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INFORFLEXO • ANO 20 | Nº 118 | MAIO/JUNHO DE 2012

CONVERSÃO. EQUIPAMENTOS. INSUMOS E PERIFÉRICOS.

EMBALAGENS &

SUSTENTABILIDADE SAIBA QUAL É O ENTENDIMENTO CORRETO E QUAIS SÃO AS DEMANDAS QUE O FUTURO REQUER JÁ!

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ARTIGO TÉCNICO COMO FUNCIONAM AS ETIQUETAS ELETRÔNICAS, QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS E COMO AS DO TIPO RFID PODEM TRAZER GRANDES GANHOS PARA OS SEUS USUÁRIOS.

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ENTRE AS NOVIDADES DESTE ANO, ESTÃO 2 PREMIAÇÕES ESPECIAIS: CASE INICIATIVA DE SUSTENTABILIDADE E PROJETO INOVADOR.


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MERCADO 28 Steel Knife conquista a certificação NBR ISO 9001:2008. 30 Resol Química lança nova marca em evento para o setor. 32 Divulgados os nomes vencedores do 24º DuPont Awards. 34 Lançado o livro “Flexografia: Conceitos e Tecnologia”. 36 Avery Dennison lança material derivado da cana de açúcar. 38 Suzano lança papelcartão reciclado pós-consumo. 40 Sulprint lança embalagem com aplicação de Braille.

ÍNDICE

6

42 Plastivida alerta sobre o banimento das sacolas plásticas. 46 EFI adquire a brasileira Metrics Sistemas de Informação. 48 Retomada a campanha de valorização do papel.

56 GESTÃO

Desvendando o tabu dos deslizes e fraudes nas empresas.

MATÉRIA DE CAPA

Embalagens e Sustentabilidade. Entenda os conceitos e desafios.

61 MARKETING & PRODUTO Novidades do mercado flexográfico.

64 COLUNA NOSSA IMPRESSÃO

Eudes Scarpeta fala dos elementos que não estão visíveis.

NEGÓCIOS 66 Eco Business 2012 trará muitas novidades em 14 de agosto. 68 Fispal Tecnologia 2012 espera receber 64 mil visitantes. 69 Fispal Food Service 2012 exibirá 1.400 marcas. 70 Argenplás 2012 foca na redução de energia.

RADAR

Prêmio Qualidade Flexo 2012. Inscrições se encerram em breve!

50

ARTIGO TÉCNICO

Entendendo as etiquetas eletrônicas, em especial, as de RFID.

78 AGENDA DE EVENTOS 2012 80 GUIA FLEXO 

Em novo layout, mais clean e fácil de consultar.

82 DIRETORIA ABFLEXO E EXPEDIENTE INFORFLEXO

ANUNCIANTES

72

RADAR 71 Reformulado, o novo site da ABFLEXO se moderniza. 76 Treinamentos em flexografia irão para 3 cidades. 77 Registro de chapas para concorrer à Diretoria ABFLEXO.

3M do Brasil

T&C

45

Antilhas 25

41

TSA Química

33

Apex Latin America

Tupahue

23

9

Bandeirante Brazmo

27

Zanatto / Kodak

39

Bobst

15

Ação Social Flexo

70

Braga Produtos Adesivos

43

CMA

76

Clicheria Blumenau

13

Diretriz Feiras e Eventos

59

DuPont 2

Flexoshopping

49

Embalagens Mara

35

Instituto de Embalagens

65

Flexo Steel

47

IsraelVeras ArtDesign

79

Flexo Tech

19

Revista Inforflexo

55

Soléflex

31

SENAI

81

Steel Knife

17

Conferência Flexo 2013

Steelserv 21 Tesa

Prêmio Qualidade Flexo 2012

83 5/84

11

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EDITORIAL

Caro Leitor,

A

o pegar esta edição Nº 118, você vai notar que ela trata de um tema de extrema importância para todos nós que trabalhamos com embalagens e rótulos, seja no segmento de flexíveis, de papéis, de papelão ondulado. Vivemos em um momento em que temos que nos

conscientizar das responsabilidades por reduzir os impactos gerados ao meio ambiente, acima de tudo, dos desperdícios e perdas de alimentos. É uma necessidade para todos os cidadãos, mas para nós, que somos do ramo, ela é fundamental. Precisamos entender o que podemos fazer e de que maneira. Em primeiro lugar, entender o conceito de “Embalagem e Sustentabilidade”. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as embalagens não são responsáveis isoladamente pelos impactos ambientais, muito menos são um “mal necessário”. Elas são um grande bem para o meio ambiente. São elas que protegem o produto, conservando-o por mais tempo, prolongando sua vida útil, elas fazem com que o produto chegue a qualquer lugar e região. E acima de tudo, as embalagens ajudam a evitar desperdícios e perdas. Mas, para minimizar os impactos, é preciso olhar toda a cadeia do produto, desde o seu nascimento até o processo de consumo. É o que nos mostra a reportagem de capa desta edição. O debate sobre embalagem e sustentabilidade passa muito mais pela cadeia toda do produto do que pela embalagem em si. É esse entendimento que todos nós, que atuamos neste ramo, precisamos ter. Leia a matéria e veja as demandas do futuro que temos de atender já. Para incentivar o setor flexográfico nas iniciativas inspiradas na sustentabilidade e na inovação, o Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay 2012 traz como novidade 2 premiações especiais: o “Case Iniciativa de Sustentabilidade” para embalagens e o “Projeto Inovador”, para tecnologias desenvolvidas pelos fornecedores. Fique atento às divulgações da ABFLEXO para participar! E não deixe para última hora a inscrição dos seus trabalhos impressos em flexografia. Lembre-se: este ano não teremos prorrogação. Corra! Tenha uma ótima leitura da sua Inforflexo!

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Ana Carina Marcussi Presidente da ABFLEXO/ FTA-BRASIL


MATÉRIA DE CAPA

MINIMIZAR OS IMPACTOS

AMBIENTAIS SUSTENTABILIDADE PASSA MUITO MAIS PELA CADEIA DO PRODUTO DO QUE PELA EMBALAGEM EM SI”

“M

esmo sem saber qual será o resultado final, duas grandes companhias alemãs já compraram a patente de um veículo autônomo, como o que foi visto na versão original da saga Guerra nas Estrelas (Star Wars)”. A pesquisa sobre o carro está em andamento no Instituto Fraunhofer de Fluxo de Materiais, da cidade alemã de Dortmund. A informação foi transmitida pelo Pesquisador Associado e Consultor em Fluxos de Materiais e Logística, Michael Toth, do próprio Instituto, no dia 16 de maio, em Balneário Camboriú, durante o Workshop Internacional SENAI de Logística, promovido pelo SENAI-SC, entidade do Sistema FIESC. O carro autônomo, segundo Toth, é uma pesquisa para além de cinco anos. Mas ele citou outras pesquisas

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em desenvolvimento no Instituto para prazos mais curtos e com menor teor de ficção científica. “É o caso das perdas de frutas e legumes na Inglaterra, que chega a 50% da produção, representando 17 milhões de toneladas e 20 milhões de euros por ano”. FOTO: IVONEI FAZZIONI/SENAI-SC

“A DISCUSSÃO DE EMBALAGEM E

Michael Toth, Pesquisador Associado e Consultor em Fluxos de Materiais e Logística do Instituto Fraunhofer de Fluxo de Materiais, de Dortmund, Alemanha, no Workshop promovido pelo SENAI-SC.


DIVULGAÇÃO: ESPM

Toth explicou que a solução para esse desperdício passa pela organização de cadeias de suprimento que permitam o fornecimento sustentável, da produção até o consumo. As soluções, segundo ele, devem ser intensivas em tecnologia, contendo, por exemplo, sensores de temperatura e com o desenvolvimento de embalagens especiais, sem ar. “Para que não haja desperdícios com o transporte caro de produtos estragados, o controle de qualidade deve começar mais cedo, no início do processo”, alertou. O Pesquisador alemão ressaltou ainda que “a logística precisa se preocupar com a sustentabilidade social, econômica e ambiental”. Continua ele, “o desafio é produzir e entregar produtos cada vez mais individualizados e personalizados, consumindo 70% dos recursos gastos atualmente”. Para suprir essa demanda, o Instituto Fraunhofer desenvolve pesquisas, por exemplo, de estações de entrega de encomendas pessoais, ou seja, os pesquisadores apostam que as pessoas voltarão a retirar correspondências ou pequenas encomendas em um determinado ponto do bair-

Bruno Pereira, Professor do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM.

ro ou da cidade. “A parte final da entrega é muito difícil”, afirmou Toth. Os alertas dados pelo Pesquisador nos mostram que cada vez mais se torna visível e urgente a visão de que a embalagem é definitivamente parte integrante do produto acondicionado e indispensável para ajudar no consumo responsável dos recursos naturais e minimizar os impactos ambientais. É graças a ela que o produto é conservado por mais tempo, com sua vida útil prolongada, permitindo a distribuição e o abastecimento da sociedade nas diversas regiões do país e do mundo, preservando e protegendo-o contra deterioração e perdas causadas por elementos microbiológicos, químicos ou físicos, entre outros. A embalagem sempre teve papel importante. Mas ocorre que nas últimas décadas, com os recursos naturais e energéticos do planeta ficando escassos (água, terra, atmosfera, clima), ela tem se tornado cada vez mais crucial, no entanto, agora sob uma visão holística na cadeia do produto acondicionado e ligada à sustentabilidade. “A embalagem é uma ferramenta para proteger o produto, este que teve um impacto ambiental enorme para ser produzido. Se ela não o proteger adequadamente, poderá colocar em risco grande parte do investimento feito em toda a sua cadeia produtiva”, alerta Bruno Pereira, Professor do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Ele exemplifica: “Para ser produzido, um litro de leite representa na sua cadeia (desde a pastagem para a vaca até ele chegar a ser consumido) aproximadamente 1kg de CO2, conforme apontam estudos

“FUTURO DEMANDA PRODUTOS PERSONALIZADOS, MAS QUE REDUZAM EM 30% O CONSUMO DE RECURSOS GASTOS ATUALMENTE”.

ABFLEXO_FTA/BRASIL_7


MATÉRIA DE CAPA

da área. Nesse caso, uma variável de sustentabilidade é o CO2, porque tem “UMA EMBALAGEM a ver com o efeito estufa. Esse investiSUSTENTÁVEL mento ambiental vai ser protegido por uma embalagem cartonada asséptica, É AQUELA QUE que em sua produção gerou um imPROTEGE O SEU pacto ambiental, digamos de aproximadamente 80g de CO2. Então, a emCONTEÚDO balagem tem um impacto ambiental, PERMITINDO QUE sim, mas quando ela se justifica, sendo ELE SEJA TODO adequada, reduz mais impacto do que ela gera”, explica o Professor. CONSUMIDO ATÉ Continuando, “Se pegarmos o O FINAL, COM O exemplo de uma pessoa que mora sozinha, que toma 1 copo de leite MENOR IMPACTO em um dia e mais 1 no dia seguinte, POSSÍVEL”. o restante vai para o lixo, – cerca de 10% do litro de leite gera aproximadamente 100g de CO2. Nesse caso, se o impacto da embalagem foi de 80g, o do leite jogado fora foi muito maior. Então, com base em exemplos como esse, uma embalagem sustentável é aquela que protege o seu conteúdo permitindo que ele seja todo consumido até o final, com o menor impacto possível”, completa. Outro exemplo, dado por Bruno, é um estudo a partir da Avaliação do Ciclo de Vida do produto, feito no Reino Unido sobre o café, que

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mostra onde o impacto está distribuído na sua cadeia: cerca de 40% para produzir o café, 5% para a embalagem, e 50% está no preparo na casa do consumidor (especialmente na queima de gás natural). “Ninguém faz ideia de que no ato de consumir café, metade do impacto ao meio ambiente está nas mãos do consumidor em sua casa. Então, a embalagem mais sustentável não é a de menor impacto, mas aquela que, como ferramenta, permite reduzir o impacto da cadeia como um todo, ela funciona como ferramenta para minimizar o impacto da cadeia ao menor possível. Vale ressaltar que o desperdício de alimento tem um impacto muito grande. Então, a embalagem tem que ajudar a reduzi-lo. Ela pode conter o desperdício de alimento ou de qualquer outro produto, pode ajudar a reduzir o impacto do preparo do café, por exemplo, da produção do leite, do uso de um detergente, de um shampoo, entre muitos outros”. Mas no mercado em geral, as embalagens ainda não são vistas dessa maneira. Com a crescente preocupação das indústrias e sociedade com os problemas ambientais, elas passaram a ser vistas como grande vilã contra o meio ambiente. Assim, as empresas que produzem embalagens e seus fornecedores saíram atrás de reduzir os impactos das mesmas, e várias iniciativas têm sido desenvolvidas, por exemplo, redução dos materiais das embalagens, utilização de matéria-prima reciclada ou reciclável, biodegradável, ou ainda de fontes renováveis, inclusive a extinção, como o caso das sacolinhas plásticas de supermercado, em algumas cidades brasileiras. Iniciativas, diga-se de passagem, (exceto a extinção) todas válidas nesse caminho por buscar alternativas inspiradas no desenvolvimento sustentável, mas, isoladas, sem fazer parte do contexto do produto a ser acondicionado, pouco efeito elas têm, pois podem não resolver o que realmente é relevante na cadeia para minimizar os impactos. “Às vezes, a melhor emba-


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MATÉRIA DE CAPA

lagem para um produto é o plástico, para outro é o papel, e em determinados casos, para um mesmo produto é preciso mudar o material para atender públicos diferentes”, explica o Professor Bruno.

É fundamental entender a cadeia do produto

“ÀS VEZES, A MELHOR EMBALAGEM PARA UM PRODUTO É O PLÁSTICO, PARA OUTRO É O PAPEL, E

Neste cenário, como desenvolver EM DETERMINADOS embalagens corretas e adequadas, CASOS, PARA UM cumprindo seu papel de ajudar a cadeia do produto a gerar o menor imMESMO PRODUTO pacto ambiental possível? De acordo É PRECISO MUDAR com o Professor Bruno, o primeiro passo é entender o que acontece na O MATERIAL PARA cadeia. “A melhor ferramenta para ATENDER PÚBLICOS isso é a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) do produto, que procura estuDIFERENTES”. dar como os impactos se distribuem dentro do seu ciclo, desde o seu nascimento até ser consumido”. Conforme o CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), “A Avaliação do Ciclo de Vida é uma ferramenta que permite avaliar o impacto ambiental potencial associado a um produto ou

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atividade durante todo o seu ciclo de vida, desde a extração das matérias-primas, produção, distribuição, uso até a etapa de disposição final. A ACV também permite identificar quais estágios do ciclo de vida têm contribuição mais significativa para o impacto ambiental do processo ou produto estudado. Empregando a ACV é possível avaliar a implementação de melhorias ou alternativas para produtos, processos ou serviços”. Então, “analisando a cadeia como um todo, por meio da ACV, será possível entender onde estão os impactos; por exemplo, estudando a cadeia do café, vai se concluir que o impacto está no preparo pelo consumidor, então é aqui que a embalagem tem que ser interessante. Se for estudar a cadeia do leite, vai se descobrir que o impacto está na produção do mesmo, então a prioridade é evitar que o leite seja jogado fora; é nesse ponto que a embalagem tem que interessar”, explica Bruno. Depois de identificados na cadeia os pontos de maior impacto do produto é que se devem buscar as opções de embalagens para minimizá-los, e só depois disso é que deverá ser analisado o impacto da embalagem em si. “Interessante é que a discussão de embalagem e sustentabilidade passa muito mais pela cadeia do que pela embalagem em si”, comenta Bruno. Mas o convertedor de embalagem não vai fazer de início uma Análise de Ciclo de Vida para desenvolver um projeto para seu cliente, partindo do zero ou para qualquer situação, “porque isso toma muito tempo e custa caro. Já têm disponíveis na internet pela comunidade científica muitos estudos de ACV feitos fora do Brasil. Então, o convertedor pode procurar um desses estudos de uma cadeia do mesmo produto que o de seu cliente. Achou o estudo, identificou nele o ponto de maior impacto, então, ele deve verificar se tem realmente condições de produzir uma embalagem que possa minimizar esse impacto, e a partir daí preparar a proposta e levar para o cliente. Se for uma grande empresa, e ela se interessar pela


MATÉRIA DE CAPA

proposta, então, ela poderá encomendar uma ACV real para validar as hipóteses da proposta. Se ela não se interessar, no mínimo, essa atitude será muito bem vista pelo seu cliente. O que quero dizer com isso é que o convertedor não precisa ficar parado porque não tem dinheiro ou tempo para realizar uma ACV. Em um primeiro momento, nos faz parecer que essa iniciativa deva partir do end-user, porque é dele o produto a ser acondicionado. Mas conforme orienta o Professor, não há regra sobre quem deve dar o primeiro passo. “A iniciativa por formular uma proposta de embalagem com base em ACV pode partir de qualquer pessoa da cadeia. O importante é começar entendendo onde estão os ‘hot spots’, isto é, os impactos mais críticos na cadeia do produto, se estão, por exemplo, no preparo do café, na perda do leite, no tempo de banho no uso de um shampoo”. Um estudo realizado pela Foundation Packforsk - The Institute for Packaging and Distribution, da Suécia, “Relatório Packforsk nr 194, Embalagem – uma ferramenta para prevenção

Impacto ambiental

Impacto ambiental mínimo

de impacto ambiental”, por Lars Erlöv, Cathrine Löfgren, Anders Sörås, “A INICIATIVA POR em 2000, é um conteúdo de grande FORMULAR UMA ajuda para consulta (disponível na internet) que trata sobre as perdas PROPOSTA DE de alimentos. Elaborado a partir de EMBALAGEM COM aplicação da Avaliação de Ciclo de Vida de vários produtos alimentícios BASE EM UMA ACV com ênfase no consumo energético, PODE PARTIR DE englobando desde a atividade agrícola e animal, transporte, conservaQUALQUER PESSOA ção até o consumo do alimento na DA CADEIA”. casa do consumidor. As pesquisas divulgadas no relatório propuseram modelos com especificações da quantidade mínima de materiais necessários para embalagens de alimentos que gerem o menor impacto ambiental possível. (Veja o modelo proposto na Figura 1).

Exemplos vêm dos grandes usuários de embalagens

Impacto ambiental máximo

+X%

-X%

Escopo de embalagem subestimada

Escopo de embalagem superestimada

Quantidade mínima adequada de material

Quantidade de embalagem (material) por peso/volume

Figura 1: O modelo Packforsk. Ele compara o impacto ambiental da perda de alimento (coluna vermelha), como resultado de embalagens subdimensionadas, com o impacto do resíduo de embalagem (coluna verde) causado por embalagens superestimadas. Extraída do Relatório Packforsk nr 194. Junho de 2000

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Um projeto pioneiro no varejo brasileiro realizado a partir da ACV de produtos dos seus portfólios, buscando reduzir os impactos socioambientais, é o “Sustentabilidade de Ponta a Ponta (End2End)” do Walmart Brasil, em parceria com alguns de seus principais fornecedores. Segundo a empresa, os produtos trazem diferenciais que vão da redução ou alteração do tipo de embalagem e matéria-prima utilizada (com opções de recicláveis ou certificadas) até a diminuição no consumo de energia, água e dos resíduos sólidos gerados. Lançado em janeiro de 2010, tendo a segunda edição em 2011, o projeto já está caminhando para a terceira este ano. Nas duas edições, o Walmart contou com a participação de 21 fornecedores e 23 produtos. Em 2010 foram: 3M (Esponja de Curauá), Unilever (Confort Concentrado), Pepsico (Toddy Orgânico), Coca-Cola (Matte Leão Orgânico), Nestlé (Água Pureza Vital), Johnson & Johnson (BAND-AID), Procter & Gamble (Fralda


MATÉRIA DE CAPA

veis das melhorias ambientais e sociais que cada produto apresentou ao longo de seu desenvolvimento, garantindo credibilidade e legitimidade ao processo. A partir desse trabalho, realizado pelo CETEA, resultou um modelo de avaliação replicável a processos semelhantes, oferecendo a possibilidade de expansão do projeto para outros produtos e empresas. O papel do Walmart foi fornecer suporte técnico – representado pelo CETEA, ligado ao Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), do Governo de São Paulo – para todo o processo de desenvolvimento dos produtos, avalizando os resultados apresentados pelas empresas do início ao fim da cadeia produtiva. Além disso, o Walmart ofereceu a garantia de compra, a visibilidade e exposição diferenciada desses itens no ponto de venda. O trabalho durou 18 meses.

