r noch a n

pleistozänes A l t e r u n d an H i n w e i s e für kleine W a l d - I n s e l n in d e r Löß-Landschaft. So w u r d e sogar g e w a g t , einige W a l d - S c h n e c k e n dieses H a n g s e d i m e n t s a l s p l e i s t o z ä n e L ö ß Schnecken zu z i t i e r e n (HUCKRIEDE & JACOBSHAGEN 1 9 5 8 , 1 2 1 , Z e i l e 15 bis 1 8 ) . Z w a r s t a n d sofort nach d e r S a l z s ä u r e - P r o b e fest, d a ß d i e Knöchelchen nicht „fossil" sein k o n n ­ ten, aber es l ä ß t sich auch bei d e n e i n w a n d f r e i w ü r m z e i t l i c h e n K l e i n f a u n a - K n o c h e n

von

Altmorschen, W i l d u n g e n - B i e d e n s t e g , T r e i s a. d. L u m d a u n d W i l d w e i b e r h ä u s c h e n b e i L a n ­ genaubach g u t e r h a l t e n e s Ossein n a c h w e i s e n . Ü b r i g e n s ist auch b e i m Kalktuff-(Dauch-)Menschenschädel

von Rhünda

berühmt-berüchtigten

( „ F r a u von R h ü n d a " ) — im Gegensatz

z u r M e l d u n g E. JACOBSHAGENS ( 1 9 5 7 a , 6 9 ) — d a s O s s e i n noch e r h a l t e n ! Mit der Fundstelle des Menschenschädels von Rhünda ist die hier behandelte örtlichkeit nicht identisch; die Lokalitäten liegen 1 k m voneinander entfernt. Auch die Schichtfolge am Basalt-


Reinhold Huckriede

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H a n g hat nichts mit der des Menschen-Fundplatzes (HUCKRIEDE & V . JACOBSHAGEN 1958) gemein. Hingewiesen sei an dieser Stelle auch noch einmal auf die erstaunlich unterschiedliche Bewertung, die der Fund — selbst bei gleichen Autoren — erfahren hat: als Neandertaler (E. JACOBSHAGEN 1957a, b ) , als P a r a l l e l e zum Pfedmost-Menschen (UENZE 1960b), als fossiler Homo der Pfedmost/ Brünn-Gruppe = Altschicht des Sapiens-Typus (HEBERER & KURTH 1962a, KURTH 1962a), als doch nicht zur „Altschicht" gehörend (HEBERER & KURTH 1962b, KURTH 1962b), und schließlich ist er sogar als morphologisch uninteressanter Homo sapiens (HEBERER & KURTH 1963) bezeichnet worden. Eine l C - D a t i e r u n g von Kalksinter aus der Fundschicht ergab ein Alter von ca. 9000 Jahren ( V . JACOBSHAGEN, MÜNNICH & VOGEL 1962). 4

A u ß e r den tierischen u n d p f l a n z l i c h e n R e s t e n w e i s e n aber a u c h noch a n d e r e E i g e n ­ schaften des u m g e l a g e r t e n Lösses v o n R h ü n d a auf e i n j ü n g e r e s A l t e r h i n . D a s S e d i m e n t ist l o c k e r e r u n d p u l v e r i g e r als der p r i m ä r e L ö ß des G e b i e t e s , u n d der B o d e n ist nur a l s B r a u n ­ e r d e , nicht a l s P a r a b r a u n e r d e , a n z u s p r e c h e n . D a s P l e i s t o z ä n i m L i e g e n d e n ist a m W e s t - E n d e des W a l d w e g e s angeschnitten. umgelagerte Löß

l i e g t hier — o h n e

Der

d a ß eine B o d e n b i l d u n g e i n g e s c h a l t e t ist, d. h. m i t

D i s k o r d a n z — auf lößhaltiger B a s a l t - F l i e ß e r d e m i t z u m Teil großen Basaltstücken. Diese B a s a l t f l i e ß e r d e e r g a b in der M i t t e des Anschnittes ( H u 1 1 8 6 , e t w a 1,0 b i s 1,5 m über W a l d ­ weg-Niveau, =

1,35 bis 1,85 m u n t e r Oberfläche) e i n e w ü r m e i s z e i t l i c h e F a u n a : Vallonia costata O. F. MÜLLER Succinea oblonga DRAPARNAUD, Bruchstück h Limax sp. Pupilla muscorum densegyrata LOZEK Bruchstücke h Semiiimax sp. h Regenwurm-Calcitkörner h Microtus gregalis (PALLAS)

I m w e i t e r e n V e r l a u f des W a l r a n d w e g e s ist d a n n n u r noch der h o l o z ä n u m g e l a g e r t e L ö ß angeschnitten. K u r z v o r d e m E i n b i e g e n dieses W e g e s in R i c h t u n g S t e i n b r u c h w u r d e

fol­

g e n d e s Profil b e o b a c h t e t : 1.

