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GAIA2009

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

PS GAIA – JORNAL DA CANDIDATURA – AUTÁRQUICAS 2009 – AGOSTO

INFOMAIL

“Colocarei Gaia e os Gaienses sempre em primeiro lugar” Entrevista a Joaquim Couto, candidato do PS à Câmara Municipal de Gaia “Acima do betão estão as pessoas”. É com esta visão que Joaquim Couto vai iniciar um novo ciclo na vida do Concelho. A criação de uma rede de Acção Social integrada que envolva creches, centros de dia e apoio domiciliário a idosos, a implementação de uma política de Habitação com tónica no Apoio Municipal de Arrendamento, são alguns dos compromissos que Joaquim Couto vai assumir com os gaienses. “Quero uma gestão autárquica clara e organizada que esbata, o mais rápido possível, o fosso criado entre o litoral e o interior, que pôs o concelho a duas velocidades. A mudança é possível”, garante o candidato do Partido Socialista. pág. 12 ÚLTIMA Opinião do Presidente da Concelhia do PS/Gaia

“O vento não está sempre na mesma direcção” Eduardo Vítor Rodrigues confia na mudança. E lembra que na vida e na política há dois tipos de legitimação: pelo temor e medo ou pelo respeito, resultante do carisma e do exemplo. Para o líder da Concelhia do PS/Gaia, quem não consegue legitimar-se pelo respeito, recorre ao medo e à chantagem como forma de manutenção. Com o PS, isso deixará de acontecer. pág. 4

É preciso falar verdade! As contradições de Luís Filipe Menezes. O actual presidente da Câmara de Gaia tem muitas promessas por concretizar.

AS 24 FREGUESIAS

Um olhar atento

Candidatos do PS às 24 freguesias do concelho de Gaia dão a conhecer os seus objectivos e a obra já feita em anteriores mandatos.

ELES SÃO O FUTURO

Os jovens e as autarquias

Uma curiosa reflexão de um jovem de Gaia sobre o tema da juventude e as autarquias.


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Vila Nova de Gaia

Bilhete de Identidade Gentílico Gaiense Área 168,7 km² População 310 086 hab. – 2007 (INE) Densidade populacional 1.838 hab./km² N.º de freguesias 24 Fundação do município (ou foral) 1255

Feriado municipal 24 de Junho

CURIOSIDADES

Sabia que... • Gaia é terra de artistas plásticos, evidenciando-se nomes como Soares

Evolução da população - 1801: 24 675 - 1900: 74 072 - 1960: 157 357 - 1991: 248 565 - 2001: 288 749 - 2007: 310 086 - 2008: 312 742

dos Reis e Teixeira Lopes. • Durante as invasões francesas, enquanto todas as outras localidades eram devastadas pelas tropas estrangeiras, Avintes foi protegida para que a broa, alimento básico do povo

Eleitores - 2009: 249 689

de Gaia e do Porto, continuasse a ser produzida. • Sandim foi vila e sede de concelho até 1834 e que voltou a ter a categoria de vila em 20 de Julho de 2001. • Em S. Félix da Marinha, na Praia da Granja, foi firmado em 1876, entre os Partidos Histórico e Reformista, um acordo de fusão interpartidária que ficou conhecido pelo Pacto da Granja. • Na freguesia da Madalena era tradição comer no Carnaval filhoses, na Quaresma a sopa de castanhas piladas, na Páscoa pão de trigo cozido e no Dia de Finados castanhas cozidas ou assadas. • Foi em Vilar de Andorinho, no lugar de São Lourenço, que nasceu Salvador Caetano, industrial de grande sucesso no ramo automóvel. • Vítor Baía, ex-guarda-redes português, nasceu em Vila Nova de Gaia.

O concelho O concelho de Vila Nova de Gaia integra a Área Metropolitana do Porto e localiza-se na Região Norte. Fica situado na margem esquerda do rio Douro, em frente à cidade do Porto. Confronta-se com os concelhos do Porto e com Gondomar e faz fronteira com Santa Maria da Feira e Espinho. O povoamento do concelho data do período neolítico. O foral de D. Afonso II, em 1255, dá origem a Vila de Gaia e o foral de D. Dinis, de 1288, cria a Vila Nova de Rei. Em 1984, Vila Nova de Gaia é elevada a cidade. A nível económico, o vinho do Porto é um dos ex-libris do concelho. Em termos de indústrias, o concelho tem cerâmica artística, metalurgia, serralharia, têxtil e confecções, tintas, mobiliário, materiais eléctricos e plásticos. A extracção de granitos, a serração de madeiras e a construção civil fazem também parte das actividades económicas desenvolvidas. Entre as danças populares mais características de Gaia salienta-se a Rusga ao Senhor da Pedra, canção dançada pelos grupos de romeiros em direcção à Capelinha do Senhor da Pedra em Miramar. São muitas as especialidades gastronó-

micas do concelho. Nas zonas ribeirinhas, a lampreia e o sável são uma referência. Do mar vem a sardinha, presença indispensável nas romarias, assada na brasa, com pimentos, broa e azeitonas. Da terra sai o milho e o centeio que os moinhos transformam em farinha e com ela se confecciona o produto que particularizou a gastronomia gaiense: a broa de Avintes, de feição oval, cor castanha,

salpicada de farinha pelas mãos ágeis das padeiras, acompanha quase sempre o típico caldo verde. Os pratos de carne são indissociáveis das tradições rurais do Concelho. Caracterizam-se pela fartura e neles abundam as carnes de porco, vaca, galinha, pato e cabrito, normalmente acompanhados por uma boa quantidade de legumes. Quanto aos doces, os Velhotes da bra-

guesa, pão doce de forma rectangular, estão associados à festa de Valadares. A sopa seca, sobremesa habitual na mesa do lavrador, a aletria, o leite-creme queimado, as filhoses e as rabanadas de leite e de Vinho do Porto tão tradicionais em épocas festivas, podendo ser igualmente apreciados durante todo o ano nos restaurantes de Vila Nova de Gaia. O artesanato é o produto de uma cultura que através da utilização de técnicas rudimentares de produção e saberes tradicionais expressa vivências e sensibilidades. A diversidade do artesanato gaiense exemplifica amplamente a sua riqueza cultural. A história industrial, o crescimento urbano, a mobilidade de pessoas e a tecnologia têm sido decisivos no surgimento de outro tipo de artesanato, de adorno, igualmente criativo e representativo da evolução das gentes de Gaia.


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MENSAGEM DO

Candidato do PS à Câmara Municipal de Gaia “Gaia merece ter um presidente que não troque o Concelho por aventuras políticas nacionais. Gaia merece ter uma câmara e um presidente que tenha um rumo, que seja firme e credível.” Gaia merece ter um presidente que não troque o Concelho por aventuras políticas nacionais. Gaia merece ter uma câmara e um presidente que tenha um rumo, que seja firme e credível.

O Interior de Gaia ficou para trás, com muitas necessidades básicas por satisfazer: a rede rodoviária, a falta de creches e a falta de apoio aos mais idosos. Uma câmara dirigida pelo PS dará especial atenção aos mais necessitados. A coesão social e bem-estar comum serão objectivos sempre presentes.

Caros Gaienses, Gaia é um concelho de gente desenvolvida, progressista e virada para o futuro. O melhor de Gaia são as pessoas. Aqueles que fazem com que a economia avance. Os que trabalham. Os que sentem orgulho de viver nesta terra.

O Partido Socialista (PS) nas Eleições Legislativas de 2005 teve mais 3.550 votos que a Direita junta nas Autárquicas do mesmo ano. Nessas eleições a Direita perdeu mais de 5% dos votos em relação a 2001. Não me custa reconhecer que a Direita conseguiu realizar, em 12 anos, alguma obra visível no município. Mas esqueceu-se das pessoas. Esqueceu-se de que Gaia é um todo. Não é só o Litoral. Não é só a Ribeira. Não é só a Avenida da República. O Interior de Gaia ficou para trás, com muitas necessidades básicas por satisfazer: a rede rodoviária, a falta de creches e a falta de apoio aos mais idosos. Uma câmara dirigida pelo PS dará especial atenção aos mais necessitados. A coesão social e o bem-estar comum serão objectivos sempre presentes. Oportunamente irei apresentar um

plano e um programa de mandato. No entanto, enuncio, desde já, algumas políticas municipais que farão parte desse plano: - Programa de Apoio Municipal ao Arrendamento: mobilidade, integração social e fomento das empresas do sector imobiliário; - Plano Municipal de Saúde: parcerias entre município, Estado e instituições do Concelho; - Descentralização: informatização dos serviços numa lógica de gestão estratégica integrada. Este passo permitirá alargar às juntas de freguesia pólos de consulta e de procedimentos administrativos básicos, aproximando os cidadãos e as autarquias. Realização de reuniões da câmara nas diferentes freguesias; - Apoio à criação de emprego: fomento do Programa Novas Oportunidades e do Ensino Profissional; - Requalificação da Rede Rodoviária Interior;

- Protocolo de cooperação com o Município do Porto; - Associações: apoio ao tecido associativo como parceria estratégica para o desenvolvimento local. Apoio explícito às IPSS nos domínios da Acção Social. Colocar a GAIANIMA ao serviço das associações; - Kit Escolar: apoio em material escolar e livros, escalonado conforme os rendimentos dos agregados familiares. Cooperação com universidades: no domínio das infra-estruturas e investigação; Sei que juntos conseguiremos chegar onde queremos. Sei que posso contar com a convicção e a força de cada um de vocês.

Um abraço amigo, Joaquim Couto

Candidato do PS à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia

Quem é Joaquim Couto

Uma vida de competência A candidatura à presidência da Câmara Municipal de Gaia pelo Partido Socialista (PS) é o passo mais recente da preenchida vida de Joaquim Couto. Nascido a 1 de Maio de 1951, em Água Longa, Santo Tirso, Joaquim Barbosa Ferreira Couto sempre pautou a sua conduta pelo empenho e competência.

Comunidades Portuguesas. No âmbito partidário, Joaquim Couto foi membro da Comissão Política Nacional do PS (1989/2004, presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Santo Tirso entre (1988/2003) e co-fundador e presidente da Comissão Directiva da Associação Nacional dos Autarcas do PS (1990/1994).

Médico de profissão, actualmente Deputado à Assembleia da República (já o havia sido na VII Legislatura em 1995), Joaquim Couto tem uma carreira política que fala por si. Liderou durante 17 anos (1982/99) a Câmara Municipal de Santo Tirso e foi Governador do Distrito do Porto (1999/2003). É co-fundador da ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses e da AMAVE - Associação de Municípios do Vale do Ave, tendo sido presidente desta última, e membro efectivo do Comité das Regiões (1994/1998)

Casado e pai de três filhos, Joaquim Couto licenciou-se aos 25 anos pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, obtendo, em 2006, o grau de Mestre em Medicina Natural pela Faculdade de Medicina e Odontologia de Santiago de Compostela (Espanha). Exerceu como médico de família no Serviço Nacional de Saúde (1983/2001), bem como no Hospital Militar da Força Aérea e no Hospital Geral de Santo António do Porto.

Desde 2005, Joaquim Couto é Deputado na Assembleia da República – eleito pelo círculo do Porto – fazendo parte da Comissão Parlamentar de Saúde e da Comissão de Negócios Estrangeiros e

Depois de participar de corpo e alma em todas estas batalhas, Joaquim Couto elege agora como novo objectivo retirar a presidência da autarquia de Vila Nova de Gaia à maioria PSD/CDS-PP e devolver Gaia aos Gaienses. Porque em política há sempre alternativas.


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OPINIÃO DO PRESIDENTE DA CONCELHIA DO PS/GAIA

Alguns casos de Gaia O caso da Repartição de Finanças dos Carvalhos Nos últimos dias, fomos confrontados com intervenções públicas da Câmara Municipal de Gaia e da Junta de Freguesia de Pedroso relativamente ao possível encerramento do serviço de finanças dos Carvalhos, na freguesia de Pedroso. Estas posições públicas criaram uma onda de receio e de expectativa dos cidadãos quer da Freguesia de Pedroso, quer das freguesias circunvizinhas, que abrangem uma área idêntica à área da cidade do Porto e uma população de cerca de 100 mil pessoas.

Este anúncio surge enquadrado nas consequências da instalação da Loja do Cidadão no Shopping Arrábida, equipamento que foi protocolado com a Câmara Municipal, a mesma, que agora cria e empola este facto. Para nós, não faz sentido que a Câmara tenha assumido o projecto de criação da Loja do Cidadão, que tenha assumido a deslocação de serviços para o local, e agora queira fazer disso um facto público contra o Governo e contra o próprio equipamento que incentivou. Felizmente o Gabinete do Secretário de Estado dos assuntos fiscais, no seu ofício nº 842 de 18/8 esclareceu toda a situação e assim, mais uma vez se demonstra que a CMG pretende usar a sua influência na Comunicação Social para induzir em erro os Gaienses e alarmar indevidamente as pessoas e contribuintes contra o Governo e a Administração Fiscal em particular. Em contrapartida continuam os gaienses a ser carregados de impostos municipais pelas taxas máximas. “Olha para o que eu digo não olhes para o que faço”, este é o tal “partido de gaia”.