DIVULGAÇÃO: WALMART BRASIL

Pampers), Colgate (Pinho Sol), Cargill (óleo Liza) e uma marca própria REALIZADO A PARTIR (sabão Top Max). Em 2011: Ambev DA ACV, PROJETO (Guaraná Antártica), Danone (Danoninho), Kraft Foods (Halls), Kimberly SUSTENTABILIDADE Clark (Neve Naturali), Loreal (Linha DE PONTA A PONTA Elseve), Mars Brasil (Whiskas), Philips (TV LED), Reckitt Benckiser (Veja), DO WALMART Santher (Snob), SaraLee (Pilão OrgâBRASIL BUSCOU nico), SC Johnson (Pato), Whirlpool (Refrigerador Inverse Viva) e a marca REDUZIR IMPACTOS própria (Aveias Sentir Bem). SOCIOAMBIENTAIS. Um dos principais desafios para a construção do projeto foi estabelecer padrões de desempenho em sustentabilidade. Com base na Análise de Ciclo de Vida de Produto, o foco foi a realização de uma avaliação independente, com resultados verificá-

Pensar o ciclo de vida de um produto permite uma abordagem criativa da cadeia produtiva e evidencia oportunidades de melhoria econômica, social e ambiental. Imagem extraída do Relatório Walmart Brasil “Sustentabilidade de Ponta a Ponta 2ª Edição”.

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O projeto da Nestlé, por exemplo, também apoiado pelo CETEA, contemplou toda a linha de águas Pureza Vital com foco nas embalagens PET. Com a adoção de tecnologias avançadas de embalagem, que permitem utilizar menos material, garantindo a resistência, obteve-se uma redução do consumo de plástico, sendo 36% na massa das tampas e 3% na redução das garrafas de 1,5 litro. Conforme divulgado pela Nestlé, a nova embalagem não recebe nenhum pigmento, o que Assunta facilita a reciclagem das garrafas e tampas, cujo Napolitano Camilo, Diretora valor comercial chega a ser até 30% maior quando Instituto de do comparado ao material pigmentado. A ecoEmbalagens e nomia de custos foi repassada para o consumidor da FuturePack Consultoria. e a técnica, utilizada nas demais embalagens PET da empresa. No caso do BAND-AID, da Johnson&Johnson, o impacto é global já que 90% da produção para as Américas é feita no Brasil. O projeto teve como princípio o desenvolvimento de uma embalagem primária de menor volume para acondicionar a mesma quantidade de BAND-AIDs com benefícios, como redução na quantidade de material, otimização do processo produtivo e do transporte do produto. E ainda: redução de 18% no uso de matérias-primas para a embalagem; “O PRIMEIRO PASSO utilização de 30% de matéria-prima É QUE TODOS OS reciclada pós-consumo na embalagem do produto, representando uma QUE TRABALHAM economia de mais de 32 milhões de NA CADEIA embalagens que utilizariam matéria-prima; entre outros. DO PRODUTO A indústria já vem adotando tamENTENDAM A bém iniciativas em prol da sustentabilidade. Há várias delas em andamento EMBALAGEM COMO na cadeia de suprimentos. Com o proUMA FERRAMENTA, jeto Sustentabilidade Ponta a Ponta, elas passam a ter mais uma oportuE NÃO COMO UMA nidade de oferecer aos consumidores VILÔ. produtos com mais diferenciais em sustentabilidade.

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DIVULGAÇÃO: INSTITUTO DE EMBALAGENS

MATÉRIA DE CAPA

Os desafios dos produtos acondicionados e suas embalagens O Professor Bruno Pereira acredita que os produtos sustentáveis não decolaram ainda, porque o consumidor não faz a conta do que ele joga fora, ele só vê que precisa economizar na hora da compra, e não em casa ao consumir o produto. “Tem ainda outros desafios para que a embalagem possa oferecer um serviço melhor de sustentabilidade. Mas penso que o primeiro passo é que todos os que trabalham na cadeia do produto entendam a embalagem como uma ferramenta, e não como uma vilã”. “Este é um caminho longo e infinito, o importante é fazermos algo para minimizar o impacto ambiental. Isso é sempre possível, e o melhor: ecologia rima com economia. Então, além de prestar um serviço melhor, ainda se ganha dinheiro!”, acrescenta Assunta Napolitano Camilo, Diretora do Instituto de Embalagens e da FuturePack Consultoria. Mas ela alerta: “É preciso saber o que fazer e não cair nas ladainhas e contos de fadas. Estudar, entender para atender, não dá mais para ouvir o galo cantar e sair fazendo o mesmo que o vizinho. É preciso ainda começar um processo de reeducação dos consumidores e orientação aos fabricantes de produtos de consumo, para alcançar os resultados possíveis e necessários, sabendo que isso pode ser feito também pelas próprias embalagens”, orienta Assunta. “Mas Embalagem e Sustentabilidade é um conceito ainda muito novo, os pioneiros que estão fazendo alguma coisa podem errar, mas quem não estiver disposto a começar e a ir corrigindo não aproveitará este cenário de oportunidades”. Segundo Bruno, este é um desafio mundial, ainda não tem um país que esteja na frente com essa visão. “O que se vê são culturas que já têm o hábito de desperdiçar menos e isso reflete nas embalagens e no consumo. Também existem países com tecnologias sustentáveis mais avançadas, como energias renováveis, sistemas fortes de


coleta do lixo e reciclagem”. Um país considerado exemplo no sistema de coleta e reciclagem é a Alemanha, de acordo com Assunta. Só para dar uma ideia bem geral, na separação do lixo, “os alemães criaram mais uma lixeira: para as roupas usadas. E as pessoas levam até os pontos de coleta para reciclar. Nenhum resíduo sólido vai para aterro, tudo é separado para reciclagem ou reutilização. Outro exemplo é das garrafas de vidro; há uma caçamba para vidro verde, outra para marrom e outra para o branco. Mas as pessoas só depositam nessas lixeiras aquilo que não dá para retornar, caso contrário, levam ao supermercado e recebem algo como 10 centavos de volta e deixam para que retornem ao uso”, comenta Assunta.

DIVULGAÇÃO: LF PLÁSTICOS

MATÉRIA DE CAPA

Wener Kenedd, Engenheiro de Produção da LF Plásticos.

Iniciativas pioneiras inspiradas no desenvolvimento sustentável

DIVULGAÇÃO: LF PLÁSTICOS

Preocupados com as questões ambientais, muitos convertedores que imprimem pelo processo flexográfico vêm desenvolvendo, com iniciativas e esforços próprios, projetos de embalagens que buscam melhorar um ou mais aspectos de sustentabilidade. São empresas que primeiramente buscaram aprimorar seus processos pro-

Sacola com o conceito I’m Green (frente e verso), produzida em Polietileno Verde da Braskem com tinta Ecoeficiente da Anjo.

dutivos, tornando-os mais amigáveis ao meio ambiente, com práticas de produção mais limpas, desperdício zero, reciclagem de aparas, equipamentos com tecnologias que consomem menos energia e perdem menos recursos, entre outras. A LF Plásticos (JBM Embalagens) é um desses exemplos. A empresa vem desde 2005, experimentando as alternativas que surgem para desenvolver embalagens com materiais e insumos menos agressivos. Deu o seu primeiro passo naquele ano, produzindo sacolas oxibiodegradáveis (plástico sintético que, supostamente, se degrada em torno de 18 meses com ação de micro-organismos e agentes naturais), as quais são comercializadas pela empresa até hoje. Outro desenvolvimento foi a sacola biodegradável (plástico produzido com resina proveniente de fontes renováveis, como o milho – também conhecido como PLA), porém, esta não foi bem sucedida devido ao seu alto custo, no entanto, é uma solução desenvolvida que a empresa disponibiliza aos seus clientes. Em 2008, a LF Plásticos foi uma das pioneiras a receber o certificado ABNT NBR 14937 para suas sacolas plásticas, e passou desde então, até hoje, a disponibilizar ao mercado sacolas plásticas (em conformidade com a norma técnica) com maior resistência, que suportam uma carga maior de peso, visando reduzir o uso em duplicidade pelo consumidor. No mês de maio deste ano, a LF Plásticos finalizava mais uma embalagem com material considerado menos agressivo. “O objetivo da empresa é apresentar mais uma opção aos nossos clientes. São dois tipos de sacolas com o conceito I’m Green, uma convencional para saídas de caixa de supermercado, e a outra é uma sacola sofisticada para lojas de shopping”, adiantou Wener Kenedd, Engenheiro de Produção da LF Plásticos. O nome do novo produto ainda não estava definido. “Os insumos utilizados na produção das novas sacolas são: o Polietileno Verde da Braskem,

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MATÉRIA DE CAPA

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DIVULGAÇÃO: SULPRINT

DIVULGAÇÃO: SULPRINT

100% de fonte renovável (produzido a partir da cana-de-açúcar) e, na impressão em flexografia, foram utilizadas tintas e solventes (thinner) da linha Ecoeficiente, desenvolvida e fabricada pela Anjo. Uma grande vantagem que encontramos nesses insumos, e que os diferencia dos demais, é que podem ser reciclados em sua totalidade. A tecnologia do Polietileno Verde é de certa forma nova em se tratando de iniciativa para sustentabilidade. Os parceiros que nos auxiliaram no projeto são a Braskem, a Anjo e a Fotogravura Paiva”, completa Wener. A Canguru Embalagens, que vem desde 2007 desenvolvendo um projeto com tintas à base de água para plásticos, comemora a solução em fase testes com um cliente, já bem consolidado. É uma embalagem flexível para produtos higiênicos, como fraldas e absorventes. Foi produzida no

Jucenei Donizeti Pereira, Gerente de Desenvolvimento de Produto da Canguru.

André Santos, Supervisor Técnico da Sulprint.

Banner promocional da Sulprint, produzido em filme 100% de resina reciclada (polietileno), oriunda de aparas de sua unidade de extrusão.

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plástico de Polietileno Verde da Braskem e a impressão foi desenvolvida internamente com tinta à base de água para plásticos, de dois fornecedores brasileiros – também uma novidade no Brasil em se tratando de tintas. Por estar em testes, ainda não foi permitida a divulgação dos nomes dos fornecedores e do cliente. (Ao lado, um mockup do projeto para divulgação). “Cerca de 90% do projeto foi desenvolvido por nossa equipe interna, mas contamos com grande ajuda de três empresas, um cliente e dois fornecedores. É um projeto de mais de 4 anos”, conta Jucenei Donizeti Pereira, Gerente de Desenvolvimento de Produto da Canguru. Segundo ele, a equipe utilizou também como base orientações contidas na ABNT NBR ISO 2834-2:2008 - Tecnologia gráfica - Preparação laboratorial de ensaios de impressão: Parte 2: Tintas de impressão líquidas. Com foco na redução contínua do consumo de matérias-primas de origem não renováveis, a Sulprint transformou seu setor de extrusão de forma que todas as aparas oriundas desse processo retornam como matéria-prima para novos filmes de polietileno e polipropileno, que são utilizados para produtos fora do segmento alimentício. Para isso, a empresa implantou dois processos de reciclagem, um que aproveita o refile em linha e outro que recicla as demais aparas, como aquelas do setup de máquina. Com esse material reciclado desenvolvemos filmes para banners promocionais. Todas as aparas oriundas dos demais processos, como o de conversão que receberam tinta ou adesivo, que por sua vez não podem ser recicladas como resina cristal, vão para reciclagem, em uma parceira da Sulprint, e o material reciclado vai para produção de injetados. “Nós também trabalhamos fortemente na redução de espessura, desenvolvemos novas formulações com polímeros de maior resistência mecânica que nos possibilitou a redução de 26% na espessura de embalagens de filmes para ma-

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r Filmes Impressos da Plastiweber, produzidos a partir de embalagens secundárias recicladas pós-consumo.

DIVULGAÇÃO: PLASTIWEBER

DIVULGAÇÃO: PLASTIWEBER

MATÉRIA DE CAPA

teriais elétricos (filme PET + PE), sendo o PE de alta resistência mecânica. Todas essas ações se baseiam na redução de CO2 devida à diminuição de resinas utilizadas na fabricação de novos produtos”, explica André Santos, Supervisor Técnico da Sulprint. Especializada em embalagens secundárias recicladas, a Plastiweber Embalagens Sustentáveis atua há muitos anos atendendo as indústrias alimentícia, moveleira, de bebidas, higiene pessoal, e há pouco tempo ela ingressou em outro segmento carente: o de filmes impressos. Atenta a mais uma oportunidade, em meados de 2011, a empresa adquiriu uma impressora flexográfica e iniciou a produção dos mesmos. Os novos filmes são produzidos a partir de embalagens secundárias descartadas. “Conseguimos realizar todo o ciclo de logística reversa, desde a coleta da embalagem usada até a entrega da nova no cliente. Isso é possível devido a um trabalho de muitos anos, em que criamos uma adequada rede de abastecimento de sucata de alta qualidade (devidamente separada em seu descarte) e um know-how em reciclagem, que é muito mais amplo e complexo do que a produção da embalagem em si. No processo produtivo das mesmas, também utilizamos energia elétrica de fonte renovável (eólica), captação de água da chuva e reciclagem daquela utilizada no processo”, explica Moisés

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DIVULGAÇÃO: PLASTIWEBER

Moisés Weber, Diretor Comercial da Plastiweber.

Leandro Weber, Diretor Industrial da Plastiweber.

Weber, Diretor Comercial da Plastiweber. Leandro Weber, Diretor Industrial, fala sobre os desafios de trabalhar com matéria-prima reciclada. “Não existe um conhecimento acessível para ser utilizado, tudo precisa ser criado desde o zero. Utilizamos a legislação para aplicação de embalagens recicladas que se limita às secundárias”. Moisés alerta: “Além dos altos investimentos e custos de operação do setor, os impostos pagos são maiores do que os das embalagens virgens; chegamos a pagar três vezes mais ICMS e IPI, pelo fato de não ter crédito desses impostos na compra do material. A mão de obra é outro fator crítico, pela escassez. Há ainda a concorrência do material virgem que atualmente tem preços muito baixos devido à entrada dos importados. Acreditamos que a politica tributária deva mudar, se não, as empresas de reciclagem, que respeitam legislação ambiental, tributária e geram muitos empregos, não sobreviverão”. A Incoplast já comercializa embalagens flexíveis de filme oxibiodegradável para o segmento de pães industrializados e também de envelopes de segurança, além de copos plásticos. A empresa informou que tem outros desenvolvimentos com materiais de fontes renováveis, mas ainda não podem ser divulgados. Um de seus projetos em andamento é a proposta de aplicação dos símbolos padrão de reciclagem nas embalagens flexíveis, conforme a ABNT NBR 13230 – norma que estabelece os símbolos para identificação das resinas termoplásticas utilizadas na fabricação de embalagens e acondicionamentos plásticos, visando auxiliar na separação e posterior reciclagem dos materiais, de acordo com a sua composição. “Nossa proposta será disponibilizada para todas as embalagens flexíveis, mas será facultativo, iremos sugerir e recomendar a todos os clientes, mas a decisão final ficará a critério deles, já que esta NBR não é obrigação legal”, explica Renan Niehues Nunes, Engenheiro Ambiental da Incoplast.

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DIVULGAÇÃO: MACK COLOR

Segundo Renan, o projeto teve de ser freado pela criticidade nas mudanças de arte. Ele explica: “Temos que nos estruturar para dar o suporte técnico necessário e para fazer a alteração da arte do cliente, pois, como a norma não é obrigatória, faz quem quer e como quer desenhar os símbolos. Por isso, tomaremos o cuidado ao propor mudanças de arte ao cliente, uma vez que a simbologia utilizada por embalagens flexíveis é, em alguns casos, personalizada conforme o produto. Outro dificultador são os custos envolvidos na mudança das formas (clichês) utilizadas para imprimir essas artes. Somado a facultatividade da norma e aliado ao baixo incentivo por esta adequação, tudo isso nos fez estruturar para podermos iniciar e concluir o projeto com prestígio”, completa Renan.

DIVULGAÇÃO: INCOPLAST

MATÉRIA DE CAPA

Renan Niehues Nunes, Engenheiro Ambiental da Incoplast.

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O AÇÃ ULG

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A Mack Color, que atua no segmento de rótulos adesivos, etiquetas e adesivos promocionais, também investiu em tecnologias de impressão e inovações de matérias-primas voltadas à sustentabilidade. Depois de dois anos de desenvolvimento, a empresa lançou um rótulo autoadesivo em material denominado Papel Pedra. “É um material muito parecido com o papel e substitui aplicações de PVC, PP, PE e PET, não utiliza celulose nem alvejantes, pouca água, sem agentes alcalinos ou ácidos, tem resistência à água, por isso, dispensa laminação; é composto por 80% de CACO3 (carbonato de cálcio, principal componente das rochas) e 20% de resina atóxica de polietileno. E ainda é aprovado pelo FDA

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Rótulo autoadesivo da Mack Color, produzido em material denominado Papel Pedra.

(Food and Drug Administration)”, explica Fabiana Rossi, responsável pelo Marketing da Mack Color. Segundo Fabiana, o rótulo utiliza 3 tipos de adesivos: acrílico (à base de solvente, porém com baixo uso químico), à base de água (para adesões simples) e hot melt. No segmento de papelão ondulado, embora a matéria-prima seja proveniente de fontes renováveis e seu resíduo pós-consumo seja 100% reciclável, há ainda outras iniciativas que podem contribuir para soluções ainda mais amigáveis ao meio ambiente. A Embalagens Mara, fabricante de caixas, chapas e acessórios de papelão e micro ondulado, que produz desde o papel, a ondulação das chapas e finalização da embalagem, fabrica as tradicionais em papel pardo ou branco e também caixas especiais da sua linha Flexocromi, que permite impressão em cromia até 6 cores com a opção de aplicação de verniz. (Abaixo, um modelo de sua linha com impressão em cromia em papel com brilho que dispensa aplicação de verniz). “A matéria-prima que utilizamos na fabricação do papel reciclado são aparas, sendo parte vinda do processo produtivo das embalagens e outra das aparas recolhidas nos depósitos (caixas

Eliana M. Nogueira Ferreira, Diretora Comercial da Embalagens Mara.

Caixa da Embalagens Mara, com impressão em cromia, tintas à base de água e papel especial com brilho que dispensa aplicação de verniz.


DIVULGAÇÃO: GRUPO ORSA

MATÉRIA DE CAPA

José Roberto Apollaro, Analista de Marketing do Grupo Orsa.

para reciclagem). Na fabricação do papel virgem é utilizado amido de milho para melhorar a qualidade do mesmo, componente também usado na cola da onda para a formação da chapa de papelão ondulado. As tintas de impressão são à base de água, bem como os pigmentos e os corantes. A água utilizada em nosso processo produtivo é tratada antes de ser devolvida ao meio ambiente”, explica Eliana M. Nogueira Ferreira, Diretora Comercial da Mara. Outra fabricante de embalagens do mesmo segmento com exemplos de iniciativas para meSA

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Caixa Checkout da Jari Celulose, Papel e Embalagens, em papelão ondulado com matéria-prima de fontes renováveis, de fácil descarte pós-consumo, 100% reciclável, biodegradável.

lhorar aspectos de sustentabilidade, é a Jari Celulose, Papel e Embalagens, empresa do Grupo Orsa. Pensando na necessidade de o varejo encontrar uma solução sustentável para substituir as sacolinhas plásticas, a Jari desenvolveu a Checkout, uma embalagem de papelão micro-ondulado com matéria-prima proveniente de fontes renováveis, 100% reciclável e biodegradável. “A Checkout tem como matéria-prima principal o papelão ondulado, proveniente de fontes renováveis, 100% reciclável, biodegradável e de fácil descarte pós-consumo. Há ainda a facilidade de montagem e armazenamento. Substitui facilmente 6 sacolinhas plásticas, tem capacidade para 15kg de produtos, possui alça para o transporte, entre outros”, ressalta José Roberto Apollaro, Analista de Marketing do Grupo Orsa. “O processo de impressão flexográfico utilizado pela Jari na impressão de suas embalagens utiliza tintas à base de água (atóxicas), não agride o meio ambiente e permite a customização com impressão visual exclusiva e logomarca do cliente em até 6 cores ou 5 cores + verniz”, acrescenta Apollaro.

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MERCADO

CERTIFICADA PELA NBR ISO 9001:2008 A STEEL KNIFE COMEMORA A CONQUISTA DA CERTIFICAÇÃO NBR ISO 9001:2008 NOS PRODUTOS QUE FABRICA E TAMBÉM NAQUELES QUE DISTRIBUI PARA FLEXOGRAFIA E ROTOGRAVURA

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esde a sua fundação em 1987, sempre em busca do melhor produto e do mais abrangente atendimento para os seus clientes e preocupada em manter em suas credenciais nomes reconhecidos pela qualidade, em março deste ano, a Steel Knife deu mais um passo neste sentido: a empresa obteve o certificado NBR ISO 9001:2008, implementado na fabricação de lâminas raspadoras metálicas e comercialização de insumos para flexografia e rotogravura, e na prestação de serviços de afiação de lâminas raspadoras metálicas. Válido por três anos, com auditorias anuais do órgão certificador nesse período, sendo que a empresa adotou auditorias internas a cada seis meses com o objetivo de avaliar todo o processo e garantir a melhoria continuada dos seus produtos.

O certificado. Válido de 08-03-2012 a 07-03-2015.

