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Prodzine NOV. 2013


MÚSICA


José Menezes propõe JAZZ


100

UMBRELLAS Viagem improvisada ao universo sonoro de Erik Satie

Para alguns Erik Satie foi apenas um compositor excêntrico, que viveu a maior parte da sua vida num sótão bafiento e que deu títulos improváveis às suas peças. Para outros Satie foi um visionário que estabeleceu uma relação única com o seu tempo, manipulando o absurdo de uma forma raramente conseguida até então, um criador cuja obra musical veio a influenciar transversalmente toda a produção artística. Muitos dos elementos centrais na obra de Satie , são-no, também eles, á linguagem do Jazz: A improvisação, o modalismo, a dissonância, o humor, a sincopa, a tensão entre o óbvio e o absurdo são alguns dos elementos através dos quais o projecto musical “100 UMBRELLAS “ faz a ponte entre a música de Satie e o Jazz contemporâneo. Não é difícil imaginar Satie e Thelonious Monk conversando á mesma mesa num café de Paris. Não é difícil imaginar Satie com os dedos afundados no piano de uma velha cave da Praça da Alegria. Imaginemos….

Músicos José Menezes – saxofones, objectos sonoros, direcção musical Gonçalo Marques – trompete, flugelhorn, electrónica Mário Delgado – guitarra, caos pad, theremin Carlos Barretto – contrabaixo, efeitos sonoros José Salgueiro – bateria, percussão, objectos sonoros Classificação: maiores de 6 anos


RAIDER TÉCNICO & CONDIÇÕES “100 UMBRELLAS”

Condições Técnicas: • Palco. • Corrente eléctrica necessária. • Sistema de som e luz segundo rider técnico do grupo Condições Logísticas: Refeição para 6 pessoas na noite do espectáculo. Alojamento em hotel (***mínimo) 5 quartos single Valores de cachet (espectáculo até 50Km de Lisboa) 2.800 € Para espectáculos a mais de 50 km de Lisboa a este valor será acrescida a deslocação dos músicos em 3 viaturas próprias. Contrabaixo – 1 linha micro Guitarra – 1 linha micro Sax - 1 linha micro Clarinete-baixo- 1 linha micro Trompete -1 linha micro Bateria – 4 linhas micro Percussões – 3 linhas micro Apresentação - 1 linha micro (wireless de preferência)

Legenda: Monitores de palco


Caravan

BIG BAND

Espectáculo de Jazz com alguns dos mais conceituados músicos nacionais. Direcção : José Menezes. Formação de 16 músicos + voz feminina. Repertório clássico de Jazz. Composições de Ellington, Basie, Nestico, Thad Jones, etc Cachet: 6.900 € (inclui transportes) A cargo da entidade promotora: Alojamento de 18 pessoas em quarto single. Jantar para 18 pessoas na noite do concerto. Raider técnico a enviar posteriormente


O jazz

vai à escola

O projecto educativo “O JAZZ VAI Á ESCOLA” ® teve início no ano de 2005 tendo como objectivo promover o contacto dos jovens com uma realidade musical - a Improvisação - veículo de liberdade criativa e de respeito pelo Outro . É também objecto desta acção proporcionar o contacto dos mais novos com uma forma musical que tem na improvisação a sua razão de ser - o Jazz bem como com as circunstâncias sociais que estiveram na sua origem. Este projecto já envolveu, desde o seu início e até ao momento, cerca de 8.000 crianças dos ensino Básico e Secundário, com inúmeras sessões nos concelhos de Torres Vedras, Lourinhã, Peniche, Lisboa, Leiria e Arraiolos tendo integrado (2007 a 2011) o projecto “Descobrir a Música” da Fundação Calouste de Gulbenkian. Em cada sessão é explicada de uma forma fácil e divertida os processos de funcionamento de um grupo de Jazz bem como os mecanismos de “conversação” entre os músicos

melhorando nos jovens ouvintes o sentido crítico e o prazer de ouvir música e contribuindo, desta forma, para a criação de novos públicos – de Jazz ou de outra qualquer forma musical. Também a História do Jazz será abordada através duma divertida projecção multimédia, fornecendo aos alunos uma perspectiva de como os acontecimentos marcantes do séc. XX influenciaram a criação musical. A discriminação racial será um dos pontos abordados permitindo aos alunos ter uma noção clara do Racismo num passado recente. Os jovens contactarão com figuras como Louis Armstrong, Martin Luther King ou John Coltrane sendo-lhes facilitada a compreensão da importância destas figuras para a nossa história recente.


Consideramos a componente de Educação Cívica do projecto “O Jazz Vai á Escola, pelo menos, tão importantequanto a parte de carácter musical. Este projecto comtemplará abordagens diferentes no que respeita á linguagem utilizada e conteúdos multimédia, mediante as faixas etárias e contextos a que se destinam: Alunos de nível Básico, Secundário ou ele-

mentos de Bandas Filarmónicas. Cada sessão terá a duração aproximada de 60 minutos. Em cada sessão um grupo de 4 músicos dirigidos por José Menezes executará ao vivo os temas ilustrativos e estabelecerão um contacto directo com o público quer explicando verbalmente os processos musicais em causa quer procurando a participação activa dos ouvintes.

CONDIÇÕES “Jazz vai à escola”

O site http://www.ojazzvaiaescola.pt fornece todo o apoio necessário não só aos alunos que assistirem ás sessões permitindo também aos professores a recolha de informação prévia sobre a sessão . No final das sessões, serão fornecidos aos participantes folhas de trabalho que poderão ser realizadas no espaço da sala de aula das disciplinas de Português, Educação Musical, Matemática e Inglês de permitindo assim um cruzamento entre os conteúdos da sessão e as referidas disciplinas. Orçamento: Sessão única: 1.500€ 2 sessões (no mesmo dia) : 2.200€


UBU 4TET

Temas originais. Jazz contemporâneo e improvisação livre. “José Menezes é um estudioso da psicologia da improvisação que aqui se junta aos igualmente notáveis Gonçalo Marques, Carlos Barretto e José Salgueiro para formar um quarteto com uma outra postura, novas ideias e sentido de risco. Sem tempos mortos, mas com sentido de pormenor e nuance e uma saudável noção de espaço, o jazz do José Menezes Quarteto é intenso, agitado, senão mesmo marcado pela irrequietude, e definido pelas suas estratégias de comunicabilidade, capaz de mover e entusiasmar o público. Melhor secção rítmica não podia haver do que a formada por Barretto e Salgueiro e a dupla de sopros constituída por Menezes e Marques é eloquente, afirmativa, por vezes até pujante, em constante diálogo e desafio. Um prazer para os ouvidos, mas também para os olhos.” Rui Eduardo Paes “Para esta apresentação José Menezes foi buscar Gonçalo Marques no trompete, e uma secção rítmica de luxo, composta por Carlos Barretto no contrabaixo e José Salgueiro na bateria, para o acompanharem. O resultado foi amplamente convincente. Além de um fraseado seguro, personalizado e bastante criativo de José Menezes, fomos presenteados com um inspirado Gonçalo Marques no trompete, capaz de arriscar quando se exige e de fazer uma boa companhia à ampla experiência do saxofonista. Claro está que Carlos Barretto e José Salgueiro estiveram à altura dos seus pergaminhos e deram o espectáculo que se esperaria de dois dos melhores profissionais nacionais nos respectivos instrumentos. Barreto com a habitual irreverência tecnicista que nunca cessa de surpreender e Salgueiro com uma batida forte e criativa, com o extremo bom gosto que o caracteriza.Uma sala cheia que fez jus à valia dos músicos em palco, completou uma quinta feira de jazz memorável no CCB. Um experiência que se recomenda. “ in blog “Riffs & Strides José Menezes – saxofones Gonçalo Marques –trompete Carlos Barretto – contrabaixo José Salgueiro – bateria