Julho de 2007, uns minutos depois de esgotado o prazo de entrega de propostas. Nada tinha mudado entre Maio e Julho que o justificasse. Vem isto a propósito da decisão do Supremo Tribunal Administrativo (STA), acórdão de 7/1/2009, onde a Câmara é condenada de forma clara. Mas afinal, que decisão foi essa? O STA condena a Câmara por ilegalidade e omissões na anulação do concurso assinada pelo Vice-Presidente. Significa isso que a anulação foi anulada! O projecto do Complexo Funerário atrasouse mais de um ano à custa destas diatribes inexplicáveis. O Município, mais uma vez,

vê-se numa embrulhada e fica sujeito a mais uma confusão. O desnorte tomou conta da Câmara, ao que se soma a falta de vontade de dar conhecimento aos eleitos destas peripécias jurídicas que nos penalizam pela via jurídica e que nos massacram pelas suas possíveis consequências indemnizatórias.

O Metro na Vila d’Este Se algo se percebeu neste debate é que a Câmara adormeceu no processo. Aliás, em 11 anos de mandato PSD, não houve um milímetro de extensão de linha face ao que a

O caso do Cemitério Municipal No dia 11 de Maio de 2007, a Câmara Municipal aprovou a abertura do concurso público com publicidade internacional para a concessão do serviço público de gestão e exploração do complexo funerário municipal. Quando nada fazia prever, a Câmara Municipal de Gaia anulou o concurso no dia 27 de

Câmara PS tinha deixado. No caso de Vila d’Este, não se conhece nenhuma prioridade estabelecida. Não se conhece nenhuma proposta ou um traçado suficientemente estudado. Aliás, ainda recentemente a Câmara de Gaia avançou com uma estapafúrdia proposta de construção de três novas pontes, uma delas para servir a linha do Metro para a Arrábida (a prioridade da Câmara) e sobre Vila d’Este… nem uma palavra. A solução que o PS defende passa pela construção da linha até Vila d’Este na fase de extensão a Laborim, ou seja em 2012, incluindo a obra na segunda fase. E é por isso que lutaremos, sem demagogia e com realismo. Afinal, não se compreende que o PSD, partido que quer parar com as obras públicas de grande envergadura devido à crise do país, venha agora, no caso do Metro, defender o contrário, como se fosse credível dizer uma coisa e o seu contrário. Mas também é bom que se diga o seguinte: um processo negocial, qualquer que seja o seu objecto, só tem sucesso por propostas atempadas e estudadas, convenientemente negociadas. O PS/Gaia assume pugnar junto do Governo pela imediata reformulação do nó de Santo Ovídio, ligando a Avenida da República directamente à zona do Cedro/Laborim, assim como construir uma via paralela à auto-estrada, de modo a ligar Vila d’Este à Palmeira e daí a Laborim e ao Cedro. Igualmente decisivo para o PS/Gaia é a generalização do Andante no concelho. Sobre isto, o silêncio da Câmara contrasta com a importância do assunto. Ainda está por explicar a razão pela qual a Junta Metropolitana do Porto assinou o Memorando de entendimento com o Governo, onde se exclui a Vila d’Este. Se a coisa corresse bem, era mérito negocial da Câmara. Como dizem que corre mal, o demérito não é da Câmara. É do Governo. Est�� bem visto…

A asfixia financeira às Juntas PS Como o poder instituído se sente fragilizado, já não tenta legitimar-se, tenta apenas aniqui-

lar a oposição mais visível. E sufoca os Presidentes de Juntas, convencida que está a massacrar os autarcas e o PS. Enganam-se. Além dos autarcas, que, como se vê, estão unidos contra as injustiças, estão a desestabilizar a vida dos funcionários e das suas famílias que este ano receberam o subsídio de férias atrasado e agora correm o risco de não receber o ordenado. Visando cumprir com as suas obrigações, as Juntas de Freguesia do Concelho dotaram-se dos meios humanos e técnicos para dar resposta às solicitações, assumindo as consequentes responsabilidades sociais e financeiras com os outros agentes, quer fornecedores, quer funcionários. Tudo isto enquadrado num regime de transferências de verbas por parte de Câmara Municipal de carácter regular e permanente e que, no tocante às freguesias ora em questão assumiu os montantes de: Freguesia Divida total 2009 População (INE, 2001)

Avintes

804.060,64 €

11.523

Canelas

751.741,88 €

12.303

Madalena

673.982,79 €

9.356

Olival

529.538,06 €

5.616

Oliv. do Douro 982.928,26 €

23.384

Criaram uma comissão para alegadamente fazer o balanço das contas. O resultado foi um relatório com as dívidas da Câmara até Dezembro de 2007, sim, não me enganei, de 2007, esquecendo assim os protocolos assinados em Abril de 2008, ainda hoje não pagos, e assim não entrando com essas verbas em contas. Que credibilidade tem esta comissão? Nenhuma. Na vida como na política, há dois tipos de legitimação: pelo temor e medo ou pelo respeito resultante do carisma e do exemplo. Quem não consegue legitimar-se pelo segundo, recorre ao medo e à chantagem como forma de manutenção. Pela minha parte, podem acreditar que não lhes tenho consideração nem respeito. Mas também podem crer que não lhes tenho medo nenhum e que só me motivam, porque o vento não está sempre na mesma direcção. Este tipo de protocolos é feito desde sempre no município, num processo de igualdade entre todas as Juntas, sendo o seu cálculo feito a partir do FFF. Nunca e em nenhum contexto houve qualquer tomada de posição que pusesse em causa esta realidade. Ao mesmo tempo, trata-se de um protocolo que implica um conjunto de tarefas para as quais foi necessário dotar as Juntas de pessoal e de equipamentos, que se tornam insustentáveis face a este imprevisto acto de discriminação e de retaliação político-partidária. Mais uma vez, o Partido de Gaia é apenas uma piada do Dr. Menezes.

Eduardo Vítor Rodrigues (Presidente da Concelhia do PS/Gaia) Proposta da linha Laborim-Vila d’Este.

Email: eduardovrodrigues@gmail.com


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Declaração Política pelas Políticas Sociais

Numa acção inédita e de grande significado político foi no passado dia 19 de Julho, que o mentor e maior responsável da nova geração de políticas sociais, Dr. Vieira da Silva (Dirigente Nacional do PS e actual Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social), assistiu e testemunhou a iniciativa conjunta entre a candidatura de Joaquim Couto à Câmara Municipal e de todos os candidatos às Juntas de freguesia de Gaia pelo Partido Socialista, em assinarem uma declaração política de compromisso com os ideais de política social que caracterizam esta candidatura e que é também a bandeira principal do PS. Esta declaração política constitui um compromisso de prossecução de políticas sociais inclusivas e de trabalho institucional em rede, dentro das freguesias e entre estas e a Câmara Municipal. Atendendo à negligência do trabalho social feito no Município nos últimos anos, que apenas prejudicou pessoas e instituições em contraponto com a acção das freguesias lideradas por executivos socialistas, este compromisso reforça publicamente as motivações e as vontades das candidaturas do PS em colocar as pessoas em primeiro lugar.

Sem prejuízo de outras acções e programas similares, as acções que em particular se comprometem os subscritores deste documento, são as seguintes: •a  criação de um Cartão Idade Mais (Cartão do Idoso), com descontos e vantagens em múltiplos serviços e equipamentos aderentes a este programa de descontos e de benefícios (clínicas, ópticas, dentistas, transportes, farmácias e muitos outros); • a isenção total ou parcial, conforme os casos, aos aderentes ao Cartão Idade Mais (Cartão do Idoso) de taxas de acesso a serviços e equipamentos públicos da Junta de Freguesia (secretaria, espectáculos, acções recreativas, entre outras) e da Câmara Municipal (piscinas, espectáculos, pavilhões, serviços administrativos, entre outros); • a criação do Provedor do Cidadão com Necessidades Especiais, em cada freguesia e no município que coordenarão o Plano de Investimentos para a Eliminação das Barreiras Arquitectónicas; • a criação de um Plano de Investimentos para a Eliminação das Barreiras Arquitectónicas em todo o concelho, melhorando a acessibilidade de idosos e cidadãos com necessidades especiais; • a criação de um serviço de centro de dia e de apoio domiciliário por freguesia, em parceria com as instituições existentes e capaz de abranger a procura; • a criação de um serviço de creche por freguesia, em parceria com as instituições existentes e capaz de abranger a procura; • a criação do Plano de Desenvolvimento Social actualizado e assente no trabalho em parceria e no âmbito da Rede Social, visando responder às necessidades existentes. É assim que o PS Gaia e os seus candidatos se apresentam com compromissos sérios perante os eleitores, e afirmam a sua vontade de servir a sociedade de uma forma leal e responsável.


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Arcozelo merece ARCOZELO

Arcozelenses, Todos nós merecemos o sonho de mudança. Vamos criar uma onda positiva de desenvolvimento com a consciência de que as marés da vida fazem parte da ordem natural das coisas. Temos que querer para os outros a mudança que queremos ver em nós. Com todas estas correntes difíceis, que sentimos no dia-a-dia, teremos que ter visão e alcance para encontrar um futuro igual para todos.

A solidariedade será o único caminho para conseguirmos acreditar em nós próprios e, assim, desenvolvermos civismo e interesse pelo próximo, características dos seres humanos felizes. Termos crença e confiança em projectos novos dá-nos energia para acreditar ainda mais e somarmos êxitos.

comum, tal como de uma difícil tarefa de faina se tratasse.

Fernando Manuel Vieira de Sá Figueiredo 38 anos Consultor de seguros

Iremos obter frutos muito positivos para todos e para isso teremos que dar as mãos, senão, será difícil realizarmos mais sonhos. Só conseguiremos realizá-los se estivermos unidos.

Vamos sorrir para os novos desafios, mesmo que pareçam impossíveis. O DESAFIO MERECE-O! Para todos fazermos obra, é necessária a vontade e a força de espírito

www.wix.com/arcozelomerece/ps

Uma equipa renovada rumo ao futuro O Partido Socialista tem sabido, ao longo dos mais de 35 anos de democracia em Portugal, estar ao serviço dos Avintenses, apresentando-se sempre nas diversas eleições autárquicas realizadas, com pessoas dedicadas, empenhadas e com vontade de defender os interesses da nossa terra. Nestes últimos 4 anos, Avintes foi uma terra marginalizada pelo poder municipal de maioria PSD/CDS-PP, mas, apesar

das dificuldades, a Junta de Freguesia, liderada pelo socialista Mário Gomes, tem conseguido manter o rumo, nunca deixando de reivindicar aquilo a que Avintes tem direito. Com uma ênfase cada vez maior, quanto mais necessária, na área social, é por todos reconhecido o trabalho que a Junta de Freguesia de Avintes, tem vindo a desenvolver nesta área, desde o apoio à instalação e funcionamento das IPSS Fundação Joaquim Oliveira Lopes e Infantário Mário Mendes da Costa, a criação e

funcionamento dos centros de convívio de Aldeia Nova e do Magarão, bem como o serviço de apoio domiciliário a idosos e acamados. Também na área do emprego temos desenvolvido o funcionamento da UNIVA e estabelecido protocolos com o IEFP, e outros organismos. Certa que as juntas de freguesia se encontram na primeira linha de apoio às populações e representam o centro de poder com maior proximidade dos ci-

dadãos, a Junta de Freguesia de Avintes vem desenvolvendo um trabalho de permanente apoio e cooperação com a sociedade civil e com as actividades e iniciativas realizadas pelas nossas associações e colectividades. Muito temos feito pelo desenvolvimento sustentado da nossa terra, pelo aproveitamento das suas potencialidades e pugnado pela defesa e melhoria da sua qualidade de vida. No entanto, apesar do muito já feito, estamos cientes de que os desafios são muitos e é por isso

que, apesar das contrariedades sofridas, não viramos a cara à luta e continuaremos na primeira linha de defesa da nossa terra e de tudo aquilo a que tem direito por mérito próprio. Estamos a reforçar a nossa equipa, juntando aos elementos mais experientes novos elementos independentes, que darão ainda mais força e coesão ao grupo que dá suporte e apoio ao Presidente Mário Gomes. As nossas ideias e propostas não são de hoje, nem são apenas para serem apresentadas 6 meses antes das eleições. Somos coerentes não desistindo, mesmo quando é difícil lutar por aquilo em que acreditamos e a que temos direito, tal como o fizemos anteriormente, com a construção da Escola EB 2.3, do Quartel da GNR, ou da habitação social, só para citar, alguns exemplos. Não baixaremos os braços enquanto não virmos concretizados, o Pavilhão e Piscina Municipais de Avintes, bem como o novo Centro Escolar, a recuperação da rede viária e a criação de novas acessibilidades, sem esquecer a requalificação de toda a frente de rio, e do centro cívico, na zona da Gândara, para além da construção de um Lar Residencial para a 3ª Idade, obra pela qual nos temos empenhado e estamos certos, será uma realidade, no próximo mandato. Estamos, por isso, confiantes no futuro da nossa terra, porque para nós, as pessoas estão em primeiro lugar.

AVINTES

Mário Fernandes Gomes 65 anos Chefe de Serviços - Aposentado

http://ps-avintes-2009.blogspot.com

Um projecto | 24 Freguesias


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Por Canelas Sempre Estimado(a) AMIGO(A) Canelense: De novo, como candidato a Presidente da Junta, antes de mais, saúdo-o com os mais sinceros e fraternos cumprimentos, aproveitando para lhe agradecer a confiança na lista de candidatos do Partido Socialista, do mandato que agora finda. Nunca, como neste mandato, tivemos tantas adversidades alheias à nossa vontade. Só o exemplo do espírito combativo dos primeiros Republicanos de Canelas nos incentivou, primeiro, a lutar contra a instabilidade gerada pela falta de maioria, depois, a resistir ao intolerável abuso do poder municipal e à intempestiva asfixia financeira a Canelas, que só responsabiliza e deixa ficar mal os seus autores. Conseguimos, como ninguém, superar as dificuldades, fazendo do pouco muito. Podemos fazer muito mais por Canelas se tivermos os recursos que são devidos. Aprendemos que só a Verdade, o Trabalho e a Integridade podem fazer frente ao poder discricionário, à demagogia dos oportunistas, ao ressentimento e ao divisionismo desleal.