(oben) 0,0 bis 1,3 m Braunerde aus umgelagertem Löß, in situ entstanden, kalkfrei

2. bis 1,4 m umgelagerter Löß, k a l k h a l t i g , ohne Fauna 3. bis 1,8 m ( = 2,1 bis 2,5 m über dem W a l d r a n d w e g ) umgelagerter Löß, kalkhaltig, mit zahlreichen tierischen Resten, kleinen Löß-Kindeln und kalkigen Wurzelröhrchen 4. bis 2,1 m umgelagerter Löß, kalkhaltig, mit Löß-Kindeln, k a l k i g e n Wurzelröhrchen zahlreichen tierischen Resten

und

5. bis 2,4 m vermutlich umgelagerter Löß mit horizontalen Roststreifen, Löß-Kindeln und kalkigen Wurzelröhrchen. Hierin fanden sich ein Anuren-Parabasale und ein KleinnagerHumerus (Hu 1050) 6. bis 2,7 m vermutlich umgelagerter kalkhaltiger Löß mit horizontalen Roststreifen, LößKindeln und Bruchstücken von Succinea sp. K a l k i g e Wurzel-Reste unterscheiden sich nicht von solchen, die im pleistozänen Löß vorkommen (Hu 1051). I n der Schicht 3 ( H u 1 0 4 8 ) w u r d e n g e b o r g e n : Holzkohle-Flitterchen Acicula (Platyla) polita (HARTMANN) Carychium minimum O. F. MÜLLER h Cochlicopa lubrica (O. F. MÜLLER) Vertigo pygmaea (DRAPARNAUD) Vallonia costata O. F. MÜLLER Vallonia excentrica (STERKI) Ena montana (DRAPARNAUD) Succinea oblonga DRAPARNAUD Punctum pygmaeum (DRAPARNAUD) Discus rotundatus (O. F. MÜLLER) Aegopinella sp. Vitrea contracta (WESTERLUND) Milax sp. Limax sp. Cecilioides acicula (O. F. MÜLLER) h

Cochlodina laminata (MONTAGU) Clausula parvula FERUSSAC Clausula bidentata (STRÖM) Clausiliiden-Reste indet. cf. Bradybaena fruticum (O. F . MÜLLER) Perforatella (Monachoides) incarnata ( O . F . MÜLLER) Trichia sp. juv. Helicigona (Helicigona) lapicida (LINNAEUS) Helicodonta obvoluta ( O . F . MÜLLER) juv. Cepaea bortensis ( O . F . MÜLLER) Lumbricus sp. Calcit-Körnchen aus den K a l k ­ drüsen des Regenwurmes (siehe FORCART 1966: 396), in meinen früheren Aufsätzen im Vertrauen auf WENZ als Arion sp. ge­ deutet


Über jungholozäne, vorgeschichtliche Löß-Umlagerungen in Hessen

Käfer-Rest in Kalk-Erhaltung Fisch-Schuppen Anuren-Reste h Sorex sp.

9

Apodemus cf. sylvaticus LINNAEUS Microtus agrestis LINNAEUS oder M. PALLAS

Schicht 4 ( H u 9 7 9 b i s 9 8 2 , H u 1 0 4 9 ) e r g a b : Holzkohle-Flitterchen Sambucus nigra LINNAEUS (Samen) Sambucus racemosa LINNAEUS (Samen) Acicula (Platyla) polita (HARTMANN) Carychium minimum (O. F. MÜLLER) h Cocblicopa lubrica (O. F. MÜLLER) Azeca menkeana (C. PFEIFEER) Vertigo pygmaea (DRAPARNAUD) Vallonia costata (O. F. MÜLLER) Vallonia excentrica (STERKI) Acanthinula aculeata (O. F. MÜLLER) Ena montana (DRAPARNAUD) Punctum pygmaeum (DRAPARNAUD) Discus rotundatus (O. F. MÜLLER) h Nesovitrea petronella (PFEIFFER) Oxychilus cellarius (O. F. MÜLLER) Vitrea contracta (WESTERLUND) Cecilioides acicula (O. F. MÜLLER) Cochlodina laminata (MONTAGU) Clausilia bidentata (STRÖM) Iphigena plicatula (DRAPARNAUD) Clausiliiden-Reste juv. Bradybaena fruticum (O. F. MÜLLER)

arvalis

Perforatella (Monachoides) incarnata (O. F. MÜLLER) Trichia sp. Cepaea hortensis (O. F. MÜLLER) Cepaea sp. indet. Z.»m&ric«s-Calcitkörnchen Oribatiden-Reste Carabiden-Rest in Kalk-Erhaltung Fisch-Knochen Rana temporaria LINNAEUS h Rana esculenta LINNAEUS Rana sp. indet. h Bufo bufo LINNAEUS Sorex araneus LINNAEUS Sorex minutus LINNAEUS Apodemus sp. Arvicola terrestris LINNAEUS Microtus arvalis PALLAS Microtus arvalis PALLAS oder M.agrestis LINNAEUS Clethrionomys glareolus SCHREBER Kleinnager-Reste h Rest eines mittelgroßen Säugetiers indet.

