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Gazzetta di Santa Teresa

Educação

Setembro 2015

03

Dia da Familia na Escola Santa Teresa recebe a Jornada Pedagógica

Ethevaldo

Um dos eventos escolares de maior sucesso no município é o Dia da Família na Escola, na escola Ethevaldo Damazio a 6ª edição do evento, foi de intensa programação, teatro, dança, gincana, pula-pula, Modelagem com balões, pinturas, cortes de cabelo e oficinas diversas como arranjo de flores e maquiagem. Para Elizete Freitas que participa pela primeira vez, se diz impressionada pela quantidade de atrações e brincadeiras acontecendo ao mesmo tempo. “Adorei, a escola está de parabéns, no próximo ano quero participar novamente” explica. De acordo com a diretora Maria da Penha, foi um dia de alegria, de cultura, de serviços com a participação maciça da família “Foi um sucesso! Isso porque não tivemos transporte, imagine se tivesse ônibus, não caberia tanta gente” ponderou.

As famílias lotaram o pátio da EEFM Ethevaldo Dalmazio

Pula- pula, oficinas, teatro, dança, escultura de balões...

Peçanha No Peçanha Póvoa a alegria ficou por conta das apresentações infantis das turmas do pré-primário e da comunicação

A divertida dança de casais com a vassoura foi uma das brincadeiras que contavam com a perticipação dos familiares dos alunos

Nos dias 3,4 e 5 de setembro aconteceu na Escola Estadual de Ensino Médio e Fundamental Ethevaldo Damazio a Jornada Pedagógica com o tema Unindo Ideias, Construindo Sonhos e Renovando Saberes. O evento realizado pela Máxi- Docentes lotaram o auditório da escola ma Eventos em parceria com A diretora da Escola Maria da Penha o Instituto Conhecer, trouxe Angeli disse que as palestras foram palestrantes de renome com todas de grande importância para temas atualizados que encan- atualização do saber, destacou a taram os participantes. palestra sobre a importância da tecnologia nos métodos da educação atual e do contexto em que vivemos, “Uma outra palestra importante foi sobre “afetividade” que ressaltou a importância da presença do professor na construção da alta esProfessores lotaram o auditório da escola tima dos alunos” explica. Ehevaldo Damazio em Santa Teresa

Dr. Augusto Ruschi, o naturalista e os sapos venenosos. Paulo Tatit Ele era naturalista porque gostava da natureza, estudava a natureza, entendia os bichos, as matas, as formigas, os passarinhos... e defendia a natureza! Não deixava ninguém derrubar árvores, queimar florestas, poluir rios, matar e arrancar a pele dos animais, não deixava. Dr. Augusto Ruschi, mais vale um pássaro voando que dois na mão. Mas antes de contar onde, como e porque os sapos venenosos envenenaram o Dr. Ruschi, quero vem quem adivinha qual o bicho que ele mais gostava. Doulhe uma, ...dou-lhe duas... dou-lhe três... o beija-flor! Beija-flor das fadas; vermelho; saíra; besouro; pardo; d’água; do mato; de penacho; comum; em geral. Mas um dia, ...um dia ele estava sozinho na floresta e vieram os sapos, os sapos venenosos! Primeiro ele parou e viu aqueles sapos escondidos... ai ele falou: - “Que sapos bonitos, vou estudar estes sapos” e levou alguns sapos para examinar melhor na casa dele! ih! Mas ele não sabia que aquele tipo de sapo quando ficava nervoso, irritado, soltava um veneno terrível que podia ser mortal! Cuidado Ruschi! Chiii, agora ele estava envenenado! Dr. Augusto Ruschi, o naturalista, envenenado! Ai, ai, ai. Tentou os hospitais, as farmácias e drogarias, consul-

tou médicos, falou com cientistas, especialistas, tomou remédio, fez dieta, fez de tudo, mas nada, nada, nada adiantava. E o Dr. Augusto Ruschi, o naturalista, envenenado... Nesses casos assim tão graves, só se alguém tiver uma grande idéia e pensar uma coisa diferente, e pensar o que pouca gente pensa... E foi assim que um poeta lá do Rio, pediu ao Presidente do Brasil, pra falar com o cacique dos índios (é claro, o cacique dos índios!) E veio o cacique Raoni E veio o pajé Sapaim Trouxeram as ervas lá do alto Xingu Umas ervas estranhas pra chuchu E disseram: “Viemos curar professor amigo do índio e dos bichos”. E disseram e fizeram a pajelança. Medicina de índio, pajelança. Fumaram cigarros, deram banho de ervas, esfregaram as mãos, fizeram massagem... retiraram o veneno... curaram! E todo mundo viu no jornal e TV, todo mundo acompanhou pelas fotografias. A gente via e ele lia ao lado dos dois amigos: Raoni, Sapaim. E o Dr. Ruschi, o naturalista pôde então concluir o seu trabalho; feliz ele foi atras de uns beija-flores que faltavam pra completar seu livro: BEIJA-FLOR de papo branco, da mata virgem, de topete, de colarinho da cordilheira, grande, Brasil.

Gazzetta 0203  
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