Todos reconhecem que o progresso de Canelas está indelevelmente ligado às Juntas PS. A História mostra que Canelas só se desenvolveu e avançou com Juntas de maioria PS. Hoje, o PS continua a dar mais garantias aos Canelenses. É o que tem mais experiência, competência e rigor; o que está melhor preparado para enfrentar os novos desafios e defender os verdadeiros interesses e a dignidade do Poder Local. Por Canelas, vamos continuar a trabalhar para corresponder, de novo, à confiança da maioria dos Canelenses

no PS, nas próximas eleições para a Junta de Freguesia. Temos um Programa Político. Estamos disponíveis para lutar sempre e a trabalhar com todos os que queiram dar a Canelas o que Canelas merece e tem direito. Não desistimos perante as dificuldades, por isso, nos candidatamos, de novo:

Canelas

Por Canelas Sempre, pelo verdadeiro amor e dedicação à Nossa Terra. Por Canelas Sempre, pelo respeito à maioria de Canelenses que confia em nós. http://www.porcanelassempre.com/

Vítor da Silva Pereira Canastro 48 anos Chefe de Finanças

Canidelo, terra de contrastes Na minha primeira abordagem e apresentação aos Canidelenses repetime, talvez demasiado, sobre o sonho de uma vida melhor para todos os Canidelenses, quer fossem os que residiam no interior da freguesia, quer aqueles residentes na frente de mar/ rio, quer aqueles que nos visitam.

De facto, as fotografias aqui reproduzidas retratam fielmente os desequilíbrios existentes, pois, para mim, não há Canidelenses de primeira nem de segunda categoria, são todos iguais e como consequência disso, devem ser implementadas condições de vida adequadas.

Não chegaria o espaço deste jornal para serem enumeradas as carências, dificuldades e más acessibilidades que existem nos lugares mais recônditos do interior da freguesia, em contraponto com a imagem que é dada e projectada na frente marítima, a qual se deve, essencialmente, ao Projecto “POLIS” (obra da autoria do Governo Socialista), apesar de “alguns” se apropriarem das obras alheias. No entanto, mais tarde irão ser referidas as situações de desigualdade de tratamento dos que vivem no interior da freguesia, porque Canidelo não é só praia e rio, mas tem de ser vista como um todo, onde se deve e pode viver e trabalhar condignamente. Assim sendo, e apesar da conjuntura económica desfavorável porque passamos, não me vão faltar energias, nem a congregação de esforços e empenho de toda a minha equipa, para desenvolver de forma harmoniosa Canidelo, combatendo as assimetrias existentes, de forma a tornar esta terra um lugar apetecível para se viver e visitar.

consigomudarcanidelo@gmail.com

Um projecto | 24 Freguesias

CANIDELO

José Lopes Armando 57 anos Director Comercial


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Crestuma confiante na vitória! Aproximam-se, a passos largos, as próximas Eleições Autárquicas. Em Outubro, teremos a oportunidade de escolher uma nova Junta de Freguesia. E é bem preciso! As eleições autárquicas são seguramente aquelas que mais directamente afectam a nossa vida e as únicas em que conhecemos pessoalmente aqueles que elegemos, com os seus defeitos, as suas qualidades humanas, capacidade de trabalho e, sobretudo, força e empenho na entrega à causa pública. Em Crestuma, prepara-se uma luta pelo poleiro, travada entre o PSD oficial e alguns ex-PSD, agora travestidos em grupo de independentes. Estamos cansados deste tipo de políticos e de política. Em nossa opinião, nem uns nem outros merecem o respeito e a confiança dos Crestumenses. Os actuais detentores do poder porque nada fizeram durante o seu mandato e os falsos independentes porque sempre os apoiaram e agora, ressabiados e zangados com o PSD, buscam o poder a qualquer preço. Crestuma e os Crestumenses não merecem ser vítimas de intrigas pessoais, desavenças da mesma família política e sobretudo repudiam ser usa-

CRESTUMA

dos como arma de arremesso político. É tempo de correr com este tipo de políticos. Crestuma merece retomar o progresso que, no passado, os socialistas lhe deram e que nos últimos anos o PSD esbanjou. O PS de Crestuma está preparado para assumir de novo os destinos da nossa Vila, em harmonia, em solidariedade e em diálogo com todos os Crestumenses, porque só assim se consegue o progresso e o bem-estar da nossa gente. O tempo que passamos na oposição

fez-nos reflectir e amadurecer profundamente, tornou-nos mais responsáveis e conscientes e, acima de tudo, permitiu renovar a nossa equipa e preparar um programa de acção que vai colocar Crestuma no lugar a que tem direito. Estamos confiantes na VITÓRIA, apesar de sabermos que ela só será possível se os Crestumenses acreditarem em nós, por isso vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para sermos dignos da sua confiança.

Faustino Tavares Sousa 48 anos Empreiteiro

http://www.faustinosousa.blogspot.com/

Mais e melhor por Grijó Tenho plena consciência que parte da resolução destes problemas passa por uma posição reivindicativa séria, responsável e persistente junto do poder camarário. No que toca a soluções para os Grijoenses garanto que serei incansável neste papel.

Por que é que se candidata à Junta de Freguesia? Francisco Baptista - Porque acredito ser possível fazer muito mais e melhor por Grijó e pelos Grijoenses. Porque acredito na mudança. E que é possível ser político, em Grijó, de uma forma diferente daquela a que temos assistido nos últimos anos. Porque acredito no rigor, na transparência, na sinceridade e no trabalho de equipa. Porquê agora? Porque chegou a hora de romper com o passado e com velhos hábitos instalados. Queremos varrer com os politicantes, devolvendo aos políticos a credibilidade perdida. O que é que os Grijoenses podem esperar de si?

Uma verdadeira política de proximidade com a população e com todas as instituições de Grijó. Podem esperar uma governação centrada nas pessoas e sensível às suas necessidades; uma governação virada para o desenvolvimento e afirmação de Grijó. O que é que o preocupa mais no diaa-dia da freguesia? Muita coisa. Por exemplo, o estado lastimável da rede viária existente assim como a necessidade de novas vias, fundamentais para um desenvolvimento integrado; o menosprezo por uma área fundamental como é a educação; a falta de uma unidade de saúde que satisfaça as necessidades da população; a falta de creches; a falta de espaços de lazer; a insensibilidade para as questões culturais...

Que compromissos é que pode, desde já, assumir com os Grijoenses? Posso garantir que, se for eleito, vamos ter em Grijó um mercado semanal; uma feira artístico-cultural; provedores do cidadão local e do cidadão com deficiência; um conselho de colectividades; uma agenda para a educação; uma semana sénior; um festival da juventude... Estes compromissos não lhe parecem um pouco ambiciosos face à capacidade financeira de uma junta? Não. Senão vejamos: nunca houve a preocupação em criar novas fontes de receita que reforcem a capacidade financeira da junta e parte da sua autonomia. Sobre este propósito posso adiantar que já tenho estudos e contactos bem definidos para a realização de um mercado semanal em Grijó. Temos também alguns espaços na freguesia que podem e devem ser rentabilizados.

GRIJÓ

Francisco Ferreira Baptista 45 anos Empresário

Basta querer… http://www.umpresidenteparagrijo.com/

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Gulpilhares vai mudar! Caros Gulpilharenses, Eu, Joaquim Rocha, sou o rosto de uma equipa de homens e mulheres com um projecto político bem definido, que tem como finalidade proporcionar uma melhor qualidade de vida a todos os Gulpilharenses, em que as políticas estarão sempre direccionadas para as pessoas e com as pessoas. A nossa Freguesia faz parte da zona urbana da cidade, mas não tem acompanhado o desenvolvimento que se tem verificado noutras freguesias desta área, por vários factores, entre eles a falta de reivindicação consistente junto do poder municipal. As colectividades merecerão uma atenção especial, pois sabemos da importância destas na promoção e divulgação da nossa Terra. O trabalho que desenvolvem junto das crianças e jovens, nas suas actividades desportivas, culturais e recreativas, será sempre de realçar. As causas sociais merecerão uma atenção especial, os mais desfavorecidos, as famílias com dificuldades, os mais idosos, os jovens que querem continuar os seus estudos e que procuram o seu lugar no mundo do emprego. O passeio anual para a 3ª Idade continuará a realizar-se e reforçaremos uma maior participação, assim como iremos promover dois encontros especiais (Natal - Páscoa) no sentido de combater a solidão de muitos e reforçar os laços de amizade entre os Gulpilharenses.

A mobilidade interna na freguesia, quer pedonal quer rodoviária, merecerá a nossa atenção, pois a falta de passadeiras para peões, a sinalização de trânsito e a sinalética direccional são muito fracas. Também a ausência de passeios em vias importantes como: Av. Pedro Nunes, Trav. Pedro Nunes, Alameda da Republica, Rua Padre Cid, Rua Salvador Brandão e muitas outras, que nos afectam a todos, assim como a requalificação dos espaços públicos. A tudo isto dedicaremos as atenções devidas. No Senhor da Pedra, sendo um espaço singular da Freguesia, consideramos que é necessário um espaço de lazer para os menos jovens, que se adapte às diferentes condições climatéricas, permitindo a sua utilização durante todo o ano e não apenas de forma sazonal.

Toda a Freguesia será tratada por igual, sem o estigma da divisão pela antiga Estrada Nacional 109, invalidando a ideia comum de que se tratam de freguesias diferentes (Gulpilhares e Francelos). As realidades de hoje são diferentes e as exigências das populações distintas, pelo que temos que estar atentos às actuais circunstâncias. No entanto os Gulpilharenses continuam a viver e a ser tratados pelo poder autárquico como há 10/15 anos. Queremos estar alinhados com o futuro. Gulpilhares Vai Mudar, pois sentimos a confiança e o apoio de muitos Gulpilharenses. A vitória acontecerá em Outubro! Um abraço amigo! gaiasocialista@gmail.com

GULPILHARES

Joaquim Sousa Rocha 54 anos Empresário

Benfeitor da freguesia

Mudar Lever, acreditar no futuro Com pouco mais de 3 mil habitantes, Lever é uma freguesia da extremidade do Concelho de Gaia. A freguesia apresenta características interessantes, quer do ponto de vista das potencialidades de desenvolvimento, quer do ponto de vista dos recursos e da localização privilegiada. Situado num quadro de relação forte com o rio Douro, a Freguesia pode e deve assentar uma estratégia de desenvolvimento na relação com o rio, rentabilizando o potencial que o mesmo pode ter para o turismo, para o lazer e para o recreio.

No entanto, esta relação implica um olhar conhecedor e planeado para a Freguesia, recusando obras isoladas e que pouco servem os interesses das pessoas. O reforço do tecido associativo, a melhoria das acessibilidades, com a criação de uma via alternativa e paralela à Rua Central, a melhoria das condições de circulação interna, a melhoria dos serviços administrativos da Junta e a criação de um Plano Orientador de Desenvolvimento, onde estas questões estejam inscritas de forma coordenada.

Por outro lado, a freguesia apresenta carências na área social, nomeadamente na infância e na terceira idade, para as quais temos respostas concretas, que serão desenvolvidas em articulação com as instituições da freguesia para melhor servir a população. Uma freguesia onde a criação de uma Creche, a construção de um Lar da Terceira Idade serão uma grande maisvalia. Não faz sentido ignorar a realidade e substituir estas prioridades por acções panfletárias e sem nexo. Lever tem sido prejudicada pela falta de capacidade reivindicativa e pela cedência ao aparelho partidário instalado na Câmara. Uma voz credível, será sempre um instrumento poderoso para a evolução da Freguesia. Sabemos que só é possível uma voz forte quando existem ideias claras e uma estratégia definida. De outra forma, busca-se o imediato, o populismo e o panfletário. Lever merece mais. Os idosos, as crianças, os jovens, merecem mais. Merecem uma Junta que não se renda ao carácter mais periférico de Lever e que rentabilizem essa condição, mesclando-a com elementos de qualidade de vida que não existem. A nossa candidatura está preparada para assumir compromissos e desafios para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, com empenho, seriedade e capacidade reivindicativa. http://isabelmota2009.blogspot.com/

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LEVER

Isabel Soares Soares Mota 27 anos Engenheira Civil e do Ambiente


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Madalena ao serviço da população Cara(o) Conterrânea(o), Nas próximas eleições autárquicas, todos os eleitores da Madalena devem votar PS, para a Junta de Freguesia da Madalena e para a Câmara Municipal de Gaia.

