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Eiszeitalter

u.

Gegenwart

1—27 15 Abb., 7 T a b .

47

Hannover

1997

Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein) SABINE GAUDZINSKI*)

L o w e r P a l a e o l i t h i c , Middle P l e i s t o c e n e , Elephas

antiquus,

w o o d e n r e m a i n s , Kärlich-Interglacial,

site f o r m a t i o n p r o c e s s e s K u r z f a s s u n g : Die mittelpleistozäne

Fundstelle

Kärlich-

m o s t important e x p o s u r e for Q u a t e r n a r y stratigraphy in t h e

S e e u f e r ist d e r jüngste a r c h ä o l o g i s c h e N a c h w e i s i n n e r h a l b

Central R h i n e l a n d .

d e r K ä r l i c h e r T o n g r u b e , d i e seit Anfang d e s J a h r h u n d e r t s

T h e site w a s d i s c o v e r e d in 1 9 8 0 a n d e x c a v a t e d during t h e

als d e r wichtigste A u f s c h l u ß für das Q u a r t ä r d e r Mittel­

following years. T o g e t h e r with a n A c h e u l e a n lithic a s s e m ­

r h e i n r e g i o n gilt.

b l a g e a n d faunal remains, n u m e r o u s m a c r o s c o p i c plant r e ­

D i e F u n d s t e l l e w u r d e im J a h r e 1 9 8 0 e n t d e c k t u n d in d e n

m a i n s w e r e r e c o v e r e d in a n outstanding state o f preservati­

F o l g e j a h r e n a u s g e g r a b e n . Z u s a m m e n mit e i n e m a l t p a l ä o -

on. W o o d o f Abies a n d Quercus

lithischen Steingeräteinventar konnten zahlreiche Faunen­

s e m b l a g e in t h e form o f trunks a n d b r a n c h e s . T h e faunal a s ­

reste, v o r a l l e m a b e r H ö l z e r u n d Fruchtreste g e b o r g e n w e r ­

s e m b l a g e c o m p r i s e s : Panthera

d e n , d i e d u r c h e i n e e x z e l l e n t e Erhaltung

Equus

sind. H ö l z e r von Abies

u n d Quercus

gekennzeichnet

sind in d e r Haupt­

sp., Sus scrofa,

as Bosve\

Bison.

Cervus

Elephas

dominates the botanical as­ leo ssp., Elephas elaphus,

antiquus

Rangifer

antiquus, sp. a s w e l l

d o m i n a t e s t h e faunal a s ­

s a c h e vertreten u n d h a b e n sich in F o r m v o n Ä s t e n u n d

s e m b l a g e a n d t h e molars o f this s p e c i e s s h o w a certain ro­

B a u m s t ä m m e n erhalten. D i e Faunengemeinschaft

b u s t n e s s in c o m p a r i s o n t o t e e t h o f o t h e r Middle- and U p p e r

Panthera Cervus

feossp., elaphus,

v o n Elephas

Elephas Rangifer

antiquus

antiquus,

Equussp.,

umfaßt

Sus

scrofa,

s p . s o w i e Bos vel Bison.

Reste

d o m i n i e r e n . Überliefert sind v o r w i e ­

P l e i s t o c e n e Elephas

antiquus

populations.

T h e results o f t h e p a l y n o l o g i c a l analysis s h o w that t h e s e ­ diments containing the archaeological assemblage

were

g e n d M o l a r e n , d i e sich, i m V e r g l e i c h zu Z ä h n e n

anderer

d e p o s i t e d during t h e s e c o n d h a l f o f a n interglacial p h a s e ,

mittel- u n d j u n g p l e i s t o z ä n e r Elephas

opuVdtio-

t h e Kärlich Interglacial. M o r e o v e r , t h e s e results a l l o w d e ­

antiquus-V

tailed r e c o n s t r u c t i o n o f p a l a e o e c o l o g i c a l c o n d i t i o n s during

nen, durch besondere Robustheit auszeichnen. Durch pollenanalytische Untersuchungen dung d e s fundführenden

k o n n t e d i e Bil­

t h e Middle P l e i s t o c e n e .

Sediments an d e r Fundstelle a u f

Analysis o f site formation p r o c e s s e s , t a k i n g into a c c o u n t

d i e z w e i t e Hälfte e i n e r W a r m z e i t , d a s Kärlich-Interglazial,

t h e s e d i m e n t o l o g y o f t h e a r c h a e o l o g i c a l layers, t h e lithic

eingegrenzt werden. S i e erlauben darüber hinaus eine d e ­

a n d faunal a s s e m b l a g e s a n d t h e n u m e r o u s

taillierte R e k o n s t r u k t i o n p a l ä o ö k o l o g i s c h e r

p a l a e o b o t a n i c a l remains, s h o w s that t h e S e e u f e r site func­

Bedingungen

macroscopic

w ä h r e n d d e s Mittelpleistozäns.

t i o n e d a s a s e d i m e n t trap in w h i c h e v i d e n c e for h o m i n i d

A n a l y s e n z u r G e n e s e d e r Fundstelle, u n t e r B e r ü c k s i c h t i ­

activity h a s b e e n r e - b e d d e d t o g e t h e r with w o o d a n d faunal

g u n g d e r fundführenden

r e m a i n s . At Kärlich-Seeufer, a s at o t h e r E u r o p e a n

S e d i m e n t e , d e s l i t h i s c h e n Materi­

Lower

als, d e r F a u n a s o w i e d e r z a h l r e i c h e n p a l ä o b o t a n i s c h e n M a -

P a l a e o l i t h i c sites, claims for h o m i n i d activity a r e very diffi­

k r o r e s t e z e i g e n , d a ß d e r Platz als S e d i m e n t f a l l e fungierte,

cult t o assess a n d c a n o n l y b e d e m o n s t r a t e d for t h e lithic

in d i e R e s t e m e n s c h l i c h e r Aktivitäten z u s a m m e n mit H o l z -

assemblage. T h e contribution o f hominids to the presence

und Faunenresten umgelagert wurden. W i e auch an ande­

o f o t h e r c a t e g o r i e s o f finds r e m a i n s o b s c u r e .

ren

altpaläolithischen

Fundstellen

Europas,

so

können

a u c h a m Kärlicher S e e u f e r A u s s a g e n ü b e r h o m i n i d e s V e r ­

1 Einleitung

h a l t e n n u r ü b e r d i e Artefakte getroffen w e r d e n . D e r Z u ­ sammenhang

zwischen

hominiden

Aktivitäten

und den

übrigen Fundgattungen bleibt ungewiß. [The c o m p l e x f o r m a t i o n o f Middle Pleistocene a r c h a e o l o g i c a l sites u s i n g t h e Kärlich-Seeufer site as a n example]

D e r Fundplatz Kärlich-Seeufer wurde im J a h r e 1980 entdeckt. Systematische Ausgrabungen schlossen sich zwischen 1980 und 1982 u n d 1987-1992 durch G . BOSINSKI (BOSINSKI et al. 1 9 8 0 ) , K. HAPPE und J . KULEMEYER (KULEMEYER 1 9 8 8 ) , v o r allem a b e r durch K. K R Ö ­ GER ( K R Ö G E R et al. 1 9 9 1 ) an. W ä h r e n d

A b s t r a c t : T h e Middle P l e i s t o c e n e site K ä r l i c h - S e e u f e r is the youngest

a r c h a e o l o g i c a l site in t h e Kärlich c l a y pit

w h i c h , s i n c e t h e b e g i n n i n g o f this century, h a s b e e n t h e *) Anschrift d e r Verfasserin: Dr. S. G a u d z i n s k i , F o r s c h u n g s b e r e i c h Altsteinzeit d e s R ö m i s c h - G e r m a n i s c h e n

Zentral­

m u s e u m s Mainz, S c h l o s s M o n r e p o s , 5 6 5 6 7 N e u w i e d

dieser

Zeit

2

konnten m e h r als 417 m untersucht werden. D i e Ver­ fasserin unterzog das gesamte Fundmaterial zwischen 1992 und 1 9 9 4 einer Analyse (GAUDZINSKI 1 9 9 5 a ) .

D e r archäologische B e f u n d des Platzes ist durch altpaläolithische Artefakte u n d die D o m i n a n z v o n Ele­ phas antiquus-Resten i m Faunenmaterial g e k e n n -


2

SABINE GAUDZINSKI

zeichnet. B e s o n d e r s zu e r w ä h n e n ist die e x z e l l e n t e Erhaltung b o t a n i s c h e r Reste in F o r m v o n B a u m ­ s t ä m m e n , Ästen, Fruchtresten u n d Pollen. D i e paläob o t a n i s c h e n Reste e r l a u b e n e i n e detaillierte R e k o n ­ struktion p a l ä o ö k o l o g i s c h e r B e d i n g u n g e n w ä h r e n d des Mittelpleistozäns.

REZENTE PARABRAUNERDE LEHM Mit ZIEGEtSCHERBEN LAACHER SEE TEPHRA

1 3 ky c a l B P ( 1 1 ky BP)

JB

V o n früheren B e a r b e i t e r n war d e r a r c h ä o l o g i s c h e B e f u n d a m Kärlicher Seeufer zunächst als in situN a c h w e i s e i n e s Elefantenjagdplatzes interpretiert w o r d e n (BOSINSKI 1 9 8 3 , KULEMF.YF.R 1 9 8 8 , K R Ö G E R et

al. 1 9 9 1 ) . Detaillierte Analysen zur G e n e s e d e r fund­ führenden S e d i m e n t e , z u m lithischen Material, der Fauna s o w i e d e n p a l ä o b o t a n i s c h e n Resten zeigen indes, d a ß der Platz e i n e Sedimentfalle darstellt, in die Reste m e n s c h l i c h e r Aktivitäten z u s a m m e n mit Holz- u n d offenbar a u c h Faunenresten umgelagert wurden.

2 BI+tORIZONT lOSSlEHMMIT GERÖUBÄNDERN UNO ZWEI BV-HORIZONTEN FEINKIESLAGE

2 Allgemeine Geologie

lÖSS, IÖSSIEHM UND SCHWEMMIOSS

D e r Ort Kärlich liegt am Süd-Westrand des Neuwie­ der B e c k e n s , ca. 10 k m von K o b l e n z entfernt, am F u ß e d e s Kärlicher B e r g e s . Auf dessen Plateau ist die T o n g r u b e d e r Fa. M a n n h e i m g e l e g e n . Durch indu­ strielle Abraumarbeiten zur G e w i n n u n g tertiären T o n e s ist hier e i n e m ä c h t i g e mittelpleistozäne Abfol­ ge aufgeschlossen.

4 BIUORIZONT

lÖSS, Z.T. VERLAGERT lÖSSFUEBERDE lEHMBRÖCKElSANDE SCHWARZBRAUNER BIS DUNKEtBRAUNVKXEtTER HUMOSER, TONREICHER IEHM Mudden und humoso Sande mit archäologischen Funden TEKTONISCHVERSTEUTE UND Z.T. UMGELAGERTE BASAlTISCHE TEPHRASCHCHTEN (BROCKENTUFF !|

I /

TEPHRA KAE BU 'BROCKENTUFF* SöCjQj BtHORIZONT

OQR

3

3

0 1+

z

OO kv R P u

K

Y

a

r

lÖSS TEPHRA KAEOI3

4 5 2 ± 8 ky B P

TEPHRA KAE-BT3 lÖSS FlUVIATIl UMGELAGERTE. UNSG SCHRÄGGESCHICHTETE, KAE BTZASCHEN UNO lÖSSlEHMSCHCHTEN TEPHRA KAE-8T2 TEPHRA KAE-DT1

4 5 3 ± 7 ky B P

Die Pleistozänabfolge in Kärlich (Abb. 1 ) beginnt im w e s e n t l i c h e n mit Hauptterrassenschottern (RAZI RAD 1976, BOENIGK 1 9 7 8 ) . D i e Schotter im unteren Teil wLirden v o m Rhein abgelagert. Sie sind revers ma­ gnetisch polarisiert. D i e o b e r e n Schotter repräsen­ tieren d a g e g e n Moselablagerungen, die, w i e auch alle S e d i m e n t e im H a n g e n d e n der Abfolge, normal m a g n e t i s c h polarisiert sind (BOENIGK et al. 1 9 7 4 ) . Die B r u n h e s - M a t u y a m a - G r e n z e soll a m Ü b e r g a n g von Rhein- zu Moselschottern liegen. D i e D e c k s c h i c h t e n b e s t e h e n aus L ö ß u n d Lößderivaten mit e i n g e s c h a l ­ teten interglazialen B ö d e n und T e p h r a l a g e n ( B R E N N ­ ACKER et al. 1 9 6 9 , SCHIRMER 1 9 9 0 ) . V u l k a n i s c h e Akti­

F»KONKRET10NEN

vitäten sind im Rheinland erstmals durch d e n Ab­ schnitt G der Kärlicher Abfolge mit d e m Nachweis v u l k a n i s c h e r Minerale u n d basaltischer T e p h r a l a g e n belegt. Aus d i e s e m Abschnitt stammt d a r ü b e r hinaus e i n e interglaziale Kleinsäugerfauna, cromerzeitlic h e n Alters, charakterisiert durch das erste Auftreten

BTHORIZONT IÖSSIEHM •4 TEPHRA KAE BT I lÖSS

zzz

v o n Arvicola SAND- UNO KIESLAGEN UND UMGELAGERTER IÖSSIEHM (»IN

0

Seit B e g i n n dieses Jahrhunderts ist die T o n g r u b e Kärlich als der wichtigste Aufschluß für das Quartär der Mittelrheinregion bekannt. D i e bis zu 3 0 m m ä c h t i g e n A b l a g e r u n g e n repräsentieren S e d i m e n t e v o m E n d e des Altpleistozäns bis z u m o b e r e n Mittelpleistozän.

(V. KOLFSCHOTEN & TURNER 1 9 9 5 ) .

In die S e d i m e n t e d e s h a n g e n d e n Abschnitt H (Abb.

RINNENSYSIEM

HOCHftUTtEHME UND AUEBODEN TERRASSENSCHOTTER UND -SANDE

HOCHFIUIIEHM SAND SCHOTTER

}

- ABSCHIEBUNG

MATUVAMA

lEKIONISCH VERSTEUT

A b b . 1: S c h e m a t i s i e r t e s G e s a m t p r o f i l d e r T o n g r u b e Kär­ lich, modifiziert n a c h KRÖGER et al. ( 1 9 9 1 ) . Z u s a m m e n s t e l ­ lung d e r p h y s i k a l i s c h e n Alter: K A E - D T 1 : LIPPOLT et al. ( 1 9 8 6 ) , K A E - D T 2 , K A E - B T 4 : v. D. BOGAARD et al. ( 1 9 8 9 ) , L a a c h e r S e e T e p h r a ( c a l ) : STREET et al. ( 1 9 9 4 ) . Fig. 1: Schematic main profile, Kärlich clay pit, modified after KRÖGER et al. (1991). Compilation of physical ages: KAE-DT1: LIPPOLT et al. (1986), KAE-DT2, KAE-BT4: v. D. BOGAARD et al. (1989), Laacher See Tephra (cal): STREET et al. (1994).