E i n i g e S c h r i t t e w e i t e r nach S W f ü h r t e früher ein j e t z t z u g e s c h ü t t e t e r T u n n e l durch den u m g e l a g e r t e n L ö ß , d e r bis 3 m u n t e r Oberfläche tierische u n d p f l a n z l i c h e Reste e n t h ä l t . H i e r wurden im J a h r e 1957 gesammelt: Rubus sp. Brombeeren-Samen hh Discus rotundatus ( O . F . MÜLLER) Limax cf. tenellus O. F . MÜLLER Nesovitrea sp. juv. Laciniaria sp. indet. Clausiliiden-Rest indet. Trichia sp. (Bruchstück) Helicodonta obvoluta ( O . F . MÜLLER) Cepaea hortensis ( O . F . MÜLLER) Cepaea sp. indet. Lumbricus sp. Calcit-Körnchen Triturus sp. Salamandra salamandra LINNAEUS Anuren-Reste hh

Rana temporaria LINNAEUS Rana esculenta LINNAEUS Bufo bufo LINNAEUS Anguis fragilis LINNAEUS Sorex araneus LINNAEUS Talpa cf. europaea LINNAEUS Glis glis LINNAEUS M l Apodemus cf. sylvaticus LINNAEUS h — cf. flavicollis MELCHIOR h Arvicola terrestris LINNAEUS Microtus agrestis LINNAEUS — agrestis LINNAEUS oder M.arvalis PALLAS h Clethrionomys glareolus SCHREBER h

30 m nach S W i m gleichen W e g a n s c h n i t t ( H u 1 1 6 3 ) f a n d sich w i e d e r u m eine reiche F a u n a v o n A n u r e n , N a g e r n u n d Schnecken, mit A r t e n , d i e oben a u f g e f ü h r t sind. W i e d e r sind vertreten: Sambucus racemosa LINNAEUS Acicula (Platyla) polita (HARTMANNI h Carychium minimum O . F . MÜLLER A l l e diese eben a u f g e f ü h r t e n

Clausilia parvula FERUSSAC Hinzu kommen: Ena obscura Lacerta sp.

( O . F . MÜLLER)

F a u n e n können u n m ö g l i c h z u r Zeit d e r p l e i s t o z ä n e n L ö ß -

A n w e h u n g gelebt h a b e n . Z w a r w i r d d a s eine oder a n d e r e T i e r g e l e g e n t l i c h in w ü r m z e i t ­ lichen m i t t e l e u r o p ä i s c h e n F a u n e n g e n a n n t , vor a l l e m i n den BRUNNERSchen A r b e i t e n , selbst a n s p r u c h s v o l l e A r t e n w i e Glis glis

(HELLER 1960, 8) o d e r Discus

rotundatus

(ANT 1963a,

7 8 — 7 9 , 1 9 6 3 b , 8 1 , 1 9 6 5 , 3 2 8 ) ; in i h r e r G e s a m t h e i t s i n d es aber t y p i s c h e L a u b w a l d - F a u -


10

Reinhold Huckriede

nen,

echte

Warmzeit-Vergesellschaftungen.

a n s p r u c h s v o l l e n W a l d - S c h n e c k e n Ena obvoluta,

f e r n e r Glis

glis,

Das

montana,

zeigen

insbesondere

Cochlodina

laminata

die

temperatur­

und

Helicodonta

d e r S i e b e n s c h l ä f e r , d e r a m liebsten i m Eichen- u n d B u c h e n w a l d

u n d n u r a u s n a h m s w e i s e i m N a d e l w a l d lebt ( M O H R 1954, 2 7 ) . A u c h Clethrionomys lus,

die W a l d w ü h l m a u s =

glareo­

R ö t e l m a u s , m e i d e t z u m e i s t den N a d e l w a l d ; sie lebt a u f nicht

zu t r o c k e n e m Boden, ü b e r a l l v o m offenen G e l ä n d e bis z u m W a l d i n n e r n ( M O H R 1 9 5 4 , 4 2 ) . F ü r m i l d e s K l i m a u n d m ä ß i g feuchte W ä l d e r (DEHM 1 9 6 7 ) spricht d i e westf'che, a t l a n ­ tische A r t Azeca

menkeana,

d i e in M i t t e l e u r o p a a l s I n t e r g l a z i a l - b z w .

Holozän-Leitart

g i l t u n d d i e n u n bei R h ü n d a w i e in den meisten T e i l e n Hessens a u s g e s t o r b e n ist, f e r n e r der Feuersalamander. A u s g e s p r o c h e n e B e w o h n e r trockener

Gras-Hänge,

Steppen-Formen,

d i e sich m i t der

l a n d w i r t s c h a f t l i c h e n K u l t u r v e r b r e i t e t h a b e n , fehlen bei den S c h n e c k e n - R e s t e n . B e i den N a g e r n k ö n n t e m a n die F e l d - u n d E r d w ü h l m ä u s e mit A c k e r k u l t u r in V e r b i n d u n g b r i n g e n . Es h a n d e l t sich jedoch u m B e u t e , d i e v o n w e i t herbe g e t r a g e n sein k a n n . D i e

Gattung

Microtus

Apodcmus-

erreicht aber nicht o d e r g e r a d e eben d i e Z a h l der R ö t e l m a u s - b z w . der

R e s t e . U n t e r s u c h u n g e n a n h e u t i g e n E u ' . c n g e w ö l l e n v o n W a l d r ä n d e r n bei R h ü n d a e r g a b e n ein g ä n z l i c h a n d e r e s K l e i n n a g e r - S p e k t r u m ,

d a s sicherlich v o n

den nahen

Ackerflächen

best-mmt ist: e n t w e d e r n u r E r d - u n d F e l d w ü h l m ä u s e oder ein s t a r k e s Ü b e r w i e g e n dieser ü b e r Apodemus

+

Mus.

