Issuu on Google+

Todos diferentes, todos iguais. Cartilha de Inclus達o dos Colaboradores


Apresentacao Somos muitos, no entanto somos únicos. Porém, quando o assunto é diversidade entra em cena o respeito, direito e deveres iguais.

Reconhecendo a igualdade essencial entre as pessoas, valorizando e respeitando as diferenças, o Grupo Medabil está iniciando um projeto de inclusão de PCD’s (Pessoas com Deficiência), com o objetivo de destacar a riqueza de talentos e capacitação de cada pessoa. Através deste programa as Unidades da empresa serão adequadas a partir de um programa de inclusão, para receber as pessoas com deficiência em seu quadro funcional. Dentro de certos limites, é possível dizer que deficiência não é um problema individual, e sim uma decorrência social. Portanto, nada mais indicado do que movimentar forças sociais para melhorar as condições de vida das pessoas com necessidades especiais. Contamos com o seu comprometimento para que a esta iniciativa seja adotada por todos. A sua participação é muito especial, vamos diminuir as diferenças entre as pessoas e mostrar que somos todos iguais.


Todos diferentes, todos iguais!

Conhecendo as diferencas!

Você sabia que pessoas são excluídas do meio social em razão das características físicas que possuem como, cor da pele, altura, peso e formação física? A inclusão faz parte de um compromisso ético de promover a diversidade, respeitar as diferenças e reduzir estas desigualdades sociais. Hoje o processo de inclusão no local de trabalho proporciona as condições de interação das pessoas com deficiência com os demais funcionários e parceiros. Não se trata apenas de contratar pessoas com deficiência, mas de oferecer possibilidades para que as elas possam desenvolver suas potencialidades, permanecer na empresa e exercer sua cidadania. Por isso o Grupo Medabil está melhorando sua estrutura e serviços, abrindo espaços conforme as necessidades de adaptações específicas para cada pessoa com deficiência, buscando a integração natural. Pensando nisso, queremos incluir em nosso quadro de colaboradores pessoas com deficiências, onde possamos descobrir talentos característicos de cada potencial, mostrando habilidades, outras inteligências e aptidões.

Deficiência, tecnicamente é toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano;

Deficiência permanente: Aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo suficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere, apesar de novos tratamentos. Incapacidade: São pessoas que necessitam de equipamentos, adaptações ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida.


Como posso me relacionar com pessoas com deficiencia? Muitas vezes ficamos confusos ou receosos quando encontramos alguém com alguma deficiência. Temos receio de lidar com o que não entendemos completamente, por isso ficamos acanhados em interagir com este público. Para facilitar o convívio e promover a inclusão destas pessoas, o Grupo Medabil te mostra algumas dicas de relacionamento e como auxiliá-las se necessário, visando a igualdade de condições de acesso e qualificação profissional.

Não subestime a sua inteligência. A pessoa com deficiência mental demora mais tempo para aprender, mas pode adquirir inúmeras habilidades intelectuais e sociais. Nunca use expressões pejorativas quando se dirigir ou se referir a uma pessoa com deficiência mental. Não confunda: deficiência mental não é doença mental.

PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA:

Lembre-se: O segredo para qualquer relacionamento é naturalidade, respeito e educação.

Não segure nem toque na cadeira de rodas.

PESSOA COM DEFICIÊNCIA MENTAL:

Apoiar-se ou encostar-se na cadeira é o

Uma pessoa portadora de deficiência mental é, em primeiro lugar, uma pessoa. Enquanto for criança, trate-a como criança. Quando for adolescente ou adulto, trate-a como tal. Cumprimente a pessoa com deficiência mental de maneira normal e respeitosa, não esquecendo de fazer o mesmo ao se despedir. Seja natural. Evite a superproteção. A pessoa portadora de deficiência mental deve fazer sozinha tudo o que puder; ajude-a apenas quando for realmente necessário.

Ela é parte do espaço corporal da pessoa.

mesmo que se apoiar ou encostar-se na pessoa. Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão para a pessoa. Se você desejar, ofereça ajuda, mas não insista. Se ela realmente precisar de ajuda, a pessoa aceitará seu oferecimento e dirá o que fazer. Forçar ajuda pode causar insegurança; Não tenha receio de usar palavras como “caminhar” ou “correr”, as pessoas com deficiência também usam;


Quando você e uma pessoa com deficiência quiserem sair juntos,

PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL:

preste atenção para eventuais barreiras arquitetônicas ao fazer a escolha de um restaurante, uma casa, um teatro, ou outro lugar que

Ofereça sua ajuda sempre que uma pessoa cega parecer necessitar, mas

pretendam visitar;

não ajude sem que ela concorde. Sempre pergunte antes de agir. Se você não souber em que ou como ajudar, peça explicações de como

Se a conversa com uma pessoa de cadeira de rodas durar mais que

fazê-lo;

alguns minutos, sente-se se possível, de modo a ficar no mesmo nível de seu olhar. Para uma pessoa sentada, não é confortável ficar

Para guiar uma pessoa cega, ela deve segurar-lhe pelo braço, de prefer-

olhando para cima durante um período relativamente longo.