CONDIÇÕES “UBU 4TET” Cachet : 2.300 € A cargo da entidade promotora: Alojamento em 4 quartos single. Jantar para 4 pessoas na noite do concerto


Senhoras e senhores, Homem Espantalho. Homem Espantalho - Banda de Originais (Rock português, tradicional)

4 Elementos Bruno Pereira (Voz); Rui Cardoso (Guitarra); António Francisco (Baixo & Backvocals); Carlos Gonçalves (Bateria).

CONDIÇÕES “Homem Espantalho” Cerca de 1h30 de concerto. 700€ Inclui: Backline (Amplificadores, Bateria, Micros, tripés, instrumentos) Não Inclui: Sistema de som, mesa e técnico de som, despesas de deslocação, alimentação e estadia.


TEATRO


Apara o rapaz que vai e vem

Pingo a pingo se enche um garrafão de água. “Apara o rapaz que vai e vem”, conta a estória do dia-a-dia de um rapaz numa aldeia africana. A água é o que a aldeia tem de mais importante. Este rapaz chama-se Apara. No outro lado do mundo vive Gedeão, um rapaz da mesma idade que vive numa cidade onde nada lhe falta. Gedeão tem tudo o que precisa bem perto de si. Água não é problema. Corre facilmente pela torneira, torneira essa que está sempre a pingar. Poderão os pingos desta torneira encher o garrafão de água de Apara?


“Apara o rapaz que vai e vem” é um espectáculo visual de reflexão. A palavra é substituída por um suporte musical original que nos guia através de duas realida-

des bem diferentes deste nosso planeta. A abundância e a escassez de recursos, o valor dos bens materiais, o valor da vida e o valor da água como geradora de vida enformam o espectáculo. Estaremos nós a dar a devida importância ao bem mais precioso para a nossa existência? Teremos nós noção que a água potável não é assim tão abundante? Terá de haver um grito maior que o planeta, para todos despertarmos e tomarmos consciência do desperdício... amanhã poderá ser tarde.

Autor Fernando Cunha Guião/Encenação Fernando Cunha Joaquim Guerreiro Construção das marionetas Ana Pinto Adereços Ana Pinto Fernando Cunha Joaquim Guerreiro Atores/manipulação Fernando Cunha Joaquim Guerreiro Música Norma Carvalho Letras e interpretação Gonçalo Cunha Desenho de luz Coletivo Valdevinos Operação de luz e som Ricardo Soares Design Gráfico Norma Carvalho Fotografia e Vídeo Ricardo Reis Produção Ana Pinto


Condições para

“Apara o rapaz que vai e vem” Espectáculo de marionetas de manipulação directa e sem palavras

Classificação etária: maiores de 6 anos Duração: 45 minutos Tempo de montagem / desmontagem: 2 horas Lotação aconselhável: até 120 participantes Dimensões: boca de cena - 6m profundidade - 6m altura - 2,5m

Espaço cénico amplo e interior

Até 2 sessões.........................1100€/sessão + 2 sessões........................900€/ sessão Inclui despesas de deslocação


Algo de muito estranho se estava passar com os livros e a cidade estava em alvoroço. Seria a crise? Ninguém sabia a resposta, mas a verdade é que não havia livros novos... As pessoas já não sabiam o que mais podiam fazer na esperança de novas aventuras, até já tinham lido todos os nossos livros de trás para a frente, de baixo para cima e até de pernas para o ar... Mas nada resultava. O que teria acontecido à fábrica dos livros? Uma aventura fantástica que nos leva a uma viagem de sonho em que os livros têm um papel fundamental na vida das pessoas.


SOBRE A AUTORA MARGARIDA BOTELHO Margarida* se fosse um animal seria de certeza marinho, para poder estar sempre em movimento, mas como nasceu com duas pernas e duas mãos movimenta-se pela terra em passo acelerado, de mãos livres, quase sempre com uma mochila onde guarda a sua casa. Acredita que há histórias a nascer por cada respiração que é dada ao mundo. Dai a urgência! Gosta de as descobrir com as mãos ligadas ao coração. Às vezes são palavras que se transformam em imagens e vice-versa, outra vezes não… Quando caminha experimenta o tempo, aquele que só acontece quando estamos juntos. Algumas destas experiências tornam-se visíveis através de livros… outras não. Gostaria de guardar nos olhos, o brilho intenso de cada descoberta, para quando fosse velhinha, pudesse iluminar quem sabe… outros caminhos! Licenciada em Arquitectura e Mestre em *Design e Sequential Illustratio*, desde 2005 que publica livros para a infância onde constrói as palavras eas imagens dessas casas/livros. Como gosta de experiências inesperadas é mediadora de projectos e conteúdos artísticos em museus, bibliotecas, escolas e praças públicas. Recentemente esteve a trabalhar com a Unesco em Moçambique onde experimentou gestos e vozes diferentes, vai voltar de certeza! Tem desenvolvido projectos artísticos comunitários no Brasil, Indonésia e India.


Palavras da autora sobre o livro e o espectáculo As Cozinheiras de Livros nasceu numa cozinha, entre uma sopa para o almoço e o esboço para uma história, de repente as palavras eram como os ingredientes daquela sopa e as associações entre o mundo da cozinha e da literatura começaram. A história nascia assim com sabor a sopa de coentros e a muitas outras histórias e receitas. Foi com muita curiosidade que acompanhei de longe (pois estava a desenvolver um projeto fora de Portugal) o processo criativo dos Valdevinos, respondendo a algumas perguntas sobre a concepção plástica das ilustrações tridimensionais e lendo a adaptação do texto para teatro poderia já adivinhar que a peça iria respeitar muito a dinâmica narrativa e visual do livro. Para mim o dia da estreia foi quando vi a peça pela primeira vez na Biblioteca de Sintra, e fiquei automaticamente cativada, era como se eu também tivesse participado na construção daquela peça de teatro. Senti que As Cozinheiras tinham ganho uma vida, para a qual eu deixei várias pistas nas folhas dos livros. Aos Valdevinos coube a sensibilidade e a criatividade de descobrir e reinventar essas pistas. Sinto que o resultado é uma verdadeira experiência sensorial para todos os leitores e futuros leitores, mesmo para os que não gostam de sopa. Margarida Botelho


