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Eiszeitalter

u.

56 — 6 1

44

Gegenwart

Hannover

7 Abbildungen

1994

Subnivale Kleinoserbildung Eine Beobachtung zur Schuttumlagerungsdynamik im Wimbachgries (Berchtesgadener Alpen) THOMAS

SCHNEIDER*)

M a s s transport, d o l o m i t e debris, r o c k flow p r o c e s s e s , intraniveal d e b r i s transport, s u b n i v e a l m i c r o - e s k e r s , B e r c h t e s g a d e n Alps, G e r m a n y

K u r z f a s s u n g : Die U m l a g e r u n g s d y n a m i k a u f d e n g r o ß e n Dolomit-Schuttflächen

des

Wimbacbgries

(Berchtes­

g a d e n e r A l p e n ) ist in e r s t e r Linie an starke s o m m e r l i c h e Gewitterregen gebunden,

durch welche die Aufnahme­

fähigkeit d e s m ä c h t i g e n S c h u t t k ö r p e r s ü b e r s c h r i t t e n u n d somit oberflächlicher Abgang v o n Wasser und Lockerma­ terial, m e i s t in Eorm v o n M u r e n , b e w i r k t wird. Durch Ausaperung werden jedoch regelmäßig g e g e n Ende d e s W i n t e r h a l b j a h r e s F o r m e n freigelegt, w e l c h e a u c h a u f Schuttumlagerungsvorgänge

in b z w . unter

d e c k e h i n w e i s e n . Aufgrund

d e u t l i c h e r P a r a l l e l e n zu d e n

entsprechenden

der Schnee­

Großformen werden diese als subnivale

K l e i n o s e r a n g e s p r o c h e n . S i e s c h e i n e n b e v o r z u g t dort vor­ z u k o m m e n , w o aufgrund

der topographischen

Situation

größere Schmelzwassermengen bei noch gefrorenem Un­ t e r g r u n d anfallen; für ihre B i l d u n g ist offensichtlich d i e re­ lativ h o m o g e n e u n d f e i n k ö r n i g e Natur d e s "Gries"-Materials f ö r d e r l i c h .

[Subniveal Micro-Eskers - A Contribution t ot h e D y n a m i c s o f Debris T r a n s p o r t in t h e W i m b a c h g r i e s Valley, B e r c h t e s g a d e n Alps]

Abb. 1: T o p o g r a p h i s c h e Ü b e r s i c h t Fig. I: Topographic'sketch schalten

A b s t r a c t : M a s s transport o n t h e vast d o l o m i t e d e b r i s sur­ f a c e o f t h e " W i m b a c h g r i e s " h a s vastly b e e n attributed t o s u m m e r t h u n d e r s h o w e r s , with a m o u n t s o f p r e c i p i t a t i o n w h i c h c a n n o t i m m e d i a t e l y b e s w a l l o w e d b y t h e large d e -

der

Nordalpen.

Durch einen

Tributärarm

d e s p l e i s t o z ä n e n S a a l a c h g l e t s c h e r s überformt u n d in Stufen übertieft ( B A D E R 1 9 8 1 ) . weist das d e r K ö n i g s s e e f u r c h e w e s t l i c h parallel verlaufende W i m b a c h t a l

trital valley filling, thus l e a d i n g t o torrential r o c k flow p r o ­

im k o m p a k t e n D a c h s t e i n k a l k o b e r h a l b s e i n e r M ü n -

cesses.

d u n g s k l a m m zunächst e i n d r u c k s v o l l e T r o g f o r m auf,

H o w e v e r , spring s n o w m e l t regularly e x p o s e s a c c u m u l a t i ­

um sich im T a l i n n e r e n s c h l i e ß l i c h im B e r e i c h

v e forms w h i c h indicate that s u b n i v e a l o r intraniveal d e b r i s

Ramsaudolomit

transport must have t a k e n p l a c e . D u e to a striking r e s e m ­

Der

b l a n c e t o t h e i r m a c r o e q u i v a l e n t s , t h e s e forms a r e c a l l e d

auf die r e i c h e Schuttanlieferung von d e n d a s i n n e r e

s u b n i v e a l m i c r o - e s k e r s . T h e y a p p e a r in p l a c e s w h i c h r e ­

Wimbachgebiet

c e i v e h i g h a m o u n t s o f m e l t w a t e r w h i l e t h e u n d e r g r o u n d is

Wänden

still frozen; t h e grain size o f t h e "Gries" material s e e m s t o

zirkusartig

zu

weiten

des

(s. A b b . 2 ) .