ência no cotovelo ou no ombro. Não pegue pelo braço; além de

Não estacione seu automóvel em lugares reservados às pessoas com deficiência física. Tais lugares são reservados por necessidade e não por conveniência. O espaço reservado é mais largo que o usual, a fim de permitir que a cadeira de rodas fique ao lado do automóvel e o deficiente possa sair e sentar-se na cadeira de rodas,

perigoso, isso pode assustá-la. À medida que encontrar degraus, meio fios e outros obstáculos, vá orientando-a. Em lugares muito estreitos para duas pessoas caminharem lado a lado, ponha seu braço para trás de modo que a pessoa cega possa seguir você.

e vice-versa, com autonomia; além disso, o lugar é reservado sempre próximo à entrada de prédios para facilitar o acesso aos mesmos. Ao ajudar um portador de deficiência física a descer uma rampa inclinada, ou degrau alto, é preferível usar a “marcha ré”, para evitar

Quando

for

embora,

informe-a; é desagradável para qualquer pessoa falar para o vazio.

que, pela excessiva inclinação, a pessoa perca o equilíbrio e possa cair para frente. Se estiver acompanhado de uma pessoa deficiente

Não evite palavras como

que anda devagar, com auxílio ou não de aparelhos ou bengalas,

“cego”, “olha”, “ver”;

procure acompanhar o passo dela.

pessoas cegas também as usam.

Tome os cuidados necessários para que essa pessoa não tropece. Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência. Promova atitudes independentes e maior autonomia.

as


Ao explicar direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico

PESSOA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA:

possível. Não se esqueça de indicar os obstáculos que existem no

Fale claramente, distinguindo palavra por pala-

caminho que ela vai seguir. Como algumas pessoas cegas não têm

vra, mas não exagere. Fale com velocidade

memória visual, não se esqueça de indicar as distancias em metros.

normal, salvo quando lhe for pedido para falar mais devagar.

Mas se você não sabe corretamente como direcionar uma pessoa cega, diga algo como “eu gostaria de lhe ajudar, mas como é que devo descrever as coisas?” A pessoa lhe dirá. Ao guiar uma pessoa cega para uma cadeira, guie a mão para o encosto da cadeira e informe se a cadeira tem braços ou não. Acompanhando uma pessoa cega num restaurante, é da boa educação que você leia em voz alta o cardápio e os preços. Quando você estiver em contato social ou trabalhando com pessoas deficientes visuais, não pense que a cegueira possa vir a ser um problema e, por isso, nunca as exclua de participar plenamente, nem procure minimizar tal participação. Proporcione à pessoa cega chance de ter sucesso ou de falhar, tal como qualquer outra pessoa. Quando tratar-se de uma pessoa com visão subnormal, proceda com o mesmo respeito, perguntando-lhe se precisa de ajuda sempre que você perceber que ela se encontra em dificuldades. Uma pessoa cega é como você, só que não enxerga; trate-a com o mesmo respeito que você trata uma pessoa que possui visão.

Cuide para que a pessoa enxergue sua boca. A leitura dos lábios fica impossível se você gesticula, segura alguma coisa na frente dos seus próprios lábios ou fica contra luz. Fale com tom normal de voz, a não ser que lhe peçam para levantar a voz. Gritar raramente adianta. Seja expressivo. Como pessoas surdas não podem ouvir as mudanças sutis do tom de sua voz, indicando sarcasmo ou seriedade, a maioria delas “lerá” suas expressões faciais, seus gestos ou os movimentos de seu corpo para entender o que você quer comunicar. Se você quer falar a uma pessoa surda, chame a atenção dela, seja sinalizando com a mão ou tocando no seu braço. Enquanto estiverem conversando, mantenha contato visual; se você olha para outro lado enquanto está conversando, a pessoa surda pode pensar que a conversa terminou. Se você tiver dificuldades para entender o que uma pessoa surda está falando, sinta-se à vontade para pedir que ela repita o que falou. Se você ainda não entender, peça-lhe para escrever. Não é o método que importa, mas sim comunicar-se com a pessoa.


Se a pessoa surda estiver acompanhada de um intérprete, fale diretamente com ela e não com o intérprete. Ao planejar um encontro, lembre-se que os avisos visuais são úteis aos participantes surdos. Se estiver previsto um filme, providencie um

Nosso objetivo com o Programa:

“script” por escrito ou um resumo do conteúdo do filme, ainda mais se este não estiver legendado.

Esta cartilha pretende contribuir para a inclusão social e para o exercício de cidadania das pessoas com deficiência;

Quanto da contratação de trabalhador com surdez, os aspectos comunicativos deverão ser citados inicialmente, por serem objetos de primeiro questionamento por parte dos empregadores em geral. É importante, no entanto, que o trabalhador com surdez, antes de tudo, seja valorizado por sua capacidade e interesses-tratamento que, de

Viabiliza condições para a Integração de Pessoas com Deficiência em seu quadro de funcionários; Desenvolver os gestores e funcionários da empresa para a importância da Integração de Pessoas com Deficiência;

resto, é desejável a todo e qualquer trabalhador.

Contratar e manter Pessoas com Deficiência trabalhando na empresa; Assegurar às Pessoas com Deficiência a efetiva igualdade de oportunidades.

Agora que você já sabe como se relacionar com pessoas com deficiência a comunicação ficou mais fácil. O convívio nos mostrará como é simples interagir com este público, facilitando a inclusão destas pessoas não só no Grupo Medabil, mas na sociedade como um todo.


"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. “Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: "Miseráveis" são todos que não conseguem enxergar a grandeza de Deus. "A amizade é um amor que nunca morre."

Deficiências - Mário Quintana


Cartilha PCD - Medabil