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Belo Horizonte, 1º a 6 de julho de 2013

www.gazetadalagoinha.com.br

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O Jornal do Complexo da Lagoinha! ANO V ­ EDIÇÃO 75 ­ JORNAL DE APOIO ÀS INICIATIVAS COMUNITÁRIAS ­ BELO HORIZONTE, 1º A 6 DE JULHO DE 2013 ­ Distribuição Gratuita

Conheça o Amon, o talento mirim e orgulho da família. Pág. 7

A manifestação passou pela Lagoinha e o Galvão fez a poesia. Pág. 8

Linda foto da paisagem urbana da Lagoinha nos anos 40 pelas lentes do artista Wilson Batista. Repare na rede elétrica e trilhos para os bondes e a bruma da manhã.

O pão com gostinho de interior da Padaria Pão Novo. Pág. 14

Comunidade do Colégio Batista em ritmo de São João. Pág. 4


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Editorial

Chega de desculpas!

Quadrinhos

Apaixonado por Corinthians! Franciele

Telefones ÚTEIS TELEFONES úteis AA Alcóolicos Anônimos (31) 3224­7744 Aeroporto Carlos Prates (31) 3462­6455 Aeroporto Confins ­ (31) 3689­2344 Aeroporto Pampulha ­ (31) 3490­2000 AGIT­Agência de Empregos 0800­319­020 Auxílio à Lista ­ 102 Bombeiros ­ 193 CEASA 0800­315­859 CliDEC (31) 3236­2100 CEMIG ­ 0800 310 196 COPASA ­ 195 Correios ­ 159 Corpo de Bombeiros ­ 193 CVV ­ Centro de Valorização da Vida ­ (31) 3334­4111 e 3444­1818 ou 141 Defesa Civil 199 DETRAN/ MG ­ (031)3236­3501/3525 Disque Direitos Humanos ­ 0800­311­119 Disque Ecologia ­ 1523 Disque PROCON ­ (31) 3277­ 4548/9503/4547 ou 1512 Disque Turismo ­ 1677 GAPA/MG ­ (31)3271­2126 MG Transplantes (Doação de órgãos) ­ (31) 3274­7181 Movimento das Donas de Casa e Consumidores ­ (31) 3274­1033 Ibama ­ 0800­618­080 Polícia Civil ­ 197 Polícia Federal ­ (31) 3330­5200 Polícia Militar ­ 190 Polícia Rodoviária Estadual (31)2123­1901 Polícia Rodoviária Federal ­ (31 ) 3333­2999 Prefeitura Municipal ­ 156 Pronto Socorro ­ 192 Pronto Socorro (HPS João XXIII) ­ (31)3239­9200 Receita Federal ­ 0300­780­300 SENAC ­ 0800­724­4440 SINE­MG ­ (31) 2123­2415 SOS Criança (Centro de Referência ­ Denúncia) ­ 0800 283 1244 Sudecap Disque Tapa­ buraco ­ (31)3277­8000

REFORMAS ­ CONSTRUÇÃO CIVIL Mão de obra especializada em porcelanato, granito e cerâmica em geral. Falar com Caetano 9156­3342


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Comunidade do Colégio Batista celebra noite de São João!


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AQUI NO BAIRRO COLÉGIO BATISTA ENTRE AS RUAS SABARÁ, GALENA, ITAGUARA, GANHÃES E GRANATA E PRAÇA JOÃO BALBINO VOCÊ ENCONTRA UM GRANDE COMÉRCIO COM VÁRIAS LOJAS E GRANDES NOVIDADES. VENHA CONFERIR!


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Sociedade "É a Lagoinha com seus peixes­cidades em cardume certo de onde vejo as luzes centrais de perto"

Cristiane Borges

Bar do Meu Querido

cristianeborges@ymail.com

Arraiá da Rua Ubá


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A voz que canta a esperança Garoto de onze anos é dono de uma bela voz e conta que a música mudou sua rotina de vida

Meu vizinho é

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um talento!


