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Eiszeitalter

u.

Gegenwart

42—77

47

Hannover

12 A b b . , 7 Tafeln

1997

Sedimente und Ablagerungsmechanismen in instabilen proglaziären Seen (Eisrandstauseen) in Westgrönland H E R B E R T SCHOLZ* R e c e n t l a k e s e d i m e n t s , u n s t a b l e lakes, W e s t G r e e n l a n d

K u r z f a s s u n g : Am Rande des grönländischen Inlandeises bei S o n d r e Stromfjord ist e i n e g a n z e R e i h e v o n E i s r a n d s t a u s e e n mit instabilen W a s s e r s t ä n d e n zu finden. S i e neigen d a z u , sich v o n Zeit zu Zeit u n t e r d a s Eis h i n e i n zu entleeren. D i e Sedimente a m B o d e n der ausgelaufenen S e e b e c k e n k ö n n e n o h n e t e c h n i s c h e n Aufwand untersucht w e r d e n . 7 s o l c h e r S e e n , v o n d e n e n 3 im S o m m e r 1 9 9 3 ausgelaufen w a r e n , k o n n t e n i m R a h m e n e i n e s v o n d e r DFG geförderten Projektes e i n g e h e n d e r untersucht wer­ den. D i e S e e f ü l l u n g e n b e s t e h e n d e m n a c h v o r a l l e m a u s locker g e l a g e r t e n D i a m i k t e n , b e i d e n e n e s sich g r ö ß t e n ­ teils u m d i e Sedimentfracht v o n E i s b e r g e n h a n d e l n dürf­ te. D a n e b e n s p i e l e n Delta- u n d S c h w e m m f ä c h e r s e d i m e n ­ te s o w i e R u t s c h m a s s e n , d i e v o n d e n F l a n k e n d e r S e e ­ b e c k e n stammen, eine wichtge Rolle. Feinkörnige S e e s e ­ dimente, w i e m a n sie in e i s r a n d n a h e n S e e n eigentlich e r ­ warten w ü r d e , treten d e m g e g e n ü b e r stark in d e n Hinter­ grund. S e d i m e n t f ü l l u n g e n v o n d e r a r t i g e n instabilen S e e n w e i c h e n a l s o offensichtlich v o n g e w ö h n l i c h e n , b i s h e r b e ­ k a n n t e n glazilakustrinen S c h i c h t f o l g e n stark ab. F o s s i l e A b ­ l a g e r u n g e n a u s derartigen S e e n , d i e a m R a n d e d e s n o r d ­ europäischen Inlandeises o d e r d e r alpinen Vorlandglet­ scher n i c h t s e l t e n e r g e w e s e n sein dürften als im h e u t i g e n G r ö n l a n d , s o l l t e n aufgrund d e r v o r l i e g e n d e n Untersu­ c h u n g e n in Zukunft leicht zu e r k e n n e n sein.

w h i c h m a y have b e e n as c o m m o n in Pleistocene Europe a s in m o d e m G r e e n l a n d , should b e identified easily in t h e future, d u e to t h e investigations presented in this paper.

1

Pleistozäne

Seeablagerungen

vergletscherten

Gebieten

(SCHOLZ, 1 9 9 1 u n d

sind

in d e n

Europas

weit

ehedem verbreitet

1 9 9 3 ) . B e i d e n Sedimenten

han­

delt es sich g e w ö h n l i c h u m laminierte F e i n s e d i m e n t e (Bändertone, Beckenschluffe und Beckensande), die von

gröberkörnigen

Sanden)

vertreten

Deltabildungen

werden

können.

(Kiesen Die

und

Feinsedi­

m e n t e sind meist einige Meter bis einige D e k a m e ­ ter

mächtig

und

werden

gewöhnlich

von

Grund­

m o r ä n e n unterlagert (SCHOLZ & PETER, 1 9 9 5 ) . Im H a n ­ g e n d e n der B e c k e n f ü l l u n g e n folgen oft fluviatile K i e ­ se, m a n c h m a l a b e r liegen die S e e a b l a g e r u n g e n a u c h frei o d e r sind - b e i B e c k e n s e d i m e n t e n aus Vereisungsperioden

älteren

- von M o r ä n e n b e d e c k t . Aller­

dings sind längst nicht alle Profile in derartigen S e ­ dimentfolgen wo

[Sediments a n d sedimentary processes within unstable proglacial lakes ( i c e - d a m m e d lakes) in West Greenland]

Einleitung

einfach zu deuten, vor allem s o l c h e ,

in F e i n s e d i m e n t - F o l g e n g e s c h i c h t e t e Kies-

Grobsandfolgen

eingeschaltet

und

sind.

Einige d i e s e r F o l g e n s c h e i n e n in instabilen S c h m e l z ­ w a s s e r s e e n e n t s t a n d e n zu sein. D a r u n t e r sollen h i e r

A b s t r a c t : C l o s e t o S o n d r e Stromfjord in W e s t G r e e n l a n d , a n u m b e r o f i c e - c o n t a c t l a k e s with u n s t a b l e w a t e r l e v e l s are c l a m m e d b y t h e margin o f t h e inland ice. F r o m t i m e to time t h e y drain m o r e o r less c o m p l e t e l y b e n e a t h t h e glacier. T h u s , t h e s e d i m e n t s at t h e b o t t o m o f s u c h d r y lake b a s i n s c a n b e e x a m i n a t e d in a n e a s y w a y . 7 l a k e s o f this type, 3 o f w h i c h w e r e e m p t y in s u m m e r 1 9 9 3 , c o u l d b e investigated in detail b y h e l p o f a grant o f t h e D F G . T h e s e d i m e n t a r y infill o f t h e l a k e s m a i n l y consists o f diam i k t o n s , p r e s u m a b l y s e d i m e n t s o f drift i c e . B e s i d e s o f t h e debris o f m a s s m o v e m e n t s , d e r i v e d from t h e flanks o f t h e lake b a s i n s , deltaic a n d fluvial d e p o s i t s play an important role. Fine grained lake sediments, h o w e v e r , which m a y b e e x p e c t e d within a lake close to a glacier, are scarcely to b e found. T h e sedimentary infill o f unstable lakes o f this type is obviously different from normal glacilacustrine successi­ ons. T h e sedimentary record o f fossil lakes o f this type,

S c h m e l z w a s s e r s e e n verstanden w e r d e n , die in

zum

G l e t s c h e r hin abfallenden

vom

Tälern und

Rinnen

G l e t s c h e r e i s s e l b s t aufgestaut w e r d e n („glacier-damm e d lakes" s e n s u DAWSON, 1 9 8 3 ) . Sie n e i g e n dazu, sich in g e w i s s e n Abständen

i m m e r w i e d e r zu

ent­

l e e r e n (z. B . MARCUS, I 9 6 0 ; SUGDEN et al., 1 9 8 5 ; SCHOLZ et

al.,

1988).

Gletscherläufe

Dabei

entstehen

(jökullhlaups)

Flutwellen, die

die

als

Schmelzwasser­

flächen im V o r f e l d des G l e t s c h e r s e r r e i c h e n . D i e B ö ­ den

s o l c h e r instabilen S e e n fallen d a n n e i n e Zeit­

lang großflächig Seebecken

trocken.

können

so

grobkörnige Sedimente

Selbst i m Profundal

Schmelzwasserrinnen

der und

entstehen.

Es sind eine ganze Reihe von rezenten ELsrandstauseen (auch „icecontact lakes" sensu CHURCH & GILBERT, 1 9 7 5 oder „temtinoglacial lakes" sensu ASHLEY et al., 1 9 8 5 )

*) Anschrift d e s Verfassers: Priv.-Doz. Dr. H. SCHOLZ, Lehr­

bekannt, die Gletscherläufe vemrsachen (z. B . THORARINS-

stuhl für A l l g e m e i n e , A n g e w a n d t e u n d I n g e n i e u r - G e o l o g i e

SON, 1 9 5 3 ; MARCUS, I 9 6 0 ; STONE, 1 9 6 3 ; JAHN, 1 9 6 8 ; WATTE,

der T e c h n i s c h e n Universität M ü n c h e n , Lichtenbergstr. 4,

1 9 8 0 ; DAWSON, 1 9 8 3 ; SUGDEN et al., 1 9 8 5 ; LORD & K E -

8 5 7 4 7 Garching.


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in

43

Westgrönland

1990;

relativ leicht zu erreichen. Da hier zudem Klima und

SCHOLZ et al., 1988; RUSSELL, 1993). Es gibt auch eine An­

Vegetation, Relief und Geometrie der Eisränder den Ver­

zahl von Untersuchungen zu GleLscherläufen, zu ihren

hältnissen im hcxdtglazialen Mitteleuropa bis zu einem

Wirkungen auf die betroffenen Sanderflächen und zu

gewissen Grad vergleichbar sind (SCHOLZ, 1984 und

HEW, 1987; RUSSELL & DEJONG, 1989; RUSSELL et al.,

den Mechanismen, die Gletscheriäufe auslösen (z. B .

1986a), lag es nahe, einige dieser Seen eingehender zu

GILBERT,

untersuchen.

1971;

BEECROFT, 1985;

SCHOLZ et

al.,

1988).

TaLsächlich aber sind in der Literatur, die sich mit glaziären Seen befaßt, kaum Hinweise auf die Sedimente,

2 Die p r a k t i s c h e D u r c h f ü h r u n g des Projektes

Schichtfolgen und Ablagerungsmechanismen in derar­ tigen instabilen proglaziären S e e n zu finden, o b w o h l

An d e m k n a p p einmonatigen Grönlandaufenthalt nah­

Seen dieses Typs z . B . am Rande des Inlandeises in

men im S o m m e r 1993 außer mir der Geologiestudent

Westgrönland ungemein verbreitet sind (SCHOLZ et al.,

Thomas Herzog und mein Kollege Dipl.-Geol. Dr. Jür­

1988; Weidick, 1988). Vor allem in der Umgebung des

gen Froh teil. Schon vor der Fahrt nach Grönland w a ­

internationalen Flughafens Soncire Stromfjord sind sie

ren 4 G e b i e t e mit instabilen Eisrandstauseen am Ran-

eisfraies Inlandeis

Vorland

Sanderflächen

Schmelzwasserseen instabile Eisrandstauseen

13

Isunguata3

L1

Leverett 1

N2

Nys0 2

Abb. 1: Ü b e r s i c h t s k a r t e d e s A r b e i t s g e b i e t e s in W e s t g r ö n l a n d , auf d e r d i e wichtigsten S c h m e l z w a s s e r s e e n u n d -flüsse s o w i e alle in d i e s e r G e g e n d b i s h e r s i c h e r identifizierbaren instabilen E i s r a n d s t a u s e e n v e r z e i c h n e t sind. D e r Ü b e r s i c h t ­ lichkeit h a l b e r sind die u n z ä h l i g e n g r ö ß e r e n und k l e i n e r e n periglaziären S e e n nicht e i n g e z e i c h n e t . Mit K r e u z e n sind die P u n k t e markiert, w o w ä h r e n d u n s e r e s Aufenthaltes L a g e r a u f g e s c h l a g e n w u r d e n .

Fig. 1: Outline map of the investigated area in West Greenland, showing the most important meltwater lakes und rivers, as well as all the unstable ice-dammed lakes identified in this region with certainty so far. For clearness the innumerable small and large periglacial lakes are not shown here. Sites of basecamps used for the investigations are marked by crosses.


II

HERBKRT SCHOLZ

de des Inlandeises östlich des Stromfjord

ausgewählt

Flughafens

worden,

die

als

Sondre

bare Kartierunterlagen

dienen

konnten.

ALtf Ver­

Untersu­

größerungen d e r Luftbilder, die d e n mittleren M a ß ­

chungsobjekte besonders geeignet schienen - vor­

stab 1:25 0 0 0 b z w . 1:10 0 0 0 aufwiesen, w u r d e n die

ausgesetzt die S e e b e c k e n waren zum Zeitpunkt un­

auf der topographischen

seres Aufenthaltes tatsächlich leer.

fjord im Maßstab 1:100 0 0 0 (Udvalget for vandretu-

Karte v o n Sondre Strom­

Es blieb nichts anderes übrig, als den gesamten Eis­

risme i Grönland 1978, vergrößerter Auszug aus Kar­

rand abzulaufen und die S e e n der Reihe nach an­

ten im Maßstab 1:250 0 0 0 , Geodaetisk Institut 1 9 7 7 )

zuschauen. Das ist aber ein äußerst

eingezeichneten

Höhenkoten

und mühseliges Unterfangen. D i e entferntesten T e i ­

zeitraubendes

übertragen

unter S t e r e o s k o p e n den tatsächli­

le des Eisrandes, die hier o h n e größeren technischen

c h e n G e l ä n d e f o r m e n angepaßt. D a b e i war freilich

Aufwand erreicht werden k ö n n e n , liegen m e h r als

davon a u s g e g a n g e n worden, d a ß die auf der amt­

und

(Äquidistanz

40 km nordöstlich bzw. südöstlich des Flughafens.

lichen Karte dargestellten H ö h e n l i n i e n und

Bis auf eine einzige kurze Piste gibt es keine Straßen;

a n g a b e n im Prinzip nicht falsch sind.

das G e l ä n d e ist streckenweise unwegsam und mit

großen

kann man

Anstrengungen

begehbar.

nur

Außerdem

nicht einfach den gesamten Rand

des

50 m )

Höhen­

Diese provisorischen Karten ( A b b . 3 und 6 ) h a b e n sich

- trotz

ihrer

wenig

befriedigenden

Herstel­

lungsweise - im G e l ä n d e a u s g e z e i c h n e t bewährt. Sie

Inlandeises in e i n e m Stück ablaufen, bis man einen

h a b e n s o g a r d e n Vorteil, d a ß transparente

geeigneten S e e gefunden

jederzeit mit d e n Luftbildern e x a k t zur D e c k u n g g e ­

hat. Das scheitert s c h o n

Abzüge

am Transport der dafür notwendigen Menge an Ver­

bracht w e r d e n

pflegung.

e n t s c h e i d e n d erleichtert. Durch zahlreiche K o r r e k ­

Zudem

versperren

zwei extrem

wasser­

können, was die Arbeit mit i h n e n

reiche und breite Schmelzwasserflüsse den W e g und

turen der Höhenlinien w ä h r e n d

zwingen e i n e n jedesmal, ein Schlauchboot zu b e ­

G e l ä n d e k o n n t e n sie weiter verbessert werden. D i e

d e r Arbeiten

im

nutzen bzw. zum Flughafen zurückzulaufen, w o es

vorliegenden Karten weisen zwar geringfügige V e r -

eine B r ü c k e gibt (Abb. 1). Mit e i n e m Hubschrauber

zenaingen auf, zeigen aber ein ziemlich realistisches

hätte sich die Sache zweifellos vereinfachen und b e ­

Modell der G e l ä n d e o b e r f l ä c h e Lind sind als Orien­

schleunigen lassen, wäre a b e r dadurch auch extrem

tierungshilfe ausgezeichnet g e e i g n e t .

verteuert worden. Ergänzt w e r d e n m u ß noch, d a ß

Ein w e s e n t l i c h e s Problem besteht allerdings darin,

ich mich im S o m m e r 1996 w ä h r e n d einer privaten

d a ß die aus d e n amtlichen Karten

Grönlandreise

Höhenkoten

nochmals einige T a g e im

Untersu­

und

Höhenpunkte

übernommenen

stellenweise nicht

chungsgebiet atifgehalten h a b e und hier einige er­

einmal a n n ä h e r n d zu stimmen s c h e i n e n . Das e r g a b

gänzende B e o b a c h t u n g e n m a c h e n konnte.

sich aus einigen barometrischen K o n t r o l l m e s s u n g e n ,

Die

amtlichen

1:250 0 0 0 (für größerungen

Karten manche

Grönlands Gegenden

im

Maßstab

die wir hier durchgeführt

in

messenen und

auch

Ver­

im Maßstab 1:100 0 0 0 erhältlich), die

vom G e o d ä t i s c h e n Institut in K o p e n h a g e n

nommenen

h a b e n . D i e von uns g e ­

die aus der amtlichen

Karte

ent­

H ö h e n wichen mitunter Lim m e h r als

heraus­

100 m v o n e i n a n d e r ab. Da wir a b e r weder gerä­

g e g e b e n werden, hatten sich s c h o n bei früheren Un­

temäßig n o c h v o n der zur Verfügung s t e h e n d e n Zeit

ternehmungen in Westgrönland als äußerst g r o b und

h e r in der Lage waren, diese F e h l e r ZLI korrigieren,

extrem ttnzuverlässig erwiesen. Brauchbare Spezi­

h a b e n die H ö h e n l i n i e n auf u n s e r e n

alkarten in günstigeren Maßstäben sind vorläufig nur

Karten e h e r d e n Charakter von Konturlinien. Trotz­

für die dichter besiedelten o d e r wirtschaftlich inter­

d e m sind sie allen amtlichen Karten dieser G e g e n d

essanten T e i l e Grönlands verfügbar - und zu die­

haushoch

sen zählt das Untersuchungsgebiet nicht. Die topo­ graphischen Kartengrundlagen,

die für die Kartie­

rung der S e e n notwendig waren, mußten folglich selbst hergestellt werden. Seit e i n e m gleichfalls von der D F G geförderten Pro­

Es sei a u ß e r d e m noch daratif hingewiesen, d a ß im m e n auftauchen, die konsequent in Anführungszei­ chen

geschrieben

nicht

den

dern

c h u n g s g e b i e t e s durchgeführt

gen

und 1 9 8 7 ) , w a r klar, d a ß sich

Ortholuftbildkarten

amtlichen Karten mit der Hilfe von Luftbildern

so

brauch­

Karten

Diese

Begriffe

sind

entnommen,

son­

der vorliegenden

Arbeitsbegriffe

3

findet.

eingeführt

Untersuchun­ worden.

Eine

Das Untersuchungsgebiet in Westgrönland

So blieb nichts anderes übrig, als die schlechten weit zu verbessern, d a ß sie als halbwegs

im R a h m e n als

werden.

amtlichen

offizielle N a m e n s g e b u n g ist damit nicht beabsichtigt.

nicht o h n e weiteres herstellen lassen, da sich in der weiteren U m g e b u n g kein einziger Paßpunkt

überlegen.

vorliegenden T e x t und auf den Kartenbeilagen Na­

jekt, das ich 1 9 8 6 im südlichen Teil des Untersu­ hatte (SCHOLZ, 1986 b

provisorischen

Das

hier vorgestellte Untersuchungsgebiet

ist ver­

gleichsweise einfach zugänglich, da es vom Inter-


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) 45

in W e s t g r ö n l a n d

nationalen Flughafen Sondre Stromfjord (Kangerlus-

wieder freigegeben w o r d e n .

suaq) aus zu F u ß erreicht w e r d e n kann. D e r hier

deshalb v o n pleistozänen G r u n d m o r ä n e n

vorgestellte Abschnitt des Eisrandes (Nr. 3 3 n a c h

die d e m eisüberschliffenen und geschrammten Un­

WEIDICK, 1968: Taf. 1) liegt im mittleren Westgrön­

tergrund auflagern. V o m EisrüCkzug z e u g e n

zahl­

land, etwas nördlich des Polarkreises (Abb. 1). Zwi­

reiche Wallsysteme z w i s c h e n der Küste und

dem

schen d e m Sukkertoppengebiet im S und der Dis­

heutigen

Rand des Inlandeises (TEN. BRINK, 1975;

kobucht im N reicht das Inlandeis nicht, w i e sonst

WEIDICK,

1972;

fast überall in Grönland, n a h e an die Küste heran,

THALER, 1 9 8 8 ) . Auch die innersten und damit jüng­

sondern grenzt in Form flacher Eiszungen an ein nied­

sten Rückzugsmoränen, die sich in der weiteren Um­

riges Bergland. Der eisfreie Landstreifen wird stel­

g e b u n g der Gletscherzungen finden (Vorfeidstadi-

lenweise bis zu 180 km breit. V o m Rande des Eises

en), s c h e i n e n mehrere tausend Jahre alt zu sein (TEN

STÄBLEIN,

G r ö ß e F l ä c h e n sind

1975;

bedeckt,

SCHOLZ &

GROTTEN-

fließen wasserreiche Schmelzwasserflüsse auf breiten

BRINK, 1 9 7 5 ) . Nur einige weitgehend

Sanderflächen nach W, w o sich ihre Wassermassen

freie Wälle, die stellenweise in der

in die Enden weit ins Landesinnere hineinreichender

Nähe d e s Eisrandes zu b e o b a c h t e n sind, dürften ver­

Fjorde ergießen. Die breiten Zungenenden liegen in

gleichsweise jung sein und wohl größtenteils v o m

Höhen von etwa 100 bis 3 0 0 m über dem Meer. V o n

E n d e d e s letzten und Anfang dieses Jahrhunderts

hier aus steigt die Oberfläche des Inlandeises lang­

s t a m m e n (Historische Stadien). Zwischen der Bil­

sam an und erreicht schon in einer Entfernung von

dung

etwa 100 km v o m Eisrand H ö h e n von über 2 0 0 0 m.

scheint dieser Abschnitt des

der

Historischen

und

der

vegetations­ unrrtittelbaren

Vorfeldstadien

fiisrandes

bedeutend

weiter im E gelegen zu h a b e n als heute. In dieser 3.1

Z u r Geologie des Untersuchungsgebietes

Zeit scheint die Hauptmasse der weit verbreiteten, dezimeter- bis metermächtigen,

Das

Untersuchungsgebiet liegt im Bereich h o c h m e -

schluffig-feinsandi-

g e n L ö ß d e c k e n entstanden zu sein, die alle älteren

tamorpher, präkambrischer G e s t e i n e , die im S ü d e n

Bildungen im Vorfeld d e s Inlandeises

d e m Archäischen Block, im Norden der M o b i l z o n e

k ö n n e n (SCHOLZ & GROTEENTHALER, 1988). D i e s e fein­

überlagern

der Nagssugtoqiden a n g e h ö r e n . Die radiometrischen

körnigen äolischen D e c k s c h i c h t e n , die h e u t e wie­

Alter dieser Metamorphite s c h w a n k e n zwischen 1,7

der vielfach durch Deflation abgetragen w e r d e n , feh­

und m e h r als 3 Mia. J a h r e n . D e r Archäische B l o c k

len a u f d e n Wällen der Historischen Stadien. Der

wird im Arbeitsgebiet v o n Tiefengesteinen u n d Mig-

große

matiten (Quarzsyenite mit mafischen R e s t b e s t ä n d e n )

wällen der Jahrtausende alten Vorfeldstadien

aufgebaut,

der Historischen Stadien ist auch lichenömetrisch

die

von

mächtigen,

N-S-streichenden

Altersunterschied

zwischen

den

Moränen­ und

Lamprophyrgängen (Kangamiut-Gangschwarm, Am-

n a c h w e i s b a r (vergl. BESCHEL, 1961).

phibolite) diskordant durchschlagen werden. D i e im

G r ö b e r k ö r n i g e Flugsandfelder, die unmittelbar

Norden a n s c h l i e ß e n d e M o b i l z o n e der Nagssugtoqi­

Eisrand und vor allem a u f der Nordseite der großen

den besteht im wesentlichen aus sauren, teilweise

Sanderflächen liegen, sind heute n o c h in Bildung

mylonitischen Gneisen, in die - konkordant zu ihrem

begriffen. Sie sind vor allerh durch B u s c h d ü n e n cha­

E-W-streichenden Parallelgefüge - gangförmige, 50

rakterisiert, kleine, in Windrichtung gestreckte Dü­

bis

nen, die von Büschen der W e i d e Salix ghauca

100 m mächtige, oft boudinierte

Amphibolit-,

am

ge­

Granatamphibolit- und Ultrabasitkörper eingelagert

krönt w e r d e n .