Alters-Aussage

der

tierischen

S x h e r h e i t A l t h o l o z ä n m i t Einschluß

Reste.

Nach der

F a u n a scheidet

mit

eines T e i l e s des A t l a n t i k u m s ( i m alten S i n n e ) aus.

Schnecken vom b o r e o a l p i n e n V e r b r e i t u n g s t y p ( A N T 1 9 6 5 ) , w i e m a n sie auch a u s Hessen k e n n t (HUCKRIEDE 1 9 6 5 : Vertigo len g ä n z l i c h . O b Rhündaer

die F a u n a

Hangsediment

genesii

geyeri,

Discus

ruderatus,

Clausilia

cruciata),

feh­

d a s g a n z e A t l a n t i k u m ausschließt, ist nicht sicher. D e r

f e h l e n d e Discus

ruderatus

im

ist in B ö h m e n noch im A t l a n t i k u m

häufig, j a er g i l t als L e i t a r t für d a s m i t t e l e u r o p ä i s c h e A t l a n t i k u m (LOZEK 1 9 5 8 , 3 5 , 1964, 1 3 5 , 1 9 6 7 , 1 0 3 , LOZEK & TYRÄCEK 1 9 6 2 , 1 8 5 ) . Helicodonta k u m des A m ö n e b u r g e r Beckens v o r k o m m e n d e Azeca

obvoluta menkeana

u n d die im N e o l i t h i ­ sollen nach A N T ( 1 9 6 7 ) ,

10) erst i m A t l a n t i k u m nach W e s t f a l e n e i n g e w a n d e r t sein. Es spricht also v i e l e s für ein A l t e r , d a s j ü n g e r a l s A t l a n t i k u m ist. D i e H ä u f i g k e i t f e u c h t i g k e i t s v e r l a n g e n d e r A r t e n — Carychium

ist sehr z a h l r e i c h , w i r d

jedoch heute lebend nicht m e h r a m H a n g g e f u n d e n — l ä ß t a n e t w a s feuchtere Z e i t e n als heutzutage menkeana

denken.

Ein

Vorkommen

der

heute

bei

Rhünda

ausgestorbenen

Azeca

i m M i t t e l a l t e r ist u n w a h r s c h e i n l i c h ; a u ß e r d e m v e r b i e t e t w o h l auch d e r g u t aus­

g e p r ä g t e B o d e n a u f dem H a n g s e d ' m e n t s o m i t i n s g e s a m t eine D a t i e r u n g

einen V e r w e i s ins M i t t e l a l t e r . D i e B e f u n d e lassen

in den ä l t e r e n T e i l des S u b a t l a n t i k u m s

E i s e n z e i t ) m i t seinem n i e d e r s c h l a g s r e i c h e r e n K l i m a - C h a r a k t e r

(Vorchristliche

a l s die w a h r s c h e i n l i c h s t e

ansprechen. 1

4

C-Datierung.

A u s d e m S c h l ä m m r ü c k s t a n d e i n i g e r S ä c k e u m g e l a g e r t e n Losses

w u r d e n m i t der P i n z e t t e d i e H o l z k o h l e - B r ö c k c h e n n ü g e n d e M e n g e zu e r h a l t e n , m u ß t e g e l a g e r t e n Losses ( H u 1 0 4 8 , H u im

1 4

u n d F l i t t e r a u s g e l e s e n . U m e i n e ge­

a l l e r d i n g s d a s M a t e r i a l a u s a l l e n N i v e a u s des u m ­

1 0 4 9 ) z u s a m m e n g e t a n w e r d e n . Diese D a t i e r u n g

C - L a b o r a t o r i u m des Niedersächsischen L a n d e s a m t e s für B o d e n f o r s c h u n g

wurde

ausgeführt.

D r . GEYH t e i l t e m i t : 1 4

H v 3210 : C - M o d e l l a l t e r ( J a h r e vor 1950): 2070 ± 450 Jahre A u f G r u n d des geringen K o h l e n s t o f f - G e h a l t e s

d e r e i n g e s a n d t e n P r o b e w a r n u r e i n e recht k o r r i g i e r t , entspricht d a s

1 4

C-

A l t e i u n d sein F e h l e r e i n e m Z e i t i n t e r v a l l z w i s c h e n 800 v . C h r . bis 3 0 0 n. C h r . D a s

1 4

C-

ungenaue Altersbestimmung möglich. Dendrochronologisch

E r g e b n i s w e r w e i s t also auch a u f den ä l t e r e n T e i l des S u b a t l a n t i k u m s .