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História na Lagoinha

Opinião

Os dias de hoje

Revolta do Povo e a Copa das Confederações

Pedro Vinícius ­ Historiador

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Antônio de Pádua Galvão ­ Economista e Psicanalista www.galvaoconsultoria.com.br (31) 9956­9161


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Comunidade

60 anos, UFMG na cabeça! Milton Kabutê ­ Colunista Começo falando o quan­ to a educação é a base de tudo em nossas vidas, mas ainda existem milhares de brasileiros que estão longe desta realidade. Ela muda radicalmente a vida de qualquer ci­ dadão, independentemente de cor ou idade. Gostaria de agradecer aos inúmeros leitores que, depois de lerem a minha coluna na edição 72 da Gazeta da Lagoinha com o título “Porque cheguei até aqui” quando relatei minha trajetória de estudos para alcançar o que alme­ java, me encheram ainda mais de ânimo. Aos 60 anos, com muita disposição e garra para seguir a caminhada, que começou em 1969 no Ginásio São Francisco em Con­ ceição Do Mato Dentro onde expe­ rimentei os primeiros tropeços e as primeiras vitórias para depois bus­ car por meio do conhecimento as tecnologias tomaram conta de tu­ do e de todos. Hoje os estudos são como o ar que respiramos, temos que dominar a informática que já faz parte de nossas vidas como as

miltonkabute@gmail.com redes sociais e a Internet; os cur­ sos de línguas que abrem as por­ tas para outras culturas e conhecimentos de outros países. A educação hoje é essencial para que nos tornemos cidadãos de conhecimento vasto em muitos setores da modernidade. Saíram às ruas e lutaram pelos seus so­ nhos de um Brasil grande, movi­ dos pela força da educação e do saber. Bem como indiretamente a estas turmas de “baderneiros”, as­ sim denominados pela maior parte da mídia brasileira, eles, por meios negativos, também contribuíram muito para este movimento aqui dentro do Brasil. Na minha opinião, se as manifestações tivessem ocorrido dentro da estrita ordem, o mundo lá fora não teria conheci­ mento das corrupções de nossos políticos, da absurda situação da saúde com pacientes nos hospitais deitados em macas nos corredores ou no chão, e das escolas sem professores ou mal remunerados. Enfim, os tais “vândalos” das ruas mostraram ao mundo o lado oculto do Brasil de um jeito que a mídia

LUBRIFICANTES

Os motores evoluíram ao longo dos anos e apresentam melhorias, como baixas emissões, maior rotação e alto desempenho. Para que seu carro tenha aproveitamento máxi­ mo destas mudanças, é muito importante que o lubrificante utilizado acompanhe a evolução do motor, pois óleos de classificação mais antiga não são adequados às solicitações de tempera­ tura, carga e desempenho dos motores atuais. Principais funções do óleo lubrificantes do motor: Lubrificar Um motor em funcionamento está automaticamente se desgastando. O atrito gera­ do pelo deslocamento de seus componentes, em contato direto uns com os outros, é o princi­ pal responsável por esse desgaste. É neste pro­ cesso que se destaca a importância da lubrificação. Através dela, minimiza­se o atrito e, conseqüentemente, o desgaste é diminuído au­ mentando a vida útil do motor. Proteger e Resfríar O atrito implica em geração excessi­ va de calor, provocando, além do desgaste das peças envolvidas, perdas de energia e de rendi­ mento e aumento adicional do consumo de combustível. A melhor forma de reduzir o atrito é manter as superfícies separadas, intercalando­ se entre elas urna camada de lubrificante. Se não houver um lubrificante entre o pistão, os anéis e a parede do cilindro, as peças se fun­ dem devido à alta temperatura e o motor deixa de funcionar. Sempre siga as especificações re­ comendadas pelo manual de proprietário e evite misturar marcas ou tipos de óleo diferentes, pois cada óleo possui urna formulação distinta. Limpar Sabemos que o óleo desempenha bem sua função se, em uso no motor, ficar mais escuro. Isto porque o bom lubrificante também

tradicional jamais teria feito. Fican­ do mais uma vez tudo escondido atrás da fachada de um tal Copa das Confederações. Eu, por meio da luta pela educação e do amor aos estudos, cheguei à melhor universidade federal do país, a UFMG, cursando Bacharelado em Gestão de Serviços de Saúde, cur­ so elogiado pelo atual Ministro da Educação, que enxerga um hori­ zonte de gestores para atuar na condução dos serviços públicos de que o Brasil precisa. Jovens, agora que o Brasil despertou para as políticas sociais, culturais e po­ líticas, vamos nos empenhar nos estudos para que este Brasil que o povo deseja se torne real para as vindouras juventudes e que Ele seja forte na educação, na cultura e no cumprimento das leis. O Brasil acorda de um longo sono de decepções e cor­ rupções para uma nova era em que o povo vai para a rua pedir justiça para que nossos filhos e fi­ lhas se sintam orgulhosos de se­ rem brasileiros.