Sie entstehen durch Starkwinde in

sind. Sie w e r d e n als prätektonisch in einen archäi­

der unmittelbaren U m g e b u n g des Eises. W i e man

schen

Gänge

an der Ausrichtung v o n Lineardüneri und Deflati­

(Kangamiut-L>ykes) gedeutet, die im Laufe e i n e r jün­

o n s w a n n e n , der Orientierung von Windkantern oder

geren

an der Lage der Dünenfelder bezüglich der Aus-

Gneiskomplex

intrudierte

Durchbewegung

Scherzonen

umorientiert

entlang wurden

basische

E-W-laufender (ESCHER

et

al.,

blasungsgebiete ablesen kann, k o m m e n die Stark­

1976). Die Beobachtung allerdings, daß in die Am-

winde vornehmlich aus südöstlicher Richtung. Es

phibolite gelegentlich auch gebänderte Marmorkör­

sind katabatische Fallwinde oder F ö h n e , die durch

per eingelagert sein können, lassen dieses genetische

die Erddrehung antizyklonisch abgelenkt

Modell zweifelhaft erscheinen und legen e h e r e i n e

Allerdings hat auch das Relief im Vorfeld des Eises

suprakrustale Entstehung zumindest von Teilen des

einen e r h e b l i c h e n Einfluß a u f die Windrichtung.

werden.

Komplexes nahe. Die mächtigen, steil nach N ein­ fallenden Amphibolitkörper stecken jedenfalls h e u t e vielfach im Kern von E-W-verlaufenden Bergrücken. Alle G e s t e i n e sind w ä h r e n d des Hochglazials v o m Inlandeis überfahren

und im Laufe des H o l o z ä n s

3.2

Z u m Klima u n d zu d e n Frost­

erscheinungen im Untersuchungsgeblet W ä h r e n d das eisrandnahe Befgländ nur an weni­ gen Stellen mehr als 4 0 0 bis 500 m h o c h wird, fin-


46

HERBERT SCHOLZ

den sich in Küstennähe lokal vergletscherte Gebir­ ge mit mehr als 1 8 0 0 m H ö h e . Diese Gebirge schir­ m e n die r e g e n b r i n g e n d e n W e s t w i n d e weitgehend ab. Z u s a m m e n mit der relativ g r o ß e n Entfernung zum offenen M e e r führt das zu einer ausgeprägten Kontinentalität des Klimas im Landesinneren - mit sehr niedrigen Jahresmitteltemperaturen (-4,8 °C; ETAC 1970), b e s o n d e r s w a r m e n S o m m e r n (Julimit­ tel 10,5 °C) und g r o ß e r T r o c k e n h e i t (Jahresmittel 150-200 mm; HÄM.0V & al. in MINISTERIET F O R G R 0 N L A N D , 1980 und ERICSON, 1 9 8 7 ) . Zudem trock­ nen Föhn und katabatische Eisfallwinde (PUTNINS, 1970) das Gletschervorfeld so stark aus, daß die Landschaft e i n e n steppenartigen, stellenweise sogar wüstenhaften Charakter besitzt (BELKNAP, 1941 und HOESBS,

300 m3 Wasser pro Sekunde ( W e r t geschätzt). An den Schmelzwasserflüssen sind auch im S o m ­ m e r erhebliche W a s s e r s t a n d s s c h w a n k u n g e n zu b e ­ o b a c h t e n . Proportional zum täglichen Temperatur­ g a n g lassen sich d e n Temperaturmaxima und -mi­ nima n a c h h i n k e n d e Pegeländerungen v o n mehr als 4 0 c m b e o b a c h t e n - w o b e i die h ö c h s t e n Pegelstän­ de im Mittel um 16.00 Uhr, die niedrigsten um 1 0 . 0 0 Uhr erreicht w e r d e n . Schönwetterperioden und F ö h n l a g e n m a c h e n sich durch u n g e w ö h n l i c h h o h e Pegelstände b e m e r k b a r , die m e h r e r e Dezimeter ü b e r d e m s o m m e r l i c h e n Normalstand liegen können. 3-3 Z u r V e g e t a t i o n d e s Untersuchungsgebietes

193D.

Folglich läßt sich überall im Arbeitsgebiet, w o po­ renreiche Sedimente im Untergmnd zu finden sind, Permafrost nachweisen. An Nordhängen kann die sommerliche Permafrosttafel häufig nur 10 c m un­ ter der V e g e t a t i o n s d e c k e ergraben werden. Auf in­ aktiven, vegetationslosen Fhtßterrassen beginnt der Permafrost d a g e g e n oft erst in 2 bis 3 m Tiefe. W o die Durchfeuchtung des Untergrundes g e n ü g e n d gut ist, lassen sich Frostmusterböden nachweisen. B e ­ sonders auffällig sind palsaartige B e u l e n , die einen Eiskern besitzen und gelegentlich auf älteren Fluß­ terrassen zu finden sind (DIJKMANS, 1989). Hier, an nordexponierten H ä n g e n wie in feuchten Senken, sind auch Eiskeilpolygone (DIJKMANS & TÖRNQuisi',1990), an nord- und ostexponierten Hängen Erdbülten und Fließercleloben verbreitet. Die Fließerden ( g e b u n d e n e Solifluktion), die zum g r o ß e n Teil aus gelifluidal umgelagerten äolischen Deckschichten b e s t e h e n , sind leicht bräunlich ge­ färbt, gelegentlich gebändert, h a b e n streifenweise h o h e organische Gehalte und k ö n n e n sich in Sen­ k e n zu beträchtlichen Mächtigkeiten akkumulieren. O b w o h l im S o m m e r n o c h die ergiebigsten Nieder­ schläge fallen (STÄBLEIN, 1977b), gibt es nach der S c h n e e s c h m e l z e - a b g e s e h e n v o n den Schmelz­ wassersystemen - in tieferen Lagen k a u m dauernd fließende Gewässer. D i e Verdunstung ist so hoch, daß die meisten der zahlreichen periglaziären Seen o h n e Abfluß sind und teilweise e r h ö h t e Salzgehal­ te aufweisen. W ä h r e n d die Gletscher im Winter kaum S c h m e l z w a s s e r spenden, die Sanderflächen weitgehend ausgetrocknet sind und - n a c h Anga­ ben der Bevölkerung in Sondre Stromfjord - o h n e Schwierigkeit mit e i n e m Landrover überquert wer­ den können, fallen im S o m m e r auch nach der S c h n e e s c h m e l z e gewaltige S c h m e l z w a s s e r m a s s e n an. Die anastomisierenden Flußsysteme auf den San­ derflächen im Sandflugtdal oder 0 r k e n d a l schütten im S o m m e r s c h o n normalerweise jeweils 150 bis

B e i der Vegetation gibt es deutliche Unterschiede z w i s c h e n d e m kontinentalen Landesinneren u n d d e n o z e a n i s c h e n Küstengebieten a u f der einen, d e n niedrigen Hügelländern und den h ö h e r e n B e r g e n auf der anderen Seite. Während an den Küsten Zwergstrauchheiden, kräuterreiche Grasund Sumpfgesellschaften dominieren, wird die Land­ schaft im Landesinneren eher durch trockene Step­ p e n und Dünengesellschaften geprägt. Zwerg­ strauchheiden sind hier vor allem a u f den b e s s e r durchfeuchteten Nordhängen zu finden. Die relativ h o h e n Durchschnittstemperaturen der S o m m e r m o ­ nate ermöglichen das Wachstum v o n mehr als m a n n s h o h e n W e i d e n - an gut mit W a s s e r versorg­ ten und windgeschützten Standorten (BOCHER, 1 9 5 9 und

1975,

B O C H E R et al.

1968).

Vor allem in den höheren Lagen u n d in der ttnmittelbaren U m g e b u n g des Eisrandes treten ver­ mehrt „offene" Vegetationstypen auf, bei denen d e r Untergrund nur schütter b e w a c h s e n bzw. die g e ­ s c h l o s s e n e V e g e t a t i o n s d e c k e mosaikartig mit völlig vegetationsfreien F l e c k e n durchsetzt ist. Die Entste­ h u n g dieser offenen Pflanzengesellschaften ist teil­ w e i s e auf periglaziäre Prozesse ( B o d e n f l i e ß e n , Kryoturbation), in Eisrandnähe vor allem a b e r auf Ero­ sionsschäden d u r c h die heftigen Fallwinde zurück­ zuführen (FEILBERG et al. 1984). Die im Arbeitsgebiet auftretenden Pflanzengesell­ schaften sind zuerst von B o c h e r (z. B . 1959, 1 9 6 8 u n d 1975), später durch GILCK (in SCHOLZ, 1 9 8 7 ) ausfühflich definiert u n d b e s c h r i e b e n w o r d e n . Weit ver­ breitet sind arktische Steppen („short grass prairie", BOCHER, 1954), mit einem deutlichen Ü b e r w i e g e n v o n C y p e r a c e e n (Sauergräser). D a n e b e n k o m m e n , vor allem in Talgründen L I N D Mulden in tieferen La­ g e n mit besser durchfeuchteten B ö d e n , gramineen­ reiche Pflanzengesellschaften vor, die als „Groß­ graswiese" („tall grass prairie", BOCHER, 1954) b e ­ zeichnet werden. Charakterpflanze ist ein Reitgras,


S e d i m e n t e u n d A b l a g e m n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

das bis hüfthoch w a c h s e n d e Calamagrostis purpurescens. In tieferen Lagen findet sich an windge­ schützten u n d g e n ü g e n d feuchten Standorten - dort auch an Südseiten - m a n n s h o h e s , dichtes G e b ü s c h der W e i d e Salix glauca, e i n Vegetationstyp, d e r als „Salix-glauca-Gebüsch" b e z e i c h n e t wird. B e s o n d e r s weit verbreitet sind n a h e z u reine B e s t ä n d e der Zwergbirke Betula nana. Diese „Betula-nanaZwergstrauchheide" findet sich in tieferen Lagen auf mäßig geneigten N o r d h ä n g e n an Stellen, w o die Permafrosttafel in nur w e n i g e n Dezimetern T i e f e zu erbohren ist. Recht a u s g e d e h n t e Dünenfelder sind vor allem a u f d e n Nordseiten der großen Sander­ flächen u n d unmittelbar a m Eisrand zu finden. Auf e b e n e n Flächen zwischen „Buschdünen", d i e v o n der W e i d e Salix glauca dominiert werden, s e l t e n e r aber auch a u f kleinen, hügelfönnigen D ü n e n u n d auf südseitigen, mit Flugsand bedeckten H ä n g e n a m Rande d e r Dünenfelder, w a c h s e n dichte B e s t ä n d e des Strandroggen (Elymus arenarius).

3.4 Besclireibung der instabilen Eisrandstauseen Terminoglaziäre

Seen (sensu

ASHLEY et al.,

1985),

die unmittelbar an den Eisrand grenzen („ice-contact lakes" s e n s u CHURCH & G I L B E R T , 1 9 7 5 ) , sind a m R a n d

des Inlandeises in Westgrönland ungemein verbrei­ tet (SCHOLZ et al., 1 9 8 8 ; W E I D I C K , 1 9 8 8 ) . An

einigen

Stellen grenzt der Eisrand mit senkrechten Kal­ bungsfronten an Schmelzwasserseen, die vielfach von Eisbergen bedeckt sind. D e r größte v o n ihnen ist der m e h r als 3 k m lange Iluliartooq im Kiinarissut-Bergland ( A b b . l ) , südöstlich von Sondre Strom­ fjord. Einige dieser S e e n b e s i t z e n einen Ausfluß, der in Funktion ist, w e n n sie ihre maximale S t a u h ö h e erreicht h a b e n , andere d a g e g e n scheinen ü b e r h a u p t nur subglaziär zu entwässern. Manche dieser S e e n zeigen b e i m Vergleich unterschiedlich alter Luftbil­ der gewaltige Wasserstandsänderungen. Ü b e r e i n e Kombination v o n direkter B e o b a c h t u n g u n d der Auswertung v o n Luftbildern lassen sich a m Eisrand zwischen Isünguata Sermia im Norden und d e m Pinguarsuup Alannguata Kuussua mindestens 1 2 S e e n ermitteln, die sich in g e w i s s e n , vielleicht unregel­ mäßigen Abständen zu e n t l e e r e n scheinen ( A b b . 1 ) . Es wäre aber durchaus möglich, daß auch b e n a c h ­ barte Eisrandstauseen instabil sind und zum Zeitptinkt der Befliegungen nur zufällig gerade voll waren. Von diesen instabilen S e e n s c h i e n e n 4 sich b e s o n ­ ders regelmäßig zu e n t l e e r e n u n d wir hofften, w e ­ nigstens 2 davon während u n s e r e s Aufenthaltes un­ tersuchen zu können. D e r eine See liegt am Westrand d e s „0rkendal-Gletschers" („Iluliartununnguaq 2 " ) , der zweite a m Südrand des Leverett-

17

Gletschers („Leverett 1 " ) , d e r dritte a m Nordrand d e s Russell-Gletschers („Oberer Russellsee" o d e r „Rus­ sell 1 " ) u n d d e r vierte a m Südrand d e s Isünguata Sermia („Isünguata 3 " ) ( A b b . 1 ) . „Iluliartununnguaq 2" u n d „Russell 1", von d e n e n ich mir b e s o n d e r s in­ teressante Ergebnisse erhofft hatte, b l i e b e n leider, solange wir uns in der N ä h e aufhielten, bis z u m Rand mit W a s s e r gefüllt. Sie waren n o c h immer nicht ausgelaLtfen, als wir b e i m Rückflug das G e b i e t über­ querten. „Leverett 1" und „Isünguata 3 " dagegen waren im S o m m e r 1 9 9 3 e n t s p r e c h e n d unseren Erwartun­ gen tatsächlich ausgelaufen u n d konnten untersucht w e r d e n (Abb. 1 ) . Zusätzlich fanden wir etwas nörd­ lich d e s Iluliartununnguaq e i n sehr schmales, lang­ gestrecktes S e e b e c k e n („Nyso 2"), das sich offenbar erst kurz vor unserer Ankunft entleert hatte (Abb. 1 ) . B e i e i n e r ergänzenden B e g e h u n g d e s Eisrandes im August 1996 wurde zusätzlich n o c h d e r „Isün­ guata 2" in ausgelaufenem Zustand angetroffen. Die unmittelbare U m g e b u n g der S e e n s o w i e die trockengefallenen Teile d e s S e e b o d e n s wurden, so­ weit sie zugänglich waren, geologisch kartiert. An zahlreichen Stellen der trockengefallenen S e e b ö d e n (vor allem von Isünguata 3 " und von „Leverett 1 " ) wurden Profile aufgegraben, untersucht u n d doku­ mentiert. Die Profile w u r d e n fotografisch u n d zeich­ nerisch festgehalten. N e b e n gestörten w u r d e n auch ungestörte Sedimentproben g e w o n n e n . An einigen Stellen v o n „Isünguata 3 " w u r d e n Stechkastenprofi­ le präpariert und die Präparate mitgenommen. In 3 Fällen g e l a n g es, kurze K e r n e (der längste ist 1 m lang) mit Hilfe von mitgebrachten Kunststoff-Kernrohren herauszustechen u n d mitzunehmen. D i e tatsächlich mitgebrachte Probenzahl blieb - durch unsere begrenzte Transportkapazität bedingt - rela­ tiv b e s c h e i d e n .

3.4.1

Iluliartununnguaq 2 ( Q 2 )

Der etwa 1 5 0 0 m lange u n d 5 0 0 m breite S e e „Ilu­ liartununnguaq" (Abb. 1 ) ist durch eine weit vor­ springende Landzunge (Taf. l a ) , die sich unter d e m Wasserspiegel als Untiefe fortsetzt, in zwei tiefere S e e b e c k e n unterteilt (Abb. 2 ) . Auch dieser etwa 4 0 0 m über d e m Meer g e l e g e n e D o p p e l s e e grenzt im NE direkt a n s Inlandeis, w o eine fast 1 k m lange Kalbungsfront ausgebildet ist (Taf. l a ) . S c h m e l z ­ wasser, d a s a m Nordwestende dieses S e e s überläuft, fließt in einer peripheren Rinne am Eisrand entlang und verschwindet nach k a u m 1 0 0 m in e i n e m Eis­ tunnel. Auf Luftbildern des G e o d ä t i s c h e n Institutes in K o ­ p e n h a g e n , die v o n einer Befliegung Mitte August 1 9 6 8 s t a m m e n (FS. Nr. 8 5 0 7 8 0 ) , ist das nordwestli­ che, kleinere T e i l b e c k e n („Iluliartununnguaq 2 " ) völ-


18

HERBERT SCHOLZ

3.4.2

lig wasserleer (Abb. 2 ) . A u f Luftbildern v o n einer

Nys0 2 ( N 2 )

Befliegung Anfang S e p t e m b e r 1 9 8 5 (FS. Nr. 8 6 0 9 5 7 ) ist e r d a g e g e n wassergefüllt. W i e a u f der älteren

K a u m 100 m nördlich des „Iluliartununnguaq 2" liegt

Aufnahme zu s e h e n war, wird e r in entleertem Zu­

das Inlandeis direkt d e n eisüberschliffenen F e l s e n

stand v o n e i n e m breiten S c h m e l z w a s s e r b a c h durch­

e i n e s H ö h e n r ü c k e n s auf, der v o m Kiinarissut-Berg-

flössen, d e m Überlauf d e s südöstlichen T e i l b e c k e n s

land herunterzieht u n d an dieser Stelle unter d e m

(„Iluliartununnguaq

1"), d e s s e n Wasserspiegel nur

Eis verschwindet. Zwischen hier u n d felsigen Steil­

etwas a b g e s e n k t ist. D e r B a c h mündet im Profun-

w ä n d e n 1 2 0 0 m weiter im N, an die sich das Eis

dal des B e c k e n s in einen k a u m 1 0 0 m großen Rest­

b e s o n d e r s e n g anschmiegt, ist e i n e ziemlich breite

see,

dessen Überlauf w i e d e r u m

n a c h einer Lauf­

periphere Rinne ausgebildet, die etwas unter 4 0 0 m

strecke v o n etwa 2 0 0 m unter d e m Eis verschwin­

ü b e r d e m M e e r liegt (Abb. 2 ) . Auf d e n Luftbildern

det (Abb. 2 ) . D a s Profundal scheint mit feinkörni­

d e s G e o d ä t i s c h e n Institutes in K o p e n h a g e n v o n 1 9 6 8

gen Sedimenten aufgefüllt zu sein. Auf der westli­

(FS. Nr. 8 5 0 7 8 0 ) sind hier keine S c h m e l z w a s s e r s e e n

c h e n Innenseite d e s leeren S e e b e c k e n s sind teil­

zu erkennen. A u f d e n jüngeren Flugaufnahmen v o n

w e i s e die nackten Felsen entblößt. D i e Flanken a u f

1985 ist ungefähr in der Mitte zwischen beiden Fels­

der Ostseite b e s t e h e n aus g r o b b l o c k i g e n Eisrand­

riegeln ein e t w a 5 0 0 m langer, ganz schmaler Stau­

ablagerungen. Gestrandete Eisberge lassen sich a u f

see

d e m Luftbild nicht e r k e n n e n , vielleicht ein Hinweis

d e n w a r u n d w e i t g e h e n d unverändert auch n o c h

auf e i n e n längeren Zeitraum, d e r zwischen d e m Aus­ laufen d e s S e e s u n d der Aufnahme verstrichen sein muß.

zu s e h e n („Nyso 1"), der hier seitdem entstan­

1986

existierte. D e r Eisrand w a r im Vergleich zu

1968

deutlich n a c h W vorgerückt (SCHOLZ, 1 9 9 1 ) .

B e i unserer B e g e h u n g 1993 w a r d e r Eisspiegel g e ­

Pflanzendecke auf d i e s e m Luftbild hört offen­

g e n ü b e r 1 9 9 7 n o c h m a l s deutlich angestiegen u n d

bar im B e r e i c h der jetzigen Hochwasserlinie auf.

die etwa 5 0 0 m nördlich des „Nyso 1" g e l e g e n e Eng­

Die

D e s w e g e n ist a n z u n e h m e n , d a ß das T e i l b e c k e n gar-

stelle zwischen Eisrand und Fels dadurch fast un­

nicht lange vorher n o c h mit W a s s e r gefüllt war. Auf

passierbar g e w o r d e n . D e r Wasserspiegel des „Nyso

dem Luftbild v o n 1 9 6 8 ist das ausgelaufene Teil­

1" lag jetzt u m m e h r e r e Meter h ö h e r als 1986. D a s

b e c k e n des „Iluliartununnguaq

2" ca. 4 5 0 m breit;

w a r u.a. daran zu erkennen, d a ß markante Morä­

auf d e m Luftbild v o n 1 9 8 5 ist e s deutlich schmäler

n e n w ä l l e ( d e r historischen Stadien), die 1986 n o c h

-

a u f das augenblickliche

a m Rand d e s „Nyso 1" gelegen hatten, jetzt als In­

Vorrücken d e s Inlandeises, das in d e n letzten 10

seln mitten im S e e herauskamen. I n d e r peripheren

J a h r e n überall östlich v o n Sondre Stromfjord ZLI b e ­

Rinne z w i s c h e n „Nyso 1" u n d der nördlich d a v o n

ein beredter

Hinweis

o b a c h t e n w a r (SCHOLZ, 1 9 9 1 ) .

liegenden Fngstelle hatten

B e i m Auslaufen dieses vermutlich etwa 2 0 bis 3 0 m

Schmelzwasserseen

sich m e h r e r e

tiefen B e c k e n s dürfte ein W a s s e r v o l u m e n unter d e m

S c h m e l z w a s s e r r i n n e n miteinander

Eis verschwunden und vermutlich im Orkendal (?) als

die zwischen d e n einzelnen S e e n H ö h e n von j e ­

Gletscherlauf wieder zutage getreten sein, das in d e r

weils w e n i g e n Metern zu ü b e r w i n d e n hatten. D a s

Größenordnung von etwa 3 0 0 0 0 « ) bis -1000 (XX) m.3

aus

liegt.

