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ANÁLISE

Achei que veria um processo similar em NieR:Automata, pois imediatamente os controles de combate parecem similares: ataque fraco, ataque forte, desvio, tiros de longo alcance. Infelizmente, isso não foi o caso e meu processo de aprendizado foi diretamente oposto: percebi que havia pouco benefício em executar desvios perfeitos, então, preferi manter distância, atacando com tiros e espadadas seguras. Os tiros são providenciados por “pods”, pequenos robôs que acompanham os androides, e podem ser usados durante ataques diretos sem problemas. Em quase todos os combates, mantive o botão R1 pressionado o tempo todo porque os tiros eram “dano de graça” contra os inimigos (e vários robôs mais fracos podem ser eliminados apenas pelos tiros).

Por outro lado, NieR é um RPG, então ainda há evolução na jogabilidade através das melhorias nos personagens. Além dos óbvios level-ups para aumentar atributos, há uma variedade de armas, tipos de tiros para os pods, e chips que podem ser usados para alterar as nuances do combate. Nisso também, Automata podia ter sido melhor. Melhorias para armas e pods exigem determinados recursos para serem efetuadas e, apesar de estar repleto de itens cuja utilidade ainda desconheço no inventário, parece que nunca conseguia o que eu precisava. Como resultado, passei a maior parte do game usando apenas uma ou duas espadas que consegui melhorar e não melhorei nenhum dos pods.

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GameBlast Nº 30  

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