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

1) sind zwei T e p h r a l a g e n eingeschaltet, für d i e ein Alter u m 4 5 0 k y B P auf d e r Basis v o n A R / A R Stu­ fenheizung- u n d Lasereinzelkristalldatierungen (LIP4 0

3 9

POLT et al. 1 9 8 6 , V. D. BOGAAARD & SCHMINCKE 1 9 9 0 )

ermittelt wurde. D e r Abschnitt H wird durch eine B o d e n b i l d u n g a b g e s c h l o s s e n . Aus diesem Horizont stammt eine warmzeitliche Molluskenfauna, d i e ein Interglazial repräsentiert, das als das Kärlich-Inter­ glazial b e s c h r i e b e n w o r d e n ist (BRUNNACKER et al. 1969,

1971).

D a r ü b e r folgt der s o g e n a n n t e Kärlicher Brockentuff, e i n e bis zu 6 m mächtige T e p h r a , die durch m e h r e r e m o n o g e n e t i s c h e , p h r e a t o m a g m a t i s c h e Eruptionen entstand. N e b e n m a g m a t i s c h e n K o m p o n e n t e n setzt sich d e r Brockentuff aus verbrannten T o n b l ö c k e n , G e r o l l e n aus d e n b e i m V u l k a n a u s b r u c h durchschla­ genen Flußterrassenschottern, Lößfetzen und S t ü c k e n d e v o n i s c h e n Schiefers aus d e m Untergrund des Rheinischen Schiefergebirges z u s a m m e n . Für die Entstehung dieser T e p h r a wird auf der Basis v o n A R / A R Lasereinzelkristalldatierungen e i n Alter v o n 3 9 6 ± 2 0 ky B P postuliert. Mit d e m Brockentuff e n d e t im w e s e n t l i c h e n d i e Abfolge d e s Kärlicher Hauptprofils. 4 0

3 9

Nur in einer Depression in d e r Süd-Ost-Ecke der T o n g r u b e setzt sich der N a c h w e i s fort. Ü b e r d e m B r o c k e n t u f f akkumulierten hier warmzeitliche Abla­ g e r u n g e n , ü b e r d e n e n w i e d e r u m die S e d i m e n t e ab­ gelagert wurden, die d i e a r c h ä o l o g i s c h e n Funde enthalten. 2.1 G e o l o g i e d e r F u n d s t e l l e Der Fundplatz Kärlich-Seeufer liegt innerhalb einer D e p r e s s i o n . O b w o h l d e r e n Entstehung kontrovers diskutiert wird (BOSINSKI et al. 1 9 8 0 , v. D. B O G A A R D et al. 1 9 8 9 , SCHIRMER 1 9 9 0 ) , l a s s e n p h r e a t o m a g m a t i s c h e

Eruptionszentren eines o d e r m e h r e r e r östlich des Fundplatzes g e l e g e n e r Maare e i n e n vulkano-tekton i s c h e n Ursprung plausibel e r s c h e i n e n (GAUDZINSKI et al. 1 9 9 5 ) .

Als F o l g e der Instabilität d e r H ä n g e traten unmittel­ b a r n a c h der Entstehung d e r D e p r e s s i o n kleinere

Abb.

2 : Ostprofil d e r G r a b u n g a m F u n d p l a t z K ä r l i c h - S e e u f e r . Fig. 2: East profile, excavation Kärlich-Seeufer.

3

u n d größere RuLschungen auf, b e i d e n e n Mosel­ schotter, u m g e l a g e r t e r Brockentuff u n d S e d i m e n t e die lithologisch mit d e n e n der Abschnitte E, F u n d H d e r Kärlicher G e s a m t a b f o l g e vergleichbar sind, abgelagert w u r d e n . T o n e s c h w e m m t e n aus d e m Brockentuff aus; e s bildete sich eine T o n s c h i c h t ; e i n G e w ä s s e r entstand. Die Sedimente d e r h a n g e n d e n Abfolge w e r d e n zu­ n e h m e n d feinkörniger u n d der Gehalt an organi­ s c h e m Material n i m m t zu. W ä h r e n d e i n e r stabilen P h a s e mit sehr g e r i n g e r Sedimentation w u r d e n Feindetritusmudden sedimentiert, die z u m R a n d b e r e i c h d e r Depression h i n in Grobdetritusmudden ü b e r g e ­ h e n (Abb. 2 , S c h i c h t I V ) . Über diesen w u r d e n die fundführenden S e d i m e n t e durch „debris flows" in e i n e m Paket v o n bis zu 2 , 4 0 m Mächtigkeit abgela­ gert. D a s Paket setzt sich aus mindestens 4 Ablage­ r u n g e n z u s a m m e n ( A b b . 2 , Schicht Illa-Schicht I ) , die zu u n t e r s c h i e d l i c h e n Quantitäten a u s umgela­ g e r t e m Brockentuff, Sand, Lehm u n d Lapilli b e s t e ­ h e n u n d die sich unterschiedlich ü b e r die Gra­ bungsfläche a u s d e h n e n (vgl. Abb. 4 ) . Aus südlicher u n d westlicher Richtung fällt die Depression, in der d i e s e Sedimente abgelagert wurden, stark e i n u n d d e r e n Neigungswinkel k a n n bis zu 5 0 ° betragen. W i e auch b e i d e n Mudden, so nimmt die Feinkör­ nigkeit der A b l a g e r u n g e n zum Zentrum der Hohl­ form hin zu. D u r c h S c h l a m m s t r ö m e wurden in d e r Folgezeit T o ­ ne, Schluffe u n d drei Horizonte organischer Ablage­ rungen in e i n e m P a k e t v o n bis zu 2 m Mächtigkeit geschichtet sedimentiert (Abb. 1, Abb. 2 , Schicht 0 ) . Im h a n g e n d e n B e r e i c h der obersten organischen Ablagerung läßt sich e i n deutlicher S e d i m e n a t i o n s w e c h s e l fassen. Ein bis zu 1 0 m mächtiges Paket g e ­ schichteter A b l a g e r u n g e n , mit e i n e m F a r b w e c h s e l v o n grau ü b e r s c h w a r z zu braun, zeigt an, d a ß kein G e w ä s s e r m e h r b e s t a n d . Die Sedimentation erfolgte n u n durch H a n g a b s p ü l u n g e n . Die K o r n g r ö ß e d e r A b l a g e r u n g e n w e c h s e l t v o n feinkörnig zu grobkör­ nig, schluffig u n d a u c h sandig. In diese Abfolge sind z w e i hellgraue P s e u d o g l e y b ö d e n eingeschaltet, die e i n e Sedimentationsunterbrechung a n z e i g e n . D i e


4

SABINE GAUDZINSKI

Abb. 3: V e r e i n f a c h t e s P o l l e n d i a g r a m m d e s Profils Kärlich F.. B e r e c h n u n g s g r u n d l a g e a u f d e r B a s i s d e r B a u m p o l l e n o h n e Fig. 3: Simplified pollen diagram of the profile Kärlich E. Pollen sum calculated on the basis of the tree pollen excluded Corylus.

Abfolge wird durch e i n e n tonreichen b r a u n e n B o ­ den, Reste d e s Bt-Horizontes einer Parabraunerde, die e i n e S c h i c h t l ü c k e anzeigen, a b g e s c h l o s s e n . Die S e q u e n z a m Kärlicher Seeufer endet mit unverwit­ tertem g e l b e m , k a r b o n a t r e i c h e m L ö ß (GAUDZINSKI et al.

Insgesamt umfaßt d e r palynologische Nachweis s e c h s Phasen mit 1 4 lokalen Pollenzonen, die das In­ terglazial sowie den B e g i n n der nachfolgenden Kalt­ zeit umfassen u n d im folgenden b e s c h r i e b e n wer­ d e n (BITTMANN 1 9 9 D A b b . 3 ) .

1995).

3 Paläobotanik Die E r g e b n i s s e palynologischer U n t e r s u c h u n g e n er­ m ö g l i c h t e n detaillierte Umwelt- s o w i e K l i m a r e k o n ­ struktionen vor u n d zum Zeitpunkt d e r B i l d u n g der fundführenden

S e d i m e n t e (BITTMANN

1991,

1992).

Die limnischen u n d telmatischen A b l a g e r u n g e n o b e r h a l b d e s umgelagerten Brockentuffs w u r d e n palynologisch untersucht. D i e v o n F . BITTMANN durchgeführten Arbeiten zeigten, d a ß d i e „debrisflows" w ä h r e n d d e s zweiten Teils e i n e r Warmzeit abgelagert wurden, die d e m Kärlich-Interglazial zu­ g e r e c h n e t wird (BITTMANN 1 9 9 1 ) .

Es k o n n t e n insgesamt 5 Pollenprofile studiert wer­ den, v o n d e n e n zwei in der U m g e b u n g d e r Gra­ bungsstelle liegen u n d d e n zweiten Teil d e s Interglazials charakterisieren. Drei weitere Profile stam­ m e n aus d e m B e r e i c h d e r Grabungsfläche u n d cha­ rakterisieren d i e U m w e l t w ä h r e n d d e r Ablagerung des a r c h ä o l o g i s c h e n Materials.

Quercetum mixtum-Phase (lokale P o l l e n z o n e n 1 - 3 ) Die E i c h e n m i s c h w a l d p h a s e m u ß als das klimatische O p t i m u m der Warmzeit betrachtet werden. Im Pol­ lendiagramm erreichen d i e thermophilen Arten w i e Celtis, Cornus mas, Hedem und Syringa ihre höch­ sten W e r t e und nur in dieser Phase k o n n t e der W a s ­ serfarn, Azolla filiculoides, nachgewiesen werden. Die Vegetation zeigt an, d a ß sich die G e w ä s s e r b e ­ dingungen von m e s o t r o p h zu eutroph änderten. Die Cö?pmMS-Eichenmischwald-Phase (lokale Pollenzonen 4 - 7 ) . Zu B e g i n n dieses Abschnittes wird die E i c h e v o n der H a i n b u c h e als d o m i n i e r e n d e Baumart abgelöst. A b der P o l l e n z o n e 4 zeigt e i n e niedermoorartige V e g e ­ tation, d a ß m e s o - e u t r o p h e B e d i n g u n g e n i m G e w ä s ­ ser herrschten. G e g e n E n d e d e r Zone 6 verschlech­ tert sich das Klima e r k e n n b a r . Von n u n a b w e r d e n die thermophilen Waldgesellschaften d e r frühen Ga^pmws-Eichenmischwald-Zeit zusehends v o n b o realen Nadelwäldern u n d Z w e r g s t r a u c h g e b ü s c h e n


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

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Corylus. (Mit freundlicher G e n e h m i g u n g durch F. B i t t m a n n ) (Included by kind permission of F. Bittmann)

verdrängt und gegen E n d e der Carpinus-Eichenm i s c h w a l d Phase herrschten m e s o - o l i g o t r o p h e B e ­ d i n g u n g e n im G e w ä s s e r vor. Die Pinus Phase (lokale P o l l e n z o n e 8 ) W ä h r e n d der Pinus-Vhase zeigt sich eine lückige, waldtundrenartige bis waldfreie Vegetation; e s ist mit k a l t e m Klima des b e g i n n e n d e n Glazials zu rech­ nen. D i e starke D o m i n a n z v o n Pinus im Pollen­ s p e k t r u m dürfte auf das l o k a l e V o r k o m m e n dieses starken Pollenproduzenten a m Rande des zu dieser Zeit vollständig verlandeten Gewässers z u r ü c k g e ­ führt w e r d e n . Das M ü l h e i m I-Stadial ( l o k a l e P o l l e n z o n e n 9 - 1 0 ) Durch die anhaltende Klimaverschlechterung k o m m t es während dieser P h a s e zur vollständigen Entwaldung der Landschaft. V o n jetzt an herrscht ei­ ne Tundravegetation vor. G e g e n Ende des Mülheim I-Stadials entwickelt sich w i e d e r u m ein G e w ä s s e r . Das Kettig Interstadial ( l o k a l e P o l l e n z o n e 1 1 ) Für interstadiale Klimaverhältnisse w ä h r e n d des Kettig Interstadials spricht d i e Zunahme des BP-An­ teils (vor allem Eiche u n d Fichte), sowie der Rück­ gang der T u n d r e n e l e m e n t e . Als Ergebnis e i n e r er­ h ö h t e n Produktionsrate a n organischem Material, aufgrund gemäßigteren Klimas, kann auf ein w e i t e -

res T r o c k e n f a l l e n des G e w ä s s e r s g e s c h l o s s e n wer­ den. Das Mülheim Ii-Stadial (lokale P o l l e n z o n e 1 3 ) Das Mülheim Ii-Stadial schließt die p a l ä o b o t a n i s c h untersuchte S e q u e n z n a c h o b e n ab. G e k e n n z e i c h ­ net durch völlige Waldlosigkeit zeigt die Vegetation nun e i n e n tundraartigen Charakter. I m Laufe dieser P h a s e verbesserte sich das Klima w i e d e r u m , j e d o c h w e s e n t l i c h s c h w ä c h e r als w ä h r e n d des Kettig-Interstadials. Am Ü b e r g a n g der lokalen P o l l e n z o n e n 13 u n d 14 k o m m t es zu einer plötzlichen Vegetations­ veränderung. W ä h r e n d zunächst kalte u n d feuchte T u n d r a b e d i n g u n g e n herrschten, lassen sich nun Ar­ ten n a c h w e i s e n , die als typisch für e i n e kalte u n d t r o c k e n e Steppenlandschaft angesehen werden k ö n n e n . Dieser plötzliche W e c h s e l k ö n n t e e i n e n Hiatus u n b e k a n n t e r D a u e r anzeigen. 4 Gewässer und Umweltrekonstruktion Die Korrelation von G r a b u n g s - und Pollenprofilen a m Seeufer zeigte, d a ß die Sedimente w ä h r e n d der l o k a l e n Pollenzonen 6 und 7 der Carpinus-Eichenmischwald-Phase abgelagert wurden. Aus dieser Korrelation kann, z u s a m m e n mit Hinweisen durch die vertikale Verteilung der a r c h ä o l o g i s c h e n Funde,


SABINE GAUDZINSKI

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Schicht Uta (Polteraone 6 / 7 a d » s Käriicher Intetglaziais) Grctfoungsgfeme

Schicht 1Mb (PoBenzorte 7 b des Käriicher Intetglazials) Liefergebiet I

Schicht II (Poltonzone 7b des Kärltcher intergiaziais) Lief er gebiet

Erosionsphase Rinnenfötmige Erosion und Umlogefung der Sedimente

Heutiger Zustand

A b b . 4: S c h e m a t i s c h e R e k o n s t r u k t i o n zur G e n e s e d e s F u n d p l a t z e s Kärlich-Seeufer. Fig. 4: Schematic reconstruction of site formation processes at the Kärlich-Seeufer site.