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“O motivo que nos levou à busca pela obtenção da NBR 9001:2008, bem como pela implantação do Sistema de Gestão Integrada, foi, sem dúvida alguma, querer oferecer um produto e serviço com alto padrão de qualidade”, explica Emerson A. Thiago, Diretor Comercial da Steel Knife. “Quando uma empresa recebe uma certificação como esta, não é apenas ela quem ganha, mas também os clientes e a sociedade, pois ter um Certificado de Qualidade ISO 9001:2008 é poder atestar que a empresa possui um sistema gerencial que visa à qualidade e que obedece aos requisitos de uma norma internacional. Considerando que o mercado é altamente competitivo, possuir esta certificação é uma forma de demonstrar ao cliente que o produto ou serviço gerado tem um controle ou padronização, garantindo qualidade e eficiência, ou seja, investir em uma certificação é estruturar a empresa para que ela tenha uma melhor produção, canalizando seus esforços no atendimento ao cliente, em maior ênfase à sua satisfação e buscando sempre uma melhoria contínua, além de visar o aumento das vendas, obviamente”, completa Emerson. Assim, desde o dia 8 de março passado e até 7 de março de 2015, a empresa conta com a certificação NBR ISO 9001:2008 para os seus processos de Fabricação de Lâminas Raspadoras Auto Afiante e Convencional, de Qualificação de Novos Fornecedores, de Avaliação e Satisfação dos Clientes, de Treinamento e Reciclagem de Conhecimentos dos seus Colaboradores e de Representação e Distribuição de Produtos 3M e outros.


O MOTIVO QUE LEVOU A STEEL KNIFE A BUSCAR A NBR ISO 9001:2008 FOI O DE QUERER FORNECER PRODUTO E SERVIÇO COM ALTO PADRÃO DE QUALIDADE. “No caso das lâminas raspadoras, nós adquirimos a matéria-prima com certificação de qualidade e, após a confecção de tratamento de canto, inspeção e aprovação da garantia de qualidade, temos total segurança em oferecer ao mercado um produto 100% certificado”, acrescenta. Na prestação de serviços de distribuição, de acordo com o Diretor, foram certificados os produtos em todo o processo de distribuição, recebimento, checagem, armazenamento e expedição. “Para garantir a contínua melhora e manutenção de qualidade dos produtos atuais e do nome Steel Knife e de todos aqueles que no futuro possamos vir a fabricar, distribuir e (ou representar), sempre serão qualificados e somente serão comercializados após serem certificados pela NBR ISO 9001:2008”, explica Emerson. Entre os benefícios que já puderam ser percebidos pela empresa, desde a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade, se destacam: a maior satisfação dos clientes, melhores produtos, aumento da credibilidade da empresa frente ao mercado, melhoria do processo produtivo, aumentando a qualidade e diminuindo as perdas com produtos não conformes, 100% de controle e rastreabilidade dos produtos, aumento da competividade do produto no mercado, e melhora na qualificação dos funcionários e fornecedores, por meio de treinamento, capacitação e conscientização e maior transparência nas decisões.

“Sabemos que a concorrência existente no mercado não é realizada apenas com base em preços menores.  A qualidade nos serviços, uma carteira de clientes respeitável e o selo de certificação ISO 9001:2008 são diferenciais para qualquer fornecedor, independente do seu tamanho. Hoje podemos afirmar que a Steel Knife é a única empresa no segmento que possui a certificação ISO 9001:2008, e isso nos garante o melhor diferencial que uma empresa com credibilidade possa ter”, acrescenta Emerson. “Eu gostaria de ressaltar que foi extremamente fundamental o empenho de todos os nossos colaboradores, clientes e fornecedores, que participaram e se dedicaram ao máximo no processo de qualificação e certificação ISO, que garantiu mais esta conquista para a Steel Knife”, agradece Emerson. Além das lâminas raspadoras auto afiante e convencional, das quais a Steel Knife é representante exclusiva da UDDEHOLM STRIP (Aço Sueco), a empresa também é distribuidora exclusiva da 3M para fita dupla-face acolchoada, fita de borda de clichê e de emenda de bobina, primer, fitas VHB e fita de embalagens. Ela também distribui solução de limpeza profunda de anilox Fast Limp, escova de limpeza de anilox com cerdas de aço e latão e escovas com cerdas de Nylon, lâminas de refile em Aço, Aço Inox e revestida de Titânio, e ainda vedações em EVA, Teflon, Feltro e Borracha.

Emerson A. Thiago, Diretor Comercial da Steel Knife.

Produtos fornecidos pela Steel Knife.

Steel Knife: Tel.: 11 4221-9913  E-mail: steelknife@steelknife.com.br  www.steelknife.com.br

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MERCADO

POUPANDO RECURSOS NATURAIS A RESOL QUÍMICA, QUE RECICLA SOLVENTE HÁ MAIS DE 27 ANOS, LANÇARÁ SUA NOVA MARCA, UMA LINHA DE PRODUTO E O PROJETO PARCERIA VERDE RESOL ARQUIVO: RESOL

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Fernando M. Barreiro, Diretor Comercial da Resol.

Resol, empresa brasileira que atua no mercado de resíduos industriais e há mais de 27 anos recicla solvente, sempre investiu em melhorias e boas práticas para aperfeiçoar cada vez mais o processo de reciclagem. É a única empresa de reciclagem de solventes industriais no Brasil a possuir, desde 2008, o SGI - Sistema de gestão Integrada que engloba as certificações ISO 9001, ISO 14001 E OSHAS 18001, além da SASSMAQ – Sistema de Avaliação de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade, para empresas de transporte de produtos químicos perigosos. 

A RESOL CRIA O PROJETO “PARCERIA VERDE” PARA RECONHECER OS CLIENTES E FORNECEDORES QUE SE PREOCUPAM COM A DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS E A REUTILIZAÇÃO DOS SOLVENTES. Com essa vocação, a empresa vem provando, dia após dia e com muita propriedade, que solvente reciclado tem qualidade e pode ser utilizado com toda segurança e confiabilidade. “Seu preço compete com o solvente novo, apesar da complexidade do processo de reciclagem que, para atender às exigências ambientais, fiscais e

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técnicas, exige práticas profissionais muito mais onerosas, ao contrário do que demanda a revenda de solventes novos, que já vêm prontos e dependem de uma simples mistura”, ressalta o Diretor Comercial da Resol, Fernando M. Barreiro. A reciclagem de solventes da Resol atende a todos os segmentos industriais, seja ele de embalagens, automotivo, químico ou farmacêutico. “Cada segmento possui uma particularidade, e o nosso diferencial é a versatilidade de nossos processos para que possamos atender a todos eles”, acrescenta o Diretor. Um resíduo de solvente industrial, que gera transtornos em seu armazenamento ou descarte, além de oneroso e perigoso, pode ser transformado em matéria-prima que depois de reformulada poderá voltar ao processo produtivo de quem o produziu. “Dessa forma, podemos poupar os recursos naturais, reciclando esses resíduos em vez de consumir ainda mais energia para destruí-los em incineradores; e assim diminuiremos a extração de reservas naturais finitas”. Para comemorar toda esta conquista e apresentar algumas novidades, a Resol realizará, na noite de 27 de Junho, no Conselho Regional de Química de São Paulo, um evento para clientes e outros convidados, além da imprensa especializada em questões de sustentabilidade. Ela vai apresentar a nova marca Resol, lançará a linha Fênix Ecológica Residencial e também o projeto “Parceria Verde Resol”, uma certificação que vai valorizar e reconhecer as empresas comprometidas com a preservação ambiental, que exercem boas práticas no uso, na destinação e reciclagem de resíduos de solventes e, acima de tudo, acreditam e priorizam o uso do produto reciclado. “As empresas de impressão flexográfica e de rotogravura são grandes geradores desses resíduos e estão incluídas no escopo do nosso projeto”, conclui Barreiro. Resol: Tel.: 11 4824-5000 www.resolquimica.com.br


A PREMIAÇÃO RECONHECEU PROJETOS VOLTADOS

MERCADO

A REDUZIR O DESPERDÍCIO DE

DIVULGAÇÃO: 24º DUPONT AWARDS

SAI RESULTADO DO 24º DUPONT AWARDS

Pão de Açúcar e Papirus vencem na categoria Ouro com o projeto Ciclo Verde Taeq®, que consiste na produção de embalagens a partir de papelões reciclados.

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ma inovadora embalagem a vácuo que reduz o desperdício de alimentos, mantendo a aparência e o bom estado da carne por mais tempo, recebeu o prêmio mais importante durante o 24º DuPont Awards for Packaging Innovation, realizado na noite de 10 de maio, em Wilmington, Estados Unidos. A embalagem é resultado de um projeto robusto de reciclagem e uma solução industrial modular que diminui custos. Marcas líderes de mercado como Heinz, Kraft, Pepperidge Farm, Cadbury e Unilever também levaram para casa prêmios nas categorias Diamante, Ouro e Prata. Em sua 24ª edição, o evento é o mais tradicional reconhecimento global independente de inovação e colaboração no setor de embalagens.

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ALIMENTOS, E AS BRASILEIRAS PÃO DE AÇÚCAR E PAPIRUS ESTÃO ENTRE AS VENCEDORAS

O vencedor deste ano é um grande exemplo do importante papel das embalagens na conservação de alimentos e redução do desperdício. “A tecnologia para embalagens FreshCase® para carnes, escolhida pelos jurados como a vencedora na categoria Diamante de 2012, ajuda a garantir o valor nutritivo e o bom estado geral dos alimentos”, afirma William J. Harvey, Presidente da DuPont Packaging and Industrial Polymers. “Diante de uma população em crescimento e com recursos limitados, o desperdício gerado pela deterioração dos alimentos deve ser reduzido e soluções de embalagens inovadoras vão ter uma atuação fundamental neste cenário”, afirma. Para a escolha dos ganhadores, um júri formado por especialistas avaliou 200 candidatos de 21 países e premiou um vencedor na categoria Diamante, cinco vencedores na categoria Ouro e dez, na categoria Prata, considerando os quesitos: Inovação, Sustentabilidade e Redução de Custos ou Resíduos. “Todas as empresas vencedoras tiveram como foco a colaboração”, afirma Brian Wagner, chefe do júri do DuPont Awards e Vice-Presidente da Packaging Technology Integrated Solutions, uma divisão da HAVI Global Solutions Direct. “As companhias usaram estrategicamente os recursos de seus fornecedores e analisaram a percepção e experiência dos consumidores com as embalagens nas prateleiras”, finaliza.

DuPont Packaging Graphics: www.packaging.dupont.com

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O 24º DUPONT AWARDS FOR PACKAGING INNOVATION CELEBRA INOVAÇÃO, SUSTENTABILIDADE, REDUÇÃO DE CUSTOS E RESÍDUOS.

Diamante

Embalagem FreshCase da Curwood, Inc. – divisão da Bemis – para carnes ®

vermelhas frescas – EUA. Ouro

 Farm Deli Flats® e Goldfish Sandwich Bread™. Embalagens de Pepperidge Farm; CP Flexible Packaging; Printpack, Inc.; Sealstrip Corporation – EUA.

 Ciclo Verde Taeq® – White Tea do Grupo Pão de Açúcar; Papirus – Brasil.

 “THE CUBE®” (Sistema de embalagem) da Smart Packaging Systems; My

Compadre, LLC; Impact Mfg; Incrementia Inc.; One Way Display; Acme Packaging, divisão da ITW - EUA/Canadá.

 AirOPack® da IPS Innovative Packaging Solutions AG – Suíça.

 Divisores flexíveis da ITB Packaging LLC – EUA .

Os cases das categorias acima e da Prata, com detalhes e fotos, estão no site da DuPont: www.packaging.dupont.com

Anúncio Premio TSA_02_28 02 2012_do AI.pdf 28/02/2012 09:12:21

Ciclo Verde Taeq® - Homenageado por Excelência em Sustentabilidade e Redução de Resíduos Ciclo Verde Taeq® começa com a coleta de materiais recicláveis na ​​ rede de lojas do Pão de Açúcar, e todos os materiais são doados para cooperativas formadas por mais de 660 famílias de baixa renda no Brasil. Após a separação dos materiais, as cooperativas vendem o material celulósico para a Papirus, fabricante do cartão, que recicla e fornece o material para produzir novas embalagens dos produtos Taeq. Desde 2010, mais de 600 toneladas de material celulósico foram recolhidas e utilizadas para embalagens Taeq. Este sistema de reciclagem de materiais deixa de ocupar aterros, permite aos consumidores fazerem a sua parte para o ambiente e gera ganhos para as famílias de baixa renda.

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TSA Química. Eleita uma das 10 melhores empresas de Flexo no Brasil, na categoria fornecedor. TINTAS PARA IMPRESSÃO EM FLEXOGRAFIA E ROTOGRAVURA

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DIVULGAÇÃO: 24º DUPONT AWARDS

CONHEÇA OS VENCEDORES NAS CATEGORIAS DIAMANTE E OURO DO DUPONT AWARDS FOR PACKAGING INNOVATION 2012


MERCADO

“FLEXOGRAFIA: CONCEITOS E TECNOLOGIA” ESTE É O TEMA DO LIVRO RECÉM LANÇADO POR OSVALDO TOLEDO, UMA OBRA BASEADA NA SUA VIVÊNCIA DE MAIS DE 30 ANOS NO SETOR FLEXOGRÁFICO, COMO IMPRESSOR,

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O livro lançado em abril de 2012.

om mais de 30 anos de experiência na indústria flexográfica, tendo trabalhado em várias empresas fabricantes de embalagens, exercendo funções de impressor, encarregado de produção, supervisor de desenvolvimento técnico, gerente de produção e qualidade, de clicheria, além de instrutor técnico no Senai Theobaldo De Nigris, no mês de abril passado, Osvaldo Toledo (conhecido no mercado como Toledo) lançou o seu primeiro livro, intitulado “Flexografia: Conceitos e Tecnologia”, pela Editora e Gráfica PoloPrinter. É uma obra de168 páginas que traz definição e explicação sobre os mais diversos conceitos e termos técnicos utilizados no processo flexográfico, bem como as tecnologias aplicadas em cada um dos segmentos de Banda Larga e Banda Estreita, incluindo pré-impressão e provas. Trata inclusive das mais recentes tecnologias, como: secagem de tintas por feixes de elétrons (conhecida como Electron Beam), gravação direta a laser, flat top dots e novo conceito de gravação de anilox. Há mais de 10 anos prestando consultoria e ministrando treinamen-

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MAIS DE 30 ANOS NO SETOR FLEXOGRÁFICO

GESTOR E INSTRUTOR TÉCNICO tos em flexografia, por meio de sua empresa T.T.Flex, e autor de diversos artigos técnicos publicados nas revistas do setor gráfico, Toledo sempre foi cobrado pelos amigos e colegas do mercado para publicar uma obra com o seu vasto conhecimento e experiência. “Desde a década de 90 que eu escrevo textos para as revista técnicas, e muitos dos meus colegas da época me perguntam por que eu não reunia todo o material já escrito e transformava em um livro, mas nunca tive a ousadia de fazê-lo. No entanto, nos últimos anos resolvi colocar no papel a minha experiência de impressor e instrutor para ajudar as pessoas a entenderem melhor a flexografia”, explica Toledo. Destinado aos profissionais da indústria que precisam entender os conceitos e a tecnologia utilizada no processo flexográfico, principalmente aquelas mais recentes, já disponíveis no mercado nacional e internacional, o livro pretende auxiliar no dia a dia tanto o profissional da fábrica quanto o das áreas de interface, como a comercial, a de desenvolvimento de produto, de controle de qualidade, atendimento técnico, para que tenham uma visão do processo flexográfico como um todo. O livro “Flexografia: Conceitos e Tecnologia” começa explicando o processo flexográfi-


TOLEDO SEMPRE FOI COBRADO PELOS AMIGOS E COLEGAS DO SETOR PARA PUBLICAR UMA OBRA COM O SEU VASTO CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIA.

co, quando e como surgiu, detalha os principais aspectos, características, sistemas de impressão, variáveis do processo, passando pela definição de máquinas impressoras, processo híbrido de impressão, princípios da secagem da tinta, pré-impressão, provas digitais, clichês, tintas e solventes, fitas dupla-face, suportes. Conforme o prefácio da obra, ela apresenta ao leitor a técnica do processo flexográfico, especificando os equipamentos e insumos e as variáveis do processo de impressão. Distingue e descreve cada uma das impressoras flexográficas de banda larga, de banda estreita e as híbridas,

demonstrando e sintetizando as máquinas stack, satélite e modular com modestas e altas tecnologias em sua operação. Traz esclarecimentos sobre “as impressoras de banda estreita de bancadas com dois tambores de impressão frente e verso, com módulos diferenciados e sistema de saída com produto acabado”, bem como sobre as de banda larga: “A máquina de banda larga satélite apresenta o sistema gearless e seu funcionamento com servomotores, e o grupo impressor podendo ser com sistema doctor roll ou encapsulado, além de informação sobre os variados sistemas de secagem existentes”.

O livro pode ser adquirido: Tel.: 11 3791-2965  11 2071-3405 atendimento@poloprinter.com.br  osvaldo_toledo@uol.com.br  www.poloprinter.com.br

Osvaldo Toledo, Consultor e Instrutor de Treinamentos em Flexografia.


AVERY DENNISON LANÇA UM MATERIAL

MERCADO

À BASE DE FIBRA DE CANA DE AÇÚCAR

DIVULGAÇÃO: AVERY DENNISON

PARA GERAR MENOR IMPACTO AO MEIO AMBIENTE

Fasson Cane Fibre Paper, o novo material da Avery Dennison, produzido a partir da cana de açúcar.

A

mpliando o seu portfólio de produtos voltados ao desenvolvimento sustentável, que visam atender às necessidades do mercado por rótulos autoadesivos que gerem menor impacto ambiental, a Avery Dennison do Brasil anunciou, no mês de maio, o lançamento de dois novos produtos para o mercado brasileiro. Um deles é o Fasson Cane Fibre Paper. O novo material é composto por 95% de fibra de cana de açúcar

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E OUTRO QUE MOSTROU ENORMES BENEFÍCIOS À CADEIA, EVIDENCIADOS EM ANÁLISE DE CICLO DE VIDA DO PRODUTO

e 5% de cânhamo e linter de algodão. “Trata-se de uma solução verde, limpa, inteligente, com ótima relação custo-benefício e que atende às necessidades da indústria de rótulos autoadesivos”, explica Ronaldo Mello, Vice-Presidente e Gerente Geral da Avery Dennison América do Sul Divisão de Materiais para Rótulos e Embalagem. Além de a matéria-prima vir de fontes renováveis, as principais vantagens do novo produto da Avery Dennison são: consumo de 10% menos energia em sua produção (menor refinação), sem necessidade de branqueamento extra, ótima resistência úmida e a tratamento fungicida, além de uma superfície fosca que garante excelente qualidade de impressão. O Fasson Cane Fibre Paper garante ainda ótimo tack e adesão em uma grande variedade de superfícies, inclusive substratos curvos e levemente enrugados, informou a empresa. A alta qualidade do papel produzido a partir do bagaço da cana de açúcar, aliada às características estruturais, o torna ideal para a aplicação em rótulos autoadesivos de vinhos e destilados, cosméticos e alimentos premium. Outra vantagem é que ele pode ser impresso pelos processos convencionais. O outro lançamento apresentado pela Avery Dennison foi o Global MDO, cujos principais atributos, segundo a empresa, são: maior transpa-


de rótulos de PE85 fosse substituído pelo volume total do Global MDO, os benefícios ambientais seriam muito significativos, por exemplo: 5 mil toneladas de gases de efeito estufa deixariam de ser geradas e 7 mil toneladas de resíduos seriam poupadas. “Assim, o MDO é a maior prova de que migrar para frontais e liners mais leves tem um impacto extremamente positivo no meio ambiente”, conclui Ronaldo Mello. Do ponto de vista de produtividade com o MDO, por ser mais fino, ela pode chegar até 95% de mais etiquetas por rolo, além de melhorar a eficiência operacional por conta da redução do tempo ocioso, da redução das trocas de trabalho e dos estoques. O material também apresenta maior conformidade do filme, reduzindo o aparecimento de rugas e vincos em processos de conversão ou em aplicações a alta velocidade. Ele garante ainda a resistência e a estabilidade necessárias para promover o produto no ponto de venda. A Avery Dennison é fabricante de materiais autoadesivos e soluções de branding e informação, é uma empresa “FORTUNE 500” com vendas de US$ 6 bilhões em 2011. Está sediada em Pasadena, Califórnia, EUA, e possui funcionários em mais de 60 países, que contribuem para tornar as marcas mais inspiradoras e o mundo mais inteligente. No Brasil, a empresa tem fábrica em Vinhedo, SP, com centros de distribuição em Porto Alegre, RS, e Recife, PE. Análise de Ciclo de Vida do Global MDO mostrou redução de 40% de resíduos sólidos e 37% no consumo de energia durante a produção.

Ronaldo Mello, VicePresidente e Gerente Geral da Avery Dennison América do Sul Divisão de Materiais para Rótulos e Embalagem.