Devem votar PS para a Junta de Freguesia da Madalena porque estou ao serviço da população; não uso a freguesia para ter um “lugar ao sol”; tenho princípios; defendo valores e estou sempre na linha da frente na defesa da melhoria da qualidade de vida dos Madalenenses. Prova desta realidade, e apesar do corte de verbas pela Câmara, o facto de ter conse-

guido cumprir 29 dos 33 compromissos apresentados à população em 9 de Outubro de 2005, uma vez que, os restantes dependem apenas da Câmara de Gaia. O Presidente da Câmara tem, ao longo dos últimos 12 anos, desprezado

a nossa Freguesia e todos os seus habitantes. Desde 1997, estão prometidas várias obras que têm vindo a ser sucessivamente reclamadas pela Junta de Freguesia dada a sua necessidade, mas até ao momento NENHUMA foi concretizada! Eis alguns exemplos: 1. Ampliação do Cemitério;

2. Continuação da Rua do Formigueiro à Rua Manuel Lopes Fortuna; 3. Construção da VL-3 (do Nó da Madalena à Praia); 4. Construção do Centro Cívico da Madalena; 5. Requalificação da entrada da Freguesia (Rua dos Lagos; Rua Escola do Maninho; Rua António Francisco de Sousa e Rua do Choupelo) bem como da rede viária local; 6. Construção da passagem inferior da Trav. do Passadouro à Av. Gomes Júnior. Por tudo isto deve votar PS para a Câmara de Gaia, no Dr. Joaquim Couto, porque com ele não haverá Freguesias que recebem transferências mensais e outras não; com ele todos os cidadãos serão tratados da mesma maneira, quer vivam no interior ou no litoral e não como faz o ainda Presidente de Câmara. O Partido Socialista apresentou em 27 de Junho a lista de candidatos à Assembleia de Freguesia da Madalena, assim como os compromissos para o mandato 2009/2013. Por Si e pela Madalena, porque para nós a Sua qualidade de Vida está sempre em primeiro lugar.

MADALENA

José Carlos Cidade Oliveira 42 anos Gestor

Conto Consigo, http://www.porsiepelamadalena.blogspot.com

Dar um novo rosto a Mafamude Disposta a DAR um NOVO ROSTO a MAFAMUDE, Laura Santos, candidata à Presidência da Junta de Freguesia de Mafamude nas próximas Eleições Autárquicas, apresenta algumas das propostas de âmbito social que irá implementar na sua freguesia a partir de Outubro de 2009. Consciente dos graves problemas sociais existentes na freguesia, fruto do elevado número de desempregados, a que acresce um, cada vez maior, número de idosos de parcos rendimentos, entregues a si próprios, abandonados e solitários, Laura Santos, propõe, em articulação com as diversas Instituições de Solidariedade Social existentes e com a própria Sociedade Civil, algumas metas a concretizar: - Criação de um “Banco de Voluntariado” aberto a cidadãos que queiram dispor do seu tempo em prol dos outros, nomeadamente no apoio à terceira idade, prestando companhia, carinho e auxílio em diversas tarefas que, por força da idade, são já de difícil execução (higiene, alimentação); - Celebração de Protocolos com Universidades/Institutos Superiores de Gaia/Porto e Instituições de Solidariedade Social, com vista a assegurar uma companhia a idosos que vivam sozinhos em suas casas, combatendo-se a solidão e sensação de abandono em que muitos estão mergulha-

MAFAMUDE

dos, através de jovens universitários que, tendo dificuldades financeiras para suportarem os custos da deslocalização para poderem frequentar o curso que pretendem na Universidade que escolheram, queiram aderir a este projecto, comparticipando nalgumas despesas da casa, prestando auxílio e apoio ao idoso que nela viva, em suma, proporcionando-lhes uma companhia amiga e uma vida mais tranquila. Esta iniciativa sensibilizará os jovens para os problemas da terceira idade e permitirá desenvolver sentimentos e afectos que os tornarão, pela experiência vivida, mais humanos e solidários no futuro. - Criação do “Cartão Banco Alimentar”, que permitirá a cada família, sinalizada como de risco ou carenciada, que o requeira ter acesso a um conjunto de mercearias, mercados ou super-

mercados da freguesia, próximos da sua residência ou não, que disponibilizarão produtos que estejam no limite da sua validade, a preços mais acessíveis ou até gratuitamente, bastando, para o efeito, que exibam o referido cartão. A lista das mercearias, mercados e supermercados aderentes, será afixada nos quadros de publicidade da freguesia e cada estabelecimento aderente exibirá um autocolante com a inscrição “Cartão Banco Alimentar”. Esta iniciativa não acabará com a pobreza, contudo permitirá atenuá-la, criando-se condições para um aproveitamento mais racional dos excessos de produção que o mercado não consegue absorver e que, habitualmente, são desperdiçados, porque são directamente canalizados para o lixo.

Laura Conceição S. T. Filipe Santos 37 anos Jurista

http://mafamudenovorosto.blogspot.com

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Apostamos na qualidade de vida Os objectivos traçados para este mandato estão concretizados? Manuel Azevedo - Acredito que no final deste mandato os objectivos principais definidos para este mandato estão cumpridos. Mas temos de referir que muitos dos projectos e das obras previstas não dependem só de nós e da nossa vontade, também dependem da câmara municipal. Posso referir dois ou três exemplos: fizemos o alargamento da Rua Domingos Monteiro, falta agora a pavimentação e a construção de passeios, que sem ajuda da Câmara é impossível realizar; fizemos o projecto para a Capela Mortuária de Arnelas, negociámos o terreno e já fizemos o desaterro, falta agora a colaboração da Câmara. Podia dar mais exemplos de trabalho efectuado, mas que ainda não é visível, e que só será visível se a Câmara transferir as verbas necessárias ou efectuar as respectivas obras. Mas o objectivo principal da minha candidatura está efectivamente concretizado, a minha aposta foi e é a área social. Conseguimos em quatro anos superar o atraso de muitos e muitos anos, este mérito é reconhecido por todos, até pela nossa oposição interna. Que projecto(s) marca(m) estes últimos anos? Como referi a nossa aposta para este

mandato foi nas pessoas, no seu bem-estar e na sua qualidade de vida. Alguns pequenos exemplos: o aumento do número de médicos no Centro de Saúde - passámos de um para três - colmatou um dos maiores problemas que existia, e que há muito era reivindicado pela população; a criação do Gabinete de Apoio Social; a criação do Projecto Mais Jovem; a criação de um balcão dos Correios no Centro Cultural e Social de Olival; o estabelecimento de parcerias com entidades formadoras e com o IEFP para a realização de cursos de RVCC, Jardinagem e Barman; a celebração de uma parceria com o IEFP para a Apresentação Quinzenal dos Desempregados, evitando a sua deslocação para o centro de Gaia. Apostámos na área social, conseguimos em quatro anos colmatar as principais necessidades existentes, a criação de uma Creche com capacidade para 33 utentes, a criação de um Jardim de Infância com capacidade para 55 utentes, a criação de um centro de dia para 30 utentes e a criação do Serviço de Apoio Domiciliário para 30 utentes. Não são promessas são realidades, mas saliente-se que estas valências já têm lista de espera o que prova que estas eram as principais carências da freguesia. Por isso, estamos neste momento a construir um edifício para ampliação das insta-

lações do centro de dia e outro para uma nova creche com capacidade para 66 utentes. A rede viária também foi uma das nossas apostas, como se comprova com os alargamentos da Rua Domingos Monteiro, da Rua D. Helena Leal e da Rua de S. Martinho, a abertura e pavimentação da Rua do Belo Horizonte e da Rua da Relva, a pavimentação da Rua da Escola Preparatória e o alargamento e pavimentação da Rua Teotónio da Costa. Quanto a outros espaços ou equipamentos públicos, saliento a Requalificação do Cais de Arnelas, obra orçada em mais de 300 mil euros, o calcetamento da Alameda da Praia de Arnelas, a requalificação dos espaços ajardinados do centro cívico e as obras de requalificação do cemitério central.

OLIVAL

Manuel Joaquim Santos Azevedo 55 anos Empresário

Como caracteriza este mandato? Um mandato de trabalho, que nos tem dado muita satisfação, mas também de muito sofrimento, como toda a gente sabe. É do conhecimento público que a Câmara Municipal desde Fevereiro de 2007 não transfere as verbas protocoladas, impossibilitando o normal funcionamento da Junta de Freguesia.

sempreporolival.blogspot.com

Acreditamos na confiança dos Oliveirenses

Os últimos quatro anos da história autárquica de Vila Nova de Gaia ficarão para sempre como uma das páginas mais negras do poder local após o 25 de Abril. A inadmissível ostracização feita pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia a cinco executivos socialistas, demonstraram claramente a falta de respeito pelo exercício autárquico, mas, sobretudo, pela população destas freguesias que, deste modo, viram negados muitas dos seus anseios e satisfação de necessidades. Pese embora esta adversidade, o balanço do exercício do executivo da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro é necessariamente meritório, em resultado da

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intensa actividade desenvolvida e pela concretização de sonhos de há longa data. Hoje, o alargamento do cemitério é já uma realidade, o lar de idosos encontra-se em construção, a taxa de cobertura da valência de creche irá aumentar significativamente na freguesia e o serviço de ocupação de tempos livres para as crianças é já indispensável. A freguesia dispõe de mais e melhores serviços, como o Gabinete de Atendimento à Comunidade que presta gratuitamente serviços de Psicologia a adultos e a alunos das escolas da freguesia, o Gabinete de Inserção Profissional que procura junto dos parceiros locais respostas para o flagelo do

desemprego, entre outros. Os serviços administrativos da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro são referência nacional, fruto da sua certificação e da conquista do Prémio Nacional de Boas Práticas, no âmbito da modernização administrativa, facto ímpar na história autárquica do concelho. A freguesia dispõe de um moderno auditório onde decorre uma permanente actividade cultural, em parceria com associações de pais e instituições culturais e desportivas, goza de um amplo espaço verde – o Parque da Lavandeira e a breve prazo contará com o primeiro centro escolar do concelho, na VL9. Por tudo isto, acreditamos que a confiança depositada pelos oliveirenses no Partido Socialista valeu a pena. Mesmo lutando contra um PSD local, que tudo fez para impedir investimentos na freguesia. O legado do PSD na freguesia é bota-abaixo e muita intriga, de quem só se lembra dos cidadãos na época de eleições. O legado do PS é obra e proximidade com as pessoas. Fica o amargo de boca de quem tem a noção de que se podia ter ido mais longe, se não fosse a mesquinhez e a falta de espírito democrático que o executivo camarário demonstrou, penalizando a freguesia de Oliveira do Douro. As eleições estão já aí e estou seguro que o povo, como sempre, irá fazer justiça. http://dariosilva2009.blogspot.com

OLIVEIRA DO DOURO

Dário Soares Freitas da Silva 38 anos Professor


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O candidato em discurso directo

“O meu projecto é com e para os Gaienses” “Acima do betão estão as pessoas.” É com esta visão que Joa-quim Couto vai iniciar “um novo ciclo na vida do Concelho”. “A criação de uma rede de Acção Social integrada que envolva creches, de centros de dia, de apoio domiciliário a idosos, abrangendo diferentes parcerias com a Autarquia, e a implementação de uma política de Habitação com tónica no Apoio Municipal de Arrendamento”, são só alguns dos compromissos que o candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Gaia assumirá com os gaienses. “Uma gestão autárquica clara e organizada, que esbata, o mais rápido possível, o fosso criado entre o litoral e o interior, que pôs o concelho a duas velocidades”, resume Joaquim Couto Gaia 2009 - Quais foram as principais razões que o levaram a aceitar o convite do PS para ser candidato a presidente da Câmara de Gaia? Joaquim Couto - Dois motivos muito fortes. Desde logo, o meu enorme sentido de grupo e de pertença ao PS que me levou a avaliar muito seriamente o desafio que me foi lançado. Depois, a convicção que comecei a sentir, assim que analisei o contexto social de Vila Nova de Gaia, de que poderia dar o meu contributo e que a minha experiência e postura políticas poderiam ser mais-valias para conquistar o equilíbrio que o desenvolvimento do Concelho não tem… É um Concelho que andou a duas velocidades extremas, criando um fosso avassalador entre o interior e o litoral. Sinto, em cada freguesia que visito ou em cada colectividade que conheço, que é possível iniciar um novo ciclo de desenvolvimento e de afirmação do Concelho. A mudança é possível e tem que ser feita. Assumi que posso ser o responsável por essa mudança. Quais os principais erros que aponta à actual governação camarária? Ter colocado o betão como prioridade em detrimento das pessoas é, sem dúvida, a grande falha que tenho a apontar a este executivo. A política social, em muitas áreas primordiais ao bem-estar das famílias, não existiu. Empacotou os mais desfavorecidos e as minorias em guetos a que chama Habitação Social. E associada a esta surgem logo outras falhas que são de igual gravidade. A gestão foi de tal forma tendenciosa e descuidada que temos, neste momento, um Concelho desenvolvido a duas velocidades opostas. Por um lado, o litoral e a zona ribeirinha, locais com grande visibilidade, com razoáveis infra-estruturas. Enquanto, por outro lado, ficamos com

“Ter colocado o betão como prioridade em detrimento das pessoas é, sem dúvida, a grande falha que tenho a apontar a este executivo.” um interior votado ao esquecimento, sem as condições mínimas que se exigem actualmente para proporcionar uma qualidade de vida digna às populações. Falta uma rede estruturante rodoviária a ligar todo o Concelho, acessos, saneamento e abastecimento de água em algumas bolsas de território, faltam estruturas sociais e de lazer. Se o litoral e a zona ribeirinha beneficiaram de fundos comunitários e de programas do governo, como se justifica a despesa exorbitante que a autarquia apresenta, se não foi feito nada no interior do concelho? … De facto, no que diz respeito à gestão, a Câmara Municipal de Gaia e as respectivas empresas municipais estão de tal forma excessivamente endividadas que podem comprometer as gerações futuras, sobretudo os jovens. Ao mesmo tempo, é mantido um avultado número de comissários políticos na Câmara e nas empresas municipais pagos com dinheiro público.