auf die G e w ä s s e r - und Umweltsituation zum Zeit­ punkt der F u n d s c h i c h t g e n e s e r ü c k g e s c h l o s s e n w e r ­ den (Abb. 4 ) . Nach d e m Klimaoptimum des Kärlich-Interglazials wurde zunächst die Schicht lila w ä h r e n d der Pollen­ zonen 6 u n d 7a in den T ü m p e l e i n g e s c h w e m m t . D i e gute Pollenführung legt n a h e , d a ß die S e d i m e n t e offenbar zunächst unterhalb der W a s s e r o b e r f l ä c h e

zur Ablagerung k a m e n . D i e klimatische Abkühlung schreitet voran, der An­ teil kaltzeitlicher F l o r e n e l e m e n t e n i m m t zu. D a ­ durch k o m m t es zur Auflichtung der B e w a l d u n g . In der zeitlichen F o l g e ( P o l l e n z o n e 7 b ) gelangt die Schicht I l l b in den T ü m p e l . D i e Pollenführung läßt a u c h hier die Ablagerung der Debrite unter Wasser plausibel erscheinen. Erst g e g e n E n d e der Phase


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

setzt die Austrocknung des G e w ä s s e r s ein und die Uferlinie wandert in nördliche Richtung. Die Schicht II wurde offenbar g e g e n Ende der P h a s e 7 b abgela­ gert. D a n a c h k a m e s zur partiellen Erosion der D e brite, die zur rinnenförmigen Abtragung der Schich­ ten Illb und II im mittleren B e r e i c h der Grabungs­ fläche führte. Da Schicht I durch das Pollenprofil nicht erfaßt wurde, bleibt ungeklärt, w a n n es zur Ab­ lagerung dieser S e d i m e n t e kam. In j e d e m Fall m u ß die Sedimentation n a c h der Ablagerung der Schicht II stattgefunden h a b e n . Offenbar wurden diese Sedimente durch Erosion na­ h e z u vollständig abgetragen und k o n n t e n sich nur n o c h im hangabwärts g e l e g e n e n Flächenteil erhal­ ten (Abb. 4 ) . Da die fundführenden Sedimente trotz ihrer Bildung durch H a n g a b s p ü l u n g e n einen recht l ü c k e n l o s e n pollenanalytischen Nachweis zeigen, m u ß von einer m e h r oder w e n i g e r kontinuierlichen Ablagerung der Debrite a u s g e g a n g e n werden. W i e später erläutert wird, wurde offenbar zumindest der Großteil des ar­ c h ä o l o g i s c h e n Fundgutes z u s a m m e n mit den D e h n ­ ten in den T ü m p e l e i n g e s c h w e m m t . 5 Die g e o c h r o n o l o g i s c h e P o s i t i o n d e r F u n d s t e l l e Paläontologische Arbeiten zu Kleinsäugern aus d e m Abschnitt G des Kärlicher Hauptprofils (V. KOI.FSCHOTEN 1 9 9 0 ) legen n a h e , daß die Fundstelle Kär­ lich-Seeufer jünger sein m u ß als das Interglazial IV des C r o m e r - K o m p l e x e s im Sinne der holländischen pleistozänen Stratigraphie (ZAGWIJN 1 9 8 5 ) . S o wird der Abschnitt G biostratigraphisch der „Arvicola terrestris cantianasorex (Drepanosorex) sp. concur­ rent range-subzone" zugeordnet, die in das Cromer IV-Interglazial und an den B e g i n n der Elsterkaltzeit gestellt wird (V. KOLFSCHOTEN 1 9 9 0 ) . Nach BITTMANN ( 1 9 9 1 ) kann der pollenanalytische Nachweis am Seeufer nur mit d e m zweiten Opti­ m u m des Cromer-zeitlichen Interglazials von Bils­ hausen, Niedersachsen (MÜLLER 1 9 6 5 , 1 9 9 2 ) gleich­ gesetzt werden und läßt sich w e d e r mit d e m Hol­ stein n o c h mit d e m E e m korrelieren. W i e die Analy­ se laminierter S e e s e d i m e n t e zeigt, dauerte die s o g e ­ nannte Ruhme-Warmzeit von Bilshausen mehr als 25 0 0 0 J a h r e . Die Warmzeit wird v o n e i n e m starken Klimarückschlag u n t e r b r o c h e n und die interglaziale Vegetation wurde durch einen Kiefern-Birkenwald ersetzt. Nach BITTMANN ist diese Situation mit d e n Kärlicher N a c h w e i s e n vergleichbar. Die interglaziale Mollus­ kenfauna unterhalb des Brockentuffs k ö n n t e d e m ersten klimatischen O p t i m u m des Ruhme-Interglazials entsprechen. W ä h r e n d eines Klimarückschlages m ü ß t e dann der B o d e n , der die Molluskenfauna ent­ hielt, umgelagert w o r d e n sein. Zu B e g i n n des zwei­ ten Klimaoptimums w ä r e dann der Brockentuff

7

eruptiert. Vereinzelte Makroreste v o n ^4cer campestre und Comus mas, die an der B a s i s des B r o c k e n ­ tuffs gefunden wurden, dienen hier als Beleg für die Eruption w ä h r e n d e i n e r interglazialen Phase (SCHIR­ MER 1990; BITTMANN unveröffentlichte Daten), Ent­ s p r e c h e n d der p a l y n o l o g i s c h e n Ergebnisse reprä­ sentiert die P o l l e n a b f o l g e aus d e n Mudden, o b e r ­ halb des in die D e p r e s s i o n umgelagerten B r o c k e n ­ tuffs, das zweite O p t i m u m des Kärlich-Interglazials. So schlüssig diese Deutung von Seiten der Palynologie sein mag, die Interpretation ist nicht unumstrit­ ten. Aus g e o l o g i s c h e r Sicht kann n i c h t ausgeschlos­ s e n werden, d a ß der B o d e n , der die interglaziale Molluskenfauna enthielt, durch periglaziale Prozes­ se umgelagert w u r d e . In der K o n s e q u e n z m ü ß t e n d a n n zwei u n a b h ä n g i g e Interglaziale postuliert w e r ­ den. Ein Interglazial unterhalb d e s umgelagerten Brockentuffs w ü r d e durch die interglaziale Mollus­ kenfauna belegt, ein weiteres w ü r d e oberhalb d e s umgelagerten Brockentuffs durch M u d d e n mit inter­ glazialer P o l l e n a b f o l g e repräsentiert (GAUDZINSKI 1995a). V o n w e l c h e r D a u e r der Hiatus z w i s c h e n dem u m g e ­ lagerten B o d e n unterhalb des Brockentuffs und d e m Brockentuff s e l b e r war, m u ß bis hetite offen blei­ b e n . Z u s a m m e n f a s s e n d lassen die biostratigraphis c h e n und p a l y n o l o g i s c h e n Resultate plausibel er­ s c h e i n e n , d a ß der Fundplatz e i n e r Warmzeit ü b e r d e m C r o m e r - K o m p l e x jedoch nicht d e m Holstein (sensu stricto) zugeordnet werden k a n n . Vom s e d i m e n t o l o g i s c h - p e d o l o g i s c h e n Standpunkt aus läßt sich lediglich ein terminus ante quem zu Stadium 7 der m a r i n e n Sauerstoffisotopenkurve p o ­ stulieren. Ü b e r d e m fundführenden Horizont d e s Kärlicher Seeufers wurden kaltzeitliche Sedimente abgelagert. D a n n ist als gut entw ickelter Hl I lorizonl e i n e r Parabraunerde ausgebildet; Relikt einer inter­ glazialen B o d e n b i l d u n g e e m z e i t l i c h e n Alters. Die Sedimentabfolge wird durch Ablagerungen a b g e ­ schlossen, die als weichselzeitlicher L ö ß interpretiert w e r d e n (GAUDZINSKI et al. 1995). Physikalische D a t i e r u n g s m e t h o d e n g e b e n e i n e n weiteren Anhaltspunkt für das Alter der Fundstelle. Der Brockentuff, im Liegenden d e r fundführenden Sedimente, war durch A R / A R Lasereinzelkristall­ datierung auf 3 9 6 ± 2 0 ky BP datiert worden. Dieses D a t u m wurde mit d e m Sauerstoffisotopenstadium 11 korreliert (v. D. BOGAARD et al. 1 9 8 9 ) . Die vorliegenden Ergebnisse s p r e c h e n am e h e s t e n für e i n e Zuordnung des Platzes in d i e 018-Stadien 11 o d e r 9 der marinen Sauerstoffisotopenkurve. 4 0

W

6 Das lithische Material Die Analyse d e s lithischen Materials wird am Fund­ platz Kärlich-Seeufer durch eine R e i h e von Faktoren erschwert, die mit der problematischen Identifizie-


s

SABINE GAUDZINSKI

rung der Artefakte in Z u s a m m e n h a n g stehen. G e o fakte, d u r c h natürliche P r o z e s s e zersprungene Stei­ ne, die d i e g l e i c h e n M e r k m a l e wie Artefakte z e i g e n , sind seit l a n g e m bekannt (MORTELMANS 1 9 4 7 , CLARK 1958). I m speziellen Fall d e s Kärlicher Seeufers s p i e ­ len „Tephrofakte" (BOSINSKI et al. 1980: 3 1 0 ) e i n e große Rolle. Dabei handelt e s sich um durch vulka­ nische Tätigkeit z e r s c h l a g e n e Steine. In Kärlich gilt der B r o c k e n t u f f als Lieferant für diese „Tephrofak­ te". B e i d e r Eruption des V u l k a n s , der d e n B r o c k e n ­ tuff lieferte, wurden d e v o n i s c h e Schiefer, teritärer Ton, a b e r a u c h Lösse s o w i e Rhein- und M o s e l s c h o t ­ ter d u r c h s c h l a g e n . Alle d i e s e K o m p o n e n t e n bilden B e s t a n d t e i l e d e s Brockentuffs. Im fundführenden S e d i m e n t p a k e t findet sich um­ gelagertes Material aus d e m Brockentuff, darunter a n g e s c h l a g e n e Rhein- u n d Moselschotter. D i e s e Stücke z e i g e n keine S p u r e n thermischer Einwir­ kung, s o n d e r n „Schlagmerkmale" in Form v o n B u l ­ ben, Auftreffpunkten und Spaltflächen. D i e Diffe­ renzierung zwischen Artefakten und Naturproduk­ ten ist s o m i t eines der K e r n p r o b l e m e b e i der Analy­ se der Steingeräte. E r s c h w e r e n d kommt hinzu, d a ß bei d e r Steingeräteherstellung Rohmaterialien Ver­ w e n d u n g fanden, die a u c h im Brockentuff auftreten und die S c h l a g m e r k m a l e nur ungenau e r k e n n e n las­ sen, w i e d e v o n i s c h e r Quarzit und Quarz. B e m ü h t objektive Unterscheidungskriterien zur Ab­ g r e n z u n g v o n Artefakten und Tephrofakten zu er­ k e n n e n , analysierte KULEMEYER ( 1 9 8 8 ) den F r e m d g e ­ steinsanteil innerhalb des fundführenden S e d i m e n t s im V e r g l e i c h zum Brockentuff. Eine klare Abgrenzung z w i s c h e n Artefakten u n d T e ­ phrofakten konnte trotz d i e s e r B e m ü h u n g e n nicht v o r g e n o m m e n werden. Für die Ausgrabungsarbeiten blieb dieser Aspekt nicht o h n e K o n s e q u e n z e n . V o n 1982 an w u r d e das Steinmaterial systematisch aus Viertel-Quadratme­ tern, in 10-cm-Abhüben g e b o r g e n . Aus d i e s e m Ma­ terial w u r d e n die Artefakte nachträglich a u s g e l e s e n . Die e n d g ü l t i g e Auswahl d e r Steingeräte w u r d e v o n der Verfasserin v o r g e n o m m e n . Durch die K o m b i n a ­ tion v e r s c h i e d e n e r M e r k m a l e (wie z. B . G r ö ß e , Form, Rohmaterial, Schlagpunkt, Schlagfläche, Tab. 1: Steingeräteinventar v o m Fundplatz KärlichSeeufer ( n = 1 4 6 ) unmodifizierte A b s c h l ä g e

41,1%

(n = 60)

Absplisse

6,2%

(n = 9 )

Trümmerstücke

2,0%

(n = 3)

Abschlaggeräte

31,5%

(n = 4 6 )

retuschierte „Stücke"

5,5%

(n = 8)

bifaziell bearbeitete S t ü c k e

6,2%

(n = 9 )

Kerne

7,5%

(n = 11)

S c h l a g n a r b e , Schlagrichtung, Ausbildung d e r V e n ­ tralfläche) erwiesen sich die Stücke als artifiziell (GAUDZINSKI 1 9 9 5 a ) .

Insgesamt umfaßt das Inventar 146 Stücke und glieder sich w i e folgt: Als F o l g e der Auslese ist das Steingeräteinventar von einer starken Bearbeitungsselektion geprägt. D i e s e findet in der qualitativen u n d quantitativen Zusam­ mensetzung, z. B . im h o h e n Anteil an retuschierten F o r m e n u n d im nahezu vollständigen F e h l e n von T r ü m m e r s t t i c k e n Ausdruck. Als Rohmaterial zur Herstellung der a u s g e l e s e n e n Artefakte wurde, mit e i n e m Anteil von 55 %, in der H a u p t s a c h e devonischer Quarzit verwendet. Stein­ geräte a u s Quarz, sind mit c a . 28 % am Inventar b e ­ teiligt u n d Artefakte aus gut spaltbaren Materialien wie Tertiärquarzit, Kieselschiefer und Hornstein tre­ ten nur zu ca. 17 % auf. D i e meisten Rohmaterialien sind lokaler Herkunft u n d stammen, n a c h heutiger Kenntnis, aus Distanzen v o n bestenfalls 4 k m . Zum Zeitpunkt der Besiedlung lagerte der Rhein in der Nähe der Fundstelle a u s g e d e h n t e Schotterfelder ab, die als Beschaffungsquelle e b e n s o in Betracht k o m ­ m e n w i e Rhein- und Moselschotter aus d e m älteren Teil d e s Quartärs. Auch d i e s e k ö n n e n in unmittelba­ rer N ä h e der Fundstelle angetroffen w e r d e n . Weiter­ hin s c h e i n t die E n t n a h m e von Gerollen a u s d e m Brockentuff, also aus d e m Bereich des Fundplatz­ areals plausibel (FLOSS 1 9 9 4 ) . Ein S c h a b e r aus Ter­ tiärquarzit (Abb. 5: 1) primären V o r k o m m e n s , weist auf das maximale Einzugsgebiet hin (FLOSS 1 9 9 4 ) . Die n ä c h s t g e l e g e n e n , b e k a n n t e n V o r k o m m e n von Blockfeldern finden sich h e u t e ungefähr 3 bis 4 km nordöstlich der Fundstelle b e i Saffig. I n s g e s a m t ist das Kärlicher Steingeräteinventar ein­ fachen Charakters. S o w o h l einfache unmodifizierte A b s c h l ä g e als auch Abschlaggeräte sind d u r c h e i n e n h o h e n Anteil an Cortex u n d / o d e r Naturtrümmero b e r f l ä c h e n g e k e n n z e i c h n e t . Interpretierbare Dorsalflächenmuster treten selten auf und der ü b e r w i e ­ g e n d e Anteil an Stücken zeigt dorsal bestenfalls g e ­ rade drei Negative. D i e meisten Schlagflächen der A b s c h l ä g e sind mit Rinde b e d e c k t u n d / o d e r zeigen Naturtrümmeroberflächen. Unter den A b s c h l a g g e r ä ­ ten d o m i n i e r e n einfache S c h a b e r , deren Arbeitskan­ ten zumeist eine kontinuierliche, durchlaufende Re­ tuschierung zeigen. Die detaillierte v e r g l e i c h e n d e Analyse v o n unmodifizierten Abschlägen und Abschlaggeräten läßt Un­ t e r s c h i e d e zwischen b e i d e n G r u p p e n e r k e n n e n . S o z e i c h n e n sich die unmodifizierten A b s c h l ä g e häufig durch lateral g e l e g e n e Siretbrüche aus, die b e i den Abschlaggeräten selten sind. Modifizierte A b s c h l ä g e tragen lateral zumeist e i n e gerade oder k o n v e x e Ar­ beitskante. W e i t e r e Unterschiede z w i s c h e n b e i d e n G r u p p e n zeigen s i c h in der Anzahl d e r Dorsalflächennegative


