Page 1

Gabriela MB portfolio


currículo

Formação

Softwares

Ensino Superior - Graduação em Arquitetura e Urbanismo – FAUUSP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) Início: Fevereiro|2011 Término: Agosto|2017

AutoCAD - avançado InDesign - avançado Photoshop - intermediário Illustrator - avançado

Ensino Médio – Escola Vera Cruz Início: Fevereiro|2006 Término: Novembro|2008 Experiência acadêmica Programa de intercâmbio na ETSAM UPM (Escuela Superior de Arquitectura de Madrid da Universidad Politécnica de Madrid), graduação em Fundamentos de la Arquitectura Início: Setembro|2014 Término: Junho|2015 Pesquisa de Iniciação Científica “Paralelos entre produções: Lina Bo e Alexandre Wollner”, com bolsa de estudos RUSP (Reitoria da Universidade de São Paulo), sob orientação da Profa. Dra. Maria Cecília França Lourenço, no Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAUUSP Início: Agosto|2013 Término: Julho|2014 Experiência profissional Luli Hamburger Arquitetura Função: arquiteta júnior Responsabilidades: desenvolvimento de projetos executivos; levantamento métrico arquitetônico; planejamento de ambientes corporativos e residenciais; acompanhamento em gerenciamento de obra Início: Outubro|2017 São Paulo Urbanismo Função: estágio em arquitetura e urbanismo na Superintendência de Desenho da Paisagem Responsabilidades: desenvolvimento de projeto e acompanhamento da operação e manutenção das praças do Programa Centro Aberto; desenvolvimento de projeto de espaços livres na cidade de São Paulo, vistorias e acompanhamento de obras de intervenções viárias; elaboração de publicações impressas e virtuais de divulgação e apresentação dos projetos do Programa Centro Aberto Início: Outubro|2016 Término: Julho|2017

Gabriela Mem de Barboza Brasileira, 27 anos Rua Corinto, 512 ap. 62A - Vila Indiana, São Paulo, SP +55 11 99932-2571 gabriela.mbarboza@gmail.com; gabriela.barboza@usp.br

SMDU - DGPI (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Departamento de Gestão do Patrimônio Imobiliário) da Prefeitura de São Paulo Função: estágio em arquitetura e urbanismo no gabinete do departamento Responsabilidades: georreferenciamento de áreas municipais, elaboração de imagens e apresentações para comissões deliberativas, desenho da camada de áreas públicas municipais para o site Geosampa Início: Novembro|2015 Término: Setembro|2016

SketchUp - avançado VRay - básico Qgis - avançado Pacote Office - avançado

Idiomas Inglês - avançado (certificado: ESOL Examinations - University of Cambridge) Espanhol - avançado (certificado: DELE A2) Cursos e seminários Ciclo Espaço Público e Urbanidade: Patrimônio e Desenvolvimento Urbano, organizado pelo Arq.Futuro Agosto|2017 Seminário “O PCH - Programa de Cidades Históricas: um balanço após 40 anos”, organizado pelo CPC-USP (Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo) Novembro|2015


índice trabalhos

habitáculo (2012)

4

campus Unifesp (2013)

5

trabalho final de graduação (2017)

8

concurso BID Urban Lab (2017)

25

concurso Driehaus Architecture Competition (2018)

28


habitáculo (2012) 2

4 6

7 3

5

2

4

6

Equipe

Orientadores

Daniel Guimarães Gabriela Barboza Helena Pessini Julia Galves Priscila Fernandes

Giorgio Giorgi Myrna Nascimento

7

1

1

3

5

Este exercício, da disciplina de Design do Objeto, tinha como objetivo a produção de um espaço compacto em que coubesse ao menos uma pessoa - sentada, em pé e/ou deitada - utilizando como material placas de papelão. Os temas essenciais do exercício eram a modulação, a resistência do material e a dimensionalidade. no