11

Uber jungholozäne, vorgeschichtliche Löß-Umlagerungen in Hessen

Der u m g e l a g e r t e Löß v o m Großen M o s e n - B e r g bei Homberg/Efze. Ein w e i t e r e s V o r k o m m e n u m g e l a g e r t e n Lösses m i t h o l o z ä n e r W a l d f a u n a l ä ß t sich aus d e n A u f s a m m l u n g e n BLANKENHORNS v o m S W - F u ß des G r o ß e n M o s e n - B e r g s (Bl. H o m b e r g 4 9 2 2 ; 6 k m s ü d l i c h v o n R h ü n d a ) erschließen, in e i n e m Gebiet, dessen häufige l a g e r u n g schon SCHÖNHALS ( 1 9 4 5 , 1 1 1 ) h e r v o r g e h o b e n

Löß-Um-

hat. BLANKENHORN ( 1 9 2 0 , 9 2 )

h a t v o n hier a u s „ L ö ß " , „gelblichen s a n d i g - k a l k i g e n L e h m mit senkrechter S t r u k t u r , a u s ­ gezeichnet obvoluta,

durch einige sogenannte hortensis,

pulchella

Lößpuppen"

etc., Succinea

eine F a u n a

oblonga,

Pupa

genannt:

muscorum

„Helix

hispida,

und zahlreiche Knö­

chelchen v o n N a g e t i e r e n u n d k l e i n e n w i e s e l a r t i g e n R a u b t i e r e n , d a r u n t e r auch S c h ä d e l n , K i e f e r n u n d Z ä h n e n , die noch e i n e r S p e z i a l u n t e r s u c h u n g h a r r e n " . D e r bezeichnete T e i l des Aufschlusses ist h e u t e l e i d e r g ä n z l i c h v e r w a c h s e n . A n einer a n d e r e n W a n d des gleichen Aufschlusses liegt a u f B a s a l t - T u f f e n e i n e 1 m mächtige Decke von

fossilfreiem

hellen Lößlehm

mit

B a s a l t - S t ü c k e r : . In

welchem

Verhältnis

sie

zu

BLANKENHORNS „ L ö ß " steht, l i e ß sich nicht e r m i t t e l n . BLANKENHORNS A u f s a m m l u n g e n Geol.-paläontol.

Institut M a r b u r g

oder T e i l e d e r s e l b e n v o m gelangt. Die

Oktober

1912 s i n d ins

S c h n e c k e n g e h ä u s e sind mit einem

gelb­

b r ä u n l i c h e n k a l k h a l t i g e n L ö ß e r f ü l l t . Bestimmt w u r d e n : Pupilla sp. indet. gebleicht, aus eiszeitlichem Löß stammend Ena montana (DRAPARNAUD) Succinea oblonga DRAPARNAUD gebleicht, eiszeitlich Discus rotundatus (O. F. MÜLLER) Oxychilus (Oxychilus) cellarius (O. F. MÜLLER) Cochlodina laminata (MONTAGU) Bradybaena fruticum (O. F. MÜLLER) h Helicodonta obvoluta (O. F. MÜLLER) h Isognomostoma isognomostoma (SCHRÖTER)

Cepaea hortensis (O. F. MÜLLER) Bufo bufo LINNAEUS Rana esculenta LINNAEUS Rana temporaria LINNAEUS Vogel-Halswirbel Talpa europaea LINNAEUS Lepus sp. indet. Glis glis LINNAEUS Clethrionomys glareolus SCHREBER Lutra lutra LINNAEUS, Kralle

Abgesehen v o n d e n beiden u m g e l a g e r t e n t y p i s c h e n Lößschnecken, h a t m a n w i e d e r u m e i n e w a r m z e i t l i c h e , d. h. h o l o z ä n e F a u n a ohne a l t h o l o z ä n e L e i t a r t e n v o r sich. S i e ä h n e l t d e r von R h ü n d a . U n t e r den G a s t r o p o d e n

k o m m t h i n z u Isognomostoma

isognomostoma.

I n Hessen ist sie j e t z t sehr selten, findet sich lebend, a b e r v e r e i n z e l t , durch d a s g a n z e n o r d ­ westdeutsche b e w a l d e t e B e r g l a n d ( A N T 1 9 6 3 a , 3 2 ) . A m S W - H a n g des Gr. M o s e n - B e r g s lebt sie g e w i ß nicht m e h r , w i e auch d i e a n d e r e n echten L a u b w a l d - S c h n e c k e n an d e m h e u t e trockenen g r a s i g - b u s c h i g e n H a n g v e r g e b l i c h gesucht w e r d e n u n d sicherlich auch im H o c h u n d E n d m i t t e l a l t e r h i e r nicht m e h r gedeihen k o n n t e n . Menschliche Tätigkeit h a t die h o l o z ä n e L ö ß v e r l a g e r u n g Die Hangfuß-Sedimente