Autor: Margarida Botelho Adaptação e encenação: Valdevinos Música original : Norma Carvalho    Interpretação: Fernando Cunha e Susana Gaspar Construção das marionetas: Ana Pinto Cenários e adereços: Ana Pinto  e Fernando Cunha Operação de luz e som: Norma Carvalho Design gráfico:  Norma Carvalho FotografiaDVD:RicardoReis Produção: Ana Pinto

condições para “as cozinheiras de livros Técnica: manipulação directa Classificação etária: maiores de 6 anos Duração: 45 minutos Tempo de montagem/desmontagem: 2 horas Material técnico de n/conta Espectáculo intimista – para pequenos auditórios, espaços não convencionais ou ar livre Espaço cénico amplo Dimensões: boca de cena - 6m profundidade - 3m altura - 2,5m Lotação aconselhável: até 120 participantes

Até 2 sessões: .1200€/sessão + 2 sessões: 900€/sessão Incluido despesas com deslocação e direitos de autor


O teatro político coloca toda uma série de problemas. Há que evitar os sermões a todo o custo. A objectividade é essencial, deve-se deixar as personagens respirar o seu próprio ar. O autor não pode confiná-las nem obrigá-las a satisfazer o seu próprio gosto, inclinações ou preconceitos. Tem de estar preparado para as abordar sob uma grande variedade de ângulos, um leque de perspectivas diversas, apanhá-las de surpresa, talvez, de vez em quando, mas deixando-lhes a liberdade de seguirem o seu próprio caminho. Isto nem

sempre funciona. E a sátira política, é evidente, não obedece a nenhum destes preceitos; faz exactamente o inverso, e é essa a sua função principal.  Harold Pinter, in “Discurso de Aceitação do Prémio Nobel”


Constantino “o contador de fábulas” é um homem introspetivo, resignado com a mediocridade a que o seu país chegara. As memórias perseguem-no como que fantasmas sombrios. Um carrinho velho carrega os cenários, os velhos bonecos, os aplausos do público, que tanta felicidade lhe deram nos tempos áureos da sua vida de ator, bonecreiro. Um dia, após um diálogo com o diabo, compromete-se com o destino e decide voltar para trás do retábulo e retomar o último dia que apresentara a sua versão da fábula “A lebre e a tartaruga”. “Constantino o contador de fábulas” remete o espectador, num lapso temporal, a assistir no passado à ação que decorre no presente. Uma sátira social conduz este espetáculo envolto em cenas de drama e comédia, em momentos verdadeiramente tocantes e provocadores. Autoria Fernando Cunha Encenação/Interpretação Fernando Cunha Joaquim Guerreiro Cenografia Ana Pinto Fernando Cunha Joaquim Guerreiro Construção marionetas/ adereços Ana Pinto Música

Norma Carvalho Rapper  Gonçalo Cunha Voz-off Norma Carvalho Paulo Cintrão Paulo Campos dos Reis Design gráfico Norma Carvalho Fotografia/Vídeo Ricardo Reis Produção Ana Pinto


condições para “constantino - contador de fábulas”

Técnica: Espectáculo com atores e marionetas de luva e manipulação direta Classificação etária: maiores de 12 anos Duração: 50 minutos Tempo de montagem/desmontagem: 2 horas Material técnico de n/conta Espaço cénico amplo Dimensões: boca de cena - 6m profundidade - 3m altura - 2,5m Até 2 sessões...........................1100€/sessão + 2 sessões...........................1000€/sessão Inclui despesas de deslocação


Silvestre é o Guarda da Floresta Fabulosa. Todos estão muito gratos, pois sabem que com ele se encontram em segurança. Mas um dia, Silvestre recebe uma carta de demissão, do Ministério das Profissões em Extinção. E agora? O que fazer para que todos os que vivem na floresta se mantenham protegidos? “Floresta” é uma narração fabulística em que os personagens, habitantes da floresta, sustentam um diálogo entre si e que se prende com a história de vida de cada um, na luta pela sobrevivência. Foca a importância do Guarda Florestal, da floresta e dos animais que nela vivem e como podemos viver em harmonia com

tudo e todos, respeitando o que é de mais importante no nosso planeta: a Natureza. Este espetáculo pretende contribuir para a aproximação das crianças, à Floresta, despertando por um lado um conhecimento mais profundo ao espaço natural e por outro sensibilizar para o respeito pelas florestas.


Autor: Fernando Cunha Adaptação e encenação: Valdevinos Música original: Norma Carvalho    Interpretação: Ana Peres e Fernando Cunha Construção das marionetas e figurinos: Ana Pinto

Cenografia: Ana Pinto  e Fernando Cunha Design gráfico:  Norma Carvalho Fotografia/DVD: Ricardo Reis Produção: Ana Pinto

condições para “floresta”

Técnica: luva e vara Classificação etária: maiores de 4 anos Duração: 45 minutos Tempo de montagem/desmontagem: 1h30 Espectáculo intimista – para pequenos auditórios, espaços não convencionais ou ar livre Espaço cénico amplo Dimensões: boca de cena - 3m Até 2 sessões; 1100€/sessão profundidade - 3m + 2 sessões; .950€/sessão altura - 2,5m Inclui despesas com deslocação Acesso a tomada de corrente electrica 220W Lotação aconselhável: até 120 participantes


O Canteiro dos Livros “Se eu um dia quiser tornar-me escritor, terei de ser, antes de mais nada, um grande leitor...�


“Francisco nem queria acreditar no que os seus olhos viam. No canteiro das hortências, no fundo do quintal, tinham começado a sair da terra mole pedaços de folhas com palavras impressas e mesmo algumas lombadas de livros. O que estaria a acontecer no seu quintal, onde tudo parecia viver na maior paz e harmonia, sem espaço nem tempo para acontecimentos inexplicáveis?” “O Canteiro dos Livros” conta a relação de cumplicidade e mistério, que se transforma num segredo bem guardado, entre um menino e um canteiro no qual, para além de flores nascem livros. A estrutura do cenário é uma pequena tenda com dois espaços cénicos: o exterior da casa de Francisco com o quintal das hortências e o céu que se movimenta com o passar do tempo e o interior do quarto de Francisco. A interação do Francisco com as restantes personagens decorre ao ritmo da música composta especialmente para este espetáculo.