N a m e "Gries" (= k a n t i g e r D o l o m i t s c h u t t ) w e i s t

hin,

umrahmenden

unter

welcher

Ramsaudolomit-

dieses

förmlich

"er­

trinkt".

b e f a v o u r a b l e for this t y p e o f p r o c e s s .

2 Die Hauptschuttumlagerungsvorgänge i m Wimbachgries

1 Einführung Das

W i m b a c h g r i e s in d e n

B e r c h t e s g a d e n e r Alpen

zählt zu d e n b e k a n n t e s t e n

Schuttumlagerungslancl-

Der

anfallende

schlagrinnen

Dolomit"gries"

mächtigen

wird

Schutthalden

über

Stein­

zugeführt,

*) Anschrift d e s Verfassers: D r . T . SCHNEIDER, Lehrstuhl für

w e l c h e , die g e s a m t e W i m b a c h u m r a h m u n g

D i d a k t i k d e r G e o g r a p h i e . Universität A u g s b u r g ,

z e n d , s i c h v e r z a h n e n u n d zu e i n e m m ä c h t i g e n , ü b e r

sitätsstr. 1 0 . 8 6 1 3 5 A u g s b u r g .

Univer-

bekrän­

viele K i l o m e t e r talauswärts r e i c h e n d e n S c h u t t k ö r p e r


Subnivale Kleinoserbildung - Eine Beobachtung zur Schtittumlagerungsdynamik im Wimbachgries (Berchtesgadener Alpen)

57

Hochk.

Trisch.

x "•V.

. o

u

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g

x x x x x x x x x x x x N x x x x x x \ *X

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"65

x

x

X

x

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x X

X

x X

X

X, X ,5

69

Abb. 2: G e o l o g i s c h e Ü b e r s i c h t ü b e r das W i m b a c h t a l ( v e r e i n f a c h t n a c h GANSS & G R Ü N F E L D E R , 1 9 7 4 ) 1= Schutt ("Gries"); 2 = S c h u t t k e g e l ; 3= M o r ä n e ; 4 = W i m b a c h - " S e e k r e i d e " , Schotter; 5= D a c h s t e i n k a l k ; 6 = R a m s a u d o l o ­ mit m. Raibier S c h i c h t e n . z.T. Muschelkalk. - D e r Pfeil gibt die L a g e der "Engstelle" Cef. A b b . 4 und 7 ) w i e d e r . I ig. 2: Geologie sketch of the Wimbachtal valley (after GANSS & GRÜNFELDER, 1974). 1= debris ("Gries"); 2« debris cones; 3= moraine; 4 - Wimbach "chalk", gravel; 5= "Dachstein" limestone; 6 - "Ramsau" dolomite incl. "Raibl" stratum, partly Muschelkalk. - The arrow indicates the site of the constriction (ravine) - cf. fig. 4 and 7.