Em simultâneo, é exercida uma discriminação de pessoas, Juntas e Instituições, face à sua cor partidária, e o exemplo mais gritante é o facto de as Juntas do Partido Socialista não receberem o duodécimo há ano e meio. Um Presidente que utilizou sempre o seu cargo na Câmara como trampolim para outros voos, que não passavam pelos gaienses nem por Vila Nova de Gaia, que alimentou uma polémica desnecessária e sistemática com o Município do Porto e com o seu presidente, só pode apresentar, neste mandato, uma mão cheia de nada para oferecer ao eleitorado.

A nossa campanha, são as pessoas Caso seja eleito, em termos de gestão camarária, por onde irá começar o seu trabalho? Começar? Pelas pessoas, obviamente. Pelas questões sociais que tão importantes são para a comunidade. O meu

projecto é com e para os Gaienses. Um projecto centrado nos cidadãos. Na Autarquia será criado um balcão único de atendimento ao cidadão. Os serviços que estão actualmente dispersos em várias plataformas informáticas (quando existem), serão interligados de forma á sua utilização eficaz pelos próprios serviços, empresas e munícipes. Dotar o concelho de uma rede de creches é a prioridade, perseguindo o objectivo de, no final do mandato, termos a cobertura próxima dos 100%. Outra grande aposta passa pela criação do apoio municipal de arrendamento, assim como pela criação do apoio domiciliário a idosos. Organizar uma rede municipal de transportes adequada às necessidades das pessoas, implementar um apoio social escolar integrado (que englobe as refeições, os transportes, o material escolar, entre outros) e o Plano Municipal de Saúde, também são projectos que avançarão logo no início do mandato.


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Famílias podem requerer apoio camarário

Apoio Municipal ao Arrendamento para resolver problemas habitacionais Joaquim Couto tem a solução para o problema habitacional de Gaia: o Apoio Municipal de Arrendamento. Uma ideia de fácil aplicação. “A família escolhe, no mercado privado, uma habitação, que tem de ter licença de habitabilidade passada pela câmara municipal, e apresenta-se nos serviços sociais solicitando o apoio para arrendamento”, explica o candidato do PS, prosseguindo: “A câmara terá um regulamento para definir o apoio económico que é possível dar em função do rendimento de cada agregado familiar. Para Joaquim Couto, este modelo pode resolver o problema habitacional das pessoas em vários parâmetros. “Na integração social, por exemplo”, sublinha. “Deixa de haver o estigma de que a família vive num bairro social”. “Outra vantagem é a mobilidade. Se uma família arranjar um emprego noutra cidade, deixa esta casa e arrenda outra na nova cidade”, sustenta o candidato socialista à Câmara de Gaia.

Maior mobilidade das famílias Com esta medida, defende Joaquim Couto, “num espaço de dois anos, a câmara alojará mais facilmente os milhares de famílias que têm problemas de habitação, porque não têm casa ou porque a que têm está degradada “O actual modelo é socialmente injusto, porque reúne no mesmo sítio famílias que não tiveram opção de escolha, que foram deslocadas para sítios onde se sentem desenraizadas”, acusa Joaquim Couto, apontando, a concluir, outros problemas: “Normalmente, não existe uma rede de transportes adequada para esses complexos habitacionais. Nestes empreendimentos também não foram acrescentados mais creches, mais jardinsde-infância, mais campos desportivos, mais jardins e espaços de lazer.”

São propostas fortes, importantes, que podem e devem ser criadas com parcerias entre Câmara, Estado, Associações, Instituições Particulares de Solidariedade Social, conforme os casos. É fundamental apostar nas sinergias, juntar o melhor de cada parceiro para se darem as melhores respostas. E a campanha eleitoral? É, acima de tudo, uma campanha de propostas para resolver os problemas dos gaienses. Uma campanha que privilegia o contacto com as pessoas, às quais queremos dar a conhecer o nosso projecto, das quais queremos ouvir anseios e sugestões. É uma campanha com poucos meios, por isso, longe do aparato da oposição que tem os dinheiros públicos para usar. Tenho percorrido todas as freguesias, falado com os munícipes, ouvido preocupações e vontades… A nossa campanha são as pessoas.

“A minha campanha privilegia o contacto com as pessoas, às quais queremos dar a conhecer o nosso projecto, das quais queremos ouvir anseios e sugestões. É uma campanha com poucos meios, por isso, longe do aparato da oposição que tem os dinheiros públicos para usar.” Vou levar a Câmara às freguesias Quais os principais projectos da sua candidatura? Como é mais do que notório, assumo diferenças e rupturas com a gestão do actual executivo. Eu farei onde é mais necessário e centrado nos problemas e anseios das pessoas. Eles descrimina-

“Eles estão em fim de ciclo e sem projecto. Eu vou iniciar um ciclo com um novo projecto. Eles utilizam Gaia e os Gaienses para as suas ambições de liderança partidária nacional. Eu venho para colocar Gaia e os Gaienses sempre em primeiro lugar, a todos os níveis.”

ram por razões partidárias e de grupo. Eu darei o exemplo em nome da igualdade de direitos de todos , perante o Câmara. Eles estão em fim de ciclo e sem projecto. Eu vou iniciar um ciclo com um novo projecto. Eles utilizam Gaia e os Gaienses para as suas ambições de liderança partidária nacional. Eu venho para colocar Gaia e os Gaienses de facto em primeiro lugar. Isso implica grandes mudanças… Não vou alongar-me aqui em todos os itens que compõem o programa de mandato, mas adianto já que uma das medidas, que será desde logo colocada em prática, passa por levar a Câmara às freguesias e à participação activa das populações. Tenho como projecto a realização das reuniões de câmara, uma vez por mês, em cada freguesia. É fundamental dar a conhecer o funcionamento dos órgãos autárquicos e, em simultâneo, estimular a comunidade a ter um papel ainda mais interventivo nos processos de decisão que a todos dizem respeito. Como já referi nesta conversa, a implementação de uma plataforma informática que integre todos os serviços da Câmara é um passo que tem que ser dado com a maior urgência. Não se percebe como é que os munícipes

para resolverem questões de diferentes áreas têm que se deslocar a cada local, distante fisicamente, já que não existe base de dados comum. As questões sociais são portanto, uma prioridade? O equilíbrio social planeado e concretizado de modo integrado é um dos meus compromissos fortes. É fundamental que todas as áreas que digam respeito à vida das pessoas funcionem de modo integrado e organizado. A Acção Social tem que ser vista em rede, envolvendo a educação a saúde, a habitação, a segurança e a mobilidade. Posso enunciar algumas das políticas municipais que farão parte do programa de mandato, além das já referidas: Plano Municipal de Saúde (parcerias entre o município, Estado e instituições ou associações); apoio à criação de emprego (fomento do Programa Novas Oportunidades, Ensino Profissional e criação do Observatório do Emprego, captação de empresas e serviços para o concelho, Emprego Social); requalificação da Rede Rodoviária Interior; protocolo de cooperação com o Município do Porto; apoio às IPSS nos domínios da Acção Social; captação de ensino superior e universitário no domínio das infra-estruturas e investigação.


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Melhor Pedroso - Juntos vamos conseguir

Localizada no centro do concelho de Vila Nova de Gaia, a freguesia de Pedroso tem, ao longo dos tempos, vindo a crescer e a transformar-se, por diversos motivos, dos quais salientamos a proximidade de importantes vias de comunicação (que permitem acesso rápido às cidades de V. N. Gaia; Porto; Espinho; Stª. Maria da Feira, e aos mais diversos locais de lazer, comércio e emprego) e a fixação de pessoas oriundas dos mais diversos pontos do país. Por estas razões, o crescimento urbanístico foi e é uma realidade da freguesia nas últimas décadas. Se, numa primeira fase, se fez ao longo da EN 1, com o tempo alargou-se a todo o espaço da freguesia. Este facto fez com que Pedroso seja hoje uma freguesia urbana com fortes laivos de ruralidade.

Embora esta dicotomia seja, por um lado, factor dinamizador de desenvolvimento, por outro acarreta muitas vezes dificuldades que se repercutem no dia-a-dia das suas gentes (diversidade económica, social e cultural que se reflecte muitas vezes na vida e acção das suas colectividades/instituições). É aqui que o papel autárquico assume particular relevância. Se tem de atender a algum cariz tradicionalista, tem, também, de estar atento à evolução e às apetências que uma sociedade moderna exige e refere como essenciais para o seu bem-estar e qualidade de vida. Nesta problemática vários aspectos assumem papel relevante: a escola (como potenciadora de sinergias, de afirmação e preparação do futuro); a dinamização do tecido empresarial (indo

de encontro a muitas dificuldades do mundo actual); a dinâmica social (que permita o apoio e o desenvolvimento de meios/projectos adequados à realidade e às necessidades do espaço); a criação de infraestruturas (biblioteca, mediateca, auditório, como mais-valias da actividade associativa e do conhecimento); a criação de espaços/tempos para lazer destinados quer aos mais jovens quer aos mais idosos. É tendo por base estes e outros pressupostos que nós, como equipa jovem, dinâmica, sem vícios, onde todos são iguais mesmo sentindo e pensando diferentemente, propomos para Pedroso, entre outros projectos, os seguintes: Criação de um Gabinete de Acção Social; Dinamização da Escola; Passeio da 3.ª Idade; Encontro Anual das Colectividades; Apoio Financeiro e Logístico às Colectividades; Bienal Socioeconómica; Colónia Balnear; Criação de Espaços de Convívio; Apoio à Actividade Desportiva Federada e Amadora; Apoio às Associações de Pais e seus Projectos. Não esquecemos que as pessoas são a base da freguesia. Temos um projecto novo, integrador e sustentado para Pedroso.

PEDROSO

Joaquim António Dias Tavares 50 anos Professor

Juntos vamos conseguir. joaquimtavares.pedroso@hotmail.com

Dedicados às pessoas

O PS/Perosinho vem, com a alegria e abertura que lhe é característica, saudá-los e convidá-los a conhecer e participar no projecto eleitoral 2009 que temos para a nossa querida freguesia. Somos uma equipa jovem, dinâmica, consciente e empenhada na melhoria da vida e realidade Perosinhense. Temos propostas, projectos a apresentar e assim o faremos oportunamente, muito em breve. Neste momento, escrevemos este artigo como convite a uma reflexão sobre as decisões da gestão feita nos últimos anos pelo actual executivo da Junta de Freguesia. Devemos lamentar a prestação deste último executivo autárquico pelas obras de fachada, ou melhor dizendo, pelas pequenas cirurgias de cosmética realizadas ou que se encontram em curso na nossa freguesia. Para além dos critérios de selecção, de alguns

dos locais sujeitos às ditas cirurgias, serem duvidosos (depende de quem mora na dita rua ou localidade), é de facto surpreendente como parte estas coincidem com o arranque da campanha eleitoral para as próximas autárquicas, o que abre portas às seguintes questões: Será que guardaram para o fim do actual mandato o arranque das, já há muito prometidas, capelas mortuárias? Ou será que deixarão acabar, uma vez mais, o mandato sem cumprir com as promessas eleitorais feitas nos últimos 12 anos? Deixemos por agora estes assuntos e centremo-nos no que realmente é importante: As Pessoas. No que toca esta matéria gostaríamos de partilhar uma situação que há muito nos preocupa. Pasmem-se os Perosinhenses e demais, pois o Presidente da Junta de Freguesia de Perosinho, pretendia ar-

rendar o edifício do Centro de Saúde, imaginem a quem, a si próprio Ministério da Saúde!!!!!! O Ministério presta, aos Perosinhenses, um serviço de saúde gratuito num edifício propriedade da junta, no entanto, e segundo a visão do actual Presidente da Junta, o ideal seria aluga-lo, tornando-o assim numa fonte de rendimento para a junta. Infelizmente o objectivo do executivo são as receitas e não oferecer aos Perosinhenses a qualidade de vida que estes merecem. Mediante esta proposta, o PS Perosinho opôs-se e combateu esta ideia, que é absolutamente descabida, cuja consequência poderia implicar o abandono por parte do Ministério da Saúde de fornecer este importante serviço à freguesia. Se o Ministério fornece um serviço gratuito, ainda tem que pagar para o fornecer?

PEROSINHO

Jorge Manuel Moreira Fonseca 39 anos Mediador de Seguros

É triste fazermos parte de uma freguesia em que as próprias pedras e calçadas são mais acarinhadas e estimadas, por parte da Junta de Freguesia, do que as próprias pessoas!!! Pela mudança e crescimento Humano de Perosinho, pedimos a vossa confiança no Futuro.

http://psperosinho.blogspot.com/

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O Parque Industrial de Sandim Apesar de há muito se pensar na zona industrial de Sandim, a verdade é que só recentemente foram dados os primeiros passos que visavam este objectivo. Em Junho de 2008, foi apresentada em reunião de Câmara uma proposta de lançamento de um concurso para a selecção de um parceiro privado com vista à constituição de uma sociedade anónima, cujo objectivo seria a concepção, construção e exploração de um parque empresarial na freguesia de Sandim. A selecção das candidaturas seria feita de acordo com a disponibilidade de terrenos para afectação ao projecto, experiência na gestão de parques empresariais e experiência na gestão de outras entidades, com dimensão e complexidade consideráveis. Com a eleição deste parceiro, a Câmara de Gaia passaria a integrar a gestão deste Parque Empresarial, a construir em terrenos exclusivamente privados, garantindo deste modo a fiscalização e a condução do respectivo processo. Além disso, a constituição desta pareceria público/privada garantiria o arranque imediato de um Parque Empresarial adiado há mais de duas décadas, por falta de financiamento público, caminhando-se no sentido da reestruturação do tecido económico, da deslocalização e concentração industrial, e do desenvolvimento econó-

mico e social do interior do Concelho, que desde há muito vem sofrendo com a falta de investimentos públicos, com a falta de infraestruturas, com a falta de emprego, com a falta de uma rede de transportes adequada e consequentes problemas que daqui advêm. Apesar de tardia, a ideia significava um avanço em todo este processo. Significava… porque um ano depois da apresentação da proposta do concurso ainda nada parece estar definido! Parece que já existe um parceiro,

mas o processo teima em não avançar… Coloca-se então a questão… porquê? Será por uma questão financeira, uma vez que se trata de um investimento avultado? É muito imperativo que este projecto se concretize o mais breve possível, para que o interior do Concelho se reveja num processo de desenvolvimento sustentado de Vila Nova de Gaia.