DIVULGAÇÃO: AVERY DENNISON

rência, maior produtividade e maior sustentabilidade. Além da resistência e estabilidade necessárias para promover o produto no ponto de venda, o material tem ótima conformidade, reduzindo o aparecimento de rugas e vincos nos processos de conversão e nas aplicações a altas velocidades. “Mas o seu principal apelo reside na sustentabilidade aliada à produtividade”, explica o Vice-Presidente. De acordo com ele, o Global MDO produz 40% menos resíduos sólidos e necessita de 37% menos energia para ser fabricado. A eficiência operacional também pode ser melhorada com este material por conta da redução do tempo ocioso, redução das trocas e dos estoques. O MDO combina um filme MDO (de 50 micra) semiflexível de alta transparência, resistência mecânica e estabilidade, com um adesivo SO250, também de alta transparência, e um liner PET (de 23 micra) reciclável, que reduz a quebra de bobina. O frontal pode ser transparente ou branco. Ainda segundo Mello, se tomarmos, como exemplo, o consumidor americano, a análise de ciclo de vida (ACV) do Global MDO (em comparação à de um rótulo PE85, ambos compostos de frontal filme, adesivo, silicone e liner) mostrou que o novo material reduz o impacto ambiental em todas as categorias avaliadas. Chamada Avery Dennison Greenprint, a ACV foi desenvolvida junto à consultoria BIO Intelligence Service e concluiu que as reduções de impacto do MDO ao meio ambiente são: material fóssil (-3%), uso de material biogênico (-97%), esgotamento dos recursos hídricos – redução do uso de água na produção (-50%), uso de energia (-37%), GHG – gases de efeito estufa (-10%) e resíduos sólidos (-40%). “Em resumo, os impactos foram reduzidos de 3 a 97%, devido ao menor peso do material e ao uso do liner de PET em substituição ao de papel”. Conforme a avaliação, se o volume total atual

DIVULGAÇÃO: AVERY DENNISON

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MERCADO

SUZANO LANÇA PAPELCARTÃO RECICLADO PÓS-CONSUMO EM PARCERIA COM A TETRA PAK, CICLO E JOHNSON & JOHNSON BRASIL, O NOVO PRODUTO TEM NO MÍNIMO 30% DE APARAS PÓS-CONSUMO RECUPERADAS A PARTIR DE EMBALAGENS LONGA VIDA DIVULGAÇÃO: SUZANO PAPEL E CELULOSE

A

André De Marco, Gerente de Produtos da Unidade de Papel da Suzano Papel e Celulose.

Suzano Papel e Celulose lançou, no mês de maio, o Art Premium® PCR (Post Consumer Recycled, reciclado pós-consumo), papelcartão com, no mínimo, 30% de aparas pós-consumo, recuperadas a partir de embalagens longa vida da Tetra Pak. O projeto reforça o compromisso ambiental da empresa, voltada à evolução de projetos de inovação para sustentabilidade, e inclui a instalação de uma planta de reciclagem na unidade industrial de Embu, na Grande São Paulo, com capacidade de processamento de 1.000 toneladas por mês. O novo produto foi desenvolvido a partir de uma parceria da Suzano com a Tetra Pak e a Ciclo, fabricante de telhas para a construção civil. “O Art Premium PCR tem forte apelo ambiental e social. Além da redução significativa do envio de rejeitos para aterros sanitários, temos ainda a participação das cooperativas de catadores de material reciclável, que ganharam mais uma opção de venda do material longa vida. Outro ponto importante a ser destacado é que, com a redução do material descartado nos aterros, há também a diminuição dos níveis de emissões de carbono, preocupação constante da Suzano”, explica André De Marco, Gerente de Produtos da Unidade de Papel da Suzano Papel e Celulose. O projeto contou ainda com parceria da Johnson & Johnson Brasil, que, em 2008, buscou a Suzano para criar uma embalagem diferenciada para o BAND-AID – Atualmente, todas as embalagens deste produto, fabricadas no Brasil, con-

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tam com o Art Premium PCR em sua composição. “Tínhamos como objetivo criar uma embalagem para o BAND-AID® que fosse não só certificada, mas que também contasse com materiais reciclados pós-consumo. A iniciativa faz parte dos esforços da Johnson & Johnson em trazer para as embalagens dos seus produtos materiais reciclados pós-consumo”, explica Carlos Souto, Diretor de Embalagens da Johnson & Johnson Brasil. De acordo com Fernando Von Zuben, Diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak, a reciclagem da embalagem da Tetra Pak propicia ganhos em todos os elos da cadeia. “Além de contribuir com a inserção social nas cooperativas, ainda fomentamos a geração de emprego e renda nas indústrias recicladoras, que entregam um novo produto aos consumidores”, comenta Fernando. O processo de recuperação, executado pela Suzano, consiste na separação das fibras do papel, do polietileno (plástico) e do alumínio. Sua unidade de recuperação construída na fábrica de Embu processa, atualmente, 200 toneladas de embalagens longa vida por mês, devendo chegar a 1.000 por mês, ainda no primeiro semestre. As fibras do papel se destinam à fabricação do Art Premium PCR. Já o polietileno e o alumínio serão vendidos para a Ciclo, indústria de produtos 100% reciclados que se destinam à fabricação de telhas – cerca de 2.000 embalagens longa vida da Tetra Pak vão em cada peça. Suzano Papel e Celulose: www.suzano.com.br


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MERCADO

A SULPRINT COMEMORA O LANÇAMENTO DESTE PROJETO

DIVULGAÇÃO: SULPRINT EMBALAGENS

APLICAÇÃO DE BRAILLE EM FLEXÍVEIS DESENVOLVIDO COM TECNOLOGIA INOVADORA NA COMUNICAÇÃO DE EMBALAGENS PARA UM PÚBLICO POUCO ATENDIDO

Embalagem produzida pela Sulprint, impressa em flexografia, com aplicação da linguagem Braille.

A

Sulprint Embalagens, convertedora com 30 anos de atuação no mercado, sediada em Santa Cruz do Sul, RS, desenvolveu um projeto inovador na área de comunicação de suas embalagens flexíveis: a aplicação da linguagem Braille. O objetivo foi o de oferecer uma solução aos seus clientes e, consequentemente, a um grupo de consumidores que é pouco atendido no país e representa 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual. “Nosso intuito é dar condição de escolha e autonomia para essas pessoas, tanto no ponto de venda como nas suas casas”, explica Helena C. Binz, Gerente de Marketing da Sulprint. O sistema de Braille funciona a partir da sensibilidade epicrítica do ser humano, a capacidade de distinguir na polpa digital pequenas diferenças

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de posicionamento entre dois pontos diferentes. Consiste na tecnologia de marcação de caracteres que dão “leitura” por meio do tato, e são compatíveis em substrato flexível com impressão – neste projeto da Sulprint, imprimiu-se em flexografia, preservando os micropontos em relevo. Um deficiente visual experiente pode ler duzentas palavras por minuto. Atualmente no mercado brasileiro, já se encontra a aplicação do sistema em embalagens cartonadas, sleeves, mas em flexíveis, praticamente inexiste. Por isso, o projeto da Sulprint vem em boa hora. O projeto com a tecnologia utilizada foi totalmente desenvolvido pela equipe técnica da Sulprint e também com investimentos próprios, que não mediu esforços para buscar a solução para tais condições. O projeto acabou de ser concluído e agora a empresa vai oferecê-lo aos seus clientes. Com sua estrutura consolidada em um parque fabril de 8.000m², a Sulprint atende clientes em todo o território nacional e está presente em mais de 70 países nos 5 continentes por meio dos produtos de seus clientes. Veja a seguir alguns dados sobre o público usuário da linguagem de Braille. Do total da população brasileira, 23,9% (45,6 milhões de pessoas) declararam ter algum tipo de deficiência. Entre as deficiências declaradas, a mais comum foi a visual, atingindo 3,5% da população. Em seguida, vêm os problemas motores (2,3%), intelectuais (1,4%) e auditivos (1,1%). Segundo dados do IBGE de 2010, no Brasil, mais de 6,5 milhões de pessoas têm alguma deficiência visual. Desse total: 528.624 são incapazes de enxergar (cegos), 6.056.654 pessoas possuem grande dificuldade permanente de enxergar (baixa visão ou visão subnormal); outros 29 milhões de pessoas declararam possuir alguma dificuldade permanente de enxergar, ainda que usando óculos ou lentes. Sulprint Embalagens: Tel.: 51 2107-3000 www.sulprint.com.br


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MERCADO

PELO USO CONSCIENTE E RESPONSÁVEL VEM ALERTANDO SOBRE TODOS OS ASPECTOS NEGATIVOS DO BANIMENTO DAS SACOLAS PLÁSTICAS NOS SUPERMERCADOS PARA QUE SÃO PAULO NÃO CHEGUE AO PONTO QUE CIDADES COMO BELO HORIZONTE, MG, CHEGARAM

E

m apenas um mês depois de Sacolas feitas em terminar a prorrogação de 60 conformidade com a norma dias do acordo de desagregatécnica ABNT NBR 14.937 e identificadas com o Selo ção da cultura da utilização de sacolas de Qualidade Abief-INP: mais descartáveis nos supermercados, fica resistentes, mais qualidade, e não precisa utilizá-la em cada vez mais claro que o interesse da duplicidade. Apas (Associação Paulista de Supermercomo o Instituto Nacional de Defecados) é puramente econômico, sem nesa do Consumidor (IDECON) e o Insnhum fundamento ambiental, e a cidade paulistituto Nacional de Defesa do Consumidor ta de Guarulhos se torna referência ao defender (INADEC) se manifestaram publicamente contra os interesses do consumidor, conforme comunio acordo da Apas, cuja proposta é o banimento cado da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos das sacolas plásticas nos supermercados, no EstaPlásticos, presidido por Miguel Bahiense. O Tribudo de São Paulo. Eles se posicionaram com manal de Justiça de São Paulo negou a Ação Direnifestações públicas e ações jurídicas (mandado ta de Inconstitucionalidade (ADIN) movida pela de segurança), visando sempre garantir o direito Apas na tentativa de derrubar a Lei 6.186/2006 da população. de Guarulhos, que obriga o fornecimento gratuiO Conselho Nacional de Autorregulamentato de sacolas plásticas em supermercados, hiperção Publicitária (CONAR), entendendo se tratar mercados, atacadistas e estabelecimentos varejisde propaganda enganosa, decidiu por unanimitas para acondicionamento das compras. dade que a Apas deveria suspender sua campaA Apas também impetrou Mandado de Senha publicitária contra as sacolas plásticas, uma gurança contra o PROCON de Guarulhos com vez que a Associação não apresentou qualquer o objetivo de cessar a fiscalização aos estabeledado científico que embase os apelos ambientais cimentos comerciais que descumprirem a Lei. A contidos na campanha. liminar também foi negada. No entendimento do Já a OAB-SP manifestou-se na imprensa dizenTJ, ao realizar a fiscalização da Lei, o PROCON do entender que inúmeras decisões da Justiça Esestá agindo em defesa do consumidor, pois busca tadual e do Supremo Tribunal Federal amparam a fazer valer a Lei Municipal que obriga os varejistas continuidade da distribuição gratuita das sacolas a distribuírem sacolas plásticas. plásticas nos estabelecimentos comerciais (http:// Diversos órgãos de defesa do consumidor, www.oabsp.org.br/noticias/2012/03/30/7817). A

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DIVULGAÇÃO: PLASTIVIDA

A PLASTIVIDA


MERCADO

DIVULGAÇÃO: PLASTIVIDA

“ACREDITAMOS QUE SÃO PAULO E TODO O PAÍS PRECISAM DE AÇÕES BASEADAS NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E NA SUSTENTABILIDADE”

Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos.

entidade afirmou, ainda, que a não distribuição das sacolinhas plásticas por parte dos supermercados trará sérios problemas sociais, ambientais e de saúde para a população, pois afetará seriamente o recolhimento do lixo urbano doméstico por parte das empresas de limpeza pública, uma vez que não terão condições de coletá-lo de forma adequada. O banimento de sacolas plásticas poderá, ainda, acarretar um problema grave sanitário. Estudo realizado pela Microbiotécnica, empresa especializada em higiene ambiental com 25 anos de experiência, apontou que as caixas de papelão usadas, disponibilizadas pelos supermercados, e as sacolas de pano, trazidas de casa pelo consumidor, possuem alto grau de contaminação por coliformes totais, coliformes fecais e E.coli (Escherichia coli), podendo prejudicar a saúde da população. (Veja o estudo no site: www.plastivida.org.br). Muitos supermercados também começam a sofrer com o banimento das sacolas. A queda das vendas por impulso já é detectada. A imprensa também tem noticiado casos de furtos de cestas e até mesmo de carrinhos de compras. Por tudo isso, muitas redes voltaram a fornecer sacolas plásticas. A Apas não tem mostrado disposição em participar de debates para tecer esclarecimentos à sociedade. A Plastivida vem alertando sobre todos esses aspectos que em um mês se comprovaram. Isso para que São Paulo não chegue ao ponto que cidades como Belo Horizonte, MG, que contam com Lei restritiva às sacolas há um ano, chegaram: aumento constatado de 400% no preço do saco de lixo (que teve suas vendas elevadas em 30%). Os supermercados locais deixaram de gastar R$ 5,8

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milhões com a distribuição de sacolas plásticas (terceiro item de custo dos supermercados) e já venderam 3 milhões de sacolas retornáveis. “Acreditamos que São Paulo e todo o país precisam de ações baseadas na educação ambiental e na sustentabilidade”, afirma Miguel Bahiense. Exemplo disso pode ser observado no Rio Grande do Sul, onde a Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) adotou o Programa de Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. Com o acordo, os supermercados passaram a fornecer sacolas feitas em conformidade com a norma técnica ABNT NBR 14.937 e são identificadas com o Selo de Qualidade Abief-INP. Assim, o consumidor conta com uma sacola resistente, de qualidade, e não precisa utilizá-la em duplicidade, pois suportam até 6 Kg, reduzindo o desperdício e, ainda, podendo reutilizá-la para diversas finalidades, inclusive para embalar o lixo, sem custos. De acordo com a AGAS, com o banimento de sacolas no Rio Grande do Sul, cada família no estado gastaria em média R$ 15,00 a mais com sacos de lixo por mês. “Se pensarmos em termos de Brasil onde, segundo o IBGE, 2 em cada 3 brasileiros recebem um salário mínimo, a questão se mostra ainda mais complicada”. “Esse exemplo mostra que é possível fazer um trabalho sustentável, de educação, que promova uma cultura de consumo responsável nas pessoas, com efeito positivo sobre a preservação ambiental e sem que a população seja prejudicada em seus direitos”, conclui Bahiense. Saiba quais as entidades e órgãos que estão trabalhando junto a Plastivida: Escola de Consumo Responsável, INADEC – Instituto Nacional de Defesa do Consumidor, IDECON – Instituto Nacional de Defesa do Consumidor, INP- Instituto Nacional do Plástico, ABIEF – Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas. Plastivida: www.plastivida.org.br


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MERCADO

INVESTIMENTO ESTRATÉGICO NA AMÉRICA LATINA A AMERICANA EFI ADQUIRE A BRASILEIRA METRICS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ESTABELECENDO GRUPO DE SOFTWARE NA AMÉRICA LATINA DIVULGAÇÃO: METRICS

A

Osmar Barbosa, atual Gerente Geral APPS Latin America da EFI.

brasileira Metrics Sistemas de Informação, empresa de capital fechado, líder em sistemas ERP (MIS) nos setores de impressão e embalagem na América Latina, foi adquirida pela americana EFI – Electronics For Imaging, Inc., líder mundial em inovações de impressão digital com enfoque no cliente. O negócio foi anunciado em um almoço para a imprensa, em 17 de abril passado, com a presença do Vice-Presidente da Carteira de Aplicativos (APPS) da EFI, Marc Olin, e do Gerente Geral APPS Latin America da EFI, Osmar Barbosa. Eles falaram sobre as consequências desta operação para os negócios de ambas.

“A METRICS VÊ COM ENTUSIASMO SUA TRANSFORMAÇÃO EM PEÇA CENTRAL DO ENFOQUE E INVESTIMENTO ESTRATÉGICO DA EFI NA AMÉRICA LATINA”. Com a aquisição da Metrics, a EFI passa a figurar como a maior empresa de software e maior fornecedor de MIS/ERP dos setores de impressão e embalagem nas Américas do Norte e do Sul, na Europa, Austrália e Nova Zelândia e África do Sul, com mais de 20.000 instalações em âmbito mundial. “A agregação da equipe de alto gabarito da Metrics e a ampla base de clientes que ela construiu na América do Sul e América Central, combinadas com a carteira de software da EFI, nos permitirá oferecer aos clientes uma proposta de valor ainda maior, juntamente com a criação de uma plataforma para a EFI introduzir seu singular ecossistema digital na

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região”, afirmou Guy Gecht, CEO da EFI. Sediada na capital paulista, a Metrics desenvolveu, durante os últimos 14 anos, uma base de mais de 250 clientes no Brasil e na América Latina e passou a fazer parte da carteira de Aplicativos de Software (APPS) da EFI, sob a liderança de Osmar Barbosa, co-fundador da Metrics e, até a aquisição, seu Diretor-Presidente. “A Metrics vê com entusiasmo sua integração ao quadro de funcionários de classe mundial da EFI e sua transformação em peça central do enfoque e investimento estratégico da EFI na América Latina”, afirmou Barbosa, agora exercendo a função de Gerente Geral da EFI APPS na América Latina. “A Metrics tem sido extremamente bem-sucedida na América Latina e, assim como no caso de nossas outras aquisições, analisamos todos os concorrentes da região e determinamos que a ela seria, de longe, a melhor empresa”, afirmou o Vice-Presidente Marc Olin. “Ao disponibilizar a base de clientes mais sólida da América do Sul e da América Central, eles possibilitaram à EFI estabelecer um grupo de software na região. Com esse investimento, continuamos a construir em cima da solidez de nossa organização nas Américas, agora oferecendo serviços de implementação e suporte nos idiomas espanhol e português para a carteira de software da EFI”, completou Olin. EFI: www.efi.com Metrics: www.metrics.com.br

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MERCADO

RETOMADA A CAMPANHA DE VALORIZAÇÃO DO PAPEL REPRESENTANTES DOS FABRICANTES, FORNECEDORES, GRÁFICOS, EDITORES E VAREJISTAS CRIAM GRUPO PARA DESENVOLVER NOVA ETAPA DA CAMPANHA “IMPRIMIR É DAR VIDA”

P

residentes e dirigentes de 19 entidades de classe de âmbito nacional, representativas da cadeia produtiva do papel e da comunicação impressa, reuniram-se e concordaram sobre a necessidade de dar continuidade à Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa (CVPCI), em nova fase, com a participação de todas as entidades. E foi criado um Grupo de Trabalho para sugerir os conceitos e ações da campanha, criada em 2010 com o mote de “Imprimir é dar Vida”.

“IMPRIMIR É DAR VIDA” Um dos consensos alcançados pelo grupo foi a necessidade de se trabalhar a campanha, a partir do ponto de vista da educação. A ideia, em primeiro lugar, é garantir que as informações corretas sobre a sustentabilidade da cadeia produtiva da comunicação impressa cheguem às crianças e jovens num momento crucial, de formação. Assim, evitar-se-ia a disseminação e sedimentação de conceitos equivocados entre as novas gerações. Para o Presidente do Conselho Deliberativo da Bracelpa, José Luciano Penido, um dos problemas enfrentados pela cadeia produtiva da comunicação impressa é a facilidade com que as campanhas contrárias ao papel ganham respaldo na opinião pública. “Precisamos reforçar que o papel produzido no Brasil tem origem em florestas plantadas para fins industriais e que esse

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processo é sustentável e reconhecido em todo o mundo, especialmente por preservar matas nativas”, afirmou Penido. Por isso, além de informar corretamente a opinião pública, a CVPCI deverá também, neste novo momento, resgatar algumas características importantes do papel. “É passado para a sociedade que, no futuro, todos leremos em meios eletrônicos. Isso não é verdade. Quando uma criança vai para o tablet, ela é muito mais estimulada pelos recursos visuais e sonoros do que pela leitura. Não tenho dúvidas de que, para estimular o gosto pela leitura, o melhor que você faz é dar para o seu filho ou neto um livro impresso”, exemplificou o Presidente da Associação Nacional dos Distribuidores de Papel (ANDIPA), Vitor Paulo de Andrade. Não se trata, entretanto, de combater os meios eletrônicos. A ideia, apenas, é mostrar que, para algumas funções, o impresso é tão – ou mais – eficiente do que as outras mídias. “O leitor de livro impresso retém muito mais informação do que o leitor de mídia eletrônica”, resumiu o Presidente da ABIGRAF, Fábio Mortara. “Em um país em que a educação é tão ineficiente, a palavra impressa é ainda muito necessária”, ressaltou a Diretora da ANER, Maria Célia Furtado, destacando a importância dos impressos, de tão fácil acesso, para a formação dos brasileiros.

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ARTIGO TÉCNICO

ENTENDENDO AS ETIQUETAS ELETRÔNICAS COMO FUNCIONAM, QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS TIPOS, AS APLICAÇÕES QUE MAIS AS UTILIZAM E COMO AS DO TIPO RFID PODEM TRAZER GRANDES GANHOS PARA SEUS USUÁRIOS

Por Ronald Sagula Filho (*)

1 – Os principais tipos de etiquetas eletrônicas

1.1 – Etiquetas eletrônicas antifurto

uitas pessoas nos perguntam sobre o funcionamento das etiquetas eletrônicas. Primeiramente, precisamos compreender o que elas querem dizer exatamente de etiquetas eletrônicas, pois sob esse nome é possível qualificar vários produtos no mercado, conforme suas possibilidades de aplicação. Vamos tratar neste artigo sobre os principais desses produtos.