58

T H O M A S SCHNEIDER

verbinden. W ä h r e n d an den Ausgängen der Stein­ schlagrinnen die Halden mit deutlich ü b e r 3 0 ° n o c h maximale Neigungswerte gravitativ erfolgter Schuttanhäufung aufweisen, geht der W e r t im lan­ g e n unteren B e r e i c h der Schuttzunge (unterhalb des "Schlosses") auf w e n i g e Grad zurück u n d beweist somit die Beteiligung fluvialer P r o z e s s e . In der Regel ist j e d o c h W a s s e r erst am untersten En­ de des Schuttkörpers b e i rund 8 0 0 m NN zu sehen; o b e r h a l b verläuft der den W i m b a c h ( u n d die Quell­ fassung d e s Marktes B e r c h t e s g a d e n ) s p e i s e n d e W a s ­ serstrom innerhalb der "Gries"massen, und nur b e i äußerst ergiebigen Starkregenfallen, w i e sie im Ver­ lauf kräftiger s o m m e r l i c h e r Gewitter auftreten k ö n ­ nen, wird der Schuttkörper bzw. T e i l e d e s s e l b e n in kürzester Zeit derart mit W a s s e r durchtränkt, d a ß dieses a u c h an seiner Oberfläche m o r p h o l o g i s c h wirksam werden k a n n und die das o b e r e Gries d u r c h z i e h e n d e n Schuttrinnen weitergebildet wer­ den. D a z u nötige innerhalb kurzer Zeit fallende Re­ g e n m e n g e n sind j e d o c h nur an w e n i g e n T a g e n im J a h r g e g e b e n ; e x t r e m e derartige Ereignisse, bei d e ­ nen a u c h der untere Schuttzungenteil schichtflutartig "aufschwimmt" ( F I S C H E R 1 9 8 4 : 4 8 ) , treten gär nur nach jahrelangen Ruheperioden auf. Eng g e ­ b u n d e n an s o l c h e Starkregen ist auch die G e r ö l l b e ­ lastung d e s W i m b a c h s L i n t e r h a l b s e i n e r "Quellen"; a u ß e r h a l b dieser episodisch auftretenden Ereignisse wird offensichtlich k a u m Material aus d e m Schutt­ körper durch den aus d i e s e m entspringenden B a c h weitertransportiert (s. A b b . 3 ) .

A b b . 3: G e r ö l l t r i e b d e s W i m b a c h s ( v e r ä n d e r t n a c h SCHLE­

s i n g e r , 1974. Abb. 5 ) lag. 3: Gravel transport of Wimbach stream (modified after SCifi.ivsrNCER, 1974, fig. 5)

Vor allem im o b e r e n , steileren Bereich o b e r h a l b des "Schlosses" kommt es im Gries bei starker Durch­ tränkung des Materials auch immer w i e d e r zum Ab­ gang von Muren; diese n e h m e n ihren Ausgang in

d e n steilen, in der U m r a h m u n g w u r z e l n d e n Halden und latifen auf den flacheren B e r e i c h e n d e s Grieses aus. N e b e n den Zerstörungen, w e l c h e die Scluittrinn e n aufgrund seitlich-erosiver P r o z e s s e b e w i r k e n , sind e s vor allem a u c h diese M u r a b g ä n g e , w e l c h e durch immer w i e d e r erfolgende Ü b e r s c h ü t t u n g von T e i l e n des W i m b a c h g r i e s die M o r p h o d y n a m i k in d i e s e m Tal b e s t i m m e n . D a s Resultat ist e i n Mosaik v o n Arealen, die die unterschiedlichen Zustände in­ n e r h a l b dieser E n t w i c k l u n g s g ä n g e w i d e r s p i e g e l n Lind - scharf v o n e i n a n d e r abgegrenzt - die verschie­ d e n s t e n Vegetations-Sukz.essionsstadien v o n kahlen SchLittflächen bis hin zum H o c h w a l d zeigen (SCHLESINGER 1974, THIELE

1978).