O grupo buscou projetar uma forma simples, simétrica e versátil, com quatro placas triangulares e uma quadrada, feitas a partir do módulo de um triângulo retângulo com catetos de um metro. Essas dimensões foram determinadas em função da resistência do material à flexão e da escala do corpo humano, ao qual o projeto se destina . A placa quadrada funciona como o acesso do habitáculo, e sua posição possibilita três apropriações do espaço: um lado fechado e outro aberto, os dois lados fechados e em comunicação entre si , e os dois lados em comunicação com o acesso aberto. Como detalhe, dois pequenos cortes nas extremidades da placa quadrada funcionam, simultâneamente, como puxador e entrada de luz quando o habitáculo está fechado inteiramente ou na sua metade. 4

0

0,1

vinco corte arestas comuns/coladas 0,5

1


campus Unifesp (2013)

Equipe

Orientadora

Gabriela Barboza Paula dal Maso Coelho Priscila Fernandes

Maria Luiza Correa

A disciplina de Projeto 3 do segundo semestre de 2013 pedia uma proposta para o campus da Unifesp (Univesidade Federal de São Paulo), localizado na zona leste da cidade, na Avenida Jacú Pêssego. As propostas foram apresentadas à equipe da universidade, que as utilizou como base para elaboração do concurso que deverá definir o desenho do campus. Com um extenso e complexo programa de necessidades, além de um terreno com grande declividade topográfica, o partido do projeto baseiase na definição e desenho dos espaços livres e na sua relação com as edificações, de modo que elas colaborem para a definição destes espaços. A preocupação quanto ao desenho dos mesmos surgiu frente à grande dimensão do terreno, no qual, mesmo após a implantação do programa, eram consideráveis as áreas não edificadas, que poderiam gerar espaços residuais. Ademais, era necessário pensar o tempo de construção do campus, que seria dividido em três fases. Assim, entendemos que era fundamental ocupar toda a gleba, criando espaços de convivência distribuídos, articulados e com diferentes escalas, também condizentes com uma ideia de campus universitário que favoreça o encontro entre as pessoas e a troca de conhecimento nas distintas áreas do saber. A implantação, bem como o desenho das edificações, é um resultado do trabalho com estes espaços livres e de suas qualificações, gerando diferentes escalas de espaços livres.

Definiu-se, no projeto, três grandes áreas de convivência, associadas à topografia: a primeira delas se dá no platô mais próximo à Avenida Jacú Pêssego. Nas imediações da avenida foram dispostos o museu e o teatro, frente à consideração de que seus usos deveriam estar voltados para a fachada do terreno que possui um caráter mais metropolitano. Tais edifícios, junto com a biblioteca, configuram o primeiro espaço de convivência, constituindo uma praça seca. A biblioteca, por sua vez, se conecta com os dois prédios de uso institucional da primeira fase de implantação do projeto, e realiza a conexão da praça seca com o segundo espaço de convivência, definido também pelos edifícios institucionais das fases seguintes. Este espaço, frente às suas dimensões, não é gregário, de modo que optamos por torná-lo um espaço de contemplação, para o qual todos os prédios institucionais se voltam, possibilitando que se observem as atividades que ocorrem nos distintos andares e cursos. Para além da disposição dos edifícios, uma das maneiras de definir o entorno deste lugar foi dispôr as circulações entre os blocos e entre os platôs voltadas para o interior do espaço de contemplação, por meio de passarelas. Estas conduzem ao segundo grande espaço livre, caracterizado pelas estruturas voltadas para a convivência: centros acadêmicos, atléticas, coletivos, serviços, restaurantes e clube. É importante destacar que este espaço também pode ser acessado através dos edifícios institucionais da segunda e terceira fases, que são edifícios-

transposição por possuírem acessos pelos dois platôs. Já o terceiro espaço é configurado pela presença dos edifícios da moradia estudantil. Ao centro há uma grande praça que convida ao encontro e delas partem passarelas que levam aos edifícios residenciais. Estes acompanham a topografia, de forma que a conexão de cada edifício com a passarela se dá em um nível, dependendo da cota em que está em relação à praça. Nos pisos de chegada há outros espaços de convivência, estes voltados mais para os usos diários: lavanderia coletiva, cozinha coletiva e áreas administrativas. A conexão deste espaço com a rua se dá nos edifícios alinhados a esta. Com esta disposição procurou-se conferir um caráter de bairro e vizinhança a este local que ainda está se desenvolvendo. Com o mesmo intuito foram colocados o cineclube e a creche voltados para rua considerada a fachada de escala mais local do terreno. Para que houvesse conexão entre todos os espaços do campus, tendo em vista suas grandes dimensões e sua alta variação topográfica, foi proposto um bonde na margem à direita do terreno, juntamente com uma rua para circulação interna.