tem a missão de limpar e reter as impurezas do motor, justamente por causa da adição de aditi­ vos: detergentes e dispersantes. Esta limpeza é essencial para evitar a famosa borra de óleo. A borra é urna solidificação do óleo, causada por três motivos: oxidação, degradação e contami­ nação. A oxidação e a degradação acontecem quando o proprietário simplesmente deixa de trocar o óleo do carro. Isso vale para óleos mi­ nerais, semi­sintéticos ou sintéticos. Outros mo­ tivos são a utilização de lubrificantes inadequados ou de baixa qualidade diferentes dos recomendados pelo fabricante e a falta de manutenção no sistema de arrefecimento. Quando efetuar a troca Verifique sempre o período de troca recomendado pela montadora no manual do proprietário. Por prevenção, se o veículo rodar em condições severas, é recomendado trocar o óleo em metade do período previsto no manual ou a cada seis meses, uma vez que o motor tra­ balha em temperaturas maiores e exige mais do óleo. Entenda: condições severas como cidades onde os motoristas enfrentam muito congestio­ namento e a velocidade média é inferior a 10 km/h, veículos que circulem sempre com carga total ou em alta rotações, por estradas de terra ou em percursos curtos (menos de sete quilô­ metros) e congestionamentos. Para verificação do nível do óleo o ideal é deixar o motor desligado por cinco minu­ tos e fazer a verificação em local plano. A cada troca do óleo recomenda­se também substituir o filtro de óleo e o filtro de ar. Os principais sintomas da borra de óleo são ruí­ dos metálicos provenientes do motor. O nível de óleo ideal fica entre as marcas de mínimo e máximo da vareta. Não realizar a troca de óleo no momento adequado pode acelerar o desgaste das peças e a saturação do filtro de óleo. Utilizar um óleo de especificação melhor à recomendada traz benefícios à lubrificação, mas não elimina as necessidades de respei­ tar os prazos de troca.

LUBRIFICANTES BOA VISTA – Rua Além Paraíba, 1.035 – Lagoinha/BH. Tel: 3422 4454


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Pão Novo a toda hora!

____________________ Cristiane Borges

Fazendo jus ao nome, na Padaria Pão Novo tem pão novo o dia inteiro. De acordo com o proprietário e gerente Edson Celestino, o Nem, são 23 fornadas de pão de sal por dia, além do variado mix de produtos. São 14 ti­ pos de pães doces; biscoitos de polvi­ lho, de queijo, papa ovo; bolos, broas, roscas; pão de sal recheado com pre­ sunto e muçarela, pão com muçarela, panhoca (um pão maior e redondo) e pão de queijo recheado com frango, entre outros. Também há produtos de mercearia. Natural de Brás Pires, cida­ de mineira na Zona da Mata, Edson disse que administra a padaria desde 2004, quando com a família, a padaria foi comprada. Ele conta que lá em Brás Pires um conhecido da família deixou o interior para vir à Belo Horizonte traba­ lhar no ramo da panificação. O negócio foi dando certo, a ponto do tal conheci­ do trazer pessoas de Brás Pires para montar o quadro de funcionários das diversas padarias que ele foi adquirin­ do. Em uma dessas, veio para Belo Horizonte o irmão do Edson, o Ednaldo, que trabalhou cerca de oito anos para o tal conhecido até investir no próprio ne­ gócio da família. Hoje a Padaria Pão Novo é uma das duas administradas pela família de Edson. Do interior Edson disse que tem muita gente de Brás Pires que está aqui em Belo Horizonte, trabalhando em padari­ as. Na Pão Novo é somente ele, mas mesmo assim, ele afirma que dos dez funcionários, sete são de cidades do in­ terior. Edson revela que embora hoje ele normalmente trabalha no aten­ dimento, já colocou a “mão na massa”, literalmente. “Sei fazer o básico da pa­ daria. Tem que se virar, né?! E no dia que o padeiro não vem?”. Como acontece em todo bom interior, Nem conta que a relação com os vizinhos do bairro e da região é tranqüila, o que lhe é bom, já que ele passa a maior parte do tempo na pada­ ria. “A padaria é como se fosse a minha casa”. A primeira fornada de pães de sal da Padaria Pão Novo sai às 6h. A padaria funciona de segunda­feira à sábado, de 6h às 22h; e aos domingos e feriados de 6h às 21h. O endereço é rua Galena, 29, em frente a uma praci­ nha na confluência com as ruas Itamogi e Sabará. _________________