3 Die Rolle subnivaler U m l a g e r u n g s v o r g ä n g e Auch in der Literatur wird betont, d a ß "die Massen­ v e r l a g e r u n g e n im W i m b a c h - G r i e s im w e s e n t l i c h e n an Starkregen g e b u n d e n " sind ( S C H L E S I N G E R 1 9 7 4 : 2 8 ) ; sie spielen sich somit episodisch u n d s c h u b w e i ­ se, d e m Klimagang folgend, vor allem in d e n Som­ m e r m o n a t e n ab. B e o b a c h t u n g e n , die der Verfasser seit vielen J a h r e n im W i m b a c h g r i e s m a c h e n konnte, l e g e n allerdings den S c h l u ß nahe, d a ß i n s b e s o n d e r e g e g e n E n d e des Winterhalbjahres typische Llmlager u n g s e r s c h e i n u n g e n auftreten, w e l c h e z w a r men­ g e n - und g r ö ß e n o r d n u n g s m ä ß i g deutlich hinter den o b e n geschilderten zurückstehen, d u r c h ihre auffäl­ lige Erscheinungsform und ihr r e g e l m ä ß i g e s , peri­ o d i s c h e s Auftreten j e d o c h b e s o n d e r e B e a c h t u n g verdienen. J e w e i l s im Spätfrühling/Frühsommer treten b e i m A b t a u e n der S c h n e e d e c k e auf dem Gries Mikro- bis Mesoformen zum Vorschein, w e l c h e auf frische, un­ ter der S c h n e e d e c k e ablaufende Akktimtilationsvorg ä n g e hindetiten. Es handelt sich u m langgestreckte, aus einiger Entfernung betrachtet M u r z u n g e n nicht unähnliche, an m a n c h e n Stellen j e d o c h atich unter­ b r o c h e n e R ü c k e n f o r m e n mit einer S c h e i t e l h ö h e von einigen Dezimetern ( m a x i m a l b e o b a c h t e t w u r d e et­ w a ein halber Meter) und bis zu m e h r e r e n Dutzend Metern Längserstreckung. Diese verlaufen g e w u n ­ den, j e d o c h i. a. in Richtung des Gefälles d e r flach­ g e n e i g t e n Griesfläche, der sie aufsitzen, u n d verä­ steln sich in auffälliger W e i s e g e g e n ihr unteres En­ de, um meist mit steiler Stirn zu e n d e n . Sie setzen zum Teil unvermittelt ein. oft ist a b e r ihr Ursprung bei n a c h o b e n w a n d e r n d e r Ausaperung n o c h unter der g e s c h l o s s e n e n S c h n e e d e c k e v e r b o r g e n . Im Querschnitt w e i s e n sie meist gerundete, stellenwei­ se a u c h annähernd trapezförmige b z w . abgeflachtprismatische Form auf. Ihr Material stimmt mit d e m des Grieses überein, aus d e m es a u f g e n o m m e n wtirde, h e b t sich j e d o c h i n s b e s o n d e r e g e g e n ihr unteres E n d e durch gröbere K o m p o n e n t e n von d i e s e m ab (s. A b b . 4 ) .


Subnivale Kleinoserbildung - Eine Beobachtung zur Schuttumlagerungsdymimik im Wimbachgries (Berchtesgadener Alpen)

59

A b b . 4: K l e i n o s u n t e r h a l b d e r "Engstelle" im W i m b a c h g r i e s , c a . 1 0 0 0 m NN. B l i c k r i c h t u n g S W . Aufn. 1 6 . 0 4 . 9 3 . Fig. 4; Micro-esker below constriction of Wimbach valley (ravine), around 1000 m above sea level. Photograph taken April 16, 1993. viewing SW.

A b b . 5: A u f älterer S c h n e e sc hiebt abgelagerte, frisch a u s g e a p e r t e F o r m . Im Hintergrund clie "Kngstelle", d u r c h w e l c h e die S c b n e e s c h m e l z w ä s s e r a u s d e m o b e r e n G r i e s stark g e b ü n d e l t w e r d e n , davor j ü n g e r e Aufschüttung. B l i c k r i c h t u n g S S W . Aufn. 16.04.93. Fig. 5: Micro-esker recently emerged from under snow, showing its deposition on older snow layer. In the background the ravine-like constriction through which concentrated snowmelt runoff from the upper "Gries" takes place. Photograph taken April 16, 1993. viewing SSW.


