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Aquecimento Global, será que se vai evitar? Fonte: Consulta em diversos artigos da Internet.

O Acordo de Paris, https://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_de_Paris_(2015) assinado em 2015 na Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, traçou os objectivos a serem atingidos pelas nações para evitar que o aquecimento global no final do século ultrapasse os 2°C, com uma meta ideal de 1,5°C. Este acordo rege as medidas para a redução de emissão de gases estufa a partir de 2020, afim de conter o aquecimento global. Todo o aquecimento, especialmente a partir de 1,5°C, aumenta o risco associado a mudanças duradouras ou irreversíveis, como a perda de alguns ecossistemas. O aquecimento global não é só devido aos gases com efeito de estufa, mas estes pesam substancialmente no problema. Na sequência do acordo de Paris em 2015, as 197 nações participantes da Cimeira do Clima das Nações Unidas COP24 em 2018, conseguiram chegar a um documento final para por em prática um acordo que visa travar o aquecimento global, alcançado em Paris, em 2015. A COP 24 realizou-se em Katowice, Polónia, em Dezembro de 2018. (https://pt.euronews.com/2018/12/15/cop-24-trabalhos-prolongados-aprocura-do-acordo) A meta principal foi definir as regras práticas para a implementação do Acordo de Paris, que foram aprovadas, com destaque para um mecanismo de medição das emissões nacionais e sua integração num sistema de controlo internacional. Em nota conjunta divulgada recentemente, durante reunião G20 das maiores economias do mundo, os líderes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul mantiveram compromisso com as metas estabelecidas no pacto, que visam a manter o aquecimento global abaixo de 2ºC. Mas os EU, o segundo maior produtor mundial de gases de estufa, querem retirar-se do acordo. Quais os principais meios para se alcançar as metas desejáveis no caso dos gases de efeito de estufa, a ver:

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1- A Poluição pela queima de combustíveis fósseis. O consumo de combustível fóssil terá de cair rapidamente. Principalmente o carvão, que deve ser quase totalmente eliminado segundo o acordo de Paris por volta de 2040 e substituído por energia renováveis. O uso de petróleo também precisa cair ao longo do século e substancialmente. A indústria, directamente responsável por 21% das emissões globais, deve encontrar meios de cortar suas emissões até 2050, e o transporte tem de passar a ser na sua maioria, eléctrico ou a gás natural. O transporte aéreo e os grandes cargueiros transatlântico, são dos maiores poluidores do planeta. 2- Alterar os pratos da alimentação. A produção, de carne, frutos do mar, ovos e lacticínios é responsável por quase 60% das emissões de gases relacionadas com a produção de alimentos, apesar destes contribuírem com apenas 37% de proteína e 18% de calorias, na alimentação. A alimentação do futuro vai ter que mudar drasticamente. 3- Gestão das florestas Proteger os ecossistemas e prevenir a destruição de florestas são formas importantes de reduzir as emissões de carbono. O desmatamento deve ser reduzido ao máximo. Como as árvores e plantas absorvem CO2, o plantio florestal em grande escala e a restauração de ecossistemas danificados, também são métodos potencialmente significativos de remover carbono da atmosfera e também trazem muitos benefícios, incluindo filtração melhorada de água, protecção contra inundações, saúde do solo e habitat da biodiversidade. 4- A regra do Poluidor/ pagador No Acordo de Paris ficou assente que os países desenvolvidos têm de contribuir, a partir de 2020, com 100 mil milhões de dólares por ano (cerca de 87 mil milhões de euros), para ajudar os Estados mais desfavorecidos a lutar contra as alterações climáticas e a mitigar os seus efeitos. Há uma dúzia de países, liderados pela posição dos Estados Unidos, que recusam as propostas para avançar com mecanismos de financiamento.

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Um ano depois do Acordo de Paris, os americanos elegeram Donald Trump como presidente. Não demorou muito para ele retirar os Estados Unidos do acordo. Alguns países, como Rússia, Irão e Iraque, ainda não ratificaram o acordo. Outros como o Brasil e a Austrália, que vivenciam o avanço do populismo de direita, praticamente retiraram o meio ambiente de suas agendas. Portanto a “salada” está montada. Os países que emitem mais gases de efeito estufa são, de longe, a China e os EUA. Juntos, eles são responsáveis por mais de 40% do total global de emissões, de acordo com dados de 2017 do Centro Comum de Pesquisa da Comissão Europeia e da Agência Holandesa de Avaliação Ambiental (PBL).

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Conclusão: O acordo de Paris e a sua ratificação no COB24 ainda vai dar muito que falar, sobretudo devido á China e EU e outros países. Quando se trata de pagar todos começam a “gemer”, e ainda vai haver muita discussão. Por isso, eu duvido que os acordos sejam minimamente cumpridos, e o planeta vai continuar a “fritar” cada vez mais, salvo se uma variável milagrosa venha em socorro do desvario da humanidade. Há cientistas que já afirmam que se caminha paulatinamente para a próxima extinção em massa, se não houver mudanças drásticas. No planeta Terra já tiveram lugar 7 extinções em massa da vida na Terra, os seres vivos morreram quase na sua totalidade. Planeta Terra enquanto for vitalizado pela sua estrela, o Sol, outras formas de renascerão. Vendo bem, o planeta Terra já começa a querer regenera-se da humanidade com cerca de 9 mil milhões de um animal racional que não usa o bom senso e apenas tem como regra a ganância. Gabriel leite, 7 de Agosto de 2019

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Acordo de paris sobre o ambiente global  

texto mostrando a dificuldade em implementar o acordo de Paris

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