Pizza Bill: para todos os gostos

____________________ Cristiane Borges

Você sabia? O pão é resultado do cozi­ mento da massa feita com farinha de trigo, água, sal e fermento (biológico ou químico), sendo estes os compo­ nentes básicos para a sua produção. O pão do dia é aquele que é feito para consumo imediato, sendo produzido todos os dias na padaria. Dados da Associação Bra­ sileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP) afirmam que o con­ sumo de pães no Brasil é de 33,5 kg ao ano por pessoa. Deste número, 86% (30,5 kg) correspondem aos pães artesanais, dos quais 58% (aproximadamente 17,7 kg) são o pão do dia (tipo francês), e apenas 14% (aproximadamente 4,6 kg) são pães industrializados (Fonte: ITPC).

Origem do pão Estima­se que o pão surgiu aproximadamente em 8.000 a.C, pe­

ríodo compatível com o cultivo do trigo na Mesopotâmia (atualmente a região do Iraque). Esses pães eram duros e secos, mas essas características fo­ ram alteradas pelos egípcios cinco mil anos depois, quando utilizaram o fer­ mento e os fornos de barro para a re­ alização do forneamento. Quando incluído o fermen­ to à massa do pão foi possível garan­ tir leveza e maciez ao produto, sendo essa técnica utilizada até hoje. O hábito do consumo de pão só chegou ao Brasil no século XIX, através de colonizadores portu­ gueses e de imigrantes, que fabrica­ vam caseiramente o pão e o vendiam pelas ruas. Os pães feitos aqui eram escuros enquanto na França o pão era de miolo branco e casca dourada. O pão francês que tanto é usado no Brasil não tem muito a ver com os verdadeiros pães franceses, pois a re­ ceita do pão francês no Brasil só sur­ giu no início do século XX e difere do pão europeu por conter um pouco de açúcar e gordura na massa.

A Padaria Pão Novo está admitindo funcionários. Interessados pro­ curar por Edson, na padaria. Telefone: 2526­2917

Lançamento: "Não há entre nós um para­ lelo ­ Celso Garcia ­ Vida, casos e fatos"

No dia 20 de junho, Regina Célia Belizário lançou o livro "Não há entre nós um paralelo. Celso Garcia ­ Vida, casos e fatos" (Belo Horizonte: Alis, 2013), no Clube Palmeiras, no bairro Santa Efigênia. O livro conta a história do pai da autora, que atuou no rádio e na TV. Regina disse que para escrever a obra ela utilizou o material que estava guardado na casa da família. “Fiz uma seleção do que captei e trabalhei em cima desse conteúdo”, completa. Nas 130 páginas do livro,

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amigos do artista, contam memórias que têm com ele, como é o caso de Paulo Bizarria. Além de cantor e com­ positor, Celso Garcia era também co­ merciante.

Mais que uma pizzaria. Embora o nome da casa seja Pizza Bill, não é só pizza que ali se co­ mercializa: de segunda a sábado a casa serve almoço, sanduíches, es­ paguete, omelete e porções, como o famoso frango à passarinho, que de acordo com o proprietário da casa, Ronaldo, “é um dos melhores da re­ gião”. Ronaldo Brito, o Bill, tra­ balha há 25 anos no ramo. Ele con­ ta que começou trabalhando em uma pizzaria no bairro Mangabeiras e que foi aí que tomou gosto pela coisa. A primeira empresa foi a Piz­ zaria Araras, também na região, que hoje é administrada por familiares do Bill. Ronaldo conta que a Piz­ za Bill está na rua Galena há oito anos e que foi muito bem recebido na região, que até então era carente de pizzaria. A casa usa dois fornos: um elétrico e um de pedra refratária. São 15 funcionários, e de acordo com Bill, eles fazem entrega até o bairro São Paulo, na região norte da cidade. Nascido e criado no bair­ ro Concórdia, Bill conta que a famí­ lia dele é da região “desde o afloramento do bairro, desde os tempos que existiam por aqui fazen­ das. Adoro o Concórdia. É um bairro simples, é tranqüilo e de pessoas boas”, disse. Para Bill, uma das maio­ res satisfações de trabalhar no ramo alimentício e à noite é o envolvimen­ to que se cria com muitas pessoas, é o grande círculo de amigos e cli­