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

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A b b . 5 : Artefakte v o m F u n d p l a t z Kärlich-Seeufer. 1 ) S c h a b e r a u s Tertiärquarzit, 2 ) A b s c h l a g mit retuschierter K a n t e a u s d e v o n i s c h e m Quarzit, 3 ) Z u s a m m e n p a s s u n g d r e i e r unmodifizierter A b s c h l ä g e a u s d e v o n i s c h e m Quarzit, 4 ) A b s c h l a g a u s Tertiärquarzit mit Holzrest, 5 ) retuschiertes „Stück", 6 , 7 ) S c h a b e r a u s d e v o n i s c h e m Q u a r z i t , 8 ) retuschierter Q u a r z a b ­ s c h l a g , 9 ) K e r n aus d e v o n i s c h e m Quarzit, 1 0 ) S c h a b e r a u s Tertiärquarzit. M = 1:1 Fig. 5: Artefacts from the Kärlich-Seeufer site. 1) scraper, Tertiary quartzite, 2) retouched flake, Devonian quartzite, 3) refitting of three unmodified flakes, Devonian quartzite, 4) flake with wooden remain, Tertiary quartzite, 5) retouched „piece", 6, 7) scraper, Devoni­ an quartzite, 8) retouched flake, Quartz, 9) core, Devonian quartzite, 10) scraper, Tertiary quartzite. Scale 1:1


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SABINE GAUDZINSKI

und b e i d e n Schlagflächen. In der G a i p p e der Abschlaggeräte ist der Anteil an Stücken mit 1-2 Nega­ tiven wesentlich h ö h e r als bei den unmodifizierten Stücken. D i e Ursache hierfür k ö n n t e ebenfalls in der Bearbeitungs.selektion liegen. D e r Anteil an mit Rinde o d e r Naturtrümmeroberflächen bedeckten Schlagflächen liegt b e i den Geräten u m 2 5 % nie­ driger als b e i den unmodifizierten Abschlägen. D o p ­ pelt s o h o c h ist dafür der Anteil an Stücken mit punktförmiger Schlagfläche. Diedrische Schlagflachen treten ausschließlich bei den Abschlaggerä­ ten auf. D e r e i n f a c h e Charakter des Abschlagmaterials findet sein Pendant in den K e r n e n (Abb. 5: 9 ) . Einfache unifazielle K e r n e , deren Oberflächen aufgewölbt zugerichtet und deren Unterseiten von Rinde o d e r natürlichen Spaltflächen charakterisiert w e r d e n , do­ minieren. Bifaziell bearbeitete K e r n e treten seltener auf. G e n e r e l l w u r d e deren Unterseite zu e i n e m w e ­ sentlich geringeren Anteil zugerichtet als die Ab­ baufläche der Stücke. D i e Unterseiten aller bifaziell b e a r b e i t e t e n K e r n e zeigen zumeist ebenfalls natürli­ c h e Spaltflächen und es ist a n z u n e h m e n , d a ß die Form der zur B e a r b e i t u n g genutzten „Rohlinge" nur unwesentlich verändert wurde. Dies zeigen a u c h die bifaziell b e a r b e i t e t e n Geräte wie Faustkeile (vgl. GAUDZINSKI 1 9 9 4 , Abb. 1 und 2 ) und Cleaver (vgl. GAUDZINSKI 1 9 9 5 b , flg. 57: 1 und

KRÖGER et al.

1991,

Abb. 9: 9 ) , vor allem a b e r die retuschierten „Stücke" (Abb. 5: 5 ) . Hier w u r d e n unmodifizierte „Rohlinge" mit e i n f a c h e n Arbeitskanten versehen. D i e pragma­ tische Nutzung des Ausgangsmaterials läßt sich auch für die v e r w e n d e t e n Rohmaterialien nachvollzie­ hen. S o entspricht z. B . das Verhältnis der zur Stein­ geräteherstellung v e r w e n d e t e n Rohmaterialien der Häufigkeit des Auftretens dieser G e s t e i n e innerhalb des lokalen Brockentuffs und damit w o h l a u c h in­ nerhalb d e r n a h b e i aufgeschlossenen Schotter, die als Rohmaterialbeschaffungsquelle a n g e s e h e n wer­ den k ö n n e n . Zu einer relativ c h r o n o l o g i s c h e n Einordnung des lithischen Materials k ö n n t e n lediglich zwei Faustkeile aus d e v o n i s c h e m Quarzit h e r a n g e z o g e n w e r d e n (vgl. z. B . R O E 1 9 8 1 ; GAUDZINSKI 1 9 9 4 , Abb.

1 und

2).

Allerdings hat die Faustkeilindustrie von High Lodge stichhaltige H i n w e i s e dafür geliefert, d a ß an d e m h e r k ö m m l i c h e n E n t w i c k l u n g s s c h e m a v o n Faustkei­ len für d e n älteren Abschnitt des Paläolithikums nicht länger festgehalten w e r d e n kann (ASHTON et al. 1992). Insgesamt v e r w e i s e n Unterschiede in der O b e r flächenerhaltung der Artefakte auf die I n h o m o g e ­ nität des Inventars. Einige Stücke aus d e v o n i s c h e m Quarzit zeigen scharfe Kanten, die von einer „fri­ schen" Überlieferung der Steingeräte z e u g e n . V o n diesen k ö n n e n a n d e r e aus gleicher Rohmaterialva­ rietät abgegrenzt werden, die durch stumpfere Kan­

ten und geglättete O b e r f l ä c h e n charakterisiert wer­ den. E i n e unterschiedlich l a n g e Lagerung a u f der Gelän­ deoberfläche vor der Sedimentation d e r Artefakte, c h e m i s c h e , d i a g e n e t i s c h e Prozesse, a b e r auch un­ terschiedliche Einbettungsmilieus k ö n n e n für die dokumentierten U n t e r s c h i e d e verantwortlich sein. D a r ü b e r hinaus k ö n n e n Artefakte a u c h durch Trans­ portvorgänge abradiert werden. D e r u n g e w ö h n l i c h frische Erhaltungszustand einiger Steingeräte ver­ weist auf die s y n g e n e t i s c h e Ablagerung von Arte­ fakten mit dem e i n b e t t e n d e n Milieu. Inwiefern die A b r a s i o n v e r s c h i e d e n e r Steingeräte a m Kärlicher S e e u f e r Ergebnis diagenetischer Pro­ z e s s e ist, kann aufgrund der I n h o m o g e n i t ä t der fundführenden S e d i m e n t e und der g e r i n g e n Fund­ dichte der Steinartefakte nicht eindeutig geklärt wer­ den. D i e Unterschiede in der Oberflächenerhaltung k ö n n t e n jedoch am e h e s t e n auf Unterschiede in der „Lebensgeschichte" v o n Teilen des lithischen En­ s e m b l e s verweisen. Allerdings zeigen Steingeräte gleicher Machart a u c h , d a ß es sich nicht u m ein will­ kürlich z u s a m m e n g e w ü r f e l t e s Inventar handeln kann. Vor allem unter den bifaziell bearbeiteten S t ü c k e n finden sich s o l c h e , die nach g l e i c h e m Prin­ zip bearbeitet w u r d e n . Dazu zählen z. B . die bereits e r w ä h n t e n Faustkeile s o w i e Cleaver aus devoni­ s c h e m Quarzit. A b e r a u c h unter d e n Abschlaggerä­ ten finden sich S c h a b e r gleicher Machart, gefertigt aus gleicher Rohmaterialvarietät (z. B . A b b . 5: 6, 7 ) . Die Z u s a m m e n p a s s u n g von drei e i n f a c h e n unmodi­ fizierten A b s c h l ä g e n unterstreicht d i e s e n Aspekt ebenfalls (Abb. 5: 3 ) . A b s c h l i e ß e n d sei a u f e i n e n patinierten Abschlag aus Teritärquarzit v e r w i e s e n , d e m ein h ö l z e r n e r Rest auf der Dorsalfläche anhaftet (Abb. 5: 4 ) , d e r in früheren Beiträgen (vgl. z. B . KRÖGER et al. 1 9 9 1 ) als Teil einer Schäftung interpretiert w o r d e n war. Hinweise spre­ c h e n g e g e n diese Interpretation. D e r betreffende Abschlag stammt aus e i n e m B e r e i c h d e r Grabung, der durch e r h e b l i c h e Eisenausfällungen charakteri­ siert ist. Aus g l e i c h e m Grabungsabschnitt stammen zahlreiche, oftmals vollständige, a b e r sicherlich nicht artifiziell modifizierte Gerolle unterschiedli­ c h e r G r ö ß e , d e n e n ebenfalls Holzreste anhaften. Eisenausfällungen verbinden die Holzreste mit den Gerollen, die n i e m a l s in Verdacht standen, gerschäftet g e w e s e n zu sein. D e r betreffende Abschlag zeigt zahlreiche B e s t o ß u n g e n , die von der Interaktion des Artefakts mit d e m u m g e b e n d e n Milieu zeugen, s o d a ß das Anhaften d e s Holzrestes a m ehesten auf diagenetische P r o z e s s e zurückgeführt w e r d e n kann. Z u s a m m e n f a s s e n d m u ß das Artefaktmaterial v o m Kärlicher Seeufer als selektiver Ausschnitt eines ur­ sprünglich weitaus umfassenderen E n s e m b l e s b e ­ trachtet werden, das durch Artefakte mit unter­ schiedlicher „Lebensgeschichte" b e r e i c h e r t w o r d e n


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

sein k ö n n t e . Steingeräte sind aus älteren A b s c h n i t t e n der Kärlicher Pleistozänabfolge bekannt g e w o r d e n . Sichere Artefakte stammen a u s d e m Abschnitt G u n d w u r d e n in verschiedenen B e r e i c h e n der Kärlicher Tongrube

aufgesammelt

(KULEMEYER

1988,

VOLL­

BRECHT 1 9 9 2 ) . Es kann nicht ausgeschlossen w e r d e n , d a ß das lithische E n s e m b l e z. B . durch Artefakte aus älteren Abschnitten der Kärlicher T o n g r u b e berei­ chert w u r d e . 7 Das f a u n i s t i s c h e Material Vom Fundplatz Kärlich-Seeufer stammen i n s g e s a m t 1162 K n o c h e n und K n o c h e n f r a g m e n t e . Mit e i n e m Anteil v o n 27 % konnte n a h e z u ein Drittel d e s faunistischen Materials t a x o n o m i s c h zugewiesen w e r d e n . Das F a u n e n s p e k t r u m umfaßt folgende Arten: T a b . 2: F a u n e n g e m e i n s c h a f t a m Fundplatz K ä r l i c h S e e u f e r . MNI ( M i n i m u m n u m b e r o f i n d i v i d u a l s ) , N1SP ( N u m b e r o f identified s p e c i m e n s p e r t a x o n ) . * l 6 l kleine E l f e n b e i n f r a g ­ m e n t e b l i e b e n b e i der Z ä h l u n g unberücksichtigt.**) D a s R e n t i e r w i r d n u r durch d e n b a s a l e n Teil einer A b w u r f s t a n ge repräsentiert.

MNI

NISP

Panthern

leo ssp.

1

Elephas

antiquus

8 1

3 131* 4 3

Cervus

elaphus

1

18

Rangifer

sp.

Bosvel

Bison

(ir 4

26

Equus Sus

sp.

1

scrofa

1

Die F a u n a ist durch d a s Auftreten klimatisch an­ spruchsvoller Arten w i e Elephas antiquus u n d Sus scrofa charakterisiert. V o r allem Elephas antiquus gilt als typisch interglaziales F a u n e n e l e m e n t , weil die Art in warmzeitlichen F a u n e n Mitteleuropas häu­ fig vertreten ist, in kaltzeitlichen E n s e m b l e n hinge­ gen fehlt (KURTEN 1 9 6 8 ) . Auch Sus scrofa wird g e m e i n h i n als t y p i s c h e r Ver­ treter interglazialer Umweltverhältnisse betrachtet, o b w o h l die Gattung Sus auch aus kaltzeitlichen Faunengesellschaften b e k a n n t g e w o r d e n ist (DELPECH & HEINTZ 1 9 7 6 ) . Das Auftreten v o n Sus scrofa u n d Ele­ phas antiquus spricht z u n ä c h s t für eine b e w a l d e t e U m g e b u n g u n d könnte s o m i t a u f einen warmzeitli­ c h e n K o n t e x t verweisen. A u ß e r g e w ö h n l i c h ist indes der N a c h w e i s von Rangifer sp. Rangifer tarandus ist im Neuwieder B e c k e n erstmals aus saalezeitli­ c h e n Ablagerungen a m V u l k a n S c h w e i n s k o p f b e ­ kannt g e w o r d e n (TURNER 1 9 8 9 ) . Das Auftreten v o n Rangifer tarandus spricht i m allgemeinen g e g e n e i ­ n e n interglazialen K o n t e x t . Insofern k ö n n t e a n g e ­ n o m m e n werden, d a ß d a s Kärlicher Geweihfrag­ ment als umgelagerter Sedimentbestandteil Eingang

11

in d i e F a u n e n a k k u m u l a t i o n fand. Allerdings korre­ spondiert der B e l e g v o n Rangifer mit d e m Auftreten kaltzeitlicher F l o r e n e l e m e n t e im pollenanalytischen N a c h w e i s d e r Fundstelle. Z u m Zeitpunkt d e r Abla­ gerung d e r fundführenden Sedimente w a r d a s kli­ matische Optimum d e r Warmzeit bereits überschrit­ ten. Eine stetige A b n a h m e d e r B e w a l d u n g b z w . Ent­ waldung d e s G e b i e t e s ist evident. Die Resultate der Pollenanalyse b e l e g e n d a s schwierig zu interpretie­ rende Auftreten v o n Larix bereits an der Basis der Fundschicht. Larix tritt n o r m a l e r w e i s e erst s e h r spät am Ü b e r g a n g zu Kaltzeiten auf (BITTMANN 1 9 9 1 ) . N a c h w e i s e von der s ü d d e u t s c h e n Fundstelle Rotten­ b u r g - S i e b e n l i n d e n (STEPPAN 1 9 9 3 , HAHN et al. 1 9 9 3 )

s o w i e v o n d e n Abris B e t t e n r o d e r Berg I X u n d Abris Sphinx II, Lkr. Göttingen (mündl. Mitt. K. G R O T E 1994) z e u g e n a u ß e r d e m v o m Auftreten d e s Rentiers in b o r e a l e n und p r ä b o r e a l c n Z u s a m m e n h ä n g e n . A m Fundplatz Rottenburg-Siebenlinden tritt Rangifer ta­ randus z u s a m m e n mit e i n e r Waldfauna auf. Inwie­ fern d a s Rentier a m Fundplatz Kärlich-Seeufer, zu­ s a m m e n mit d e n a n d e r e n n a c h g e w i e s e n e n Arten e i ­ n e h o m o g e n e Faunengesellschaft bildete, k a n n a b ­ s c h l i e ß e n d nicht geklärt werden. Die qualitative Erhaltung d e r Fauna taugt nicht zur Eingrenzung der g e o c h r o n o l o g i s c h e n Position d e r Fundstelle. Es kann w e d e r geklärt werden, w e l c h e Panthera-hxt durch d a s Faunenmaterial repräsen­ tiert wird, n o c h o b e s sich a m Kärlicher Seeufer u m c o r o n a t e s oder a c o r o n a t e s Rotwild handelt. Insofern bleibt die Frage nach d e m p r e - oder post-holsteinzeitlichen Charakter d e r F a u n a ungeklärt. Nur die Elefantenreste sollen im folgenden detailliert a n g e s p r o c h e n werden.

