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O Ciclo da Terra Permitir ao capital cultural proliferar com a facilidade de um feto, uma íris, um morangueiro. Lucille Uhlrich

Em 2011, escolhemos a metamorfose como lema de inscrição. Para 2012, desejamos a claridade. Continuamos a promessa de levar as mãos à terra e fazer dela matériaprima de criação, partilha e memória. Esta programação do Ciclo da Terra será luminosa, festiva, solar (e lunar) e projetará sobre o nosso mapa imagens de afeição e trabalho, paisagens e sabores, eflúvios e aromas, discursos e práticas e, sobretudo, relações primordiais. E vamos dançar. O ano inteiro. Com artistas convidados, grupos de teatro amador, colaboradores locais, agentes educativos, crianças, jovens, famílias, técnicos culturais, responsáveis políticos, numa rede que é hoje um espaço de profunda liberdade, sentido de pertença e democracia cultural. Ao longo de 2011, no Vale do Minho, fomos 13 500 artistas e espectadores emancipados. E “a emancipação começa quando se compreende que olhar é também uma ação” (Jacques Rancière). Em 2012, convidamos a olhar e a dançar!


Š Celeste Domingues


laboratório de RODOPIOS AÇÃO DE FORMAÇÃO

Colaborar: Crescer os dias todos Esta ação de formação faz parte de uma bolsa de atividades criada a partir da colaboração regular com entidades e profissionais locais. Num espaço de partilha e de informalidade, todos beneficiam de momentos de formação específica, que lhes permitem a dinamização autónoma de atividades, no respetivo território. Desta ação, resulta Rodopios, uma visita-oficina para crianças.

formação Ana Lúcia Figueiredo e Tânia Pereira Público-alvo Colaboradores Locais

P COURA

19 jan


RODOPIOS VISITA-OFICINA À EXPOSIÇÃO DE GÉMEO LUÍS

Rodopiar: Girar e regressar quase ao mesmo lugar Histórias irrequietas, desenhos com movimentos, perguntas e outras inquietações… Numa exposição de ilustração, livros e objetos, criados a partir do universo visual de Gémeo Luís e do universo literário de Eugénio Roda. O desenho conta segredos? Sentimos antes ou depois de olhar? Mexer é pensar com o corpo?

Criação Ana Lúcia Figueiredo e Tânia Pereira Orientação Colaboradores Locais Público-alvo Alunos Ensino Pré-Escolar e Público Familiar

P COURA

VN CERVEIRA

VALENÇA

MONÇÃO

MELGAÇO

30 > 31 jan 1 > 3 fev 6 fev

8 > 10 FEV 13 > 15 fev

23 > 24 FEV 27 > 29 fev 1 > 2 mar

6 > 9 MAR 12 > 16 mar

19 > 22 mar

público familiar

público familiar

público familiar

público familiar

5 fev

25 fev

10 mar

24 mar


CATABRISA ESPETÁCULO DE TEATRO DE SOMBRAS / DANÇA

Bater as asas: Convidar a brisa a dançar Olha à tua volta: tudo se mexe, mexendo com o ar. Até o respirar. Já ouviste dizer que esta brisa, que sentes no cabelo, pode vir do outro lado do mundo, onde uma pequena borboleta bate as asas? Ou que pode vir do teu interior, da tua força de vontade? A partir do livro Catavento, Gémeo Luís, Eugénio Roda e Joana Providência criam um espetáculo que apela a um jogo coreográfico entre o texto, a ilustração, a luz e a sombra.

TEXTO Eugénio Roda, a partir do livro Catavento (Edições Eterogémeas), de Gémeo Luís e Eugénio Roda CONCEÇÃO e DIREÇÃO COREOGRÁFICA Joana Providência DRAMATURGIA Eugénio Roda (Emílio Remelhe) CRIAÇÃO, CENOGRAFIA e FIGURINOS Gémeo Luís INTERPRETAÇÃO Filipe Caldeira MÚSICA Manuel Cruz PRODUÇÃO EXECUTIVA Companhia Instável UMA ENCOMENDA Maria Matos Teatro Municipal COPRODUÇÃO Comédias do Minho, Casa da Música, Centro Cultural Vila Flor, Cinema-Teatro Joaquim d’ Almeida, Companhia Instável, Fundação Lapa do Lobo e Maria Matos Teatro Municipal Público-alvo Alunos 1º Ciclo Ensino Básico