SANDIM

Manuel Couto 44 anos Professor

A participação – direito versus deveres de todos Nas últimas Eleições para o Parlamento Europeu, voltou a registar-se por todo o país uma percentagem elevada de abstenção, no que diz respeito à participação no acto eleitoral. E, diríamos nós, que a persistir este fenómeno poderia pôr em causa a legitimidade duma perfeita vivência democrática. Não interessará aqui produzir motivos razoáveis que justifiquem tal desistência, mas, mesmo admitindo que nem todos os indivíduos adoptam a mesma forma de participar, aconteceu um défice no que diz respeito ao usufruto pleno da cidadania de cada indivíduo. Exercer o estatuto de cidadão é estar apto a partilhar a mesma igualdade de direitos e responsabilidades inerentes a tal estatuto. Nunca será de mais lembrar que a participação é um instrumento privilegiado na concretização da democracia, a utilizar pelos diferentes actores, e palavra que predomina enquanto reivindicação em todos os discursos políticos, com maior frequência após o 25 de Abril e formalizada de acordo com um princípio democrático, estabelecido pela Constituição da Republica Portuguesa de 1976. Materializada por diferentes normativos, a conquista da liberdade deu a possibilidade de todos terem voz e reivindicarem os direitos à justiça e à igualdade. Constituída como uma mais-valia, alimentou-nos a esperan-

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ça de podermos participar no projecto colectivo e sermos admitidos de pleno direito na construção de uma sociedade em mudança. O nosso direito ao voto, conquistado por tantos homens e mulheres reconhecidos como referências enquanto defensores dos direitos humanos, não deve ser desprezado. E no que diz respeito à participação das mulheres, tendo em conta a discriminação que muitas sofreram na sociedade que as marginalizou, elas devem participar em todos os processos de decisão, em igualdade com os seus pares, contribuindo assim para o

aparecimento de um país mais justo e equilibrado. Igualmente e fundamentada na ideia que as mulheres terão mais oportunidade de humanizar o poder e transformá-lo na sua natureza mais intrínseca, Maria de Lurdes Pintasilgo afirmava que as mulheres, pelo facto de viverem num registo de multifuncionalidades de papéis, conseguem resistir à simplificação das questões políticas e analisar com perspicácia a complexidade dos problemas. Por fim e admitindo a posição sociológica de “Bajoit” (1988) no que respeita às reacções dos indivíduos descontentes, face às relações sociais que praticam, poderemos considerar aquela pouca participação uma reacção de “apatia” e uma modalidade escolhida de interacção social dos mesmos. Segundo o autor, todo o indivíduo calcula e avalia as vantagens e inconvenientes das suas condutas, de forma racional e obedecendo à sua “balança”, podendo mesmo passar de uma para outras, ou até combiná-las como modo de reacção dentro da sua relação social. Assim sendo, e admitindo essa hipótese, gostaria de aceitar como certa uma votação massiva de homens e mulheres no próximo acto eleitoral, como forma de participação activa e de cidadania. http://sites.google.com/site/candpssantamarinha/

SANTA MARINHA

Maria Fernanda da Rocha Almeida de Morais e Sousa 57 anos Professora


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­­Ganhar para mudar S. Félix da Marinha Caros S. Félix Marinhenses, Porque sei que o futuro de S. Félix da Marinha vai depender da forma independente e determinada como os eleitos vão exercer o Poder, foi com honra que assumi o compromisso de me

candidatar nas listas do PS, até porque o futuro desta nossa terra está ligado ao modo como a soubermos desenvolver duma forma equilibrada e sustentável. Candidato-me ainda, porque considero que o futuro Presidente da Junta de S. Félix da Marinha tem de ter experiência de vida, capacidade de trabalho e conhecimento local para assumir, em diálogo com os cidadãos,

os projectos de desenvolvimento que a Freguesia precisa. Lidero uma equipa que tem condições para recolocar S. Félix da Marinha entre as freguesias mais desenvolvidas do Concelho, numa política de afectividade junto dos São Félix Marinhenses, com um

poder fortemente reivindicativo junto dos órgãos municipais e nacionais. Para isso daremos prioridade às vertentes do desenvolvimento urbano, rede viária, acção social e politica de juventude sem esquecer a segurança, o associativismo e o apoio aos empresários que queiram investir na freguesia. De igual modo tudo iremos fazer para

dotar de infraestruturas de qualidade toda a Freguesia, tendo uma particular atenção com a zona do lugar de Espinho, que pelo seu crescimento demográfico é hoje uma nova centralidade na nossa Vila, numa aposta para que tal espaço deixe de ser apenas uma zona dormitória e passe a constituir um espaço vivo aglutinador da juventude, sempre em perfeita conjugação com os residentes na zona, através de espaços de recreio e lazer, a par de espaços onde a cultura e o desporto convivam em permanência. Sabemos que para ganhar é necessário o empenhamento de todos, todavia a demonstração de confiança e vontade de mudança que temos recebido dos São Félix Marinhenses, independentemente da sua cor partidária, dános o alento necessário para lutarmos com afinco pelos nossos projectos, em que a capacidade de trabalho e a aplicação do rigor ao serviço de todos são traves mestras da nossa candidatura. Para nós todos os cidadãos são importantes, por isso o nosso apelo para que todos votem e assim participem no projecto de desenvolvimento de São Félix da Marinha.

S. FÉLIX DA MARINHA

Carlos Alberto Gonçalves Pinto 50 anos Industrial de Mármores

Espero merecer a sua confiança para GANHAR PARA MUDAR SÃO FÉLIX DA MARINHA. gaiasocialista@gmail.com

A esperança renasce… SEIXEZELO

Começamos por saudar toda a população de Seixezelo e dar a conhecer a nova geração de políticos que a nossa Freguesia imperiosamente necessita. Somos pessoas que, acima de tudo, se interessam pela comunidade Seixezelense e pelo seu desenvolvimento sustentável, uma vez que à semelhança de todos os Portugueses, vivemos o deambular da incerteza dos tempos. Logo, urge garantir o futuro das gerações vindouras, pois estas necessitam de uma Freguesia estável, evoluída e organizada, onde possam encontrar o apoio necessário para dar resposta de uma forma adaptada aos tempos e cenários de desenvolvimen-

to, num presente caracterizado pela incerteza e imprevisibilidade. As velhas mentalidades devem dar lugar a renovadas sensibilidades proactivas, ideias e ideais, porque nós sabemos como fazer. Vamos dar prioridade às pessoas que mais necessitam - crianças, idosos e mulheres - não esquecendo contudo, o cumprimento dos serviços gerais. A política deve ser entendida, e sobretudo exercida como uma actividade de cidadania. E os políticos têm de voltar a sentir-se recompensados, não apenas pelo que auferem com a actividade que desempenham, mas pelo reconhecimento público de saber pôr em prática o bem

comum. Não tenhamos ilusões, o prometido deve ser cumprido, logo conto com a vossa ajuda. É preciso acreditar que Seixezelo pode mudar para bem melhor. Em suma, queremos intervir e concretizar nas seguintes áreas: saúde; educação; serviços culturais, recreativos, desportivos e religiosos; segurança e acção social; apoio à terceira idade (serviço de proximidade); ambiente; habitação e serviços colectivos.

Joaquim José Pereira da Silva 26 anos Engenheiro

Estas são as nossas prioridades!

http://aesperancarenasce.blogspot.com

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Afurada e os novos tempos

Afurada a mais pequena freguesia da cidade de Vila Nova de Gaia, está mudada depois de uma requalificação profunda realizada com os fundos canalizados através do programa POLIS. O que ainda não se conseguiu foi fazer uma actualização em certas mentalidades agarradas ao passado que ainda existem na Freguesia. Muitos dos habitantes são muito resistentes às mudanças que são necessárias para uma freguesia como a Afurada progredir, velhos hábitos que principalmente os mais idosos encaram com algum cepticismo. Afurada lavou a cara mas também

é urgente que trate de lavar o corpo no sentido de que tudo permanecerá igual se os habitantes se acomodarem às migalhas que lhes oferecem, camufladas em papel de embrulho atraente. Afurada tem uma localização privilegiada dentro do concelho de Gaia como passagem e ligação entre o centro da cidade e a sua zona mais nobre, que se situa na sua orla marítima. Afurada apesar de ser pequena não pode ser menosprezada e terá que ser tida em conta tanto no aspecto social, turístico como urbanístico. Neste combate eleitoral que se aproxima, nós, Partido Socialista, teremos

que estar unidos. Só assim poderemos levar de vencida esta batalha que está a ser disputada porta a porta, no sentido de convencer os habitantes que os nossos argumentos e planos melhor servem os interesses da Freguesia. Nós propomo-nos a salvaguardar todos os interesses da Freguesia e torná-la numa freguesia atraente tanto para quem nos visita assim como para quem mora na Freguesia. Lutaremos para que os nossos equipamentos desportivos e sociais sejam modernizados e trataremos de preservar a raiz da nossa cultura. Somos uma Freguesia de pescadores por isso não podemos voltar costas ao mar e ao rio mas sim harmonizar e preservar a raiz da nossa identidade. É possível uma freguesia modernizarse sem perder a identidade e é esse o nosso desafio, receber bem quem nos visita e mostrar quem somos com o ORGULHO DE SER AFURADENSE. Para que isto seja possível, e como Freguesia pequena que somos, necessitamos de todo o apoio da autarquia, porque sem vontade política é impossível realizar obra. Por isso, como dizíamos no início deste texto, não queremos migalhas disfarçadas de presentes mas sim obra verdadeira que faça melhorar a merecida qualidade de vida do Afuradense.

S. PEDRO DA AFURADA

Miguel João Gomes de Oliveira 34 anos Empresário de Panificação

afuradasocialista@gmail.com

A lutar pelos direitos da freguesia SERMONDE

Joaquim César Ramos 36 anos Professor É, mais uma vez, como um Sermondense que dispensa apresentações que me dirijo a vós. Desta vez, para relembrar as razões pelas quais aceitei o desafio de integrar esta equipa que luta afincadamente pelos direitos da freguesia, sobretudo no último ano. Os apoios são escassos e a nossa freguesia continua a ser preterida pela Câmara Municipal de Gaia, apesar disso conseguimos proporcionar aos Sermondenses alguns serviços, dos quais me orgulho: - Espaço Net - disponibilização de meios

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informáticos para acesso à Internet; - Espaço Cidadania - atendimento quinzenal para apoio na elaboração de currículos e candidaturas a empregos; - Telefone e fax gratuitos para a rede fixa; - Gabinete de psicologia Psicoafectos; - Prestação gratuita de serviços de psicologia; - Acesso à iniciativa Novas Oportunidades; - Apoio na área social; - Actividades de lazer (passeio da terceira idade, praia para as crianças e terceira idade).

Orgulho-me, sobretudo, de lutar por uma freguesia em que as diferenças se esbatem e onde todos têm direito a proferir livremente, a sua opinião. É tendo este princípio como base que a minha equipa pretende actuar. O nosso projecto visa abarcar diferentes domínios, continuando a privilegiar o apoio social, no intuito de auxiliar os que mais sofrem com as desigualdades. Não seja indiferente, caminhe connosco. “Por Sermonde, pelos Sermondenses”! http://porsermonde.blogspot.com/


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Acredito que posso fazer muito por Serzedo Alguma vez pensou ser candidato à Junta de Freguesia? Júlio Pedrosa – Não, sempre pensei que o candidato deveria ser a pessoa que nas últimas eleições representou o Partido Socialista. Por que é que se candidata à Junta de Freguesia? Em primeiro lugar porque fui eleito por unanimidade para ser candidato à Junta. Depois, porque acredito que posso fazer muito por Serzedo e pelos Serzedenses. Acredito numa mudança total para o bem de Serzedo e acredito na verdade, no rigor e no trabalho de equipa que vou liderar. Porquê agora? Porque nunca é tarde para anular os hábitos que tanto têm prejudicado a sociedade Serzedense, devolvendo assim aos políticos a credibilidade perdida. O que é que os Serzedenses podem esperar de si? Uma enorme aproximação com a população assim como com todas as instituições. Uma governação séria e sensível às suas necessidades. Uma governação fortemente virada para o desenvolvimento e a afirmação da Freguesia. O que é que o preocupa mais no dia-adia da Freguesia? Várias coisas. O estado lastimável da

SERZEDO

rede viária, a falta de infantários, a unidade de centro de saúde que não satisfaz as necessidades da população, a ausência de espaços de lazer, o apoio os mais desfavorecidos, e as questões culturais. Por tudo isto garanto que não me pouparei a esforços para defender e apoiar a população de Serzedo, no sentido de reivindicar aos responsáveis camarários os direitos que nos assistem. Que compromissos é que pode, desde já, assumir com os Serzedenses? Respeitarei na íntegra as decisões já aprovadas anteriormente, tais como: passeio da terceira idade, semana cultural. Criarei condições de apoio aos deficientes nas suas deslocações a locais de assistência médica, criarei

equipas de trabalho pela qual possa apoiar e assegurar a subsistência de acamados que se encontram em situação de abandono.