5


implantação com térreos 1:2000 6


restaurante

atléticas

salas de aula, estúdios, laboratório e sala dos professores (fase 2)

centros acadêmicos e serviços

moradia estudantil

teatro

salas de aula, estúdios e sala dos professores (fase 1) AA

atléticas

HABITAÇÃO 1 - creche 2 - casa do prof. visitante 3 - edifícios tipologia 1 4 - edifícios tipologia 2 5 - edifícios tipologia 3 6 - centros de convivência 7 - cineclube

moradia estudantil

centros acadêmicos e serviços

restaurante

passarela

salas de aula, estúdios, laboratório e sala dos professores (fase 3)

biblioteca

museu BB

pavilhão

moradia estudantil

8 - RESTAURANTE CLUBE 9 - ginásio 10 - quadras poliesportivas 11 - academia 12 - vestiários 13 - piscina 14 - PAVILHÃO MULTIUSO 15 - café CENTRO DE CONVIVÊNCIA 16 - atléticas, centros acadêmicos, coletivos e serviços (reprografia, papelaria, livraria e caixa eletrônico) EDIFÍCIOS ACADÊMICOS (salas de aula, laboratórios de ensino, ateliês, estúdios, oficinas, setor de pesquisa, sala dos professores, departamentos e reuniões) 17 - fase 3 18 - fase 2 19 - fase 1: salas de aula, laboratórios de ensino, ateliês, estúdios, oficinas, sala dos professores departamentos e reuniões 20 - biblioteca 21 - secretárias acadêmicas e administrativas e setor de pesquisa (fase 1) 22 - ÁREAS TÉCNICAS CENTRAIS E SETOR DOS TRABALHADORES TERCEIRIZADOS 23 - MUSEU 24 - TEATRO 25 - PASSARELA DE PEDESTRES 26 - PONTOS DO BONDE 27 ACESSO AO ESTACIONAMENTO

centros acadêmicos e serviços

restaurante

atléticas CC

salas de aula, estúdios, laboratório e sala dos professores (fase 2)

salas de aula, estúdios e sala dos professores (fase 1)

centros acadêmicos e serviços

biblioteca

salas de aula, estúdios, laboratório e sala dos professores (fase 3)

administração e laboratórios (fase 1) DD cortes 1:2000 7


trabalho final de graduação (2017)

consumir trabalhar

fluxo de pessoas terminais de ônibus

morar

pontos de ônibus relevantes

instituições públicas

acessos a estações de metrô

instituições educacionais

ciclofaixa

instituições culturais

calçadão

igrejas

0 20 50

100

250

0 20 50

100

250

Orientadora Flávia Brito do Nascimento

Uma leitura propositiva sobre a Colina Histórica de São Paulo O trabalho realiza uma análise sobre a Colina Histórica de São Paulo, primeiro sítio urbano da cidade, por onde esta se desenvolveu e assumiu seu caráter metropolitano. As atuais dinâmicas de ocupação e apropriação dos espaços públicos e os registros materiais, em vestígios de sua topografia, paisagem e traçado urbano, são subsídios para uma proposta de intervenção que procura responder a demandas atuais e cotidianas deste território, dialogando com suas diversas camadas históricas e os agentes envolvidos na sua produção. Diretrizes gerais lotes vazios: edificar os lotes com uso prioritariamente de Habitação de Interesse Social, com programas de comércio ou complementares aos usos do entorno no térreo. Os edifícios devem respeitar gabaritos e ritmo de aberturas dos edifícios próximos, procurando compor o conjunto urbano em que se insere. espaços livres: recuperar caráter de permanência de praças e largos, oferecendo mobiliário urbano e programas como bicicletários e banheiros públicos. 8