P COURA

VN CERVEIRA

VALENÇA

MONÇÃO

MELGAÇO

5 > 7 mar

8 > 9 mar 12 mar

13 > 16 MAR 19 mar

20 > 22 mar 12 > 13 abr

16 > 18 abr

público familiar

público familiar

público familiar

público familiar

público familiar

4 mar

10 mar

17 mar

24 mar

14 abr


O ESMAGADOR DE UVAS ESPETÁCULO DE TEATRO

Andam e cambaleiam como ébrios, e perderam todo o tino. Salmo 107:27

Estamos em 2012. Uma colheita exagerada lançou a indústria vinícola europeia num caos. Numa pequena aldeia do norte de Portugal, dois vinhateiros rivais lutam para vender a sua produção. Entretanto, por entre as ramadas, o amor floresce entre o filho e a filha das duas famílias rivais. Será que a paixão deles sobrevive? Tudo será revelado neste carrossel tragi-cómico. * Atividade promovida pela Adriminho no âmbito do Projeto de Cooperação Histórias Decantadas, apresentado ao abrigo do programa Proder - Programa de Desenvolvimento Rural.

Criação John Mowat Cenografia Kevin Plumb ASSIsTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Gonçalo Fonseca Cocriação e Interpretação Gonçalo Fonseca, Luís Filipe Silva, Tânia Almeida e Rui Mendonça

MONÇÃO

VALENÇA

29 mar > 1 abr 12 > 15 abr

VN CERVEIRA

P COURA

MELGAÇO

19 > 22 abr

26 > 29 abr

03 > 06 mai

rota do alvarinho Histórias Decantadas

rota do alvarinho Histórias Decantadas

* jun > out

* jun > out


QUEIMA DE JUDAS SUPERSTAR espetáculo comunitário

A “Queima de Judas” é uma festa popular que tem lugar no sábado que antecede a Páscoa, na qual se recupera o ritual pagão da morte do ano velho e da chegada da primavera, numa representação de pendor judaico-cristão, onde se condena Judas, o traidor, e se festeja a ressurreição de Jesus Cristo.

Direção Tânia Almeida e Gonçalo Fonseca ORGANIZAÇÃO Município de Vila Nova de Cerveira

VN CERVEIRA

7 abr


PROJETO TEATRO E INCLUSÃO AÇÃO DE FORMAÇÃO

Incluir: Abraçar de olhos fechados Memória, partilha, identidade e comunicação são alguns dos conceitos a explorar numa ação de formação dirigida a técnicos dos centros de APPACDM interessados em experimentar novas ferramentas de ação artística e criativa.

Orientação Marco Paiva Público-Alvo Técnicos de Centros APPACDM

monção

16 > 18 abr


ENCENA CURSO DE TEATRO

Encenar: organizar ilusões e outras cenas Transformar em texto palavras. Explorar o corpo dentro do texto e viceversa. Construir um lugar para palavras e corpo. Provocar e partilhar um processo criativo. Em teatro. É esta a proposta de trabalho para alunos e professores que, ao longo do ano letivo, dinamizam grupos de teatro escolar. Em torno de um tema comum, todos os grupos experimentam ferramentas artísticas e criativas, nas áreas de dramaturgia, encenação e cenografia. No final, partilham processos, resultados e aplausos, no FITAVALE – Festival Itinerante de Teatro Amador do Vale do Minho.

Orientação F Ribeiro, Graeme Pulleyn e José Maria Vieira Mendes Público-alvo Alunos e professores dinamizadores de grupos de teatro escolar do Vale do Minho