Estas etiquetas são aquelas utilizadas em roupas, eletroeletrônicos, produtos cosméticos de alto valor, CDs, DVDs, livros, entre outros produtos. As tecnologias de detecção destas etiquetas, mais difundidas e utilizadas no mercado, são em geral três e uma especial com várias funções. O objetivo delas é proteger o comércio contra furtos de produtos. Quando estão ativadas, elas são identificadas pelas antenas localizadas nas saídas

Exemplos de etiquetas e tags rígidos antifurto.

Exemplo de tag rígida antifurto, tecnologia RF.

ARQUIVO: RR ETIQUETAS

ARQUIVO: RR ETIQUETAS

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das lojas, supermercados, lojas de departamento, magazines, farmácias. É importante também ressaltar que estas etiquetas, ou tags, não identificam os produtos em que estão fixados, elas simplesmente ficam em estado de “ativada” ou “desativada”, não diferenciando se o produto é uma calça, um CD ou um livro. As etiquetas eletrônicas antifurto são construídas com processos de laminação de uma antena ou encapsulada em um molde plástico rígido e podem ser classificadas em quatro modelos (conforme a seguir). E para cada tipo destas etiquetas e tags, existe uma grande variedade de tamanhos, formatos e aplicações especiais. • Etiquetas de radiofrequência (RF): mais utilizadas em livros, eletroeletrônicos e alimentos. Sua colocação é manual e elas são descartáveis. • Etiquetas eletromagnéticas (EM): com utilização mais específica em livros, revistas e periódicos. São finas e podem ser colocadas entre as páginas, tornando-as quase invisíveis. Sua colocação é manual e a etiqueta é descartável.

• Etiquetas rígidas acusto-magnéticas (AM): aplicadas em produtos de perfumaria, cartelas em geral ou produtos de higiene pessoal. Sua colocação pode ser manual ou automatizada na linha de produção e elas são descartáveis. • Tags rígidas de radiofrequência (RF): fixados em peças de confecções, calçados e outros acessórios. Sua fixação é manual e elas são reutilizáveis.

1.2 – Etiquetas eletrônicas de preço

ARQUIVO: RR ETIQUETAS

Etiquetas eletrônicas antifurto no padrão AM.

As etiquetas eletrônicas de preço, fixadas em gôndolas ou prateleiras, são utilizadas para identificar o preço de cada produto em supermercados, mercearias, farmácias, lojas de departamento. Funcionam com um sistema de transmissão que identifica cada uma delas, atualiza e altera o preço por meio de um sistema interligado com o banco de dados do estabelecimento. Atualmente, existem 2 tipos mais utilizados: as que têm mostradores LCD ou segmento e as gráficas, que são de tecnologia e-Ink ou também conhecidas como e-Paper. Elas possuem baixo consumo de bateria, são atualizadas com o mesmo preço dos caixas por um sistema de retaguarda, são fixadas em trilhos, mas podem ser retiradas e transferidas para outros produtos. Os principais benefícios ou vantagens em relação às etiquetas de papel são a redução das operações de impressão, fixação, reimpressão e conferência em caso de perdas das etiquetas de papel que indicam o preço dos produtos. Além disso, elas eliminam as diferenças de preços que podem ocorrer devido ao grande número de itens que uma loja possa ter, em média trinta mil itens. Não são passíveis de receber auditoria ou fiscalização de entidades devido a reclamações de preços diferentes e possíveis multas ou fechamento do estabelecimento. Essas etiquetas são encontradas em três principais tecnologias de comunicação: infravermelho, rádio de baixa e alta frequências.

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ARTIGO TÉCNICO

1.3 – Etiquetas ou Tags RFID híbridos

ARQUIVO: RR ETIQUETAS

Por híbrido pode-se entender que há uma integração de tecnologias em um só produto e isso está muito mais presente e visível do que se possa imaginar. Atualmente existem aparelhos de celular que possuem leitores RFID com a tecnologia NFC (Near Field Communication) integrados. Esta tecnologia pode ser usada como meio de pagamento, acesso e ativação de sistemas embarcados. No caso de etiquetas ou tags híbridos, as mais utilizadas no mercado são as composições de tecnologias, como a EAS (Vigilância Eletrônica de Mercadorias) ou simplesmente dispositivos eletrônicos de prevenção de perdas, e outras distintas, como RF/AM, RF/RFID, AM/RFID, RFID/Preço/ EAS entre outras combinações. Essas etiquetas ou tags são fixadas nos produtos manualmente e, em geral, são reutilizáveis.

condutivas e dielétricas em camadas, impressas nos sistemas gráficos atuais na produção de embalagens. Atualmente os códigos de barras são impressos nas embalagens sem custo algum para os fabricantes dos produtos e esta tecnologia busca exatamente esse objetivo, que é o de identificar produtos serialmente, distinguindo-os exclusivamente uns dos outros. Para que isso aconteça, é preciso atender às normas de identificação regidas pelos órgãos normatizadores do código de barras, GS1. O padrão atualmente utilizado identifica o país de origem, o fabricante, o código do produto, um dígito verificador e deverá também possuir um número de série único, com os padrões estabelecidos pelo órgão responsável pelo controle do EPC (Electronic Product Code – ou código eletrônico de produto), EPC Global. Essa tecnologia permitirá a identificação de todas as embalagens de produtos, hoje impressas em código de barras e que no futuro serão substituídas por estes chips.

1.5 – Etiquetas Eletrônicas RFID (Radio Frequency IDentification)

Etiquetas eletrônicas antifurto no padrão RF.

1.4 – Etiquetas ou Tags Chipless (sem circuito integrado, chamadas também de chip impresso ou polímero eletrônico impresso) Esta tecnologia está em franca expansão para a produção de identificação de alto volume somente com impressão, utilizando tintas especiais

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Estas etiquetas são utilizadas na identificação de produtos, peças de confecção, medicamentos, veículos, caixas, pallets, estruturas metálicas, entre outras aplicações. São fabricadas pelo processo automático de inserção de uma antena, no processo chamado de conversão de etiquetas. As etiquetas de código de barras, usadas na automação por grande parte do mercado, para identificação de caixas, pallets, produtos etc, são convertidas a partir de uma matéria-prima autoadesiva, colocada em um equipamento rotativo, onde uma ferramenta com o desenho do tamanho e detalhes desse produto é adicionada, juntamente aos moldes ou clichês para produzir uma imagem de pré-impressão, finalizando o processo de fabricação das chamadas etiquetas audoadesivas. As etiquetas RFID são fabricadas de modo similar, onde um rolo com as antenas é introduzido


no processo de conversão de etiquetas, fazendo com que cada unidade produzida possua uma antena com chip RFID sob ela. Esta antena com chip ou circuito integrado é conhecida por inlay. Existem ainda 2 tipos de inlays para uso na conversão de etiquetas RFID: inlays sem adesivo (também chamados de dry inlay) e inlays com adesivo (chamados de wet inlay). Dependendo do conceito de construção dos equipamentos de conversão de etiquetas e tags RFID, pode-se usar tanto um quanto o outro tipo. Geralmente o inlay sem adesivo é mais econômico do que aquele com adesivo. Há outros processos de fabricação de inlays também presentes no mercado, porém em menor volume, são eles: impressão da antena com tinta condutiva e deposição seletiva de metal por processo à vácuo, entre outros. A produção da etiqueta eletrônica RFID requer profundo conhecimento técnico de microeletrônica, cargas estáticas, interferências eletromagnéticas, processos de conversão rotativos, entre outros conhecimentos. Os inlays são produtos sensíveis ao manuseio e requerem cuidados de pessoal capacitado e treinado, pois do contrário, podem ser danificados durante o processo de produção, caso não obedeçam às recomendações dos fabricantes. Atualmente há um mercado em expansão para

ARQUIVO: RR ETIQUETAS

ARQUIVO: RR ETIQUETAS

Exemplo de um chip impresso – tecnologia chipless.

esse produto, após as iniciativas de grandes varejistas solicitarem aos seus principais fornecedores a identificação unitária de produtos. O Walmart, JCPenney, Dillard´s, Target, Macy´s, entre outras redes americanas de lojas recebem atualmente as linhas de produtos de confecção masculina e feminina, identificadas com uma etiqueta ou tag RFID, para utilização na conferência na chegadas das mercadorias nos centros de distribuições ou lojas, no inventário e também como prevenção de perdas. Em breve esta exigência será expandida para outras linhas de produtos, aumentando a produção de etiquetas e tags RFID. Aqui no Brasil, por iniciativas de redes de confecção, já se utilizam as etiquetas e tags RFID na identificação de produtos de confecção, calçados e acessórios para apontamento, controle, inventário, entre outros processos na cadeia logística.

Tag RFID UHF, fixado a uma peça de confecção.

2 – RFID – A tecnologia de identificação por radiofrequência promete trazer grandes ganhos para as empresas A tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) tem sido utilizada primordialmente com o objetivo de reduzir a quantidade de tempo e mão-de-obra necessária para inserir e melhorar a exatidão dos dados, proporcionando agilida-

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ARTIGO TÉCNICO

ARQUIVO: RR ETIQUETAS

Rolo de etiqueta RFID pré-impresso, com o inlay já inserido.

de e confiança no rastreamento do produto por todo o processo. A RFID possibilita a melhoria das práticas de reabastecimento, agilidade na leitura de itens sem proximidade do leitor, além da leitura simultânea de cerca de mil itens em apenas um segundo, propiciando melhorias na produtividade, rastreabilidade, otimização de mão-de-obra e redução de custos. As soluções de identificação especiais RFID asseguram a utilização correta e confiável de identificação nos ativos de alto valor das infraestruturas corporativas, que devem atender às exigências estritas regulamentais de gerenciamento de inventário e rastreabilidade desses ativos em ambientes internos e externos. Qualquer que seja a necessidade de identificação e transporte de produtos ou ativos, através da cadeia de suprimento, as soluções de identificação especiais RFID oferecem, à administração da cadeia, condições para a obtenção da informação precisa do que está se movendo e quando. A tecnologia RFID pode ser utilizada em diversas aplicações, facilitando o controle do fluxo de produtos por toda a cadeia de suprimentos e os principais beneficiários são: logística, movimentação, autenticidade do produto, rastreabilidade, inventários, transportes, prazos de entrega, aumento de vendas, redução de rupturas. As principais aplicações, nas quais os resultados que a tecnologia pode proporcionar, são mais visíveis e incluem: identificação e rastreabilidade de

ativos grandes ou pequenos de alto valor, embalagens reutilizáveis ou retornáveis, peças automotivas, ferroviárias ou de embarcações, containeres aéreos e marítimos, cargas em geral, silos, embalagens de transporte de uso único, pallet e racks de movimentação, veículos, cilindros de gás, tambores, barris de chopp, prateleiras de lojas e armazéns, ativos de aluguel, produtos durante a manufatura (WIP), ferramentas, tubulações, ativos de TI em data centers (computadores de mesa e portáteis, como lap tops, monitores, servidores, cabos, equipamentos de telecomunicações, racks e equipamentos em geral). Existem também as tags RFID especiais para aplicações diferenciadas, como pallets e móveis em geral, vidros automotivos (parabrisas), malotes de correios, bancários e entre companhias, pneus e produtos vulcanizados, engradados e embalagens plásticas retornáveis, processos de pintura automotiva, produtos que contenham líquidos ou que estejam próximos a metais ou a situações de difícil leitura, enxovais de hospitais, de indústrias e hotelaria, uniformes, EPIs (equipamento de proteção individual), residências e estabelecimentos comerciais. Toda empresa interessada em implantar a tecnologia de RFID deve obedecer a uma sequência de procedimentos para a seleção e aplicação das etiquetas, baseadas em experiências desenvolvidas em inúmeras implementações industriais de diversos segmentos. Esse estudo de caso é importante para que se possa conduzir um site survey completo, porque, por meio dele é que serão definidos o objetivo do negócio, o processo e as métricas para o sucesso do projeto RFID.

(*) Ronald Sagula Filho É Gerente de Desenvolvimentos de Produtos e Negócios RFID, da RR Etiquetas. Engenheiro Eletrônico, especialista em automação de controle de processos, automação de equipamentos rotativos e impressoras flexográficas. Responsável pelo desenho e construção de equipamentos de conversão de etiquetas RFID, sendo a RR Etiquetas pioneira na produção de etiquetas RFID UHF de 900 Mhz no mercado latinoamericano. É também Especialista no desenvolvimento de novos produtos autoadesivos para aplicações especiais em ambientes diferenciados, como alta temperatura, contato com produtos químicos, entre outras exigências. Contato: 11 9244-3461.

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GESTÃO Por Cláudio da Motta de Aguilar *

NA CONTRAMÃO DAS FRAUDES EMPRESARIAIS OS DESLIZES E FRAUDES ACOMETIDOS DENTRO DAS EMPRESAS ATÉ POUCO TEMPO ATRÁS ERAM TIDOS COMO TABU. MAS, ESSA REALIDADE VEM SE MODIFICANDO DEVIDO AOS INÚMEROS RISCOS TRAZIDOS ÀS ORGANIZAÇÕES.

A

té bem pouco tempo atrás, quando acontecia alguma fraude dentro de uma empresa, um silêncio total era mantido sobre o assunto, ninguém falava, ninguém comentava, ninguém via nada. Até mesmo quando um auditor iniciava seu trabalho em uma empresa, todos o viam com maus olhos. Isso ocorria por conta de que as fraudes e os deslizes acometidos dentro das empresas sempre foram vistos como um tabu. A própria empresa vitimada fazia questão de esconder que havia sido fraudada. Ao contrário do que ainda se costuma pensar, esse cenário vem se modificando nos últimos Até bem pouco tempo atrás, quando acontecia alguma fraude dentro de uma empresa, um silêncio total era mantido sobre o assunto, ninguém falava, ninguém comentava, ninguém via nada. Até mesmo quando um auditor iniciava seu trabalho em uma empresa, todos o viam com maus olhos.

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anos e as companhias têm buscado encarar esse problema interno de frente, devido aos riscos que o mesmo lhes trazem, como queda na motivação dos funcionários, perda de confiança dos acionistas e consumidores, prejuízo na imagem da empresa perante o mercado e, acima de tudo, prejuízo financeiro aos seus cofres, como vamos ver neste artigo. Primeiramente, vamos entender o que é a auditoria investigativa e a preventiva. Hoje ambas são utilizadas em percentual igual pelas empresas – 50 a 50. A auditoria preventiva, como o próprio nome diz, é aquela utilizada para prevenir, ou evitar, que qualquer fraude ou deslize ocorra dentro da empresa. E nós, auditores, a trabalhamos assim: fechou o mês, coletamos todos os dados da empresa, de seus diversos departamentos (RH, Financeiro, Vendas, Custos, Estoques), analisamos e confrontamos esses dados rapidamente, apurando se não houve nenhuma divergência que possa sinalizar uma fraude. Vale dizer que a informática veio a ser um grande aliado ao trabalho de auditoria, permitindo-nos desenvolver know-how e ferramenta própria de verificação de dados e análises. A auditoria investigativa funciona assim: geralmente a empresa contrata o auditor para fazer um trabalho pontual. Então, nesse caso, iremos auditar uma determinada área, que muitas vezes é a financeira, a de produção ou de


acordando para esse problema, tanto as médias como as grandes corporações, e nestas as perdas são ainda mais vultosas. Vale ressaltar que os prejuízos não são originados somente nas fraudes, desvios, ou até no roubo. São comuns também ocorrerem devido a situações de documentos engavetados, de erros de lançamento de dados, de trabalhos que são deixados de lado por corte de custo ou de pessoal. Normalmente quando ocorre uma redução de pessoal nas empresas, o volume de trabalho continua o mesmo. Então o funcionário está ali só para apagar incêndio. Não intencionalmente, ele deixa passar situações de erros e quando ele se dá conta, tenta acertar, mas em muitas vezes acaba gerando problemas graves (financeiros e contábeis) que ocasionam multas para a empresa, problemas com o Fisco. Nesses contextos, é comum surgir desconfiança do funcionário, em estar pactuando algum tipo de fraude ou desvio. Mas na realidade o que ocorre são erros. Depois de a auditoria realizada em uma empresa, também é comum o auditor indicar estratégias e sugestões para o empresário com vistas a melhorar a gestão do seu negócio. Ainda há muitas companhias, com fornecimento em nível

Geralmente as fraudes são mais comuns em determinadas áreas das empresas. Existem em todas elas, mas de 60 a 80% ocorrem nas áreas de finanças, contábil e, principalmente hoje, nas de estoque (recebimento, compras, expedição).

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vendas. Essa investigação ocorre tanto com funcionários como com fornecedores. E costuma ser realizada analisando dados e fatos de um, dois ou três anos para trás. Já fizemos isso em auditorias em que investigamos 14 anos para trás. Com uma ferramenta própria de Tecnologia da Informação, extraimos os dados dos relatórios de BI (Business Intelligence) da empresa e esses geram relatórios de divergências, que vão ser analisados fisicamente ou operacionalmente. Existem situações em que uma empresa emite 3 a 4 mil faturas diariamente, e com a ajuda da ferramenta de TI, conseguimos averiguar essas faturas rapidamente e chegar ao objetivo da auditoria. Como se está tratando com fraudes, desvios, o trabalho não pode ser demorado. Às vezes já estão correndo ações judiciais e a empresa precisa desse material para os advogados ou promotores agirem documentalmente. O trabalho de auditoria, tanto investigativa como preventiva, pode ser realizado em empresas de qualquer tamanho, qualquer volume de faturamento, tanto na que possui 10 ou 20 funcionários como naquela com 10 mil. Não há limite ou restrição. O importante é ter uma ferramenta confiável, onde todos os lançamentos financeiros da empresa foram imputados dentro mês e da qual se possam extrair os dados de maneira segura. Isso agiliza muito o trabalho da auditoria. Quando ela não tem esse material, é possível também fazer a investigação ou prevenção, porém o tempo de execução do trabalho será maior. Geralmente as fraudes são mais comuns em determinadas áreas das empresas. Existem em todas elas, mas de 60 a 80% ocorrem nas áreas de finanças, contábil e, principalmente hoje, nas de estoque (recebimento, compras, expedição). No geral estão envolvidos funcionários e fornecedores. Há casos em que se tem até mais de 30 funcionários envolvidos, incluindo fornecedores. O prejuízo com relação a fraudes empresariais é muito alto. Mas felizmente, as empresas estão

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GESTÃO

OS BENEFÍCIOS DE UMA AUDITORIA DENTRO DA

Depois de a auditoria realizada em uma empresa, também é comum o auditor indicar estratégias e sugestões para o empresário com vistas a melhorar a gestão do seu negócio. Ainda há muitas companhias, com fornecimento em nível nacional e até internacional, que trabalham no escuro, isto é, sem os controles de controladoria e de gestão.

nacional e até interEMPRESA SÃO nacional, que trabalham no escuro, isto INÚMEROS, é, sem os controles SENDO O de controladoria e de gestão. Geralmente PRINCIPAL DELES elas têm um setor de O FINANCEIRO. custos, mas não têm o de controladoria e gestão. Na medida em que vão saindo os relatórios de auditoria, que são mensais, a gente começa a ver que o empresário não sabe o ponto de equilíbrio de seu negócio, não sabe identificar quanto deve representar a matéria-prima sobre o faturamento da empresa, não tem parâmetros simples, como custo hora/homem, custo hora/ máquina, dentro da sua própria operação; ele não sabe mensurar o markup dentro de cada linha de produtos – ele usa um markup “x”, porque o concorrente dele utiliza o mesmo. Então, muitas vezes a gente não consegue entender como o empresário ainda trabalha no escuro, sem uma área de controladoria. E muitas vezes o auditor sugere para esses empresários que comecem a fazer esse tipo de análise e tenha essas ferramentas de controles, que vão auxiliá-lo em

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um trabalho de controladoria e gestão. Os benefícios de uma auditoria dentro da empresa são inúmeros, sendo o principal deles o financeiro. Existem casos práticos em que se apurou desvios da ordem de 3, 4, 5, 30, 40 milhões em período de 3 anos, e o valor que é percebido pelo trabalho de auditoria não chega a 2% do montante que foi desviado. Outro ganho é a segurança que fica por trás, tanto para o empresário como para os funcionários e acionistas, porque, se alguém lá dentro está com intenção de fazer algum tipo de desvio ou fraude, ele vai pensar duas vezes, pois sabe que mais cedo ou mais tarde o auditor vai chegar ao departamento e vai apurar o que estiver ocorrendo, é questão apenas de tempo. É como se a empresa tivesse alguém especializado cuidando dos seus ativos, do seu patrimônio. A auditoria é uma segurança dada ao empresário, principalmente para aqueles que têm várias empresas, que viajam sempre e passam muito tempo fora. Por mais que ele tenha pessoas de sua confiança. O que vimos em muitos anos de trabalho de auditoria é que as fraudes ocorrem geralmente por parte das pessoas de confiança do dono, porque são elas que conhecem todos os procedimentos e processos dentro da empresa. Dificilmente quem comete um desvio é um funcionário de baixo escalão, um auxiliar. Então, só pelo fato de existir o trabalho de auditoria dentro da companhia, a pessoa má intencionada já vai pensar duas, três, dez vezes antes de fraudar. Uma blindagem começa a ocorrer mensalmente, a auditoria começa amarrar os processos e todos eles começam a ficar claros, evitando que ocorram falcatruas. Os dados ficam seguros e tudo a partir daquele momento não tem como escapar, tudo vai ser vistoriado e auditado. Com isso, o empresário se sente mais seguro e mais confiante. Existem inúmeros exemplos, dos mais diversos. Gostaria de citar alguns emblemáticos, nos quais trabalhamos. Uma grande indústria quími-