S c h m e l z w a s s e r v e r s c h w a n d kurz v o r d e r Engstelle

gestaut.

d e m nördlichsten

dieser

schmale

Sie standen

durch

in Verbindung,

Seen

überlaufende

S ü d e n d e des Orkendais, d e r terminalen San­

in e i n e m Eistunnel. Die westlichen Ufer dieser n u r

derfläche, die etwa 4 k m weiter im N ansetzt (Abb.

w e n i g e D e k a m e t e r breiten S e e n w a r e n bis zur W a s ­

2), sind relativ frische H o c h w a s s e r m a r k e n zu ent­

serlinie v o n Zwergstrauchheiden

d e c k e n , kaum 1 m ü b e r d e m sommerlichen Nor­

G e g e n u f e r w u r d e abschnittsweise v o m b l a n k e n Eis

malwasserstand. Zudem gibt e s hier - etwa 3 0 0 bis

mit s e n k r e c h t e n Kalbungsfronten gebildet. T e i l w e i ­

1 0 0 0 m v o m Eisrand entfernt - winzige, kaum b e ­

se

w a c h s e n e Terrassen aus G r o b s a n d e n und Feinkie­

b l o c k r e i c h e n Eisrandablagerungen begrenzt.

sen, die sogar 2 bis 3 m h ö h e r liegende Hochwas­

Auf

serstände anzeigen. Sie k ö n n t e n v o n GleLscherläu-

e n d e der S e e n k e t t e H o c h w a s s e r m a r k e n zu s e h e n ,

fen

Am

bewachsen. Das

wurden die S e e n auf der Ostseite auch v o n

d e n F l a n k e n dieser Moränen w a r e n a m Nord­

herrühren, die mit d e m Auslaufen des „Iluliar­

die anzeigten, d a ß der nördlichste d e r S e e n v o r h e r

tununnguaq 2" ( o d e r gar d e s Iluliartooq?) zusam­

einen bis zu 6 m h ö h e r e n Wasserstand gehabt h a ­

m e n h ä n g e n . I m S o m m e r 1 9 8 6 k o n n t e n diese S e e n

b e n m u ß . W e i t e r e Hochwassermarken, die sich b e i

über viele W o c h e n h i n w e g b e o b a c h t e t werden, wa­

n ä h e r e m H i n s c h a u e n überall entlang d e s Osttifers

ren in dieser Zeit a b e r leider ständig voll mit W a s ­

der Seenkette fanden, machten deutlich, d a ß es sich

ser. A u c h 1 9 9 3 b l i e b e n sie - w ä h r e n d unseres ganzen

bei

Aufenthaltes - e n t t ä u s c h e n d e r w e i s e mit W a s s e r g e ­

ausgelaufenen, s c h m a l e n , g r ö ß e r e n Eisrandstausees

füllt.

gehandelt h a b e n m u ß . Deutliche Wasserstandsmar-

der S e e n k e t t e nur u m Reste e i n e s inzwischen


Sedimente und Ablagerungsmechanismen in instabilen proglaziären Seen (Eisrandstauseen) in Westgrönland

49

Abb. 2: Die beiden topographischen Kartchen sind auf der Grundlage der amtlichen Karte 1:100000 und der von Luft­ bildern hergestellt. Unter Verwendung der Karten bei SCHOLZ (1987), verändert. Hier finden sich auch eine geologische und eine pflanzensoziologische Detailkarte des Gebietes. Oben: Topographisches Übersichtskärtchen des Gebietes zwi­ schen dem riesigen 0rkendal-Sander und dem Iluliartooq, mit der südlich anschließenden kleinen Sanderfläche „Umimmalissuup Kunungua" (UK), dem „Nyso 1" (Nl), dem „Nys0 2" (N2) und dem „Iluliartununnguaq". Die Flüsse und Seen sind schwarz dargestellt. Unten: Detailkärtchen mit dem instabilen Eisrandstausee „Iluliartununnguaq". Der See besteht aus 2 Teilbecken, von denen sich das nördlichere ( Q 2 ) gelegentlich entleert. Fig 2: Both topographic maps were made on hase of the official map 1:100000 and by use of aerial photographs, using the maps given in Scholz. (1987), corrected. In Scholz (1987) geological as well as botanical maps of the region are to be found. Above: To­ pographic map giving an overview of the area between the large sandur of 0rkendal and the lake Iluliartooq, together with the smal sandur plain „Umimmalissuup Kunungua" (UK) to the South and the lakes „Nys0 1" (Nl), „Nyso 2" (N2), and „Iluliartun­ unnguaq." All rivers and lakes are symbolised with black signatures. Below: Special map showing the unstable ice-dammed lake „Iluliartununnguaq". The lake consists of 2 separate basins. The northern one (Q2) empties from time to time.


so

HERBERT SCHOLZ

ken w a r e n a m Eisrand selbst u n d auf Moränen der

Zentimeter-, weiter unten auch dezimeterdicke, un­

Historischen Stadien zu e r k e n n e n , die hier der Glet­

deutlich g e s c h i c h t e t e H a u b e n aus schluffigen, fein-

scherfront unmittelbar vorgelagert sind. H o c h w a s ­

bis mittelkörnigen Sanden ( n 2 1 ) . Unter diesen Hau­

sermarken, die allerdings w e n i g e r deutlich

b e n gab es weiterhin zahlreiche luftgefüllte

waren,

Hohl­

fanden sich auch am dicht mit Vegetation b e w a c h ­

räume. Die Schichtungsgefüge w a r e n vielfach g e ­

senen G e g e n u f e r (Taf. l b ) . Hier w a r die Vegetati­

stört, was

on teilweise mit feinkörnigen Sedimenten überdeckt,

sein dürfte.

die in e i n e m Stausee abgelagert w o r d e n sein muß­

All diese B e o b a c h t u n g e n s p r e c h e n dafür, daß s i c h

ten.

anstelle des B a c h e s noch kurz vor Linserem Ein­

Da diese S e d i m e n t e größtenteils n o c h feucht

wa­

auf Sackungsvorgänge

treffen ein S e e befunden

haben

zurückzuführen

m u ß , der inzwi­

ren, m u ß der Wasserspiegel n o c h kurz vor unserer

schen ausgelaufen war. Der S e e m u ß an seinem West­

Ankunft am 11. 7. 1995 deutlich h ö h e r gelegen ha­

ufer

ben. Tatsächlich g a b es Hinweise, daß dieser S e e

überflutet h a b e n , während sein Ostufer an den ak­

am Vortag ausgelaufen war. D i e terminale Schmelz­

tiven Eisrand grenzte. Stellenweise m u ß er direkten

wasserrinne des „Umimmalissuup

die

Kontakt mit d e m Eis gehabt h a b e n , da Spuren d e s

1 km weiter im N den Eisrand entwässert (Abb. 2 ) ,

Drifteises n a c h w e i s b a r waren. Aus der nach u n t e n

führt g e w ö h n l i c h so wenig Wasser, daß sie in eini­

zunehmenden

ger Entfernung v o m Eis n o r m a l e r w e i s e überquerbar

Stillwasserablagerungen m u ß g e s c h l o s s e n

ist, o h n e d a ß m a n die S c h u h e ausziehen m u ß . Am

d a ß die tieferen Teile des S e e b e c k e n s länger unter

Kunungua",

die

hier

wachsenden

Pflanzengesellschaften

Mächtigkeit der

waren

als

die

sandig-schluffigen

höheren.

Die

werden,

10.7.1995, a m Tag bevor wir d e n „Nyso 2" das er­

Wasser

ste Mal zu Gesicht b e k a m e n , führte das verflochte­

StaLihöhe wird wohl nur ganz kurze Zeit erreicht

maximale

ne Flußsystem dieser Sanderfläche s o viel Wasser,

worden sein, da in den obersten Metern, a b g e s e ­

daß man in einigen Rinnen bis zur Hüfte im Schmelz­

h e n von einer dünnen Schluffhaut auf den

wasser stand. D i e Hauptmasse des Wassers s c h o ß

zen, keine S e e s e d i m e n t e n a c h w e i s b a r sind.

mit G e t ö s e als meterdicker Strahl aus e i n e m fast

Im Bereich d e r h ö c h s t e n Wasserstandsmarken k o n n ­

m a n n s h o h e n Loch, das sich im Bereich v o m „dirty

ten an einigen Stellen charakteristische Schäden a n

basal i c e " etwa in der Mitte der steilen Eisfront b e ­

der Vegetation b e o b a c h t e t w e r d e n .

fand. S c h o n a m darauffolgenden T a g hatte die Schüt­

a u f quadratmetergroßen

tung deutlich nachgelassen. D i e Sanderfläche war

freigelegt, hangwärts war die hier fehlende V e g e t a ­

an d i e s e m u n d den restlichen T a g e n Linseres Auf­

tionsdecke w i e ein Tischtuch

enthaltes w i e d e r ziemlich einfach zu

überqueren.

Ähnliche Vegetationsschäden h a b e ich 1987 a u c h

Pflan­

Seewärts w a r

F l ä c h e n d e r nackte B o d e n zusammengestaucht.

Ich vemtute, daß das von uns beobachtete Hoch­

im Bereich d e r maximalen Wasserstandsmarken d e s

wasser mit d e m Auslaufen des „Nyso 2" in Verbin­

ausgelaufenen „Russell 1" b e o b a c h t e n können,

dung stand. D a s Wasservolumen, das bei diesem klei­

sie offensichtlich in Z u s a m m e n h a n g mit einer S e e -

nen Gletscherlatif freigesetzt w o r d e n ist, dürfte in der

gefrornis standen. Z e r b r o c h e n e Reste der Eisplatten,

Größenordnung von etwa 3 0 0 0 0 m3 gelegen haben.

die diese S c h ä d e n offenbar verursacht hatten, l a g e n

Der tiefere Teil des rinncnförmigcn „Nyso 2" wur­

hier am R1 n o c h an Ort und Stelle.

wo

de im S o m m e r 1 9 9 3 auf seiner ganzen Länge v o n einem breiten B a c h durchflössen, d e m Überlauf v o n

3-4.3

„Nyso 1", der sich stellenweise zu e i n e m s c h m a l e n Restsee erweiterte. W o das G e w ä s s e r seicht war, konnte m a n den steinigen B o d e n der Rinne erken­ nen. B i s zu 6 m ü b e r d e m Niedrigwasserniveau wa­ ren die Zwergsträucher mit e i n g e t r o c k n e t e m Schluff überzuckert u n d staubten b e i m Darüberlaufen (Taf. l b ) . Stellenweise fanden sich a u f den

Zwergsträu-

chern l i e g e n d e Häufchen von Sand und Gerollen. Ähnliche Erscheinungen h a b e ich 1987 im B e c k e n des damals e b e n ausgelaufenen

„Oberen Russell­

sees" („Russell 1") b e o b a c h t e n k ö n n e n . B e i ihnen handelte es sich um die Sedimentfracht bzw.

die

Liegemarken von gestrandeten u n d inzwischen ab­ g e s c h m o l z e n e n Drifteisblöcken. Am „Nyso 2" tru­ gen die teils l e b e n d e n , teils a b g e s t o r b e n e n Pflanzen - etwa 1 bis 2 m ü b e r d e m Niedrigwasserstand

-

Leverett 1 ( L I )

D e r instabile Eisrandstausee „Leverett 1" liegt g e n a u im Zwickel z w i s c h e n den b e i d e n des Leverett-Gletschers und

des

Inlandeiszungen „Isorlersuup-Glet-

schers", der a m d i c h e n Karte n a c h in einer H ö h e v o n etwas über 5 0 0 m über d e m Meer. Es ist der nord­ westlichste dieser Seen und liegt d e m Leverett-Gletscher am nächsten. Auf Luftbildern schen

Instituts

in

Kopenhagen,

des

die

Geodäti­

von

einer

Befliegung Anfang S e p t e m b e r 1 9 8 5 stammen ( F S . Nr. 8 6 0 9 5 7 ) , ist der „Leverett 1" in leerem Zustand zu sehen, g e n a u s o wie auf Luftbildern von einer B e ­ fliegung von Mitte August Auf den strandete

älteren

1 9 6 8 (FS. Nr. 8 5 0 7 8 0 ) .

Aufnahmen

Eisberge

zu

sind

erkennen,

zahlreiche die

auf

ge­ der

Schlammkrawatte des Stausees liegen. Er scheint al-


S e d i m e n t e und A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

51

A b b . 3: T o p o g r a p h i s c h e Ü b e r s i c h t s k a r t e des G e b i e t e s s ü d l i c h d e s Leverettgletschers, um die L a g e u n d die h y d r o g r a ­ p h i s c h e n V e r h ä l t n i s s e d e s i n s t a b i l e n Eisrandstausees „Leverett 1" ( L I ) zu verdeutlichen. D a s F e s t l a n d ist g e p u n k t e t , die S e e n sind w e i ß , d i e G l e t s c h e r mit e i n e r Spaltensignatur dargestellt.

Fig. 3: Topographie map giving an overview of the region south of the Leverett Glacier, in order to show the situation and the hydrographical conditions of the unstable ice-dammed lake „Leverett 1" (LI), I.and is dotted, lakes are white, glacier tongues sym­ bolised with a crevasse signature. so, kurz b e v o r die Aufnahme g e m a c h t wurde, aus­ gelaufen zu sein. Im G e g e n s a t z dazu konnte im S o m m e r 1987 v o m Flugzeug a u s beobachtet w e r ­ den, daß der „Leverett 1" mit Schmelzwasser gefüllt war. B e i unserer Ankunft am 1. August 1993 w a r der See j e d o c h leer (Taf. 2a u n d 2 b ) . Das etwa 5 5 0 m lange, 4 0 0 m breite und ü b e r

teilweise riesiger gestrandeter Eisberge. Vereinzelt fanden sich n o c h tauende Reste gestrandeten Drift­ eises nur w e n i g e Meter unterhalb der Hochwasser­ linie des B e c k e n s . Die ehemals vertikale Kalbungs­ front der a m Nordende des S e e s liegenden Glet­ scherzunge w a r s c h o n bei unserer Ankunft teilwei­

4 0 m tiefe S e e b e c k e n wird im N W und SF. von nied­

D e r Maximalstand des Wassers wird durch ein klei­

rigen Felsrücken begleitet, a u f der nordöstlichen Schmalseite v o m Inlandeis a b g e d ä m m t und auf d e r Südwestseite durch einen niedrigen Hügel a b g e r i e ­

nes Kliff nachgezeichnet, das sich auf 3 Seiten d e s S e e b e c k e n s verfolgen läßt (Taf. 2a und 2 b ) . K n a p p unterhalb dieser Uferlinie lagen z.Z. unserer Ankunft

gelt (Abb. 3, 4 ) . Zwei Flanken der länglichen H o h l ­ form sind relativ steil, w ä h r e n d der Boden zum Eis hin, in NNE' Richtung, allmählich abfällt. Im P r o -

die ersten im Abschmelzen begriffenen Drifteis­ blöcke. Am Südende des Sees setzt eine m e h r e r e Meter in die Umgebung eingeschnittene Rinne an,

fundal am Nordostende des vegetationslosen B e c k e n s befand sich 1993 ein Restsee von etwa 2 0 0 m Durchmesser (Taf. 3a u n d A b b . 5). An s e i n e n

die sich außerhalb des S e e b e c k e n s n a c h S zu in ein ca. 3 0 0 m langes, ganz flaches T r o c k e n t ä l c h e n fort­ setzt (Abb. 4 und Taf. 2 b ) . Das Gefälle dieses T a ­

Ufern, vor allem a m Südende, lagen große M e n g e n

les ist n a c h S gerichtet. D e r w e i t g e h e n d e b e n e , v e -

se z u s a m m e n g e b r o c h e n .


52

HERBERT SCHOLZ

A b b . 4: G e o l o g i s c h e s K ä r t c h e n d e r u n m i t t e l b a r e n U m g e b u n g d e s instabilen Eisrandstausees „Leverett 1". A u f g e n o m ­ m e n a u f d e r G r u n d l a g e e i n e r v e r b e s s e r t e n Version d e r Karte von A b b . 3. D e r nur periodisch w a s s e r f ü h r e n d e Ü b e r ­ lauf d e s S e e s ist gestrichelt dargestellt.

Fig. 4: Geological map showing the vicinity of the unstable ice-dammed lake „Leverett 1". It was produced on base of a correc­ ted version of the map given in fig. 3. The lake outlet supplied periodically with water only, is marked with a dotted line.

getationslose B o d e n des stellenweise in m e h r e r e Rinnen aufgespaltenen T ä l c h e n s ist teils von Gerol­ len, teils v o n Sand bedeckt. D i e s e Rinne dient d e m See in d e n Zeiten, in der er gefüllt ist, offensicht­ lich als Überlauf. Das hier überfließende S c h m e l z ­ wasser m ü n d e t in einen kleinen, südlich an­ s c h l i e ß e n d e n S e e . w o sich augenscheinlich ein weit­ g e h e n d b e w a c h s e n e s , sandiges Delta gebildet hat (Abb. 4 ) . D e r Überlauf dieses Sees wiederum, der auch mit Schmelzwasser versorgt wird, das aus d e m b e n a c h b a r t e n S e e „Leverett 2" überläuft, m ü n d e t nach w e n i g e r als 1 km Fließstrecke in den größten dieser Eisrandstauseen, den „Leverett 3" (Abb. 3 ) . Der Zustand, in dem der S e e 1 9 9 3 angetroffen wur­ de, stimmt w e i t g e h e n d mit demjenigen überein, der auch auf d e n untersuchten Luftbildern von 1 9 6 8 u n d 1985 zu e r k e n n e n war. Aus d e n geschilderten B e ­ o b a c h t u n g e n m u ß geschlossen werden, daß der S e e wohl n o c h w e n i g e W o c h e n vor unserer Ankunft mit S c h m e l z w a s s e r gefüllt war. Der trockengefallene, schüsseiförmige S e e b o d e n war im S o m m e r 1993 nicht überall zugänglich. Im Profundal d e s B e c k e n s befand sich ein etwa 2 0 0 mal 2 0 0 m g r o ß e r Restsee, der dicht mit schwim­ menden, g r o ß e n Eisblöcken b e d e c k t war (Taf. 3 a ) .

Trotz einiger Versuche gelang e s nicht, näher als 5 0 m an diesen R e s l s e e h e r a n z u k o m m e n u n d P r o b e n zu sammeln. In seiner unmittelbaren U m g e b u n g lie­ g e n die gestrandeten Eisberge s o dicht, dafs zwi­ s c h e n ihnen nur n o c h schmale G a s s e n frei sind ( A b b . 5). Einige der a m Rand des B e c k e n t i e f s t e n liegen­ den Eisblöcke sind so groß, daß sie n o c h über d e n B e c k e n r a n d hinausragen. Zudem hört und sieht m a n ständig, w i e kilo- bis t o n n e n s c h w e r e Eisblöcke kra­ c h e n d herunterbrechen. Selbst mit H e l m e n b e w e h r t w ä r e e s zu gefährlich gewesen, zwischen die riesi­ g e n E i s b l ö c k e vorzudringen. S o k a n n über die S e ­ dimente im Profundal nichts ausgesagt werden. D i e B e o b a c h t u n g e n , die sich an den unmittelbar an­ grenzenden, mäßig g e b ö s c h t e n T e i l e n des s c h ü s selförmigen S e e b e c k e n s m a c h e n lassen, sind w o h l auch a u f das Profundal übertragbar. Das Substrat der Zwergstrauchheiden, die die Hän­ g e am S ü d e n d e des S e e b e c k e n s b e d e c k e n , b i l d e n kryoturbat gestörte äolische Sedimente. Sie s i n d durch Gelifluktion mit o r g a n i s c h e m Material ver­ mischt u n d dadurch sowie durch Verwitterung bräunlich gefärbt. Der Hang ist fast lückenlos mit Erdbülten ( H u m m o c k s ) bedeckt. D e r gleiche V e g e tationstyp findet sich auch innerhalb des S e e b e c k e n s


S e d i m e n t e u n d A b l a g e n j n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) 53

I N Westgrönland

A A

A A

Fels

Vegetation innerhalb des S e e b e c k e n s

Gletscher

Schwemmtächer-und Deltasedimente

E i s b e r g e und g e s t r a n d e t e Drifteisblöcke

feinkörnige Seeablagerungen

Rutschmasse Abr i p k a n t e n , Erosionsrinnen

o o o ° o o o o

grobkörnige Diamikte

Seeablagerungen,

blockreiche Eisrandablagerungen

A b b . 5: D i e G l i e d e r u n g des w e i t g e h e n d w a s s e r l e e r e n B e c k e n s v o n „Leverett 1", w i e e s im S o m m e r 1 9 9 3 a u s g e s e h e n hat. D i e B e r e i c h e a u ß e r h a l b d e s m a x i m a l e n W a s s e r s t a n d e s sind nicht dargestellt. A u f g e n o m m e n a u f der G r u n d l a g e ei­ n e r v e r b e s s e r t e n V e r s i o n der K a r t e v o n Abb. 3.

