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CACT informa Boletim d os estudantes de Geografia da Unicamp | n.3 | mai ’12

Gustavo Teramatsu

Alfredo Borges de Campos é aprovado no DGAE

Alfredo sorri após a leitura do resultado do concurso no dia 27 de abril: habilitado e indicado

Nascido em Campo Grande, o novo docente do DGAE formou-se em Geologia na UFMG, é mestre em Geografia Física pela USP e fez o doutorado nos Estados Unidos. Na UFG, era professor do curso de Geografia

O

concurso para a contratação do 8º professor do Departamento de Geociências Aplicadas ao Ensino (DGAE) do IG ocorreu entre os dias 25 e 27 de abril. A comissão julgadora, composta pelos professores

Maurício Compiani (DGAE), Adriana Bernardes (DGEO), Sueli Yoshinaga (DGRN), Maria José P. M. de Almeida (FE — que, neste semestre, ministra Escola e Cultura para os alunos do 2º ano noturno) e Maria Eunice Marcondes (USP), habilitou e indicou Alfredo Borges de Campos para o preenchimento do cargo de professor doutor, MS-3, na área de Metodologia do Ensino de Geociências, nas disciplinas GF806 — Estágio Supervisionado de Geografia I, EH002 — Metodologias de Pesquisa em Ensino de Ciências da Terra e na área de Ciências da Terra, na disciplina

GE903 — Geologia Urbana. No próximo semestre, se tudo correr bem, Campos começará os trabalhos no IG junto aos colegas Roberto Greco e Rafael Straforini, também recém-aprovados em concursos. Graduado em Geologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, 1991), possui mestrado em Geografia Física pela USP (1998) orientado pelo professor Adilson Avansi de Abreu e doutorado em Agronomia com ênfase em Ciência do Solo e Meio Ambiente pela Universidade de Purdue, em Indiana, EUA (2006). Desde 1996 é professor adjunto do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais da Universidade Federal de Goiás (IESA-UFG, campus Samambaia), onde ministrou várias disciplinas no curso de graduação em Geografia, além de orientar nos programas de pós-graduação em Geografia e em Agronomia. É também vice-coordenador do LABOGEF — Laboratório de Geomorfologia, Pedologia e Geografia Física. O CACT dá as boas vindas a Alfredo, que certamente tem muito a contribuir com a graduação do IG! Próximo concurso A próxima vaga docente é do DPCT. Está aberto o edital para o concurso para Professor Doutor, nível MS-3, na área de Mudança Tecnológica, Transformações Sociais e Meio Ambiente, na disciplina CT147 – Meio Ambiente, Tecnologia e Desenvolvimento e na área de Ciências da Terra, na disciplina GN101 – Ciência, Tecnologia e Sociedade.

CENTRO ACADÊMICO DE GEOGRAFIA E CIÊNCIAS DA TERRA — GESTÃO LEVANTA, CACT! Anderson Cordeiro Sabino (101466), Anderson Sirini dos Santos (116106), André Lopes de Souza (080674), Carolina Leardine Zechinatto (090698), Diego Luciano do Nascimento (102018), Diogo Ronchi Negrão (081170), Everton Vinicius Valezio (091055), Frederico Zilioti Amorim (104955), Guilherme Henrique Gabriel (081542), Gustavo Henrique Beraldino Teramatsu (081566), Guilherme Rodrigues Ramos (091433), Jéssica Cecim (117337), João Paulo Marçola (081744), Luciano Pereira Duarte Silva (106127), Maico Diego Machado (083826), Rolver Bernardes Costa (120130), Stéphanie Rodrigues Panutto (092994), Thais Moreno de Barros (104166), Valderson Salomão da Silva (104238).

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Avaliação de curso e Futuros professores, confiram suas 200 horas eleição dos novos RDs e você tem o hábito de dor- Graduação com cópias de certificaAvaliação de curso terça-feira, 22 de maio Curso 54 (1º ano) — 10h Curso 54 (demais anos) — 14h Curso 55 (todos os anos) — 19h no horário da avaliação de seu curso, os alunos estão dispensados das aulas

Eleições dos representantes discentes 15 e 16 de maio 9h às 17h e17h30 às 21h Secretaria de graduação