Autor: José Jorge Letria Música: Paulo Marques    Adaptação/Encenação: Fernando Cunha    Interpretação: Fernando Cunha Técnico Som: Joaquim Guerreiro Marionetas, cenário e adereços: Ana Pinto  e Fernando Cunha Costureira: Maria Conde Design gráfico:  Norma Carvalho Fotografia: André Reis Produção: Ana Pinto

condições para “canteiro dos livros”

Espectáculo de marionetas de luva para todo o público a partir dos 4 anos Espectáculo intimista – para pequenos auditórios, espaços não convencionais ou ar livre Lotação: até 150 crianças Duração: 50 minutos Montagem: 60 minutos Até 2 sessões: 1100€/sessão Espaço Cénico: + 2 sessões: 900€ /sessão Boca de cena: 4 metros Inclui despesas com deslocação Profundidade: 4 metros e direitos de autor Altura: 3 metros Acesso a tomada de corrente eléctrica 220W


AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO PARA A NATUREZA E BIODIVERSIDADE

Esta acção de sensibilização ambiental surgiu no contexto do Ano Internacional para a Biodiversidade declarado pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, no ano de 2010, e tem vindo a demonstrar-se pertinente desde então. Pretendemos com esta nossa proposta corresponder à crescente necessidade de actividades de sensibilização ambiental para crianças e jovens, no âmbito da Educação para o desenvolvimento sustentável. A diversidade biológica é imensa e desempenha um papel vital no nosso bem-estar. No entanto, o Homem é o principal responsável pela sua perda e pela extinção irrecuperável de inúmeras espécies biológicas, sendo, por isso, necessário que as nossas crianças se apercebam desse facto o mais cedo possível, para no seu presente e posteriormente no seu futuro, alterem os seus hábitos de consumo e contribuam para um planeta mais sustentável, que respeite todas as suas espécies e o seu equilíbrio. Esta acção passa por partilhar o início da História e pequenas estórias, recorrendo a uma mala muito dinâmica, onde vivem animais-marionetas que ansiarão por contar os seus segredos ao público. Percorrendo temas tão diversos como a diversidade de paisagens e animais, as ameaças que o Homem perpetua no seu planeta e as formas de preservação, e focando especialmente nas espécies portuguesas em vias de extinção, divulgando a realidade que é mais próxima do nosso público, como o perigo de extinção do lince ibérico, das aves de rapina, de morcegos, entre outros. Este é um projecto de pequena dimensão e de fácil montagem, pelo que esperamos poder levá-lo a todo o público, um pouco por todo o país, sendo adaptável a diferentes realidades de contextos locais e aberto a parcerias. No final, esperamos ver reunidos diferentes grupos de defensores do Planeta Terra, que tenham como par o “super-poder” de manter o equilíbrio do ecossistema terrestre.


Imaginem uma mala que é um pequeno espelho do nosso planeta, imaginem que dentro dessa mala-planeta existem estórias e que vocês participam nelas. Com a ajuda da bióloga Bia, que viajará de norte a sul, e da sua fantástica mala cheia de personagens da natureza, iremos juntos compreender melhor o que é a biodiversidade e o porquê de ser tão importante a sua protecção e defesa. A mala desta bióloga guarda inúmeros segredos que anseiam ser partilhados: a estória de uma árvore, de uma abelha, de um lince ibérico, de uma coruja, de um urso polar e até de um divertido coral, entre muitas outras personagens… Por fim, este espectáculo irá desafiar-te a seres um verdadeiro defensor/a do Planeta Terra, que urge ser mais respeitado.

Técnica

Marionetas em Papel – Técnica Pop-Up; Os cenários são as páginas do livro-planeta (parte integrante da mala). Autoria e Interpretação: Susana C. Gaspar Música original: Norma Carvalho    Cenografia, marionetas e figurinos: Ana Pinto e Fernando Cunha Sonoplastia e Design gráfico: Norma Carvalho Produção: Ana Pinto

condições para “planeta eco-estórias” Técnica: manipulação direta Classificação etária: maiores de 6 anos Duração: 30 minutos Tempo de montagem/desmontagem: 1h00 Espaço cénico amplo interior ou exterior Lotação aconselhável: até 40 participantes

Até 2 sessões: 700€/sessão + de 2 sessões: 600€/sessão inclui despesas com deslocação


Os nossos espectáculos são concebidos para viajarem por todos os espaços por todos os públicos


ESPECTÁCULOS AUTO DA BARCA DO INFERNO (espectáculo curricular/público em geral)

CONTOS COM HISTÓRIA

(animada viagem pela História de Portugal/ espectáculo curricular/público em geral/ café-teatro)

GIL SITCOM

(espectáculo curricular/público em geral/ café-teatro)

(R)evolução - Trilogia

(poetas contemporâneos da Lusofonia/ café-teatro)

LUSÍADAS BEST SELLER

(estreia 2014)

AQUA VIVA

(temática ambiental)

CONTOS COM FOGO

(temática ambiental)

O CIRCO DA PULGA RHUANITA (infantil)

(História de Natal)

OS 400 SINOS

*Todos os espectáculos acima têm um valor unitário de 900 Euros (acrescido de despesas) * Na compra de mais que um espectáculo: custo a combinar * Todos os espectáculos são de rápida montagem, podendo ser apresentados em teatros convencionais assim como em espaços informais


ANIMAÇÕES SUSHI À PORTUGUESA

*3 animadores/2 horas: 700 Euros

ANIMAÇÕES TEMÁTICAS POR MEDIDA (animações com tema proposto) *custo a combinar

ATELIERS

ROBERTOS DE VARA A PALAVRA E O GESTO

*1 formador/10 participantes: 500 Euros; 2 formadores/20 participantes: 700 Euros


Projecto Sem Fios Apresenta

“Pontos nos iis”


Começa por ser um seminário, mas acaba por ser espectáculo sobre as coisas, o que são e como podem ser classificadas. E também sobre as palavras, do sentido que têm e do que podem ter, da sua interpretação e do seu uso. Espectáculo de comédia em que dois actores desdobram-se em variadíssimas personagens e situações. Brinca-se com situações que geram confusões, confusões que geram reações, que por sua vez geram novas situações. Trabalha-se em círculo, umas vezes círculo fechado, outras círculo aberto, e até mesmo círculo vicioso.

Descrição do espectáculo:

Comédia Duração: +/- 60 minutos Classificação: Maiores de 12 anos Condições técnicas: Espaço de representação mínimo – 4mX4m Camarim para 2 actores Luz geral Águas.

Ficha técnica:

Texto/Encenação – Joaquim Guerreiro; Actores – Fernando Cunha, Joaquim Guerreiro; Técnico – Catarina Ponte; Agradecimentos – S.M.D.C., Valdevinos, Helena Rosa; Apoios – Os pés.

Valor do espectáculo: 1100€ A este valor acresce: Alimentação, transporte, alojamento, em representações a mais de 50Km de Lisboa.


Anna Carvalho

Death Cabaret Depois de uma existência terrena bastante atribulada, eles renascem pelas mãos da proprietária do «DEATH CABARET», Petra a Mestre de cerimónias, para fazerem o espetáculo do ano! Um espetáculo capaz de ressuscitar até os “mortos”! São 5 personagens que vêm dos mais variados cantos do mundo, desde o Egito, Grécia, Alemanha, França e Portugal. Foram escolhidos depois de passarem por muitos “purgatórios”. O Mestre deste espetáculo vagueou pelos cemitérios burlescos mais requintados, para trazer ao mundo dos vivos, os melhores dos melhores deste submundo! Eles chegam para nos contar histórias rocambolescas, macabras e divertidas. Eles chegam para falar das suas e das nossas vivências, preocupações, sonhos, medos e desejos. São polémicos; falam de política, arte e da vida social que nos rodeia. Trazem canções, sátiras, emoções e discursos que podem incomodar ou alegrar a alma do mais “comum mortal”! Esqueçam os mitos e entrem nesta viagem real, repleta de mistério e sensualidade! A eternidade existe sempre na nossa alma!