GESTÃO

A auditoria é uma segurança dada ao empresário, principalmente para aqueles que têm várias empresas, que viajam sempre e passam muito tempo fora. Por mais que ele tenha pessoas de sua confiança.

ca estava tendo desvio de parte dos seus produtos que era transportado. Ela tinha uma fornecedora de transporte que levava esses produtos químicos até sua fábrica. Alguns motoristas desse fornecedor colocavam dentro da cabine do caminhão 3 lingotes de trilho de trem (o equivalente a 180kg, cada um pesava 60kg). Antes de chegar à fábrica, eles colocavam 180kg do produto químico na cabine, tiravam o lacre sobressalente e voltavam a lacrar a mercadoria. Esse caminhão passava na balança na entrada da fábrica, dava o peso correto, só que os 180kg da cabine não eram descarregados. Na saída, ele não era pesado. O auditor percebeu isso. Um dia quando um desses caminhões estava saindo, o auditor mandou pesar, e constavam os 180kg a mais dentro da cabine do motorista, com os 3 lingotes que não foram descarregados. Outra empresa, uma indústria do ramo de metalurgia, sofreu um desvio de milhões, através de um de seus departamentos, do qual 4 funcionários estavam envolvidos e 16 fornecedores. Por meio das investigações, foi detectado que esses fornecedores não existiam, eram fantasmas. Para dar uma idéia, o endereço de um deles constava em um campo de futebol, outro, em um terreno

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baldio e outro, na Santa Casa da cidade. A fraude ocorria desta maneira: esses fornecedores mandavam a nota fiscal e não entregavam a mercadoria, em outros casos, entregavam a nota com a mercadoria pela metade ou então com outro produto, de qualidade inferior. Essa prática ocorreu por 2 ou 3 anos, até a auditoria descobrir o esquema. Uma grande multinacional do ramo da construção civil teve também um enorme prejuízo através da sua área de compras. No processo em que se iniciava a compra, a mercadoria era uma, quando se efetivava a compra era outra, de qualidade inferior, e a mercadoria que era aplicada na obra era uma terceira, de qualidade 3 ou 4 vezes inferior. Então, era orçado no primeiro processo 1 milhão e meio de Reais, depois, a mercadoria era comprada por 500 mil, e a que era aplicada na obra saía por 300 mil. Assim, existia uma fraude de 1 milhão e duzentos, que era dividido entre os compradores e fornecedores envolvidos. Os riscos que ocorrem nas corporações quando elas não possuem um sistema interno de controles adequados são diversos e de diferentes situações. Além de terem seu caixa lesado num primeiro momento, podem ainda ter prejuízo junto aos consumidores, dano no produto final entregue, entre outros. Concluindo, eu gostaria de orientar as empresas que tomem mais cuidado, que implantem uma área de controladoria e gestão, aquelas que ainda não a tem. Uma auditoria feita semestral ou anualmente é muito importante, no sentido de trazer benefícios tanto para a empresa como para os próprios funcionários e clientes.

(*) Cláudio da Motta de Aguilar É Administrador de Empresas com experiência de 22 anos na área de auditoria empresarial. É palestrante nas áreas de gestão e administração de estoques (OCG), auditoria preventiva e investigativa e soluções em fraudes empresariais. Desde 1995 dirige a CMA Auditores e Consultores Associados Ltda. Contato: claudio@ cmaconsultores.com.br.


MARKETING & PRODUTO

FÁBRICA DE PAPEL DA MWV RIGESA EM SC ENTRA NA RETA FINAL

INSTITUTO DE EMBALAGENS SURPREENDE NA FCE COSMETIQUE

A

FuturePack surpreendeu os visitantes de seu estande na FCE Cosmetique 2012 (a feira

internacional de tecnologia para a indústria cosmética), de 29 a 31 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A ideia do projeto Impressions foi reunir o melhor em uma embalagem de cosmético e apresentar ao público um produto diferenciado com várias possibilidades de decoração, impressão e acabamentos nos diferentes materiais utilizados. O cosmético escolhido foi um perfume feminino com fragrância floral e notas amadeiradas. Fábrica de papel da MWV Rigesa, em Três Barras, SC: ampliação ultrapassa R$ 800 milhões.

I

Instituto de Embalagens: www.institutodeembalagens.com.br

nvestimento superior a R$ 800 milhões na ampliação da Fábrica de Papel da MWV Rigesa

em Três Barras, SC, vai praticamente dobrar a produção de papel para embalagens da Unidade, que entrou nas etapas de montagem dos equipamentos, especialmente na Nova Máquina de Papel. A obra está entrando na fase final e mais especializada, com atuação de profissionais de várias áreas. Outras inovações importantes dessa expansão

A CROMUS EMBALAGENS COMEMORA SEUS 18 ANOS

U

ma das maiores fabricantes de embalagens flexíveis do país, a Cromus Embalagens é reconhecida por

seus produtos diferenciados e por sua eterna busca por

também têm evoluído de forma rápida. Um

aquilo que é inovador. “Encantar ao primeiro olhar” é

exemplo é a Planta de Aparas, que vai produzir

mais que um slogan da empresa, é o compromisso que

fibras de celulose para a produção de papel a

ela assumiu nestes 18 anos para proporcionar excelentes

partir da reciclagem de papelão ondulado. Segundo

resultados aos seus clientes e parceiros. Na última semana

a fabricante, o reaproveitamento do papelão é

de abril, a empresa realizou um Open House na sua fábrica,

uma excelente opção de matéria-prima de alta

em Mauá, na Grande São Paulo, para lojistas e varejistas

qualidade, contribuindo também para a preservação

de todo o país, quando lançou a Coleção de Natal 2012

do meio ambiente, pois utiliza caixas descartadas

com mais de 5 mil itens. Ao antecipar esse lançamento,

pelo consumidor final. Após a expansão, a unidade

a Cromus permite que lojistas e varejistas de todo o país

demandará, diariamente, de cerca de 470 toneladas

adquiram produtos de Natal, programando suas compras,

de aparas de papelão ondulado.

entre outras vantagens.

MWV Rigesa: www.mwvrigesa.com.br

Cromus Embalagens: www.cromus.com.br

ABFLEXO_FTA/BRASIL_61


MARKETING & PRODUTO

MARCA COMERCIALIZADA DESDE 1937 FOI REDESENHADA

SUPORTE DE FACAS ELETRÔNICO TIDLAND CONQUISTA PRÊMIO

A nova linha Agradal ganhou conceito vintage. Da esq. p/ dir.: Peter Wood, Gerente de Produto da Tidland Internacional, com Diretores da AIMCAL, nos EUA.

A

linha Agradal, formulação pertencente à Nova Cosméticos, que a comercializa desde 1937, foi

A

Tidland, líder mundial em sistemas para desenrolamento, enrolamento e

totalmente resenhada pela Speranzini Design, responsável

corte de materiais flexíveis, recebeu o prêmio

pela atualização das embalagens da Nova Cosméticos,

“Tecnologia do Ano” da AIMCAL (Associação

empresa sediada na cidade paulista de Itatiba. O projeto

Norte Americana de Equipamentos para as

aconteceu por meio do Convênio ABRE/Sebrae para

Indústrias de Conversão – Metalizadoras, Coaters

pequenas e médias empresas. A tradicional linha possui

e Laminadoras). De acordo com a Associação,

8 itens, como creme para mãos, pés e rosto, secativo,

os juízes ficaram impressionados com os níveis

clareador e hidratante, adstringente e sabonete facial.

de produtividade e segurança atingidos e pela

Durante o processo de atualização da marca, a Speranzini redesenhou a logomarca que passou a se chamar

redução de intervenção do operador na máquina. “Os ajustes simples eliminam muita perda

apenas Agradal – o antigo nome era Agradal Du Vien. A

de material e de tempo”, observou um juiz;

mudança possibilitou com que a linha Agradal ficasse muito

“Agora o operador da máquina somente precisa

mais sofisticada e competitiva, aumentando a percepção de

se preocupar com a afiação da faca”, adicionou

seu valor, elevando-a a uma categoria superior de produto.

outro juiz. “É uma inovação surpreendente para

A tipologia empregada remete a um conceito mais vintage

um produto que poucos consideravam que

que relembra os bons e naturais produtos de antigamente,

poderia evoluir”. Peter Wood, Gerente de Produto

mas com formato contemporâneo permitindo uma melhor

da Tidland Internacional, esteve no Brasil para o

leitura e dando destaque e personalidade à linha. Já as

lançamento e informou que o Suporte de Facas

embalagens ganharam novo projeto gráfico, que buscou a

Eletrônico é o resultado de anos de interação

simplificação e visibilidade para a marca e harmonia para a

entre operadores de máquina e a equipe de

linha, por cores modernas e contrastantes.

engenheiros da Tidland.

Speranzini Design: www.speranzini.com.br

Tidland do Brasil:

Nova Cosméticos: www.novacosmeticos.com.br

Tel.: 11 3959-0990  www.tidland.com.br

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TETRA PAK IDENTIFICA 2,7 BILHÕES DE NOVOS CONSUMIDORES

U

SOLÉFLEX É DISTRIBUIDOR EXCLUSIVO DE FILMES PET DO GRUPO FLEX

A

Soléflex passou a ser importador e distribuidor exclusivo da linha de filmes de poliéster (PET) do Grupo Flex, produto que

ela já distribuía no Brasil desde 2010. Com o novo acordo, a empresa

ma nova pesquisa da Tetra

passou a manter grandes quantidades de filme PET em seu estoque.

Pak, líder mundial em soluções

O material é fornecido pela Flex em bobinas de diversas larguras e a

para processamento e envase de

Soléflex comercializa o produto na embalagem original do fabricante.

alimentos, identifica que 2,7 bilhões

As bobinas de 2,10m de largura são fracionadas pela

de novos consumidores serão a

Soléflex com equipamento próprio para atender

próxima grande oportunidade de

a mais ampla gama de medidas em todo o

mercado para a indústria de laticínios.

mercado brasileiro, de maneira mais rápida

A expectativa surge da população

e segura. O Grupo Flex fabrica uma extensa

de baixa renda que deve emergir

linha de produtos em filmes de poliéster

nos países em desenvolvimento,

para aplicações em embalagens flexíveis,

graças ao esperado aumento da

laminação térmica, hot stamping, isolamento

prosperidade, do poder de compra e

elétrico, metalização, entre outros.

do desejo de consumo de produtos lácteos líquidos. De acordo com o estudo Tetra Pak Dairy Index - que acompanha em todo o mundo fatos,

Detalhe do estoque da Soléflex, em sua Sede.

Soléflex: Tel.: 48 3343-4333 comercial@soleflex.com.br  www.soleflex.com.br

números e tendências na indústria de laticínios - o consumo de lácteos da população de baixa renda em mercados em desenvolvimento deve aumentar de 70 bilhões de litros em 2011 para quase 80 bilhões, em 2014. Segundo Dennis Jönsson, Presidente e CEO da Tetra Pak,

ALTEC REPOSICIONA SUA ESTRUTURA COMERCIAL

A

Altec, líder brasileira na fabricação de controles de tensão, freios, embreagens, alinhadores

os consumidores de baixa renda

de borda, montadoras de clichês e sistemas de vídeo

representam quase 40% da população

inspeção, adota nova estrutura comercial e reforça

mundial e, além de viverem em

seu foco na visão de “Ser uma empresa dinâmica,

economias que impulsionam o

orientada para o cliente e entendendo profundamente

crescimento da indústria, o poder

suas necessidades, de forma a lhe oferecer sempre a melhor solução”.

aquisitivo da classe está aumentando.

Nesta nova fase, a empresa trouxe do mercado de conversão e

A pesquisa foi focada em 6 países,

impressão o experiente executivo Geraldo Constantino Júnior para

que representam mais de 76%

assumir a sua área comercial, em 2 de Maio. Constantino traz uma

do consumo dos produtos lácteos

bagagem de mais de 20 anos de atuação no mercado de conversão e

líquidos destes consumidores, na

impressão. Segundo a Diretoria da empresa, ele assume o compromisso

Índia, China, Indonésia, Brasil,

de guiar a equipe de vendas para dar maior suporte aos clientes, com a

Paquistão e Quênia.

qualidade e experiência de 30 anos da Altec.

Tetra Pak: www.tetrapak.com.br

Geraldo Constantino Júnior, novo Gerente Comercial da Altec.

Altec: Tel.: 11 4053-2900  altec@altec.com.br  www.altec.com.br

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NOSSA IMPRESSÃO

Scarpeta

VENDO O INVISÍVEL

aro amigo, leitor, já por alguns anos tenho observado que em geral as pessoas não olham muito para a tecnologia invisível no nosso mercado flexográfico. Por trás do aumento da qualidade e produtividade da flexografia, há aqueles elementos ou tecnologias que saltam à vista, mas há também muitas que não vemos ou mesmo não percebemos a olhos vistos. Por exemplo, a tecnologia gearless, shaftless, flat top dot, entre outras, podemos dizer que não são difíceis de perceber visto que sentimos o resultado no momento da impressão. No entanto, há muitos itens envolvidos no processo de impressão. Não é só máquina e clichês. Há também dupla-face, faca, anilox, substratos, tinta e diversos outros acessórios. Veja o caso da dupla-face, esse item essencial nem sequer existia alguns anos atrás. O clichê era fixado com cola de benzina espalhada no verso do clichê e na superfície do porta-clichê. Depois passou para fitas de tecido (na época chamada de esparadrapo), fita de poliéster, papel e outros plásticos para finalmente surgiu a ideia de colocar uma camada de espuma para suavizar o impacto dos pontos e imagens do clichê no ato da impressão. Daí os fabricantes passaram a pesquisar tipos de materiais para as fitas como as espumas de Polietileno, Poliuretano, EVA, entre outras, e também os tipos de adesivos e suas forças. Além disso, há a questão da compressividade e densidade dos mesmos. Percebeu-se que a dupla-face mais macia era mais indicada para retículas e as mais duras, para traços grossos e chapados, tanto é que hoje a variedade é grande. As fitas também passaram a acompanhar o movi-

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mento das empresas que precisavam ter um adesivo que de um lado fosse mais forte do que o outro, visto que tinham que retirar o clichê para limpar e guardar, e muitas começaram a reutilizar a dupla-face para economizar. Portanto, houve enormes avanços nas fitas dupla-face e que hoje não é completamente entendida ou mesmo percebida pelo usuário. Só para exemplificar, você saberia me dizer se a dupla-face que você usa na sua empresa é de espuma de PE ou PU e que tipo de adesivo ela é revestida? Será que faz diferença ou são modos e tecnologias diferentes para alcançar um mesmo objetivo? A dupla-face é apenas um pequeno exemplo. Posso garantir que a tinta evoluiu tecnologicamente com moagens melhores e mais precisas, análises laboratoriais mais refinadas de pigmentos e resinas, desenvolvimento de novas resinas ou aditivos para a tinta. Até mesmo o selante que vai à lateral do doctor blade mudou! O tipo de espuma e de dureza, bem como o design e ponto de contato com o anilox são hoje pesquisados em laboratório. Então, espero que pense a respeito das muitas mutações, melhorias e avanços que estão ocorrendo na flexografia, mas que não são vistas a olho nu. Tente ver o invisível dessas tecnologias!

A RESPEITO DAS MUDANÇAS NA FLEXO

C

Eudes

Eudes Scarpeta É Especialista em Processos Gráficos, Consultor e autor dos livros “Flexografia, Manual Prático” (Editora Bloco de Comunicação) e “Como reduzir o setup na impressão”, 1ª e 2ª, (Editora Scortecci), além de ter artigos publicados sobre a atividade gráfica em diversos veículos especializados. Por 10 anos foi professor de cursos técnicos no SENAI. É formado em Artes Gráficas e Administração e pós-graduado em Gestão Estratégica de Recursos Humanos.


FuturePack 2012

Programe-se!

Principais temas: Mercado | Design | Tecnologia | Tendência | Inovação | Fabricação e propriedade de papelcartão Processos | Materiais | Impressão | Pré-impressão | Sustentabilidade | Projetos | Corte e Vinco

Todas as palestras serão realizadas por um corpo docente especialista no assunto. Data: 19 a 21 de Junho Local: Auditório ABIPLAST Endereço: Av. Paulista, 2439 - 8° andar São Paulo - SP

Patrocinadores:

Nós vamos trazer as principais informações da DRUPA até você! O Painel DRUPA acontecerá em São Paulo e será sua oportunidade de saber tudo o que aconteceu na feira que é a vitrine mundial da indústria gráfica. Dia: 04 de Julho de 2012 Horário: à partir das 8h30 Local: Auditório da ABRAS Av. Diógenes Ribeiro de Lima, 2.872 - Alto da Lapa Patrocinadores:

www.institutodeembalagens.com.br

Para mais informações: Tel.: (11) 2854-7770 / 3431-0727 E-mail: cursos@institutodeembalagens.com.br


NEGÓCIOS

ECO BUSINESS 2012 FOI TOTALMENTE REFORMULADO 5ª EDIÇÃO DO CONGRESSO E FEIRA DE ECONEGÓCIOS E SUSTENTABILIDADE, QUE ACONTECERÁ DE 14 A 16 DE AGOSTO, TEM CONTEÚDO DIRIGIDO POR GUI BRAMMER

A

Eco Business – Congresso e Feira de Econegócios e Sustentabilidade acontecerá nos dias 14 a 16 de agosto de 2012 no Centro de Convenções Imigrantes, na cidade de São Paulo. O evento foi totalmente reformulado para se tornar ainda mais completo e inovador nos temas relacionados à sustentabilidade, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Para implantar essas melhorias, o evento conta com a direção de conteúdo de Gui Brammer, Diretor da GreenBusiness e um dos mais renomados empresários do setor de sustentabilidade e meio ambiente do país.

TEMAS DIFERENCIADOS

Gui Brammer, Diretor de Conteúdo da 5ª Eco Business.

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Temas diferenciados, conteúdos inovadores e expositores de ponta farão parte do novo processo e trarão diferenciação, fortalecendo ainda mais a Eco Business junto ao meio empresarial e industrial brasileiro. O evento é referência e fonte de informação no desenvolvimento da gestão sustentável, pois apoia o setor empresarial brasileiro na busca pela implementação constante da sustentabilidade, contribuindo e impulsionando empresas, produtos e serviços que gerem ganho ambiental.

A edição 2012 contará com a participação de 24 palestrantes que abordarão temas ligados ao transporte, matéria-prima, energia, recursos hídricos, construção civil, tecnologia, gestão ambiental, certificações, reciclagem, logística e varejo, entre outros. A Eco Business é uma realização da Mastran Fairs e tem na sua direção os executivos: Marco Antonio Mastrandonakis, Diretor Presidente da Mastran; Lia Montilinsky, Diretora do evento; Gui Brammer, Diretor de Conteúdo; e conta ainda com a colaboração de Ricardo Guggisberg, idealizador da feira e Presidente da MES Eventos.

O desafio da gestão sustentável Com o tema Desafio da Gestão Sustentável, a edição 2012 vai mostrar que mais do que necessário, é possível ser sustentável, apresentando cases de sucesso, promovendo a troca de informações e a geração do conhecimento, motivando novas oportunidades de negócio para empresas que desenvolvem ou querem desenvolver projetos sustentáveis, ecoprodutos e serviços. Divido em dois espaços – congresso e feira – a Eco Business receberá em seus três dias de evento os mais renomados profissionais da economia sustentável e os principais players do setor que, por meio de palestras, nortearão aqueles que buscam alternativas empresariais de desenvolvimento sustentável.


A ECO BUSINESS REALIZARÁ A CAMPANHA “VAMOS DE METRÔ!”, QUE VISA INCENTIVAR CONGRESSISTAS, EXPOSITORES E VISITANTES A UTILIZAREM TRANSPORTE COM ENERGIA LIMPA.

Conjuntamente, nos estandes da feira será possível conhecer diversas empresas que tem projetos em prol da sustentabilidade e meio ambiente e qual caminho foi trilhado para implementá-los, dando assim, ao visitante conceitos e informações sobre práticas sustentáveis. Por meio desses cases, palestras e exposições, o evento visa formar um novo conceito e passá-los para as empresas, mostrando com isso que não é preciso muito para ser sustentável, mas que para começar é preciso entender este processo e suas etapas. Na verdade, a sustentabilidade é um processo irreversível, um caminho sem volta, onde a sociedade demandará cada vez mais produtos ecologicamente corretos. Esse caminho exige que a cadeia produtiva e de serviços brasileira se adapte a esse novo cenário desenvolvendo técnicas de fabricação e produtos que priorizem o equilíbrio ambiental.