Elephas antiquus (FALCONER & CAUTLEY, 1 8 4 5 ) Reste v o n Elephas antiquus dominieren im F a u n e n ­ material d e s Kärlicher Seeufers. V o m O b e r s c h ä d e l h a b e n sich mehrere Stoßzahnfragmente, darunter das distale Fragment e i n e s jungen Individuums (Länge 16 cm, D u r c h m e s s e r a n der breitesten Partie des Z a h n e s 47,0 c m [TURNER 19891) sowie e i n proxi­ mal leicht beschädigtes komplettes Stück e i n e s er­ w a c h s e n e n Tieres (laterale Länge 231 c m , größter Umfang proximal 57,0 c m [TURNER 19891) erhalten. Drei w e i t e r e S t o ß z ä h n e sind w e g e n Konservierungsarbeiten z. Zt. unzugänglich. Aus d e m O b e r k i e f e r von Elephas antiquus lagen insgesamt 9 Molaren zur B e a r b e i t u n g vor, d e r e n m o r p h o m e t r i s c h e Charakte­ ristiken in d e r T a b e l l e 3 zusammengefaßt w e r d e n . Auf die detaillierte B e s c h r e i b u n g einzelner Molaren soll hier verzichtet w e r d e n , erwähnt sei j e d o c h , d a ß m e h r e r e Zähne v o n e i n u n d d e m s e l b e n Individuum s t a m m e n . S o zeigt die Occulusalfläche des M 2 K ä O I l M e r k m a l e d e s letzten Abkauungsgrades, w ä h r e n d die A b r a s i o n s m e r k m a l e d e s M 3 K ä l 1/1 gering sind. Nur vier Molarlamellen w a r e n z u m Zeitpunkt d e s


12

SABINE GAI IDZINSKI

T a b . 3: O b e r k i e f e r m o l a r e n v o n Elephas antic/iutsder F u n d s t e l l e Kärlich-Seeufer. ( L ) L ä n g e , ( B ) Breite, ( H ) H ö h e , (LA) An­ zahl d e r L a m e l l e n , ( S D ) S c h m e l z d i c k e , ( L F ) L a m e l l e n l i e q u e n z . A n g a b e n in m m . Z u r B e s c h r e i b u n g d e r M a ß e vgl. MAOI.IO ( 1 9 7 3 : 8 - 1 3 ) . *1 D i e stratigraphische Z u w e i s u n g dieser M o l a r e n z u m f u n d f ü h r e n d e n S e d i m e n t p a k e t ist n i c h t gesichert, da die S t ü c k e v o r G r a b u n g s b e g i n n g e b o r g e n w u r d e n .

I.

B

H

LA

SD

LF

143,0+

91,3

-

+7-

x=3,04

5,1

KäOIl

M2 d e x .

n=7

(3)

Kä 1/1 262,0+ M3 d e x .

80,7

190,0

(2)

(5)

83,1

185.0

13-

x=3.l6

5,2

n=5

Käl21/18/36 300.S

+13

x=2,07

5.2

n=10

(4)

M3 sin. Kä21/18/24 320,0 M3 d e x .

83,5

-

+14

x=2,5

4,9

n=l()

(5)

Käl17/22/5 M3 dex.

215.9+

91.7

-

+ 12

-

4,5

-

12+

-

5

-

x=2,05

-

x=2,7

(5,5)

(4) Käl26/25/l M3 d e x .

265,5

79,5 (2)

Käl25/21/43 Dp4 dex.

96,3

64,3

-

193,0+

73,0

173.0

(4)

(7)

Käl27''

M2 sin. Käl28

-i 1

-1

65,0+ M2 sin.

-6-

70,0 (1)

T o d e s dieses Tieres in B e n u t z u n g ( A b b . 6 ) . Auch die Occlusalflächen der Molaren K A I 2 6 / 1 8 / 3 6 und K ä l 2 1 / 1 8 / 2 4 (Abb. 7, Abb. 8 ) z e i g e n die g l e i c h e n Abrasionserscheinungen. Beide Zähne stammen wahrscheinlich ebenfalls von ein und d e m s e l b e n Tier.

S c h m e l z ragt k a u m ü b e r Dentin u n d Zahnzement. Die Lamellen n e h m e n fast die g e s a m t e Kaufläche ein und das Z w i s c h e n z e m e n t bildet nur n o c h einen s c h m a l e n Streifen. An diesem Molar läßt sich nur n o c h eine W u r z e l b e o b a c h t e n , die übrige Zahnsubstanz ist resorbiert.

V e r w i e s e n sei a u c h auf den Molar K ä l 2 5 / 2 1 / 4 3 (Abb. 9 ) , ein d p 4 aus der r e c h t e n Oberkieferhälfte. Die O c c l u s a l f l ä c h e dieses Z a h n e s zeigt ein fortge­ schrittenes Stadium der Abnutzung. Alle erhaltenen Schmelzfalten sind zu e i n e r Figur v e r s c h m o l z e n . Es hat sich e i n e n a h e z u glatte K a u f l ä c h e gebildet, der

Weiterhin stammt v o m Schädel der mediale Teil e i n e s O s z y g o m a t i c u m einer rechten Schädelhälfte. Unterkiefer Aus d e m Unterkiefer lagen vier isolierte Molaren zur B e a r b e i t u n g vor.


Ober die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

13

10cm

2

3

A b b . 6: Elephas antiquus. M d e x . K ä O I l und M d e x . K ä l 1/1 v o n occlusal. Fig. 6: Elephas antiquus. M d e x . K ä O I l a n d M ' d e x . K ä l 1/1 occlusal v i e w s . 2

Außer isolierten Molaren liegt ein vollständiger U n ­ terkiefer mit M 3 sin. und dex. vor. D i e s e s Stück wird zur Zeit konserviert, die V e r m e s s u n g der M o l a r e n w a r insofern problematisch u n d e s k o n n t e n nur e i ­ nige M a ß e von e i n e m der Z ä h n e g e n o m m e n w e r d e n (vgl. T a b . 4 , K ä 8 7 / 3 0 1 ) . Z u s a m m e n mit d e n O b e r ­

kiefermolaren K ä l 2 1 / 1 8 / 2 4 u n d K ä l 2 1 / 1 8 / 3 6 ( A b b , 7, Abb. 8 ) repräsentiert d i e s e r F u n d ein Individu­ um. Auch in d i e s e m Z u s a m m e n h a n g soll von e i n e r detaillierten B e s c h r e i b u n g d e r Molaren a b g e s e ­ h e n werden. V e r w i e s e n sei lediglich auf d e n M 3 K ä l 2 4 / 2 1 / 6 0 (Abb. 1 0 ) . D e r Molar stammt aus d e r


14

SABINE GAUDZINSKI

3

Abb. 8: Elephas antiquus. M d e x . K ä l 2 1 / 1 8 / 2 4 v o n o c c l u s a l und buccal. Fig. 8: Elephas antiquus. M d e x . K ä l 2 1 / 1 8 / 2 4 o c c l u s a l a n d buccal views. 3

Abb. 9: Elephas antiquus. D p 4 K ä l 2 5 / 2 1 / 4 3 von occlusal. Fig. 9: Elephas antiquus. D p 4 K ä l 2 5 / 2 1 / 4 3 occlusal view. rechten Hälfte eines Unterkiefers und ist vollständig

auch n a c h posterior gerichtet sind. Das posterior g e -

erhalten. A u f der Kaufläche z e i g e n die Lamellen III,

legene Ende d e r Kaufläche ist unter dem D e c k z e -

IV und V Mittelzacken, die s o w o h l n a c h anterior als

ment verborgen. D e r Z a h n s c h m e l z ist glatt u n d n u r


Über die komplexe Genese mittelpleistozäne!' archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

15

T a b . 4 : Isolierte M o l a r e n des Unterkiefers v o m F u n d p l a t z Kärlich-Seeufer. (L) L ä n g e , ( B ) Breite, ( H ) H ö h e , (LA) Anzahl d e r L a m e l l e n , ( S D ) S c h m e l z d i c k e , ( L F ) L a m e l l e n f r e q u e n z . A n g a b e n in m m . Zur B e s c h r e i b u n g der M a ß e v g l . MAGLIO (1973: 8-13) *1 D i e s t r a t i g r a p h i s c h e Z u w e i s u n g d i e s e r Molaren z u m f u n d f ü h r e n d e n S e d i m e n t p a k e t ist n i c h t g e s i c h e r t , da d i e Stücke vor Grabungsbeginn geborgen wurden.

1.

B

H

I.A

SD

LF

-

73,0

-13

5,1

x=3,9

-

Kä87/301

M3

(6)

n=7

Käl22/20/4 M 3 sin.

269,2

64,7

111

+ 12

(6)

x=2,3

5,0

n=8

Käl28/24/2 M sin.

76,5+

82,3

-

-4-

x=2,5

-

n=3 Käl24/21/60 M3 dex.

352

91,7

140,6

17

x=2,8

5.0

99,0+

73,0

131,0

6-

-

(6)

-3-

3,2

Käl30*l

M 3 sin.

(2)

Kä88*l

M3 sin.

gelegentlich w e n i g geperlt. Die W u r z e l n sind bis zur Lamellle VI n a h e z u geschlossen, ansonsten j e d o c h w e i t geöffnet. Auffallend ist e i n e Anomalie in d e r Stellung der anterior g e l e g e n e n Wurzelpartie. I m B e r e i c h der Lamelle III und IV scheint die Wurzel partiell resorbiert. Die verbleibende Substanz ist als Wulst ausgebildet, dier sich beidseitig nach posteri­ or a u f die lingual u n d buccal g e l e g e n e n Flächen d e s Z a h n e s g e s c h o b e n hat. Mit dieser Wurzelverände­ rung geht das starke Einziehen der anterior g e l e g e ­ n e n Wurzel n a c h posterior einher. Die a n o m a l e Wurzelstellung k ö n n t e durch e i n e Verletzung mit nachfolgender verheilter Entzündung am Unterkie­ fer hervorgerufen w o r d e n sein. An den Molaren v o m Fundplatz Kärlich-Seeufer k ö n n e n häufig Hypoplasien b e o b a c h t e t w e r d e n (vgl. Abb. 7 ) . D i e Ursache für Hypoplasien kann in Stoffwechselstörungen oder krankhaften V e r ä n d e ­ r u n g e n des Z a h n e s liegen. D a hypoplasieartige Rillen an Elephas antiquus-Molaren häufig b e o b a c h t e t w e r d e n (GUENTHER 1 9 7 8 , 1 9 8 9 ) , muß offen bleiben, inwieweit es sich hier u m e i n e p a t h o l o g i s c h e Veränderung handelt.

Insgesamt fällt b e i der m o r p h o l o g i s c h e n Betrach­ tung der Molaren v o m Fundplatz Kärlich-Seeufer deren Robustheit auf. Es handelt s i c h u m ein Merk­ mal, das durch vergleichende Analysen mit Molaren anderer mittel- u n d jungpleistozänen Fundstellen weiter verifiziert w e r d e n kann (GAUDZINSKI 1 9 9 5 a ) . Der Vergleich mit Elephas antiquus-Mohren an­ derer interglazialer Fundstellen w i e S w a n s c o m b e ( G B ) , Bilzingsleben ( D ) , Steinheim ( D ) und e e m zeitlichen Travertinen des W e i m a r e r Stadtge­ bietes zeigte, d a ß die Kärlicher M 3 sup. und inf. deutlich außerhalb der Spannbreite von Molaren anderer mittel- u n d jungpleistozäner Fundstellen liegen. Bei vergleichbarer Lamellenanzahl bzw. Lamellenfrequenz sind die Molaren v o m Kärlicher Seeufer durch e r h e b l i c h h ö h e r e Z a h n l ä n g e n charak­ terisiert. Stammskelett V o m Stammskelett liegen zwei vollständige Cervicalwirbel s o w i e das Fragment e i n e s weiteren Hals­ wirbels vor. Weiterhin sind zwei Thoracalwirbel überliefert, zwei weitere Brustwirbel h a b e n sich in


16

SABINE GAUDZINSKI

fragmentiertem Zustand erhalten. B e i e i n e m weite­ ren Fund, K ä l 2 3 / 2 4 / l 6 , h a n d e l t e s sich u m e i n dor­ sales Fragment, das bis z u m Ansatz des W i r b e l k ö r ­ pers erhalten ist. D i e Epiphysenfuge z u m K ö r p e r war z u m Zeitpunkt d e s T o d e s dieses T i e r e s nicht v e r w a c h s e n . Ein a n d e r e r Brustwirbel wird durch eine p a t h o l o g i s c h deformierte Spina vertreten: Tab.

5: W i r b e l v o n Elephas

antiquus

v o m F u n d p l a t z Kär­

lich-Seeufer. ( G H ) = G r ö ß t e H ö h e , ( G B d ) G r ö ß t e Breite dorsal, ( G B v ) G r ö ß t e Breite ventral. A n g a b e n in m m . * Fun­ d e o h n e I n v e n t a r n u m m e r n . V e r m e s s u n g n a c h v. d. DRIESCH (1976).