Fig. 5: Morphologie pattern of the rather empty basin of „Leverett 1", as it appeared in summer 1993- The area above the maxi­ mum water level is ignored here. This map was produced on base of a corrected version of the map given in fig. 3.

unterhalb der Hochwasserlinie, a b e r nur am relativ flach g e b ö s c h t e n Südwestende d e s B e c k e n s , w o d i e Hänge 15° Neigung kaum übersteigen (Taf. 2a u n d b ) . Nur die Erdbülten fehlen hier weitgehend o d e r sind zumindest schwächer entwickelt, die B o ­ dendeckung ist deutlich geringer und es tritt h i e r eine Anzahl flacher Erosionsrinnen auf, die alle k n a p p unterhalb der deutlichen Uferlinie b e g i n n e n (Taf. 2 b ) . D i e Zwergsträucher sind hier von e i n e r d ü n n e n Schiuffschicht ü b e r z o g e n , gleichwohl a b e r

in den o b e r s t e n 6 bis 8 m größtenteils n o c h a m Le­ ben und grün. Zudem liegen auf der Vegetati­ o n s d e c k e e i n z e l n e B l ö c k e und kleine Häufchen v o n Sand und Geröll herum. Es m u ß sich dabei u m Ma­ terial handeln, das von gestrandeten und inzwischen abgetauten Drifteisblöcken stammt. Ab etwa 8 m unterhalb des Überlaufes gibt es a u c h am S ü d e n d e des S e e b e c k e n s w e d e r tote n o c h le­ b e n d e Zwergsträucher. Hier k o m m e n dafür bräun­ lich gefärbte, schluffige S e d i m e n t e heraus, die d e n


54

HERHKRT SCHOLZ

kryoturbat gestörten äolischen Sedimenten ähneln, dem Substrat der Vegetation außerhalb des B e c k e n s (112, 115). In diesem Bereich ist das Relief des Han­ ges sehr unruhig. Hier treten unregelmäßige Wül­ ste, Versteilungen und Spalten im B o d e n auf, die darauf hinweisen, daß hier der g a n z e Hang in B e ­ wegung ist (Taf. 2 b ) . Gegen die H ä n g e der U m g e b u n g ist das S e e b e c k e n überall mit einer kliffartigen Versteilung abgesetzt. Diese Uferlinie, die den m a x i m a l e n Seespiegel nach­ zeichnet, ist als messerscharfe G r e n z e auf 3 Seiten des S e e b e c k e n s zu verfolgen. Am NW- und am SEUfer trennt diese G r e n z e die b e w a c h s e n e n H ä n g e vom vegetationslosen B e c k e n ab. Am flacheren S W Ufer, w o a u c h Teile des S e e b e c k e n s selbst b e ­ wachsen sind, ist Linterhalb dieser kaum 1/2 m h o ­ hen Stufe e i n e mehrere Meter breite, b e w a c h s e n e VerebnLingsfläche ausgebildet, deren Vegetation sich v o n der U m g e b u n g deutlich unterscheidet (Taf. 2a). Auf dieser Schorre dominieren Moose, w ä h r e n d Zwergsträucher, a b g e s e h e n v o n Salix herbacea, völ­ lig fehlen. Dieser Vegetationstyp erinnert stark an eine „Schneetälchen-Vegetation", die sich an Stellen mit extrem kurzer Vegetationsperiode ausbildet. Auch die Pflanzen auf diesem Uferstreifen sind mit Schluff überpudert. Stellenweise sind hier auch trockene, papierartig d ü n n e Krusten zu finden, die im w e s e n t l i c h e n aus eingetrockneten Algen zu b e ­ stehen s c h e i n e n (116). Der S e e b o d e n ist aber nicht überall gleich aufge­ baut (Abb. 5 ) . An der NW-, vor allem aber an der SE-Flanke des B e c k e n s k o m m e n in steilen Lagen die eisüberschliffenen Felsen des Grundgebirges heraus. Sie h a b e n eine hellgraue Farbe, da die O b e r ­ fläche mit e i n e r dünnen, eingetrockneten Schluffhaut ü b e r z o g e n ist. An weniger stark g e b ö s c h t e n Stellen liegen etwas Sand und lose B l ö c k e auf den Felsen herum. Der weitaus größte Teil des trocke­ nen S e e b e c k e n s wird a b e r von lockeren, blockigsandigen, s c h w a c h schhiffigen Sedimenten einge­ n o m m e n . D i e s e Ablagerungen sind ungeschichtet und w e i t g e h e n d unsortiert. An d e n B e c k e n f l a n k e n ist s c h o n v o n weitem auf diesen A b l a g e a t n g e n ei­ ne deutliche horizontale B ä n d e r u n g zu e r k e n n e n . Dabei handelt es sich um horizontale Streifen aus hangparallel geschichteten, relativ schlecht sortier­ ten, g r o b k ö r n i g e n Sanden, die kleine G e r ö l l c h e n enthalten (114). G e g e n die blockig-sandigen Sedi­ mente sind sie schwierig abzugrenzen. Die Mäch­ tigkeit dieser Sandkörper, die d e n unsortierten S e ­ dimenten auflagern, liegt im cm-, maximal im dmBereich. Es handelt sich hier offensichtlich um W a s ­ serstandsmarken, um Strandbildungen, die b e i ab­ sinkendem, vielleicht auch b e i steigendem S e e s p i e ­ gel entstanden sind.

G r ö ß e r e Sandkörper finden sich nur in der Nordo s t e c k e des S e e b e c k e n s , w e n i g e D e k a m e t e r v o m Eisrand entfernt. Sie sind an die U m g e b u n g e i n e r Rinne g e b u n d e n , in der sich zeitweise vom Eisrand ablaufende S c h m e l z w ä s s e r s a m m e l n und eisrandparallel d e m Restsee zulaufen. A m Ende von eini­ gen kleinen Erosionsrinnen, die das S c h m e l z w a s s e r v o n am Hang liegenden, gestrandeten Eisbergen auf­ nahmen, entstanden gleichfalls sandige S c h w e m m ­ fächer (113). Feinkörnige S e e s e d i m e n t e , mittel- b i s grobkörnige Schluffe mit relativ geringen F e i n schluff- Lind Tongehalten, sind im S e e b e c k e n s e h r selten anztitreffen und konnten im wesentlichen nur auf einer g r ö ß e r e n Hangverflachung im S W d e s B e c k e n s entdeckt werden, etwa 15 bis 20 m unter­ halb der Uferlinie (111, 117). D i e s e wiesen teilweise sogar eine ü b e r a u s deutlich sichtbare, m m - d ü n n e Laminieaing auf. Sie erreichten hier eine Mächtig­ keit von k a u m m e h r als 5 c m und überlagerten g r o b blockige, kiesig-sandige S e d i m e n t e des Typs, w i e sie o b e n s c h o n beschrieben w o r d e n sind. Seitlich s c h e i n e n sie in die gleichen g r o b b l o c k i g e n Sedi­ m e n t e ü b e r z u g e h e n . Allerdings war der Bereich, in d e m sie gefunden wurden, durch H a n g b e w e g u n ­ g e n beeinflußt. D e r größte Teil d e s S e e b e c k e n s a b e r wird von ungeschichteten, schluffig-sandig-blockig e n Ablagerungen e i n g e n o m m e n (Abb. 5 ) .

3.4.4

Russell 1 ( O b e r e r Russell-See, R l )

Der „Russell 1" wurde in früheren Arbeiten (SCHOLZ et al., 1 9 8 8 ) „Oberer Russell-See" genannt. D i e s e r im gefüllten Zustand etwa 1,5 k m lange, 1 km brei­ te und über 5 0 m tiefe S e e befindet sich, in niedri­ ge B e r g e eingebettet, im Zwickel zwischen RussellGletscher und Isünguata Sermia (Abb. 6 ) . D e r S e e liegt nach der Karte etwas unter 5 0 0 m hoch, n a c h unseren barometrischen H ö h e n m e s s u n g e n a b e r n u r ca. 300-400 m hoch. Er ist auf einer Seite durch ei­ n e senkrechte Kalbungsfront begrenzt und speist e i n großes, peripheres Flußsystem (Abb. 1), das die Nordflanke d e s Russell-Gletschers entwässert u n d Zuschüsse auch v o m weiter im N liegenden Isüngu­ ata Sermia erhält (SUGDEN et al., 1985). Während d e s Sommers schüttet es nach RUSSELL ( 1 9 8 9 ) zwischen 13 und 37 m3 Wasser pro Sekunde. Die Schmelzwäs­ ser durchfließen eine Reihe von Sanderflächen u n d Seen, die teilweise durch Stromschnellen und W a s ­ serfälle miteinander verbunden sind. An Stellen, w o er zum Eis hin abgedrängt wird, erodiert der F l u ß den Gletscher in senkrechten Wänden an, ver­ schwindet a m Zungenende sogar auf einer Strecke von 500 m Länge in einem weiteren subglaziären Tunnel, bevor er über den anschließenden „RussellSander" den Eisrand endgültig verlassen kann.


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n in W e s t g r ö n l a n d

Auf d e n amtlichen Luftbildern d e s G e o d ä t i s c h e n In­ stituts in K o p e n h a g e n , die v o n von B e f l i e g u n g e n von Anfang S e p t e m b e r 1 9 8 5 (FS. Nr. 8 6 0 9 5 7 ) u n d von Mitte August 1 9 6 8 ( F S . Nr. 8 5 0 7 8 0 ) s t a m m e n , sowie a u f d e n s e l b s t g e m a c h t e n Schrägaufnahmen, die jeweils b e i m Überfliegen d e s Gebietes mit d e m Linienflugzeug in d e n J a h r e n 1 9 8 2 , 1986, 1 9 8 7 u n d 1993 a u f g e n o m m e n wurden, ist der „Russell 1" manchmal in gefülltem, in teilweise gefülltem o d e r in entleertem Zustand zu e r k e n n e n . Im sommerli­ chen Normalzustand scheint d e r S e e mehr o d e r w e ­ niger gefüllt u n d mit s c h w i m m e n d e n Eisbergen b e ­ deckt zu sein. Gelegentlich ist er, wie im Juli 1 9 9 3 beobachtet w e r d e n k o n n t e , s o voll, d a ß d a s Schmelzwasser ü b e r e i n e n kleinen S e e u n d W a s ­ serfälle n a c h W zum „outlet lake 1" hin abfließt (Abb. 6 ) . D i e s e höchsten Wasserstandsmarken w e r ­ den durch e i n niedriges Kliff mit vorgelagertem Geröllstrand n a c h g e z e i c h n e t . Diese h ö c h s t e n W a s ­ serstände s c h e i n e n aber n u r gelegentlich erreicht zu werden. Dafür spricht die B e o b a c h t u n g v o n 1 9 8 7 , daß die Uferbereiche n o c h etwa 10 bis 15 m un­ terhalb dieser h ö c h s t e n Wasserstandsmarken v o n l e ­ benden Zwergstrauchheiden b e w a c h s e n sind. N a c h dem B e w u c h s a u f d e m Strand und auf d e m Geröll im Bett d e s Überlaufes zu urteilen, war diese m a ­ ximale Füllung damals s c h o n mehrere J a h r e nicht mehr erreicht worden. Nach d e m Auslaufen d e s „Russell 1" im Juli 1 9 8 7 blieb e i n dicht mit s c h w i m m e n d e n Eisbergen b e ­ deckter, i m m e r n o c h v o m Eis abgedämmter R e s t s e e von etwa 8 0 0 m Länge zurück, dessen Wasserspie­ gel 4 8 m tiefer als die frischen H o c h w a s s e r m a r k e n lag, die w i e d e a i m etwa 3 m unter den h ö c h s t e n Wasserstandsmarken b l i e b e n (RUSSELL, 1 9 8 9 ) . D i e Höchstwasserstände von 1 9 8 7 wurden von g r o ß e n Eisplatten - d e n Resten e i n e r Seegefrornis - n a c h ­ gezeichnet. Darunter lagen a u f d e n breiten Schlammkrawatten zahlreiche gestrandete E i s b e r g e , die mitunter die G r ö ß e e i n e s Einfamilienhauses er­ reichten (Taf. 3 b ) . An Stellen, w o sie s c h o n w e g ­ getaut waren, fanden sich ihre Spuren in F o r m v o n kleinen Haufen a u s g e s c h m o l z e n e n Schuttes u n d großen Liegemarken im w e i c h e n Untergrund. D i e hier w a c h s e n d e n , grünen Zwergbirken w a r e n mit einer teilweise zentimenter- bis dezimeterdicken Schlammschicht bedeckt. Unter d e r deutlich ü b e r 50 m h o h e n , teilweise z u s a m m e n g e b r o c h e n e n Kal­ bungsfront a m Südufer d e s S e e s waren große Schutt­ halden aus E i s b l ö c k e n enLstanden. Mitte Juli 1 9 8 7 entleerte sich d e r „Russell 1" inner­ halb v o n 3 6 Stunden u n d erzeugte eine H o c h w a s ­ serwelle, die sich im B e r e i c h d e r peripheren Rin­ nen u n d a u f d e n terrrnnalen Sanderflächen als dra­ matischer Anstieg der W a s s e r s t ä n d e zu e r k e n n e n

(Eisrandstauseen)

55

gab. D i e Auswirkung dieses Ereignisses a u f die San­ derflächen wurde damals verfolgt und dokumentiert (SCHOLZ et al., 1988; RUSSELL, 1 9 8 9 ) .

Vermessungen

des S e e b e c k e n s sowie die Auswertung automatisch arbeitender Pegel, die v o n G e o g r a p h e n d e r Uni­ versität A b e r d e e n im O b e r l a u f d e s peripheren Ent­ wässerungssystems installiert w o r d e n waren, lassen darauf schließen, daß d e r S e e damals z w i s c h e n 3 2 und 36 • 106 m3 Wasser verlor (RUSSELL, 1 9 8 9 ) . Es ist unbekannt, w a n n g e n a u das Auslaufen d e s Sees a m 17.. Juli 1987 einsetzte. Mit z u n e h m e n d e r Entfernung v o n ihrem Ursprungsort dürfte die Flut­ welle mit w a c h s e n d e r zeitlicher Verzögerung, v o n den durchflossenen S e e n gedämpft u n d auseinan­ d e r g e z o g e n , mit a b n e h m e n d e r Amplitude ange­ k o m m e n sein. Erst als die Fltitwelle g e g e n 2 3 . 0 0 Uhr das Z u n g e n e n d e d e s Russell-Gletschers - etwa 10 k m unterhalb des auslaufenden Sees - erreicht hat­ te, s p r a c h e n die hier installierten Pegel an. Gleich­ zeitig w a r ein lang anhaltendes D o n n e r n v o n der Kalbungsfront am G l e t s c h e r e n d e zu hören. D i e s e s D o n n e r n zeigte wohl e i n e verstärkte Erosion d e r Eiswände durch den a n s c h w e l l e n d e n Fluß an. Das D o n n e r n hörte nicht m e h r auf, w ä h r e n d das W a s s e r d i e ganze Nacht ü b e r stetig anstieg. N o c h in d e r Nacht v o m 17. z u m 18. Juli waren die Eisb r e c c i e n a m Fuße der E i s w ä n d e fortgespült w o r d e n . H a u s g r o ß e Gletscherteile w u r d e n mitgerissen, in ku­ b i k m e t e r g r o ß e Eisblöcke zerlegt u n d polternd ü b e r den fast völlig überfluteten „Russell-Sander" gewälzt. Am Eisrand erreichte die H o c h w a s s e r m a r k e m e h r als 1 0 m ü b e r der Niedrigwasserlinie. Auf d e r San­ derfläche selbst stieg das W a s s e r immerhin n o c h stellenweise etwa 3 m an, v o r allem v o r Engstellen. Das Treibeis wurde ü b e r die gesamte Breite d e s Flußsystems verteilt u n d b i s z u m c a . 2 5 k m ent­ fernten Flughafen Sondre Stromfjord mitgeschleppt (Abb. 1 ) . Selbst das Fjordende des Kangerlussuaq war a m Flughafen Sondre Stromfjord mit schwim­ m e n d e n Eisblöcken b e d e c k t . Die h ö c h s t e n Pegel­ stände a m „Russell-Sander" wurden erst a m 1 8 . J u ­ li g e g e n 16.00 Uhr erreicht. V o n da an fiel das Was­ ser stetig u n d hatte spätestens a m 19. Juli g e g e n 11 Uhr w i e d e r seinen n o r m a l e n s o m m e r l i c h e n Pegel­ stand. Ein ähnlich ablaufender Gletscherlauf des glei­ c h e n S e e s ist auch für d e n 19. u n d 20. August 1 9 8 4 dokumentiert, b e i d e m e r allerdings nur 2 2 • 1 0 m3 Wasser verloren hat (SUGDEN et al., 1 9 8 5 ) . D e r S e e 6

hatte allerdings vorher e i n e deutlich geringere Stauhöhe erreicht, während a m Ende z u d e m e i n et­ was g r ö ß e r e r Restsee zurückblieb. A u s l ö s e n d e Ursache d e s Gletscherlaufes im S o m m e r 1987 dürfte, ähnlich w i e in d e n v o r a n g e g a n g e n e n Jahren, d e r in der wärmsten Jahreszeit verstärkte Schmelzwassereintrag sein. W e n i g ergiebige Nie-


56

HERBERT SCHOLZ

A b b . 6: T o p o g r a p h i s c h e Ü b e r s i c h t s k a r t e d e s eisfreien G e b i e t e s z w i s c h e n d e m Russell-Gletscher u n d d e m I s ü n g u a t a Sermia, um die L a g e u n d d i e h y d r o g r a p h i s c h e n V e r h ä l t n i s s e d e r instabilen E i s r a n d s t a u s e e n „Russell 1" ( R l ) , „Russell 2" ( R 2 ) , „Isünguata 2 " ( 1 2 ) u n d „Isünguata 3" 0 3 ) zu v e r d e u t l i c h e n . D a s F e s t l a n d ist gepunktet, d i e S e e n sind weifs", die G l e t s c h e r mit e i n e r S p a l t e n s i g n a t u r dargestellt.

Fig. 6: Topographic map giving an overview of the non-glaciated areas between Russel Glacier und Isünguata Sermia, in order to demonstrate the situation and the hydrographical conditions of the unstable ice-dammed lakes „Russel 1" (Rl), „Russel 2" (R2), „Isünguata 2" (12) und „Isünguata 3" (13). Land is dotted, lakes are white, glacier tongues symbolised with a crevasse signature. derschläge, die im gleichen Zeitraum (17. und 18. Juli 1 9 8 7 ) in den eisrandnahen G e b i e t e n zu b e o b ­ achten waren, k o m m e n d a g e g e n als Auslöser wohl kaum in Frage, da der R e g e n erst um etwa 22.00

S e e n und Sanderflächen des peripheren Entwässe­ rungssystems a m Nordrand des verbunden (Abb. 6 ) .

Russellgletschers

So lange die subglaziäre Entwässerung ü b e r die Eis­

Uhr einsetzte - kurz b e v o r die Flutwelle a m Glet­ scherende ankam. Der Abfluß des „Russell 1" läuft

tunnel funktioniert, kann der S e e nicht ü b e r d e s s e n H ö h e n l a g e hinaus ansteigen. D e r Eingang des T u n ­

normalerweise ü b e r den o b e n b e s c h r i e b e n e n Über­ lauf bzw. ü b e r Eistunnel a m W e s t e n d e der Kal­ bungsfront (SUGDEN et al., 1 9 8 5 ) . Etwa 1 km unter­

nels, der z w i s c h e n Eis und Felsuntergrund liegt, hat ein Niveau, das in etwa einer 3/4-Füllung des S e e s entspricht. Erst w e n n er für die im S o m m e r zu­

halb des S e e s tritt das W a s s e r w i e d e r zutage und wird ü b e r ein g r o b b l o c k i g e s Delta in einen m e h r als 5 0 m tiefer liegenden S e e eingespeist, den „out-

fließenden S c h m e l z w a s s e r m a s s e n offensichtlich zu e n g wird, steigt der Seespiegel w e i t e r an, bis der Punkt erreicht ist, w o randliche T e i l e des Inlandei­

let lake 1" („Unterer Russellsee"). Über eine Fels­ rinne ist dieser S e e mit einer Kette v o n weiteren

s e s unter Auftrieb geraten. Dieser Punkt wird a b e r im Abstand v o n 1 bis 3 J a h r e n b e i ganz unter-


Sedimente und Ablagerungsmechanismen

in instabilen proglaziären S e e n

(Eisrandstauseen) 57

in W e s t g r ö n l a n d

schiedlichen Stauhöhen erreicht. Es ist b i s h e r nicht

sein m u ß . Während er s o w o h l bei den Aufenthalten

bekannt, v o n w e l c h e n F a k t o r e n das abhängt. W a s

im Juli 1982 als auch im Juli 1993 mit Schmelzwas­

genau unter d e m Eis passiert, bleibt vorerst im Dun­

ser gefüllt blieb, war e r b e i meiner Ankunft a m 1 0 .

keln. W e n n der G l e t s c h e r l a u f aber einmal b e g o n ­

August 1 9 9 6 bereiLs ausgelaufen. W ä h r e n d 1 9 9 3 die

nen hat, läuft das W a s s e r jedenfalls, wie b e i einer

h o h e Kalbungsfront, die d e n S e e im N

WC-Spülung, so lange aus d e m See, bis e r w e i t g e ­

sehr aktiv war, und überall kleinere Eisberge her­

h e n d entleert ist. Dann k a n n der Prozeß w i e d e r von

u m s c h w a m m e n , ist auf d e n o b e n e r w ä h n t e n

neuem beginnen.

bildern kein Drifteis zu entdecken, w o h l ein Hin­

abdämmt, Luft­

weis darauf, daß das Ereignis s c h o n mindestens ei­ 3.4.5

nige W o c h e n her war. D a s gleiche m u ß für

Russell 2 (R2)

den

Zeitpunkt meiner Ankunft im S o m m e r 1 9 9 6 ange­ Auch der s e h r viel k l e i n e r e Eisrandstausee „Russell

n o m m e n werden. Die Kalbungsfront lag 1 9 9 3 und

2", der westlich des „outlet lake 1" liegt ( A b b . 6 ) ,

1996

entleert sich periodisch. In gefülltem Zustand ist er

Der

u m einige D e k a m e t e r weiter im S als 1968.

etwa 2 5 0 m lang, 100 m breit, 22 m tief u n d grenzt

„Isünguata

Überlauf, über d e n

Schmelzwasser aus

dem

2" in den rund 4 0 m tiefer g e l e g e n e n

im S a u f einer Strecke v o n 2 5 0 m direkt a n s Eis.