entes que se forma. Ele afirma que a seguran­ ça da região é uma questão que ainda deixa a desejar. “Há estrutura, mas não temos segurança. Falta um posto policial. A polícia passa pouco por aqui. Teve um dia que eu reparei que de 18h às 1h somente uma via­ tura passou pela rua”, conta. Bill Ronaldo conta que o no­ me que escolheu para a pizzaria vem de seu próprio apelido, que tem desde criança. Filho do pernambu­ cano Inaldo, e da mineira Julieta, Bill disse que por ter sangue nor­ destino, de início o nome dele seria Severino e lá “todo Severino é apeli­ dado por Biu”. Embora tenha sido registrado como Ronaldo, o apelido vingou. E ainda ganhou dois eles por aqui: Bill. Nome que hoje leva a pizzaria, em dois endereços: na rua Galena e também na Jacuí. A Pizza Bill funciona de segunda a quinta­feira, e aos do­ mingos até as 0h; sexta­feira e sá­ bado até 1h. A casa comercializa self­service de segunda à sábado, e entrega marmitex. O telefone é 3421­2644 ou 3646­2644.

Confira os das pizzas:

sabores

Muçarela Marguerita Pre­ sunto Napolitano Palmito Vegetariana Atum com cebola Atum Calabresa Lombo cana­ dense Salaminho Quatro quei­ jos Portuguesa Peito de frango à bolonhesa Peito de frango com catupiry Milho com bacon à bolo­ nhesa À moda da casa


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Associação Recreativa e Comunitária dos Amigos do Bonfim

Acorda Brasil, acorda Bonfim! Selma S l Cândida Câ did ­ P Presidente

arcabonfim@gmail.com

Associação do IAPI

#PelaRevitali zaçãoDoIAPI

Juninho do IAPI ­ Presidente associacaodoiapi@gmail.com facebook.com.br/associacaodoiapi twitter: @iapivivo 31.85063190 | 30418283

Associação Comunitária do Bairro Bom Jesus

Em ação João de Araújo ­ Presidente


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Associação dos Moradores da Vila Senhor dos Passos

Que venha o segundo semestre! José Iran Martins ­ Presidente facebook.com.br/VilaSrDosPassos

associacaovilasenhordospassos@gmail.com twitter: @vilasrdospassos 8539­8285

Drogarias


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o n s a t r e f o e d a i d é a i d Todo ! o r i e n i M m o B o d a c r e Superm

e t n e r f m e , a h n i o g a L , 2 5 , a g i m r o F a u R a n i l É logo a 0 0 6 ‐9 5 5 5 2 ) 1 (3 s n e r h e B ao Hospital Odilon O Bom Mineiro agora é Supervarejista, a mais nova rede de lojas do varejo alimentar da Grande BH

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ALUNOS DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR MORAIS VISITAM O INSTITUTO PEDRA VIVA


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O trólebus que nunca parou na Lagoinha Honorina de Barros pode virar UMEI

____________ Da redação Comunidade está atenta à possível extinção da tradicional Escola Municipal Honorina de Barros. Em 2012 a comunidade foi surpreendida por um cancelamento das turmas de crianças de 6 anos faltando apenas 2 dias para começo do ano letivo. Tal fa­ to causou revolta e indignação em de­ zenas de pais de alunos. Muitas famílias tiveram que improvisar para matricular seus filhos em escolas da rede pública municipal longe de suas casas. Agora, segundo informa­

ções levantadas por nossa redação, a Escola Integrada que começaria a funcionar em maio de 2013 também foi repentinamente suspensa. Uma outra informação que chegou de últi­ ma hora ao Jornal Gazeta da Lagoi­ nha revela que há um projeto que transformará a Escola Municipal Ho­ norina de Barros, que já foi berço de um ensino de ouro, em UMEI. Na próxima edição faremos uma reportagem especial sobre está história. Estamos atentos. O certo é que a comunidade está sedenta pela volta do ensino fundamental de quali­ dade na Escola Municipal Honorina de Barros.