Novidades em prol da sustentabilidade A Eco Business trará nesta 5ª edição muitas novidades para congressistas e visitantes. Uma das novidades é a Ação conjunta com universidades que visa à divulgação de trabalhos universitários que tenham o tema sustentabilidade. Com esse intuito, a Eco Business convidou as instituições de ensino para inscreverem dois trabalhos selecionados entre as ideias desenvolvidas no âmbito acadêmico que envolvam o tema sustentabilidade para ser apresentado na Galeria de Painéis Universitários dentro do evento. A feira trará também a Eco Office, um espaço inédito que apresentará as principais novidades e tendências de produtos e serviços sustentáveis para ambientes profissionais. O espaço tem como meta apresentar soluções criativas e sustentáveis

Plateia do evento de 2011.

e será uma excelente vitrine para que expositores se aproximem de seu consumidor final, potencializando seus negócios. Já o Acervo Sustentável é a primeira biblioteca sustentável do país com aproximadamente 600 livros com temas de grande interesse sobre o assunto como técnicas de gestão sustentável, sustentabilidade e meio ambiente, entre outros. Outra novidade é o VE 2012 – Salão Internacional de Veículos Elétricos e Componentes. O evento tem como objetivo promover o desenvolvimento, a demonstração, comercialização e a utilização de veículos elétricos no país, intensificando o posicionamento das modalidades e modelos de veículos elétricos no Brasil e na América do Sul. Basf, PepsiCo, P&G, Dow, Gilberto Dimenstein, Gui Brammer, Vivian Blaso, Rachel Biderman, ZazCar, Locomotiva, Metalsinter, Sautil, Caronetas, FAAP, FGV, ESPM, Natura, WiseWaste, Camargo Corrêa e Green Mobility são algumas das empresas e palestrantes confirmados no evento.

ECO Business 2012: Data: 14 a 16 de agosto de 2012  Horário: das 10 às 20h Local: Centro de Convenções Imigrantes – Pavilhão Canelinha  Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 1,5 Credenciamento já disponível: www.ecobusiness.net.br

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NEGÓCIOS

Na foto, Fispal Tecnologia de 2011.

FISPAL TECNOLOGIA PREVÊ 64 MIL VISITANTES PRINCIPAL FEIRA DE EMBALAGENS, PROCESSOS E LOGÍSTICA PARA AS INDÚSTRIAS DE ALIMENTOS E BEBIDAS DA AMÉRICA LATINA

O

Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, de 12 e 15 de junho, será mais uma vez palco para os principais lançamentos em equipamentos e produtos, além das tendências para o setor de embalagens. A expectativa da BTS Informa é que a 28ª Fispal Tecnologia, principal Feira de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas da América Latina, supere os resultados positivos da edição passada. Serão mais de 2 mil marcas expositoras, que ocuparão os 80 mil m2 do Anhembi, e 64 mil visitantes qualificados das principais regiões do Brasil e do exterior. Entre as novidades deste ano estão três congressos técnicos, que devem fomentar ainda mais a transferência de conhecimento entre os profissionais do setor. Os temas que farão parte da programação são: Operações Industriais no setor de Alimentos e Bebidas: Redução de Custos e Aumento da Produtividade; Inovação, Sustentabilidade e Redução de Custos em Embalagens no setor de Alimentos e Bebidas; e I Congresso Nacional de Redução de Açúcar, Sal e Gordura do Setor Alimentício. O potencial de crescimento da indústria de

embalagens nacional tem atraído cada vez mais a atenção de empresas estrangeiras. Em 2011, o evento recebeu expositores de 14 países, entre eles África do Sul, Argentina, Canadá, China, Estados Unidos, Espanha, Itália, Peru, Polônia e Turquia. “A Fispal é um grande veículo de informações e negócios para os profissionais do setor, o que justifica os investimentos das empresas em ampliar a participação a cada ano”, afirma Marco Antonio Basso, CEO do Informa Group no Brasil. Dados do Laboratório de Monitoramento Global de Embalagem da ESPM revelam que os lançamentos de embalagens no Brasil seguiram a tendência mundial, somando 11.475 novas unidades em 2011, ante 11.820 em 2010. Nos tipos de embalagens, a indústria brasileira acompanha o padrão internacional, com as flexíveis (28,2%) na liderança, seguidas pelas garrafas (26,4%), tubo/bisnaga (10,2%), caixa de cartão (7%) e frasco (5,9%). A expectativa para o evento de 2012 é reunir 64 mil profissionais do ramo e mais de 2 mil empresas que vão expor seus trabalhos e serviços. Todas as atrações poderão ser acompanhadas no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Fispal Tecnologia 2012: Data: 12 a 15 de junho  Horário: 11h às 20h Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - São Paulo, SP.  www.fispaltecnologia.com.br

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Fispal Food Service 2012 espera receber 65 mil visitantes, de 24 a 28 de junho. (Na foto, edição de 2011).

FISPAL FOOD SERVICE EXIBIRÁ 1400 MARCAS

M

undialmente, o foodservice tem estimulado o crescimento da indústria de alimentos e bebidas, com lançamentos de produtos e serviços por conta dos novos hábitos dos consumidores que buscam a alimentação fora do lar. No Brasil, mais de 30% das vendas da indústria de alimentos no mercado interno são direcionados ao Food Service, que continua crescendo a taxas superiores a 12% ao ano, tendo movimentado R$ 208 bilhões, em 2011, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA). A expectativa da BTS Informa, organizadora e promotora da 28ª FispalFood Service (Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar), que se realiza de 25 a 28 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo, é estimular e ampliar a geração de negócios para as 1400 marcas expositoras do maior evento do setor na América Latina. Assim como nas edições anteriores, a Fispal Food Service conta com a parceria de importantes entidades do setor, para apresentar as mais recentes tendências em produtos e soluções para o foodservice. Entre as novidades, o público poderá conferir duas grandes atrações. Uma é a Vila da Pizza, um espaço exclusivo do setor, que terá um auditório, onde serão ministradas palestras e montada a maior pizza do Brasil, com o apoio da

Associação Pizzarias Unidas. E a outra é a Vila do Pão, que vai reunir fornecedores de panificação e também vai contar com um auditório de palestras. Nos quatro dias do evento, são esperados 65 mil visitantes e especificadores qualificados para a Fispal Food Service e para as feiras que acontecem simultaneamente (FispalCafé- Feira de Negócios para o Setor Cafeeiro, Fispal Hotel - 3ª Feira de Negócios para o Setor Hoteleiro, TecnoSorvetes - 9ª Feira Internacional de Tecnologia para a indústria de Sorveteria Profissional e, pela primeira vez, o SIAL Brazil - Salão Internacional de Alimentação para a América Latina. Segunda maior promotora de feiras do país, a BTS Informa consolida-se como a principal promotora voltada para a cadeia produtiva de alimentos e bebidas na América Latina. Seu portfólio inclui nomes como: Fispal Tecnologia, FispalFood Service, Fispal Hotel, Fispal Café, TecnoSorvetes, ABF Franchising Expo, TecnoCarne, MercoAgro, ForMóbile, FispalFood Service Nordeste, Fispal Tecnologia Nordeste e ABF Franchising Expo Nordeste.

PRINCIPAL EVENTO DO SETOR NA AMÉRICA LATINA MOVIMENTARÁ OS PRINCIPAIS SETORES DO VAREJO DA ALIMENTAÇÃO FORA DO LAR, DE 24 A 28 DE JUNHO

Fispal Food Service: Data: 25 a 28 de junho Horário: das 13h às 21h Local: Expo Center Norte – São Paulo, SP. www.fispalfoodservice.com.br

ABFLEXO_FTA/BRASIL_69


NEGÓCIOS

FOCO DA ARGENPLÁS SERÁ NA ECONOMIA DE ENERGIA E EFICIÊNCIA DE PRODUÇÃO

D

e 18 a 22 de junho acontecerá a semana do

A consagração do plástico se deve às suas múltiplas

plástico na América Latina, com dois objetivos

facetas que permitem ir da máxima dureza à elasticidade

bem claros: economia de energia e eficiência da

e flexibilidade em um estado impressionante. A aplicação

produção. A Argenplás 2012 (XIV Exposição Internacional

de cores que permite combinações infinitas como requer

de Plásticos) é um encontro de profissionais com um perfil

a criação. Pode ser sujeito de alta transparência, translú-

selecionado para oferecer ao expositor um ambiente favo-

cidos ou, ainda, opacos. Copia qualquer forma requerida,

rável para fechar negócios com empresários, executivos,

inclusive as mais complexas. Fomenta e facilita a cultura

engenheiros e técnicos, todos com decisão de compra das

da inovação para melhorar a competitividade das empre-

seguintes áreas: Fabricantes, transformadores e usuários

sas. Outorga as melhores respostas de adaptação na hora

de produtos plásticos; Matérias-primas e produtos auxilia-

de substituir os materiais tradicionais.

res; Máquinas e equipamentos auxiliares, automação, conArgenplás 2012: Data: 18 a 22 de junho

matrizes; Plásticos reforçados, compostos, poliuretanos.

Buenos Aires, Argentina.  www.argenplas.com.ar

www.photl.com

www.artsim.com

trole e instrumentação para todos os processos; Moldes e

inf. 11 5088.0033 www.abflexo.org.br

Ajudar o próximo faz bem. Venha fazer o bem!


RADAR RADAR

MAIS CONTEÚDO SOBRE O SETOR NA WEB

Acesso pelo www.abflexo.org.br

O

site da ABFLEXO foi totalmente reformulado em seu conteúdo e design. Com visual mais clean e leve, mais objetivo e fácil de navegar, o novo site da Associação foi construído dentro de um projeto moderno, prático e dinâmico, fazendo uso das tecnologias e sistemas atuais de internet. O seu conteúdo foi modernizado e também bastante ampliado. Ganhou mais espaço para veicular as notícias e novidades de toda a cadeia flexográfica e também dos setores congêneres. Agora tem espaço para Enquete que constantemente está no ar para consultar a opinião dos Associados e outros profissionais do setor. Na área central da home, os grandes eventos e fatos, bem como os eventos da ABFLEXO, como os Treinamentos, o Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay, ganharam maior destaque e relevância. A revista Inforflexo agora pode ser melhor “degustada”: constantemente estarão disponíveis as seis mais recentes edições, em versão digital, para aqueles que ainda não a conhecem poder dar uma “folheada”; traz também infor-

mações para Assinaturas e Publicidade com o mídia kit de informações básicas para quem quiser divulgar seus produtos na revista. Falando em anunciar, outra novidade do novo site da Associação são os espaços para publicidade, para ampliar a divulgação e fortalecimento das marcas dos nossos parceiros e ainda proporcionar uma melhoria constante no próprio site. “A nossa proposta foi criar uma plataforma, na qual possamos ir construindo o portal do Associado e de quem trabalha com a flexografia, onde possam buscar informações e conhecimento, eventos, cursos e projetos que lhes ajudem na sua capacitação profissional. Dessa forma, temos outras implementações para serem construídas daqui para frente, de acordo com o desenvolvimento do site”, explica a Presidente da ABFLEXO, Ana Marcussi. Convido a todos para acessarem o nosso novo site, conhecer seu conteúdo e depois enviar suas sugestões, críticas ou elogios para o e-mail (abflexo@abflexo.org.br). O cadastro e inscrições dos trabalhos para o Prêmio Qualidade Flexo foram desenvolvidos novamente de forma a ficar mais prático e de fácil visualização na home para todos aqueles que vão fazer suas inscrições para a premiação. Os demais projetos da Associação têm também a sua página individual, acessada pelos botões de menus na lateral esquerda da home, são eles: Treinamentos, Conferência Internacional de Flexografia, Feira Flexo Latino América, Ação Social Flexo, além de agenda do setor e correlatos, no menu Eventos.

A ABFLEXO REFORMULOU TOTALMENTE O SEU SITE, COM ENFOQUE MAIOR SOBRE O QUE ACONTECE NO SETOR FLEXOGRÁFICO E SUAS NOVIDADES

Ana Marcussi, Presidente da ABFLEXO.

Acesso o novo site da ABFLEXO: www.abflexo.org.br

ABFLEXO_FTA/BRASIL_71


RADAR RADAR

Salão Social do CMSP (na foto, cerimônia de premiação do ano passado), um dos melhores locais para eventos da capital paulista.

ENCERRAMENTO DAS INSCRIÇÕES SE APROXIMA O PRÊMIO QUALIDADE FLEXO PROF. SÉRGIO VAY FAZ ANIVERSÁRIO DE 20 ANOS E OS HOMENAGEADOS SERÃO AS EMPRESAS INSCRITAS, QUE TERÃO A OPORTUNIDADE DE REVELAR SEUS TALENTOS AO MERCADO

Ú

nica premiação estritamente técnica em todo o Brasil e também no Hemisfério Sul, que reconhece a excelência na impressão flexográfica, este ano comemora o seu 20º aniversário, com muito estilo, tradição e integridade. O Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay reconhece e homenageia os melhores trabalhos do setor, por meio de um rigoroso processo de avaliação das amostras inscritas, que acontece em duas etapas

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distintas, por dois Júris diferentes, e é expresso pela atribuição de notas inteiras de 5 a 10 nos quesitos técnicos, dentro de cada classe/categoria que, passados o julgamento final e a auditoria, são divulgadas ao público em geral, no website da Associação (www.abflexo.org.br). Para dar uma ideia, a premiação do ano passado (500 amostras inscritas) contou com dois Júris formados por 59 integrantes, sendo que o 1º foi composto por 24 formandos e 5 docentes da Escola Senai Theobaldo De Nigris, do Curso Técnico de Rotogravura e Flexografia, e o 2º Júri foi composto por 19 profissionais técnicos da indústria flexográfica e 11 docentes da referida Escola Senai. A auditoria é feita pela CMA Consultores e Auditores Associados. O Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay 2012 – Edição 20 – está com suas inscrições abertas desde o dia 2 de abril e vai encerrá-las no dia


AS CLASSES/CATEGORIAS DE 2012  Banda Estreita, Filme Flexível - Impressora Tambor Central, Água/Solvente

 Banda Larga, Papel, Traço, Com Engrenagem 6 cores

 Banda Estreita, Filme Flexível, Impressora Modular, Traço, UV

 Banda Larga, Papel, Cromia, Com Engrenagem 6 cores

 Banda Estreita, Papel, Impressora Modular, Traço, Água/Solvente

 Banda Larga, Filme Flexível, Traço, Gearless

 Banda Estreita, Filme Flexível, Impressora Modular, Cromia, UV

 Banda Estreita, Papel, Impressora Modular, Cromia, Água/Solvente  Banda Estreita, Papel, Impressora Tambor Central, Água/Solvente  Banda Estreita, Papel, Impressora Modular, Traço, UV

 Banda Estreita, Papel, Impressora Modular, Cromia, UV

 Banda Larga, Filme Flexível, Traço, Com Engrenagem, 6 Cores

 Banda Larga, Filme Flexível, Cromia, Com Engrenagem, 6 Cores  Banda Larga, Filme Flexível, Traço, Com Engrenagem, 8 Cores

 Banda Larga, Filme Flexível, Cromia, Com Engrenagem, 8 Cores

31 de Julho próximo, impreterivelmente, nessa data, porque os dois Julgamentos acontecerão nos dois meses seguintes: agosto e setembro. E a cerimônia de premiação será no dia 23 de novembro, novamente no Salão Social do Círculo Militar de São Paulo, um dos melhores espaços de eventos da capital paulista. “Excepcionalmente este ano, para comemorarmos o 20º aniversário da maior premiação do nosso setor, teremos uma grande surpresa em nossa festa de premiação que vai revelar os melhores impressores flexográficos do país e homenagear os mais importantes fornecedores da cadeia. Será uma grande festa de gala com momentos imperdíveis, onde os convidados viverão uma realidade totalmente inusitada e inesquecível. Vai valer a pena estar entre os melhores”, adianta a Presidente da ABFLEXO, Ana Marcussi. “Por isso, orientamos a todos os convertedores que inscrevam suas amostras o quanto antes, pelo website da Associação. E aos fornecedores, pedimos que orientem e ajudem seus clientes a inscreverem seus trabalhos, pois, a premiação vai

 Banda Larga, Papel, com Engrenagem, 8 cores  Banda Larga, Filme Flexível, Cromia, Gearless

 Banda Larga, Filme Flexível, Pet Food, Com Engrenagem  Banda Larga, Filme Flexível, Pet Food, Gearless  Banda Larga, Papel, Cadernos  Papelão Ondulado, Traço

 Papelão Ondulado, Cromia, Até 4 Cores

 Papelão Ondulado, Cromia, Acima de 4 Cores  Desempenho Especial Escola

homenagear também os melhores fornecedores”, acrescenta a Presidente. As inscrições dos trabalhos impressos em flexografia devem ser feitas somente pelo site da Associação (www.abflexo.org.br), cujo sistema de preenchimento das informações a cerca das amostras é muito fácil e rápido. Primeiramente, o participante deve fazer o cadastro da sua empresa, ação que é realizada uma única vez, depois disso, imediatamente, ele recebe o login e sua senha para poder fazer a inscrição das amostras – poderá inscrever quantas amostras quiser e no

DESCONTO NAS INSCRIÇÕES SÓ ATÉ 30 DE JUNHO! Inscrições feitas de 02 de Abril a 30 de Junho: Associado (R$ 100,00) e Não Associado (R$ 200,00) por trabalho. Inscrições feitas de 01 de Julho a 31 de Julho: Valor normal: Associado (R$ 150,00) e Não Associado (R$ 300,00) por trabalho. E MAIS! Válido até o final das inscrições, em 31 de Julho! A cada 10 trabalhos inscritos e pagos, o 11º será gratuito!

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RADAR

horário mais tranquilo de seu trabalho, pois o sistema de preenchimento fica disponível 24 horas, inclusive nos finais de semana. O Regulamento também fica disponível no menu “Prêmio Qualidade Flexo”. Segundo suas regras, podem ser inscritas amostras produzidas em 2012 e também em 2011, mas estas somente se não foram premiadas em nenhuma edição anterior do Prêmio Qualidade Flexo. De acordo com o Regulamento 2012, cada

empresa poderá concorrer com quantos trabalhos quiser, bem como em quantas classes/categorias, mas somente até o término do prazo das inscrições: 31 de Julho próximo. Somente concorrerá a empresa que seguir as regras do Regulamento, preencher (online) corretamente a Ficha de Cadastro da sua empresa, bem como a Ficha Técnica de cada trabalho, e efetuar o pagamento da inscrição (via boleto bancário) dentro do prazo estipulado. Depois de ter a Ficha Técnica e as Informações Adicionais Obrigatórias devidamente preenchidas (online), os trabalhos inscritos deve-

PREMIAÇÕES ESPECIAIS TRAZEM 2 NOVAS MODALIDADES TOP EM FLEXO Concedido à amostra que obtiver a maior média final entre os trabalhos vencedores. TOP TEN CONVERTEDORES Para eleger os Top Ten Convertedores, serão considerados os 10 convertedores associados da ABFLEXO, que inscreverem no mínimo dez trabalhos e que obtiverem as maiores notas finais, calculadas pelas médias das notas dos seus trabalhos finalistas. TOP TEN FORNECEDORES Serão considerados os 10 fornecedores, associados da ABFLEXO, que obtiverem as dez melhores notas finais, calculadas pela média dos trabalhos finalistas. HONRA AO MÉRITO FORNECEDOR Todos os fornecedores que tenham contribuído com a produção dos trabalhos vencedores também serão reconhecidos. A avaliação será feita com base nas “Informações Adicionais Obrigatórias” fornecidas pelo convertedor na Ficha Técnica, preenchida para cada trabalho inscrito.

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PROJETO INOVADOR Destinado aos fornecedores. Será reconhecido e homenageado o Projeto Inovador em tecnologia, equipamento, insumo, acessório ou periférico da cadeia flexo, desenvolvido no Brasil, que apresente redução de custo, melhoria de qualidade, impacto positivo nos negócios, alguma certificação conquistada, testemunho de até 3 clientes, valor investido localmente. Serviços não concorrem.

CASE INICIATIVA DE SUSTENTABILIDADE Destinado aos convertedores. Será reconhecido e homenageado o trabalho impresso em flexo que contenha algum esforço para melhorar um ou mais aspecto de sustentabilidade; exemplos: um substrato ou outro insumo com matéria-prima de fonte renovável, de material reciclado ou ainda que possa ser reciclado pós-consumo; conformidade com alguma norma técnica voltada a contribuir com menor impacto ao meio ambiente; que tenha sido produzido em equipamento ou processo industrial que contribua para gerar menor impacto ambiental; estar inscrito dentro de um programa de logística reversa; ser baseado na Análise de Ciclo de Vida do produto, entre outros.


rão ser entregues na Sede da ABFLEXO, por Correios, ou portador, os quais deverão estar acompanhados do Cadastro da Empresa, devidamente assinado (aquele recebido por e-mail quando do preenchimento no site).