„Isünguata 3" nach W überfloß, war a u f der Auf­

Nach s e i n e m Auslaufen,

n a h m e v o n 1968 und b e i unserem Aufenthalt 1996

das durch die o b e n

ge­

nannte Arbeitsgruppe aus A b e r d e e n am 15. Juli 1 9 8 8

zwar sichtbar, aber trocken.

b e o b a c h t e t wurde (RUSSELL et al., 1990), b l i e b in ei­

Das

n e m nördlichen T e i l b e c k e n ein knapp 100 m lan­

S e e b e c k e n ist im entleerten Zustand durch Schwellen

im gefüllten Zustand ungegliedert erscheinende

ger, w e i t g e h e n d eisfreier R e s t s e e zurück ( „ u p p e r ba­

in drei Teilbecken geteilt, v o n denen das mittlere und

sin"), an d e s s e n Ufer e i n i g e gestrandete

größte 1968 und 1996 einen Restsee enthielt. Der Spie­

Drifteis­

b l ö c k e lagen. Zwischen d i e s e m Teilbecken u n d d e m

gel

Eisrand waren, e n t s p r e c h e n d den Angaben v o n R U S ­

malen Stauhöhe. Er wird von SE her durch einen

dieses Restsees liegt etwa 15 m unter der maxi­

SELL et al. ( 1 9 9 0 ) , bei s i n k e n d e m Wasserstand Morä­

Schmelzwasserzulauf

nenwälle sichtbar g e w o r d e n , die vorher unter d e m

Überlauf eines im E anschließenden Sees darstellt. Der

Seespiegel d e s gefüllten Stausees verborgen w a r e n .

eigene Überlauf des ResLsees hatte sich 1996 tief in

Ein Ü b e r l a u f dieses Restsees hatte sich w ä h r e n d des

einen

Auslaufens erosiv in die Moränenwälle eingeschnit­

schnitten, der sich unmittelbar vor der Kalbungsfront

ten, b e v o r e r in einem T u n n e l unter d e m Eis ver­

auf der Schwelle gebildet hatte, die auf d e m Luftbild

genährt,

m e h r als 10 m

hohen

der

seinerseits

den

Moränen wall einge­

s c h w a n d („lower basin"). D a s unter d e m Eis ver­

von 1968 noch ein gletscherwärts gelegenes drittes

s c h w u n d e n e Schmelzwasser, etwa 3 3 0 0 0 0 m3, dürf­

T e i l b e c k e n abtrennte. Dieser Schmelzwasserbach ver­

te kaum 5 0 0 m weiter im W als Gletscherlauf wie­

s c h w a n d am Gfund des dritten, 1996 trockenen Teil-

der zutage gekommen sein, und nach weiteren 7 0 0 m

b e c k e n s in einem trichterförmigen Tunneleingang un­

das p e r i p h e r e Entwässerungssystem erreicht h a b e n .

ter d e m Eis. Während die Flanken der d e m Eisrand

Der

das

näher liegenden Teile des S e e b e c k e n s vor allem mit

Rinnensystem unterhalb des „Russell 1"

sandigen sowie schluffig-sandig-blockigen Sedimen­

überquert (Abb. 6 ) . Das erschien aber 1 9 9 3 a n g e ­

ten b e d e c k t sind, dominieren in den distalen Berei­

sichts e i n e s vom „Russell 1" verursachten

c h e n des Beckens vor allem schlufTige, vielfach ge­

„Russell 2" ist nur erreichbar, wenn m a n

periphere

drohen­

den Gletscherlaufes zu gefährlich. Deshalb w u r d e er

im

Rahmen

des

Projektes nicht näher

bänderte Ablageningen.

unter­

sucht. 3.4.7 3.4.6

I s ü n g u a t a 2 (12)

Auf

den

I s ü n g u a t a 3 (13)

mir zur Verfügung

stehenden

amtlichen

Luftbildern des G e o d ä t i s c h e n Instituts in K o p e n h a ­ ver­

gen, die von einer Befliegung Mitte August 1 9 6 8

beulten R e c h t e c k e s , das e t w a 6 0 0 auf 3 5 0 m mißt

(FS. Nr. 8 5 0 7 8 0 ) stammen, war das etwa 6 0 0 m lan­

(Abb.

ge

Der

„Isünguata 2" hat die Form eines e t w a s

6 ) . Er war auf d e n amtlichen Luftbildern des

G e o d ä t i s c h e n Instituts in K o p e n h a g e n , die v o n ei­

u n d 100 m breite, ziemlich kompliziert geform­

te S e e b e c k e n des „Isünguata 3" in nicht ganz vol­

ner Befliegung Mitte August 1 9 6 8 (FS. Nr. 8 5 0 7 8 0 )

lem Zustand (ziemlich s c h l e c h t ) zu e r k e n n e n . Auf

stammen, in halb entleertem Zustand zu s e h e n ( A b b .

einer Aufnahme, die ich w ä h r e n d einer W a n d e r u n g

7). D e r v o n einer breiten Schlammkrawatte u m g e ­

in dieser G e g e n d im J a h r e 1982 zufällig aufgenom­

b e n e R e s t s e e nahm ungefähr

men

noch die Hälfte

der

Fläche des gefüllten Stausees ein. Daher w a r

von

vornherein klar, daß d i e s e r Eisrandstausee instabil

hatte,

ist

der

„Isünguata

S c h m e l z w a s s e r randvoll

3"

dagegen

(Taf. 4 a ) . D a h e r

mit

bestand

v o n vornherein kein Zweifel, daß es sich u m einen


HERBERT SCHOLZ

58

instabilen S e e handelt. Als wir das S e e b e c k e n a m

c h e n T e i l b e c k e n d e s „Isünguata 3"

23. Juli 1 9 9 3 erreichten, war e s dann auch wirklich

sich auch hinsichtlich ihrer A b l a g e r u n g e n sehr deut­

unterscheiden

fast völlig leer, g e n a u s o w i e im August 1996.

lich. Die Sedimentfüllung

Auf der Südseite des S e e b e c k e n s ist, im G e l ä n d e

und seichteren T e i l b e c k e n s besteht größtenteils aus

wie auf d e n Luftbildern, e i n e deutliche Uferlinie zu

sandigen

erkennen, die offensichtlich die m a x i m a l e Stauhöhe

lung des westlichen, kleineren u n d

des S e e s n a c h z e i c h n e t (Taf. 4 b ) . Das S-förmig ge­

beckens

krümmte S e e b e c k e n besteht aus zwei sehr unter­

blockigen Sedimenten.

des östlichen,

und schluffigen Ablagerungen. besteht

vor

allem aus

größeren Die Fül­

tieferen Teil­

schhiffig-sandig-

schiedlichen T e i l b e c k e n , die miteinander durch ei­ nen

schmalen

Durchlaß

verlxinden

sind:

einem

3.4.7.1

Ö s t l i c h e s T e i l b e c k e n d e s 13

seichten, trogförmigen, länglichen im E und e i n e m dreieckigen,

trichterförmigen,

viel tieferen

im

W

Innerhalb des östlichen T e i l b e c k e n s von

„Isüngua­

(Abb. 7, 9 ) . Das seichtere T e i l b e c k e n wird auf der

ta

gesamten Nordseite v o n Eisrandablagerungen

scheiden. Ganz im E des S e e b e c k e n s , w o heute ein

gleitet - b l o c k r e i c h e n M o r ä n e n mit

be­

vorgelagerten

3" lassen

sich

mehrere

F a z i e s b e r e i c h e unter­

S c h m e l z w a s s e r b a c h ( d e r Überlauf v o n

„Isünguata

S c h w e m m f ä c h e r n . Unmittelbar an bzw. auf diesen

2") fließt, finden sich grobsandige, teilweise kiesige

Moränen liegt das Inlandeis (Abb. 8 ) . Dieses trog-

Ablagerungen (beiderseits des B a c h e s und

förmige B e c k e n enthielt b e i unserer Ankunft e i n e n

Meter über d e m jetzigen B a c h n i v e a u ) , b e i denen es

etwas über 2 0 0 m langen, ganz seichten Restsee

sich um Erosionsreste eines älteren B a c h d e l t a s han­

(Taf. 4 b ) . Er n a h m v o m Eisrand her

zuströmendes

delt (Abb. 8 und Taf. 5a). Das Beckentiefste wird

Schmelzwasser und e i n e n S c h m e l z w a s s e r b a c h auf,

v o n einem ganz seichten, in Verlandung begriffe­

den Überlauf von „Isünguata 2". Das B e c k e n hat,

n e n Restsee e i n g e n o m m e n , in den der B a c h heLtte

vom Niedrigwasserspiegel bis zu den Hochwasser­

sein grobsandig-kiesiges Delta vorbaut. Entlang des

einige

marken der m a x i m a l e n Wasserstände gemessen, ei­

Beckennordrandes

ne Tiefe v o n etwa 15 m. D e r Überlatif dieses Rest­

fächer verbreitet, die von den Schmelzwässern des

sees v e r s c h w a n d im B e r e i c h der Schwelle zwischen

unmittelbar

den b e i d e n T e i l b e c k e n in e i n e m T u n n e l unter d e m

ins S e e b e c k e n vorgeschüttet werden. D e r Süd- und

Eis. Das westlich davon

dahinter

sind

grobsandige

Schwemm­

liegenden, aktiven

Eisrandes

g e l e g e n e , tiefere, völlig

W e s t r a n d dieses T e i l b e c k e n s a b e r w i r d von schluf­

trockene T e i l b e c k e n wird auf der e i n e n Seite v o n

figen und sandigen S e e a b l a g e r u n g e n e i n g e n o m m e n .

der sehr steilen Front des Inlandeises

Eine überdeutliche

abgedämmt

Uferlinie wie a m

„Leverett 1",

(Abb. 7, 9 und Taf. 5 a ) . G a n z unten befinden sich

die die jüngst erreichte Stauhöhe d e s Sees nach­

Eingänge zu einem Eistunnel, der beim Auslaufen

zeichnet, ist in d i e s e m T e i l b e c k e n d e s „Isünguata 3"

vermutlich als S c h l u c k l o c h diente. D i e tiefste Stelle

nirgends

dieses T e i l b e c k e n s , der S e e b o d e n vor d e m Schluck­

stände lassen sich im N des B e c k e n s anhand

loch, liegt 5 5 m tiefer als die Uferlinie. Auf den stei­

Wasserstandsmarken an den M o r ä n e n , am Südrand

len Flanken dieses T e i l b e c k e n s lagen einige größe­

des B e c k e n s an d e r Verbreitung v o n Seesedimen­

re gestrandete Drifteisblöcke (Taf. 5 a ) .

ten ablesen, deren Mächtigkeit vom B e c k e n r a n d zum

Der mit S c h m e l z w a s s e r gefüllte S e e hat dagegen ei­

Zentrum

n e keulenförmige Gestalt. An der seichten Verbin­

B e c k e n hin abfällt, besteht aus Erdbültenfeldern, die

dungsstelle zwischen den b e i d e n T e i l b e c k e n ist e r

mit gemischter Zwergstrauchheide b e w a c h s e n sind.

dann katim 4 0 m breit (Abb. 8 ) . Im NE schien e r

Unterhalb einer Linie, die etwa 15 m ü b e r dem See­

1982 sogar ein Stück weit auf die Eisoberfläche über­

spiegel des Restsees liegt, ist ein g r o ß e r Teil der

zugreifen (Taf. 4 a ) . Auch in gefülltem Zustand m u ß

Zwergsträucher a b g e s t o r b e n und mit e i n e r dünnen,

dieser S e e unter das Eis hinein entwässern, da kei­

eingetrockneten, weißlichgrauen Schluffhaut

ne Spur e i n e s Überlaufes zu finden ist. O b w o h l die

z o g e n . B e i m Darüberlaufen staubt e s . W e n i g e Zen­

teilweise s c h o n e i n g e t r o c k n e t e n Sedimente am S e e ­

timeter dicke, stellenweise mit Pflanzenresten durch­

b o d e n zahlreiche Trittsiegel von Rentieren atifwie-

setzte feinsandig-schluffige Sedimentfüllungen

sen, dürfte der S e e im S o m m e r 1 9 9 3 , w e g e n der bis

d e n sich hier nur in den D e p r e s s i o n e n

dahin n o c h nicht abgetauten

zu finden

(Taf. 4a). D i e Wasserhöchst­

hin zunimmt.

Der Hang,

der

hier

von

zum

über­

fin­

zwischen

Drifteisblöcke, d o c h

d e n Erdbülten 034). W e n i g e Meter w e i t e r unten ver­

kaum m e h r als bis 2 bis 3 W o c h e n vor unserer An­

s c h w i n d e n die Zwergsträucher allmählich unter ei­

kunft ausgelatifen sein. D e r G r ö ß e und M e n g e d e s

n e r Sediment d e c k e , durch die nur n o c h gelegent­

hemmliegenden

Drifteismaterials n a c h zu

urteilen

schien der S e e 1 9 9 6 gar erst w e n i g e T a g e vor un­

lich einige Z w e i g e durchspitzen.

D i e s e Sediment­

d e c k e besteht aus einer W e c h s e l f o l g e von mittel­

serer Ankunft ausgelaufen zu sein. D i e beiden v o n

körnigen Sanden u n d Schluffen. I n der Sediment­

der Form und G r ö ß e her s c h o n sehr unterschiedli­

oberfläche finden sich hier, wohl infolge Sackungs-


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen proglaziären S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

beobachtete M i n i m a l s t a n d e / Maximalstände der Seen

59

Erratiker/Ansammlung kleinerer Moränenblöcke

Gletschereis mit Tunnel/ Eisrandablagerungen

Deltaablagerungen/Moränen ( g r ö p t e n t e i l s unter Fließerden)

I

in Senken a k k u m u l i e r t e FUeßer-den/Flugsand

prakambrische A m p h i b o l i t e / Gneise der Nagssugtoqiden

Abb. 7: G e o l o g i s c h e s Kärtchen d e r unmittelbaren U m g e b u n g d e r instabilen Fisrandstauseen „Isünguata 2" u n d „Isün­ guata 3" A u f g e n o m m e n a u f d e r Grundlage einer v e r b e s s e r t e n V e r s i o n d e r Karte von A b b . 3. Fig. 7: Geological map showing the vicinity of the unstable ice-dammed lakes „Isünguata 2" and „Isünguata 3". It was produced on base of a corrected version of the map given in fig. 3. hin

g e a b g e d e c k t . Diese Schluffe erscheinen im Gelän­

nimmt die S e d i m e n t b e d e c k u n g schließlich a u f e t w a

erscheinungen,

klaffende

Risse. Zum Restsee

de w e i t g e h e n d ungeschichtet, zeigen j e d o c h in Lack­

1 m Mächtigkeit zu. Die flachgepreßte, teilweise in

abzügen v o n Stechkastenprofilen eine mm-feine La-

ein bräunliches,

minierung.

torfähnliches

Material

umgewan­

W o die primären

Strukturen

delte Vegetationsdecke ließ sich hier unter d e n S e ­

mentoberfläche

dimenten n o c h erbohren ( A b b . 9 ) . Die Hauptmasse

kenntiichkeit

der geschichteten S e d i m e n t e ist mittel- bis

s c h e n e Rippelmarken (strandparallele

grob­

sandig 0 3 3 ) , enthält a b e r m e h r e r e cm dicke Hori­ zonte aus (teilweise feinsandigen)

Schluffen 0 3 1 ,

i32). D i e S a n d e sind aus vielen, gleichsinnig Westen schräggeschichteten

Lagen aufgebaut,

denen e s sich um Strömungsrippeln te (Abb. 9 ) . Auch die w e l l i g e

handeln

nach bei dürf­

Sedimentoberfläche

wird v o n e i n e r lederartig eingetrockneten Schluffla-

nicht

von

zertrampelt

Karibus

sind,

kann

der Sedi­

bis

zur

man

Un-

verwa­

Oszillations-

rippeln) e r k e n n e n . Diese Rippeln sind an die O b e r ­ fläche der Linterlagernden S a n d e g e b u n d e n und sind v o n der jüngsten Schlufflage überall in

annähernd

gleicher Mächtigkeit überdeckt worden. In der Nähe des Beckentiefsten sind b i s zu 5 derartige lagen in die Schichtfolge eingeschaltet, v o n

Schluffdenen

in Profilen weiter o b e n an der B e c k e n f l a n k e , w o


60

HERBERT SCHOLZ

Fels

V e g e t a t i o n innerhalb des Seebeckens

G l e t s c h e r mit Stauchmoränen

Schwemmtächer-und D e l t a ­ ablagerungen ä l t e r / j ü n g e r

E i s b e r g e und g e s t r a n d e t e Drifteisblöcke

feinkörnige Seeablagerungen

Rutschmasse

grobkörnige S e e a b l a g e r u n g e n , Diamikte

Abrißkanten, Erosions­ kanten, E r o s i o n s r i n n e n

blockreiche E i srandablagerungen

A b b . 8: D i e G l i e d e r u n g d e s w e i t g e h e n d w a s s e r l e e r e n B e c k e n s v o n d s u n g u a t a 3", wie es im S o m m e r 1 9 9 3 a u s g e s e ­ h e n hat. D i e B e r e i c h e a u ß e r h a l b d e s m a x i m a l e n W a s s e r s t a n d e s sind g r ö ß t e n t e i l s nicht dargestellt. D i e T u n n e l e i n g ä n ­ g e a m Eisrand sind mit e i n e m T g e k e n n z e i c h n e t . A u f g e n o m m e n a u f der G r u n d l a g e einer v e r b e s s e r t e n V e r s i o n d e r K a r ­ te v o n A b b . 3-

Fig. 8: Morphologie pattern of the rather empty hasin of „Isünguata 3", as it appeared in summer 1993. The area outside the maximum water level is ignored here. Tunnel entrances at the ice margin are marked with „T" This map was produced on base of a corrected version of the map given in fig. 3.

das Sediment ausdünnt, nur n o c h e i n e einzige zu finden ist, nämlich die oberste. In der Nähe des B a ­ c h e s bzw. des Restsees, die diese Sedimente in ei­ n e m w e n i g e d m h o h e n Kliff unterschneiden, sind

de, metertiefe Spalten im Boden zu erkennen g e b e n . Die gleiche, lederartig e i n g e t r o c k n e t e Schlufflage deckt auch T e i l e der e b e n e n Deltaoberfläche a m O s t e n d e des S e e b e c k e n s ab (Abb. 1 0 ) . Das O s t ­

Wasseraustritte und kleine H a n g b e w e g u n g e n zu ver­

e n d e der Deltafläche, die durch die B a c h e r o s i o n in m e h r e r e Teile zerlegt worden ist, liegt im B e r e i c h d e s höchsten Wasserstandes, den der S e e erreicht

zeichnen. An einigen w e n i g e n Stellen liegen k n a p p unter d e n h ö c h s t e n Wasserstandsmarken einzelne B l ö c k e und kleine Häufchen v o n Sand und Geröll auf der schluffüberstäubten V e g e t a t i o n s d e c k e her­ um. Es m u ß sich dabei u m Material handeln, das aus gestrandeten, inzwischen aber abgetauten I>ifteisblöcken ausgeschmolzen ist. Im S W dieses Teil­ beckens, in der Nähe der höchsten Wasserstandsmar­ ken, an einer Stelle, w o eine mit Fließerden gefüllte, rinnenartige Mulde den See erreicht, sind größere Hangbewegungen im Gange, die sich durch klaffen­

hat, die westlichsten Erosionsreste liegen jedoch vie­ le Meter darunter (Abb. 8 ) . Diese T e i l e des B a c h ­ deltas müssen offensichtlich geschüttet worden sein, b e v o r der S e e s e i n e n Mflximalstand erreicht hatte. B e i weiter s t e i g e n d e m Wasserspiegel müssen d i e Deltasedimente schließlich ertrunken sein. O b das Delta ursprünglich eine einzige, n a c h W e s t e n geneigte O b e r f l ä c h e besessen hatte o d e r in m e h r e ­ re, durch Erosionskanten g e g e n e i n a n d e r a b g e s e t z -


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) 61

in Westgrönland te, unterschiedlich h o c h l i e g e n d e Flächen gegliedert

g e g e n d e n Restsee vorgeschüttet werden. Am F u ß

war, ließ sich angesichts d e r weit fortgeschrittenen

des Moränenwalles, an d e s s e n Außenseite m a n deut­

Zertalung dieses Deltakörpers nicht mehr feststel­

liche Wasserstandsmarken e r k e n n e n kann, sind sie

len. D u r c h den S e d i m e n t k ö r p e r dieses Deltas, d e r

seitlich teilweise zu e i n e m regelrechten Übergangs­

1 bis 2 m mächtig wird, w u r d e eine Reihe von Pro­

k e g e l amalgamiert (Taf. 4 b ) . B e i einer R e i h e von

filen g e g r a b e n . Er besteht aus mehreren,

sedimen-

diesen „Schwemmfächern" ist deutlich zu e r k e n n e n ,

tologisch einheitlichen kiesig-sandigen

Horizonten,

d a ß sie aus mehreren unterschiedlich alten u n d ver­

die durch cm-mächtige Schluffbänder

voneinander

s c h i e d e n h o c h liegenden T e i l e n bestehen, die durch

getrennt sind (Abb. 1 0 ) . Ü b e r blockreichen Ablage­

E r o s i o n s k a n t e n g e g e n e i n a n d e r abgesetzt u n d inein­

rungen im Liegenden fanden sich fast überall rip-

andergeschachtelt sind ( A b b . 1 1 ) . Die h ö c h s t e n die­

pelgeschichtete Sande, d a r ü b e r meist m e h r e r e

ser S a n d k ö r p e r liegen a u f einer Verebnungsfläche

in

westliche Richtungen einsinnig schräggeschichtete

am First des Moränenwalles unmittelbar vor

Schichtpakete, von d e n e n j e d e s wenige dm bis et­

Eis. Ein Teil der O b e r f l ä c h e n dieser S a n d k ö r p e r ist

dem

wa 1 m Mächtigkeit erreichen kann. Im H a n g e n d e n

von e i n e r d ü n n e n Schlufflage abgedeckt. W e n n m a n

der schräggeschichteten Partien konnten vielfach h o ­

ihn aufgräbt, zeigt jeder dieser unterschiedlich alten

rizontal

Rinnenfüllungen

Teile Schrägschichaingsgefüge, b e i d e n e n e s sich

b e o b a c h t e t werden. D i e z u m Hangenden und Lie­

im einfachsten Fall u m topsets und foresets e i n e s

genden

laminierten

k l e i n e n Deltas vom Gilbert-Typ handelt. Es k o m m t

Schluffbänder überlagern ein Relief, versiegeln z. B .

a b e r a u c h Deltaschichtung vor, b e i der die G r e n z e

g e s c h i c h t e t e topsets o d e r scharf

abgegrenzten,

fein

in immerzu g l e i c h b l e i b e n d e r Mächtigkeit die O b e r ­

z w i s c h e n topsets und foresets seewärts deutlich an­

fläche v o n

steigt ( A b b . 12) oder absteigt (Taf. 5 b ) . Stellenwei­

Strömungsrippeln.

