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HASHTAG CAMBRIA HEBERT

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# 6.5

# 07


OS AMANTES VAO AMAR... #THEFINALE

Família não é sempre definida pelo sangue. Às vezes a família nasce do amor... Lealdade… E escolha.. Às vezes, o vínculo que vem de alguém que te protege nas horas mais difíceis é mais forte do que qualquer coisa que você recebe a partir da genética. E às vezes você encontra esse pedaço de sua alma que você nem sabia que estava faltando. Eu sou um cara de sorte assim. Eu encontrei um amor que nunca irá desaparecer. Eu encontrei um grupo de pessoas que não são apenas os meus amigos. Eles se tornaram minha família. Há apenas um lugar para ir a partir daqui. Vou me amarrar a Rimmel de todas as maneiras possíveis. Vou trazer a nossa família ainda mais unida. O passado me ensinou que não vai ser fácil. Especialmente quando confrontados com as repercussões de uma noite que terminou em morte. Mas está tudo bem. Família não abandona um ao outro. Amor como o nosso nunca morre. Felizes para sempre não é apenas para os livros de história.


DEDICATORIA Este livro é dedicado aos meus leitores. Os #nerds vivos reais que têm mostrado nesta série tanto amor no ano passado que nós nos tornamos #família. Este livro é escrito para vocês, não apenas como um final, mas um obrigado. Eu espero que seja tudo o que vocês queriam que fosse e muito mais. Que viagem incrível que tem sido. Este pode ser o último livro da série, mas nós não terminamos. Família não abandona um ao outro. Nós somos #UmBandodeNerdsUnidos!


ELA DISSE SIM SEGUNDO TEMPO (Também conhecido por Prólogo)

#EOPrêmioVaiParaRomeo, pelo pedido mais romântico de todos os tempos. Shakespeare não é nada perto dele. Algumas #Nerds ficam com toda a sorte. #EsperandoPeloCasamento. #BuzzBoss

ROMEO Melhor jogo de toda a minha carreira. Sim, tudo bem, era apenas a minha primeira temporada. E sim, tudo bem, eu ainda tinha um monte de jogos no meu futuro (se Deus quiser), mas eu sabia, sem sombra de dúvida, que nada - nenhum jogo, nem mesmo um título do Superbowl1 - jamais bateria o dia de hoje. Fui felicidado por todos no vestíario. Eu levei um tapa nas costas, no traseiro e na cabeça tantas vezes que você acharia que iria ficar gasto. Eu estava muito feliz por isso. Fiquei muito feliz até por ser incomodado pelos comentários sarcásticos e zombeteiros que ouvi de alguns nos cantos ao redor da sala. Fodam-se. Superbowl: é um jogo do campeonato da NFL (National Football League), a principal liga de futebol americano dos Estados Unidos, que decide o campeão da temporada. 1


Rimmel ia ser minha esposa. Senti minha boca puxar em um sorriso largo, cheio de dentes. Inferno, sim. Eu pensei de volta no momento em que eu percebi que ela era para mim. A noite no abrigo animal quando ela se sentou no chão, toda molhada da chuva, e Murphy se arrastou em seu colo. Ela puxou seu cabelo fora do seu rosto e olhou para mim. Foi fim de jogo daí em diante. Eu era dela. Mesmo assim, eu tinha estado um pouco nervoso esta noite antes do jogo. Pedir uma menina para casar com você ao vivo pela televisão, no meio de um jogo de futebol gigante, era uma espécie de aposta. Especialmente para uma menina como Rim. Ela gostava de sua privacidade. Ela gostava de se misturar. Rimmel não sabia disso, mas ela estava destinada a se destacar. Sem sequer tentar, ela se tornou a queridinha do mundo do futebol. As câmeras a amavam e tiravam pelo menos uma foto dela em seu assento em cada jogo que ela veio. Eles olhavam suas roupas, seu cabelo... Inferno, eles falaram até sobre seus óculos. Ela era um dispositivo elétrico improvável no centro de um jogo de futebol. Ela não era uma modelo, uma celebridade, ou mesmo alguém que queria chamar a atenção do público. E, por isso, as pessoas a amavam. Ela era a garota na porta ao lado, aquela que todos conheciam. Pessoas relacionadas a ela de uma forma que não poderiam ficar com outros da elite do futebol. Eu estava planejando pedir-lhe para casar comigo por há um bom tempo. Eu só estava esperando o momento certo. Então merda bateu no ventilador em casa. Zach foi solto, ele foi atrás de Ivy, tentou matá-la, e quase fez. Braeden chegou bem na hora para salvar sua vida. Quando eu entrei no quarto de hospital e a vi deitada lá, golpeada e ferida, isso serviu como uma forte dose de realidade. Não nos foi garantida


qualquer quantidade de tempo nesta terra. Não nos foi prometido outro dia, outra oportunidade. Isso fechou o negócio para mim. Eu não podia esperar mais para reivindicar Rimmel de cada maneira possível. Liguei para Ron Gamble e disse-lhe que eu estava pronto. Ele ficou emocionado. Lá atrás quando ele criou uma falsa conferência de imprensa para mim e, basicamente, me ajudou a apanhar os bastardos tentando extorquir dinheiro de mim em troca da vida de Rimmel, eu tinha feito uma promessa a ele. Eu prometi que quando eua propusesse em casamento, eu o faria durante um jogo. Ele queria uma enorme agitação da mídia, e ele sabia que desta forma, ele a teria. Portanto, esta noite durante o jogo, eu fiz isso. Bem ali, na frente de milhares de fãs delirantes. Maldição, ela parecia tão adorável em seu agasalho roxo dos Knights e óculos. A surpresa em seus olhos era real e assim era sua emoção. No segundo em que eu deslizei o anel em seu dedo, meu mundo inteiro se sentiu completo. Assim que eu terminei de me trocar, joguei todas as minhas coisas na minha bolsa e me dirigi para a porta. Eu queria ver a minha futura esposa. "Alguém vai transar esta noite!" Um dos rapazes gritou enquanto eu caminhava em direção à porta. "Inferno, sim!" Eu gritei e os deixei todos para suas piadas sujas e gemidos exagerados. Esses caras eram um bando de pervertidos. Eu os amava. Bem, quase todos eles. Saí para o túnel tranquilo que levava para o estacionamento. Imaginei Rimmel esperando lá fora por mim e acelerei meu ritmo. Algum movimento nas sombras contra a parede fez meus passos vacilantes, e uma figura pequena saiu para a luz. Eu sorri. "Como você entrou aqui?"


Ela fingiu engasgar e pressionou uma mão ao peito. A pedra que eu tinha acabado de colocar lá brilhava sob a luz claramente. "Você não sabe quem eu sou?", ela entoou. Fingi pensar sobre isso. "Não posso dizer que eu sei." Ela começou a avançar, seus olhos jamais deixando meu rosto. "Eu sou a futura esposa do melhor jogador nesta equipe." "Ahh," eu falei arrastado. "Achei que você parecia familiar." Joguei minha bolsa aos meus pés e mantive meus braços abertos. "Vem correndo aqui, agora." Ela riu e correu para mim. Eu a peguei em pleno ar, e suas pernas prenderam na minha cintura como se ela nem sequer tivesse que pensar sobre isso. Ela só sabia onde ela pertencia. "Senhora Anderson:" Eu rosnei. "Ainda não", ela cantou. "Em breve". A palavra quase foi perdida entre nós enquanto eu cobria seus lábios com os meus. Seus lábios se separaram imediatamente, e minha língua procurou os dela avidamente. Meus dedos apertaram seus quadris enquanto nós fomos um para o outro ali no túnel. A mão de Rim em punhos no meu cabelo e minha boca assaltou a dela. Uns poucos passos e eu a prendi de costas contra a parede, usando o meu peito para segurá-la no lugar, e rasguei minha boca livre para trilhar beijos quentes, molhados, pelo pescoço e, em seguida, para cima até mordiscar o lóbulo da orelha. Seu núcleo balançava contra minha cintura, e ela gemeu com a necessidade. Impaciente, sua mão deslizou entre nós e começou a viajar para baixo, mas ela não pôde alcançar a parte de mim que mais queria. O som angustiado que rasgou de sua garganta me fez rir. Dei um passo para trás apenas o suficiente para que ela pudesse deslizar para baixo do meu corpo. A maneira como ela se sentiu esfregando ao longo da minha frente foi malditamente intoxicante. Quando sua mão


encontrou e apertou a ereção dura de pedra sob minhas calças, meu corpo estremeceu. "Vamos," eu disse, rouco. "Eu consegui para nós uma suíte em um hotel aqui perto. Tem muitas comodidades agradáveis, mas nós não vamos usá-las." Seus dentes se afundaram em seu lábio inferior com antecipação. "Mostre-me", eu exigi, a possessividade queimando dentro de mim como uma doença incurável. Rim sabia o que eu queria, e levantou a mão e a estendeu entre nós. O anel de noivado assumiu seus pequenos dedos. Eu tinha conseguido um diamante tão grande quanto eu tinha ousado, sabendo que se fosse demasiado grande, ela se recusaria a usá-lo. Inferno, eu sabia que a pedra de três quilates que eu tinha conseguido era provavelmente mais do que ela gostaria de ter, mas eu não me importava. Esse anel representava muito para mim. Ele representava o meu amor por ela. Ele me representava. Ele representava o que éramos um para o outro. E sim… Eu admito. Era também uma grande advertência para todo o indivíduo que se atrevesse a olhá-la. Inferno, eles seriam capazes de ver a pedra central de brilho e pedras menores ao redor de toda a sala. Era um sinal gigante ELA TEM DONO bem ali, para todos verem. Eu gostei. Trouxe meu lado primitivo. Trouxe a minha necessidade de reivindicá-la. "Você gostou?" Eu sussurrei, pegando sua mão e levantando-a aos meus lábios. "Eu nunca vi nada tão bonito", ela sussurrou enquanto eu pressionei um beijo no anel e na sua mão. Eu resmunguei. "Eu vi."


Ela concedeu-me um sorriso brilhante. Eu a peguei e me movi para balançar sua parte superior do corpo sobre a minha bolsa no chão. "Eu preciso da minha bolsa, senhora Anderson." Ela riu e pegou. A risada dela transformou-se em um grito quando eu a puxei para cima e virei seu corpo para que eu fosse capaz de levá-la contra mim. "Você não pode me chamar assim. Nós ainda não somos casados", disse ela, colocando minha bolsa no colo. "Quer voar para Vegas hoje à noite?" Ela riu, mas quando eu não me juntei a ela, ela olhou para cima e prendeu a respiração. "Você está falando sério?" "Como um ataque cardíaco." "Não podemos simplesmente voar para Vegas." "O inferno que não podemos. Amanhã é o meu dia de folga. Poderíamos estar casados pela manhã." "Você se casaria comigo esta noite?" Eu ri. "Eu me casaria com você a foda de agora se eu pudesse." "Eu te amo", disse ela, com os olhos cheios de lágrimas. "Pare," Eu me afastei quando ela tentou me beijar. "O que há com essa choradeira?" Ela riu e piscou. "Eu simplesmente não posso acreditar que eu sou tão sortuda." "Isso é um sim para Vegas?", perguntei, esperançoso. Ela mordeu o lábio inferior e, em seguida, acenou uma vez. Na verdade, eu sacudi em surpresa. Meus pés pararam de andar e eu olhei para ela em estado de choque. "Você acabou de dizer sim?" "Não, seu bobo." Ela riu. "Eu já disse que sim, lá fora, no campo de futebol." Meu coração estava realmente entregue. "Você se casaria comigo esta noite?"


"Eu me casaria com você porra agora." Ela repetiu minhas próprias palavras. Eu amo quando ela diz porra. Eu sorri como o filho da puta mais idiota do planeta. Ela me fazia tão bobo de feliz. Eu nunca em um milhão de anos pensei que ela realmente iria concordar em ir a Las Vegas e se casar comigo esta noite. Caralho, era um sentimento poderoso saber que ela me amava tanto quanto eu a amava. Eu comecei a correr para o carro. Ela gritou e agarrou-se à bolsa no colo, uma vez que bateu ao redor. Do lado de fora, havia um bando de repórteres todos pendurados ao redor, apenas esperando que nós aparecêssemos. Meus passos desaceleraram para uma caminhada rápida quando eu os vi. Eu deveria ter pensado sobre isso. Eu deveria ter esperado a imprensa estar aqui. Inferno, eles estavam sempre por perto. Eles nos apressaram, empurrando câmeras e luzes na nossa cara. Rimmel se encolheu contra mim, e eu endureci meu aperto. Eu não queria lidar com isso agora. Eu queria continuar a ser bobo de feliz. Mas essas pessoas eram irritantes. Mas eu sorri de qualquer maneira e me virei para todos eles, segurando Rim. "Apenas praticando para depois do casamento", eu brinquei. Todos riram e tiraram algumas fotos. Um dos repórteres do sexo feminino empurrou perto. "Deixe-me ver o anel!" Rimmel olhou para mim e, em seguida, estendeu a mão. Mais luzes de câmeras dispararam. "Se você nos der licença," eu disse, "temos planos." Eu me virei e habilmente me movi através da multidão. No Hellcat, eu joguei a bolsa no banco de trás e, em seguida, coloquei com mais cuidado a minha vida no banco do passageiro, tendo o cuidado de afivelá-la e deixar meus dedos roçar nos seios.


Uma vez que terminei, eu corri para o lado do motorista e atirei o Cat em movimento. Rimmel riu como se ela fosse totalmente divertida, e eu lhe lancei um sorriso. Chegamos no hotel em tempo recorde. Era o mais bonito na cidade. Reservei a suíte de lua de mel e pedi-lhes para preenchê-lo com rosas brancas. Quando eu lhes disse meu nome, a senhora quase mijou nas calças de excitação. Então eu dei uma cantada nela, e consegui mais uma dúzia de rosas de graça para Rim. O que posso dizer? É um dom. Eu fui até a entrada da frente e joguei as chaves para o manobrista enquanto eu corri em torno para pegar a minha menina.lq Era a primeira vez que eu deixava um manobrista lidar com o meu carro. Agora, eu mal conseguia pensar direito. Eu queria tanto ficar sozinho com ela. Eu agarrei a mão dela, e arrastei-a para dentro para a área de recepção de três andares arrebatadora. Um lustre de vidro enorme pendurado para baixo no centro da sala, e duas grandes escadarias com grades de ferro forjado enchiam a parede de trás, cada escadaria levando em uma direção diferente. A respiração de Rimmel oscilou e seus passos desaceleraram no segundo que ela viu o luxo ao seu redor. Deixei-a olhar enquanto eu fazia check-in no balcão e retirava a chave do quarto. A mulher no balcão era toda sorrisos e falava sem parar sobre como ela assistiu o meu momento e de Rim na TV e fez com que o quarto fosse arrumado perfeitamente. Fiz questão de escorregar-lhe um extra de vinte dólares antes de me retirar para o lado de Rimmel. "Este lugar é incrível", ela suspirou quando eu a conduzi para dentro do elevador, esticando o pescoço para que ela pudesse ver cada última visão antes que as portas nos fechassem. A nossa suite era no piso superior, por isso demorou alguns minutos para chegar lá.


"Espere." Rimmel franziu a testa quando as portas zuniram abertas, e eu peguei a mão dela e levei-a para o corredor onde havia um único conjunto de portas duplas brancas. "Achei que você queria ir para Vegas?" O elevador se fechou atrás de nós, e eu a peguei, segurando-a para fora na minha frente como se fosse uma boneca, seus pés balançando acima do chão. "Você iria realmente?" Seus olhos suavizaram. "Eu iria a qualquer lugar com você." Juntei-a perto e dobrei meu corpo em torno dela. Droga. Às vezes, ela apenas me tinha exatamente onde eu era o mais mole. O desejo furioso que eu estava sentindo esmaeceu para um rugido maçante, e a emoção inchou dentro de mim. Simplesmente não havia palavras para descrever o que ela era para mim. Oxigênio para um homem sufocante. Um guarda-chuva em uma tempestade. Luz na escuridão. Nenhum deles sequer chegava perto do jeito que eu a amava. Da maneira como ela me fazia sentir. Eu a abracei mais apertado por longos segundos mais e, em seguida, recuei. Ela inclinou o queixo e olhou acima. "Tão ruim quanto eu quero voar para Las Vegas e reivindicar você agora, eu não posso." Eu gemi. Sua testa franziu, e eu me inclinei para beijá-la. "Eu não podia ser tão egoísta. Você merece melhor do que um aceito rapidinho com algum Elvis em pé na nossa frente. Você merece mais do que um buquê comprado em alguma capela barata que importa flores pela dúzia. Eu quero que você tenha o casamento dos seus sonhos com toda a nossa família que nos rodeia." "Eu não preciso de flores de fantasia e um conto de fadas enorme." Ela sorriu. "Tudo que eu preciso é você." "E é exatamente por isso que você está recebendo tudo." Eu beijei seu nariz. "Você só está com medo do que sua mãe vai fazer se ela descobrir que fugimos." Eu fiz uma careta. Deus, ela teria minhas bolas.


Rimmel riu. Rosnei e a apoiei contra a porta do quarto. "Mulher, você está dizendo que você acha que eu estou com medo da minha mãe?" "Estou." Ela brincou. Um pouco do riso me deixou. "Aww, baby." "Shh." Ela apertou um dedo nos meus lábios, e eu o chupei em minha boca. Não escapou à minha atenção a maneira como seus quadris inclinaram em direção ao meu corpo enquanto eu massageava a carne dela com a minha língua. Quando eu soltei seu dedo, seus olhos estavam carregados com o desejo mais uma vez. Girei-a em meus braços e deslizei o cartão-chave na porta. Quando clicou, eu a segurei aberta um estalo com o pé. "Que tal marcar um encontro hoje à noite, em seguida, ir para casa e dizer a todos amanhã?" "Eu gostaria disso", ela sussurrou. "Quão rápido você pode aprontar um casamento?", perguntei. Ela riu. "Rápido." Eu chutei a porta e levei-a para o quarto. Ela engasgou no segundo em que seus olhos deixaram os meus. Eu era bom. Tipo realmente bom. A suíte era todo o andar superior, com uma enorme parede de janelas que dava para a cidade iluminada. A vista era incrível, e todas as luzes sobre os edifícios pareciam estrelas contra o céu noturno. Se a vista não fosse surpreendente o suficiente, o quarto estava radiante com o brilho suave das velas que a equipe tinha acendido antes que chegássemos. Rosas brancas enchiam o espaço. Vaso após vaso colocados em todos os lugares, e todo o lugar cheirava a flores frescas. Eu arrisquei com as rosas. Eu sabia que elas não eram suas favoritas, porque Zach enviou


algumas para atraí-la para fora uma noite. Mas aquelas eram vermelhas. Não é a cor do amor para nós, mas a cor de sangue. Estas eram brancas. Puras. Assim como ela e a forma como eu sempre me sinto por ela. "Oh meu Deus, Romeo." Rimmel respirou, mas pulou para fora dos meus braços para ir lá e tocar com o dedo um dos grandes buquês próximos. "Você fez tudo isso?" "Como eu disse, eu quero que você tenha tudo." "Você é tudo. Tudo isso é apenas ... " Ela olhou em volta mais uma vez. "É extra." Ela estava linda ali de pé entre um mar de rosas brancas e velas. Com ela no quarto, eu não percebi a vista de milhões de dólares. Deus, eu a queria. Como se ela pudesse ler minha mente, Rimmel estendeu a mão para a bainha de seu capuz e camiseta. Lentamente, ela desnudou-os longe, deixando a roupa cair no chão. Em seguida, ela estendeu a mão para o botão no seu jeans, estourando-o aberto e deslizando para baixo o zíper. Eu assisti em silêncio, necessidade martelando em minhas veias enquanto ela se despia. Uma vez que os jeans foram embora, ela estava diante de mim em nada além de calcinha de renda branca e um sutiã. Seu cabelo escuro ficou para trás de seus ombros como um pano de fundo escuro para a cremosidade de sua pele. Segurando meu olhar, ela e soltou seu sutiã para deixá-lo deslizar para baixo de seus braços e cair. Minha boca ficou seca. Meus olhos fixaram na redondeza perfeita de seus seios. Eu ansiava por tocá-los, para preencher minha boca com sua carne e sentir seu corpo arquear contra o meu, oferecendo-me ainda mais de si mesma. Dei um passo para a frente, e ela fez um som de protesto. Com um pouco de sorriso malicioso, ela pegou a calcinha, despindoas com precisão dolorosa e luxúria flagrante, de pé completamente nua diante de mim.


Eu assisti com muita atenção quando sua pequena mão deslizou ao longo da frente plana de seu abdômen, através de seu osso ilíaco, e para baixo depois de seu umbigo. Lambi meus lábios quando seus dedos mergulharam no escuro remendo de cachos curtos bem acima de sua entrada. "Rim", rosnei. Eu ia explodir nas minhas calças malditas como um garoto de quinze anos de idade. Não só ela vai ser minha esposa, mas ela estava me dando um show de strip, e agora ela estava se tocando? Maldição. Ela sorriu um pouco quando sua mão se moveu mais para baixo, desaparecendo entre as coxas. Ela soltou um suspiro, e os mamilos apertaram. Eu praticamente tropeçei em meus próprios pés correndo pela sala. Vi-a prestes a dizer-me para ficar para trás, mas foda-se. Eu não terminei de escutar. Minhas mãos se estenderam na sua cintura estreita e eu a levantei e a joguei por cima do meu ombro. Ela riu quando eu a levei de volta para o quarto, mas no segundo que minha mão deslizou entre as suas pernas por trás, a respiração dela ficou presa e ela levantou um pouco a bunda para me dar melhor acesso. Isso era melhor. Muito melhor. Se isso era alguma indicação de como seria a vida de casado com Rimmel, então eu era o bastardo feliz.


RIMMEL Melhor noite de todas. E… Como se a memória de Romeo me propondo em casamento no meio de um jogo de futebol na televisão, literalmente me varrendo fora de meus pés, e depois fazendo amor comigo em uma cama literalmente de pétalas de rosas brancas repetidamente não fosse inesquecível por conta própria, havia este enorme diamante brilhando no meu dedo que me lembraria todos os dias para o resto da minha vida. Eu tinha estado olhando para o diamante por horas, não ficando cansada da maneira como ele brilhava. O centro do diamante era redondo e, francamente, muito grande e era cercado por diamantes menores. O conjunto era fino e simples, com mais diamantes brilhantes. Às vezes, quando eu olhava para ele, eu me perguntava como tal delicado conjunto poderia apoiar uma pedra tão grande. Com um suspiro feliz, eu me sentei e virei minha cabeça em direção a ele. Meu cabelo cheirava a rosas, por causa de todo o tempo que passamos rolando nas pétalas. A mão grande e quente de Romeo cobria a minha, e eu sorri. Nós pegamos um vôo de manhã cedo de volta para Maryland. A maioria dos Knights estava voando de volta para o estado hoje também, mas nós íamos para onde a equipe estava baseada. Nós íamos para casa. Romeo só tinha um dia “livre” por semana, e hoje era esse dia. Voltar para casa por um dia não era algo que ele fazia muito frequentemente, mas ele estava fazendo mais disso depois de tudo que aconteceu com Zach. Eu sabia que a viagem e o sono que ele não estava conseguindo iam alcançá-lo, e eu me preocupava com isso, mas dizer-lhe para não voltar para casa seria como dizer a ele para segurar a respiração durante vinte minutos. Não ia acontecer.


Ir para seus jogos fora de casa era algo que eu não fiz muitas vezes também, mas ultimamente, apenas parecia mais importante estar com ele, tanto quanto possível. Ultimamente, tinha sido ainda mais difícil estar separados. Nós todos mudamos muito no último um ano e meio. Mais do que eu realmente pensei possível. Nós crescemos, nos tornamos uma família ... Nós tínhamos aprendido o que era mais importante na vida. Esta seria na verdade a última viagem curta de Romeo para casa, porque sua primeira temporada na NFL estava quase terminada. Logo, seria a entressafra, e ele seria capaz de voltar para casa e ficar lá mais tempo do que alguns dias. Eu ansiava por esse dia ferozmente, mas eu ainda estava tão incrivelmente orgulhosa da maneira como ele jogou nesta temporada e o sucesso que ele tinha alcançado. Eu não podia esperar para ver o que a próxima temporada, e as que viriam depois, iriam realizar para ele. Poucos minutos depois, o táxi parou na nossa rua, e eu sorri. Eu sabia que Braeden e Ivy iriam se surpreender ao nos ver. Eles não esperavam que nós aparecêssemos tão cedo depois que ele propôs. Foi em parte por isso que nós nos arrastamos para fora do quarto de hotel opulento depois de ficar sem dormir e embarcamos em um avião. A outra parte foi porque, embora nenhum de nós dissesse em voz alta, ainda estávamos realmente preocupados sobre como ambos estavam. Não fazia muito tempo desde o acidente de carro de Ivy e a morte de Zach. Estar em casa era apenas o lugar que mais precisávamos estar agora. No segundo que o carro nos deixou na garagem, eu corri para a porta da frente, mexendo na minha bolsa para as chaves. Claro, eu deixei cair minha bolsa, e metade do conteúdo derramou por todo o alpendre. "O que está fazendo ?" Romeo perguntou, diversão clara em sua voz quando ele deu um passo para cima na varanda atrás de mim. "Você me conhece", eu respondi enquanto eu tentava recolher minhas coisas, que estavam espalhadas. "Graciosa como sempre." Seus grandes pés e as pernas cobertas por seu jeans apareceram diante de mim. Parei ao chegar em meu protetor labial e sorri um pouco por causa do déjà vu que eu estava experimentando.


Estiquei o pescoço e olhei para seu corpo longo, musculoso em cima de mim. Ele estava sorrindo, e eu poderia dizer pelo olhar em seus olhos que ele estava se lembrando do momento que nos conhecemos também. Ele se abaixou para me ajudar a pegar minhas coisas, e as nossas mãos escovaram juntas quando nós dois alcançamos o protetor labial. Fiz uma pausa e olhei para cima. Ainda estava lá. Essa sacudida de eletricidade, a onda de química certa para o meu coração. Mesmo agora que eu estava usando seu anel, ele ainda me afetava como no primeiro dia. Eu esperava que nunca mudasse. Mas, ao contrário daquele dia, ele não teve pressa para recolher tudo e ficar em pé. Em vez disso, Romeo caiu sobre sua bunda e me puxou para o seu colo. Minhas coisas ainda cobriam o concreto, e o ar estava frio e revigorante. Eu não notei nada disso. Tudo o que eu sentia era seu corpo grande, acolhedor sob o meu. "Eu deveria ter puxado você em meu colo naquele dia", ele murmurou, acariciando meu cabelo para fora do meu rosto. "Eu deveria ter olhado para seu rosto bonito e sabido o quão mal eu precisava de você." Puxei meus joelhos mais perto do meu peito, e Romeo envolveu os braços em volta de mim, me segurando perto. "Éramos de dois mundos diferentes", eu sussurrei. "Eu estava fora do seu alcance." "Não. Eu estava fora do seu. Mas nós criamos nosso próprio mundo, não é? Um mundo que eu não trocaria por nada." "Eu te amo", eu respondi suavemente. Ele gemeu e pressionou a testa contra a minha. "Você está me matando, Smalls." Eu sorri.


Ele me beijou como se não estivéssemos sentados em campo aberto, como se não estivesse abaixo de zero lá fora e nenhum de nós tivesse qualquer sono. Ele me beijou como se não tivesse beijado mil vezes antes, como se esta fosse a primeira vez. A única vez. Seus lábios eram cheios e macios. A maneira como ele se movia era preguiçosa. Tudo ao meu redor ficou nebuloso. Tudo dentro de mim desapareceu. Era só ele e eu. O passado, o presente, e o futuro giravam em torno de nós para criar um coquetel de promessa. Uma promessa que eu sabia que nós dois manteríamos. Quando ele finalmente se afastou, eu suspirei profundamente e me aconcheguei em seu peito. Seus lábios roçaram em cima da minha cabeça. "Suas mãos estão frias, querida." "Eu não percebi", murmurei. Em um movimento fluido, ele se levantou e me pôs em pé. Em poucos segundos, ele pegou meus pertences e abriu a porta com as chaves. Eu fui em frente. Ao ouvir o som baixo da TV, eu derrubei minha bolsa no chão e corri para a sala de família. A cabeça loira de Ivy espiou-se do sofá, e seus olhos se encheram de surpresa. "Rimmel!" A cabeça escura de Braeden ergueu, e ele se virou. Eu sorri para ele, e um enorme sorriso assumiu seu rosto com a barba por fazer. Ele deu um grito, levantou-se e saltou sobre as costas do sofá, afundou para baixo, e pegou-me para me girar ao redor. Eu ri. "Aí está a minha irmãzinha que se foi e ficou amarrada!" "Noiva, não casada," eu disse a ele, sorrindo. Ele parou de me girar, e eu recuei para olhar para ele. Seu sorriso torto era tão bonito, eu ri. "Você parece bem", disse ele, ríspido. "Feliz." "Eu estou." Ele fez um grande show de beijar-me alto e, um pouco de forma descuidada na bochecha antes de me apertar novamente e então finalmente me colocar para baixo. Ele se virou para Romeo, que estava de pé na porta, a diversão clara em seus olhos, e fez uma careta.


"Você", Braeden rosnou. "Você não sabe que você deve pedir uma bênção antes de ir dando anéis?" Romeo fez um som rude. "Eu tenho certeza que eu não preciso de sua bênção para me casar." "Essa é minha irmã." Romeo olhou para mim, e eu ri. Ele revirou os olhos e suspirou. "Braeden, você, por favor, me daria sua bênção - o cara que você conhece quase toda a sua vida e dez vezes mais tempo do que sua irmã - para se casar com a única mulher que amei?" Braeden não perdeu uma batida. "Eu não tenho certeza de que você é bom o suficiente para ela." Engoli em seco, e Romeo deu-lhe o dedo. Braeden gargalhou. "Bênção dada." "Minha vida está completa," Romeo murmurou. "Rimmel!" Ivy chamou de seu lugar no sofá. "Ignore essas cabeças ocas! Eu preciso ver aquele anel. Preciso de detalhes!" Ivy parecia pequena sentada no centro do sofá com um cobertor grosso empilhado sobre seu colo. Seu cabelo loiro estava puxado para cima em um coque bagunçado e seu rosto estava livre de maquiagem. Havia um curativo branco na testa, cobrindo os pontos ainda em sua cabeça, e seu pulso quebrado foi lançado e deitado em seu colo entre o cobertor. Ela parecia pálida e cansada. Mesmo que a maioria das contusões do acidente e sua luta com Zach haviam quase desaparecido, ela ainda parecia um pouco maltratada e desgastada por fora. Isso era realmente esperado. Ela passou por mometos difíceis nos últimos meses. Francamente, eu estava chocada que ela parecia tão bem quanto estava. Eu sorri para ela e me aproximei ao lado do sofá. Ela me entregou a caneca de café em sua mão livre, e eu a coloquei na mesa branca que tínhamos pintado juntas. Quando sua mão estava livre, ela fez um som impaciente e mexeu os dedos. Eu ri e estendi minha mão entre nós. Ela engasgou em voz alta. "Meu Deus! Isto é lindo! "


"Eu sei", eu ri. Braeden se inclinou sobre o encosto do sofá para olhar para o anel. "Meu homem tem bom gosto." Ivy estava cativa por ele, e ela virou minha mão para lá e para cá, vendo-o pegar a luz. "É perfeito para você." Ela sorriu e olhou para cima. " Eu assisti toda a proposta na TV!" "Elas vão começar a falar sobre o romance, flores e merda", disse Braeden a Romeo. "É mau o suficiente que eu estava sentado aqui assistindo o canal de moda com ela." "Hey", disse Ivy, com um pouco de dor em seu tom. "Você disse que você gostou." O rosto de Braeden suavizou e ele inclinou-se sobre o sofá para beijar o topo da cabeça dela. "Claro que sim, baby." "Nós vamos dar-lhe dois de um minuto para ser tudo o feminino e merda", disse Romeo e piscou para mim em seu caminho. "Quer um pouco de café, Smalls?" "Claro", respondi, e me sentei cautelosamente no sofá perto de Ivy. Eu estava com medo de empurrar demais seu corpo. Eu sabia que suas costelas quebradas ainda estavam realmente frágeis. Braeden roubou sua caneca a de Ivy de fora da mesa e seguiu Romeo para a cozinha. "Então..." Eu comecei imediatamente. "Como você está se sentindo?" Ivy fez uma careta. "Estou bem. Eu estou cansada de ser uma prisioneira neste sofá, porém." "O médico não disse que você poderia voltar às aulas?" Ela assentiu com a cabeça. "Sim, esta semana. Eu queria ir hoje, mas Braeden não aceitou." "Ele ainda não saiu do seu lado", refleti, pensando sobre que bom namorado Braeden se saiu. Eu sempre soube que ele seria. "Não, e ele é mandão como o inferno," Ivy resmungou. "Mas..." Sua voz se suavizou. "Eu realmente amo ele." "Estou tão feliz que vocês dois estão juntos."


"Eu também." Ela fez uma pausa, e um pouco de luz se apagou de seus olhos. "Quando eu penso sobre tudo. Eu quase perdi..." Eu coloquei minha mão sobre a dela. "Mas você não o fez. Você ainda está aqui. Então é B. Agora acabou." "Acabou?", ela sussurrou e bateu em seus olhos. A preocupação se arrastou até a volta do meu pescoço. Por que não teria acabado? Por que ela achava que não tinha? Antes que eu pudesse perguntar, ela abriu um grande sorriso e sentou-se um pouco mais reta, segurando seu lado enquanto ela se moveu. "Diga-me todos os detalhes. Cada um deles." Abri a boca, mas ela me cortou. "E eu sinto muito, eu não pude arrumar você para esse jogo. E se eu soubesse que ia ser o jogo, eu teria me arrastado para fora da cama e dito a Braeden para a merda quando ele disse que eu não poderia ir para a boutique." Eu ri. Isso teria sido divertido de assistir. "Está bem. Além disso, eu acho que é bastante apropriado que eu estava vestindo um moletom e calça jeans quando ele propôs. Esse é o meu verdadeiro eu, sabe?" Ela assentiu com a cabeça. "Sim, é, e você está certa. Está perfeito." Depois disso, ela me interrogou sobre cada detalhe, olhou para o meu anel, e começou a falar sobre todas as maneiras diferentes que poderíamos ter o nosso casamento. Nós ainda estávamos rindo sobre flores e vestidos quando os caras voltaram para a sala. Eu olhei para cima e encontrei os olhos de Romeo. Ele sorriu, e meu coração se encheu. "Rimmel!" Ivy disse e agarrou a minha mão. "Preste atenção. A cor é muito importante." Romeo piscou para mim antes de me virar de volta para sua palestra na seleção de cores para casamentos. Ela parecia mais revigorada do que quando nós entramos, cor em suas bochechas e um sorriso nos lábios. Braeden pareceu notar, também, e ele me deu um olhar agradecido de seu outro lado. É por isso que Romeo e eu viemos para casa.


É por isso que eu queria estar com a nossa família. Porque juntos nós éramos melhores. Juntos, poderíamos lidar com qualquer coisa.


CULPA, CONTUSOES... E SUCO DE LARANJA... (Conhecido Como Parte Um)


CAPITULO UM

Algumas vezes os ecos do passado se transformam em gritos. #BuzzBoss

B RAEDEN Dois meses depois O odor era pungente. Queimou minhas narinas, e eu podia sentir os tentáculos amargos no ar todo o caminho em meus pulmões, onde ele me encheu e criou uma sensação de queimação no peito. Mesmo através dos sons distintos de metal gemendo, o gotejamento alto, rápido, da gasolina cheirando horrível, e o ronronar suave do motor do Hellcat a várias jardas de distância, era o silêncio que era o mais barulhento. A ausência dela. A sua voz. As suas lutas. A sua vida. Pisquei fora a desfocagem na minha visão, desejando longe a ânsia intensa de pânico e a súbita umidade enchendo meus olhos.


"Ivy!", gritei, correndo em torno dos destroços, ignorando o fato de que meu pé pisou bem no meio de uma poça e meu sapato aspirou o líquido como uma esponja. Cada célula do meu corpo inteiro estava focado em uma coisa. A mulher que eu amava. A razão pela qual meu coração ainda batia. Ela não respondeu, mesmo quando eu pedi-lhe, quando eu implorei. Eu gritei para o céu, como se deixando escapar um aviso para os céus que se ela estivesse morta, não haveria um inferno para pagar. Apenas as estrelas piscaram para mim, fazendo-me pensar nela. Fazendo-me sufocar ainda mais lágrimas e medo. O ligeiro aperto de seus dedos não foi sequer suficiente para me assegurar que ela ainda estava viva. Podia ser um truque, mais um jogo de mente doente de Zach. Maldito Zach. Eu me empurrei para o chão e para a janela quebrada. Picadas afiadas de vidro de corte em meus braços, me esfaquearam no estômago, como se me avisando para voltar atrás. Eu não poderia ir embora daqui. Não sem ela. Ela estava receptiva quando eu vi pela primeira vez o seu corpo golpeado dentro do carro, mas pelo tempo que eu a puxei para fora, ela não estava. Corri para longe do amontoado de metal, meus pulmões e o peito apertados e apreensão do cheiro forte de gasolina. Eu a coloquei no chão. Ela estava tão ensanguentada. Tão pálida. Tão parada. Suas pálpebras pareciam roxas contra o resto do seu rosto fantasmagórico, e seus lábios... Eles estavam azuis. "Ivy!" Entrei em pânico. "Baby!"


Nada. Completo terror me agarrou como garras geladas, afiadas. Minha mão disparou e agarrou seu queixo e puxou o rosto para o meu. "Abra os olhos agora!" Eu exigi. Ela não o fez. Eu apertei o queixo até que meus dedos doeram, mas nem isso a fez acordar. Ela estava muito pálida, muito parada... muito azul. "Nããão!" Eu gritei, minha voz rouca de emoção e me esgotei em derrota. Ela estava morta. Ivy estava morta, e eu estava aqui... sozinho.


CAPITULO DOIS #Fetiche Odaxelagnia: excitação em morder #MeMorda ...BuzzBoss

I VY Estava acontecendo novamente. Eu sabia disso antes mesmo que ele começasse a se mover. A tensão enrolou em seu corpo, a maneira como seus dedos agarraram os cobertores com tanta força que era uma maravilha que eles não estavam divididos em dois. Eu entrei em sintonia com dormir com alguém que era assombrado por pesadelos. Eu entrei em sintonia em ler todas as coisas que Braeden nunca disse. Havia muito. Um monte de tortura. Muita dor. Um monte de medo. Quando ele começou a se debater, eu me movi por instinto. Não longe dele, porém, em direção a ele.


Mesmo durante uma noite de terror, quando ele estava claramente fora de sua mente, eu não tinha medo dele. Eu nunca teria medo dele. Eu o amava muito para isso. Eu não pensei duas vezes quando eu estendi a mão para as mãos dele. A força de granito delas debaixo da minhas palmas das mãos não me perturbaram nem um pouco. "Braeden", eu sussurrei em voz alta. "Está tudo bem." "Não", ele meio que gemeu, meio soluçando. O som rasgou o meu coração. Ele fez o tempo todo. Eu apertei meu abraço, mas ele começou a lutar contra ele, contra mim. Eu fui arremessada para fora, meu corpo pego pelo colchão e um travesseiro derrapou para o lado e aterrissou no chão. Prada desembaraçou-se dos lençóis e olhou para mim com os olhos arregalados. "Está tudo bem, menina bonita," eu cantei em voz baixa. Ela olhou para Braeden no mesmo momento em que ele estendeu seu braço. Ela saltou da cama e foi para sua cama de cão no canto. "Não me deixe", ele soluçou. O som gutural, a dor pura nessas palavras era uma faca para o meu coração. Eu congelei, momentaneamente atordoada pela dor e tormento em sua voz. Foi a primeira vez que ele disse isso durante um pesadelo. Mas este foi ainda mais longo. Geralmente eu poderia acabar com a pior de sua preocupação com um toque ou a minha voz. Normalmente, os olhos jorrariam abertos, desfocados e obscuros, e me encontrariam. Hoje à noite, ele estava perdido demais para isso. Ele bateu novamente, e eu abaixei fora do caminho, evitando por pouco ser empurrada para fora da cama. Eu pensei em gritar por Romeo, preocupada que talvez eu não tivesse a força para dominá-lo. Eu não tinha, não realmente. Não a força física de qualquer maneira. Mas eu tinha um outro tipo de força que superava os músculos. E eu não chamaria por Romeo quando era de mim que Braeden mais precisava.


Eu me movi rápido, abrangendo os quadris e pressionando meu corpo sobre ele. O meu peso sentada nele fez uma pausa na luta. "Braeden", eu disse, firme. Ambas as mãos pegaram meus pulsos e apertaram. Ele apertou com tanta força que doeu, mas eu não disse nada e não recuei. Eu queria pressionar minhas mãos em seus ombros e prendê-lo para baixo completamente, mas eu não podia desengatar de suas garras. "Braeden James, olhe para mim," eu exigi. Seus olhos se abriram. Meu coração se partiu. Lágrimas nadaram em sua superfície. Emoção real, crua. Ele olhou para cima, a realidade bateu de volta em seu mundo quando uma única lágrima de caiu do canto dos olhos e se arrastou para o lado de seu rosto. Dentro do meu peito, as batidas do meu coração abrandaram para um baque pesado. Eu acho que a maioria das pessoas quer encontrar um amor que é tão forte que nada pode quebrá-lo. Eu acho que a maioria das pessoas fantasia sobre tornar-se todo o universo de alguém. A sensação é quase como uma droga. Mas, como qualquer medicamento, há efeitos colaterais para um amor tão inflexível. Dor. Fraqueza. Medo. Eu nunca tinha visto Braeden chorar. Até agora. Até o pesadelo recorrente de mim morrendo em seus braços ganhar sua primeira rodada. Eu queria tanto limpar aquela lágrima de distância. Seu aperto era ainda tão apertado, quase insuportável, mas eu agi como se eu nem sequer notei. Inclinei-me perto de seu rosto.


"Eu estou aqui, meu amor", eu sussurrei, suave. "Eu estou bem aqui. Quente e respirando." Eu não sabia exatamente o que ele sonhava quase todas as noites. Ele nunca iria admitir os detalhes. Mas eu sabia que era sempre sobre o acidente de carro na noite em que Zach morreu. Eu sabia que, nele, eu era sempre aquela que morria. Seu aperto cedeu, e eu tomei seu rosto em minhas mãos depois de escovar na umidade em suas bochechas. Eu não poderia sequer dizer o que era para mim ver um homem tão forte chorar. "Eu estou aqui com você, B. Exatamente onde eu pertenço." "Ivy." Sua voz estava rouca, como se ele estivesse em perigo de perdêla. Eu balancei a cabeça, e alguns longos fios de cabelo sedoso caíram sobre meus ombros e balançaram entre nós. Um dos fios arrastou no seu peito, e ele suspirou. Eu o usava em linha reta e muito longo estes dias. Era um monte de trabalho extra, mas eu achei que a maneira como ele escovava contra ele como uma carícia tranquila durante a noite o acalmava de uma maneira que minhas palavras não podiam. Fiel aos meus pensamentos, seus dedos encontraram os fios e ele cuidadosamente embrulhou sua mão ao redor deles. Um suspiro de alívio encheu o espaço entre nós, mas eu sabia que não ia ser suficiente. Não essa noite. Eu ainda vi em seus olhos. O vazio. O horror. A escuridão que ele tentou muito manter escondido. "Você está aqui", ele murmurou, endurecendo seu aperto no meu cabelo. Eu balancei a cabeça e acariciei seu rosto. "Eu te amo, Braeden." Ele fez um som profundo no peito. A desconfiança em seu olhar ferido. Não porque ele não tinha certeza se neste momento eram reais ou apenas um outro sonho, mas apenas o fato de que ele tinha que saber.


Ele estava torturado. Eu subi e desembaraçei uma de suas mãos e coloquei-a contra meu peito. "Sente isso?", eu sussurrei. Ele assentiu. "Veja, eu estou viva. Você me salvou. Está tudo bem." Sua mão se contraiu contra o meu peito, e seus olhos derretidos se alargaram. De repente, o medo no quarto tornou-se desespero. Cedi, instantaneamente. Depois do que aconteceu, eu estava me sentindo um pouco desesperada, também. Sua capacidade de se mover rápido sempre me surpreendeu. Antes que eu soubesse o que estava acontecendo, ele estava em cima de mim, seu corpo pesado, úmido de suor me pressionando contra o colchão. Apoiou as mãos em cada lado da minha cabeça. O olhar em seus olhos era feroz. Eu abri minhas pernas. Suas narinas se alargaram, e, em seguida, de um só golpe duro, rápido, ele mergulhou no meu corpo. Eu gritei, não porque doía, mas porque ele foi tão repentino e ele estava tão incrivelmente duro. Ele normalmente não me penetrava desta maneira. Apesar de eu lhe dizer repetidamente que eu poderia lidar com isso, Braeden ainda era muito cuidadoso comigo. Meu grito deve ter quebrado um pouco de qualquer emoção na qual ele estava perdido, porque seu corpo ficou tenso e ele olhou para mim. Eu não lhe dei a oportunidade de pensar. Inclinei meus quadris para cima, forçando-o mais para dentro. E, simplesmente assim, ele se perdeu novamente. O pouco de clareza deixou seu olhar e seus olhos se fecharam. Seu rosto era tanto uma máscara de dor e temor quando ele começou a se mover. As minhas paredes internas pareciam apertadas em comparação ao o seu comprimento latejante, sólido. Era quase como se ele tivesse aumentado ou eu tinha diminuído desde que nós fizemos amor por último. Mas esta noite era diferente.


Hoje à noite, Braeden precisava de algo de mim, algo que ele nunca pediu. E embora meu coração sentiu ferido por ele, eu também estava estranhamente encantada. Esta era apenas uma outra maneira que ele estava se abrindo para mim. Um outro lado dele que ele estava finalmente me deixando ver. Quase todo o nosso relacionamento, Braeden foi nada além de forte. Nada além de inflexivelmente protetor, quase impenetrável. E mesmo que agora era seu pau de aço, literalmente, batendo em minha entrada, não era eu que estava sendo penetrada. Era ele. Eu estava finalmente chegando naquele seu lado muito secreto, muito desconhecido. O lado onde os seu mais profundos sentimentos permaneciam. O lugar que B, ele mesmo, provavelmente nunca reconheceu. Acima de mim, seu corpo tremeu violentamente. Eu senti o tremor em seus braços enquanto seu pênis me espetou mais e acabou. Ele foi qualquer coisa, menos gentil; hoje à noite ele foi ganancioso e áspero. Quando sua mão empunhou meu cabelo, eu me permiti ser empurrada para cima, minha cabeça deixando os travesseiros para que ele pudesse assaltar a minha boca com a dele. Nossos dentes rangeram juntos, mas nenhum de nós se afastou. Este lado de Braeden era viciante. Eu o beijei de volta, atendendo suas exigências - mantendo-me com elas até - sem fazer qualquer uma minha. Eu queria que ele tivesse tudo. Eu queria que ele pegasse tudo. Ele rasgou sua boca longe e rosnou – um som mais animalesco do que humano - e ele enterrou seu rosto no lado do meu pescoço. Ele colocou um braço debaixo de mim, achatando a palma da sua mão por baixo da minha bunda e empurrando meus quadris para cima, assim eu estava inclinada ainda mais perto contra ele. Eu choraminguei quando ele atingiu um ponto que enviou arrepios correndo pela minha espinha.


Seus dentes rasparam sobre minha clavícula enquanto o outro braço arremessou para fora. Eu o senti pegar o topo da cabeceira da cama, apoiando-se contra a armação da cama. Com o ângulo do meu corpo e sua nova alavancagem, ele empurrou tão fundo que eu sentia a ponta da sua cabeça inchada e pulsante na entrada do meu ventre. Abri a boca, mas não saiu nenhum som. Eu não conseguia respirar. Não conseguia pensar. Ele nunca tinha estado tão profundo. E aquele ponto ele tinha batido apenas momentos atrás? Seu pênis estava agora pressionado contra ele, esfregando enquanto empurrava tão profundo quanto um homem poderia ir dentro de uma mulher. Um som gutural deixou seus lábios, e ele começou a puxar um pouco para trás. Eu serpenteei meus braços em torno de suas costas e o mantive onde ele estava. Um orgasmo estava construindo dentro de mim, me provocando com a doce promessa de felicidade. Era quase doloroso o quão forte era a minha necessidade de liberar. Algo no fundo da minha mente sussurrou que eu deveria deixá-lo puxar para fora um pouco. Mas, em seguida, o resto de mim, a prostituta que queria prazer insano, disse àquela parte de mim para fechar. Eu sabia que quando eu caísse, seria o mais poderoso clímax que eu já tinha conhecido. As paredes do meu núcleo estavam flexionando tão firmemente em torno dele que eu me perguntava se ele podia sentir. Como se para responder a minha pergunta não formulada, a mão que segurava a minha bunda no lugar apertou. Sua palma preencheu com a minha carne, e ele empurrou profundo com um grito rouco. Eu fiz um som e me agarrei a ele, segurando-o firmemente enquanto um orgasmo me rasgava ao meio. Eu não sabia que eu estava mordendo-o até que, junto à minha orelha, ele disse: "É isso aí, baby. Use os dentes." Ainda completamente no meio de um orgasmo devastador, meus dentes se afundaram mais longe em seu ombro.


Ele rosnou, e eu literalmente senti seu pênis bombeando sua libertação. Eu solucei, enquanto meu corpo o ordenhava, exigindo a última gota que ele tinha para dar. Mesmo depois de seus músculos relaxados, ele ainda estava duro. Caí contra a cama, envergonhada que lágrimas corriam pelos meus olhos. Emoção tão rápida e forte corria em meu peito; era tudo que eu podia fazer para não chorar. Que diabos de tipo de mulher chorava depois do sexo? O tipo de mulher que teve sexo poderoso, de arrebentar barreiras. Eu apertei meus olhos fechados enquanto ele se movia dentro de mim, alguns golpes mais longos que pareciam como uma massagem pecaminosa depois de um dia duro de trabalho. Quando ele puxou e desabou ao meu lado, eu não podia me mover. Eu sabia que precisava me limpar, mas eu simplesmente não me importei. Nesse momento, sentir a evidência da sua libertação contra as minhas coxas era tão gratificante. Era a garantia de que Braeden tinha tudo o que ele precisava de mim. "Ivy", ele respirou e estendeu a mão para mim. Eu me aconcheguei ao seu lado, e seu braço prendeu ao meu redor. Seus lábios roçaram meu cabelo em uma suave carícia, e, em seguida, dentro de segundos, sua respiração se aprofundou, e o sono o reivindicou mais uma vez.


CAPITULO TRES #OndeEstáRomeo É baixa temporada na NFL, senhoras. Isto significa que #24 está de volta à cidade. Mantenham seus olhos abertos. Vocês poderão vê-lo no campus. ...BuzzBoss

R OMEO Sair da cama era uma droga. Especialmente quando era cedo, frio lá fora, e o traseiro sexy da minha mulher estava pressionado contra mim, nu. Eu pensei em lentamente acordá-la, provocando suas dobra abertas com meus lábios, e penetrá-la com a minha língua até que ela estivesse encharcada, a respiração pesada, e pronta para meu pau. Sim, a ideia tinha mérito. Ok, aquela era a melhor ideia que eu já tive. Mas eu me segurei. Desde que eu tinha colocado o anel no dedo dela e vim para casa para a baixa temporada, eu tinha estado sobre ela como amarelo em um táxi. Ela nunca reclamou. Inferno, metade do tempo, ela começava. Na verdade, eu não planejava dar-lhe muito descanso também, mas esta manhã eu faria. Ela estava dormindo tão profundamente quando eu saí por baixo dela, eu sabia que deixá-la descansar era a melhor coisa.


Mas não havia pausas para mim. Vesti uns calções de treino e fui para o ginásio, empurrando a porta ao redor, mas não trancando. Fechá-la todo o caminho só resultava em Murphy sentado fora e miando como se ele estivesse sendo torturado. A última vez que fiz isso, ele acordou Rimmel, e ela veio estourando para o quarto sem seus óculos, sem calças e o cabelo selvagem, pensando que havia alguma emergência. Tinha sido engraçado como o inferno. No entanto, ela não pensou assim. Então agora eu deixava a porta aberta um pouco para que Murphy pudesse satisfazer a sua curiosidade, olhando aqui dentro e em seguida, desaparecendo. Eu comecei com alguns exercícios de relaxamento com luz e, em seguida, empurrei uns fones de ouvido em meus ouvidos e puxei uma mistura em execução no meu telefone. A baixa temporada era a época para os jogadores deixarem seus corpos se curarem do abuso constante em que eles eram colocados durante a temporada de futebol. Foi-nos dito para não treinar muito difícil ou muito por muito tempo, que o nosso corpo precisava de tempo para se recuperar, assim como nossas mentes. Eu ainda treinava quase todos os dias. Eu não estava prestes a perder algum do condicionamento no qual eu tinha trabalhado nos últimos anos. Meu braço estava de volta com plena força, e eu terminei a temporada muito forte. Tão forte que eu tinha um outro contrato de três anos já assinado. E maldição, o dinheiro era porra doce. Se eu tinha pensado que um milhão tinha sido muito para a minha primeira temporada... bem, o número que eu estava recebendo agora fazia aquilo parecer, literalmente, como mudança encontrada nas almofadas do sofá. Eu sabia que Rim não se importava, mas eu com certeza gostava de saber que eu poderia tomar conta dela do jeito que eu queria. Meu pai alinhou uma reunião com um contador e consultor financeiro, e nós íamos nos encontrar com ele na próxima semana para que


eu pudesse criar algumas contas e coisas para me certificar de que eu tinha tudo no lugar do jeito que precisava ser. Pai também estava elaborando um testamento para mim para garantir que tudo fosse para o nome de Rim se algo me acontecesse. Eu não gostava de pensar como um adulto. Parecia um conceito estranho. Eu prefiria brincar fora com B e jogar bola. Mas eu era um adulto agora. Não foi apenas a idade que me fez qualquer um. Foi a experiência. Tudo o que nós tínhamos passado. Eu tinha uma esposa para pensar. Não, tecnicamente, Rimmel e eu ainda não éramos casados, mas no segundo em que eu coloquei o anel em seu dedo, ela se tornou minha esposa para mim. Não era um sentimento que eu planejava combater. Ela era ele. Meu coração sabia. Isso é tudo o que importava. A quantidade de dinheiro que vinha para mim era uma loucura. Eu precisava de alguma ajuda sobre como lidar com tudo isso. Certo, minha família sempre foi bem fora. Nunca me faltou nada, mas até mesmo os meus pais não tinham o tanto de dinheiro que eu fiz agora. Eu não estava prestes a explodir tudo na merda estúpida. Se fosse inteligente, poderíamos viver com o que eu estava fazendo para o resto de nossas vidas. Pensar no futuro era algo que eu estava fazendo um monte recentemente. Eu tinha tudo o que eu queria agora. Era tudo muito fodidamente perfeito. Eu sabia quão facilmente isso poderia mudar. Não tinha sido um caminho fácil para chegar a este ponto, e como basicamente o chefe desta família, aquela era a minha responsabilidade, certificar-me de que se a merda fosse para o sul, nós todos seríamos cuidados. Mas, por agora, tudo estava bem. O material que importava de qualquer maneira. Claro, pode haver algum drama crescendo com os Cavaleiros. Nada que eu não poderia lidar. Eu não estava prestes a participar disto, mas eu ia ficar de olho.


Apenas uma outra razão para colocar talvez um pouco de pressão sobre Gamble para assinar logo com B. Estava nos trabalhos; tivemos uma reunião com o papai mais tarde hoje. Nós= eu + B. Seria bom ter o meu melhor amigo no campo comigo novamente. E ainda melhor ter alguém que eu confiava plenamente para assistir minhas costas. Não que eu me sentisse ameaçado. Ainda. Se o passado me ensinou uma coisa, porém, era apenas porque algo não parecia ameaçador a princípio, isso não significava que não fosse. Cof cof, * Zach * cof, cof. Eu aumentei a velocidade na esteira um pouco para ir com mais força, empurrei os pensamentos da minha cabeça, e foquei na corrida. Quando terminei, eu bati os pesos até que a minha nuca arrepiou com sensibilização e eu sabia que não estava sozinho. Ela estava se virando para apressar-se fora quando eu a peguei com o canto do meu olho. Eu entrei em alerta imediatamente, porque eu sabia que se ela estava rondando tão cedo na porta onde somente eu estava, ela precisava de mim. Eu me lembrei do grito que eu ouvi esta manhã, mas depois foi seguido de silêncio. Eu tive um sentimento afundando de que o que quer que ela estava prestes a me dizer ia ameaçar o "bom" para o qual a nossa família estava finalmente voltando.


CAPITULO QUATRO #Citação Nós não tememos o desconhecido. Nós tememos o que nós achamos que sabemos sobre o desconhecido. - Teal Swan ...BuzzBoss

B RAEDEN Estendi a mão para ela. Ela não estava lá. Todos os vestígios de sono e conforto explodiram como um balão atingido com um dardo. Eu empurrei para cima, piscando, tentando assimilar os meus arredores. O quarto estava escuro, mas a luz do dia empurrou as bordas das cortinas. Os pijamas de Ivy (minha camisa) estavam enrolados sobre o canto da cama, e o cheiro dela permanecia no quarto. Olhei para o relógio, notando que eu tinha algumas horas antes das aulas. Eu aprendi há muito tempo a não ter aulas muito cedo pela manhã. Essa merda era para as pessoas que não valorizam o sono. Os cobertores estavam emaranhados ao meu redor como se eu tivesse estado jogando e virando, e demorou um segundo para sair da cama sem cair e arrebentar minha bunda. Uma vez que eu estava livre, peguei algumas roupas da cômoda e atravessei o corredor completamente nu.


No meu caminho, eu ouvi Prada latindo para Ivy no térreo, e sua risada luminosa filtrou até a escada. O canto da minha boca inclinou-se enquanto eu continuei para o chuveiro. Eu fiquei sob o jato quente por longos minutos, apenas deixando a água me atingir enquanto eu tentava apagar o pior do esgotamento do meu cérebro. Eu não estava dormindo bem. Não ultimamente. Um cara poderia pensar que alguns meses depois da merda bater no ventilador e finalmente se acalmar de volta para baixo, que ele estaria dormindo melhor do que nunca. Esse não foi o caso. Ao contrário, uma boa noite de sono parecia cada vez mais difícil de alcançar. Antes, tinha sido sobre Ivy. Sobre certificar-me de que ela era a cura. Todos os ferimentos que ela sofreu durante esse acidente com ele levara semanas e semanas para curar. Seu estado mental era precário também. Fiquei muito orgulhoso quando ela anunciou que estava indo para a terapia e, em seguida, ergueu o queixo como se ela desafiaria qualquer brincadeira que eu fizesse sobre um psiquiatra principal. Inferno. Eu não fiz nenhuma piada. Ao contrário, eu me apaixonei por ela um pouco mais porque ela estava disposta a admitir que ela precisava de alguma ajuda para lidar. Acontece que falar com um profissional - e ouso dizer alguém que não queria socar uma janela cada vez que ela precisava trabalhar através do que aquele filho da puta a fez passar - realmente a ajudou. Assim o tempo passou. Rome e Rim ficaram noivos. Sua primeira temporada na NFL terminou e ele voltou para casa para o período de baixa temporada. Um novo semestre começou na Alpha U, e Drew se mudou para o quarto de hóspedes permanentemente. E a melhor parte sobre tudo era que Zach não estava lá fora à espreita e conspirando para ferir alguém que eu amava. Ele se foi. Morto. Queimou até a morte.


Ele não poderia machucar mais a minha família. Mas ele estava me assombrando. Toda aquela noite me assombrava. Eu não conseguia afastar o medo de quase perder Ivy para sempre. Eu era um cara diferente desde então, como se um interruptor dentro de mim se lançou e não havia maneira de lançá-lo de volta. Peguei o sabonete e me esfreguei limpo, em seguida, deixei a espuma me lavar enquanto eu lavei o cabelo. O pesadelo na noite passada tinha sido o pior. Mesmo que um pouco estivesse nebuloso, lembrei-me do medo de entorpecimento mental de Ivy estar morta. Eu nunca tinha sido um cara com medo. Eu não tinha medo da vida ou qualquer coisa que jogou em mim. Mas agora... agora eu estava com medo de alguma coisa. Da morte. Da perda. Do que eu tinha feito. Enfiei a cabeça debaixo do spray e esfreguei-a vigorosamente. A água quente era boa, afrouxando meus músculos tensos. Eu queria Ivy. Eu queria ver seu rosto e sentir a suavidade de seu cabelo. Fez-me sentir fraco precisar tanto de outra pessoa, mas eu não podia evitar. Eu precisava dela. Parecia que eu precisava dela agora mais do que nunca. Não que eu diria isso em voz alta. Ela já sabe... O pensamento me atraiu até breve. Ontem à noite repetiu na minha mente como um filme. Um filme quente, erótico. De mim acordando, sentindo-me desesperado e perdido. Ela estava em cima de mim, oferecendo calor e conforto. Se alguém poderia me trazer de volta a partir da borda, seria ela. Ela ofereceu-se para mim, e eu tinha tomado tudo. Porra.


Eu não tinha sido gentil. Ao contrário, eu tinha sido um idiota. Foi por isso que ela não estava na cama de manhã? Será que eu a feri sem perceber? Eu desliguei a água abruptamente e peguei uma toalha. A maneira como me comportei ontem à noite foi in-foda-aceitável. Eu sabia melhor do que essa merda. Ivy merecia melhor. Eu tinha que fazer isso direito.


CAPITULO CINCO #AvisoDeCabeçaParaBaixo Se você consegue ler isso, então você é fodidamente incrível. #IstoÉUmTeste. ...BuzzBoss

I VY Eu não conseguia dormir. Mesmo que fosse algumas horas antes que eu precisasse estar acordada e a força do corpo quente, sólido de Braeden ao lado do meu fosse inebriante, o sono era ilusório. Fiquei ali por um tempo, feliz só para estar ao lado dele - isto é, até que percebi que podia haver uma razão pela qual eu não conseguia dormir. Uma vez que eu permiti o pensamento espaçar na minha cabeça, eu sabia que seria inútil. O som de Romeo treinando no ginásio no final do corredor foi como um farol. Eu nem sequer percebi o que eu estava fazendo até que eu estava pairando na porta parcialmente aberta enquanto ele golpeava um conjunto de halteres com seu músculo. Quer um pouco de honestidade gritante? Romeo me intimidava. Pronto. Falei.


Sim. Sim, Romeo e eu tínhamos nos aproximado, e sim, havia esse entendimento tácito entre nós. Ele até me chamou de sua irmã, ele e B eram praticamente irmãos, e eu pensava nele como minha família. Mas mesmo assim. Romeo e eu éramos muito parecidos em alguns aspectos. Mais do que qualquer outra pessoa na casa. Além do fato de que nós dois éramos loiros devastadores (ha-ha, eu tinha que colocar isso aqui), nós dois sabíamos como era ser pego em um círculo social - um status “quo”, se você quiser. Em um ponto, ambos, Romeo e eu tínhamos sido vítimas prontas (ouso dizer, participantes) na que era a hierarquia social da Alfa U. Romeo era descontraído, charmoso, e o menino de ouro de todo mundo. Ele agia como se fosse natural, e eu sabia que muito daquilo era. Mas não tudo. Não era possível. Um cara como ele (com um passado de família sólida e valores) não ascendeu literalmente à fama no campus da noite para o dia e se tornou o rei de tudo, sem sentir a pressão. Ele teve que viver de acordo com tudo. Ele teve que ser o jogador por quem todos torciam. O sedutor por quem cada menina desmaiava. E o vilão ainda suficientemente bom para que ele pudesse ainda jogar na equipe. Romeo podia não saber, mas eu entendia o ato de equilíbrio que ele provavelmente fez malabarismos nos últimos anos. Claro, não era tão prevalente em sua vida agora, não desde que Rimmel tropeçou (literalmente) em sua vida e mudou tudo. Ele não se importava com status tanto quanto - mas ainda estava lá – eu sabia que ele ainda sentia a pressão. Talvez mais agora que sua vida estava tão mudada. Por isso, uma das razões pelas quais ele estava golpeando os pesos neste exato momento. E eu? Assim como ele, eu vim para Alpha U livre pela primeira vez em toda a minha vida. Livre de meus irmãos super protetores. Livre dos olhos vigilantes dos meus pais, avós, e a grande estendida família. Eu não tinha percebido isso na época, mas a minha liberdade não durou muito tempo porque eu me tornei uma escrava para a corrida do status. Eu me tornei a menina que todos achavam que eu era. Aquela que as pessoas pareciam querer que eu fosse.


Aquilo me fez machucada, violada e traída. Assim como Romeo. Eu o assisti por um segundo a mais. Ele não estava usando uma camisa, e sua pele lisa estava brilhante com o suor do treino punição que estava infligindo a si mesmo. Droga. Isso me fez sentir mal por pensar em um donut no café da manhã. Eu treinava, mas o que ele estava fazendo fez o que eu normalmente fazia parecer como uma soneca no jardim de infância. Seus músculos ondularam quando ele levantou. Seus bíceps incharam com cada série que ele completou. Mas, além das séries, ele estava fazendo agachamentos enquanto estava em alguma bolha semicírculo que tornava difícil para equilibrar. Eu sabia que ele já tinha estado na esteira. Eu tinha escutado o constante zumbido apenas um pouco atrás. O cós da cueca estava úmido, a cor vermelha mais escura ao redor do topo do que o resto do tecido. Eu sabia que era porque ele tinha suado muito, e quando ele se moveu, eu não pude evitar de notar os músculos em suas costas. De repente, eu me perguntei por que eu estava aqui. O que me possuía para entrar na porta enquanto ele estava treinando? Virei-me para correr de volta para o meu quarto, mas sua voz me parou. "Você vai entrar ou ficar aí e assistir?" Eu congelei como se tivesse sido pega fazendo algo ilegal. Como ele sabia que eu estava lá? Ele estava de costas para mim. Eu balancei de volta com um sorriso tímido nos lábios. "Desculpe, eu-” Ele olhou por cima do ombro, parando nos agachamentos e levantamentos, e piscou. Endireitando-se, girou para a prateleira de pesos e colocou para baixo os que ele estava segurando. Eu ainda estava na porta quando ele agarrou-se a água e derramou metade dela em sua garganta. "Qual é o problema, Ivy?", ele perguntou, seu tom sabendo.


"Estou preocupada com Braeden," eu soltei. Senti meus olhos se arregalarem, surpresa até mesmo por minha próprias palavras, embora eu não sei por quê. Eu estava preocupada. Tão preocupada que eu não conseguia dormir. "E eu só estava pensando... e acabei por aqui", acrescentei, um pouco confusa. Os olhos de Romeo, que tinham diminuído quando falei primeiro, suavizaram agora e um pequeno sorriso jogou em seus lábios. "Você pode falar comigo a qualquer momento." Eu balancei a cabeça e caminhei mais para dentro da sala. Agora que eu admiti em voz alta (e para mim mesma) que eu precisava falar, parecia apenas natural que era Romeo para quem eu vim. Parecia completamente normal a própria força que me intimidava fosse o que me atraiu nesta manhã. Ele agarrou uma toalha nas proximidades e a usou para limpar um pouco do suor no rosto e no peito. Antes de ter caído por Braeden, teria sido natural verificar Romeo, especialmente quando ele estava em pé na minha frente meio vestido. Quero dizer, honestamente, eu costumava checá-lo o tempo todo, quando ele estava completamente vestido e caminhando em torno do campus. Agora aquilo parecia errado. Claro, Romeo tinha um corpo incrível. Mas ele era família, e ele não era Braeden. "O que está acontecendo com B?", ele perguntou quando eu não disse nada. Eu hesitei, perguntando-me o que dizer, querendo saber se B ficaria chateado quando ele descobrisse que eu tinha até Romeo sobre seus sonhos. "Você está com medo de mim, Ivy?" A pergunta de Romeo cortou o meu debate interno. "O quê?" Engoli em seco. Ele me deu um olhar compreensivo. "Você parece meio com medo de estar aqui agora."


Senti meus ombros caírem. Eu estava agindo ridícula. Por que eu sentia tanto medo de falar com ele? Por que eu estava tão intimidada por ele? Romeo não tinha sido nada além de bom para mim. Grande, mesmo. Claramente, no fundo, eu sabia que podia ir falar com ele porque eu estava aqui... então por que eu estava tendo um momento tão difícil em me abrir? "Braeden vai ficar com muita raiva se ele descobrir que eu vim para você." Romeo pareceu pensar sobre minhas palavras. Em seguida, ele caiu em um banco de peso nas proximidades. "Eu não acho que isso é sobre B." Comecei a dizer-lhe que isso era sim sobre B, mas ele levantou a mão. "Eu não quero dizer sobre o que você quer falar. Quero dizer a razão para isso. Você precisa falar com alguém sobre B e sobre o que está acontecendo dentro de você. E eu acho que você sabe que eu sou o cara para essa conversa." Eu balancei a cabeça. "É só... nós realmente nunca falamos desse jeito..." Minhas palavras desapareceram. Ele inclinou a cabeça para o lado. "Talvez não. Mas acho que você e eu tivemos muitas conversas sem dizer nada. " Lembrei-me das vezes que poderia ter certeza de que eu estava bem para ir para casa depois de uma festa, sobre como ele me media com seu olhar, e eu gostaria de deixá-lo ver que eu estava realmente mais sóbria do que a maioria percebia. Pensei sobre a noite em que ele entrou no meu quarto e me segurou depois de um pesadelo, como ele apenas disse duas palavras para mim, mas sua presença era mais do que suficiente. Lembreime de como ele se sentou ao meu lado no hospital depois daquele acidente de carro que matou Zach. Nós tínhamos sido apenas nós dois no quarto, Romeo finalmente tendo persuadido B para tomar um banho. Nós não tínhamos falado sobre o que aconteceu naquela noite. Mas ele segurou minha mão, e eu chorei lágrimas silenciosas. Eu me senti melhor depois daquele choro. De certa forma, as palavras de Romeo não eram necessárias. Ele sabia como estar lá para uma menina sem elas.


Ele estava certo. Isto era sobre mim. Sobre minha necessidade de dizer o que estava acontecendo, porque desta vez ele não seria capaz de vêlo. "Ele está tendo pesadelos", eu sussurrei. "É esse o som que eu ouvi vindo do fundo do corredor esta manhã?", ele perguntou, preocupado. Meus olhos estalaram até os dele. O que ele tinha ouvido? Oh Deus, se ele tivesse nos ouvido ter relações sexuais? Braeden foi áspero, e nós provavelmente não tínhamos sido tranquilos. "Ele gritou em seu sono." Eu minimizei. Romeo assentiu. "Sim, deve ser o que eu ouvi, mas depois ficou quieto, então eu imaginei que não era nada." Então ele não tinha ouvido. Graças a Deus. "Ele está tendo muitos deles, na verdade. O desta manhã... foi o pior até agora. Eu quase gritei por voce." Senti sua atenção nítida. Preocupação obscureceu seus olhos. "Mas você não fez." Eu balancei minha cabeça. "Não. Eu fui capaz de trazê-lo para fora disso." "O que ele está sonhando?" "Aquela noite," eu disse, um pequeno estremecimento fazendo meus ombros tremerem. Romeo fugiu apenas uma polegada ou duas mais perto. Olhei para cima. "Ele nunca quer falar sobre isso no dia seguinte. Mas isto está perseguindo-o." "Zach?", ele perguntou. "Honestamente? Eu sei que a morte de Zach pesa sobre ele, mas eu tenho certeza que os pesadelos são sobre mim... Neles, eu morro naquela noite." Romeo murmurou uma maldição suave e passou a mão sobre a parte de trás de sua cabeça. "Esta manhã, ele-" Minha voz se quebrou como eu me lembrava. "Ele me pediu para não deixá-lo."


Romeo fez um som baixo, e eu desviei o olhar, presa na dor que eu senti irradiando da nossa cama esta manhã. O medo. "O que mais, Ivy?" Romeo empurrou. Ele pegou minha mão. Minha voz se quebrou. "Ele chorou," eu explodi. "Eu nunca o vi chorar." "Porra," Romeo sussurrou e soltou minha mão para que ele pudesse me puxar para seu lado. Eu enterrei meu rosto em seu peito e dei um suspiro trêmulo. Eu não tinha certeza de que eu iria superar o quão quebrada eu me senti quando eu enxuguei a umidade do rosto de Braeden esta manhã. Ele me abraçou apertado enquanto eu lutei contra minhas próprias lágrimas. Agora não era a hora de chorar. Eu tinha que ser mais forte do que isso. Por muito, muito tempo, Braeden era o mais forte. Braeden literalmente me segurou quando eu fui para baixo. Era a minha vez de fazer isso por ele. Eu me afastei para olhar para o rosto de Romeo. "Zach pode estar morto, o pior do que passamos, mas não está terminado. Ele está lutando por dentro, Romeo. Ele não vai falar sobre isso. Talvez ele nem sequer compreenda isso ele mesmo. Mas os sonhos estão piorando. Está ficando mais difícil para acalmar." "Acalmar?" Eu balancei a cabeça. "Ele começa se debatendo na cama. Como se ele estivesse lutando com alguma coisa. Ou alguém." "Ele machucou você?" Romeo exigiu. Sentei-me em linha reta no aço em seu tom. Coloquei minhas mãos sob minhas coxas, sentando-me sobre elas. " Claro que não." Sua mão disparou e agarrou meu braço, puxando-a de debaixo das minhas pernas. Apesar dele ter se movido rápido, ele foi gentil, como se ele entendesse sua própria força e a falta da minha. "Onde você conseguiu esses machucados?" Senti meu rosto pálido. Olhei para as marcas roxas no meu pulso. Eu sabia que tinha marcas combinando no outro também, mas eu mantive do meu lado, escondido.


Elas eram desta manhã, quando Braeden me agarrou. "Ele não sabia o que estava fazendo", expliquei. "Ele estava sonhando, e eu... eu estava tentando acordá-lo." "Você devia ter gritado por mim", disse ele, frustrado e soltou meu braço. Ele afastou-se do banco e começou a andar no pequeno ginásio. "Isso teria apenas piorado as coisas," eu disse, sem ceder na minha voz. Romeo olhou para mim por cima do ombro. "Ele já está batendo-se até o suficiente, mas fazer você quebrar em nosso quarto para impedi-lo de me machucar na cama? " Eu balancei minha cabeça. "Ele nunca perdoaria a si mesmo, e você sabe disso." "Porra!" Romeo cuspiu. "Além disso, eu era a única que subiu sobre ele, para acalmá-lo." Eu senti os olhos de Romeu queimarem minha pele. "Você tem contusões em outro lugar?" "Não!" Eu me apressei a dizer. "No segundo que ele acordou, ele se acalmou." Ok, aquilo era uma espécie de mentira. Mas Braeden não tinha me machucado, e eu não estava prestes a dizer a Romeo sobre nosso encontro sexual. Minha resposta não pareceu boa o suficiente para ele. Ele me prendeu com um sólido olhar, sem piscar. "Você está com medo dele, Ivy? Isto traz coisas para você?" Eu não estava ofendida que ele perguntasse. Era uma espécie de uma pergunta esperada depois do que eu disse a ele. Na verdade, eu estava um pouco tocada que ele perguntou. Quase como se ele ficaria entre B e eu se ele precisasse, até que isso fosse trabalhado. De repente, tudo não parecia tão ruim como tinha sido esta manhã. "Eu estou bem." Eu prometi. "Claro, eu ainda penso sobre o que aconteceu... mas não é como costumava ser. Eu não tive ataque de pânico por um tempo. A terapia ajudou. Braeden ajudou."


Ele olhou para o meu pulso novamente. Eu levantei meu queixo. "Eu não estou com medo dele. Nem um pouco." O canto da boca de Romeo se inclinou para cima. "Eu gosto de você, princesa." "Princesa." Eu senti meu nariz enrugar. Ele sorriu amplamente. "Sim. Princesa. Com suas roupas de grife, cão extravagante e ar de confiança. Você é a coisa mais próxima à realeza que eu já conheci. " "Por que sarcasticamente.

isso

parece

como

"Não é." Romeo riu. "Mas Especialmente quando se trata de B."

um

você

insulto?", é

eu

definitivamente

perguntei teimosa.

"Eu não vou deixar que nada o machuque," eu entoei, ignorando o apelido ridículo. "Eu falo sério. Ele tem me protegido, me defendido, e literalmente salvou minha vida. Ele está lá para todos nós, sempre. Ele nunca sequer pediu nada. Ele tem feito mais para todos nós do que você jamais vai saber." A diversão de Romeo pareceu aumentar e seus olhos se estreitaram. Mas eu não tinha parado antes que ele pudesse questionar o que eu deixei implícito. "É hora de protege-lo. É hora de tirá-lo completamente." "Isso é um decreto real, sua alteza?" Os lábios de Romeo contraíram. Meus olhos se estreitaram e eu joguei fora meu braço para bater nele. Ele riu e pegou meu pulso, olhando para baixo e suavizando seu aperto. "Você deve colocar algo em cima para cobrir isto. Ele vai ficar louco se os vir e perceber que foi ele." Eu balancei a cabeça. "OK." Ele passou o polegar sobre a marca mais escura antes de me liberar, como se por um segundo, ele desapareceu dentro de sua própria cabeça, perdido em pensamentos. " Da próxima vez, chame por mim. Eu prefiro que ele fique puto que eu o puxei para fora da cama do que ver uma outra marca em seu corpo."


"Não foi intencional", eu disse, puxando meu pulso para trás. "Eu sei disso. Você nunca tem que defender B para mim. Eu vou estar sempre ao lado dele, não importa o quê." "Você vai?" Ele parecia realmente importante para mim naquele momento para ouvi-lo dizer isso. "Eu juro. Não importa o que." Eu soltei um suspiro e assenti. "Obrigada, Romeo." Ele me abraçou contra seu peito suado. No começo, fiquei surpresa, mas depois amoleci e o abracei de volta. "Eu estarei sempre do seu lado também, Ivy", acrescentou suavemente. Meus braços se apertaram ao redor dele. Ele riu. "Muito boa aderência para uma princesa." Eu gemi e me afastei. "Isso vai grudar, não é?" Eu sabia que ele queria algo para me chamar (porque, você sabe, os irmãos não chamam suas irmãs por seus nomes), mas princesa? "Oh sim." Ele riu e seus olhos brilharam com diversão, porque ele sabia que eu odiava. Eu suspirei, aceitando o meu apelido destino, e deixei-o lá, rindo atrás de mim. Eu me senti melhor por ter falado com ele. A garantia de que ele ia estar lá para Braeden não importa o que era exatamente o que eu precisava ouvir. Porque algo lá no fundo dentro de mim sussurrou que Braeden iria realmente precisar disso.


CAPITULO SEIS #EmergênciaDeCafeína Sem café. Sem acordar. Se eu lhe disser quem eu sou, você vai me trazer uma xícara? #DesesperadoMasNãoTãoDesesperado ...BuzzBoss

B RAEDEN Ivy era a única na cozinha quando eu desci as escadas. Ainda estava meio cedo, então eu esperava que nós teríamos um pouco de tempo sozinhos antes de todo mundo descer para o café. Da porta, eu a observei em silêncio. Ela estava vestida com um par de jeans que fazia suas pernas parecerem que se prolongavam por milhas. Eles não eram do tipo normalmente apertado que ela usava, o tipo que podia usar com botas. Estes eram desbotados e os fundos queimados com uma barra ampla que cobria seus pés completamente. Isso me fez sorrir, porque isso a fazia parecer que ela estava flutuando ali acima do piso. Como um anjo. Meu anjo. A forma como o tecido desgastado segurava seu traseiro redondo era saborosa. Ivy era toda mulher. Toda curvas e suavidade. Porra, eu adorava aquilo nela. Ela não era muito magra ou tão pequena que me assustava.


Apesar de ter ficado mais magra nos últimos meses. Algo com o qual eu não estava muito feliz, mas me recusei a comentar. Inferno, não era de admirar que ela perdeu peso depois de tudo o que ela passou. Agora que ela estava em terapia há algum tempo e a vida estava finalmente acalmando, eu sabia que ela provavelmente ganharia de volta. Eu iria me certificar disso. Assim como eu me certificaria de que nossa vida se acalmasse. Lembrete para mim mesmo: pôr fim aos pesadelos. Se ao menos fosse assim tão fácil. O top que ela usava era branco, algum material relaxado que flutuava sobre seu corpo e se mudava em movimentos oscilantes suaves enquanto ela se movia. Ele ondulava para fora em torno de seus braços e, em seguida, o tecido reunia em torno de seus cotovelos e se tornava mais apertado, abraçando os antebraços todo o caminho até por trás de seus pulsos. Ela arrastou o café para baixo do armário e jogou o cabelo longo, reto sobre os ombros. Eu sempre fui um homem de bundas, mas, ultimamente, aqueles fios longos, loiros, estavam igualmente reivindicando meu olho. Havia algo sobre a sedosidade que me acalmava. Algo sobre a maneira que eu sentia quando corria minhas mãos em todo o comprimento e segurava. Ela é minha âncora. Uma vez que o café estava sendo feito, ela virou-se para marcar o recipiente e me notou pairando por perto. O sorriso dela foi imediato, e o aperto que eu tinha no meu peito desde o chuveiro relaxou um pouco. Ela não parecia chateada comigo; ela não parecia machucada. Eu empurrei para fora da porta e entrei na sala. Ivy abandonou o que estava fazendo e se encontrou comigo no meio do caminho. Eu a peguei e a sentei sobre o balcão, ficando entre suas pernas. "Minha cama estava vazia esta manhã", rosnei. "Eu não gosto disso." Uma sombra passou por trás de seus olhos azuis. "Eu não conseguia dormir. Eu não queria te acordar." Eu resmunguei, incerto sobre o que fazer com isso. Meus lábios entreabertos, a ponto de fazer a pergunta que eu não tinha certeza se queria que ela respondesse.


As mãos de Ivy seguraram meu queixo e esfregou. "Você não fez a barba," ela ronronou. Meu corpo respondeu ao seu toque, o som de sua voz, e eu empurrei minha mandíbula mais para dentro de suas palmas. "Muito interessado em encontrar você", murmurei. Um leve sorriso levantou os cantos de sua boca cheia, e ela se inclinou para frente, esfregando os lábios e a mandíbula sobre a nuca. Seus dentes rasparam no lado de baixo do meu queixo e, em seguida, subiram para beliscar em meu lábio inferior. "Eu gosto disso. Macio e arranhado, ao mesmo tempo", ela sussurrou. "Eu vou manter isso em mente", murmurei e beijei-a suavemente. Ivy recuou ligeiramente, suas mãos caindo em seu colo e preocupação escurecendo seu olhar. "Você está bem?" Lancei-lhe um sorriso rápido. Ela esperava-me para saltar nela aqui na cozinha. Eu teria feito qualquer outra manhã, mas não agora. Agora, eu tinha coisas mais importantes em que pensar além de enterrando-me profundamente no corpo da minha mulher. Eu não disse nada, mudando para chegar entre nós e segurar suas mãos nas minhas. Lentamente, suavemente, eu deslizei minhas palmas para baixo em direção a seus pulsos, enganchando os polegares nas bainhas de suas mangas. Ivy ficou tensa e começou a puxar para trás. Mentalmente, eu me amaldiçoei. Aquela ação me disse tudo o que eu precisava saber. Eu sabia que ia ver as marcas que eu não queria ver. "O que você está fazendo?", perguntou ela, com a voz preocupada. Recuando um pouco, eu levantei a mão esquerda e encontrei seus olhos. Eu segurei seu olhar enquanto eu pressionei um beijo no centro de sua palma. A preocupação em seu olhar se voltou nebulosa. Rapidamente, mas com cuidado, eu empurrei a manga para revelar seu pulso fino. O pulso que suportou minhas impressões digitais. Uma sensação doente arranhou meu intestino. Meu estômago se apertou e raiva queimou meu peito. Eu tinha colocado marcas nela. Eu tinha feito a única coisa que eu mais era contra.


"Braeden." Ivy tentou puxar seu pulso de distância, para cobri-lo de volta. Fiz um gesto com o queixo para a outra mão. " O outro está igual?" Seu silêncio foi a minha confirmação. "Você estava sonhando de novo", ela sussurrou. "Você não percebeu-" "Não se atreva a dar desculpas para mim," Eu bati, duro. Ela puxou o braço para fora do meu aperto e puxou para baixo a manga. "Eu não estou." "Você fodidamente está, eu não vou ter isso", resmunguei. Ela abriu a boca, um brilho teimoso em seu olho, e eu levantei a minha mão. "Onde mais eu te machuquei?" "Lugar nenhum." Dei-lhe um olhar azedo. Seus olhos se estreitaram. "Você está me acusando de mentir?", ela entoou. "Eu fui muito rude." Minha voz estava rouca. Algumas palavras de maldição caíram de meus lábios enquanto eu pensava sobre o jeito que eu bati dentro dela esta manhã. Deus, foi tão bom pra caralho. Isso me fez sentir como um desgraçado. "Braeden James", ela ordenou e pegou meu rosto em suas mãos. "Ouça-me agora. Sim, você foi rude. Sim, eu tenho hematomas nos meus pulsos. Mas eles não são do sexo. Foi porque eu subi em você quando você estava tendo um pesadelo. Eu. Eu fiz isso. Você não." A raiva me bateu todos de novo, e eu senti o protesto trabalhar o seu caminho até a parte de trás da minha garganta. Ivy deve ter visto isso em meus olhos. "Você não me machucou. Eu juro", ela prometeu. Em seguida, em um tom mais suave, mais de confidência, ela disse: "Eu gostei." Meus olhos brilharam até os dela. Ela assentiu com a cabeça. "Eu vim tão difícil..." Sua voz foi sumindo. "Foi como se você estivesse finalmente me dando tudo de você."


"Baby..." Minha voz se quebrou. "Você já tem tudo de mim." Ela balançou a cabeça. "Não, B. Há este pedaço de você, este lugar, no fundo, que você mantém de todos. Até de você mesmo." Eu fiz um som rude. "Eu sei que isso está lá. Eu odeio isso." "Eu não." Deus, a vulnerabilidade honesta em sua voz ia ser minha ruína. Foi como se cada palavra que ela falou era um segredo que ela estava revelando pela primeira vez. "Eu amo isso. Eu amo todas as suas partes, Braeden James." Essas palavras me quebraram. Quebrou a raiva que eu sentia, a auto aversão que eu estava permitindo que me engolisse todo. Como eu ia odiar qualquer pedaço de mim mesmo se ela viu valor? Como eu ia aguentar o medo daquela parte de mim quando Ivy vislumbrou-o claramente e ainda estava sentada aqui, inflexível? "Eu posso aguentar." Ela continuou. " Eu quero. Você tenta escondêlo, mas eu vejo. Você sente as coisas mais profundamente do que qualquer um percebe. Você mantém as coisas tão firmemente enjauladas que quando você finalmente deixa ir, é como um animal selvagem se soltando. Pare de se segurar. Pare de ficar com medo. Confie em si mesmo tanto quanto eu confio em você." Ela fazia parecer tão simples. "As contusões, Ivy." Lembrei a ela, pegando seu pulso novamente. Ela fez um som em sua garganta e agarrou a barra da minha camiseta e levantou. "Pare de tentar me olhar nu", eu protestei. "Esta é uma conversa séria." Ela riu e tirou a camisa sobre a cabeça. Um som de satisfação encheu o ar. O que posso dizer? Eu fui muito legal. "Acho que eu deveria pedir desculpas, também." "O quê?" Suas palavras me acordaram da distração. Seu dedo indicador suavizou em meu ombro e, em seguida, traçou um local que ficou subitamente macio ao toque. Olhei para baixo.


"Eu te mordi esta manhã. Deixei uma marca." De fato. Havia marcas de dentes no meu ombro. Imagens de nós na cama juntos, a memória dos sons que ela fazia enquanto ela se estilhaçou além tão difícil abaixo de mim, e a sensação de seus dentes afundando em minha carne quando eu esvaziei a liberação dentro dela zumbiram na minha cabeça. "Baby, eu gostei." Eu cobri sua mão com a minha, e ficamos ali cobrindo meu ombro. "Então será que é tão difícil de acreditar que eu gostei, também?" Senti-me rendendo. O sexo foi nível dez do caralho nesta manhã. Tão caralho de profundo, e eu não estou apenas falando sobre o quão longe eu estava dentro de seu corpo. (Mas eu fui profundo até as bolas.) Eu gemi. Seu sorriso era presunçoso, como se ela tivesse de alguma forma ganhado uma guerra. "Blondie", rosnei. "B", ela rosnou de volta, mas soou como um gatinho bocejando. Eu fiz um som rude. "Isso não é intimidante." "Sim, huh." Ela argumentou. Que tipo de porra de argumento era aquele? Eu ri, mas depois fiquei sério novamente e envolvi uma das minhas mãos ao redor seu cabelo sedoso. "Eu não deveria ter agarrado você assim. Dormindo ou não. Isso não vai acontecer de novo, eu juro. Eu vou dormir no outro quarto se precisar." Ela engasgou. "Você não vai!" "Eu porra que vou," eu moí para fora. "Eu não vou colocar marcas em seu corpo." "E se eu prometer não tentar forçá-lo a acordar?" Ela persuadiu. "Eu não sei." Eu me esquivei. Era atraente. Eu não queria dormir em nenhum lugar a não ser ao lado dela. Apenas o pensamento me deixava ansioso.


"Eu prometo que não vou", ela jurou. Sua voz tornou-se suplicante. "Por favor, B. Eu me sinto segura com você, protegida. Eu preciso disso." A ironia de que ela se sentia segura comigo mesmo que coloquei hematomas nela não estava perdido em mim. Eu ia ter que fazer melhor. O olhar em seus olhos é o que fez. A preocupação que eu vi com a ideia dela dormir sozinha. "Nenhum lugar que eu preferisse estar." Eu cedi. Ela exalou e se inclinou para frente, pressionando a bochecha em meu ombro e soltando um suspiro de alívio. "Mas, baby, você tem que prometer. Se eu começar a me debater, saia da cama. Não tente parar." Ela assentiu com a cabeça para mim. Eu a prendi um pouco mais perto, apreciando a forma como ela se sentia em meus braços, maravilhando-me no fato de que ela era minha. Eu tinha chegado tão perto de perdê-la. Tão perto que isso ainda me atormentava. Eu precisava deixar pra lá aquela noite, mas eu não tinha certeza que eu sabia como. Eu amo cada parte de você, Braeden James. Deus, ela não tinha ideia de quanto eu precisava ouvir isso. Eu também não sabia. Deve ter pavimentado o caminho para alguma auto aceitação. Mas algo ainda estava no meu caminho. Ainda havia uma parte de mim que Ivy não conhecia. Uma parte que ninguém conhecia, a não ser eu. Uma parte que ninguém poderia descobrir, porque eu sabia ao certo que quando eles o fizessem... Minha vida seria exatamente como os pesadelos que me perseguiam durante o sono.