Júlio de Almeida Pedrosa 62 anos Técnico de vendas

Estes compromissos não lhe parecem um pouco ambiciosos face à capacidade financeira de uma junta? Não. A equipa que eu vou liderar tem soluções para a angariação de apoios que possam suportar uma real e efectiva acção social da Junta de Freguesia. Já temos contactos com várias administrações de entidades locais, no sentido de alcançarmos tais objectivos. O mais importante é querer, queiram também os Serzedenses e acredito que juntos, muito faremos por Serzedo. acreditaremserzedo@gmail.com

A mudança que se impõe Chegou a hora de dar lugar a uma nova geração de políticos. Pessoas que se interessem pela comunidade onde vivem, que se preocupem com o bem comum, que estejam interessadas em defender o interesse público. Pessoas que queiram exercer a cidadania em pleno, com o intuito de deixar obra de qualidade, não só para as gerações actuais como para as futuras. Os nossos filhos e netos merecem e exigem um mundo melhor, uma cidade mais equilibrada, uma freguesia com melhor qualidade de vida; merecem e exigem uma sociedade mais civilizada, mais segura, mais educada, mais justa e mais solidária; merecem e exigem um mundo que combata ferozmente a fome, onde a riqueza seja melhor distribuída de facto, e o ambiente seja mais saudável. A política deve ser entendida, e sobretudo exercida, como uma actividade de cidadania e os políticos têm de voltar a sentir-se recompensados não com a actividade que desempenham, mas pelo reconhecimento público da sua honradez, dignidade e saber fazer bem. As velhas mentalidades devem dar lugar a renovadas sensibilidades que estejam preparadas para os novos desafios – o combate à pobreza; a ajuda na velhice tantas vezes abandonada; o apoio às famílias na complexidade da organização familiar com o mundo do trabalho; a defesa urgentíssima do ambiente, da biodiversidade e de um planeamento urbanístico mais respeitador dos interesses públicos;

a reeducação cívica e cultural (que, a meu ver, se estatelou com estrondo); a reorientação para um novo paradigma de vida em que os valores voltem aos lugares cimeiros da classificação geral do campeonato dos interesses individuais. Este trabalho é uma obra imprescindível e urgente. E não se pense que estamos dispensados de colaborar activamente na mudança ou que este desiderato não é trabalho para o poder autárquico local! As pessoas já perceberam que não se pode continuar a fazer mais do mesmo. Mas a tão ansiada mudança começa nas nossas próprias casas, na educação que damos aos nossos filhos, junto da família e dos amigos, junto dos vizinhos e conhecidos, no café ou na mercearia. Todos temos de acreditar que é possível construir um mundo melhor… mas temos de nos convencer que a obra começa pelas nossas casas. A obra continua, depois, na nossa terra, no exercício responsável da cidadania, e passa pelo poder local e regional, até às instâncias mais elevadas do poder. É por isso que conto com a colaboração de toda a comunidade valadarense, unida em torno de objectivos comuns que ultrapassam a mesquinhez dos interesses privados ou a mera luta partidária. Lembro-me bem de Valadares como terra equilibrada, tranquila, onde era bom viver, onde as pessoas se conheciam e respeitavam mutuamente e onde uma série de equipamentos existiam para nos oferecer o necessário no dia-a-dia. Sei que a vida

muda mas há valores e princípios universais que nunca podem morrer. Não tenhamos ilusões. Actualmente Valadares perdeu importância no contexto do concelho e entrou em velocidade cruzeiro de decadência. Basta dar um passeio pela terra e observar. Assiste-se à degradação e perda indelével da importância de grande parte dos equipamentos dentro da freguesia. A estação de comboios perdeu importância, alguns meios de transporte desapareceram, a estação de correios mingou, o Clube de Futebol de Valadares perdeu o campo de jogos, o lugar da estação encontra-se decrépito, o comércio definha esmagado pelas grandes superfícies comerciais, as estradas e ruas degradam-se a olhos vistos, o património urbano vai implodindo, a reserva agrícola serve de lixeira e até o nome de Valadares deixou de se ouvir nos corredores do poder, nos órgãos de comunicação social e entre os vizinhos. As referências vão para as freguesias que fizeram pela vida. É preciso actuar e voltar a colocar Valadares no mapa. Não será fácil. Mas com a ajuda de todos, será possível. Parte da obra a concretizar não é de betão nem ferro, mas é uma obra muito mais útil e urgente. Também é mais difícil e, por isso, é preciso o envolvimento da sociedade civil, da população em geral. É preciso acreditar. Quero liderar um projecto de mudança… com a Vossa ajuda.

VALADARES

Artur Manuel Sousa Soeiro Gandra 44 anos Advogado

http://acreditarvaladares.blogspot.com/

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Vilar de Andorinho conhece-nos Na fase final do segundo mandato, e em vésperas de eleições para um eventual terceiro, cumpre-nos fazer uma reflexão do que foram estes oito anos à frente da Freguesia de Vilar de Andorinho. No nosso primeiro mandato, tivemos maioria relativa, com uma diferença de 103 votos para o segundo partido mais votado, o PSD. No segundo mandato vencemos as eleições com 1499 votos de diferença para o MID (Movimento Pro Desenvolvimento de Vilar), uma vez que o PSD não concorreu e prestou apoio ao cabeça de lista do MID, o qual já havia sido Presidente de Junta. Estes números falam por si e reflectem, por um lado, o nosso trabalho empenhado, de proximidade, rigor, isenção; por outro, o respectivo reconhecimento da população. Na conjuntura actual das autarquias, os aspectos sociais têm que ser prioritários nos objectivos a perseguir. Por isso, direccionamos para as pessoas todas as nossas energias, sem descurarmos aspectos físicos da Freguesia. Durante o primeiro mandato, construímos, sem auxílios, um Centro de Dia e um Jardimde-Infância. Abrimos um Gabinete de Acção Social, uma UNIVA (Unidade de Inserção na Vida activa). Fundámos uma Biblioteca, com acesso gratuito a computadores e Internet. Requalificámos vários arruamentos, que estavam em terra batida (Travessa da Carreira, Rua do Pinhal, Rua da Alegria, Travessa das Menezas, Travessa das Arroteias, Travessa de S. João, Rua da Azenha, Rua da Mourilha) ou em estado de degradação (Rua Escultor Alves de Sousa, Rua Condessa Paço Vitorino, Praceta Campo do Monte, Rua de Soeime). Durante o segun-

do mandato, construímos, uma vez mais sem auxílios, a Creche. Prosseguimos a política de Acção Social com distribuição de cabazes de compras a famílias carenciadas, proporcionámos Apoio Domiciliário a Idosos através da IPSS Salvador Caetano e Ana Caetano. Através de protocolos com Centros de Formação e IEFP, aderimos aos programas Novas Oportunidades e proporcionámos Validação de Competências ao nível de 9ºano a cerca de 300 pessoas e ao nível de 12º ano a 60 pessoas, nas instalações da nossa Biblioteca. Foi requalificado o piso da Rua da Menezas e está em curso a requalificação da Rua de Mariz, uma via estruturante para a Freguesia. Este é o trabalho visível, mas evidentemente há toda uma outra acção invisível e incomensurável que se vai fazendo, que não se vê, mas que cremos vai dar frutos no futuro próximo. Referimo-nos concretamente ao Centro de Saúde. O que temos é Terceiro Mundista, a funcionar em exíguas instalações no rés-do-chão da Junta. Após termos conseguido colocá-lo em PIDDAC, encetámos uma luta pela disponibilidade de uma área de terreno para o efeito. Depois de algumas rejeições, finalmente, na sequência de longas negociações entre Câmara, Junta e Proprietários (Condes de Paço Vitorino), conseguimos um terreno numa zona nobre, a qual constituirá, num futuro próximo, uma nova centralidade para a Freguesia. Esperamos que ele avance ainda antes das eleições, já que a sua imperiosa necessidade deve constituir uma necessidade absoluta. Apelamos, por isso às altas instâncias, com poder decisório, para o viabilizarem no mais curto espaço de tempo possível.

Em termos de Segurança, conseguimos a abertura de um Posto no Edifício da Junta desta Freguesia, com 31 mil habitantes e com uma urbanização chamada Vila D’Este, onde se centram 17 mil habitantes. Pela localização geográfica e fáceis acessibilidades está previsto para Vilar de Andorinho a construção de um Quartel onde fiquem instaladas as forças de intervenção da P.S.P. Vamos ceder em direito de superfície à IPSS Salvador Caetano e Ana Caetano um terreno, na antiga pedreira da Mata, para a construção de um Lar de Idosos, com candidatura ao programa POPH. A Urbanização de Vila D’Este merece-nos aqui uma referência especial, pela textura do seu potencial demográfico. Merece um olhar diferente de todas as instâncias governativas pelos condicionalismos que encerra. Desde logo impõese que a Câmara não feche a porta à desejada requalificação. A Urbanização não pode ser privada do serviço de transportes públicos. A extensão do Metro ao Hospital Central Gaia/Espinho e, concomitantemente, a Vila D’Este não pode ser descurada e deve desenvolver-se em simultâneo com a construção do novo hospital. Só assim poderão ser colmatados lapsos e Vilar de Andorinho, pela sua situação geográfica estratégica, na confluência de várias acessibilidades, poder ser o elo de ligação entre o litoral e o interior, o urbano e o rural. Estas são razões suficientes para mantermos esperança em relação ao futuro, confiantes na concretização dos objectivos por que lutamos e de que seremos protagonistas de uma nova era na Freguesia e no contexto concelhio.

VILAR DE ANDORINHO

Manuel António Correia Monteiro 52 anos Professor

psvilarandorinho@sapo.pt

O futuro de Vilar do Paraíso

É um orgulho enorme integrar e liderar o Partido Socialista de Vilar do Paraíso. Sem dúvida que esta satisfação se deve essencialmente a uma equipa fantástica que assume os destinos da nossa secção e que põe todo o seu tempo disponível ao serviço da nossa Freguesia. Uma equipa onde não existem ambições pessoais mas sim um trabalho colectivo, em busca das melhores soluções para Vilar do Paraíso. Naturalmente, o nosso objectivo principal é ganhar a Junta de Freguesia. Mas, de acordo com a nossa forma de estar, não vale tudo para atingir esse objectivo. Iremos continuar a nossa caminhada sempre numa base de rea-

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lismo e de confiança com os vilarenses, sem demagogias, com propostas credíveis. É melhor que à prudência se siga a ousadia do que o contrário, que à ousadia das promessas se siga a triste prudência do seu incumprimento. Os vilarenses têm tido oportunidade de constatar que prometer não é sinónimo de ambição. Por vezes há quem confunda ambição com ilusão. Nós não somos nem melhores nem piores do que ninguém, mas sem dúvida que somos muito diferentes. É isso que pretendemos, uma freguesia diferente, com prioridades bem definidas, com trabalho programado, com novas

iniciativas, uma freguesia ao serviço de todos os vilarenses. A nossa prioridade é a área Social. Nesta área estão iniciativas nos domínios da Educação e Cultura, Desporto e Juventude, Ambiente, Associativismo, Ocupação de Tempos Livres de Crianças e Jovens e a Acção Social junto da Terceira Idade e dos grupos mais vulneráveis à exclusão social. Esta área responde aos desafios sociais emergentes e enquadra um papel fundamental para as autarquias locais, marcando os desafios de um projecto solidário e que visa afirmar Vilar do Paraíso. Unidos e motivados queremos proporcionar aos vilarenses, suas colectividades e demais estruturas sociais, acções e medidas concretas capazes de ir ao encontro das suas reais necessidades, potenciadoras de coesão e dinâmicas sociais, geradoras de proximidade ao cidadão. Acredito sinceramente que somos o futuro de Vilar do Paraíso. Um futuro construído numa base de coesão e confiança, de responsabilidade e rigor, e não numa base de interesse ou demagogia. Aquele que desperdiça o dia de hoje, lamentando o de ontem, desperdiçará o de amanhã, lamentando o de hoje. Confiamos na mudança, porque “Mudar é Evoluir”. psvilarparaiso@blogspot.com

VILAR DE PARAÍSO

Hélder Alberto Pereira Gonçalves 32 anos Técnico comercial


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Miguel Lemos Rodrigues Jovem economista

A juventude e o papel das autarquias e e o papel das Para reflectir sobre a juventud de políticas públicas autarquias no desenvolvimento r que a juventude tem específicas, é preciso entende . Por esse motivo uma condição social específica s especiais e tão necessita de políticas pública o social. específicas quanto tal condiçã

No entanto, durante o processo de consolidação dos direitos da Juventude perante a sociedade e o poder público, é importante entender que o maior desafio consiste em entender que são os jovens os agentes de mudança da estrutura social vigente, especialmente no que concerne às questões da própria juventude. É essencial encarar a temática das políticas de juventude de forma interdisciplinar, pois, de facto, o que realmente preocupa a juventude é o sistema educativo, o acesso ao mercado de trabalho, a emancipação juvenil, a mobilidade, a sustentabilidade ambiental e a centralidade urbana. As cidades devem ser capazes de criar as ferramentas que possibilitam o desenvolvimento do espírito crítico e criativo, características indissociáveis da condição social da juventude. Mais do que um programa público de políticas para os jovens de Gaia, é necessário devolver Gaia à juventude e cativar a juventude para Gaia. Através do espírito empreendedor e criativo da juventude, é possível criar valor, produzir arte, desenvolver o sector produtivo, através da inovação e das novas tecnologias, atrair investigadores e ensino superior e criar espaços de lazer de qualidade.