von R h ü n d a

ausgelöst

sind d u r c h A b s p ü l u n g des o b e r h a l b a m

in s t e l l e n w e i s e bis 5 m M ä c h t i g k e i t a n s t e h e n d e n

Hang

w ü r m z e i t l i c h e n r e i n e n äolischen Losses,

a l s o leicht a b s c h l ä m m b a r e n u n d leicht a b f r i e r e n d e n (SCHMID 1 9 5 5 , 1 1 — 1 3 ) M a t e r i a l s , ent­ s t a n d e n . D a V e r t r e b r a t e n - R e s t e , d i e n u r aus z e r f a l l e n e n E u l e n - G e w ö l l e n s t a m m e n k ö n n e n , d e m A b s p ü l - S e d i m e n t in nicht g e r i n g e r Zahl b e i g e m e n g t sind, m u ß d e r V o r g a n g sich über e i n e n r e l a t i v l a n g e n Z e i t r a u m e r s t r e c k t haben. D a s U m l a g e r u n g s - S e d i m e n t ist also nicht d a s W e r k nur e i n i g e r w e n i g e r heftiger R e g e n g ü s s e . W i e l ä ß t sich n u n die F a u n a e i n e s feuchten bis m ä ß i g feuchten L a u b w a l d e s v e r e i n b a r e n m i t einer solchen a u f f ä l l i g e n U m l a g e r u n g ? Ist u n s e r W a l d nicht erosionsfeindlich, h ä l t er nicht m i t W u r z e l n , der K r a u t - u n d S t r a u c h - S c h i c h t , S t r e u d e c k e u n d Moosteppichen

den

B o d e n fest? N a t ü r l i c h v e r h i n d e r t e i n e W a l d b e d e c k u n g i m h ü g e l i g e n T e r r a i n nicht

jede

A b s p ü l u n g (THEINERT 1 9 3 3 , 6 5 — 6 6 ) , aber w a s h i e r bei R h ü n d a geschehen ist, ist u n t e r dichter W a l d b e d e c k u n g k a u m d e n k b a r . E r k l ä r b a r

w i r d die j u n g e L ö ß - V e r l a g e r u n g

erst


12

Reinhold Huckriede

d a n n , w e n n m a n L i c h t u n g o d e r g a r R o d u n g des W a l d e s a n n i m m t . A u f

Rodungs-Lichtun­

gen i m W a l d w e i s t n u n auch w i r k l i c h die H ä u f i g k e i t d e r S a m e n v o n H o l u n d e r u n d B r o m ­ beere u n d d e r Apodemus-Reste.

D e r S c h w a r z e H o l u n d e r ist ein N i t r a t - Z e h r e r u n d K u l t u r -

F o l g e r . Auch die H o l z k o h l e - B r ö c k c h e n w e i s e n auf d i e T ä t i g k e i t des Menschen, m ö g l i c h e r ­ w e i s e a u f R o d u n g m i t Feuer. A l l e r d i n g s k ö n n e n sie auch v o n S i e d l u n g e n h e r a b g e s p ü l t w o r ­ den sein, die auf d e r B e r g k u p p e l a g e n . I n d e r T a t f a n d e n sich bei d e r B e g e h u n g des v o m R h ü n d e r B e r g nach W S W z i e h e n d e n B a s a l t s p o r n s a u f d e r Hochfläche, a l s o o b e r h a l b d e r L ö ß - A u f s c h l ü s s e , S p u r e n menschlicher B e s i e d l u n g : aus w o h l neolithischer Zeit Kieselschief e r - A b s c h l ä g e u n d Scherben, die auch v o n H e r r n L a n d e s a r c h ä o l o g e n D r . GENSEN als eisenzeitlich a n g e s e h e n w e r d e n , ein W e t z ­ s t e i n - R e s t u n d z e r s c h l a g e n e Q u a r z - K i e s e l , w i e sie z u r M a g e r u n g d e r K e r a m i k g e b r a u c h t w o r d e n sind. A u f d e m Gipfel des R h ü n d e r B e r g e s selbst sind seit l a n g e m vorgeschichtliche W ä l l e b e k a n n t (LANGE 1 9 1 3 , EISENTRAUT in BLANKENHORN 1 9 1 7 , V I , MÜLLER-KARPE 1 9 5 1 , 5 8 , HAARBERG 1 9 6 3 ) . E i n e j u n g n e o l i t h i s c h e B e s i e d l u n g des G i p f e l s ist durch

Mi-

chelsberger F u n d e e r w i e s e n . D e r eigentliche A u s b a u der W a l l - A n l a g e n dürfte nach

den

F u n d e n in die vorchristliche E i s e n z e i t ( 8 0 0 v. C h r . b i s C h r . G e b u r t ) , also in H a l l s t a t t u n d L a Tene-Zeit fallen (freundliche Mitteilung der Herren B e r g m a n n und H a a r b e r g ) . Mangels Grabung und Überprüfung

d e n k t D r . B e r g m a n n v o r l ä u f i g a n die M i t t e d i e s e r

Epoche. D r . Gensen z e i g t e d e m V e r f a s s e r Z e i c h n u n g e n v o n L a T e n e - S c h e r b e n , die a u f d e m R h ü n d e r B e r g gefunden w o r d e n s i n d . Ein Z u s a m m e n h a n g unseres L ö ß - U m l a g e r u n g s s e d i m e n t s m i t d i e s e n l i e g t a u f der H a n d . D i e