CAPITULO SETE #Conte-meMais O #BuzzBoss está recebendo notícias da última corrida à noite no campus. #CarrosVelozesECarasMaus #QuemPrecisaDeFutebol ..BuzzBoss

I VY Foi quase fácil demais. Muito fácil acalmar B quando ele viu as contusões. Especialmente vindo de saltos (dos atos) do que o levou a puxá-lo de seu pesadelo na noite passada. Claro, talvez por isso esta foi uma batalha fácil. Ele já estava cansado. Meu coração machucava por ele. Doía. Ele era tão incrivelmente duro consigo mesmo em todos os aspectos. Quando nós nos encontramos pela primeira vez durante o primeiro ano, eu nunca, em um milhão de anos teria imaginado que um cara como ele esperaria tanto de si mesmo. Isso explicava muito realmente, agora que eu estava aqui e pensei sobre isso. Ele nunca chegou perto demais, ele era um cara apenas para se divertir por uma razão. Sim, ele disse que era porque ele era um garanhão selvagem e gostava de viajar livremente. Mas eu sabia melhor agora.


Ele estava protegendo a si mesmo. Ele sabia que se ele se permitisse cair, chegar perto de alguém, não seria apenas por diversão. Ele era precavido demais para isso. Ele era muito protetor, muito cauteloso de que algo levaria tudo que ele amava. O acidente de carro só tinha piorado. Ele tinha sido confrontado com o seu pior medo, literalmente, pensando que eu estava morta até que ele me puxou para fora dos destroços. Eu estava relutante em dar um puxão para fora do seu abraço, porque seu ombro liso parecia tão bem debaixo da minha bochecha e porque o ritmo constante de seu batimento cardíaco era como música para a minha alma. Mas eu recuei de qualquer maneira, meus olhos procurando os seus. Os braços de Braeden soltaram e deslizaram para baixo em torno de meus quadris, seus dedos roçando casualmente sobre o tecido branco da minha camisa. Seus olhos eram da cor de chocolate ao leite e margeados por cílios grossos, curtos, que pareciam mais como chocolate escuro. Sem pensar, eu conectei meu dedo indicador no cós da calça jeans e o mergulhei para baixo no cós da cueca. "B?", perguntei, hesitante. Ele parecia relaxado e imperturbável. Ainda assim, eu queria ter certeza. Era importante para mim saber que ele não estava apenas empurrando para baixo a raiva consigo mesmo, onde eu não podia ver. "Hmm?" O som retumbou em sua garganta, seus olhos nunca deixando os meus. Meu dedo esfregou levemente através de sua pele. O chocolate ao leite de sua íris se aprofundou na cor um pouco, parecendo mais como o café sem nenhum creme. "Ahhh, vamos lá!", uma voz gemeu da porta. "Você não pode simplesmente atrair um cara aqui com o cheiro de café coado e, em seguida, dar um soco na barriga com a imagem de sua irmã caçula na ilha - onde nós comemos - e seu namorado seminu." Revirei os olhos, puxei minha mão livre do cós de B, e olhei por cima do ombro, tudo ao mesmo tempo. Drew estava parado ali com o cabelo cor de caramelo amassado, despenteado e um par de moletons cinza pendurados para baixo de seus


quadris para revelar mais da sua cintura magra do que qualquer irmã quisesse ver. Seus pés estavam nus, o que me fez tremer, porque apesar do calor que estava no interior, era inverno lá fora e não havia neve no chão. Sua boca se torceu em uma careta enquanto olhava entre Braeden e eu. Como se ele tivesse nos pegado fazendo sexo ou algo assim. "Por favor", retruquei. "Braeden tem mais roupas do que você." Ele resmungou e veio mais para dentro da sala, pegou uma banqueta, e arremessou-se sobre ela. "Me diga que o café está pronto." "Você está de ressaca", Braeden observou, soando um tanto divertido. Eu fiz uma careta quando ele me agarrou em torno da cintura para levantar-me fora do balcão. Ele me colocou em meus pés, mas não se moveu para trás, seu corpo quente pressionado perto, e eu saboreei a sensação. Mesmo com o meu irmão na sala, era fácil esquecer que não estávamos sozinhos. Ele chegou por trás de mim e agarrou a camisa fora do balcão e puxou-a entre nós. Suspirei e alisei as palmas das mãos para fora sobre seus músculos do peito, ficando em uma última carícia antes dele cobrir de volta. Ele empurrou meu queixo para cima com um dedo, e um sorriso brincava em seus lábios. "Mais tarde." Ele prometeu tranquilamente, deixando cair um beijo rápido nos meus lábios. Atrás de nós, Drew gemeu de novo, e eu afastei B para pegar algumas canecas do armário e preenchi uma com café preto. Eu a carreguei para Drew e a coloquei na frente dele. "Você é minha irmã favorita", disse ele. "Eu sou sua única irmã." Eu o lembrei. Seu sorriso era torto e totalmente cativante quando ele levantou a xícara aos lábios para tomar um gole. "Bem, eu gosto mais de você do que Cam também." Eu ri. "Eu vou ter a certeza de dizer isso a ele." Camden (mais conhecido por Cam) era o nosso outro irmão, o filho do meio em nossa família. "Traidora", Drew murmurou enquanto bebia mais do café.


Examinei seu rosto. Ele parecia cansado. Braeden disse que estava de ressaca, e sim, eu poderia totalmente perceber porquê. Mas era o meio da semana. Certamente, meu irmão não teria saído na noite passada e se embebedado... Com os braços em volta de mim por trás, o queixo de B descansou no meu ombro ao lado do meu ouvido. Eu me recostei em seu corpo, momentaneamente dando-lhe o meu peso. Eu meio que senti um alívio, como se eu estivesse mais cansada do que eu percebi e o momento de descanso foi bem-vindo. "Deixei meu telefone lá em cima. Eu vou pegar." Eu cobri sua mão com a minha, e ele acariciou meu pulso com a mão livre, levemente roçando seus dedos sobre as contusões cobertas por minha camisa. A ação me contou muito. Como se talvez ele ainda não tivesse se perdoado. Eu me inclinei para trás para olhar para cima. "Eu te amo." Ele esfregou seu rosto no meu cabelo, e eu senti o peito encher de ar quando ele inalou. Ele estava totalmente me cheirando. Tudo bem. Eu gostei. Eu gostava de saber que simplesmente a maneira que eu cheirava dava a B algum tipo de alta. "Segunda vez", ele sussurrou antes de me deixar sozinha com Drew. A ausência de seu corpo quente, sólido atrás de mim me fez sentir um pouco fora de equilíbrio. Um pouco confusa. "Por que você parece tão cansada?", perguntou Drew, examinando meu rosto. "Porque é super cedo e eu ainda não tive meu café", retorci como a irmã travessa que eu era. Eu empurrei para longe da ilha e fui para o pote no balcão atrás de mim. Uma onda de tontura tomou conta de mim, e eu a empurrei de lado e peguei uma caneca. Minha mão estava um pouco instável quando eu derramei o líquido rico em cheio na minha xícara. Claramente, eu precisava dessa cafeína muito mais do que o habitual nesta manhã. "Ives," Drew disse de perto.


Eu pulei. A bebida quente espirrou em torno do jarra da cafeteira, mas felizmente não transbordou. Olhei para Drew com surpresa. Eu ainda não tinha reparado na aproximação dele. "Nossa! Para alguém tão de ressaca, você com certeza se move em silêncio." Drew franziu a testa e levou a jarra de minha mão, retornando-o ao aparelho. "Você está bem?" "Eu estou bem." Estendi a mão para a caneca, querendo embrulhar as mãos em torno de seu calor. Drew pegou minha mão e segurou-a na sua, puxando-me em torno de modo que eu estava de frente para ele. Ele era mais alto do que eu, perto de um e oitenta. Ele tinha um corpo longo. Não era tão aumentado acima como Braeden e Romeo. Ele não treinava da maneira que eles faziam. Ele não precisava. Ele definitivamente tinha definição muscular, mas era mais magro. "Você me diria se não estivesse, certo?" Ele perguntou. Olhei em seus olhos azuis. Eles eram mais leves do que os meus, mais de um céu azul do que o meu oceano. "Eu diria a você." Ele assentiu. "Eu acho que eu me sinto meio que como um irmão de merda." Ele começou. "Eu mudei para cá para passar mais tempo com você, mas eu sinto que nós não vimos muito um ao outro." "Você está brincando? Você tem estado tão ocupado. Dirigindo e trabalhando", eu disse. "E eu tive a escola e trabalho." "E as coisas do YouTube." Ele me lembrou. Eu balancei a cabeça. Eu estava no processo de criação de meu próprio canal do YouTube para moda e styling. Eu adorava ver tutoriais sobre maquiagem e vídeos sobre moda, tanto assim que eu decidi começar o meu próprio. Era algo que eu queria fazer há algum tempo, mas eu estava apenas contornando para organizar tudo o que eu precisava. Eu precisava de algum tempo depois de tudo com Zach... E agora que eu estava finalmente se sentindo melhor, eu sabia que seria um pouco mais rápido.


"Sobre isso", eu disse e bati os olhos para o meu irmão. "Você vai me ajudar a configurar alguns programas no computador? Edição de vídeo, som, coisas assim? E talvez me mostrar como otimizar o canal uma vez que estiver tudo pronto?" Ele assentiu. "Quando eu terminar com você, todos na internet vão saber quem você é." Excitação enrolou na minha barriga, e eu dei um grito feliz e joguei meus braços em torno dele. Ele riu e me abraçou de volta. "Você é meu irmão favorito," eu disse a ele. "Eu sou seu único irmão que conhece o seu caminho em torno de um computador." Sua voz estava seca. Eu me afastei. "Eu realmente gosto de ter você aqui, Drew. Significa muito para mim." Agora, por que diabos eu estava de repente me sentindo sentimental? Estendi a mão para o café. Eu precisava disso. ESTATÍSTICAS. "Eu gosto daqui, também", disse ele. "Sinto-me bem. Você sabe?" Eu balancei a cabeça. Era porque ele pertencia aqui. Ele era da família. "Então..." Eu comecei, tomando minha caneca em direção a geladeira para pegar o creme. "Por que você está de ressaca no meio da semana? " Ele não era o único que poderia estar preocupado. "Quem está de ressaca?" Uma nova voz entrou na conversa. Olhei ao redor da porta da geladeira aberta enquanto Trent entrou na sala. "Cara!" Drew o cumprimentou de sua posição casual contra o balcão. Trent me cutucou nas costelas quando passou. "Ivy", ele cumprimentou e depois tomou lugar ao lado de Drew, espelhando sua pose, de costas para a ilha e um pé cruzado sobre o outro. Claro, Trent tinha mais roupas e não se parecia como se ele tivesse engolido uma caixa de cerveja na noite anterior. Na verdade, ele parecia mais alerta fora de todos, em um par de jeans folgados e um agasalho vermelho com um grande emblema prata Nike na frente.


Seu cabelo, que era, na verdade, quase da mesma cor que o do meu irmão (o de Trent era um pouco mais escuro), era curto, mas ainda estilizado ordenadamente. Ao contrário de meu irmão, que provavelmente não tinha tido um corte de cabelo em meses, de modo que tudo estava fora e revolto ao redor de sua cabeça como se ele tivesse uma família de ratos que vivem nele. Os dois bateram o punho e Drew disse: "Como você entrou?" "Eu o deixei entrar", Braeden respondeu, entrando na sala. Prada estava correndo ao lado dele, e eu sorri e chamei o seu nome. Ela correu até mim e colocou as patas dianteiras nas minhas pernas. Eu abandonei a geladeira e me inclinei para dar-lhe um pouco de carinho. Fui buscá-la, e ela lambeu meu queixo, o que me fez rir. "Eu me perguntava onde você estava," eu disse a ela. "Ela estava debaixo da cama", disse B. "Saiu quando eu fui pegar meu telefone." Eu sabia que era porque seu sonho a tinha assustado, mas eu não disse isso a ele. "Eu me esconderia também, se eu pudesse," eu disse a ela. "Está muito frio para levantar hoje." Ela me lambeu novamente, então balançou ao redor até eu colocá-la para baixo. Eu procurei na geladeira pela comida para cão e, em seguida, parei ali refletindo nos conteúdos, à procura de algo diferente de creme. Quando eu não encontrei, eu suspirei e segurei o tipo de caramelo com sabor e fechei a porta. Depois que adicionei, eu tomei um gole do café e franzi a testa. Para uma garota que precisava seriamente de um copo para alavancar sua manhã, ele simplesmente não era o que eu queria. Fui puxando para baixo uma caixa de cereais, e eu fui para o seu lado e entreguei-lhe o café. "Aqui, fiz isso para você." Ele pegou e tomou um gole. "Isso é uma boa merda, baby." "Então..." Eu comecei e fui para pegar o leite para B e um prato de papel para a comida de Prada. "Você vai me dizer onde você estava na noite passada que você chegou em casa com uma ressaca?", perguntei a Drew.


"Você saiu na noite passada?" Trent disse, leve surpresa em sua voz. Olhei para eles, me surpreendi. Drew e Trent estavam com os quadris juntos. Eu teria pensado que se tivesse ido para fora, em seguida, o outro tinha, também. "Eu não estou de ressaca", Drew murmurou. "Eu só estou cansado." Para pontuar o seu ponto, ele acrescentou mais café para seu copo. "Eu ouvi você chegar tarde", disse Braeden, sentando para comer. Eu coloquei a comida de Prada no microondas por alguns segundos para aquecê-la antes de dar-lhe uma outra mexida e coloquei-a no chão para ela atacar. "Havia uma grande corrida em toda a cidade. Eu fui." "Você foi para a corrida do Lorhaven sozinho?" A tensão na voz de Trent, juntamente com o subjacente tom de desagrado chamou a minha atenção para longe da geladeira aberta, onde eu estava mais uma vez. Drew ia para corridas o tempo todo. Durante meses, ele trabalhou durante o dia e, em seguida, passou o resto do seu tempo correndo e construindo um nome para si mesmo nos círculos de corrida aqui em Maryland. Portanto, o fato de que ele estava fora até tarde numa corrida na última noite não era nada de novo. Mas a reação de Trent era. "Sim, recebi um telefonema de última hora com um convite, então eu fui." "Por que você não me ligou?" Trent praguejou. Olhei para B e nossos olhos se encontraram. O que foi isso? "Porque era tarde. Você tem aula esta manhã. Achei que eu poderia lidar com isso." Trent empurrou para fora da ilha. "Depois de toda a merda que temos ouvido, você vai lá sozinho, sem ninguém para cuidar de você?" Uau. O que? "Espere, você está dizendo que onde você foi ontem à noite era perigoso?" Eu fechei a porta do frigorífico e me virei. "Não", Drew respondeu, mas, ao mesmo tempo, Trent disse: "Sim."


Os olhos de Drew se estreitaram e ele deu a Trent um olhar de advertência clara. Ele se endireitou da ilha, colocou seu café de lado, e olhou para mim. "Está tudo bem, mana. Não fique tão chateada por nada." "Trent não parece pensar que isso não é nada." Eu cruzei os braços sobre o peito. "Trent apenas está chateado que ele não conseguiu ver-me deixar todos os outros motoristas em minha poeira na noite passada." O rosto de Drew virou arrogante. "Você ganhou?", perguntou Trent, mudando um pouco mais perto, o interesse em seu tom. "Detonei eles", "Drew falou arrastado. "Você deveria ter me chamado, cara", disse Trent baixo. Por que ele não parecia tão feliz como Drew com esta vitória? Normalmente, o par estava jogando conversa fora e falando merda sobre as habilidades loucas do meu irmão. "Eu posso me cuidar", Drew disse apertado. Então ele olhou para mim e sorriu. "Não se preocupe comigo, Ives. Trent está apenas agindo como uma maldita mulher." Trent não ouviu a observação ou ignorou-a enquanto se servia de café e creme. Braeden estava inalando sua tigela de cereais, sem dúvida apenas absorvendo as correntes que atravessava a sala, e Prada estava dançando na porta traseira. Uma vez que ela estava fora, eu voltei para a geladeira e olhei em volta um pouco mais. Romeo e Rimmel entraram na cozinha, ambos indo direto para o café. Segundos depois, Romeo estava na frente da geladeira, alcançando depois de mim pelo creme. Antes de se afastar, ele inclinou-se e deu um beijo na minha testa. "Como vai, princesa?"


"Eu estava bem até que você me chamou de princesa," eu murmurei e olhei para ele. Ele me mostrou os dentes com um sorriso genioso. Então seu rosto ficou sério. Sua voz era baixa. "Tudo bem?" Ele estava conferindo depois da nossa conversa esta manhã. E se eu estava adivinhando correto, ele queria ter certeza de que eu sabia que ele estava aqui e ele estava mantendo um olho em mim, caso eu precisasse de alguma coisa. Foi muito doce, e eu apreciei. "Sim", eu respondi calmamente. "Tudo bem." Ele balançou a cabeça, satisfeito, e, em seguida, olhou para cima. Seu corpo reagiu um pouco, e eu reparei que tínhamos estado juntos muito perto. Todo mundo estava olhando para nós. Incluindo Braeden. Senti minhas bochechas esquentarem, embaraçada por alguma razão desconhecida. Era como se eu tivesse sido pega fazendo algo que eu não deveria. "O quê?" Eu disse a todos e a ninguém. "Ele acabou de chamá-la de princesa?" Drew rachou. Eu gemi. "Nem pense nisso, Drew. Vou esgueirar-se em seu quarto e raspar suas sobrancelhas." "Grossa", ele murmurou e foi sentar-se ao lado de Braeden. "É melhor você dormir com um olho aberto. Barbear sobrancelhas é apenas uma porta de entrada para um comportamento mais perturbador. Você pode acordar sem nenhum cabelo, ou pior." Ele se inclinou e sussurrou em voz alta, "peças em falta!" Os olhos de Braeden tinha estado saltando entre Romeo e eu, mas seus lábios se curvaram com as palavras assustadoras de Drew. Ele olhou para o meu irmão e falou lentamente, "Eu acho que ela gosta de minhas partes onde elas estão." "Cara!" Drew gemeu. "Eu não posso desouvir isso!"


Braeden sorriu e colocou os pratos na pia. Prada estava na porta, então ele a deixou entrar e, em seguida, fez o seu caminho para o meu lado. "O que você está procurando aí?", perguntou ele em meu ouvido. Eu tremi ao sentir seu hálito quente contra a minha orelha. "Eu quero um pouco de suco de laranja", eu anunciei. Foi tão aleatório que fez até pausar. Eu não tinha percebido sequer o que eu estava procurando até que eu disse isso. Braeden deslocou ao redor para que ele pudesse olhar para mim. "Você nunca bebe suco de laranja." Dei de ombros. "Eu quero um pouco. Nós não temos nenhum", eu disse, desesperada. Ele riu. Na verdade, a maioria de todos na sala riram. Por que era tão engraçado, eu não sabia. Eu estava meio que irritada que não tinha nenhum. "Desculpe, princesa. Eu bebi o último dele no outro dia. Não sabia que você iria querer ", disse Romeo, divertido. Senti Braeden reagir ao apelido de Romeo para mim. Não era tanto uma reação física, mas uma mudança na energia entre nós. Olhei para ele, preocupada que ele estivesse chateado. "Eu tenho tempo antes da aula. Vamos lá, eu vou levá-la para a loja." Ele passou o polegar sobre minha bochecha. "Sério?" A ansiedade em minha voz era evidente. B estava claramente divertido. Sua boca se elevou em um meio sorriso, mesmo que seus olhos pareciam um pouco confusos. "Qualquer coisa para você, Blondie." Corri para pegar meu casaco, a promessa de suco de laranja era boa demais para negar. Eu estava puxando-o e enrolando um lenço azul-escuro em volta do meu pescoço, quando B apareceu na porta da frente, usando sua jaqueta Alpha U com suas chaves na mão. Pensei por um momento que ele ia me perguntar sobre Romeo. Sobre a forma como parecia talvez um pouco mais perto esta manhã. Mas ele não perguntou.


E eu me perguntei porquĂŞ.


CAPITULO OITO #Flagra #13 estava treinando duro e vivendo para o seu #StatusDeHulk hoje no ginásio. Vocês acham que ele está esperando ser recrutado? #AspiranteNFL. ...BuzzBoss

B RAEDEN Depois das aulas, fui para a academia da equipe no campus e trabalhei duro. Eu pensei que eu não tinha a energia para um treino assim hoje. Eu tinha estado fodidamente cansado ultimamente, mas a tensão no meu corpo precisava de uma válvula de escape. Então eu lhe dei uma. Depois que tomei banho e me troquei, eu percebi que estava atrasado para a reunião que tinha com Anthony. Eu dirigi direto do campus para a casa de Romeo (ele podia não viver mais lá, mas seria sempre sua casa para mim) e estacionei o caminhão ao lado do Hellcat. Ele tinha corrido mal ultimamente. Eu sabia que era por causa do açúcar que Zach tinha derramado no tanque de gasolina. Não importava que eu tinha tomado todas as medidas e escorri tudo, tinha certeza de que tudo estava limpo. Ele só não era o mesmo. Eu enrolei meu lábio em desgosto. O cara estava morto, mas ele ainda estava causando problemas.


O bater de uma porta de carro nas proximidades me chamou a atenção, e eu olhei para cima. Romeo estava sentado no Cat, esperando. "Que diabos você está fazendo aqui?" Eu andei até a traseira do carro onde ele me encontrou na calçada. "Esperando por você." "Você não poderia fazer isso em casa?" A tensão entre nós era palpável. A maneira mais fácil que sempre tivemos um com o outro estava lá, mas estava ofuscada por uma conversa que ainda teríamos de ter. "Eu gostaria de falar com você. Sozinho," Romeo respondeu. "Sim", eu disse, sentindo meus pelos subirem. "Eu quero falar com você, também." Os olhos de Romeo estreitaram. "Você tem um problema?" "Aparentemente, nós dois temos." A porta da casa se abriu, e a mãe de Romeo colocou a cabeça para fora. "O que vocês meninos estão fazendo aqui fora no frio?" ela chamou. O que quer que estava incomodando Romeo pareceu escorrer direto fora dele. O ar em torno de nós pareceu limpar um pouco, além da irritação que eu estava projetando. "Já vamos!" Romeo gritou. Ele se virou para mim. "Olha, vamos fazer isso primeiro", disse ele, apontando para a casa. "Nós podemos falar depois." Dei de ombros e comecei a passar por ele. "B." Eu parei, mas não me virei. "Eu não tive a intenção de fazer parecer que eu estava sentado aqui fora apenas esperando para uma luta. Eu não estou. Eu só queria conversar." "Você quer me dizer por que você beijou minha garota esta manhã na cozinha?", perguntei, balançando para encará-lo. O sacana realmente suprimiu um sorriso. "Alguém está com ciúmes."


"Foda-se," eu cuspi. Uma risada escapou de entre os lábios, e ele cruzou os braços sobre o peito. "Francamente, estou ofendido", disse ele suavemente. "Você sabe que eu estou noivo." "Você e eu sabemos que se eu pensasse que aquele beijinho e o apelido que você puxou na minha menina hoje de manhã foi outra coisa senão o amor fraternal, eu estaria batendo seu traseiro agora." Eu não conseguia parar o meio sorriso de forçar os cantos da minha boca para cima. "Agora você sabe como eu me sinto quando eu vejo você com Rim." Senti meus olhos se estreitarem. "Isso foi algum tipo de retribuição? Uma lição? Você é meu irmão, cara, mas nem mesmo você pode tratar Ivy como uma arma." Romeo passou a mão sobre a cabeça e soltou um palavrão. "Porra, você está irritadiço hoje." Eu só olhava para ele. Sim. Talvez eu estivesse sendo um imbecil. Eu não sentia muito como ser de qualquer outra maneira agora. Ele suspirou. "Eu apenas pensei que Ivy poderia precisar um pouco mais... de apoio esta manhã. Para isso que a família serve." Preocupação entregou um golpe rápido para a minha natureza de imbecil. "Por quê? Algo errado com ela?" Eu puxei o meu telefone fora do meu jeans, pensando em ligar para ela. Romeo avançou e colocou a mão sobre o meu telefone, empurrando a tela para baixo. "Ela está bem. Eu falei com ela esta manhã." E então eu entendi. Ela não estava na cama quando acordei. Ela tinha estado com ele. "Ela disse a você." As palavras pareciam vazias aos meus próprios ouvidos. A vergonha queimou a parte de trás do meu pescoço. "Ela não me disse nada." Romeo corrigiu, com a voz um pouco mais difícil, como se ele realmente quisesse que eu ouvisse. "Nós apenas tivemos uma conversa."


"Roman Anderson, Braeden James!" Mamãe gritou do outro lado do pátio. "Seu pai está esperando!" "Ahhh, merda", eu disse lentamente, sorrindo. "Ela está puxando para fora os nomes do meio. Ela está falando sério." Romeo riu. "Vamos. Se nós não ouvirmos, você sabe que ela vai encontrar uma maneira de nos punir. " "Homens crescidos e ainda estamos sendo mandados por nossas mães", eu disse, desesperado. Nós caminhamos para a casa, lado a lado. Eu definitivamente não me sentia tão em guarda como eu estava há apenas alguns minutos. Ao contrário, eu me sentia um pouco aliviado. Talvez algum tempo com o meu melhor amigo fosse exatamente o que eu precisava.


CAPITULO NOVE #PSI2 Não gosta de mim? Bom. Eu não me levanto todo dia para impressionar você. #NemTodoMundoGostaDoBoss. ...BuzzBoss

I VY O aroma rico, quente, de café foi bem-vindo quando entrei na LOTUS e fora do frio. O café não estava cheio, mas não estava vazio também. Era tarde, o momento em que um monte de pessoas terminou as aulas e começaria a filtragem para obter um estimulante da tarde. Eu poderia usar um. Eu entrei na fila e li atentamente o menu, embora eu já soubesse tudo o que eles serviam. A fila andou, e eu fui com ela. Quando a porta se abriu atrás de mim, olhei ao redor, pensando que poderia ser Rimmel, mas não era. Ela provavelmente estava um pouco atrasada. Decidi apenas pedir por ela; Dessa forma, ela não teria que ficar na fila quando chegasse. Então poderíamos ir direto para a conversa de menina. Rimmel e eu vivíamos juntas, mas não falávamos tanto quanto costumávamos no dormitório. Morar com três caras tornava difícil obter tempo exclusivo de menina. Não que eu estivesse reclamando. Eu gostava de viver em uma casa cheia. Eu não tinha percebido o quanto eu sentia 2

PSI, Para Sua Informação, ou FYI: For Your Information, no original.


falta até que me mudei para a casa que Romeo alugou para nós todos e estava subitamente cercada novamente. Era engraçado porque logo quando eu cheguei na Alpha U, eu tinha a intenção de obter alguma independência e espaço da minha grande família. Mas uma vez que eu tinha, eu percebi que não era tudo isso que dizem. Eu percebi que era uma espécie de menina de família. Embora Rim e eu estivéssemos extremamente superadas em número pela testosterona, eu ainda adorava isso. Uma vez que eu pedi, eu me mudei para o balcão para esperar. Rimmel mexeu-se para dentro, parecendo uma boneca em miniatura em uma camada branca inchada e um lenço em torno da metade de sua cabeça. Eu ri e acenei quando a vi. Ela apontou para uma mesa perto da janela, e eu balancei a cabeça, então ela se aproximou e agarrou-a antes que esta fosse tirada. As bebidas apareceram, e eu as agarrei, colocando uma de minhas seleções debaixo do braço e aproximando-me da mesa. "Hey," eu disse quando Rimmel desembaraçou-se do seu cachecol. "Eu acho que estou presa", disse ela, deixando cair os braços e virando-se para mim. Eu ri. O lenço estava de algum modo torcido em torno de seu pescoço e em seu cabelo. Eu coloquei tudo na mesa, vim em seu socorro, e endireitei a situação, entregando-lhe o lenço para que ela pudesse empilhar no topo de seu casaco. "Uma menina tenta usar o cabelo para baixo e é isso que acontece. Se você não estivesse aqui, eu estaria na volta, implorando por uma vara da manteiga para me tirar dessa geringonça!" Rim gesticulou em direção ao cachecol. Eu nem sequer me preocupei em esconder o meu prazer de sua clara desvantagem de moda. "Hmm, eu acho que você acabou de me dar uma ideia para o meu canal de estilo." "Manteiga como desembaraçador de cabelo?" Rimmel abriu um sorriso. "Como usar corretamente um lenço." Eu corrigi.


"Melhor incluir um segmento sobre como obter o inferno fora de um, se você não pode colocá-lo bem", ela murmurou. Eu ri um pouco mais e empurrei um copo em sua direção. "Peguei uma cidra para você." Ela fez um som de apreciação e agarrou a taça. "Obrigada." Eu puxei meu mocha na minha frente, juntamente com a pequena garrafa de suco de laranja que eu peguei na geladeira perto do registo. Rimmel apontou para o suco. "Não pôde se decidir?" "É prerrogativa de uma menina querer mais de uma coisa ao mesmo tempo." Eu destampei o suco e tomei um gole. O sabor de laranja ligeiramente ácido, mas doce explodiu sobre minha língua e deslizou na minha garganta. Tão bom. Estendi a mão para o mocha e envolvi minhas mãos em torno dele, deixando o calor do café escoar em meus dedos gelados. "Você nunca foi de beber suco", disse Rimmel, tomando sua bebida. Dei de ombros. "Eu acho que eu preciso do açúcar. Eu estive cansada ultimamente." "Como estão as coisas?", ela perguntou, baixando a voz um pouco, como se ela estivesse mantendo a nossa conversa privada. Eu estava acostumada a falar sobre meus sentimentos, costumava ser perguntada sobre eles também. Parecia que é tudo o que eu tinha feito desde que descobrir que Zach me estuprou e depois tentou matar Braeden e eu. A coisa era que eu não me importava de falar sobre como eu estava indo. Teria sido perfeitamente natural nunca querer falar sobre isso. Eu acho que um monte de pessoas passa por isso. E sim, num primeiro momento, tinha sido difícil. Mas ajudou. E eu acho que por apenas começá-lo lá fora, por não guardar dentro, isso me fez mais forte. Rimmel e eu tínhamos falado muito nas semanas após o acidente de carro e a morte de Zach. Eu não tinha sido a única a contar a ela sobre ter sido estuprada. Romeo disse a ela. Eu estava feliz que ele tinha, então eu não precisei. Certo, falar sobre isso agora, não era tão difícil como


costumava ser, mas tendo de dizer a alguém que você foi estuprada... especialmente uma amiga que gostava de você... Eu odiava ver o horror e depois a pena que sempre brilhava em seus olhos. No momento que Rim e eu fomos capazes de falar, Zach já estava morto e eu tinha acabado de sair do hospital. Ela era uma boa amiga. Uma melhor amiga. Ela nunca me julgou. Ela nunca tentou me dizer que o que quer que eu estivesse sentindo em um momento particular estava errado. Era como se ela soubesse que as emoções, até mesmo alguns sentimentos eram fugazes, e vivê-los era tudo parte do processo de cura. Ter uma menina para conversar sobre o que aconteceu... bem, era mais fácil falar com ela sobre isso do que com Braeden ou Drew. Eles eram muito cabeças quentes para isso. Eles ficavam muito chateados. Rimmel nunca quis socar as coisas quando eu cheguei com lágrimas nos olhos por ter sido forçada a ter relações sexuais. Ela só segurou minha mão e me deixou chorar. "Eu estou bem", eu respondi, inclinando-me um pouco. "Terapia realmente ajuda." Eu estendi a mão e coloquei minha mão sobre a dela. "Ter bons amigos – família - realmente ajuda também. Eu finalmente sinto que estou voltando ao normal, sabe?" Ela apertou minha mão, dando-me apoio. "Menos o esgotamento inspirando o consumo de suco de laranja?” ela perguntou, uma nota de brincadeira em sua voz. Inclinei a cabeça para o lado. "Eu acho que toda a agitação mental através da qual eu tive que trabalhar está finalmente se aproximando de mim fisicamente, se isso faz sentido?" Rimmel assentiu. "Totalmente. É difícil se concentrar em tudo de uma vez. Para você, lidar com o material interior era muito mais importante do que o material físico. Portanto, agora que você está mais forte mentalmente, é mais fácil notar como você está fisicamente."


É claro que ela entendeu. Ela não poderia ter sido estuprada, mas ela tinha sido atacada por Zach. Ela passou por muita coisa com sua família também. Rimmel sabia o que era tentar curar. "Eu acho..." Comecei e parei. Só porque eu era capaz de falar sobre o que estava lá dentro não significava que era sempre fácil. Rimmel percebeu minha hesitação e deu outro aperto em minha mão. "Eu sei que o estupro é uma violação física." Parei novamente para puxar minha mão e envolvê-las ambas em torno de meu café. "Mas eu acho que a maior violação é emocional. As cicatrizes que ele deixou no interior são muito maiores do que qualquer coisa que ele sequer deixou em mim fisicamente." Basta chegar a um acordo com o que está sendo usado da maneira que eu era, de ser tratada como algo diferente de humana era algo com o que eu poderia lutar sempre. "Estou muito orgulhosa de você", disse Rimmel. Olhei para cima, surpresa. Essa era a última resposta que eu esperava. Ela sorriu, notando o choque no meu rosto. "Você mudou muito desde que nos encontramos pela primeira vez no início do segundo ano." Eu fiz uma careta, e ela balançou a cabeça. "Não havia nada de errado com a maneira que você era naquela época", ela esclareceu, em seguida, continuou. "Você sempre foi boa para mim, mesmo quando eu tentei ser invisível para você. Você sempre foi divertida e despreocupada de maneiras que eu nunca serei. Sempre admirei isso em você. Mas você é muito mais do que isso. Ao invés de ser uma vítima, você se tornou uma lutadora. Em vez de deixar a dor do que aconteceu te comer no interior - algo que eu fiz – você deixou sair, assim pôde curar. Você é tão forte, Ivy. Forte para ser a pessoa que você é, para enfrentar tudo o que você já enfrentou. Eu queria dizer-lhe que você realmente me inspira. Eu posso não ter sido quebrada pelas mesmas coisas que você foi, mas, mesmo assim, eu aprendi muito sobre ter encanto e respeito por você." Lágrimas brotaram nas costas dos meus olhos, e eu pisquei furiosamente. "Eu não estou usando máscara impermeável," eu assobiei baixo. "Agora eu vou parecer uma bagunça!"


Rimmel riu. "Tenho certeza que você tem um arsenal de produtos em sua bolsa para corrigir a si mesma." "Claro." Eu funguei e dispensei a conversa tola sobre maquiagem. "Eu definitivamente tive um monte de apoio nos últimos meses, muito de você. Você me ensinou muito sobre auto aceitação e como ser a versão real de mim. Obrigada por ser sempre uma amiga de verdade." Rimmel empurrou os óculos e fungou. "Eu estava querendo te perguntar uma coisa. Acho que agora é realmente uma boa hora. " "Claro", eu disse, e limpei debaixo dos meus olhos. "Você será minha dama de honra?" Bem, lá se foi o que restou do meu rímel. "Sério?" Eu disse, minha voz vacilante. Rimmel assentiu. "Honestamente não há ninguém que eu prefira ter parada ali comigo quando eu me casar com Romeu. " "E quanto a B?" Rimmel riu. "Acho que ele vai ficar melhor em um smoking ao lado de Romeo do que ao meu lado em um vestido." "Sério, no entanto." Eu brinquei. "Você deve totalmente pedir-lhe para ficar do seu lado. Você não pode simplesmente ver o seu rosto?" Nós duas nos desmanchamos em risadas. "E a melhor parte é que ele totalmente diria que sim, porque ele nunca diria não a você!" Eu adicionei e ri um pouco mais. Nós rimos tão difícil que as pessoas começaram a olhar para o nosso lado, mas eu não me importei. Era tão bom rir. Uma vez que os risos terminaram, Rimmel gemeu. "Falando nisso. Eu nem sequer pensei em vestidos. Ou flores. Ou nada." "Eu tenho isto," eu disse, sentando-me. "Eu posso totalmente ajudála com tudo." "Você pode?" Os olhos de Rimmel estavam esperançosos. "Porque a mãe de Romeo está totalmente em cima de mim sobre tudo. O que eu quero para isso? O que eu quero para aquilo ...? Essa mulher está no modo total de casamento."


"As coisas estão melhor entre vocês duas?", perguntei. Rimmel fez uma careta. "Estou tentando. Mas você sabe…" Eu concordei com entusiasmo. "Entendi." "Eu realmente apreciaria sua ajuda. Como a minha mãe não está aqui..." Sua voz foi sumindo, e a tristeza apertou meu coração. Eu ainda não tinha pensado sobre o que deveria ser para ela planejar um casamento sem a mãe. "E minha avó está tão longe. Eu meio que tenho estado sozinha com isso." "Você nunca estará sozinha", eu insisti. "Eu estou sempre aqui. Assim como B. E Drew. Trent, também. " Seus olhos se suavizaram e ela sorriu. "Obrigada." Lançamos em uma conversa de pleno direito do planejamento do casamento. A partir do olhar no rosto de Rimmel cada vez que eu trouxe outro detalhe, ela parecia cada vez mais sobrecarregada. Finalmente, sentei-me e disse: "Você tem certeza que quer um grande casamento?" "Honestamente? Eu iria a Las Vegas em um piscar de olhos. Mas Romeo quer que eu tenha o conto de fadas, e eu acho que sua mãe ficaria de coração partido se nós não a incluíssemos." Eu balancei a cabeça. Eu entendia isso. Minha mãe ficaria de coração partido se eu saísse e me casasse sem ela. Especialmente desde que eu sou sua única filha e meus irmãos são cabeças-duras que provavelmente nunca vão encontrar as mulheres para aguentá-los. Mas eu não disse isso em voz alta, porque eu não queria fazê-la se sentir pior sobre sua própria mãe não estar lá. E nessa nota, eu ia ter que vir para cima com alguma forma de fazer a mãe de Rimmel uma parte do seu dia. Isso significaria muito para ela. "Bem, vamos mantê-lo simples, então. Nós vamos dar a sua mãe algumas coisas que ela pode controlar e você pode escolher o resto. " "Sério?" "Simples pode ser muito elegante." Eu sorri. "Eu não posso esperar para ir às compras para o vestido!"


Ela fez uma careta. "Ah, e não se esqueça que a festa de noivado que a mãe dele insistiu em jogar em nós é na semana que vem. Eu preciso chegar à boutique e obter algo para vestir. Eu sei que ela vai ter imprensa lá. Eu acho que ela convidou toda a NFL." Ela disse aquela última parte com trepidação, e eu ri. "Soa muito formal." Rimmel colocou a cabeça entre as mãos. "Sabe de uma coisa?", eu disse. Ela olhou para cima. "O que vocês precisam é de uma festa de noivado real. Uma para você e Romeo, não para os amigos da sociedade da mãe dele." "Tem sido um longo tempo desde que todos nós saímos para nos divertir." Meses. Fazia meses e meses. O Natal passou tranquilamente, com B e eu dividindo o nosso tempo aqui e na casa dos meus pais. Romeo e Rim ficaram espalhados enquanto ele terminou sua primeira temporada. Drew tinha estado bastante MIA3 por causa de seu trabalho e corrida. E agora aqui era o meio do inverno com a primavera chegando rápido. As coisas mudaram tão rápido. Muito em breve, seria nosso último ano e, então, seríamos todos puxados em direções diferentes. Precisávamos comemorar agora. Nós precisávamos estar juntos agora. "O que você está pensando?", perguntou Rimmel. Meus lábios se curvaram. "Smurf Balls". Rimmel sorriu. "Você quer ter uma festa de noivado na Screamerz?" "Por que não? É melhor fazê-lo agora, antes que estejamos todos velhos demais e casados para ainda achar isso divertido." Rimmel bufou. "Eu não acho que Braeden nunca vai ser velho demais para aquele lugar." Eu podia imaginá-lo totalmente com a idade de oitenta anos, ainda tentando dançar e dizendo a todos que ele ainda era o tal. Que bobão. 3

MIA, Missing In Action, Desaparecido Em Combate


O pensamento agradável, divertido me fez perceber que era um lado dele que não tinha saído muito frequentemente recentemente. "O que é isso?", perguntou Rimmel, praticamente lendo meus pensamentos. Peguei o suco de laranja e tomei um gole fortificante, perguntando-me se Rimmel tinha notado as mudanças nele também. Uma vez que eu recapitulei o suco, eu olhei para cima para perguntar, mas Rimmel não estava olhando para mim. E graças a Deus, porque o olhar em seu rosto era feroz. Muito raramente eu vi Rimmel olhar dessa forma . As únicas vezes que eu a tinha visto usar uma expressão semelhante era quando alguém estava ameaçando sua família. Família = Romeo e B. Eu rodei no meu lugar, me perguntando o que no mundo estava causando tal olhar de mamãe ursa para vir fora dela. E então eu vi. Bem ali atrás de mim estava um rosto familiar. Um indesejável rosto familiar. Missy.


CAPITULO DEZ A vida está sempre em movimento. Tudo é passageiro. Até a felicidade. ...BuzzBoss

B RAEDEN No segundo que eu entrei no escritório de Anthony, todos os pensamentos de tudo o que estava acontecendo em casa, na minha cabeça, e entre mim e Romeo foram afastados, para mais tarde. Esta reunião era sobre o meu futuro, minha esperançosa carreira na NFL. Tinham sido longos poucos meses. Inferno, quando a ideia de que eu poderia realmente me tornar um jogador de futebol profissional tornou-se uma realidade, eu estava animado como o inferno. Quem não estaria? Era plena aceleração pela frente. Mas então a minha emoção esmaeceu. Com tudo que estava acontecendo ao meu redor, tinha sido difícil manter-me com o nível de formação que eu precisava para me manter viável. A verdade era que ser um atleta profissional exigia muita disciplina. Exigia muita determinação. Esta carreira não é algo que alguém acabou de acordar e era bom o suficiente para fazer. Mesmo para as pessoas como


Romeo, que nasceram com talento bruto, ainda exigia um inferno de um monte de trabalho. Não era que eu ainda não queria estar na NFL. Eu queria jogar com Romeo novamente quase mais do que qualquer coisa. A coisa era que, por vezes, parecia que eu tinha que escolher entre Ivy e o jogo. Eu estava comprometido com Ivy cento e dez por cento. Eu a amava. Eu a amava mais do que tudo, e por causa disso, eu me perguntava como eu iria equilibrar uma vida com ela e uma vida de futebol. Eu sabia que era possível. Eu assisti Romeo e Rimmel fazê-lo em uma base diária. Era por causa deles que eu estava aqui nesta reunião e ainda prosseguia ativamente este caminho. Isso e o fato de que eu queria isso e sabia que o trabalho iria oferecer a Ivy e a mim a estabilidade financeira que não teríamos em qualquer outro lugar. Anthony fez a bola rolar. Ele tornou-se meu gerente oficial e enviado meu pedido para entrar no projeto inicial. Eu ia descobrir hoje se esse pedido tinha sido aceito. Eu iria saber em poucos minutos se a NFL poderia mesmo considerar-me para a seleção4. Em seguida, o verdadeiro trabalho começaria. Como se chegar até aqui tivesse sido brincadeira de criança. Anthony estava sentado atrás de sua mesa, seu cabelo escuro penteado ordenadamente e sua camisa branca desabotoada no colarinho, a gravata longa descartada. Sobre o encosto da cadeira estava o paletó e em seu pulso estava um relógio de ouro que, provavelmente, custava uma merda tonelada de dinheiro. "O que é toda a gritaria que ouvi lá fora, a partir de sua mãe?", ele perguntou quando Romeo e eu entramos. "Nós estávamos conversando merda na garagem. Mamãe não gostou", respondeu Romeo. Anthony sorriu. "Sim, bem, sua mãe odeia quando as pessoas estão atrasadas." Draft, no original, O Draft da NFL é um evento anual em que os 32 times da National Football League escolhem novos jogadores vindo do futebol americano universitário. É a forma mais comum de recrutamento de jogadores da NFL. 4


"Desculpe por isso", falou. "Eu estava no ginásio, treinando." Anthony acenou para minhas palavras. "Está bem. Eu vou estar trabalhando em casa o resto do dia. Além disso, treinar é mais importante do que sentar em reuniões comigo. Especialmente agora. " Romeo fez um som e me deu um tapa nas costas. Eu segurei minha reação ao que essas palavras poderiam significar. Anthony notou minha reação e sorriu. "Eles aceitaram o pedido, Braeden. Você está oficialmente na seleção para a NFL." "Inferno sim!" Romeo gritou. Eu ri, sentindo-me um pouco em estado de choque. Quer dizer, eu sabia que a possibilidade do pedido ser aceito era realmente boa, mas ainda assim. Eu acho que eu me segurei no fato de que poderia ser um não, porque eu não queria criar esperanças. Anthony se levantou e me ofereceu sua mão, um sorriso genuíno em seus lábios. Eu cheguei do outro lado da mesa e apertei. A porta do escritório se abriu, e Valerie enfiou a cabeça para dentro. "Eu ouvi gritos felizes!", disse ela. "B foi aceito!" Romeo disse a ela. Valerie entrou correndo na sala com uma grande bolsa branca em sua mão. Colocou-a para baixo e correu e me puxou para um abraço. "Estamos muito orgulhosos de você", disse ela. Meu peito apertou. Os pais de Romeo tinham estado na minha vida por um longo tempo. Eles sempre me trataram como um segundo filho. Têlos aqui e saber que eu tinha o seu apoio era algo que nunca poderia ser substituído. Eu a abracei de volta, e quando ela se afastou, ela enfiou a mão na bolsa e tirou um grande moletom roxo com capuz. Ele tinha o símbolo dos Knights no peito. Eu ri. "Eu comprei para você", ela disse, emocionada. "E eu tenho um para Ivy, também." Ela retirou outro que não era tão grande. Eu não tive


coragem para lhe dizer que Ivy não usaria o dela. Ela só usaria o meu depois que eu usasse e cheirasse a mim. "E o que você teria feito se o meu pedido tivesse sido negado?", perguntei. "Absurdo. Ron Gamble não é um homem burro." "O Gamble não aprova os pedidos, mãe," Romeo disse a ela. "Oh," ela disse e acenou para a informação. "Bem, não importa de qualquer maneira, porque foi aprovado." Eu peguei os moletons e ri. "Obrigado, mamãe". "De nada, querido. Vai ser tão bom ter ambos os meus meninos na mesma equipe novamente." O som de um telefone tocando flutuou na sala do fundo do corredor. "Oh, isso é o meu celular. Provavelmente é o fornecedor sobre a festa de noivado. Eu preciso atender." Ela saiu apressada da sala. Eu levantei uma sobrancelha para Romeo. "Festa de noivado?" "Não pergunte," ele gemeu. Anthony riu. " Qualquer motivo para uma festa." Eu coloquei as camisas roxas sobre uma cadeira próxima e, em seguida, sentei-me. Eu estava pirando sobre o meu pedido ser aceito. Eu estava a um passo de jogar como profissional. Olhei entre Rome e seu pai. "Ela sabe que eu posso não acabar no Knights, certo?" "Isso não vai acontecer", disse Romeo. Não havia espaço para discussão em sua voz. "A menos que você tenha um gênio em uma garrafa em algum lugar nesta casa", eu brinquei. "Você e eu sabemos a probabilidade." Romeo fez uma cara como se a verdade o irritasse. Eu sabia que ele me queria em sua equipe. Inferno, eu queria isso também. Mas eu tinha que ser realista aqui. Eu não podia colocar minha cabeça ou coração sobre o resultado que eu queria, porque só tornaria isso mais difícil se eu fosse escolhido por alguma equipe que não fosse o Knights.


"Obviamente, a possibilidade de isso acontecer existe", disse Anthony. "Todos nós sabemos como a organização trabalha. É tudo sobre quem pega você em primeiro lugar." E se dois times tentassem me pegar, ao mesmo tempo, eu iria para o maior lance. De certa forma, era como uma espécie de leilão de gado. Exceto que era para homens. "Gamble quer. O técnico principal Westfall quer. Eles vão projetar você." Romeo tinha tanta confiança que era difícil não ter esperança. "Quanto é que você tem a ver com isso?", perguntei direto. Romeo sentou-se perto e me olhou nos olhos. "Você sabe muito bem que eu entrei na briga por você. Eu não fiz nenhum segredo de que eu quero você no campo comigo. Mas não fui eu quem os convenceu, B. Foram suas estatísticas da última temporada. Eu poderia ter-lhe trazido um pouco de atenção, mas seu registro fala por si." Anthony assentiu. "É verdade. Suas estatísticas estão em linha com alguns dos jogadores mais esperados na escalação este ano. Você definitivamente é um membro." "Quaisquer outras equipes interessadas?", perguntei a Anthony. "Eu não ouvi muito, mas eu sei que você está sendo olhado." Romeo endureceu. Olhei para ele e sua mandíbula estava dura. Eu sabia que estava matando a ele que isso não era um negócio feito. Era evidente só de olhar para ele que ele ainda não tinha considerado que eu seria escolhido para outra equipe, uma em outro estado, longe dele e nossa família. "Quantas equipes estão à frente dos Knights do pedido de seleção?" Romeo perguntou a seu pai. "Poucas." Ele minimizou. "Os Knights estão em algum lugar no meio da seleção, que é bom. Pelo menos eles não estão nos últimos." Se eles estivessem por último, então maior a chance de eu ser escolhido por outra equipe. Ambos Romeo e eu caímos em silêncio, digerindo a notícia.


"Gamble está fazendo tudo que puder para te pegar, Braeden. Ele é um homem determinado. Isto não é algo sobre o qual você realmente tenha qualquer controle. Nós vamos ter que esperar e ver. Até então, você precisa treinar todos os dias. Você precisa manter o nariz limpo, manter a sua reputação limpa. Imprensa é bom, mas apenas a boa imprensa." Eu balancei a cabeça, e Romeo olhou para mim. Eu sabia que ele estava pensando sobre toda a boa imprensa que nós planejamos gerar que tinha sido colocada em espera por causa do acidente de Ivy. Eu não quis ir muito longe enquanto ela estava se recuperando. Eu tinha perdido todos os seus jogos finais da temporada no ano passado. O plano era para estar na arquibancada, ser visto com Romeo e a equipe em público. Isso nunca aconteceu. Eu não pude evitar, a não ser me perguntar se isso iria me machucar. "Quando é que vamos saber?", perguntei, já temendo a espera. "A seleção sai no final de abril deste ano." Então, eu tinha quase dois meses para esperar. Droga. "E até lá?", perguntei. Tecnicamente, eu sabia de tudo isso, mas eu só precisava ouvi-lo dizer isso. Isso tornava mais real. "Até então, treine feito um louco. A equipe pessoal do jogador vai estar te observando. Eles estarão em contato com o treinador dos Wolves, com a Universidade de Alpha, e comigo desde que eu sou seu agente. A equipe, provavelmente, chegará e vai ver você treinar. Eles vão querer vê-lo jogar, talvez até mesmo como você interage com seus companheiros de equipe." "Tecnicamente, eles não são meus companheiros mais", eu disse, a realização me batendo duro. Esses caras tinham sido a minha família por mais de três anos. Olhei para Romeo. Ele concordou, e eu vi a compreensão em seus olhos. Eu estava ficando com um gostinho de como ele se sentiu no ano passado.


"Sim, tecnicamente, você terminou a sua carreira universitária, mas desde que os Wolves são o lugar de onde você vem, eu não ficaria surpreso se isso for onde o pessoal começará." Eu balancei a cabeça, tentando envolver minha cabeça em torno de tudo. Você sabia que você estava crescendo, quando sua primeira reação a algo tão épico como ser selecionado pela NFL não era para ficar perdido e festejar, mas para planejar, treinar e ir para casa e dizer a sua menina. "Isso é muito. Eu sei", disse Anthony. "Desde que as coisas com Romeo aconteceram um pouco diferente, este é tipo minha primeira tentativa com algo assim também. Mas eu quero que você saiba, meu filho, que eu vou fazer tudo ao meu alcance para garantir que você vá para uma boa equipe, a equipe certa. E eu vou me certificar que eles te paguem bem. Você pode ser um novato, mas você é um muito bom." "E você não tem nenhum osso quebrado," Romeo rachou. "Acho que isso significa que eu vou conseguir mais dinheiro", provoquei. Romeo riu. "Um contrato de três anos para um novato? Sim, você vai ganhar mais do que a minha única temporada, vamos ver se você pode jogar o salário." Então ele sorriu e seus olhos se voltaram arrogante. "Mas meu novo contrato de quatro anos com os Knights? De jeito nenhum você vai conseguir o que eu tenho." Olhei para Anthony e levantei uma sobrancelha. Ele riu. "Eu negocio muito bem." Eu sabia que Romeo tinha um contrato recém-assinado de quatro anos, mas eu nunca perguntei a ele o quanto ele estava fazendo. Claro, eu provavelmente poderia procurá-lo on-line, mas eu não me importei. Nós nunca tínhamos nos preocupado sobre o dinheiro e nós nunca estaríamos. Mas eu tinha que admitir que agora eu estava curioso o quanto ele estava sendo pago. "Eu vou continuar com isso. Só porque você está qualificado para a seleção agora não significa eu vou sentar e esperar", disse Anthony,


puxando meus pensamentos. "Eu vou trabalhar tão duro para você como eu faço para Roman." Engoli em seco. "Eu realmente aprecio isso. Obrigado por fazer isso por mim." "Você sabe que nós pensamos em você como um filho. Nós só queremos o melhor para você." Normalmente, gostaria de fazer um comentário engraçado ou uma piada em um momento como este. Algo para aclamar os sentimentos que inundavam meu peito. Mas o meu lado sarcástico falhou comigo naquele momento. Eu simplesmente não podia levar-me a dizer nada que pudesse tirar a autenticidade em suas palavras. Anthony Anderson tinha sido mais um pai para mim minha vida inteira que o meu pai real tinha sido, portanto, ouvi-lo dizer essas coisas ... Bem… Sim. Felizmente, Romeo estava lá e ele sabia o que precisava ser dito. "Nossa, papai, você não tem que beijar seu traseiro. Você já tem ingressos para a temporada." Anthony jogou a cabeça para trás e riu. A mão segurando meu coração deixou ir, e eu soltei uma risada trêmula. "Não vá ficar se achando." Romeo continuou e se levantou para me bater no ombro. "Eu ainda ganho mais dinheiro do que você." Dei-lhe o dedo. "Então a reunião terminou?", perguntou. Anthony assentiu. "Eu vou estar em contato em breve, Braeden, deixar você saber o que está por vir." Ele se levantou e me entregou uma folha de papel, a primeira página do meu formulário de inscrição antecipado (uma cópia), e grampeado na frente estava uma carta de aprovação da NFL. "Pensei que você podesse querer manter isso. Mostre a sua mãe." Eu queria mostrar a Ivy.


Num impulso, eu abracei o pai de Romeo. Era um abraço apertado, rápido, e mesmo que fosse impulso do momento, ele me abraçou de volta, como se ele não estivesse surpreso. Antes de eu me afastar, ele sussurrou, "estou orgulhoso de você," no meu ouvido. "Vamos," Romeo disse impaciente da porta. "Se não sairmos daqui agora, mamãe vai entrar aqui e fazer eu escolher cores de guardanapo ou alguma merda." Ele parecia horrorizado. Anthony e eu rimos. "Vamos ver vocês dois na próxima semana, na festa", disse Anthony e nos enxotou. Joguei as camisas por cima do meu ombro e nos dirigimos para a porta. Romeo apertou um dedo para os lábios, dizendo-me para ficar quieto antes que ele abrisse. Pensei em fazer um monte de barulho de propósito só para chamar a atenção da mãe. Mas então eu percebi que ela provavelmente iria me fazer ajudar a escolher merda fora também. Oh, infernos não. Essa merda era para as meninas. Nós rastejamos através da casa de uma maneira que não fizemos desde que tínhamos dezesseis anos e atrasados para o toque de recolher. Claro, naquela época nós sempre fomos pegos. Sua mãe tinha tipo audição de super homem, nos pegava todas as vezes. Ela nos sentava na cozinha e nos dava uma palestra dura. Então nós jogávamos charme para fora da punição com a promessa de nunca mais fazê-lo novamente. Cara, aqueles eram os dias. Lá fora, Romeo soltou um enorme suspiro de alívio e, em seguida, me cobrou. Antes que eu soubesse o que diabos ele estava fazendo, ele me agarrou em torno dos quadris e me levantou em um abraço de vitória como se eu tivesse marcado um touchdown da vitória. Ele deu um grito feliz e, em


seguida, colocou-me de volta para baixo e me deu um soco no ombro. "Porra, sim!" Sua excitação era contagiante, e eu sorri como um tolo. "Nós estamos indo para o Superbowl deste ano. Você e eu." "Romeo..." eu comecei. Ele ouviu a hesitação na minha voz. "Não comece essa merda comigo, cara. Vai acontecer. Gamble vai passar." Eu esperava por isso, mas eu não tinha tanta fé no cara como Romeo. Eu não me incomodei em dizer em voz alta, porém. "Vou treinar com você. Eu sei o que Westfall e os treinadores gostam de ver. Eu conheço as entradas e saídas da equipe. É uma vantagem que você tem, e vamos usá-la." Eu balancei a cabeça, olhando para os agasalhos e a carta de aceitação enchendo minhas mãos. "É um bom dia, B. Não há problema em ser feliz." "Você tem escutado CDs motivacionais em seu carro?" Eu rachei. Romeo gargalhou. "Sim, eu os tenho no porta-luvas." "A porra que você tem." "Vamos lá, vamos tomar uma cerveja e comemorar. Por minha conta." Ele olhou por cima do ombro para a casa como se ele esperasse que sua mãe viesse correndo atrás de nós. "Bem, se você está pagando...", eu disse. "E você pode me dizer sobre esta festa na próxima semana." "Não fique tão entusiasmado com a minha tortura. Como padrinho, você tem que estar lá, também. Inferno, ela provavelmente vai encurralar você e tentar e dar-lhe instruções sobre o seu discurso. " "Padrinho," eu repeti. "Como se você não soubesse." Romeo zombou. "Bem, eu quero dizer que quando você não pediu..." Fingi enxugar minhas lágrimas com a manga do agasalho.


"Lá vem você agir como uma mulher. Quando eu parar para pegar cerveja, eu vou pegar um pouco de douche para que você possa limpar suas partes femininas." "Cara, isso é desagradável." "Não há ninguém que eu prefira ter parado lá em cima comigo", disse ele, voltando-se sério. "Não há mais ninguém que eu deixaria casar com a minha irmã." Romeo revirou os olhos. "Claro que eu estarei lá, homem. Vou até escrever um discurso." A verdade era que eu estava ansioso pelo casamento deles, e sim, eu sabia que eu seria o único em pé ali ao lado deles. Assim como quando eu me casasse, seria ele ao meu lado. O humor que eu estava quando eu apareci aqui pareciam tão distantes. Parecia tão insignificante no grande esquema da vida. Sim, nada era perfeito, mas porra se não tínhamos muito. Eu estava no meu caminho para a NFL. Nossa família era feliz e intacta. Nenhuma ameaça pairava sobre nossas cabeças. Romeo e Rimmel iam se casar. Por agora, tudo estava ótimo.


CAPITULO ONZE Uma vez, melhores amigas. Agora, estranhas com recordações. #Arrependimentos ...BuzzBoss

I VY Nossos olhos se encontraram, e meu estômago apertou. Ai credo. Eu realmente não tinha estômago para alguém tão terrível como Missy hoje. Eu virei abruptamente sem dizer uma palavra. Eu não tinha nada para lhe dizer. Eu realmente queria lavar as mãos daquela menina e fingir que nossa "amizade" não tinha sido nada mais que um sonho ruim. Os olhos de Rimmel permaneceram apontados sobre Missy como se ela não fosse deixá-la fora de sua vista até que ela se fosse. E aquele olhar feroz, quase rosnando em seu rosto ficou no lugar. Eu tive um momento para perceber que o olhar que eu só a tinha visto trazer para fora apenas em nome de Braeden e Romeo era agora um olhar que ela usou para mim também. Ela estava advertindo Missy, tentando mantê-la longe de mim, porque Rimmel compreendeu o quanto sua traição tinha machucado.


Claro, Missy não tinha feito as coisas que Zach fez, mas isso não a fazia melhor do que ele. De alguma maneira, Missy era pior do que ele. Pelo menos Zach nunca disfarçou como sendo meu amigo. Ele não saiu comigo sob o pretexto de que ele gostava de mim para que ele pudesse sugar informação de mim e de meu amigos para explodir tudo sobre a linha de fofocas da escola. Com Zach, uma menina sabia o que estava recebendo. Uma garota como Missy? Bem, ela era como uma espécie de pinhata. Depois de tantos hits, ela se abriu e os conteúdos reais de sua alma desagradável derramaram. Meu estômago se agitou e eu pressionei uma mão nele. Rimmel se afastou dela e veio em minha direção. "Você está bem?" "Eu estou bem", eu disse, respirando. "Eu acho que a combinação de estar cansada e estressada e..." Eu apontei por cima do ombro com a minha cabeça. "Tem sido bastante para mim hoje." "Você vai para casa antes do trabalho?", perguntou ela. Eu balancei a cabeça. Ela pegou o celular e seus dedos voaram sobre a tela. "Romeo ia vir me pegar, mas eu vou no carro com você. Vamos. Vamos lá." Levantei-me e estendi a mão para o suco. Eu não tinha vontade de beber o café com leite que eu ainda tinha para saborear. Joguei-o em uma lixeira próxima e puxei meu casaco. Rimmel já tinha seu casaco e foi levando o lenço que ela não poderia usar em sua mão. Isso me fez rir debaixo da minha respiração. Eu cheguei na porta antes de Rim, então eu a segurei aberta e a deixei ir na minha frente. Lá fora, a minha atenção foi diretamente para os flocos de neve grandes, brancos que caíram ao acaso do céu. O vento era amargo e isso me fez ansiar muito por um par de minhas Uggs5. "Você não pode dar uma dica?" A voz de Rimmel me trouxe até breve.

5

Ugg, é uma bota com forro de lã, ideal para a neve, chuva e dias bem frios.


Quando a porta se fechou atrás de nós, Missy entrou na calçada bloqueando nosso caminho. Ela olhou para mim com cautela antes de virar seu olhar cinzento completo sobre Rimmel. "Ouvi dizer que está tudo em ordem com seu noivado", disse ela. Eu tenho certeza de que sim. Você sabe, quando você postou sobre este assunto para toda a escola ", disse Rim sem perder uma batida. Missy olhou em volta, certificando-se de que ninguém ouviu e iria perceber quem ela realmente era. "Então, você está tendo uma festa de noivado na semana que vem?", perguntou ela. Ok, claramente ela estava cavando em torno de informações. Será que esta menina nunca ia parar? "Sim. E você não está convidada", disse Rimmel. "Se você nos der licença, eu odeio o frio." Rimmel e eu começamos a avançar de uma vez, e Missy não tinha escolha a não ser recuar. Quando estávamos passando, Missy gritou meu nome. Eu parei e olhei por cima do meu ombro. Nossos olhos se encontraram, e tenho a certeza que ela viu exatamente o quanto esta pequena conversa significava para mim. Que era nada. Seus olhos se arregalaram apenas uma fração, e eu pensei que ela poderia virar. Ela não o fez. Em apenas alguns passos rápidos, ela estava em nossa frente novamente. A neve branca cobria seu cabelo escuro como um chapéu, e isso me fez louca por perceber que pensei que ela parecia muito bonita aqui fora. "Olha, eu queria ter ido lá. Eu tentei ir ao hospital." "Você não é bem-vinda em nossa casa", eu disse, aliás. Ela assentiu com a cabeça. "Sim, eu sei... e Braeden..." Sua voz falhou.


Apenas ouvi-la dizer o nome dele fez-me tonta com raiva. Braeden era meu. Fim. Claramente, a minha mulher das cavernas interior estava se certificando de que ela foi ouvida, porque os pensamentos que eu estava tendo eram francamente possessivos. B ficaria orgulhoso. "Eu só queria pedir desculpas a você. Tipo, de verdade. Eu sinto muito pela parte que me toca no que aconteceu." Algo dentro de mim estalou (provavelmente era aquela mulher das cavernas mal-intencionada que eu tinha que vivia lá). Eu acho que todo aquele nada que eu sentia por ela tinha seus limites. "Qual é a parte que foi isso?" Rosnei. "A parte que lhe toca de eu ser estuprada? Ou a parte quando você escondeu isso, em seguida, usou-o para me envergonhar como vagabunda na frente de toda a escola?" O rosto de Missy empalideceu. Eu levantei minha mão. "Oh, talvez tenha sido quando você foi para a ala psiquiátrica e fez um animal enjaulado, doente todo irritado para que ele pudesse vir atrás de mim e tentasse me matar." Senti minhas mãos tremerem enquanto eu olhava para ela. Como eu já achei que ela era minha amiga era um mistério para mim. "Então me diga, Missy. Qual dessas coisas que você mais lamenta? " Lágrimas brotaram nos olhos dela, e eu ri. "Suas lágrimas, a sua própria existência pararam de me afetar o dia que fiquei olhando para a ponta de uma arma e ouvi um psicopata desenhar planos de como ele ia me matar e depois voltar para o homem que eu amo." Ela suspirou como se eu a tivesse chocado. Engoli em seco de volta, zombando dela. "Oh." Eu apertei a mão no meu peito. "Poderia ser? Algo que a pequena Srta. Sabe Tudo não sabe?" Olhei para Rimmel, e ela se encolheu drasticamente. "Está certo. Seu pequeno pit bull ia matar Braeden. Você sabe, o cara que você alegou amar?"


"Ivy", disse Missy, sua voz oca e crua. "Guarde, ok?" Não há nada nesta terra que nunca iria fazer-me ouvir o que ela tinha a dizer. Eu terminara. Além de terminado. Eu pensei que eu tinha lavado minhas mãos dela antes. O nada que eu sentia quando eu pensava nela tinha sido infinito. Mas eu acho que, no fundo, eu precisava jogar a raiva nela, mesmo que apenas um pouco. Eu tinha, e agora eu só me senti drenada. "Vamos," eu disse a Rimmel. Nós viramos e fomos embora juntas, deixando Missy em pé lá, sozinha. Eu nunca olhei para trás para ver se ela nos seguiu. Eu sabia que ela não iria. Ela não ousaria. "Você foi uma verdadeira durona lá atrás," eu disse a Rimmel, tentando aliviar o clima. "Eu?", ela disse inocentemente. Eu ri. "Se olhar pudesse matar…" "Se olhar pudesse matar, aquela lá teria ido embora há muito tempo", Rimmel disse amargamente. Olhei para ela com o canto do meu olho, enquanto caminhávamos pela calçada em direção ao meu carro. "Eu não percebi que você a desprezava tanto." Rimmel parou e olhou para mim tagarelando. "Você pensou que eu não iria?" "Claro que eu sabia que você estava com raiva e magoada por causa dela. Mas eu acho que eu nunca percebi que ela iria trazer para fora a leoa em você." Rimmel começou a andar novamente e enganchou seu braço no meu. "Ela machucou todos nós. Você mais do que todos. Eu acho que Romeu e B passaram um pouco disso para mim, porque em meu livro, alguém que fere minha família – minha irmã - como Missy fez, eu não tenho piedade dela."


Coloquei minha cabeça contra a dela e sorri. "Não diga a eles que eu disse isso, mas eu acho que um pouco de B e Romeo passando para nós pode ser uma coisa boa." "Oh, eu não vou dizer a eles. Nós nunca ouviríamos o fim de tudo." Nosso riso encheu o ar enquanto nós subíamos até meu carro. Rimmel puxou o braço de debaixo meu. Eu procurei a minha bolsa para as chaves do carro e as puxei para fora. Quando eu me endireitei, uma onda de tontura tomou conta de mim e eu oscilei sobre os meus pés. "Ivy?" A voz de Rimmel estava cheia de preocupação, e ela se aproximou. "Eu estou bem", eu assegurei a ela. "Eu perdi o almoço, e ver Missy me deixou doente." "Que tal eu dirigir para casa?" "Sim, tudo bem", eu disse e entreguei as chaves. Eu afundei no lado do passageiro, grata pelo assento. Uma vez que Rimmel entrou e ligou o carro, eu me virei para ela. "Ei, como é que você não dirigiu até o campus hoje?" Rimmel bufou. "Você está de brincadeira? Dirigir aquela "armadilha da morte" na neve?" Ela fez aspas no ar quando ela se referiu a seu carro. "Romeo iria explodir uma junta. Você sabe como ele é sobre o meu carro." Eu ri. "Sim. Eu sei." Rimmel suspirou e puxou para a rua. "Além disso, eu gosto quando ele me leva ao redor. Em breve ele vai estar de volta com os Knights e não vamos ver muito um ao outro." "O tempo com certeza tem voado ultimamente," eu murmurei e olhei para fora do para brisa com os flocos de neve correndo em direção ao carro enquanto nós andávamos. "Eu sei que parece que foi ontem que ficamos noivos, mas já se passaram dois meses." Dois meses?


Tinha sido realmente tanto tempo? Com o acidente de carro, terapia, escola, meu trabalho na boutique, e tudo que estava acontecendo, acompanhar o calendário não era algo que eu estava fazendo. "Eu suponho que você vai querer se casar antes da partida de Romeo para o treinamento de campo?", perguntei, abrindo o aplicativo de calendário no meu telefone. "Definitivamente." "Ainda não tem data?" Ela suspirou. "Não, nós apenas continuamos dizendo logo que possível." "Bem, menina, você tem que escolher uma data para que possamos fazer isso acontecer." Eu virei ao redor do calendário para olhar nas datas de fim de semana, mantendo o tempo em mente. "Ok, eu vou falar com ele esta noite e vamos escolher uma." Eu fiz um som sem compromisso e assenti. Eu não estava realmente prestando atenção ao que ela dizia. Eu estava muito ocupada olhando para o calendário.


CAPITULO DOZE #ÚltimasNotícias Um antigo residente quente virou uma estrela da NFL e sua noiva #Nerd vão dar uma festa de noivado em breve #SomenteOMelhorParaRomeo ...BuzzBoss

B RAEDEN A discussão acalorada entre Romeo e eu que estava se formando se perdeu em algum lugar entre o futebol e cerveja. Eu não mencionei porque eu realmente não queria falar sobre isso. Eu estava esperando que ele tivesse esquecido, mas eu sabia melhor. Romeo não se esquecia da merda que ele pensava que era importante. Meu palpite? Ele estava passando o tempo, à espera de um bom momento para mencionar. Agora não era uma boa hora. Nós estávamos muito ocupados com a pizza e cerveja que nós tínhamos parado para pegar no caminho de casa. Eu ia ter que fazer um segundo treino hoje à noite por causa dessa merda. Mas tanto faz. Valeria a pena. O som da porta da garagem se abrindo zumbia pela casa, e Romeo tomou um gole de sua cerveja e se levantou. "As garotas estão aqui." Eu não podia esperar para contar a Ivy sobre o projeto.


Nós saímos para a garagem assim que a porta terminou deslizando para cima. O som do motor de Ivy parou, e ficamos ali e vimos quando as garotas saíram. Rim estava no banco do condutor. Que porra era aquela? As duas não vieram nos ver em primeiro lugar. Elas estavam rindo de algo enquanto vinham ao redor do capô do carro para a porta. Ivy foi a primeira a perceber que estávamos a observá-las. Ela olhou para cima, e nossos olhos alinharam quase que instantaneamente. Mas, então, seu olhar deslizou para longe. Quase como se ela estivesse preocupada. Ou nervosa. Isso não era nossa saudação habitual. "Já era hora de vocês chegarem," Romeo chamou, e o rosto de Rimmel rachou em um grande sorriso. Isso. Isso era o que eu estava acostumado a ver. Rim correu em frente à entrada lisa com a neve e perdeu o equilíbrio. Romeo e eu nos apressamos para tentar pegá-la, mas ela conseguiu se endireitar e não cair. "E você quer saber por que eu não quero que você dirija na neve," Romeo murmurou. "Droga, Smalls. Você não pode sequer andar nela." Rimmel deu a Ivy um olhar intencional, e elas riram. Eu gostei do som da risada de Ivy. Era familiar e confortável. Assim como o lar. Romeo pegou Rim e a jogou por cima do ombro, dirigindo-se para a casa. Ela gritou o caminho todo. Eu encontrei Ivy no meio da calçada, flocos de neve se reunindo em seu cabelo e agarrando-se às pontas de seus cílios escuros. "Você se parece com um cupcake", anunciei. Eu consegui um sorriso. Eu gostei. Eu queria outro.


"Um cupcake?", Ela repetiu, divertida. Eu balancei a cabeça. "E todos estes flocos de neve lutando por um lugar em você se parece com granulados. Você sabe o quanto eu amo granulados." Eu consegui uma risadinha leve e outro sorriso. Droga, eu a amava. "Você já beijou na neve?", murmurei, deslizando um braço ao redor de sua cintura. "Se eu beijei, eu certamente não me lembro", respondeu ela, inclinando-se no meu peito. "Boa resposta", murmurei e tomei o meu tempo inclinando-me em direção à ela. Gostei da maneira como seus cílios vibraram como se a minha mera proximidade fosse muito atraente para os olhos para permanecerem abertos. A ponta de seu nariz estava rosa do frio, e quando eu me inclinei um pouco mais perto, seus dentes se afundaram em seu lábio inferior. Ela estava se antecipando a mim. Esperando. Por mim. Por meus lábios. Por um gosto meu apenas. Eu permiti que meus lábios escovassem sempre tão levemente sobre os dela, e ela se inclinou para cima, tentando aprofundar o contato. Afasteime, privando-a de um beijo completo. "Eu te amo", eu respirei contra ela, meus lábios acariciando os dela com cada palavra, eu sussurrei. As mãos dela se aproximaram e agarraram a frente da minha camisa, e eu trouxe-nos totalmente juntos. Ela se separou imediatamente, já sabendo o que queria. Eu tomei meu tempo, mais uma vez, deslizando minha língua contra a dela antes de enrolar em torno completamente, e sugando-a suavemente em minha boca. O aperto na minha camisa diminuiu, e a maioria de seu peso deslocou para mim. Eu apertei meus braços e a segurei, ao mesmo tempo continuando a foda lenta que eu estava dando a sua boca.


Eu não sei quanto tempo nós nos beijamos, mas eu não estava com pressa. Ficamos ali fora no frio, a neve caindo ao nosso redor em uma cortina de silêncio. Afastei-me tão lentamente como eu comecei, provocando-a com mais antes de finalmente levantar a cabeça. Ivy desmoronou contra meu peito e enterrou o rosto na curva do meu pescoço. Seu nariz frio apertou contra o local onde o meu pulso estava bateu logo abaixo da pele. Foi um contraste chocante a forma como o meu sangue ferveu. "Ei." Eu esfreguei uma mão pelas costas dela. "O que está acontecendo?" Ela fez um som e se aconchegou mais perto. Eu não sei por que, mas me assustou. Ivy era um monte de coisas, mas pegajosa não era uma delas. Não que a maneira como ela agarrou-se a mim agora fosse irritante. Era exatamente o oposto. Eu me alegrei com isso. Em ser aquele em quem ela encontrou consolo. Era o fato de que ela precisava de consolo em tudo me preocupou. "Blondie", eu disse um pouco mais firme desta vez e a despreguei do meu peito. "Qual o problema com você?" O lábio inferior prendeu em um beicinho e depois vacilou. Isso me destruiu. A vulnerabilidade que ela estava projetando fodidamente me levou para baixo. Ela estendeu a mão para mim de novo, e eu a deixei entrar, puxandoa para perto e permitindo que ela cavasse tão perto de mim quanto podia. Eu balancei a nós dois para trás, um ligeiro movimento, mas reconfortante. Claramente, ela precisava de conforto. Talvez essa fosse a razão porque Rim estava dirigindo. "Aconteceu alguma coisa hoje?", perguntei, rouco. O traseiro de quem eu preciso bater? o bastardo possessivo em mim exigiu.


"Prometa-me uma coisa", disse ela, de repente, puxando para trás e piscando a neve do rosto. "Qualquer coisa." Seus olhos apagaram e ela balançou a cabeça. "Não. Sem promessas. Apenas me diga que eu nunca vou te perder." Alívio encheu meus membros e os fez pesado. Eu queria rir. Devo ter sorrido porque ela fez uma careta. "Por que é tão engraçado?" "Não é engraçado. É apenas a promessa mais fácil que eu já vou fazer." "Não é fácil. Não vai ser." Que porra ela estava falando? "Ivy." Uma nota dura penetrou em meu tom. "Ouça-me e ouça-me bem." Seus olhos saltaram entre os meus, como se estivesse procurando alguma coisa... mas eu não sabia o quê. Eu daria a ela. Foda-se, eu daria qualquer coisa a ela se eu apenas soubesse do que era que ela precisava. "Você está ouvindo?" Eu exigi. Realmente, eu estava tentando ganhar tempo. Eu tinha que retirar algumas palavras agora. Nós todos sabemos o quão pouco eu gostava de palavras. Ela assentiu com a cabeça. "Eu não sei o que deu nessa sua bela cabeça hoje, e honestamente, isso realmente não importava. Não por isso. Eu não estou indo a lugar nenhum. Nunca. Inferno, eu deveria ser o único a pedir-lhe para fazer essa promessa." Ela bufou. Claramente, ela tinha passado a tarde com a minha irmã. "É ridículo, certo?", perguntei. Ela concordou, mas depois vi a dúvida rastejando em seus olhos.


Peguei seu rosto em minhas mãos, notando quão fria sua pele sentia. "É tão fácil para mim fazer essa promessa, como é para você. Você tem que confiar em mim, baby. Você tem que confiar no que eu quero dizer quando digo que sou seu e isso não vai mudar." Por que ela estava de repente sendo tão... tão... tipo uma garota? Inferno, nós superamos Missy, a nossa tentativa mútua para empurrar o outro para longe, o estupro, Zach ... A lista continuava. Por que de repente ela precisava ouvir que eu não ia deixá-la? "Eu confio em você." Não havia dúvida em sua voz. "Mais do que ninguém." Isso realmente não importa, a razão. Se ela precisava ouvir isso, então eu diria aquilo. Eu a coloquei ao meu lado para protegê-la do frio e nós voltássemos para a casa. "Vamos, Blondie. Sua bunda sexy vai congelar." Dentro da garagem, nós passamos o Hellcat e Ivy olhou para cima. "Eu sinto muito. Você totalmente não precisa da minha bagagem emocional no momento. Hoje não é sobre mim. É sobre você, e eu estou morrendo de vontade de saber como foi a reunião com Anthony." Apertei o botão na parede para que a porta pudesse baixar. Enquanto se movia, a garagem esmaeceu com a luz solar perdida. Parei de abrir a porta que dava para a casa e me encostei na madeira. Ela se encaixou entre as minhas pernas perfeitamente, e eu apertei as lapelas do seu casaco vermelho e puxei-a para perto. "Minha própria existência é sobre você, baby. Todo o resto é apenas detalhes." Seu rosto se suavizou. "Eu acho que esta poderia ser a minha coisa favorita que você sequer já disse. Além, é claro, eu te amo." Palavras para a vitória! "Dê-me um pouco de açúcar," eu pedi. Ela obedeceu. "Diga-me que você gosta do meu pau", acrescentei, quando ela se afastou.


"Braeden James Walker!" Ela engasgou. "O que há com você tentando me fazer dizer isso!" "Um homem precisa saber que ele é apreciado," eu disse a ela. Ela deixou cair a cabeça para trás e riu, revelando a pele lisa de seu pescoço. "Ele é." "Diga," insisti. "Não!" Ela riu. Enfiei os dedos em sua cintura e fiz cócegas. Ela se encolheu afastado com um guincho. Mas então ela balançou em seus pés. "Pára." Minhas mãos foram como tiro para agarrá-la. "Calma." Seus dedos cavaram em meu braço quando ela se firmou. "Ivy?" Ela suspirou. "Eu só estou um pouco tonta. Eu não comi o almoço." "É por isso Rim estava dirigindo?" Ela concordou com relutância. Mordi o desejo de dar um sermão nela. Claramente, ela não estava se sentindo bem, e já que era sua própria culpa, eu não ia ferir meu bebê quando ela foi para baixo. Não admira que ela estivesse tão emotiva quando ela apareceu. Ela estava faminta e tinha baixo açúcar no sangue. "Temos pizza e cerveja dentro." Eu sorri. Seus olhos se iluminaram. "É uma pizza para comemorar e cerveja?" Eu sorri amplamente. "Eu estou no projeto." Ivy deu um grito e se lançou para mim. "Eu sabia!", ela gritou. "Eu sabia que eles iriam aceitar a sua inscrição! Eu estou tão orgulhosa de você!" Ela estava saltando muito ao redor em meus braços que nós dois íamos acabar no chão. Eu ri e a coloquei em seus pés. "Calma, mulher. Está tentando nos levar para baixo.” Ela segurou meu queixo. "Você merece, B. Estou tão feliz por você."


"Obrigado, baby." Ela sorriu um pouco mais e saltou animadamente. "Vamos. VocĂŞ precisa de um pouco de comida. E eu preciso de um pouco de cerveja." "Eu preciso de detalhes", ela exigiu quando eu chutei a porta aberta. "VocĂŞ come. Eu falo. Combinado?" Eu me comprometi. "Infernos sim." O que quer que a estivesse incomodando quando ela chegou, claramente nĂŁo estava mais. Crise contornada.


CAPITULO TREZE #MeditaçõesTardeDaNoite E se um dia você acordasse como um bebê e perceber que sua vida inteira foi só um sonho? #VocêCometeriaOsMesmosErrosDuasVezes ...BuzzBoss

I VY Eu acordei instantaneamente, um suspiro balançou meu corpo, e eu saltei, empurrando o cabelo pendurado no meu rosto e tentando focar o olhar sonolento na fonte do alto, intimidados sons enchendo o nosso quarto. Que diabos? Prada estava na frente da porta do quarto fechada, com os cabelos em pé quando ela rosnou e latia insistentemente. Não era um ei, eu tenho que fazer xixi tipo um latido também. Era um latido tipo alguém está tentando nos machucar. Seus gemidos e grunhidos eram tão insistentes que ela ia acordar toda a casa. Isso me assustou porque Prada muito raramente agia desta maneira, e meu coração começou a correr. Eu apertei a mão no meu peito como se a ação fosse retardá-la. Ela pôs as patas dianteiras em cima da porta como se alguém estivesse lá. Um estranho. Alguém que ela não gostava.


Isso me fez sentir vulnerável. Braeden gemeu, seu barulho finalmente quebrando seu sono profundo, e eu estendi a mão para segurar seu ombro. "Algo está errado." Ele endureceu e se sentou, inclinando automaticamente seu corpo em frente ao meu. Sempre meu escudo. "Droga!" Braeden exigiu. "Não!" O som da campainha tocando várias vezes filtrou no andar de cima, e Prada começou a ficar louca tudo de novo. "Alguém está aqui", eu disse. A mão sobre o meu coração mudou-se para descansar na minha garganta, e eu engoli. Era tão cedo. Por que alguém iria estar aqui tão cedo? Braeden xingou e jogou as cobertas e saiu da cama, pegando o primeiro par de calções de basquete que encontrou. Agarrei as cobertas, ansiedade me esmurrando. Braeden abriu a porta do quarto, e Prada desceu correndo os degraus em direção à porta da frente, comportando-se como se estivesse indo para comer quem quer que estivesse vivo. Ele saiu para o corredor para segui-la, mas um rápido olhar para mim o fez se retirar para o meu lado da cama. "Está tudo bem, querida. Provavelmente é apenas um vizinho." Suas palavras eram suaves e assim era o seu toque quando ele acariciou o comprimento do meu cabelo. Eu balancei a cabeça. Ele estava totalmente certo. Provavelmente não era nada. Engoli após o nó na minha garganta e dei-lhe um sorriso fraco. O medo era uma espécie de uma nova emoção para mim. Assim como a desconfiança. Eu não gostava tanto, mas parecia que eles nasciam por necessidade. Eu não podia me machucar de novo, como eu fui por pessoas no passado. Eu pensei que o medo era um mecanismo de defesa natural. Foi uma droga que eu tive que me defender dessa forma. O quarto era o primeiro no topo da escada. Assim, os sons do térreo eram os mais fáceis para ouvir de onde estávamos.


"Tô indo!" Rimmel gritou enquanto se movia para baixo. A campainha não parava de tocar. Eu ouvi o bloqueio sendo virado e o som da porta sendo aberta. Prada ainda estava latindo e rosnando, e Rimmel mexia com ela para se calar. Em seguida, houve um estranho tipo de silêncio. Um do tipo carregado. "O que você está fazendo aqui?" A voz de Rimmel era aguda e levada até nós. "Que porra é essa?" Braeden xingou e saiu da sala e desapareceu pelas escadas. A porta da frente bateu, e ouvi uma voz mais profunda, desconhecida. "Onde diabos ele está?" "Você não deveria estar aqui", disse Rimmel. Eu poderia jurar que havia uma nota de medo em sua voz. Não fez o que eu estava sentindo mais fácil para empurrar de lado. "Onde está ele!", O homem gritou. Toda a casa provavelmente já ouviu isso. Saí da cama e corri para pegar um par de shorts e trazê-los por baixo da camiseta dos Wolves de Braeden. "Você está me procurando?", disse Braeden do fundo das escadas. Sua voz era dura e quase fria. Isso não era bom. O que quer que isso fosse, não era bom. Eu saí correndo do quarto, meu cabelo arrastando ao longo atrás de mim quando eu voei para o corredor. Eu levantei meu punho para bater na porta fechada, e ela se abriu. Os olhos de Romeo se arregalaram quando ele me viu. "Alguém está lá embaixo. Rimmel parece preocupada, e Braeden ... Ele parece chateado." "Você!", O homem gritou lá de baixo. "Você achou que eu não viria?" "O que diabos ele está fazendo aqui?" Romeo resmungou e passou correndo por mim.


"Romeo?" Eu chamei por ele. "Está tudo bem, princesa." Ele jogou as palavras enquanto corria pelas escadas. Chame-me de louca, mas eu não tinha me consolado. Eu fui e bati na porta de Drew. "Levante-se!" Eu gritei, então girei a maçaneta e abri a porta. Sua cabeça surgiu a partir dos travesseiros. "Hã?" "Lá embaixo!" Eu assobiei. Eu não esperei por ele, mas eu corri para longe e desci os degraus. Romeo ainda estava de pé no último degrau, os músculos das costas tensos e toda a sua atenção focada no homem de pé na entrada. Ele estava usando um par de calças cinzentas que estavam enrugadas e parecia que ele estava usando-as por um longo tempo. Seus sapatos estavam molhados da neve lá fora e sua camisa branca estava pra fora, amarrotada, e desabotoada no pescoço. Seu cabelo grisalho estava desgrenhado e seu rosto estava cheio de sulcos e carecido de qualquer tipo de energia. A maneira como ele vacilou me fez supor que ele estava bêbado, ou, pelo menos, saindo de uma bebedeira e sofrendo de uma ressaca enorme. Ele parecia um homem vencido. Um homem que tinha atingido o fundo do poço e não tinha mais para onde ir. Ele estava olhando para Braeden com tal hostilidade aberta que eu espremi além de Romeo e corri para a sala. B estava em pé na frente de Rimmel como se ela precisasse de proteção e Prada estava parada perto de seus pés, observando o homem com suas orelhas para baixo. O som que fiz correndo pelo chão de madeira com os pés descalços fez o homem arrancar os olhos de ebulição de B. Sua cabeça virou, e seu olhar se concentrou em mim. Ofendida, Prada começou a latir novamente e correu para ficar na minha frente.


Parei, e um arrepio literalmente me balançou. Senti o sangue da minha cabeça enquanto eu olhava para o homem. Havia algo sobre ele... algo que eu não gostava. Ele me fazia lembrar de Zach. "Ivy, volte lá para cima", disse Braeden, sua voz dura. O homem que me fez lembrar de Zach enrolou seu lábio superior e olhou para mim com hostilidade, em seguida, olhou para B. "Qual é o problema? Medo de que ela pudesse ouvir o que eu vim aqui para dizer?" "Eu não tenho ideia por que diabos você está batendo à nossa porta na porra do raiar do dia, mas eu posso lhe garantir que não tenho medo de você," B respondeu. Eu conhecia aquele tom. Ele estava ficando com raiva. Ele estava se sentindo ameaçado. Braeden ameaçado não era uma coisa boa. Ele tinha sido ferido muitas vezes. Ele ficava apoiado em um canto, impotente e incapaz de fazer qualquer coisa demasiadas vezes. "Oh?", Disse o homem com uma sensação de calma. "Por que isso? Você pretende me matar, tal como fez com meu filho?" O silêncio que caiu sobre a sala era tão definitivo que você poderia ter ouvido um alfinete cair sobre o próximo estado. Era algo que eu nunca tinha experimentado antes. Era como se o tempo tivesse parado, como se suas palavras fossem algum feitiço estranho que lança um congelamento momentâneo sobre todos os que ali estavam. Tudo clicou. A razão que me fez lembrar de Zach. Este era o seu pai. O rosto de Braeden estava fechado; não demonstrava nenhuma emoção. Era impressionante a maneira que ele podia controlar o que outros viam, mas o que ele não podia controlar era a cor fantasmagórica que sua pele assumiu. Não. Não. Inferno, nem à décima potência.