O ESPETÁCULO

Death Cabaret é um espetáculo original inspirado no Cabaret Alemão dos anos 20/30, que tal como este pretende ser polémico. Com textos e músicas originais o espetáculo aborda duma forma crua e irónica; a política, a arte e a sociedade global. O nosso objectivo é repensar o Cabaret à luz da atualidade. A globalização, o contexto económico e o individualismo, marcam uma sociedade que tem vindo a perder valores. Porém existe um desejo de paz e equilíbrio adormecido, à espera de um despertar! Estas personagens intemporais, falam de todos nós!

FICHA TÉCNICA

Ideia Original: Anna Carvalho Texto Co-autoria Michel Simeão e Anna Carvalho Encenação e direção de Atores: Lavínia Roseiro Interpretação: Anna Carvalho, Fátima Efe, Inês Melo, Lavínia Roseiro e Tiago Soares Músicas: André Marques Instrumentalização e Arranjos: Adriano Dias Pereira, Fred Lessing, Lavínia Roseiro, Michel Simeão, Paulo Catroga e Paulo Chagas Letras: Lavínia Roseiro e Michel Simeão Coreografia: Bruno Rodrigues Figurinos: Natacha de Noronha

Grafismo do cartaz: Ricardo Gavinhos Produção: Gteatro / Zatara’s APOIOS: GEIC, Lapa Estação, Teatro Reflexo, ESTC, Purple Rose, Amp-C e Mind the Music Duração do Espetáculo 1h40 m Público-alvo A partir dos 16 anos.

ORÇAMENTO

Valor por apresentação: 1000€ Aos valores apresentados acresce despesa de alimentação e deslocação (se necessário).


Anna Carvalho

“Beijinho ao pai, beijinho à mãe” é uma produção da mesma equipa de “Saudades”, uma comédia musical que em 2012 contou com mais de 20 mil espectadores.

Os personagens Vanessa e Teotónio regressam com novas e hilariantes aventuras e, também, interpretações de grandes clássicos da música popular. Este casal de jovens continua a viver em casa dos pais. O desejo de lhes prepararem uma inesquecível festa de aniversário é o pretexto para serem cantadas ao vivo grandes canções portuguesas, como “Óculos de Sol”, “Pó de Arroz” e “Vocês sabem Lá”, mas também internacionais, como “New York, New York”. Inicialmente concebido para um público predominantemente sénior, este projeto alarga-se agora a outras faixas etárias. “Beijinho ao pai, beijinho à mãe” é um espetáculo onde som e música ao vivo se misturam com a comédia de costumes, numa interpretação polivalente de dois talentosos jovens atores portugueses. O autor, o radialista José Relvas, concebeu a peça com a estrutura típica de um programa de rádio, havendo por isso momentos de forte interatividade com o público. “Beijinho ao pai, beijinho à mãe” está concebido, recorrendo a uma grande mobilidade, para ser apresentado em qualquer espaço.

Condições

Ficha Técnica Atores: Bruno Pópulo e Anna Carvalho Encenação: Anna Carvalho e Bruno Pópulo Autor: José Relvas Produção Executiva: Tânia Monsanto Condições de apresentação do espetáculo: Área mínima de representação: 5 m X 5 m Tempo de montagem: 30 min. Duração do Espetáculo: 75 minutos Valor por apresentação: 800€

(Não está incluído: preço da Viagem, estadia e alimentação para 4 pessoas) Necessidades Técnicas Amplificador Leitor de CD Sistema de Som com o mínimo de duas colunas (Preferencialmente com Munição de palco, mas não é obrigatório)


DANÇA


Joana Estudante Saraiva com

IT ONLY FEELS REAL WHEN IT’S GONE


Este projecto tem como base de inspiração um filme – The million dollar hotel, de Wim Wenders. Não retratando a história ou sequência narrativa do mesmo, apenas são exploradas diferentes particularidades do carácter de cada personagem e relações estabelecidas a partir desse contexto cinematográfico, abrindo universos interpessoais de carácter expressivo.


O filme The million dollar hotel, retrata um hotel em Los Angeles onde vive um grupo de pessoas com distúrbios mentais, demasiado pobres para pagar tratamento clínico. Nele são desvendadas diversas facetas da amizade, romance, amor, traição, cumplicidade, mistério e morte, reveladas nas relações das personagens. O tema deste projecto baseia-se num conceito muito marcante no filme, que se traduz na inevitabilidade de alcançar o que mais se desejou unicamente no último momento, instantaneamente extinto. Foram explorados os tipos de ambiente percepcionados no filme, o carácter e fisicalidade dos dois personagens principais e, sobretudo, as suas relações. Dois intérpretes da peça basearam-se no carácter do protagonista do filme, enquanto as restantes duas intérpretes partiram do papel da protagonista do mesmo, havendo assim diversas interpretações dos mesmos papéis por pessoas diferentes. São assim criados dois casais semelhantes que coexistem no mesmo espaço, sem interagirem entre si, como se vivessem em realidades paralelas. A heterogeneidade de papéis muito distintos do homem para a mulher é evidenciada numa complementar, harmoniosa, delicada, mas muito ingénua e vulnerável relação a dois. Com isto, este trabalho vive do contraste de interpretações, relações e movimento expressivo, criando uma harmonia própria que suscita múltiplas interpretações sobre as dimensões humanas nele reveladas e exploradas. Na criação da peça, foi desenvolvido o trabalho de personagem a partir de uma obra cinematográfica, transposto para uma linguagem coreográfica, implicando uma enorme exploração estética, plástica e expressiva a partir do corpo e movimento. O trabalho consiste numa expressão de sentimentos e vivência de relacionamentos profundos pela natureza e dinâmica coreográfica. O clímax das relações na peça desenrola-se precisamente num momento de ruptura fatal e deliberada. É potenciado o alcance da liberdade e realidade absolutas antes do rompimento com as ligações ao outro e à própria vida. “Wow, after I jumped it occurred to me, life is perfect, life is the best. It’s full of magic, beauty, opportunity, and television, and surprises, lots of surprises, yeah. And then there’s that stuff that everybody longs for, but they only real feel when it’s gone. All that just kind of hit me. I guess you don’t really see it all clearly when you’re - you know – -- alive.” The Million Dollar Hotel


fICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA DA pEÇA ORIGINAL Título: It only feels real when it’s gone Criação: Joana Saraiva Co-criação e interpretação: Joana da Silva, Renato Gomes, Rui Peixoto, Ziva Ostir Música: Bono and MDH band

“ I guess you don’t really see it all clearly when you’re - you know – alive. And I ended up turning the world upside down along the way, even if just for a moment. - “The Million Dollar Hotel.

DESENvOLvIMENTO DO TEMA E ESTÍMULO

O tema deste projecto – o alcance da liberdade máxima no último momento – foi desenvolvido com base em conceitos e ambiências do filme transformados numa linguagem cénica e performativa.