An einigen Stellen w a r e n e r h e b l i c h e Störungen d e r Schichtverbände erkennbar, die sich meist nicht auf Sackungsvorgänge in der N ä h e von Erosionshängen zurückführen

ließen. S t e l l e n w e i s e sind die Schich­

ten in d e n obersten T e i l e n bestimmter Schichtpa­ kete wild verbogen, mitunter ist das Sediment rich­ tiggehend

brekziiert und weist chaotische G e f ü g e

auf. Oft s c h w i m m e n hier s e n k r e c h t gestellte S c h o l ­ len geschichteter Sande in einer feiner- oder gröberkörnigen

Grundmasse,

in der eine Schichtung

se l i e g e n aber auch, w i e b e i m o b e n

schon

be­

s c h r i e b e n e n Bachdelta a m O s t e n d e des S e e s , meh­ rere, v o n cm-mächtigen Schlufflagen getrennte, ein­ sinnig schräggeschichtete Sedimentkörper

überein­

ander. Es handelt sich also bei diesen Ablagerun­ gen

eher

um

komplex

gebaute

Deltas

als

um

S c h w e m m f ä c h e r . Stellenweise lassen sich in diesen S c h w e m m f ä c h e r n Schichtstörungen n a c h w e i s e n , die w o h l a u f schichtparallele Gleitvorgänge

zurückzu­

führen sind (Abb. 1 2 ) .

nicht m e h r e r k e n n b a r ist. D i e s e Schichtstörungen m ö g e n a u f Frostaktivität, a u f Deformation durch drif­

3.4.7.2

W e s t l i c h e s T e i l b e c k e n d e s 13

tende Eisschollen, gelegentlich a b e r auch auf Tritt­ siegel v o n Rentieren zurückzuführen sein.

D a s w e s t i i c h e T e i l b e c k e n zeigt, im G e g e n s a t z zum

W o k o m m e n der in d i e s e m Delta abgelagerte S a n d

östlichen, e i n e ganze R e i h e v o n B e s o n d e r h e i t e n , die

und die Gerolle eigentlich her? D e r Bach, der das

an das S e e b e c k e n des „Leverett 1" erinnern. Zunächst

Material mitgebracht h a b e n m u ß , ist der Ü b e r l a u f

fällt auf, d a ß auch hier e i n e k a u m 1 m h o h e , kliff­

des b e n a c h b a r t e n Sees 12 ( A b b . 6, 7 ) . Zwischen d e m

artige

12 und d e m 13 fließt das w e i t g e h e n d geklärte W a s ­

w a c h s e n e r Schorre ausgebildet ist, die das weitge­

ser ü b e r ziemlich glatte Felsen, w o es eigentlich

h e n d graue, vegetationslose B e c k e n m e s s e r s c h a r f

auch kein Sediment a u f n e h m e n kann. Es gibt dafür

v o m dicht mit Vegetation b e w a c h s e n e n , v o n Erd­

aber e i n e recht einfache Erklärung. Die steile Kal­

bülten b e s e t z t e n Hang abgrenzt. D i e s e Uferlinie liegt

bungsfront des an den 12 g r e n z e n d e n Gletschers ist

auf g e n a u der gleichen H ö h e wie die m a x i m a l e n

äußerst aktiv und kalbt j e d e n Tag mehrmals

mit

Wasserstandsmarken im östlichen T e i l b e c k e n . Un­

Getöse. Ein großer Teil d e s Drifteises strandet of­

terhalb dieser Schorre findet sich auch hier ein meh­

fensichtlich in der flachen, trichterförmigen B u c h t ,

rere m breiter Streifen mit a b g e s t o r b e n e n

an deren E n d e sich der Ü b e r l a u f des Sees befindet.

sträuchern, die mit Schluff bestäubt sind. A u c h hier

Das hier liegende s c h m e l z e n d e Eis scheint g e n ü ­

wird der größte Teil d e s S e e b e c k e n s v o n groben,

gend Sediment zu liefern, u m das Delta vorschüt­

sandig-schluffigen, von B l ö c k e n durchsetzten Sedi­

Versteilung

mit

vorgelagerter

flacher,

be­

Zwerg-

ten zu k ö n n e n .

menten

Noch w e s e n t l i c h k o m p l e x e r gebaut, zumindest b e i

g r o ß e , gestrandete Drifteisblöcke liegen (Taf. 5 a ) .

n ä h e r e m Hinschauen, sind die

eingenommen,

a u f denen

einige

meter­

sandig-feinkiesigen

Auch hier sind an den Flängen M a s s e n b e w e g u n g e n

„Schwemmfächer" im N d e s T e i l b e c k e n s , die v o n

zu b e o b a c h t e n , an d e n e n ältere Moränen u n d mit

mehreren

o r g a n i s c h e m Material durchsetzte Fließerden, a b e r

S c h m e l z w a s s e r b ä c h e n vom Eisrand

her


62

HERBERT SCHOLZ

MAXIMALSTAKID DES SEESPIEGELS-

SC+HCUFFLAGE

V E & E T A T t o M Mir

f&'SV'' H

SCHLUPF 0 B E R 2 U C K E R r " ~ ^ | i » r ? ; ^ - , ^ >j''r' GRUNDMOBAUE

KRYOTURBAT UND GELIFLUIDAL GESTÖRTE AOLISOHE DECK-SGHICMTEM

GESCHIC+rtSTE MITTELUMD GP.OBSAMDE

Abb.

9: S c h e m a t i s c h e r

südöstlichen

Schnitt d u r c h

die s ü d l i c h e

Links: D e t a i l s k i z z e e i n e s der S e d i m e n t k e r n e ,

SGHLUFFLAGE

Beckenflanke

des

T e i l b e c k e n s v o n „Isünguata 3". die im B e r e i c h d e r südli­

c h e n B e c k e n f l a n k e d e s s ü d ö s t l i c h e n T e i l b e c k e n s v o n „Isünguata 3" g e ­ SOlLUFFLAGE

z o g e n w o r d e n s i n d (Pfeil). D i e S c h i c h t f o l g e b e s t e h t a u s mittel- bis g r o b k ö r n i g e n

Mir PFL-AMZEWRESTEM bURCWSETZTE GESWlOirErE

Sanden,

geschichteten,

in die m e h r e r e S c h l u f f b ä n d e r

lagert sind. D i e B a s i s der S c h i c h t f o l g e bildet die zu e i n e r Substanz z e r s e t z t e e h e m a l i g e

einge­

torfartigen

Vegetationsdecke.

Fig. 9: Schematic section through the southern slope of the south-eastern la­ ke basin of „Isünguata 3". left: Detailed sketch of one of the sedimentary cores taken from the sou­ thern slope of the south-eastern lake basin of „Isünguata 3" (site indicated by an arrow). The succession consists of several silty layers, intercalated in­ to stratified middle to coarse grained sands. The bottom of the succession is the former vegetation, decomposed to a peat-like stuff.

TORFARTIGE AMREIGHEROMG VOM PFLAMiEURESTEM "DURCHSETar MIT FEIMS AMD IGSWHLUFFIGEM, ^RÄUMLICHEM MATERIAL

auch schluffige S e e s e d i m e n t e , die Dropstones ent­

bestimmt. Die M e s s u n g der Schwefelgehalte der Pro­

Die

b e n erfolgte ebenfalls mit d e m LECO-Gerät. Z u d e m

Rutschmassen h a b e n sich am Grund des trichterar­

w u r d e n Proben mit h o h e n Schluffgehalten für die

tigen B e c k e n s , kurz vor e i n e m der Tunneleingänge

Pollenanalyse aufbereitet.

im Eis, zu wulstigen Hangverflachungen und Kup­

d e m Verfahren v o n BEUG ( 1 9 6 1 ) . D i e Pollenanalyse

pen akkLtmuliert (Abb. 8). Die an den

selbst wird von Frau Dr. Angelika K l e i n m a n n

halten,

beteiligt

sind

036,

i37,

i38,

(39).

Hangbewe­

Die Aufbereitung

gungen beteiligten Sedimente sind teilweise inten­

Niedersächsischen Landesamt für

siv

durchgeführt.

miteinander verfaltet. Auch hier gibt es H ö h e n die Wasser-

analyse

darstellen. G r ö ß e r e , schräggeschich-

werden.

linien-parallelorientierte standsmarken

Sandstreifen,

soll

Über

die

jedoch

an

am

Bodenforschung

Ergebnisse anderer

folgte

der

Stelle

Pollen­ berichtet

tete Sedimentkörper, die aus mit Geröllchen durch­ setzten G r o b s a n d e n b e s t e h e n 035), finden sich nur in der unmittelbaren

U m g e b u n g des am

4

Ergebnisse

Ostrand

fließenden B a c h e s , d e m Überlauf aus d e m östlichen

Im

T e i l b e c k e n (Taf. 5 a ) . Es handelt sich dabei wohl u m

Eisrand aufgestaute S c h m e l z w a s s e r s e e n aufgesucht

kleine Deltakörper, die v o m B a c h in den See b e i

werden. 3 von i h n e n wurden in entleertem Zustand

absinkendem

angetroffen, k o n n t e n so näher untersucht u n d b e ­

Wasserstand

vorgeschüttet

worden

sind.

S o m m e r 1 9 9 3 k o n n t e n insgesamt 6 instabile, v o m

p r o b t werden: d e r „Nyso 2", vor allem aber der „Le­ verett 1" und der „Isünguata 3". Ü b e r alle a n d e r e n 3.5

Laboruntersuchungen

S e e n ist nur das W e n i g e bekannt, w a s aus der Li­ teratur

An einer Auswahl der aus G r ö n l a n d mitgebrachten

bzw. d e n

Luftbildern

entnommen

werden

kann, auf d e n e n die S e e b e c k e n t r o c k e n liegen. Ei­

S e d i m e n t p r o b e n w u r d e in Garching e i n e Reihe von

nige zusätzliche Informationen sind auch bis zu ei­

sedimentologischen Untersuchungen

n e m gewissen G r a d über den „Russell 1" verfügbar,

Die

durchgeführt.

K o r n g r ö ß e n b e s t i m m u n g erfolgte durch S i e b e n

der b e i einer kurzen B e g e h u n g im S o m m e r 1 9 8 7

(> 63 u m ) und Schlämmen (< 63 um, Atterberg-Ver­

gleichfalls in l e e r e m Zustand angetroffen

fahren) der P r o b e n . Außerdem w u r d e n die Gehal­

war. Es lassen sich bei diesen S e e n (Abb. 1 ) , d e m

worden

te an a n o r g a n i s c h e m und o r g a n i s c h e m Kohlenstoff

„IluliartununngLiaq

mit e i n e m LECO-Gerät mit der B e z e i c h n u n g CS-125

ett 1" ( L I ) , „Russell 1" ( R l ) , „Russell 2" ( R 2 ) , „Isun-

2" ( Q 2 ) , „Nyso 2" ( N 2 ) , „Lever­


S e d i m e n t e u n d A b l a g e n i n g s m e c h a n i s m e n in instabilen proglaziären S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

guata 2" (12) und „Isünguata 3" (13), einige G e m e i n s a m k e i t e n , aber a u c h deutliche U n t e r s c h i e d e herausarbeiten (SCHOLZ, 1995a und b ) . Die B e c k e n der untersuchten instabilen S c h m e l z ­ w a s s e r s e e n haben größte D u r c h m e s s e r zwischen et­ wa 2 5 0 u n d 1500 m. In gefülltem Zustand h a b e n alle S e e n wenigstens s t r e c k e n w e i s e direkten K o n ­ takt mit d e m Eis. D e s h a l b ist auf allen m e h r o d e r weniger Drifteis zu finden (Taf. l a und 4 a ) . E i n e vertikale Kalbungsfront ist b e i Q2, LI, R l u n d 12 entwickelt (Taf. l a ) . B e s o n d e r s viele und b e s o n d e r s große Eisberge wurden a m Q 2 , LI und R l b e o b ­ achtet. Ein Teil des Ufers aller S e e n grenzt a b e r a u c h unmittelbar an die v o n Tundren oder S t e p p e n b e ­ w a c h s e n e n Hügelländer, in allen Fällen m i n d e s t e n s die Hälfte der gesamten Länge ihrer Küstenlinie. I m tieferen Untergrund der S e e b e c k e n sind immer Kri­ stallingesteine und ältere, b l o c k r e i c h e G r u n d m o r ä ­

63

nen zu finden, die teils m e h r oder w e n i g e r ero­ dierte, feinkörnige, ä o l i s c h e D e c k s c h i c h t e n tragen oder v o n Fließerden aus gelifluidal timgelagerten äolischen Sedimenten b e d e c k t sind. D i e s e Fließ­ erden sind durch Verwitterung bräunlich gefärbt und mit o r g a n i s c h e m Material durchmischt. D e n Höhen­ a n g a b e n auf den verfügbaren Karten n a c h liegen alle diese S e e n 200 bis 5 0 0 m h ö h e r als die jewei­ ligen Zungenenden. Die S e e b e c k e n L I , R l , I I , 12 besitzen, w e n n sie völ­ lig mit Wasser gefüllt sind, einen Überlauf, alle an­ deren nicht. Die B e c k e n v o n 12 und 13 sind kom­ pliziert geformt und durch Schwellen in mindestens 2 tiefere T e i l b e c k e n unterteilt. Alle a n d e r e n See­ b e c k e n sind relativ einfache, wenig gegliederte, zum Eisrand hin abfallende Hohlformen. I m entleerten Zustand enthalten alle S e e b e c k e n e i n e n m e h r o d e r w e n i g e r großen Restsee. Fast alle Restseen h a b e n

SCHLUFFHORIZONT 1

SCHRAGGFSCHICHTETE SANDE UND KIESE

SCHLUFFHORIZONT

s o -

SCHRAGGESCHICHTETE SANDE

SCHLUFFHORIZONT

RIPPELGESCHICHTETE SANDE

dOO —

Abb. 10: D e t a i l s k i z z e e i n e r künstlich hergestellten A u f s c h l u ß w a n d v o m W e s t e n d e d e s B a c h d e l t a s a m ö s t l i c h e n E n d e des ö s t l i c h e n T e i l b e c k e n s v o n „Isünguata 3". M e h r e r e s c h r ä g g e s c h i c h t e t e B ä n k e w e r d e n h i e r d u r c h e i n g e l a g e r t e Schluff­ b ä n d e r v o n e i n a n d e r getrennt. D i e Schichtfolge b e s t e h t a u s m e h r e r e n k l e i n e n D e l t a k ö r p e r n , die b e i s t e i g e n d e m W a s ­ serstand i m m e r w i e d e r überflutet w o r d e n sind.

Fig. 10: Detailed sketch from an artificial outcrop at the western end of a creek delta within the eastern part of the eastern lake basin of „Isünguata 3". Several cross-bedded layers are separated by intercalated silty bands. The succession consists of several small deltaic sheets, repeatedly drowned clue to the rising water level.


(.1

HERBERT SCHOLZ

weiterhin direkten Kontakt mit d e m Inlandeis u n d

Seen, im N2, L I , R l und L3, n o c h Vegetation zu fin­

sind dicht mit s c h w i m m e n d e n

Eisbergen b e d e c k t

d e n (Taf. 2a und 2 b ) . Allerdings sind die b e w a c h ­

(Taf. 3 a ) . Nur die von Q 2 und 13 sind ganz seicht

s e n e n Bereiche in d e n Seen LI und R l nur auf b e ­

und frei v o n Drifteis (Taf. 4 b ) . Alle erhalten

vom

stimmte Abschnitte d e s S e e b e c k e n s beschränkt. Zu­

Eisrand her direkten Schmelzwasserzulauf. Bis a u f

s a m m e n mit den Pflanzen finden sich hier auch im­

R2 und LI wird in alle S e e n zusätzliches Schmelz­

m e r Erdbülten, maximal n o c h 15 m unterhalb

wasser ü b e r e i n e n B a c h eingespeist, der Teil d e s

maximalen

peripheren

Entwässerungssystems

ist - meist

der

Überlauf e i n e s b e n a c h b a r t e n Sees.

Seespiegelstände

s c h e i n e n die hier w a c h s e n d e n Zwergsträucher ab­ gestorben zu sein, teilweise l e b e n sie n o c h . J e d e n ­ falls sind die Pflanzen

4.1

der

(Taf. 2 a ) . T e i l w e i s e

mit einer dünnen,

trockneten, weißlichgrauen Schluffhaut

Uferlinien

die beim Darüberlaufen Einige S e e n zeigen eine kaum 1 m hohe, kliffartige

Zentimeter

Versteilung,

dicke,

mit

einge­

überzogen,

staubt (Taf. l b ) . W e n i g e Pflanzenresten

dtirchsetzte

vegeta­

Sandhäufchen finden sich hier in D e p r e s s i o n e n zwi­

tionslose B e c k e n messerscharf vom dicht mit Vege­

s c h e n den Erdbülten. Gelegentlich liegen hier Sand­

tation b e w a c h s e n e n Hang abgrenzt (Taf. 3 b ) . Stel­

häufchen, einzelne Gerolle oder Steincluster auf o d e r

lenweise

zwischen den Zwergsträuchern, b e i d e n e n es sich

ist

die

das

dieser

weitgehend

Versteilung

graue,

eine

flache,

be­

w a c h s e n e , einige Meter breite Schorre vorgelagert.

u m Dropstones o d e r aus gestrandetem Drifteis aus­

Im Bereich der Schorre fehlen die Erdbülten (hum­

geschmolzenen

m o c k s ) , die sowohl oberhalb als auch unterhalb der

nimmt die Mächtigkeit der sandig-schluffigen Sedi­

Uferlinien entwickelt sind (Taf. 2a Lind 2b). Ufer­

m e n t e plötzlich o d e r allmählich zu, die Vegetation

Detritus

handelt.

Nach

unten

zu

linien dieses Typs sind a u f genau der gleichen H ö h e

ertrinkt allmählich in Sedimenten und ist schließlich

zu finden w i e die maximalen Wasserstandsmarken

ganz verschwunden.

G l e i c h b l e i b e n d e Sedimentati­

im jeweiligen B e c k e n und konnten im LI, R l s o ­

onsraten vorausgesetzt dürfte dies darauf

wie im westlichen T e i l b e c k e n des 13 b e o b a c h t e t

ten, d a ß die m a x i m a l e Stauhöhe in den S e e b e c k e n

werden, fehlen aber im N2 Lind im östlichen Teil­

jeweils nur relativ kurzfristig erreicht wird. Deutlich

b e c k e n von 13 (Taf. l b und 4 b ) . Bei den

längere Zeitabschnitte scheinen sie hingegen nur zu

Seen

waren

entsprechende

anderen

Beobachtungen

un­

hindeu­

e i n e m gewissen Teil mit Wasser gefüllt zu sein.

möglich. 4.2

Wie sind diese Uferlinien entstanden? Eine Erosion

Massenbewegungen

durch Wellenschlag scheidet aus, d e n n sonst w ä r e die Schorre nicht b e w a c h s e n . Vielleicht hat ihre Ent-

Eine weitere B e o b a c h t u n g konnte in den leeren See­

stehting etwas mit der häufigen Gefrornis der S e e n

b e c k e n von I I , 12 Lind in beiden T e i l b e c k e n von 13

in gefülltem Zustand zu tun. Die Eisplatten erzeu­

g e m a c h t werden: kleinere und g r ö ß e r e M a s s e n b e ­

gen, wie in zwei Fällen b e o b a c h t e t werden konn­

w e g u n g e n an d e n Beckenflanken, von denen

te, offensichtlich e i n e n g e g e n den Hang gerichteten

allem Abschnitte der nord- und ostexponierten Hän­

S c h u b und s c h i e b e n die V e g e t a t i o n s d e c k e ab. D e r

g e betroffen w e r d e n . Sie scheinen in den

v o m S e e weggerichtete Schub wird w o h l bei d e n

Fällen

im

Bereich

der maximalen

vor

meisten

Wasserstands­

extrem tiefen Wintertemperaturen erzeugt. An ver­

m a r k e n zu wurzeln und geben sich hier durch m e ­

s c h i e d e n e n S e e n dieses Teils von Westgrönland kön­

tertiefe Risse und ein tiefes Einsinken der G e l ä n d e ­

nen durch Eisschub regelrechte Wälle am Ufer auf­

oberfläche zu e r k e n n e n . In den

geschoben werden

Teilen des B e c k e n s führen diese H a n g b e w e g u n g e n

(Eisstauchwälle, vergl. SCHOLZ,

1 9 8 7 ) . W e n n das mehrfach geschieht, werden Erdbülten w o h l allmählich wegerodiert.

die

damnterliegenden

zur Bildung v o n k o n v e x e n , beulenartigen

Struktu­

Lind e i n e

ren mit unruhiger Oberfläche (Taf. 2 b ) . Detitliche

flache Schorre entsteht. W e g e n des b e d e u t e n d klei­

Abrißkanten sind k a u m entwickelt. D i e F o r m e n ha­

neren Winkels, den diese Schorren zu den Platten

b e n im o b e r e n Teil den Charakter v o n g e l x i n d e n e r

des See-Eises haben, ist die sich hier neuerlich an­

Gelifluktion, die unteren erinnern teilweise an g r o ß e

siedelnde Vegetation durch den Eisschub nicht m e h r

Fließerdeloben,

so bedroht, wie zuvor. W e n n es tatsächlich so ist,

fluktion

würde das bedeuten, d a ß Seen, die s o l c h e Schor­

T y p s und dieser G r ö ß e n o r d n u n g sind in diesem Teil

ren besitzen, im Winter mit Wasser gefüllt sind, die

Grönlands a u ß e r h a l b

anderen u. U. nicht.

beobachten.

Auch

unterhalb

dieser

überdeutlichen

o d e r der w e n i g e r deutlichen

Uferlinien

wie

entstehen.

sie bei u n g e b u n d e n e r Solifluktionstmkturen

Geli­ dieses

der S e e b e c k e n nirgends

Bei Grabungen im Bereich der unteren

zu

Abschnitte

m a x i m a l e n Wasser-

derartiger Rutschmassen konnte festgestellt werden,

standsmarken ist b e i eigentlich allen begutachteten

d a ß sowohl g r o b e als auch feinkörnige Materialien


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in i n s t a b i l e n proglaziären S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) 65

in W e s t g r ö n l a n d

an den M a s s e n b e w e g u n g e n beteiligt sind. B e i d e n

s c h i e d e n h o c h liegenden Teilen, die d u r c h Erosi­

feinkörnigen überwiegt schluffig-feinsandiges Mate­

o n s k a n t e n voneinander abgesetzt und teilweise in­

rial, das bräunlich gefärbt ist, einen ziemlich h o h e n

einandergeschachtelt sind (Taf. 4a u n d 5 b ) . Mitun­

organischen Anteil besitzt und stark an die geliflui-

ter sind sie auch durch nachfolgende

dal umgelagerten, kryoturbat gestörten äolischen S e ­

m e h r e r e Teile zerschnitten worden. D i e höchstge­

dimente erinnert, die im o b e r e n Teil des

Erosion in

Hanges

l e g e n e n S a n d v o r k o m m e n dieses T y p s liegen auf ei­

das Substrat für die Vegetation bilden. Materialien

n e m Niveau, das der m a x i m a l e n S t a u h ö h e des Sees

unterschiedlicher K ö r n u n g und Färbung liegen hier

entspricht.

in Lagen übereinander, sind miteinander verfaltet und

D i e s e S a n d v o r k o m m e n sind nur zu e i n e m kleinen

zeigen

Sattelumbiegungen.