60

THOMAS SCHNEIDEN

I n s g e s a m t e n t s p r e c h e n d i e s e durch Ausaperung z u m Vorschein k o m m e n d e n Formen, w e l c h e im Verlauf d e s S o m m e r s i m m e r v e r w a s c h e n e r bzw. g a n z zerstört werden, in ihrer Erscheinungsform und ihrer offensichtlichen Entstehung derart d e n ent­ s p r e c h e n d e n M a k r o f o r m e n der g r o ß e n Vereisungs­ g e b i e t e , d a ß m a n sie als subnivale K l e i n o s e r b e ­ z e i c h n e n kann. Sie l e g e n nahe, d a ß sich a u c h unter der g e s c h l o s s e n e n S c h n e e d e c k e im B e r e i c h der fla­ c h e r e n Griespartien Schuttumlagerungsvorgänge abspielen. Auf deren fluviale Natur d e u t e n die o. a. Sortierung hin, d e s g l e i c h e n e i n e s t e l l e n w e i s e zu b e ­ o b a c h t e n d e Schichtung durch eingelagerte feinere Lagen, sowie eine zumindest im Kern d e r Kleinoser a n d e u t u n g s w e i s e zu e r k e n n e n d e Längsausrichtung der K o m p o n e n t e n . Insgesamt k ö n n e n s i e zu d e n "Nivationsvollformen, d i e in d e n ersten T a g e n nach intensiver S c h n e e s c h m e l z e das Mikrorelief d e r Aperflächen ... bestimmen" ( B E R G K R 1 9 6 7 : 4 4 ) , gezählt werden. Ihre Entstehung läßt sich f o l g e n d e r m a ß e n deuten: B e i Einsetzen der S c h n e e s c h m e l z e s a m m e l t sich das anfallende W a s s e r a m unteren Rand d e r durchlässi­ g e n S c h n e e l a g e und läuft in gerichteten B a h n e n ab. D a ß e s nicht im p o r ö s e n Material d e s Grieskörpers versickert, ist nur dadurch zu erklären, d a ß dieser durch gefrorenes B o d e n w a s s e r offensichtlich noch abgedichtet sein m u ß . J e n a c h M e n g e d e s anfallen­ d e n S c h m e l z w a s s e r s w e r d e n in diesen subnivalen K a n ä l e n G e s t e i n s k o m p o n e n t e n abgelagert bzw. weitertransportiert, w a s durch die relativ feinkörni­ g e Struktur d e s Dolomit"gries" unterstützt wird. Führt starke Schuttbefrachtung zu einer Verstopfung der subnivalen Abflußrinne, s o wird weiter aufwärts ein n e u e r W e g angelegt, d e r v o m ursprünglichen in spitzem Winkel abzweigt, w i e dies auch b e i d e n gla­ zialen Osern zu b e o b a c h t e n ist ( K L E B F E S U E R G 1 9 4 8 : 2 9 2 ) . Unter Umständen sind die relativ steilen Enden e i n z e l n e r "Zungen" a u c h Hinweise a u f plötzlich n a c h l a s s e n d e Transportkraft d e s Wassers, w i e sie an Stellen auftreten m u ß , a n d e n e n es im Untergrund versickern kann (vgl. A b b . 6 ) b z w . in d e n S c h n e e perkoliert. Alle diese V o r g ä n g e müssen sich in recht k u r z e n Zeiträumen a b s p i e l e n .

Q

A b b . 6 : S c h e m a d e s s u b n i v a l e n Abflusses b e i V o r l i e g e n e i ­ n e r s t a u e n d e n g e n e i g t e n Eisschicht ( v e r ä n d e r t u. ü b e r s e t z t n. C O L B E C K 1 9 8 0 , Fig. 3 3 / S. 3 8 2 ) . - A = S c h m e l z w a s s e r a n ­

r e i c h e r u n g , Q = Abfluß ü b e r durchlässige S t e l l e n , W = Perkolation durch Poren. - D i e wasserstauende Funktion kann ebenso

von der winterlich

gefrorenen

Griesoberfläche

b z w . e i n e r k o m p a k t e r e n ä l t e r e n .Schneeschicht

übernom­

men werden. Fig. 6: Sketch o f subniveal r u n o f f over inclined f r o z e n

layer

( m o d i f i e d after C O L B E C K . 1 9 8 0 , f i g . 3 3 / p 3 8 2 ) . A = A c c r e t i o n , Q = F l o w t h r o u g h drains, W = F l o w t h r o u g h pores. - T h e f u n c t i o n o f t h e i m p e r m e a b l e layer c a n a l s o b e t a k e n b y f r o z e n "Gries" surface i n w i n t e r , o r dense o l d e r s n o w .