Pesquisámos e explorámos o carácter das personagens, seus pensamentos, sentimentos e atitudes, que levaram ao desenvolvimento de novas formas de expressão pelo movimento a partir dessas referências e estímulos, para melhor definir as singularidades de cada personagem. A interpretação de papéis muito distintos e sua posterior relação e confronto foi desenvolvida numa complexa mas subtil relação a dois, marcada por sucessivas tentativas de comunicação, aproximação e entrega progressivas. Realizámos um estudo e exploração dessas contrastantes naturezas de movimento do homem para a mulher, bem como dos seus pontos de comunicação e encontro, numa fluidez contagiante e gradual. Assim, devido ao seu carácter base, as intérpretes expressam-se através de uma linguagem corporal e tipo de movimento mais envolvente, sinuoso, ondulante, misterioso e ambíguo. Por sua vez, os homens transmitem um sentido de presença mais elevado, marcante, confiante, firme, impulsivo, brincalhão e inocente. A própria estrutura coreográfica reflecte as várias fases de aproximação e relacionamento a dois, com os seus altos e baixos, expressos por diversas intenções, atitudes e formas de estar.


É aberto o universo pessoal de cada intérprete, perante uma genuína,mas furtiva relação a dois. Torna-se perceptível o ambiente obscuro, atento emisterioso envolvente, onde as pessoas se revelam pouco a pouco de formascada vez mais livres. O percurso para a obtenção dessa mesma união émarcado pela constante atenção ao outro, mesmo quando se pretende serdiscreto, pela inevitável ligação criada. “Love can never be portrayed the same way as a tree or the sea, or any other mystery. It’s the eyes, with which we see. It’s the sinner in the saint. It’s the light inside the paint.” The Million Dollar Hotel O clímax desses encontros, quando alcançado o ponto de maior transcendência e ligação possível, é marcado por uma súbita ruptura entre o homem e a mulher. São vislumbrados e expressos os sentimentos e pensamentos que surgem nesse estado fugaz, que no momento pareceu eterno.

ORÇAMENTO DA pEÇA 2150€

Criação

Joana Saraiva Nasceu em Lisboa no dia 26 de Março de 1992. Licenciou-se na Escola Superior de Dança, tendo realizado erasmus na escola Artez - Institut of the arts (Arnhem, Holanda), onde trabalhou intensivamente com a coreógrafa Ann Van Den Broek. Concluiu o curso na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espetáculo (EPAOE/ Chapitô) em 2010, estagiando na Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC), onde acompanhou o processo de criação do espetáculo O Toque, de Clara Andermatt. Completou em 2009 o curso Integral de Formação de Actores no Espaço Evoé. Realizou masterclasses com o coreógrafo Ohad Naharin e repertório do espectáculo de Sidi Larbi Cherkaoui (2012). Teve aulas de Ashtanga Vinyasa Yoga (2011) e de kung fu (2010-2012). Atualmente encontra-se em processo de criação para o espetáculo Azul infinito, coreografado por Thora Jorge, com estreia no dia 27 de Setembro no Teatro das Figuras. Durante o seu percurso salienta o trabalho realizado com Cláudia Nóvoa, John Mowat, Barbara Griggi, Teresa Ranieri, Gustavo Oliveira, Gonçalo Amorim, Miguel Moreira, Ann Van Den Broek, Judit Ruiz Onandi, Angie Lau, Shempui Nemoto, entre outros.


Interpretação

Joana da Silva Nasceu em 1988 e aos 7 anos inicia-se na área da dança, passando pelo jazz, hip hop e contemporâneo. Entre 2009 e 2010 fez parte da companhia semi-profissional de hip-hop All About Dance, trabalhando com Vítor Fontes e Marco Ferreira. Entre 2010 e 2013 frequenta o curso de dança na Escola Superior de Dança. Em Novembro de 2012 interpreta “A Peça Vermelha” de Lígia Soares. Actualmente, encontra-se a trabalhar como bailarina no projecto “Eternuridade” de Amélia Bentes. Rui Miguel Peixoto Nasceu em Lisboa a 16 de Setembro de 1985 e iniciou a sua formação artística na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espetáculo (EPAOE/Chapitô). Depois de um estágio no Lisboa Ginásio Clube nas disciplinas de tumbling e ginástica artística foi para Roterdão frequentar a Codarts Hogeschool Voor de Kunsten. Em 2009 regressa a Portugal, e durante esse ano trabalha como intérprete na Schmetterling Companhia de Dança Aérea e participa no projeto “MONSTER” de Carlota Lagido. Em 2010 ingressa na Escola Superior de Dança concluindo assim, três anos depois, os seus estudos na área da dança. Durante o seu percurso salienta o trabalho realizado com Cláudia Novoa, Nuno M Cardoso, Brigit Haberkamp, Juan Liu, Peter Michael Dietz, Barbara Griggi, Madalena Xavier, entre outros. Na sua formação conta também com workshops com Sasha waltz, Gustavo Oliveira e John Mowat. Atualmente encontra-se ligado a companhia belga “Untamed” na condição de intérprete e sobe a direção de Ricardo Ambrósio. Renato Gomes Nasceu a 9 de Janeiro de 1992 em Oliveira de Azeméis e iniciou a sua formação em dança na escola All About Dance onde frequentou aulas de Hip Hop (New Style, House e Popping), Jazz Fusion e Dança Contemporânea e na escola Ana Luísa Mendonça frequentou as aulas de Técnica de Dança Clássica e Técnica de Dança Contemporânea, como também respetivos workshops em ambas as escolas. Como formadores teve Marco Ferreira, Mara Andrade, Vítor Fontes, entre outros. Licenciou-se em Julho de 2013, pela Escola superior de Dança. Dentro desta teve como formadores Barbara Griggi, Pascale Mosselmans, Vanda Nascimento, Vítor Garcia, Amélia Bentes, entre outros. No âmbito profissional foi intérprete de várias peças destacando “Asylum” da Companhia All About Dance e “Someone Else Ago” de Bruno Duarte. Presentemente é estagiário da Companhia Instável no projeto “Tudo o que temos são estes corpos” de Tiago Rodrigues. Živa Oštir Nasceu a 9 de Agosto de 1984 em Koper na Eslovénia e começou a dançar com apenas 5 anos de idade. Após alguns anos fez competições e espetáculos com o grupo Plesno-Akrobatska Skupina Flip (Dance-Acrobatics ClubFlip), onde permaneceu como elemento até aos 16 anos de idade. Frequentou workshops e cursos de verão em Maribor onde destaca o trabalho realizado com Tina Dubaj, Maja Duak, Sinisa Bukinac, entre outros. Trabalhou com a companhia En-Knap durante 6 meses em Ljubljana. Em 2010 mudou-se para Portugal para frequentar a Escola Superior de Dança onde trabalhou com Barbara Griggi, Ruth Silk, Vitor Garcia, entre outros. Atualmente consta no seu currículo as peças “Imaginarium” de Barbara Griggi, “Entro, Atravesso, Percorro e Meço” de Madalena Xavier, “Tu Menos Tu” de Amelia Bentes e “This Is Not A Defense Mechanism” de Rui Miguel Peixoto.