MELGAÇO

P COURA

valença

VN CERVEIRA

monção

out 2011 > Mai 2012

out 2011 > Mai 2012

out 2011 > Mai 2012

out 2011 > Mai 2012

out 2011 > Mai 2012 apresentação pública

19 mai


2012

Festival Itinerante de Teatro Amador do Vale do Minho


25 mai . 20H30 FÓRUM VN CERVEIRA

Abertura

19 mai monção

Grupos de Teatro Escolar Apresentação pública

25 mai . 21h30 FÓRUM VN CERVEIRA

O Passeio dos Mortos

de Ilídio Castro Ass. Filarmónica Milagrense - Monção

26 mai . 16H00 AUDitório EPRAMI MONÇÃO

Voz Off

Os Simples - Grupo Amador de Teatro - Melgaço

Um drama, que tem como Usamos máscaras invisípano de fundo a guerra civil veis, quase impercetíveis, espanhola e as terríveis que nos ajudam a enfrentar consequências que traz a diversas situações. Com as uma família do meio rural máscaras, transformamogalego. -nos noutras pessoas, Um acontecimento trágico adquirimos novas personaque desencadeará um con- lidades, aptos a enfrentar junto de reações impreviqualquer realidade. Elas resíveis e onde as virtudes presentam uma espécie de de cada um se alteram, mediação entre os homens de forma a se tornar, por e o mundo invisível. Mas, e vezes, no mais odioso dos se fossemos incapazes de defeitos. colocar as nossas máscaUma visão realista, e muito ras sociais no nosso dia a próxima, das várias formas dia? E se, sempre que saísda decadência humana e semos à rua, não consedos vários processos de guíssemos esconder aquilo autodefesa e sobrevivência que realmente somos e que, involuntariamente, o sentimos? Como seria esta ser humano desenvolve em honestidade caótica? situações limite. ENCENAÇÃO / Máscaras ENCENAÇÃO Luís Filipe Silva INTERPRETAÇÃO Célia Oterelo, Cláudia Afonso, Eduarda Pereira, Fernando Álvaro, Ilídio Félix de Castro, Isabel Nóvoas, Jesus Lourenço, João Antunes da Silva, João Luís Lourenço, Maria José Lourenço, Paulo Lobato Costa, Rosário Antunes, Susana Lourenço

Gonçalo Fonseca INTERPRETAÇÃO Ana Costa, Armando Sousa, Carla Domingues, Clara Araújo, Cristina Vilas, Filipe Carvalho, Humberto Sousa, João Esteves, Lídia Santos, Sandra Plasencia ASSISTÊNCIA Artur Caldas CENÁRIO Raúl Cardoso


26 mai . 21H30 Casa da CULTURA MELGAÇO

27 mai . 16H00 Centro CULTURAL P COURA

27 mai . 21H30 AUDitório VERDOEJO VALENÇA

Garganta

Nim

Dança de Roda

Imagina... No sótão inspirar. Na cave expirar. Nas escadas suster. Sair à rua. Atravessar. Bater no 20. Perguntar pelo 22. Será que o 22 reconhecerá? Sorrirá? Turrará? Está escuro. Está a queimar. Alguém? Ai! Ampara ou cai. É isto. Mais ou menos. Nem por isso. Só vendo. Desculpa. Obrigado.

Quem estou? Onde sou? Questões fundamentais para a compreensão existencial de cada um. Somos nós que fazemos o nosso destino ou é ele que nos faz? Ao dizer sim estou a dizer não a quê? Ao aceitar estou a negar alguma coisa? Só sei que nada sei, e que estou bem onde eu não estou, são possíveis respostas a dilemas. Entretanto, seguem-se mais dúvidas e interrogações. Já a seguir.

Peça constituída por dez cenas, que ligam pares de amantes: a Prostituta e o Soldado, o Soldado e a Empregada Doméstica, a Doméstica e o Jovem, o Jovem e a sua Esposa. Entre estas ligações, existe a atração e a repulsa erótica, a ligação e o abandono, o desejo e o fastio. As personagens vivem também atormentadas pelo medo: o medo da solidão, o medo do escuro, o medo da despedida, o medo da permanência. Dança de Roda vive ainda da comicidade das personagens e das suas atrapalhações.

Verde Vejo - Grupo de Teatro Amador da Ass. Cultural de Verdoejo Valença

DINAMIZADOR Rui Mendonça Memória, Pesquisa e Interpretação Amélia Castro, Ana Neves, Andreia Gomes, Augusta Salvador, Beatriz Gomes, Bruno Amorim, Carolina Rodrigues, Conceição Torres, Diana Guedes, Dora Ferreira, Eduardo Ponte, Fernanda Esteves, Gonçalo Ponte, Inês Rodrigues, Júlia Ferreira, Julieta Borges, Mariana Lopes, Miguel Mendes, Paula Ponte, Simão Ponte, Xavier Rodrigues

A partir de Ópera Panique de Alejandro Jodorowsky Outra Cena - VN Cerveira

ENCENAÇÃO Tânia Almeida INTERPRETAÇÃO Ana Gama, Andreia Pereira, Baltasar Esmeriz, Cândido Malheiro, Claúdia Pereira, Hugo Ribeiro, Irene Cristina Costa, Leandro Esmeriz, Margot Silva, Sara Rodrigues.

de Arthur Schnitzler Tac - Teatro Amador Courense - P Coura

ENCENAÇÃO Mónica Tavares INTERPRETAÇÃO Aida Antunes, Alfredina Vargas, Armando Lopes, Cátia Sousa, Fá Sousa, Isabel Cunha, José Vargas, Júlio Montenegro, Maria José Esteves, Maria Pequena, Paulo Castro, Sandra Santos, Sofia Brito, Xina Silva.

