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ANÁLISE

Assim como no primeiro NieR, Automata não tem vergonha de tirar seu controle da câmera, colocando o game em diversas perspectivas, como sidescrolling, topdown e isométrica. É uma maneira interessante de tornar a jogabilidade diversificada sem modificar as mecânicas de fato. Em cada uma, ataques, pulos e desvios devem ser repensados para lidar melhor com a situação. Além disso, saiba que Yoko Taro adora tiros. Em diversos momentos, NieR se transforma em um shoot-’em-up e é basicamente outro jogo. Sessões de voo ou de hacking exploram essa forma alternativa de combate e, em certas ocasiões, isso é usado para importantes efeitos narrativos.

Um jogo de momentos O mundo aberto de NieR:Automata é relativamente pequeno e, dentro das primeiras horas, o jogador já vê todas as regiões. No começo me incomodei por ter que andar frequentemente entre as áreas do jogo para progredir na história e cumprir missões secundárias, mas comecei a apreciar aquele mundo compacto. Logo, tudo era conhecido e familiar em um bom sentido; passei a navegar bem sem a necessidade do mapa (que, segundo o próprio jogo, é deliberadamente ruim).

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GameBlast Nº 30  

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