Amalgama Companhia de danรงa


BLIMUNDA Sete Luas DIÁSPORA

ulisses

tablao do fado


BLIMUNDA

Sete Luas

“O meu dom não é heresia, nem feitiçaria, os meus olhos são naturais” José Saramago, Memorial do Convento

Esta criação inspira-se na personagem feminina Blimunda, do livro “O Memorial do Convento” de José Saramago, que foi o ponto de partida desta viagem. Mas é mais do que isso, é uma reflexão da expressão e do sentido do Feminino deixado no século XVIII e na essência das palavras de Saramago. Mulher menina e sábia ou anciã, a que “vê” para além do normal, no afastamento, em solidão, no crescimento forçado, em dons, no nutrir, cuidar, preservar, suportando emoções e dores, no perfume da sensualidade, em entrega e inteligência, na simplicidade do ora e labora incansável de Companheira, da que continua sem nunca duvidar, da que se entrega sem nada esperar ou ter, da que honra a lealdade e o sacro oficio, da que com coragem se perde para se encontrar, da que uiva sem medo na morte, da que procura até encontrar, da que cuida e dá forma, da que sabe esperar e amar incondicionalmente... Blimunda Sete Luas, revela-se em sete expressões, em sete mulheres que compõem esta criação e sete passos. É um hino à essência do Feminino desejado eterno e livre.

FICHA TÉCNICA & condições

Direcção Coreográfica e Artística Sandra Battaglia Co-criadores e Intérpretes Elenco Amalgama Companhia De Dança Figurinos Alexandre Simões Direcção Técnica e Desenho De Som e Luz André Reis Direcção de Produção Joana Silva Direcção Financeira Ana Cláudia Borges Público alvo Universal e transgeracional 2700 € (As deslocações maiores de 100 km ficam ao encargo da Entidade produtora, assim como todas as despesas de estadias e alimentação necessárias, no caso de haver interesse em mais do que 1 espectáulo, o orçamento beneficia de uma redução significativa por cada um.)


DIÁSPORA

Um Espectáculo de Música e Dança «Nesse poiso de suave tristeza me acudiam À memória as lembranças do passado Magoadas co`as ideias do presente, De envolta com receios do futuro E acaso de esperança verdejada Leve folha dos ventos assoprada» Luís Vaz de Camões, Macau

DIÁSPORA é uma criação conjunta com uma composição musical original de excelência, e tocada ao Vivo, onde músicos e corpos Amalgama fundem as suas danças por uma Viagem de Diásporas entre Territórios Culturais e suas características, nas memórias do Mundo e do Tempo, cruzando as raízes do passado, do presente e de um futuro que urge. DIÁSPORA fala do fluxo portador de aventura e descobertas, de ligação e miscigenação, no cruzamento de culturas, nas pontes da cidadania do Mundo e da internacionalização, da disponibilidade de receber diferentes culturas e semear a própria nas outras. Navegantes sem medo do desconhecido, domadores de Oceanos. Cavaleiros do tempo, activadores de novos Caminho, Portadores de mensagens, alquimizadores das memórias dos Tempos. Deste sentido capaz de dar e de receber, de semear e unir! Que se Cumpra a Viagem! DIÁSPORA é um espectáculo de Musica e Dança, com cerca de 1h30m, composto por 4 momentos principais, ligados por um tema Portal ou Roda do Espaço/Tempo, que reflete lugares de encontros, de diferentes cruzamentos culturais, na procura do entendimento, passando por influências da cultura tradicional Portuguesa, da Península Ibérica, Ásia, África, Américas, Oceanos e Sopros. Numa estrutura coreográfica dinâmica intensificada e ampliada no vigor e sensibilidade dos Seres dançantes pela riqueza e diversidade cultural e musical proposta, banhados por momentos de fresco humor e pura sensibilidade. Entre as sombras do passado e os reflexos de futuro, bailarinos e músicos abrem sulcos dimensionais na circum-navegação, por um “Portal” mágico de manifestação pluricultural. Um entendimento contemporâneo de expressão coreográfica e musical eternamente nómada e sem fronteiras. “Um deserto com saudades de mar”, é talvez a descrição mais simbolicamente ajustada ao cruzamento dos caminhos desta DIÁSPORA. Direcção Coreográfica: AlSandra Battaglia Direcção Musical: Rui Filipe Reis Co criadores / Bailarinos: AlSanda Battaglia, Bruno Alves, Cláudia Santos, Joana Silva e Pascoal Amaral | Músicos: Rui Filipe Reis (Piano), Cindy Gonçalves (Violino), Sandra Martins (Violoncelo) Sara Yasmim (Voz e Percussão) Vídeo: Alexandre Lopes | Som: Bruno Santos | Luz: Carlos Arroja Público alvo - universal e transgeracional.

CONDIÇÕES

3350,00 € (Este orçamento inclui as despesas de deslocações, sendo que para distâncias maiores a 100km acrescenta-se 600 € (duas viaturas); ( As despesas de alimentação e estadia necessária ficam ao encargo da entidade contratante), (Havendo condições de garantia profissional poderemos trabalhar com técnicos locais, evitando assim despesas de deslocação, alojamento e alimentação.)


Ulisses

Este projecto estende um convite à Escola, ampliando o espaço da experiencia / aprendizagem e propõe-vos um programa composto pelo seguinte bloco;

Uma Oficina de Escrita Criativa e Movimento Amalgama (relembrar a História e as ideias simbólicas e filosóficas imbuídas na história Ulisses, ou a Odisseia do Auto Conhecimento, diálogos criativos irão estimular a construção de histórias na escrita e no movimento espontâneo sobre a temática. Dar a conhecer as referências que os nossos poetas Camões e Pessoa fazem a Ulisses.) O Espectáculo Ulisses! Espectáculo de Dança, explorando diferentes abordagens e sinergias, à volta o tema proposto, pela interpretação e palavra, que levem a criança e o jovem a vivenciar e a mergulhar na essência da história – Ulisses - Odisseia do auto Conhecimento. Convidam-se igualmente todos os professores a entrar nesta viagem, aceitando o desafio da auto descoberta. A Produção do projecto funcionará através de uma parceria e numa acção articulada, entre a Amalgama, o Teatro ou Junta ou Câmara Municipal. “Espectáculo Ulisses” Valor por cada Apresentação Ficha técnica 1 600€ (3 apresentação inclui 3 Bailarinos – elenco Amalgama Companhia de Dança espectaculos). 3 000 € Música – Amalgama 3 Apresentações 4 050€ Actor / Disser – Natacha de Noronha (As despesas de Deslocação para distâncias superiores a 100Km e Alojamento não incluidas Cenografia e Guarda Roupa – João Pereira no Orçamento). Os 3 espectáculos propostos Direcção técnica – Carlos Arroja podem ser realizados no mesmo dia. No caso de Direcção artística - Sandra Battaglia haver interesse em mais do que as três apresentações do espectáculo, o orçamento beneficia de Direcção de Produção – Cláudia Santos uma redução significativa por cada um. Direcção Financeira – Cláudia Borges “Oficina de Escrita Criativa e MoviConcepção - Amalgama mento Amalgama” Para um máximo de 25 crianças por Oficina 200€

Fica à consideração da entidade compradora, existência da Oficina de Escrita Criativa e Movimento amalgama complementar ao projecto, de acordo com a proposta orçamental acima apresentada.