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proximam-se dois momentos que consideramos de grande relevância para a graduação: a avaliação e discussão dos cursos, a ser realizada dia 15/mai, e a eleição dos representantes discentes para os órgãos colegiados do Instituto para o período de agosto de 2012 a julho de 2013, que ocorre nos dias 15 e 16/mai. Como já vem sendo feito em outros semestres, o CACT organiza uma pré-avaliação de curso (dia 9/mai, às 18h), que será feita junto ao Café dos RDs, reunião mensal para informes dos representantes. A reunião deste mês terá também a participação dos candidatos a novos RDs (vide cartaz na última página). Desnecessário comentar a importância da organização das reivindicações dos estudantes para que seja dado o devido encaminhamento durante a reunião semestral com a Coordenação do curso, bem como nas demais instâncias do Instituto, através da representação discente. Organizadas, as pautas estudantis tomam corpo, ganham força e dão frutos. Eis uma das funções primordiais do CACT, que deve coordenar os esforços do corpo discente, sempre buscando a excelência do curso de Geografia da Unicamp e, por que não, da própria Geografia! Os coordenadores Gestão “Levanta, CACT!”

S

mir seis horas por noite, em um mês terá passado duzentas horas na cama. Para os alunos da Licenciatura, de acordo com a legislação federal vigente, são exigidas as mesmas duzentas horas em atividades acadêmico-científicoculturais, além de mil e oitocentas horas de aulas, quatrocentas horas de atividades práticas previstas no conteúdo curricular e outras quatrocentas horas de estágio supervisionado. O problema é que os critérios que definem as atividades extracurriculares aceitas para o cálculo das horas ainda não estão muito claros para os estudantes e essa preocupação não é colocada nos primeiros anos do curso. Ao chegarem no ano de conclusão, como já aconteceu algumas vezes, a exigência pode se tornar uma grande dor de cabeça, especialmente para os alunos que também trabalham e têm pouco tempo livre. No limite, a ideia por trás das duzentas horas — a articulação entre teoria e prática — é esquecida, dando lugar à corrida por horas e certificados em atividades que não contribuem efetivamente para a formação destes alunos. Considerando isto, expomos a seguir a lista elaborada pela Coordenadoria de Graduação do IG. Até o próximo dia 1º de agosto, os alunos concluintes na modalidade licenciatura devem entregar um dossiê na Secretaria de

dos e declarações e formulário preenchido (ige.unicamp.br/cact/200h) para que as horas sejam contabilizadas pela coordenadora, que podem incluir: I. atividades de iniciação à pesquisa; II. atividades de iniciação ao ensino (monitorias); III. programas e atividades de extensão, nas seguintes categorias e ordem de precedência: a) participação ativa em projetos de extensão universitária, devidamente registrados nos órgãos competentes, como bolsista remunerado ou voluntário; b) participação em projetos desenvolvidos no âmbito da Empresa Jr.; c) participação em comissão coordenadora ou organizadora de evento de extensão isolado, devidamente registrado nos órgãos competentes; d) participação em eventos técnicocientíficos (seminários, simpósios, conferências, congressos, jornadas, semanas acadêmicas, fóruns e outros da natureza); e) participação em cursos, palestras, exposições, visitas técnicas e outros de mesma natureza; IV. estágios extracurriculares (nãoobrigatórios); V. atividades de representação discente; VI. práticas de estudos e atividades independentes; VII. atividades voluntárias.

mensagens Caros alunos do IG. Sou Alfredo Borges de Campos, o novo professor do IG. Tenho formação em Geociências e vou atuar na área de pesquisa em ensino de Geociências, ensino de Geografia e Geologia Urbana. Estou bastante feliz com meu ingresso no IG e otimista com relação ao trabalho que iremos desenvolver juntos. Sou uma pessoa aberta ao diálogo, que gosta de ensino e pesquisa e de compartilhar com os alunos os Atenciosamente, diferentes momentos da vida acadêmica. Espero Prof. Dr. Rafael Straforini que possamos nos conhecer melhor quando eu (13/abr) chegar por aí. Um abraço a todos e até breve. Alfredo. (3/mai)

Prezados alunos e integrantes do Centro Acadêmico de Geografia e Ciências da Terra, escrevo para agradecer o carinho que tenho recebido de vocês. Acabei de ler o CACTInforma. Estou muito ansioso para chegar em Campinas e começar a traba-lhar na licenciatura!