Cervicalwirbel

GH

Kä55/85/5

277

Kä73/55/5

293

GBd

GBv

414

241

HAYNES 1 9 9 1 ) , geschlechtsspezifische o d e r populationsspezifische U n t e r s c h i e d e b e i m D u r c h b r u c h d e r M o l a r e n (HANKS 1 9 6 9 , FATTI et al. 1 9 8 0 ) e r s c h w e r e n

rezente Studien erheblich. LAWS U n t e r s u c h u n g ( 1 9 6 6 ) beschreibt dreißig Alters­ klassen für E africana, d i e durch das F o r t s c h r e i t e n von Eruption und Abrasion der sechs Z ä h n e j e d e s Unterkiefers g e k e n n z e i c h n e t sind. Eine Linpublizierte Studie befaßt sich ebenfalls mit Altersbestim­ mungskriterien a n h a n d v o n Molaren (CRAIG zitiert in HAYNES 1 9 9 1 ) . HAYNES Ü 9 9 D vergleicht d i e E r g e b ­ nisse b e i d e r U n t e r s u c h u n g e n miteinander u n d zeigt, d a ß sich die Altersschätzungen für Z ä h n e mit glei­ c h e n A b r a s i o n s m e r k m a l e n u m bis zu 7 J a h r e unter­ scheiden können. Da taxonomische, morphologi­ s c h e u n d ö k o l o g i s c h e Unterschiede z w i s c h e n E africana u n d E. antiquus b e s t e h e n , liefern d i e s e Saidien in j e d e m Fall n u r Anhaltspunkte für d a s Alter p l e i s t o z ä n e r Elefanten. Die Altersschätzungen, die n a c h den M a ß g a b e n LAWS CRAIGS (vgl. HAYNES 1991) für die Molaren vom Fundplatz Kärlich-Seeufer ermittelt w u r d e n , w e r d e n in d e r folgenden T a b e l l e gegenübergestellt:

(1966) u n d

Thoracalwirbel KäO.I.*

750

KäO.F*

750

Tab.

6: V e r g l e i c h d e r A l t e r s z u w e i s u n g e n d e r M o l a r e n v o n

Elephas

antiquus

v o m Fundplatz

Kärlich-Seeufer nach

LAWS (1966) u n d GRAIG (vgl. HAYNES 1991). Die

C e r v i c a l w i r b e l sind in ihrer H ö h e relativ niedrig.

Vergleicht m a n die H ö h e v o n Halswirbeln

anderer

W a l d e l e f a n t e n ( w i e z . B . K i e s ä c k e r 7 2 , G r ö b e r n 1,

Molar

Laws (196©

Craig (vgl. HAYNES 1991)

Käl25/21/43

8(+-2)Jahre

ca. 6 (+-2)Jahre

Käll7/22/5

28 (+-2)Jahre

ca. 23 (+-4)Jahre

KäOIl

32 (+-2) Jahre

ca. 29 (+-4) Jahre

Käl1/1

32 (+-2)Jahre

ca. 29 (+-4) Jahre

Käl28/25/l

34 (+-2) Jahre

ca. 31-33 (+-2) Jahre

Käl24/21/60

43 (+-2)Jahre

ca. 39-42 (+-3) Jahre

Käl21/18/24

47 (+-2) Jahre

ca. 47-48 (+-3) Jahre

Käl21/18/36

47 (+-2) Jahre

ca. 47-48 (+-3) Jahre

Kä87/301

47 (+-2) Jahre

ca. 47-48 (+-3) Jahre

Riano, Crumstadt u n d G r ö b e r n II) zeigt sich, d a ß die K ä r l i c h e r W i r b e l in i h r e r H ö h e a m e h e s t e n m i t d e -

nen

w e i b l i c h e r Tiere v e r g l i c h e n w e r d e n

können

(vgl. KROLL 1 9 9 1 , T a b . 2 4 - 2 8 ) .

Vom B e c k e n h a b e n sich insgesamt 4 F r a g m e n t e er­ halten, d i e a u s d e m B e r e i c h d e s Osiliums s t a m m e n . Der R u m p f wird weiterhin durch 7 R i p p e n b r u c h ­ stücke mit e i n e r Länge v o n 2 5 0 m m bis 8 2 0 m m ver­ treten. V o m Stylopodium ist ein stark b e s c h ä d i g t e s B r u c h s t ü c k e i n e s distalen F e m u r s erhalten. D i e Epiphyse w a r z u m T o d e s z e i t p u n k t nicht v e r w a c h s e n . Das Z e u g o p o d i u m ist durch die Diaphyse e i n e r lin­ k e n T i b i a belegt. D e r U m f a n g beträgt 2 3 0 m m u n d k ö n n t e v o n e i n e m j ü n g e r e n Tier s t a m m e n (vgl. KROLL 1 9 9 1 ) . D a s Distalfragment einer r e c h t e n Fibu­ la zählt ebenfalls zu d e n Stücken, die aus d e m B e ­ reich d e s Z e u g o p o d i u m s e r h a l t e n sind. B r u c h s t ü c k e zweier F u ß w u r z e l k n o c h e n liegen aus d e m B e r e i c h des A u t o p o d i u m s vor.

Käl22/20/4

Altersangaben Analog zu rezenten Elefantenpopulationen k ö n n e n auch für pleistozäne Elefanten Altersbestimmungen durchgeführt werden. Allerdings k ö n n e n Abrasions­ e r s c h e i n u n g e n an Molaren u n d das Postcranialskelett nur H i n w e i s e a u f das Sterbealter der T i e r e lie­ fern. D i e h o h e Lebenserwartung der Elefanten (vgl.

(Unterkiefer)

(vgl. Turner 1991) 47 (+-2)Jahre

ca. 47-48 (+-3) Jahre

Altersbestimmungen a n h a n d des Postcranialskelettes sind b e i Elefanten ebenfalls schwierig. D e r Zeit­ punkt d e s Epiphysenverschlusses ist e x t r e m variabel u n d v o n G e s c h l e c h t (HAYNES 1985), Gattung ( R O T H 1984) u n d d e r Sozialstruktur der Tiere a b h ä n g i g


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

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A b b . 10: Elephas antiquus. Ms Käl24/21/60 von occlusal und buccal. Fig. 10: Elephas antiquus. K ä l 2 4 / 2 1 / 6 0 occlusal and b u c c a l views.

(HAYNES 1 9 9 1 ) . G r o b e Richtlinien für d e n Zeitpunkt des E p i p h y s e n v e r s c h l u s s e s liegen zwar vor (z. B . HAYNES 1 9 9 1 , T a b . A 1 5 ) , ermöglichen j e d o c h nur e i n e u n g e n a u e Alterszuweisung. Die übrigen am Kärlicher Seeufer v e r t r e t e n e n Tier­ arten w e r d e n nur durch w e n i g e F r a g m e n t e überlie­ fert. Nur Cervus elaphus und Bos/Bison sind durch m e h r als 1 0 E l e m e n t e vertreten. B e i d e n Resten von Cervus elephus handelt es sich im w e s e n t l i c h e n um G e w e i h f r a g m e n t e . Bos/Bison wird h a u p t s ä c h l i c h durch M e t a p o d i e n repräsentiert. Schädelfragmente, das vollständige B e c k e n eines ca. 7jährigen männli­ c h e n Tieres s o w i e Wirbel sind ebenfalls b e l e g t .

klimatische O b e r f l ä c h e n v e r w i t t e r u n g g e k e n n z e i c h ­ net. Es treten stark verwitterte (BEHRENSMEYER 1 9 7 8 , Stadium 5 - 6 ) , m ä ß i g verwitterte (BEHRENSMEYER 1 9 7 8 , Stadium 3 - 4 ) u n d unverwitterte K n o c h e n zu nahezu g l e i c h e n Teilen auf. D i e s e O b e r f l ä c h e n v e r ä n d e r u n g ist unabhängig v o n der Tierart u n d ist an keine Größenfraktion g e b u n d e n .

Zur T a p h o n o m i e des Faunenmaterials

A b r a s i o n s m e r k m a l e w u r d e n ebenfalls qualitativ und quantitativ untersucht. Es d o m i n i e r e n stark abradier­ t e Faunenreste; unabradierte b z w . m ä ß i g abradierte K n o c h e n (Abb. 1 1 ) treten j e d o c h e b e n f a l l s auf (vgl. SHIPMAN 1 9 8 1 , flg. 5 . 7 ) . Es läßt sich k e i n direkter Zu­ s a m m e n h a n g z w i s c h e n der G r ö ß e e i n e s K n o c h e n s , d e m Abrasionsgrad u n d der repräsentierten Tierart aufzeigen.

Berücksichtigt m a n die k o m p l e x e G e n e s e d e r fund­ führenden S e d i m e n t e durch „debris-flows", gilt es zunächst zu überprüfen, inwieweit die F a u n e n r e s t e s o l c h e o d e r ä h n l i c h e P r o z e s s e widerspiegeln. Dazu sollen zunächst die a b i o t i s c h e n Merkmale d e s Kärli­ c h e r K n o c h e n e n s e m b l e s kurz a n g e s p r o c h e n wer­ den. D a s F a u n e n m a t e r i a l ist durch unterschiedliche

D e r Großteil d e s t a x o n o m i s c h determinierten Fau­ nenmaterials ist, a b g e s e h e n v o n L a n g k n o c h e n des E. antiquus, m e h r o d e r w e n i g e r vollständig erhal­ ten, der Anteil a n Schaftfragmenten v o n Langkno­ c h e n gering. K n o c h e n f r a g m e n t e mit Spiralbrüchen treten mit nur 5 S t ü c k e n auf. D e r G r o ß t e i l des Fund­ materials ist d u r c h starke Fraktionierung, in Form


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SABINE GAUDZINSKI

10 cm

Abb. 1 1 : S c h ä d e l f r a g m e n t e i n u n t e r s c h i e d l i c h e n A b r a s i o n s s t a d i e n . 1. S c h ä d e l f r a g m e n t v o n Bos/Bison, delfragment: Knochengeröll.

Fig. 11: Skull fragments showing differing abrasional stages. 1. Skull fragment from Bos Bison, pebble. vertikal/horizontal zur K n o c h e n s t r u k t u r verlaufen­ der B r u c h k a n t e n g e k e n n z e i c h n e t , die a u f s t a r k e S e ­ dimentverdichtungen verweisen. Durch Abrasion werden K n o c h e n geglättet und p o ­ liert. Für diese Oberflächenveränderung k a n n die B e ­ w e g u n g in steinigem, s a n d i g e m Sediment a n g e n o m ­ m e n w e r d e n . Bei stark fragmentiertem Material kann eine s o l c h e Erosion a u c h zur Materialzerkleinemng führen. Verrollungsspuren an K n o c h e n g e l t e n g e ­ meinhin als Indikator für d e n Zeitraum z w i s c h e n der Disartikulation des K n o c h e n s vom Skelett u n d der endgültigen Einsedimentierung (BLHRENSMEYER 1991). Unter Berücksichtigung d i e s e s Aspektes k ö n n e n K n o c h e n mit stark abradierten Oberflächen als „älte­ re" E l e m e n t e und s o l c h e o h n e Abrasionsmerkmale als „jüngere" K o m p o n e n t e n einer F a u n e n g e m e i n ­ schaft interpretiert werden. W i e d e r konnte d u r c h die detaillierte Analyse der Befundsituation gezeigt wer­ den, d a ß Abrasion an K n o c h e n des Kärlicher Seeufers unabhängig v o m e i n b e t t e n d e n Sediment auftritt. Kli­ matisch bedingte Verwitterungsmerkmale k ö n n t e n ebenfalls e i n e n Hinweis a u f d e n Zeitraum liefern, den K n o c h e n v o r ihrer Einbettung auf der O b e r f l ä c h e ge­ legen h a b e n . Detaillierte Analysen b e l e g e n a u c h hier das N e b e n e i n a n d e r verwitterter und unverwitterter S k e l e t t e l e m e n t e im a r c h ä o l o g i s c h e n B e f u n d .

2. a b r a d i e r t e s S c h ä ­

2) abraded skull fragment: bone

Das N e b e n e i n a n d e r stark beanspruchter u n d u n b e a n s p r u c h t e r (Abb. 1 1 ) Skelettelemente zeigt, d a ß sich die K n o c h e n o f f e n b a r durch unterschiedliche „Leidensgeschichten" a u s z e i c h n e n , die als Reflektion e i n e r a l l o c h t h o n e n G r a b g e m e i n s c h a f t interpretiert w e r d e n k ö n n e n . D a s charakteristische M e r k m a l a l l o c h t h o n e r T h a n a t o c o e n o s e n ist der v o r h e r i g e T r a n s p o r t o d e r die Verfrachtung von L e i c h e n oder L e i c h e n t e i l e n vor der endgültigen Einbettung. All o c h t h o n e T h a n a t o c o e n o s e n setzen sich zumeist aus toten W e s e n u n t e r s c h i e d l i c h e r L e b e n s g e m e i n s c h a f ­ ten z u s a m m e n (MÜLLER 1 9 5 1 ) . Gleiches ist a u c h für die G r a b g e m e i n s c h a f t d e s Kärlicher Seeufers zu p o ­ stulieren. A b r a s i o n s m e r k m a l e , aber a u c h g l e i c h g e ­ richtet verlaufende S c h r a m m e n und Kratzer a u f unabradierten O b e r f l ä c h e n v e r s c h i e d e n e r K n o c h e n , a b e r a u c h die A n w e s e n h e i t von K n o c h e n g e r ö l l e n z e u g e n v o m Z u s a m m e n w i r k e n von K n o c h e n und S e d i m e n t e n . W a h r s c h e i n l i c h gelangte d e r Großteil der S k e l e t t e l e m e n t e d u r c h Sedimenttransport zur Fundstelle. Um zu klären, o b es sich b e i d e n über­ lieferten S k e l e t t e l e m e n t e n u m Reste h o m i n i d e r u n d / o d e r tierischer Subsistenzstrategien handelt, sollen sich w e i t e r e Ü b e r l e g u n g e n anschließen. An k e i n e m der Kärlicher Skelettelemente k ö n n e n Spuren m e n s c h l i c h e r Einflußnahme, in F o r m v o n


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

Schnitt- o d e r Schlagspuren, b e o b a c h t e t w e r d e n . Sollten Hominiden auf d i e gesamte oder a u f e i n e n Teil d e r K ä r l i c h - S e e u f e r - T h a n a t o c o e n o s e eingewirkt h a b e n , s o kann dies n u r a u s indirekten Hinweisen, w i e z. B . d e r S k e l e t t e i l p r ä s e n z (BINFORD 1 9 8 1 , B L I MENSCHINE 1 9 8 6 , LYMAN 1 9 9 2 ) o d e r der A l t e r s z u s a m ­

m e n s e t z u n g (STINER 1 9 9 4 ) , geschlossen w e r d e n . D i e Untersuchung beider A s p e k t e wird aufgrund der rudimentären Überlieferung d e r F a u n e n r e s t e stark erschwert. So zeigte die U n t e r s u c h u n g der Skeletteilpräsenz (GAUDZINSKI 1995a), d a ß d i e selektive Überlieferung der Tierkarkassen offenbar nicht als das Ergebnis diagenetischer in söM-Zerstörungsprozesse interpre­ tiert w e r d e n kann. B e i diagenetisch b e d i n g t e r K n o ­ chenzersetzung w e r d e n in d e r Regel E l e m e n t e b e ­ günstigt, die sich durch e i n e h o h e K n o c h e n d i c h t e a u s z e i c h n e n (z. B . Z ä h n e , Metapodien, H a n d - oder F u ß w u r z e l k n o c h e n , vgl. BEHRENSMEYER 1 9 7 5 , LYMAN

