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BLAST FROM THE PAST Entre todos os lutadores, Superman é o que foi melhor trabalhado. O Homem de Aço pode usar sua força sobre humana para desferir socos, queimar os rivais com sua visão laser ou congelá-los com o sopro frio. Pelo jeito, os desenvolvedores gastaram toda a energia com o líder da liga e se esqueceram dos demais componentes. Por exemplo, a única habilidade especial de Batman é atirar seu bumerangue e da Mulher Maravilha é bater com o laço ou criar escudos com seus braceletes. Além de poucos, os especiais têm execução muito complicada e nem sempre funcionam. Com a falta de movimentos mais elaborados, as lutas praticamente se resumem aos socos e chutes. No entanto, o combate corpo a corpo é péssimo, já que todos os golpes têm curtíssimo alcance. Ao acertar um inimigo é praticamente certo que ele conseguirá revidar devido à proximidade. Por falar em ser atingido pelos rivais, o nível de dificuldade é totalmente desbalanceado e a inteligência artificial é quase imbatível. Antes de escrever esse texto, joguei algumas partidas no modo normal para relembrar o game e perdi todas as lutas acertando, no máximo, dois socos nos inimigos enquanto via minha barra de vida ser reduzida a pó. O jeito foi colocar no fácil para deixar as batalhas mais justas e conseguir fechar o jogo.

O problema é que ao derrotar Darkseid aparece a mensagem parabenizando o jogador e pedindo para ele tentar em um nível mais difícil para ver o verdadeiro final. E acreditem em mim, toda a raiva que você passará para terminar o game no hard será duplicada quando aparecer a fraquíssima animação de encerramento. O bom é que independentemente do herói que foi escolhido, o final será sempre o mesmo. Ou seja, esqueça aquela história de que cada lutador tem um encerramento próprio, como acontece em Mortal Kombat ou Street Fighter.

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GameBlast Nº 30  

Revista GameBlast

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