Eu fui a primeira a me livrar do feitiço sinistro. Poucos passos me levaram através do chão, e eu pisei na frente de Braeden. Era a minha vez de ser o seu escudo. "Saia", eu pedi, minha voz calma ainda comandando. Braeden não precisava disso. Ele não merecia isto. Ele já estava sofrendo bastante em silêncio. Não havia nenhuma maneira no inferno que eu deixaria este homem vir aqui e tirar qualquer sensação de paz que B teve. O pai de Zach levantou uma sobrancelha. "E quem você pensa que é para me dizer o que fazer?" Ugh, a presunção em seu tom me levaria dias para lavar no chuveiro. Deus, era uma característica de família de ser horrível? Eu levantei meu queixo. Senti Braeden atrás de mim enquanto eu observava o pai de Zach me dispensar sem nem pensar e se focar no meu namorado. Não olhe para ele. Deixe-o em paz. Não era apenas um pensamento, mas um sentimento, e isso me deu coragem. "Eu sou a garota que seu filho estuprou." Ele sacudiu como se tivesse levado um tiro. Todo o foco em B saiu pela janela. Boa. Todos olharam para mim como se eles tivessem ficado chocados que eu tinha acabado de sair e dito isto. Eu admito que não era algo que eu sairia por aí dizendo ou mesmo trazendo à tona em uma conversa normal. Mas isso não era normal. E este cara estava atrás do sangue de Braeden. Sobre meu corpo frio e morto. Eu apertei a mão para o meu estômago e esperei por uma reação. Não demorou muito para obter uma. "Como você ousa fazer tal acusação, manchar a memória do meu filho com suas mentiras feias!", ele gritou. Atrás de mim, Braeden se aproximou, tão perto que eu senti seu calor contra minhas costas. Eu levantei minha mão, um gesto silencioso para


fazê-lo recuar. Esta era uma vez que eu não ia permitir que ele me protegesse. "Eu não estou acusando. Eu estou declarando um fato. E a memória do seu filho já estava carbonizada e em ruínas tudo por culpa dele próprio." "Carbonizada?" Ele engasgou. "Portanto, não só você faz declarações hediondas sobre o meu filho, mas depois tem a coragem de ficar lá e fazer piadas cruéis e desagradáveis sobre a maneira como ele sofreu nos últimos momentos de sua vida." Eu empalideci. Claramente, aquela não tinha sido uma boa escolha de palavras. "Você precisa sair." Romeo falou quando as palavras me falharam. Ele deu uns passos e caminhou para o pai de Zach. "Eu tenho que dizer que estou surpreso com você, Romeo", disse ele, o desapontamento em seu tom. "Eu sabia que você e meu filho tinham suas dificuldades, mas estar em uma festa e encobrir seu assassinato-" "Zach e eu tínhamos muito mais do que dificuldades", Romeo respondeu calmamente. "E eu acho que se você estivesse sóbrio, você iria perceber isso." "Estou sóbrio!", ele insistiu. Romeo agiu como se ele não tivesse falado. "E eu acho que, como advogado, você deveria saber melhor do que vir a minha residência privada e lançar acusações em torno pesadas como homicídio." Como ele estava tão calmo agora? Eu queria puxar meu cabelo e gritar. "Não é apenas uma acusação. Eu tenho provas." Atrás de mim, Braeden respirou. Eu senti a tensão irradiando dele. Eu também senti um grau de medo. Meu estômago embrulhou. Por que não podíamos apenas ser felizes? Por que não podia tudo apenas voltar do jeito que era? Nunca vai ser o mesmo novamente. O pensamento era zombeteiro e cruel.


"Não há nenhuma maneira que você tenha a prova," eu cuspi, a raiva me batendo por causa de meus próprios pensamentos torturados. "Eu estava lá naquela noite. Eu sei o que aconteceu. Braeden não matou Zach. Zach me sequestrou, sacou uma arma, continuou em grande detalhe sobre como ele ia me matar e, em seguida, voltar para Braeden. Então eu forcei o carro fora da estrada. Zach não saiu a tempo. Ele morreu. Não foi culpa de ninguém, mas a sua própria." "Ivy..." A voz de Braeden estava chocada, sua mão segurando na parte de trás da minha camisa. "Você teve tempo de tirá-lo daquele carro." O pai de Zach ignorou quase todas as minhas palavras. Eu acho que era mais fácil não ouvir as coisas terríveis que seu filho fez do que tentar negá-las. Ele se mudou para a esquerda para um lugar claro para encarar B. "Eu li os relatórios da polícia. Você tirou essa menina para fora do carro, levou-a para longe, em seguida, teve tempo para chamar 9-1-1 e dar-lhes uma localização e detalhes sobre o acidente. Todo esse tempo, meu filho ainda estava sentado no carro. Você nem sequer tentou voltar para ele. Você o deixou lá para morrer." "Você está sugerindo que ele deveria ter colocado sua vida em perigo para tentar salvar o seu filho em um naufrágio que ele criou? Ambos poderiam ter morrido!" Eu gritei. Eu estava começando a me sentir um pouco histérica. Drew tinha estado observando silenciosamente a cena da escada, mas em cima de minha explosão, ele desceu e fez o seu caminho em direção a mim, em silêncio, tomando uma postura sólida ao meu lado. "Você acabou de dizer a si mesma que meu filho não é o único que criou esse naufrágio. Você admitiu correr com o carro fora da estrada. Talvez é você que eu deveria estar olhando para o assassinato." O quarto girou, mas eu segurei meu chão e olhei para ele calmamente. "Filho da puta!" Braeden rugiu e começou a avançar. Eu fiz um som alarmado, e Drew agarrou e segurou-o. "Como se atreve a dizer essa merda para ela? Você não tem ideia do que ela passou! " Braeden se enfureceu, lutando contra a retenção de Drew.


O queixo do meu irmão apertou e ele manobrou para que ele ficasse entre B e eu como se ele estivesse com medo que ele não seria capaz de segurá-lo. O pai de Zach olhou para Braeden, uma pitada de satisfação em seus olhos. "Aí está ele. O homem capaz de assassinato." Um calafrio percorreu minha espinha. "Basta." Romeo cortou e deu um passo à frente de todos nós. O tom ainda comandando a calma em sua voz era final. "Esta é minha casa e você não é bem-vindo aqui. Caia fora ou eu vou chamar a polícia e você vai preso por invasão e assédio." "Minha vida inteira," o pai de Zach cuspiu em Romeo. "Eles tomaram toda a minha vida de mim!" Se Zach tinha sido toda a sua vida, então eu sentia pena dele. "Fora", Romeo retumbou e mudou sua postura pronto para usar a força física, se necessário. E ele tinha o músculo para apoiá-lo. Romeo não era alguém com quem uma pessoa se sujasse. Ele era muito sensato, muito calmo, e muito capaz para alguém desafiá-lo e vencer. Pareceu-me como nós todos estávamos ali. B na frente de Rim, eu na frente de B, Drew ao nosso lado, e Romeo na frente de todos nós. Nós todos estávamos protegendo um ao outro, uma família unida pelo amor e lealdade. Isso fez toda essa situação parecer muito menos assustadora. "Esta não é a última vez que você sabera de mim!" O pai de Zach gritou, e Romeo agarrou-o pela parte de trás de seu pescoço e, literalmente, arrastou-o para a porta. O homem não lutou contra Romeo. Ele só se permitiu ser arrastado. "Eu estou movendo um caso contra você. Vocês dois!" Eu endureci. Romeo abriu a porta e empurrou-o para fora na neve.


"Você não ouviu a última de -" A batida afiada da porta cortou o resto da sua ameaça. "Que diabos foi isso?" Romeo cuspiu, prendendo B com um olhar incrédulo. "Meu Deus, ele está transformando em Zach."

perdido!",

disse

Rimmel.

"Ele

está

se

Estremeci, e Drew chegou para mim, me puxando para seu lado. O silêncio de Braeden não era algo que eu estava acostumada, e eu virei minha cabeça para olhar para ele. Ele e Romeo estavam ali olhando para o outro como se fossem os únicos na sala. Não era estranho; isso acontecia muito. O bromance e tudo. O olhar no rosto de B... a desolação de todos pesando, a maneira como ele parecia, como se ele estivesse realmente com medo de perder tudo. "Eu acho..." Ele começou. Engoli em seco. Eu sabia exatamente o que ele estava pensando, o que ele ia dizer. Os pesadelos não tinham sido apenas sobre mim depois de tudo. Eu não tinha sido a única envolvida no acidente naquela noite. "Braeden", disse eu, tentando transmitir o meu entendimento, o meu apoio absoluto naquela única palavra. Seus olhos se suavizaram em mim e o amor que eu sabia que ele tinha por mim brilhou. Mas então ele olhou para seu melhor amigo. "Eu acho que nós provavelmente devemos conversar." Romeo levantou sob o peso das palavras, a admissão prática de seu melhor amigo. Inferno, pelo contrário, Romeo parecia desenhar-se mais apertado, como se estivesse se preparando para algum tipo de luta. Eu acho que talvez ele estivesse. Mas a luta não ia ser sua apenas.


Ela ia ser de todos nós. Nossa família estava sendo ameaçada. Nosso futuro. Afastei-me de Drew e deslizei a mão na de B. A forma como seus dedos apertaram ao redor dos meus foi uma resposta que Braeden sentiu, também. Romeo assentiu uma vez, em seguida, declarou: "reunião familiar".


ENCONTROS, FESTAS... E ASSASSINATO? (Também Conhecido Como Parte Dois)


CAPITULO QUATORZE #LembreteAmistoso Seu cabelo pode ser um problema se as coisas se perderem nele. Ou ficarem presas. #PenteieEssaMerda #NãoTemDesculpaPraCabeloRuim ...BuzzBoss

R IMMEL Bem, essa era nova. Romeo acabara de anunciar uma reunião de família como se estivéssemos todos em apuros e prestes a obter nossas punições distribuídas. Eu poderia ter rido se esta manhã não tivesse sido tão horrível. Lá estava eu apenas pendurada para fora em meus suéteres enormes, desfrutando do meu cabelo despenteado e bagunçado, e fazendo café para todos quando o mundo desabou sob a forma de um homem batendo na porta! Ok, ele tocou a campainha. Mas ainda foi super insistente. Eu conheceria o pai de Zach em qualquer lugar. Até mesmo o pouco que tinha visto dele no hospital depois do meu ataque e em seguida,


novamente na audiência fechada no tribunal foi o suficiente para queimar o rosto deste homem em minha memória para sempre. Eu quase senti pena dele quando eu abri a porta. Ele parecia terrível. Longe de ser o advogado preparado, forte, que eu viria a reconhecer. Ele estava em condições maltrapilhas, e para ser honesta, ele meio que fedia. Isso virou meu estômago. Fez-me lembrar do dia que Romeo conheceu meu pai. Quando nós entramos em casa e ele estava uma bagunça e bêbado. Mas a pena que eu sentia por ele não durou muito tempo. As coisas que ele disse esta manhã, as acusações que ele tão violentamente lançou contra as pessoas na sala. Uau. E Braeden, meu BBFL, o cara que eu amava quase tão ferozmente quanto Romeo (ok, assim tipo ferozmente, mas de uma maneira fraternal), como ele estava parado lá, chocado, capturado ... quase como um cervo nos faróis quando Robert o acusou de assassinar Zach, perfurou meu coração. Meu Deus, parecia como se ele não podia nem se defender. Aquele B não durou muito, no entanto, pelo menos não completamente. A maneira como ele saltou para frente quando Robert acusou Ivy do assassinato foi o B que eu conhecia. E hum, que tipo de homem acusa uma mulher que quase morreu e foi vítima de Zach mais de uma vez? Era muito, muito cedo pela manhã para isso. "Chame Trent," Romeo latiu para Drew como se ele fosse um sargento. "Diga a ele para obter a sua bunda aqui." Drew piscou surpreso. Certamente ele estava acostumado com as maneiras mandonas de Romeo por agora. Romeo, que tinha voltado a estudar B, deve ter sentido a reação de Drew e virou-se. "Ele é família, não é?" Drew assentiu. Ok, então, Romeo fez um gesto, levantando os braços como se para convidar quaisquer outros comentários.


Mordi o lábio e suprimi um sorriso. Romeo sendo mandão era meio quente. Bem, quando não era em mim que ele estava mandando. Eu não gostava de ser mandada. "Smalls, venha aqui!", ele exigiu. Eu suspirei alto. Tanta coisa para não ser mandada. Sua gostosura apenas desceu um degrau. "Não fale assim comigo, Roman Anderson!", eu mandei de volta. Ele começou a murmurar algo sobre mulheres teimosas e seguiu-se diante de mim. Eu esperava algum tipo de sermão ou ordem que ele deu a Drew, mas em vez disso, encontrei-me com firmeza contra seu peito. Sua mão mergulhou no meu cabelo e os dedos massagearam meu couro cabeludo da melhor maneira. Esqueci-me de estar irritada e relaxei em seu peito nu. Ele se inclinou contra a minha orelha. "Você está bem? Será que ele disse ou fez algo para você antes de eu chegar até aqui?" Ele estava preocupado. E este era o poder de Romeo. Ninguém mais poderia ser tão teimoso, tão mandão, e tão protetor de uma só vez e, em seguida, totalmente compensá-lo sendo um coração derretido preocupado. Meus braços não poderiam resistir em escorregar em torno dele e abraçá-lo perto. "Eu estou bem", eu sussurrei contra seu peito. Seus músculos se contraíram onde minha respiração bateu com a pele. "Tem certeza?" Ele se afastou para olhar para mim. Eu balancei a cabeça. "Braeden estava aqui quase no minuto em que abri a porta." Eu olhei em sua direção. "Você sabe como ele é. Eu mal dei uma boa olhada em Robert antes que Braeden estivesse em minha frente." Braeden me deu um olhar que dizia que ele não lamentava, e eu sorri. "Eu não estou brava com você, B." Eu provoquei. Ele resmungou e um pequeno sorriso brincava em seus lábios. "Ninguém mexe com a minha irmã." Ele disse aquilo levemente, em sua forma habitual, mas eu vi as sombras dançando em seus olhos.


Romeo pareceu satisfeito e seu rosto suavizou. "Eu acho que minha mão está presa em seu cabelo." Ele puxou o braço como se ele estivesse tentando sair de uma armadilha. "Sério, baby, o que diabos você fez para si mesma?" Eu o cutuquei nas costelas e engasguei. "Você é terrível!" "Aww, baby, não seja assim", ele falou arrastado, pingando com charme. "Eu amo seu cabelo. Exceto quando ele tenta comer minha mão. Eu preciso dela para o futebol." Eu pisei em seu pé (não com força suficiente para machucá-lo) e recuei. "Eu não posso acreditar que concordei em casar com você!" Ivy riu, e Romeo fingiu que o ofendi. Por favor. Seria preciso muito mais do que isso para ofendê-lo. "Você não pode mudar sua mente agora, mulher. Nós definimos uma data." Ele me agarrou de volta e me beijou. Eu deixei porque eu gostava dos seus beijos. Braeden fez um som, um cruzamento entre um grunhido e um suspiro. "Que porra é essa!" Todos se viraram para olhar para ele. "Onde diabos estão suas calças!" Ele gesticulou em direção a Ivy e suas pernas nuas. Claramente, ele saiu de onde ele tinha ido. Ivy levantou a camisa de grandes dimensões, e Braeden quase teve um ataque cardíaco. "Não vá mostrando as suas partes de senhora a todos!" Ele suspirou e mudou-se para protegê-la. Ivy revirou os olhos. "Eu estou vestindo shorts, idiota. Tá vendo?" Ela apontou para os shorts que ela definitivamente estava vestindo. "Você simplesmente não pode vê-los, porque a sua camisa é comprida demais." "Acusado de assassinato e minha menina está tentando mostrar suas mercadorias. Eu preciso voltar para a cama," B resmungou e passou a mão sobre o rosto. Romeo riu.


Drew voltou-se para o grupo e levantou o telefone. "Trent está a caminho." "Por que nós todos não damos uma pausa? Rim pode pentear o cabelo dela, Ivy pode colocar calças-" "Eu estou vestindo calças!", ela gritou. Romeo riu. "Coloque calças que podemos ver, princesa." "Eu preciso de suco de laranja para isso", declarou ela e foi para a cozinha. Braeden olhou para mim. "Por que diabos ela está tão em suco de laranja ultimamente?" Dei de ombros e segui Ivy para a cozinha. Eu derramei uma caneca de café, enquanto Ivy derramou um copo meio cheio de suco. Nós duas nos encostamos no balcão e tomamos um gole saudável das nossas bebidas e suspiramos. Ela parecia pálida, e eu notei isso. "Não é todo dia que o pai do cara que a estuprou invade sua casa e a acusa de assassinato." Mordi o lábio inferior. Eu não poderia imaginar como ela deveria se sentir no momento. E só depois de ontem, quando ela me disse que estava finalmente se sentindo mais forte emocionalmente. Senti-me zangada com Robert por ter vindo aqui e tentando rasgar a vida de Braeden e Ivy. "Eu estou preocupada com ele", Ivy me confidenciou, sua voz mergulhando baixo. Eu sabia que ela estava falando de Braeden; não havia mais ninguém que iria colocar esse olhar de preocupação em seu rosto. Eu abri minha boca para dizer algo e depois parei. Eu não gostava dos pensamentos e palavras borbulhando dentro de mim. "B vai ficar bem. Todos nós vamos cuidar dele," Eu assegurei a ela e dei um passo para o seu lado. Ela estava agarrando o suco como se fosse sua tábua de salvação. "Vamos. Preciso de ajuda para escovar meu cabelo." Ela sorriu.


"Talvez eu coloque algumas calças. Talvez não. " Sua voz era desonesta. "Bem, se os meninos não têm que usar camisas na reunião de família, por que você tem que usar calças? " eu meditei. "Você sabe que você quer ver meus músculos, Blondie," Braeden brincou, ouvindo nossas palavras quando nós caminhamos através da sala de família. "Oh, é isso que você está chamando-os hoje em dia?" Ela bateu os cílios inocentemente. "Doente", Drew falou arrastado. "É melhor correr, mana. Não quero que você seja pega no fogo cruzado", disse Braeden e correu para nós. Ivy segurava o copo na frente dela. "Não derrame meu suco!" "Pelo amor de Deus, mulher," Braeden murmurou, mas ele recuou e passou um braço ao redor de seu ombro suavemente. "Vamos. Vamos, eu e você... e seu suco nos vestir." Esqueci-me de pentear meu cabelo e caí no colo de Romeo. Ele pegou meu café e bebeu um pouco. "Ele parece melhor," eu disse sobre Braeden. "Um pouco menos... assustado." A boca de Romeo ficou sombria. "Oh, ele está assustado. Ele está tentando segurar junto para Ivy." Sua voz diminuiu. "Isso não é bom, Smalls." “Eu sei.” Mas quão ruim isso era para se manter sendo visto.


CAPITULO QUINZE #Uh-oh A caminhada da vergonha não é mais exclusiva das putas. Trent Mask foi visto saindo da sua fraternidade e correndo para outro lugar. #ALealdadeDeleEstáDividida #OmegaPrecisaDeUmNovoPrez ...BuzzBoss

R OMEO A campainha tocou. O corpo inteiro de Rimmel mudou de relaxado para ansioso em cerca de três segundos. Ela estava sentada em meu colo, bebendo seu café, e acariciando Murphy, que estava sentado abaixo de nós parecendo que ele estava desesperado por um petisco. Ela tentou se levantar e pegar um para ele, mas eu não estava disposto a deixá-la ir. Eu gostava dela onde ela estava. No segundo que o corpo dela enrijeceu, o meu reagiu sem pensar. Eu estava tão em sintonia com ela, eu nem sequer tinha que tentar mais. Ele só estava.


Puxei-a um pouco mais apertado contra mim, oferecendo-lhe abrigo, e beijei-a no cabelo. "É Trent, baby." Drew já estava de pé e indo para a porta para abri-la. Rim pareceu um pouco envergonhada quando ela relaxou contra mim. "Desculpa." "É melhor ir buscar um lanche para Murphy ou ele vai nos perseguir todo o tempo em que estamos aqui tendo nossa reunião." Eu dei um tapinha em seu quadril. Ela saiu do meu colo e estendeu a mão para a caneca. O café estava quase terminado, já que nós dois estávamos bebendo. "Eu vou pegar mais. Você quer um pouco também?" "Eu só vou compartilhar com você novamente. Tem um gosto melhor quando eu sei que seus lábios estiveram lá." Eu adicionei um piscar no final. Suas bochechas ficaram rosa, e eu me alegrei com a visão. Porra, eu adorava que eu ainda era capaz de fazê-la corar. "Ok", ela disse e se virou. "Volte depressa," eu disse baixinho para que apenas ela pudesse ouvir. "Cara," Drew disse quando Trent entrou na sala. "Você parece como o inferno." "Nem todo mundo acorda parecendo Romeo," Trent brincou e me deu um sorriso. Dei de ombros. "Eu acordei desse jeito." Fiz um gesto para mim e dei um sorriso. "Eu não sabia que alguém com um cabelo tão curto podia bagunçálo." Drew gargalhou. "Como se você alguma vez penteasse o cabelo." Trent zombou. "Além disso, isso é o que você ganha quando você me liga na porra do raiar do dia e me diz para trazer minha bunda aqui." "Eu não me penteei também!" Rim disse alegremente enquanto ela passava.


Trent olhou para ela e riu. "Cabeceiras de cama uni-vos!" Rimmel voltou atrás e segurou o punho para ele. Ambos Drew e Trent bateram os deles no dela, a criação de uma libra tripla. Era como uma reunião de alguma banda de cabelo tipo anos 80. "O café está na cozinha!", ela chamou e, em seguida, desapareceu. Murphy foi atrás dela com um miado alto. Trent dividiu seu olhar entre Drew e eu. "Pensei que eu ia aparecer para um incêndio ou alguma emergência grave. Você seriamente não me chamou aqui para o café, não é?" "Reunião familiar", eu resmunguei. Os olhos de Trent se arregalaram um pouco. Eu esfreguei a mão no meu rosto. "Por que vocês dois se mantém agindo como se alguém tivesse roubado sua cesta de comida quando eu digo que Trent é família? Não é novidade." Eles estavam agindo como um bando de mulheres. Trent limpou a garganta. "Bem, sim, eu quero dizer... Nós somos amigos há um tempo. Eu acho que eu só pensei…" Inclinei a cabeça para o lado e esperei. Ele olhou para Drew, depois de volta. "Eu acho que eu sempre me senti meio que por fora." "Há seis de nós," eu apontei suavemente. Trent deu de ombros. "Você quer ser parte desta família?", perguntei, sem corte. "Você é leal a nós? Todos nós?" O quão rápido ele respondeu me disse muito. Ele nem sequer pensou. "Infernos sim. Você sabe que eu te protegi. Fui leal a você até sobre minha fraternidade, e você sabe como eles são sobre essa merda." Eu balancei a cabeça. Eu sabia. Trent foi contra sua fraternidade mais de uma vez para me ajudar com Zach, e mesmo quando eu estava


correndo, ele olhou para mim. Até onde eu sabia, ele nunca teve qualquer merda por causa disso, porque ele se livrar de Zach não era apenas bom para mim, mas para todos. "Você quer se mudar?", perguntei, sem corte mais uma vez. Eu não tive tempo de dançar ao redor. Nós tínhamos merda para conversar. Rim apareceu, e eu me sentei para trás para que ela pudesse aproveitar-se do meu colo. Era uma puta distração o jeito que ela balançou o pequeno traseiro contra mim enquanto ela ficava confortável. Meu pau começou a endurecer, e eu espalmei seu quadril para fazê-la ficar parada. Ela deve ter sentido o que estava acontecendo porque ela olhou para mim com os olhos arregalados. "Tenha cuidado, baby. Isso é quente", eu disse e tomei o café dela para beber um pouco. Nós dois sabíamos que eu não estava falando sobre o café. Ela mexeu de novo, bem contra o local. Eu praticamente sufoquei. Rim riu. Ela ia pagar por isso mais tarde. "Mudar-me?", disse Trent, surpresa em sua voz. "B!" Eu gritei. "Traga seu traseiro aqui em baixo!" Olhei para Trent e encolhi os ombros. "O resto de nós vive aqui. Talvez por isso você se sente tão separado de nós. Você não está aqui o tempo todo." Rimmel assentiu. Ela ainda não tinha ouvido toda a conversa, mas ela concordou. Isso só provava que Trent era família. Ela o aceitaria mesmo sem saber a razão. Trent deu um sorriso, como se ele, também, notasse sua aceitação, e depois voltou-se. "Eu-" "Claro que estamos sem quartos. Você teria que ficar no beliche, com Drew." Drew engasgou com o café que estava bebendo e escorreu pelo seu queixo. Desde que ele não estava vestindo uma camisa, ele usou as costas de sua mão para contê-la fora de seu rosto.


Trent riu. "Cara, o seu rosto." Drew deu-lhe o dedo. B soou como um elefante descendo as escadas, enquanto Ivy desceu muito mais graciosamente. Ele estava vestido com um par de jeans surrados e um moletom com capuz. Ele não parecia muito abatido esta manhã, mas ele estava. Eu sabia sem olhar para ele em tudo. Ivy parecia cansada quando ela desceu o último degrau, vestida mais casualmente do que o habitual em um par de leggings, meias altas, uma camiseta e um cardigan de grandes dimensões. Eu estava preocupado com eles. Mas eu estava ficando fora da pista. Voltei-me para Trent e levantei uma sobrancelha. "Por mais tentador que possa parecer..." Ele começou, e Drew cortou e tossiu um pouco mais. "Por que eu mesmo me incomodo tentando beber isso!", ele perguntou. Ivy fez uma careta para a bagunça que ele estava fazendo e correu para a cozinha e voltou com uma toalha, jogando-a para ele. Ele começou a limpar o café que ele conseguiu chegando em todos os lugares. "Eu quis dizer vivendo aqui com vocês, não partilhar um quarto," Trent moeu fora, em seguida, murmurou, "Pervertido." B e eu sorrimos. "Mas eu não posso. Prez da Fraternidade, lembra? Eu tenho que viver na Omega." Eu sabia disso, mas eu queria que ele soubesse que ele era bemvindo aqui de qualquer maneira. "Mas, obrigado, significa muito para mim", acrescentou e recostou-se contra as almofadas. Ivy se sentou no sofá ao lado dele. Ela ainda tinha o copo agora quase vazio de suco em uma mão. Ele estendeu a mão para ela. "Ives, tá ótima." Ela bateu e sorriu. "Obrigada, Trent."


Braeden sentou ao lado de Ivy e puxou-a para seu lado. Eu reprimi um sorriso. Ele era estupidamente possessivo com ela que era no limite do ridículo. Eu gostava de ver o meu melhor amigo chicoteado. Divertia o inferno fora de mim. "Então, sobre o que é essa reunião de família?", perguntou Trent. "Não temos aquelas tipo todos os domingos, quando comemos panquecas?" "Não, isso é tempo para a família", disse Rimmel. "Esta é uma reunião." Não me incomodei em dizer a ela que, nós, os homens, realmente não víamos a diferença. "Temos merda para discutir que permanece nesta sala", eu disse. "Parece que temos um problema." Eu rapidamente expliquei a Trent sobre o nosso visitante indesejado. Ele balançou sua cabeça. "Não posso dizer que estou surpreso após a merda que eu tenho ouvido." "O que importa?" Braeden foi em defesa imediatamente. "E por que diabos você não disse nada?" "Porque é apenas conversa estúpida ao redor da casa de fraternidade." Ele olhou para Ivy um pouco apreensivo. "E eu não achei que Zach fosse um nome bem-vindo nesta casa." "O que você ouviu?", perguntei, querendo que ele continuasse. "Aparentemente, o pai de Zach atingiu o fundo do poço. Depois que Zach morreu, ele começou a beber, seus clientes começaram a procurar outro lugar para a representação, e apenas no outro dia, ouvi que sua esposa o deixou. Pediu o divórcio." Rimmel assentiu. "Ele parecia que tinha atingido o fundo do poço." Eu sabia que ela estava pensando em seu pai e a maneira como ele parecia antes de ter sido levado para a reabilitação por seu jogo depois de ter perdido, literalmente, todos os seus bens.


"Acusar Ivy de assassinato não é atingir o fundo do poço. É ser um idiota vingativo," B rangeu. Dei-lhe um olhar, me perguntando se eu ia ter que transportar sua bunda fora e jogá-lo na neve para esfriá-lo. Eu sabia que ele estava chateado com as coisas que Robert disse a Ivy. Inferno, eu estaria muito na sua posição, mas B tinha um temperamento e ele não podia se dar ao luxo de perdê-lo agora. Ele já estava patinando em uma linha fina. Eu estava pensando que agora eu entendia o porquê. "Epa," Trent disse, sentando-se para trás. "Eu não ouvi nada sobre isso. Eu teria dito alguma coisa." Ivy deslizou sua mão acima da coxa de B e usou o polegar para traçar círculos lentos lá. Então ela descansou a cabeça em seu ombro. Alguns dos cabelos em seu rabo de cavalo alto esfregaram contra sua bochecha. Braeden pareceu se acalmar. Ivy era boa para ele. "Robert Bettinger parece achar que pode mover algum tipo de processo contra Braeden e possivelmente Ivy." Eu comecei. "Ele vai deixá-la fora isso, que Deus me ajude," B rosnou. Eu atirei-lhe um olhar de advertência. "Fique frio, cara." "Pelo quê?", Perguntou Trent. "Pelo assassinato de Zach." Drew terminou. Trent ficou mudo. Eu tinha ficado também no início. Mas isso não me levou muito tempo para começar a me perguntar se isso era parte das questões que B estava tendo ultimamente com o sono, a razão que Ivy parecia estar tão preocupada que eu não ficaria ao lado dele. Ela sabia mais sobre aquela noite do que ela deixou saber? O que foi que Braeden nunca disse? "B, você não o desmentiu enquanto ele estava aqui", eu disse.


Todo mundo ficou em silêncio e olhou para o lado dele. Ivy se endireitou e ergueu o queixo como se ela desfiasse qualquer um a dizer uma palavra a ele. Eu mencionei que eu pensava que ela era boa para ele? B fez bem em consegui-la. "Você está me acusando de alguma coisa, Romeo?" A voz de B era calmaria. "Claro que não", respondi. "Eu não poderia me importar menos se você bloqueou o filho da puta no carro e o fez queimar." Rimmel engasgou, e eu percebi que provavelmente não deveria ter dito isso em voz alta, mas era demasiado tarde para levá-lo de volta. Além disso, era a forma como eu me sentia. Braeden precisava saber que eu estava do seu lado. Fechei os olhos com Ivy, e ela me deu um olhar grato ainda guardado. "Mas eu preciso saber com o que diabos estamos lidando. Todos nós. Nós precisamos estar preparados." Eu olhei em volta para todos, medindo suas reações. "Você realmente quer dizer isso?", perguntou B. Era como se a conversa não mais envolvesse todos os outros na sala. Isso era meu melhor amigo perguntando a mim e somente a mim se eu ainda o protegeria. Olhei para ele, inflexível. "Nenhuma palavra mais verdadeira foi dita." Estou com você. Para sempre. Ele relaxou. Uma nova calma tomou conta dele. Então ele olhou para Ivy, um pouco de sua guarda deslizando de volta. Ele estava preocupado com o que a reação dela seria se ele admitisse alguma coisa. "Está tudo bem, B. Basta dizer o que quer que você precisa dizer," ela disse em voz baixa, apertando sua coxa. Ele olhou para cima, olhou para ninguém, e falou a todos. "Eu deixei Zach morrer."


CAPITULO DEZESSEIS Estou ouvindo boatos de alguma informação suculenta. #MaisPorVir ...BuzzBoss

R IMMEL Eu não podia ficar parada. Como eu poderia me sentar aqui e ouvir Braeden basicamente nos dizer que ele era um assassino? Eu não podia. Eu não faria isso. Eu precisava. Ansiosa, desdobrei-me do colo de Romeu e andei pela sala, parando para olhar em frente à lareira. Eu devia acendê-la. Estava frio aqui. "Então, sim, basicamente, Robert estava certo. Eu matei Zach." Braeden continuou. Sua voz era oca. Senti as palavras como uma faca no meu peito. Eu não sei por quê. Eu desejei que eu não o fizesse. Eu não queria ser afetada por isso. Mas como eu poderia não ser?


Meu irmão estava sentado na sala de estar, confessando assassinato. Minha mãe foi assassinada. Sua vida roubada quando eu era apenas uma menina. Eu odiava os homens que a mataram. Parte de mim ainda estava zangada, meu pai foi o motivo pelo qual esses homens vieram para ela. Eu estava com raiva que ele não a protegeu. Ele deveria ter protegido. Eu só não sei como alguém poderia justificar matar outra pessoa. Mesmo um doente e torcido como Zach. Eu coloquei o meu café sobre a manta e me abaixei para acender a luz piloto na base da lareira. Era à gás, e logo que a luz estivesse acesa, eu poderia virar a chave e o fogo se acender. Somente a coisa idiota não iria pegar. Apertei o botão freneticamente, ficando frustrada que não acendia. Por que não acendia? Uma presença calorosa me cercou e mãos suaves me empurraram fora do caminho. "Você está tentando explodir a casa, Smalls? " "Está frio aqui", eu disse. Romeo apertou o botão, e a chama azul cintilou à vida. Claro que fez o que ele quis na primeira tentativa. "Lá vai você", ele disse e se levantou, levando-me com ele. Com as costas para a sala e os braços ainda em torno de mim, ele sussurrou tão baixinho no meu ouvido que eu tive que me esforçar para ouvi-lo, "Eu sei que é difícil, querida. Dê-lhe uma chance de se explicar. " Dizem que você está sempre atraído para as pessoas que possuem as qualidades que você mesmo deseja ter. Eu era um exemplo vivo disso. Eu queria poder ser tão calma, como aceitar isso como Romeo. Eu amava Braeden. Ao lado de Romeo, ele era sem dúvida a pessoa mais importante na minha vida. Eu não queria estar chateada agora. Eu não queria olhar para B e fazê-lo ver que eu estava me esforçando. Romeo se afastou, apertou o botão, e deixou-me ficar ali.


Com um grande shhhh, eu assisti o fogo irromper à vida. As chamas dançaram por longos minutos. Eu não vou fazer isso. Eu não ia ficar do raiva com o meu irmão por uma escolha que ele fez em uma situação extrema. Além disso, ele provavelmente estava assumindo mais culpa do que ele mesmo merecia. Pensei em todas as vezes que ele esteve lá para mim. A noite em que ele saltou para a piscina no meio do inverno para ajudar a me pescar para fora e então mergulhou de volta mais tarde para os meus óculos. A noite no hospital quando ele veio e me segurou enquanto eu chorava soluços angustiantes em seu peito. O tempo voou para a Florida para que ele pudesse estar lá para me proteger, caso as coisas com o meu pai fossem ruins. Todas as vezes que eu precisei de um abraço, ele só sabia e me abraçou. Houve tantas mais vezes que Braeden provou que era a minha família. Era a minha vez de provar a ele. De repente, eu me virei do fogo e atravessei a sala, avancei em torno da mesa de café, e me dirigi diretamente para ele. Ele olhou para mim com relutância, uma luz cautelosa em seu olho. Eu já o tinha ferido com a minha reação. Eu subi em seu colo e coloquei os braços em volta do seu pescoço. Eu olhei para Ivy debaixo dos meus cílios para me certificar de que ela não estava chateada. O olhar em seu rosto só podia ser descrito como grato. Seu corpo deslizou um pouco para trás, deixando mais espaço para mim. Eu me inclinei para sussurrar em seu ouvido, "Big brother para sempre." Braeden abraçou-me perto, envolvendo os braços em volta de mim e suspirando no meu cabelo. "Obrigado, Rim", ele murmurou. Enfiei a cabeça na curva do pescoço dele e esperei que ele nos dissesse tudo.


Ivy falou pela primeira vez. "Braeden não matou Zach. A explosão do carro o matou. " "Robert parecia pensar que você teve tempo para tirá-lo", disse Romeo. Ele não parecia chateado de forma alguma. Ele não soou acusatório. Só parecia que ele queria respostas. Eu sabia que Romeo ficaria ao lado de Braeden. Não havia uma única dúvida em minha mente. Eu realmente nunca pensei que ele fosse um homem que iria matar alguém. Capaz? Oh sim, Romeo era capaz de qualquer coisa; isso eu sabia. Mas ele também era controlado de uma forma que Braeden nunca tinha sido. As palavras que ele disse para Braeden apenas momentos atrás, como se ele não se importasse se B bloqueou Zach para baixo e o fez queimar... Eu não gostava disso. Eu não gostava de me sentir como se Romeu fosse cabeça quente de qualquer maneira. Eu queria estável. Eu queria constante. Eu pressionei meu rosto um pouco mais para dentro do pescoço de B, de repente precisando de conforto. Braeden notou e me moveu um pouco mais perto, mas abaixou a cabeça para sussurrar: "Se isso é demasiado difícil para você... se você não quer ouvir isso, eu entendo. Você pode sair." Eu senti o olhar de Romeo, embora estivesse de costas para ele. "Eu quero ouvir", eu disse. "Eu apenas estou com frio." Era uma mentira feia. Uma desculpa para a maneira que eu estava agarrada a ele de repente. B esfregou a palma para cima no meu braço bruscamente, como se para gerar algum calor. Senti-o inclinar para a frente e prender o cobertor ao largo das costas do sofá, em seguida, espalhou-o sobre mim. "Você quer Romeo?", ele murmurou.


"Eu quero você agora", eu disse. Ele pareceu um pouco surpreso com isso, mas não disse nada, só enfiou o braço em volta de mim e em seguida, pegou a mão de Ivy com a outra. "Eu nunca quis falar sobre isso." Ele falou com todos na sala. "Mas eu acho que agora eu não tenho realmente uma escolha." Ninguém disse uma palavra. Eles só esperaram como se eles também não tivessem certeza se eles queriam ouvir. "Eu vi que a BMW virou três vezes." Sua voz ficou rouca, como se estivesse lutando contra um mau caso de laringite. "Deus, nós dois estávamos dirigindo rápido pra caralho. Eu não podia recuar. Ele tinha Ivy, pelo amor de Deus. Mas eu estar lá pareceu empurrá-lo até a borda, e a próxima coisa que eu soube, ele estava apontando uma arma para ela." Drew fez um som, mas não olhou para cima. Eu só ouvia. "Eu nunca vou esquecer o que foi ouvir aquele disparo, ver o carro dar uma guinada, e depois vê-lo chegar mutilado, uma vez que literalmente saltou e rolou através do campo. Quando eu finalmente cheguei aos destroços, eu fiquei fora da minha mente. Eu chamei por Ivy e ela não respondeu..." Eu senti sua garganta mexer quando ele engoliu. "Eu pensei que ela estava morta." "Eu não estava", disse Ivy. Braeden sacudiu a cabeça e continuou. "Não, você não estava, mas você estava em má forma. Eu honestamente pensei que puxando-a fora do carro fosse matá-la. E a gasolina estava vazando. Vi isso na hora que eu corri até o carro. Eu sabia que o carro ia explodir. Depois de vê-lo tomar tal pancada e, em seguida, cheirar a gasolina, eu sabia que ia acender." "Mas você puxou para fora de qualquer maneira", disse Drew. "Claro que eu fiz. Eu teria morrido tentando tirá-la daquele carro", disse Braeden. "Eu a carreguei para bem longe, mais perto da estrada. Eu não queria que ela se machucasse quando isso explodisse. Sua consciência ia e vinha, então sim, eu fiquei com ela alguns minutos, tentando me certificar de que ela ainda estava respirando." "E você chamou o 9-1-1", Ivy acrescentou.


"Sim, e dei a eles a localização. Eu pensei que Zach estava morto. Mas, honestamente, eu nem me importava. Eu estava muito preocupado com Ivy. Poucos minutos depois, eu o ouvi gritar." Ivy balançou a cabeça, e B empurrou. "Você o ouviu chamar?" "Sim, ouvi", ela respondeu. "Você voltou para o carro?", perguntou Trent. "Sim, eu voltei. Zach estava preso pelo cinto de segurança ou algo no banco do condutor. Ele estava lutando para se libertar", disse Braeden, sua voz assumindo um novo tom. Um som mais áspero. "Ele me pediu para ajudá-lo. Disse que não queria morrer." "Você tentou ajudá-lo?", Drew perguntou. Senti a ingestão de respiração de Braeden. A maneira como ele se preparou para sua resposta. "Não, eu não tentei. Eu fiquei lá e o odiei. Tudo o que eu vi quando eu olhei para ele era toda a merda que ele tinha feito para nós ao longo do último ano. A maneira como ele torturou Rimmel, como ele quebrou o braço de Romeo. Ele porra estuprou Ivy e a deixou pensar que ela tinha feito apenas um erro de embriaguez. Eu tinha acabado de vê-lo bater nela. Puxar uma arma para ela. E agora ela estava deitada a uns metros de distância, quase morta." Suas palavras trouxeram um manto sombrio, pesado ao longo de toda a sala. Zach tinha sido uma pessoa terrível. Ele machucou tantas pessoas. "Zach sabia antes que eu fizesse que eu não ia puxá-lo para fora. Ele me disse que era assassinato." Romeo respirou atrás de mim. "Eu disse que ele merecia. E que Deus me ajude, até hoje, eu ainda acho que ele mereceu. Se eu o tivesse puxado para fora daquele carro, ele estaria em algum lugar agora planejando vingança, pensando em novas maneiras de nos ferir. Nós todos estaríamos olhando por cima dos ombros, e Ivy... ela teria que olhar para o homem que a violou da pior maneira possível." "B ", disse Romeo, respondendo ao desespero na voz de seu melhor amigo.


Eu olhei para Ivy. Seu rosto estava pálido e sua mão estava pressionada sobre seu estômago. "Nós não estaríamos a salvo" , disse ela. O jeito que ela estava segurando sua cintura... "O carro já estava em chamas." Braeden continuou. "Eu sabia que ia explodir. Então eu fui embora. Eu mal cheguei até Ivy antes que explodisse." Então era isso. Essa era toda a verdade daquela noite. "E agora vocês sabem", disse Braeden. "Eu sou um assassino."


CAPITULO DEZESSETE #LiçãoDeVida A vida não é uma caixa de chocolates. É como um pote de jalapenos6. Cuidado com o que você faz hoje. Pode queimar seu traseiro amanhã! ...BuzzBoss

R OMEO Meu melhor amigo acabara de anunciar que ele era um assassino. E a minha menina estava aninhada em seu colo. Ela estava chateada comigo. Eu não conseguia ver como isso fazia qualquer tipo de sentido. Honestamente, porém, aquela era a menor das minhas preocupações no momento. Eu faria o que fosse com Rim de certo. E se ela precisava de conforto de Braeden, então ela poderia tê-lo. Além disso, eu acho que ele precisava muito. "Você disse que o carro estava em chamas quando você voltou para Zach," disse Trent. "E daí?" Braeden respondeu. "Assim, mesmo se você tentasse puxá-lo para fora, ele poderia ter explodido e, então vocês dois estariam mortos", Ivy supôs. 6

Jalapenos, tipo de pimenta mexicana.


Braeden começou a sacudir a cabeça como se eles estivessem dando desculpas para ele. "Você não é um assassino, cara", eu disse. Ele me olhou bruscamente. "Você estava irritado. Você odiava Zach. Foda-se, nós todos o odiávamos. Então você ficou lá até que fosse tarde demais para tirá-lo." "Foi uma decisão consciente." Braeden cortou. "Quem diabos se importa?", eu disse. O corpo de Rimmel apertou. Ah. Esse era o problema. Ela não gostava disso, desse meu lado frio e imoral. "Sério, cara", disse Drew. "Estou feliz que você o deixou queimar. Depois do que ele fez com a minha irmã?" Ele balançou a cabeça. "Eu teria feito a mesma coisa." "Eu também," Trent ecoou. "Eu só lembro de me sentir tão aliviada quando soube que ele tinha ido embora", Ivy admitiu. Ela não era tão ousada como nós, rapazes, com a sua verdade, mas eu sabia que ela quis dizer isso. Braeden olhou para ela. "Você sabia disso o tempo todo?" "Sabia o quê?" "Que eu o deixei lá?" Os olhos dela suavizaram. "Sim, eu sabia. Eu estava fora de mim naquela noite, como você disse, mas eu ouvi Zach gritando, e eu vi você andar longe do carro." "Você nunca disse uma palavra." Sua voz tinha um tom de espanto. "Porque eu nunca me importei. Não é como se você o matou a sangue frio, B. Foi basicamente autodefesa. E, além disso, como Robert foi tão rápido em apontar, eu sou tão responsável quanto você." "Não diga isso porra." Sua voz foi veemente. "É verdade, no entanto." "Ele ia atirar em você."


"Ele ia atirar em você, também," ela disparou de volta. Ivy olhou para mim. "Zach me disse isso. E ele odiava você, Romeo." Seus olhos se encheram de lágrimas. "Ele provavelmente teria vindo para você em seguida." "Era ele ou nós, B. Você nos escolheu. Sua família, " eu disse. "Eu faria isso de novo", Braeden admitiu. "Eu não posso dizer que estou orgulhoso disso, mas é a verdade." Que maldito pesadelo de posição que ele tinha estado. Eu teria feito o mesmo? Provavelmente, mas eu não tinha certeza. Eu não o tinha matado na noite que ele enforcou Rimmel e quebrou meu braço, mesmo que eu tivesse ficado tentado. A verdade é que Braeden cortou meus pensamentos interiores. "Nem todos podem ser tão controlados como você, Rome. Alguns de nós são humanos." Como diabos ele sabia o que eu estava pensando? E onde é que ele saia implicando que eu não era humano? Eu pulei como um raio para fora da minha cadeira, meio ofendido. "Eu nunca julguei você", eu rosnei. "Não. Mas eu sei que você não teria feito o que fiz. Eu não sou igual a você. Eu tenho um lado escuro." Esta não era uma conversa que eu queria ter na frente de todos. Especialmente Rimmel. Abanei a cabeça e olhei para o teto. "Robert é um bom advogado. Ele sabe como construir um caso. Ele vai tentar prender isto em você, B." Eu olhei para Ivy, e sua boca achatou. Ela sabia que Robert viria para ela, também. Eu não disse isso em voz alta. Eu estava com medo que iria empurrar B sobre a borda. "Nós temos que nos certificar que não prenda", disse Trent. "Nada disso vai para além destas paredes", disse Drew. "Na medida em que todos nós sabemos, não houve tempo para B tirar Zach para fora." "Não havia," Ivy falou. "Braeden teria morrido tentando." Drew assentiu. "Exatamente. Ninguém mais precisa saber mais nada." Braeden fez um som. "Nenhum de você se importa?"


Revirei os olhos. "Você pensou que iríamos virar as costas para você?" "Não", ele disse decisivamente. "Mas isto não é como a vez que eu quebrei o pote de café e fingi que não fui eu e ninguém disse nada. " "Foi você!" Rimmel suspirou e sentou-se para olhar para ele. "Eu pensei que eu era a única que quebrou isto!" "Baby..." Eu me diverti. "Todos sabíamos que foi B. Você não sabia?" "Não!", ela declarou. "Eu me senti horrível sobre isso por dias!" Braeden riu. "Desculpe, menina tutora." "Por que você acha que a quebrou?" Eu tentei esconder meu sorriso. Maldição, ela era tão inocente. "Porque eu sou desajeitada! E porque você me deu dinheiro para ir comprar um novo. Pensei que estivesse apenas tentando me fazer sentir melhor." Todo mundo riu. Rimmel fez uma careta. "Eu só queria um pouco de café", eu disse. Braeden afagou seu ombro. "Desculpe, mana. Da próxima vez eu vou vir limpo quando eu quebrar alguma coisa." Rimmel resmungou baixinho, e eu queria arrancá-la fora do colo do B e beijá-la. Eu estava começando a ficar irritado que ela ainda estava sentada lá. B tinha uma garota. Talvez eu apenas lhe desse um gosto de seu próprio remédio. "Veja. O ponto é. Quebrar um pote de café e não puxar um cara para fora de um carro em chamas é muito diferente", Braeden disse, com a voz muito mais normal. Como se o peso daquela noite não fosse mais tão pesado. "Estamos com você", disse Ivy e olhou para todos. Todos nós concordamos. Braeden olhou para Rim. Ela assentiu com a cabeça também. Ele soltou uma respiração instável. "Sim, tudo bem." Seus olhos encontraram os meus. "Então o que eu faço?"


"Robert não vai embora." Trent falou. " Vou ver o que posso descobrir sobre ele na fraternidade. Os velhos amigos de Zach ainda falam sobre ele e o drama. Podemos usar toda a agitação em sua vida para desacreditar suas acusações." Eu balancei a cabeça. "Sim. Isso é bom." "Mas e se ele encontrar algum tipo de prova?" B perguntou. "Ele não vai", disse Ivy. "Não há nenhuma." "Vou ligar para o meu pai. Ele saberá como lidar com Robert," eu adicionei. Todos concordaram. "Todos mantenham a boca fechada. Trent, faça algumas escavações no campus," eu pedi. "Reunião encerrada." Fui até o sofá e sorri para Ivy. "De repente, estou no clima para uma bebida. Importa-se de partilhar o seu suco, princesa?" "Bata aqui." Ela ergueu a taça. Puxei-a para fora do sofá, e ela balançou em seus pés. "Epa." Eu ancorei meu braço em torno dela, e ela se inclinou para mim. "Tá bem?" Ela assentiu com a cabeça rapidamente. Os olhos de Braeden estreitaram, nos observando. Eu não tinha certeza se era preocupação porque ela estava instável ou ciúme porque eu estava tocando sua menina. Eu sorri e decidi descobrir. "Vamos, princesa. Sua carruagem a espera." Abaixei-me e dei-lhe as costas. Ela olhou para mim como se eu tivesse três cabeças. "Não estou ficando mais jovem aqui", entoei. Ela saltou em minhas costas, e eu me endireitei, enganchando meus braços em baixo de suas pernas para lhe dar um passeio do sobreposto na cozinha. "Que porra é essa merda?" Braeden rosnou, colocando Rim de lado.


Dei-lhe um sorriso maroto, aberto e saí com Ivy. "Eu sei o que você está fazendo!", ele gritou atrás de nós. "Pegando suco?" Eu chamei de volta. Ivy riu. "Chateou você, não é?" Eu resmunguei. "Só um pouco de retorno." Na cozinha, virei-me para que minhas costas ficassem contra a ilha, e eu abaixei Ivy um pouco para que ela pudesse se sentar em cima do balcão. Uma vez eu tive o suco, eu servi um pouco para ela e, em seguida, tomei um gole grande para fora do recipiente. "Roman Anderson!", disse Rimmel, e eu abaixei a jarra e limpei a boca com as costas da minha mão. "Futura Sra. Anderson?" Ela se esqueceu sobre eu beber fora da caixa e sorriu. "Estou indo tomar um banho." "Quer companhia?", perguntei. "Cara, você é um idiota," B disse, entrando na cozinha. Entreguei-lhe a embalagem do suco. "Oferta de paz?" Ele deu de ombros e tomou um gole. "Eu desisto", Rimmel murmurou e se virou para sair. "Agora eu preciso de um novo suco," Ivy reclamou. Braeden reduziu a meia-jarra e arrotou. Alto. Eu dei um high five7 nele. "Maneira de fazê-lo tremer." Drew e Trent se arrastaram na sala para o café. "Isso foi um de dez pontos na escala Richter!" Trent gritou, em seguida, voltou a falar sobre as peças do carro, com Drew. "Eu tenho que ir", Ivy gemeu e estendeu os braços. "Eu preciso descer."

High Five, é um gesto, ou cumprimento quando duas pessoas tocam suas mãos no alto simbolizando parceria, amizade e vitória. 7


Sentindo-me perverso, dei um passo para a frente para ajudá-la, e B bateu com a mão no meu peito. "Não me force ", expressou. Eu ri. Braeden levantou Ivy fora do balcão e a colocou sobre seus pés, puxando o fim do seu rabo de cavalo. "Onde você pensa que está indo?" "Eu tenho uma consulta médica." Todos os olhos se voltaram para ela. Braeden franziu a testa. "Qual é o problema?" Eu o vi chegar para o pulso dela, e seus olhos se arregalaram. Então ele sabia sobre as contusões. Achei que ela não conseguiria escondê-las para sempre. "É o seu pulso incomodando? Não faz tanto tempo desde que você começou a arrematar. Foi isso -" "Não!" Ivy se apressou a dizer antes que ele pudesse terminar. "Estou bem. É apenas o meu último acompanhamento de todas as consultas que tive depois do acidente." "Eu pensei que você tivesse terminado com elas", disse Drew, uma carranca em sua voz. "Depois de hoje, eu vou terminar ", ela falou suave. "Eu ia treinar, mas eu vou levá-la. Treino mais tarde ", disse B. "Não, eu posso dirigir. Eu tenho que ir para a aula depois." "Certeza?", ele perguntou. "Mm-hmm." Ela concordou. "Eu tenho que ir buscar as minhas botas." Braeden a observou ir, e eu lhe dei um tapa no ombro. "Eu treino com você, B." "Vocês querem ir para a academia ?", perguntei a Trent e a Drew. "Não é possível. Preciso ir para o trabalho do dia." Ele parecia tão sem emoção que eu ri. "Eu tenho aula." Trent soou igualmente horrorizado.


"Como está indo a direção?", perguntei a Drew . Ele encolheu os ombros. "É uma multidão resistente. O círculo indie é muito apertado. Mas eu estou me segurando." "Nunca tive nenhuma dúvida", eu disse. Trent se moveu, e eu pensei que eu senti um pouco de tensão lá. Eu me perguntava o que era. Eu não perguntei, no entanto. Todo o meu foco era B agora. "Eu vou me trocar, Rim chateou, e depois nós vamos." "Você dirige. Meu caminhão está funcionando como uma merda." Outro subproduto de Zach, eu pensei. Mesmo morto, o cara estava causando problemas a todos.


CAPITULO DEZOITO Um pouco de amor não pode ser negado. #OsAmantesVãoAmar ...BuzzBoss

R IMMEL Ele estava de pé no balcão do banheiro. O quadril alinhado com a borda do granito, um pé apoiado sobre o outro, os braços cruzados sobre o peito. Ele ainda não estava usando uma camisa, e, neste ponto, eu estava convencida de que ele fazia isso de propósito. Ele sabia o efeito que ele tinha sobre mim, e ele estava totalmente usando-o para sua vantagem. Os olhos azuis me viam como eu fosse a atração principal em algum show na demanda. Eles me observavam com fogo azul, como a parte mais quente de uma chama. Abri a porta de vidro do chuveiro e saí, segurando a toalha branca em volta do meu corpo e segurando-a fechada no meu peito. Meu cabelo estava molhado e pingando. Eu tive que passar condicionador duas vezes apenas para ter certeza que eu poderia penteá-lo. Eu já tinha passado uma toalha seca nas extremidades antes de pisar fora do chuveiro, mas eles ainda escorriam pelas minhas costas.


Eu não estava usando meus óculos, de modo que o quarto estava um pouco embaçado. Mas eu não me importava. Isso me dava uma desculpa para não me concentrar no homem me observando. Em vez disso, peguei minha escova molhado-a-seco e comecei nas extremidades do meu cabelo. Era difícil escová-lo e segurar a toalha em torno de mim ao mesmo tempo. Normalmente, eu apenas deixava cair o tecido, mas eu não podia agora. Não era que eu estava desconfortável. Romeo tinha me visto nua tantas vezes que era quase normal agora. Ele conhecia meu corpo quase tão bem quanto eu. Afinal, ele passou muito tempo explorando-o. Era a intimidade, a vulnerabilidade. Eu não sentia que eu poderia lidar com isso neste exato momento. Eu ainda estava me sentindo um pouco crua e meio confusa. Romeo não disse uma palavra, e nem eu também. Por longos segundos, ele me viu desajeitadamente segurar a toalha e a escova até um que grunhido forçou seu caminho para fora da parte de trás de sua garganta. Ele descruzou os braços e empurrou para fora do balcão. O corpo dele estava quente quando ele se mudou atrás de mim e gentilmente pegou a escova do meu alcance. Eu dei a ele e agarrei a toalha em volta de mim com as duas mãos. Ele começou na parte inferior. Molhado, ele atingia um pouco mais do que meio caminho pelas minhas costas. Eu provavelmente deveria tê-lo cortado – era difícil demais para lidar com ele -, mas eu não queria incomodar. E agora com o casamento chegando, pensei que o comprimento poderia ser agradável. Ele foi muito mais gentil com meu cabelo do que eu. Ou isso, ou os fios longos, emaranhados, estavam também afetados pela visão dele sem camisa. A escova deslizou facilmente através, deslizando através do comprimento como se ele não ousaria dar a Romeo um momento difícil. Traidor.


Observei-o através do espelho. Eu estudei a maneira como seu corpo grande e musculoso parecia apenas atrás do meu. Eu era tão menor, muito mais pálida, e muito... menos. Romeo era tudo. Seu cabelo loiro era uma sombra que você não podia sair de uma garrafa, o tom perfeito, a quantidade perfeita de ouro e luz. Ele estava correndo os dedos por ele durante toda a manhã. Eu sabia que por causa da maneira como ele se estendia em lugares estranhos, curvando para fora e acenando ao redor dos topos das suas orelhas. Uma mecha dele caiu sobre sua testa, e isso só serviu para fazê-lo parecer mais atraente. Ele não tinha se barbeado em um par de dias, então a barba desalinhada que cobria sua mandíbula inferior era grossa e suave. Ela era loira, também. Eu tive um desejo súbito de sentir sua suavidade espinhosa entre as minhas coxas. Mesmo que eu estava na frente dele, ele era tão amplo que eu podia ver ambos os seus ombros atrás de mim. Eles eram bem definidos, largos e macios. Ele tinha realmente se inclinado ligeiramente desde o início com a NFL. Todo o treinamento e constantes viagens o tinham cortado para baixo, mas isso só serviu para cortar os contornos nítidos de seu corpo. Eu poderia contar seus abs individualmente. E a maneira como seus quadris reduzidam em um V abaixo de sua cintura... Sim. Como eu disse, Romeo era o meu vício. Eu nunca pensei que uma garota como eu teria um. Mas não havia como negar o comando que ele tinha sobre o meu coração. "Você está olhando", ele murmurou, continuando seus cursos lentos, metódicos. Eu agarrei a toalha mais apertada contra mim. Eu não tinha ideia do porquê. Não havia nada que pudesse mantê-lo fora. Não quando ele já era permanentemente parte de mim.


Ele terminou de escovar e colocou a escova de lado. Ele pegou meu olhar e segurou-o enquanto pegava a camisa deitada no balcão em frente de mim. Era sua camisa, uma dos Knights. Eu a trouxe aqui para usar enquanto eu secava o cabelo e ficava pronta para a aula. Ele não disse nada, apenas manteve seu olhar no meu quando ele a puxou sobre a cabeça e fez um gesto para eu colocar meus braços através. Uma vez que a camisa estava, ele puxou a ponta da toalha e eu deixei ir. Ela caiu no chão, e ele a chutou afastada. Eu ainda olhava para ele. Eu não podia evitar. Suas mãos grandes vieram descansar na borda da bancada em ambos os meus lados. "Eu pareço diferente agora?", ele perguntou, segurando meu olhar. "Agora?" Inclinei a cabeça. "Agora que você me ouviu dizer a B que eu aprovo o que ele fez." Eu respirei fundo. Então ele sabia o que estava me comendo. Seus lábios cheios inclinaram para cima. "Oh sim, eu sei, querida." "Romeo..." eu comecei e me virei para ele. Ele fez um som e suas mãos pegaram meus quadris para me parar. "Fique aí. Olhe. " Ele fez um gesto com o queixo para o espelho. "Você sabe o que eu vejo?", perguntou. Eu balancei minha cabeça. "Eu vejo um #atleta8 que se apaixonou por uma #nerd. Mas eu não sou realmente um #atleta, e você definitivamente não é realmente uma #nerd. Sim, eu jogo futebol e sou sexy como o inferno." Eu bufei. Ele segurou meu queixo e puxou meu rosto de volta para baixo para que eu pudesse olhar para nós mais uma vez. "Você gosta de livros e obtém notas perfeitas. Mas esses são um quarto das coisas que compõem quem nós somos. Seu cabelo bagunçado e 8

No original, jock, que significa um atleta que só se preocupa com popularidade, namorador.


calça de moletom? Meu uso excessivo da palavra foda e a natureza mandona? Essas coisas fazem mais um quarto." Ele reuniu meu cabelo na mão e empurrou-o para um lado. Curvando-se, mantendo os olhos fixos nos meus, ele raspou os dentes através do lado do meu pescoço. Eu tremi. "Sabe o que é cem por cento de mim?" "Hmm?", eu cantarolava macio. "Meu amor por você." Ele apertou um beijo no local exato que seus dentes tinham acabado de estar. Meus olhos se fecharam. Ele se afastou. "Olhe para mim, Rimmel." Forcei meus olhos abertos, tentando não sucumbir às suas palavras e lábios. Mas não eram essas coisas que eram a maior ameaça. Era seus olhos e a capacidade que ele tinha de me fazer sentir como se eu fosse a única coisa que ele já viu. "Eu amo você com cem por cento de quem eu sou. Isso é um monte de pedaços de mim. Então, sim, eu posso entender por que Braeden fez o que fez. Aquele cara que andou longe de Zach naquela noite, isso é apenas um quarto do que B é. O cem por cento daquele que ama Ivy assumiu. O cem por cento de sua lealdade que esta família ganhou." Ele fez uma pausa. "E honestamente?" Eu balancei a cabeça. "Um quarto de mim admira esse pedaço de Braeden, porque eu não sei se eu teria sido capaz de fazer o que ele fez. Não porque eu odiasse menos Zach, mas porque eu sei exatamente o que isso faria para você." Eu abri minha boca para falar, mas ele balançou a cabeça. Juro, ele tinha muito a dizer hoje. "Sinto muito que as coisas que eu disse lá embaixo machucaram você, baby. Eu sei que você sabe o que é como ter alguém tirado de você. Me desculpe, eu te fiz duvidar de quem eu sou, no fundo, porque eu não vou condenar Braeden por uma escolha de fração de segundo que uma parte dele fez. Mas há uma coisa pela qual eu não sinto muito."


"O que?" "Eu não sinto que ele está morto." Seus olhos brilharam, como uma tempestade na praia. "Depois do que ele fez para você e para Ivy, não há nenhuma maneira no inferno que eu poderia chorar por alguém tão retorcido como Zach." "Eu sei quem você é." Eu silenciei seu pedido de desculpas com essas cinco palavras. "Eu talvez não saiba de cada peça que compõe você todo. Essa é uma das razões pelas quais eu estou assim animada para casar com você. Quero conhecer cada parte. Eu quero passar o resto da minha vida aprendendo cada pequena coisa. Mesmo as coisas que podem, por vezes, me chocar. E não importa as poucas peças que ainda tenho de descobrir. Eu conheço as mais importantes. E quanto mais eu penso sobre isso, mais eu percebo que uma das mais importantes é a que eu aprendi esta manhã." "Rim." Sua voz estava rouca, arrependida. "Você teve sua vez, Roman. Agora é a minha." Ele soltou uma risada nervosa. "Olhe para mim." Eu o lembrei. Se ele me fez olhar, ele me fez ver que ele quis dizer cada palavra. Então eu ia fazer o mesmo com ele. "Eu sempre soube como a família era importante para você. Era óbvio para mim no dia que vi você e Braeden juntos, mesmo quando eu te vi com os seus pais. Mas eu acho que eu nunca entendi completamente apenas quão forte o vínculo era. Sua lealdade me surpreende. Ela me inspira. Você é tão destemido." Ele começou a zombar, mas estendi a mão e agarrei sua mão, apertando-a. "Veja." Os olhos azuis bateram de volta nos meus. "Você é tão destemido na maneira de nos apoiar. Você não se importa se um de seu próprio cometeu um erro ou até mesmo fez uma escolha que pode não fazer novamente. A este respeito, a sua vida é preto e branco. Família ou não família. Lealdade define você. É por isso que você é um alfa, porque você não é apenas forte por si mesmo, mas para todos que você ama."


Sua frente estava quase pressionada contra minhas costas, e eu estiquei o braço para cima, cheguei por trás de mim, e segurei a parte de trás do seu pescoço, puxando-o totalmente contra mim. Ele estava duro. Rocha sólida. Seu comprimento pressionou em minhas costas e foi mais perturbador. "Eu nunca poderia duvidar de quem você é, Romeo. Nunca." "Smalls", ele murmurou e acariciou minha nuca. Nosso contato com os olhos quebrou, eu deixei meus lábios deslizarem fechados. Meu Deus, a maneira como ele se sentiu atrás de mim. "Você ainda quer se casar comigo?", ele sussurrou em meu ouvido. "Eu deveria fazer essa pergunta a você," eu respirei enquanto arrepios correram ao longo dos meus braços. Seus quadris giraram contra mim, trazendo a minha bunda até contra sua virilha. "Minha resposta seria infernos sim." "Romeo", disse eu, com apenas o suficiente comando nossos olhos se encontraram no espelho novamente. "Eu sinto muito. Eu sei que minha reação no andar de baixo não foi boa. É só que a minha mãe-" "Shh, baby. Eu sei." Eu balancei a cabeça, tentando encontrar as palavras, mas era tão difícil. Como você descreve algo em palavras quando já era tão difícil de se sentir? E como diabos uma menina conecta qualquer frase, quando havia um homem lentamente moendo seu pênis inchado e necessitado contra seu traseiro? "Pare com isso", eu disse, tentando agarrar seus quadris. "Eu estou tentando me desculpar. Eu não posso pensar." Eu senti a risada roncar seu peito, e eu me inclinei para trás mais, querendo sentir tudo. "Você não precisa se desculpar. Eu entendo." "Eu acho que eu feri os sentimentos de Braeden."


"B está bem". Ele parou de balançar contra mim, mas agora seus dedos foram deslizando para cima das costas das minhas coxas, mergulhando abaixo da camiseta e chegando perigosamente perto de minha bunda nua. "H-há algo que eu quero que você s-saiba", eu gaguejei, tentando me concentrar. Sua palma estava em concha na minha nádega. Seus dedos estavam investigando entre as minhas pernas, procurando o meu centro. "O que é isso?", ele perguntou, movendo-se, espalhando as pernas para que ele pudesse afundar um pouco mais baixo, trazendo os seus dedos mais perto da minha entrada. Dois dedos deslizaram em minhas dobras. Eu estava molhada, dolorida. Contra a minha nádega nua, seu pau empurrou. Sem pensar, eu me empurrei mais contra ele. "Rim". "Hmm?" Eu respondi, arqueando as costas para lhe dar melhor acesso. "Você queria me dizer alguma coisa?" Minha cabeça caiu enquanto seu dedo deslizou dentro de mim. Sua mão livre deu a volta e levantei meu queixo para que ele pudesse me olhar no espelho. "Diga." "Dizer o quê?", eu murmurei e balancei em seus dedos. Seus olhos se aprofundaram e ele rosnou. "Assista," ele instruiu e liberou meu queixo, levantando a camisa para que ela ficasse bem sob os meus seios. Eu mantive meus olhos treinados nos seus enquanto ele rapidamente puxou para baixo sua bermuda. Sua cabeça inchada, sedosa pressionou contra mim, e eu gemi. Gentilmente, ele deslizou seu dedo para fora e espalmou cada lado dos meus quadris, me ajustando assim minha bunda estava em plena exibição. Aprumou-se na minha entrada, ele parou, ligando nossas mãos, e, em seguida, colocou-as no balcão.


"Não desvie o olhar", ele moeu fora. Eu vi seu rosto quando ele juntou nossos corpos. Sob esse ângulo, ele foi profundo e eu arqueei minhas costas ainda mais para levá-lo mais profundo. Nós agarramos nossas mãos enquanto víamos um ao outro. Ele se moveu dentro de mim, me penetrando repetidamente. Minhas paredes apertaram em torno de seu comprimento, e a sensação de seus quadris encaixando-se contra a minha bunda era perto da perfeição. A maneira fora de foco que ele olhou para mim era viciante. Mesmo que minha visão estava um pouco embaçada, isso não importava. Seu desejo e amor eram claros. "Porra, baby", ele grunhiu quando ele empurrou profundo. "Eu não posso segurar." Eu mexi minha bunda mais perto, assim como eu tinha feito com ele esta manhã, quando eu estava sentada em seu colo. Senti seu pau começar a ter espasmos, e sua mandíbula apertar. Seus olhos viraram diamantes brilhantes, e ele empurrou um lado entre as minhas pernas e encontrou meu clitóris inchado e sensível. Eu moí contra sua virilha, e ele moeu contra a minha bunda. Em segundos, sua semente quente estava me enchendo, e a sensação me empurrou sobre a borda. Eu gritei, e ele observou ali mesmo no espelho. Eu poderia ter ficado constrangida se eu tivesse sido capaz de pensar. O orgasmo me rasgou e continuou sem parar. Em um ponto, eu comecei a afundar para o balcão, mas ele passou um braço em volta de mim e me segurou, sem uma vez quebrar o contato visual. Quando a felicidade finalmente me drenou, eu me senti fraca e meus joelhos tremiam. Ele retirou-se e aliviou para trás, só para me varrer em seus braços e me levar para fora do banheiro e me deitou na cama. Ele deitou ao meu lado, e eu dobrei-me perto, respirando o cheiro que só ele usava. "Eu te amo", eu disse a ele. "Eu também te amo", ele repetiu.


Alguns minutos depois, quando eu poderia realmente usar meu cérebro, eu percebi que nunca tinha realmente terminado nossa conversa. "Também estou feliz que ele está morto," eu sussurrei, horrorizada com meus próprios sentimentos. "Isso não faz de você uma pessoa ruim, querida. Isso faz de você humana." Era isso. As palavras, os sentimentos que eu estava tentando explicar, mas não conseguia. Romeo fez isso em uma palavra. Humana. Durante anos e anos, eu vivi no piloto automático, indo de dia para dia, sem qualquer alteração. Eu estava com frio, estéril. Eu estava me protegendo. Mas essa proteção me transformou em um robô. Então Romeo entrou na biblioteca. Ele reiniciou meu coração. Ele me fez humana novamente.


CAPITULO DEZENOVE #WolvesParaSempre Quanto mais as coisas mudam, mais permanecem as mesmas. #Romeo&BraedenDeVoltaNoCampoJuntos ...BuzzBoss

R OMEO Havia sempre um lugar onde B e eu poderíamos voltar para que a vida parecesse de alguma forma mais simples do que era. O campo. B e eu ficamos amigos em um playground, mas nós nos unimos, nos tornamos irmãos em um campo de futebol. Inferno, de volta quando mal sabíamos como amarrar os sapatos, era tão simples como um pedaço de grama. Nós não precisávamos de linhas brancas pintadas, estádio verde de qualidade, ou até mesmo bolas de couro premium. Tudo o que nós precisávamos era de um ao outro e espaço para correr. Tínhamos todos os sinos e assobios agora, basicamente, o melhor tipo de campos de jogos que o dinheiro podia comprar, Mas, assim como quando tínhamos sete anos, tudo que precisávamos era um ao outro.


O treinador O'Connor nos deixou no estádio em Alpha U. Era a primeira vez que eu tinha estado de volta em meses. Inferno, parecia uma eternidade. Mas quanto mais as coisas mudam, mais permanecem as mesmas. As luzes brilhavam nitidamente no relvado imaculado. As linhas brancas estavam impecáveis, mesmo que fosse o período de entressafra. O ar permanecia com uma mistura de gasolina e grama recém-cortada. Mesmo o cheiro de suor velho ainda se agarrava ao estádio, assombrando o espaço aberto de jogos passados. O único som que não era de B e meus passos no chão era o zumbido baixo das potentes luzes que deram esta iluminação à arena mais brilhante que o sol ao meio-dia. Mas ainda que não houvesse nenhum jogo a ser jogado, nenhuma equipe correndo através do túnel para conquistar o campo, os sons de futebol ainda reverberavam através do lugar. Os ecos de capacetes que batiamm juntos, o som familiar de pastilhas sendo golpeadas no lugar e o sussurro de apitos que fundiam de forma irregular dava vida a este local, mesmo após os jogos terminarem. Os Wolves só tinham amistosos e treinos neste campo, mas isso não importava. O amor ao jogo não vinha do próprio jogo; vinha da paixão e unidade dentro dos jogadores. Vinha das pessoas que estavam sentadas nas arquibancadas e aplaudiam como se não houvesse amanhã. Vinha da irmandade que se formava entre os companheiros de equipe. Tecnicamente, nem B nem eu pertencíamos mais a esta equipe, mas provavelmente sempre parecia como em casa. "Parece que foi ontem que vocês dois ingênuos exibidos apareceram na minha área," o técnico disse, parando atrás de nós quando nós levamos tudo. "Anderson, eu sempre soube que você tinha que fazer isso. Você nasceu para jogar este jogo." As pessoas diziam isso para mim, o tempo todo. Mas elas não eram um treinador que passou inúmeras horas me treinando e me condicionando, mesmo nos dias que eu o odiava por isso. Então, quando ele disse isso, ele queria dizer alguma coisa.


"Walker, você, por outro lado..." O treinador continuou, e Braeden virou-se para encará-lo. "Você sempre teve o talento. Eu apenas pensei que você fosse muito grande de um fodido para obter a sua cabeça em linha reta o suficiente para se tornar isso." "Você está tentando me dar um elogio ou me mandar para a terapia?" B rachou. "Não há um terapeuta em todo este estado com graus suficientes ou tempo para repará-lo, Walker". O treinador murmurou, mas ele estava sorrindo, orgulho evidente em seus olhos. "Estou muito orgulhoso de você, filho. A equipe tem sorte de ter você." "Obrigado, treinador," Braeden disse e desviou o olhar. Aww, B-homem estava ficando todo sentimental que merda. "Obrigado por nos deixar usar o campo, treinador," eu disse a ele, dando a B um minuto para destorcer suas calcinhas. "Queria ter algum tempo extra no campo antes da equipe." "Este estádio estará sempre abertos para vocês, rapazes, enquanto eu estiver por perto. Além disso, é o trabalho dos Wolves se certificar de que Walker entre em toda a sintonia fina que puder antes que a NFL comece a enviar as pessoas para vê-lo treinar e jogar "Certifique-se de que você está recebendo dois treinos por dia", ele ordenou a Braeden antes de se virar. "Se você não conseguir uma das melhores escolhas na escalação desta temporada, eu vou chutar o seu traseiro idiota." "Nenhuma pressão ou qualquer coisa!" Braeden gritou atrás dele. O treinador levantou seu braço enquanto ele se afastava, dando-nos o dedo. "Cara, ele apenas acabou de nos dar o dedo." Braeden gargalhou. "O que o reitor diria!" Ele engasgou após o treinador. "Dane-se!", ele gritou e depois desapareceu no túnel. B e eu olhamos um para o outro e começamos a rir. Olhei para fora através do campo novamente, levando-se em um grande sopro de ar com cheiro de futebol.


Braeden despejou sua sacola no chão e tirou a camisa. "Nós vamos fazer essa merda ou o que?" Minha camisa pousou no chão ao lado da dele, e como o par de meninos que fomos uma vez, saímos, correndo para o centro do campo, a grama densa sob os pés. Nós nos perdemos no jogo por horas. Nós ficamos tanto tempo que, quando olhamos para o relógio, Braeden praguejou porque ele tinha perdido suas aulas da manhã. "YOLO9!", anunciou ele e me jogou o futebol para outra rodada de passes. "Parece que você pertence a algum comercial de barra de granola de frutas", eu disse a ele. "YOLO", eu murmurei sombriamente. "a merda mais estúpida que eu já ouvi." A bola bateu-me no centro das minhas costas. Virei-me e olhei para ele agora deitado aos meus pés. "Tudo bem, Walker." Eu sorri. "Você quer ser um espertalhão. Dê-me dez voltas ", eu disse numa impressão certeira do treinador O'Connor. B começou para a trilha que circundava o campo. Quando eu não o segui, ele olhou para trás. "Você é bom demais para correr?" "Inferno, não. Mas eu tenho que ter calma, lembra? Eu sou o profissional. É a baixa temporada." "Merda, Rome. Espero como o inferno que Gamble se certifique que eu chegue no seu time. Seu cu doce está ficando macio e confortável naquele lugar confortável de vocês. Você vai precisar de mim para lhe dar cobertura direito nesta temporada." "Eu não tenho o direito," eu bati, o golpe me batendo em um ponto que eu não tinha percebido que era suave. B parou completamente e virou-se. "Atingiu um nervo, não é?" Minha mandíbula apertou. "Você deveria estar correndo." "O que está acontecendo, Rome?" Ele pressionou, andando para trás em direção à pista. "E não tente dizer nada, porque essa sua frieza interior não costuma ferver tão rápido." 9

Yolo, You Only Live Once , cuja tradução é Você Só Vive Uma Vez.


Eu resmunguei. "Vamos. Eu vou correr com você." Nós caímos em passo ao lado um do outro, o nosso ritmo sincronizado automaticamente, porque, como eu disse antes, o futebol era o nosso ponto de ligação. Poderíamos jogar ou treinar um com o outro surdo e cego, e nós ainda seríamos uma unidade sólida. Mantivemos as passadas tranquilas. Eu realmente quis dizer isso quando eu disse que era para ser em modo de recuperação, e já tínhamos trabalhado duro por um longo tempo. Isso teria de servir como nosso esfriamento. Eu ia ter que descobrir como ficar com ele durante seu treinamento diário e não acabar fazendo toda a merda que ele estava fazendo. Era difícil ficar parado e assistir, no entanto. Essa merda estava no meu sangue. Não era apenas um trabalho. Era um modo de vida. "Então você consegue um lugar na primeira fila para todos os meus problemas, mas quando se trata de seu, eu fico de fora?" ele disse, mal respirando com dificuldade à medida que corria. Dei-lhe um olhar de soslaio. "Você não acha que você tem merda o suficiente com a qual se preocupar agora?" "Você é meu melhor amigo, Rome. Se algo está indo para baixo, eu tenho o direito de saber sobre isso." "Pensei que eu era o único autorizado" Eu falei devagar. Um olhar sombrio atravessou seu rosto, e ele limpou o suor da testa com as costas da mão. "Não brinque comigo. Você não é o único que se preocupa com a sua família." "Você não precisa se preocupar comigo. Não é grande coisa." Ele deu uma gargalhada. "Sim, porque você sempre age como se eu arrancasse suas cuecas apertadas até sua rachadura quando eu faço uma piada." "Cara, cuecas apertadas são para nerds."


Nossos risos arrastaram atrás de nós enquanto nós fizemos a curva ao redor da pista. Uma vez que ficamos em silêncio e B não disse nada, eu sabia que ele não ia deixar isso pra lá. "Há alguns, ah, ressentimentos na equipe." "Ah, o novo garoto de ouro do Gamble está deixando as pessoas com inveja. Droga, Rome. Pensei que não iria ter esse problema por pelo menos alguns anos." Olhei para ele, surpreso. Ele soltou uma gargalhada. "Você não pode me dizer honestamente que você não sabia que isso ia acontecer." Eu me senti meio ingênuo naquele momento. Eu não gostava de nada disso. "Eu acho que eu pensei que um monte de homens crescidos em uma liga nacional de futebol fossem melhor do que essa merda." "Você ainda acredita na fada do dente, também?" Merda. Agora que eu disse isso em voz alta, soava malditamente ridículo. Em uma profissão onde o poder da estrela é recompensado com dinheiro, onde touchdowns e títulos te fazem ganhar prestígio e você só é tão quente como os meios de comunicação e os outros percebem que você é, eu devia saber. No futebol, as emoções são fortes; carreiras podem literalmente terminar ou quebrar em um único jogo. Jogadas de topo e posições pagam quantidades obscenas de dinheiro que manteriam os pequenos países fortes por anos. "Eu só quero jogar o jogo", disse eu. "Política e paixão não se misturam no meu intestino muito bem." "Quanto dinheiro foi o seu contrato, Rome?" Eu não estava ofendido que ele perguntou. Inferno, Braeden poderia me perguntar qualquer coisa, literalmente qualquer coisa, e eu diria a ele. Eu poderia ter sido relutante em contar a ele sobre isso, mas não foi porque eu não confiava nele. Eu estava surpreso que ele estava perguntando, porém.


Nós nunca falamos de dinheiro, porque o dinheiro não interferia em qualquer parte do nosso relacionamento. "Trinta milhões", eu respondi, descaradamente. "Além disso, um bônus de assinatura que foi mais de dez mil." Ele assobiou entre os dentes. "Yo, Roma. Pode me emprestar vinte dólares? Meu bolso está sentindo um pouco de luz." Eu ri. "Eu te digo que eu só fiz mais de quarenta mil em um contrato de quatro anos, e você só me pede vinte dólares?" "O que você pensa que eu sou, um escavador de ouro?" Eu ri novamente e saí da pista em direção à minha sacola e água. Braeden seguiu atrás e pegou sua água do piso também. "Tanto dinheiro assim, você deve ser o quarterback principal. O homem de frente da equipe." "Está parecendo assim. As decisões finais não vão descer até depois da seleção." "Aposto que o cara que você está batendo para fora do ponto superior está chateado pra caralho que seu ticket refeição acabou menor." Braeden era um monte de coisas. Sarcástico. Cabeça quente. Escuro. Mas havia uma coisa que meu melhor amigo não era. Estúpido. Baixei a água. "Sim, Blanchard não está muito feliz comigo agora." Blanchard era o quarterback principal dos Knights. Tinha sido, nos últimos três anos. Naqueles três anos, a equipe nunca tinha ido para o Superbowl. Eles só tinha estado nos playoffs uma vez. Não era que ele fosse um jogador ruim. Ele era o oposto. Ele era bom. Mas eu era melhor. Eu também era mais jovem, mais orientado, e os meios de comunicação gostavam do meu sorriso. Quem poderia culpá-los? Era um sorriso brilhante, porra. "Ele vai ser o número dois na lista, então?" B esfregou uma toalha sobre a cabeça suada.


"Sim, mas ele só tem um ano de contrato, e o terceiro quarterback da equipe tem um bom desempenho. Eu não ficaria surpreso se ele levasse o número dois." "Rowan, certo?", perguntou B. Concordei, sem surpresa que ele sabia quem eram todos os quarterbacks. "Eu o conheci quando eu estava em um de seus jogos. Bom rapaz." Eu concordei. "Houve alguma tensão no final da última temporada e pós temporada antes que eu viesse para casa. Blanchard não manteve exatamente escondido que ele não está feliz que eu basicamente entrei e tomei seu trabalho." "Você trabalhou para esse ponto", Braeden rosnou. "Especialmente depois de tudo que passou e quase não começa a jogar de jeito nenhum." Senti minha boca inclinando para cima. Todo mundo sempre me chamou de alfa. Mas B era tanto um como eu era. "Eu não vou desistir. A equipe é boa, B. Com um pouco de sintonia fina, alguns ajustes na lista, e você no campo comigo, eu sei que poderia chegar ao Bowl." "E nós vamos." Eu estendi minha mão e nós batemos para fora. Braeden caiu no chão para esticar as pernas e se voltou. "Então, quão ruim é com Blanchard? Ele é alguém com quem eu vou ter que lidar?" Minha boca achatou. "Blanchard é meu problema. Não é seu." "Seus problemas são os meus problemas." "É exatamente por isso que eu não disse nada. Você não pode se permitir nenhum problema agora. Você tem que estar completamente limpo para a seleção. Nenhum time vai escalar um Relações Públicas com dívidas. E com–" Eu bati meus dentes juntos, não terminando o resto da minha sentença. "E com Robert Bettinger correndo gritando assassinato, minha carreira pode acabar antes mesmo de começar."


Porra! Lembrei-me de pensar exatamente a mesma coisa quando eu quebrei meu braço. Que estava acabada antes de começar. Isso era tudo culpa de Zach, também. Ok, para ser justo, a situação de Braeden não era tudo culpa de Zach. Somente tipo 99,5% da mesma. "Isso não vai acontecer", eu prometi. O que me lembrou... "Pegue suas merdas. Temos que ir para escritório do meu pai." Ele precisava estar ciente desta situação antes que rumores começassem a voar. Braeden começou a jogar suas coisas na bolsa. "Você está se culpando por isso." Eu cutuquei o ombro. "É a minha carreira. Você, de todas as pessoas conhece os riscos." "Você sabe que eu não estou falando de futebol agora." Seus ombros caíram o suficiente para que eu observasse. "Ivy está preocupada, cara. Eu também." "Ela veio com você?" Sua voz era sombria. "Para falar, mas ela nunca me disse nada sobre aquela noite. Sobre Zach." Eu podia ouvir a confusão em suas palavras quando disse: "Eu não sabia que ela tinha visto naquela noite. Ela estava tão dentro e para fora. Eu honestamente não achei que ela sabia." "Você falou com ela?" "Nós conversamos... após as contusões..." "Hoje?" Eu pressionei. "Depois que Robert esteve na casa?" Ele balançou a cabeça uma vez. "Não. Ela correu para fora da casa tão rápido esta manhã que eu mal tive tempo de dizer-lhe adeus." "Você está com medo de falar com ela." Eu observei. Ele zombou.


"Todo esse tempo você tem se sentido péssimo pela escolha que você fez naquela noite. Você foi assombrado por Zach e por ver Ivy tão quebrada." Ele olhou para mim como se ele ficasse surpreso que eu sabia. "Eu estive lá com Rim. Vendo-a ferida nas mãos de Zach. É a pior coisa do caralho no mundo." "Essa é a coisa, Rome. Eu não me sinto ruim para a escolha que fiz. Com toda a honestidade, eu faria a mesma escolha novamente. Isso é o que me assombra mais. Eu não me sinto culpado. "Sua voz caiu para um sussurro áspero. "Eu o deixei morrer, e eu nem sequer me senti mal. Que porra é que isso diz sobre mim?" Eu fiquei ali em silêncio, digerindo suas palavras. "Jesus", ele murmurou. "O treinador estava certo. Eu sou um fodido." "Você foi um fodido muito antes de Zach morrer", eu meditei e olhei fora para baixo do campo no poste de marcar. O. Poste. De. Marcar. O que eu encontrei Rimmel pendurada. O que eu fui arrancado e quebrou meu braço. Eu não tinha estado de volta a este estádio desde aquela noite. "Isso não torna você igual a ele." Braeden tinha um medo arraigado de que, em algum nível, ele fosse como seu pai abusivo. "Eu sei." Devo ter parecido chocado, porque ele sorriu. "Eu deixei a espera que ele teve sobre mim ir." "A princesa é boa para você." "Cara, por que diabos você continua chamando a minha menina de princesa?" "Deixa ela louca." Eu ri. Seus dentes brilharam, branco brilhante contra o restolho escuro alinhando suas mandíbulas. "Então, por todos os meios, continue."


"Fale com ela. Eu apostaria meus quarenta mil que Ivy vai ficar do seu lado. E merda, talvez se você falar com ela, ela não vai acordar com hematomas mais." "Se colocar uma outra contusão naquela menina - mesmo por acidente - eu quero que você chute a minha bunda. Tipo um sério traseiro gritante", ele entoou. "Com prazer." Pendurei minha bolsa sobre meu ombro e me virei para a saída. Eu sabia muito bem que Braeden não tinha a intenção de deixar essas contusões em Ivy. Eu também sabia que ele ia dormir com palitos segurando suas pálpebras abertas antes que ele fizesse isso novamente. "Eu vou falar com ela ", disse ele quando saímos do estádio. "B?" Eu chamei através do telhado do Hellcat antes que ele entrasse. "Sim?" "Vai ser uma bomba ter você com os Knights." Não era um negócio fechado, Braeden e eu na mesma equipe , mas seria. Eu sabia disso, bem como eu sabia que Rim e eu pertencíamos juntos. Eu só esperava em Deus que meu irmão não entrasse no meio de uma guerra de territórios, quando ele finalmente chegasse na equipe.


CAPITULO VINTE #FatoEngraçado Mulheres que leem novelas de romance têm duas vezes o número de amantes do que aquelas que não o fazem. #UseSeuCartãoDaBiblioteca ...BuzzBoss

B RAEDEN Ela estava atrasada. Eu mal tinha ouvido falar dela durante todo o dia. Ela estava atrasada. Meu pé saltou contra o chão enquanto eu tentava não entrar em pânico. A última vez que eu não consegui encontra-la, ela tinha sido sequestrada. Eu comecei a me levantar, mas depois voltou a me sentar. Ivy não estava desaparecida ou sequestrada. Eu sabia disso. Ela mandou uma mensagem, disse que tinha de passar na boutique após as aulas. Eu sabia onde ela estava. Não importava. Eu me preocuparia até que ela entrasse pela porta. Droga, ser paranoico era uma droga do inferno. Segundos, mas que pareceram horas, depois, ela entrou.


Eu saltei sobre as costas do sofá e fui para a porta de entrada. "Ei," ela disse, sorrindo. Eu a peguei pela cintura e a puxei para perto. Ela me abraçou de volta e não tentou puxar longe. Quando eu finalmente a deixei ir, ela tirou seu casaco, e eu o pendurei em um gancho ali perto. "Onde estão todos?", perguntou ela, curvando-se para pegar Prada e aninhá-la. Dei de ombros. "Ocupados." "Estamos sozinhos?" Agora por que isso soou como algo sobre o qual ela não parecia emocionada? "Só eu e você." "Estou morrendo de fome", ela anunciou quando o cão lambeu seu rosto e ela riu. "Você pulou o almoço novamente?" Eu fiz uma careta. Ela balançou a cabeça. "Não, mas eu ainda não jantei. Você já? " Eu me senti como um idiota por dizer sim. Eu provavelmente deveria ter perguntado se ela queria sair hoje à noite, uma vez que todos estavam ocupados. Teria nos dado uma chance de sair por um tempo. Minha mãe sempre disse que você nunca deve parar de namorar sua garota, mesmo depois de tecnicamente você ter passado a fase de namoro. Eu costumava jogar os meus olhos e me perguntar por que diabos ela pensou que eu me importava, mas agora quando eu me lembrava do conselho, eu sabia que ela estava tentando me ensinar como tratar direito uma mulher. "Vamos," eu disse e peguei o casaco novamente. "Vou levá-la para jantar. Você escolhe." "Você não acabou de me dizer que você já comeu?" Ela me deu um olhar engraçado. "Um homem não pode comer duas vezes?", retruquei. Tecnicamente, eu não podia. Eu estava em um rigoroso plano até depois que o meu destino na NFL fosse selado. Exercícios duas vezes por dia e uma dieta séria de


proteínas, mais proteína, e gorduras saudáveis era praticamente toda a minha vida. Mas foda-se. Se a minha menina estava com fome, eu ia alimentá-la. "Eu meio que quero ficar. Eu estou exausta." O rosto dela ficou embaraçado. Ela parecia desgastada, um pouco pálida com anéis fracos sob os olhos. "Quer assistir um filme?" "Claro." Ela sorriu. Peguei a mão dela e levei-a para a cozinha. "O que você está com vontade de comer?" "Queijo grelhado." O que…? Olhei por cima do meu ombro e dei-lhe um olhar. A resposta foi imediata, como se ela não tivesse sequer precisado pensar sobre isso. Ivy nunca comia queijo grelhado. Muitos carboidratos e gordura, ela dizia. Fez-me perguntar se ela teve um dia realmente ruim e o que aconteceu. Ela deve ter notado a minha surpresa, porque ela deu de ombros. "Eu gosto de queijo grelhado." "Você está com sorte." Eu a guiei para a banqueta e fiz sinal para que ela se sentasse. "Queijo grelhado é minha especialidade. " "Você vai fazer isso?" "Inferno, sim." Ela estabeleceu-se como se ela estivesse se preparando para algum show, e eu estava ofendido. "Eu posso cozinhar." Eu zombei. "Você faz um shake de proteína médio, e pedir uma pizza é uma habilidade real." Ela assentiu com a cabeça sabiamente. Eu peguei o pão e o bati no balcão. "Blondie, este vai ser o melhor maldito queijo grelhado que você já teve." Ela sorriu bem aberto e colocou o queixo nas mãos.