1994). G e r a d e bei d e n B o v i d e n läßt sich d a s N e b e n ­ einander v o n K n o c h e n mit h o h e r Dichte (z. B . Zäh­ ne, M e t a p o d i e n ) n e b e n s o l c h e n geringer Dichte (vollständige Wirbel u n d B e c k e n ) b e o b a c h t e n (vgl. KREUTZER 1992). Eine s o l c h e qualitative u n d quanti­ tative Selektion der S k e l e t t e l e m e n t e k ö n n t e wieder­ um die zuvor g e ä u ß e r t e A n n a h m e v o n d e r alloc h t h o n e n T h a n a t o c o e n o s e unterstreichen. Aussa­ gen, inwiefern hier m e n s c h l i c h e oder tierische Subsistenzstrategien reflektiert sind, k ö n n e n nicht g e ­ troffen w e r d e n . G l e i c h e s gilt für die Interpretation der Alterszusam­ mensetzung, die lediglich für die Elefanten versucht wurde. Zur Interpretation d e r Alterszusammenset­ zung v o n Elefantenpopulationen wurde e i n e Eintei­ lung d e r Lebenserwartung in 12 J a h r e w ä h r e n d e P h a s e n vorgeschlagen (HAYNES 1991). D i e e i n z e l n e n P h a s e n e n t s p r e c h e n v e r s c h i e d e n charakterisierten Abschnitten im Leben e i n e s Elefanten wie z. B . d e m Einsetzen d e r Geschlechtsreife (Beginn d e r Alters­ klasse 2 ) , d e m B e g i n n d e r Reproduktion ( B e g i n n der Altersklasse 3 ) o d e r d e m Höhepunkt d e r Reproduktivität ( B e g i n n d e r Altersklasse 4 ) . E i n e s o l c h e Einteilung hat d e n Vorteil, d a ß die p r o b l e m a t i s c h e j a h r g e n a u e Alterszuweisung d e r Elefanten b e i der Interpretation der D a t e n in d e n Hintergrund rückt. Das Altersprofil für die Elefanten v o m Fundplatz Kärlich-Seeufer ist musterlos (vgl. Tab. 6 ) u n d kann daher a u c h nicht im S i n n e menschlicher Verhaltens­ muster interpretiert w e r d e n (vgl. dazu a u c h HAYNES 1991: 2 1 7 , Altersprofil T y p D ) . Auf d e n K n o c h e n v o m Fundplatz Kärlich-Seeufer lassen sich zwar k e i n e Spuren m e n s c h l i c h e r Akti­ vitäten erkennen, b i o t i s c h e V e r ä n d e r u n g e n durch Carnivoren sind indes zahlreich belegt (GAUDZINSKI 1995a). Zusammenfassend liefert die Kärlicher T h a n a t o c o e ­ n o s e k e i n e n Hinweis a u f menschliche Einflußnah­

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me. Schnitt- und Schlagspuren fehlen u n d d a s Fau­ n e n e n s e m b l e ist v o n e i n e r selektiven Überlieferung g e k e n n z e i c h n e t . D i e qualitative u n d quantitative Z u s a m m e n s e t z u n g d e r F a u n e n a k k u m u l a t i o n läßt sich ebenfalls kaum interpretieren. D a g e g e n ist eine starke Modifikation d e r T h a n a t o c o e n o s e durch Car­ nivoren evident. V e r ä n d e r u n g e n auf d e n K n o c h e n ­ oberflächen, w i e Abrasionsmerkmale und die An­ w e s e n h e i t von K n o c h e n g e r ö l l e n , lassen e i n intensi­ v e s T r a n s p o r t g e s c h e h e n plausibel e r s c h e i n e n . 8 Die Holzreste V o m Fundplatz Kärlich-Seeufer k o n n t e n insgesamt ca. 12 0 0 0 Holz- s o w i e zahlreiche Fruchtreste g e b o r ­ g e n werden. Neben gut erhaltenen S t ü c k e n fand sich e b e n s o stark zersetztes, z. T. verkieseltes Holz. B a u m s t ä m m e und Asthölzer sind in unterschiedli­ c h e r Ausprägung überliefert. S t u b b e n fehlen voll­ ständig, Wurzelhölzer sind d a g e g e n zahlreich b e ­ legt. D e r Großteil der Holzreste ist durch Sediment­ druck verändert. Die B a u m s t ä m m e sind abgeflacht u n d zeigen einen spitzovalen Querschnitt. Kleinere Asthölzer sind w e ­ niger von einer Veränderung durch D r u c k betroffen. Einige d e r Hölzer sind durch fnsektenbefall g e k e n n ­ zeichnet. Soweit Verfasserinkenntnis reicht, handelt es sich dabei am e h e s t e n u m Fraßgänge d e s Pracht­ käfers Buprestis

sp. (vgl. KLINGER & v. KOENIGSWALD

1 9 8 4 , KLINGER 1 9 8 8 ) .

Der Großteil der Hölzer fällt in die G r ö ß e n k l a s s s e unter 1 0 cm, es k o n n t e n j e d o c h e b e n s o B a u m s t ä m ­ m e mit einer Länge v o n 6,50 g e b o r g e n werden. D i e holzanatomischen B e s t i m m u n g e n w u r d e n v o n F. BITTMANN durchgeführt. Unter d e n Hölzern k o n n t e n folgende T a x a wie n a c h T a b . 7 bestimmt werden. Reste v o n T a n n e n d o m i n i e r e n das Holzspektrum mit n a h e z u 6 0 % , gefolgt v o n Resten der Eiche. Die Ak­ kumulation setzt sich z u m großen Teil, unabhängig v o n d e r Holzart, aus Fragmenten mit e i n e r G r ö ß e unter 10 c m zusammen. D i e gleichartige Fragmenta­ tion d e r Holzarten legt n a h e , daß die G e s a m t h e i t der H ö l z e r gleichartigen t a p h o n o m i s c h e n P r o z e s s e n un­ terworfen war. Mit A u s n a h m e der T a n n e geht, mit der A b n a h m e in d e r Fundhäufigkeit d e r einzelnen Holztypen, eine A b n a h m e im Längen-, Breiten- und Dickenverhältnis einher. Wie dendrochronologische Untersuchungsergebnisse durch H. H. LEUSCHNER plausibel e r s c h e i n e n lassen, repräsentieren die Holzreste insgesamt nur w e n i g e Individuen. D i e Ergebnisse z e i g e n darüber hinaus, d a ß die E i c h e n offenbar an unterschiedli­ c h e n Standorten w u c h s e n . D i e nur geringen Ring­ breiten d e r E i c h e n h ö l z e r verweisen a u f s c h l e c h t e bis e x t r e m schlechte klimatische o d e r standörtliche B e d i n g u n g e n . D i e Ringbreiten a n d e r e r P r o b e n w a r e n hingegen d e n e n rezenter E i c h e n v o n Nor-


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SARINI G \I DZINSKI

T a b . 7: Häufigkeit u n t e r s c h i e d l i c h e r Holzarten v o m Fund­ platz Kärlich-Seeufer. Taxaceae Taxus Holztyxp (Eibe) Pinaceae Abies Holztyp (Tanne) Picea/Larix Holztyp (Fichte/Lärche) Pinus Holztyp (Kiefer) Salicaceae Salicaceae Holztyp, insges. Populus Holztyp (Pappel) Salix Holztyp (Weide) Betulaceae Betula Holztyp (Birke) Carpinus Holztyp (Hainbuche) Corylus (Haselst r a u c h ) Fagaceae Quercus (Eiche)

Holztyp

Ulmaceae Ulmus Holztyp (Ulme) Celtis/Zelkova Holztyp (Zürgelbaum)

0,5%

(n=37)

58,7

(n=4300)

1,0%

(n=76)

0,04%

(n=3)

3,1% 2,1%

(n=229) (n=154)

0,7%

(n=49)

4,2%

(n=299)

1,4%

(n=100)

0,04%

(n=3>

11,5%

(n=844)

0,2%

(n=17)

0,08%

(n=6)

malstandorten v e r g l e i c h b a r (GAUDZINSKI 1995a). Fossile Vergesellschaftungen von Pflanzen bilden sich nur, w e n n die Reste sehr schnell sedimentiert werden. S e d i m e n t b e w e g u n g e n spielen hier immer e i n e Rolle und d e s h a l b sind Plätze, an d e n e n sich s o l c h e A k k u m u l a t i o n e n bilden, i m m e r dynamisch (SFICER 1 9 8 9 ) . W i e a u c h am Kärlicher Seeufer, s o sind Holzreste in klastischen S e d i m e n t e n meist k o m ­ primiert überliefert ( G R E E N W O O D 1 9 9 1 ) . Mit der Aus­ n a h m e v o n Pflanzenresten in Torfen m ü s s e n fossile Pflanzengesellschaften fast ausschließlich als all o c h t h o n betrachtet w e r d e n . A u c h die Holzakkumulation am K ä r l i c h e r Seeufer dürfte z u s a m m e n mit Sedimenteintrag entstanden sein. Wahrscheinlich wurden Hölzer durch S c h l a m m s c h ü b e transportiert und gleichzeitig sedi­ mentiert. Es m u ß offen bleiben, in w e l c h e m Zustand die Hölzer umgelagert wurden. Das F e h l e n von S t u b b e n spricht z u n ä c h s t für die Fragmentation der Hölzer vor der Umlagerung. Unterstrichen w e r d e n k ö n n t e dies durch die Anwesenheit d e r Bohrkäfer­ g ä n g e , da B o h r k ä f e r fast ausschließlich an abgestor­ b e n e s Holz g e b u n d e n sind. Die E r g e b n i s s e der dend r o c h r o n o l o g i s c h e n Untersuchung l e g e n , mit d e m Nachweis von B ä u m e n von extrem schlechten Standortbedingungen ( w i e z. B . s u m p f i g e m Gelän­ d e ) , nahe, d a ß die Holzakkumulation durch aut o c h t h o n e E l e m e n t e bereichert w o r d e n sein könnte. Hinweise auf die Nutzung der Hölzer als Rohmateri­ al zur Geräteherstellung durch Hominiclen liegen nicht vor.

9 Die r ä u m l i c h e Verteilung Rosaceae Pomoideae Holztyp (Kernobst) Prunoideae Holz.typ (Steinobst)

1,5%

(n=112)

0,05%

(n=4)

Aceraceae Acer H o l z t y p (Ahorn)

0,2%

(n=17)

Cornaceae Comus Holztyp (Kornelkirsche/Hartriegel)

0,2%

(n=13)

Oleaceae Fraxinus (Esche)

0,8%

(n=62)

Caprifoliaceae Lonicera (Geißblatt)

0,02%

(n=2)

Sambucaceae Sambucus (Holunder)

0,05%

(n=4)

indet.

13,6%

Holztyp

(n=1000) (n g e s a m t = 7 3 3 D

A b s c h l i e ß e n d soll die räumliche Verteilung aller Fundgattungen im a r c h ä o l o g i s c h e n B e f u n d beispiel­ haft betrachtet w e r d e n . Es wurden Horizontalkartie­ rungen v o r g e n o m m e n . Vor allem a b e r dienten Pro­ filprojektionen zur Klärung des B e f u n d e s . Da das fundführende S e d i m e n t stark aus z w e i Richtungen einfällt, wurden die Projektionen quadratmeterreih e n w e i s e , s o w o h l entlang der x- als a u c h entlang d e r y-Achse der Grabungsfläche erstellt. A u f diesem W e g konnte der g e s a m t e Befund „in S c h e i b e n " b e ­ trachtet werden. T r o t z d e m wurden w e i t e r r e i c h e n d e Aussagen zu F u n d z u s a m m e n h ä n g e n aufgrund der teilweise s e h r niedrigen Funddichte e r s c h w e r t . D e r Befund ist in d e r Horizontalen d u r c h das Ne­ b e n e i n a n d e r von F u n d e n aller G a t t u n g e n g e k e n n ­ z e i c h n e t (Abb. 12, 1 3 ) . Hölzer treten a b der Qua­ dratmeterreihe x / 1 6 a u f (Abb. 12) u n d zeigen eine G r ö ß e n s o r t i e r u n g im Befund. Im tiefsten B e r e i c h der Grabungsfläche liegen Hölzer d e s kleinsten Fragmentationsgracles. Hangaufwärts nimmt die G r ö ß e der Hölzer kontinuierlich zu. Es ist anzuneh­ m e n , d a ß der H o l z s a u m den Bereich d e r Grabungs­ fläche charakterisiert, d e r über e i n e n l ä n g e r e n Zeit-


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

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V \

A b b . 12: H o r i z o n t a l e V e r t e i l u n g v o n Artefakten u n d F a u n e n r e s t e n ü b e r die G r a b u n g s f l ä c h e d e r Fundstelle K ä r l i c h - S e e ­ ufer. D i e F a u n e n r e s t e sind schematisiert, e n t s p r e c h e n d ihrer n a t ü r l i c h e n F o r m a n g e g e b e n . • retuschierte A b s c h l ä g e , A b s c h l a g g e r ä t e • u n r e t u s c h i e r t e A b s c h l ä g e . • K e r n e . > • bifaziell b e a r b e i t e t e G e r ä t e , >• r e t u s c h i e r t e ..Stücke".

Fig. 12: Horizontal distribution of artefacts and faunal remains over the excavated area of the Kärlich-Seeufer site. The faunal remains are given schematically, according to their natural shape. • retouched flake, tools, • unretouched flakes. • cores, >• biacial worked tools, >• retouched ..pieces".

Abb. 13: H o r i z o n t a l e V e r t e i l u n g der T a n n e n r e s t e mit e i n e r Länge g r ö ß e r als 10 c m und d e r Artefakte ü b e r die G r a b u n g s ­ fläche d e r F u n d s t e l l e K ä r l i c h - S e e u f e r . • r e t u s c h i e r t e A b s c h l ä g e , A b s c h l a g g e r ä t e , A u n r e t u s c h i e r t e A b s c h l ä g e , • K e r n e , >• bifaziell b e a r b e i t e t e G e r ä t e , > • retuschierte „ S t ü c k e " .