1

Einzelne kleinere F o r m e n liegen sogar nicht direkt d e m Gries auf, s o n d e r n .einer k o m p a k t e n älteren S c h n e e l a g e , w e l c h e somit ebenfalls als Stauschicht gedient h a b e n m u ß ( s . A b b . 5 ) . Noch lange nach d e m Ausapern der u m g e b e n d e n Flächen k ö n n e n in d i e s e n Fällen d u r c h g e h e n d e S c h n e e l a g e n unter den Kleinosern ergraben w e r d e n , w ä h r e n d b e i d e n di­ rekt d e m Gries aufsitzenden Formen teilweise in de­ ren randlichen B e r e i c h e n S c h n e e l e i s t e n durch seit­ lichen Versturz d e r K l e i n o s e r beim Ausapern einge­ bettet b l e i b e n ( v e r g l e i c h b a r d e n "Eisleisten" d e r Ma­ kroformen - G R I P P 1 9 7 8 : 9 8 ) .

A b b . 7: B ü n d e l u n g d e s o b e r f l ä c h l i c h e n

Abflusses an der

"Engstelle" o b e r h a l b d e s W i m b a c h s c h l o s s e s ( s . P f e i l ) . D e r P u n k t b e z e i c h n e t d e n S t a n d o r t d e r A u f n a h m e n A b b . 4 u. 5 - Ausschnitt

aus der Topographischen

Karte 1 : 2 5 0 0 0 . B l .

8 4 4 3 ; W i e d e r g a b e mit frdl. G e n e h m i g u n g d e s B a y e r i s c h e n L a n d e s v e r m e s s u n g s a m t s M ü n c h e n , Nr. 7 8 0 5 / 9 3 F i g . 7 : C o n c e n t r a t i o n o f s u r f a c e r u n o f f at t h e c o n s t r i c t i o n a b o v e t h e W i m b a c h s c h l o s s ( s e e a r r o w ) . T h e d o t i n d i c a t e s t h e site o f fig. 4 a n d 5. - D e t a i l f r o m t o p o g r a p h i c m a p 1 : 2 5 0 0 0 , s h e e t 8 4 4 3 ; b y courtesy o f Bayerisches Landesvennessungsamt Nr. 7 8 0 3 / 9 3 .

München,


Subnivale Kleinosetbildung - Eine Beobachtung zur Schuttumlagemngsdynamik im Wimbachgries (Berchtesgadener Alpen)

Das Material wird o b e r h a l b der Ablagerungsberei­ che durch das S c h m e l z w a s s e r direkt a u f g e n o m m e n , zum Teil a b e r auch, bedingt durch die topographi­ sche Lage d e s Auftretens dieser Formen, von weiter o b e n h e r eingespült, interessanterwei.se k o n n t e n derartige K l e i n o s e r nämlich b i s h e r fast ausschließ­ lich u n t e r h a l b der durch B e r g s t u r z - R i e s e n b l ö c k e im Schneeiahnerwald verursachten "Engstelle" der Hauptabflußrinne mit kurzer Schluchtstrecke in rund 1 0 0 0 m NN (vgl. Abb. 5 u n d 7 ) beobachtet wer­ den. D i e s e r Teil ist aufgrund s e i n e r engen, steilen E i n s c h n e i d u n g sehr beschattet (Bodenfrost!), und zudem Hauptabflußbahn der im oberhalb g e l e g e ­ nen G r i e s b e r e i c h anfällenden S c h m e l z w ä s s e r - letz­ tere verlaufen sich schließich a m Ausgang der kur­ zen Schluchtstrecke unter der S c h n e e d e c k e unter Ablagerung der von ihnen transportierten Schutt­ massen in der geschilderten W e i s e . Mit voll e i n s e t z e n d e r S c h n e e s c h m e l z e bzw. durch stärkere Regenfälle fallen d i e s e Formen nach der Ausaperung schließlich recht rasch der Abtragung oder Überschüttung anheim. D e r Bereich ihres Auf­ tretens darf somit zu den am häufigsten tind inten­ sivsten v o n L'mlagerungsprozessen betroffenen ties gesamten "Grieses" g e r e c h n e t werden.