TABLAO DO FADO

É um espectáculo estratégico quanto à sua concepção excepcionalmente acessível. Marca a fusão essencial do fado e do

flamenco, revelada de uma forma muito familiar e apaixonante, na linguagem da Amalgama.

Eles ora são o lamento, ora a exaltação. Ora o negro, ora o fogo. A dor e felicidade mais profunda. São lágrimas e são sangue, são água e são fogo. São espera, são esperança e inocência. São tudo e são simplicidade, o calor duradouro e a certeza do retorno, são a abundância do viajante e a sua verdade interior, a saudade exausta e resignada de quem anseia e a alegria de quem se cansa de estar triste. Foi ao desejar exprimir esta “Alma Ibérica”, esperando ser fiel ao modo como deambula de boca em boca, de peito em peito, de guitarra em guitarra e de corpo em corpo, que nos propusemos celebrar este “nó” que vimos no Fado, tão docemente entrelaçado no Flamenco. Ambos são plenos de suas flamejantes verdades, tão coesos e íntegros nas suas expressões, tão cheios de uma raça de origem intemporal, no limiar das paixões humanas. Esse “nó” absolutamente não verbalizável, não sendo fado nem flamenco, é o que de mais essencial os une, uma descoberta autêntica e espontâneo fruto da entrega por inteiro que cada intérprete deu a este projecto.

condições

As necessidades técnicas descritas representam as condições ideais para a apresentação do espectáculo. Poderão ser feitas várias adaptações tendo em conta as especificidades de cada espaço, devendo estas ser negociadas entre o director técnico do Teatro/Festival e o director técnico da Companhia. 1. Palco 06 – Cadeiras de madeira (resistentes) O palco com um mínimo 10m x 8m com um pé 6. Som, requisitos e especificações direito não inferior a 7m, com cena preta e linóleo 6.1. F.O.H preto. Deverá ser um sistema profissional, stereo e 1.1. Cena fasado, capaz de debitar potência sonora, adequada 08 – Pernas às dimensões do espaço. 01 – Pano de fundo 6.2. Equipamento 04 – Bambolinas 01 – Mesa de Mistura, digital Tipo M7CL/VI1 01 – Ciclorama 01 – Leitor de CDs 01 – Linóleo Preto (preencher o palco) 01 – Microfone de mão sem fios. 2. Posição da Régie de sala 02 – Microfone KM184/2 – Di-Box BSS 133 As mesas de som e luz numa posição central, 02 – Tripés pequenos deverá estar 20cm do chão, (não sobrelevada). © Todos os direitos reservados a Associação 3. Luzes de sala. Cultural Amalgama, nenhuma parte desta programaAs operações de ligar e desligar luzes de sala só ção pode ser produzida por qualquer processo sem podem ser efectuadas segundo orientações e com o autorização prévia do autor. consentimento do Director Técnico ou produção do 02 – Tripés grandes grupo. 02 – Reverb Tipo TC3000/Lexicon PCM81(se 4. Horários de ensaios mesa não digital) Os horários devem ser planeados de acordo com 02 – EQ graficos 2x31 band (se não mesa digital) a produção do grupo. 01 – Compressor DPR402 (se não mesa digital) 5. Cenografia 6.3. Postos de intercom 3 01 – Mesa de madeira 01 – mesa de F.O.H.


01 – palco, 01 – mesa de luz 6.4. Palco 04 – Monitores bailarinos 02 – Monitores músicos 7. Iluminação, requisitos e especificações 7.1. Lista de equipamento de iluminação 01 – Flat monitor para a mesa de luz da companhia 10 – Projectores de tipo recorte 15º / 32º + porta gobos 1000w 10 – Projectores de tipo recorte 25º / 50º 1000w 24 – Projectores de tipo PAR 64 CP62 1000w 16 – Projectores de tipo PAR 64 CP61 1000w 32 – Projectores de tipo PC c/ palas 1000w 10 – Projectores de tipo Fresnel 1000w 06 – Foold Light de ciclorama modulos de 4 unidades de 1000w 02 – PAR 64 (para Safex, haze) 120 – Canais de Dimmer 7.2. Lista de Cores Lee – 058, 106, 113, 132, 200 e 201 7.3. Acessórios 32 – Palas PC 10 – Palas Fresnel 40 – Porta filtros PAR 64 10 – Porta filtros recorte 25º/50º 10 – Porta filtros recorte 15º/30º 32 – Porta filtros PC 10 – Porta filtros Fresnel 7.4. Palco 02 – Estrados tipo Rosco (para fazer uma aréa de 2x2 para os musicos) 08 – Torres 02 – Bases de chão © Todos os direitos reservados a Associação Cultural Amalgama, nenhuma parte desta programação pode ser produzida por qualquer processo sem autorização prévia do autor. 13 8. Vídeo 01 – Projector de vídeo 5000 ansi lumens (com Shuter) 01 – Mesa de edição de vídeo 01 – Leitor de DVDs 01 – Cabo VGA para ligar um PC portatil ao projector 9. Logística 9.1. Documentos Para uma melhor adaptação do nosso trabalho ao vosso espaço, gostaríamos que nos enviassem os seguintes documentos: – Plantas do espaço, com medidas, (pode ser em CAD). – Pocalização no palco de varas de luz e cenário. – Listagem dos vossos equipamentos. – Horários de funcionamento da equipa técnica. – Contacto do responsável técnico.


Posteriormente enviaremos um desenho de luz e cenografia adaptado. O nosso trabalho a nivel técnico pode ser mais reduzido, dai o nosso pedido das condições técnicas. 9.2. Limpeza Do palco antes da colocação do linóleo. Lavar linóleo 1 hora antes do espectáculo. 9.3. Apoio camarins 02 – Camarins Colectivos (3 bailarinas, 3 bailarinos) com duche, espelhos e águas. 01 – Camarins Colectivos (3 musicos) com duche, espelhos e águas. 01 – Camarin individual para produção. No caso de ser mais do que um espectáculo, é necessário a lavagem dos figurinos e engomar. 9.4. Técnicos São necessários técnicos do teatro para a montagem e afinações luz, som e cena. É necessário um técnico de luz, som para apoio durante o espectáculo. E um técnico de palco para subir e descer pano de fundo, durante o espectáculo.

Direcção Artistica /Direcção Musical e Técnica Bailarinos – 6 Músicos e Voz - 4 Técnicos – 2 (Luz e Som) € 3200,00 com CD ( sem músicos ao vivo ) € 4500,00 com músicos aos vivo _Este orçamento não inclui as despesas de deslocações e estadia caso necessárias, _ As despesas de alimentação estão incluidas nos cachets previstos, se a estádia não for mais prolongada do que 2 dias, _ Havendo condições de garantia profissional poderemos trabalhar com técnicos locais, evitando assim despesas de cachet, deslocação, alojamento e alimentação.


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