edifícios subutilizados: reabilitar edifícios prioritariamente para Habitação de Interesse Social, buscando preservar características da edificação e do conjunto urbano em que se insere. Nos casos em que seja inviável o uso de moradia, pensar programas complementares aos desenvolvidos no entorno. Rua Tabatinguera - Glicério: urbanização do terreno institucional na rua Tabatinguera, próximo à praça Doutor João Mendes. Este lote é um grande vazio na região central da cidade, podendo ser desenhado como uma quadra para habitação com uso comercial no térreo, acompanhando o entorno. Este lote e o restante deste quarteirão, bem como os quarteirões da rua Tabatinguera em que predomina o uso residencial, são definidos pela Lei de Zoneamento e pelo Plano Diretor Estratégico como ZEIS (Zona Especial de Interesse Social), com o qual se incentiva a construção de habitação. Esta mancha de ZEIS se extende por toda a área do Glicério, o que faz sentido por conta da ocupação que esta região tem. No entanto, é importante observar os edifícios e formas de ocupação e habitabilidade préexistentes para se realizar intervenções que atendam à demanda habitacional e que também preserve as dinâmicas sociais e a memória operária do local. Esta área possui um nível de complexidade e escala de intervenção muito distintos dos outros trechos, e que extrapola a área da Colina propriamente dita.

Diretrizes por áreas - ensaios 1_ Prestes Maia | Florêncio de Abreu: sobrados descaracterizados com uso de estacionamento; terrenos vazios com uso de estacionamento na avenida Prestes Maia e edifícios subutilizados na rua Florêncio de Abreu. diretrizes: habitação e transposição entre essas duas vias - respeitando gabaritos e ritmo de aberturas dos edifícios próximos; valorizar muro de arrrimo do Mosteiro São Bento. 2_Acessos 23 de maio | Terminal Bandeira: lotes vazios e áreas residuais das intervenções da abertura da Avenida 23 de maio e da implantação de conexões com o Terminal Bandeira; intenso fluxo de pedestres entre os diferentes modais (pontos, terminal e parada final de ônibus e estação de metrô, além da proximidade com a ciclofaixa); espaços verdes gradeados. diretrizes: proteção de área verde como vestígio da Colina; abertura de área verde como praça e adequação dos acessos entre modais do entorno. Lotes vazios ou subutilizados podem abrigar habitação e conexão entre a avenida 23 de maio e o viaduto da avenida Brigadeiro Luis Antônio, facilitando a circulação entre modais e o acesso à Colina.


1

escadas e beco ruas e avenidas ladeiras pontes e viadutos transposição proposta projeto existente projetos existentes

0 20 50

100

250

3_Carmo: espaços livres ou lotes vazios com desenho indefinido; platôs ocupados com estacionamento; falta de transição entre escalas do viário e dos edifícios, como a igreja do Carmo e edifício do Poupatempo Sé e da Secretaria da Fazenda do governo. diretrizes: redesenho de áreas residuais da linha do metrô e adjacentes à praça do Poupatempo; reabilitação de edifícios existentes e edificações novas que auxiliem o desenho e a transição de escalas - sobretudo no entorno da avenida Rangel Pestana e da praça da Sé; nova transposição conectando a rua Frederico Alverenga à praça Clóvis Bevilaqua por meio de espaço público com programa complementar aos usos do entorno; reabilitação da antiga creche do Poupatempo como escola pública.