27 mai . 23H00

Encerramento


mais informação

www.comediasdominho.com


LUNAR ESPETÁCULO DE DANÇA NA PAISAGEM

Uma multidão de sensações diferentes reúne-se em cachos de gestos. José Gil

Os hábitos comunitários e os gestos de trabalho sazonais inspiram histórias/cenas contadas através do movimento e do corpo, em espaços particulares da paisagem do Vale do Minho. O ciclo do trabalho nas vinhas e o ciclo da terra em geral, da sementeira à colheita, são matéria para uma criação coreográfica, que se pretende também um convite à dança partilhada com o público. Para celebrar até à chegada do inverno. * Atividade promovida pela Adriminho no âmbito do Projeto de Cooperação Histórias Decantadas, apresentado ao abrigo do programa Proder - Programa de Desenvolvimento Rural.

CRIAÇÃO Leonor Barata COCRIAÇÃO Mónica Tavares ASSISTÊNCIA Liliana Rodrigues INTERPRETAÇÃO Gonçalo Fonseca, Liliana Rodrigues, Luís Filipe Silva, Mónica Tavares, Tânia Almeida, Rui Mendonça e bailarinos amadores

VALENÇA

MONÇÃO

MELGAÇO

VN CERVEIRA

P COURA

20 > 22 jun

27 > 29 jun

4 > 6 jul

5 > 7 set

12 > 14 set

rota do alvarinho Histórias Decantadas

rota do alvarinho Histórias Decantadas

* jun > out

* jun > out


NAS MARGENS Workshop de Formação Artística | Edição IV

Criar: Imaginar à beira-água Um projeto de formação artística dedicado ao tema do Rio Minho. Vamos representar, dar voz e corpo a intervenções de rua, explorando os espaços patrimoniais do Vale do Minho: parques, praças, castelos, muralhas. Diferentes abordagens das artes de palco enquanto possibilidade de criação serão usadas para comunicar e aproximar as comunidades do ambiente e da arte.

Orientação Gonçalo Fonseca, Luís Filipe Silva, Mónica Tavares, Rui Mendonça e Tânia Almeida Público-alvo Jovens 12 > 18 anos

MELGAÇO

MONÇÃO

P COURA

VALENÇA

16 > 21 jul

16 > 21 jul

16 > 21 jul

16 > 21 jul

VN CERVEIRA

16 > 21 jul

apresentação pública

apresentação pública

apresentação pública

apresentação pública

apresentação pública

20 jul

20 jul

20 jul

20 jul

20 jul festa final

21 jul


INSTALAÇÃO SONORA Ação de formação

Instalar: Colocar o som no lugar Ação de formação que parte da exploração sonora de universos paisagísticos e agrícolas: lugares, objetos, vozes, silêncios, figuras… com inspiração e intervenção nos espaços que fazem parte da Rota do Vinho Alvarinho. * Atividade promovida pela Adriminho no âmbito do Projeto de Cooperação Histórias Decantadas, apresentado ao abrigo do programa Proder - Programa de Desenvolvimento Rural.

Orientação a definir Público-alvo Técnicos da Rota do Alvarinho

melgaço

monção

rota do alvarinho Histórias Decantadas

rota do alvarinho Histórias Decantadas

* nov

* nov


SEMENTES Ateliê de dança CRIATIVA

Semear: Lançar começos Os gestos, ritmos e movimentos do ciclo da terra são o pretexto para um primeiro contato com a dança e a expressão corporal. As crianças experimentam descobrir e habitar o espaço com o corpo, enquanto elementos criativos.

CRIAÇÃO Ana Lúcia Figueiredo e Mónica Tavares ORIENTAÇÃO Mónica Tavares PÚBLICO-ALVO Alunos Ensino Pré-Escolar

MELGAÇO

MONÇÃO

P COURA

VALENÇA

nov > dez

nov > dez

nov > dez

nov > dez

VN CERVEIRA

nov > dez


TÍTULO A DEFINIR PERFORMANCE GASTRONÓMICA

Este pão que venho abrir foi outrora centeio, Este vinho sobre uma ramada desconhecida Ficou submerso nos seus frutos. Dylan Thomas

A partir daquela que pode ser a gastronomia regional do Vale do Minho, mas não só, resulta um espetáculo-performance que é, ao mesmo tempo, uma experiência culinária. A comida e a bebida inspiram um ritual criativo-degustativo, num ambiente que coloca o público entre o rigor de uma cerimónia e a espontaneidade de uma festa. * Atividade promovida pela Adriminho no âmbito do Projeto de Cooperação Histórias Decantadas, apresentado ao abrigo do programa Proder - Programa de Desenvolvimento Rural.