Eu ri e comecei a trabalhar. Poucos minutos depois, apresentei-lhe um sanduíche pegajoso, perfeitamente torrado e cremoso em um prato de papel. Eu poderia cozinhar, mas eu com certeza não lavo pratos. "Eis aqui a obra de um gênio", proclamei. Ela levantou uma sobrancelha loiro - escura que eu sabia que estava perfeitamente modelada (ela me contou tudo sobre como obter direito uma forma de sobrancelha... Sim, isso foi uma longa conversa que eu esperava nunca mais repetir) e não disse nada enquanto ela pegava metade do sanduíche. O queijo de cor laranja esticado entre o centro, e ela deu uma mordida. Um gemido retumbou de sua garganta enquanto mastigava, e foi quente pra caralho. Droga, parecia que ela estava tendo um orgasmo em sua boca. Isso me virou o inferno. Ivy não disse nada quando ela deu outra mordida. E outra. Observei-a totalmente confuso quando ela basicamente destruiu a primeira metade da minha obra de arte. Quando houve literalmente uma mordida esquerda para o pedaço em sua mão, ela notou meu silêncio e olhou acima. Seus olhos se arregalaram como se ela tivesse esquecido que eu estava lá, e fez uma careta. "O quê?" A vulnerabilidade em sua voz me divertiu. "O meu sanduíche explodiu seu mundo." Eu sorri, então me inclinei sobre o balcão, empurrando meu rosto perto do dela. "Boom". Fiz um gesto com as mãos como se uma bomba só explodisse. Ela revirou os olhos, mas empurrou o resto em sua boca. Eu ri e me virei para puxar um copo fora do armário e preenchê-lo com um pouco de suco de laranja. Ela estava chegando na segunda metade do sanduíche quando eu o coloquei perto de seu cotovelo. Ela gemeu novamente. "Como você abandonando a comida, ela foi para o copo.

sabia?"

Completamente


"Queijo grelhado e suco de laranja é tipo o par perfeito." Eu provoquei. "Se você é uma chata." Eu realmente pensei que ela me daria uma resposta com uma precisão perfeita. Ela sempre fazia. Era uma das coisas que eu mais amava sobre ela. Ivy não segurava. Ela dava tanto quanto recebesse Mas ela não o fez. Em vez disso, ela puxou o copo longe de seus lábios e desviou o olhar, como se ela estivesse de repente envergonhada ... ou apreensiva. Que merda era essa? Eu empurrei para fora da ilha e dei a volta para onde ela estava sentada e deslizei para o banco ao lado dela. Com um movimento fácil, eu deslizei-a de seu assento e no meu colo. Suas pernas em volta da minha cintura, tornozelos enganchados nas minhas costas. Virei para que ela pudesse apoiar as costas contra a borda do balcão e tive um flashback repentino da noite que tínhamos sentado na cozinha e ela me alimentou com sorvete. Eu precisei dela naquela noite. Ela precisava de mim agora. "O que está acontecendo nessa sua linda cabeça?", perguntei. Ela balançou a cabeça, o rabo de cavalo alto que ela usava balançando com o movimento. Eu peguei o prato e segurei o canto do sanduíche até seus lábios. "Coma seu jantar, baby." "É realmente o melhor queijo grelhado que eu já tive." "O segredo é usar queijo extra", eu disse a ela e pisquei. Ficamos ali em silêncio até que o resto da comida se foi, e quando terminou, eu me inclinei para a frente e dei um beijo em seus lábios. "Esta manhã te preocupou." Seus olhos dispararam para o meu. "Como você sabe?" "Porque não é todos os dias que alguém acusa você de assassinato." "Oh, certo."


Por que parece que não era isso que ela pensou que eu estava falando? "Ele me fez lembrar de Zach," ela sussurrou, a erradicação da minha linha de pensamento. "Sinto muito que ele veio aqui. Eu desejo que você não tivesse sequer que pensar sobre esse cara nunca mais." "Foi difícil no começo, sabe? Quando o vi, foi como um soco no estômago. As memórias vieram inundando para trás. Mas, então, quando ele continuou, o pânico veio, também. Claro, foi perturbador vê-lo e ouvir as terríveis acusações. Mas Robert não é Zach, e o que me aconteceu... Eu estou lidando com isso." Eu passei a mão por seu braço. Ela era tão forte, e eu estava tão incrivelmente orgulhoso dela. "Eu não quero que você se preocupe com Robert. Não há nenhuma maneira no inferno que ele nunca vai ser capaz de convencer ninguém que você teve qualquer papel na morte de Zach. Você era sua vítima." Seus olhos se arregalaram, o escurecimento azul-oceano. "Eu não estou preocupada comigo. Eu estou preocupado com o que ele vai tentar fazer com você." Meu coração se revirou com essas palavras. Ela se preocupou comigo acima de si mesma. "Ivy", eu disse, severo. "O que eu ouvi esta manhã me deixa puto." Ela abriu a boca, mas eu balancei a cabeça. "Eu não estou falando de ser acusado de assassinato. Você disse que jogou o carro para fora da estrada, porque Zach ia atirar em mim." Seus olhos de repente se encheram de lágrimas. Droga. Eu sabia que essa conversa não ia ser boa, mas eu realmente não esperava que ela fosse chorar. "Ele disse que ia atirar em mim e empurrar o meu corpo para fora do carro, e quando você parasse de tentar me ajudar, ele ia voltar e atirar em você. Ele ia matá-lo, Braeden."


"E, jogar o carro para fora da estrada era a única maneira que você sabia como pará-lo." Eu supus. Meu coração batia de forma irregular e duro sob minhas costelas. Pesadelos. Eu tinha pesadelos quase todas as vezes que eu fui dormir, revivendo a forma como o carro virou mais e deslizou através do campo. O horror de, possivelmente, encontrá-la morta provavelmente me atormentaria para sempre. Era o mesmo para ela. A ideia de alguém, possivelmente, me matar foi o suficiente para fazêla arriscar sua própria vida para proteger a minha. "Eu pensei que você sabia que é por isso que eu fiz o que fiz", acrescentou ela quando eu fui incapaz de falar. Eu balancei minha cabeça. "Eu apenas pensei que você estava lutando com a arma." "Eu nunca ia deixá-lo te machucar", ela sussurrou. A emoção me levou, e eu avancei, tendo seu rosto em minhas mãos e esmagando a minha boca na dela. Eu não conseguia falar. Mas eu poderia beijá-la pra caralho. Eu mantive a pressão leve mesmo eu querendo moer minha boca na dela. Ela tinha gosto de queijo e manteiga. E a minha vida. Eu não sabia até aquele momento que minha vida poderia ter um sabor, mas agora eu sabia que ela tinha. E Deus, aquilo era como uma droga. Ivy agarrou a camisa esticando-se em meu peito e agrupando o tecido em suas mãos. Sua língua mergulhou fundo, e eu abri mais longe, deixando-a explorar tão profundo como ela queria. Os pequenos sons de choramingo que ela emitia, fez meus músculos do estômago contraírem e precisar martelarem em minhas veias. Quando meus pulmões pareciam que poderia estourar, eu puxei minha boca livre e inspirei um grande gole de ar. Seus olhos estavam


distantes e sem foco. Suas bochechas estavam rosadas e os lábios inchados. "Porra, eu amo que você fez isso por mim. Mas caramba, Ivy, não faça isso de novo. Não arrisque sua própria vida pela minha nunca mais." "Você faria isso por mim." Sua voz estava rouca. "Num piscar de olhos." Ela agiu como se aquela declaração de alguma forma estabeleceu um argumento. Eu estava prestes a informar a pequena Srta. Sabe tudo que ela estava errada, mas ela falou primeiro. "Você se sente melhor agora que todo mundo sabe o que aconteceu naquela noite? " Outra revelação desta manhã que me bateu na minha bunda. "Você sabia que eu o deixei lá." "Eu o ouvi gritando por você. Eu sabia que ele estava vivo e não era capaz de sair." Eu balancei minha cabeça. "Eu não entendo. Se você sabia que me afastei dele, como você poderia-" "Ainda te amar?" Ela terminou. Eu ia dizer confiar em mim, mas era basicamente a mesma coisa. "Tem certeza de que teria sido capaz de tirá-lo a tempo?" Eu me esquivei. Um olhar de compreensão veio em seus olhos. "É definitivamente possível." "Mas também é possível que tudo o que estava tocando o cinto de segurança ou mantendo-o no carro iria ter tomado algumas tentativas para desfazer. Você disse que o carro já estava em chamas; a gasolina já estava em toda parte. Você poderia ter morrido tentando tirá-lo." Eu não poderia discordar dela. Na verdade, não. Ela estava certa. Ainda não fez o que eu fiz menos duro. "A forma como eu vejo, você tinha que fazer uma escolha naquela noite. Ele ou eu. Você me escolheu. Eu nunca poderia criticá-lo por isso."


"Mas você já estava fora, segura", argumentei. "Você não entende." Ela balançou a cabeça e pegou minha mão. "Se você tivesse morrido naquela noite, eu morreria com você. Eu poderia ter vivido fisicamente, mas a menina que você vê agora teria desaparecido. Eu não quero qualquer vida sem você, Braeden. Manter-se vivo naquela noite não foi apenas para você. Foi uma escolha para mim." "Talvez você devesse ignorar a moda e se tornar uma advogada. Você realmente só me convenceu de que o que eu fiz foi heróico." Eu sorri. Ela estremeceu. "Eu teria que usar ternos horrível, todos os dias da minha vida!" Eu ri. Ela sentou-se para a frente e as coxas apertaram em volta da minha cintura. "Não culpe a si mesmo. Foi uma situação terrível, mas você não é responsável pela morte de Zach. De certa forma, todos nós tivemos uma parte nela, mesmo Robert. Se Zach tivesse conseguido ajuda quando ele precisava em primeiro lugar, talvez as coisas tivessem sido diferentes para todos." "Ele não vai deixar passar isso." Eu avisei. "Você tem que saber que ele pode ir para a mídia. Ele pode tentar estragar os nossos nomes." "Sua carreira", ela murmurou, seus olhos se transformando em discos como se ela estivesse apenas imaginando que a minha carreira na NFL poderia muito bem ser tirada. "Por favor." Eu zombei. "Você sabe que a NFL não vai deixar passar este grande pedaço de merda." "O momento para isso não poderia ter sido pior." Parecia que ela estava falando para si mesma. Verdade, a hora de Robert começar a fazer barulho sobre a morte de Zach poderia ter sido melhor. Mas algo no fundo da minha mente me disse que Robert não era do que ela estava falando.


CAPITULO VINTE E UM Você alguma vez pensa na vida depois da Alpha U? #QuatroAnosPassamRápido ...BuzzBoss

R IMMEL O novo abrigo animal - a entidade na qual eu tinha sido voluntária por anos - estava quase terminado. Estava bonito. Nunca em um milhão de anos eu teria pensado que a campanha de arrecadação de fundos que Valerie ajudou a montar seria tão bem sucedida que levaria a um abrigo novo em folha com oportunidades novas em folha para ajudar ainda mais animais necessitados. Era literalmente um sonho tornado realidade. E o que era ainda mais emocionante? Eu era uma parte da criação e do planejamento do novo lugar. Aprendi muito sobre mim nos últimos dois anos. Eu cresci como pessoa aos trancos e barrancos. Quando eu vim para a Alpha U, eu era tímida, insegura e sim... assustada. Eu não tinha amigos. Eu não queria nenhum. Tudo o que importava era a escola e os animais. E agora?


Agora, a minha vida era muito cheia. Eu tinha amigos que se transformaram em família. Uma família que era intensamente cobiçada. Quase não pensava nas minhas inseguranças, e ter medo era apenas um sentimento que eu tinha quando eu assistia a um filme de terror ou levava o lixo para fora no escuro. Por favor, você sabe que fica com medo quando você o leva para fora também. Eu ainda me preocupava com a escola e os animais, mas eles não eram as únicas coisas em minha vida agora. Além disso, havia Romeo. Ele foi a maior mudança, a mais bem-vinda de todas. Meu futuro marido em breve. Olhei para o anel gigante no meu dedo e uma sensação vertiginosa aumentou-se dentro de mim. Planejar um casamento não era algo que eu realmente queria fazer, mas se casar com ele era. Puxei meu pequeno hatchback branco no meio-fio perto do abrigo de animais e desliguei o motor. Romeo estava estacionado a poucos carros, e ele estava encostado do lado, olhando para o seu telefone. A jaqueta de couro de estilo militar que ele usava abraçava seus ombros largos, e o vento do inverno puxava os fios loiros na cabeça. Quando ele me viu, ergueu-se, o telefone desapareceu no seu jeans, e ele empurrou para fora do Hellcat para vir em minha direção. Oh meu, aquele rapaz podia usar um par de jeans. "Você está atrasada", ele rosnou e me agarrou pela cintura para me puxar para dentro. Eu ri. "Desculpa! Eu tive que correr para o novo abrigo para verificar o progresso. O empreiteiro estava lá, e acabamos discutindo um monte de detalhes." "Minha garota, a empresária," ele meditou. "Dificilmente." Eu zombei. "A razão que levou tanto tempo foi porque o pobre rapaz teve de me explicar as coisas três vezes antes de eu finalmente decidir o que eu queria. Eu acho que no momento em que eu saí, ele estava pronto para ir para o bar."


Romeo riu, e eu cutuquei suas costelas. Ele colocou um braço sobre os meus ombros e me levou em direção à calçada. "Então, como é que vai lá?", perguntou. "Oh meu Deus", eu jorrei. "É tão incrível. É duas vezes maior que o abrigo aqui. E tem mais armazenamento e mais espaço para os animais. Eu não posso acreditar o quão maravilhoso é tudo." Romeo beijou o lado da minha cabeça. "Isso é bom, baby." Ele abriu a porta, e eu fui na frente dele. Michelle estava atrás da mesa, e quando eu entrei, ela correu para desligar o telefone e levantou-se. "Bem! Como está por lá? Eu não estive lá por alguns dias. Eles estão fazendo progresso? Quando é que vai estar terminado?" Eu ri e levantei minhas mãos. "Desacelere!" Mas eu estava tão animada quanto ela, então eu lancei em grandes detalhes sobre tudo. Então eu fui adiante em uma lista prolixa de coisas que eu pensei que seria bom para implementar e algumas outras ideias que eu tinha estado pensando nas últimas semanas. Quando terminei, Michelle estava sorrindo para Romeo e ele estava rindo. "O quê?" Eu exigi. Michelle sorriu. "Eu acho que você pode estar mais animada do que eu." Eu corei. "Bem, isso é apenas uma oportunidade incrível. Eu queria agradecer-lhe, Michelle, por me deixar ser uma parte tão grande da expansão. Tem sido tão incrível para aprender sobre este lado das coisas e realmente ser capaz de ver o quanto de diferença podemos fazer na vida desses animais." Ela cruzou os braços sobre o peito e sorriu. "Você está de brincadeira? Sem você, nós nunca teríamos sido capazes de fazer isso. Essa campanha de arrecadação de fundos que você e a Sra Anderson montaram juntas foi nada menos que fantástica. As pessoas ainda falam sobre isso." "Acho que devíamos torná-la uma coisa anual, fazê-la novamente no próximo ano", disse eu.


"Depois da temporada de futebol." Romeo cortou. Michelle riu. "Bem, sim, vocês dois estão definitivamente ocupados o suficiente agora, seja com o casamento, a escola, a NFL... E a festa de noivado não é neste fim de semana?" Eu suprimi um gemido e assenti. Ah, sim, a festa de noivado estava logo ali. "Bem, eu estou ansiosa por isso. Sua mãe com certeza sabe como dar uma festa ", disse Michelle a Romeo. "E como sabe." Ele concordou. Michelle não pareceu notar minha falta de exuberância para a festa, e eu não estava a ponto de mencionar. "Eu acho que isso é tudo por hoje", eu disse, indo em direção à parte de trás para pegar minhas coisas. "Mas eu vou passar amanhã-" "Rimmel? Havia outra coisa que eu gostaria de falar com você, " disse ela, me parando. Virei-me para trás. Seus olhos castanhos estavam animados e havia um pequeno sorriso nos lábios. "Claro..." Eu comecei, me perguntando o que era. Michelle olhou para Romeo e depois de volta para mim. "Eu sei o quanto vocês tem no seu prato agora, mas eu tenho uma oferta para você." "Para mim?", perguntei. Ela assentiu com a cabeça. "Lembra antes, quando a campanha de arrecadação de fundos tinha acabado de concluir e todos nós ficamos muito emocionados com os planos e oportunidade de abrir outro abrigo?" Eu balancei a cabeça. "Nós falamos brevemente sobre você assumir um papel maior no funcionamento do mesmo." A compreensão bateu, e meus olhos se arregalaram. "Bem, sim, mas, em seguida, todos nós ficamos ocupados com os planos e o local de construção…" "Eu nunca esqueci. Nós ainda precisamos de alguém para operá-lo, e embora eu pudesse fazer isso, eu acho que ambos os abrigos sofreriam


comigo tentando dividir o meu tempo entre eles. Eu sempre estaria para lá e para cá, e eu sinto como os animais que estarão lá e os que já estão aqui se beneficiariam de ter alguém mais em tempo total." Eu balancei a cabeça. "E Jen?", perguntei, pensando na mão direita de Michelle aqui no abrigo. Ela tinha estado aqui há mais tempo do que todos que trabalharam e foram voluntários aqui. Eu sempre só assumi que ela estaria encarregada. "Jen seria uma ótima escolha. Ela definitivamente tem a experiência." Eu balancei a cabeça, concordando totalmente. "Mas você tem a paixão. A forma como os seus olhos se iluminam e suas bochechas coram quando você começa a falar sobre todas as alterações e adições que você acha que devemos fazer para o novo edifício. É tão claro para mim que não há ninguém melhor para dirigir o nosso abrigo." Eu não sabia o que dizer. "Você não pode honestamente estar assim surpresa que eu iria lhe oferecer o trabalho." "O trabalho", eu repeti. "Bem, sim." Ela riu. "Rimmel, eu gostaria que você viesse para a equipe - e não apenas ser uma voluntária ou estagiária, e eu gostaria que você assumisse o papel de gerir o novo abrigo." "Mas eu sou muito jovem," eu explodi, como se o choque de alguma forma me fez dizer a coisa mais estúpida que eu poderia. Atrás de mim, Romeo riu. "Você é quase um graduada da faculdade. Você vai se casar. E você tem idade suficiente para gerir uma campanha de grande sucesso.” Um monte daquilo tinha sido Valerie. Ela era a única com as conexões sociais. Ela era a única que garantiu o local e trouxe pessoas no edifício. "Se você acha que de alguma forma me deve este trabalho por causa do trabalho que a mãe de Romeo fez, você não se sinta. Eu não fiz isso para obter nada em troca. Eu fiz isso para os animais." "É exatamente por isso que você é a pessoa perfeita para o trabalho."


Olhei para Romeo. Meio que me senti como se estivesse em pé no centro de um sonho. Ele sorriu. "Você definitivamente merece isso, querida." "Eu não sei o que dizer." "Diga que sim." Michelle pediu. Como eu poderia dizer sim? "Se você está se perguntando sobre o salário..." Ela encheu o silêncio. "É definitivamente mais do que você recebe agora, mas é um salário modesto. " Tecnicamente, eu não recebia nada agora, mas às vezes, quando havia dinheiro extra sobrando, Michelle me dava um "bônus". "Eu não me importo com o dinheiro", eu disse rapidamente. "Mas eu ainda estou na faculdade." Michelle concordou. "Eu sei. Nós podemos trabalhar em torno de seu calendário escolar para o próximo ano. Isso também me dará uma chance de realmente orientá-la, certificar-me de que você aprenda tudo o que há para saber sobre dirigir um abrigo. No momento em que você se formar e puder assumir horas de tempo integral, você vai estar super qualificada para o trabalho." "Eu ia para a escola veterinária." "Eu sei, e eu percebo que você pode não querer este trabalho por causa de seu sonho de se tornar uma veterinária, mas eu queria oferecerlhe este trabalho antes de qualquer pessoa. Seria um prazer trabalhar com você em uma base permanente." A mão quente de Romeo colocada na parte inferior das minhas costas, me ancorando-me no momento e lembrando-me de respirar. Aquela era uma oportunidade incrível. "Posso pensar sobre isso?", perguntei. "Claro. Ainda temos algum tempo antes que o abrigo esteja pronto. Apenas deixe-me saber em breve. Dessa forma, se você disser não, eu posso encontrar alguém." "Claro", eu murmurei, imersa em pensamentos.


"Bom. Agora vocês dois saiam daqui. Vão fazer algo romântico." "Minha mãe ligou. Ela quer que a gente em casa para examinar algumas coisas de última hora da festa," Romeo nos informou. Eu gemi. Ele riu. Na calçada, Romeo me pegou e nós dois giramos em um círculo. "Você vai cair no gelo!" Engoli em seco. "Não, querida, você é a única desajeitada nessa relação." Puxei seu cabelo. Não realmente porque ele me insultou, mas porque eu não pude resistir aos fios loiros bagunçados mais um minuto. "Ai!", ele gritou, e a próxima coisa que eu sabia, eu estava presa contra a lateral do Hellcat e ele estava me beijando. Tanto quanto uma retaliação é, esta foi a melhor. "Parabéns pela oferta de emprego", disse ele quando ele se afastou e deixou meus pés tocarem o chão. "Eu não posso acreditar que ela ofereceu isso para mim." "Você não é uma mulher burra, Rim, e aquela foi uma coisa idiota para dizer. Você ganhou esse trabalho. Inferno, você trabalha em círculos em torno de todos naquele lugar e você nem sequer recebe um pagamento. " "Às vezes ela me paga", eu murmurei. "Você vai aceitar isso?", ele perguntou e deu um passo para trás para abrir a porta do passageiro. Dei-lhe um olhar confuso. "Meu carro está ali. Eu posso encontrá-lo na casa de seus pais." Ele deu um passo para a frente e olhou com raiva para baixo em cima de mim. "Roman Anderson, você está tentando usar sua vantagem de altura insana sobre mim como intimidação?" Cruzei os braços sobre o peito e olhei para ele.


"Rimmel Hudson," ele zombou. "Você está tentando me dizer que você prefere andar naquele balde de parafusos sozinha do que comigo nessa carroça de sonho?" Comecei a rir. "Carroça de sonho?" "Eu diria que é uma carroça de sexo, mas nós nunca realmente tivemos sexo nele..." Ele franziu a testa. "Por que diabos não fizemos sexo nele?" Inclinei a cabeça e olhei para ele. "Porque você é muito grande?" "Entre", ele perguntou. "Você está andando comigo, e depois que minha mãe nos torturar, nós vamos fazer sexo no banco de trás." "E se eu não quiser?" Meus olhos se estreitaram. "Por favor, mulher." Ele zombou e agarrou a bainha de sua camisa, levantando-a para revelar um conjunto escaldante de abs esculpido. "Você sabe que você não pode dizer não a tudo isso." "Você tem passado muito tempo com Braeden", eu murmurei e entrei no carro. Uma vez que eu estava totalmente dentro, eu peguei o cinto de segurança, mas ele arrancou-o do meu controle e apertou para mim. Quando ele terminou, ele se afastou apenas o suficiente para puxar minha orelha em sua boca e chupar. "Você vai ficar tão fodidamente quente me montando no banco de trás," ele sussurrou. Maldito seja ele. Eu tremi. Sua risada gutural fez minhas coxas apertarem juntas. Ele podia ser totalmente arrogante, mas ele estava certo. Não havia nenhuma maneira no inferno que eu nunca poderia dizer não a qualquer coisa com ele. Uma vez que ele saiu para a rua na direção da casa de seus pais, ele pegou minha mão e a colocou debaixo da sua sobre barra de direção. Eu era tão idiota para a maneira que sua mão muito maior dirigia a minha. Ele olhou para mim . "Você acha que Michelle vai ficar chateada quando você aceitar o trabalho?"


"Quem disse que eu vou aceitar? Ele encolheu os ombros. "Seu sonho sempre foi ir para a escola de veterinária -tem sido desde o dia em que nos conhecemos. Quando você não disse sim imediatamente para o trabalho, eu percebi que é por isso.” "Você realmente acha que eu deveria aceitá-lo? " Sua mão apertou em torno da minha, e ele reduziu a marcha. "Honestamente, eu não me importo o que você faz. O que quer que a faz feliz é bom para mim. Mas eu acho que se você quisesse o trabalho tanto quanto você quer ir para a escola de veterinária, você teria aproveitado a chance." Será que ele estava certo? Será que minha hesitação para aceitar o trabalho e tomar a decisão para pensar sobre isso, basicamente, apenas me fez adiar o que acabaria por ser um não? Eu não tinha tanta certeza. Para mim, simplesmente não parecia tão simples.


CAPITULO VINTE E DOIS #ConversaDeCasamento Garotas por toda a parte estão chorando porque o solteiro mais elegível em Maryland está se amarrando. #SeráQueElesVãoDurar #AceitandoApostas ...BuzzBoss

R OMEO Minha mãe tinha assumido. Eu estava começando a pensar que ela perdeu seu jeito como uma negociadora de reféns, porque seus poderes de persuasão eram incomparáveis. Especialmente quando se tratava de Rimmel. As coisas entre mamãe e Rim tinham ido de ruim a melhor, em seguida, todo o caminho até o banheiro, e em seguida, se estabeleceram em algum lugar no meio. O meio = Rimmel evitando-a a todo o custo, mas sendo educada quando ela não podia mais, minha mãe tentando compensar todas as más escolhas que ela fez quando dizia respeito a minha menina. O nosso noivado, porém .. aquele era um campo totalmente novo para navegar com a minha mãe. Desde quase o segundo que eu tinha proposto, ela tentou varrer e planejar o casamento do século.


Eu coloquei um fim sobre essa merda muito rápido. Eu pulei de um casamento rapidinho em Las Vegas, assim Rim poderia ter o casamento que ela queria - não o que minha mãe queria. Ela, claro, agiu como se sua vida tivesse acabado, em uma espécie de jeito de mãe, e Rim cedeu. Rim sempre cedia quando ela jogou o cartão de mãe. Minha mãe insistiu em jogar-nos uma festa de noivado, alguma coisa grande, luxuosa que todos iriam falar durante semanas. Eu vi no rosto de Rimmel que ela não queria uma festa de noivado, mas ela graciosamente aceitou e disse à minha mãe para planejar de qualquer jeito que ela quisesse. Eu vi o gênio por trás disto mesmo que me fizesse enlouquecer. Ao dar a minha mãe algo para se concentrar, como a festa de noivado, ela também a manteve ocupada para obsessão sobre o casamento real. Bom para você, Rimmel. Bom. Para. Você. Ainda assim, foi uma vitória temporária. Uma que estava se apressando para um fim. Tipo agora mesmo. "Então, como vocês podem ver..." Mamãe continuou, com pastas e gráficos na nossa frente. "Tudo está planejado e cuidado." Meus olhos estavam começando a revirar. Essa merda era para as meninas. Quem diabos se importava onde as pessoas se sentavam e que cor os balões eram? Por que nós sequer precisamos de balões? Tudo o que eu precisava era de uma cadeira, uma cerveja, e Rim no meu colo. Minha mãe provavelmente teria morrido ali mesmo se eu disse aquilo, apesar de tudo. Então, ao invés, eu só sentei lá parecendo meu eu bonito e mantive minha boca fechada. "É tudo tão impressionante", disse Rimmel. Ela estava totalmente acabrunhada, mas minha mãe não percebeu. "Eu não posso acreditar que você teve todo este trabalho e despesa. Realmente não era necessário." "Este é o casamento do meu único filho! Claro que era necessário", ela insistiu, em seguida, virou os olhos marrons em minha direção. "Roman,


tomei a liberdade de comprar um terno novo para você. Ele está pendurado lá em cima. Eu vou pegar para você antes de sair. É adaptado para suas medidas." Como diabos ela pegou minhas medidas? Eu provavelmente não queria saber. "Rimmel, certifique-se de que ele o pendure assim que chegar em casa. Já foi passado e está pronto para vestir." "Claro." Rimmel concordou. "Você já tem o seu vestido?", perguntou ela. Rimmel ficou tensa ligeiramente. "Uh, não. Mas ele vai ser entregue à boutique amanhã. Ivy encomendou para mim alguma coisa." "Bem, bem. Essa menina tem um bom estilo. Espero que ela tenha escolhido branco. Você é uma noiva afinal de contas. " Rimmel olhou para mim, e eu fiz uma careta. Ela começou a rir. "Roman, honestamente." Mamãe me castigou, mas, em seguida, ela riu também. "Eu estou bem ciente que este planejamento está te chateando." "Está ótimo, mãe", eu disse. "Eu aprecio você fazendo tudo isso para nós." "Eu simplesmente não posso acreditar que você vai se casar", ela pensou, e eu estava com medo que ela ia chorar. Mas então seu rosto se iluminou e ela reorientou-se para seus planos. "Todo mundo, e eu quero dizer todo mundo, vai estar lá. Incluindo os meios de comunicação. No segundo que eu comecei a planejar, a palavra saiu. Penso que a equipe no clube que eu aluguei deu a entrega. Achei que seria mais pacífico convidálos do que combatê-los a noite toda." "Provavelmente uma boa chamada." Eu concordei. A mídia tinha sido implacável. Desde que eu fiz a proposta no campo e, basicamente, na frente do mundo (Na TV), todos e sua mãe pensou que era seu casamento, também. Se eu soubesse o circo de mídia que isso se tornaria, provavelmente não teria pedido a ela assim.


Fomos a primeira página na seção de esportes no Maryland Tribune logo após o jogo, e em seguida, o mesmo jornal publicou um anúncio de noivado grande na secção social, algumas semanas mais tarde. Vários outros jornais locais publicaram artigos, e algumas revistas nacionais pegaram a história. A maioria das mulheres provavelmente estaria se mijando com o fato de que elas estavam na capa da revista People, mas não Rim. Ivy comprou tipo cada cópia que ela encontrou no dia em que bateu nas arquibancadas e trouxe todas para casa. Rimmel apenas olhou para ela e disse que era bom e em seguida, continuou com o seu dia. Até agora, os abutres tinham ficado fora de nossa propriedade e longe de nossa casa, mas eu estava começando a me preocupar uma vez que a próxima temporada começou e eu era um quarterback iniciante em tempo integral que nunca iria ter qualquer paz. Eu estava pensando seriamente em comprar uma casa em um terreno e colocar um portão para que ninguém pudesse entrar na propriedade sem nosso consentimento. Rimmel não iria gostar, mas podia se tornar necessário. "Vocês dois também deve saber que as revistas estão ligando. Existem vários ligando por imagens exclusivas do casamento. Eles querem todos os detalhes, o local, e eles querem fazer a cobertura." Mamãe olhou para Rimmel. "Eu tenho que dizer, no entanto, você e Ivy mantendo os planos discretos é gênio. Faz todos salivarem. Algumas destas publicações estão oferecendo muito dinheiro para ser a primeira a quebrar a história." "Estão ligando para cá?", perguntou Rimmel, desconcertada. "É por isso que nós não pegamos um telefone fixo em casa", eu disse, empurrando-a suavemente. "Teriam nosso número em minutos. Eu costumava viver aqui, e o número dos meus pais é registro público. Além disso, com o pai sendo meu agente, é parte de seu trabalho parar chamadas de campo." "Sinto muito", disse Rimmel. "Isso deve ser chato." Eu pensei que era bonito o jeito que ela não pensou dessa merda. Ela não tinha ideia de quão interessadas as pessoas realmente estavam em nós.


Até agora, eu tinha conseguido protegê-la de mais do mesmo, mas eu estava preocupado com o dia em que não ia ser capaz. "Está tudo bem." Mãe acenou afastado. "Nós vamos mudar o número se isso ficar muito ruim. Todos eles vão parar de ligar uma vez que a informação do casamento vaze." Seus olhos zeraram novamente em Rim, e eu vi o olhar neles. Ela queria informações, e ela ia obtê-las. Dei-lhe um olhar de advertência para avisar a minha menina, mas ela não estava olhando para mim. "Agora que a festa de noivado está completamente planejada, eu ficaria mais do que feliz em ajudá-la com o casamento." Rimmel abriu a boca, provavelmente para lhe dizer não, mas minha mãe não parava de falar. "Eu não queria parecer uma daquelas mães." Ela começou. "Você sabe, o tipo que fica com o nariz em tudo." Eu ri alto. Ela era totalmente uma dessas mães. "Honestamente, Roman," Mãe repreendeu, mas depois prosseguiu. "Eu mal pedi quaisquer detalhes. Eu continuo esperando o convite, e ele nunca vem. As pessoas me perguntam sobre a data e os planos, e nunca sei o que dizer. É realmente muito embaraçoso. Que tipo de mãe não sabe sobre o casamento do seu próprio filho?” "Isso deve ser muito embaraçoso." Rimmel concordou. Como diabos ela estava mantendo uma cara séria? "Sinto muito que você se sinta deixada de fora, Sra Anderson - " "Valerie." Mãe corrigiu. Ela estava tentando obter Rim para chamá-la por seu primeiro nome por meses. Eu disse à mãe quando ela me falou que se ela queria que Rim a visse como mais do que apenas a minha mãe, ela ia ter que tratá-la melhor. Eu suspirei e esfreguei a mão sobre a minha cabeça. À sua maneira, isso é exatamente o que ela estava fazendo. Ela nunca fez um comentário malicioso sobre o nosso relacionamento quando ficamos noivos. Ela nunca insinuou que ela estava nada além de feliz por nós. Não houve chamadas de um investigador particular, nenhuma


bomba de notícias caiu no nosso colo, e nenhuma acusação de que Rim só estava pendurada em volta pelo dinheiro. Inferno, eles insistiram em pagar a festa de noivado luxuosa e o casamento. Sim, era tradicional que os pais da noiva pagassem, mas bem ... isso não era uma opção aqui. O pai de Rimmel, literalmente, não tinha nada. "Valerie". Rimmel concordou. " Eu não lhe disse nada porque não há nada para contar. Romeo e eu apenas definimos uma data. " Mamãe tentou não cair fora do seu assento. "Só agora?" "Nós só estamos noivos há alguns meses, mãe." Eu lembrei. "Eu pensei que você queria se casar imediatamente, antes do início da nova temporada e do treinamento de campo." "Nós queremos", disse Rimmel. "Nós apenas pensamos que era melhor esperar um pouco antes de começarmos o planejamento, dar a Braeden e Ivy um pouco mais de tempo para curar." Eu vi os olhos escuros da minha mãe se encher com compreensão. Ela era um monte de coisas, mas ela entendia de família e o compromisso que uma pessoa tinha para ela. "Claro", ela murmurou. "Eles passaram por muito. Tenho certeza de que Ivy tinha um monte que lidar, e desde que ela é a madrinha de casamento... Como ela está?" "Ela está melhor." Rimmel sorriu. "Vou dizer a ela que você perguntou por ela." "Oh, sim, por favor. Ela é uma menina adorável. Eu nunca pensei que qualquer garota conseguiria acalmar Braeden, mas ela fez." "Mas nós queremos nos casar antes que a baixa temporada acabe e ele saia para o treinamento de campo este Verão. Nós escolhemos uma data, mas é tão cedo. Eu não tenho certeza o quão grande de um casamento nós seremos capazes de planejar." "Oh, vamos fazê-lo", disse a mãe e tomou um gole de chá como se ela estivesse se fortalecendo para a batalha. Eu sorri. "Quando é a data?"


"Nós estávamos pensando três de abril", Rim respondeu. Mãe engasgou. "Isso é apenas um mês de distância!" Parecia uma eternidade para mim. "Bem, é um pouco mais de um mês." Rimmel desconversou. "Você já conseguiu encontrar um local em tão pouco tempo? Todos os melhores lugares levam meses para reservar." Rimmel franziu a testa. Em seguida, os dentes cortaram em seu lábio inferior. "Eu ainda não olhei." Mamãe se lançou em algum plano detalhado e tirou alguma pasta que ela tinha escondido debaixo de todo as outras, e surpresa, ela estava cheia de informações de casamento e planos potenciais. Eu deveria ter sabido que ela tinha um arsenal apenas esperando para puxar para fora. Os olhos de Rimmel se arregalaram quando a mãe começou a lhe dizer todas as suas ideias - como ela conhecia alguém com o melhor hotel nesta parte do estado e ela poderia fazer uma chamada para nós conseguirmos a data. Era elegante e luxuoso, caro e abafado. Em outras palavras, era tudo que Rim não era. "Mãe," eu disse, severo, cortando-a. "Isso tudo é ótimo, mas eu acho que Rimmel deve começar a escolher o que ela quer." "O que você quer, Rimmel?" Todos os olhos se voltaram para ela. "Eu não sei." Ela se virou para mim. "Vegas soava bem." Mãe engasgou tão alto que eu pensei que ela estava tendo um ataque cardíaco. Rim e eu pulamos para ajudar enquanto ela apertou uma mão ao peito. "Meu filho e futura nora não vão se casar em alguma capela barata! Eu não vou aceitar isso."


"Nossa, mãe. Tome um calmante." Eu me sentei e cutuquei Rimmel para fazer o mesmo. Meu pai escolheu aquele momento para entrar na cozinha. Quando nos viu, ele sorriu largamente. "Eu não sabia que vocês estavam aqui. Eu estive escondido em meu escritório durante todo o dia, trabalhando. " "Deixe-me pegar um pouco de café, Anthony. Tenho certeza que você poderia usá-lo." Minha mãe saltou para dar-lhe uma caneca da bebida fresca que ela fez quando começamos a examinar todos os seus papéis. "Tem sido um longo dia." Ele suspirou. "Você falou com Robert?", perguntei. Ele empalideceu. "Sim, receio que sim." Papai balançou a cabeça tristemente. "Ele não está fazendo bem a todos. Ele está inflexível que Braeden é responsável por Zach morrer naquele acidente." "Isso é ridículo", disse minha mãe, entregando a caneca. "Braeden nunca faria uma coisa dessas. Ele é um bom menino." Eu não sei se eu usaria as palavras "bom menino" para descrever B, mas eu não estava prestes a discutir. Mãe pensou que eu era um bom menino, também. Ha. "Será que ele tem um caso?", perguntei, preocupado. Se este saiu, todo o futuro de Braeden poderia estar arruinado, e pelo quê? Por se certificar que a nossa família não mais fosse atormentada por alguém que nunca deveria ter sido concedido sair da ala mental. "Ele tem o suficiente para provavelmente apresentar queixa. Mas as acusações não vão pegar. Vou jogá-las fora." "Mas isso iria arrastar ele e Ivy tanto para lama!", disse Rimmel, ficando visivelmente chateada. "Eles passaram por tanta coisa já. Eu não quero vê-los mais machucados." Eu pressionei a minha mão em suas costas e esfreguei em círculos lentos, tentando acalmá-la.


Meu pai suspirou, e notei o quão cansado ele parecia. Era claro que ele estava trabalhando em torno do relógio desde que B e eu nos encontramos com ele e lhe dissemos sobre a situação. "Nenhuma acusação foi ainda arquivada. Ainda há tempo. Se eu pudesse fazer o homem enxergar a razão, mas eu tenho medo de que ele está além disso. Zach morreu, ele deixou sua prática cair na sarjeta, e, em seguida, sua esposa o deixou." "Ela não podia suportar a vergonha pública," Mãe sussurrou. "O fato de que seu filho tinha enganado sua saída de uma instalação, perseguiu uma pobre mulher, e depois tentou matá-la. Para não mencionar o fato de que Robert nunca iria apenas admitir que Zach estava errado. Ele estava indo em torno do clube de campo revelando a todos que Zach era tão vítima quanto as pessoas que ele machucou." Mamãe olhou para mim. "Você sabe que ela nem é sua mãe." "O quê?" Rimmel engasgou. Mãe concordou. "Ela era sua madrasta. Sua verdadeira mãe, a primeira esposa de Robert, se matou anos atrás." Eu não sabia disso. Pensando nisso, eu não sabia muito sobre Zach em tudo. Tudo o que ele sempre foi para mim era um idiota. "Isso é terrível." Rimmel simpatizou. "Espero que ele tenha encontrado alguma paz na morte. Ele certamente nunca teve enquanto eu o conheci." Lá estava aquele coração mole dela novamente. Especificamente suave para o perdido e danificado. É por isso que ela amava tanto o abrigo. Havia tantos animais lá que precisavam de seus cuidados. Tinha Zach sido perdido ou danificado? É por isso que ele fez todas as coisas terríveis que ele fez? Eu acho que nós nunca saberíamos. Eu não acho que realmente importava. O que importava para mim era que a vida de Braeden não fosse destruída porque o pai de Zach estava bravo com o mundo para a mão de merda que ele foi tratado. "Quão perto ele está para ter encargos pressionados?", eu perguntei a meu pai.


"Eu consegui colocá-lo fora hoje, mas eu realmente não sei se vou ser capaz de pará-lo." "Ele sabe que o caso será uma batalha perdida?" Eu pressionei. "Eu disse-lhe o quanto. Ivy estava lá. Ela era uma testemunha. Seu testemunho juntamente com as conclusões da investigação seria suficiente para provar a causa provável. Esse carro explodir como explodiu era inevitável. Eu li o relatório forense. Francamente, a sorte de Braeden que ele tirou Ivy no tempo antes da coisa toda virar fumaça." "Ele só quer tirar fora a vida de Braeden como a de seu filho foi levada," Rimmel sussurrou, um prendedor em sua voz. Envolvi meu braço em volta dela e puxei-a em meu peito. Ela fungou e limpou o rosto em na minha camiseta. "Eu vou continuar trabalhando para isso", disse meu pai. "Eu não vou desistir tão facilmente." "Obrigada", Rimmel disse ferozmente e se levantou para abraçá-lo espontaneamente. Um olhar de surpresa cintilou sobre ambos os rostos de meu pai e da minha mãe. Papai se recuperou primeiro e abraçou-a de volta com o braço não segurando seu café e limpou a garganta. "Claro, querida", disse ele. Ahh, aquilo tinha chegado a ele. Ela penetrou no impenetrável Anthony Anderson, advogado implacável. Eu tinha visto muito poucas pessoas obter um lugar dentro do coração do meu pai toda a minha vida (além de mim e minha mãe é claro), Braeden era um. E agora lá estava a minha futura esposa. "Agora você não se preocupe com isso. Você se concentre apenas em se casar com meu filho." Rimmel voltou para o meu lado e limpou o rosto em minha camisa novamente. Eu meio que gostava de ser seu tecido humano. "Anthony", disse a mãe com um olhar sábio em seu olho, "por favor, diga que estes dois não podem fugir para Vegas." "O quê?", disse o pai e sacudiu a cabeça. "Não, não, não." Ele pousou o copo e deu um tapinha na mão de Rimmel. "Isso não é bom o suficiente


para os meus filhos. Você certifique-se de fazer algo de bom para eles, Valerie, e, Rimmel querida, você me manda a conta." "Oh, não", disse Rimmel pela milionésima vez, quando meus pais falaram na conta. "Sim. Vai me dar algo para olhar para frente entre todos estes contratos de futebol e relações com Robert Bettinger. Vai fazer bem para o meu coração." Rimmel mordeu o lábio inferior e assentiu. Se havia uma pessoa para quem minha menina ainda tinha de aprender como dizer não, era meu pai. Ela tinha um fraquinho por ele. Ela me disse uma vez que era porque ele era uma versão mais velha de mim. Claramente, a minha mãe tinha descoberto isso tudo por conta própria. Bem jogado, mãe. Bem jogado. Não muito tempo depois, estávamos fora no vento forte, correndo em direção ao Hellcat. "Isso foi brutal," Rim gemeu quando eu abri a porta para ela entrar. O calor já estava aconchegante graças ao controle remoto. Corri em volta e me tranquei no banco do condutor. "É melhor você descobrir que tipo de casamento que você quer e rápido, baby. Porque se você não fizer isso, você vai acabar com algo que vai tornar as páginas da sociedade verdes de inveja." "Tudo que eu quero é você", ela lamentou. "Você me tem." Eu peguei a mão dela e beijei suas costas. "E quanto a mim e os duzentos e cinquenta dos nossos amigos mais pessoais?" Eu brinquei. "Há uma pessoa que não vai estar lá", disse ela em voz baixa e olhou para fora da janela, evitando meus olhos. Droga. Eu deveria ter visto isso vindo. "É por isso que você tem estado um pouco hesitante para planejar alguma coisa?", perguntei.


Ela assentiu com a cabeça, e vi sua garganta trabalhar enquanto ela engolia. "Como é que uma menina planeja seu casamento sem sua mãe? " O que diabos um cara diria sobre isso? Claro, minha mãe era dramática, toda envolvida em nosso negócio, e totalmente no controle, mas ela estava aqui. Rimmel não iria nunca conseguir dizer isso. Eu poderia dizer-lhe que sua mãe estaria lá em espírito. Eu poderia dizer que ela estava olhando nosso casamento do céu. Eu poderia até dizer a Rimmel que sua mãe estaria orgulhosa. Ela sabia disso tudo. Ela tinha ouvido isso provavelmente metade de sua vida. Isso ainda não seria menos ruim. "Portanto, não vamos planejar um casamento", disse eu em seu lugar. Rimmel me olhou, surpresa em seus olhos cheios de lágrimas. "O que?" "Eu deveria ter levado você a Vegas na noite em que coloquei o anel em seu dedo e você disse sim. Eu estava tentando ser um bom rapaz, dando-lhe um casamento com a nossa família e a merda que as meninas estão sempre falando. Mas eu esqueci que você não é como a maioria das meninas. Você não precisa de vestidos e flores. Então foda-se essa merda. Vamos voar para Vegas esta noite." Ela riu. Foi um bom som. "Você ouviu seus pais lá. Eles querem ser parte disso." "Mas isto não é sobre eles. É sobre você e eu." "Se há uma coisa que eu aprendi nos últimos dois meses, é que os casamentos não são definitivamente apenas sobre a noiva e o noivo. Se assim fosse, não teríamos necessidade de um local, peças centrais, e favores. E nós definitivamente não precisaríamos convidar cada pessoa com quem a sua mãe se senta em comitês de caridade." Ela estava certa. Quase desde o momento em que eu propus, tornou-se sobre todos os outros. Passamos uma noite em um lindo hotel e, em seguida, voamos para


fora cedo para estar com a família. Tínhamos ficado em casa e focado em nos certificar de que todos estavam bem. Tínhamos tido cuidado para não fazer muitos planos chamativos com medo que ia chamar mais mídia. Nós não queríamos comemorar demais ou estar muito animados, porque parecia errado estar tão feliz quando B e Ivy ainda estavam tentando se curar. E minha mãe, meu Deus, tivemos que dar a ela uma festa extravagante apenas para que ela não nos matasse com os planos e gráficos. De alguma forma, eu tinha deixado a única coisa que eu tinha tomado para mim ficar sobre tudo o resto. "Eu não estou compartilhando você", eu rosnei e joguei o carro em marcha. "Para onde estamos indo?", ela perguntou quando eu me apressei para fora da unidade. Quando eu não respondi, ela disse: "Nós não podemos ir para Las Vegas, hoje, por mais que eu queira. Tenho aulas de manhã, um vestido para ajustar com Ivy, e Braeden precisa de você..." Sim, todos os outros. Mas a pessoa mais importante é você. "Romeo?" "Eu não estou indo para Vegas, baby. " Eu prometi. "Então, onde você está indo?" "Eu estou fazendo isso sobre mim e você de novo." "Como você vai fazer isso? " Ela perguntou. Eu sorri.


CAPITULO VINTE E TRES #DicaDoBuzz Quantos segredos existem em um telefone que está diretamente relacionado a quanto tempo o dono o arrebata de volta? ...BuzzBoss

R IMMEL Ele nos levou ao centro da cidade. Embora ainda não fosse bem cinco horas, o sol já estava começando a se por. Não que tivesse estado muito brilhante para começar. O céu de inverno era cinza e cheio de nuvens, dando a tudo uma matiz nublada. Quando ele parou na frente de um grande edifício de pedra com grandes degraus largos de concreto, minha testa franziu. Em seguida, ele estacionou no meio-fio. Como ele sempre conseguia encontrar o melhor lugar para estacionar em uma rua era algo que eu apenas poderia atribuir à magia de Romeo. Esta não era uma parte da cidade com a qual que eu estava muito familiarizada. Eu só tinha estado no centro uma vez antes, quando Romeo e eu tínhamos tentado algum restaurante a algumas ruas acima. Principalmente, nós ficávamos ao redor do campus e no bairro que vivemos agora. Então, me levou um minuto para perceber onde ele nos trouxe.


Certo, tudo bem. Eu vi a placa. "O tribunal do condado?", perguntei. Ele não respondeu, apenas escancarou a porta e deu a volta ao meu lado. Quando ele estendeu a mão para a porta aberta, eu não hesitei em dar-lhe a minha. Eu permiti que ele me abraçasse para fora na calçada e me puxasse em seus braços. "Case comigo. Case-se comigo agora, porra." Meu coração pulou uma batida e borboletas irromperam em minha barriga. Excitação chiou ao longo de cada nervo dentro do meu corpo porque eu sabia que ele estava sendo cem por cento sincero. "Agora?", perguntei. "Sim, porra, agora." Eu ri. "E quanto ao casamento? Seus pais?" Seus braços mudaram quando ele deu de ombros. "Nós vamos ter o casamento." "Você quer se casar duas vezes?" Eu ri. Ele colocou sua testa contra a minha e me olhou nos olhos. "Eu me casaria com você milhares de vezes se eu pudesse." "Oh, Romeo" Eu sussurrei. "Mas esta a primeira vez. A vez oficial. Desta vez é para nós, e apenas nós. Sem repórteres, sem garçons com bandejas de aperitivos, sem câmeras saindo e sem discursos para ouvir. Só eu. Só você." "Só nós." Minha voz era melancólica, totalmente cativada pelo quadro que ele pintou. Esta era a maneira que nós fomos feitos para se casar. "Você em suas calças de ioga e o agasalho da Alpha U, eu no meu jeans e camiseta imprestável." Eu ri, e ele sorriu. "Nós somos exatamente como sempre estamos, juntos e nada mais. Tanto quanto todo mundo vai saber, nos casamos no dia do nosso casamento. Mas nós vamos saber. E cada vez que eu olhar para você, haverá um segredo não dito entre nós, um vínculo de como realmente nós prometemos estar juntos."


Uma lágrima escorreu pelo canto do meu olho, e ele a beijou. "Está perfeito." "Diga sim, Rimmel." Ele pediu. "Sim." Depois de um rápido beijo nos lábios, ele se afastou para pegar minha mão, e subimos as escadas do tribunal e para dentro do enorme edifício histórico. Claro, tivemos que passar pela segurança e ele ficou impaciente. Mas meus lábios dançaram num sorriso, e mesmo que eu não pudesse vê-los, eu sabia que meus olhos tinham um tom de promessa. Eu não me importava com a espera. Isso apenas se somou à antecipação. A antecipação do momento em que ele se tornaria completamente meu. Quando nós finalmente fomos liberados para nos movimentarmos mais profundamente para dentro do prédio, Romeo me rebocou junto atrás dele enquanto ele seguia as indicações para onde nós precisávamos ir. Quando finalmente entramos no pequeno escritório, eram cinco minutos para as cinco. Estava quase na hora de fechar. Havia uma mulher mais velha sentada atrás de um longo balcão do outro lado da sala. Seu cabelo era grisalho e arrumado. Ela sorriu quando Romeo se aproximou do balcão. "Precisamos de uma licença de casamento, por favor." Meu coração explodia de alegria, e os meus dedos se apertaram ao redor dele. De repente eu queria gritar que este homem bonito ia se casar comigo. Mas não o fiz. De alguma maneira eu consegui conter a minha alegria. A mulher riu como se sua impaciência fosse evidente para mais do que apenas eu e tirou uma prancheta com um formulário nela. "Preencha isto. Pague a taxa. Em Maryland, existe um período padrão de espera de


dois dias. Uma vez que estiver pronto, vocês podem voltar e nós vamos casar vocês." "Dois dias", eu entoei. De repente, dois dias parecia insuportável. Parecia uma eternidade. Eu estava pronta agora. Romeo desembaraçou nossas mãos e inclinou-se sobre o balcão para entregar um sorriso devastador. "O negócio é o seguinte, Kathy", disse ele, lendo o seu nome fora do emblema preso à sua camisa. "Nós vamos ter um grande casamento, para a nossa família e um milhão de amigos mais íntimos de minha mãe." Enquanto falava, ele chamou a atenção das outras duas mulheres na sala. Como a gravidade, ele puxou a todas elas com sua voz profunda e suave, sorriso encantador, e boa aparência de estrela de cinema. "Mas eu não me importo com nada disso. Eu só se me preocupo com ela." Ele se inclinou para trás para embrulhar um braço ao meu redor e chamar-me na conversa. "Nós não queremos esperar dois dias. Inferno, eu estive esperando desde o minuto em que ela empurrou um pedaço de papel amassado no meu rosto e me obrigou a estudar com ela." "Eu não obriguei," eu exigi. Ele beijou minha testa como se ele estivesse me agradando, e a mulher à minha esquerda suspirou. "Bem, eu acho que eu poderia ver se o juiz de paz já saiu", disse Kathy. "Eu vou buscá-lo!", Uma das outras mulheres gritou e saiu correndo. "É hora de fechar", disse Kathy, seu olhar saltando entre nós. "Um casamento secreto, hein?" "Você é boa em guardar segredos, Kathy?" Romeo perguntou e depois piscou. Ela corou. Bom Deus, ela estava corando. Segundos depois, a mulher que tinha saído correndo voltou com um homem em um terno e uma carranca no rosto. "Aqui estão eles ", disse ela, apontando para nós.


O homem olhou para cima, e o olhar incomodado caiu, substituído pelo reconhecimento. "Roman Anderson?" Romeo sorriu. "Como vai o senhor?" Ele empurrou o braço sobre o balcão e estendeu a mão para o juiz de paz. "Eu estou bem", disse ele, apertando a mão de Romeo e, em seguida, olhando para mim. "Vocês querem se casar?" "Agora, se pudermos", respondeu ele, balançando a cabeça. "Vindo no final do dia foi muito inteligente", disse o homem. "Ninguém suspeitaria que estariam aqui." "Essa é a ideia", disse ele. "Acho que você não quer que os meios de comunicação saibam disso?" "Não. É um segredo", eu disse, empolgada com a ideia de Romeu e eu termos um segredo que ninguém mais sabia. "Faça isso, Abe." A mulher que saiu correndo para encontrá-lo o incentivou. "Eu posso dispensar o período de espera de dois dias, desde que você vocês dois possam atestar o fato de que ninguém os está forçando a estar aqui. Esta não é uma união sob coação." "A única coação que eu sinto agora é a possibilidade do senhor dizer não", eu disse. Romeo riu. "O que ela disse." "Tudo bem então. Seria um prazer para mim casar você e sua senhora, Sr. Anderson." "Romeo", disse ele e sorriu. "E obrigado." "Você pode me agradecer assinando seu autógrafo depois que você estiver casado." "Coisa certa." O juiz de paz virou-se para as três mulheres que estavam ali absorvendo tudo. "Eu vou precisar de uma testemunha."


Todas as três levantaram as mãos e, em seguida, fizeram uma careta uma para a outra por se atreverem a tomar a posição. "Três testemunhas deve tornar isso extra oficial, você não acha, Romeo?", perguntei. "Eu gosto de extra oficial." Ele concordou. Todas as mulheres olharam para Abe com esperança em seus olhos. Ele riu. "Todo mundo no meu escritório." Kathy, a mulher de pé atrás do balcão, apontou para os papéis. "Preencha estes e, em seguida, nós vamos fazer você dois pombinhos casados." Romeo pegou uma caneta e começou a escrever furiosamente. Casados. Romeo e eu íamos nos casar.


CAPITULO VINTE E QUATRO Ou oito ou oitenta. A vida é curta demais para meio termos. ...BuzzBoss

R OMEO Preenchemos os papéis. Nós assinamos nossos nomes. E agora aqui estávamos Rim e eu, em um pequeno escritório na parte de trás do tribunal com Abe, o juiz de paz, Kathy, e suas duas amigas, prestes a nos casarmos. Desde que eu a conheci, eu vinha encontrando maneiras de colocar o meu nome nela. Depois de hoje, ela iria usá-lo para sempre. "Devo começar?", perguntou Abe. "Por favor", Rimmel respondeu, seus olhos nunca deixando os meus. Ela estava de pé aqui, diante de mim, sua cabeça mal atingindo meu ombro, minha camisa azul-escura pendurada passando de suas coxas, e a bainha de suas calças pretas de ioga arrastando no chão. O cabelo dela estava puxado para cima em um nó confuso na cabeça, e os óculos de armação preta que ela estava usando desde o primeiro momento em que pus os olhos nela estavam empoleirados em seu rosto. Ela estava exatamente como eu queria e nada menos.


Suas mãos pareciam pequenas e ligeiramente frias nas minhas quando eu as segurei entre nós. Automaticamente, dobrei as minhas em torno delas, dando-lhe o calor que a minha pele estava oferecendo. "Estamos reunidos aqui hoje, em segredo..." Abe começou, e eu atireilhe um sorriso. "Para unir a este homem e esta mulher em casamento." Rimmel abriu um grande sorriso, tão brilhante que eu vi isso nos olhos dela. "Ninguém nesta sala tem objeções." Abe continuou. "Assim, podemos seguir em frente." Eu mal ouvi o que Abe estava dizendo. Eu me perdi tão profundamente em seus olhos. Não sei sequer como cheguei aqui, mas meu Deus, eu estava grato. "Você, Roman William Anderson aceita Rimmel Anne Hudson para ser sua legítima esposa, para-" "Infernos, sim," eu disse, interrompendo-o. Eu não tinha necessidade de ouvir tudo o que ele ia enumerar. Não importava. Eu concordaria com qualquer coisa para fazê-la minha. Uma das mulheres em pé como testemunha riu, mas não me atrevi a tirar os olhos do meu amor. "Tudo bem, então", disse Abe e se virou para Rimmel. "Você, Rimmel Anne Hudson aceita Roman William Anderson para ser o seu legítimo marido-" "Sim", ela disse, tão impaciente. "Você tem anéis?", perguntou Abe. Merda! Na minha pressa para tornar isso oficial, eu ainda não tinha pensado sobre os anéis. "Nós não precisamos deles", Rimmel disse suavemente. "Eu não preciso de nada além disso." Eu te amo, eu articulei com os lábios. Eu te amo, ela murmurou de volta. "Ok, então. Repita depois de mim." Abe olhou para mim.


Limpei a garganta. "Eu cuido disso." Abe fez um gesto com a mão que eu deveria continuar. Rimmel estava me observando, os olhos brilhando com lágrimas não derramadas, e meu peito expandiu. "Um monte de gente diz que você roubou meu coração. Você conseguiu de alguma forma obter o coração de um jogador que nunca iria sossegar. Mas isso não é a verdade. A verdade é que você nunca teve de roubar meu coração, baby, porque eu o dei a você. Eu te daria qualquer coisa que você pedisse, mas você não pede nada. Você, com o seu toque suave e amor feroz dos animais. Prometo te amar mesmo quando você arrastar para casa cinquenta gatos e cinquenta cães, porque não podia suportar deixá-los no abrigo por mais um dia. Eu prometo te amar mesmo quando o seu cabelo tentar comer minha mão e quando meu carro chorar porque você é uma terrível motorista. Eu nunca soube que eu precisei de você, Rim, até que eu te vi naquela noite, encharcada da chuva, sentada no piso do abrigo, com um gato de um olho só no seu colo. Mas eu preciso de você. Eu preciso de você demais pra caralho. Eu não sei como ou por que você me deixou entrar, mas obrigado. Obrigado por me fazer o bastardo mais sortudo na face da terra. Eu sempre vou te dar valor. Eu te amarei muito tempo depois que eu partir. Eu prometo a você, aqui e agora, na frente de todos esses estranhos..." Ela riu. Então ela fungou e algumas lágrimas deslizaram por trás de seus óculos. "Somos uma equipe agora, e enquanto eu respirar, você nunca vai estar sozinha na vida, nunca mais." Rimmel puxou as mãos livres das minhas e alcançou a barra da minha camisa, curvada, e a usou para enxugar as lágrimas que caiam livremente pelo seu rosto. "Você tem sua própria camisa," eu indiquei , um sorriso na minha voz. "Eu gosto mais da sua", ela disse, com voz rouca de lágrimas. "Não posso dizer que eu a culpo", disse Kathy , e as duas mulheres de pé ao seu lado fizeram sons de concordar.


Abe limpou a garganta e se virou para Rimmel. "E agora você pode repetir depois de mim. " Rimmel endireitou e balançou a cabeça. "Eu cuido disso." "Achei que você faria", ele disse e fez um gesto para ela a tomar a palavra.


CAPITULO VINTE E CINCO #DicaDeIrmão Quando sua garota disser “faça o que você quiser”, NÂO faça o que você quiser. ...BuzzBoss

R IMMEL Eu estava chorando como um bebê. Não havia como parar as lágrimas. Podíamos estar de pé em um pequeno escritório com uma audiência de pessoas que nem sequer conhecíamos, mas não importava. Era perfeito. Era exatamente o que eu precisava. Era tudo o que eu queria. E Romeo, oh meu Deus, Romeo. Acho que um dos meus ovários explodiu quando ele disse seus votos. Ele sabia exatamente o que dizer e como dizer. Não havia nenhuma maneira na terra que eu jamais diria algo tão eloquente e de abalar a alma. Mas eu poderia tentar. "Passei muito tempo lendo na minha vida. Você sabe que eu gosto de meus livros. Eu sempre li não ficção. Eu nunca tive tempo para contos de fadas. Mas o que ninguém sabia era que, às vezes, eu sentava na parte de trás de uma biblioteca, em um lugar onde ninguém jamais via, e eu lia uma


história de amor. Elas eram sempre tão épicas e tão enlouquecedoramente impossíveis, mas isso não impediu um pequeno pedaço dentro de mim de desejar algo parecido para mim mesma. E então eu conheci você. Você era impossível, rude, e fora do meu alcance. Você chamava a atenção onde quer que fosse, e eu passei a maior parte minha vida tentando me esconder. Mas não havia como me esconder de você. Eu não preciso ler histórias de amor nunca mais, e não porque elas são impossíveis, mas porque a nossa história de amor é a maior que eu vou conhecer. Mesmo quando você tentar mandar em mim e insultar minha forma de dirigir, o meu amor por você sempre vai ganhar. Eu prometo te amar, mesmo quando os repórteres seguirem cada movimento nosso e sua mãe me deixar louca. Eu prometo amar cada pedaço de você que eu descobrir, e juro que nada nem ninguém poderia me fazer duvidar do homem que você é. Obrigada por virar a minha vida de cabeça para baixo, por não correr quando eu tentei te empurrar para longe. Eu juro que eu sempre vou te dar valor, e eu vou te dar cada pedaço de mim que existe. Você nunca estará sozinho, e você sempre saberá que você é amado enquanto eu andar nesta terra." Minha voz caiu, e houve um longo trecho de silêncio no espaço ao nosso redor. Eu nunca tinha visto Romeo chorar, jamais. Mas neste momento, eu observava a maneira como seus olhos brilhavam e sabia que a razão porque brilhavam tão intensamente era porque lágrimas não derramadas estavam em seu olhar. Ele tirou os olhos dos meus só por um segundo para olhar para Abe. "Disse tudo, meu amigo", disse ele. Eu ri. Ele disse mais algumas coisas que eu nunca tinha ouvido falar e depois, "com a plena autoridade e poder investido em mim pelo estado de Maryland, eu vos declaro marido e mulher." Eu pulei para cima e para baixo um pouco, incapaz de conter minha felicidade. "Sr. Anderson, você pode beijar sua noiva." "Já era hora", ele falou arrastado.


Mas ele não plantou um em mim imediatamente, não como eu pensei que ele faria. Em vez disso, ele lentamente deslizou os óculos para cima da minha cabeça, tirando a pequena barreira entre nós. As borboletas ainda estavam vibrando furiosamente no meu estômago, tanto que todo o meu interior vibrava e meus dedos tremiam. Romeo se aproximou, tão perto que nossos pés bateram juntos, e seu rosto virou para baixo, e seus olhos azuis varreram meu rosto. Ele segurou meu queixo em ambas as palmas das mãos, espalhando os dedos. Mesmo sem meus óculos, ele estava tão perto que eu podia vê-lo claramente. Seu olhar dividido entre meus lábios e os olhos enquanto ele literalmente despojava-me me nua apenas com o seu olhar. "Romeo", eu sussurrei, chegando a agarrar seus pulsos. Eu estava desesperada por nosso primeiro beijo, desesperada para selar todas as belas palavras que tínhamos acabado de trocar. "Você é perfeita", ele murmurou, em seguida, trouxe seus lábios nos meus. Suspirei em contato. Tudo dentro de mim ficou em silêncio, as borboletas pararam de vibrar, meus dedos pararam de tremer, e por um momento suspenso no tempo, meu coração parou de bater. Seus lábios eram macios e suaves. Ele mordiscou minha boca suavemente enquanto seu polegar acariciou o inferior do meu maxilar. Sua língua deslizou para fora e encontrou a minha; elas lentamente se moviam juntas, acariciando, até a piscina familiar de umidade encontrar o tecido da minha calcinha. Ele começou a puxar para trás, mas eu apertei meu aperto em seus pulsos e me inclinei para um último gosto antes de deixá-lo ir. Ficamos ali sorrindo estupidamente um para o outro até que Abe limpou a garganta nos lembramos que nós não estávamos sozinhos. Depois disso, tudo mudou rápido, mas em um borrão, como um sonho. Um sonho que eu nunca queria acordar. Uma licença de casamento oficial nos foi apresentada. Kathy e suas amigas choraram. Romeo assinou um monte de material para Abe, em


seguida, todos os quatro deles prometeram não contar a ninguém sobre nosso casamento secreto. Quando saímos, estava completamente escuro. A noite estava fria, mas eu não senti isso. Eu estava tão bêbada de Romeo que eu poderia provavelmente ser atropelada por um ônibus e eu nem sequer iria sentir. Nós estávamos de mãos dadas, mas ele soltou e passou na minha frente. Agachando-se, ele ofereceu as suas costas. Eu ri e saltei sobre elas, envolvendo meus braços em volta do pescoço. "Não há limite para carregá-la agora, e eu com certeza não vou fazer isso quando chegarmos em casa. Ivy iria nos criticar em segundos", disse ele. "Além disso, uma vez que todo este casamento foi não tradicional e um impulso do momento, então esse momento deve ser também." Ele me carregou nos ombros até o Hellcat, e eu pressionei beijos quentes, úmidos atrás do pescoço dele toda a viagem. "Senhora Anderson," ele disse quando ele me colocou sobre os meus pés. "Sr. Anderson," eu repeti. "Como você se sente sobre consumar o nosso casamento na parte de trás de um Hellcat?" "Sinto-me como se fosse o final perfeito para esta noite perfeita." Ele me puxou para perto, e eu mergulhei a cabeça para trás para olhar para ele. "Oh, baby", ele falou arrastado. " Isto não é o fim. É apenas o começo." Melhor. Começo. De. Sempre.


CAPITULO VINTE E SEIS #AssimFiqueSabendo Sexo seguro não é trancar a porta do carro. ...BuzzBoss

R OMEO Casado com a garota dos meus sonhos? Tê-la me montando no Hellcat? Saber que este era só o começo de nossa vida juntos? Infernos, sim.


CAPITULO VINTE E SETE Nunca faça contato com o olhar enquanto come uma banana. ...BuzzBoss

R IMMEL Eu não conseguia parar de sorrir. Eu sei que tudo o que fizemos foi correr para o tribunal e trocar alguns votos. Bem, tudo bem. Não foram apenas alguns votos. Foram palavras que eu nunca na minha vida inteira esqueceria. Não foi sofisticado. Eu parecia uma vagabunda, e o cabelo de Romeo estava uma confusão (como se eu fosse alguém para julgar), mas tinha sido o único melhor momento de toda a minha vida. Nosso status realmente não importava. O status que o mundo nos reservava não importava. A mágoa, a alegria, as lágrimas, e até mesmo os argumentos que nos trouxeram até aqui eram momentos congelados no tempo, e todos eles me trouxeram a este ponto. Tudo o que importava era o quanto nos amávamos. Talvez a maioria das pessoas não se sentisse diferente depois de se casar. Eu certamente posso ver o porquê. Depois que nós deixamos o


tribunal ontem à noite, Romeo dirigiu para algum lugar onde tudo que cercava a estrada eram árvores e campos. Nós subimos no banco de trás do Hellcat e fomos um para o outro como se fosse a nossa primeira vez. Eu acho que em um monte de maneiras, era. A nossa primeira vez fazendo amor como marido e mulher. Romeo era tão grande que mal cabia. Não havia velas, flores ou lençóis de seda. Foi despojado, cru, e totalmente quente. Quando finalmente nos desembaraçamos um do outro e do Hellcat, voltamos para casa no meio da noite e nos movemos sorrateiramente pela casa, rastejando através da escuridão, e caímos na cama, onde fizemos amor mais uma vez. Nós mal conseguimos dormir, e quando chegou a manhã, parecia como todos os outros dias. Mas tudo dentro de mim estava totalmente mudado. Pela primeira vez em muito tempo, senti-me completamente resolvida. Eu sabia que eu estava exatamente onde eu pertencia. A ligação entre Romeo e eu nunca iria quebrar, e aquele conhecimento me deu esta confiança abrangente, como se não houvesse nada neste mundo inteiro que eu não poderia lidar. Demorou um tempo para nós deixarmos os lençóis. Nós estávamos ocupados demais transando como adolescentes para prestar atenção ao relógio. Quando eu finalmente fiz, eu engasguei e pulei porque normalmente, a essa hora, eu já estaria acordada há mais de uma hora. "Se eu não levantar, eu vou estar atrasada para as aulas", eu disse, tropeçando para fora da cama e caindo sobre o chão. Fiquei ali esparramada no chão de madeira, vestindo literalmente nada além da camiseta que Romeo usava na noite passada quando nos casamos. Era a minha nova camisa favorita. Imprestável e tudo. A cabeça loira de Romeo apareceu sobre o lado do colchão, os fios de seu cabelo eternamente amarrotado caindo sobre a testa e os olhos azuis dançando com diversão.


"O que é que você está fazendo aí embaixo, Smalls?" "Precisamos de um tapete", eu gemi e esfreguei meu quadril. A ação fez a camisa subir e exibir tudo abaixo dela (sem calcinha). "Bela vista", ele rosnou e atingiu seu braço sobre o lado a acariciou minha coxa. "Eu poderia estar aqui com uma lesão grave e tudo que você vê são minhas partes de senhora!", eu reivindiquei, tentando não rir. Romeo catapultou para fora da cama (realmente não era justo que ele fosse tão ágil e eu, tão desastrosa) e me pegou em um berço contra seu peito. "Assim está melhor, esposa?", ele falou arrastado. "Melhor", eu sussurrei e esfreguei a mão sobre sua mandíbula com a barba por fazer. "Toda vez que eu olhar para você hoje, tudo que vou ver é a noite passada. É errado que me emociona pra caralho que ninguém vai saber que eu já a fiz minha?" "Se é errado, então eu não quero estar certa." "Porra, baby. Você está começando a pegar algumas das minhas falas macias." Revirei os olhos. "Leve-me para o closet. Eu preciso de roupas! " Tecnicamente, eu deveria ter tomado banho. Mas eu não queria, por duas razões: 1) Eu estava com pouco tempo e… 2) Eu não podia suportar a ideia de lavar a nossa noite de núpcias ainda. Eu a queria sobre toda a minha pele hoje. Eu queria que formigasse em todos os lugares que ele tocou. Normalmente, eu teria agarrado a primeira coisa que minha mão se fechou ao redor e orado que combinasse, mas hoje eu me vi olhando através das minhas roupas para encontrar algo melhor do que aquilo que normalmente jogava em cima.


Romeo ia estar olhando para mim hoje e lembrando-se de ontem à noite. O meu marido ia estar olhando para sua esposa pela primeira vez hoje. Eu queria parecer bem. Eu queria parecer tão bonita quanto ele me fez sentir. Eu escolhi um par de jeans skinny escuros lavados, mergulhei numa camiseta sem manga de alças com nervuras pretas sobre uma camiseta sem mangas lisa branca, e acrescentei uma camisa de flanela de malha de cor creme. Eu adicionei o colar de ouro de camafeu que tinha sido da minha mãe (pareceu apropriado para fazê-la parte deste dia) e, em seguida, gritei para Romeo voltar para o closet. "Você é mandona quando você está casada", ele apareceu, a escova de dentes na mão e espuma branca a partir do creme dental ao redor de sua boca. Eu ri. "Você poderia ter terminado." Fiz um gesto para sua boca. "A maneira como você estava gritando, eu pensei que talvez você tivesse caído de novo." Eu bati-lhe no estômago nu e apontei a prateleira muito superior para uma caixa de sapatos lisos marrons. "Eu preciso dos meus sapatos. " "Pobre Smalls, não pode alcançar seus sapatos", disse ele em torno de sua escova de dentes quando ele enfiou de volta em sua boca e, em seguida, estendeu a mão para a caixa. Era uma caixa grande, e ele a colocou em meus pés. "Obrigada!" Eu disse. Ele tentou me beijar com a boca espumosa, e eu gritei e pulei de distância. "Casada há apenas cinco minutos e ela já está cansada dos meus beijos. O que vem depois, Smalls? Você vai começar a me dizer que tem uma dor de cabeça para fugir do sexo?" "Não é muito provável!" Eu gritei depois dele enquanto caminhava de volta para a pia.


Eu arranquei a tampa da caixa e sorri. Dentro, havia um par de botas que Ivy tinha me dado no Natal. Eu mencionei que ela era a melhor doadora de presente de sempre? Sim, essa menina poderia comprar. Era um par de Uggs com estampa tradicional de leopardo. Eram altas e pareciam confortáveis e alinhadas com pele macia. Eu nunca tinha tido um par genuíno de Uggs antes. Eu só comprava as imitações menos caras, mas ela jurou que as encontrou em alguma loja de outlet em sua cidade natal e elas não tinha custado muito. Eles eram tão bonitas que eu ainda não tinha usado. Eu as estava guardando. Eu não percebi porque até agora. Puxei-as para fora, acariciando o calçado de completo deslumbramento, e calcei-as. Elas eram o acessório perfeito para a minha roupa e elas eram agradáveis e quentinhas. Quando saí do closet para o banheiro, Romeo deu-me uma olhada apreciativa. "Você está quente." Assim que nós terminamos de nos aprontar e ele estava vestido com um par de jeans e uma camisa polo de manga comprida azul, deixamos o pequeno mundo que era o nosso quarto. Todo mundo já estava lá embaixo, e quando entramos na sala, um tipo óbvio de silêncio encheu o espaço. Virei-me para pegar uma caneca e observei que todos estavam olhando para nós. Olhei para Romeo, e ele piscou. "Recuperando-se de ontem à noite?", perguntou B. "Da noite passada?" Eu guinchei. Ele não poderia saber, poderia? Romeo não parecia preocupado de jeito algum. Mudou-se para a frente, pegou a caneca fora das minhas mãos, e serviu-me um pouco de café. "Seu encontro com a mãe do noivo." Braeden esclareceu como se ele estivesse conversando com alguém que não tinha cérebro. Certo. Fomos à casa dos pais de Romeo na noite passada.


"Quando você não foi a primeira a descer aqui nesta manhã, eu achei que você ainda estava tentando dormir distante dos planos de casamento que a mãe fez." Ele riu em seu café, e Ivy revirou os olhos, mas, em seguida, me deu um olhar simpático. Eu ri e tomei o café que Romeo estendeu. "Ela tinha uma pasta inteira cheia de planos." "Ela não fez!" Ivy engasgou. Eu balancei a cabeça. "Como ela teve tempo para tudo isso e a festa de noivado, eu nunca vou descobrir." Romeo apoiou-se contra o balcão e me puxou na frente dele, ancorando minhas costas contra sua frente. "Nós vamos para nossa própria festa de noivado e não estamos mais nem sequer noivos, ele sussurrou em meu ouvido." Eu sorri e tomei um gole do café. Drew gemeu ao lado de Ivy. "Nem vocês, também. O que é que um cara tem que fazer por aqui para tomar café da manhã sem andar dentro de sessões de amasso ou testemunhar o sussurro de palavras doces nas orelhas um do outro?" "Quem disse que eram palavras doces?" Eu arqueei uma sobrancelha maliciosamente. "Talvez fossem coisas sujas." Braeden engasgou com o café, e a caneca fez um som agudo quando bateu no balcão. "Se eu não estivesse tão perturbado com esse pensamento, mana, eu diria que esta foi uma resposta boa pra caralho.” "É melhor pegar a sua menina, Rome. Ela está se transformando em algum tipo de tagarela suja." Ele olhou para mim orgulhoso e suspirou. "A irmãzinha está crescendo. Eu te ensinei muito." Revirei os olhos, e Ivy disse que ele era um idiota. Drew apenas sorriu e enfiou mais cereal em sua boca. Romeo serviu-se de meu café com uma risada baixa. "Você parece super fofa", disse Ivy. "Eu estava me perguntando se você nunca iria usar essas botas." "Elas são quase bonitas demais para usar", eu refleti.


"De jeito nenhum", disse ela, pegando o suco de laranja na frente dela e tomando um gole. "Elas são bonitas demais para não usar." Tentei me lembrar da última vez que a vi beber uma xícara de café. Fazia um tempo. "Será que o meu vestido para a festa chegou?" Eu perguntei a ela. "E, por favor, me diga que é branco." Ivy zombou. "É claro que é branco. Você é a noiva." Bem, graças a Deus ela parecia entender as regras pelas quais vivia a mãe de Romeo, porque eu, com certeza, não. "E sim, ele está lá. Chegou tarde ontem à noite. Eu o vi quando passei na boutique. Me encontre lá mais tarde, depois das aulas, e vamos fazer um encaixe e fazer alguns planos." Virei-me para Romeo. "Você deixou seu terno na casa da sua mãe. Você vai ter que ir buscá-lo hoje, e por favor, pelo amor de Deus, não o amasse." Ele me fez uma continência, e eu sorri. "Braeden e Drew, é melhor vocês dois terem ternos." Ambos pareciam perplexos a respeito de porque eles precisavam de um terno. Esfreguei minha testa com a minha mão. "Eu já arrumei." Ivy me assegurou. "Trent, também." "Onde está Trent?", perguntei. Eu estava acostumada com ele aparecendo por lá quase todas as manhãs para sair. "Ele mandou uma mensagem e disse que tinha umas merdas da fraternidade para resolver. Ele vai aparecer hoje à noite para o jantar," Drew respondeu. "Cara, ele te mandou uma mensagem estaria aqui no café da manhã?" B zombou.

para te dizer que ele não

Drew empurrou outra mordida em sua boca. "Daí?" "Você estão namorando ou são apenas amigos?" A colher de Drew caiu ruidosamente contra a tigela, e ele arrotou alto. A gente se acostuma a ouvir todos os tipos de sons desagradáveis quando se vive com três homens.


"Somos super irmãos." Ele esclareceu, mas claramente, não era um bom esclarecimento. "Super irmãos?", perguntou Romeo, divertido. "É a versão masculina para BFFs." Ivy veio em defesa do irmão. Drew despejou seus pratos na pia e se virou. "Por mais que eu gostaria de ficar aqui e ser entretido por vocês, o meu trabalho de mesa incrivelmente chato está esperando." Mesmo que Drew estivesse hospedado aqui para prosseguir uma carreira de corrida, ele ainda tinha que conseguir um emprego em programação de computador até que ele pudesse realmente ganhar dinheiro com a corrida. "Tchau, Drew!" Ivy gritou. Ele parou ao lado dela para beijar sua cabeça. "A gente se vê depois, Ives." Quando ele se foi, eu me virei para Ivy. "Por favor, me diga que você tem tempo para fazer alguma coisa com isso", eu apontei para o meu cabelo. "Trança de emergência?", perguntou ela. Eu concordei com gratidão. Parecia uma vergonha arruinar uma roupa tão bonita com um cabelo tão ruim. Deixamos os rapazes na cozinha e nos dirigimos para o banheiro de Ivy e B, onde eu fiquei sentada no assento do vaso para que ela pudesse começar a trabalhar. "Você parece muito feliz esta manhã." Ela observou enquanto ela escovava. "Estou feliz todas as manhãs." "Eu sei. Eu só quero dizer um pouco mais feliz. Tipo brilhante. " Eu ri. "Eu acho que eu me sinto um pouco mais brilhante esta manhã." "São as botas." "É totalmente as botas." Eu concordei.


Não eram as botas. Mas este era o meu segredo. "Então me diga. Quão ruim ela estava na noite passada?" Eu ri. "Muito mal. Ela tem estado totalmente planejando nosso casamento sem ninguém saber." "Como ela reagiu quando você disse a ela para esquecer tudo isso?" Fiquei em silêncio um segundo muito tempo, e Ivy engasgou. "Você não disse a ela que você usaria tudo isso?" "Não." Eu suspirei. "Eu não o fiz. Mas estou tentada." "O quê!", exclamou ela e esqueceu tudo sobre o meu cabelo. Ela correu em volta e se sentou na beirada da banheira, de frente para mim, segurando a escova como se ela pudesse precisar dela para bater algum sentido para mim. "Você não pode deixá-la planejar seu casamento, Rimmel. Seria tudo o que não é. Este é o seu dia." Eu já tinha tido o meu dia. E tinha sido absolutamente perfeito. Então agora quando eu pensei sobre a mãe de Romeo tomando conta dos planos, quando eu pensei sobre os prováveis quinhentos convidados que estariam lá no "meu" dia, isso não me incomodava em nada. Ao contrário, eu estava meio que aliviada que ela queria assumir porque então eu não precisaria. Percebi agora que eu não me importava que tipo de casamento Romeo e eu tivéssemos contanto que nós disséssemos eu aceito. E nós dissemos. Dei de ombros. "É uma espécie de seu dia, também. E seu e de Romeo. É um dia para todos nós. E desde que eu realmente não me importo que tipo de casamento tenhamos, por que não deixá-la planejar isso? Sabemos que o que quer que ela faça vai ser bonito." Ivy estendeu a mão e tocou-me na testa. "Você está se sentindo bem? Você sente náuseas também. " Eu bufei. "Estou bem." "Eu não posso em boa consciência permitir isso. Como dama de honra, eu estou colocando meu pé no chão. Você vai escolher o que deseja para o seu casamento. Eu não me importo se eu tiver que ficar em cima de você para cada decisão que você precisa fazer. "


Eu mal tinha ouvido seu discurso. "O que você disse a mim, se estou sentindo náuseas também." Eu olhei para ela com um olhar aguçado. "Você está doente?" Ivy fez um som e levantou-se para terminar o meu cabelo. "Estou bem. Só me sentindo um pouco nojenta, esta manhã." "Como foi na sua consulta no médico?" "Foi boa", ela disse, soando como se estivesse demasiado focada no meu cabelo para conversar. Mas eu sabia melhor do que isso. Ivy poderia trançar meu cabelo dormindo. "Ivy", eu disse. Ela suspirou. "Eu estou bem, Rim. Eu prometo. Eu não queria preocupar você. Eu comi um queijo grelhado na noite passada que Braeden fez. É de se admirar que meu estômago dói esta manhã?" "Eca." Eu enruguei meu nariz. "Você comeu algo que ele cozinhou?" Ela riu. "Estava realmente muito bom. Mas agora eu meio que me arrependo." Ela terminou meu cabelo e me mostrou no espelho. Parecia incrível, como sempre. "Obrigada ", eu disse e lhe dei um abraço rápido. Eu poderia dizer que ela estava surpresa com a minha demonstração de carinho, mas ela me abraçou de volta de qualquer maneira. Quando eu recuei, parecia que ela poderia ter algo a dizer. Mas, então, o que quer que fosse, desapareceu. "Eu te vejo mais tarde na boutique?" "Eu estarei lá", eu disse, observando-a em seu jeans skinny azul brilhante, botas pretas e suéter preto com capuz de grandes dimensões. Seu cabelo estava preso no alto de sua cabeça em um nó elegante, e sua maquiagem estava impecável como de costume. Ela não se parecia como se alguma estivesse errado. "Impressionante!" Seus dentes brancos brilharam. Mas eu sabia melhor do que ninguém que aquela aparência poderia ser enganadora às vezes.


CAPITULO VINTE E OITO Hoje à noite é a festa de noivado. Dizem que as revistas importantes estarão lá. Mas eu vou dar a reportagem primeiro. ...BuzzBoss

R OMEO Mamãe convidou toda a instituição dos Knights para a nossa festa de noivado. Isso por si só era uma tonelada de porcaria de pessoas. Todos, menos cerca de dez por cento de toda a equipe veio. A equipe inteira estava aqui. Eu vi isso como um bom dia para mim no futebol. Sim, eu sei. Eu estava numa festa chique, e este não era um jogo de futebol. Mas todo dia era um dia no futebol, fosse um dia de jogo, ou não. A maneira que eu vi a presença dos meus companheiros esta noite foi uma demonstração de lealdade. A demonstração de respeito por quem todos sabiam que ia ser o líder da equipe. Não, ainda não tinha sido anunciado, mas realmente precisava ser. Eu sabia daquilo pelo acordo que meu pai conseguiu para mim. Eu sabia daquilo pela enorme quantidade de dinheiro que estavam me pagando para jogar por eles nos próximos quatro anos. De que outra forma eu sabia?


Eu sabia pela maneira que Blanchard olhou para mim. Eu esperava que o cara nunca jogasse poker, porque se o fizesse, ele iria ser uma droga. Ele não tinha capacidade de olhar para uma pessoa e esconder o que sentia. E quando ele olhou para mim, eu vi ressentimento. Não ódio, não aversão, ou qualquer coisa igualmente alarmante. Apenas ressentimento. A raiva de mim por tomar sua primeira posição de distância. A raiva de si mesmo por perder isto. Inferno, ele provavelmente estava com raiva até do calendário, porque eu era mais jovem do que ele. O futebol era um jogo de apostas altas e muito dinheiro. Era uma pílula difícil de engolir quando o jogo no qual você se destacou de repente se transformou em você. Eu não tinha dúvida que se eu tivesse estado em qualquer outra posição ou um quarterback em qualquer outra equipe, Blanchard e eu nos daríamos bem. Inferno, talvez nós até saíssemos para tomar cerveja. Isto não era necessariamente pessoal, mas a picada do corte com certeza fez sentir como se fosse. Quando bloqueamos primeiro nossos olhos através da sala, eu fiz uma escolha. Eu poderia reconhecer a maneira que eu sabia que ele se sentia e dar combustível ao fogo, ou eu poderia fingir que não percebia. Eu não fiz nenhum. Iniciar uma luta não era minha coisa. Mas recuar com os diabos que não era também. Em vez disso, optei por respeito. Eu conheci os olhos, mantendo meu olhar tão forte e firme como o seu. Depois que algumas batidas passaram, eu levantei a minha cerveja para ele, um sinal de estima e também um reconhecimento de que eu entendi as correntes entre nós. Eu não queria uma luta com o quarterback número dois do time. Eu estava cansado de lutar. Nós não tínhamos que ser amigos, mas eu não queria ter que prestar atenção às minhas costas cada vez que eu andasse através de uma porta.


Blanchard não foi tão diplomático quanto eu. Ele não levantou o copo ou até mesmo sorriu. Baixou o queixo e, em seguida, virou-se. Bem, então, tanta coisa para não prestar atenção às minhas costas. Eu fiz questão de fazer contato visual com os caras que estavam ao seu redor. Seus amigos que tinham sido leais a ele muito mais tempo do que alguma vez tinha me conhecido. Eu esperava que não fosse um problema. Eu esperava que eles fossem espertos e reconhecessem uma mudança no poder quando a vissem. Eu não era um idiota. Mas eu sabia como ser. E se alguém queria me desafiar nos Knights, eu aceitaria o desafio e eu ia ganhar. Todos, exceto um dos jogadores retornou meu olhar e levantou sua cerveja. Respeito. Eles não tinham que gostar de mim, mas o respeito era obrigatório. Rimmel deslizou para cima para o meu lado, e a sensação familiar de sua mão na minha me fez esquecer a equipe. "Eu já lhe disse quão absolutamente linda você parece hoje à noite?", perguntei, olhando para o que todo mundo achava que era a minha futura esposa. Realmente bonita era um eufemismo para a maneira como ela brilhava esta noite. Rimmel era uma bela mulher, sem sequer tentar, mas inferno santo, quando ela tentava... ela era de tirar o fôlego. E hoje à noite, encontrei-me na posição de não ser capaz de respirar muito. Ela parecia um anjo vestido com um vestido de renda branca. Eu sabia que tinha sido Ivy quem escolheu, então é claro que ia ser um belo vestido, mas a minha nova irmã havia se superado com a escolha. Ele parecia exatamente como algo que Rimmel usaria. Como eu disse, era branco como a neve na cor, feito totalmente de rendas com seda branca por baixo. Era de mangas compridas, mas as mangas eram puras, dando-me vislumbres de pele cremosa de Rimmel e fazendo-me doer para correr minhas mãos sobre seu corpo nu.