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Tostão ­ Colunista

Viagem pelo futebol

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Futebol

Futebol Mineiro

A esperança em 90 minutos Flávio Domênico ­ Colunista Olá amigos e amigas do Gazeta da Lagoinha!

Esportes

Melhor ficar no sofá Matheus Oliveira ­ Colunista

oliveirasouza.matheus@gmail.com

@Math_deoliveira

Contra o Newell’s Old Boys, o Atlético obteve novamente uma nota que considero de regular para ruim. Infelizmente, já há alguns jogos, o elenco não se apresenta bem. Contra o NOB jogou o tempo to­ do atrás da linha da bola e adotou uma postura defensiva. Em toda parti­ da deu apenas um chute a gol. Este número é preocupan­ te para um grupo de jogadores que se classificaram na primeira fase da Li­ bertadores como o melhores da com­ petição. Seria a repetição da história de 2012? O time encanta, mas, na re­ ta final a magia se apaga? Há uma explicação para isso? Sabemos que o futebol moderno depende do esforço e do empenho dos jogadores dentro de campo em todas as partidas. A movi­ mentação, entrosamento, drible, inteli­ gência, aplicação, deve perdurar na competição. Além disso, o banco de reservas de um time profissional pre­ cisa de peças que, ao serem aciona­ das, possam acrescentar algo à história do jogo. Outra peça fundamental, o treinador Cuca, nesta partida, optou por uma formação tática defensiva. Chamou a raça e a determinação dos argentinos para cima do Galo. Tanto que, Tardelli, por exemplo, se limitou a marcar. Parecia a correria de uma partida que se vê em futebol de salão. Vai e volta frenético dos jogadores. O ataque não funcionou. Sem expres­ são e apagados Bernard e Ronaldi­ nho Gaúcho. Jô, na única chance, fez o gol que poderia mudar a cena do jo­ go. Foi anulado e há uma pós­discus­ são se foi ou não impedimento. A questão é que foi um lance para ser marcado via instru­ mentos como luneta, telescópio, binó­

@flaviodomenico culo e lupa. Não gostei da arbitragem do trio chileno. Mas não foi desculpa para a apresentação ruim do time. O Atlético se segurou no empate enquanto conseguiu. O pri­ meiro tempo foi assim. Já na etapa complementar o Galo mudou a postu­ ra. Quando começou a apresentar melhoras na partida levou um gol por falha da marcação no começo do se­ gundo tempo. E depois outro gol nu­ ma batida de falta espetacular do jogador Scocco, o nome do jogo. Mesmo sofrendo gol de falta, nova­ mente o goleiro Victor foi o melhor em campo pelo time do Galo. O resultado na argentina escreveu um roteiro dramático para o próximo capítulo: noventa minutos se­ param o time do Atlético do sonho de campeão ou do pesadelo da elimina­ ção. Restará ao Galo devolver as 10 finalizações a gol para o NOB e mar­ car no mínimo dois gols e não levar nenhum para que a partida vá para os pênaltis. Caso se mude a postura dentro de campo é perfeitamente pos­ sível que tal fato ocorra na grama do horto mineiro. Acredito até mesmo em três gols caso o time apresente aquele futebol ofensivo e objetivo já visto este ano. O torcedor, a grande mas­ sa apaixonada do Atlético, pode vibrar e ter esperança sim. Cabe aos joga­ dores, no jogo de volta no Indepen­ dência, provarem que não são apenas mais um grupo de jogadores que es­ tão de passagem por aqui. Que não é mais um elenco que passou pelo clu­ be e fez apenas belos discursos de raça e amor à massa. Alguns jogadores de fute­ bol deixam marcas imortais na história do seu clube antes de saírem e ga­ nharem o mundo: um título importante para amada torcida! Até a próxima!


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Gazeta da Lagoinha - edição 75  

Jornal de apoio às iniciativas comunitárias do bairro Lagoinha e adjacências - Belo Horizonte/MG

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