Criação Gonçalo Fonseca e Tânia Almeida Cocriação Vasco Pombo (chefe de cozinha) Interpretação Gonçalo Fonseca, Luís Filipe Silva, Tânia Almeida, Rui Mendonça e Vasco Pombo

MELGAÇO

P COURA

MONÇÃO

VALENÇA

rota do alvarinho Histórias Decantadas

15 > 18 nov

rota do alvarinho Histórias Decantadas

29 nov > 2 dez 6 > 9 dez

* 8 > 11 nov

* 22 > 25 nov

VN CERVEIRA


CONVERSAS DE PORTA ABERTA ENCONTROS INFORMAIS COM CRIADORES EM RESIDÊNCIA NAS COMÉDIas do minho

Conversar: Ser em voz alta Literatura, dramaturgia, arte, encenação, texto, processo criativo, pedagogia, públicos e…teatro, enfim. Abre-se a porta e convida-se à conversa, com pergunta na algibeira ou resposta improvisada. Os convidados de outros territórios podem contar da sua experiência e do seu universo artístico, bem como da sua relação com as Comédias do Minho. Os convidados de cá contam de si também.

datas a definir


TÍTULO A DEFINIR Filme Documental COMÉDIAS DO MINHO | FILMINHO MORRACEIRA

A atravessar todos os projetos deste ciclo da terra, um ‘objeto’ filmado, construído a partir de relatos e ficções, paisagens, rostos e vidas do Vale do Minho, tomando como tema inicial a produção vinícola e o trabalho na terra. Um registo criativo do património imaterial do vale minhoto. * Atividade promovida pela Adriminho no âmbito do Projeto de Cooperação Histórias Decantadas, apresentado ao abrigo do programa Proder - Programa de Desenvolvimento Rural.

CRIAÇÃO Rui Mendonça e André Martins

rota do alvarinho Histórias Decantadas

* dez


Š Celeste Domingues


As Comédias do Minho, através da Campanha Amigos, pretendem aproximar-se ainda mais dos públicos, das comunidades e dos artistas que, todos juntos, contribuíram para a construção deste projeto cultural. Através de uma contribuição anual simbólica, qualquer criança, jovem, adulto ou empresa pode tornar-se amigo das Comédias do Minho. Amigo Júnior - Contribuição Mínima 15€ / Ano Amigo Sénior - Contribuição Mínima 30€ / Ano Amigo Empresa - Contribuição Mínima 100€ / Ano Amigo Voluntário - Contribuição sob a forma de voluntariado ao serviço das Comédias do Minho

• amigos sénior Ana Lúcia Figueiredo, Ana Margarida Vaz, Ana Maria Cunha Alves Carvalho, António Pereira Júnior, António Fonseca, Artur Vaz, Associação Cultural de Verdoejo, Augusta Dolores, Branca Dolores, Celeste Domingues, Cristina Araújo, João Pedro Vaz, João Rocha Pereira, Maria Aurora Alves Amaral, Maria Emília Teixeira, Maria das Dores Ferreira, Maria Joana Pinto Rodrigues, Maria Luísa Madeira Cunha, Pedro Morgado, Rui Paulo Pestana Mendonça, Sandra Maria de Sousa Plasencia, Tânia Gonçalves Pereira

• amigos voluntários Baltazar Esmeriz, João Simões Dias Tovar, João Esteves


Comissão Artística (Consultiva) Joana Rodrigues Miguel Honrado

Comunicação Celeste Domingues Coordenação Pedagógica e Comunitária Tânia Pereira Produção / Técnica Vasco Ferreira

Direção Artística João Pedro Vaz Coordenação Artística e Pedagógica Ana Lúcia Figueiredo Gestão e Produção Pedro Morgado

design gráfico DPX .com.pt

Atores/Criadores Gonçalo Fonseca Luís Filipe Silva Mónica Tavares Rui Mendonça Tânia Almeida

T (+351) 251780124 F (+351) 251 780 121 comediasdominho@gmail.com comediasdominho.blogspot.com

Direção Da Associação António Pereira Júnior (Pres.) Maria Joana Rodrigues (Vice-Pres.) José Rodrigues (Sec.)

Centro Cultural de Paredes de Coura Apartado 4 _ 4940-909 Paredes de Coura

www.comediasdominho.com

Comédias do Minho Programa 2012  

Programa anual

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