Rimmel me disse que o decote era chamado de coração, mas tudo o que eu sabia era que me proporcionava uma boa vista do seu peito e, mais uma vez, uma vista de dar água na boca de sua pele lisa. O vestido abraçava seu peito, trazendo-a de forma estreita com uma ligeira forma de V na cintura, mas, em seguida, o vestido queimava para fora, ondulando em torno dos quadris e coxas, fazendo-a parecer como se ela fosse enviada do céu. Mais uma vez, eu tinha um vislumbre de pele, porque o vestido não era longo. A frente terminava no meio da coxa e em seguida, tornava-se gradualmente mais em torno das costas, então caía como uma cachoeira em direção ao chão. A bainha toda desigual parecia como se tivesse sido mergulhada em ouro. Mas não o tipo de ouro que parecia vistoso ou mesmo pintado. Era mais de um tom dourado discreto que coloria o laço e não era muito brilhante, como se alguém tivesse jogado um pote de brilho nela. As pernas finas de Rim esticavam no chão para os saltos de ouro. Como o inferno Ivy a fez usar saltos, eu nunca saberia. Honestamente, tudo que eu conseguia pensar era como se sentiriam enrolados em volta da minha cintura. Sim, tudo bem. Eu apenas disse que ela parecia um anjo enviado do céu, e ela parecia - a maneira como ela flutuava ao redor da sala - e sim, talvez fosse errado pensar tais pensamentos picantes sobre uma mulher que parecia tão divina. Mas inferno. Eu nunca disse que era um anjo. "Uma ou duas vezes." Ela sorriu e estendeu a mão para ajustar a minha gravata. "Você se parece com uma estátua dourada vindo para a vida." O longo comprimento de seu cabelo estava solto hoje à noite, enrolado em ondas longas, soltas e prendia-se nas laterais do rosto para que caísse em cascata pelas suas costas. "É a gravata", eu disse e me inclinei para beijá-la suavemente. Pessoas ao nosso redor aplaudiram, e eu me senti como um animal de circo. "Você acha que se eu fizer um truque, as pessoas vão jogar lanches para nós?", eu sussurrei em seu ouvido. "Certamente seria divertido," ela meditou.


Alguns fotógrafos apareceram na nossa frente, e eu coloquei minha cerveja em uma bandeja que estava passando. Eu não me preocupava em dar a impressão de que eu era um bebedor, especialmente antes do início da minha primeira temporada como titular. Rimmel estava segurando uma taça de champanhe na mão, e o dourado borbulhante só acentuava toda a aparência de deusa que ela tinha. Então, quando ela tentou colocá-la para baixo Eu balancei a cabeça ligeiramente. "Você é perfeita do jeito que é." Ela fez uma careta para mim e entregou o copo fora para Ivy, que se aproximou de mim por trás. "Até todos os jornais decidirem que a sua nova esposa é uma bêbada e começarem a fazer manchetes sobre reabilitação." Eu teria rido do ridículo, mas ela provavelmente estava certa. Nós nos viramos para as câmeras e sorrimos, posando para foto após foto até que todos se distanciaram. "Meu rosto dói", ela murmurou, e Ivy prendeu o champanhe debaixo do seu nariz. Braeden materializou-se ao lado de Ivy e entregou-me uma cerveja fresca. "Eu tenho que dizer", disse Ivy, "Valerie fez um trabalho excelente. Este lugar é incrível demais." "Mamãe tem estilo." Braeden concordou. "Certifique-se de dizer isto para ela," eu disse a ele. "Ela vai viver com isso por meses." "Negócio feito." Rimmel tomou um gole de champanhe e olhou ao redor do enorme salão de baile, percebendo a decoração. Não era a primeira vez que ela tinha feito isso hoje à noite, e eu tenho certeza que não seria a última. "Está realmente bonito." Rim concordou. "Está vendo o que eu quero dizer sobre o casamento?" O comentário dela foi dirigido a Ivy. "Oh, eu posso ver." Ela concordou e cruzou os braços. "Mas eu ainda não estou convencida."


"O que vocês estão falando?", perguntei. "Coisas de casamento", disse Rim. Eu grunhi e bebi um pouco de cerveja. "Onde está o seu champanhe?" Rimmel perguntou a Ivy, e eu notei que ela era a única sem uma bebida em sua mão. Ivy encolheu um ombro. "Eu não estou bebendo hoje à noite." Não parecia estranho para mim de forma alguma. Houve algumas vezes quando saímos nos últimos meses que Ivy não bebeu. Depois de tudo o que aconteceu com ela, eu entendia, e com esta noite estando uma multidão tão grande, e cheio de tantas pessoas que ela não conhecia, eu pensei que era uma escolha inteligente da parte dela. Não que fosse alguma coisa acontecer com Ivy esta noite. Braeden e eu nos certificaríamos disto. Rimmel não parecia pensar do mesmo jeito, porém. Senti o ar em torno de sua movimentação, e quando olhei em sua direção, ela estava estudando Ivy com um brilho calculista nos olhos. Estranho. O movimento de toda a sala me chamou a atenção, e eu vi Ron Gamble falando com o treinador da equipe. Ambos pareciam relaxados e joviais com bebidas em suas mãos. Inclinei-me ao ouvido de Rimmel. "Eu sei que é o nosso compromisso e tudo, mas eu queria saber se você se incomodaria com uma pequena conversa de futebol?" Ela olhou para os homens para quem eu tinha acabado de olhar e, em seguida, para um grupo de meus companheiros de equipe que estava por perto. "Braeden?", ela sussurrou. Eu balancei a cabeça. "É um bom momento para apresentá-lo ao redor." "Isso é sequer permitido na liga de futebol? É como confraternização ou algo assim?"


"Quem sabe?", eu disse, surpreso que ela sequer pensasse nisso. Minha menina estava ficando esperta para o jogo de futebol. "Este é um ambiente social. É apenas incontrolável que alguém possa chocar-se em uma festa," eu disse casualmente. "Certamente, você e Braeden vão fazer o que for preciso para ter certeza que meu irmão comece a jogar com meu marido." Abaixei-me para olhar diretamente em seus olhos. Mesmo com saltos, ela ainda era apenas Smalls. "Você tem certeza?" Seus olhos suavizaram. "Tivemos a nossa noite. Esta noite é para nós, mas é para a nossa família também. Agora vá cuidar de B. Dê-me um sinal, se você precisar de mim para intervir e fazer algum charme." Nesse vestido, todos eles estariam em suas mãos. "Eu te amo pra caralho", eu rosnei. "Eu também te amo pra caralho." "Vamos encontrar um armário de vassouras, dar uma rapidinha." "Você tem uma mente suja." Ela balançou a cabeça, mas ela estava sorrindo. "Você sabe que me deixa duro quando você diz a palavra caralho." Totalmente fazia. Ouvir essa palavra suja sair de sua boca pequena pura nunca deixou de me deixar excitado. "Mais tarde". Ela prometeu e puxou a gravata dourada que minha mãe escolheu para combinar com o terno. Eu não gostei muito no início. Mas agora eu não me importava. "B!" Eu disse e me endireitei. "Vamos, nós temos merda pra fazer." Ele se virou para Ivy e fez uma careta, mostrando-lhe todos os seus dentes brancos e brilhantes. "Eu tenho algo em meus dentes?" "Não, mas eu com certeza gostaria que você se comportasse," Ivy brincou. Braeden mergulhou para a frente e a beijou. Ela riu. "Amo você", disse ele. "Duas vezes", ela sussurrou, e então eu lhe dei uma palmada nas costas para que ele movesse sua bunda.


NĂłs tĂ­nhamos um papo para bater.


CAPITULO VINTE E NOVE Poderiam os Knights estarem cortejando o #13? ...BuzzBoss

R IMMEL Eu estava em um conto de fadas. Um conto de fadas literalmete vindo à vida. Eu sabia o que Valerie tinha planejado para esta noite. Eu sabia o esquema de cores, e eu sabia a localização. Mas eu não sabia que seria tão lindo. O grande salão de baile do hotel era um espaço aberto enorme, com tetos altos que tinha que ter, pelo menos, seis metros de altura. Eles levantavam-se no centro como uma torre, e correndo horizontalmente através do amplo espaço estavam grandes vigas de madeira que adicionavam um toque rústico a um lugar, por outro lado, austero. Entre as vigas, luzes pendiam do teto, vidros transparentes que pareciam gotas de água com uma única lâmpada no centro. Elas brilhavam e brilhavam ao redor da sala, e enquanto a sala em si era muito brilhante para os pingentes para parecer como estrelas, o efeito não foi menos dramático. Tudo foi decorado em um esquema de ouro branco e fosco. Não o tipo de ouro que parecia de latão e remetia direto aos anos oitenta, mas um


moderno acabamento de ouro que parecia jogar perfeitamente com o branco. Havia mesas redondas cobertas com toalhas brancas e grandes centros de mesa de margaridas brancas sobre o topo e mosquitinhos10 dourados que brotavam de vasos que eram altos, pintados a ouro e finalizados com uma textura envelhecida branca. Onde Valerie encontrou tantas margaridas brancas perfeitas no meio do inverno, eu nunca saberia. Porque os vasos estavam no que pareciam ser pódios grossos, o espaço sobre a mesa debaixo deles estava cheio de suportes votivos de vidro claro e velas brancas acesas.Os pratos nas mesas eram brancos, com arestas em ouro, e os linhos eram no mesmo tom exato de ouro em todo o resto. Champagne fluía livremente por toda a sala, indo ao redor em bandejas e também sendo derramada nos dois bares em lados opostos da sala. Canapés estavam sendo servidos e, mais tarde, haveria uma refeição à mesa. Não havia um DJ. Ah não. Havia uma banda ao vivo, e eles pareciam tocar sem problemas uma mistura de canções populares atuais e canções que nunca saem de moda. Quem diabos precisava de um casamento quando você tinha uma festa de noivado como esta? "Você acha que Romeo conhece todas essas pessoas?" Ivy inclinou-se e perguntou. Eu ri. "Definitivamente não. Eu ficaria surpresa se a mãe dele conhecesse todos." "Você sabia que alguém da revista People está aqui?" Eu balancei minha cabeça. "Não, mas eu não estou surpresa. Eles estão tentando obter imagens exclusivas do casamento." Como se na sugestão, uma mulher bem vestida usando o que eu sabia que tinha que ser um vestido de designer se aproximou de nós. "Rimmel Hudson?", ela perguntou, e eu pensei: É Rimmel Anderson agora. "Eu sou Rachel Wintor, a editora-chefe da People." 10

Mosquitinho, tipo de flor utilizada na decoração de casamentos.


"Maravilhoso conhecê-la. Muito obrigada por estar aqui esta noite ", eu disse educadamente e ofereci-lhe a minha mão. Ela a pegou, em seguida, olhou entre Ivy e eu, em seguida, de volta para mim. "Eu tenho que dizer que você parece mais bonita hoje à noite do que eu já vi você parecer. Estaria tudo bem se eu perguntasse o que você está vestindo e citar você?" Mesmo que Ivy estivesse lá, a imagem de porte e estilo, eu sabia que ela provavelmente ia fazer xixi nas calças a qualquer momento. "Claro." Eu sorri. "Por favor, conheça Ivy Forrester. Ela é a minha estilista. Cada roupa bonita que você já me viu vestir é cortesia de seu olho brilhante." "Ivy." Rachel virou a atenção para a minha amiga. "É um prazer te conhecer. Você certamente parece saber o seu caminho em torno de um armário." Eu ri levemente. "Eu nunca conheci ninguém melhor. Ela está atualmente no processo de iniciar seu próprio canal no YouTube dedicado ao estilo e ensinar as pessoas desinformadas como eu como parecer o seu melhor." "Sério?" Rachel parecia interessada. "Sim, ela está em alta demanda de onde viemos." Ivy me deu uma olhada e, em seguida, virou-se para Rachel e ligou o charme de Ivy. Ela tinha o tipo da personalidade que atraía pessoas. Elas gravitavam em torno de seu ar confiante e rosto bonito. E ela certamente estava linda hoje à noite, com seu cabelo liso e elegante ao redor de seus ombros, olho esfumaçados dramáticos, e a cor dos lábios retro inspirado. Seu vestido era simples e deslumbrante, um modelo preto cheio de curvas que percorria todo o caminho até o chão. Era de mangas compridas e tinha um decote modesto, mas quando ela se virava, ele era completamente sem costas. Para terminar o estilo, ela usava grandes brincos de diamante quadrados falsos, um bracelete de prata e um colar de pingente em forma de lágrima em uma corrente tão fina que você poderia não nota-la exceto pela maneira que brilhava sob a luz.


Ela finalizou o estilo com uns saltos vermelhos altíssimos que ocasionalmente apareciam por baixo da bainha de seu vestido. "Eu não sou a única que sabe o seu caminho em torno de um armário", Ivy disse, seus olhos azuis brilhando. "Este é um vestido da coleção Larger11 de primavera?" Eu não tinha ideia, mas claramente, Ivy tinha. Rachel sorriu. "Você conhece seus designers." Ivy parecia se esforçar. "Eu não me chamaria uma estilista se eu não o fizesse. Eu não achei que a coleção Lager já estivesse disponível." "Não está. Mas Lager é um amigo meu." "Bem, ele a mantém muito bem vestida." Ivy sorriu. Rachel virou-se para mim. "Então, quem você está vestindo, Rimmel? Seu vestido é impressionante." Eu olhei para Ivy, porque eu não tinha ideia do que eu estava vestindo. Poderia ser Target12 por tudo o que eu sabia ou me importasse. "É uma designer independente com o nome de Sophie Blanc. Ela é extremamente talentosa, e eu acho que você vai provavelmente apresentá-la nas páginas de sua revista de estilo em breve algum dia." "Uma independente?" Rachel ronronou. "Escolha corajosa." Ivy encolheu os ombros delicadamente. "Eu não diria corajosa. É claramente um lindo vestido, e complementa a forma do corpo de Rimmel perfeitamente. Sophie foi muito confortável em adaptá-lo para caber em suas medidas, e o artesanato é incrível. Ela ainda acrescentou a guarnição do ouro na bainha a meu pedido, porque eu queria algo para fazer o vestido realmente especial. Há um monte de talentos no mundo do design independente. Pessoas com um novo fresco e muita determinação para fazêlo. Elas só precisam de uma chance de brilhar." "Bem, esta designer está certamente brilhando esta noite, cortesia de Miss Hudson aqui." Rachel assentiu. "Como se escreve o nome da designer?" Ivy soletrou, enquanto Rachel escrevia em um caderno pequeno. 11 12

Lager, diminutivo de Lagerfeld, famoso estilista internacional. Target, rede popular de lojas de roupas.


Quando ela terminou, ela olhou para cima. "E quem fez seu cabelo e maquiagem?" "Ivy", eu respondi. Rachel deu Ivy outro olhar interessado. "Você é cheia de talentos." "Eu tenho arrumado Rimmel por um tempo agora. Eu sei o que funciona melhor para ela," Ivy respondeu pragmaticamente. "E quem você está vestindo esta noite?" "Calvin Klein. Vintage. Sapatos são de Vera Wang." "Vocês, senhoras, se importariam se eu tirasse algumas fotos? Oficialmente, é claro." "Claro", eu disse e sorri. Eu gostaria de poder lançar estes saltos horríveis e me esconder em um canto por um tempo. Mas eu não ia fazer isso. Em vez disso, eu perguntei a Ivy como estava meu cabelo enquanto Rachel fez sinal para um fotógrafo cujo trabalho era provavelmente segui-la e tirar fotos por encomenda. Eu me levantei em minha altura total (que era bastante boa com estes saltos!) e sorri, inclinando meu queixo do jeito que Ivy me ensinou e posando com um pé ligeiramente à frente do outro. Depois que ela tirou fotos do meu vestido do que parecia todos os ângulos, eu maliciosamente puxei Ivy e tirei algumas fotos com ela. "Você sabe que Ivy está namorando um ex-jogador de futebol Alpha U que recentemente foi aceito na seleção para a NFL", eu disse. "Braeden Walker?", disse Rachel. Eu sorri, porque ela já sabia o seu nome. Ivy sorriu, orgulhosa. "Esse é ele. Ele está por aqui em algum lugar, provavelmente com Romeo." "Rimmel, você se importaria se nós tirássemos algumas fotos de você e Romeo juntos?" "Claro." Eu menti. "Eu não tenho muita certeza de onde ele deve estar." E como mágica, ele apareceu.


"Senhoras." Sua voz suave cortou no momento. Suspirei e meu corpo relaxou. Eu ainda não tinha percebido que tinha estado tensa. "Todo mundo tem tudo o que precisa?" Rachel não era imune ao poder de Romeo, e ela estava momentaneamente golpeada em silêncio. Eu olhei para Ivy e suprimi uma risadinha. "Parabéns pelo noivado, Sr. Anderson." Rachel começou. "Romeo." Ele corrigiu educadamente. "Romeo. E parabéns também por seu contrato de quatro anos com os Knights de Maryland." "A vida é muito boa agora." Ele concordou. "Rachel é da People", eu expliquei para Romeo, e quando eu falei, ele se inclinou para perto de mim e colocou a mão na parte inferior das minhas costas. "Eles gostariam de algumas fotos." "Absolutamente." Ele assentiu. Era como se ele não estivesse incomodado de forma alguma. Claro, ele estava acostumado com câmeras em seu rosto o tempo todo. Durante a temporada, quando ele não estava em casa, ele era fotografado constantemente. Rachel apontou para uma área do outro lado da sala onde os pingentes penduravam baixo o suficiente que seriam visíveis no fundo. Em vez de tomar a minha mão ou braço e levar-me para o local, Romeo surpreendeu a todos por me varrer fora de meus pés e me segurar contra o peito. Ivy apressadamente alvoroçou-se ao redor para ter certeza que meu vestido estava cobrindo todas as partes importantes, e a bainha desigual caísse maravilhosamente mesmo em seus braços. Todos no local pararam o que estavam fazendo e se viraram para nós. Risos e sussurros deslocaram-se entre a multidão, e Romeo ligou todo o poder do seu sorriso, dirigindo-o para Rachel. "Rim não é muito boa nos saltos. É mais seguro para todos se ela viajar desta forma." Rachel estava encantada e então estalou fora disso e começou a latir ordens para seu cameraman para não perder um segundo.


Você pensaria que com todos os olhos em nós, teria sido difícil para mim sorrir e agir como se eu não me importasse com a atenção. Mas não era. Tudo que eu tinha que fazer era olhar para Romeo, e todos os outros sumiriam. "Você tinha que fazer isso, não é?" Eu meditei. "As câmeras nos amam, baby. Temos que dar às pessoas o que elas querem." "Como está indo com B?", perguntei assim que entramos sob as luzes cintilantes. "Muito bem. Vou encontrá-lo novamente depois que tiver resgatado você com segurança dos paparazzi." "Como você sabia que eu precisava ser resgatada?" Ele sorriu para mim. "Eu não sabia. Eu só queria uma desculpa para vir e tocar em você." Eu segurei seu rosto em concha e suspirei. "Você nunca precisa de uma desculpa." Ele me beijou docemente enquanto estávamos sob as luzes em forma de lágrima. Todo mundo começou a bater palmas, e eu percebi onde estávamos. Eu empurrei e teria caído de seus braços se seus reflexos não fossem tão bons. Ele me colocou em meus pés, e posou para algumas fotos, e em seguida, Rachel começou a insinuar sobre os detalhes do casamento e fotos exclusivas. Eu deixei Romeo lidar habilmente com isso, e pelo tempo que ela foi embora, eu não tinha dúvida de que no prazo de quinze minutos, ela iria perceber que ela tinha sido completamente ofuscada e ele nunca realmente concordou em nada. Finalmente, felizmente, estávamos sozinhos. Bem, tão sozinhos como duas pessoas poderiam estar em uma sala lotada. Por exatos dois segundos.


"Rimmel!", disse Valerie, caminhando até nós. "Há alguém a quem eu gostaria de apresentá-la." Romeo encontrou meus olhos, e eu sabia exatamente o que ele estava pensando. Nosso casamento. A noite que nós roubamos apenas para nós. Eu sorri e me virei para sua mãe. "Claro." Valerie levou-me para fora em direção a alguém que ela achava que pudesse estar interessada em doar para o abrigo de animais, e Romeo saiu em busca de B. A próxima hora continuou praticamente no mesmo padrão. Nós nos misturamos, sorrimos, e posamos para infinitas fotos. Ocasionalmente, gostaria de obter um momento roubado com Ivy ou com alguém de nossa família, mas eles sempre pareciam fugazes. Finalmente, os servidores anunciaram o jantar, e todos fizeram o seu caminho para os seus lugares. Romeo e eu estávamos em uma enorme mesa com seus pais, Braeden, Ivy, a mãe de Braeden e seu namorado, Drew, e Trent que estava perto do centro da sala. Os jogadores do Knights estavam em algumas mesas ao nosso lado, juntamente com outra mesa para Ron Gamble e todos os treinadores e a equipe principal do time. A banda ainda tocava, mas era uma melodia muito mais suave do que foi realmente o tipo relaxante enquanto eu estava sentada lá e tomei um gole de champanhe. Algumas câmeras dispararam perto e seus flashes me cegaram. Por reflexo, eu levantei a minha mão para proteger meu rosto do rompimento brilhante. "Se incomodam de nos dar uma pausa por um pouco?", perguntou Romeo, seu tom era amigável, mas havia uma nota inconfundível de aço por trás de suas palavras. "Desculpe por isso, Sr. Anderson," um deles disse, e Valerie saltou para guiá-los para uma mesa que ela tinha colocado apenas para os abutres, proporcionando uma refeição grátis. Por um lado, eu pensei que era chato, ela fornecer para eles, mas, por outro, a comida de graça os manteria longe pelo menos um pouco.


"Você está bem?", ele perguntou, inclinando-se. Sua mão se estabeleceu sob a mesa sobre a minha coxa, e a sensação dele era tão bemvinda. "Sim", eu disse, encabulada, e colocando meu copo para baixo. "Desculpe, eu baixei a guarda um pouco com a música suave e champanhe e me esqueci deles. Eles apenas me assustaram, mas eu vou estar pronta para eles na próxima vez." Ele franziu a testa um pouco e preocupação aprofundou seus loucos olhos azuis. "Eu não quero que você tenha que estar se protegendo o tempo todo. Essa não é a vida que eu quero para você." Cobri minha mão com a sua e me inclinei para frente, pressionando nossas testas juntas. "Eu não estou me protegendo o tempo todo. Apenas nas festas de sua mãe." Ele sorriu e os cantos dos olhos plissaram quando eu olhei para eles. "Nossa vida é perfeita do jeito que está. Eu não mudaria isso." O som de facas e garfos batendo contra o vidro criou um tilintar suave, e Romeo sorriu. "Eles querem que você me beije." Eu bufei, e a ação fez minha cabeça se afastar dele, mas eu não gostei disso, então eu estendi a mão e agarrei a parte de trás do seu pescoço para me ancorar contra ele mais uma vez. "Eles não vão parar até que você me beije, Smalls." A distância entre nós já era tão mínima que eu mal tive que mudar para tocar meus lábios nos dele. Ele tinha gosto de cerveja e eu, gosto de champanhe, os dois sabores fundindo-se juntos para criar um cocktail interessante. Jantamos carne assada, macarrão de ovos com algum tipo de molho realmente bom, legumes assados e salada. Havia também cestas de pão francês recém fatiados. Para sobremesa, nós fomos servidos de cheesecake de chocolate coberto com chocolate branco. Eu pensei que eu estaria muito nervosa para comer, mas não foi o caso.


A primeira mordida me transformou em algum tipo de animal faminto, e eu comi quase tudo o que colocaram na minha frente. Graças a Deus consegui não derramar nada disso no meu vestido branco. Eu não me senti mal sobre isso, porém, porque Braeden arou através de seu prato e, em seguida, metade do de Ivy com tanto entusiasmo que ele realmente atraiu a atenção. "Perna oca!" Um dos jogadores do Knights gritou, colocando suas mãos ao redor de sua boca enquanto ele gritou para que ele iria levar para a nossa mesa. Romeo riu e bateu em Braeden, chamando a sua atenção de seu prato. "O quê?" B olhou para cima, ainda mastigando. Eu ri, e Ivy olhou para o céu como se estivesse pedindo ajuda dos céus. Ha. "Parece que eles já estão dando-lhe apelidos," Romeo zombou. "Que porra-" Ivy suspirou e bateu com a mão sobre a sua boca, os olhos azuis arregalados de horror. "Olhe a sua boca. Nós estamos em um evento formal." Pelo brilho nos olhos de B e o olhar no rosto de Ivy, eu sabia que ele lambeu-lhe a mão. Para o seu crédito, ela não se afastou. "Comporte-se", ela sussurrou antes de finalmente retirar sua mão e deixá-lo falar. "Perna oca se serviu!", disse o jogador, que estava sentado ao lado da pessoa que concedeu a Braeden seu novo apelido (eu ainda estava tentando aprender todos os seus nomes quando eles não estavam usando camisas). Braeden fez uma cara como se ele estivesse prestes a vomitar algumas outras palavras coloridas, mas depois ele suspirou e disse: "O que, oro dizer, quer dizer perna oca?" Oro dizer? Onde na terra ele inventou isso?


Eu dei uma olhada para Romeo, e ele riu. "Significa que você come tanto que sua perna deve ser oca para caber tudo!" A mesa inteira de jogadores riu. Sério. É assim que um grupo de homens adultos se comportava juntos? "Tenho que ter meus ganhos se eu quiser surrar vocês nos treinos", Braeden gritou e voltou para comer. "Vamos ver sobre isso, novato!" Braeden cumprimentou-os com o garfo, e todos na mesa riram e voltaram a comer. Romeo bateu em B nas costas. "Já faz parte da equipe." Ele estava olhando para a mesa onde Gamble e os treinadores estavam. Eles estavam assistindo a troca e agora estavam falando em voz baixa. "Não vá me azarar, Rome." Braeden advertiiu e afastou o prato. "Sem mais conversa de trabalho," Valerie inclinou-se em torno de mim (ela sentou-se ao meu lado) e disse aos rapazes. Então ela se levantou e chamou toda a sala para prestar atenção. Ela me surpreendeu, fazendo um discurso curto, agradecendo a todos por viajarem para a cidade para a festa, anunciando um bar aberto para o resto da noite, e, em seguida, fazendo um brinde para mim e Romeo. Ela não fez qualquer outra pessoa levantar-se e fazer um discurso. Talvez ela tivesse percebido o padrinho, que teria sido trabalho de Braeden, e um discurso dele na recepção era mais do que suficiente. A banda começou a tocar a música mais forte, mais animada, e os casais começaram a migrar para a pista de dança. Eu vi quando Drew levou uma menina de cabelos escuros para o salão e puxou-a para uma música lenta. Trent estava falando com um dos Knights - eu acho que seu último nome era Thomas - e pelo que pude ouvir, o tema da conversa era o futebol. Grande surpresa.


Ivy pediu licença para o banheiro das mulheres, e eu estava prestes a segui-la (é verdade, as mulheres vão para o banheiro das mulheres em bando), quando eu peguei o final da conversa de Romeu e Braeden. "Relaxe, B. Vai funcionar," Romeo estava dizendo. "Eu gosto desses caras, Rome, mas temos que ser realistas. As chances não são boas." Eles estavam falando sobre as escolhas da seleção. Eu sabia o quanto eles queriam jogar no mesmo time, e eu gostaria que houvesse algo que eu pudesse fazer para ajudar a fazer isso acontecer. Rachel Wintor estava por perto, falando com um homem a quem eu não tinha sido apresentada. Eu não sabia nada sobre futebol. Eu não sabia nada sobre o mundo de Romeo e eu estava me aventurando nele, mas eu sabia de uma coisa. Eu aprendi isso no ano passado, quando Romeo ganhou um contrato porque ele se tornou um azarão. Ele se tornou um queridinho da mídia. Eu me concentrei em andar o caminho que eu deveria nestes saltos mudos e me aproximei de Rachel e seu companheiro. Ambos se viraram para mim, sorrindo como eu sabia que fariam. Era uma festa em minha honra e de Romeo, afinal de contas. "Rachel," eu disse calorosamente, tentando o meu melhor para não soar estranho e meu auto antissocial normal. "Eu só queria agradecer mais uma vez por ter vindo." "Oh, o prazer é todo meu. Esta tem sido uma festa maravilhosa." Eu estava prestes a me lançar no meu plano, mas ela continuou a falar. "Rimmel, você já conheceu Paul Carson? Ele é o editor chefe superior da Brindle Publishing." Eu estendi minha mão e sorri. "Prazer em conhecê-lo, Sr. Carson. Nós estamos contentes de tê-lo aqui." "Devo dizer, senhorita Hudson, as fotografias que temos publicado em nossas revistas não fazem justiça a você." Senti-me corar, e tentei não parecer uma idiota. "Obrigada. Então, sua empresa publica revistas?"


"Oh, sim," Rachel disse. "Brindle Publishing é uma casa de guardachuva. Eles lidam com muitos tipos diferentes de publicações." Voltei a olhar para Paul. "Parece muito diversificada. Que revistas vocês publicam?" "Principalmente relacionado com esportes. Temos marcas para cada grande esporte aqui nos Estados Unidos. Seu noivo tem sido bastante regular em nossa revista temática de futebol Kick Off." Engoli em seco. "Eu conheço esta revista! Está em cada canto da nossa casa. Romeo e Braeden a leem como uma Bíblia." Paul riu bastante, e eu me senti autoconsciente. Mas depois me lembrei de que é por isso que eu estava aqui, e eu sorri. "Meu outro irmão leva uma revista de corrida para todo lugar..." Eu parei para pensar no título. "GearShark," eu finalmente disse. Paul riu. "Esta é uma das nossas também." "Bem, vocês são muito populares em nossa casa." Eu ampliei meus olhos um pouco como se eu só tivesse tido uma ótima ideia. Claramente, eu estava aprendendo uma ou duas coisas com Romeo. "Eu gostaria tanto de apresentá-lo para o meu irmão, Braeden Walker." Eu olhei para Rachel. "Eu disse a você sobre ele antes." Ela assentiu com a cabeça, e eu olhei para Paul, tentando sorrir como Romeu quando ele queria alguma coisa." E eu não tenho nenhuma dúvida de que Braeden e Romeo, os dois gostariam de conhecer o homem por trás de sua Bíblia. "Quem poderia dizer não a uma oferta como essa?" Paul sorriu e estendeu o braço para fora largamente para eu liderar o caminho. Se uma boa publicidade, se a popularidade nos meios de comunicação ajudasse a obter emprego para ele, então eu iria trazer a mídia para Braeden... e, sorte minha, eu tinha duas pessoas com muitas conexões aqui mesmo seguindo atrás de mim. E sim, eu era inocente, mas eu não era tão inocente. Eu não estava a ponto de acreditar que se Braeden conseguisse uma vaga nos Knights como


todos esperavam, seria porque a mídia o fez parecer bem. Eu entendia que muito mais dependia de algo parecido. Mas não faria mal. Boa publicidade era boa para os Knights como um todo, e quanto mais multidão seus jogadores atraíssem, melhor. Romeo e Braeden estavam de pé em um grupo com alguns jogadores e seus pais quando eu me aproximei. Romeo me viu primeiro e sorriu, mas, em seguida, seus olhos foram para as pessoas atrás de mim e ele me deu um olhar mal interrogativo lá. Eu pisquei. "Braeden", eu disse, inclinando-me na frente de Romeo para que eu pudesse chamar sua atenção. "Mana," B respondeu, interrompendo o que ele estava dizendo para olhar para mim. Rapidamente, eu fiz as apresentações e joguei fora algumas de suas estatísticas só porque eu as conhecia. Se ele sabia o que eu estava fazendo, ele não deixou transparecer. Ele era tão habilidoso quanto Romeo a esse respeito. Braeden era muito encantador quando queria ser, e anos de jogar para os Wolves lhe ensinaram como lidar com pressão. Ele tomou o controle da conversa, e eu deslizei para longe deles três, porque eu não queria, de alguma forma, voltar para mim ou que eu estava vestindo. Quando me virei completamente longe e enfrentei Romeo, ouvi Braeden dizer: "Isso é como uma Bíblia do futebol!" Paul e Rachel, os dois riram, e eu me dei um high-five mental. "Dança comigo." Romeo me pegou pela cintura e me rebocou para a borda da pista de dança. "Espere!" Eu protestei e tirei meus saltos antes de retornar ao seu abraço. Ele riu. "Eu gosto do que você fez lá atrás", disse ele, mergulhando baixo e falando contra o meu ouvido.


Estiquei um pouco e apertei mais contra ele. A gravata de seda de ouro que ele usava escovou contra a minha pele. "Eu sei que ele está nervoso com a seleção." Romeo assentiu. "Sim. Ele vai ficar bem, entretanto, baby. Ele é um bom jogador. Ele tem ficado melhor no último ano." "Acha que ele vai entrar para os Knights?" "Eu espero o inferno que sim." Soou como uma oração. Mas então ele olhou para mim. "Você está lidando com a imprensa como uma profissional esta noite." "Vai levar algum tempo para se acostumar. Mas não é de todo ruim. Especialmente se isso ajuda B." "Eu te amo", disse ele suave. Meus dedos jogaram com as pontas dos cabelos roçando o colarinho de sua jaqueta. "Amo você." Eu coloquei minha cabeça no peito dele e o deixei suportar a maior parte do meu peso. A música tocando era linda, algo que eu nunca tinha ouvido antes. Meus olhos se fecharam, e eu exalei. A noite estaria terminando em breve. Nós ainda tínhamos algumas horas restantes. Eu tinha certeza. Nós precisaríamos ficar e ver todos saírem, mas para a maioria, a noite estava quase acabando. Valerie definitivamente sabia como receber para uma festa, e isso me convenceu mais que eu deveria deixá-la lidar com o casamento inteiro. Três de Abril estava chegando rápido, e eu sabia que se alguém poderia tornar um casamento incrível, esta era ela. Quando eu me derreti em meu marido (que todos pensavam que era o meu noivo), o ar na sala se deslocou e tornou-se carregado com um sentimento que até agora tinha estado ausente. Tensão. Alguns murmúrios moveram pela multidão. Romeo endureceu. "Seu filho foi o único que atacou Romeo e Rimmel", alguém sussurrou.


Em um instante, eu me afastei dos braços de Romeo e estiquei o pescoço, olhando ao redor. Romeo fez um som na parte traseira de sua garganta. "Oh, infernos, não", ele rosnou. "Eu vim para felicitar o casal feliz! " Um homem gritou. "Não graças a eles, meu filho nunca vai ver uma ocasião como esta!" Um sentimento de pânico bateu em minha cintura como se eu tivesse levado um soco bem no intestino. A multidão se moveu, e eu peguei uma visão completa do não convidado, indesejável visitante. O pai de Zach.


CAPITULO TRINTA #VocêSabeQueÉVerdade Homens são como banheiros públicos. Ou já estão ocupados... Ou cheios de merda. ...BuzzBoss

R OMEO Ela piscou para mim. Ela. Porra. Piscou. Eu tinha distribuído montes de piscadelas na minha vida. Elas nunca deixaram de fazer as senhoras rirem e calcinhas caírem. Não posso sequer dizer que eu já tinha estado no fim de receber uma piscadela. Até agora. Até a minha esposa foi e protagonizou a piscadela mais sexy da história das piscadelas sensuais. Em sua primeira tentativa. Ora veja. Quando eu a puxei para a pista de dança, tudo que eu conseguia pensar era o momento na Screamerz quando tínhamos feito um pouco mais do que dançar. Eu tinha que me conter esta noite. Quer dizer, esta não era


uma discoteca, as luzes não estavam perto de escuras, e meus pais estavam na sala em algum lugar. Esse último pensamento foi suficiente para fazer o tesão que eu estava começando a endurecer morrer uma rápida e dolorosa morte. Esta não era a minha primeira vez em um evento como este. Eu fiz algumas aparições no ano passado durante a temporada, participei de alguns eventos. E eu cresci com a minha mãe. Ela recebia porcaria como esta de uma forma de base regular. Isso significava que eu estava acostumado a isso. Rim não estava. Mas maldição se ela não possuía a sala. Você nunca saberia, olhando para ela, que ela odiava esse tipo de coisa. Ela fez com que parecesse natural. Tinha que haver quinhentas pessoas aqui, fácil, mas ela superava todos eles. Mesmo do outro lado da sala, eu a senti puxar. O calor de seu sorriso, o som suave de seu riso. Mais de uma vez, o brilho de seu cabelo ondulado me chamou a atenção quando ela balançou a cabeça sob as luzes. E as pernas. Droga, que par de hastes. Eu não sei que diabo de magia aqueles saltos de ouro e vestido longo/curto de Glamour estavam empunhando, mas eu estava completamente sob seu feitiço. E não era só eu. Eu vi as pessoas olhando. Inferno, eu olhei para as pessoas olhando (um cara precisava saber quem estava verificando sua garota). Os olhos voltavam para ela de novo e de novo. Eu até mesmo peguei alguns membros dos Knights verificando-a. Isso me irritou, mas eu não disse uma palavra. Este não era o momento nem o lugar. Mas uma vez que chegássemos no campo, eu ia dar o troco.


Além disso, ela era minha. Totalmente. Completamente. Não importava se os homens olhassem para ela, porque ela não os queria e ela nunca o faria. Eu sabia como manter a minha menina feliz, e eu passaria o resto da minha vida fazendo isso. Senti quando ele entrou. Eu não sabia quem estava aqui, só que alguém ou algo que não era para estar, estava. O peso que de repente se abateu sobre a sala foi intenso. Mesmo no meio da multidão, a sua presença ondulou através rapidamente, até que parou em mim. Robert estava perto de uma das amplas arcadas que levavam para o corredor que levava para fora. Ele estava em um terno, mas este não era, de qualquer forma apresentável. A cor era de um cinza maçante, e isso só servia para fazê-lo parecer pior. Seu cabelo estava desgrenhado, seu queixo com barba por fazer. O cinza em seu cabelo parecia muito mais pronunciado, como se ele estivesse envelhecimento em algum taxa exponencial. No segundo que Rimmel o viu, ela saiu dos meus braços, seu corpo ficou rígido, e seu rosto ficou pálido. Isso me irritou, e eu resmunguei alguma coisa, mas eu não pensei sobre o que era porque Robert começou a gritar. "Eu vim para felicitar o feliz casal! Não graças a eles, meu filho nunca verá uma ocasião como esta!" Mudei-me para ficar na frente de Rim e, ao mesmo tempo procurei Braeden na multidão. Eu o encontrei imediatamente. Ele ainda estava de pé, com os dois repórteres, e minha mandíbula se apertou. Ele não precisava disso esta noite. Ele estava bem ciente de quem estava aqui. Ele poderia ter ouvido aquela voz apenas uma vez, mas tinha sido o suficiente. Um homem não esquecia o som da voz que o acusou de assassinato. Drew estava na pista de dança, mais próximo de Rim e eu. Eu me virei rapidamente e a peguei, seus pés nus balançando sobre o chão enquanto eu ia para o lado de Drew. Ele estava dançando com uma


morena, mas quando nos viu, ele se afastou dela e veio para a minha menina. "Cuide dela," eu pedi baixo e plantei Rim ao lado dele. "Eu fico com ela," Drew respondeu e colocou o braço sobre os ombros dela. Rimmel abriu a boca para argumentar, mas eu dei-lhe um olhar duro. "Fique, com Drew." Sua boca se fechou. Eu nunca falei com ela assim. Claro, eu empurrava em torno dela, mas eu nunca realmente quis dizer essa merda. Eu só fiz isso porque eu pensei que era bonito quando ela ficava puta. Mas eu não estava brincando agora. Drew inclinou-se na frente dela, e eu virei para trás. Ela podia ficar com raiva de mim depois, e ela poderia ficar com raiva tudo o que ela queria. Pelo menos ela estaria segura e fora do fogo cruzado que estava certamente prestes a começar. A multidão se separou quando eu fiz o meu caminho em direção a Robert. Ele ia sair. Agora. Em algum lugar não muito longe à distância, ouvi minha mãe chamando a segurança. Ele iria embora antes de chegar aqui. Eu não gostaria de fazer uma cena, mas às vezes não poderia ser evitado. Pelo menos eu não iria arruinar seu terno feio pra burro quando eu o expulsasse em sua bunda. Seus olhos ocos bloquearam em mim. Não era um olhar de um homem curvado em vingança. Não era nem mesmo um olhar de ódio. Zach tinha aqueles olhares para baixo para uma ciência. Não, Robert Bettinger era um homem em sofrimento. Ele era um homem perdido representando porque ele não sabia mais o que fazer. Eu senti meio que pena dele. Meio. Este não era o momento nem o lugar para os seus problemas. Ele poderia colocá-los de volta em sua bolsa e conferi-los na porta. "Onde ele está?", perguntou Robert, sua voz alta o suficiente para carregar. Não que isso importasse. Ele poderia sussurrar, e todos ainda o


ouviriam. O lugar estava tranquilo o suficiente para ouvir um peido de um rato. Mesmo a banda parou de tocar. "Você não é bem-vindo aqui", eu respondi. "Por favor, saia." "Não muito tempo atrás, eu teria estado na lista de convidados." Sim, bem, isso foi antes de o seu filho tentar matar a minha família. "Eu aposto que o bastardo que matou meu filho está na lista de convidados!" Eu respirei fundo e corri o resto do caminho em direção a ele. Algumas coisas aconteceram ao mesmo tempo. Ivy entrou pela mesma arcada ampla que Robert tinha acabado de passar. Ela devia ter estado no banheiro no corredor. No segundo que ela o viu, seus passos vacilaram e ela deu um passo para trás. Eu dei-lhe um olhar, silenciosamente dizendo-lhe para dar o fora daqui antes que ele a visse. Mas, é claro, Robert seguiu meu olhar e toda a sua atenção foi para Ivy. "Você," ele cuspiu, com mais desagrado em sua voz do que antes. "Você estava enchendo a cabeça da elite da sociedade com mentiras sobre como meu filho a estuprou!" Um suspiro coletivo atravessou a sala. Todo o sangue drenou do rosto de Ivy. Ela virou-se tão branca, tão rápido que me assustou. Braeden empurrou através da multidão e parou ao meu lado apenas a tempo de ver Ivy oscilando em seus pés e estender a mão firme para pegar-se na parede. "Seu filho da puta!" B rugiu e se lançou para frente. Eu o peguei pela cintura, mal capaz de contê-lo. Tanto quanto Robert merecia, Braeden atacá-lo em uma sala cheia de pessoas só iria prejudicar B. Robert poderia usá-lo como munição no caso que ele estava tentando construir, e uma sala inteira cheia de pessoas, incluindo todos os funcionários importantes dos Knights iria obter um assento na primeira fila para o temperamento de B. Isso não seria uma boa publicidade.


"Cara, não agora", eu disse-lhe em voz baixa. "Pense no seu futuro. Pense." Braeden lutou contra mim um pouco mais. Eu o coloquei em um aperto mais apertado. "Olhe para Ivy," eu exigi. "Ela vai cair. Isso é demais. Você precisa cuidar dela." A luta deixou completamente.

seu

corpo

instantaneamente.

Ele

afrouxou

Eu soltei, e ele passou correndo por Robert e levantou Ivy em seus braços e correu para fora da vista. Eu dei ao vocalista da banda aquele olhar “que porra é essa”, e fiz sinal para ele começar a tocar mais uma vez. Com sorte, a música iria abafar Robert latindo. Suave seria a última palavra usada para descrever como eu estava quando eu agarrei Robert direto no sovaco quando a música começou. Era uma canção otimista, feliz, e eu queria rir. Eu reboquei Robert para fora do quarto, meu pai se apressando depois de nós. "Eu não posso acreditar que você teve a coragem de aparecer aqui," papai disse a seu antigo colega. "Eu não posso acreditar que você teve a coragem de dar uma festa! Meu filho está morto." "E estamos todos muito tristes com isso, Robert, mas Zach já se foi há vários meses, e nossa família tem o direito de seguir em frente." O segurança dobrou a esquina no final do corredor e correu para a frente. Já era a porra da hora. Robert abriu a boca para dizer algo que ninguém queria ouvir, e eu bati a mão sobre o cara. Eu estava bem ciente dos repórteres e cinegrafistas assistindo de dentro da porta. As pessoas estavam presas por qualquer drama pessoal que estava conspirando aqui mesmo debaixo de seus narizes.


"Se você não calar a boca agora" – Eu me inclinei perto de modo que só ele podia ouvir as minhas palavras - "Você não será o único a mover uma ação judicial." Seus olhos queimaram e ele tentou dizer alguma coisa, mas minha mão bloqueou as palavras. Meu pai suspirou. "Você sabe tão bem quanto eu que Romeo estaria dentro de seus direitos legais para apresentar uma ordem de restrição. É isso que você quer, Robert? Outra nuvem escura sobre a sua família? Você gostaria de outro processo por difamação de caráter? " Sob a minha mão, seus narinas alargaram-se. Ele era como um touro numa loja de porcelana, uma bomba prestes a detonar. "O que está acontecendo aqui?" Um dos membros da segurança perguntou. "Ele precisa ser escoltado para fora da propriedade", eu disse. "Agora." Robert foi apreendido pelos dois braços e tudo, mas foi arrastado. "Meu filho não foi nada além de uma vítima!" O som quebrado que arrancou de seu peito fez a volta do meu pescoço apertar. "Ele foi uma vítima toda a sua vida. É tudo culpa minha." Papai e eu ficamos lá por um longo tempo, olhando para ele, mesmo depois que ele desapareceu. Meu pai virou-se para mim. "Eu odeio dizer isso, mas foi uma coisa boa que ele mostrou-se hoje à noite." "Quanta cerveja você bebeu esta noite, pai?", eu murmurei, ainda observando onde ele tinha ido. Se ele viesse correndo de volta aqui, eu ia levá-lo para fora. Eu não pensava em Zach como uma vítima. Eu pensava nele como um agressor. Mas eu acho que não era tão fora de campo da esquerda que o cara tinha sido vítima de alguma coisa em sua vida. De que outra forma o seu comportamento selvagem faria algum sentido? "Nem perto o suficiente." Pai riu e balançou a cabeça. "Ele acabou de incendiar a sua credibilidade, e não menos de cinco centenas de pessoas estavam aqui para ver como ele se comportou instável. Se ele de alguma


forma apresentar acusações contra Braeden, elas não vão pegar porque ele claramente não pode manter a objetividade." Depois que eu tive certeza que ele não ia voltar, eu procurei ao redor por B e Ivy. Eles não tinham entrado de volta. "Eu vou falar com Braeden", disse ao pai. Ele assentiu. "Eu vou dizer a Rimmel que você está bem e com Braeden." "Obrigado." Meu pai voltou, mas eu chamei seu nome. Dei um passo para perto dele e falei calmamente. "Quanto dano Robert fez para Braeden hoje à noite?" Ele suspirou e passou a mão sobre o rosto. "Eu não sei. Eu diria que nenhum, porque ele nunca, na verdade, acusou Braeden diretamente, mas você e eu sabemos que todo mundo percebeu que Braeden e Ivy estavam na cena do acidente. Esses detalhes se espalham rapidamente." "Eu não posso acreditar que ele tentou fazer parecer como se Ivy estivesse mentindo. Isso foi realmente muito baixo. Ninguém tinha que saber que ela foi estuprada." A expressão do meu pai endureceu. "Eu concordo. Isso foi desnecessário. Eu vou entrar e tentar controlar um pouco dos danos, ver o que as pessoas estão dizendo." Sim, talvez fosse insensível estar aqui falando de controlar os danos da reputação e carreira de Braeden. Mas este era o meu irmão. A vida dele. Eu não deixaria Zach tomar qualquer outra coisa da minha família. "Desculpe-me!" Uma voz familiar ecoou da multidão. Segundos depois, Rimmel surgiu a partir das pessoas reunidas e explodiu para o corredor. Drew e Trent subiram atrás dela, e isso meio que me fez sorrir. Era Branca de Neve seguida por dois de seus anões. Bem, realmente grandes anões. "Ele foi embora?", perguntou no segundo que me viu. Eu balancei a cabeça e segurei a minha mão. Ela correu para a frente e aconchegou em mim. Drew e Trent ficaram um pouco para trás, e eu engatei meu queixo em direção às portas que dão para fora. " Ivy está lá fora."


Do lado de fora estava escuro e frio. Manchas de neve se agarravam além da calçada e área gramada. O vento não estava soprando muito difícil, mas não era o suficiente de uma brisa para fazê-lo sentir ainda mais frio. Tirei o paletó preto que eu estava usando sobre a minha camisa e gravata de ouro branco enquanto meus olhos digitalizavam no escuro por B. Eles não estavam muito à frente, encostados no exterior do edifício perto ao grande deck de madeira, que estava fechado para o inverno. Rimmel começou a avançar em primeiro lugar, e eu envolvi minha jaqueta ao redor dela enquanto ela foi. Esse vestido era bonito, mas ela ia congelar a bunda. Graças a Deus ela colocou os sapatos de volta ou eu iria tirar os meus também, e ela estaria andando em barcos. Ela enfiou os braços nas mangas enquanto nós corríamos para a frente, o longo comprimento do seu cabelo preso debaixo do casaco, e ela não fez qualquer tentativa para retirá-lo gratuitamente. Ela provavelmente nem percebeu, já que estava muito focada em nossa família. "Ivy!" Rimmel afligiu-se. "Você está bem?" "O que há de errado com a minha irmã?", disse Drew, alarmado. Seus passos aceleraram na calçada quando ele foi em torno de nós para parar ao lado de Braeden. Ivy estava encostada na construção, o terno de B puxado ao redor de seus ombros e as mãos enfiadas debaixo das lapelas, segurando-a no lugar. Braeden tinha as duas mãos apoiando-se no edifício em ambos os lados do seu corpo, como se ele estivesse preocupado que ela poderia cair e ele precisasse pegá-la. "Eu estou bem", disse ela, com a voz um pouco instável. "Eu só não estava esperando ele aparecer e dizer a todos que eu fui estuprada." A mão de Rimmel encontrou a minha e apertou. Olhei para ela, mas ela não estava olhando para mim. Ela estava olhando para Ivy com uma preocupação em seu rosto. "Você está se sentindo bem?", perguntou ela. Ivy balançou a cabeça, uma ação que eu sabia que Rim não podia ver por causa de B e Drew em pé na frente dela.


Olhei para B, tentando avaliar onde ele estava com suas emoções. Seu rosto estava fechado, mas seus ombros estavam tão tensos que parecia doloroso. Ele estava chateado pra caralho, mas ele estava segurando tudo pelo bem de Ivy. "Ele foi escoltado para fora daqui. Ele não vai voltar. Ele poderia ter dito alguma merda na frente os repórteres para agitar o lugar, mas ele perdeu toda a credibilidade com esse golpe." Braeden empurrou para fora da parede e girou para me encarar. "Você acha que eu dou a mínima porra sobre a minha carreira agora?", ele gritou. "Aquele filho da puta apenas acusou Ivy de mentir sobre o que seu desprezível filho fez com ela! Agiu como se fosse ela que estava errada." "Ele é o pai dele", disse Ivy miseravelmente. Os olhos de Braeden queimaram. "Isso não é porra de desculpa! Se meu filho fizesse algo tão fodidamente condenável, eu nunca iria defendêlo!" Eu concordei. Cem por cento. Mas as palavras de Braeden pareciam chatear mais Ivy. Um soluço rasgou de sua garganta, e ela começou a chorar. Drew a puxou para seu peito e a abraçou perto, olhando para B por cima da cabeça. "Ivy..." Braeden suspirou e mais da sua ira dissolveu. Ele parecia cansado quando ele se virou para mim. "Vou levá-la para casa. – Você está bem com isso?" Eu balancei a cabeça, desejando que eu pudesse sair com eles. Esta era a porra da minha festa, e eu tinha que pelo menos ir para dentro e sorrir e agir como se nada estivesse errado. Se a mídia cheirasse problemas, eles estariam em cima de nós todos. Braeden podia não se importar agora, mas ele o faria se a imprensa estivesse toda fora de nossa casa. "Dê o fora daqui", eu disse e puxei as chaves do carro do meu bolso." Pegue o Cat. Vou pedir a meus pais para nos deixar todos em casa." Nós quatro tínhamos vindo em conjunto, deixando o caminhão de B para trás.


"Eu tenho meu Mustang", disse Trent ao lado de Drew. "Vou levar todo mundo para casa, e você e Rim podem manter o Cat aqui para quando você puder sair. " "Obrigado," B disse e fez sinal para eu guardar as chaves. "Eu vou trazê-lo para perto", disse Trent. "Vamos, Ives," Drew disse gentilmente e começou a levá-la. "Infernos, não", Braeden estalou e estendeu a mão para ela. "Ela fica comigo." Ela encaixou-se ao seu lado com um suspiro. Drew parecia que queria discutir, mas Ivy balançou a cabeça. "Tudo bem. Vá com Trent. Meus pés doem. Eu esperarei aqui." Drew correu atrás de Trent, e depois fomos só nós quatro. "Eu realmente sinto muito por esta noite, princesa." Eu a chamei pelo apelido que ela odiava, esperando que isso a fizesse sorrir. Não fez. "Eu deveria ter segurança na porta olhando para ele." "Isso não é culpa sua, Romeo", disse Ivy, soando um pouco mais como ela mesma. "Eu não deveria deixá-lo chegar a mim. É só que agora todos sabem. Agora, sempre que eles olharem para mim, é tudo o que vão ver. Eu não quero ver o que eu estou tentando deixar no passado nos olhos de todos quando olharem para mim." Braeden fechou os olhos funcionou quando ele engoliu.

momentaneamente

e

sua

garganta

"Nós vamos encontrar uma maneira de colocar uma ordem de mordaça13 sobre ele," eu jurei. "O dano está feito," B murmurou. "Eu tenho que encontrar aquele -" "Pare aí," eu entoei. "Você já tem o suficiente com que se preocupar, sem a adição de Robert gritando ataque." "O filho da puta merece isso", ele murmurou sombriamente. "Ele não vale a pena", eu lembrei a ele. Alguns metros de distância, o Mustang prata de Trent deslizou até o meio-fio bem do outro lado da grama. Ordem de mordaça, é uma ordem que afirma que não se pode falar sobre um determinado evento ou plano. 13


"Deixei minha bolsa lá dentro", disse Ivy, endireitando-se. "Eu vou pegá-la para você", Rimmel ofereceu e depois foi apressar-se para dentro. Antes que a porta atrás dela pudesse balançar fechada, foi aberta e alguns dos Knights caminharam para fora. "Lá está ele," Thomas disse quando me viu. Eu desci meu queixo. "O que está acontecendo?" "Nada, só queríamos vir oferecer o nosso apoio para o nosso quarterback e nosso novato." "Decente de vocês", eu disse e estendi minha mão para bater para fora. Thomas retornou o gesto quando ele e outros quatro companheiros de equipe pararam ao nosso lado. Blanchard era um deles. Ele estava pendurado em direção à traseira, apenas observando. Tomei isso como um sinal de boa-fé que ele estava aqui fora de apoio. "Obrigado, rapazes", disse Braeden, apertando o braço em torno de Ivy. "Não se preocupe com essa besteira, Sra Perna Oca", disse Thomas, concentrando-se sobre ela. "Ninguém vai incomodar você sobre a tentativa de algum bêbado idiota por atenção." A boca de Ivy chutou para cima em um sorriso. "Senhora Perna Oca?" Crawford, o jogador ao lado de Thomas, assentiu. "Sim, você é uma de nós agora. Nós cuidamos dos nossos." Sim. Esta era definitivamente uma equipe que eu era orgulhoso pra caralho de estar. Eu poderia ter estado inseguro sobre os Knights quando entrei para a sua equipe na última temporada, mas todas as minhas dúvidas se foram agora. Este era o meu novo bando, e eles estavam aceitando a minha família como sua própria. Eu poderia dizer pelo olhar no rosto de Braeden que ele ficou surpreso que eles se reuniram em torno de nós tão rápido.


Claro, havia um idiota em cada grupo que tinha que estragar o bom tempo de todos. "Ele não é um de nós, ainda não", disse Blanchard da parte de trás. Minha ira aumentou. Thomas, Crawford, e Bingle todos olharam para ele. "Tecnicamente, não", disse Thomas. "Mas são apenas detalhes. Assim que a seleção acabar, ele será." "Vamos ver", Blanchard sussurrou. "Que porra é o seu problema, cara?" Braeden vomitou. "Você tem um problema comigo, pessoalmente, ou é apenas porque Rome o bateu fora do ponto superior?" Crawford assobiou baixinho. Então a equipe tinha notado as correntes acontecendo ao redor. Eu me perguntei se eles tinham, mas eu nunca trouxe à tona. Isso não é o tipo de líder que eu queria ser. "Eu não sabia que eu tinha sido substituído." Blanchard levantou uma sobrancelha. "Detalhes". Braeden zombou. Blanchard não gostava de ser desafiado assim, especialmente na frente de quatro de seus companheiros de equipe, um dos quais era eu. Ele deu a volta em todos os rapazes e até Braeden. "Não tenha suas esperanças demasiado altas, novato. Quando a mídia começar a fazer manchetes sobre o passado sujo da esperança da NFL como um assassino, esses detalhes com os quais parece tão despreocupado, vão morder-lhe no rabo." "Frio, cara", disse Thomas e bateu em Blanchard no ombro. Blanchard deu de ombros e olhou para B. Não faça isso, Braeden. Não o deixe obter o melhor de você. "Você mesmo disse," Braeden replicou calmamente. "Quaisquer notícias que eles têm serão inventadas." Ele virou-se para orientar Ivy para o Mustang. Eu estava orgulhoso pra caralho dele ali. Blanchard ofereceu-lhe uma grande pilha de munição, e B se afastou.


"Eu não sei", Blanchard chamou. "Você se parece com um assassino para mim." "Cale a porra da boca", rosnei. Os olhos dos outros jogadores alargaram-se, e todos eles deram um passo coletivo de volta ao seu quarterback. B riu, uma risada divertida de se ouvir, e deixou cair o braço em torno de Ivy para olhar para trás. "Aproveite o seu lugar no banco nesta temporada." Braeden poderia ter estado no controle total de sua raiva naquele momento, mas nem todos estavam. Blanchard porra estalou. "Seu filho da puta", ele grunhiu e saltou para a frente. "Não!" Ivy gritou e empurrou longe de Braeden para pisar na frente do jogador de futebol gigante correndo para o meu irmão. O corpo de Blanchard ficou tenso ao vê-la, mas era tarde demais. Ele se chocou com ela. Bateu nela tão forte que ela saiu voando para trás e bateu no chão frio, duro. O casaco que tinha sido estendido sobre os ombros dela voou, aterrissando em uma pilha atrás de seu corpo. Ela gritou quando ela bateu no chão, e do interior do Mustang, ouvi o grito de de Drew. O pescoço de Braeden inchou com raiva, e eu agarrei Blanchard e o joguei atrás de mim. "Segure-o!", eu mandei, e meus companheiros o agarraram apertado. Eu não poderia deixar Braeden golpear seu traseiro, mas Blanchard não ia se afastar disso ileso. Braeden mudou-se para empurrar por mim, e eu empurrei-o de volta. Ele olhou para mim, incrédulo, a ponto de gritar, mas Ivy choramingou. Nós dois esquecemos de Blanchard e corremos em direção a ela. Ela ainda estava no chão, sentada, debruçada sobre si mesma com o braço enrolado em torno de sua cintura.


"Ivy." Braeden caiu de joelhos ao lado dela. "Baby, você está machucada?" Ela fez um som de dor e curvou-se em torno de si mesma ainda mais, como se estivesse dobrando a partir de uma cãibra. Um mau pressentimento vermifugou dentro de mim, mas eu não sabia por quê. "Não", ela gemeu. "Não o quê?" Braeden em pânico. "O bebê", ela soluçou, pressionando uma mão ao estômago. Tudo parou. Braeden congelou como se alguém batesse pausa em um filme. Todos nós olhamos para Ivy, perguntando-nos se o que acabamos de ouvir era realmente o que acabamos de ouvir. "O que você acabou de dizer?" Braeden sussurrou, sua voz mortalmente suave quando ele olhou. Ivy olhou para ele com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. "Nosso bebê." Braeden olhou para a mão dela, onde ela estava embalando seu estômago. A mão dele disparou a pairar sobre sua cintura. Ele estava completamente sem palavras, seus olhos selvagens. Mas então Ivy choramingou novamente e mudou de posição, como se ela estivesse em dor. Braeden estalou fora dele, e cuidadosamente tão maldito cuidadosamente levantou-a em seus braços. "Nós estamos indo para o Pronto Socorro." Sua voz estava quase irreconhecível. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele começou a correr em direção ao Mustang. Puta que o pariu. Ivy estava grávida.


LA VEM A NOIVA... E UM BEBE? (Também Conhecido Como Parte Três)


CAPITULO TRINTA E UM Zach foi assassinado? O pai dele parece pensar que sim. #PaiEmLuto OU #Verdade ...BuzzBoss

I VY Nunca tive a intenção de ter um bebê. Inferno, isso estava tão longe de qualquer plano que eu tinha para a minha vida, que nunca me ocorreu como uma possibilidade quando comecei franzindo o nariz no sabor do café, sentindo-me tonta e exausta, e desejando coisas como suco de laranja e queijo grelhado. Eu estava tomando pílula. Ficar grávida não deveria ter acontecido. Mas aconteceu. Eu estava. Outra pessoa estava crescendo em mim. Uma parte de mim e uma parte de Braeden. Choque era um eufemismo para como eu me sentia quando eu olhei para o meu calendário um dia e percebi que era mais de um mês de atraso. Choque e medo. Mas mesmo que eu estivesse apavorada, mesmo sabendo que a minha vida ia mudar para sempre e eu não tivesse ideia na terra de como dizer a Braeden ou o que ele diria...


Eu estava feliz. Tão feliz. Como eu poderia não estar? Uma parte de Braeden estava crescendo dentro de mim. Eu não sabia como dizer a ele. Parecia impossível apenas entrar pela porta uma noite e anunciar que estava grávida e sua vida nunca mais seria a mesma, de que ele estaria amarrado a mim para o resto de nossas vidas, não importa o quê. Eu sabia que Braeden me amava. Isso nunca foi uma dúvida. Mas nós não estávamos prontos para isso. Nossa vida juntos, até agora, tinha sido tumultuada. Nós ainda estávamos lidando com os efeitos de tudo o que aconteceu. Braeden estava à beira do que eu sabia que ia ser uma carreira incrível no futebol. Eu estava tentando descobrir o meu lugar na moda. Ainda estávamos navegando no mundo como um casal. Como, então, eu poderia olhar nos olhos dele e dizer-lhe isso? E se ele estivesse com raiva? E se ele me odiasse? E se ele decidisse que era tudo apenas demais? E se agora nada daquilo sequer importasse? Eu tinha visto aquele cara gigante vindo em Braeden depois que ele virou para ir embora. Eu estava chateada e querendo ir para casa, mas naquele momento, isso não tinha importância. Tudo o que eu vi foi alguém ameaçando o homem que eu amava. O homem que estava desnecessariamente tanto ultimamente. E ali ele estava indo embora, tentando ser o maior cara. Certo, tudo bem. B estava longe de ser inocente. Mas ele ia deixar passar. Ele ia entrar no Mustang e ir embora. Cabeça de alce tinha outras ideias. O homem que me derrubou = Cabeça de alce. Ele era gigante, franzindo a testa, e veio acusando Braeden. Além disso, ele tinha uma cabeça grande. Como um alce.


Eu empurrei B para trás, não que ele realmente fosse a qualquer lugar, mas eu pisei entre eles, pensando que eu iria parar a situação antes que piorasse. Eu só queria proteger Braeden. E agora aquilo poderia ter custado a vida do nosso bebê. Fiquei ali sentada enrolada em mim mesma, os braços em volta da minha cintura, enquanto as lágrimas irreversíveis pingavam pelo meu rosto. Eu tive um pouco de tempo para digerir isso. Eu tive um pouco de tempo para me acostumar com a ideia de um bebê, e eu ia carrega-lo dentro de mim. Braeden não tinha conseguido nada disso. Eu não tinha sequer dito a ele. Deus, isso não era a maneira que eu queria dizer a ele. Ele poderia não ter tempo nenhum agora. Seu bebê poderia ter ido embora praticamente antes que ele sequer soubesse que existia. "Sinto muito", eu soluçei, as palavras roucas e baixas. "Não diga isso," Braeden exigiu, sua voz tão rouca quanto a minha. Eu estava reunida em seu colo no banco da frente do Mustang. Seus braços eram o cinto de segurança que eu precisava; ele estava tão embrulhado ao meu redor. Eu podia sentir o martelar de seu coração contra seu peito e sentir as respirações irregulares que ele puxou para os seus pulmões em um ritmo irregular. Suas mãos estavam em punhos com força, mas gentis em meus lados. Eu queria sentar e explicar, contar-lhe tudo, mas tudo o que saía de mim eram lágrimas. Depois que soltei a bomba, ele me levou correndo para o carro, sentou-se comigo em seu colo, e exigiu que Trent dirigisse antes que a porta estivesse sequer fechada. Ninguém disse uma palavra sobre ele me segurando em sua volta enquanto Trent dirigia como um louco em direção ao Pronto Socorro. "Braeden, é melhor você me dizer o que diabos está errado com a minha irmã," Drew exigiu do banco de trás.


Ele tinha estado tão silencioso quanto eu. As únicas palavras que ele tinha falado desde que exigiu irmos para o Pronto Socorro, foi a breve rejeição do meu pedido de desculpas. "Ivy está grávida", Braeden moeu pra fora. Eu não poderia dizer o que estava sentindo a partir do som de sua voz. "Seu imbecil!" Drew amaldiçoou do banco traseiro. "Você engravidou a minha irmã, em seguida, deixou aquele corpo de alce depositá-la no chão! " Está vendo, ele totalmente parecia um alce. Braeden não disse nada. Ele não tentou se defender. A única reação que as palavras de Drew obtiveram foi a batida ainda mais frenética de seu coração. "Agora não é o momento, Drew", disse Trent. Parecia que ele era a única voz da razão neste carro. "Você está do lado dele!" Drew exigiu. Eu senti mais do que vi Trent puxar. "Eu estou do lado de Ivy agora. E você agindo como um porra de um imbecil não está ajudando a sua condição." Aquilo fez Drew se calar. Graças a Deus. "Ivy, você está com dor?", perguntou Braeden. Ele parecia com dor ele mesmo. "Eu não tenho certeza", eu murmurei, limpando o meu rosto com as costas das minhas mãos. "Eu não me sinto bem. Aquela foi uma queda muito difícil... O bebê..." Comecei a chorar mais uma vez. Braeden empurrou minha cabeça em seu peito, e eu me agarrei a ele, finalmente, soltando minha cintura para que eu pudesse cavar minhas mãos em sua camisa e pendurar. "Eu preciso de uma âncora agora, B." Eu soluçava. "Por favor, por favor, não deixe eu me afastar."


Eu nunca tinha realmente pensado muito sobre o que um pedaço de vidro parecia quando ele quebrava. Mas agora eu entendia. Vidro estava enganando em alguns aspectos. Parecia grosso e forte. Mesmo que fosse claro, você sempre sabia que estava lá - às vezes uma barreira para todos os tipos de coisas. Como a chuva. Neve. Vento. Dor. Mas o vidro não era sempre tão forte quanto parecia. Bastava uma bem colocada pancada para quebrá-lo. Uma vez que a menor pressão fosse aplicada para a ruptura, ele se estilhaçava e se espalhava, serpenteando através da superfície e ameaçando quebrar a si mesmo em dois. E, às vezes, um pedaço de vidro não apenas quebrava. Ele quebrava em um milhão de pedaços irregulares. Era assim que eu me sentia naquele momento, como se eu tivesse rachado, mas estava segurando junto - só para ter algo me atingindo apenas no ponto certo. "Eu tenho você", Braeden sussurrou contra meu cabelo. "Você não vai a lugar nenhum." Ele levantou a cabeça e falou sobre a minha. "Aqui, basta soltar-me." O carro parou rapidamente, mas eu não me empurrei para frente. Braeden estava me segurando com muita força para isto. A porta do passageiro abriu instantaneamente, e Drew estava na calçada. Ele chegou em mim, e Braeden rosnou. Saímos do carro como um. Braeden nem parou. Ele literalmente apenas continuou se movendo. A porta do carro bateu atrás de nós, mas eu não tinha certeza se Drew tinha ficado no carro ou ficou conosco. O vai e vem das portas duplas automáticas era alto, e o ar que empurrou em mim, fez-me tremer. O tremor se transformou em sacudidas, e eu tentei em vão parar meu corpo de tremer. Eu sabia que ele tinha que sentir isso. Eu estava perto demais para ele não sentir. Mas ele não disse uma palavra; ele apenas entrou rapidamente no Pronto Socorro foi direto para a mesa. "Senhor?", disse uma enfermeira.


"Eu preciso de um médico", Braeden disse asperamente. "Agora mesmo. Ela está grávida e ela caiu. Eu..." A forma como a sua voz só caiu afastada me fez doer. "Senhorita, você está sangrando?", perguntou a enfermeira. Eu empurrei como se ela tivesse me dado um tiro. Eu não queria sangrar. "Que raio de pergunta é essa para fazer para ela aqui na frente de todos?" Braeden exigiu. Chupei uma respiração irregular e levantei a cabeça. "Desculpe-o. Ele está apenas..." Com medo. "Preocupado. Eu não sei se estou sangrando." A enfermeira olhou para trás e para frente entre nós. Seus olhos se suavizaram. "Primeiro bebê?" Braeden fez um som. Mais lágrimas escorreram de meus olhos. "Vamos lá", disse ela, agarrando uma prancheta cheia de papéis e uma caneta. "Me siga." Ela não tinha ideia da guerra que ela tinha evitado tomando-me de volta imediatamente. Braeden provavelmente traria o telhado para baixo se ela me dissesse sentar na sala de espera. Graças a Deus. Eu precisava de respostas. Eu precisava saber... Ela puxou de volta uma cortina para um pequeno cubículo com uma cama estreita no centro. Braeden pisou bem acima dela, mas não me deitou. Em vez disso, ele estava lá, segurando-me, de pé sobre o colchão. A cortina fez um som de raspagem quando foi puxada para trás ao redor, fechando-nos de olhos curiosos. "Você precisa colocá-la na cama", disse a enfermeira, gentil. Relutantemente, ele me deitou, e eu tentei não estremecer. "De quanto tempo você está?", ela perguntou, a caneta pairando sobre a prancheta. Olhei para Braeden e depois, afastado. "Doze semanas".


Ele respirou fundo, e eu não ousei olhar para ele novamente. "O que causou a queda?", perguntou ela. "O quê?" Eu repeti, mal escutando-a. Eu estava desesperada para olhar para o rosto de Braeden, mas tão incrivelmente com medo, também. "Uma escada? Descendo as escadas? De uma cadeira?" Oh. Ela queria saber como eu caí. Lambi meus lábios. "Alguém me empurrou." Os olhos da enfermeira estalaram para cima. "Alguém empurrou você?" Ela olhou para Braeden. Um pouco de pânico me deixou para abrir espaço para a indignação. "Nem sequer olhe para ele assim:" Eu bati. "Foi outra pessoa. Um grande jogador de futebol. Eu bati no chão duro." "Por que você me parece familiar?", a enfermeira perguntou, continuando a olhar para Braeden. Levantou-se em sua plena altura, impressionante. "Quem diabos se importa? Ela precisa de atenção médica. Esta não é o alguma chamada amigável de casa!" "Data do seu último período?", perguntou ela. Eu disse a ela. Então eu disse: "Sua mãe é a enfermeira Walker. Ela é uma enfermeira aqui. E ele acabou de ser selecionado pela NFL. Nós não estamos tentando ser rudes, mas estou com muito medo." Eu senti meu lábio oscilando. "Merda, Ivy, não o lábio." Braeden jurou. Eu o mordi, tentando fazê-lo parar. "Você é filho de Caroline?" A enfermeira olhou para B e sorriu. "Meu bebê!" Braeden rugiu e apontou para mim. Eu não me incomodei pedindo desculpas novamente. Eu queria respostas, também. E eu estava muito ocupada chorando de novo, porque Braeden tinha reconhecido seu filho. A enfermeira puxou o papel de topo fora da prancheta e, em seguida, colocou a coisa toda na cama. "Eu preciso de você para preencher isso o


mais rápido possível." Então ela me entregou um vestido feio do hospital. "Ponha isto e, em seguida, vá ao banheiro no final do corredor " - ela apontou em uma direção - "e verifique se você está sangrando. Se você estiver, eu preciso saber imediatamente." "Isso é ruim se eu estiver?" , eu sussurrei. "Tudo depende." Essa foi a resposta de maior merda que eu já ouvi . Eu balancei a cabeça e peguei o vestido. "Vou chamar o médico." Ela começou a sair e , em seguida, virou-se. "Tente não se preocupar muito. Isto não é bom para você ou o bebê. Você está cedo em sua gravidez, querida, e seu corpo é construído para proteger esse bebezinho. Provavelmente, você vai ficar bem." Tentei ser consolada por suas palavras, mas eu não estava. Eu não ficaria até que ouvisse um médico dizer-me isso. Pequeno bebê. Chamando-o pouco o fez parecer muito mais frágil. Sim. Eu comecei a chorar. Mais uma vez. Ela caminhou ao redor da cortina, e Braeden fez algo que me mostrou o quão apavorado ele realmente estava. "Senhora ", ele chamou a enfermeira, picando sua cabeça fora. Eu não ouvi a resposta dela, mas ela deve ter dado, porque ele falou novamente. "Ligue para minha mãe.”


CAPITULO TRINTA E DOIS Rivalidade entre times. Alguém precisa aprender quem é o seu Alpha. ...BuzzBoss

B RAEDEN Mãos pequenas. Pés minúsculos. Muito pequena para uma alteração de vida tão enorme. Olhei através da parede de vidro, vendo coisas que eu tinha visto antes, mas nunca realmente vi. Lá haviam três carrinhos estacionados atrás do vidro. Todos eles com rodas grandes com estruturas de aço e pernas que mantinham os recipientes transparentes com pequenos cartões na frente. As cartas tinham nomes cuidadosamente datilografados, identificando os bebês dentro. Bebê. Ivy estava grávida. Talvez. Enquanto eu estava lá e assisti as três minúsculas vidas, novas, se contorcerem e dormirem dentro daquelas cestas claras de rolamento, eu


não poderia evocar qualquer parte da raiva que normalmente vinha tão rápido. Eu deveria estar espumando pela boca agora por um pedaço de Blanchard, para o que ele tinha feito. Mas tudo que eu podia ver eram aqueles três pequenos bebês e ouvir aquela palavra aterrorizante em repetição: Talvez. Eu estava apavorado que ela estivesse grávida. Eu estava apavorado que ela não estivesse. Eu não queria um bebê. Esse bebê é parte de Ivy. Parte de mim. Como diabos isso aconteceu? Há quanto tempo ela sabia? Por que ela não me contou? Talvez. Um dos bebês, empacotado em azul, de alguma forma teve a mão livre do cobertor embrulhado (De verdade, porém, ele parecia um burrito) e o punho em miniatura começou a acenar em torno como ele não tivesse controle sobre coisa alguma. Olhei para ele, totalmente extasiado quando o punho balançou e ele começou a mexer. Os bebês eram barulhentos. Eles precisavam de um monte de coisas. De alguma forma, ele conseguiu enfiar parte de sua mão em sua boca. Sua agitação acalmou enquanto ele sugava seus dedos. Ele era bonitinho. De repente, eu girei longe do vidro e apoiei as costas contra ela em vez disso, chutando para fora uma das minhas pernas e cruzando os braços sobre o peito. O piso de cerâmica branco era brilhante debaixo dos pés, e as pessoas se apressavam ao redor até o salão. Mas por alguma razão não dita, ninguém veio pelo corredor onde eu estava. Eles me deixaram aqui em paz a me afogar em pensamentos e miséria.


Não sei quanto tempo se passou. Provavelmente não muito. Apenas o tempo suficiente para eu surtar longe de olhos curiosos. Um corpo ficou junto ao meu, ocupando quase a mesma postura contra o vidro. Eu não tinha que olhar para saber quem era. Havia apenas uma pessoa que poderia ser. "Achei que você estaria aqui", disse Romeo. "Eu precisava de um minuto, apenas algum tempo para... ah, pensar." "Ivy?", ele perguntou. Eu balancei a cabeça uma vez. "Não sei. Expulsaram-me da sala para um exame. " Eu esfreguei uma mão sobre meu rosto e gemi. Deus, ela estava um desastre. Ela não conseguia parar de chorar, e a forma como ela manteve encolhendo-se em si mesma, em torno do nosso filho... protegendo a parte de nós que estava crescendo dentro dela. Ela precisava de uma âncora agora, mas eu me sentia como um barco com um buraco no meio. Eu estava fazendo água, enchendo-me lentamente, e eu estava começando a afundar. Eu me senti tão impotente agora como eu estava na noite que eu assisti a BMW de Zach virar mais de três vezes. "Então, estamos esperando..." Romeo supôs. "Sim." Eu inclinei minha cabeça para trás contra o vidro, olhando para o teto. Ficamos ali em silêncio juntos por alguns minutos. Ele não disse nada. Ele apenas ficou lá. Como um irmão. "Onde estão todos?", perguntei. "Na sala de espera." "Drew ainda vai bater na minha bunda?" "Ele vai ter que passar por mim." "Eu não preciso que você lute minhas batalhas, Rome." "Eu sei."


Nós ficamos em silêncio novamente. "Eu não sei nada sobre ser um pai", eu sussurrei. "Eu não acho que alguém saiba alguma coisa sobre ser um pai", ele sussurrou de volta. "O meu, com certeza, não sabia. Fodeu bem comigo." "O que é a única coisa que você sempre quis de seu pai que você nunca teve?" "Que ele não batesse em minha mãe?" Eu brinquei. Romeo me deu um olhar. Suspirei. "Que ele me amasse. Que ele porra se importasse." "E olhe para você," Rome disse, empurrando fora da parede e voltando a olhar através do vidro. "Você nem sabe se você quer essa criança ainda, mas você já se importa demais." "Eu a quero", eu disse, minha voz rouca. "O que é isso?" Rome olhou para mim. Olhei para cima, chamei sua atenção. Eu sabia que ele me ouviu. Ele só queria que eu dissesse isso novamente. "Eu a quero." Romeo sorriu. "Eu sei." "Como você sabe?" Eu empurrei para fora da parede e me virei, então ficamos ambos olhando através do vidro. "Porque se isso fosse Rim, eu me sentiria da mesma maneira." "E se ela a perdeu?" Eu odiava dizer isso em voz alta. Eu odiava a forma como isso me fazia sentir. Como se eu tivesse passado quatro dias fazendo nada além de vomitar e minhas entranhas estivessem vazias e doloridas. Eu tinha sabido disso há cinco minutos – maior parte dos quais eu passara perdendo a cabeça e praticamente me mijando. Mas, mesmo enquanto eu estava fazendo tudo isso, no fundo eu estava petrificado que não haveria bebê nenhum.


Romeo respirou como se ele também ficaria quebrado. "Nós vamos lidar com isso. Como uma família." Olhei para ele, grato como o inferno que ele estava aqui. Seus braços estavam cruzados sobre o peito, e eu podia ver parte de sua mão direita. Estava vermelha com alguns cortes parecendo esfolados. "O que aconteceu com sua mão?" Ele olhou para ela, flexionou os dedos contra o braço dobrado, e resmungou. "Aquilo era meu sobrinho e irmã que ele ofendeu." Surpresa me percorreu. "Você foi atrás de Blanchard?" "Não tive que ir atrás dele. Ele ficou bem ali para sua surra." Eu resmunguei. "Então eu não posso arruinar a minha carreira, mas você pode arruinar a sua?" "Praticamente." Ele sorriu. "Eu lhe daria o dedo, mas há bebês presentes." Fiz um gesto para as janelas. "Já pensando como um pai", ele meditou. A declaração me deu um soco no estômago. Eu nem sequer sabia se eu ia ser pai. "Eu realmente aprecio você estar aqui, Rome. Por ser a minha família." "Eu sempre serei sua família, cara. Não importa o que." Sua voz era sincera. Eu o abracei. Bem ali, na frente dos bebês. Demos um show aos carinhas. Ele abraçou-me de volta, e pela primeira vez, eu não estava preocupado com quem pudesse me ver. "Eu te amo, Rome," eu admiti. "Eu também te amo, B." Nos separamos, então. "Cara, aquele bebê lá dentro parece um bocado como um avô enrugado,"


Romeo rachou. Eu ri. "Você diz essa merda sobre meu filho e eu vou te bater." "Com sorte, ele vai parecer com Ivy." Ele se virou para mim e sorriu. "Você acha que é um menino?" Mais cedo, ele o chamou de sobrinho. Ele levantou um ombro. "Parece bom para mim." Parecia mesmo bom. "Braeden," uma voz familiar carregou pelo corredor abaixo. Meu corpo inteiro ficou tenso, e eu empurrei ao redor. "Mamãe. Ivy - " Eu corri, meu pânico interior disparando. "Ela está bem, querido. Eles vão fazer um ultrassom para verificar tudo. Eu disse a ela que encontraria você, ver se você queria estar na sala." Corri pelo corredor, nem mesmo olhando de volta para Romeo. "Deixe-nos saber." Ele me chamou. Eu levantei a mão em resposta. Eu não era capaz de encontrar a minha voz para responder. Era isso. Eu estava prestes a descobrir o meu futuro.


CAPITULO TRINTA E TRES Família cuida da família. #FamíliaNemSempreÉDeSangue ...BuzzBoss

I VY Ele não me deixava caminhar até o banheiro. No segundo que eu mudei para o vestido terrível. (Seriamente, porém, por que estes vestidos não podem ser atraentes? Não é ruim o suficiente que os pacientes têm de estar aqui por alguma razão terrível, mas depois receber um vestido que é seriamente deprimente é apenas errado. Errado, eu digo a vocês.) De qualquer forma, no segundo que eu estava usando o vestido hediondo acima mencionado, mudei-me para descer da cama. E Braeden rosnou. Ele rosnou. Para mim. Eu nunca o teria deixado escapar disso, se eu não estivesse ainda tremendo como uma folha e com tanto medo. Algumas enfermeiras e pacientes nos olharam quando ele me levou para baixo no pequeno corredor em direção ao banheiro. Quando ele entrou no pequeno quarto e ficou lá


como se esperasse que eu verificasse se havia sangramento enquanto ele estava lá, eu balancei a cabeça. "Eu preciso de um minuto." Seu rosto escureceu, e meus olhos se encheram novamente de lágrimas. "Por favor. Eu vou ficar bem. Basta esperar do lado de fora da porta." Cautelosamente, eu fui colocada em meus pés, e a porta se fechou atrás de mim. Olhei-me no espelho minúsculo sob a iluminação horrível. Eu disse a mim mesma que era a razão pela qual eu parecia tão ruim. Era uma mentira na qual eu não acreditava. Eu sabia a verdade. Eu parecia terrível, porque eu me sentia terrível. Ele ainda não tinha dito muito sobre o bebê. Eu não tinha ideia de como ele estava se sentindo além de estar extremamente preocupado. Eu levantei o vestido, agrupei-o ao redor da minha cintura, e peguei minha calcinha. Eu tinha uma ideia muito boa se eu estava sangrando ou não, mas eu não podia ter certeza. Eu me sentia tão assustada, mas também tão fora disso que eu não poderia realmente confiar no que eu pensava. Meus sentimentos estavam em todo o lugar. Eu nunca me senti tão selvagem com emoção. Nem mesmo na noite que eu lembrei que Zach me estuprou. Minhas costas estavam doendo. Isso não poderia ser um bom sinal. E se eu bati no chão com tanta força que isso ia causar um aborto espontâneo? E se as dores nas costas fossem o começo do fim? Um soluço se libertou da minha garganta, e eu mordi meu lábio, duro, então ninguém iria ouvir. Eu estava andando em uma espécie de pânico sobre esta gravidez desde que eu descobri. Foi fantástico o quão rápido as dúvidas e medos que eu tinha desapareceram quando fui confrontada com não estar grávida mais.


Respirando fundo, eu olhei. Então eu usei as instalações e verifiquei novamente. O som do vaso sanitário cobriu o primeiro soluço que rasgou da minha garganta. E eu consegui segurar o resto enquanto eu lavei minhas mãos. No segundo que fechei a água, vi minha imagem no espelho novamente, e a represa abriu-se novamente. Agarrei os lados da pia de porcelana branca e chorei. Não importava quantas vezes eu disse a mim mesma para aguentar, não havia nenhuma maneira que eu poderia. A porta se abriu, e Braeden encheu a porta. Olhei para trás em seus olhos atingidos, e isso me fez chorar mais. "Oh, baby", ele murmurou e me pegou novamente. Eu enterrei meu rosto em seu pescoço no caminho de volta ao nosso pequeno cubículo. Ele se sentou na cama comigo em seus braços. Subi mais perto em seu colo e respirei seu perfume. A gravata que ele estava usando há muito havia sido arrancada, e os botões da camisa branca estavam desfeitos em seu pescoço. Enquanto eu chorava, minhas lágrimas deslizaram abaixo de seu pescoço e desapareceram sob a gola da camisa. "Ivy." Ele tentou me puxar de volta, mas eu me agarrei a ele. Eu não queria ver o olhar em seus olhos. "Ivy, eu preciso saber. Havia... Havia sangue?" "Não." Eu gemia. Meus ombros balançaram. Todo o seu corpo pareceu ceder. "Isso não é uma coisa boa?" "Minhas costas doem." Eu gemi novamente. "Eu não me sinto bem." "Ok", ele acalmou, esfregando uma mão quente nas minhas costas. Ele tinha mãos grandes, e isso me fez sentir um pouco mais segura. Meu pranto se transformou em soluços e meus olhos se fecharam. O som da cortina sendo puxada para trás me fez endurecer, mas não me afastei. "Mãe", disse Braeden, o alívio em sua voz.


"Uma das meninas no andar me chamou, então Romeo fez também, mas ninguém diria o que estava errado. O que no mundo aconteceu?" Ergui a cabeça e tentei sorrir. "Oi, Sra. Walker." "Ivy, querida." A preocupação marcou seu belo rosto, e ela ainda estava vestida com o vestido estilo marinheiro que ela tinha desgastado para a festa mais cedo. "O que aconteceu?" Engoli em seco e olhei para Braeden. Eu não podia dizer isso. "Ivy está grávida. Depois que nós saímos do hotel... ela caiu, e agora ela está preocupada – estamos preocupados sobre o bebê. " Ele disse que estava preocupado com o bebê. Eu enterrei meu rosto em seu pescoço novamente. Atrás de mim, ela engasgou. "Um bebê?" Senti B acenar. "Foi uma surpresa." Ele nem sequer agia como se ele só tivesse acabado de descobrir. Ele fez soar como estávamos totalmente nisto juntos. "Isso é maravilhoso!" Ela explodiu. Comecei a chorar mais. Braeden deve ter olhado para ela, porque ela veio correndo ao longo. "Oh querida. Eu não tive a intenção de te aborrecer. O que os médicos disseram?" "Nós ainda estamos esperando," B disse brevemente. "Isso não é aceitável. Eu vou mexer os pauzinhos." "Obrigado." A gratidão em sua voz era esmagadora. Eu senti um toque hesitante no meu braço, e eu olhei para cima. "Nós vamos saber algo muito em breve, OK. Tente se acalmar." Eu balancei a cabeça. Sua mãe saiu, mas a ouvi no corredor, gritando ordens. Eu nunca a tinha escutado parecer dessa maneira, tão autoritária e mandona. "Oh, merda", disse B. "Mamãe está em pé de guerra."


"Braeden." Eu sentei para trás e encontrei seus olhos. A cor de chocolate quente foi tão bem-vinda ao meu corpo frio e tremendo por dentro. Ele acariciou o lado da minha cabeça. "Falaremos depois de ouvir alguma coisa, tudo bem, baby?" Eu balancei a cabeça e me aconcheguei de volta em seu peito. Em poucos segundos, sua mãe tinha trazido um médico e uma enfermeira e um monte de resultados. "Braeden", ela disse rapidamente, puxando para trás da cortina. "Nós precisamos de espaço aqui dentro, Ivy vai ser examinada. Então eu vou te procurar." "Está tudo bem", eu sussurrei. Ele me deixou em seguida, para as mãos que cutucavam, mas ainda assim capazes do médico e enfermeira. Pedi à mãe de Braeden para ficar. Eu gostava dela, e isso me fazia sentir melhor, ter alguém por perto que eu confiava. Ela ficou em pé ao lado da minha cabeça enquanto eu estava sendo examinada e cutucada e espetada. Eu respondi a uma centena de perguntas, e todo o tempo, o médico balançou a cabeça e a enfermeira anotou. Quando o exame terminou, ele endireitou-se e olhou para mim. Minhas mãos tocaram na folha de papel de baixa qualidade que eles colocaram sobre a minha metade inferior. "Não vejo sinais de aborto." Eu funguei ruidosamente e caí contra o colchão. "Tudo parece ser como deveria. Porque você não caiu de algo elevado, o risco de realmente prejudicar o feto é pequeno. Seu corpo é muito preparado para proteger uma criança em desenvolvimento, especialmente uma vez que ainda é muito pequena." Eu balancei a cabeça, aliviada, mas ainda nervosa. Ele sorriu. "Sua primeira gravidez?" Ele olhou para Caroline, em seguida, de volta para mim. "Uma surpresa inesperada?"


Senti meus pelos subirem. "Inesperada, sim, mas isso não quer dizer que eu me importo menos sobre o bebê." Ele sorriu. "Bom saber. Novas mães tendem a entrar em pânico mais rapidamente, por isso é compreensível que você estava tão preocupada. Você fez a coisa certa vindo imediatamente." "Porque minhas costas doem?" "Provavelmente porque você caiu sobre elas." Eu sei que ele não estava tentando me fazer sentir idiota, mas eu me senti. "O bebê..." eu murmurei. "Nós vamos fazer um ultrassom apenas para estarmos seguros e para a sua paz de espírito." Ao meu lado, Caroline estava balançando em aprovação. "Mas a partir de agora, eu sinceramente não vejo nenhum motivo para preocupação. Não há razão pela qual você não vai continuar com uma gravidez saudável." Limpei as lágrimas perdidas no meu rosto. "Eu vou buscar a máquina de ultrassom. Eu já volto." O médico e a enfermeira saíram. Eu pressionei minhas mãos no meu rosto. Então eu as empurrei fora. "Braeden." "Eu vou buscá-lo", disse sua mãe e saiu correndo do quarto. Até o momento que ele abriu a cortina e enfiou a cabeça, o médico e uma enfermeira estavam de volta e preparando-me para o ultrassom. "Este é o pai?", perguntou o médico. "Sim", eu disse, e ele entrou no quarto e veio para o meu lado. "Ok, Blondie?", ele murmurou e beijou minha testa. "Até aqui tudo bem", eu respondi. "Quem está pronto para ver seu bebê?", O médico anunciou. A enfermeira esguichou este gel realmente muito frio, claro em meu baixo ventre, e o médico pressionou uma coisa parecida com uma varinha ligada à máquina ao lado da cama na área e espalhou-o ao redor.