Confira algumas dicas para ganhar mais pontos nos julgamentos! 1. Separe as suas amostras, não deixe para o final das inscrições. É muito mais fácil separá-las com antecedência do que deixar para o final do período, quando você poderá correr o risco de esquecer um bom trabalho ou até mesmo de não encontrar mais todos os requisitos para a inscrição. Separando antes, você ganha tempo, facilidade e mais tranquilidade para preparar com calma os trabalhos. Leia o Regulamento 2012, disponível no site (www.abflexo.org.br) com todos os detalhes de orientação para inscrever os trabalhos. 2. Procure inscrever suas amostras em todas as categorias do seu segmento (banda larga, banda estreita ou papelão ondulado). Isso aumentará as chances de serem premiadas. 3. Atente-se para os itens que são requisitados na Ficha de Inscrição: registro (o mais perfeito possível), entupimento de retículas e marcas de engrenagem. 4. As amostras escolhidas devem estar com o máximo de perfeição possível. 5. O exemplar escolhido para enviar deve ser o de produção, e não uma prova ou teste,

pode ser parte da bobina impressa. 6. Separe já, no mínimo, 2 exemplares de cada trabalho para enviar. (No caso de Banda Estreita, são necessárias 6 exemplares, no mínimo). 7. Separadas os 2 exemplares de cada case (ou 6 na Banda Estreita), guarde-as muito bem para evitar qualquer dano: coloque-os em uma pasta, ponha identificação e sua finalidade, guarde a pasta em local onde não correrá risco algum de danificação. 8. Planeje-se para inscrever pelo menos 3 trabalhos em cada classe/categoria no seu segmento, pois em quanto mais categorias inscrever sua empresa, mais chance terá de ser ganhadora. Algumas classes recebem menos inscrições, onde pode aumentar as chances de quem participa. São elas: Papelão Ondulado e Desempenho Especial Escola.

Atenção na hora de preencher as Fichas Técnicas 1. Ao analisar a amostra que você vai enviar, certifique-se de classificá-la dentro do seu segmento: Banda Larga, Banda Estreita ou Papelão Ondulado, ou ainda Desempenho Especial Escola (somente para a área educacional). 2. Atenção no campo de Quantidade de C ores com as quais o trabalho foi impresso e insira esta informação corretamente. 3. Vale ressaltar que a classe Desempenho Escola é aberta a escolas de todo o país.

Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay 2012  Inscrições: de 02 de Abril a 31 de Julho de 2012 Julgamento: 31 de Agosto e de 3 a 6 de Setembro (1º etapa) e de 26 a 28 de Setembro de 2012 (2ª etapa) Cerimônia de premiação: 23 de Novembro de 2012  Organização e realização: ABFLEXO/FTA-BRASIL Tel.: 11 5088-0033  abflexo@abflexo.org.br  www.abflexo.org.br

ABFLEXO_FTA/BRASIL_75


RADAR RADAR

PRÓXIMOS TREINAMENTOS PROMOVIDOS PELA ABFLEXO ACONTECERÃO EM GOIÂNIA, CHAPECÓ E PORTO ALEGRE

N

o dia 14 de abril passado, das 8 às 17h, a

da parte técnica, e ainda aqueles que já fizeram o Módulo

ABFLEXO realizou mais um Treinamento em

1, ano passado. O conteúdo aborda Pré-impressão, Clichês

Londrina, PR, desta vez foi o Treinamento Mó-

e Montagem, Tintas e Solventes, Anilox, Impressão, e mais

dulo 2 “Flexografia – Problemas Comuns e Solu-

de 30 problemas com suas soluções. Os treinandos recebe-

ções Práticas”, ministrado por seu parceiro Eudes Scarpeta,

ram o livro “Como diminuir o setup na impressão” 2ª Edi-

Especialista em Processos Gráficos e Consultor. Participaram

ção, autoria de Scarpeta.

48 profissionais, que trabalham nas empresas Deltaplam, DP

Este treinamento contou com o patrocínio da Steelserv

Studio, General Plásticos, Gráfica Ipê, Golpack, IBBS Rótulos

(sede em São Paulo) e com realização e organização local

e Etiquetas, Inplac, São Geraldo e Trombini Embalagens.

por Agnaldo Moraes, Gerente da Clicheria DP Studio (sede

O novo conteúdo (Módulo 2) destinado aos profissionais

em Londrina).

de fábrica, como operadores, impressores, assistentes, e

As próximas localidades que receberão o Treinamento

também de áreas ligadas à produção, como assistência

Módulo 2 são: Goiânia, GO, e Porto Alegre, RS. A cidade de

técnica, comercial, laboratório, controle de qualidade, e

Chapecó, SC, está na programação da ABFLEXO, mas com

clicherias, entre outras que tenham no mínimo uma noção

o Treinamento em Impressão Flexo Módulo 1.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES COM A ABFLEXO: 11 5088-0033  abflexo@abflexo.org.br  www.abflexo.org.br


RADAR

ABFLEXO ANUNCIA ELEIÇÕES PARA SUA DIRETORIA

C

onforme divulgado na edição anterior da Inforflexo (Nº 117 – Março/ Abril 2012), o prazo para o registro das chapas que vão concorrer às eleições para a nova Diretoria Executiva da ABFLEXO/FTA-BRASIL se encerra no dia 29 de Junho de 2012, tendo iniciado em 31 de Maio. A nova Diretoria Executiva vai administrar a ABFLEXO/FTA-BRASIL (Associação Brasileira Técnica de Flexografia) no período de 01 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2014. As eleições das chapas, que se inscreverem até o dia 29 de Junho, vão acontecer no dia 20 de Setembro próximo (quinta-feira), na Sede Administrativa da ABFLEXO. Desta forma, até o dia 29 de Junho de 2012, os Associados interessados em formar suas chapas deverão fazer o registro formalmente na Sede da Associação. De acordo com o Estatuto da ABFLEXO, cada chapa deve ser formada por 1 Presidente e 2 Vices-Presidentes, sendo que no ato do registro esses três cargos deverão estar com os nomes preenchidos. Outro protocolo é a entrega do programa de trabalho de cada chapa à Associação. Assim, as chapas registradas têm de entregar seus programas, na Sede da Associação, até o término do período de registro: 29 de Junho de 2012. Os programas de trabalho serão divulgados na Revista Inforflexo (Edição Julho-Agosto de 2012), desde que entregues na Sede da ABFLEXO, impreterivelmente, até o dia 29 de Junho. Aqueles que não conseguirem entregar até 29 de Junho, terão

ainda até 13 de Julho, mas esses programas serão divulgados apenas no website da Associação. Conforme o Estatuto da ABFLEXO, a cada dois anos devem ocorrer eleições para eleger uma nova Diretoria Executiva, que administrará a entidade nos dois anos seguintes. E a formação das chapas deve ocorrer em até 180 dias antes do encerramento do mandato vigente, que termina em 31 de Dezembro. Este ano, o período de registro das chapas, interessadas em concorrer às eleições, foi iniciado mais cedo: de 31 de Maio a 29 de Junho, e também foi ampliado, de 15 dias para 30 dias, conforme informou o Gestor Administrativo-Financeiro da entidade, Marcos Antônio Cezar. As comunicações também começaram mais cedo. “Estamos fazendo a divulgação com antecedência este ano para que os Associados tenham mais tempo para formar suas chapas”, acrescenta o Gestor. Acompanhe mais notícias pelo site da Associação.

TERMINA NO DIA 29 DE JUNHO O PRAZO PARA REGISTRO DAS CHAPAS QUE CONCORRERÃO ÀS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA DA ABFLEXO BIÊNIO 20132014

ELEIÇÕES PARA A NOVA DIRETORIA EXECUTIVA DA ABFLEXO OCORRERÃO NO DIA 20 DE SETEMBRO DE 2012 No dia 20 de Setembro próximo (quinta-feira), ocorrerão as eleições para eleger a nova Diretoria Executiva para o Biênio 2013-2014, que administrará a ABFLEXO/FTA-BRASIL (Associação Brasileira Técnica de Flexografia) no período de 01 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2014. Todos os Associados da ABFLEXO com direito a voto serão convocados para ir até a sua Sede, no dia 20 de Setembro, para dar seu voto. A convocação oficial para as eleições será enviada com antecedência para todos os Associados, via Correios.

Mais informações, com a ABFLEXO: E-mail: abflexo@abflexo.org.br  Tel.: 11 5088-0033  www.abflexo.org.br

ABFLEXO_FTA/BRASIL_77


AGENDA

DezembroNovembroOutubroSetembroAgostoJulhoJunho

QUANDO

E VE N T OS

2012 IN F ORM A ÇÕES

Junho

18 a 22

Argenplás 2012

25 a 28

Fispal Food Service

Expo Center Norte – São Paulo, SP. www.fispalfoodservice.com.br

Término do registro de Chapas p/ concorrer à Diretoria da ABFLEXO Biênio 2013-2014

ABFLEXO: abflexo@abflexo.org.br (11) 5088-0033 www.abflexo.org.br

29

Local: Buenos Aires, Argentina. www.argenplas.com.ar

Julho 18 a 20 14

Propack China 2012

Shangai, New International Expo Centre (SNIEC) , Shangai, China

Treinamento “Flexografia – Problemas Comuns e Soluções Práticas” Módulo 2, com Eudes Local: Goiânia (GO). ABFLEXO: abflexo@abflexo.org.br (11) 5088-0033 Scarpeta

Agosto 07 a 10 11 14 a 16

Revista Inforflexo (distribuição)

ABFLEXO: revistainforflexo@abflexo.org.br. (11) 5088-0033

Treinamento em Impressão Flexográfica – Módulo 1, com Eudes Scarpeta Eco Business 2012 – 5ª Feira e Congresso Inter. de Soluções Ecoeficientes

Local: Chapecó, SC. ABFLEXO: abflexo@abflexo.org.br (11) 5088-0033 Centro de Convenções Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes km 1,5. São Paulo, SP. MES Eventos. www.ecobusiness.net.br

20 a 24

Interplast

Joinville – SC – Pavilhão – Expoville | www.messebrasil.com.br

28 a 31

Embala Nordeste

Recife – Olinda | www.embalaweb.com.br

22 a 25

Feipack Rio 2012

Riocentro – RJ | www.feipackrio.com.br

1º Julgamento do Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay 2012

ABFLEXO: email: premioflexo@abflexo.org.br. (11) 5088-0033 Local: Senai Theobaldo De Nigris

31

Setembro 03 a 06

(continuação) 1º Julgamento do Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay 2012

ABFLEXO: email: premioflexo@abflexo.org.br. (11) 5088-0033 Local: Senai Theobaldo De Nigris

11 a 13

Label Expo Americas 2012

Chicago, EUA | www.labelexpoamericas.com

12 a 14

Expo Plasticos

Expoguadalajara, Guadalajara, México. www.expoplasticos.com.mx

15 26 a 28 20

Treinamento “Flexografia – Problemas Comuns e Soluções Práticas” Módulo 2, com Eudes Scarpeta 2º Julgamento do Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay 2012 Eleições p/ eleger a Diretoria Executiva da ABFLEXO no biênio 2013-2014

Local: Porto Alegre, RS. ABFLEXO: abflexo@abflexo.org.br (11) 5088-0033 ABFLEXO: email: premioflexo@abflexo.org.br. (11) 5088-0033 Local: Senai Theobaldo De Nigris ABFLEXO: abflexo@abflexo.org.br (11) 5088-0033 www.abflexo.org.br

Outubro 07 a 10

Revista Inforflexo (distribuição)

ABFLEXO: revistainforflexo@abflexo.org.br. (11) 5088-0033

28 a 31

Pack Expo 2012

MacCormick Place, Chicago, Illinois, EUA | www.packexpo.com

29 a 1

LabelExpo India 2012

New Delhi | www.labelexpo-india.com

19 a 22

Emballage 2012 (Salão Internacional da Embalagem) Paris Nord – Villepinte, Roissy. França | www.emballageweb.com/

Novembro 23

Cerimônia de entrega do 20º Prêmio Qualidade Flexo Prof. Sérgio Vay

ABFLEXO: (11) 5088-0033. Email: premioflexo@abflexo.org.br www.abflexo.org.br

27

Cerimônia de entrega do 22º Prêmio Fernando Pini ABTG: (11) 2797 6704 | fernandopini@abtg.org.br

Dezembro 07 a 10

Revista Inforflexo (distribuição)

78_Inforflexo_MAI/JUN 12

ABFLEXO: revistainforflexo@abflexo.org.br. (11) 5088-0033


CLICHÊS  Clicheria Blumenau Matriz: Blumenau (SC) Filiais: Barueri e Valinhos (SP), Orleans (SC), Caxias do Sul (RS) e Goiânia (GO) Tel.: 47 3144-4144 cliches@clicheriablumenau.com.br www.clicheriablumenau.com.br

CONVERTEDORES  Antilhas Matriz: Santana de Parnaíba (SP) Tel.: 11 4152-1100 atendimentocliente@antilhas.com.br www.antilhas.com.br

 Embalagens Mara Matriz: Diadema (SP) Tel.: 11 4075-0505 vendas@embalagensmara.com.br www.embalagensmara.com.br

FOTOPOLíMEROS  DuPont™ Cyrel® Matriz: Al. Itapecuru, 506 - Alphaville, Barueri (SP) Telesolutions: 0800 17 17 15 www.cyrel.com.br

 Soléflex (Veja em Periféricos e Acessórios)

 Zanatto | Kodak Matriz: Curitiba (PR) Filiais: São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS) Tel.: 41 3362-1415 www.zanatto.com.br

IMPRESSORAS FLEXO  Bobst Latinoamérica do Sul Ltda. Matriz: Itatiba (SP) Tel.: 11 4534-9300 vendas.br@bobst.com www.bobst.com

80_Inforflexo_MAI/JUN 12

 Flexo Tech Matriz: Campo Magro (PR) Tel.: 41 3204-1500 | 41 3677-1500 flexotech@flexotech.com.br www.flexotech.com.br

 Tesa Matriz: Curitiba (PR) Tel.: 41 3021-8100 tesabrasil@tesa.com www.tesabrasil.com.br

PERIFÉRICOS E ACESSÓRIOS  3M Matriz: Sumaré (SP) Linha Aberta: 0800-0132333 faleconosco@mmm.com www.fitaseadesivos3m.com.br

 Apex Latin America Matriz: Campo Magro (PR) Tel.: 41 3677-2678 info@apexlatinamerica.com www.apexlatinamerica.com

 Flexo Steel Matriz: Curitiba (PR) Tel.: 41 3075-4377 vendas@flexosteel.com.br www.flexosteel.com.br

 Soléflex Matriz: São José (SC) Tel.: 48 3343-4333 comercial@soleflex.com.br www.soleflex.com.br

 Steel Knife Matriz: São Caetano do Sul (SP) Tel.: 11 4221-9913 steelknife@steelknife.com.br www.steelknife.com.br

 Steelserv Matriz: São Paulo (SP) Tel.: 11 3675-3053 vendas@steelserv.com.br www.steelserv.com.br

 T&C Matriz: São Paulo (SP) Tel.: 11 2177-9400 tecshopping@tecshopping.com.br www.tecshopping.com.br

SUBSTRATOS  Braga Matriz: Hortolândia (SP) Tel.: 19 3897-9720 Filial: Três Lagoas (MS) vendas@braga.com.br www.braga.com.br

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TINTAS  Bandeirante Brazmo Matriz: Av. Alberto Soares Sampaio, 1240, Mauá (SP) Tel.: 11 3612-5600 Qualidade Total ao Cliente: 11 0800 114 599 www.bbquimica.com.br

 TSA Química do Brasil Matriz: Criciúma (SC) Tel.: 48 3462-1563 comercial@tsaquimica.com.br www.tsaquimica.com.br

 Tupahue Matriz: Diadema (SP) Filiais: Bahia e Pernambuco Tel.: 11 3568-6500 www.tupahue.com.br

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Pós-graduação e extensão universitária

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Novos cursos da faculdade SENAI

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Extensão universitária (ensino a distância):

Gestão da produção na empresa gráfica Pós-graduação:

Desenvolvimento e produção de embalagens flexíveis Extensão universitária Otimização do processo offset para a qualidade e produtividade Controle de processo na impressão offset Gestão da qualidade na indústria gráfica Green Belt estratégia lean-seis sigma Gestão estratégica da indústria gráfica Gestão estratégica de pessoas Marketing industrial

Pós-graduação Tecnologia de impressão offset : qualidade e produtividade Planejamento e produção de mídia impressa Gestão inovadora da empresa gráfica

Faculdade SENAI de Tecnologia Gráfica e Escola SENAI Theobaldo De Nigris Rua Bresser, 2315 - Tel: 2797-6300/6301/6303 - www.sp.senai.br/grafica


DIRETORIA ABFLEXO/FTA-BRASIL E EXPEDIENTE

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA TÉCNICA DE FLEXOGRAFIA FUNDADA EM AGOSTO DE 1989

DIRETORIA ABFLEXO/FTA-BRASIL (MANDATO JANEIRO DE 2011 A DEZEMBRO DE 2012)

Presidente Ana Carina Marcussi  Flexocom 1º Vice-presidente Miguel Troccoli  PTC Graphic Systems

PRESIDENTE Ana Carina Marcussi  Flexocom 1º VICE-PRESIDENTE E TESOUREIRO Miguel Troccoli  PTC Graphic Systems DIRETORES EXECUTIVOS DIRETOR DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Vagner Luiz  AsahiKasei COORDENADORIA DE DIRETORIAS REGIONAIS Jair Grandizoli  3M do Brasil DIRETORES DE NOVOS ASSOCIADOS Newton Santana  Le Print Rubens N. Minganti DIRETORES DA AÇÃO SOCIAL FLEXO Nelson L. B. Teruel  Teruel (Papéis Amália) DIRETOR DE CONVERSÃO BANDA LARGA Valmir Mora  Nobelpack DIRETOR DE CONVERSÃO BANDA ESTREITA Rui Moutinho  Brady DIRETORA DE CONVERSÃO PAPELÃO ONDULADO Kátia Regina Pereira  Agatha Inks

DIRETORIAS REGIONAIS BAHIA Fernando Lopes  Plaskem Embalagens GOIÁS Olympio J. Abrão  Grafigel Embalagens PERNAMBUCO José Danilo P. da Silva Jr.  Clicheria Fotogravura 2000 RIO GRANDE DO SUL Nelson F. Martinez Brocca  Clicheria Solomar SANTA CATARINA Tatiana Sanchez Abib  DuPont do Brasil COMISSÃO TÉCNICA Alex Arlindo Corrêa  DuPont do Brasil Alexandre Molina  Tesa Antônio Claret Veroneze  Steelserv Davi Cardoso  Flint Group Edmilson de Sousa  Laserflex Fábio Oliveira  Flint Group Mauro Freitas  Flint Group Paulo Boscariol  Siegwerk Roberto Pereira  Flint Group Rodrigo Duarte  3M do Brasil Rodrigo Yamaguchi  DuPont do Brasil Wanderley Prócida  Laserflex CONSELHO VITALÍCIO Assis Kavaguchi Carlos Ribeiro de Paiva  C.Paiva Flexo Cláudio Simões Hossepian Lima Edmur Batista do Carmo  Finepack José Roberto Marcussi (em memória) Júlio Cezário da Silva F.  World Business Solutions Marcos Antônio P. R. Novaes (em memória) Nelson Galhardo  DuPont do Brasil Nelson L. B. Teruel  Teruel (Papéis Amália) Rui Mariano dos Santos  Dupont do Brasil SÓCIOS BENEMÉRITOS Miguel Ignácio Pereira (em memória) Professor Sérgio Vay (em memória) Escola SENAI Theobaldo De Nigris

82_Inforflexo_MAI/JUN 12

Administrativo-Financeiro | Contábil Marcos Antonio Cezar Marketing Julio Cezário da Silva Filho

CONVERSÃO. EQUIPAMENTOS. INSUMOS E PERIFÉRICOS.

ANO 20 | EDIÇÃO 118 | MAI/JUN 2012 EDITADA PELA ABFLEXO/FTA-BRASIL Técnico Responsável Miguel Troccoli Diretora Ana Carina Marcussi Editora | Reportagem Lucia de Paula (Mtb 17.939) 11 5679-5188 | revistainforflexo@abflexo.org.br Publicidade Julio Cezário da Silva Filho World Business Solutions 11 9964-7899 | juliocezario@uol.com.br juliocezario@abflexo.org.br Assinatura | Administração Marcos Antonio Cezar 11 5088-0033 abflexo@abflexo.org.br | www.abflexo.org.br Projeto gráfico | Diagramação | Direção de arte Artsim Projetos Gráficos | artsim@artsim.com.br Designer: Elisangela Souza Hiratsuka Fotos e Imagens Arquivo ABFLEXO | Ailton L. Martins - Studio2000 Banco de Imagens photl.com | Empresas participantes das reportagens e artigos desta edição. CtP | Impressão | Acabamento | Duograf Tiragem | 6.000 exemplares Endereço | Sugestões e Críticas Rua Domingos de Morais, 2.243, 8º andar, Cjs. 85 e 86. São Paulo, SP. Brasil. CEP: 04035-000 | 11 5088-0033 abflexo@abflexo.org.br | www.abflexo.org.br É proibida a reprodução total ou parcial de quaisquer artigos publicados nesta revista sem a autorização da ABFLEXO/FTA-BRASIL.


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Organização e Promoção


PREMIO FLEXO 2


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