Teil rippelgeschichtet, zu einem g r ö ß e r e n Teil b e ­

Diese M a s s e n b e w e g u n g e n werden vermutlich durch

s t e h e n sie aus einer o d e r mehreren seewärts ein­

einen lokalen Zusammenbruch des Permafrostes im

sinnig schräggeschichteten Lagen mit Mächtigkeiten

Untergrund ausgelöst, der w o h l durch das relativ war­

bis zu 1,5 m, von d e n e n die meisten v o n horizon­

m e Schmelzwasser im gefüllten S e e b e c k e n provoziert

tal gelagerten topsets a b g e d e c k t sind (Taf. 5 b ) . Zwi­

wird. An diesen Massenbewegungen scheinen n e b e n

s c h e n einzelnen Lagen dieses Typs l i e g e n oft tren­

äolischen D e c k s c h i c h t e n auch die darunterliegenden

n e n d e , cm-dünne, laminierte Schluffbänder, b e i de­

Gntndmoränen, gelegentlich auch Seesedimente b e ­

n e n e s sich offensichtlich um Stillwassersedimente

teiligt zu sein, die im Daufe der

handelt (Abb. 10). D i e gesamte Schichtfolge m u ß

hangabwärts

weisende

Hangbewegungen

miteinander vermischt werden.

als e i n e Abfolge mehrerer,

übereinanderliegender

kleiner Deltakörper gedeutet werden, die b e i stei­ 4.3

g e n d e m Seespiegel ein Stück weit vorgeschüttet und

Geschichtete Sande

i m m e r wieder unter W a s s e r geraten sind. Dazu pas­ die

sen auch Schichtgefüge, b e i denen die G r e n z e zwi­

U m g e b u n g abgegrenzte, höhenlinienparallele Strei­

s c h e n topsets und foresets seewärts stetig ansteigt

fen von einigen dm bis etwa 1 m Breite

vorzu­

(Abb. 1 2 ) . Dazu paßt auch, daß ein Teil der e b e ­

k o m m e n , die aus mit G e r ö l l c h e n durchsetzten G r o b ­

n e n Oberflächen dieser k o m p l e x g e b a u t e n Deltas

sanden b e s t e h e n (Taf. 3 b ) . Sie sind allerdings nur

mit

in den B e c k e n t e i l e n entwickelt, w o der Untergrund

Schlufflage abgedeckt ist. D a n e b e n gibt e s a b e r e b e ­

vegetationslos ist. Zuweilen

In allen S e e b e c k e n s c h e i n e n unscharf g e g e n

einer

cm-dünnen,

lederartig

eingetrockneten

undeutliche,

n e Oberflächen von s c h r ä g g e s c h i c h t e t e n Sandkör­

hangparallel einfallende Schichtung zu b e o b a c h t e n .

pern, die durch k e i n e Schlufflage a b g e d e c k t wer­

Es handelt sich um Wasserstandsmarken, die b e i stei­

den. Stellenweise sinkt die Grenze z w i s c h e n top­

g e n d e m oder sinkendem Wasserspiegel entstanden

sets u n d foresets seewärts stetig ab (Taf. 5 b ) . Da­

sein dürften. Der Sand ist offensichtlich am Ufer durch

bei dürfte es sich u m die jüngeren T e i l e dieser kom­

den Wellenschlag aus d e m sandig-blockigen Unter­

p l e x e n Deltas handeln, die bei s i n k e n d e m Seespie­

grund a u s g e w a s c h e n und streifenförmig angereichert

gel entstanden und d e s h a l b nicht m e h r unter Was­

worden. Im LI und im westlichen Teilbecken v o m

ser geraten konnten.

13 konnten zudem kleinere Sandkörper beobachtet

An einigen Stellen sind erhebliche Störungen

werden, die S c h w e m m f ä c h e r darstellen. Sie entste­

Schichtgeftige erkennbar, die sich meist nicht auf

hen am E n d e von nur wenige Dezimeter eingetief­

Sackungsvorgänge in der Nähe von E r o s i o n s h ä n g e n

ten Erosionsrinnen, die v o m Schmelzwasser gestran­

zurückfuhren

deter Drifteisblöcke gespeist werden.

ten in den obersten T e i l e n bestimmter Schichtpa­

ist eine

G r ö ß e r e g e s c h i c h t e t e Sandkörper, die auch

G e r o l l e enthalten,

der

lassen. Stellenweise sind die Schich­

lagenweise

k e t e wild verbogen, mitunter ist das S e d i m e n t rich­

scheinen auf S e e b e c k e n

t i g g e h e n d brekziiert und weist c h a o t i s c h e Gefüge

beschränkt zu sein, die v o n einem Ast des peri­

auf.

pheren E n t w ä s s e n i n g s s y s t e m s durchflössen werden,

Frostaktivität, auf Deformation durch driftende Eis­

bzw. w o S c h m e l z w a s s e r b ä c h e vom Eisrand her di­

schollen, gelegentlich a b e r auch auf Trittsiegel von

Diese Schichtstömngen mögen

teilweise auf

rekt in den S e e laufen. Sedimente dieses Typs k o n n ­

Rentieren zurückzuführen

ten nur im 13 direkt untersucht werden, sind a b e r

die Sedimente talwärts anerodiert sind, spielen aber

zweifellos auch im 12, R l und Q 2 vorhanden.

auch schichtparallele Gleitvorgänge e i n e wichtige

Es

handelt sich zum größten Teil um ziemlich k o m ­

sein. An d e n Stellen, w o

Rolle (Abb. 12).

plex g e b a u t e Deltabildungen, die bei ganz unter­ schiedlichen S e e s p i e g e l s t ä n d e n geschüttet

worden

4.4

Laminierte u n d nicht laminierte

sein m ü s s e n . Diese S a n d k ö r p e r haben e b e n e o d e r

Seesedimente

s c h w e m m k e g e l a r t i g g e w ö l b t e Oberflächen und b e ­ stehen aus mehreren unterschiedlich alten und ver­

B e i zahlreichen mächtigeren feinsandigen vorkommen

Schluff-

in den S e e b e c k e n , die ich im ersten


HERBERT SCHOLZ

66

Abb. 1 1 : V e r e i n f a c h t e G e l ä n d e s k i z z e e i n e s d e r s a n d i g e n S c h w e m m f ä c h e r , die d e m Eisrand auf d e r K o r d s e i t e d e s öst­ lichen T e i l b e c k e n s v o n „Isünguata 3" vorgelagert sind. D e r F ä c h e r b e s t e h t aus 4 unterschiedlich alten u n d v e r s c h i e ­ d e n h o c h l i e g e n d e n T e i l e n , d i e als Deltas in d e n S e e v o r g e s c h ü t t e t w o r d e n sind. D e r älteste (1) ist w ä h r e n d d e s m a ­ x i m a l e n S e e s p i e g e l s t a n d e s a b g e l a g e r t w o r d e n , d e r am H a n g d e r E n d m o r ä n e e t w a b i s dahin hinaufgereicht hat. D i e jüngsten 'Feile (3 u n d 4) sind b z w . w a r e n n o c h v o r k u r z e m aktiv in B i l d u n g und w e r d e n in d e n k l e i n e n R e s t s c e vor­ gebaut. A m Aufbau d i e s e r t e i l w e i s e s e h r k o m p l e x e n F ä c h e r sind a u c h ältere T e i l e beteiligt, die b e i s t e i g e n d e m W a s ­ serspiegel e n t s t a n d e n sind (2). D i e Höhendifferenz, z w i s c h e n d e m h ö c h s t l i e g e n d e n Erosionsrest e i n e s D e l t a s ( 1 ) u n d d e m R e s t s e e s p i e g e l beträgt e t w a 15 m.

Fig. I I : Simplified sketch of one of the sandy alluvial fans, deriving at the ice margin on the northern slope of the eastern lake basin of „Isünguata 3". The fan consists of 4 parts, different in altitude and age, remnants of deltas prograding into the meltwater lake. Nearly topping the moraine nd^c the oldest (1) corresponds with the m a x i m u m lake level, the youngest pans (3 and t) arc or have been active until very recently, deposited within the small residual lake. Older deltaic sediments, generated during a ri­ sing water level (2), participate in the arrangement of this very complex fan. The difference in altitude between the highest rem­ nant of a delta (1) and the level of the residual lake attains about IS m.

M o m e n t für S e e a b l a g e r u n g e n gehalten hatte, stell­ te sich b e i n ä h e r e m Hinsehen heraus, d a ß es sich letztlich u m äolische D e c k s c h i c h t e n handeln m u ß , die dtirch M a s s e n b e w e g u n g e n umgelagert worden sind. Sie zeigen s c h w a c h bräunliche Verwitterungsfarben u n d sind, w i e die vergleichsweise h o h e n Corg-Werte u n d Schwefelgehalte b e l e g e n , mit orga­ n i s c h e m Material durchmischt. Schluffig-feinsandigc Sedimente, b e i denen e s sich eindeutig u m Seeab­ lagerungen

handelt

(THEAKSTONE,

1 9 7 6 ; SMITH

&

SYVITZKI, 1 9 8 2 ; SMITH et al., 1 9 8 2 ) , spielen in d e n un­

tersuchten S e e b e c k e n d a g e g e n überraschenderwei­ se e i n e sehr untergeordnete Rolle und hatten ei­ gentlich nur im 12 e i n e g r ö ß e r e Verbreitung.

Sie k o m m e n als m m - bis cm-mächtige Einschaltun­ g e n in die o b e n b e s c h r i e b e n e n sandigen Deltase­ dimente vor, sind gleichfalls als c m - d ü n n e Hori­ zonte in rippelgeschichtete Sande eingelagert, die im östlichen T e i l b e c k e n des 13 in d e r U m g e b u n g des seichten Restsees zu finden sind. Mitunter über­ kleiden Schluffhorizonte augenscheinlich ein Relief. So w u r d e n mehrfach Schlufflagen entdeckt, die die foresets einer DeltaseqLienz abdeckten. T e i l e dieses S e e b e c k e n s und d e r Deltasedimente sind zudem mit e i n e r dünnen, lederartig e i n g e t r o c k n e t e n Schluffla­ g e überzogen. D a r ü b e r hinaus k o m m e n im LI w i e im 13 mehrere c m mächtige S e e s e d i m e n t e auch im B e r e i c h von Rutschungen vor, w o sie mit äolischen


S e d i m e n t e u n d A b l a g e n i n g s m e c h a n i s m e n in instabilen proglaziären S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

67

A b b . 12: Detailskizze e i n e r künstlich h e r g e s t e l l t e n A u f s c h l u ß w a n d im Z e n t n i m e i n e s d e r S c h w e m m f ä c h e r , die d e m Eis­ r a n d a u f d e r Nordseite d e s östlichen T e i l b e c k e n s v o n „Isünguata 3" vorgelagert sind. D i e Schichtfolge b e s t e h t aus m e h ­ r e r e n k l e i n e n Deltakörpern, die von S c h i u f f b ä n d e r n getrennt sind. Das A n s t e i g e n d e s W a s s e r s p i e g e l s ist a m Klettern d e r Kontaktstelle z w i s c h e n t o p s e t s und f o r e s e t s s c h ö n zu verfolgen. Die S c h i c h t f o l g e ist teilweise gestört, w a s v o r al­ l e m auf Trittsiegel von R e n t i e r e n und s c h i c h t p a r a l l e l e G l e i t v o r g ä n g e b e i m T r o c k e n f a l l e n zurückzuführen sein dürfte. Fig. 12: Detailed sketch from an artificial outcrop in the centre of one of the alluvial fans, deriving at the ice margin on the nor­ thern slope of the eastern lake basin of „Isünguata 3". The succession consists of several small deltaic sediment bodies, separated by thin silty layers. A synsedimentarily rising lake level is clearly demonstrated by the climbing foresets. The stratification is di­ sturbed in places, most likely caused by foot prints of reindeers and slumping after the drainage of the lake.

Schluffen, Moränen und sandigen A b l a g e r u n g e n ver­ faltet und durchmengt sind. D i e ursprünglichen Schichtverbände sind hier a b e r leider nicht m e h r zu rekonstruieren. Im bergfeuchten Zustand betrachtet w i r k e n diese S e d i m e n t e fast immer ungeschichtet. Nur b e i den Schluffen in den distalen Teilen des B e c k e n s von 12 und einer mehr als 5 c m mächtigen Schlufflage, die durch M a s s e n b e w e g u n g e n etwas gestört schien und sich auf einer Hangverflachung im LI fand, k o n n t e man die Laminierung s c h o n im Geländedeutlich erkennen. A u f Lackabzügen, die v o n die­ s e n Seeablagerungen mit Hilfe von Stechkästen her­ gestellt wurden, ist zu sehen, d a ß sie im m m - B e reich fein laminiert sind. B e i Schluffhorizonten von 1,5 c m Mächtigkeit wurden 10 bis 15 Laminae ge­ zählt. In den an verschiedenen Stellen des B e c k e n s s e h r unterschiedlich mächtigen Bänderschluffprofilen des 12 konnten Warven zwischen 1 und 12 m m Breite b e o b a c h t e t w e r d e n . Die Südflanke des südöstlichen T e i l b e c k e n s von 13 s o w i e die proximalen Teile des 12 sind mit bis zu 1 m mächtigen geschichteten S e d i m e n t e n überdeckt.

Es handelt sich u m eine Folge von geschichteten, mittel- bis g r o b k ö r n i g e n Sanden, in die mehrere Schlufflagen eingeschaltet sind (Abb. 1 2 ) . Die ge­ samte Schichtfolge keilt nach o b e n , zur Uferlinie hin, aus und wird durch eine Schlufflage abgedeckt. D e n hier b e o b a c h t e t e n Schichtungsgefügen nach zu urteilen sind die S a n d e durch Strömungsrippeln ent­ standen, die von E n a c h W geschüttet w o r d e n sind. D a s Substrat der Schichtfolge bildet die abgestor­ b e n e Vegetationsdecke, die ihrerseits v o n bräunli­ c h e n , kryoturbat gestörten, äolischen F e i n s a n d e n und Schluffen unterlagert wird. D i e lederartig ein­ getrocknete h a n g e n d e Schlufflage überdeckt an vie­ l e n Stellen strandparallel orientierte Oszillationsrippeln, die auf der Oberfläche der unterlagernden San­ d e entwickelt sind. Vielfach ist die Sedimentober­ fläche durch zahlreiche Trittsiegel v o n Karibuhufen bis zur Unkenntlichkeit zertrampelt. Es k o n n t e nicht mit letzter Sicherheit geklärt werden, o b die unter­ schiedlichen Schlufflagen, die hier übereinander fol­ g e n , aus unterschiedlichen J a h r e n s t a m m e n o d e r nicht. D a ß in B e c k e n dieses Typs auch im praktisch stehenden W a s s e r vorwiegend Sande an den Flan-


68

HKRHKRT SCHOLZ

ken abgelagert werden k ö n n e n , zeigen a u c h die ge­

Drifteisblöcke herum. Im S o m m e r 1982 aber, als die­

schichteten F e i n s a n d h ä u b c h e n auf den Zwergsträu-

ser

chern im B e c k e n des N2. Rippelgeschichtete Sande

das nordwestliche T e i l b e c k e n fast ganz mit Eisber­

bilden auch die Unterlage des Bachdeltas a m Ost­

gen bedeckt, das südöstliche d a g e g e n frei v o n Drift­

e n d e d e s B e c k e n s . B e i ihnen dürfte es sich u m Pro­

e i s b l ö c k e n war (Taf. 4 a ) . D i e relativ s e i c h t e Eng­

delta-Sedimente

stelle zwischen beiden T e i l b e c k e n scheint für größe­

Die

handeln.

distalen Teile des S e e b e c k e n s v o n 12 sind weit­

S e e wassergefüllt war, k o n n t e m a n s e h e n , daß

re Eisberge unpassierbar g e w e s e n zu sein.

hin mit schluffigen, deutlich g e b ä n d e r t e n S e d i m e n ­

Es fällt nun auf, d a ß die Flanken gerade der B e c k e n

ten b e d e c k t . D i e Oberfläche dieser

Ablagerungen

bzw. Beckenteile, die viel Drifteis enthalten, größ­

ist v o n Trockenrissen überzogen. Die Mächtigkeit

tenteils mit blockig-sandigen, teilweise schluffigen,

dieser Warvenschluffe überstieg in k e i n e m d e r auf­

ungeschichteten Lind unklassierten S e d i m e n t e n b e ­

g e g r a b e n e n Profile 20 c m , die Anzahl der W a r v e n

deckt sind, die wir neutral Diamikte n e n n e n wol­

nirgends

dieser

len (Taf. 5a). Die Kornverteiking dieser Diamikte

Vegetati­

s c h w a n k t stark und ist teilweise der einer Grund­

bräunlichen,

m o r ä n e in diesem G e b i e t nicht unähnlich. Im Ver­

3 0 . Auch hier wird

Schichtfolge

von

der

das Substrat

abgestorbenen

o n s d e c k e gebildet, die ihrerseits von

Lind

gleich zu Moränen des Alpenvorlandes h a b e n sie

Schluffen Linterlagert wird. Ich deute das als einen

j e d o c h einen deutlich geringeren Schluff- und prak­

Hinweis darauf, daß dieser S e e , ähnlich w i e auch

tisch k e i n e n Tonanteil. K ö n n t e es sich dabei nicht

die a n d e r e n

u m Drifteis-Sedimente handeln?

kryoturbat

gestörten,

äolischen

Feinsanden

Eisrandstauseen im Untersuchungsge-

Dafür spricht u. a.,

biet, n o c h nicht sehr lange besteht. Sie s c h e i n e n

daß in den B e c k e n , in d e n e n es kaum Eisberge gibt,

erst im Laufe der letzten Jahrzehnte (!) vor den im

im N2 und im südöstlichen T e i l b e c k e n v o n 13, ge­

g a n z e n stetig vorrückenden Eisrändern a u f bis da­

nau diese Sedimente nicht v o r k o m m e n .

hin mit Vegetation b e w a c h s e n e n Teilen des Vor­

D a g e g e n spricht aber a u c h einiges. An e i n i g e n ziem­

landes n e u entstanden zu sein (SCHOLZ,

lich steilen B e c k e n f l a n k e n k o m m t der n a c k t e Fels

1991).

heraiis, an anderen, w e n i g e r steilen Stellen ist der 4.5

Untergrund von Vegetation bedeckt. D i e s e Vegeta­

Drifteis-Sedimente u n d Diamikte

tion stellt offensichtlich k e i n e n sekundären B e w u c h s

Auf den schluffigen Sedimentoberflächen, a b e r auch auf

den vegetationsbedeckten B e r e i c h e n , die Zei­

c h e n e i n e r Überflutung zeigen, liegen isolierte Gerol­ le und G e s t e i n s b r o c k e n h e a i m , bei d e n e n es sich um

dropstones

handeln

dürfte,

die

aus

Drifteis­

b l ö c k e n a b g e r e g n e t sind (Taf. 1/2 und 3 / 1 ) . D a n e ­ b e n finden sich auch I läufchen aus Sand u n d Gerol­ len, die a u f der Sedimentoberfläche liegen. D a b e i dürfte e s sich u m die Sedimentfracht von gestran­ deten Drifteisblöcken handeln, deren L i e g e m a r k e n oft n o c h zu entdecken sind und auf die G r ö ß e des Eisblockes schließen lassen. Im B e c k e n des LI und des 13 w a r e n ja die größeren gestrandeten Drifteis­ blöcke

noch

nicht

abgeschmolzen,

als

wir

die

B e c k e n untersuchten (Taf. 5a). Hier und 1 9 8 7 auch am damals leeren B e c k e n des R l konnte der Pro­ z e ß des A b s c h m e l z e n s u n d der Entstehung der Lie­ g e m a r k e n direkt b e o b a c h t e t w e r d e n (Taf. 3 b ) . W e n n m a n an die G r ö ß e und Zahl der in den B e c k e n des LI o d e r R l gestrandeten Eisberge denkt, sollte man m e i n e n , d a ß von Eisbergen a b g e r e g n e t e o d e r aus gestrandetem

Drifteis a u s g e s c h m o l z e n e

Sedi­

mente ( i c e b e r g till, DREIMANIS, 1979: 171 o d e r Eis­ berg-Moräne. SCHRKINER 1992: 3 8 f.) einen

bedeu­

tenden Anteil an den Sedimentfüllungen dieser S e e ­ b e c k e n h a b e n sollten. Im nordwestlichen T e i l b e c k e n des 13 lagen 1993 zwar nur relativ wenige u n d nicht sehr g r o ß e , im südöstlichen T e i l b e c k e n gar k e i n e

auf Seeablagerungen dar. Das Substrat dieser Pflan­ zen besteht in allen Fällen vielmehr aus den schon öfters erwähnten kryoturbat und solifluidal gestör­ ten äolischen D e c k e n , die s c h o n w e g e n ihrer leicht bräunlichen Farbe und d e r Neigung, in n o r d e x p o ­ nierten Hanglagen Erdbültenfelder zu bilden, leicht zu identifizieren sind. W o diese D e c k s c h i c h t e n weg­ erodiert sind, k o m m e n d a n i n t e r meist b l o c k r e i c h e M o r ä n e n heraus. Es scheint sich also v i e l m e h r um Reste d e s e h e m a l s g e s c h l o s s e n e n

Pflanzenkleides

zu handeln, das hier s c h o n existierte, als e s an die­ ser Stelle n o c h keinen Eisranclstausee g e g e b e n hat. S o w o h l auf diesen Vegetationsresten als auch auf den glattgeschliffenen Felsen liegen nun relativ w e ­ nige B l ö c k e herum, die m a n als dropstones deuten m u ß , während man in b e n a c h b a r t e n Teilen des glei­ c h e n B e c k e n s in vergleichbarer H ö h e nur diese cha­ otisch

gelagerten,

blockig-sandig-schluffigen

Dia­

mikte findet. Eine Möglichkeit wäre, d a ß die Eis­ b e r g e v o m Wind vornehmlich in bestimmten Buch­ ten zusammengetrieben

w e r d e n , w o sie dann all­

mählich abschmelzen u n d ihre Sedimentfracht ab­ regnen. D a n n wären die b e w a c h s e n e n Flankenab­ schnitte genau die Stellen, w o die Eisberge regel­ mäßig weggetrieben werden. Dann sollte m a n aber unter b l o c k r e i c h e n Diamikten die verschüttele V e ­ getationsdecke ergraben k ö n n e n . Das g e l a n g zwar nicht, d o c h waren an M a s s e n b e w e g u n g e n , die mit-


S e d i m e n t e u n d A b lagern n g s m e c h a n i s m e n

in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n )

in W e s t g r ö n l a n d

ten in diesen Diamikten im B e c k e n des L I u n d im nordwestlichen T e i l b e c k e n d e s 13 zu b e o b a c h t e n

69

CHURCH, M. & GILBERT, R. (1975): Proglacial fluvial and lacustrine environments.- In: JOPLING, A. V. & MCDONALD, B. C, ed. (1975):

doch in d e r Mitte. An der Entstehung der D i a m i k ­

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te,

ESCHER, A., S0RENSEN, K. & ZECK, H. P. (1976): Nagssugtoqidian mo­

waren, a u c h bräunliche äolische D e c k s c h i c h t e n u n d viel

organisches

Material

beteiligt.