2

3

novas transposições propostas

lotes com notificação de subutilizado lotes vazios passíveis de intervenção

espaços livres passíveis de intervençã novas transposições propostas

áreas passíves de intervenções

lotes com notificação de subutilizados lotes vazios passíveis de intervenção

ensaios

espaços livres passíveis de intervenção áreas passíves de intervenções ensaios

0 20 50

100

0 20 50

250

100

250

9


reu

e Ab

Rua

d ncio Florê

1

1

Mosteiro São Bento

1

A 1

3

1_Prestes Maia | Florêncio de Abreu

10

1 - pavimento tipo - habitações 2 - praça 3 - galeria comercial - cobertura

planta cota 741 esc: 1/750

nta I to Sa

A’

figên

ia

2

Avenida Prestes Maia

Viad u

Para esta área se propõe a implantação de habitação em dois lotes: um lote vazio utilizado como estacionamento na avenida Prestes Maia e outro que possui notificação de subutilizado na rua Florêncio de Abreu. Estes lotes são vizinhos, permitindo uma conexão por escadaria entre as duas vias. O outro lote vazio na avenida Prestes Maia, que possui o muro de arrimo do Mosteiro São Bento, é um terreno da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB), por onde passa um trecho do túnel da linha norte-sul do metrô muito próximo à superfície, de modo que não pode receber fundações dentro do perímetro deste túnel, como comentado na apresentação da área. Neste lote se propõe a implantação de uma praça e uma galeria comercial. O espaço livre valoriza a presença do muro de arrimo que marca esta paisagem, e o volume edificado respeita o gabarito do muro para não impedir a visual do mosteiro. Sua construção demanda uma estrutura mais leve e que respeite os pontos de fundação possíveis no terreno.


reu

e Ab

Rua

d ncio Florê

1

2

3

3

A

3

4

A’

Avenida Prestes Maia

1 - comércio 2 - comércio | acesso habitação 3 - pavimento tipo - habitações 4 - pavimento tipo - galeria comercial

planta cota 738 esc: 1/750

11


0

20

50

0 10

25

0

planta cota 738 esc: 1/750

1

2

A

2

3

A’ 1 - comércio | acesso habitação 2 - pavimento tipo - habitações 3 - pavimento tipo - galeria comercial

planta cota 735 esc: 1/750

12

Avenida Prestes Maia


A

1

3 2

A

Avenida Prestes Maia

1 - comércio 2 - praça 3 - galeria comercial

planta cota 730 esc: 1/750

corte AA’ esc: 1/500

13


área verde - praça com bicicletário e banheiro público

2_Acessos 23 de maio | Terminal Bandeira A proposta para essa área pretende atuar em pequenos lotes e locais que se relacionam por serem espaços residuais da abertura da avenida 23 de maio e da criação do sistema Y no trecho da Colina, ou por estabelecerem relação direta com esta via. Ademais, a circulação de pedestres - observada no mapa de fluxos da página 15 - entre um ponto de ônibus nesta avenida, o terminal Bandeira e o ponto de ônibus do viaduto da avenida Brigadeiro Luis Antônio, permite tratar esta área de forma sistêmica, considerando também a ciclofaixa que passa nas imediações deste trecho. Propõe-se a abertura da área verde gradeada ao lado do edifício Matarazzo, para o desenho de uma praça com uma pequena edificação que abriga bicicletário, banheiro público e a casa de máquinas do edifício da prefeitura, adequando a circulação do pedestre entre a estação de metrô e o terminal Bandeira. Para a área do acesso que conecta o terminal Bandeira à rua do Ouvidor, propõe-se uma habitação no terreno ao lado do viaduto, que é indicado como ZEIS 3 no Plano Diretor Estratégico, mantendo os usos atuais no térreo da edificação. Um lote vazio na avenida 23 de maio, ao lado do viaduto da avenida Brigadeiro Luis Antônio, é utilizado para uma edificação de programa misto: entre as cotas da avenida e do viaduto, edifício garagem e bicicletário e uma conexão vertical pública; e acima da cota do viaduto, habitação. Indica-se, ainda, a preservação ou registro da área verde residual do estacionamento da Secretaria de Segurança como vestígio natural da Colina e sua topografia. 14

habitação com manutenção dos usos atuais no térreo

área verde - proteção patrimonial como vestígio natural da Colina edifício transposição - garagem, biclicletário, elevador público e habitação