É necessário “reinventar” a cidade!

É necessário “reinventar” a cidade! Criar a Cidade Criativa, apresentada por Charles Landry, cujo conceito defende que “as cidades são criativas quando conseguem ser funcionais em três áreas específicas: talento, tecnologia e tolerância”. Indústrias culturais, criatividade, diversidade étnica e multiculturalismo, inovação arquitectónica, comunitarismo urbano, vizinhança e identidade, são alguns dos aspectos que se cruzam neste conceito ou, como diria o arquitecto Nuno Portas, concorrem para “uma verdadeira cidade, uma cidade de cafés, em que as pessoas se juntam, cruzam, discutem e fazem sínteses de ideias”.

Como ponto de partida, analise-se duas ideias chave essenciais: • A cultura e a criatividade das margens para o centro do discurso sobre o desenvolvimento dos territórios • As cidades como espaço fundamental para fazer face aos desafios contemporâneos Tais aspectos levam-nos a reflectir sobre as características de uma verdadeira cidade criativa, sem nunca perder de vista a noção de desenvolvimento sustentável, nas suas diversas dimensões, como: • A organização e promoção de grandes eventos, capitais europeias da cultura, festivais e grandes exposições • Construção ou remodelação de grandes equipamentos (museus, auditórios, etc.) • Dinâmicas de certos bairros culturais ou distritos produtivos (em meio urbano ou não) associados às actividades culturais • Operações de regeneração ou requalificação urbana em maior ou menor escala • Valorização do património ou patrimonialização de activos específicos • Aposta na imagem, na marca territorial e no marketing urbano • Construção e densificação da “base criativa” das cidades

Desta forma, que relação tem a criação da Cidade Criativa com a juventude e com as politicas públicas específicas tão reclamadas? Veja-se, então, os efeitos dos pontos anteriores: • Efeitos directos: emprego criado e receitas geradas directamente pela actividade; valor económico, cultural, social. • Efeitos indirectos: turismo, transportes, restauração, edição, informação, audiovisual, outros serviços de apoio. • Efeitos induzidos: Competências (criativas, organizacionais, etc.); estabelecimento de redes, imagem, formação de públicos. De facto, esta reflexão leva-nos à interdisciplinaridade das políticas públicas de juventude e às verdadeiras necessidades e anseios da juventude urbana e contemporânea, com enfoque na lógica das “pessoas” também do lado da oferta (e não só como “públicos”).


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Candidata à Assembleia Municipal

Isabel Oneto é a escolha do PS A Advogada e Professora Universitária Isabel Oneto foi o nome escolhido pelo PS Gaia para presidir à Assembleia Municipal de Gaia. Isabel Oneto exerceu recentemente funções de Governadora Civil do Porto, vive em Canidelo, Gaia, sendo portadora de uma vasta experiência que muito contribuirá para dignificar a Assembleia Municipal. Tem trabalhado intensamente sobre as questões de segurança e protecção civil, sobre autarquias e poder local, manifestando um empenho enorme em servir o concelho de Gaia.

Acompanham-na algumas figuras muito prestigiadas do concelho, como João Paulo Correia e Maria José Gamboa, ambos candidatos efectivos a Deputados à Assembleia da República. De facto, a Assembleia Municipal de Gaia pode dar um grande contributo ao reforço do poder local e da democracia em Gaia, para o que esta escolha da Dra. Isabel Oneto é uma clara garantia. Por isso, este nome foi acolhido por unanimidade pela Comissão Política do PS Gaia.


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João Paulo Correia

Líder Parlamentar do PS na Assembleia Municipal de Gaia

A decadência da gestão do Dr. Menezes Este mandato da Assembleia Municipal será recordado pela ausência do Dr. Menezes às reuniões, que o tornou no Presidente da Câmara mais faltoso do país, com mais de 50 faltas. A lei determina que é competência do Presidente da Câmara participar nas reuniões da Assembleia Municipal, salvo justo impedimento. Deu-se, até, ao desplante de faltar a uma reunião da Assembleia para estar, na mesma hora, numa outra organização de conhecimento público, violando claramente o dever que lhe está atribuído por lei. O que está em causa é o desrespeito democrático do Dr. Menezes. Não é somente a necessidade do Presidente da Câmara em defender a sua gestão mas é, sobretudo, a sua obrigação em ouvir e informar os eleitos e os cidadãos. Alertamos por diversas vezes que a condução política do Dr. Meneses, ou a ausência dela, como melhor se entender, estava a coleccionar más decisões, seriamente comprometedoras para o município. Sempre receamos as nefastas consequências da pura propaganda política e da gestão casuística, em detrimento da

política do rigor e da sustentabilidade. Por esta altura do ano, os números da gestão do Dr. Menezes confirmam os piores receios – mais de 270 milhões de euros de endividamento. Espelham bem o desastre económico-financeiro que domina uma Câmara distante da realidade, indiferente à crise e, sobretudo, despreocupada com o equilíbrio das finanças municipais. A dívida aumenta a passos largos e o investimento atinge mínimos históricos. A Câmara de Gaia quase deixou de investir. As promessas viraram mero foguetório. A máscara do regime caiu. Há muita obra que não sai do papel. O Dr. Meneses já entrou na rota de anunciar o anunciado, só com o objectivo de fazer uns números políticos para a imprensa. Mas as pessoas estão atentas e percebem que o regime está a apodrecer. Ao não investir e a aplicar carga fiscal máxima, a Câmara só tem conseguido dificultar ainda mais a vida às pessoas. Tomada pela gula fiscal, a Câmara cobra o IMI, a Derrama e o IRS nas taxas máximas, ignorando as dificuldades

das empresas e das famílias. O trabalho de uma Câmara tem de servir políticas e pessoas. Tem de ser responsável para com as finanças municipais, para com o tecido empresarial e para com as famílias. Esta Câmara está incapaz de construir e aplicar boas medidas sociais pois está amarrada ao desequilíbrio das suas contas. Este mandato do Dr. Menezes ficou marcado por um conjunto de episódios verdadeiramente reveladores do desastre da sua gestão - a acção tenebrosa movida pela Câmara aos moradores da Escarpa da Serra do Pilar, tratando-os como cidadãos de segunda e desrespeitando os seus direitos mais elementares; a instituição e eliminação da taxa das rampas; a tentativa de antecipar as rendas da EDP, medida irresponsável para os cofres do município e que iria ser paga pelas gerações futuras; a sanção aplicada pelo Ministério das Finanças pelo facto da Câmara ter ultrapassado o limite do endividamento; a substituição insensata da “taxa dos contadores” pela “taxa de disponibilidade da água”, em vez de aliviar o bol-

Reforçar a Democracia

so dos contribuintes; a vergonhosa e cobarde perseguição política a 5 Juntas do PS, impedindo-as de aceder “Protocolo dos Duodécimos”, instituído há cerca de 20 anos; o “fecha / abre” da Rua Álvares Cabral, decisão tomada de ânimo leve e sem pensar nas pessoas. O PS nunca fugiu ao debate e nunca constituiu uma força de bloqueio. Somos um partido com vocação natural para o exercício do poder, o que nos traz responsabilidades acrescidas em tudo o que dizemos e nas posições que tomamos. Não temos condições para promessas ocas e inconsistentes. Somos a principal alternativa a uma coligação de direita esgotada ao longo de 11 anos de poder. Somos um partido com diferente cultura autárquica. Defendemos uma governação mais social e mais próxima das empresas e dos cidadãos. Gaia merece mais e melhor. É preciso mudar. Estou convicto que o mês de Outubro abrirá um novo ciclo político em Vila Nova de Gaia e sob a batuta de uma governação de esquerda, liderada pelo PS. Maria José Gamboa

Secretária do Departamento Nacional das Mulheres Socialistas

Pensar Portugal democrático e o seu futuro, é pensar nas suas mulheres e nos seus homens, nas suas vidas, nos papéis sociais que ambos e cada um deles desempenham. Porque somos socialistas, defendemos que a sociedade tem de ser construída e fortalecida a partir dos contributos e da participação activa das suas mulheres e dos seus homens. Procuramos por isso, criar as condições para a promoção da igualdade de oportunidades e de liberdade para mulheres e homens, que aprofundem na sociedade mais solidariedade e mais equidade. Lutamos pela liberdade, igualdade, fraternidade, valores republicanos que acompanham as opções políticas que tomamos. Decorre da nossa matriz ideológica a participação das mulheres na vida política. É nossa convicção que, desta forma, se garante, reforça e enriquece a democracia. A Lei da Paridade (Lei orgânica nº 3/2006, de 21 de Agosto), da responsabilidade do Partido Socialista, garante a representação mínima de 33% de mulheres ou de homens nas listas para a Assembleia da República e para as Autarquias. Através desta Lei, institucionaliza-se uma mudança política significativa. Resta-nos garantir na vida real que a sua concretização se realize em todas as dimensões da vida colectiva. Sabemos que em Portugal o acesso das mulheres aos órgãos do poder político tem uma representação muito fraca. Tal não decorre do facto das mulheres portuguesas recusarem tal acesso ou

evidenciarem desinteresse pela vida política, mas de dificuldades reais de acesso, de espaço, de visibilidade pública. Acresce a estas dificuldades as que decorrem ainda dos papéis sociais assumidos pelas mulheres, com relevo para as funções de principal cuidadora da humanidade. Garantir às mulheres e aos homens o direito à conciliação entre a vida familiar, a vida profissional e social é vital para o aperfeiçoamento da democracia e dos direitos humanos. É também vital garantir o nosso inconformismo com as situações de pobreza, de que as mulheres são o grupo mais penalizado. No resto do mundo, no mesmo tempo real, as mulheres caminham a passos largos para os lugares de decisão. Defendemos por isso o reforço da cidadania, a qualificação da democracia, através da participação em condições de igualdade entre homens e mulheres no processo da tomada de decisão. Queremos que neste século, o nosso tempo seja uma oportunidade de igualdade entre mulheres e homens, uma oportunidade de mais busca de paz e de equilíbrio entre os povos e as nações, uma oportunidade para a construção de uma nova ordem social, económica, política, cultural.


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Contacte Joaquim Couto

Por carta para: Sede de Candidatura Autárquicas 2009 PS Gaia Candidato Joaquim Couto Rua Marquês de Sá da Bandeira, 653 4400-217 V.N. Gaia Por e-mail: geral@umpresidenteparagaia.com gaiasocialista@gmail.com

Por Atendimento Personalizado Às quintas-feiras na sede de candidatura com marcações pelo telefone 223755939 Outros formatos de participação: Site: http://www.umpresidenteparagaia.com/ Site: www.psgaia.net Blog: http://joaquimcouto.blogspot.com

Youtube: http://www.youtube.com/gaiasocialista Twitter: http://twitter.com/joaquimcouto Facebook: www.facebook.com/ umpresidenteparagaia Flickr: www.flickr.com/umpresidenteparagaia Canal TV: www.grandeportotv.net


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O Partido Socialista, através dos governos de António Guterres e de José Sócrates, sempre apoiou o desenvolvimento de Vila Nova de Gaia. Obras como os Centros de Dia e Creches nas freguesias da Madalena e Olival o Lar de Idosos também em Olival e a A32, O posto da GNR e a Escola EB2/3 em Avintes, A VL9 em Oliveira do Douro, nascem da vontade do Partido Socialista e dos investimentos públicos decididos pelos governos PS. Projectos futuros entretanto contratualizados com o governo, como são o caso da extensão do Metro de Superfície, do novo Centro Hospitalar de Gaia do Centro de Reabilitação do Norte, e das Instalações para a PSP em Valadares, dos Centros de Saúde da Madalena e de Vilar de Andorinho, o projecto de reabilitação de Vila D’Este, entre outros, mostram a vontade continuada do Partido Socialista em apostar no desenvolvimento do concelho. É chocante que Menezes use a obra dos governos socialistas para esconder o incumprimento das promessas eleitorais do CDS e do PSD. Onde estão a VL3 na Madalena, as piscinas de Gulpilhares e Oliveira do Douro, as Creches e Centros de Dia em cada freguesia, a frente de Rio, e o novo aterro sanitário. Onde estão as novas sedes do Centro Recreativo de Mafamude, do Grupo Recreativo e Cultural de Corveiros e a Sede da Federação de Folclore?

O partido de Filipe Menezes não é o “Partido Gaia”, como ele agora anda a dizer. O partido de Menezes é ele próprio e apenas ele próprio. É o Partido Menezes… Todos os gaienses sabem que ele continua por aqui apenas por não ter mais alternativas. A verdade é que ninguém o quer em mais lado nenhum! Não o querem no Porto, nem em Lisboa, nem na Madeira. Não o querem no Parlamento Europeu, nem na Assembleia da República. O PSD só o quer ver ao longe! Menezes acha que os gaienses são obrigados a garantir-lhe emprego político, casa da presidência, viagens, assessores, jantares de gala e festas para convidados estrangeiros… Luxos, megalomanias e mordomias que os gaienses têm pago caro e que se reflectem na monstruosa dívida da Câmara. Com esse dinheiro a Câmara poderia ter melhorado a vida a muitos gaienses que, todos os dias, se debatem com o desemprego, a insegurança, o trânsito caótico, a falta de limpeza das ruas e tantos outros problemas. Filipe Menezes é uma estrela cadente da política portuguesa. Não podemos permitir que Filipe Menezes arraste Vila Nova de Gaia na sua queda política. É tempo de lhe pedirmos que se vá embora de vez para bem de todos os gaienses. O ciclo Menezes já terminou. E terminou em declínio e sem glória!


GAIA2009 #1