Es gibt

also

tatsächlich v o n d e n Diamikten zugedeckte B ö d e n , zumindest stellenweise. Es gibt a b e r B e o b a c h t u n g e n im B e r e i c h d e r Mas­ s e n b e w e g u n g e n , die darauf hindeuten, d a ß zumin­ dest ein Teil dieser Diamikte tatsächlich k e i n e im See

abgelagerten

Sedimente sind, s o n d e r n

W e l l e n e r o s i o n freigespülte wegungen Da

umgelagerte G r u n d m o r ä n e n

beide Sedimenttypen

durch

o d e r durch M a s s e n b e ­ ähnliche

darstellen.

Komponenten­

größen, K o r n f o r m e n u n d K o r n g r ö ß e n s p e k t r e n

auf­

weisen, läßt sich im Einzelfall die G e n e s e meist nicht einfach klären. Wahrscheinlich liegt die W a h r h e i t j e ­ die d e n größten Teil d e r B e c k e n f l a n k e n b e ­

decken, dürften freigespülte b z w . gelifluidal u m g e ­ lagerte M o r ä n e n g e n a u s o w i e Drifteisablagerungen ( E i s b e r g - M o r ä n e n ) beteiligt sein. 5 Danksagung

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Herzlichen D a n k m ö c h t e i c h allen denjenigen aus­


70

HERBERT SCHOLZ

-(1987): Beiträge zur Geologie und Botanik eisrandnaher Ge­ biete in der Umgebung des Örkendals westlich von Sondre Strömfjord (Westgrönland).- unveröff. Abschlußbericht zum DFG-Projekt "Aktuogeologie in Westgrönland", mit Beiträgen von H. GILCK und W. GRÖTTT.NTHALER (Antrag II C 6 - Scho

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S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen proglaziären S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

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Tafel 1

a: D e r a u s zwei T e i l b e c k e n b e s t e h e n d e Eisrandstausee „Iluliartununnguaq". e i n e r d e r instabilen Eisrandstauseen a m „0rkendal-Gletscher" im mittleren W e s t g r ö n l a n d b e i S o n d r e Stromfjord. v o n N h e r g e s e h e n . D e r Überlauf des m o ­ m e n t a n bis z u m Maximalstand gefüllten Sees, der links v o r n e zu e r k e n n e n ist, v e r s c h w i n d e t k n a p p außerhalb d e s ü i l d r a n d e s in e i n e m Eistunnel. Mitunter läuft das W a s s e r a u s u n d das n ö r d l i c h e T e i l b e c k e n ( v o r d e r e r Seeteil bis zur H a l b i n s e l ) fällt w e i t g e h e n d trocken. D e r W a s s e r s p i e g e l i m s ü d l i c h e n T e i l b e c k e n (hinter der H a l b i n s e l ) sinkt d a g e g e n nur u m einige M e t e r a b , während das B e c k e n selbst wassergefüllt bleibt.

a: The ice-dammed lake „Iluliartununnguaq" seen from the North consists of two basins. It is one of several unstable ice-contact lakes dammed by the „0rkendal-Glacier" in central West Greeland near Sondre Stromfjord. The outlet of the lake, completely fil­ led with meltwater at the moment, can be seen at the lower left. A short distance outside of the picture it disappears in a glacier tunnel. From time to time the water drains and the northern basin (in front, ending at the peninsula) is mostly dry. The southern basin (behind the peninsula) remains filled however, the water level decreasing only a couple of metres.

b : D a s nur kurzfristig unter W a s s e r g e r a t e n e s c h m a l e , a b e r l a n g e B e c k e n d e s „Nyso 2" a m „0rkendal-Gletscher". D i e m a x i m a l e S t a u h ö h e d e s B e c k e n s lag e t w a da, w o d i e Person als G r ö ß e n v e r g l e i c h steht. B i s dort hin ist die i m m e r n o c h g r ü n e V e g e t a t i o n mit Schluff w e i ß ü b e r z u c k e r t . N o c h etwa 1 m ü b e r d e m W a s s e r s p i e g e l d e s Restsees tra­ g e n d i e Z w e r g s t r ä u c h e r H ä u b c h e n a u s S a n d . D e r a b d ä m m e n d e Eisrand liegt r e c h t s a u ß e r h a l b d e s Bildrandes.

b: The narrow but long basin of lake „Nyso 2" dammed by the „0rkendal-Glacier" was drowned only for a short time. The ma­ ximum lake level nearly attained the site with the standing man. The green vegetation is powdered with pale silt below this line. Until 1 m above the water level of the residual lake the dwarf-shmbs wear thick caps of sand. The damming ice margin is situa­ ted shortly outside the picture to the right.


HERBERT SCHOLZ

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Tafel 2

a: D a s S ü d w e s t e n d e d e s l e e ­ ren S e e b e c k e n s v o n „Leve­ rett 1". Deutlich zu e r k e n n e n ist die einige m b r e i t e S c h o r ­ re mit d e m n i e d r i g e n Kliff, die d e n maximal erreichba­ ren W a s s e r s t a n d i m S e e markiert (mit e i n e r P e r s o n als G r ö ß e n v e r g l e i c h ) . O b e r ­ h a l b dieser Uferlinie e i n E r d ­ bültenfeld mit P f l a n z e n g e ­ sellschaften, d i e v o n G r ä ­ sern dominiert werden (moosreiche Nordhangwie­ se). Auch Linterhalb d e r S c h o n e sind e i n i g e v e r w a ­ s c h e n e Erdbülten u n d V e ­ getation zu e r k e n n e n , auf der aus Eisbergen a b g e r e g ­ nete dropstones herumlie­ gen. a The south-western end of the empty lake basin of „Leverett 1". A narrow wa­ ve-cut platform bordered by a low cliff is visible, a couple of metres wide (sca­ led by a man), indicating the maximum water level of tills lake. Above the shore line hummocks are visible, covered by a vegetation rich in grass and herbs. Even below the shore line some weak hummocks and vegetation are visible, co­ vered by some dropstones derived from drifting ice. •mum

b: M a s s e n b e w e g u n g e n a n d e r S ü d w e s t f l a n k e d e s B e c k e n s v o n „Leverett 1". E i n e P e r s o n steht als G r ö ß e n v e r g l e i c h a u f d e r Schorre. D a h i n t e r sind die Erdbültenfelder a u ß e r h a l b d e s S e e ­ b e c k e n s zu s e h e n . B i s zu d e r S c h o r r e hinauf r e i c h e n R i s s e und D e p r e s s i o n e n im Untergrund, d i e a u f e i n e n Z u s a m m e n ­ bruch d e s P e r m a f r o s t e s im Untergrund h i n w e i s e n . I m u n r u ­ higen G e b i e t a m unteren B i l d r a n d b e g i n n t sich d a s o b e n a b ­ g e f l o s s e n e Marerial zu a k k u m u l i e r e n , v o r allem gelifluidal u m ­ gelagerte ä o l i s c h e D e c k s c h i c h t e n u n d M o r ä n e n .

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b: Mass m o v e m e n t s at t h e south-western s l o p e o f t h e la­ ke b a s i n o f „Leverett 1". O u t s i d e t h e l a k e b a s i n b e h i n d a m a n s t a n d i n g o n t h e w a v e - c u t platform a n area w i t h h u m ­ m o c k s is visible. T h e t h a w i n g o f the permafrost b e l o w the b o t t o m o f t h e lake b a s i n is indicated b y c r a c k s a n d d e p r e s s i o n s at t h e s l o p e b e l o w t h e s h o r e line. T h e m a ­ terial flows d o w n w a r d s , a c c u m u l a t e s within t h e hilly a r e a in t h e l o w e r part o f t h e picture, consisting m o s t l y o f tills and e o l i a n s e d i m e n t s d i s t u r b e d b y gelifluction.


S e d i m e n t e u n d A b l a g e n u n g s m e c h a n i s m e n in instabilen p r o g l a z i ä r e n S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

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Tafel 3

a: D e r mit Drifteis fast völlig b e d e c k t e R e s t s e e d e s a u s g e l a u f e n e n instabilen Eisrandstausees „Leverett 1". Links ist die Kalbungsfront an d e r Südseite d e s Leverett-Gletschers, r e c h t s hinten sind g e s t r a n d e t e E i s b e r g e zu e r k e n n e n . D e r D u r c h ­ m e s s e r des R e s t s e e s beträgt etwa 2 0 0 m.

a: The residual lake covered by drift ice within the empty basin of the unstable lake „Leverett 1". The calving front at the sou­ thern ice margin of the Leverett-Glacier is visible to the left, stranded icebergs are visible in the back to the right. The diameter of the residual lake is about 200 m.

b : Blick ü b e r d a s w e i t g e h e n d w a s s e r l e e r e S e e b e c k e n v o n „Russell 1" ( „ O b e r e r Russellsee"), w i e er sich im Juli 1 9 8 7 darbot, w e n i g e T a g e n a c h d e m er ausgelaufen war. D a s an dieser Stelle e t w a 1 k m breite u n d fast 4 0 m tiefe B e c k e n ist ungefähr von d e r Stelle aus g e s e h e n , w o der S e e i m gefüllten Zustand e i n e n Ü b e r l a u f besitzt. D e r das B e c k e n a b ­ d ä m m e n d e Eisrand d e s R u s s e l l - G l e t s c h e r s liegt r e c h t s a u ß e r h a l b d e s B i l d r a n d e s . Schluffig-sandige, mit B l ö c k e n d u r c h ­ setzte Diamikte, die Sedimentfracht v o n Eisbergen, b e d e c k e n d e n g r ö ß t e n T e i l d e r v e g e t a t i o n s l o s e n F l a n k e n . Deutlich zu e r k e n n e n sind die W a s s e r s t a n d s m a r k e n a m G e g e n h a n g d e s B e c k e n s , an d e n e n die m a x i m a l e S t a u h ö h e a b l e s b a r ist. D i e g r o ß e n E i s b e r g e im V o r d e r g n i n d (mit e i n e r P e r s o n als G r ö ß e n v e r g l e i c h ) , die e i n e n im B e c k e n t i e f s t e n l i e g e n ­ d e n R e s t s e e v e r d e c k e n , sind a u f schluffüberzuckerten Z w e r g s t r ä u c h e r n gestrandet, die nur kurzfristig unter W a s s e r g e ­ raten waren.

b: View over the empty lake basin of „Kussel 1" („Oberer Russellsee"), seen in July 1987, only a few days after it had suddenly drained. The lake basin is about 1 km wide and nearly 40 m deep here, seen from the lake outlet, active only when the lake is filled. The ice margin of the Russell Glacier damming the lake is just outside the margin to the right. The unvegetated basin slo­ pes are covered with deposits derived from drift ice, silty to sandy diamictons containing boulders. Water level marks are clearly visible at the opposite basin slope, indicating the maximum lake level. The big icebergs in the foreground (scaled by a man) hi­ de a residual lake within the profoundess of the basin. They rest on dwarf-shrubs, powdered with pale silt and drowned only for a short time.


I

1 [ERBERT SCHOLZ

Tafel 4

a: Der instabile Eisrandstausee „Isünguata 3" von SW her gesehen, der von der viele Kilometer breiten Inlandeiszun­ ge des Isünguata Sermia abgedämmt wird, war im Juli 19H2 mil Schmelzwasser gefüllt. Der S-förmig gekrümmte See besteht aus 2 Teilbecken, die nur durch einen schmalen Durchlaß miteinander verbunden sind. Nur das tiefe, nord­ westliche Teilbecken ist mit Drifteis bedeckt. Im Vergleich mit Taf. 4b ist zu erkennen, daß der Eisrand damals um Dekameter weiter im Norden lag. Zu erkennen sind die Schmelzwasseraustritte, die kleine Deltas in den See vorbauen. a: The unstable ice-dammed lake „Isünguata 3", dammed by the many kilometres wide outlet glacier Isünguata Sermia, seen from the SW. This lake was filled with meltwater in July 19H2. The S-shaped lake consists of two separate basins connected only by a narrow swell. Only the deep north-western basin is covered by drift ice. The ice margin was 19K2 still situated a bit further to the north, compared with the later situation on Plate lb. Small meltwater creeks are visible, forming progracling deltas.

b: B l i c k ü b e r das s ü d ö s t l i c h e T e i l b e c k e n d e s instabilen Eisrandstausees „Isünguata 3" n a c h N W , der im Juli 1993 w e i t ­ g e h e n d w a s s e r l e e r war. Ü b r i g ist lediglich ein kleiner, s e i c h t e r R e s t s e e . in d e n z a h l r e i c h e S c h m e l z w a s s e r b ä c h e D e l t a s v o r b a u e n . Deutlich sind b e i d e n S c h w e m m f ä c h e r n , die sich a m F u ß d e s M o r ä n e n w a l l s zu e i n e m U b e r g a n g s k e g e l zu­ s a m m e n g e s c h l o s s e n h a b e n , aktive und inaktive, h e l l e B e r e i c h e u n t e r s c h e i d b a r . Auf d e r G e g e n s e i t e d e s B a c h e s k o m ­ m e n , v o m Hügel halb v e r d e c k t , F.rosionsreste d e s B a c h d e l t a s h e r a u s . D i e b e s o n d e r s hell e r s c h e i n e n d e n F l ä c h e n s i n d von e i n e r d ü n n e n , a u s g e t r o c k n e t e n Schlufflage b e d e c k t . An der A u ß e n s e i t e d e s M o r ä n e n w a l l e s sind W a s s e r s t a n d s ­ m a r k e n e r k e n n b a r , von d e n e n die h ö c h s t e n e t w a I S m ü b e r d e m R e s t s e e s p i e g e l liegen. Im Vergleich zur A u f n a h m e von T a f 4a ist der F.isrand deutlich vorgerückt, d e r D o p p e l w a l l w e i t g e h e n d v e r s c h w u n d e n .

b: View towards the NE over the south-eastern basin of the unstable ice-dammed kike „Isünguata 3". rather empty in July 1993. Only a small and shallow residual lake is visible, bordered by small deltas, formed by meltwater creeks deriving from the ice mar­ gin. Their alluvial fans have amalgamated laterally to form a transitional ramp in front ol a moraine ridge. Darker active and ligh­ ter inactive parts of the alluvial fans are distinguishable. Erosional remnants of a relatively large delta on the left side of a small creek are nearly hidden lx.'hind a hill. JTie pale surfaces are covered by a thin dried silty layer. On the slope of the moraine ridge water level marks are visible, Is m as a maximum above the level of the residual lake. Compared with Elate 4a the ice margin has clearly advanced and the formerly double crested moraine ridge has neatly disappeared.


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in i n s t a b i l e n proglaziären S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

75

Tafel 5

a: B l i c k in das e t w a 6 0 m tiefe, trichterartige, n o r d w e s t l i c h e T e i l b e c k e n des ..Isünguata 3", das i m J u l i 1 9 9 3 leer, im J u l i 1 9 8 2 (Taf. 4 a ) j e d o c h wassergefüllt war. B l i c k von d e r Uferlinie d e s M a x i - m a l s t a n d e s n a c h N o r d e n . D i e im Vor­ d e r g r u n d sichtbare V e g e t a t i o n ist schluffüberstäubt u n d w a r n o c h v o r kurzem v o n S c h m e l z w a s s e r b e d e c k t . In den tief­ s t e n T e i l e n d e s B e c k e n s sind teilweise verstürzte E i n g ä n g e zu e i n e m Eistunnel zu s e h e n . G a n z links u n t e n s o w i e b e i d e r P e r s o n o b e r h a l b d e s r e c h t e n T u n n e l e i n g a n g e s l i e g e n g e s t r a n d e t e Drifteisblöcke. B e i m d u n k l e n Material a m linken B i l d r a n d handelt e s sich um e i n e g r ö ß e r e R u t s c h m a s s e .

a: An approximately 60 m deep view into the cone-shaped north-western basin of „Isünguata 3", seen from the maximum shore line in the South. The basin was empty in July 1993, filled with meltwater, however, in July 1982 (Plate 4a). The vegetation in the foreground is powdered with pale silt and has been drowned only a short time ago. Within the deepest pans of the basin partly collapsed entrances of an ice tunnel are visible. Boulders of stranded drift ice in the lower left, scaled by the man near the tunnel entrance to the right. The dark material at the left margin of the picture are large slide masses accumulating here.

b: An e i n e m niedrigen E r o s i o n s h a n g , der inaktive T e i l e d e s Ü b e r g a n g s k e g e l s zu F ü ß e n der M o r ä n e a m „Isünguata 3" a n s c h n e i d e t , ist e i n e D e l t a s e q u e n z mit foresets u n d g e r i n g m ä c h t i g e n topsets a u f g e s c h l o s s e n ( a m l i n k e n Bildrand e i n T a s c h e n m e s s e r als G r ö ß e n v e r g l e i c h ) . D a s D e l t a w u r d e in d e n S e e vorgeschüttet, w ä h r e n d d e r W a s s e r s p i e g e l allmäh­ lich a u f das heutige Niveau a b s a n k .

b: A delta sequence with foresets and thin topsets is exposed at a small erosional slope, cutting inactive parts of a transitional fan in front of the moraine ridge of „Isünguata 3". The picture is sealed by a pocket knife visible at the margin of the picture to the left. The delta prograded into the lake with a slowly sinking water level.


76

HERBERT SCHOLZ

Tafel 6

1 1 1

till

n .6300

H

i31

H

i

II

I

.2000

i32

i34

11

[_j i37 [3

i38

<6300

i39

Diagramm 1: K o r n g r ö ß e n v e r t e i l u n g (Siebkorn und S c h l ä m m k o r n ) v o n P r o b e n schluffiger S e e s e d i m e n t e v o n P r o b e n a u s d e m „Isünguata 3", B e i s p i e l e dargestellt als Hi­ stogramme. Diagram 1: Granulometry of samples from silty lake sediments taken within the lake basin of ..Isünguata 3". Examples pre­ sented as histograms.

.6300

.2000

3:

<630

i33

n21

Diagramm 2: Korngrößenverteilung (Siebkorn und S c h l ä m m k o m ) v o n P r o b e n schluffiger S e e s e d i m e n t e a u s d e m „Leverett 1", B e i s p i e l e dargestellt als H i s t o g r a m m e . Diagram 2: Granulometry o f samples from silty' lake sediments taken within the lake basin of ..Leverett 1". Examples pre­ sented as histograms.

.630

I 17 Diagramm

-2000

Korngrößenverteilung

(Siebkorn

• und

Schlämmkorn) von Proben sandiger Seesedimente aus d e m „Isünguata 3 " u n d d e m „Nyso 2 " , B e i s p i e l e dargestellt als Histogramme. Diagram 3: Granulometry of samples from sandy lake sedi­ ments taken within the lake basin of „Isünguata 3" (i) and Nyso 2" (n). Examples presented as histograms.

.35

m

Diagramm 4 : Korngrößenverteilung (Siebkorn unci S c h l ä m m k o r n ) v o n P r o b e n s a n d i g e r Delta- u n d S c h w e m m ­ f ä c h e r a b l a g e a m g e n a u s d e m „Isünguata 3 " u n d d e m „Le­ verett 1", B e i s p i e l e dargestellt als H i s t o g r a m m e . Diagram 4: Granulometry of samples from sandy sediments from deltas and alluvial fans taken within the lake basin of „Isünguata 3" (i) and „Leverett 1" (1). Examples presented as histograms.


S e d i m e n t e u n d A b l a g e r u n g s m e c h a n i s m e n in i n s t a b i l e n proglaziären S e e n ( E i s r a n d s t a u s e e n ) in W e s t g r ö n l a n d

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Tafel 7

. 6 300

.2000

I

-630

! 1 12

.200

-63

.20

,6.3

<2u

§ g | 1 15

Diagramm 5: K o r n g r ö ß e n v e r t e i l u n g (Siebkorn und S c h l ä m m k o r n ) v o n P r o b e n gelifluidal umgelagerter äolischer Deckschichten aus Rutschkörpern im S e e b e c k e n des „Leverett 1", B e i s p i e l e dargestellt als H i s t o g r a m m e . Diagram 5: Granulometry of .samples from slide masses with­ in the lake basin of „Leverett 1", containing eolian sediments disturbed by gelifluction, partly mixed with tills. Examples presented as histograms.

D i a g r a m m 6: LECO-Analysen d e s G e s a m t k o h l e n s t o f f e s v o n e i n e r A u s w a h l v o n P r o b e n aus d e m „Isünguata 3", d e m „Leverett 1" und d e m „Nyso 2". Diagram 6: LECCvanalysis of the total carbon content from a selection of samples taken within the lake basins of „Isüngu­ ata 3" (i), „Leverett 1" (1) and „Nyso 2" ( n ) .

Diagramm.7 LECO-Analysen d e s o r g a n i s c h e n K o h l e n ­ stoffes v o n einer A u s w a h l v o n P r o b e n a u s d e m „Isüngu­ ata 3", d e m „Leverett 1" u n d d e m „Nyso 2". Diagram 7: LECO-analysis o f the organic carbon content from a selection of samples taken within the lake basins of „Isün­ guata 3" (i), „Leverett 1 (1) and ..Nyso 2" ( n ) . .

D i a g r a m m 8: LECO-Analysen d e r S c h w e f e l g e h a l t e v o n ei­ n e r A u s w a h l v o n P r o b e n a u s d e m „Isünguata 3 " , d e m „Le­ verett 1" u n d d e m „Nyso 2". Diagram 8: LECO-analysis o f the sulphur content from a se­ lection o f samples taken within the lake basins of „Isüngua­ ta 3" (i), „Leverett 1" (1) and ..Nyso 2" ( n ) .

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Quaternary Science Journal - Sedimente und Ablagerungsmechanismen in instabilen proglaziären Se...