Ru a

Líb e

ro B

ada

ró Largo São Francisco

Edifìcio Matarazzo

3

a Ru tor

u Do

2

lc Fa

1

ão

A

o Filh

ac

nh

an

ifác

oA

ga

Bon

çã

ba

úd

osé

sta

om

etr ô A’

Av en

via

ida

du

to a

23

de

ce

sso

pe

Ru a

Rua J

so se

io

es

nc

o

Ma

a Ru

io

de

a Fr

Ou

vid

or

4

lB

de

ira

esso

an

c to a

ina

u viad

str ea

oT erm

o isc

do

e ao estr

ped inal a deir

Ban

planta cota 756 esc: 1/750

Term

1 - bicicletário 2 - banheiro público 3 - área técnica Prefeitura - privado 4 - pavimento tipo - habitação

15


estacionamento Secretaria de Segurança Pública

via

dut oA ven i

da

Brig

ade

iro

B’

4 3

B

B

2

io

io

ida

e 3d

Ma

ida

en Av

2

en Av

1 - bicicletário 2 - garagem 3 - acesso habitação - privado 4 - acesso elevador - público

planta pavimento tipo - habitação esc: 1/750

16

planta cota 756 esc: 1/750

2

e 3d

Ma

B’

1

Luí s

An

tôn i

o


4

B’

1

3

B

2

io

ida

e 3d

Ma

2

en Av

1 - bicicletário 2 - garagem 3 - acesso habitação 4 - acesso elevador público

planta cota 740 esc: 1/750

corte AA’ esc: 1/500

17


3_ Carmo Para esta área, recupera-se a vista para a antiga Várzea do Carmo e os platôs ainda perceptíveis no vazio utilizado como estacionamento da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. O terreno recebe, ainda, o viaduto da linha vermelha do metrô, por onde adentra a Colina chegando à estação da Sé, sendo um elemento importante e definidor da vista para a zona leste da cidade. O programa proposto para a área busca complementar programas do entorno, com a reabilitação da antiga creche do Poupatempo como escola pública, e a implantação de piscina e biblioteca públicas. O terreno se localiza próximo à região do Glicério, de uso predominantemente residencial, e ao Sesc Carmo, de modo que a intervenção busca se alinhar às dinâmicas e usos locais. 18


Praça Clóvis Bevilaqua

Igreja do Carmo

Poupatempo Sé | Secretaria da Fazenda do estado

rico

e Fred Rua a

reng

Alva

A’

Praça do Poupatempo Sé

B

B’

1 3

2

antiga Creche do Poupatempo

o Carm

rra

Beze

do Rua

s lcide

A Rua

A 1 - acesso rua Alcides Bezerra e praça do Poupatempo 2 - elevadores e escadas 3 - deck | piscina

planta cota 748 esc: 1/750

19


Poupatempo Sé | Secretaria da Fazenda do estado

rico

e Fred Rua a

reng

Alva

A’

B’

1

2

antiga Creche do Poupatempo

1 - deck | piscina 2 - vestiários

planta cota 745 esc: 1/750

20

A


Poupatempo Sé | Secretaria da Fazenda do estado

rico

e Fred Rua

A’

a

reng

Alva

1

4 2

3

B’

5

6

antiga Creche do Poupatempo

A

1 - praça seca 2 - sala de leitura 3 - sala de leitura 4 - área técnica 5 - acesso escola 6 - estacionamento

planta cota 742 esc: 1/750

21


rico

e Fred Rua a

reng

Alva

A’

3 2

1

B’

4

5

A 1 - recepção 2 - acervo 3 - área técnica 4 - café 5 - estacionamento

planta cota 732 esc: 1/750

22


748 - acesso praça do Poupatempo Sé 745 - vestiário | piscina pública 742 - acesso escola | praça seca 739 - biblioteca 736 - biblioteca 732 | 733 - acesso rua Frederico Alvarenga | biblioteca

corte AA’ esc: 1/500

23


corte BB’ esc: 1/500

24


concurso BID Urban Lab (2017)