Fig. 13: Horizontal distribution of remains of fir longer than 10 cm and artefacts over the excavated area of the Kärlich-Seeufer site. • retouched flakes. A tools unretouched flakes, • cores, >• bifacial worked tools, > retouched .pieces". raum w a s s e r b e s t a n d e n war (Abb. 12). Steinartefakte und F a u n e n r e s t e streuen in der Horizontalen nach keinem erkennbaren Muster über die Grabungsfläche

(Abb. 1 2 ) . Insgesamt dünnt die Fundschicht a b der Quadratmeterreihe 1 1 9 / y aus. Das Ausdün­ nen der Funde steht mit d e m Ausdünnen des


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SABINE GAUDZINSKI

A b b . 14: V e r t i k a l s t r e u u n g v o n F a u n e n r e s t e n u n d Artefakten i n n e r h a l b d e r Q u a d r a t m e t e r r e i h e n 1 2 7 / y b i s 1 2 5 / y (vgl. A b b . 1 3 ) . A u f d e r A b s z i s s e sind die Q u a d r a t m e t e r b e z e i c h n u n g e n e n t l a n g d e r y - A c h s e d e r G r a b u n g s f l ä c h e a b g e t r a g e n . A u f d e r O r d i n a t e ist d i e H ö h e a b g e t r a g e n . D i e F a u n e n r e s t e sind s c h e m a t i s i e r t , e n t s p r e c h e n d ihrer natürlichen F o r m a n g e g e b e n . • unretuschierte Abschläge, • r e t u s c h i e r t e A b s c h l ä g e , A b s c h l a g g e r ä t e , • K e r n e , bifaziell b e a r b e i t e t e G e r ä t e , < retu­ s c h i e r t e „Stücke". D i e unausgefüllten S y m b o l e b e z e i c h n e n S a m m e l f u n d e , d e r e n H ö h e in der V e r t i k a l e n u m bis zu 1 0 c m höher liegen kann.

Fig. 14: Vertical distribution of faunal remains and artefacts in square-meter rows 127/y-125/y (compare fig. 13). Square meters on the y-axis of the excavated area are given on the abscissa. Height is given on the ordinate. The faunal remains are given schematically, ac­ cording to their natural shape. • unretouched flakes, • retouched flakes and tools, • cores, bifacially workes tools, < retouched "pie­ ces". The unfilled symbols stand for collected finds and their vertical height can be up to 10 cm higher. fundführenden 4, 12, 1 3 ) .

Sediments in Z u s a m m e n h a n g (Abb.

In der Vertikalen verteilen sich die F u n d e aller Gat­ tungen von der O b e r - bis zur Unterkante des fund­ führenden S e d i m e n t p a k e t e s ( A b b . 14, 1 5 ) . Inner­ halb e i n e s Quadratmeters k ö n n e n F u n d e durch ü b e r einen Meter fundleeres Sediment getrennt w e r d e n (vgl. z. B . A b b . 1 4 ) . Eine interpretierbare Regelhaftigkeit wird aus dieser Vertikalverteilung allerdings

nicht ersichtlich. D i e mächtigste Vertikaldistanz zwi­ s c h e n K n o c h e n beträgt innerhalb e i n e s Quadratme­ ters 2 1 1 c m . D i e Steinartefakte streuen bis zu 150 c m u n d die mächtigste Vertikalstreuung der Hölzer in e i n e m Quadratmeter beträgt 130 c m . D i e größenund g e w i c h t s a b h ä n g i g e Sortierung, die für die Höl­ zer in der Horizontalen gefaßt w e r d e n konnte, zeigt sich auch in d e r Vertikalen. Es stellt sich zunächst die Frage, o b d i e s e Vertikal-


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kätlich-Seeufer (Mittelrhein)

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• 5m

128/y

1-2

5m

126/y

L-2

1

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1

1

24

1

1

22

1

1

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1

1

18

1

1

16

1

U

1

1

12

1

1

10

1

1

1

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A b b . 15: V e r t i k a l s t r e u u n g d e r Hölzer i n n e r h a l b der Q u a d r a t m e t e r r e i h e n 1 2 8 / y u n d 126/y (vgl. A b b . 13). A u f d e r A b s z i s ­ s e sind d i e Q u a d r a t m e t e r entlang d e r y - A c h s e der G r a b u n g s f l ä c h e a b g e t r a g e n . A u f d e r O r d i n a t e ist d i e H ö h e a b g e t r a g e n . D i e H ö l z e r sind s c h e m a t i s i e r t , e n t s p r e c h e n d ihrer n a t ü r l i c h e n F o r m a n g e g e b e n .

Fig. IS: Vertical distribution of wood in square-meter rows 128/y and 126/y (comparefig.13). Square meters on the y-axis of the ex­ cavated area are given on the abscissa. Height is given on the ordinate. The wooden remains are given schematically, according to their natural shape. Verteilung das E r g e b n i s kontinuierlicher Sedimenta­ tionsprozesse ist o d e r o b alle F u n d e ursprünglich e i n e n Horizont bildeten, der h e u t e auseinanderge­ z o g e n und nicht m e h r erkennbar ist. Für p o s t d e p o sitionale V e r t i k a l b e w e g u n g e n v o n a r c h ä o l o g i s c h e n Funden k ö n n e n e i n e Reihe v o n physioenergetis c h e n u n d / o d e r b i o e n e r g e t i s c h e n Prozessen verant­

dann b e o b a c h t e t w e r d e n kann, w e n n die Vertikaldi­ stanz der F u n d e nicht mehr als 3 0 c m beträgt (vgl.

wortlich sein (vgl. W O O D & J O H N S O N 1 9 7 8 ) . Die D y ­

Fundschichten in d e r Vertikalen a u s e i n a n d e r g e z o ­ g e n sind, s o b l e i b e n sie d e n n o c h häufig als Horizont erkennbar, o h n e dafä j e d o c h e i n z e l n e Phasen unter­ schieden werden können.

namiken, nach d e n e n sich die F u n d e im Sediment b e w e g e n , w e r d e n heute n o c h nicht verstanden. Zunächst w a r e i n e g e w i c h t s a b h ä n g i g e Sortierung postuliert

w o r d e n (VILLA & C O U R T I N 1 9 8 3 ) .

Andere

Arbeiten zeigen aber, dafs' eine s o l c h e Selektion n u r

G I F F O R I ) et al. 1 9 8 5 ) . V e r t i k a l b e w e g u n g e n von F u n ­

den k ö n n e n o h n e sichtbare s e d i m e n t ä r e Störungen auftreten (VILLA 1 9 8 2 ) und sind a b h ä n g i g v o m sedim e n t o l o g i s c h e n K o n t e x t (vgl. S T O C K T O N 1 9 7 3 , VILLA 1 9 8 2 , VILLA & COURTIN 1 9 8 2 , H O F M A N 1 9 8 6 ) .

Wenn

Mit d e n Profilprojektionen, die für d e n Kärlich-See­ ufer Befund erstellt wurden, sollte e i n solcher Hori-


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SABINE GAUDZINSKI

zont sichtbar gemacht w e r d e n . Eine s o l c h e Horizontierung tritt im Kärlicher Befund jedoch nicht auf. Z u s a m m e n mit der g r o ß e n - und g e w i c h t s a b h ä n g i ­ gen Sortierung der Hölzer legt dieser Aspekt n a h e , d a ß die Einlagerung d e r Holzreste offenbar d a s Er­ g e b n i s v o n Umlagerungsprozessen ist. Die qualitati­ ve u n d quantitative Analyse des Kiesanteils im fund­ führenden Sedimentpaket unterstreicht dies ( K U L E MEYER 1 9 8 8 ) . KUI.EMEYERS „ K ö r n u n g s a n a l y s e " b e l e g t e

die A b n a h m e größerer Steine und die Z u n a h m e klei­ nerer Steine zur Basis d e s fundführenden S e d i m e n t ­ p a k e t e s . Hölzer, die unmittelbar an d e n analysierten G r a b u n g s b e r e i c h angrenzen, selektieren sich in gleicher W e i s e . Diese B e o b a c h t u n g Linterstreicht die H y p o t h e s e v o m Holz als natürlichem S e d i m e n t b e ­ standteil. D i e räumliche Verteilung für alle Fundgat­ tungen m e h r oder w e n i g e r gleich. Insofern ereilte zumindest Teile d e s lithischen Materials u n d d e r Fauna offenbar gleiches Schicksal w i e die Hölzer. Der N a c h w e i s von Abrasionserscheinungen a u f den O b e r f l ä c h e n einiger Steingeräte, vor allem a b e r d e r K n o c h e n , k ö n n e n als weitere Anzeichen für hydrau­ lische U m a r b e i t u n g s e r s c h e i n u n g e n b e w e r t e t w e r ­ den. 1 0 Fazit Die Rolle v o n Hominiden bei der G e n e s e d e r Fund­ stelle Kärlich-Seeufer darzulegen ist überaus s c h w i e ­ rig. Direkte B e g e h u n g e n durch Hominiden k ö n n t e n am Ort stattgefunden h a b e n . Steingeräte, die sich durch e i n e n extrem frischen Erhaltungszustand aus­ zeichnen, lassen dies sogar plausibel e r s c h e i n e n . Erosion u n d Umlagerung h a b e n indes in e i n e m Maß eingewirkt, das die Überlieferung solcher potentiel­ len B e f u n d e unmöglich macht. Die A n n a h m e e i n e s in unmittelbarer U m g e b u n g d e r Fundstelle g e l e g e ­ nen Platzes, dessen Reste zur heutigen Fundstelle umgelagert wurden, w ü r d e die bereits b e s c h r i e b e n e Gleichartigkeit des lithischen Ensembles s o w i e die A n w e s e n h e i t der Z u s a m m e n p a s s u n g e n erklären. Von d e r Bereicherung des lithischen Inventars durch Artefakte, die möglicherweise aus anderen Berei­ c h e n d e r T o n g r u b e umgelagert worden sein könn­ ten, w u r d e ebenfalls berichtet. K n o c h e n g e r ö l l e l e g e n beredtes Zeugnis davon a b , d a ß außer d e n Artefak­ ten a u c h Faunenreste durch Transport a n d e n Platz gelangt sein könnten. G l e i c h e s dürfte auch für die Holzreste gelten. D i e Depression, in der die fund­ führenden Sedimente abgelagert wurden, fungierte wahrscheinlich als Sedimentfalle, in die Ablagerun­ gen u n d Fundmaterial w ä h r e n d eines Interglazials eingetragen wurden. Die v o r g e l e g t e Interpretation d e r Fundstelle KärlichSeeufer unterscheidet sich v o n der v o r a n g e g a n g e n e r Jahre, die viele der Muster beinhaltete, die die Sicht­ weise z u m Altpaläolithikum über lange Zeit geprägt haben u n d n o c h heute prägen. Zu nennen sind hier

einige Schlagworte wie: Elefantenjagdplatz, h ö l z e r n e Gerätschaften wie z. B . Lanzen, Geräte w i e Kno­ c h e n m e i ß e l , Konstruktionen aus Holz (BOSINSKI e t al. 1980,

BOSINSKI 1 9 8 3 , KULEMEYER 1 9 8 8 , K R Ö G E R et al.

1992). D i e kritische Betrachtung aller Fundgattungen zeigt j e d o c h , dalä keines dieser Elemente d e n Kär­ lich-Seeufer-Befund charakterisiert. Nicht n u r a m Kärlicher Seeufer führte e i n e umfas­ s e n d e kritische Betrachtung zur Revision b i s dahin veröffentlichter Ergebnisse. S o wurden a u c h die Fundstellen Torralba u n d A m b r o n a ( S p a n i e n ) ü b e r lange Zeit als Nachweis für die Großwildjagd (spezi­ ell a u f Elephas antiquus) im Mittelpleistozän b e ­ trachtet (FREEMAN 1 9 7 5 ) . N a c h d e m sich i n z w i s c h e n eine R e i h e von Forschern mit d e m Fundmaterial b e i ­ der Plätze beschäftigt hat, herrscht allgemeiner K o n ­ sens darüber, d a ß d e r a r c h ä o l o g i s c h e N a c h w e i s , ähnlich w i e am Kärlicher Seeufer, zu gestört ist, u m die Rolle d e s M e n s c h e n plausibel zu evaluieren (BINEORD

1 9 8 7 , SANTONJA & VILLA 1 9 9 0 , VILLA 1 9 9 0 ,

HAYNES 1 9 9 1 ) . Auch an a n d e r e n mittelpleistozänen Plätzen, deren faunistischer Nachweis durch e i n h o ­ hes z a h l e n m ä ß i g e s Auftreten v o n Elephas antiquus g e k e n n z e i c h n e t ist, ist d e r Anteil d e s M e n s c h e n s o ­ wohl a m T o d der Elefanten als auch für die G e n e s e der Fundstellen schwierig zu ermitteln. Zu n e n n e n sind hier z. B . Rebibbia (Italien) (ANZIDEI & R U F F O 1 9 8 5 ) , La Polledrara (Italien) (ANZIDEI et al. 1 9 8 9 , A N ­ ZIDEI & AtcNOLDis-HiYZENDVELT 1 9 9 2 ) o d e r a u c h F o -

natana R a n u c c i o (Italien) (BIDDUTTU & SEGRE 1 9 8 2 , BIDDÜTTL] et al. 1979, SEGRE et al. 1 9 8 7 ) . D i e a r c h ä o ­

logischen Nachweise s c h e i n e n in der H a u p t s a c h e durch fluviatilen Im- und Export g e k e n n z e i c h n e t , re­ flektieren lange t a p h o n o m i s c h e G e s c h i c h t e n u n d b e l e g e n , durch das lithische Material, v e r s c h i e d e n a r ­ tige B e g e h u n g e n durch H o m i n i d e n in d e r U m g e ­ bung d i e s e r Plätze (GAUDZINSKI 1995a). Insofern steht d e r Nachweis v o m Fundplatz Kärlich-Seeufer durchaus im Kontext a n d e r e r mittelpleistozäner Plätze, d i e sich durch v e r g l e i c h b a r e a r c h ä o l o g i s c h e N a c h w e i s e auszeichnen. Die mittelpleistozäne Fundstelle Kärlich-Seeufer lie­ fert wichtigte Ergebnisse für die Rekonstruktion ö k o l o g i s c h e r B e d i n g u n g e n w ä h r e n d einer intergla­ zialen P h a s e und kann gleichzeitig als gutes B e i s p i e l für die Komplexität unserer g e o l o g i s c h e n N a c h w e i ­ se h e r a n g e z o g e n werden, b e i d e n e n Hominiden n u r eine V a r i a b l e sind. Danksagung Für A n r e g u n g e n und Diskussionen zu d i e s e m B e i ­ trag m ö c h t e ich mich herzlich b e i Dr. M. Street ( N e u w i e d ) u n d Dr. F. B i t t m a n n (Göttingen) b e d a n ­ ken. Letzterer sei darüber hinaus für die Bereitstel­ lung d e s bisher unpublizierten Pollenprofils Kärlich E (Abb. 3 ) herzlich bedankt.


Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

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Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundstellen am Beispiel des Platzes Kärlich-Seeufer (Mittelrhein)

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Manuskript e i n g e g a n g e n a m

25.08.1995

Quaternary Science Journal - Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundst...  
Quaternary Science Journal - Über die komplexe Genese mittelpleistozäner archäologischer Fundst...  

Die mittelpleistozäne Fundstelle Kärlich-Seeufer ist der jüngste archäologische Nachweis innerhalb der Kärlicher Tongrube, die seit Anfang...

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