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O (já não tão) novo IG: dez anos de boatos e histórias Cumpria-se o vaticínio do ex-diretor Alvaro Crósta em entrevista ao PanGEO (antigo jornal do CACT), que previa, no início de 2008, que o IG passaria por uma fase transitória, em que suas atividades seriam realizadas nas duas sedes. Crósta, porém, acreditava que isto em nada prejudicaria nossa excelência. Ao contrário: o raciocínio de então era que o IG, por não ter uma infraestrutura adequada em relação a outras unidades de ensino da Unicamp, estava em desvantagem para desenvolver plenamente seu potencial acadêmico. Para os alunos de graduação, que já entraram no curso com a expectativa de ver o prédio um dia totalmente inaugurado, a espera é amargurante. A comunicação entre as unidades é difícil mesmo para resolver problemas cotidianos simples, como colocar papel na impressora, grampear os trabalhos e abrir uma porta, uma vez que o Setor de Informática e o SIOM ficaram “lá em cima”. Depois das quatro da tarde, não há funcionário responsável pelo prédio. O que rende boas histórias: alguns alunos já ficaram presos — o prédio simplesmente é trancado sem saber quem está ali dentro. Muitas vezes, os laboratórios passam dias trancados com o ar-condicionado ligado, um desperdício de dinheiro público. Quem esquece a carteirinha, simplesmente não entra ou espera algum incauto passar por ali (mais ou

menos como é com uma das portas do prédio antigo...). Isso para falar só dos problemas operacionais. Certamente há problemas mais sérios: os sanitários para cadeirantes estão no primeiro piso, mas não há ainda rampa ou elevador de acesso — detalhe já observado em inspeção do Conselho de Educação. Em dezembro de 2010, após uma tempestade, parte dos brises — mais estéticos do que funcionais — foi levada pelo vento. Depois do insucesso do insulfilm nas janelas, temos agora belas cortinas azuis no LAGEO. Se o prédio novo ainda é subutilizado, as instalações antigas estão saturadas. Para o problema dos computadores, a solução paliativa foi deixar algumas máquinas no antigo LEI — que está sempre lotado e nem de longe lembra um local de estudo. A biblioteca, que também tem previsão para ser transferida logo, junto a um amplo auditório, funciona no limite de sua capacidade — muitos dos periódicos estão na sala onde funcionava o LAGEO. Como se vê, a situação atual se agrava e impede que os cursos cresçam. Sabemos dos esforços de todos para o término da construção. Afinal, 2013 será ano de inaugurações em massa, já que o reitor deixa o cargo. Torcemos para que tudo dê certo daqui para frente — que não venham mais dez anos!

Gustavo Teramatsu

T

odos conhecem alguma lenda urbana. A Unicamp também tem as suas, e uma dasmais conhecidas, depois do ET de Varginha, diz respeito à obra do novo prédio do IG, projeto dos arquitetos Dácio e David Ottoni concebido no fim dos anos 1980. Numa manhã de quarta, dia 8 de abril de 2009, uma pequena plateia presenciou a inauguração tão esperada de parte do novo prédio, em construção desde 2002 — portanto, há dez anos. O novo bloco de laboratórios recebeu o nome do fundador do Instituto, Amilcar Oscar Herrera (1920-1995) e representava cerca de 2 mil m² construídos de 9 mil futuros, menos de 25% do total. Sem saber quando a obra seria concluída — e ainda não sabem —, alguns alunos fizeram faixas de protesto, que foram rapidamente retiradas antes que o reitor chegasse à cerimônia. José Tadeu Jorge, por coincidência, deixou a reitoria na semana seguinte. Fernando Costa, que ajudou a descerrar a placa, assumiu seu lugar. O IG também passava por um momento de transição. Silvia Figueirôa, então diretora associada, venceu a eleição para a diretoria e tomou posse em maio. O novo prédio, entretanto, permaneceria fechado até agosto daquele ano, depois de concluída a obra, em 8 de junho, e a mudança dos primeiros laboratórios. Já se notava o problema de infiltrações, goteiras e mofo, amenizado depois de instalada toda a cobertura do prédio.

Novo IG em abril de 2012, três anos após a inauguração do primeiro módulo


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CACT entrevista: Renan Inquérito Marcio Salata