"Lá vamos nós", disse ele poucos minutos mais tarde e apontou para a tela. Braeden e eu olhávamos por cima na pequena tela preta e branca com um monte de formas e gotas que se deslocavam. Eu não poderia dizer o que era qualquer coisa, e honestamente não me fazia sentir melhor. O médico começou a apontar várias partes dentro de mim, e eu queria gritar que só me preocupava sobre o bebê, mas eu segurei. Talvez ele precisasse olhar para tudo o que envolvia o feto também. "Ahh." Um minuto depois, ele sorriu. "Ali está ele." "Onde?", perguntei ansiosamente. "Esta forma bem aqui." Ele descreveu a área com o dedo. "Tudo parece ótimo." Ele olhou para longe da tela para nós. "O bebê está feliz e saudável lá dentro." Braeden estava encostado no lado da cama, atento à tela. Ao ouvir a notícia, eu agarrei seu braço e comecei a chorar. "Tem certeza?" Braeden perguntou, ainda olhando para a tela e esfregando seu cabelo com sua mão livre. Era uma aparência selvagem a partir da forma como ele foi revolvendo suas mãos através dele toda a noite. Pisquei através da minha choradeira e o olhei. Seus olhos nunca deixaram a pequena forma que fazia nosso filho. Ele olhou para ela atentamente, esse olhar de espanto no rosto. "Tenho certeza. Tudo parece como deveria ser." Ele sorriu. "Você disse que estava de doze semanas?" Eu balancei a cabeça. "Isso é o que eles calcularam quando eu fiz um teste de gravidez." "Eu a colocaria não muito longe," ele disse e clicou mais alguns botões como se estivesse verificando novamente algumas coisas. Através de tudo isso, Braeden assistiu a tela. "A data estimada é vinte de setembro."


Eu balancei a cabeça. Isso era mais tarde do que eu disse originalmente, mas estava bom para mim. Nós íamos precisar de todo o tempo que podíamos para estar prontos para isso. O médico afastou a varinha e a colocou de volta na máquina. A enfermeira me entregou um lenço para limpar o gel no meu estômago, e eu comecei a limpá-lo. A mão de Braeden pegou a minha e ele assumiu, delicadamente limpando o meu estômago. "Você disse ele", disse B. "Figura de linguagem", disse o médico. "É muito cedo para dizer que sexo é o bebê. Você vai ser capaz de descobrir isso quando ela estiver mais adiante." "Obrigada", eu disse, finalmente sentindo como se eu pudesse respirar. Meu bebê estava bem. Ele sorriu. "Eu vou pedir à enfermeira para imprimir algumas fotos do ultrassom para que você possa levá-los com você. Não vejo nenhuma razão para mantê-la, então eu vou começar seus documentos de quitação, e você pode sair. Apenas descanse nos próximos dois dias. A dor nas costas deve ir embora por conta própria, mas se não, ligue para o seu ginecologista regular e marque uma consulta." "Eu vou, obrigada." Braeden afastou-se da cama e estendeu a mão. "Doutor, obrigado por nos tranquilizar tão rapidamente." O médico apertou a mão de Braeden. "O prazer é meu. Tenham uma boa noite." Ele saiu, e a enfermeira foi com ele. Braeden e eu bloqueamos os olhos. "Você levou cerca de dez anos da minha vida esta noite, Blondie." "Eu realmente sinto muito." Eu arrastei uma respiração irregular. "Não se desculpe, querida. Estou feliz que você está bem."


Mas e quanto ao bebê? Estava na ponta da minha língua, mas eu não perguntei. "Todo mundo está fora na sala de espera. Vou dizer-lhes o que está acontecendo." "Diga a eles todos que eu disse obrigada por estarem aqui." Ele beijou minha testa. "Eu vou. Volto logo." Quando eu fiquei sozinha, eu deitei de volta contra o colchão e fechei os olhos. Graças a Deus, estava tudo bem. Fisicamente, de qualquer maneira. Agora tudo o que restava era conversar com Braeden.


CAPITULO TRINTA E QUATRO #ParaAPessoaDeQuemEuSentoPertoNaEscola Desodorante não é um chuveiro em uma vara. ...BuzzBoss

B RAEDEN A enfermeira me parou no corredor no caminho de volta para o quarto de Ivy. "Eu tenho algo para você", disse ela e me estendeu uma pequena folha. Meio que parecia uma versão maior daquelas fotos que imprimem de uma cabine de fotos. Mas não eram apenas imagens de pessoas fazendo caretas. Eram impressões de ultrassom. "Obrigado", eu murmurei e olhei para as três fotos do meu filho. Bem, agora ele era uma espécie de como uma pequena mancha, mas ainda era o meu filho. Pressão encheu meu peito como se estivesse sendo espremido, então eu respirei. Eu já tinha tido o meu momento de pirar. Eu tinha certeza de que eu teria cerca de um milhão mais. Inferno, eu podia sentir o pânico à direita sob minha pele. Mas não agora.


Agora, eu precisava estar lá para Ivy. Eu precisava falar com ela. Para saber como ela estava se sentindo. Para descobrir como isso sequer aconteceu. Bem, eu sabia como isso aconteceu... mas ela estava tomando pílula. Quando eu abri a cortina, ela estava deitada na cama com os cobertores sobre as pernas. Ela parecia terrível. Seu rosto estava manchado e vermelho, os olhos inchados e todo escuro em torno das bordas. Eu sabia que a escuridão era provável por causa da composição do olho que ela estava usando esta noite, manchado de seu choro, mas ainda era difícil de ver. Eu não gostava de ver Ivy com dor. Me machucava. Se eu pudesse trocar de lugar com ela e estar nessa cama logo em seguida, gostaria de fazê-lo, não importa o custo. "Ei," ela disse quando eu puxei a cortina fechada. "Ei." Seus olhos se concentraram nas imagens na minha mão, e eu vi a centelha de interesse. Sentei-me na borda da cama e as estendi para ela. Ela as pegou com cuidado, como se fossem as coisas mais importantes no mundo para ela. Ela estudou as bolhas nas fotos atentamente, seus olhos tomando em todos os detalhes. E então ela sorriu. Seu dedo escovou levemente sobre a mancha que era suposto ser o bebê. Dentro do meu peito, meu coração virou como se tivesse sido chutado por um arranque forte. Vê-la assim estava me fazendo vir desfeito. Eu poderia imaginar a maneira como ela ficaria com o meu filho nos braços, quão pacífica e feliz ela seria. Orgulho inchou dentro de mim e assim o fez o amor. Eu definitivamente não era o tipo de cara que alguém esperaria para se tornar um pai, nem mesmo eu. Inferno, eu era sarcástico, às vezes egoísta, e meio que imaturo.


Eu não tinha ideia de como ser um pai. O meu próprio tinha sido um exemplo de merda. Eu não me importava. Era a pior hora. Nós não estávamos prontos. Minha carreira na NFL estava apenas começando. Eu não tinha dinheiro, e eu dirigia um carro que não poderia prender um assento de carro. Puta merda, eu preciso obter um assento de carro. Eu não me importava. Quando olhei para Ivy olhando amorosamente para uma imagem da criança que ela carregava, eu sabia sem uma sombra de dúvida que eu queria esse bebê. Eu a queria. Eu queria aquela família que estávamos criando. "Braeden..." Meu nome foi falado com relutância em seus lábios. Finalmente, seus olhos azuis cansados olharam para mim, longe das imagens. "O suco de laranja e o queijo grelhado foram desejos", eu disse. De todas as palavras do mundo que eu poderia ter dito, aquelas eram as que eu escolhi. Idiota. Ela sorriu. "Eu acho que sim." "A tontura..." Lembrei-me, então senti meus olhos se arregalarem. "Todas as vezes que você parecia preocupada e com medo." Ela olhou para seu colo. "Ei." Eu ergui o queixo com os dedos para que eu pudesse olhar para ela novamente. "Há quanto tempo você sabia?" "Não muito tempo. Lembra-se a consulta médica que eu tive no outro dia? Meu último acompanhamento?" Eu balancei a cabeça. "Não foi um acompanhamento. Eu estava olhando para o calendário no dia anterior com Rimmel, e eu percebi que estava atrasada. Tipo muito atrasada. Então eu fui para um exame de sangue. Foi positivo."


"Como…?" "Todos esses antibióticos que tomei após o acidente? Aqueles para evitar uma infecção?" Eu balancei a cabeça. "O médico diz que eles interagiram com o meu controle de natalidade e tornou menos eficaz." E eu estava indo para ela como uma cadela no cio. Eu tinha estado tão assustado após o acidente, assustado que eu quase a perdi. Eu tinha me enterrado em seu corpo (suavemente) a cada chance que eu tinha porque me fazia sentir tão perto dela. A manhã que eu tinha ido para ela como um animal raivoso me deu um soco no estômago. "Naquela manhã," eu disse asperamente. "Quando eu fui tão áspero. Eu machuquei você? Machuquei o bebê?" Ela sorriu como se algo que eu tinha dito a fazia feliz. "O bebê está bem." "Por que você não me disse, Blondie?" Aquilo limpou o sorriso direto do rosto. A preocupação gravada em sua testa e ao redor dos olhos. "Eu estava com medo", ela admitiu. "Eu me senti tão assustada, mas, ao mesmo tempo, eu estava feliz, sabe?" Eu balancei a cabeça. "Eu quase me senti mal por estar feliz. Nós não planejamos isso. Eu não quero que você pense que eu estava tentando prendê-lo ou que eu ia fazer um monte de pedidos." Os olhos dela tinham um tom de súplica, quando ela olhou para cima. "Eu não quero nada de você, eu juro. E você tem tanta coisa acontecendo agora com o futebol ... e Robert Bettinger. Era para eu estar protegendo você, e aqui estou adicionando mais aos seus problemas." Eu respirei fundo. O fato de que ela se sentiu assim era absolutamente inaceitável. "Você tem carregado um pedaço de mim dentro de você por dez semanas."


Eu não acho que isso é o que ela estava esperando que eu dissesse. Seus olhos avermelhados se arregalaram e ela me deu sua atenção completa. "Você está crescendo, literalmente, um híbrido de nós – meu e seu. Eu entendo por que você achou que eu ia enlouquecer. Minha história de pirando por cima de tudo não me dá muita credibilidade nas ruas." Ela riu, e eu sorri, rápido. "Eu não vou mentir para você. Este é um choque épico. Eu não estava esperando isso. Eu não estou pronto, e isso me assusta pra caramba." "Eu entendo", ela sussurrou, baixando o olhar. "Mas, oh meu Deus, Ivy. Você tem meu bebê dentro de você. Isso me excita pra caralho." Seus olhos voltaram-se, esperança acendendo-os. "Mesmo?" Eu balancei a cabeça. "Quando você caiu esta noite, eu estava além de chateado, mas depois que você segurou seu estômago e disse seu bebê. A raiva foi embora. Foi tão rápido que me deixou tonto. Tudo o que eu podia pensar era levá-la em segurança, fazer tudo o que podia para me certificar de que o bebê estava bem." "Eu realmente não queria que isso acontecesse." Eu ri. "Eu sei disto, baby. Eu fui um dos participantes mais-quedispostos no que fosse preciso para fazer esse pequeno bicho." Fiz um gesto em seu estômago. Ela engasgou. "Bicho! Isso é uma coisa terrível de chamá-la." "Ela?" Ela assentiu com a cabeça uma vez. "Ela gosta de rosa." Eu sentei lá e sorri como um grande imbecil. Ela era tão ridícula, mas porra, eu a amava. "Rome acha que é um menino." Ela revirou os olhos. "Claro que ele acha."


Eu me inclinei para a frente e cobri seu estômago com a mão. Agora ele estava plano, mas eu sabia que em breve ele iria começar a arredondar. Eu estava ansioso por isso. "Nós vamos descobrir isso. Nós vamos fazer isso funcionar. Eu não vou deixar você, e eu prometo tentar e ser o melhor pai que posso ser. " Ela suspirou melancolicamente. "Você vai ser tão bom no que faz." Eu não tinha tanta certeza sobre isso, mas eu não estava prestes a arruinar seus pensamentos felizes. "Você não está com raiva?", ela perguntou como se ela tivesse que ter certeza. "Sim." Ela respirou fundo. "Eu estou fodendo de chateado que você ficou no caminho de Blanchard e colocou a si mesma e meu bebê em risco." "Eu só queria impedi-lo. Eu não achei que ele iria me derrubar." Um resmungo começou em meu peito e vibrou minha garganta. "Braeden." Ela agarrou a minha mão. "Eu estou bem, assim como o bebê. Prometa que não vai atrás dele. Prometa." "Eu não preciso," eu disse, presunçoso. "Rome já bateu o seu rabo." Ela engasgou. "Ele não fez isso!" "Você esteja malditamente certa de que ele fez." "Vocês dois são absolutamente horríveis." Ela balançou a cabeça como se ela estivesse confusa. "Mas nós te amamos. Eu te amo." Seus olhos se encheram de lágrimas. "Por favor, não chore mais, baby. Eu não posso suportar. " "Eu te amo." Ela fungou, tentando segurar de volta. Ela parecia tão bonitinha sentada ali, parecendo terrível e vulnerável. "Vamos nos casar", eu anunciei e me levantei. "O quê!", ela engasgou.


Eu balancei a cabeça como se estivesse terminado. "Nós vamos nos casar o mais rápido possível." "Você não pode simplesmente anunciar que vamos nos casar." "Por que diabos não!" Eu exigi. "Você tem que pedir." Deus, essa mulher ia ser a minha morte. Eu murmurei e resmunguei. Então eu suspirei. "Ivy, você quer se casar comigo?" "Não." "O que você acabou de me dizer?" Rosnei. "Eu disse que não," ela rosnou de volta, com um brilho teimoso em seus olhos. "Você não pode dizer não!" Eu gritei. "Eu acabei de dizer." A enfermeira puxou a cortina, carregando alguns papéis. "Pronta para ir?", Ela chiou como se ela não percebesse a tempestade no pequeno espaço. "Sim, por favor", disse Ivy. Sua voz era tão cansada, preocupação ofuscou a minha raiva incrédula. "Eu vou ter tudo que você precisa no balcão. Saia quando tiver se trocado." Quando ela foi embora, Ivy mudou-se para se levantar da cama, e eu corri ao redor para ajudá-la. "Aqui” eu disse, colocando o vestido que ela tinha vindo ao lado dela e gentilmente desatando o laço atrás do pescoço. "Obrigada", ela disse, inclinando-se para mim um pouco quando ela tirou o vestido do hospital. Desisti do argumento. Ela já sofreu bastante esta noite. Nós dois. Ela precisava de algum descanso e assim o meu bebê. Mas eu não ia deixar isso pra lá. Oh, infernos não. Eu não sei por que Ivy disse não para se casar, mas ela, com certeza, iria mudar de opinião.


CAPITULO TRINTA E CINCO #HumorDeCasamento Casamento é quando um homem perde seu grau de calouro e a mulher recebe seu grau de mestra. ...BuzzBoss

I VY Braeden era um idiota. Ele pensou que poderia me pedir para casar com ele? Como se eu não tivesse uma escolha? Tapado. Ele queria se casar porque ele achava que era a coisa certa a fazer. Porque ele pensou que era sua responsabilidade agora que eu estava grávida. Como se eu fosse casar com um homem porque era seu dever. * Ironia. * Acho que não.


CAPITULO TRINTA E SEIS #BuzzEsperto “O perdão é uma virtude dos corajosos.” – Gandhi ...BuzzBoss

B RAEDEN "Braeden, me ajude. Eu não posso sair." O cheiro de gasolina consumia o ar. Era pútrido e forte. Mas eu estava lá de qualquer maneira e apenas olhei. "Você não vai me ajudar, não é?" "Não." "Isso é assassinato." Uma chama acendeu. Eu ouvi o som sibilante que fez antes que meus olhos vissem. Zach ouviu também. Seus olhos se arregalaram, como se ele finalmente entendesse que ia morrer. Ele começou a lutar. Os sons dele implorando por sua vida caíram em ouvidos surdos. Eu estava além de ouvi-lo. Eu assisti enquanto as chamas cresciam, a cintilação laranja e vermelho no meio da noite. Eu estava tão perto que podia ver o centro azul – a parte mais quente da chama. O metal gemeu sob o calor destrutivo.


As chamas subiram mais e mais alto no céu e consumiu mais e mais do carro. "Ajude-me!" Zach gritou. Eu só fiquei lá e olhei. O calor do fogo era intenso. Na verdade, era doloroso ficar assim tão perto. Mas eu não voltei, nem mesmo quando senti a fumaça do pneu queimando encher meus pulmões. Fiquei paralisado. "Assassino!" Zach acusou. "Você não passa de um assassino! Você vai para o inferno por isso. Isto irá assombrá-lo para sempre! " Faíscas de fogo alcançaram através da janela quebrada, estendendo sua reivindicação de morte para ele. No segundo que a chama agarrou, seu grito perfurou o ar. Agudo, torturado e horripilante. Meu estômago virou enquanto as chamas o consumiram. Ele se debateu enquanto queimava, o cheiro de assar carne tão incrivelmente forte. De repente, ele parou de gritar. Eu pensei que ele estava morto. Eu vi seu corpo, ainda estranhamente intacto, como se as chamas estavam tendo problemas devorando ele. Sua boca aberta, mas ele não gritou. Mesmo através do brilho áspero do inferno, seus olhos se abriram. Lúcidos, claros... acusadores. "Vou pegar você por isso!", ele gemeu. E então o fogo continuou em sua boca, seus olhos reviraram em sua cabeça, e ele caiu para a frente, não mais visível. Eu empurrei acordado, suor revestindo minha pele e meu cabelo. Meu corpo sacudiu-se quando engoli em seco e meus braços estenderam. Eu ainda podia sentir o cheiro de carne queimada. Ele agarrava a minha consciência como uma canção ruim presa repetindo na parte de trás da minha mente. Pisquei, tentando afastar as imagens perturbadoras, o som de gritos de Zach, e sua acusação de que eu era um assassino.


Eu era. Eu tinha feito uma escolha e me afastei. Naquele momento, era ele ou eu. Eu me escolhi. Não tinha sido justo o que eu fiz. Eu entendia isso. A vida nunca jogou pelas regras, então por que eu deveria? Era esta a minha punição? Era este o karma com o qual eu tinha insultado Zach antes que eu fosse embora? Seria eu assombrado por pesadelos pelo resto da minha vida e andar por aí com o conhecimento de que eu poderia um dia ir para o inferno? "Braeden..." Ivy empurrou para fora do colchão em uma posição sentada. Seu cabelo estava despenteado e ao redor de seus ombros. "Outro pesadelo?" "Desculpe acordá-la, baby." Pelo menos desta vez eu não a tinha magoado comigo me debatendo. Suas mãos frias deslizaram ao redor do meu bíceps por trás. Sentime bem na minha pele quente. Ela se debruçou para a frente e apoiou sua bochecha contra a parte externa do braço. "O que foi isso?" "Zach." Minha voz estava rouca e profunda. Ela deu um beijo em meu braço e, em seguida, deslizou para longe, deitada de costas contra os travesseiros. "Venha aqui", ela disse e puxou meu braço. Eu fui. Ela era muito atraente. Eu coloquei minha cabeça em seu estômago e passei meus braços em torno de seu corpo. Ela cheirava bem, como o coco, e lembrou-me da praia. Senti cada respiração que dava, e seus dedos começaram a correr pelo meu cabelo. Era tão bom que o meu couro cabeludo formigava com arrepios. "Talvez falar sobre isso ajudasse", sugeriu em voz baixa. "Falar sobre isso não vai mudar o que eu fiz." "Não." Ela concordou, ainda arrastando os dedos pelo meu cabelo e ao longo do meu couro cabeludo. "Mas pode ajudá-lo a entrar em acordo com aquela noite." "Eu não me sinto culpado", eu disse a ela.


"Talvez você se sinta." Ela rejeitou delicadamente, quase gentilmente. Talvez ela estivesse certa. Se eu não sentisse algum tipo de culpa, eu não estaria tendo estes sonhos. Virei a cabeça e dei um beijo em seu estômago. "O que vou dizer a ele?" Eu murmurei, pensando em meu filho e como um dia ele ia me perguntar sobre aquela noite. "Você vai dizer a ele que você fez uma escolha, uma escolha humana, e você fez isso para proteger sua mãe." "Eu faria qualquer coisa por você", eu sussurrei. "Perdoe a si mesmo." Meu coração pulou uma batida. Ela queria a única coisa que eu não tinha certeza de que eu poderia dar a ela. "Eu não tenho certeza se posso." "Eu perdoo você." Meus olhos se fecharam. Suas palavras me penetraram todo o caminho até a alma. Como ela poderia dizer realmente aquilo? "Ele nunca vai", eu disse. Eu nunca percebi o quanto isso me incomodou que o pai de Zach estava em tanta dor. Eu estava deitado aqui agora com a cabeça pressionada contra o meu filho crescendo, e eu já o amava ferozmente. Possessivamente. Eu sabia que os sentimentos só iriam intensificar a primeira vez que o bebê fosse colocado em meus braços. Eu tirei isso de um outro homem. Eu não me perdoaria também. "Provavelmente não", ela permitiu. Eu amava que ela nunca mentia. "Mas isso não significa que você não merece perdão. E sua tristeza não faz dele um pai melhor. Ela só faz de vocês dois homens que cometeram erros." "Você soa como um biscoito da sorte." "Mmm, chinês." Eu ri. Seus gostos por comida tinham mudado dramaticamente desde a gravidez. Era supostamente normal, mas também era divertido. "Será que meu pequeno bicho está com fome?"


Ela puxou meu cabelo quando eu chamei o nosso filho pelo apelido que totalmente pegou, e ela odiava. Não doeu nada. "É o meio da noite." "Então? Você quer comida chinesa; Eu vou pegar pra você." "Você sabe o que eu quero." Sua voz ficou séria. As palavras, Por que você se importa tanto? Estavam bem na ponta da minha língua, mas eu as segurei de volta. Era uma pergunta estúpida. Eu sabia por que ela se importava tanto. "Eu não sei como", eu admiti. O perdão não era algo que vinha fácil para mim. Ok, não vinha de forma alguma. Tome meu próprio pai, por exemplo. Eu disse a ele em seu leito de morte que eu não poderia perdoá-lo por toda as coisas que ele tinha feito para a minha mãe e eu. Eu o deixei ir à minha maneira. Ele já não me assombrava. Mas eu nunca iria perdoá-lo pelo que ele fez. Para mim, perdoá-lo seria como dizer que o ele fez foi ok. E não foi. O que eu fiz nunca seria ok também. Talvez por isso eu não sabia como me perdoar. Talvez eu não merecesse perdão, assim como meu pai. "Um dia você vai." Ela prometeu e continuou brincando com o meu cabelo. "Você já contou a seus pais sobre o bebê?", perguntei, aconchegandome um pouco mais em seu corpo. Sim. Aconchegado. Às vezes um cara só precisa fazer essas coisas. "Ainda não", ela cobriu. "Eu disse a Drew para não dizer uma palavra sequer." "Acha que eles vão ficar chateados?" Enquanto eu falava, sua mão se afastou do meu cabelo e as unhas rasparam levemente sobre minhas costas. "Eu não sei. Tenho certeza de que vai ser um choque como foi para nós." "Eu estou receoso que eu vou sentir falta de seu nascimento," eu admiti. Era algo que tinha estado corroendo no meu interior nestes últimos


dias. E desde que eu já estava agindo bem e feminino, eu percebi que eu tinha acabado de chegar tudo lá fora logo em seguida. "Vai ser um momento complicado." Ela concordou, como se ela também tivesse pensado sobre isso. Era devido ao início da temporada de futebol. Supondo que eu seria selecionado pela NFL, eu ia estar fora da cidade, onde quer que minha equipe estivesse. Como eu poderia dar a toda a minha atenção à minha primeira temporada na NFL quando eu tinha Ivy e um bebê em quem pensar? O que Romeo me perguntou na noite no hospital realmente me marcou. O que é a única coisa que você mais queria do seu pai? Que ele estivesse lá. Que ele me amasse. Eu ia para porra estar lá para o meu filho. Se alguém lhe perguntasse a mesma pergunta quando ele fosse da minha idade, aquela não ia ser a sua resposta. Eu não podia perder o nascimento. Não só pelo bebê, mas por Ivy também. Ela precisava do meu apoio. Ela precisava saber que eu estaria lá. "Eu poderia falar com Anthony," eu disse, pensando em voz alta. "Talvez ver se eu posso empurrar para trás a seleção no meu último ano aqui no Alpha U, e depois talvez - " "Não." Sua voz era final. Ergui a cabeça e olhei para cima. "Não?" Meus lábios tremeram. Era foda de bonito ela estava mandando em mim. "Este é o seu sonho. Sua carreira. É a sua oportunidade. Eu não estou impedindo de voltar a isso." "Eu não acho isso, Ivy", eu disse, sentando e olhando para ela. "Você não está me segurando." "Não. Eu não estou, porque você vai ser selecionado. Você vai jogar futebol, e eu vou estar lá, torcendo por você." Ela era incrível. Feroz. Fiel. Protetora. E agora ela estava carregando meu filho.


"Eu não quero perder o início da vida deste bebê." Eu esfreguei a mão no meu rosto. Mas se eu não jogasse, eu não iria receber o pagamento. Um contrato de três anos com a NFL poderia definir-nos para a vida. Iria garantir que Ivy e meu filho não iriam precisar de nada. "Você não vai." Ela estendeu a mão e pegou a minha, dando-lhe um aperto firme. "Isso é realmente importante para você, não é?" Eu levantei uma sobrancelha. "Você está surpresa?" "É só que antes que eu te dissesse, eu estava tão preocupada." Eu não pude deixar de rir. "Eu sempre fui como uma galinha ao ar livre." "Uma galinha ao ar livre?", ela repetiu sem expressão. "Roaming grátis. É o que eu fiz. " Eu brinquei. "Isso não é um comercial de telefone celular ou algo assim?" Eu ri. "Esses dias acabaram, Ivy, e, francamente, eu não poderia estar mais feliz. Eu não tinha percebido o quão esgotado era jogar no campo, certificando-me de que eu nunca cheguei perto demais. Você é minha casa agora. Você e este bebê. Ninguém está mais surpreso do que eu, mas eu não trocaria por nada neste mundo inteiro, incluindo um contrato de futebol." "Vou viajar com você", disse ela. "Qualquer cidade que você for, eu vou lá também. Você pode me ver sempre que você tiver um minuto, mesmo que seja apenas cinco minutos fora todo o dia. E quando eu ficar muito grande para viajar, você pode voltar para o nascimento. Assim que eu for capaz, eu vou trazer o bebê para onde quer que você esteja." "Você faria isso?" "Você não é o único na relação que faria qualquer coisa para o outro." Ainda havia um monte de detalhes para combinar. Ainda muito para levar em consideração, mas por agora, eu estava feliz. "Você vai ser o melhor pai, Braeden. Eu não posso esperar para vêlo." Sua voz estava cheia de emoção. Agora era um bom momento para atacar. "Eu daria um bom marido também."


Isso me rendeu um olhar azedo. O que havia com esta mulher? "A maioria das mulheres iria vender um rim para casar-se com isso." Eu zombei e fiz um gesto para o meu peito nu. "Eu gosto de meus rins. Ambos." "Então você me ama e vai ter o meu bebê, mas você não vai se casar comigo." "Total". Total? Em que planeta da porra isso fazia sentido? Ivy virou de lado, de frente para mim, e deslizou sob as cobertas. O som de seu bocejo preencheu a sala. Como se estivéssemos perturbando-a, Sua Alteza Real, Prada levantou-se perto dos pés de Ivy e escavou debaixo das cobertas para deitar ao lado ela. Deitei-me, também, tão perto de Ivy quanto o cão fedorento me deixou. Ela estendeu a mão novamente e começou a arrastar os dedos pelo meu cabelo. Era quase tão bom quanto granulados. "Você vai dizer sim, eventualmente." Eu olhei. "Veremos." Veremos? Desafio aceito.


CAPITULO TRINTA E SETE #Cuidado Tenho certeza de que eu vou ser um desses cidadãos seniores que mordem todo mundo. ...BuzzBoss

R IMMEL Como todos nós ficamos tão velhos? OK. Bem. Nós não éramos velhos no sentido literal. Não é como se todos nós estivéssemos andando por aí com bengalas e dependentes. As nossas idades numéricas eram ainda bastante jovens, mas a nossa família - especialmente eu, Romeo, Braeden, e Ivy –, tínhamos crescido tanto. Eu sentia como se nós tivéssemos envelhecido além de nossos anos. Em tão pouco tempo, também. Não era de admirar que eu estivesse sentada aqui profundamente ponderando nossos futuros. Ou mais especificamente, o meu futuro. Eu tinha que tomar uma decisão, e era um grande problema. Eu estava duvidando de mim mesma, questionando o que eu queria. Eu estava começando a perceber que eu não estava necessariamente questionando a


maneira que eu me sentia, mas sim como a maneira que eu me sentia estava me mudando. Se isso fazia algum sentido. Por tanto, tanto tempo, eu queria apenas uma coisa. Tornar-me uma veterinária. Para ajudar e me dedicar para dar voz àqueles que não poderiam fazê-lo por si mesmos. Eu ainda queria fazer isso. Eu sempre o faria. Essa parte de mim era algo que eu sabia que nunca iria desaparecer, não importa quantas mudanças eu passasse em minha vida. Mas agora eu não queria apenas uma coisa. Eu queria muito mais. E estranhamente, a gravidez de Ivy lembrou-me de que o tempo era fluido; ele mudava e fluia. Isso também lembrou-me de que a minha vida era muito mais do que apenas os animais agora. E aqui eu me sentei. O sol mal tirando o horizonte e o frio gélido da madrugada congelava os meus dedos dos pés, embora eles ainda estivessem enterrados com segurança sob a montanha de cobertores em nossa gigantesca cama king-size. Olhei ao meu lado para Romeo. Mesmo no escuro, seu cabelo loiro era leve. Era um pouco mais agora do que costumava ser, e quando ele acordava de manhã, era selvagem em torno de sua cabeça, fazendo-o parecer ainda mais jovial e charmoso do que já era. Meu marido. O temor de saber que quem ele era para mim ainda era tão corajoso quanto o primeiro dia em que nos casamos. Enquanto eu fiquei olhando para ele dormindo, eu pensei que uma parte de mim seria sempre um pouco no temor de Romeo Anderson. E era principalmente por causa disso, por causa dele, que minha decisão era tão fácil, mas muito difícil. Eu sabia o que eu queria. Eu sabia onde meu futuro estava. Mas minha cabeça estava lutando contra o meu coração, e o cabo-deguerra entre os dois não era algo que eu apreciava.


Como se de alguma forma ele tivesse percebido minha luta interior, Romeo se agitou. Sua cabeça virou para mim, os cachos de cabelo loiro caindo sobre a testa e seus penetrantes olhos azuis abertos e olhando para mim. "Rim?" "Volte a dormir", disse ele, estendendo a mão e enfiando o cabelo longe de seu rosto. Sua pele era tão quente. Ele sempre era. Essa parceria com o cabelo loiro e pele quente em tons me fazia suspeitar fortemente que o homem tinha seu próprio sol pessoal dentro dele, e ele irradiava para fora, dando-lhe aquele algo extra ao qual todos sempre reagiram. Ele bocejou, mostrando-me praticamente todos os seus dentes brancos, e empurrando para cima para que ele pudesse encostar na cabeceira ao meu lado. "Por que você acorda na porra do amanhecer, Smalls?" Sua voz era retumbante do sono, e quando ele falou, ele esfregou o rosto com uma mão. "Eu estava olhando meu marido dormir." "Você não está pensando em me matar,está?" Eu o cutuquei nas costelas. "Eu acho que vou mantê-lo por um tempo." "Eu sou um cara muito útil." Eu estiquei meus lábios em um sorriso felino. "Especialmente quando eu preciso de algo de uma prateleira alta." "É isso", ele permitiu. Mas, então, a brincadeira deixou seu tom. "Há também quando eu sei que algo está comendo você." Suspirei. "Você está tendo arrependimentos sobre casar-se da forma como fizemos?" "Não!" Eu engasguei. A força da minha negação atirou minhas costas longe da cabeceira da cama. "Aquilo foi literalmente o melhor dia de toda a minha vida."


Ele concedeu-me um sorriso bonito, e se eu já não soubesse que ele possuía a sua própria luz do sol pessoal, isso teria sido confirmado naquele momento. "Foi um dia muito bom", ele respondeu, áspero, e pegou a minha mão para beijar a palma da mão. "Mulher, suas mãos são como gelo." "Está frio." "Eu tenho um cobertor pra você bem aqui." Ele levantou o braço e me deslizou por baixo, encaixando direto contra o lado dele. Para a boa medida, eu enchi meus dedos entre as pernas e suspirei com o calor abençoado. Ele apontou como eu me atirei nele e depois murmurou algo sobre a necessidade de um pouco de carne em meus ossos, mas não o fez fazer um movimento para tentar ficar longe de meus membros congelando. "Braeden vai dar realmente um bom pai." Ele fez um som. "Com certeza vai ser divertido vê-lo com um bebê. O cara sabe absolutamente nada sobre as crianças." "Você sabe?" Eu perguntei curiosamente. "Não." "Nem eu." Eu ri. "Espero que Ivy saiba ou estamos todos em apuros." "Nós podemos praticar em nosso sobrinho de modo a não estragar a nossa." "Isso é uma coisa terrível de se dizer!" Engoli em seco e olhei para ele. "E quem diz que é um menino?" Ele resmungou. "Droga, bem melhor que seja, ou eu vou ter que mover o meu cronograma para uma casa com uma parede em torno dela." "O cronograma? E porque na terra iria precisar de um muro em torno de nossa casa se eles tiverem uma menina?" "Porque você sabe que toda menina nascida nesta família vai ser linda. E você viu como B é quando alguém - inclusive eu -, olha para Ivy muito tempo. Imagine como diabos ele seria com uma filha." "Você já se sente protetor com ela", eu disse. E sim. Eu vou admitir isso.


Apenas uma vez. Nunca mais. Ao ouvi-lo já delinear um plano para proteger seu novo sobrinho ou sobrinha me fez sentir como se um dos meus ovários explodisse. Quero dizer realmente. Eu era apenas humana. Ele encolheu os ombros. "Esse bebê é a minha família. Mas mesmo antes de eu descobrir sobre ele, eu planejava comprar para nós uma casa em um lote de terreno com um muro e um portão. Eu quero me certificar de que você está protegida. Eu quero você segura." Emoção obstruiu minha garganta, e me levou alguns minutos para engolir isso. Ele era tão incrivelmente atencioso. Mesmo que ele parecia tão despreocupado, ele sempre estava pensando, sempre mantendo um olho naqueles que ele mais amava, e sempre descobrindo maneiras de se certificar que ele cuidava deles. Talvez eu brinquei com ele, porque os sentimentos que ele trouxe em mim eram tão intensos que era quase – quase - demais para suportar. "Você não pode simplesmente bloquear-me para longe atrás de uma porta, você sabe." Ele riu. "Eu sei disso, e com você indo embora para a escola de veterinária, eu descobri que tínhamos de ter pelo menos quatro anos antes de realmente começar a construir. Mas, baby, você sabe que a imprensa é insistente. Eu não vejo isso indo embora em um futuro próximo. Quanto mais eu jogar, pior vai ser. Eu não quero que eles perturbem você. Eu não quero olhar sobre nossos ombros cada vez que puxar para cima da nossa casa. E eu particularmente não quero as pessoas tentando obter olhares do novo membro da nossa família. Braeden vai ser como um urso com um caso fúria de bunda de macaco, quando o bebê nascer. Teremos sorte se ele nos permitir tocá-lo." Um urso com um caso de fúria de bunda de macaco? Ai credo. "Você quer que todos nós moremos juntos?"


Ele congelou por um instante, como se fosse algo que ele só assumiu que era automático, como se nunca tivesse precisado qualquer pensamento. "Eu pensei que você gostaria que fosse assim. Eu sei que você e B são próximos... Se você preferir ter um lugar nosso próprio-" Eu coloquei a mão em seu peito, deleitando-me com a forte batida de seu coração sob a palma da mão. "Eu amo viver com todos. Eu acho que é uma ideia perfeita. Eles vão precisar de ajuda com o bebê de qualquer maneira." "Sim", disse ele, como se o pensamento nunca tivesse lhe ocorrido. Eu pensei que era divertido. Deixei isso para Romeo pensar em planos elaborados para proteger todos nós e o bebê, mas nem sequer uma vez considerar o fato de que os bebês precisavam de assistência à volta do relógio. "Eu realmente não sei o quanto nós vamos ficar juntos." Ele terminou, sua voz preocupada. "Sobre isso..." Eu comecei, sentando-me longe dele e inclinando-me para trás contra o estofado branco da cabeceira. "Eu não vou para a escola de veterinária." Seus olhos se arregalaram e depois a boca achatou. Eu sabia que ele não ia ficar feliz com isso. "Eu não estava insinuando que você precisa ficar em casa para ajudar a cuidar do bebê deles ou que você ir perseguir seu sonho é deslealdade para com esta família." "Eu sei disso," eu disse, firme. "Você vai." Ele disse isso como se fosse final. Como ele fosse ser tudo, acabar com tudo, dizer tudo o que eu fiz. "Não use esse tom comigo", rosnei. Ele sorriu, um grande, estúpido sorriso, Dunga. Fiz uma careta. Eu não estava tentando ser engraçada. "Droga. Smalls finalmente rosnou. Alguém deve estar irritada." "Se você sabe que eu estou irritada, então por que você está piorando, me provocando?" "Porque você é sexy quando você rosna."


Revirei os olhos. Ele sempre voltava ao sexo. Meu Deus, quando ele tivesse oitenta anos, ele ainda ia estar fazendo piadas inapropriadas. "Não é o meu sonho mais. Eu tenho um novo sonho agora." Ele parecia cético. Havia uma luz em seus olhos que deixou claro que ele queria saber se eu estava dizendo isso só porque eu pensei que era o que ele queria ouvir. Eu não poderia estar com raiva, porque esse era Romeo. Ele só queria que eu fosse feliz e ele não deixaria ninguém ficar no caminho disso, nem mesmo a si mesmo. "Por que você não me diz exatamente o que está em sua mente?", ele disse e me pegou, me escorregando em seu colo com facilidade. Eu coloquei minha cabeça contra o seu peito, e ele colocou os cobertores em torno de mim, mesmo que eu não estivesse mais com frio. Ele já tinha me aquecido. "Eu quero assumir o cargo que Michelle me ofereceu, a execução do novo abrigo. Eu sei que o salário não é muito alto, especialmente considerando o que você ganha." "O dinheiro não é sequer um problema, Rim. Você poderia trabalhar de graça e eu não dou a mínima, desde que isso te fizesse feliz." "Você só diz isso porque você está ganhando o suficiente para cinco pessoas." Eu provoquei. Seu queixo quase bateu no peito ao lado do meu rosto quando ele olhou para mim. "Mesmo que eu não estivesse ganhando merda nenhuma, eu ainda diria a mesma coisa." "Eu sei." Eu levantei meu rosto uma fração e beijei a parte inferior do queixo. "Eu estive tão envolvida com a construção desse abrigo, que ele já se parece com o meu lugar. Quando eu penso em sair em breve e deixar alguém assumir, faz meu estômago doer." "Isso é só porque B tentou cozinhar o jantar na outra noite." Eu me acabei em um ataque de risos. "Oh meu Deus, eu pensei que a cozinha nunca fosse cheirar de novo!" Ele riu baixo e retumbou em seu peito e vibrou meu ouvido. "Aquela merda estava ruim."


Sinceramente, ainda não sabia o que ele estava tentando cozinhar. Eu não acho que nenhum de nós sabia. Eu nem tinha certeza de que ele sabia. Quando cheguei em casa, eu pensei que algo tinha morrido. Mas não. Era somente Braeden um jantar “em família”. Parece que ele fez uma "bomba" de queijo grelhado para Ivy (que ela disse que realmente estava bom) e, em seguida, botou na cabeça que ele era um gourmet. Ele não era. Limpei as lágrimas dos meus olhos de tanto rir e respirei. "Eu não quero perder nada disso", eu sussurrei. Seu corpo ficou calmo, e eu o senti ouvindo. "Eu não quero que você vá fora para o futebol e eu vá para alguma escola onde eu vou estar atolada de trabalho de laboratório e exames. Isso é quatro anos de nossa vida que eu não vou ter de volta. " "Baby, você não pode desistir de seu sonho, porque vai ser difícil ficar longe. Ainda vamos nos ver. Eu vou voar para você invéz de vir para casa quando eu tiver tempo livre." "Isso não é bom o suficiente", eu disse, minha voz assumindo um tom que parecia suspeitosamente choramingo. "Eu não quero viver em algum dormitório frio com alguma companheira de quarto que não é a minha família. Eu não quero ir para a cama sem o seu cheiro em meus lençóis e as memórias de todas as vezes que fizemos amor em nossa cama." "Eu não posso sair e viver o meu sonho se você não sair e viver o seu", ele disse calmamente. "A Escola de Veterinária não é mais o meu sonho, Romeo. Você é. Nossa família é." Ele abriu a boca. Senti o protesto no conjunto de seus ombros. Sentei-me e olhei para ele atentamente. "Os animais serão sempre a minha paixão. Eu ainda acredito verdadeiramente em ser a sua voz. Mas não tenho que ser uma veterinária para ser isso para eles. Eu tenho muito mais para dar aos animais do que um diploma de médico. Tenho compaixão e carinho. Tenho paixão e amor. O abrigo me faz tanto bem, Romeo. Você sabe disso. Eu poderia ser uma parte disso. Eu poderia dirigi-lo, torná-lo


um santuário para estes animais, esses como Murphy, aqueles que começaram como eu." "Ah, querida." Ele passou a mão sobre minha cabeça e a deixou deslizar todo o caminho até meu braço. "E você sabe que eu não sou uma grande fã de imprensa e dos círculos dos quais nos tornamos uma parte, mas eu posso usar isso. Eu posso usar suas conexões, fazer as minhas ligações também, e fazer uma diferença ainda maior. Talvez um dia eu possa abrir o meu próprio abrigo." "Eu vou te comprar um agora." Ele quis dizer totalmente. "Eu não quero que você me compre um." Eu ri. "Eu quero trabalhar para ele. Eu quero que isso aconteça por causa do que eu posso fazer. Você e sua mãe abriram as portas para mim, mas eu quero ser a única a percorrer." "Você poderia ir para a escola de veterinária, abrir sua própria clínica de animais", disse ele, jogando como advogado do diabo. Eu balancei minha cabeça. "Não é o que eu quero. Se eu me formar no ano que vem, ficar aqui, e dirigir o abrigo, eu ainda posso ser a sua esposa - uma esposa real. Eu posso ir a seus jogos. Eu posso dormir na nossa cama. Eu não vou estar tão enterrada sob os cursos que eu sinto que estou isolada sem a minha família. Eu sinto que eu acabei de encontrar a minha família, Romeo. Eu não quero perdê-la." "Você nunca vai perder essa família. Todos nós vamos ficar juntos para sempre. Eu te prometo isso." O voto subjacente de um alfa veio com essas palavras. Eu sabia, sem dúvida, sem uma única pergunta em todo o meu ser, que era a verdade. Romeo iria manter a família unida, mesmo se tivesse que fazê-lo com as mãos nuas. Senti as lágrimas bem atrás dos meus olhos. "Por favor entenda. Eu estive pensando sobre isso há muito tempo. Isto era difícil conciliar dentro de mim." Eu apertei a mão no meu peito. "Meu coração quer estar aqui. Meu coração quer ver o que posso fazer para além da sala de aula. Minha intuição me diz que isso é onde eu pertenço. Eu encontrei o meu lugar. Sim, minha cabeça ainda gosta de me lembrar que prometia ser uma veterinária, mas eu não estou desistindo desse sonho - estou apenas adaptando-o."


"Eu não posso dizer não para você." Seus olhos brilhavam como safiras habilmente cortando para brilhar mais intensamente. "Eu não posso dizer não quando você me diz que o seu coração quer a vida que nós fizemos." "Eu quero tanto isso que me dói por dentro." Eu estava dolorida por semanas, preocupando-me com esta decisão, com tanto medo de que eu ia fazer o errado. Mas escolher o amor e a família nunca é a decisão errada, e agora que eu disse isso em voz alta, parecia tão simples. Tão fácil. "Amantes vão amar", brincou como se fosse algo que ele tinha dito por toda a eternidade. Eu nunca o tinha ouvido dizer aquilo, jamais. Mas Deus, era tão verdadeiro. "O que você acha?" Eu mordi meu lábio inferior enquanto eu esperava para ouvir o que ele diria. Não, eu não precisava da permissão dele, mas ele tinha uma palavra. "Eu acho que eu realmente te amo demais". "Isso significa que você está feliz que eu vou ficar aqui e trabalhar?" Em poucos segundos, ele me tinha de costas e estava em cima de mim. "Você não tem ideia do quão feliz você me faz. Estava me matando que você ia ficar muito mais longe." "Você nunca me disse isso. Você sempre agiu como se estivesse feliz." "Eu nunca faria qualquer coisa para segurar você, baby." “Faça amor comigo. Agora mesmo." Seus dentes brilharam. "Eu não tenho certeza se quero." Por favor. Ele não conseguia nem fingir comigo. Eu balancei meus quadris e rocei contra o seu pênis já duro. Seu sorriso desapareceu. "Ahh." Quando ele olhou para mim, o desejo ardia em seus olhos e no conjunto rígido de sua mandíbula. "Eu quero o meu marido dentro de mim", eu disse, atrevida.


"Você continua fazendo exigências sensuais e vou entrar em meu shorts." Ele me beijou tão rápido que eu mal tive tempo de sentir isso. Romeo surgiu de joelhos e empurrou sua cueca para baixo. Seu pênis ficou em linha reta para fora e empurrou em pequenos movimentos rápidos com a força de sua necessidade. Minha língua deslizou sobre meus lábios enquanto eu olhava para ele, e um pequeno som escapou de seus lábios. Eu me empurrei em uma posição sentada, e ele estendeu a mão para puxar minha camisa por cima da minha cabeça e jogá-la fora. As pontas do meu cabelo fizeram cócegas em meus seios e meus mamilos apertaram instantaneamente. Entre as minhas pernas já estava ficando molhada, acumulando umidade sedosa no meu núcleo, preparando o meu corpo para a sua invasão doce. Ele tentou me empurrar de volta para baixo, os joelhos já montando meus quadris. Eu fiz um som de protesto e tomei seu pênis na minha mão. Com um aperto firme, eu deslizei para baixo até que eu bati na base, onde eu lhe dei um pequeno aperto, e ele gemeu. Eu roubei-o suavemente, uma, duas, uma terceira vez, mas então eu voei para a frente e o tomei profundamente em minha boca. Não houve aviso. Não havia nenhum pingo de provocações ou deslizamento gradual. Num segundo minha mão estava fazendo todo o trabalho, e no próximo eu senti seu pau inchado, suave, perto do fundo da minha garganta. Ele fez um som distorcido como se estivesse sufocando, mas eu sabia que ele não estava. A forma como o seu pau empurrou em torno de minha boca me disse que realmente gostava do que eu estava fazendo. Meus lábios apertaram firmemente em torno dele e o arrastei para cima, certificando-me de que eu chupava cada última polegada no meu caminho para sua ponta. "Rimmel." Ele disse meu nome como uma oração enquanto seus dedos emaranhavam no meu cabelo. Eu gemia e sugava-o profundamente, mais uma vez, desta vez usando a minha mão livre para massagear suavemente suas bolas. "Porra", ele murmurou, e eu tinha certeza que eu senti os dedos contra o meu couro cabeludo tremerem.


Nós continuamos assim por alguns minutos, eu, tomando-o profundamente e rápido, mas, em seguida, liberando-o lento e fácil. Até o momento que ele me empurrou, seu peito estava escorregadio de suor e ele estava ofegante como se tomasse cada grama de vontade que tinha de não vir bem ali contra a minha língua. "Você está pronta para mim?", ele perguntou, me empurrando para dentro dos cobertores. "Muito pronta." Ele estava tão impaciente que ele deslizou os dedos sob a borda da minha calcinha para ver por si mesmo. Puro líquido encontrou seu toque e ele deslizou ainda mais longe na minha abertura. Meus olhos se fecharam. Ele gemeu. "Baby..." Foi a coisa mais próxima a um gemido que eu já tinha ouvido dele. Eu sabia exatamente o que ele queria. Eu alcancei entre nós e empurrei a calcinha para baixo. Ele as rasgou fora das minhas pernas e, em seguida, empurrou minhas coxas tão abertas quanto iriam. Ele adorava fazer isso. Ele adorava me abrir tão completamente, como se a minha visão tão aberta e vulnerável o fizesse fraco. Eu segurei minhas pernas lá mesmo depois que suas mãos grandes lançaram minhas coxas. "Oh, Romeo," eu chamei e joguei os braços por cima da minha cabeça. Ele avançou, sabendo exatamente para onde ir. Ele deslizou dentro no mesmo momento em que agarrou minhas mãos e ligou-as com as suas. Ele moeu em mim tão profundamente que o meu corpo realmente deslizou em cima da cama. Eu gemi, e ele fez isso de novo, mais e mais. A pressão que ele criou foi tão deliciosa e o peso de sua pélvis contra a minha era como a cereja no topo de um sundae já sonhado. Meus dedos agarraram os dele, e eu segurei enquanto ele literalmente me levou para um passeio.


Ele me penetrou mais e mais. Seu pau grosso, duro pareceu bater cada um dos meus pontos mais sensíveis. Comecei a ofegar também, e então eu comecei a implorar. Deus, ele estava jogando comigo. Literalmente me segurando com sua força, enquanto ele me fodia sem sentido. Meus gemidos de necessidade pareciam invadir a neblina em que ele estava. Ele subiu profundo, inclinou a cabeça para baixo, e olhou nos meus olhos. Lentamente, tão dolorosamente devagar, baixou até que seus lábios reivindicaram os meus. Ele beijou-me através do orgasmo. Ele engoliu cada último som de prazer que eu gritei. No segundo que meus gritos começaram a morrer, seu corpo ficou rígido. Beijei-o com paixão renovada, puxei a língua na minha boca e chupava enquanto ele esvaziou profundo dentro do meu corpo. Ele tentou manter-se em cima de mim, sabendo que seu grande tamanho seria demais, mas seus braços estavam cambaleando e seu peito arfava. Com uma última explosão de força, ele rolou, colocando-se abaixo de mim e deixando meu corpo em cima do seu. Eu me aconcheguei contra ele, colocando minhas mãos entre nós, e soltei um suspiro de satisfação. "Se já não fôssemos casados, eu me casaria com você de novo", disse ele entre respirações profundas. "Isso é bom, considerando que você vai se casar comigo de novo." "Eu não posso esperar para colocar essa aliança de casamento em seu dedo." Ele acariciou minhas costas. "Eu acho que devemos ir comprar uma. Eu quero ver a minha em seu dedo também." "Sim, nós vamos precisar fazer esses planos de casamento. Minha mãe me encurralou na festa e ligou para mim todos os dias desde então." Eu gemi. "Ok, sim. Hoje. Vou começar hoje. " Graças a Deus que era sábado.


"Não se esqueça de conseguir bilhetes de avião para o seu pai e avós", ele me lembrou. Ele foi insistente em pagar para eles estarem aqui. Era tão incrivelmente doce, porque nós dois sabíamos que meu pai nunca seria capaz de se dar ao luxo de vir. E o que era ainda mais doce era que, mesmo depois de tudo o meu pai tinha feito, Romeo ainda foi o primeiro a dizer que precisávamos convidá-lo para o casamento. "Eu gostaria que minha mãe estivesse aqui", eu sussurrei. Ambos os braços se enrolaram em minha volta. "Eu também, baby." Agarrei-me a ele por longos momentos, absorvendo o conforto que eu de repente precisava antes de me afastar e empurrando meu cabelo para fora do meu rosto. "Poderíamos muito bem nos levantar. Temos planos de casamento para fazer."


CAPITULO TRINTA E OITO Tamanho é documento. (Se ela disser que não, ela está mentindo) ...BuzzBoss

B RAEDEN O maldito cão tinha que fazer xixi. E você sabe o que isso significava? Isso significava que eu tinha que arrastar a minha bunda para fora da cama quente, confortável e percorrer todo o caminho para baixo para deixá-la sair. Com um gemido, eu rolei para fora da cama e peguei um par de calças de moletom fora da cadeira próxima e quase caí tentando vestir as malditas coisas. Prada ficou ao lado da porta e me viu lutar como se ela estivesse em silêncio divertido. "O que é que você está olhando? ", eu murmurei. Ela abanou o rabo. "Você é o único cão por quem eu jamais farei essa merda," eu disse a ela e abri a porta. Ela correu na minha frente descendo as escadas, as unhas fazendo um som de clique leve batendo na madeira enquanto ela pulava para a cozinha.


O sol estava alto, mas baixo no céu, estava cinza. Certamente a época de primavera estava no horizonte. Inferno, eram quase férias de primavera. As férias de primavera marcariam um ano desde que Ivy e eu primeiro caímos na relação de ódio/ódio e admitimos que era mais como atração/atração, que então nós negamos/negamos, mas agora era amor/amor. Tanta coisa havia acontecido no ano passado. Era como um maldito turbilhão. Havia uma luz na cozinha, a única sobre a pia. No começo eu pensei que alguém tinha acabado de deixar acesa durante a noite, mas quando entrei no quarto, eu vi Romeo e Rimmel em pé ao lado da cafeteira, dando uns amassos. Drew estava certo. Esta cozinha era totalmente pecaminosa. "Alerta de irmão," eu disse, minha voz ainda meio adormecida. Prada estava perto da porta, então eu a abri e a deixei sair para o quintal. O ar não estava muito primaveril, e eu esperava que quando o sol rachasse através das nuvens, fosse aquecer. "Alguém se levantou cedo", disse Rimmel. Eu resmunguei. "Eu não sou o único." Era uma pena danada estar fora da cama tão cedo em um fim de semana. Eu abri a porta novamente e enfiei a cara na abertura. "Giz, traga seu traseiro aqui dentro!" Ela me ignorou. Eu fechei a porta e murmurei meu caminho até a ilha, onde me sentei. Uma xícara fumegante de café apareceu na minha frente com apenas a quantidade certa de creme. "Deus te abençoe", disse a Rimmel. Ela riu. "Você parece uma merda", disse Romeo.


Dei-lhe o dedo. "Não dormi muito na noite passada." "Ivy está bem?" Rimmel preocupou-se. "Ela está bem, mana." Eu assegurei a ela. Como eu estaria sentado aqui bebendo café se a minha menina não estivesse nada além de bem. Eu bebi mais café. Claramente, eu precisava. Rimmel foi ao redor da ilha, levando sua própria caneca que parecia muito maior em suas mãos do que fazia na minha, e abri a porta. "Vamos, Prada!" Ela chamou. O cão veio saltitando pela porta no próximo segundo. "Esta é uma boa menina!" "Por que tem que fazer assim comigo, Giz?", perguntei ao cão. O cabelo de sua orelha estava tudo louco e selvagem o que diabos ela estava fazendo no quintal. Ela sentou-se abaixo de mim, olhando para cima com olhos castanhos esperançosos. Eu simplesmente não podia dizer não. Então eu empurrei para fora do banco e agarrei suas guloseimas. Ela dançou ao redor, enquanto eu cavei uma para fora e entreguei a ela. Ela correu para fora como se ela tivesse ganhado na loteria, e voltei para o meu café. Segundos depois, Murphy veio passeando na cozinha e saltou sobre o balcão. "Esta casa está invadida por animais," eu resmunguei. Rimmel me deu um pequeno franzir de testa, o que me fez sentir como merda, e depois deu ao gato muitas guloseimas. Romeo estava bebendo seu café, estudando-me na maneira como ele sempre fazia quando ele estava tentando ver através de mim. Tomei outro gole de café e me levantei novamente, desta vez indo em torno de Rim e puxando-a para um abraço. Ela abraçou-me de volta imediatamente, e isso me fez um pouco menos ranzinza. "Desculpe, mana. Eu estou sendo um idiota," eu me desculpei ao lado de sua orelha. "Eu ainda te amo", ela me disse. "Você ainda tem sonhos?", perguntou Romeo. "Que sonhos?" Rim puxou para trás e olhou entre nós dois. Eu dei um olhar ‘que porra é essa’ para Romeo.


"B tem tido alguns sonhos sobre a noite em que Zach morreu." Rimmel olhou para mim com os olhos abertos, tristes. Maldição, ela tinha alguns olhos de cachorrinho quando ela queria. Primeiro Giz, e agora, ela. Eu estava me transformando em um raio de um copo de geleia. Ela me abraçou novamente, envolvendo os braços apertados em volta da minha cintura e segurando. Eu a abracei por trás, enquanto olhava para Rome sobre sua cabeça. Ele apenas deu de ombros. "Estou bem. Nada que eu não possa lidar." Ok, então talvez eu não estivesse lidando com isso tão bem, mas eu estava trabalhando nisso. "Mas eu preciso de alguns conselhos de irmã." Essa parte teve a sua atenção, e ela esqueceu-se sobre os sonhos. Finalmente. O café estava chutando dentro. Fazendo meu cérebro pegar no tranco. Rimmel pegou minha mão e me guiou de volta para as cadeiras. Sentei-me, e ela sentou-se bem ao meu lado, com os joelhos batendo no lado da minha perna. Ela fez um movimento agarrando seu café e Romeo pegou, tomou um gole, e depois deu-lhe a caneca. Quando ela colocou as mãos em torno dela, a pedra gigante pra burro que Romeo colocara em seu dedo quase me cegou. "Ivy não vai se casar comigo", eu anunciei, azedo. Romeo começou a rir. Rimmel engasgou delicadamente em seu café e tentou encobri-lo, mas não foi muito bem sucedida. Colocando a caneca de lado, ela me deu toda a sua atenção. "Você pediu a Ivy para casar com você?" "Uh, sim." Eu cobri. Por que diabos estavam todos tão extremamente surpresos? "Quando?", perguntou Rimmel. "No Hospital. Na noite em que ela caiu." "Você perguntou a ela sobre um penico?" Romeo demorou. "Ela não me disse." Rimmel franziu a testa.


"Provavelmente porque ela definitivamente me disse não. Recusou. Disse-me que não outra vez esta manhã," eu murmurei. E cada vez que eu perguntei a ela no meio. Pense num chute no ego de um cara. "Ela está grávida do meu filho, mas ela não vai se casar comigo." Rimmel fez um som de desaprovação. O som que todas as mulheres fazem quando querem dizer o que você fez de errado. "O que?" "O que você disse quando você pediu, exatamente?" Eu empalideci. "Eu meio que disse a ela que a gente ia se casar." Romeo riu novamente. "Cara, eu vou até aí te derrubar", eu rosnei. Ele sorriu um pouco mais. "Romeo", Rimmel admoestou. Essa merda o calou. Eu sorri para ele. "Então você mandou Ivy se casar com você na noite em que você descobriu que ela estava grávida", Rimmel supôs. "Daí?" "Então você não pediu a ela. Você provavelmente foi mandão como o inferno-" "Eu fui -" Eu a cortei para argumentar. "Braeden James," Rimmel avisou. Parei de falar. "Por que você pediu a Ivy para se casar com você?" Eu dei-lhe um olhar que perguntava, não é óbvio? "Será que é porque ela está grávida e você se sente como seria a coisa certa para você fazer?" Rimmel cutucou. Realização começou a subir até a volta do meu pescoço. "Você tinha planejado pedir a ela antes de você descobrir? Você disse a ela que a amava e por isso que queria se casar com ela?"


"Oh, merda." Eu gemi e passei a mão no meu rosto. Fui beber um pouco de café, mas meu copo estava vazio. Eu o estendi para Romeo. "Tenha piedade de mim." Ele voltou a encher o meu copo, e eu bebi preto. "Muitas meninas sonham com o dia em que ficam noivas. Elas imaginam alguém lhes dizendo o quanto as amam e a querem. O que elas não imaginam é ficarem assustadas fora de sua mente e em seguida, o seu namorado ordenando para se casar porque ele descobriu que ele tem um bebê a caminho." "Eu me casaria com ela mesmo se não houvesse um bebê." "Você disse isto a ela?" Rimmel perguntou gentilmente. Não. Não, eu não fiz. Ivy pensou que eu estava casando com ela por causa de algum senso de obrigação. Eu nunca lhe dei razão para pensar algo mais. Um palavrão caiu de meus lábios. Rimmel bateu no meu braço. "Talvez você devesse tentar pedir-lhe de uma... forma mais tradicional." "Consiga uma pedra, cara. Uma grande", acrescentou Romeo. Merda. Eu nunca sequer pensei em um anel. Aqui estava Rim andando por aí com um diamante grande pra burro a partir de uma proposta romântica na TV nacional. E o que Ivy ganhou? Ela ganhou a mim gritando com ela sobre sua cama de hospital. Eu teria dito não, também. "O tamanho do anel não importa", disse Rimmel. Romeo riu. "E o tamanho do pau de um cara não importa também." "Eu não posso acreditar que você acabou de dizer isso." bochechas de Rimmel ficaram rosa.

As

Eu ri e puxei-a para outro abraço. "Eu estaria perdido sem você, mana. Obrigado."


Ela me beijou na bochecha antes de retornar de volta para o assento ao meu lado. "Eu nem sei por que eu venho aqui de manhã," Drew entoou, vindo da sala. "Por que diabos você está falando sobre o tamanho do pau?" "Nós estávamos tentando fazer B se sentir melhor sobre o seu," Romeo falou arrastado. "Eu vou puxá-lo para fora agora." Eu avisei. "Pegue a fita métrica." "Eca!" Rimmel saltou de sua cadeira. "Eu vou tomar banho. Obtenha essa conversa desagradável fora de seu sistema antes de eu voltar." "Aw, mana, volte. Estávamos tendo um bom momento irmão-irmã!" Eu chamei. "Eca!", ela disse novamente. Drew estava servindo-se de um pouco de café, e Rimmel segurou o dela para uma recarga antes que ela escapasse. Ele a obrigou e piscou. Ela bufou e derramou um pouco de creme no dele. No seu caminho por Romeo, ela reduziu a velocidade e arrastou os dedos através de seu abdome nu. Ele capturou sua mão e se inclinou para beijá-la. "Vou subir em um minuto, baby." "Amo você, mana!" Eu gritei quando ela se foi. "Te amo!" "Que diabos você está fazendo de pé tão cedo?" Eu disse, voltando-me para Drew. "Não conseguia dormir", ele murmurou. "Parece que tem um monte assim," Romeo comentou. "O que está acontecendo, Rome?" Eu me senti mal porque eu não tinha pegado nada. Ele parecia bem. "Nada. Rim está apenas sentindo falta de sua mãe. " Eu fiz uma nota mental para tentar passar algum tempo com ela. Eu não era sua mãe, mas eu a amava e isso contava para alguma coisa, não é?


"Drew, nós precisamos conversar", eu disse. "É sobre a minha irmã?" Seus olhos se estreitaram. Ele ainda estava furioso por que eu a engravidei. Para ele, era tudo minha culpa. Eu não estava preocupado com isso. Eu entendia. Eu estaria da mesma maneira sobre Rimmel. "Sim." "Você não precisa falar comigo?", disse Romeo. Revirei os olhos. "Nós não acabamos de fazer isso?" "Quer que eu vá fazer compras com você mais tarde?", ele ofereceu. "Compras?" Drew perguntou. "Que diabos está acontecendo aqui?" "Sim claro. Isso seria legal." "Vou deixar vocês, então." Romeo empurrou para fora do balcão e me deu um tapa na parte de trás em seu caminho para fora da cozinha. Drew sentou alguns bancos para baixo. "Que diabos foi isso?" "Você e Ivy estão próximos. Ela está mais perto de você do que ninguém em sua família, certo?" Ele assentiu. "Sim." "Então eu acho que é direito que eu te peça." "Pedir-me o que?" "Eu quero te pedir para Ivy se casar comigo." Os olhos de Drew se arregalaram. Limpei a garganta. "Eu sei que você não é seu pai, mas acho que sua bênção significaria muito para ela. E eu gostaria dela também." "Você está pedindo por causa do bebê?" Ele me examinou. Claramente, ele não ia fazer isso fácil. E, claramente, eu era o maior idiota do mundo, se a primeira coisa que pensei era que eu estava fazendo isso por obrigação e eu nunca sequer percebi que pareceria assim. "Ivy é a única mulher que eu já amei. Parte de mim sempre soube que estava destinado a ser, mesmo antes que começássemos a namorar. É uma das razões que eu dei a ela um momento tão difícil. Era mais fácil dessa maneira, você sabe?"


Ele assentiu. "Então, eu estou casando com ela por causa do bebê? Não, eu vou casar com ela porque eu a amo e sempre, sim. Teria eu pedido a ela tão cedo? Provavelmente não. Ela ainda está se curando de tudo o que ele fez com ela. Eu não quero empurrar. Mas esse é o meu filho. De qualquer maneira, estamos caminhando para o altar. Agora é só um pouco mais cedo." Drew estudou-me como se estivesse realmente considerando o que eu disse. Estava me deixando meio que nervoso. Drew e eu nos dávamos bem. Inferno, eu gostava do cara. Mas eu era o namorado da irmã dele e ele era super protetor, então, sim, havia um pouco de tensão lá. "Você tem a minha bênção", Drew finalmente disse. Bem assim. "Sério?" Ele assentiu. "Eu sei que você vai tratá-la bem. Ela e meu sobrinho ou sobrinha." "Eu vou." Drew sentou-se à sua altura máxima. "Mas você tem que saber, Walker, se você machucá-la de qualquer forma, eu vou matar você." "Parece justo." Eu estendi minha mão. Drew a apertou. "Tenho que dizer que estou surpreso que você veio para mim antes que você pedisse. Eu gosto disso." "Eu meio que já pedi," eu admiti. "Ela disse não." Drew riu. "Essa é a minha maninha. Fazendo você trabalhar para isso." Eu não achava isso muito engraçado, mas eu me abstive de transmitir um pouco mais de informações. O som de pés se arrastando que vieram através da sala de estar era familiar, e eu olhei por cima do ombro. Ivy estava vindo para a cozinha em um par de calças de pijama soltas e minha camiseta do time dos Wolves. Sem dizer uma palavra, ela foi até a geladeira tirou o suco e serviu um pouco em um copo.


Antes mesmo de colocar a jarra longe, ela se inclinou contra o balcão e tomou um gole. Entretido, eu me levantei e peguei a garrafa, tampando-a e colocandoa fora. Olhei para os dedos dela - especificamente seu dedo anelar - e tentei imaginar que tipo de anel ela gostaria de colocar lá. "Ives, venha aqui e fale com o seu irmão mais velho. Deixe-me dizerlhe sobre o último artigo que li na GearShark. " Ela se sentou ao lado de Drew, e ele começou a falar sobre carros e corridas e como o indie Racing World estava ficando grande e logo poderia ser tão grande quanto NASCAR. Ouvi com meia orelha, enquanto a outra metade traçada. Minha xícara de café estava quase vazia novamente quando a campainha tocou. Todos nós três olhamos para a porta e, em seguida, de volta para o outro. "Fique aqui", disse a Ivy e saí para a entrada e abri a porta. "Anthony", eu disse, surpreso ao ver o pai de Romeo na varanda tão cedo pela manhã. "Por que eu tinha a sensação de que esta não é apenas uma visita amigável?" Flashes de meu pesadelo de apenas algumas horas atrás repetiram na minha cabeça como um filme com classificação B. Anthony entrou, e eu fechei a porta atrás dele. Ivy e Drew saíram da cozinha e pararam quando eles viram quem era. "Porque não é", disse ele. "Eu tenho novidades, e eu tenho receio de que não são muito boas."


CAPITULO TRINTA E NOVE Nós todos temos histórias que nunca vamos contar. Eu conheço a maioria das suas. ...BuzzBoss

I VY Eu sentia falta do café. Eu nunca soube que estar grávida poderia mexer com o seu paladar, mas enquanto eu estava sentada aqui e assisti todos ao meu redor beber como eu sempre costumava, tornou-se uma dura realidade. Mesmo que eu quisesse beber, tentada a arrebatar a caneca da mão de Drew e tomar um gole, eu sabia que não seria o mesmo. Tão estranho que um dia poderia ser algo que eu simplesmente amava, e no dia seguinte, transformou-se no sabor rançoso de cigarros em toda a minha língua. Minha única esperança era uma vez que eu tivesse o bebê, eu poderia voltar para os meus hábitos de amante de café. Até então, eu ia ficar com suco de laranja. Sim, eu sei. Tinha muito açúcar e era muito ácido. Você ia discutir com os hormônios de uma mulher grávida? Sim. Acho que não. Eu não iria também.


Todo mundo acordou cedo esta manhã. Parecia que havia algo no ar que estava nos mantendo todos acordados. Acho que todos nós tínhamos os nossos próprios demônios pessoais para trabalhar. A campainha tocou. Como de costume, Braeden saiu correndo à minha frente como um escudo, e quando eu ia seguir, Drew ficou na minha frente também. Desta vez não era um convidado indesejável com acusações selvagens. Era Anthony Anderson, mas a julgar pela maneira como ele olhou e as palavras que caíram para fora da boca, eu meio que desejava que tivesse sido alguém indesejável. Eu não queria ouvir o que ele veio dizer. Talvez nós todos não estivéssemos lutando contra nossos demônios pessoais esta manhã. Talvez, no fundo, todos nós sabíamos que algo estava para acontecer, algo para o qual todos nós precisávamos estar juntos. Eu mexia no espaço entre a sala de estar e cozinha, observando os rostos sombrios de Braeden e Anthony perto da porta. "Posso pegar um pouco de café para o senhor, Sr. Anderson?", perguntei. "Me chame de Tony", ele corrigiu. "E sim, por favor." Eu estava grata pela fuga breve, e eu fui para a cozinha e soltei um suspiro. No balcão, eu fiquei em pé por longos segundos, de costas para a sala, e tentei me preparar para o que quer que fosse que ele estava aqui para dizer. Obviamente, isso tinha a ver com Braeden e o pai de Zach. Obviamente, se ele estava aqui como advogado a esta hora no início da manhã, então devia ser ruim. Minha mão tremia um pouco quando eu levantei a jarra da cafeteira para encher a caneca com café, certificando-se de deixar espaço suficiente para um pouco de creme. Uma vez que a jarra foi colocada novamente, agarrei a borda do balcão e abaixei a cabeça. "Ei," uma voz familiar sussurrou, e uma mão esfregou sobre minhas costas.


Virei a cabeça e olhei para o meu irmão, deixando-o ver o medo nos meus olhos. "Drew." "Vamos." Sua voz era baixa, mas era demasiado profunda para ser um sussurro. Fui até ele por vontade própria, e ele me dobrou contra seu peito. Ele sempre abraçava mais apertado. Sempre. Desde que eu era uma menina, foram os abraços de Drew que sempre foram os mais sólidos. Ele não tinha medo de me apertar, e eu adorava a sensação de um grande abraço de irmão urso. "Estou com medo", eu sussurrei em seu peito. Ele me abraçou ainda mais apertado. "Não tenha medo, Ives. Eu sei que eu não estive aqui desde sempre como todo mundo, mas há algumas coisas que eu aprendi sobre esta família que eu conheço, bem como meu próprio nome." "O quê?" Eu perguntei, ainda pressionando perto. Eu o senti sorrir, e ele beijou o topo da minha cabeça. "Se um de nós está com problemas, todos nós estamos. Você nunca está sozinha, e a única coisa de mais sorte do que um bilhete de loteria premiado é Braeden." "Braeden não é muito sortudo agora." "É aí que você está errada, mana. Ele é o bastardo mais sortudo que eu já conheci. Ele tem você. Ele tem uma família inteira que vai lutar por ele." "Mesmo você?" Minha voz era pequena, lembrando-me de todas as vezes que eu tinha ido com ele quando eu era jovem, assustada e precisando dele para ficar melhor. Seu peito retumbou com o riso. "Até eu. Eu não vou deixar alguém com um machado para moer levar embora minha única irmã, especialmente quando ela precisa dele ao redor para trocar fraldas." Ele era meu único. Era a maneira perfeita para descrever o que Braeden era para mim. Não o pai do meu filho. Não o meu namorado.


Não o meu único e verdadeiro amor. Meu único. "Pegue o café", ele disse e me liberou. "Eu tenho o seu suco." Ele pegou o copo e me deu um sorriso. "Você está desapontado comigo?", eu disparei. De onde veio isso? Ele franziu a testa. "O que?" Eu coloquei a mão sobre a minha cintura, segurando meu filho. "Eu sei que você culpa Braeden por..." Minhas palavras vacilaram porque eu não ia chamar o bebê de erro. Eu não queria nem chamá-lo de um acidente. "Eu estava também muito envovida..." O vidro fez um barulho ensurdecedor quando ele colocou o suco de volta no granito. "Pare aí. Eu sei quantas pessoas são necessárias para fazer um bebê." Eu fiz uma careta. Eu não ia mencionar sexo. Céus. "Você acha que eu estou decepcionado com você?" Eu balancei a cabeça e tentei me segurar. Agora não era o momento para esta conversa, mas eu não conseguia parar a vulnerabilidade borbulhando dentro de mim. Era como se eu tivesse que tirá-lo porque senão não haveria espaço para o que estava esperando por mim no outro quarto. "Eu não acho que eu poderia levá-lo se você estiver... Você tem que saber quanto você é importante para mim, Drew." Ele fez um som estrangulado, fechando a distância entre nós. "Você é tão importante para mim, garota. É por isso que estou aqui. Arrumei minhas coisas e me mudei até a Costa Leste para estar onde você está. Inferno, eu até disse a meu pai que eu não poderia ser o filho que ele queria por você." "Você fez isso por você." Eu corrigi. "Eu fiz isso por nós dois." Ele puxou as pontas do meu cabelo, e eu sorri.


Olhei para baixo entre nós, olhando para os pés nus contra o azulejo. Tínhamos os mesmos formatos de pés. Os dele apenas eram maiores. "Eu nunca poderia estar decepcionado com você, Ivy." Eu olhei para cima. "Eu estou chocado como o inferno que você sequer está preocupada com isso." "Bem, você não disse muito sobre o bebê... e naquela noite no carro, você gritou com Braeden." Ele me deu um sorriso torto. "Eu vou gritar com ele para o resto de nossas vidas. Esse é o meu trabalho como seu irmão mais velho." "Mas e o bebê," eu pressionei. "Vai ser estragado como a merda." Ele terminou. "Porque eu vou amálo tanto quanto eu amo você. Eu não estou decepcionado com você, Ives. Eu estou tão orgulhoso por tudo que você passou e para a mãe que você já é para esse pequeno bebezinho." Eu precisava tanto ouvir isso. E agora que eu fiz, eu me sentia muito mais leve. "Estou tão feliz que você veio para cá." Ele riu. "Eu também." Ele usou seus polegares para enxugar as lágrimas que eu não tinha percebido que transbordaram. "Este lugar me mudou totalmente." Algo sobre a maneira como ele disse aquilo me surpreendeu. "O que você quer dizer?" Seus olhos azuis, que eram normalmente tão abertos, fecharam-se. "Drew?" Ele balançou sua cabeça. "Nada." Eu agarrei o braço dele. "Não é nada. Conte-me." "Está tudo bem aqui?" Braeden perguntou da porta. Drew se aproveitou da minha distração e retirou-se da conversa. "Pegue o café." Ele pegou meu suco. "Estamos todos bem," Drew disse a Braeden enquanto caminhava por ele e para a sala.


Fiquei olhando para ele com uma sensação estranha no estômago. "Qual é o problema?", perguntou B. "Eu não sei", eu respondi pensativa, olhando para o meu irmão. Sacudi o sentimento e levei o café para a geladeira e acrescentei um pouco de creme. Quando eu cheguei ao lado de B, sua mão encontrou um ponto na parte inferior das minhas costas. Toda a minha atenção voltou-se para ele e tudo o que Anthony estava prestes a dizer. "Vai ficar tudo bem." Eu assegurei a ele. Todos estavam reunidos na sala de estar quando eu entreguei o café para Tony. Ele me agradeceu e tomou um gole antes de colocá-lo sobre a mesa na frente dele. Ele parecia cansado, seus olhos azuis cansados. Romeo e Rimmel estavam sentados na extremidade do sofá, perto da cadeira em que Anthony estava. Rim parecia preocupada, e Romeo tinha um conjunto teimoso para sua mandíbula, como se sobre o que quer que isto fosse, ia se arrepender que sequer apareceu no nosso caminho. Isso me fez sentir mais forte. Como se sentisse me olhando, seu olhar de safira deslocou-se para mim. Eu peguei um vislumbre do jogador que ele era no campo de futebol. A fria determinação, a força de aço por trás da pessoa descontraída. Ele estava pronto para isso, e o que quer que fosse, não tinha a menor chance. Sentei-me perto de Rimmel e Braeden sentou no meu outro lado. Eu enfrentei seu olhar, preocupada sobre o que eu poderia ver. Mas ele parecia muito com Romeo. Teimoso, com uma pitada de fogo em seus olhos escuros. Não havia pessoa descontraída para olhar para trás com ele, no entanto. Ele era tão intenso como sempre e pronto para defender o que era dele. "Trent deveria estar aqui", disse Rimmel. Ele deveria estar, mas não havia nenhuma maneira que poderíamos esperar o tempo que seria necessário para ele para chegar até aqui. Nós estávamos todos muito nervosos. Drew fez um som e tirou seu celular. Seus dedos voaram sobre a tela.


"Nós vamos ter que atualizá-lo", eu disse e olhei para Tony, pronto para começar. "Espera aí", disse Drew e jogou o telefone no colo. Segundos depois, o som de pés batendo acima de nossas cabeças fez com que todos olhassem em volta para a escadaria. Trent veio correndo para baixo, seus movimentos instáveis, como se ele ainda estivesse meio adormecido. "Eu estou aqui", ele disse, correndo para a sala. Sua camisa estava amarrotada e ele tinha marcas de almofadas no lado do rosto. Seu cabelo estava despenteado e os olhos borrados. Todos voltaram seus olhos para Drew, que realmente parecia um pouco envergonhado. "Ele tinha bebido muito para ir para casa. " "A ressaca é real", disse Trent e deslizou para o chão perto da cadeira onde Drew estava sentado. Todos os assentos na sala já estavam tomados. "Ele dormiu no seu quarto?" Braeden perguntou, totalmente pronto para ter um dia de campo com isso. "Alguém tinha que ter certeza que sua bunda bêbada não ia engasgar com seu próprio vômito," Drew replicou. Depois ele murmurou: "Como se você e Romeo nunca tivessem compartilhado um quarto." "Ocean City!" Ambos explodiram ao mesmo tempo. Rimmel e eu olhamos uma para a outra e demos de ombros. "Nós provavelmente não queremos saber." Eu assegurei a ela. Ela concordou. "Todo mundo está aqui, então?", perguntou Anthony, limpando a garganta. No chão, Trent gemeu ao seu volume e colocou a cabeça entre as mãos. Drew revirou os olhos e segurou sua caneca de café para baixo na frente dele. Trent pegou com as duas mãos e segurou-a na frente dele como se fosse algum tipo de objeto sagrado. "O que está acontecendo, papai?", perguntou Romeo. "Eu recebi uma ligação esta manhã. Eu conheço algumas pessoas do departamento. Ele estava, na verdade, em sua festa de noivado ", ele disse ao seu filho.


Romeo assentiu. Tony olhou para longe dele e de Braeden, pesar em seus olhos. "Robert Bettinger está no processo de apresentação de acusações criminais contra você, Braeden. Porque é o fim de semana, não muito vai acontecer, mas na segunda-feira de manhã, eles provavelmente farão a emissão de um mandado para sua prisão." Eu fiz um som e caí de volta para o sofá. Preso? Braeden ia para a cadeia? Eu apertei a mão sobre minha barriga e me forcei a respirar. Eu não iria chorar. Ao meu lado, Braeden estava tenso, mas em silêncio. Muito silencioso. "Sob qual acusação?" Romeo exigiu. "Homicídio." "Não!" Eu explodi e saltei para os meus pés. "Isso é insano. Foi um acidente de carro. Zach me sequestrou. Ele segurava uma arma para mim. Ele me estuprou!" "Aparentemente, Robert arrumou uma cópia da chamada 9-1-1 que Braeden fez na noite do acidente. Robert alega que, no fundo, Zach podia ser ouvido gritando por socorro. Ele está reivindicando que Braeden teve muito tempo para puxar Zach livre dos destroços." "Não é verdade!", eu exigi, nem mesmo tentando mais parar as lágrimas. Isto era um pesadelo. Eu desejei que eu nunca tivesse bebido aquela bebida que ele me deu naquela noite. Eu gostaria de ter sido mais inteligente, mais corajosa. Se eu tivesse, talvez nada disso estivesse acontecendo agora. "Ivy." Braeden apareceu atrás de mim, pegando minha mão. Eu me afastei dele e solucei. "Ele não o matou. Ele não pode ir para a cadeia." "Pare." Braeden disse em volta de mim por trás. Todos na sala estavam em silêncio. Senti seus olhares como um peso de cem quilos, mas eu não podia parar. Como poderiam estar tão calmos?


Como eles poderiam apenas sentar aqui e ouvir a notícia que a vida inteira de Braeden estava prestes a subir em chamas. "Pare", ele murmurou de novo contra a minha orelha. "Acalme-se. Isso não é bom para o bebê." "Bebê?" Tony repetiu, alarmado. "Ivy está grávida," Romeo informou. Agarrei-me aos antebraços de Braeden onde eles me fecharam. Anthony olhou para nós com um olhar ferido no rosto. "Você está esperando?" "Sim", eu solucei. "Por favor, não deixe que eles o levem embora." O rosto de Anthony caiu, e eu podia ver a tristeza em seus olhos. Engoli em seco e me endireitei. "Eu sou a única que forçou o carro fora da estrada. Robert sabe disso. Eu sou a razão pela qual o acidente sequer aconteceu. Eu vou me entregar. Eu vou para a polícia agora. Então eles vão ter que deixar Braeden fora disso." "Não!" Todos os homens na sala gritaram ao mesmo tempo. Os homens eram estúpidos. "Eles vão ter que aceitar que era auto defesa da minha parte. Ele estava segurando uma arma para mim. Ele, na verdade, disparou um tiro." Eu continuei. "A polícia já sabe disso, Ivy." A voz de Tony estava calma. "Eles sabem os detalhes daquela noite. Ninguém mentiu." "Então como eles podem fazer isso?", perguntou Rimmel, sua voz tão rouca quanto a minha. "Porque Robert acredita que ele pode provar algo no tribunal. Você vai ser acusado, liberado sob fiança, e em seguida, irá a julgamento." "Toda a carreira dele estará arruinada", disse Romeo. "Isso certamente não vai ajudar. Eu não tenho certeza que qualquer equipe irá escolher você se um caso de homicídio paira sobre sua cabeça. A cobertura da imprensa vai ser negativa. Nenhuma equipe quer este estigma."


"Eu vou abandonar a seleção," Braeden disse calmamente. "Vai poupar muita dor de cabeça." Como ele poderia estar tão calmo? Olhei para Romeo para ajudar, mas ele estava olhando para a parede, sua mandíbula cerrada. "Poderia ser melhor para esta temporada." Anthony concordou com relutância. "Ele não vai para a cadeia!" Eu gritei. Braeden me pegou e sentou-se comigo no colo. Seus braços eram como tornos ao meu redor, evitando que eu me levantasse e andasse. "Não" Anthony me assegurou. "Eu não vou deixar isso acontecer." Eu caí para trás contra o peito de B, grata por algum tipo de notícia positiva. "Você acha que pode ganhar o seu caso?", perguntou Rimmel. "Eu acho. Não há nenhuma maneira que Robert vai ser capaz de provar, sem sombra de dúvida, que Braeden teve tempo para tirá-lo daquele carro. Sim, ele vai ficar mal, porque Zach estava consciente e gritando, mas isto não significa que Braeden não tentou ajudá-lo." "Eu não tentei." Braeden interrompeu. Ninguém na sala disse uma palavra. Todos nós silenciosamente unidos como uma parede atrás dele e de sua admissão. Tony não parecia surpreso. "Imaginei isso. Depois de tudo, eu realmente não posso dizer que culpo você, filho." "Sério?" Ah, finalmente, alguma emoção na voz de Braeden. Parecia que ele não era tão estoico sobre isto, ele estava fingindo ser. "Eu conheço você desde que você tinha apenas sete anos de idade, filho. Eu penso em você como um meu próprio. Valerie também acha. Você não é um assassino e você nunca vai ser. Tanto quanto eu estou preocupado, Zach morreu por sua própria culpa. Não pela sua. E a julgar pelo silêncio de pedra nesta sala e do jeito que eu estou sendo medido" - ele sorriu um pouco com o comentário - "Eu tenho certeza que todo mundo sentado aqui concorda."


"Eu poderia ter sido capaz de empurrando Anthony, tanto quanto podia.

tirá-lo."

Braeden

pressionou,

"Poderia ter. Isso é dúvida razoável. Nem mesmo se pode sentar aqui e dizer que você não teria morrido tentando tirar aquele rapaz para fora do carro." "Então como Robert pode sequer pressionar estas acusações?", Drew perguntou. "Porque ele conhece pessoas e sabe como trabalhar o sistema", Tony respondeu, sem corte. "Foda-se!" Romeo rosnou e empurrou para fora do sofá. Ele andava atrás dele, usando um caminho no chão. "Eu só quero que você esteja preparado." Tony falou com Braeden. "Quando eles vierem aqui para você, não faça uma luta. Não diga nada. Nem uma palavra a menos que eu esteja presente e lhe dê permissão para falar." Braeden assentiu. "Eu posso dizer pelo olhar em seu rosto que você acha que merece isso. Eu poderia até achar que você esteve esperando por isso." Eu respirei fundo e recuei para olhar para B por cima do meu ombro. "Parece que talvez eu devesse ser punido, que eu não deveria ficar impune." Era por isso que ele estava sendo tão calmo sobre isso agora? Era por isso que ele não estava xingando e andando pela sala como Romeu ou chorando e gritando como eu? Ele achava que merecia ser punido. Como se ele não estivesse se punindo o suficiente como estava. "Isso é besteira e você sabe muito bem disso," Romeo estalou. "Talvez uma vez que eu cumpra meu tempo, eu vou ser capaz de seguir em frente." Suas palavras foram ditas tão baixinho. Assim por questão de fato. Elas me destruíram. "Você não vai para a cadeia." Eu me recusei.


"Não. Mas eu ainda estou sendo punido. Meu maior arrependimento é a NFL. Eu não vou ser capaz de tomar cuidado de você do jeito que eu queria." "Foda-se," Romeo moeu fora e parou para olhar furiosamente para ele. "Foi divertido enquanto durou, Rome", disse B. "Nós talvez estejamos de volta no mesmo time novamente. Mas nós dois sabemos que isso vai demolir a minha carreira. Mesmo se eles me aceitassem na seleção depois da próxima temporada, a probabilidade de que os Knights vão me querer ou, inferno, sequer me pegar eram muito menores." Eu não estava realmente certa porque ele pensava isso, mas a forma como a boca de Romeo achatou me disse que Braeden estava certo. Ele estava tão resignado. Tão disposto a tomar isso como seu destino. Onde estava o lutador que normalmente estava tão pronto para ir para a batalha? Ele só luta por sua família. Não por ele mesmo. Levantei-me com força suficiente que Braeden não tinha escolha a não ser me deixar ir. "Você não vai lutar sozinho." Eu o acusei, irritada. Seus olhos se estreitaram e ele começou a empurrar para cima, provavelmente para me agarrar e me "subjugar" como antes. Oh, infernos não. "Não se atreva a me tocar!" Eu gritei e cambaleei para trás ao lado do meu irmão. "Eu não aceito isso", entre dentes. "Vocês todos apenas sentam aqui, portanto, disposto a deixar Robert tirar tudo. Estou tão decepcionada com esta família." Eu soluçava. "Isto não é o que somos." "Ivy," Romeo entoou. Dei-lhe um olhar duro, e ele calou a boca.


"Nenhum de vocês quer lutar?" Eu olhei para Braeden. Determinação encheu meu interior, colocando densamente sobre o pânico e o medo. "Então eu vou fazer isso sozinha." Corri através da sala para onde a minha bolsa estava pendurada na porta. Agarrei-a fora da parede e encravei meus pés em um par de Uggs. "Ivy!" Braeden gritou e veio correndo em minha direção. Antes que ele pudesse chegar ao meu lado, eu corri para fora da porta da frente e corri pelo gramado para o meu carro. Eles estavam todos agindo como se isto tivesse terminado. Como se não houvesse nada mais a fazer. Jogadores idiotas. O relógio pode ser enrolando para baixo. O jogo de ofensa era forte. Mas o jogo ainda não tinha acabado. Havia ainda uma jogada restante, e eu sabia exatamente o que era.


CAPITULO QUARENTA Voltarei em dez minutos. Se eu não voltar, espere mais um pouco. #AdormeciCagando #NãoPerturbe

B RAEDEN Eu fiquei em pé no centro do pátio e assisti quando ela se afastou de carro. Ela não deveria estar dirigindo assim. Que porra é essa que ela estava mesmo pensando? Onde diabos ela estava indo? Num impulso, eu corri para o caminhão com a intenção de segui-la na rua. Droga! As chaves estavam na casa. Eu bati no volante e soltei um grito frustrado. Olhei para cima quando alguém bateu na janela. Romeo olhou para mim através do vidro. Eu estalei a porta aberta, e ele pegou a armação de aço e puxou. "Deixe-a ir."