1 4

Höhensiedlungen

C - D a t i e r u n g steht m i t d e r eisenzeitlichen B e s i e d l u n g i m E i n ­

klang. Am

Großen

M o s e n - B e r g , bei

Homberg/Efze,

dem anderen

Fundort

umgelagerter

Lösse, s i n d k e i n e W a l l - A n l a g e n b e k a n n t , u n d nach d e m F u n d - A r c h i v des A m t e s für B o ­ d e n a l t e r t ü m e r in M a r b u r g u n d M i t t e i l u n g e n d e r H e r r e n B e r g m a n n u n d H a a r b e r g

war

h i e r auch noch nichts Vorgeschichtliches gefunden w o r d e n . Z w a r b l i e b das Absuchen des b e g r a s t e n H a n g e s o h n e Erfolg,

doch brachten

auf der H ö h e beim Segelfliegerhaus nur

z w e i , d r e i S p a t e n s t i c h e sogleich z w e i v e r m u t l i c h eisenzeitliche Scherben u n d einen K i e s e l ­ s c h i e f e r - A b s p l i ß z u m Vorschein. W i e d e r u m H i n w e i s e für eine H ö h e n s i e d l u n g

oberhalb

einer L o k a l i t ä t mit umgelagertem L ö ß !

W e i t e r e V o r k o m m e n vorgeschichtlich v e r l a g e r t e n Boden- und Löß-Materials in H e s s e n ? SCHWALM ( 1 9 1 9 , 1 7 4 ) e r w ä h n t i m L ö ß l e h m v o n Ascherode ( B l . Z i e g e n h a i n 5 0 2 1 ) ein b i t u m i n ö s e s B a n d , d a s Eicheln u n d Bucheckern a u f w e i s t . In der S a m m l u n g des v e r s t o r b e ­ nen Prof. E. JACOBSHAGEN l i e g t eine Cepaea

nemoralis

aus L ö ß l e h m d e r Ziegelei A n r a f f

( B l . B a d W i l d u n g e n 4 8 2 0 ) , u n d bei der B e g e h u n g d e r G r u b e f ü h r t e J ü n g e r e n Lösses u n t e r d e m h o l o z ä n e n B o d e n Helix

pomatia

der obere T e i l des

LINNAEUS. Auch d i e

von

UENZE ( 1 9 5 6 , 5 6 — 5 8 ) besprochenen sterilen Deckschichten auf den niederhessischen b a n d ­ k e r a m i s c h e n S i e d l u n g e n k ö n n e n w o h l hier g e n a n n t w e r d e n . W e i t e r i m S W Hessens ist die N e n n u n g v o n Garrulus

glandarius

Tropidonotus Anguis

fragilis

Salamandra

LINNAEUS

tesselatus

LAUR =

Natrix

tessalata

LAUR.

LINNAEUS

maculata

LAUR. = Salamandra

Bufo

calamita

LAUR.

Hyla

arborea

LINNAEUS

in d e r L ö ß - F a u n a v o n H a h n s t ä t t e n

(Bl. K e t t e n b a c h

1 8 8 4 ) recht v e r d ä c h t i g auf nacheiszeitliches A l t e r .

salamandra

5 7 1 4 ) durch

LINNAEUS

SANDBERGER

(1883,


Uber jungholozäne, vorgeschichtliche Löß-Umlagerungen in Hessen

V e r m u t l i c h ist vorgeschichtliche h o l o z ä n e L ö ß - U m l a g e r u n g

13

i m hessischen B e r g l a n d

nicht selten. Sicherlich w e r d e n sich b e i n ä h e r e m H i n s e h e n noch z a h l r e i c h e B e i s p i e l e der­ selben ausmachen l a s s e n , v o r a l l e m a n d e n A k k u m u l a t i o n s - B e r e i c h e n d e r B e r g h ä n g e . Z u den oben beschriebenen V o r k o m m e n

vorgeschichtlich u m g e l a g e r t e r Lösse a n den

H ä n g e n m u ß es in d e n hessischen T ä l e r n auch die A u e n - F a z i e s geben, d. h. w i e in N i e d e r ­ sachsen, den Ä l t e r e n A u e l e h m . M a n k e n n t aber b i s l a n g solche B i l d u n g e n in Hessen nicht. LANG ( 1 9 5 4 , 5 8 — 6 2 )

beschrieb a l t e „ A u e l e h m e " aus d e m L a h n - T a l u n t e r h a l b

Marburg.