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enan Lelis Gomes, ou Renan Inquérito, como é mais conhecido, formou-se em nosso curso em 2009. No início de dezembro, foi realizado no CACT o primeiro lançamento de seu livro #PoucasPalavras após o lançamento nacional via twitcam, com exposição de fotos e leitura de poemas. O evento repercutiu no contexto da literatura marginal — as fotos circularam por blogs, sites de rap e até mesmo na grande mídia. Prefaciada por um dos maiores expoentes do segmento, Sérgio Vaz, o livro conta com fotografias de Márcio Salata e ilustrações de Mundano e faz parte de um projeto de mesmo nome, que Renan autografa seus livros no CACT, em dezembro valoriza a literatura de periferia. Aproveitando a boa repercussão e o fato da defesa da dissertação de volveu um raciocínio e eu captei des- tura, por poesia, isso é a prova do mestrado de Renan estar se aproxi- sa forma, talvez seja esse o papel do potencial desses saraus. Os saraus mando, o CACT entrevistou Renan. artista, captar via sua sensibilidade fizeram o que nenhuma campanha aquilo que todo mundo vê, mas não do Ministério da Educação ou da CulCACT: Você já tinha uma carreira enxerga. O rap é o canto falado e é tura conseguiu fazer. como rapper desde 1999, que foi se também o canto falado nas ruas, em consolidando nos anos seguintes. cada CANTO desse Brasil, daí sua Por desconhecimento, muita gente tamTendo isso em vista, qual foi a sua bém acha que todo mundo que estuda na motivação para fazer uma gradua- espacialidade. ção? E por que escolheu a geografia? Renan: A graduação resolvi fazer quando percebi que o Rap como música, apesar de seu forte cunho social, me restringia a certas ações. Quis cursar geografia para tentar ampliar meu olhar sobre o mundo e consequentemente minhas ações sobre ele. Mas eu diria que minha graduação veio mesmo do hip-hop, em mais de uma década de atuação. A universidade só oficializou o meu diploma. As letras de rap muitas vezes abordam questões sociais e espaciais. Por exemplo, o rap “Um Brinde”, de sua autoria, retrata o problema do álcool em suas diversas facetas, desde a degradação do trabalhador na colheita da cana-de-açúcar, até a dependência gerada pela substância. Com base nisso, quais são as possibilidades de diálogo que você vê entre Rap e Geografia? Para você ter uma ideia, essa letra eu criei durante uma aula do professor Marcio Cataia. Eu tenho as anotações originais no caderno até hoje! A ideia partiu dele indiretamente, eu só transformei em rimas; ele desen-

Os saraus fizeram o que nenhuma campanha do Ministério da Educação ou da Cultura conseguiu fazer

Em seu último clipe, Poucas Palavras, o tema abordado é a literatura marginal. Nos últimos anos, observamos uma proliferação de saraus feitos nas periferias das grandes cidades. Conte-nos um pouco sobre a origem desse movimento e quais são as suas potencialidades e limitações. Os saraus originados nos bares das periferias de São Paulo oxigenaram não só o rap, como toda a arte produzida nas periferias. Criaram não só leitores, mas também escritores, protagonistas de sua própria história. Os saraus sequestraram as poesias das bibliotecas e as trouxeram pras ruas, assim como o grafite tirou as artes plásticas das grandes galerias. Eu me considero consequência disso aí, bebi e bebo dessa fonte até hoje, fiz fanzine, jornal, participei disso. Quanto à limitação, eu creio que está provado que ela já não mais existe. Fazer com que analfabetos ou pessoas que há muito se afastaram da escola se interessem por lei-

universidade é maconheiro, vagabundo, playboy e por aí vai…

Por desconhecimento, muitas pessoas acreditam que o Rap é um estilo musical que estimula a violência e o consumo de drogas. O que você acha sobre esse assunto? Você já sofreu algum preconceito na academia pelo fato de ser rapper, ou no hip-hop por ser universitário? Por desconhecimento, muita gente também acha que todo mundo que estuda na universidade é maconheiro, vagabundo, playboy e por aí vai… São as famosas generalizações. Mas para dizer a verdade, eu nunca sofri preconceito na universidade por ser rapper, nem no hip-hop por ser universitário, transito nos dois meios com facilidade. São dois planetas totalmente diferentes e, às vezes, me sinto um híbrido, como diria o mestre Milton Santos. Quais caminhos, ao seu ver, se apresentam como possibilidade para se estreitarem os laços entre universidade e sociedade? O hip-hop e a educação seriam um desses caminhos?


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Para finalizar, deixe seu recado para os ingressantes em geografia deste ano! Deixo o trecho de um texto de Ana Clara Torres Ribeiro que fala muito forte ao meu pensamento toda vez que eu leio: “ (…) como geógrafos, estudiosos do espaço, devemos nos opor às forças econômicas que buscam o alisamento dos lugares, a desapropriação de bagagens culturais e a redução de diferenças identitárias” (RIBEIRO, 2004, p. 203). Publicado originalmente no site do CACT

Gostaria de ver uma entrevista com alguém? Envie sugestão para cact@ige.unicamp.br!