Olhei para ele como se ele tivesse três cabeças. "Você enlouqueceu?" "Deixe-a esfriar. Ela só precisa de um minuto ", disse Romeo, calmo. "Será que você não a viu?" Eu disparei. "Ela estava gritando feito uma louca." "Louca, não", disse Romeo. Em seguida, seus lábios apareceram. "Só um pouco mais alto do que o resto de nós." Eu fiquei boquiaberto para ele quando um vento frio soprou. Meus músculos se apertaram contra o frio. "Você não, também." "Você realmente acha que alguém naquela casa vai simplesmente deixar você se arrastar pela lama." "Seu pai -" "Meu pai vai fazer tudo o que puder legalmente." "O que você está dizendo, Romeo?", perguntei. "Você vai sair com Rim por um tempo?" "O quê?" Eu balancei minha cabeça. Todos nesta família estavam fodidamente loucos. "Ela está chateada. Ela precisa do BBFL. E há um lugar onde eu preciso estar." Duas coisas: 1) Ele nunca disse BBFL porque ele pensava que era estúpido. Então isso era uma indicação de que ele estava tramando alguma coisa. e… 2) Ele não tinha que estar em qualquer lugar. "Onde você vai?" Eu cruzei os braços sobre o peito. "Em nenhum lugar que você precisa saber." Eu avancei sobre ele, meus punhos apertando contra os meus lados. "Você não pode consertar isso. Eu não quero que você conserte isso. Maldição, Rome. Deixe-me fazer o que eu preciso fazer." "Então arruinar sua carreira inteira, perturbar sua futura esposa, e fazer o seu filho viver com o estigma que seu pai foi acusado de homicídio é o que você precisa fazer? Muito egoísta, não?"


Eu o golpeei. Eu dei um soco bem na sua cara arrogante de sabe-tudo. Eu tive a satisfação doente pela forma como sua cabeça se voltou e a surpresa inundou seus olhos. "Você merecia isso", moí para fora, pensando em bater nele novamente. Ele sorriu. O filho da puta sorriu. "Já era hora de você se mostrar", ele falou arrastado. Ele estava me provocando? Girei para ele novamente. Desta vez, ele estava pronto, e ele se moveu, então meu punho somente roçou seu ombro. Então eu agi rápido, troquei o meu peso, e enterrei outro soco bem na sua cintura. Os olhos de Romeo queimaram, e eu fiz sinal para ele vir. Ele girou, e me mudei, mas ele foi rápido e antecipou o meu contra movimento, então ele trouxe o seu outro punho e me deu um soco na mandíbula. Ambidestro idiota. O golpe foi duro, e eu tropecei para trás, mas fiquei em pé. Fisicamente, Romeo e eu combinávamos. No ano passado, eu tinha colocado um pouco mais de massa do que ele tinha, por isso, tecnicamente, eu poderia tê-lo com o meu peso, mas Romeo não viveu por técnicos. Rome era um líder nato e ele dava tanto quanto recebia. Ele me bateu de novo, e eu senti o filete de sangue quente no meu lábio. Ignorei-o e soltei um grito, combatendo-o no chão. A entrada foi dura e fria. Nenhum de nós estava usando uma camisa, mas essas coisas não penetraram no meu temperamento. Tudo que eu podia pensar era como chateado pra porra eu estava. E assustado. Eu estava com medo, também.


A verdade era que eu queria simplesmente aceitar o meu destino. Eu queria ter a minha punição. Talvez eu não pudesse ter salvado Zach. Talvez eu pudesse. De qualquer forma, isso não importava mais. Ele estava morto. Eu não estava arrependido que ele estivesse. Essa era a sua punição. Talvez esta fosse a minha. Girei para baixo, e Romeo rolou, prendendo-me debaixo dele. Eu agarrei seus braços e comecei a lutar com ele. Eu peguei alguma tração com o pé, e eu rolei-nos de novo, me colocando de volta no topo. Eu levantei meu punho novamente, pronto para disparar. Desta vez eu não ia perder. "Pare!", uma voz histérica gritou. Olhei para cima. Romeo agarrou meu punho na mão. Rimmel estava correndo pelo quintal freneticamente. Ela tropeçou em seus suéteres e ficou rígida, mas ela se conteve e continuou correndo. "Não se atreva a bater nele, Braeden!", ela exigiu. "Trent! Drew! ", ela gritou por trás dela enquanto se apressava. "Você está com problemas agora," Romeo cantou. Enfiei fora dele e me levantei. "Ele começou." Rimmel parou diante de nós, com as mãos nos quadris. "Que diabos vocês dois estão fazendo aqui fora brigando no meio do jardim? Isto não é o zoológico!" "Rome certeza se parece com um burro para mim." Rimmel engasgou. "Ele me acertou bem aqui, baby." Romeo era bom em soar patético quanto ele apontou para sua mandíbula. É claro que minha irmã caiu nessa merda. Ela fez um som angustiado e correu para a frente para tomar seu rosto em suas mãos e olhar para ele. "Veado", eu murmurei enquanto Drew e Trent saíam para o gramado. Rimmel virou-se para mim com um olhar irritado, mas depois mudou para um de preocupação. "Você está sangrando!"


"Parece que ele não é o único que levou alguns socos." Eu enxuguei o canto do meu lábio. "Como você pôde!" Rimmel acusou Romeo e correu para o meu lado para enxugar meu rosto. "Você provavelmente deve limpar isso, baby", disse Romeo, completamente despreocupado pelo fato de ele tinha acabado de levar um grito de sua namorada. Ele deu um passo para a frente e beijou-a na cabeça. Ela se afastou de mim, perplexa. Romeo recuou para dentro da casa e fechou a porta atrás dele. Rimmel se voltou para mim. "O que no mundo aconteceu?" "Coisas de homem", eu disse. "Disse a você que irmãos batem um no outro", Drew brincou com ela. Eu meio que sorri, lembrando-me da noite em que ela brigou com ele por me ameaçar. "Nós não deveríamos estar lutando agora", ela disse com tristeza. "Nós precisamos um do outro." Eu me senti mal. Ela estava certa. Não só eu tinha perturbado Ivy, que fugiu como uma louca, mas eu levei socos do meu melhor amigo e agora feri a minha irmã. "Sinto muito, menina tutora." Eu passei o braço por cima do seu ombro, esperando que juntamente com o uso do apelido que eu às vezes a chamava fosse ganhar alguns pontos. A porta da garagem se abriu e o ronronar suave do Hellcat encheu a garagem. Nós nos voltamos para ver como Romeo manobrava o carro para fora da garagem e bateu os freios de modo que todos se movessem para fora do seu caminho. Guiei Rim para a grama, e ele recuou um pouco mais. Ela correu para a janela, e ele deslizou um pouco para baixo. "Aonde você vai?", ela perguntou. Ele disse algo que eu não podia ouvir.


Seus ombros caíram e ela balançou a cabeça, apoiando-se ao meu lado. Antes que ele fechasse a janela, com os olhos presos nos meus. Olhamos um para o outro em silêncio por longos momentos antes da janela deslizar de volta no lugar e ele fosse embora. Onde quer que ele estivesse indo, era por mim.


CAPITULO QUARENTA E UM Você não gosta de mim. Até você precisar de mim. #BuzzBossSabeDasCoisas ..BuzzBoss

I VY Bati na porta e esperei. Meu estômago estava dando um nó, e eu sabia que provavelmente parecia uma bagunça. Eu tinha saído correndo de casa, sem nenhuma maquiagem e meu cabelo apenas mal escovado completamente. Eu estava vestida com um par de leggings cor de chocolate e um agasalho cor de hortelã-colorida de grandes dimensões com pêlo ao redor do capô. Debaixo estava com a camiseta de Braeden do time dos Wolves - eu tinha dormido com ela e só joguei algumas roupas confortáveis quando eu rolei para fora da cama esta manhã, porque eu queria pegar um pouco de suco. Eu estava usando um sutiã? Eu nunca saberia dizer. Eu ainda estava em choque sobre tudo o que aconteceu esta manhã. A forma como todos apenas ficaram sem dizer uma palavra. Eu não poderia apenas sentar. Eu tinha que agir. Este não era um lugar que eu queria estar. Eu precisava estar aqui.


Eu estava determinada a lutar por Braeden, assim como ele lutou por mim tantas vezes antes. Lembrei-me de todas aquelas noites em que ele dormia no chão fora da nossa porta do quarto apenas no caso de eu precisar dele. Mesmo se eu vivesse até os cem anos, aquela informação sempre derreteria meu coração. E enquanto eu estava aqui na porta da minha outrora melhor amiga, também fortaleceu minha determinação. A porta se abriu e a cabeça escura de Missy apareceu. Claramente, ela ainda estarva na cama. Ela estava de pijama e seu cabelo estava amarrotado. "Eu preciso de sua ajuda", eu disse, sem pausa. O corpo dela estremeceu vertical e seus olhos se arregalaram. Claramente, ela não esperava me ver. Ou ouvir essas palavras da minha boca. Mas eu não tinha tempo para jogos. A verdade era que eu precisava dela, e ela me devia. Ela devia a todos nós. "Ivy." Eu balancei a cabeça. "Deixe-me entrar." Ela abriu bem a porta, e eu entrei. Seu quarto parecia como sempre. Cinza e amarelo com tons de branco. As cobertas da cama estavam empurradas para o lado e os travesseiros estavam todos tortos, e um furo no lugar de sua cabeça. Eu fiquei em pé no meio do quarto, realmente não sabendo o que fazer comigo mesma. Quão longe nós tínhamos vindo. Ao mesmo tempo, eu teria pulado direto para baixo em sua cama e teria me sentido em casa. Mas ela era uma estranha para mim agora. Eu olhei para a cama, onde sua colega de quarto estava deitada, mexendo no seu telefone. "Pode nos dar um minuto?", perguntou Missy. Eu sorri docemente quando a menina olhou para mim.


"Certo. Quer um café?" "Claro, obrigada", disse Missy. A garota olhou para mim, e eu enruguei meu nariz. "Não." "Você diz não ao café?" Missy perguntou quando a companheira de quarto tinha ido embora. Dei de ombros. Eu não vim aqui para falar sobre o meu gosto, e eu não ia contar a ela sobre o bebê. Do jeito que ela estava, provavelmente isso a levaria a algum ataque de fúria selvagem. "Eu preciso de sua ajuda", eu disse novamente. "Por que eu iria ajudá-la?" Eu nem sequer ri. Eu olhei para ela, calma. "Porque você me deve e você sabe disso." "Eu não sei o que você poderia possivelmente precisar de mim." Ela fungou. Pelo menos ela não tentou negar que era uma pilantra. Progresso? Não. Mas pelo menos me deu esperança de que ela faria o que eu queria. "É para Braeden." Eu deixei cair o seu nome como uma bomba atômica. De certa forma, era. Pela amizade que uma vez tive com Missy. Claro, realmente não era ele que soprava as coisas. Era ela. Ele era apenas quem ela usava como desculpa. Seus olhos cinzentos queimaram. Mesmo depois de todos estes meses, ela ainda tinha um fraquinho por ele. Amor? Eu não gostava de pensar sobre isso. Além disso, eu não estava realmente certa de que ela era capaz de amar ninguém além dela mesma. Mas ela definitivamente sentia algo por ele, e eu ia usar isso. "O que há de errado com Braeden?", ela perguntou suavemente.


Deus, eu odiava ouvi-la dizer o seu nome. Eu engoli essa reação e equilibrei a respiração. Eu sabia que ela sabia o que aconteceu na noite que Zach morreu. Eu também sabia que Braeden tinha estado aqui para acusála do truque da calcinha. Foi a razão que ele sabia que Zach estava à espreita, porque Missy quebrou e disse a ele. Então, porque o BuzzBoss sabia provavelmente muito mais do que eu, eu não me incomodei tentando explicar. "Robert Bettinger está apresentando acusações na segunda-feira contra Braeden por homicídio." Ela engasgou. "O que!" "Que Deus me ajude, se eu ler isso na Buzzfeed", rosnei. "Eu não vou fazer isso", ela retrucou. "É melhor não, ou eu vou enterrá-la nesta faculdade." Ela olhou para mim, um brilho entrando em seus olhos. Dei um passo para a frente e olhei para trás. Eu tinha um inferno de muito mais em jogo aqui, e eu quis dizer isso. Gostaria de levá-la para baixo. Ela nunca seria capaz de mostrar o rosto em todo o estado se ela atingisse Braeden com esta informação. Ela deve ter compreendido a minha intenção total porque ela balançou a cabeça e, em seguida, disse: "Mas ele não matou Zach." "Não. Ele não o fez. Mas Robert está tão enlutado que ele não pode pensar em linha reta. E ele parece pensar que arruinar toda a carreira de Braeden vai fazê-lo se sentir melhor." "Sua carreira?" Suspirei. "Eu sei que você sabe que ele foi colocado para a seleção para a NFL." Ela desviou o olhar. Sim. Missy ainda mantinha o controle sobre ele. A pequena cadela. "Se ele for preso, tudo muda." Ela assentiu com a cabeça. "O que isso tem a ver comigo?" Eu disse a ela.


Seus olhos queimaram com interesse, e até mesmo um pouco de satisfação. "Você tem o que eu preciso, não é?", perguntei. Ela assentiu com a cabeça. A esperança tomou conta dentro de mim, e eu me agarrei a ela. "Então, o que eu ganho com isso?", ela perguntou quando eu terminei de falar. "Nada", eu brinquei. Eu não estava dando a ela nenhuma merda. Então eu cedi... um pouco. "É uma chance de se redimir de um pouco da dor que você causou. Eu sei que você ainda... tem sentimentos por Braeden. Não vai deixá-lo se arruinar por algo que ele não merece." Me matava que ela era a única que tinha o poder de ajudá-lo. Eu desejava que eu nunca tivesse que ver a cara dela novamente. Isto não era sobre mim. Era sobre B. Ele me disse que faria qualquer coisa por mim. Eu disse a ele que o sentimento era mútuo. Isto era eu provando isso. Ela pensou sobre isso por um longo minuto, e eu queria gritar. Mas não o fiz. Eu fiquei lá em pé e esperei, prendendo a respiração. "Dê-me um segundo para me trocar", disse ela. "Você vai fazer isso?", perguntei. "Claro", ela disse, um sorriso malicioso formando em seus lábios. "O que tem de bom em ser o BuzzBoss se você não pode tirar vantagem do poder?" Eca, ela era nojenta. Mas agora, a nojenta era exatamente o que eu precisava.


CAPITULO QUARENTA E DOIS Algum amor você nunca esquece. Você apenas aprende a viver sem ele. ...BuzzBoss

R OMEO Pretensiosa. Essa é a palavra que me veio à mente quando eu puxei até a entrada da propriedade de Robert Bettinger. Era uma casa grande branca em estilo colonial, com uma entrada de automóveis curvada longa. Claro, eu sabia que ele fazia um bom dinheiro e era um advogado bem sucedido, e com certeza, todo mundo gostava de coisas agradáveis. Mas era a vibração ostensiva sobre esse lugar que batia um homem na cara quando ele chegava. Somos melhores do que você. Eu quase senti pena de Zach, porque ele, sem dúvida, sentiu a pressão de apenas viver em um lugar como este. A pressão para viver de acordo com a imagem que seu pai parecia querer desesperadamente. Havia uma Mercedes preta e um BMW estacionados perto da porta da frente. Ambos os carros pareciam pomposos e meio que sombrios. Fez-me um pouco feliz demais estacionar o músculo verde-limão do meu carro ao lado deles.


Depois que o motor foi desligado, eu saí e estiquei um pouco. B aterrou alguns bons socos, esta manhã. Eu esperava que ele estivesse sentindo os que eu dei nele como eu estava. Tinha valido a pena, no entanto. Ao vê-lo apenas aceitar seu destino, tornar-se uma mera casca do bundão que eu sabia que ele era, tinha sido mais assustador do que qualquer coisa que meu pai estava dizendo. Ele precisava de uma boa lembrança de quem ele era. Então, eu dei a ele. Eu também lhe dei a chance de descontar um pouco da sua raiva em mim. Para isso que serviam os irmãos. Na parte de trás da minha mente, eu me perguntava sobre Ivy. Eu não esperava menos de uma reação dela esta manhã. Foi bem no ponto com o que senti. Eu só me segurei. Mas ainda assim. Ela estava grávida e com medo pelo pai de seu bebê. Eu não sabia onde ela estava, ou o que estava fazendo, e eu me preocupava com ela. Eu sabia que Braeden estava provavelmente preocupado também. Enquanto eu caminhava até a porta da frente, eu mandei uma mensagem rápida para ela. Estamos todos preocupados. Eu inclusive. Ligue pra mim. Eu esperava que fosse ter uma resposta imediata, mas nenhuma veio. Deixei a tela escura e empurrei-o de volta no meu casaco. Antes que eu pudesse bater na porta, ela se abriu. Robert estava lá em pé com um par de calças de jogging azul-marinho com listras prata nos lados. Ele estava vestindo uma camiseta branca com um casaco azul com zíper sobre ela que combinava com a calça. Era algum vídeo de treino dos anos oitenta? Ou foi a sua nova tentativa em projetar um ar de superioridade. "Será que eu interrompi o seu treino?" Eu não podia deixar de perguntar. O olhar que ele me deu foi confuso. "O que?"


"Nada", eu disse e interiormente ri. Sim. Ele só pensava que a roupa o fazia parecer rico. "O que você está fazendo aqui, Roman?" Ele fungou. Seu cabelo estava penteado e seu rosto estava barbeado. Era um grande contraste com as últimas vezes que eu o tinha visto. Ele parecia um pouco mais preparado esta manhã, um pouco menos como se estivesse caindo aos pedaços. Eu não tinha certeza se isso era uma coisa boa ou uma coisa ruim... Coisa boa = talvez ele visse a razão. Coisa ruim = talvez ele estivesse colocando-se novamente preparado para que ele pudesse desmontar Braeden. "Eu vim falar com você", eu disse. "Eu não acho que nós temos nada a dizer um ao outro." "Eu acho que temos." Mudou-se para fechar a porta na minha cara. Bati minha mão sobre a madeira e empurrei. Ele olhou para mim com os olhos arregalados. "Qual é o problema, Bettinger? Com medo de que você pode não gostar do que eu tenho a dizer?" Um homem como ele não poderia resistir a um desafio. Ele me deixou entrar. O amplo vestíbulo estava impecável, assim como eu sabia que estaria. Tudo era austero e em seu lugar. Meus pais tinham uma casa grande, mas não era assim. O lugar deles era uma casa. Este era um museu. Segui-o até uma sala de estar formal à esquerda da porta da frente ampla. Os móveis eram escuros - madeira escura, couro escuro - e tinha um toque muito tradicional, masculino. Eu não me sentei. Preferia ficar de pé como uma torre sobre as pessoas de quem eu queria alguma coisa. Além disso, não havia nenhuma maneira no inferno que eu ia lhe dar a satisfação de olhar para baixo em mim.


"Diga o que veio dizer e depois saia. Eu tenho que preparar um caso." "Aquele contra Braeden, você quer dizer?" Eu respondi friamente. "Seu pai trabalha rápido." Sua voz era fria igualmente. "Você achou que ele não iria?" "É direito dele." Ele deu de ombros e se sentou em uma poltrona de couro. Eu vaguei por algumas pinturas feias pra burro e fingi olhar para elas. "É o seu direito de destruir a vida de alguém por causa da forma como o seu filho viveu a sua?" "Se você veio aqui para falar lixo do meu filho, eu sugiro que você saia", ele disse com veemência. Eu me virei e olhei para ele. "Você sabia muito bem quando você me deixou entrar que esta não era uma visita na qual eu ia cagar arco-íris e mentir para você sobre Zach." "Eu não vou ouvir você depreciar sua memória." "Eu não preciso fazer isso. Suas próprias ações falam por si." "Ele estava doente", disse o pai, o primeiro indício de outra coisa senão a negação firme que eu ouvi dele. Eu sempre suspeitei disso. "O que havia de errado com ele?" Ele olhou para o meu tom. Foi muito diferente do que eu estava usando antes, mais amável, menos acusatório. "Ele nunca teve uma vida fácil, meu filho. Isso foi culpa minha. Eu fiz todas as coisas erradas e tentei fingir muito tempo que estava tudo bem quando não estava." "Você tentou ajudá-lo no final. Você o mandou para aquele hospital." "Eu não sabia que ele estava tão longe, tão parecido com ela, que ele era capaz de enganar os médicos para deixá-lo fora por pouco tempo. Se eu soubesse. Tudo seria diferente." Eu quase me senti mal por Zach. Mas esse cara? O pai de Zach? Eu sentia absolutamente pena dele.


Ele estava claramente vivendo em profundo pesar sobre as coisas que ele achava que ele deveria ter feito. Eu provavelmente deveria ter ido, apenas o deixado em paz. Eu não podia fazer isso. "Com quem ele parecia?" Eu pressionei. "A mãe dele. Ela era severamente bipolar. É... não era um ambiente saudável para crescer." Zach era bipolar. Isso explicava muito. Como ele poderia ser uma pessoa (o presidente charmoso da fraternidade) num minuto, e outra pessoa no próximo (um idiota psicopata)? "Você culpa a si mesmo," eu disse, vindo ao redor e sentando em uma cadeira próxima. "Quando você se tornar um pai, um dia, você vai entender. É trabalho do pai para proteger seus filhos, mesmo quando é difícil. Eu fechei os olhos por muito tempo, e agora ele está morto." "E você quer punir Braeden por seus erros." Seus olhos arregalaram e a raiva se reuniu em torno dele como um casaco pesado. "Braeden vai ser punido por permitir que o meu filho morresse." Eu balancei a cabeça tristemente. "Você é um bom advogado, Sr. Bettinger. Meu pai sempre o respeitou, e seu nome de família foi altamente considerado em minha casa toda a minha vida." Ele olhou para cima, recolhendo um pouco de satisfação do louvor. Está vendo? Pretensioso. "Você é um homem inteligente. Você sabe muito bem que o meu pai vai ser capaz de provar qualquer dúvida razoável de que Braeden não matou o seu filho naquela noite." Ele olhou para mim. Ah sim. Ele sabia. Eu sorri. E agora ele sabia que eu sabia.


"Então, você não está fazendo isso para ver justiça ser feita. Você está fazendo isso para arruinar a vida de Braeden esperando compensar o fato de que você nunca fez bem ao seu filho." Ele saltou da cadeira com narinas alargadas. Eu me inclinei para trás e olhei para cima. "Talvez você pense que esta é uma maneira que você pode fazer bem ao seu filho. Para garantir que as pessoas saibam que este não foi o motivo que ele morreu, mas foi porque alguém o matou. Depois de tudo," eu adicionei, suave. "Você ainda está preocupado com o seu status." "Você precisa sair." Ele bufou. "Deixe disso. Não apresente essas acusações na segunda-feira. Deixe isso pra lá. Deixe o seu filho descansar em paz." Ele empurrou de volta como se eu tivesse lhe dado um soco. "Como você ousa me dar um sermão sobre dar paz ao meu filho! Você não tem ideia de como era a vida dele!" "Que é exatamente por isso que você precisa para deixar sua morte ter amizade." Amizade. Essa era uma palavra de cinquenta dólares. Rim estava me influenciando. "Você não quer amizade para o meu filho", ele cuspiu. "Você só quer salvar a cara. Você é o único preocupado sobre status, com aquela carreira no futebol." "Você está errado", eu disse duro e fiquei de pé. Ele tinha que olhar para cima para manter contato com os olhos. "Eu não dou a mínima para o meu status. Eu parei de me preocupar com isso há muito tempo atrás. E a minha carreira no futebol é sólida. Eu já tenho um contrato. É seguro. O que acontecer com Braeden não vai afetar isso." "Então por que você está aqui?", ele moeu fora. "Por que você está me pressionando?" "Porque eu estou protegendo minha família apenas como você está tentando proteger a sua." "Saia." Ele começou a sair da sala em direção ao hall de entrada. Eu segui atrás dele em um ritmo muito menos apressado.


"Retire as acusações." Ele abriu a porta e se virou. "Eu nunca vou desistir daquelas acusações, e nada que você possa dizer nunca vai me fazer mudar de opinião." "Você vai, depois de ouvir o que tenho a dizer." Olhei além de Robert e para a varanda da frente, onde Ivy levantouse, enchendo a porta. Seus olhos estavam determinados, e suas costas estavam retas. Eu sorri. "Parece que tivemos a mesma ideia, princesa," eu falei arrastado, fodidamente impressionado que ela veio aqui. À casa pertencente ao pai do homem que a estuprou. E ela fez isso pelo meu irmão. Seus olhos se viraram para mim. "Eu vi o seu carro lá fora. O que você está fazendo aqui?" "A mesma coisa que você." Seus olhos azuis suavizaram por um segundo, quando ela sorriu para mim. Eu pisquei. "Bem, deixe-me poupar seu trabalho", Robert virou-se para ela. "Não!" "Eu acho que é melhor você nos deixar entrar", uma nova voz juntouse enquanto alguém se aproximou por trás de Ivy. Recuei. Ivy trouxe Missy? Que. Porra. É. Essa? Ivy olhou para mim. Confie em mim, ela disse com os olhos. Eu balancei a cabeça uma vez. Robert parecia tão surpreso quanto eu que havia agora não uma, mas duas mulheres enchendo a porta. Antes que ele pudesse se recuperar, Ivy marchou para dentro com Missy quente em seus calcanhares. "Você vai ouvir o que tenho a dizer, Sr. Bettinger," Ivy entoou. "Porque se você não fizer isso, o mundo inteiro vai saber exatamente o tipo de homem que seu filho realmente era."


Seu rosto empalideceu. Ivy deu um passo para a frente, agarrou a porta da sua mĂŁo, e a bateu fechada.


CAPITULO QUARENTA E TRES De pé, em frente da maior história do ano. #BuzzBoss sabe de tudo. Fique ligado. ...Buzzboss

I VY Eu a fiz vir comigo no carro. Não havia nenhuma maneira no inferno que eu ia confiar que ela iria realmente entrar em seu carro e seguir junto atrás de mim como uma amiga leal e fiel. Foi um passeio de carro estranho, especialmente desde que eu não estava prestes a fazer a conversa pequena ou entreter nenhuma de suas tentativas. Não foi difícil encontrar o endereço dele, e uma vez eu fiz, era apenas uma questão de seguir o GPS no meu telefone. Quando chegamos na entrada da garagem e vi o Hellcat verde inconfundível, eu queria rir alto. Claro que ele estava aqui. Eu deveria ter sabido melhor do que subestimar a minha família. "O que ele está fazendo aqui?" Missy preocupou-se. Seu nível de ansiedade disparou quando ela olhou para o carro. "Acho que vamos descobrir."


Eu estacionei atrás do carro dele e olhei para Missy. "Você vai fazer isso." Não era uma pergunta. Eu não queria tranquilizar. Eu queria que ela soubesse que ela não estava ficando fora desta. "Talvez uma vez que eu faça, isso vai provar a você que eu realmente sinto muito por todas as coisas que aconteceu entre nós." Você quer dizer todas as coisas que você fez para mim? Eu pensei. Eu não disse isso em voz alta, porque eu não estava prestes a antagonizar com ela agora. Eu precisava de algo dela. "Vamos," eu disse e saí do meu Toyota. Meu estômago roncou e me senti enjoada ao mesmo tempo. Eu estava enjoando de manhã por um tempo agora. No início, eu apenas escovava, às vezes eu ignorava, mas eu não podia mais fazer isso, não agora que eu sabia a causa. Eu deveria ter comido esta manhã. Enjoada ou não, meu bebê precisava de nutrição. Não que eu esperasse estar de pé sobre este patamar também. Quando eu estava prestes a bater, a porta se abriu, e Robert estava gritando com Romeo dentro. Romeo não parecia preocupado de forma alguma. Típico de Romeo. Mas eu não gostava das coisas que ele estava dizendo. Se Romeo não tinha sido capaz de falar com Robert, então que esperança eu tinha? Você tem a BuzzBoss. Deus me ajude, aquele era um pensamento reconfortante. Não importava. Não importava que Romeo não estivesse chegando a nenhum lugar. Não importava que olhar para Robert me fazia lembrar do inferno que passei com Zach. Não importava sequer que minha antiga melhor amiga estivesse atrás de mim e eu a estava usando como minha arma secreta. Eu ia fazer isso. Eu não ia sair até que eu conseguisse o que eu queria.


Depois que eu bati a porta, Robert ficou olhando para nós como se não pudesse acreditar que eu tinha convidado a mim mesma para este mausoléu que ele chamava de casa. "Ele te chama de princesa?", estupidamente entre Romeu e eu.

perguntou

Missy,

olhando

Para responder, Romeo andou ao meu lado e colocou seu braço sobre meus ombros. Missy olhou quando ele inclinou-se e beijou o topo da minha cabeça. "Eu mandei uma mensagem," ele rosnou. "Você não respondeu." "Eu estava ocupada." "Estou vendo." Missy continuou a bocejar abertamente. Eu não tinha estado tão perto de Romeo antes. Aconteceu naturalmente ao longo do tempo, tempo do qual Missy não era mais uma parte. "Não deixe que isso aconteça novamente." Revirei os olhos e cutuquei-o nas costelas. Ele apertou seu braço em minha volta. "Eu não sei o que está acontecendo aqui, mas se você não sair, vou chamar a polícia." "Não, você não vai," eu disse e me afastei de Romeo. Ele me soltou, mas ficou perto. "E como você sabe disso?" Robert zombou. "Porque você deixou claro que não quer o nome do seu filho esteja mais arruinado do que já está." "Se ele está arruinado em tudo, é por causa das mentiras que você está espalhando sobre ele." "Eu não tive nada a ver com o ataque a Rimmel e Romeo", retruquei. Ele começou a discutir comigo, e eu levantei a minha mão. "Eu não estou aqui para discutir qualquer coisa com você. Ou até argumentar. Nós nunca vamos ver olho no olho sobre este assunto. Não importa. A única coisa que importa é que você entende o que vai acontecer se você for atrás de Braeden."


Eu entrei na sala de estar formal excessivamente decorada fora da porta de entrada e apontei para a mesa de café de madeira e depois para Missy. Missy caiu de joelhos ao lado da mesa, puxou o laptop de sua bolsa, e o abriu. Enquanto o laptop carregava, ela colocou a bolsa que ela trouxe com ela ao lado dele na mesa. "O que é isso?", Robert perguntou, parando no centro da sala olhando para Missy e eu. "É a única chance que você vai ter", eu disse, categórica. Romeo estava perto, os braços cruzados, olhando a cena que se desenrolava. "Eu entendo que você amava seu filho, Sr. Bettinger. Ninguém está aqui para contestar isso. Mas eu sei que você tem que estar ciente, seu filho não era sempre o cara mais legal. Ele fez coisas. Um monte de coisas que foram repulsivas." "Se isso for sobre o suposto estupro -" "Não é suposto!" Eu bati. Como ele se atrevia a tentar fazer de conta como se eu estivesse fingindo? Foi a coisa mais horrível que já aconteceu comigo, e eu não iria ficar aqui e permitir que ele minimizasse isso. "Seu filho me drogou. Ele usou minha chave do quarto e me levou para o meu quarto, na minha própria cama, e ele me estuprou." Eu traguei uma respiração. "Ele disse coisas horríveis para mim naquela noite, coisas que eu desejaria poder esquecer. Eu tenho que viver com isso. Eu tenho que viver com a sua voz me insultando, enquanto ele me violou." Robert empalideceu e deu um passo para a frente. Seus olhos estavam com raiva, e isso me assustou. Mas eu me segurei. Romeo o notou em movimento, e se adiantou, colocando a mão em seu ombro. "Afaste-se ", alertou. Não era um aviso amigável. "Eu tenho a prova." Eu continuei. "A prova de que ele me estuprou. Eu tenho uma pasta inteira de imagens que deixam muito claro sobre o que aconteceu comigo naquela noite. Seu filho tirou fotos, porque ele estava


orgulhoso do que ele fez. E depois as mandou para a faculdade para o BuzzBoss na esperança de que sua conquista iria sair e humilhar-me ainda mais." Robert fez um som estrangulado. "Eu não acredito em você." "Acredite", disse Missy. "E essas não são as únicas fotos que ele enviou para o BuzzBoss." "O que é o BuzzBoss?", ele perguntou, sua voz tornando-se um pouco nervosa. "Pense nisso como uma linha direta para cada estudante no campus Alpha U. Como uma espécie de email em cadeia, mas muito mais rápido e mais acessível." "Eu não posso acreditar que o reitor permitiria uma coisa dessas." "Ele não permite", disse Missy. "BuzzBoss foi levado para baixo. Mas essa é a coisa sobre a web. Alpha U não possui tudo." "E como você sabe o que esse BuzzBoss tem sobre meu filho?" Missy ficou de pé. "Porque você está olhando para ela." Como se para provar um ponto, ela pegou o telefone, fez algumas coisas, e depois deslizou de volta no bolso. Segundos depois, ambos os telefones, o de Romeo e o meu, vibraram. Romeo puxou o dele fora do bolso de trás e iluminou sua tela. "Bem. Você quer olhar isso?" Romeo zombou e leu o buzz em voz alta. "De pé, em frente da maior história do ano. #BuzzBoss sabe de tudo. Fique ligado." Ele segurou o telefone, assim Robert poderia ver a notificação. Eu cavei o meu telefone, puxei-o para cima, e fiz o mesmo. O desafio deixou os seus olhos, e por baixo a mão de Romeo, seu ombro afundou. "O que você tem sobre ele?" Missy fez um som e caiu na frente do laptop. Em poucos segundos, ela teve arquivo depois de arquivo de fotos puxado para cima. "Aqui está ele no início do ano passado, passando um trote em um dos desistentes da fraternidade Omega."


Ela virou a tela ao redor para mostrar uma imagem de Zach segurando para baixo o que parecia ser um jovem estudante e derramando o que parecia ser vodka em sua boca. Você podia dizer pela imagem que o rapaz já estava bêbado e estava engasgado com o líquido sendo forçado em cima dele. Ele também tinha um olho roxo e um nariz sangrando. "Aqui ele está roubando de uma empresa local, algo que eu tenho fotos de vinte diferentes dias dele fazendo. Eu imagino que ele tenha roubado um monte em vinte viagens mais." Missy cronometrou através de várias imagens em que ele estava claramente roubando. "Aqui ele está vandalizando de um dos carros do professor alguns semestres atrás. Ouvi dizer que a tinta spray tinha sido impossível de sair e que o professor teve que pagar para ter seu carro totalmente pintado novamente." Outra foto. "Aqui ele está agredindo uma menina de uma irmandade do campus." Essa imagem era particularmente difícil de se olhar, mas eu não podia deixar de olhar. Ela estava amarrada a uma cama, mãos e pés. Ela estava completamente nua, e Zach estava, umm... fazendo coisas para ela com uma garrafa de cerveja. Devo ter feito um som, porque Romeo estava de repente ao meu lado, gentilmente virando meu rosto da tela. "troque isso", ele mais ou menos ordenou. Outro clique trouxe outra. E outra. E outra. Cada imagem parecia ficar pior do que a última. Fiquei horrorizada que eu não era a primeira e única mulher que ele agrediu. Na verdade, em algumas delas ele era tão horrível, que me fez sentir culpada por estar com tanta dor sobre o que ele fez para mim. Eu acabei enterrando meu rosto no peito de Romeo enquanto Missy passava por mais de uma dúzia de fotos, passando por cima delas em detalhe gráfico. Eu ia ter que adicionar uma sessão de terapia extra para a minha agenda por isto. Esse tempo todo eu tinha estado tão envergonhada, tão inflexível que ninguém sabia o que aconteceu comigo. Eu estava


envergonhada e não queria que as pessoas olhassem para mim como uma vítima. Era assim que todas essas garotas se sentiam também? Envergonhadas, assustadas e sozinhas? Talvez se eu tivesse dito algo, teria ajudado outra de suas vítimas. Comecei a tremer e Romeo amaldiçoou sob sua respiração. "Eu acho que ele entende o ponto”, disse ele sobre a minha cabeça para Missy. Eu ouvi o estalo de sua tampa do computador, e eu tomei outro momento para me recompor. "Tenha certeza de que eu tenho mais do mesmo. Todos esses estão apoiados em um disco rígido do qual só eu sei a localização." Missy entoou. Eu ouvi o farfalhar da bolsa que ela tinha trazido junto, e eu olhei para cima. "Sobre Braeden..." Ela começou, segurando a bolsa. "Eu sei por um motivo que Zach tinha intenção de matá-lo. Ele me disse." "Ele não disse", disse Robert, sua voz pequena e trêmula. "Ele estava obcecado por mim antes de morrer. Ele pensou que íamos ficar juntos." Ela despejou o conteúdo da bolsa sobre a mesa. "Estes são os presentes que ele enviou para mim. Cada um tem uma nota escrita à mão." Ela pegou um pequeno cartão e levou-o para o outro lado da sala, entregando-o a Robert. "Reconhece a caligrafia?" Ele olhou para o cartão. Meu coração se partiu por ele quando ele começou a chorar. Missy arrebatou o cartão de longe como se ela estivesse com medo que ele tentasse destruí-lo. "Ele roubou este vestido do lugar onde Ivy trabalha. Na noite em que ele sequestrou Ivy, ele deixou em minha porta com uma nota. Ele queria que eu o usasse para celebrar a noite seguinte depois de ter matado B e Ivy. A nota deixa suas intenções bem claras." Romeo respirou, e eu recuei para olhar para Missy, agradecida. Mas ela não tinha terminado. "Você pode verificar o log no hospital em que ele estava no norte do estado. Ele teve um visitante antes que ele fosse solto. Fui eu. Eu assinei


sob o falso nome de Blair Brien. Tenho certeza de que se os funcionários forem chamados a depor, eles poderiam me identificar como aquela mulher." "Meu filho." A voz de Robert quebrou. "Seu filho estava muito doente," Romeo disse delicadamente, gentilmente. Como se estivesse falando com um homem em uma borda. "Você já me disse isso. Eu acredito em você. Nós todos acreditamos em você. Talvez as coisas que ele fez fossem sintomas desta doença. Neste momento, não é do conhecimento público o tipo de coisas que ele fez. Sim, os detalhes do acidente e como ele sequestrou Ivy são de registro público, mas acho que você e eu podemos concordar que não é nada comparado com as coisas que Missy tem sobre ele." Robert estava completamente derrotado de uma maneira que eu nunca tinha visto antes. Ele praticamente deslizou para a cadeira de couro e afundou nas almofadas. "Você iria liberar toda essa informação? Usá-la para arruinar completamente o nome do meu filho." "E a sua reputação," Romeo entoou. "Minha esposa nunca iria concordar em voltar, então. Nunca." Sua voz estava vazia. Eu me sentiria mal se eu não estivesse fazendo isso por Braeden. "Oh, eu usaria." A voz de Missy estava quase arrepiante e escura com a promessa. "A BuzzBoss não retém. E me custou muito." Ela olhou para mim, mas depois de volta para Robert. "Mas isso iria custar-lhe muito mais." "O que você quer?", ele soluçou. Meu estômago virou. Eu me senti tonta. O que estávamos fazendo era nojento. Estávamos basicamente chantageando este homem. Mas que escolha eu tinha? Era ele ou eu. Assim como na noite em que Braeden fez uma escolha. Ele ou Zach.


"Afaste-se de sua vingança contra Braeden." Romeo cortou, frio e calculista. Estava claro que ele era filho de um advogado, porque ele sabia exatamente quando se mover para a matança. "Deixe o seu caso inteiro, não apresente acusações, e fique bem longe de toda a minha família." "E uma vez que eu o fizer, o que é preciso para você parar de liberar toda essa informação de qualquer maneira como vingança?" "Eu lhe dou minha palavra", disse Romeo. "Acho que você sabe que a minha palavra significa algo." "E quanto à ela?" Robert olhou para Missy. "Ela vai apagar tudo", respondeu Romeo. Os olhos de Missy se arregalaram, e eu pensei que ela ia protestar. "E se qualquer coisa que ela lhe mostrou esta noite acabar no BuzzFeed, você pode processá-la por difamação de caráter e eu vou testemunhar contra ela." Ela engasgou. "Você não faria isso." "Foda-se, sim, eu vou", ele rugiu. "Temos um acordo?" Eu disse, ansiosa para começar o inferno fora de lá. Eu só queria aquilo terminado. "Que escolha eu tenho?" Robert respondeu miseravelmente. "Há sempre uma escolha", eu disse. "Você apenas tem que escolher com o que você pode viver." Robert pareceu considerar minhas palavras. "Deixe seu filho descansar em paz," Romeo disse suavemente. "Eu vou deixar o caso. As acusações nunca verão a luz do dia. Seu amigo está livre." Eu respirei fundo, com medo de acreditar. Romeo se adiantou e estendeu a mão. "Tenho a sua palavra?" Robert olhou entre Romeo e sua mão, em seguida, lentamente colocou a sua dentro. "Você tem minha palavra." Quando ele terminou, ele passou por mim para ficar na frente de Missy. "Eu gostaria de sua palavra também."


Sua palavra não significa nada, pensei. Mas eu não estava prestes a dizer-lhe isto, não depois de conseguir o que eu queria. "Tudo bem", disse ela e apertou sua mão. Missy começou a arrumar suas coisas. Robert virou-se para Romeo. "Vou ligar para o seu pai e avisá-lo. Então eu vou chamar meus contatos e encerrar tudo." "Faça isso hoje," Romeo ordenou. "Se Braeden receber alguma multa por excesso de velocidade na segunda-feira, vou começar eu mesmo a postar essa merda. " "Eu vou processá-lo." Robert ameaçou. "Você vai ter que provar que fui eu em primeiro lugar." "Tão arrogante", Robert murmurou. "Eu poderia dizer a mesma coisa sobre você." Ele sorriu, mas não era um gesto que chegou a seus olhos. "Agora que você conseguiu o que queria, gentilmente saia." Não havia nada gentil sobre a maneira que ele disse isso. "Com prazer", eu disse e saí na frente. Uma onda de tontura bateu em mim, e eu balancei sobre meus pés. "Pare," Romeo correu para a frente e me pegou. "O bebê?", ele se preocupou. "Bebê!" Missy engasgou. Fechei os olhos e fiz uma careta. "Ivy." Romeo se preocupou e me deu uma pequena sacudida. Abri os olhos. "Estou bem. Com toda a emoção, eu não comi. E eu mal tenho o meu suco." Ele riu. "maldito suco de laranja." "Não diga a B. Ele só vai se preocupar. Ele já passou por bastante." Os olhos de Romeo se estreitaram. "Por favor?" "Tudo bem, mas vamos pegar comida pra você agora."


Robert foi até onde nós estávamos de pé e olhou para mim com olhos penetrantes. "Você está esperando?" "Sim." Eu levantei meu queixo e respondi. Ele assentiu. "Eu entendo porque você lutou tanto", disse ele. "Se você vai lutar tão duro pelo pai de seu filho, então você vai lutar ainda mais duro pela própria criança." "Sim. Eu vou. Não se esqueça disso." Minha absoluta confiança naquela declaração fez um sorriso tipo um fantasma aparecer no rosto de Robert. "É o melhor, então. Espero que você faça um trabalho melhor com o seu filho do que eu fiz com o meu." "Nós estamos indo", disse Romeo para Missy por cima do ombro. Nós três caminhamos para fora da casa, enquanto Robert segurou a porta. Bem, eu não andei. Romeo levou-me, porque ele se recusou a me colocar para baixo. Ele era tão mau quanto Braeden. Quando a porta da casa trancou atrás de nós, Romeo continuou a descer as escadas. "Espere!" Missy gritou para ele. Ele parou e se virou. Ela veio correndo pelas escadas. "Você está grávida?", perguntou ela. "Do bebê de Braeden?" Eu apertei o braço de Romeo, porque eu sabia que ele estava prestes a dizer algo sarcástico e mau. Eu não gostava de Missy, mas ela apenas totalmente ajudou a manter B fora da cadeia. "Sim, estou." Tantas emoções passaram por trás de seus olhos. Eu simplesmente não podia ignorar por mais tempo. "Você o ama, não é?", perguntei. Ela sorriu tristemente. "Isso não importa, porque ele te ama." "Eu realmente sinto muito."


"Eu também", disse ela. Romeo não pareceu se importar que estávamos tendo um momento. Ele fez um som rude e me sacudiu suavemente. "Dê-lhe suas chaves, princesa." "Minhas chaves!" "Você está vindo comigo", disse ele. "Meu carro -" "Missy pode dirigir seu carro de volta para a nossa casa." Ele estava drogado? Ou talvez eu estivesse muito mais tonta do que eu pensava. Eu estava ouvindo coisas. "Você vai nos encontrar lá, certo, Missy?" "Você está falando sério agora?" Eu perguntei, tentando descer de seus braços. Eu ia dirigir para casa. "Sério como um ataque cardíaco. Pare de tentar descer. Isso não está acontecendo." "Você é estúpido!" "É o melhor que você tem, princesa?" Ele estava totalmente divertido. "Eu posso andar," eu resmunguei. "A última vez que deixei você fazer isso, você acabou aqui." Eu murchei. Braeden provavelmente estava realmente chateado. Romeo não era o único que tinha mandado uma mensagem. "Ele está com raiva?" "O que você acha?", perguntou. Eu fiz uma careta. "Você sabe que ele não vai ficar com raiva de você por muito tempo. Ele nunca fica." Então ele me prendeu com um olhar duro. "Você nunca deveria ter vindo aqui sozinha." "Eu não estava sozinha," eu rejeitei. Nós dois olhamos para Missy como se tivéssemos acabado de perceber que ela ainda estava lá. Ela estava olhando para nós com um olhar


em seu rosto fechado. Mas, mesmo assim, eu poderia dizer que ela estava ferida. Era como se eu tivesse a vida que ela queria. O triste foi que tinha sido sua vida, também. Ela foi a pessoa que jogou fora. "Nós devemos ir", eu disse, balançando para baixo. "Eu não vou deixar você fora da minha vista. Não depois de você quase desmaiar lá. Meu sobrinho está faminto." "É um menino?" A voz de Missy soou rachada. "É muito cedo para dizer," eu disse, dando uma cotovelada em Romeo. "Ele só gosta de dizer isso." Eu puxei as chaves da minha bolsa e as estendi para ela. "Você se importa?" "Claro", ela disse, e as tomou. "Nós vamos ficar bem atrás de você. Vou parar no primeiro drive-thru que nós virmos," Romeo disse a ela enquanto ele foi para o Hellcat e conseguiu abrir a porta do passageiro, enquanto ainda me carregava. "Ok", disse Missy, sua voz soando um pouco distante. "Você quer alguma coisa?" Romeo ofereceu. Isso foi muito legal da parte dele. "Hum, não, obrigada." Ela parecia surpresa que ele ofereceu. "Legal. Te vejo em casa. Alguém vai levar você de volta para os dormitórios." Missy saiu dirigindo primeiro, porque ela estava estacionada atrás de Romeo. Quando ela se foi, ele olhou para mim. "Acho que podemos confiar nela com seu carro?" Eu fiz uma careta. "Espero que sim." Ele ligou o motor e então se inclinou sobre o volante, virando a cabeça para olhar para mim. "Isso foi tudo você lá." Ele fez um gesto em direção à casa. "Eu tive algum apoio." Eu bati de leve no braço. "Como você sabia que ela te ajudar?"


Olhei para longe e para fora da janela. "Porque ela está apaixonada por ele." "Tenho certeza de que ir até ela foi difícil", disse ele. "E depois o que aconteceu lá dentro." Eu afastei as imagens indesejadas das poucas fotos que eu olhei. "Valeu a pena", eu sussurrei. Qualquer coisa por Braeden. "Faça-me um favor, tá?" Romeo perguntou e puxou para baixo a entrada de automóveis. "O que?" "Case-se com o meu irmão, ok? Não só ele realmente te ama, mas eu quero mantê-lo ao redor, também." Eu sorri. "Vou manter isso em mente." Ele sorriu e segurou o punho no espaço entre nós, e bateu para fora. "Ele está livre." O alívio em sua voz combinava com o alívio que eu sentia. Eu derreti contra o assento de couro e soltei um suspiro. Ele estava livre.


CAPITULO QUARENTA E QUATRO Nós todos amamos Romeo; ele ama apenas alguns. Eles vão ser amados para sempre. #EuViAManeiraQueEleAma #OAmorDeUmAlfaÉOMaisForte ...BuzzBoss

B RAEDEN Eu estava em pé na calçada quando Ivy apareceu. Assim que o carro rodou até parar, eu corri e escancarei a porta do lado do motorista. "O que diabos você estava pensan-" Parei. Missy piscou para mim com surpresa. "Dois segundos, é o tempo que você tem para explicar:" Eu rosnei e olhei no banco de trás para Ivy. O carro estava vazio. Onde diabos estava a minha menina? Mudei-me para trás, e Missy desligou o motor e saiu. "Ela está a caminho", disse ela, com os olhos nem uma vez me deixando. É como se eles se agarrassem e não me deixassem ir. Há muito tempo atrás, eu teria gostado disso. Agora só me irritava.


"Isso não é bom o suficiente", eu entoei. O ronronar familiar do Hellcat cortou em nossa conversa. Estiquei o pescoço, quando Romeo puxou para dentro da entrada da garagem. Olhei através do para brisa. Ivy acenou para mim do assento do passageiro. Ele parou o carro ao meu lado, e eu esqueci de Missy para abrir a porta. Ivy saiu, e eu soltei uma série de palavrões. "Você tem alguma ideia de como chateado eu estou com você?" Eu amaldiçoei, ainda que a puxei para mais perto e enterrei meu rosto em seu cabelo. "Sinto muito", disse ela no meu ombro. "Você não atendeu ao telefone. Eu estava doente de preocupação." "Estou bem. Eu prometo." Romeo saiu carregando um copo de isopor com um canudo saindo da tampa. Ele veio ao redor do capô e estendeu o copo para Ivy. "Não está vazio ainda." Ela gemeu, e eu olhei entre eles. "Ele é tão mandão quanto você é." Ivy fez uma careta. "Ela não comeu o café da manhã", ele denunciou. Eu fiz um som frustrado e peguei o que parecia ser um milkshake e o empurrei para ela. "Alimente meu filho." "Eu comi um hambúrguer no carro", ela murmurou. Romeo e eu olhamos para ela até que ela revirou os olhos e colocou o canudo entre os lábios. Só então eu me virei para ele. "Obrigado por encontrá-la, cara, e trazê-la de volta." Eu estendi minha mão. Ele apertou-a, mas quando ele fez, ele disse: "Ela me encontrou." Olhei para Missy, imaginando como diabos ela se encaixava em tudo isso. "Eu preciso de respostas." "Lá dentro", disse Romeo. "Todo mundo ainda está aqui?" Eu balancei a cabeça. "Mesmo seu pai. Rim está preocupada."


Eu não precisei dizer mais nada. Ele começou a entrar imediatamente. Peguei a mão de Ivy para entrelaçar nossos dedos. A poucos passos em direção à casa e ela olhou por cima do ombro para Missy. "Vamos." Enfiei-lhe um olhar com o canto do meu olho, mas não disse mais nada sobre o seu convite para o diabo. Missy seguiu junto atrás de nós em silêncio. Quando nós três caminhamos para a casa, todo mundo olhou para cima com rostos surpresos. Missy empalideceu, mas, por outro lado, não disse nada, e seu queixo inclinou-se teimosamente. Rimmel já estava no colo de Romeo e Anthony ainda estava sentado na mesma cadeira que ele tinha estado quando ele me disse que eu ia ser preso. Desde a minha festa da pancada com Romeo na garagem, eu estava pensando sobre o que ele disse. Era egoísta da minha parte querer apenas receber o castigo, mesmo que a punição não fosse exatamente garantida? Mesmo que isso iria atrapalhar não só o meu futuro, mas o de Ivy e meu bebê? Eu não era um fraco cara-inferno, eu estava longe disso. Todos chamavam Rome do macho alfa desta família, e sim, ele era o cabeça de todos nós. Mas isso não significava que eu não era um alfa no meu próprio direito. Eu era. Ainda assim, eu não estava muito certo de como combater esses encargos sem fazer tudo pior. E eu estava cansado. Tão cansado pra porra. Importar-se com as coisas era um inferno de muito mais difícil do que apenas se divertir. "Ivy tem novidades", disse Romeo, atraindo todos os olhares longe de Missy e da minha própria cabeça. Meus olhos chicotearam para Ivy. Ela olhou para mim e sorriu. "Fui ver Robert." "O quê?" Eu moí para fora.


"Fique quieto." Ela me calou, e Drew riu. Dei-lhe um olhar estreito. "Você acha que é engraçado a sua irmã ir na casa onde seu estuprador cresceu?" Eu cuspi. Aquilo o calou. "Eu não fui sozinha. Missy foi comigo, e Romeo estava lá quando cheguei." "Você foi ver Robert?" Rimmel perguntou a Romeo. "Eu não estava disposto a apenas aceitar o que ele estava fazendo a esta família." "Roman", Tony falou. "Eu não estou tão certo de que foi uma boa ideia. Vocês dois provavelmente apenas lhe deram mais munição para usar no tribunal." "Eu levei um pouco da nossa própria munição ", disse Ivy. Romeo sorriu. "Você deveria ter visto ela, B. Ela dominou." "Dominou o quê?", perguntei, frustrado. Ivy se adiantou e sentou-se na mesa de café no centro da sala. "Quando eu saí esta manhã, eu fui para os dormitórios para ver Missy." Missy veio um pouco mais para dentro da sala e acenou com a cabeça. "Sendo o BuzzBoss, ela tem um computador cheio de segredos sujos de metade das pessoas no campus." "Experimente todas as pessoas no campus." Missy corrigiu. Olhei para ela, e ela deu de ombros. "As pessoas são desonestas." Ela saberia sobre isso. "De qualquer maneira, Zach estava tão louco que eu imaginei que não éramos as únicas pessoas que ele tinha torturado ao longo dos anos. Acontece que eu estava certa. Missy tem arquivos cheios de coisas horríveis que Zach fazia." Por que isso fez minha pele arrepiar, e por que essas palavras colocaram sombras em seus olhos azuis?


"O que você fez, Ivy?", perguntei em voz baixa, já lamentando que o que quer que ela fez em meu nome tinha de alguma forma lhe custado. "Nós..." Ela começou, olhando para Rome e Missy. "Apenas mostramos a Robert como ele iria beneficiá-lo para deixar tudo isso pra lá ir e deixar seu filho descansar em paz." Eu prendi Romeo com um olhar duro. "Fale." Ele falou. Ele disse a todos exatamente o que aconteceu na casa de Robert Bettinger esta manhã. Eu estava fodidamente desintegrado. Ivy estava na mesa, bebendo seu milk-shake como se ela não tivesse chantageado um poderoso advogado para me dar a minha vida de volta. Quando Romeo terminou, ele se virou para o pai. "Acho que podemos confiar que Robert vai desistir disso como ele prometeu." Anthony assentiu. "Depois de ouvir que tipo de informação que você tem sobre Zach, eu sei que ele vai. Robert ainda tem que viver nesta comunidade, e ele não vai querer desistir do seu bom nome. Eu o conheço há muito tempo, e quando ele dá a sua palavra, ele cumpre." Tinha acabado? Ainda esta manhã, eu estava olhando para acusações de homicídio e dizendo adeus à minha carreira no futebol, e agora... apenas horas mais tarde, tudo foi entregue de volta para mim. Olhei para Rome. Ele sorriu. Eu senti algo dentro de mim quebrar. Eu estava livre. "A princesa não brinca", Romeo brincou. Rimmel riu. Girei e procurei Ivy. Ela deve ter reconhecido o olhar nos meus olhos porque ela baixou a bebida de seus lábios. Corri para a frente e peguei-a para fora da mesa e segurei-a na minha frente. "Você lutou por mim." "Por nós." Ela corrigiu. "Você não deveria ter ido lá", rosnei e esmaguei-a contra mim. "Foi estúpido e imprudente. Eu sei que te machucou."


Suas mãos agarraram minhas costas, segurando-me com ela. É como se não estivéssemos em uma sala cheia de pessoas. Estávamos sozinhos em nosso próprio pequeno mundo, um mundo que agora estava cheio de um futuro brilhante. "Obrigado", eu disse asperamente. Ela me abraçou mais apertado, então se afastou. "Eu não poderia ter feito isso sem Missy. Ela é a única que usou as informações que tinha sobre Zach para convencer Robert." Eu fiquei de pé na frente de Missy. Seus olhos estavam um pouco cuidadosos, mas ela não se moveu para trás. Eu a abracei. Não era o tipo de abraço que eu dava a Ivy, ou mesmo um amigo. Mas era um abraço da mesma forma. Então eu recuei para encontrar seu olhar surpreso, cinza. "Obrigado, Missy." "De nada." Sua voz estava rouca. Voltei para minha família, e Rim correu para mim. Eu a peguei, e ela riu. "Estou tão feliz!" Eu ri. "Somos dois, menina tutora." "Isto pede cervejas!", disse Drew. "Não é nem meio-dia!" Ivy admoestou. "Eu nunca vou beber de novo", Trent gemeu. Rimmel engasgou. "Eu esqueci! Ivy, não era hoje à noite quando todos devíamos ir para Screamerz para..." Ela olhou para Tony e fez uma careta. Ele riu. "Uma festa de noivado cheia de pessoas da sua idade?" Romeo riu. "Eu esqueci completamente", disse Ivy. "Cancele", eu disse a ela. "O quê!" Ivy engasgou. "Não podemos simplesmente cancelar. Todo mundo deve ir lá!" "Sim, isso pode ser uma celebração de noivado para você." Rimmel concordou. "Eles estão se unindo a você, B," Romeo demorou.


"Tudo bem", eu murmurei e mentalmente comecei a ajustar os planos que eu tinha para a noite. Anthony ficou de pé. "Eu devo ir. Valerie vai querer ouvir a notícia. Ela vai ficar tão aliviada." Ele deu a volta na mesa e estava diante de mim. "Estou feliz por você, filho." "Obrigado", eu disse, e ele me abraçou. Eu devolvi o abraço, e de repente eu tinha um forte sentimento de que isso teria sido como ter um pai. Inferno, talvez todo esse tempo eu tivesse. Tony nunca me tratou como nada menos do que um filho. Ele sempre esteve lá, assim como esta manhã, sentado na nossa sala de estar por horas, tentando descobrir uma maneira para ter certeza de que eu ainda tinha um futuro. Isso era família. Não de sangue. E isto era o que eu ia ensinar ao meu filho. Eu estava um pouco emocionado quando ele se afastou. Quando ele olhou nos meus olhos, ele deve ter visto, porque ele acenou com a cabeça uma vez. "Sempre vou estar aqui para você, filho." Ele pegou sua pasta e as chaves do carro na mesa. "Estaria tudo bem se eu for com você?" Rimmel perguntou a Tony. Romeo fez um som de asfixia. "Você quer ir para a casa dos meus pais?" Rimmel assentiu. "Eu tenho uma ideia, e Valerie é a melhor pessoa para me ajudar." "Baby, você tem certeza?", perguntou Romeo. "Definitivamente." Ela assentiu com a cabeça e se virou para Ivy. "Quer vir? Eu poderia com certeza usar sua ajuda." "Madrinha de honra no dever", disse ela e assentiu. "Bem, então, será um prazer ter essas senhoras encantadoras para me fazer companhia no caminho. Entre esta e as notícias sobre Braeden, Valerie vai estar no topo do mundo."


Rimmel sorriu, e eu ri. "Alguém está começando a descongelar quando mamãe está em causa." "Eu estou apenas feliz." Rimmel concordou. "Ligue quando estiver pronto", disse Ivy. "Nós vamos te pegar." Tony já estava perto da porta, esperando, e depois que Rim disse adeus a Romeo, ela o encontrou lá também. Ivy tomou seu tempo praticamente dançando ao redor da sala, dando a todos um abraço. Era engraçado como o inferno. "Você colocou bebida alcóolica no shake da minha menina?", perguntei a Romeo enquanto ela abraçava Drew. Ivy delimitou até Trent e abraçou seu rabo de ressaca também. Ela torceu o nariz. "Você está fedendo. Vá tomar um banho." "Sim, senhora", ele murmurou. "Oh," ela disse quando ela se moveu em direção à porta e viu Missy. "Uh..." "Vou levá-la de volta ao campus," eu disse. Ivy se virou e olhou para mim, a cautela em seus olhos. "Eu vou com ele", disse Romeo. Isso pareceu fazê-la sentir um pouco mais confortável, e ela virou-se para Missy. "Obrigada por tudo." "Era o mínimo que eu poderia fazer", respondeu ela. Seus olhos tinham um monte de pesar, e eu sabia que era por causa de tudo o que ela poderia ter sido uma parte com esta família, mas Missy fez sua escolha. Sim, talvez fazer o que ela fez hoje tornou-a não tão desprezível, mas ela nunca seria uma parte desta família novamente. As meninas partiram com Tony, e eu me virei de volta para os caras. "Eu tenho um monte de merda para fazer antes de hoje à noite", eu anunciei. "Todos vocês três vão ajudar." "Trent vai tomar um banho primeiro", disse Drew. "Assim não temos que sentir o cheiro dele o dia inteiro."


Trent deu o dedo a todos nós. Duas vezes. "O que você tem em mente, B?", perguntou Romeo. Algo sobre o qual apenas esta manhã eu estava incerto. Mas agora? Agora estava a todo vapor. O futuro.


CAPITULO QUARENTA E CINCO #VenhaFestejarComRomeo Seu #BuzzBoss ficou sabendo que vai ter uma segunda festa de noivado das celebridades do campus hoje à noite @Screamerz ...BuzzBoss

I VY A notícia se espalhou. Realmente, todos nós deveríamos ter esperado por isso. Claro, com tudo acontecendo e o fato de que nós quase nos esquecemos de participar da nossa própria festa, eu acho que não parecia tão improvável que nenhum de nós pensasse sobre isso. E sim, a mais recente cortesia do próprio BuzzBoss certamente ajudou a adicionar à multidão. Francamente, o fato de que ela, obviamente, foi para casa depois de tudo o que aconteceu esta manhã e, em seguida, postou uma notificação sobre a festa de noivado que eu organizei na Screamerz para Romeo e Rimmel esta noite não me entusiasmou. Isso totalmente me preocupou. Se ela iria usar a informação que ela ouviu em nossa casa esta manhã sobre algo tão bobo como uma festa, então o que ela faria com todas


as outras informações que ela ficou sabendo? O material que não era tão bobo? Tentei não pensar nisso, mas quando Braeden virou o caminhão no caminho do estacionamento lotado e repórteres invadiram e levantaram suas câmeras, era difícil não pensar. Ela provavelmente estava lá dentro. Para entrar, ela teve que passar pelos repórteres. Missy não era nada senão dramática, e eu esperava que ela tivesse evitado o desejo de representar em seu caminho. "Droga. Espero que lá dentro não esteja assim", Braeden murmurou enquanto procurava por uma vaga. Atrás de nós, o Hellcat verde ronronou no estacionamento e foi seguido de perto por Drew e Trent no Mustang do meu irmão. Era como um pequeno desfile da família. Braeden insistiu que pegássemos seu caminhão hoje à noite. Parecia bobo para mim nós trazermos três carros para o mesmo lugar, mas quando eu disse isso, todo mundo riu. Porque era tão engraçado eu não tinha ideia. Eles estavam tramando alguma coisa. Rimmel e eu nunca deveríamos ter deixado os quatro sozinhos quase todo o dia, enquanto nós planejávamos o que ia ser um casamento surpreendente. Apesar de toda o "Eu não sei" e "Eu realmente não me importo", Rimmel certamente decidiu rápido sobre o que ela queria. Bem, ok, não tanto os detalhes, mas ela sabia a localização exata que ela queria, e quando Valerie disse que ela pensou que poderia não ser possível, Rim provou que ela estava errada. Sim. Ela provou que Valerie Anderson estava errada. Ela pegou o telefone, discou um número a uma linha privada, e minutos mais tarde, tivemos um casamento localização. Placar: Rimmel - 2 (1 para a localização + 1 por obter Romeo), Valerie - 100 Rim totalmente emparelhou.


Depois que ela teve o seu caminho sobre isso e anunciou as cores que ela queria usar, todo o resto se tornou apenas detalhes novamente. Valerie meio que começou a assumir, mas Rimmel não parecia se importar. Nós deveríamos voltar para a casa dos Andersons em poucos dias, porque mais decisões tinham que ser tomadas. Braeden começou a rir, e isso me tirou dos meus pensamentos. "O quê?", perguntei. Ele apontou com o queixo. "Eu deveria saber." Olhei em frente e sorri. Houve uma vaga de estacionamento vazia perto da entrada do clube. Romeo sempre tinha uma vaga no estacionamento. Sempre. Mas desta vez havia duas ao lado dele. Uma para cada um de nós. Braeden pegou o primeiro lugar na extrema direita, Romeo puxou bem ao lado dele, e meu irmão pegou a da esquerda. Braeden rolou a janela para baixo quando o motor do caminhão ainda corria. Romeo rolou a do lado do passageiro e as janelas laterais do motorista de seu carro, e enquanto eu espiava B, vi meu irmão fazer o mesmo. "Infernos, sim!" B gritou. O riso de todos filtrou dentro da cabine, mas foi muito rapidamente interrompida pelo enxame de paparazzi do Hellcat. Todo mundo subiu as janelas, tentando obter a paz um último minuto antes que tivéssemos que fazer o nosso caminho através de todos eles. "Fique perto," B me disse, envolvendo uma das ondas soltas caindo por cima do ombro em torno de seu dedo. "Com prazer", eu respondi.


Ele abriu a porta abertae a mateve aberta , usando-a como uma espécie de barricada contra as pessoas gritando os nomes de Romeo e Rimmel. Mas no segundo que ele estava na calçada, as pessoas começaram a gritar seu nome, também. Ele sorriu e acenou para as câmeras, mas depois voltou para dentro da cabine e estendeu a mão. "Vamos." Dei-lhe a minha mão e deslizei pelo assento. Tirou-me do caminhão vermelho elevada e rapidamente me colocou em meus pés. Eu estava um pouco decepcionada que ele não me deslizou pelo seu corpo como sempre. "Você tinha que usar um vestido, não era, Blondie?", ele murmurou, alisando a mão sobre a saia ousada. Ele estava preocupado que eu ia piscar para alguém. Dei-lhe um sorriso insolente. "Ainda bem que eu estou vestindo calcinhas." Ele gemeu e chegou por trás dele para abrir a porta do passageiro do Hellcat. "Vamos lá, menina tutora." Rimmel saiu do carro, parecendo pronta para as fotos, graças a mim, e sorriu. "Obrigada," ela murmurou para B e depois sorriu para as câmeras. Ela estava vestida com um par de jeans skinny branco, botinhas pretas com curvas pretas nos lados, e um top de chiffon amarelo solto com mangas esvoaçantes. Mais que isso, ela estava usando uma jaqueta preta de couro que ela nunca teria escolhido se eu não tivesse literalmente entregado a ela e lhe dissesse para colocá-la. Podia não ser o seu agasalho preferido, mas ela parecia realmente incrível nela. Para completar sua roupa, eu puxei seu longo cabelo em um rabo de cavalo alto que eu passei a chapinha, de modo que caía bem liso pelas costas. Seus óculos de aro preto só aumentavam o olhar. Ela estava totalmente arrasando toda a aparência de "nerd sexy".


Romeo veio ao redor da parte de trás do Hellcat e puxou Rimmel para o seu lado. Eles foram parados imediatamente para fotos, e em vez de tentar correr para longe, eles pararam e sorriram, parecendo cada pedacinho da realeza de futebol que se tornaram. Braeden finalmente bateu a porta de seu caminhão, e alguns repórteres gritaram seu nome por trás. Ele ligou nossas mãos e se virou. Nós sorrimos para algumas fotos enquanto alguns repórteres gritaram perguntas para ele sobre a seleção, os rumores de que os Knights o queriam, e sobre a sua história com Romeo. Ouvi Romeo respondendo a perguntas semelhantes, e, claro, eles também estavam sendo questionados sobre seu casamento, a localização, e todos esses detalhes. Estava frio aqui fora, e minha escolha para vestir uma saia só serviu em entregar-me uma boa corrente de ar nas minhas pernas. Eu tremi levemente, e Braeden parou por uma fração de segundo de responder uma pergunta para ancorar-me em seu lado com o braço. "Existe um casamento em andamento de vocês dois também?", alguém ao meu lado perguntou. "Isso é para eu saber e você descobrir", Braeden respondeu suavemente. Ele se inclinou para sussurrar no meu ouvido, "Vamos", e, depois, deu a volta novamente para se juntar a Romeo e Rimmel. "Você tem um comentário sobre os rumores que você teve tempo para retirar o homem que morreu no acidente de carro com sua namorada, mas você o deixou no veículo para morrer?", um repórter bastante alto e bastante rude gritou. Braeden parou. O conjunto de sua mandíbula estava duro. É claro que a mídia ia ser todo isso. Como eles poderiam não conjurar todos os tipos de cenários depois do que aconteceu na festa na outra noite quando Robert apareceu? "Eu não comento sobre fofocas", disse Braeden, duro, e depois começou a andar novamente. Romeo tinha ouvido a troca e estava ali com um olhar em seu rosto que combinava com o de B.


No segundo que os alcançamos, ele tomou a mão de Rimmel e os dois rapazes se posicionaram para que eles estivessem do lado de fora de nós e Rim e eu estivéssemos blindadas. Drew e Trent estavam ao lado do Mustang, e no segundo que nos aproximamos, Trent ficou plantado na minha frente e na de Rim, e Drew fez o mesmo por trás. Eles estavam nos fechando, fazendo isso, assim Rim e eu ficávamos completamente inacessíveis à imprensa. O segurança na porta nos viu chegar e abriu-a rapidamente, acenando para os caras. "Sem imprensa!", ele gritou quando alguns repórteres tentaram deslizar conosco. "Graças a Deus", Braeden murmurou. Tirei uma oportunidade para olhar em volta, e, claro, o lugar estava lotado. No segundo que entramos, as pessoas começaram a aplaudir e uivar. Este era o país Wolfpack, e para o povo de Alpha U, Romeo e B seriam sempre Wolves primeiro. Depois disso, as bebidas apareceram, a música bombeou através de todo o edifício com aparência de armazém, e foi uma noite toda típica de faculdade. Em outras palavras, era o melhor. A língua de Rimmel estava azul das bolas Smurf, Drew e Trent foram cercados por tantas mulheres na pista de dança que eram pouco visíveis, e Missy estava sentada em uma mesa com um grupo de pessoas que eu não conhecia. Eu não podia deixar de notar como ela observava a mim e meus amigos a metade da noite. Dancei tanto quanto B me deixou. Ele ficava me dizendo para me sentar por causa do bebê. Todos os caras estavam extra atentos comigo, preocupados que alguém podia verificar meu corpo como antes. Iam ser longos nove meses, e este pobre bebê... Deus a ajude se ela fosse uma menina. Com três tios muito grandes, tios muito protetores direto em sua casa, além de um pai que abordava homens para uma vida ... bem, ela ia precisar de muita paciência. Ooh! Paciência era um bom nome.


Uma música lenta veio pelos alto-falantes, e os braços familiares de Braeden me abraçaram em volta por trás. "Hora de ir, Blondie." Estiquei o pescoço para que eu pudesse olhar para ele. "Ir?" "Temos um lugar que precisamos estar." "Onde?" Eu perguntei, estreitando os olhos. "Um lugar." Ele beijou a ponta do meu nariz. "Ok." Eu suspirei. Eu era tão tola. Braeden aproximou-se e disse algo no ouvido de Romeo, e ele concordou. Eu os assisti baterem os punhos, e Rimmel deu-me um olhar o que está acontecendo, e eu encolhi os ombros. Mas então ela sorriu. Tipo um sorriso secreto. Ela também sabia. Uma vez que as despedidas foram ditas, B me levou até a porta. No caminho, passamos junto pela mesa de Missy. Eu não podia evitar. Parei em frente a ela. Ela olhou para mim, leve surpresa em seus olhos. "Duas vezes em um dia? Tenha cuidado, Ivy. As pessoas podem pensar que somos amigas de novo." Registrar nas coisas que nunca vão acontecer. "Como podemos ter certeza de que você não vai falar?" Eu cortei direto ao ponto. "Quão pouca fé que você tem." Eu levantei uma sobrancelha perfeitamente esculpida para ela. "Grande multidão hoje à noite. O BuzzBoss fez com que todos soubessem onde era a festa." Era uma declaração inocente, mas ela sabia muito bem o que eu quis dizer. Missy encolheu um dos ombros delicados. "Isso é o que o BuzzBoss faz. Mantém as pessoas informadas dos eventos sociais importantes." "Somente social?" Ela levantou-se da mesa, em seguida, dando a seus novos amigos um sorriso (os pobres otários), e inclinou-se. "Eu não vou dizer nada. As festas são uma coisa; a vida real é diferente."


Eu acreditei nela. Talvez eu não devesse, mas eu fiz. "Eu não vou te machucar desse jeito." Ela baixou a voz. "De novo não. Não especialmente agora que outras pessoas estão envolvidas." Ela olhou incisivamente para minha cintura. Então foi o bebê que a convenceu a deixar tudo isso pra lá? "Boa sorte, Ivy", disse Missy, a nota de finalização em sua voz clara. Meu estômago caiu um pouco. Eu tinha escrito Missy fora há muito tempo. Eu parei de pensar nela como minha amiga. Mas eu nunca disse adeus a ela. De certa forma, isso nunca havia sido concluído. Ela acabou de dizer adeus. Era isso. O fim total e completo do meu relacionamento com ela. "Obrigada", eu disse com sinceridade. "Eu espero que você encontre uma boa vida e a mantenha." Eu espero que você não estrague tudo, como você fez com a gente. "Eu também." Seus olhos deslizaram para Braeden, que estava parado em silêncio ouvindo a nossa inteira troca. "Tchau, Missy", foi tudo o que disse. "Tchau, Braeden", ela repetiu. Ficamos ali sem jeito por alguns segundos mais, e então ela se sentou em sua mesa e voltou-se para seus amigos. Doeu um pouco. Missy e eu não tínhamos nos separado naturalmente, mas depois de tudo, o resultado era apenas o mesmo. A palma de Braeden colocada nas minhas costas, me lembrando que mesmo que essa parte da minha vida estivesse terminada, a melhor parte estava apenas começando. Fora no estacionamento, nos apressamos por entre a multidão de repórteres ainda acampados. Havia menos do que quando chegamos pela primeira vez, mas ainda o suficiente para ser irritante.


Após a pergunta sobre a morte de Zach, foi completamente tácita de que nós não falaríamos mais com a imprensa. Pelo menos não até que os rumores desaparecessem. Dentro do caminhão, eu me sentei perto de B, sua grande mão na minha coxa, apressando-se debaixo da minha saia. "Talvez essa coisa toda de vestido não seja tão ruim." Ele sorriu maliciosamente. Claro que não era ruim. Eu parecia bonita como o inferno com a saia rosa-choque completa, saltos marinha e camiseta marinha cor de bebê com bolinhas brancas. Como estava frio, eu adicionei uma jaqueta equipada de estilo militar em branco com botões de cor escura. "Para onde estamos indo?", perguntei. Ele colocou o caminhão em sentido inverso e saiu do local. Enquanto dirigia através do estacionamento, ele me lançou um sorriso impressionante. "Você lançou um desafio, baby. Eu tive que subir para a ocasião." Não me lembrava de nenhum desafio, mas eu tinha que admitir que eu estava animada para descobrir o que era aquela assim chamada ocasião para a qual ele estava subindo.


CAPITULO QUARENTA E SEIS O pior tipo de adeus é aquele quando você sabe que nunca mais vai dizer olá. #HoraDeSeguirEmFrente ...BuzzBoss

B RAEDEN Eu estava nervoso. Eu não gostava disso. A confiança não era algo que eu normalmente tinha que trabalhar, mas Ivy tinha sido sempre. Ela merecia muito mais do que eu jamais pensei que eu poderia dar a uma mulher, mas isso não ia me parar. Dizem que as melhores coisas na vida vêm de empurrar para fora da sua zona de conforto, e eu estava aprendendo que quem diabos disse isso estava certo. Provavelmente era um cara inteligente como Albert Einstein ou alguma merda. Eu saí da minha zona de conforto quando eu transformei seu quarto do dormitório em uma praia, quando eu prometi a Ivy que era o nosso começo, e que, a partir de então, era só ela. Eu não me arrependia. Nem um pouco.


Eu nunca pensei que era um cara do tipo de relacionamento. Eu sempre fugi quando os sentimentos ficavam reais. Eu tinha terminado. Eu estava tão envolvido com Ivy, que isso me mataria se eu alguma vez tivesse que voltar. Puxei para a estrada familiar de mão única que ela e eu tínhamos conduzido para baixo algumas vezes antes. Ela não disse nada, mas seu rosto encontrou o seu caminho para o meu ombro, e enquanto eu dirigia, sentamos silenciosamente, tão próximos, enquanto a vasta paisagem abriase diante de nós. Era isso. Isso era o melhor que eu tinha. Se ela dissesse não hoje à noite... Eu não estava aceitando um não como resposta. Oh, infernos não. Nós viramos uma curva na estrada, e à minha esquerda no chão gentilmente caiu, revelando uma vista abrangente de montanhas e árvores. Eu sabia que na parte da manhã, uma névoa úmida se levantaria entre os ramos de árvore desencapados e criaria um nascer do sol incrivelmente bonito. Meus olhos abandonaram a futura vista e olhei para a direita, em direção ao outro lado da estrada. Nesta parte da montanha, costumava haver um pomar de maçã. Muitas das árvores já tinham desaparecido e grama alta cresceu em seu lugar, mas ainda havia algumas macieiras velhas, sinuosas, que ainda cresciam aqui, que se projetavam para fora da terra, como se fossem donas do lugar. Inferno, elas tinham estado aqui tempo suficiente. Talvez elas fizeram. Olhei para um determinado agrupamento de árvores que ainda estava não muito longe da estrada. Isso foi fácil de encontrar, e eu sorri. Estava iluminado apenas como devia estar. Luz suave dourada brilhava contra o fundo por outro lado, escuro.


Eu soube quando Ivy notou o brilho. Sua cabeça levantou do meu ombro, e ela se inclinou para frente um pouco para olhar pelo para brisa. "O que é isso?", ela perguntou. "Não tenho certeza." Eu cobri quando nós dirigimos mais perto em um ritmo sem pressa. Eu queria que ela pegasse tudo, deixá-la se perguntar, e, francamente, eu precisava de um minuto para acalmar a minha merda. Deus, você acharia que eu era virgem e era a minha primeira vez. "Aquelas são luzes?", perguntou ela quando nos aproximamos. Sua voz era ligeiramente maravilhada. Ela se inclinou um pouco mais perto do para brisa e, em seguida, me deu um tapinha no braço, excitada. "Aquelas são luzes. Alguém envolveu aquelas velhas árvores em luzes! " "Não me diga?" Eu falei arrastado. "Você fez isso!" Ela engasgou. "Oh, meu Deus, é lindo." Sim. Descobriu-se muito melhor do que eu pensava que seria. Quero dizer, realmente, quatro caras com um grupo de luzes e merda, uma escada e um caminhão? O tempo todo eu peguei merda por isso, também. Todos eles me elegeram a "coisa mais próxima de um namorado saído de um livro." Como se eles sequer soubessem o que diabos era aquilo. Eu nunca ia me livrar. Naturalmente, eu tive que lembrar a Rome de sua grande proposta na televisão nacional. Aquilo pelo menos o calou. Os outros dois, porém... eles zombaram de nós interminavelmente. O dia deles estava chegando. Inferno, se um cara como eu podia ser tomado para baixo pelo amor, então o inferno que eles também podiam. Pelo menos estávamos sozinhos esta noite. Só eu, Ivy, e as estrelas. À medida que nos aproximamos, os detalhes apareceram. Três macieiras nuas, torcidas criavam um pequeno espaço fechado na terra muito aberta. Nós tínhamos envolvido os troncos iniciando do chão com jardas de luzes brancas e levamos ao longo alguns dos ramos mais baixos. As árvores não tinham sido podadas em um longo tempo, de modo que os


ramos eram desiguais e tortos, mas quando olhei para a forma como eles iluminavam a noite, percebi que só adicionaram ao charme. Nós não tomamos as luzes para os ramos superiores, porque neles, eu pendurei frascos de longo fio branco e coloquei velas movidas a bateria que nós tínhamos ligado antes de sair. Eu não tinha sido capaz de dizer o quão brilhante a luz seria quando estávamos aqui na luz do dia, mas vê-lo agora, parecia muito, muito bom. Os frascos pendurados em alturas diferentes, alguns mais baixos e alguns mais elevados. Havia uma brisa suave hoje à noite, e eles balançavam suavemente sob o dossel de ramos. "Braeden", Ivy sussurrou, seus olhos nunca deixando o espaço iluminado quando eu parei em frente à visão. "Há estrelas, também!" Ela engasgou e agarrou meu braço novamente. Você já se sentou ao redor e cortou um milhão de estrelas de papel branco? Era uma droga. Deu uma maldita cãibra na minha mão, e um torcicolo no meu pescoço. E enfiar as pequenas malditas em longas cadeias, uma após a outra, sem rasgá-las? Era uma droga ainda pior. Mas eu tinha que admitir que a forma como as luzes lançavam um brilho dourado sobre o papel branco comum, e a maneira que elas pareciam chover para baixo das árvores ficou muito legal. O que era melhor? A maneira que Ivy estava olhando pela janela para tudo como se ela nunca tivesse visto nada tão bonito. Eu puxei para a frente um pouco mais e deslizei o caminhão em sentido inverso. Ivy esticou o pescoço em torno de modo que ela podia olhar para fora da janela para trás, as decorações como se ela estivesse muito impaciente para perder a vista por um segundo sequer. Recuei para fora da estrada, na grama, e dirigi a carroceria do caminhão para que ele deslizasse


para a direita, sob as árvores. Uma vez que estava estacionado, eu pulei para fora e pulei na carroceria. Eu usei os mesmos cobertores e travesseiros que usamos antes, atirando-os ao redor para fazer um lugar confortável para sentar. Como estava mais frio fora (tecnicamente, ainda era inverno) do que todas as outras vezes que nós viemos aqui, eu adicionei alguns cobertores extras e me certifiquei de por uma camada de alguns sacos de dormir grossos que eu tinha vasculhado na garagem da minha mãe na carroceria, então tínhamos alguma almofada para sentar. Quando terminei, eu levantei Ivy para fora da cabine, e ela correu ao redor para a porta do bagageiro, onde ela girou em um círculo na grama e olhou para as luzes. Ela estava linda. Seu nariz já estava rosa do frio, seus olhos estavam brilhando de felicidade, e as ondas douradas de seu cabelo praticamente brilhavam resplandecente sob as luzes. Quando eu fiquei em pé, enraizado no lugar, apenas observando-a, ela riu e soprou-me um beijo. Possuído. Não havia uma única peça solitária de mim que Ivy não possuía. Cada estrela que eu cortei, cada luz que eu amarrei, e cada piada estúpida que os caras fizeram às minhas custas hoje, de repente tornou-se nada comparado ao vê-la aqui de pé por baixo de tudo. "Venha aqui!" Ela sorriu e acenou-me com as mãos. Agarrei-a até o segundo em que ela estava ao alcance e a beijei até que meus pulmões ardiam por falta de ar. "Eu não posso acreditar que você fez tudo isso", ela sussurrou, olhando para as árvores mais uma vez. "Imaginei que te devia desde que eu fodi tudo tão regiamente antes." Seu nariz enrugou e seus olhos encontraram os meus. "O que você quer dizer?" Em vez de responder, fui buscá-la e a coloquei na carroceria do caminhão. Eu pulei atrás dela, e nós dois tiramos os sapatos e mergulhamos nos cobertores.


"Está com frio?", perguntei, colocando um segundo cobertor sobre os ombros. "De jeito nenhum", ela murmurou, ainda olhando para as árvores. Alguns dos frascos e estrelas pendiam perto de nós, e ela estendeu a mão e tocou uma das estrelas de papel. "Você as cortou?" "Tenho bolhas para provar isso." "Deixe-me ver", ela instruiu, e sua mão magra apareceu debaixo de uma pilha de capas. Eu segurei a minha fora e a virei para que ela pudesse ver a prova do meu trabalho duro. (Ei, um cara deve obter todo o crédito que ele puder quando ele faz algo parecido com isto.) "Coitadinho", ela sussurrou e levantou a mão para beijá-la. "Eu tenho uma aqui, também." Mostrei-lhe o meu outro lado. Seus lábios me roçaram em uma carícia fria. "Aqui, também." Eu apontei para os meus lábios. "Hmm," ela refletiu. "Eu não estou vendo isso." "Mulher, venha aqui!" Eu passei os braços em volta dela, e nós tombamos, com ela no meu peito. Seu cabelo caiu como uma cortina ao nosso redor, bloqueando tudo, mas a proximidade de seus lábios, o amor em seus olhos, e a sensação de seu corpo direto contra o meu. Eu usei a minha língua para persuadir a boca aberta, gentilmente traçando os contornos de seus lábios até que eles se separaram em um suspiro de satisfação. Eu varri dentro de sua boca, usando a minha língua preguiçosamente para beijá-la em uma carícia lânguida que fez a minha cabeça se sentir confusa. Com um suspiro, ela rolou de cima de mim e de costas. Ficamos ali, nossas cabeças tocando e nossos dedos entrelaçados, e olhando para as luzes e estrelas. "Eu amo isso aqui", ela sussurrou. "Faça um desejo", eu sussurrei de volta. O nervoso que eu senti logo que chegamos aqui retornou, não mais subjugado pelo calor do nosso beijo.


"Há muitas estrelas para escolher", ela refletiu, e o jogou direto em minhas mãos. Destinados a ser. Eu me desembaracei do cobertor e fiquei de pé. "O que você está fazendo?", ela perguntou. "Eu tenho a estrela para você fazer o pedido." Por favor, não deixe que ela ache que isso é brega, eu rezava em silêncio. "Mostre-me", Ivy disse, ainda aconchegada em uma montanha de cobertores. Caminhei em direção a porta do bagageiro e estiquei até uma estrela que era diferente do resto. "Esta aqui," eu disse, pegando-a entre os dedos enquanto me movia no ar da noite. "É diferente." Ela abandonou o calor em que estava deitada e veio para ficar ao meu lado. "Oh, é como se fosse 3-D. É oca por dentro? " "Eu acho que eu quero fazer um desejo com esta. Você se importa?" Seus olhos estavam curiosos quando se virou para mim, longe da estrela. "Claro." Demorou um segundo para puxá-la para baixo, mas quando eu fiz, a estrela encheu minha palma. Era simples e grosseiramente cortada, mas terminei o trabalho. "Eu desejo que eu possa, eu desejo que eu pudesse," eu murmurei enquanto eu lentamente abri a estrela, desmontando-a, "ter esse desejo que eu faço hoje à noite." Quando eu terminei, a estrela estava aberta sobre a palma da mão, cada ponto um pouco enrolado em ser dobrado. No centro, amarrado à corda que tinha sido pendurado, estava um anel de diamante. Ivy fez um som e apertou a mão na boca. Seus olhos estavam o dobro do tamanho que normalmente eram enquanto ela dividia seu olhar entre mim e o anel.


"Eu desejo para você, Blondie," eu disse. "Eu gostaria de passar o resto da minha vida te amando pra caralho." Seus olhos brilhavam mais do que qualquer uma das luzes que eu tinha pendurado hoje à noite, e ela olhou para o anel, seus olhos nem uma vez sequer desviando. "Ei," eu murmurei e inclinei seu queixo com a mão livre. "Eu sei que eu perguntei antes, e eu sei que foi uma droga. É difícil para mim... para lhe dizer o quanto eu quero você. Eu exigi que você se casasse comigo, não porque você está grávida, mas porque não há como voltar atrás. Eu sou como um golden retriever, baby. Fiel até o fim." Ela riu. Foi abafado contra sua mão, que ainda estava pressionada na sua boca. "Case-se comigo, Ivy. Não por causa do bebê. Não porque sem você, eu poderia literalmente ficar à deriva. Case-se comigo porque eu te amo pra caralho. E você me ama pra caralho. Case-se comigo, porque não importa se você me perguntar agora ou em três anos. O resultado ainda será o mesmo. Somos inevitáveis, assim como as estrelas em um céu sem nuvens." Sua mão caiu de sua boca e as lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ela olhou para o anel ainda deitado no centro da palma da minha mão. "E se eu disser não?", perguntou ela. Meu instinto se apertou, mas eu tentei não mostrar a ela o quão ruim seria se ela me rejeitasse hoje à noite. "Vou pedir de novo amanhã. E no dia depois disso." "Peça-me novamente agora." O tom melancólico em que ela pediu definitivamente não estava exigindo. Agarrei o anel entre o polegar e o dedo indicador, levantei-o para fora da estrela, e segurei-o para que o solitário de esmeralda piscasse para ela, cortesia das velas penduradas nas proximidades. "Eu desejo para você. Para nós. Case-se comigo, Ivy. Diga que você vai se casar comigo." Alguns batimentos cardíacos passaram de nada além do vento do inverno. Ela levantou a mão como se quisesse tocar o anel, mas depois o deixou cair e olhou para o meu rosto.


"Oh, sim." Sua voz estava sem fôlego. "Sim?" Eu queria ter certeza de que eu ouvi o que ela realmente disse e não o que eu tinha estado desesperadamente querendo ouvir. "Eu vou me casar com você." Eu dei um grito e afundei baixo para envolver meus braços ao redor da cintura dela e a elevei, girando-a em um círculo. Ela riu, e eu a coloquei de volta em seus pés e ela empurrou a mão entre nós. Eu deslizei o anel em seu dedo, suspirando de alívio que se encaixava. Eu tinha uma boa ideia que serviria, considerando que eu bisbilhotei em sua caixa de joias antes que Romeo e eu fôssemos até a joalheria. "Este é o anel mais bonito que eu já vi." Ivy retirou a mão e empurrou para baixo de algumas luzes penduradas. Ela virou a mão desta maneira assim vendo-o pegar a luz com brilho. "Almofada de corte?", ela perguntou, olhando para mim. Eu balancei a cabeça. Imaginei que ela saberia o que era. A senhora no balcão tinha me dito. Quando eu olhei para ele, tudo o que vi foi um retângulo grande, brilhante em uma faixa brilhante. Era uma esmeralda de dois quilates e meio, de almofada de corte de diamantes em uma configuração de quatro pontas, tradicional. Cada canto do diamante tinha uma pequena bola de ouro branco onde o diamante era apertado. O aro era de ouro branco simples, fino em comparação com o tamanho da pedra. Era simples, mas elegante, e era o tipo de anel que eu confiantemente esperava nunca sair de estilo. Eu tinha estado nervoso de tomar essa decisão final, porque Ivy era tão antenada e na moda, mas a mulher disse que ao escolher algo como isto, clássico era melhor. "Eu imaginei que eu poderia te dar um anel de casamento todo de diamantes, adicionar um pouco mais de brilho ao seu dedo." Eu esfreguei a parte de trás do meu pescoço enquanto eu falava.