Sie w e r d e n jedoch v o n L a a c h e r B i m s ü b e r d e c k t u n d sind somit a l s w ü r m z e i t l i c h e o d e r s p ä t ­ g l a z i a l e natürliche F l u ß t a l - S e d i m e n t e a n z u s e h e n . MÄCKEL ( 1 9 6 9 ) h a t bei Gießen

keine

echten v o r m i t t e l a l t e r l i c h e n A u e l e h m e n a c h w e i s e n k ö n n e n . W e i t e S t r e c k e n d e r hessischen F l u ß a u e n sind aber noch nicht g e n ü g e n d untersucht w o r d e n . Danksagung Für

die

1 4

C-Datierung

sei H e r r n D r . G e y h , H a n n o v e r ,

für D i s k u s s i o n i m G e l ä n d e

den H e r r e n Prof. D r . S c h ö n h a l s , P r o f . D r . R o h d e n b u r g , D r . H a r r a c h , G i e ß e n , für

vor­

geschichtlichen R a t u n d Auskünfte d e n H e r r e n Dr. B e r g m a n n , Kassel, R e k t o r H a a r b e r g , N i e d e r s t e i n , und D r . Gensen, M a r b u r g , herzlich g e d a n k t . Literatur ACKERMANN, E.: Zur Unterscheidung g l a z i a l e r und postglazialer Fließerden. — Geol. Rdsch., 43, 328—341, 6 Abb., Stuttgart 1955. ANT, H.: Faunistische, ökologische und tiergeographische Untersuchungen zur Verbreitung der Landschnecken in Nordwestdeutschland. — Abh. Landesmus. Naturkunde Münster Westf., 25, H. 1, 125 S., 24 Abb., Münster 1963 [ 1 9 6 3 a ] . — : Die würm-periglaziale Molluskenfauna des Lippe- und Ahse-Tales bei H a m m . — N. Jb. Geol. Paläontol. M h . 1963, 77—86, 1 Abb., 1 Tab., Stuttgart 1963 [ 1 9 6 3 b ] . — : Der boreoalpine Verbreitungstypus bei europäischen Landgastropoden. — Verh. deutsch, zool. Ges., Zool. Anz. Suppl., 28, 326—335, 5 Abb., Leipzig 1965. — : Die Geschichte der westfälischen Landschneckenfauna. — Veröff. naturwiss. Vereinig. Lüden­ scheid, 7, 35—47, Lüdenscheid 1967. BÄRTLING, R.: Uber einen Laufsteg im Liegenden des jüngeren Löß bei Hörde i. W. — Z. deutsch. geol. Ges., 77, Monatsber. 138—145, 4 Abb., Berlin 1926. BLANKENHORN, M.: Erläuterungen zur Geologischen Karte von Preußen. Bl. Gudensberg. — 113 S., Berlin 1919. — : Erläuterungen zur Geologischen K a r t e von Preußen. Bl. Homberg a. d. Efze. — 128 S., 2 Abb., 3 Taf., Berlin 1920. CARLE:, W . : Zur Altersstellung junger Talfüllungen in Süddeutschland. — N a t u r u. Volk, 79, 113—119, 2 Abb., Frankfurt/M. 1949. DEHM, R.: Die Landschnecke Discus ruderatus im Postglazial Süddeutschlands. — Mitt. bayer. Staatssamml. Paläontol. u. hist. Geol., 7, 135—155, 1 Abb., München 1967. DÜRR, F.: Vulkanische Schwerminerale in Bodenprofilen Württembergs. — N . J b . Geol. Paläontol. Mh. 1953, 465—472, 1 Abb., Stuttgart 1953. FELS, E.: Nochmals: Anthropogene Geomorphologie. — Petermanns geogr. Mitt., 109, 9—15, Gotha-Leipzig 1965. FORCART, L.: Die Schneckenfauna des Isteiner Klotzes im W a n d e l der Zeiten. In: Der Isteiner Klotz, S. 369—408, Abb. 231—237, 8 Tab., Freiburg i. Br. (Rombach) 1966. HAARBERG, R.: Beobachtungen an vor- und frühgeschichtlichen Höhensiedlungen Niederhessens. —• Z. Ver. hess. Geschichte u. Landeskunde, 74, 9—30, 8 Abb., Kassel 1963. HÄNDEL, D.: Das Holozän in den nordwestsächsischen Flußauen. — H e r c y n i a N.F., 4, 152—198, 21 Abb., 1 Tab., Leipzig 1967. HAMM, F.: Warum stecken Erzeugnisse längst vergangener Geschlechter meistens im Erdboden? — Die Kunde N. F., 9, 20—27, Hannover 1958. HEBERER, G. & KURTH, G.: Fundumstände, relative Datierung und Typus des oberpleistozänen Schädels von R h ü n d a (Hessen). — Anthropologie, 1, 2 3 — 2 8 , 4 Abb., Brünn 1962 [ 1 9 6 2 a ] . — : R h ü n d a 1 9 5 6 - 1 9 6 0 - 1962. Das Ende eines „Neandertalers". Homo, 1 3 , 152—161, 10 Abb., 1962 [1962b]. — : Bemerkungen zu D a s „Alter des Schädels von Rhünda" III. — Eiszeitalter u. Gegenwart, 14, 104—106, Öhringen 1963.


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Reinhold Huckriede

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t h

d


Über jungholozäne, vorgeschichtliche Löß-Umlagerungen in Hessen

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Quaternary Science Journal - Über jungholozäne, vorgeschichtliche Löß—Umlagerung in Hessen