61

4 Schriftenverzeichnis B A D E R , K. ( 1 9 8 1 ) : D i e g l a z i a l e n Ü b e r t i e f u n g e n im S a a l a c h ­ g l e t s c h e r - G e b i e t z w i s c h e n Inzell und K ö n i g s s e e . - Eis­ zeilalter u. G e g e n w a r t . 31:

37-32, 6 Abb.; Hannover

BERGER, H. ( 1 9 6 7 ) : V o r g ä n g e u n d F o r m e n d e r Nivation in d e n Alpen: Ein Beitrag zur g e o g r a p h i s c h e n S c h n e e f o r ­ s c h u n g . - B u c h r e i h e d. L a n d e s m u s . f. K ä r n t e n , 17: 112 S., 14 A b b . . 11 Tab.. 2 0 Tat.; Klagenfurt. COLBECK, S. C , Ed. ( 1 9 8 0 ) : D y n a m i c s o f S n o w a n d I c e M a s ­ ses. - 4 6 8 S., 174 Abb., 13 T a b . ; N e w Y o r k . FISCHER.

K. ( 1 9 8 4 ) :

Erläuterungen

zur

Geomorphologi-

s c h e n Karte 1 : 2 3 0 0 0 d e r B u n d e s r e p u b l i k D e u t s c h ­ land: G M K 2 5 . Bl. 16, 8 4 4 3 K ö n i g s s e e . - 5 8 S., 13 A b b . . 5 Tab.; Berlin. G A N S S , O. & GRÜNFELDER, S. ( 1 9 7 4 ) : G e o l o g i e d e r B e r c h t e s ­ g a d e n e r und R e i c h e n h a l l e r Alpen. - 152 S.. 117 A b b . ; Berchtesgaden. G R I P P , K. ( 1 9 7 8 ) : Die E n t s t e h u n g von G e r ö l l - O s e r n ( E s k e r ) . - Eiszeitalter u. G e g e n w a r t . 28: 9 2 - 1 0 8 . 4 A b b . . 5 Tat'.; Hannover. KLEBELSBERG, R. V. ( 1 9 4 8 ) : H a n d b u c h tier G l e t s c h e r k u n d e und G l a z i a l g e o l o g i e . I. - 1 0 2 8 S., 55 Abb.; W i e n . SCHLESINGER,

B . (1974): Ü b e r d i e Schutteinfüllung im W i m ­

b a c h - G r i e s und ihre V e r ä n d e r u n g , - M ü n c h n e r G e o g r . Abb., 14: 7 4 S.. 9 A b b . . 12 lab.. 6 Kart.; M ü n c h e n . T H I E L E , K. ( 1 9 7 8 ) : V e g e t a t i o n s k u n d l i c h e und p f l a n z e n ö k o ­ l o g i s c h e U n t e r s u c h u n g e n im W i m b a c h g r i e s . - Aus d e n Naturschutzgebieten

B a y e r n s . 1:

7.3 S., 5 4 A b b . . 18

l a b . . 3 Kart.; M ü n c h e n .

Manuskript e i n g e g a n g e n a m 18. 6. 1993


Quaternary Science Journal - Subnivale Kleinoserbildung. - Eine Beobachtung zur Schuttumlagerun...