Por que ela estava tão quieta? Será que ela não gostou? Era muito simples? "Ele não precisa de nenhum brilho extra. Eu absolutamente amo isso." "Sim?" Droga, eu me senti como um homem que tinha acabado de receber uma segunda chance na vida. "Você está brincando? É impressionante. E é enorme! " Ela engasgou e olhou por cima do ombro para mim. "Como diabos você pagou por isso?" Eu ri. "Não se preocupe com isso." Foi a crédito. Depois que assinasse um contrato com a NFL, eu pagaria a dívida. Ela começou a torcê-lo fora de seu dedo, balançando a cabeça. "É demais. Eu não preciso de algo assim chamativo." Eu peguei a mão dela e empurrei-o de volta de seu dedo. "O inferno que não", eu rosnei. "Isso não sai. Nunca." "Eu ficaria igualmente feliz com algo com um quarto deste tamanho." "Eu não faria isso." Como se eu fosse dar à maldita mão da minha menina nada menos. Ela deveria saber melhor. Seus dentes afundaram em seu lábio inferior e ela olhou para baixo novamente. Era apenas um anel, algo que toda mulher gostava de usar. Parecia mudo para mim antes, fazer valer seus direitos com um pedaço de pedra. Mas vê-lo assentado ali, circulando o dedo, não era estúpido. Era perfeito. Era apenas mais uma maneira que eu poderia tomá-la como minha. "Eu realmente amo isso." Ela parecia se sentir culpada. "Olhe para mim", eu disse e segurei seu rosto. "O preço deste anel é pequeno quando comparado com a maneira que eu sinto por você." Seu lábio inferior tremeu.


Ah Merda. Puxei-o em minha boca e chupei-o suavemente. Ela agarrou meus pulsos e se agarrou a mim para aprofundar o beijo. Uma explosão forçada de ar veio do nada, e ela estremeceu. Eu a levei de volta para os cobertores e os empilhei em cima de nós dois. "Eu sei que está frio. Nós podemos ir." "De jeito nenhum!", ela protestou. "Tudo o que precisamos é de algum Boone’s Farm14." Ela riu. Eu gemi. Essa merda era desagradável. Enfiei a mão no canto da cama e tirei uma bolsa. Dentro estavam dois copos de solo vermelho e um recipiente transparente de suco de laranja. Quando ela viu, ela riu. "Sem Boone para você", eu disse e servi para ela um pouco de suco, e ela tomou um gole, fazendo um som de prazer no fundo da garganta. Isso me deu tesão. "Você promete que isso não é por causa do bebê?" "Não é por causa do bebê," eu prometi. "Eu iria me casar com você de qualquer jeito Blondie. Eu só pedi um pouco mais rápido, isso é tudo." "Você me faz tão feliz." A sinceridade em sua voz era honesta e real. "Duas vezes." Deitamos nos cobertores e olhamos para as estrelas, tanto em papel como real. A mão de Ivy começou a vagar, acariciando meu peito e barriga, me provocando com ela arrastando os dedos debaixo da minha camisa. Quando a mão desprendeu o botão na minha calça jeans, minha respiração ficou presa na minha garganta. Ela mergulhou sob o cós da minha boxers e envolveu uma mão ao redor do meu já latejante pau. Ela não disse nada enquanto ela lentamente me levantou até que minha ponta estivesse umedecida com pré gozo e minhas bolas ficassem retesadas. As pontas de seus dedos estavam úmidas da minha necessidade, e ela mergulhou mais profundamente em meus boxers para que ela pudesse 14

Boone’s Farm, vinho com baixo teor alcóolico, doce e com sabor de frutas.


massagear suavemente meu saco apertado com a pequena quantidade de umidade sedosa. Meu gemido flutuou para o céu, e eu senti o seu sorriso no meu ombro. "Eu teria muito melhor acesso se você estivesse usando menos", ela sussurrou em meu ouvido, pontuando as palavras com uma raspagem dos dentes em toda a minha orelha. Desnecessário dizer que cada peça de roupa que eu estava usando desapareceu. Ela fez um som de apreciação quando se inclinou para trás contra os cobertores. Sua língua estalou fora sobre o meu mamilo, e ele endureceu instantaneamente. Usando os dentes, ela chamou a minúscula pedrinha para cima em sua boca, onde ela se esbanjou com a língua e sugou profundamente. Meu pau estava praticamente chorando agora. Eu podia sentir a umidade na minha barriga mais baixa. Eu estava tão ligado pra porra que eu estava com medo que eu explodiria no segundo que ela me tocasse novamente. Ivy deixou meu mamilo e mudou-se para o outro. Depois que ela chupou e o provocou tão bem, eu estava subconscientemente empurrando meus quadris para o espaço sob as mantas. Ela ronronou, beijando abaixo do centro do meu peito, parando para mergulhar sua língua em meu umbigo e depois círculando ao redor. Ela ficou sobre os joelhos, ajoelhou-se ao meu lado, e continuou para baixo. Eu gemi novamente quando ela escondeu o rosto no curto ninho de caracóis flexíveis, um pouco acima do meu pau. Ela os aninhou com seu nariz e lábios, enquanto a ponta dos dedos levemente arrastavam sobre minha coxa. Eu abri minhas pernas, dando-lhe mais acesso. Seus dedos exploraram a carne sensível apenas atrás do meu saco. Ela arrastou um dedo sobre ele, aplicando apenas a quantidade certa de pressão. Exatamente no mesmo momento, ela levantou a cabeça um pouco e chamou minha atenção.


Eu me senti bêbado quando eu olhei ela. Sua provocação estava me deixando inútil. Levemente, ela tamborilou os dedos contra minhas bolas e depois arrastou seus dedos de volta para baixo na linha de pele sensibilizada. Sua língua disparou para fora e ela lambia toda a umidade que meu pau tinha vazado no meu abdome inferior. Ela fez um som como se fosse delicioso quando ela o lavou e continuou a jogar abaixo do meu pau. Eu empurrei para cima e uma maldição caiu de meus lábios. Ela riu e chupou uma das minhas bolas em sua boca. Em seguida, ela se mudou para a outra. "Ivy," eu gemi. "Eu vou fodidamente gozar antes mesmo de ter relações sexuais." Em resposta, ela puxou meu pau para cima, segurando-o em cima do meu corpo e deslizando os lábios para baixo ao longo do eixo. A umidade quente de sua boca, a pressão direta de seus lábios, e a forma como a língua parecia envolver a cabeça do meu pau como se ela estivesse à procura de mais suco para engolir foi a minha ruína. Meus quadris subiram; eu rebolava como um maldito touro selvagem. Ivy foi comigo, e eu agarrei seus cabelos, segurando-a contra a minha virilha enquanto um orgasmo rasgava fora de mim e se derramava contra sua língua. Ela balançou em mim, seu corpo inteiro empurrando com prazer enquanto ela bebia de mim. Fechei os olhos porque eu não podia ver e sentir algo tão forte ao mesmo tempo. Muito cedo, eu estava vazio e deitado de costas contra os cobertores. Senti-me desolado. Triste. Eu queria mais. Eu queria muito mais. Ivy lançou meu pau, e caiu contra o meu estômago. Então ela riu e beliscou minha cabeça, fazendo-me assobiar uma respiração. "Você ainda está duro", observou ela.


"Isso é porque você é uma sugadora de pau boa demais," eu gemi. Ela lambeu meu comprimento como se eu fosse um pirulito gigante e ela fosse viciada em açúcar. Meu comprimento ainda duro saltou em resposta ao seu toque. De repente, ela me deixou, levantando-se no centro dos cobertores. Eu a assisti através dos meus olhos semicerrados, e ela alcançou debaixo da saia que ela usava e deslizou sua calcinha para baixo de suas coxas. Eu tive uma súbita explosão de energia e me sentei, envolvi minhas mãos ao redor de seus tornozelos, e depois deslizei as palmas das mãos para cima, pastando as costas das suas pernas, por trás de seus joelhos, e depois, finalmente, para suas coxas. Subi debaixo da saia e empurrei suas coxas. Suas pernas tremiam quando eu mergulhei em seu centro molhado e pronto. Ela estava pingando para mim, e eu bebi da mesma forma que ela tinha feito comigo. Enfiei a ponta da minha língua em sua fenda, penetrando seu núcleo apenas o suficiente para que ela pudesse sentir. Seus joelhos se dobraram, e ela agarrou meus ombros. Ela caiu para a frente, sobre a minha cabeça, e eu a relaxei sobre os cobertores, o rosto primeiro. As bochechas nuas de seu traseiro espiavam para fora da saia, e eu rosnei. Ela tinha um traseiro muito bom. Eu empurrei o tecido para revelar tudo e alcancei entre suas coxas novamente. "Oh," ela disse quando eu escorreguei dois dedos por trás dela. Ela inclinou sua bunda redonda para me dar melhor acesso, e eu mordisquei sua carne com os meus dentes enquanto eu movi meus dedos dentro dela. Incapaz de tomar a separação por mais tempo, eu me posicionei atrás dela. Meu pau ainda duro como pedra deslizou ao longo de suas nádegas e para baixo para o seu centro encharcado. Eu empurrei em sua abertura e enterrei-me tão longe que sua bunda bateu em meus quadris. "Está tudo bem, baby?" Minha voz estava rouca de prazer, mas mesmo assim, eu queria ter certeza de que era bom também para ela.


"Mais", ela gemeu e se abateu sobre o meu pau. As paredes do seu núcleo flexionaram ao meu redor, e eu comecei a me mover. Eu deslizei dentro e fora dela, segurando seus quadris e tendo a vista doce de suas costas. Quando senti a primeira agitação de um outro orgasmo, deixei escapar um gemido. Ela gemeu e também mexeu em mim um pouco mais longe. "Isso," eu murmurei e me dobrei na cintura, trazendo a minha frente contra suas costas. Eu ficava empurrando nela, mesmo que cheguei ao redor dela e encontrei o broto entre suas dobras. Ela estava tão inchada e sensibilizada que ela gritou no segundo que meu polegar escovou sobre ele. Eu aumentei a pressão sobre a área e esfreguei e provoquei até que ela começou a tremer em torno de mim. Seus gritos de liberação eram os sons mais doces que eu já tinha ouvido. Mais alguns empurrões dentro dela e eu vim novamente. Os pontos brilhantes explodiram atrás dos meus olhos, e eu puxei para fora para que eu pudesse entrar em colapso ao seu lado. Ela ainda estava deitada de bruços, e ela virou a cabeça para olhar para mim. "Sexo sob as estrelas é meu favorito." Eu sorri. "Diga-me que você gosta do meu pau." "Eu acho que eu gemendo em êxtase poucos segundos atrás era praticamente a mesma coisa." Eu afastei seu cabelo do rosto. "Eu não posso esperar para chamá-la de minha esposa." "Obrigada, Braeden." Minha testa enrugou. "Pelo quê?" "Por me escolher. Por ser tudo o que eu sempre costumava pensar que você não era." Eu ri. "Obrigado por me fazer trabalhar por isso. E por ficar por aqui quando eu não entendi na primeira tentativa." Ela levantou a mão e olhou para o anel e suspirou. Eu agarrei a mão dela e a beijei.


Ela disse sim. Finalmente. Eu ia me casar.


CAPITULO QUARENTA E SETE #CegoPeloDiamante Alguém mais notou a pedra gigante no dedo da dama de honra do nosso casamento. #ResidenteHulk? #OutroCasamento ...BuzzBoss

R IMMEL Talvez um casamento não fosse apenas sobre duas pessoas. Ou mesmo quatro no meu caso. Talvez fosse uma celebração para uma família inteira, e esse tempo todo eu estava fazendo tudo errado. Ou talvez eu estivesse apenas realmente feliz que eu já estava casada e Romeu e eu tivemos a melhor cerimônia que qualquer garota como eu poderia pedir. Eu soube antes que Braeden e Ivy deixassem a nossa festa na Screamerz que na próxima vez que eu os visse, eles estariam noivos. Ivy não poderia resistir a Braeden quando ele jogasse seu charme, e de acordo com Romeo, ele o tinha para fora em pleno vigor na noite que ele propôs. Tinha me levado meses para descobrir o que eu queria para o nosso casamento, apesar de ser perguntada quase numa base diária. Mas um dia, tornou-se tão cristalino, e não aconteceu somente por causa de mim e de Romeo, mas por causa da nossa família.


Ficou muito claro para mim na noite do nosso noivado que a imprensa era importante para a carreira de Romeo. Afinal, o futebol dependia de fãs assim como livros dependiam de leitores. Que melhor maneira de inspirar os fãs do que dar-lhes algo para torcer, algo com o que se identificar, algo para amar? Isso me levou a pensar. E então na manhã em que Braeden foi basicamente libertado do pé de guerra de Robert, sua carreira inadvertidamente tornou-se tênue. Não, ninguém mais percebeu isso, exceto, talvez, Anthony, mas como eu, Anthony não estava prestes a estragar tudo. No início, eu parecia entender o que levou mais tempo para os outros descobrirem, talvez porque eu sabia com o que a imprensa parecia – como eles poderiam se virar contra você sobre algo tão bobo e mínimo como a escolha de uma roupa. Assassinato era muito mais grave do que a roupa. Após a cena que Robert fez na festa, foi apenas uma questão de tempo antes que os paparazzi viessem bisbilhotar. O que eles precisavam era outra coisa para se concentrar. Algo positivo que iria ajudar a minha família e os Knights, ao mesmo tempo. E assim os nossos planos de casamento nasceram. Valerie estava cética no início, até que eu saquei o meu telefone e fiz algumas ligações. Para Ron Gamble para ser exata. Ele tinha me dado o seu número privado uma vez, mas eu nunca usei. Até agora. Ron conhecia uma boa ideia quando ouvia uma, então ele foi rápido para concordar com o que eu queria. Isso é tudo o que levou para obter Valerie a bordo, e eu sabia, sem dúvida que teríamos o melhor casamento temático de futebol que todo o estado de Maryland já tinha visto.


Quando B e Ivy ficaram noivos imediatamente após, foi praticamente o destino. Era natural para Romeo e eu incluí-los. Eles eram da família, e como eu descobri, é sobre isso que são os casamentos. O que tinha inicialmente começado como um casamento para dois tornou-se um casamento para quatro. Romeo e eu. Braeden e Ivy. Um casamento duplo a ser realizado no estádio de futebol dos Knights bem no centro do campo. Isto seria um grande assunto, ainda que Valerie se certificasse de que seria exclusivo. Afinal, a maior parte das coisas mais procuradas eram sempre exclusivas. Não só este evento causaria furor na mídia, mas também no mundo do futebol. Daria à imprensa algo para perguntar além dos rumores em torno de Braeden. Mas acima de tudo, este seria verdadeiramente um dia para toda a nossa família lembrar. Havia também um bônus para mim. Como Valerie e agora, Ivy, estavam profundamente envolvidas no planejamento, eu não teria que fazer muito. Ponto. Nós escolhemos as cores dos Knights para o nosso tema e, em seguida, Ivy decidiu que em vez de enviar convites tradicionais, mandaríamos ingressos para o "jogo". Tornou-se bastante especial ser um dos sortudos para obter um "bilhete" no correio. Revistas e publicações tornaram-se mais agressivas sobre direitos exclusivos para as fotos do casamento. E enquanto Valerie e Ivy estavam ocupadas planejando menus e peças centrais, eu fiz um acordo por conta própria. Eu ofereci a Rachel Wintor da People exclusividade. Mas eu não queria dinheiro. Eu queria um artigo de página inteira sobre Braeden. Toda a imprensa positiva. Tudo sobre a estrela em ascensão sendo selecionado este ano.


Ela concordou, eu sabia que ela faria. Todo o mês de março passou em um borrão. Eu aceitei o trabalho de direção no abrigo de animais, mantive a minha carga horária, e em cada momento livre que tivemos, nós preparávamos o casamento. Meus avós e meu pai estavam vindo, e toda a família de Ivy (que era enorme) também estava na lista de convidados. Sua mãe veio para nos ajudar a fazer compras para vestidos – um momento que eu encontrei para ser insanamente agridoce. Sentei-me na loja de roupas e as assisti juntas, mãe e filha, tão perto como eu sabia que o minha mãe e eu seríamos se ela estivesse viva. Eu mantive a dor que sentia da sua ausência no interior; eu não queria amortecer o espírito de alguém durante este tempo feliz. Abril veio, e o dia do casamento chegou. Ficamos todos hospedados no mesmo belíssimo hotel que Romeo e eu ficamos na noite em que ficamos noivos. Romeo de alguma forma conseguiu obter a mesma suíte que tivemos naquela noite. Ivy foi inflexível que os caras não nos veriam até a cerimônia porque dava azar. O pensamento de não passar a noite nos braços de Romeo quase me fez dizer a ela que nós já éramos casados por isso não importava ... mas eu mantive minha boca fechada. Era fácil ser pega no espírito do casamento, e eu meio que gostei da ideia de torturar Romeo apenas uma noite. Faria a nossa "noite de núpcias" muito mais doce. Então, na noite anterior, Ivy veio até nossa suíte e Romeo foi para a de Ivy e B. Como o meu quarto era o maior, fazia sentido que as noivas o utilizassem para ficar prontas para a manhã do casamento. A cerimônia não era até o início da tarde, então eu pensei que teríamos uma manhã relaxante ao redor da sala, mas quando Ivy se sentou na minha cama logo cedo, meus sonhos foram frustrados. Eu gemi, abrindo um olho. "É muito cedo." Eu implorei por mais cinco minutos.


"Vamos nos casar!", disse Ivy. "Não temos tempo para dormir!" "Como você - uma mulher grávida com enjoos de manhã - tem mais energia do que eu?" Eu gemi. "Eu te trouxe um presente!" "Bem, por que não disse logo!" Eu disse e rolei para o centro da grande cama e acariciei o lado sobre o qual eu tinha acabado de estar deitada. Ivy riu e subiu ao meu lado. Em suas mãos, ela tinha uma grande caixa branca com um arco de cetim branco. Depois que eu deslizei meus óculos, ela a colocou no meu colo. "Você não precisava fazer isso," eu disse a ela, emocionada que ela fez. "Você está de brincadeira? Que tipo de dama de honra eu seria se eu não fizesse?" Eu sorri e rasguei o papel para revelar uma caixa branca. Tirei a tampa e descartei o lenço de papel. "Ivy!" Eu gritei. "Oh meu Deus, estes são tão incrível!" "Eu sei!" Ela concordou com tanta emoção. Era um par de tênis Converse brancos. No lugar dos laços, havia fitas de cetim branco, e os dedos do pé eram cravejados com cristais claros cintilantes. Levantei-los com reverência e os segurei em minhas mãos. Virei-los de lado e suspirei novamente. "Olhe para o fundo!" Ela insistiu. Virei um e ri. Havia na sola um decalque que dizia #NoivaDeAzul. "Então este presente cobre totalmente algo novo e algo azul." Ela assentiu com a cabeça. Eu comecei a chorar. Por muito tempo, eu vivi em um mundo onde a minha família era pequena, meus amigos eram nenhum, e amor era apenas algo que eu lia nos livros. Mas agora, todas essas coisas eram a minha vida, e era tão incrível.


"Ahhh!" Ivy jogou os braços em volta de mim e me abraçou apertado. "Eu sabia que você estava com medo dos saltos que devia usar hoje, por isso achei que seria totalmente adequado você ter um par de tênis de casamento. Eles não são realmente nada sobre o que chorar." "Eu amo muito os sapatos, mas não são eles. É você. Você é como a irmã que eu sempre quis. Eu não posso te dizer o quanto estou feliz que você vai se casar com meu irmão e nós vamos ser uma família. Estou tão ansiosa para quando a minha sobrinha ou sobrinho chegar. Eu sou muito grata por todos vocês." Ivy enxugou os olhos. "Ótimo. Agora você vai me fazer chorar." "Eu tenho uma coisa, também," eu confessei. "Mas não é quase nem perto de tão épico como Converse de noivas!" Eu pesquei uma pequena caixa para fora da mesa de cabeceira e entreguei a ela. Também estava embrulhado de branco. Quando ela abriu a caixa e olhou para dentro, ela sorriu. "Como você sabia!" "Eu escuto. E às vezes Braeden fala muito, especialmente quando ele toma algumas cervejas." Ivy levantou a liga fora da caixa. Eu tinha feito isso. Era uma liga de laço azul-escuro com uma grande âncora branca na lateral. A âncora era de um material que parecia uma pérola. "Ele é minha âncora", ela sussurrou, tocando a âncora. "Você é a sua," eu adicionei. "E é azul!" Ela assentiu com a cabeça. "Obrigada." "Há outra coisa lá dentro." Eu apontei. Ela voltou para o papel de seda e encontrou a pulseira. Era uma Pandora15, como uma corda. Eu tinha escolhido o branco por causa da ocasião. Na pulseira, dois talismãs. Uma âncora de prata, representando seu casamento com B, e um pingente redondo com a palavra irmãs gravada no centro. Ela olhou para ele, esfregando o talismã irmã em seus dedos. 15

Pandora, marca de pulseira onde pingentes vão sendo adicionados.


"Eu pensei que eu poderia conseguir um talismã para cada etapa que você tem. O próximo que vamos adicionar será para o bebê." Nós continuamos a chorar como um bando de meninas e proclamar o nosso amor fraternal uma pela outra. Foi meio que incrível. Mas, em seguida, Ivy se afastou e colocou a caixa de lado. "Na verdade, tenho outra coisa para você, também. Eu ia te mostrar quando estivéssemos nos vestindo no estádio, mas uma vez que já estamos chorando, poderíamos muito bem colocar o resto das lágrimas para fora agora, também." Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela pulou para fora da cama com um "Fique aí!" E correu para fora do quarto. Segundos depois, ela voltou com um saco de roupa familiar. "Esse é o meu vestido?", perguntei. Ivy balançou a cabeça. "Eu não te perguntei antes que eu tivesse alterado, então eu realmente espero que você goste." "Você alterou o meu vestido?", perguntei, meio que alarmada. Tinha ficado perfeito antes, por isso mesmo que eu confiasse em Ivy implicitamente, eu estava nervosa. Quero dizer, era o meu vestido de casamento. Ivy pendurou o saco no topo da porta e, em seguida, abriu a frente. Ela olhou para mim antes de deslizar as mãos por dentro e puxar o tecido para drapejar sobre os lados abertos. Eu peguei um flash de amarelo. Mas o meu vestido era todo branco... "Eu sei o quão difícil todo este casamento tem sido para você." Ela começou, um pouco nervosa. "Porque sua mãe não pode estar aqui. " Meu peito apertou. "E eu não disse nada no momento, mas eu observei a maneira que você olhava para mim e minha mãe quando estávamos no shopping naquele dia." "Ivy, eu -"


Ela levantou a mão. "Deixe-me colocar isso para fora ," ela disse, sua voz já chorosa. "Isso me deu uma ideia. Então eu liguei para sua avó na Flórida Romeo me deu o número - e perguntei a ela se havia mais alguma coisa de sua mãe que ela tivesse. Eu estava esperando por seu vestido de casamento real, mas a sua vó não sabia onde estava. Mas ela tinha alguma coisa. Um vestido amarelo que ela usava no dia em que trouxe você para casa do hospital." Eu balancei a cabeça. Eu podia imaginar o vestido na minha cabeça perfeitamente. Amarelo tinha sido a cor favorita da minha mãe, porque lhe lembrava a luz do sol. Eu tinha fotos dela me levando para dentro da casa do dia em que nasci. Eu ainda podia ouvir sua voz me dizendo que era o melhor dia de sua vida. Eu escovei uma lágrima da minha bochecha. "Eu conheço o vestido." "Ela enviou por correio para mim", disse Ivy. "E eu cortei um pedaço do vestido e costurei em seu vestido." Eu respirei quando Ivy virou o vestido para que eu pudesse ver. Bem ali na cintura, para o lado, estava um coração amarelo do tamanho da palma da minha mão, da cor do sol. "Portanto, agora aquele vestido e sua mãe podem ser uma parte do dia que você chegou em casa e do dia que você vai se casar." Eu não poderia dizer ou fazer qualquer coisa. Fiquei lá no centro da cama e olhei para o coração amarelo que era agora uma parte do meu vestido. "Rimmel?", disse Ivy, cautelosa, depois de alguns momentos. "Eu fiz a coisa errada? Você está chateada que eu cortei o seu vestido?" Sabe o que aconteceu, certo? Comecei a chorar. Não do tipo delicado, do tipo deixe-me enxugar os cantos dos meus olhos em um único tipo de tecido, também. O tipo feio.


O tipo que meleca o seu rosto todo, faz seus olhos vermelhos e seu peito arfar. Eu caí e enterrei meu rosto no travesseiro de Romeo. Mesmo depois de apenas uma noite nessa cama com ele, cheirava a ele. Eu chorei mais ainda. Eu chorei tanto que doía meu peito. Pobre Ivy, estava tão horrorizada que ela começou a chorar também. Drew invadiu o quarto segundos mais tarde para encontrar nós duas. "Que diabos está acontecendo aqui?", ele berrou. Nenhuma de nós pensou que era estranho que ele estava em meu quarto de hotel sem ser permitido entrar. Talvez eu tivesse perguntado a ele se eu não estivesse chorando como um bebê. "Eu cortei o vestido da mãe de Rimmel e coloquei em seu outro vestido, e ela o odeia e eu sou uma amiga terrível!" Ivy soluçou. "E ela me deu uma liga com uma âncora sobre ela!" Os olhos de Drew se arregalaram como se ele não tivesse ideia do que diabos estava acontecendo. "Eu não odeio isso!" Eu soluçava. "É a coisa mais atenciosa que alguém já fez por mim!" Ivy chorou mais um pouco, e Drew fez uma careta. "Ives, pare com isso. Isso não pode ser bom para o bebê." Quando ela não parou, ele foi para a frente e a abraçou. "Pare", disse ele, esfregando suas costas. "Eu sinto muito." Saí da cama e atravessei a sala para abraçar ambos. Então, estávamos todos ali de pé em um abraço de três vias, enquanto nós usávamos Drew como um tecido humano. Trent apareceu, e eu ouvi seus pés pararem na porta. "O que diabos está acontecendo aqui?" "Cara, elas não param de chorar." Drew parecia horrorizado. Estendi meu braço para Trent, e ele riu e entrou para o abraço. "Ahhh, hora da família", ele brincou. Ivy fungou.


"É melhor vocês pararem com isso ou eu vou chamar Romeo e B. Eles nos enviaram aqui para verificar vocês". Trent continuou. Ah, então foi assim que eles chegaram aqui. Sua ameaça trabalhou maravilhas em desligar a choradeira. Uma vez que nós duas estávamos sob controle, os dois rapazes saíram do quarto com cautela, como se eles esperassem que nós fôssemos explodir novamente. Antes de Drew sair, ele esfregou a mão sobre a barriga suavemente arredondada de Ivy e sorriu. "O bebê está bem?" Eu me preocupei. "Ela está bem." Ivy prometeu e enxugou os olhos. Em seguida, ela descansou a mão sobre a barriga. Ela não estava mostrando muito, exceto no estômago, onde a barriga estava suavemente arredondando para fora. Eu pensei que ela parecia adorável, e pela maneira que B a observava em torno da casa, ele pensava assim também. "Me desculpe, eu senti falta disso." Eu funguei e me aproximei para ver o vestido mais de perto e pessoalmente. "Eu realmente tenho sentido falta dela." Eu passei os dedos no tecido amarelo. Era sedoso ao toque. "E isso realmente faz-me sentir como se ela estivesse aqui comigo hoje." "Ela está." Ivy sorriu e me abraçou. "Oh", ela acrescentou, "e só para você ficar preparada, haverá um lugar vazio na primeira fila hoje, com um pacote com uma rosa amarela no banco." "Para ela?", perguntei, ficando emocionada novamente. "Sim. Em sua memória." Abracei-a por um longo tempo. Ela não pareceu se importar. "Obrigada", eu sussurrei, finalmente. Ela deu um suspiro trêmulo e puxou para trás. "Estou indo tomar um banho. O pessoal do cabelo e maquiagem vai estar aqui em uma hora, e eu quero estar pronta." Eu gemi. "Não vai ser tão ruim." Ela riu e se dirigiu para a porta. "Mas não se esqueça. Minha mãe, a sua avó e a mãe de Romeo estarão todas invadindo em breve também."


Gemido duplo. Todo mundo estava hospedado aqui no hotel e todos nós estaríamos andando até o estádio em limusines. Sim. Uma linha de limusines descendo a estrada como um desfile real. Eu estava meio que envergonhada. "Há uma garrafa de champanhe gelando, então talvez você deve tomar um copo, relaxar um pouco", Ivy sugeriu. Ela me conhecia muito bem. "Obrigada. Vou, depois que eu tomar banho, também." Eu concordei. Quando eu saí do banheiro um pouco mais tarde, eu me enrolei em uma das camisas de botão de Romeo (desta forma eu poderia tirá-la facilmente uma vez que o meu cabelo fosse arrumado) e um par de calças pretas e me dirigi para o quarto. Romeo estava sentado no centro da cama. Engoli em seco e apertei a mão no meu peito. "Você me assustou!" Ele riu. "Depois de uma noite sozinha, você já esqueceu como eu pareço na nossa cama?" Revirei os olhos. "Você não deveria estar aqui." Meus olhos se arregalaram. "Ela não o viu, não é?" Ele riu e estendeu a mão. "De jeito nenhum. Eu não quero a ira da noivazilla grávida." Eu subi na cama e para o seu colo. "Eu estava esperando que você se esgueirasse," eu sussurrei. "Eu teria entrado pela janela, mas é meio difícil quando estamos no andar de cima." "Como aquela noite nos dormitórios", refleti, pensando de volta no início do nosso relacionamento. Ele riu. "Aquele é o seu vestido?", ele perguntou, e eu ofeguei e bati as mãos sobre os olhos dele.


"Você não pode ver isso!" Eu senti mais do que vi quando ele revirou os olhos. "Não é má sorte, se já estamos casados." "Estou tão feliz que o fizemos naquela noite," eu confidenciei e baixei os dedos. Ele sorriu e olhou para mim com olhos azuis como ninguém mais. "Eu também." Ele fez um som rosnando e nos rolou, me pressionando contra o colchão com seu peso. Sua palma explorou sob a barra da minha camisa, e ele gemeu quando sentiu que eu não estava usando sutiã. Enchi minhas mãos com seu cabelo e o puxei apenas um pouco mais perto, explorando sua boca com a minha língua como se fosse a primeira vez. Eu sabia que já estávamos casados, mas a antecipação de hoje ainda fazia o meu corpo zumbir. Eu puxei seus cabelos para que ele levantasse a cabeça ligeiramente, e ele me deu um sorriso preguiçoso. "Eu não posso esperar para ver um anel de casamento em seu dedo, esta noite," eu confidenciei. "E dessa forma todos vão saber que você está tomado, e não apenas eu." "Baby, eu tenho estado tomado desde o dia em que nos conhecemos." Meu coração pulou uma batida. Ele baixou a cabeça novamente e empurrou contra mim. Nós demos uns amassos como adolescentes, completamente vestidos e com medo que se nós fôssemos mais longe, seríamos pegos. "Uma noite sem você, Smalls, e eu já estou desesperado." Sua voz estava rouca, e ele se inclinou para beijar o lado do meu pescoço. "Hoje à noite." Eu prometi, atingindo entre nós e acariciando seu comprimento duro. "Rimmel!" Ivy chamou de fora da porta. "Eles estão aqui!" Eu usei o ombro de Romeo para abafar meu riso. "Estou indo!" Eu gritei. "Eu tenho que ir," eu disse a ele.


Ele gemeu. "Não me faça voltar lá fora. Minha mãe fica me perguntando sobre detalhes de última hora. E tentando me fazer colocar meu terno... O que é que eu vou fazer em um terno um milhão de horas antes da cerimônia? Em seguida, ela estaria em cima de mim para não enrugá-lo." Eu ri. "Ela só quer tirar uma foto sua." Ele gemeu. "Você está me matando, Smalls." "Eu te amo." Ele pressionou a testa contra a minha. "Eu também te amo." Ele me ajudou a sair da cama, e nós endireitamos as roupas um do outro. "Distraia o rebanho de mulheres para que eu possa escorregar para fora da porta da frente." Eu bati continência para ele. Ele me deu um último beijo rápido antes de segurar a porta para eu ir à frente dele. "Eu vou te ver no altar, Sra. Anderson." Meu estômago dançou com borboletas. "Vejo você lá."


CAPITULO QUARENTA E OITO #VocêDeveSer Você deve ser da realeza do futebol quando você tem permissão para se casar diretamente na linha de cinquenta jardas. #MaiorCasamentoDoAno ...BuzzBoss

I VY Quando menina, quando eu sonhei com meu casamento, pensei em contos de fadas. De castelos em montanhas ou praias com areia pura e ondas quebrando. Eu até costumava sonhar com um casamento do sul na montanhas da Carolina do Norte em um celeiro rústico, com os pés descalços. Eu nunca sonhei que iria me casar em um campo de futebol. Com os meus melhores amigos ao meu lado. Eu nunca pensei que teria um filho crescendo na minha barriga quando eu prometesse meu amor a alguém para sempre. Eu nunca sonhei com nenhuma dessas coisas, porque nem mesmo em meus sonhos eu poderia evocar algo tão perfeito. Era tudo o que eu nunca soube que eu queria, e em alguns poucos minutos, não seria um sonho mais... Seria realidade. Os convidados estavam aqui, todos os seiscentos. Mesmo que eu ainda estivesse na parte de trás, eu podia imaginá-los sentados nas filas e


filas de cadeiras brancas imaculadas que foram perfeitamente colocadas perto da zona de finalização no campo de casa dos Knights. No centro das cadeiras estava o corredor que Rim e eu andaríamos, o caminho que levava ao resto de nossas vidas. Ele estava alinhado com lanternas brancas e prata cheias de velas tremeluzentes, e pétalas de rosas brancas caíam como neve em todo o verde profundo do gramado. À direita na linha de touchdown começava uma plataforma branca grande que iria levantar as noivas e noivos para fora do campo o suficiente para todos os convidados verem. Não era uma plataforma terrivelmente grande, porque nós não tínhamos uma grande festa nupcial. Não havia nenhuma razão para isso. Rimmel e eu ficaríamos com Romeo e Braeden, e meu irmão iria ficar ao lado de Braeden, e Trent iria ficar ao lado de Romeo. A plataforma retangular foi alinhada com mais das lanternas brancas e pintada de prata em várias formas e tamanhos. Elas também iriam piscar e dançar com a luz quando disséssemos os nossos votos. O poste do gol, que ficava logo atrás, foi coberto com uma guirlanda de espessura de flores brancas que pingavam fora do poste em longas cadeias de mais flores brancas que foram iluminadas a partir de dentro com luzes brancas. Eu não tinha ideia de como Valerie tinha conseguido tal exposição elegante e grande, mas era absolutamente linda. À direita, na linha de cinquenta jardas, havia uma tenda branca maciça. Não houve tempo para ir para dentro para ver como tudo veio junto para a recepção. Valerie pegou Rimmel e eu bisbilhotando o campo quando deveríamos estar nos vestindo e nos perseguiu de volta aos vestiários antes que pudéssemos dar uma espiada. Eu tinha uma ideia do que pareceria, é claro, mas Valerie foi responsável pela configuração e um monte de detalhes, então eu sabia que seria uma surpresa até mesmo para mim. A manhã passou por um turbilhão de atividades. Uma vez que Rimmel e eu tivemos nosso momento juntas, passamos várias horas


arrumando o nosso cabelo e terminando a maquiagem. Todos, menos eu, bebericaram champanhe, e eu bebi suco de laranja. Em uma taça de champanhe, é claro. Agora, aqui estávamos, de pé em um vestiário em vestidos de casamento. Todos, menos o fotógrafo tinham ido para encontrar seus lugares. Meu pai e o pai de Rimmel estavam esperando lá fora para nos levar para o campo. Podíamos ouvir a reprodução suave de música nos alto-falantes, mesmo aqui, e eu me perguntava tipo pela milionésima vez o que Braeden estava fazendo naquele exato minuto. "Eu não posso acreditar que eu estou me casando", eu disse e andei até o espelho grande do chão ao teto pendurado na parede. Eu acho que, pela primeira vez, eu estava mais nervosa do que Rimmel. Normalmente, eu era a única calma, mas hoje, era o contrário. Talvez fosse porque ela tinha bebidas alcoólicas e eu não. Eu fiquei na frente do espelho e estudei minha aparência, examinando todos os detalhes. Meu cabelo estava em um coque simples, com uma trança grossa ao redor. Algumas mechas de cabelo solto enquadravam meu rosto e estava contra a parte de trás do meu pescoço. O penteado não era alisado para trás e elegante, era mais casual elegante, que eu pensei que se encaixaria com todo o tema campo de futebol. Fui clássica com minha maquiagem porque fazer escolhas corajosas no dia do casamento de uma menina não era a melhor ideia. Então, nós nos concentramos em atingir pele brilhante, luminosa, ainda que olhos neutros dramáticas (com lindos cílios postiços macios), bochechas de pêssego com reflexos dourados e lábios rosa pálido. Eu tinha esfoliado e hidratado minha pele quase até a morte até hoje para que meus braços nus e peito ficassem macios e palpáveis aos olhos de Braeden. O que eu considerava a prova mais dramática do meu estilo de casamento era o meu vestido. Eu tinha estado preocupada com o quanto de um inchaço do bebê eu estaria ostentando na minha caminhada pelo


corredor, e embora eu estivesse feliz por estar grávida, nenhuma mulher quer que o seu inchaço de bebê seja visto antes do dia de seu casamento. Então, eu escolhi algo que iria ajudar a escondê-lo, mas ainda embelezaria a minha forma. O vestido era branco neve com tiras finas e um decote que mergulhava baixo entre os meus seios (que estavam ligeiramente mais cheios graças ao bebê). A cintura era definida logo abaixo dos meus seios com uma faixa branca espessa do mesmo tecido branco que ia até o topo. Era um vestido sem costas, exceto pelas tiras brancas finas que percorriam todo o caminho até a cintura. Basicamente, o topo era simples e bonito. Foi adaptado para me encaixar perfeitamente, então eu não tinha que me preocupar com algum tipo de mau funcionamento do guarda-roupa e uma das minhas meninas caindo para fora. Ninguém queria ver isso. A metade inferior do vestido era mais dramática e honestamente me fazia sentir como uma princesa. Era uma saia longa, cheia, que florescia à direita para fora da cintura equipada. Camadas de tule flutuavam sobre o cetim sob a camada com uma qualidade ligeiramente pura. O que fez o fato de que o tule fosse ligeiramente puro tão especial era a cor abaixo dele. Um blush rosa profundo começava logo abaixo da cintura, e desaparecia para um tom silenciado macio que deu lugar a um branco puro acima dos joelhos. Era um efeito suave no geral, e entre o acento da cor e da plenitude da saia, o inchaço do bebê não era ainda perceptível. Para cobri-lo, eu adicionei um par de saltos reluzentes cor de rosa. Porque uma garota sempre precisava de um pouco de glitter. E um pouco de rosa. A única joia que eu estava usando era o meu anel de noivado (em minhas mãos pintadas de francesinha) e um par de diamantes em minhas orelhas que eu peguei emprestado da minha mãe. A liga azul com a âncora de Rimmel estava enrolada ao redor da minha coxa.


"Você é a noiva mais linda que eu já vi", disse Rimmel, vindo atrás de mim. Eu sorri e me virei para que pudesse ver seu reflexo. "Eu não sei. Acho que você ganha de mim. " Eu sorri. Ela bufou. Mas então ela sorriu, sua voz suave. "Eu nunca pareci tão bonita assim antes." "Você é linda todo dia", corrigi. "Mas uma equipe de cabelo e maquiagem, mais um vestido lindo com certeza vai um longo caminho para uma menina." Nós duas rimos. O cabelo longo de Rimmel estava para baixo, enrolado frouxamente para dar-lhe uma sensação de despenteado e, em seguida, os lados estavam reunidos para a parte traseira de sua cabeça em algum tipo de nó artístico com flores tipo mosquitinhos adornando. Estava lindo contra seu cabelo escuro, brilhante. A maquiagem também era clássica, mas seus lábios não eram rosa pálido como os meus. Eles eram uma sombra de baga mais profunda. Estava lindo em seus lábios cheios. Fiquei surpresa que ela concordou em usá-lo, mas quando a maquiadora sugeriu, ela concordou. Mais uma vez, talvez tivesse sido o champanhe. Ou talvez ela estivesse apenas feliz por se casar. Ela se recusou a usar lentes de contato, mesmo que a maquiadora insistisse nisso. Meio que me deixou com raiva porque Rimmel deveria ser exatamente quem ela era no dia de seu casamento, e os óculos eram totalmente Rim. Então, para acabar com a discussão, peguei um par de óculos branco-moldado que eu tinha escondido. Sim, talvez eu tivesse visto isso chegando. Rimmel declarou que eles eram bastante tipo noiva e os empurrou em seu rosto.


Eu dei à maquiadora um olhar eu te desafio a dizer uma palavra e, com sabedoria, ela calou a boca. O vestido não era tão cheio quanto o meu. Ela era tão pequena que algo com uma saia cheia a teria engolido inteira. Em vez disso, seu vestido era mais uma linha, montado na parte superior e suavemente queimado na cintura para flutuar para baixo e rodar em torno de seus Converse. Eu só esperava que ela não tropeçasse na bainha, que era um pouco longa demais, agora que ela não estava usando saltos altos. A parte superior do vestido era de renda, forrado com um tecido que combinava com sua pele. Tinha um decote largo tipo canoa que acentuava sua clavícula e os topos de seus ombros e mangas de renda de três quartos completos. A parte de trás do vestido tinha botões brancos até as costas, e a cintura era definida por uma faixa branca fina. Logo abaixo da faixa branca, eu costurei o coração amarelo a partir do vestido de sua mãe. Quando ela ficasse de costas para a multidão na cerimônia, todo mundo seria capaz de vê-lo. Ela não estava usando nenhuma joia, exceto seu anel de noivado e uma pulseira que sua avó usara no dia de seu próprio casamento. "Eu estou contente que nós estamos fazendo isso juntas", ela disse e virou-se para mim. "Eu também." Eu funguei. "Sem choro! Precisamos salvar nossa maquiagem." Ela sorriu. "Tenho certeza de que eles estão esperando." Eu peguei o buquê de rosas prata de lei e roxo-escuras unidas com um arco de cetim roxo escuro e entreguei a ela. Então eu peguei meu próprio buquê de rosas claras e rosa escuro. "Pronta?", ela perguntou, oferecendo-me o braço. Eu estava tão pronta. Nós andamos pelo corredor juntas. Claro, nós poderíamos ter ido separadamente com nossos pais. Mas tornou mais especial irmos juntas. Rimmel e eu estávamos de braço dados, e nossos pais pegaram nossos lados.


Eu sabia que a decoração estava linda. Graças a Deus que eu tinha vindo e dado uma espiada antes da cerimônia, porque no segundo que nós caminhamos no final do corredor, eu não vi nada além do homem à minha espera. Eu sabia pela forma como o braço de Rimmel apertou ao redor do meu enquanto caminhávamos que era exatamente o mesmo para ela. Braeden em um terno era do que os sonhos eram feitos. Seus ombros largos e cintura afunilada foram praticamente feitos para retirar as linhas limpas de um terno clássico sob medida. O terno era branco, nenhum vinco à vista, e por baixo do casaco havia uma camisa branca, um colete preto abotoado, e uma grande gravata de seda preta que estava amarrada perfeitamente na garganta e desaparecia elegantemente por baixo do colete. Havia um bolso no peito esquerdo do casaco, e apenas a ponta de um tecido branco podia ser visto. Seus sapatos eram da mesma tinta preta, e eles fizeram as pernas fortes percorrer todo o caminho para a plataforma onde ele estava esperando. Mas, além da maneira como ele trajava esse terno, eram seus olhos que me possuíam. Seu olhar de chocolate escuro nunca deixou os meus, e o sorriso em seus lábios era sexy e tinha um tom de promessa para quando estivéssemos sozinhos. Minhas mãos tremiam enquanto eu segurava minhas flores e tentava me concentrar em não cair. Falando nisso... A bainha muito longa do vestido de Rimmel provou ser um adversário digno. O dedo do pé de seu Converse pegou o vestido, e ela foi tropeçando para a frente. Engoli em seco e saí do transe que eu tinha estado com B, travando o meu braço e poupando-a de cair. Seu pai, que estava em seu outro lado, agiu rápido e também puxou para cima. Entre os dois de nós, conseguimos mantê-la fora do chão, mas seu buquê não tinha tido tanta sorte. Alguns suspiros atravessaram a multidão e, em seguida, um pouco de aplausos quando ela foi se corrigiu e não caiu.


Nós quatro paramos no centro do corredor, e ela olhou para mim timidamente. "Talvez pela primeira vez eu deveria ter usado os saltos." Um riso borbulhou dentro de mim, e depois ela se juntou. "Senhoras." Uma voz suave interrompeu, e Rimmel engasgou. Romeo estava lá diante de nós no meio do corredor, um brilho divertido em seus olhos. "Romeo!", disse Rimmel. "Desculpe te deixar esperando," Seus olhos foram direto para ela, e oh minha palavra, a forma como os seus olhos azuis olharam atentamente... Foi como se ele tivesse esquecido que estávamos no meio de um casamento. Romeo parecia tão bom como Braeden em um terno, mas em vez de preto, ele estava usando um azul profundo. Isso só serviu para fazer seus olhos se destacarem muito mais. Ele deixou sua jaqueta desabotoada para revelar o mesmo colete de botões e uma gravata azul sobre uma camisa branca clássica. O bolso no seu peito esquerdo estava adornado com um lenço da mesma cor... e outra coisa. Um pequeno par de óculos de ouro estava preso no peito. Eu soube imediatamente que era sua maneira de representar Rimmel. Olhei entre os dois, totalmente seduzida pela química que chiava em torno deles. As bochechas de Rimmel estavam rosa, e o sorriso de Romeo foi triste. "Você não devia estar usado saltos, Smalls." Ela bufou e levantou seu vestido para revelar o Converse. As pessoas em torno de nós riram, e Romeo jogou a cabeça para trás e riu. Ele olhou para Brock e ofereceu sua mão. "Se importa se eu levá-la a partir daqui?" O pai de Rimmel riu e, em seguida, beijou a filha no rosto. "Obrigada, papai", ela sussurrou. Romeo se abaixou para pegar o buquê esquecido e entregá-lo a sua futura noiva. Algumas pétalas de rosas roxas caíram no chão, mas caso contrário, parecia o mesmo.


No segundo que ela o pegou, Romeo a tomou em seus braços. Ela fez um som de surpresa e guinchou. "Eu tenho que caminhar até o altar para você!" "Mas, baby", ele demorou, sem se preocupar em baixar a voz, "se eu deixar você andar até mim, você pode tirar metade dos convidados e tocar fogo no lugar com todas essas velas." Ela engasgou. Ele olhou para mim e piscou. "Parecendo como uma princesa de boafé, princesa." Eu sorri de volta. Todos aplaudiram quando Romeo pulou na plataforma com Rimmel em seus braços e em seguida, colocou-a de pé diante dele. De perto, Braeden limpou a garganta. "Traga seu traseiro aqui em baixo, Blondie!", ele me chamou. Eu congelei por um segundo, pensando que meu pai ia ter um problema para a escolha de palavras de Braeden. Quando eu olhei para ele, ele riu. "Claramente, ele é impaciente. Não posso dizer que o culpo." Meus olhos se encheram, e começamos a andar novamente. Depois que meu pai beijou minha bochecha, B pegou minha mão e me ajudou a subir para a plataforma. A cerimônia em si era tradicional. Nós quatro escolhemos não escrever nossos próprios votos, principalmente por uma questão de tempo e consideração para as seis centenas de pessoas na cerimônia. Mas também porque Braeden disse que não era bom com as palavras e não queria embaraçar a si mesmo. Eu implorei para discordar. Eu tinha uma memória cheia de coisas que ele disse para mim. Quando o homem que realizava a cerimônia perguntou a nós todos se tínhamos algo mais a acrescentar antes que ele nos declarasse marido e mulher, eu levantei a minha mão. "Eu tenho algo a dizer." Ele inclinou a cabeça.


Eu corei. "É privado." Então eu acenei para Braeden com o meu dedo. Ele olhou para mim estranhamente, mas se inclinou para frente, e eu coloquei meus lábios até a sua orelha. "Eu gosto do seu pau." "Eu sabia!" Ele riu e começou a rir. Eu me afastei, satisfeita comigo mesma, e nós todos fomos declarados marido e mulher. Todos aplaudiram enquanto nos beijávamos. E beijamos um pouco mais. Braeden gentilmente esfregou a palma da mão sobre a frente da minha barriga, como se neste momento ele não estivesse apenas pensando em mim, mas também no nosso filho. Quando nós quatro corremos pelo corredor, de mãos dadas, os convidados jogaram granulados multicoloridos em nós que pareciam pequenos arco-íris enchendo o céu. Quando os convidados estavam andando através do campo para a tenda de recepção, nós posamos para fotos após fotos. Em um ponto, Braeden me puxou para uma entrada de um dos túneis e se encostou na parede, puxando-me entre as pernas e envolvendo os braços em minha volta. "Você finalmente disse isso." Ele sorriu. Revirei os olhos. "Nós acabamos de casar na mais bela cerimônia de sempre, e isso é a única coisa que você lembra?" "Lembro-me de muitas coisas", ele murmurou, varrendo o polegar sobre meu lábio inferior. "Tipo, como estava perdido sem você e como eu sou sortudo pra caralho de ter você ao meu lado." "Você me faz tão feliz", eu sussurrei, inclinando-me em seu peito e passando os braços ao redor de seu pescoço. "Duas vezes, baby." Ele roçou os lábios sobre os meus. "Duas vezes." "Você acha que vamos ser sempre tão felizes?", perguntei, piscando para conter as lágrimas felizes.


Mais uma vez, ele acariciou o meu inchaço de bebê, deixando a palma descansar diretamente sobre o nosso bebê. "Não", ele respondeu suavemente. "Nós vamos ser ainda mais felizes." Ele tinha razão.


CAPITULO QUARENTA E NOVE #UmaFamíliaUnida Eu soube que o casamento foi como um conto de fadas. Com fogos de artifício. #DesejandoAVocêsUmaVidaInteiraDeFelicidades ...BuzzBoss

R IMMEL Eu tinha razão. A visão de Romeo com uma aliança de casamento na mão esquerda valia a pena tudo que passamos para chegar aqui. Tinha sido apenas um pouco de tempo desde que eu a coloquei lá, mas eu já sentia uma mudança. Não uma mudança que ninguém notasse, mas, para mim, era profunda. Para um monte de minha vida, eu me senti sozinha. Eu tinha estado sozinha. Um pouco disso tinha sido eu mesma, e um pouco disso estava fora do meu controle. Eu não estava mais sozinha, e eu nunca estaria novamente. Ver aquele anel era um lembrete visual disso. "De certa forma, eu sinto muito por eles", disse Romeo, envolvendo os braços em volta de mim por trás e sussurrando em meu ouvido.


Olhei para cima para ver B e Ivy vindo em todo o campo em direção a nós a partir de onde eles tinham ido para um momento roubado. "Por quê?", perguntei, inclinando-me para trás para olhar nos olhos do meu marido. "Porque eles têm que sorrir para fotos, passar tempo com os convidados. Logo depois que nos casamos, a única coisa que tivemos que fazer foi ficar juntos." Eu concordei. Nós definitivamente tivemos um melhor negócio. Eu levantei a mão e beijei o anel de titânio em seu dedo. "Eu estou começando a entender por que você sempre quis um pedaço de você em mim. Isso está totalmente fazendo isso comigo." Ele arqueou uma sobrancelha. "Oh sim?" Eu balancei a cabeça. Seus lábios se curvaram em um sorriso sexy. "Eu estou gostando disso também." Ele levantou a minha mão e me mostrou o fino anel de diamantes descansando contra o meu anel de noivado. "Estou tão feliz que você estava falhando em todas as suas aulas e precisava de um tutor." Eu passei meus braços em torno de sua cintura. Ele riu. "Estou tão feliz que você não era uma lésbica." Revirei os olhos, mas ele não viu, porque ele me beijou. "Acha que alguém ia sentir nossa falta se nós pulássemos fora e começássemos a lua de mel cedo?", disse Braeden, vindo atrás de nós. "Não podemos deixar a nossa recepção!" Ivy engasgou. Romeo levantou a cabeça e sorriu. Valerie colocou a cabeça para fora da tenda e prendeu nós quatro com um olhar. "Vocês não ouviram a banda anunciando vocês?" "Uh, não," eu disse, constrangida. Nós tínhamos estado muito ocupados nos beijando. "Desculpe, mãe," Romeo disse timidamente, e o rosto de Valerie se suavizou. "Venham, então. As pessoas estão esperando. "


As dobras da tenda recuaram, e minha respiração ficou presa. "Oh meu Deus", Ivy respirou. "É impressionante." "Melhor do que impressionante." Eu assenti. "Tudo o que vejo são luzes e flores", disse B. "Eu espero que tenha bolo", acrescentou Romeo. Eu bufei. Eram muito tapados. "Vamos lá", disse Ivy e puxou Braeden à nossa frente. Eles fizeram sua entrada em primeiro lugar, e as pessoas aplaudiram e comemoraram. Eu realmente não ouvi nada disso. Eu estava muito encantada com a beleza da tenda. Era como um mundo totalmente diferente. Eu nunca teria imaginado, do lado de fora, que uma simples tenda branca poderia abrigar algo tão maravilhoso. No interior, as luzes estavam na penumbra, criando uma sensação de intimidade. O teto estava envolto em tule, mas entre isso e o teto da tenda haviam milhares e milhares de luzes cintilantes. Devido à iluminação escura, pareciam milhões de estrelas vibrantes que flutuavam em cima. Logo na entrada estava um enorme arco de flores brancas com vegetação em cascata e cristais que brilhavam contra as luzes. As mesas no interior eram redondas, envoltas em branco, e rodeadas por cadeiras brancas com almofadas de veludo roxo-escuro. As peças centrais eram esses bouquets extremamente elaborados que se levantavam da mesa em cilindros claros altos, fazendo a volta, as partes superiores brancas cheias pareciam flutuar. Em torno do fundo haviam aglomerados de velas brancas cintilando lindamente. Os centros não eram o único drama sobre a mesa. Cada lugar estava arrumado impecavelmente com talheres polidos chineses, guardanapos de pano, e grandes taças de vinho. Tudo era branco com detalhes de prata e ouro. Ocasionalmente, quando olhei em volta, vi um pouco do roxo que os Knights usavam, mas eu não vi muito de laranja. Não importava.


Isso era tão além de lindo e Valerie poderia não ter usado qualquer uma das cores que eu queria e ainda seria bonito. "Eles estão nos esperando, baby", disse Romeo e ancorou seu braço em volta da minha cintura. Nós caminhamos totalmente para dentro da tenda, enquanto as pessoas aplaudiram, e fiquei maravilhada com o quão perto do teto se assemelhava a um céu noturno. Havia tanta coisa branca que quase me senti como se estivéssemos em algum país das maravilhas elegante do inverno. No centro da tenda estava a pista de dança. Era construída de madeira flutuante pintada com listras amplas de branco e dourado. Romeo me levou para a mesa principal na parte da frente da sala. Era retangular com os mesmos centros de mesa (tínhamos dois), velas, e arranjos. Na parte da frente da mesa, colocadas no chão, havia mais lanternas, como tivemos na cerimônia, e havia uma enorme curva dourada fixada à frente da toalha de mesa. B e Ivy já estavam lá, e no segundo que nos juntamos a eles, champanhe começou a ser servida ao redor da sala. Toda a noite foi mágica, repleta de amigos e familiares. Mais de uma vez, eu me peguei me perdendo no olhar azul de Romeo, e mais de uma vez, eu me encontrei agradecendo a Deus que esta era a minha vida. Logo antes de nós nos colocarmos para cortar nosso bolo (algum caso elaborado com rosas roxas em cascata para o lado), Romeo pegou minha mão e me puxou para fora. Luzes de dentro derramavam para fora e esticavam através do campo de futebol. Mesmo que houvesse uma tonelada de pessoas lá dentro, eles pareciam como um mundo de distância para mim. Para baixo do campo, as lanternas da cerimônia ainda tremulavam. Romeo me atraiu mais longe da tenda. Meus sapatos afundaram no gramado, e a noite nos envolveu. "Para onde estamos indo?", perguntei.


"Há algo que eu queria te mostrar", disse Romeo, retirando-se da minha mão e puxando o seu celular. Depois que ele passou alguns segundos tocando na tela, ele deslizou de volta em suas calças. Nós caminhamos um pouco mais, a meio caminho entre a tenda e o local da cerimônia, e ele parou. "Bem aqui deve ser bom." "Para quê?" Eu perguntei. Ele me puxou na frente dele e passou os braços em volta da minha cintura. Seu queixo descansou no meu ombro, e sua voz encheu minha orelha. "Olhe para cima." Assim que ele disse isso, o som de algo atirando para o céu cortou a noite. Eu olhei para cima e assim ele o fez. Fogos de artifício luminosos brilhantes cortaram o céu, brilhando e piscando diante dos nossos olhos. Eu ri. "Você fez isso?" "Só para você", respondeu ele em meu ouvido. Pessoas se reuniram fora da tenda para assistir, mas estávamos longe o suficiente e estávamos sozinhos. Uma vez que o espetacular show de luzes parou explodindo no meio da noite, eu suspirei e me virei para olhar para ele. "Foi lindo." Ele beijou a ponta do meu nariz. "Só mais uma." Seus olhos foram-se, e eu segui seu olhar. Um último fogo de artifício explodiu bem acima de nós. Não era um fogo de artifício comum. Este era diferente. Era um coração vermelho com uma hashtag na frente do mesmo. Como uma montagem em um filme, todos os nossos melhores momentos repetiram em minha mente. O primeiro momento que nos conhecemos, a noite que ele veio para o abrigo comigo na chuva. A escalada através da minha janela do dormitório, e a noite do nosso primeiro beijo. Era o mais belo filme que eu já tinha visto. Mas não era um filme. Era a minha vida. Nossa vida.


Virei-me em seu abraço enquanto uma lágrima escorria pelo meu rosto. Meus braços enrolaram em volta do seu pescoço, e ele olhou para baixo. "Lá estava eu, Romeo, seguindo com a minha vida chata e vulgar. Então você veio junto e me deu um conto de fadas." "Ninguém nunca vai te amar como eu, Smalls", prometeu. "Eu sei." Eu sorri. "Mas eu vou te amar mais." Nós encontramos um ao outro no meio do caminho e nos beijamos no centro do campo de futebol. Seus lábios eram familiares para mim agora, mas não menos devastadores do que a primeira vez que eles tocaram os meus. Eu poderia ser só uma menina. Eu poderia ter só uma vida. Mas havia apenas um Romeo. E ele era meu. "Consigam um quarto!" Braeden gritou para baixo do campo. Nós nos separamos e rimos. "Vamos lá!", ele gritou para nós novamente. "Vocês podem fazer isso mais tarde. É hora da festa!" Romeo estendeu a mão entre nós, sua aliança de casamento pegando meu olho. "O que você diz, Sra. Anderson? Posso ter esta dança?" Enfiei a mão na sua. "Você pode ter todas elas." "Infernos sim." Seus lábios eclodiram naquele sorriso sexy que eu tanto amava. De mãos dadas, nós corremos através do campo para onde Braeden e Ivy esperavam. Nós éramos uma família unida.


FELIZES PARA SEMPRE DUAS VESES (Também conhecido por Epílogo)

Os menores pés deixam as maiores pegadas em nossos corações. #<3 ...BuzzBoss

B RAEDEN O tambor pesado das lâminas elevadas do helicóptero combinava com o trovejar do meu coração dentro do meu peito. O espaço fechado da cabine era pouco perceptível e nem era a turbulência de um helicóptero andando sobre o estado. Eu nunca tinha estado em um helicóptero antes, e se você me perguntasse mais tarde sobre isso, eu ainda responderia como um homem que não tinha. Meu foco não estava na distância que estava no ar, os sons que o piloto fazia apenas a alguns passos de distância, ou mesmo em meu melhor amigo que estava sentado esmagado ao meu lado. Eu estava suado, sujo e assustado como o inferno. "Preparar para pouso", disse o piloto, sua voz soando suspeita como Darth Vader de Guerra nas Estrelas.


Eu me preparei para o segundo que fizesse contato com a pista de aterrissagem, um lugar que eu sabia que tecnicamente nós não deveríamos estar. O que posso dizer? Ser um atleta estrela em seu estado de origem tinha algumas regalias. No segundo que o helicóptero aterrissou, Rome e eu estávamos de pé, agarrando nossos capacetes, e rebentando para fora da porta. As lâminas zunindo elevadas chicoteavam ar ao redor, e eu prendi a respiração contra elas e abaixei a cabeça para correr em direção à porta próxima. No segundo em que Rome e eu estávamos longe, o helicóptero levantou novamente, mas eu não olhei para trás. Eu corri através das portas de vidro largas e para o chão de aroma estéril de hospital. "Trabalho de parto," Eu corri no meu caminho após uma enfermeira, e ela apontou para a escada. "Dois andares acima." Nós arrastamos o traseiro pela porta e batemos na escada e explodimos no chão. Várias pessoas próximas saltaram na nossa súbita intrusão e, em seguida, olharam, bem como corremos além. Sussurros e exclamações encheram o salão atrás de nós, e uma enfermeira atrás da mesa da estação à frente sorriu e apontou quando nos aproximamos. "Terceira porta à direita." Nossas chuteiras fizeram sons altos, e houve um grito estridente quando eu as coloquei fora da porta e abri a porta para me apressar para dentro. "Estou muito atrasado?" Engoli em seco, tropeçando mais para dentro do quarto, para que Romeo pudesse fazer o mesmo. Três pares de olhos estalaram para onde estávamos, e depois o último – o par mais importante – seguiu o conjunto. "Bem a tempo", disse Ivy do centro de sua cama de hospital. Enchi minha vista com seu corpo, tendo em tudo, desde as faces coradas, cabelos longos, e a grande barriga de grávida sob o cobertor na cama. Monitores estavam anexados ao redor de seu estômago, e havia uma IV (intravenosa) na parte de trás de sua mão, coberta com fita demais.


"Quem pôs tanta porra de fita em sua mão?" Eu rugi. "Isso vai deixar uma marca." "Assim manterá a agulha que está segurando no lugar", Rimmel comentou secamente. Olhei para a minha irmã e olhei com raiva. "É uma coisa boa que eu te amo." "Eu estou bem", Ivy me assegurou e estendeu a mão – a que estava sem IV. "Você chegou aqui rápido!" Larguei meu capacete no chão e corri para o lado dela, tomando sua mão entre as minhas. "Você está com dor?" Eu me preocupei. Deus, eu já estava me sentindo enjoado, e ela nem sequer parecia atormentada. "Nada que eu não possa controlar." Ela sorriu. "Até que outra contração venha por aí," Drew murmurou do outro lado da cama. Ela deu-lhe um olhar severo e fez uma careta. "Ouvimos o helicóptero chegando", disse Rimmel. Romeo deu um passo atrás dela, parecendo ainda maior do que ela, do que o habitual, porque ele ainda estava completamente vestido com seu uniforme de futebol. Nós dois estávamos. Nós literalmente recebemos a chamada de que Ivy estava em trabalho de parto e corremos para fora do campo para chegar no helicóptero de Ron Gamble para que chegássemos aqui em tempo. "É bom conhecer pessoas com conexões", disse Romeo e beijou-a na cabeça. Depois ele veio para o lado da cama para ficar ao meu lado. "Você está pronta para isso, princesa?" Uma enfermeira se apressou para o quarto. Ela não tinha ido nem mesmo através da porta e dizia: "De onde veio toda essa lama! " Ela compreendeu quando ela viu eu e Rome.


"Desculpe por isso", disse Ivy. "Esses dois podem ser um pouco bárbaros quando eles estão em uma corrida." Rimmel riu. "Ah bem. Qual de vocês é o pai?" "Eu", eu disse imediatamente. "Vamos. Vou te dar algumas roupas para se trocar. Eu não acho que você vai precisar de todas estas ombreiras para atender seu filho. Puta merda, eu ia ser pai hoje. Apertei meu aperto na mão de Ivy. "Obrigado, mas eu acho que vou ficar aqui mesmo." Eu não estava prestes a sair deste quarto e sair do lado de Ivy por causa do meu próprio conforto. "Vou pegar algumas enfermeira. Ela corou.

roupas”,

disse

Romeo,

sorrindo

para a

Revirei os olhos, mas, em seguida, Ivy fez um som e apertou minha mão. Sua respiração tornou-se mais difícil e seu corpo ficou tenso. "O que está acontecendo!" Eu berrei. Drew e Trent riram. Esta merda não era engraçada. "É uma contração", disse Drew e apontou para um monitor com um monte de linhas onduladas sobre ele. Eu sabia que doía. Eu poderia dizer pelo conjunto de sua mandíbula, o aperto na minha mão, e a forma como ela tentava respirar. "Você não pode fazer alguma coisa?", perguntei à enfermeira. Eu não gostava dessa merda. Nem um pouco. "As contrações são perfeitamente normais," ela disse e andou até o monitor. Ela vagou. Como se ela não tivesse nada melhor para fazer. Eu ia explodir uma junta. Eu não queria ver Ivy com dor. "Sente-se antes de cair", disse Romeo, e uma cadeira bateu nas costas das minhas pernas e ele empurrou-me para baixo.


Eu não tinha percebido até que eu sentei que eu tinha estado balançando nos meus pés. O aperto de Ivy afrouxou e ela olhou para mim com os olhos cansados. "Acalme-se. Está tudo bem." "Ainda bem que ele não estava em casa quando sua bolsa estourou," Trent murmurou. Eu apertei meus olhos fechados com o pensamento. Eu deveria estar em casa para isso. Eu não deveria ter ido jogar hoje. Como se ela lesse meus pensamentos, ela disse: "Você não perdeu nada." Outra contração parecia ter assumido, e ela fez um som e agarrou a minha mão. "Vindo mais rápido agora", disse a enfermeira. "Eu vou chamar o médico." Então ela olhou ao redor da sala. "Talvez nós devêssemos lhe dar algum espaço." "Com prazer", disse Drew e beijou Ivy na cabeça. "Eu te amo, mana, mas não consigo ver isso." Ela tentou rir, mas não foi muito bem sucedida. "Nós vamos estar na sala de espera", disse Trent, e os dois desapareceram no corredor, a enfermeira indo com eles. Eu esperava que ela se apressasse o inferno com o médico. Rimmel correu para o lado da cama onde Drew tinha acabado de estar e se inclinou para Ivy. "Você consegue. Nós vamos estar lá fora. " "Obrigada por estar aqui", disse Ivy. A pressão na minha mão tinha ido embora de novo, então isso devia significar que a contração havia terminado. "Você tá legal?", perguntou Romeo, sua mão caindo no meu ombro. Eu balancei a cabeça. "Sim, eu tô legal." Romeo e Rimmel começaram a ir para a porta, e bem quando eles estavam prestes a desaparecer, eu chamei. "Ei, Rome." Ele olhou para trás.


"Talvez esperar fora da porta?" Ele sorriu. "Com certeza." O que? Ele era o único grande o suficiente para me pegar do chão se eu, inferno, desmaiasse. Certo, tudo bem. Eu precisava do meu melhor amigo próximo. Tornar-me um pai pela primeira vez era a coisa mais assustadora que eu já tinha feito. Não parecia como se Ivy e eu já estivéssemos casados há cinco meses. Era como se eu tivesse piscado e passou. Por alguma sorte pura (ou talvez trabalho duro pra caralho e realmente um bom agente), eu fui selecionado pelos Knights de Maryland. Outra equipe tentou me selecionar ao mesmo tempo, mas, felizmente, a oferta dos Knights foi maior, então eu fui para eles. Eu assinei um contrato sólido de três anos, e enquanto eu não fazia um excesso de quarenta milhões como Rome, eu recebia bem mais de dez. Era mais do que suficiente para cuidar de Ivy e a pequena criatura. Eu ainda não tinha ideia se era um filho ou uma filha. Ivy foi inflexível em não descobrir. Para uma mulher que gostava de fazer compras de merda cor de rosa, eu teria pensado que ela teria sido a primeira a saber. Mas ela manteve, que não importava se era um menino ou uma menina, porque ele era meu e isso é tudo o que importava. Sério. Quem não gostaria de se casar com isso? Romeo continuou a declarar que era um menino, Ivy insistia que era uma menina, e todos os outros estavam apenas esperando para descobrir quem iria estar certo. Rome e eu estávamos de volta no mesmo time. Jogamos juntos melhor do que nunca. Os Knights já estavam dominando nesta temporada, com a liderança em quase tudo. Eu até estabeleci um novo recorde e assim fez Rome. O atendimento do jogo aumentou, a moral da equipe foi para cima, e Gamble era um homem feliz. Era início da temporada, mas eu já sabia que estávamos indo para o SuperBowl.


Blanchard pediu uma troca, e os poderes funcionaram. Gostaria de ter jogado com ele e conseguido manter a calma. Estes dias, precisava mais do que um idiota como ele para me irritar. Eu estava casado com um bebê a caminho. Eu tinha uma carreira em construção e uma família incrível. Eu me concentrei naquilo. Sim, às vezes eu ainda tinha sonhos sobre Zach, mas eles não eram como costumavam ser. Eu ainda me preocupava com Ivy, mas eu já não tinha pesadelos que ela morria na noite do acidente. Acontece que dizer a todos na família, e até mesmo meio que admitir a Robert que eu tive uma escolha naquela noite foi um longo caminho em ajudar-me a deixar isso para trás. Ninguém nesta família me julgava pela decisão que tomei, e aquilo tornou muito difícil para me julgar. Era como Ivy disse. Eu era humano. Eu era um homem real, de carne e de ossos. Eu não tinha que ser perfeito. Inferno, eu nem sequer tive de ser livre da escuridão com a qual eu vivi toda a minha vida. Tudo o que eu tinha de ser era genuíno. Tudo o que eu tinha de ser era eu. Ivy teve aulas de verão no verão passado para que ela pudesse se formar cedo, por isso a partir de janeiro, ela seria uma graduada da faculdade. Eu não queria que ela se empurrasse assim, mas ela insistiu em terminar o máximo quanto pudesse antes que a criatura chegasse. Ela também começou seu canal no YouTube, e já estava fazendo sucesso como louco. O editor da revista People ligou, e eles estavam em negociações para uma nova coluna de estilo chamada "A Loira ao Lado". Ivy era realmente popular com a faculdade demográfica, mas também com a elite que seguia o que as celebridades estavam vestindo. Eu não tinha dúvida de que quando ela estivesse pronta, ela possuiria um pedaço do mundo da moda. Até então, ela estava construindo seu império de casa com meu bebê no colo. "Braeden?", disse Ivy, segurando minha mão. Olhei para ela, observando a preocupação em seu rosto. "Qual é o problema, baby?"


"Eu estou com medo." Todo o mal-estar e o medo que eu estava sentindo me deixaram. Eu não tinha espaço para estar assustado agora, porque eu tinha que ser forte para ela. "Eu sei. Está tudo bem, agora. Em apenas alguns minutos, você vai ter o bebê em seus braços e o medo vai ser a coisa mais distante de sua mente." Ela sorriu, um pouco da ansiedade se esvaindo. "Ter um bebê leva um longo tempo. Eu provavelmente vou estar empurrando por horas." Qual o quê? Por que ninguém tinha me dito isso! Na TV, é um montre de gritos e, em seguida, um bebê chorando. Tudo em uma cena! Eu deveria ter sabido que essa merda era suspeita quando eu entrei e Ivy não estava gritando. Graças a Deus, ela não estava gritando. Eu balancei a cabeça e fiz um som. Então eu me inclinei sobre a cama e falei diretamente com o estômago da minha esposa. "Ouça-me, criatura", eu disse. "Você não vai fazer sua mãe sofrer por horas antes de você decidir sair. Os jogadores de futebol não flertam na linha de uma jarda." Eu balancei a cabeça e, em seguida, olhei para cima. Ivy estava me observando com uma expressão divertida. "O que?" "A linha de uma jarda?" "Ele sabe o que quero dizer." Eu defendi. "O futebol está em seu sangue." Outra contração assumiu, e seu rosto encobriu em uma máscara de dor. Bem quando eu estava prestes a conseguir uma enfermeira, ela entrou na sala com um médico vestindo um par de luvas e um boné na cabeça. Ele fez algumas coisas lá em baixo que eu não ligava para assistir e, em seguida, olhou para cima com alguma surpresa em seus olhos. "Eu acho que é hora de ter um bebê."


Meu estômago fracassou. Outra contração rasgou em minha esposa, e ela choramingou. Tudo começou a acontecer de uma vez, e as pessoas estavam dizendo a ela para empurrar, e ela estava apertando minha mão até que eu tinha certeza de que os ossos estavam quebrados. E então o som de choro encheu a sala. Meu coração literalmente parou. O médico pegou um pequeno bebê e colocou-o imediatamente no peito de Ivy. "É uma menina!", disse. Ivy começou a chorar e puxou o bebê perto. "Oh meu Deus", ela cantarolou. "Veja como você é linda." O som da voz de sua mãe fez o bebê parar de chorar. Seus olhos - que eram azul-profundo - focaram em Ivy e seguraram. "Braeden", Ivy sussurrou, incapaz de tirar os olhos do bebê. "Você foi muito bem, querida", eu disse, afastando o cabelo do rosto. O bebê conhecia a minha voz também. Ela se virou para mim imediatamente e seu lábio inferior tremeu. Eu literalmente senti como se alguém tivesse rasgado meu coração direto fora do meu peito. Eu tinha uma filha. "Deixe-me limpá-la um pouco e ver seu peso." A enfermeira pegou o bebê, e Ivy puxou-a mais perto. Eu agarrei a mão da enfermeira e olhei. A enfermeira não pareceu desencorajada pelo meu comportamento animalesco. "Eu vou estar lá." Ela apontou através do quarto. "Então você pode tê-la de volta por um minuto antes de eu levá-la para o berçário." "Para que diabos ela precisa ir para o berçário" Eu exigi. Mas eu fiz isso em voz baixa. Eu não queria assustar o bebê. "Um check-up geral. Você pode vir com ela. " A enfermeira me assegurou. Eu grunhi, e Ivy cedeu e entregou o bebê.


Ela começou a chorar novamente, e Ivy começou a se preocupar. Levantei-me e me elevei sobre a enfermeira, olhando-a com a minha filha, certificando-me de que ela a tratou certo. "Bem", a enfermeira disse-lhe enquanto ela trabalhava, "você vai definitivamente ter um tempo difícil lidando com qualquer coisa como esta ao redor." Ela apontou o dedo para mim. "Cuidado com a cabeça," eu pedi. A enfermeira experiência."

riu.

"Posso

assegurar

a

vocês

que

tive

muita

Quando o bebê estava embrulhado em algum cobertor genérico, ela a pegou e segurou-a para mim. "Quer segurar sua filha, papai?" Eu empalideci. Ela queria que eu a segurasse? Oh merda. Eu nunca tinha segurado um bebê antes. Ela começou a agitação novamente, e eu não gostava disso. Meu instinto era chegar para ela, e eu fui. "Cuidado com a cabeça", disse a enfermeira, e eu lhe dei um olhar seco. Quando a enfermeira deu um passo atrás, eu estava tenso, olhando para o pequeno pacote em meus braços. Eu estava com medo de me mover, com medo de respirar. Caramba, ela era menor do que o maldito cão. O bebê ainda estava mexendo e seu lábio estava balançando. "Agora não fique fazendo isso", eu disse a ela suavemente. "Apenas me diga o que você quer e você vai ter." O bebê parou de agitação e olhou para mim. Eu sorri. A enfermeira riu. "Papai já está caidinho." "Ela está bem?" Ivy preocupou-se da cama enquanto o médico ainda funcionava em torno dela. "Ela é perfeita", eu sussurrei e me aproximei para lhe mostrar. "Vocês dois são", disse Ivy, olhando para mim, segurando nossa filha.


Sentei-me perto da cama, olhando para baixo, enquanto o médico e a enfermeira terminavam com Ivy. "Ela está bem?", perguntei, preocupado quando o médico tirou as luvas. Ele puxou a máscara de seu rosto e sorriu. "Mãe e bebê parecem estar indo muito bem." A enfermeira assentiu. "Você, minha querida, teve um trabalho rápido para uma primeira vez." Foi porque eu disse ao bebê. Tivemos um entendimento, minha filha e eu. "Ela vai ficar bem, então?", perguntei de novo, querendo ter certeza de que Ivy estava bem. "Sim, muito bem." "Me dê", disse Ivy e estendeu as mãos para o bebê. "Ela gosta de mim", eu disse a ela. Ela sorriu. "Eu nunca tive qualquer dúvida, mas eu quero a minha filha antes que você vá com ela para o berçário." Suspirei. "Bem. Eu acho que uma vez que você fez tudo aquilo empurrando e merda." A enfermeira riu. "Será que ela tem um nome?" "Criatura Walker," eu disse, gentilmente entregando o bebê para a minha esposa. Ivy fez um som rude. "Não." "Eu vou dar-lhe apenas um minuto com ela, mas então eu realmente preciso levá-la para o berçário." "Obrigado", eu disse, observando Ivy com a minha filha. Eu pensei que eu entendia de amor antes, mas isto foi a um nível totalmente novo. Ver minha mulher segurando o meu bebê era algo tão profundo que eu estava momentaneamente golpeado em silêncio.


"Oh meu Deus", Ivy estava dizendo a ela. "Você é apenas o bebê mais lindo que eu já vi. E olhe para o seu cabelo", ela praticamente cantou quando ela moveu os dedos sobre a penugem castanho-claro na cabeça. Ela era uma linda criança. A mais bonita que eu já tinha visto. Quero dizer, realmente, não era uma surpresa. Ela veio de meus lombos. Ela era pequena, talvez três quilos. Sua pele era toda rosa, a cabeça era perfeitamente redonda, e suas bochechas eram gordinhas como o inferno. Seus olhos eram tão grandes e tão redondos e tão azuis que até mesmo o branco ao redor deles parecia tingido de azul. Vi quando ela bocejou, sua pequena abertura de boca larga e sua mão - o que era praticamente o tamanho de um dos meus dedos - estendeu a mão. Eu escovei o meu dedo contra ela, e seu punho fechou em torno dele. Houve uma batida leve na porta, e Romeo enfiou a cabeça na sala. "É seguro entrar?" Eu acenei para ele. Eu ainda não confiava em minha voz não rachar quando falasse. Rimmel deslizou por ele e correu em primeiro lugar. Seu ombro roçou meu lado quando ela se inclinou para o primeiro olhar. "Conheça sua sobrinha, mana," eu disse. "É uma menina?" Romeo perguntou do pé da cama. "Ela é perfeita", disse Ivy. "Eu pensei que eu estava ganhando um sobrinho", disse Romeo com um toque de brincadeira em sua voz. Então ele veio em torno do outro lado da cama e inclinou-se para vê-la. "Mas ela é muito bonita. Penso que ela vai servir." "Você quer segurá-la?" Ivy perguntou a ele. Romeo olhou para mim, e eu sorri. "É melhor fazê-lo agora, antes que a enfermeira volte. Ela continua tentando tirar a minha filha." "Tem certeza?", perguntou. Ivy riu. "Aqui. Cuidado com a cabeça."


Romeo deixou Ivy colocar a minha menina em seus braços e dobrar o cobertor em volta dela. Romeo já estava vestindo as roupas de hospital, e ele a puxou contra seu peito e se apoiou lentamente para sentar-se em uma cadeira próxima. Ao meu lado, Rimmel suspirou e olhou para os dois. Eu passei um braço sobre seu ombro. "Você é a próxima", eu sussurrei. Ela sorriu. Romeo fez alguns sons que eu nunca tinha ouvido ele fazer para o bebê, e então ele se inclinou e beijou-a na testa. "Smalls", ele sussurrou exigindo, "Eu gostaria de fazer um pedido. Eu gostaria um com azul." Ivy riu. "Você não pode simplesmente fazer um pedido para um bebê." "Por que inferno que não?", perguntou ele. O bebê fez um som, e todos pararam o que estavam fazendo e olharam para ela. "O que você fez com ela, cara?" Eu corri ao redor da cama. "O que há de errado com ela?" Romeo parecia que estava segurando acidentalmente detonou. "Eu não sei."

uma

bomba

que

ele

Nós dois estávamos lá e me apavorei, tentando descobrir o que estava errado, e atrás de nós, as meninas riram. "Os bebês fazem sons, seus idiotas", disse Ivy. Como se para provar o ponto, ela o fez novamente. Romeo e eu reagimos novamente. Rimmel riu e empurrou entre nós. "Minha vez." Ela pegou-a e a abraçou com ambos os braços. "Agora esta é uma visão que eu gosto", disse Romeo, rouca. "Eu sou sua tia, e eu vou mimá-la demais", Rimmel sussurrou. Então ela levou e entregou-a a Ivy. "Qual é seu nome?", perguntou Rimmel.


Eu comecei a dizer isso, e Ivy olhou para mim. "Não." "Aww, baby. Criatura é o melhor que eu tenho, " eu disse a ela. "É uma escolha sólida." Romeo concordou. "Ficaria bem na parte de trás de uma camisa." Ivy e Rimmel, as duas, olharam horrorizadas. Eu ri e fui me sentar ao lado da cama, colocando meu braço em torno de Ivy e minha filha. "Eu tenho um nome", disse Ivy, suave. "Manda pra mim", eu disse. "Nova", ela respondeu. " Significa nova estrela." "As estrelas sempre foram boas para nós, Blondie," eu disse. " Eu acho que vai ser bom para esta também." Eu passei a mão sobre seu cabelo felpudo. "Nova é um nome bonito," disse Rimmel e sentou-se no colo de Romeo. "Combina perfeitamente com ela." Ivy sorriu. "Eu acho que sim. O nome da minha avó era Rose. Então eu estava pensando Nova Rose." "Nova Rose Walker," eu disse, tentando com isso. "Eu acho que é melhor do que Criatura." Ivy revirou os olhos, e Rimmel riu. "Você gostou?" Ivy voltou seus olhos para mim. Meu peito se apertou com a emoção, e eu dei um beijo ao lado de sua cabeça. "Eu adoro. Nova é perfeito." A enfermeira entrou e acabou com o nosso tempo feliz. Ela estava realmente me dando nos nervos. Mas ela estava aprendendo. Antes que ela estendesse a mão para o bebê, ela perguntou se ela estava bem. Ivy não queria desistir dela. Eu poderia dizer pelo conjunto de sua mandíbula e o brilho em seus olhos. "Vá com ela, ok?", ela pediu. Eu balancei a cabeça. "Rome pode vir também. Nada vai incomodar meu pequeno anjo com dois jogadores de futebol para acompanhá-la." A enfermeira suspirou e aceitou seu destino sem comentários.


"Certifique-se de que meu irmão a veja!" Ivy gritou quando nós saímos do quarto, a enfermeira gentilmente empurrando o carrinho de rolamento com Nova dentro dele. "E se apresse" "Descanse um pouco, princesa," Romeo disse a ela. "Está no papo." Eu pisquei para ela quando a porta se fechou atrás de nós. Fora no corredor, Rome me deu um tapinha nas costas, o som alto por causa de todas as almofadas eu ainda estava vestindo. "Parabéns, cara. Ela é demais." "Obrigado", eu disse, e olhei para ela, onde ela estava. "Vamos precisar subir no cronograma para o complexo da família," eu disse, pensando no lugar que tinha sido planejando desde que nos casamos. Um grande pedaço de terra, várias casas, e uma parede de pedra com um portão em torno de toda a coisa. "Meus pensamentos exatamente", disse Rome, também olhando para Nova. Então ele colocou o braço sobre os meus ombros, e nós andamos pelo corredor, o nosso bromance em plena exibição. "A família ficou maior," eu disse a ele. "Há sempre espaço para a família", ele respondeu. "Sempre."

I VY Ele ficou parado no meio do quarto do hospital, parecendo um gigante. Todas as manchas de grama, suor e cabelo bagunçado. Seu uniforme roxo inchava sobre as almofadas maciças e a engrenagem de proteção que ele usava.


Ele parecia um guerreiro que tinha acabado de sair de um campo de batalha. Exceto por seu rosto. Estava amolecido e virado para baixo, com os olhos em êxtase total e absoluto. Ele não tinha uma espada ou uma bola de futebol... mas um bebê pequeno que olhava para ele como se ele fosse todo o seu universo. Eu entendia aquele olhar. Porque era um que eu usava todos os dias. A primeira visão do meu marido durão com nossa filha em seus braços era algo que eu nunca iria esquecer. Tornou-se uma marca de uma tatuagem permanente no meu coração. E isso era apenas o começo. Uma nova estrela nascera hoje, e apesar de seu tamanho pequeno, para nós, ela seria sempre a mais brilhante de todas.

R OMEO Eu não sei o exato momento em que todos nós crescemos. Quando fomos de amigos para a família. Tudo o que sei é que escolhemos um ao outro. O amor nos escolheu. Mesmo que não fôssemos mais jovens estudantes universitários, ainda que tivéssemos empregos, família e responsabilidades, ainda éramos os mesmos. Lá no fundo, dentro de nós, ainda éramos todos os mesmos. Nós simplesmente amávamos mais profundamente. Unidos mais apertado. E sabíamos exatamente onde pertencíamos. Nossa vida não tinha acabado.


Ela estava apenas comeรงando. E ia ser a porra de um belo passeio.

E eles todos viveram felizes para semr pe

... B UZZ B OSS

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E QUANDO VOCE PENSOU QUE ISTO ERA O FIM... Um conto de natal hashtag E mais cinco receitas de festa para encher sua barriga e aquecer seu coração

GIVERS GONNA GIVE16 Era a noite do dia do jogo, E por toda a cidade, Flocos de neve brilhantes esvoaçavam ao redor. Eles se agarravam às estradas, ocultando tudo com branco. Era uma bela visão de Natal. Os paparazzi estavam fora sem qualquer cuidado, Na esperança de capturar Romeo e Rimmel, rumores de estarem lá. Quando na estrada surgiu um tal barulho. O Hellcat girou para fora, mas não importava. Peguei meu celular para discar em um flash. Mas a bateria estava morta. Que lixo inútil. A brilhante luz da lua sobre a neve recém caída nos fez esquecer de que precisávamos de um reboque. Porque a temporada estava chegando. Nossa família estava iluminada. Nosso #Natal estava destinado a ser alegre e brilhante.

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Os doadores vão doar


Nota da autora Este livro inteiro é uma carta de amor aos meus leitores. Uma carta de amor a esta série. Eu não acho que eu possa transmitir o quão real esses personagens são para mim, e quão grande é uma parte de mim que eles realmente são. Este livro foi um verdadeiro trabalho para ser concluído. Mas foi um trabalho de amor. Mesmo quando eu digitei as últimas palavras na página e eu me sento aqui escrevendo a minha nota de autora final da Hashtag Series, eu não estou dizendo adeus. Eu não posso. Porque, para mim, não é uma vida sem um Romeo, uma Rimmel, um Braeden & Ivy. Mesmo que sua história esteja terminada, eles ainda vão viver nas páginas destes seis livros. Eu queria que este livro para tivesse tudo. Um pouco de drama, um pouco de enredo, e um monte de romance e momentos épicos. Eu queria que todos nós experimentássemos tanto quanto possível com esses caras em algum dos momentos mais felizes de suas vidas. Vocês merecem isso. Vocês merecem que este livro seja tudo o que vocês querem que ele seja, e eu sinceramente espero que este livro seja a conclusão que você estava esperando. Eu estava com medo de escrever este livro porque eu não queria estragar tudo. Eu não queria deixá-los ir. Mas agora que a história está completa, eu sei que não há nenhuma outra maneira que isso poderia ter ido. É como deveria ser. Os personagens, a certeza disso. Mesmo que esta série esteja terminada, não será a última desta família. Eu estou certa de que você viu a pequena imagem do teaser na página anterior para o meu próximo livro ... GEARSHARK é uma série spinoff da Série hashtag. Talvez vocês tenham percebido no livro que Drew carregava junto uma cópia da Revista GearShark? Isso não é uma coincidência.


Drew e Trent têm algumas histórias suas próprias para contar. Eu acho que eles precisam encontrar o felizes para sempre também. Este inverno eu vou mergulhar no mundo das corridas (sobre o qual eu não sei nada... ha-ha) e ir para um passeio com os nossos meninos. Eu não posso dizer ainda o que vai acontecer, mas posso prometer que vai ser algo que eu nunca fiz antes, com algumas daquelas chamas hashtag que todas nós viemos a amar tanto. Assim, mesmo que o final da série Hashtag seja agridoce, eu espero que vocês peguem a primeira edição da GEARSHARK quando sair nas bancas e se juntem a mim em uma aventura totalmente nova. Um último obrigada às leitoras desta série. Palavras ou hashtags não podem expressar o quanto sou agradecida a vocês. Obrigada aos #nerds no meu clube de fãs pelo apoio sem fim e emoção e para todas as fotos de homens quentes sem camisa em dias em que eu estou arrastando. Homens sem camisa corrigem um monte de coisas... #MelhorQueFitaAdesiva Obrigada a Regina Wamba pela primeira publicação desta imagem ainda por trás dos bastidores, que me inspirou a criar um mundo inteiro. Obrigada a Cassie McCown por ser uma editora incrível, mas também uma melhor amiga. Obrigada a Melissa Stickney por manter o meu fã clube um lugar incrível de estar. E claro, obrigada a minha família que entende que Romeo e o resto da família não são menos reais para mim do que qualquer um deles. Assim, com lágrimas nos olhos e talvez um pouco de peso no meu peito, concluo esta série. Nas palavras de Romeo, foi uma porra de um belo passeio. Beijos, Cambria.