Nova sede: assembleia no dia 10, às 18h

Gustavo Teramatsu

O hip-hop há muito tempo já vem sendo usado como ferramenta pedagógica em Fundações CASA, presídios, escolas e agora em algumas universidades. No Brasil isso é novo, mas em outros países já acontece faz tempo. Acredito numa invasão da sociedade na universidade, mas isso só acontecerá quando a Universidade quiser também invadir a sociedade. Não concordo com o encastelamento acadêmico, com essa muralha do conhecimento.

Última assembleia dos estudantes de Geografia, em novembro

U

m dos principais pontos de pauta do CACT desde o ano passado é a mudança da sede das entidades estudantis. O NEPAM, que divide conosco o prédio da Engenharia Básica, necessita da sala usada atualmente para a instalação de laboratórios e, junto com a Diretoria do IG, apresentou aos alunos uma proposta de mudança para o prédio anexo ao Instituto, onde antes funcionavam os laboratórios de preparo de amostras de rochas. Em 13/set, o CACT realizou assembleia em que foi aprovada a mudança, desde que antes fossem cumpridas adequações consideradas necessárias simples, como instalação de uma porta, bebedouro, iluminação e tomadas. Porém, ao entrarmos

em 2012, o assunto travou. Pedimos uma posição dos responsáveis pela obra e soubemos que, dos pontos solicitados, poucos serão realizados, com a justificativa de que o prédio não tem estrutura física para receber as alterações. O CACT solicitou os laudos para consulta, mas nenhuma resposta foi dada. Diante de tal situação, convocamos uma nova assembleia a ser realizada em 10/mai, às 18 horas, nos corredores da EB. Será realizada a leitura da ata da assembleia anterior. O principal ponto de discussão será: vamos nos mudar aceitando as novas condições ou vamos manter a deliberação de 2011 e não sair do espaço atual se não forem cumpridas todas as solicitações?

Campeonato Interanos Masculino 2012

Jogos* — 1a. Fase

P

aulistão, Libertadores — esqueça: o Campeonato Interanos 2012, promovido pela Atlética, teve início em 17 de abril e seguirá maio afora. Ao todo, doze equipes perseguem o título, que, apesar de não se saber ainda qual é, já se mostra bem disputado. Cada time foi formado por atletas de acordo com o ano de ingresso — 2008 a 2012 —, além de um time de alunos da pósgraduação. Quatro vão para as semifinais. Até a segunda rodada, o aluno Daniel Bagagli, do PA FC, era o artilheiro com 11 gols. O desfecho, bem como os detalhes do campeonato feminino — até agora com três times inscritos —, que começa este mês, estarão na próxima edição!

Grupo A

Grupo B

Grupo C

Pós

Cisco (09N)

UFSoccer (09D)

Fralda FC (010N)

Shoshonita FC (08D)

PA FC (010D)

011N

Renegados do Diabo (08D)

Chapa na Caveira (09D)

012N

012D

Garimpo EC (011D)

19.4 — Shoshonita 7 x 0 Renegados 24.4 — Cisco 14 x 0 Renegados 26.4 — Cisco 5 x 1 Shoshonita 3.5 — Renegados 1 x 17 012D 8.5, 18h — Shoshonita x 012D 10.5, 17h — Cisco x 012D

17.4 — PA FC 11 x 0 C. na Caveira 23.4 — UFSoccer 11 x 1 C. na Caveira 26.4 — PA FC 15 x 1 Garimpo 3.5 — C. na Caveira 3 x 10 Garimpo 17.5, 18h — UFSoccer x Garimpo 22.5, 18h — UFSoccer x PA FC

17.4 — Pós 2 x 0 Fralda FC 19.4 — 011 N 2 x 0 012 N 24.4 — Pós 23 x 0 012 N 10.5, 18h — Fralda FC x 011N 17.5, 18h — Fralda FC x 012N 17.5, 17h — Pós x 011N

Semifinais** Disputa direta entre os primeiros colocados de cada grupo (A, B, C) e o melhor segundo colocado (D) — A vs. D e B vs. C

Final** * As partidas acontecem às 17h e às 18h, na FEF ** Data e horário a definir. Sujeito a alterações. Mais informações em ige.unicamp.br/atletica

Diagramação e edição: Gustavo Teramatsu. Textos: Gustavo Teramatsu. Entrevista: André Souza. Revisão: Melissa Steda e Wagner Nabarro. Agradecimentos: Henry Tanaka (Atlética) e Maico Machado.


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CACT informa #3, maio de 2012  

CACT informa #3, maio de 2012

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