Equipe

Orientadoras

Gabriela Barboza Mariana Gontow Paula Bedin Rafael Andrade Roberta Zatz Ricardo Froes

Catherine Otondo Marina Grinover

Projeto Punga: Reabilitação da Ribeira O concurso BID Urban Lab de 2017 solicitava a requalificação do bairro da Ribeira, na região central da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. A área possui diversos lotes subutilizados e é, simultaneamente, parte do perímetro de uma Operação Urbana e de perímetro de tombamento pelo IPHAN. O desafio que se coloca é, portanto, adensar a área e qualificar seus espaços públicos, respeitando a ambiência protegida pelos órgãos de patrimônio e explorando o potencial construtivo e de ocupação oferecido pela legilsação urbana vigente. Como resposta a esta problemática, o Projeto Punga é um convite aos diferentes atores e agentes da cidade a produzirem uma Ribeira diversificada, que respeita e valoriza sua história sem deixar de buscar um espaço urbano contemporâneo, mais democrático, mais humano e aprazível. O plano para a região da Ribeira apresenta distintas escalas de intervenção, que procuram reabilitar o bairro histórico proporcionando adensamento e qualificação de seus espaços livres. Pelo histórico de projetos e intervenções já realizadas, entende-se que a recuperação desta importante área de Natal só pode ser efetivada por meio da associação de diferentes agentes que atuem no repovoamento e ocupação do bairro, de modo que o adensamento da região é a

1

Trechos de projeto 1

Cais da Ribeira

2

Praça Augusto Severo

3

Habitações sociais no perímetro tombado Área de Operação Urbana conjunto esportivo

4 5

Praça Esportiva e de Oficinas

6

Praça do Mercado

7

Área de Operação Urbana terminal de ônibus

3 3

7 2 3

6 5

4

1|5000

25


massa arbórea canteiros, ruas, rotatórias - 11827m2 praças, espaços livres - 14278m2

Sistema elétrico e de telefonia enterrados

Trincheira

no

A galeria subterrânea, neste caso, possui papel

em calha única, feita de concreto armado.

canteiro central da Avenida Duque de Caxias:

de duto condutor das águas pluviais e, pela sua

Proposta - Redes de galerias subterrâneas: 1973,87m

A calha possui tampos para manutenção

além de deter rapidamente a água pluvial

dimensão, contribui para o escoamento mais

Proposta - Zona de retenção de água: 1.029,70 m2

e inspeção dos cabos a cada 50 metros

escoada, ajuda a repor o lençól freático

lento no sistema de drenagem. Com a diminuição

nesta área que, por sua baixa topografia,

do fluxo de água, evita-se o sobrecarregamento

apresenta

da rede e, ainda, eventuais alagamentos

Existente - Redes de galerias subterrâneas 2

Proposta - Zonas de detenção de água - 4.360,67 m2

Aspectos ambientais

de

infiltração

problemas

implantada

de

inundação

poligonal de tombamento áreas de Operação Urbana lotes com incentivo fiscal para uso habitacional Escola de Restauro da Ribeira Ruínas - intervenções artísticas Escola de Música do Teatro Alberto Maranhão Praça de esportes e oficinas Habitação social

Apropriações e usos

Acima: seção e vista da Avenida Duque de Caxias

Mobilidade

principal diretriz do plano. Para que este se efetue, são pensados mecanismos que financiem habitações e a qualificação da mobilidade, da infraestrutura de drenagem e iluminação públicas e dos espaços livres da área, que já recebe número significativo de instituições culturais e burocráticas, as quais geram empregos e a circulação de pessoas durante o dia. Entretanto, é importante que as pessoas permaneçam no bairro fora do horário comercial, gerando maior vivacidade e segurança dos espaços públicos, e tornando-os mais convidativos à fixação da população. O tombamento de boa parte do bairro, embora apresente restrições às intervenções, se coloca como um desafio de projeto e um balizador do tipo de desenvolvimento urbano que se deseja para a área: aquele que considera as préexistências, respeitando a herança histórica registrada na sua paisagem. Dessa forma, dividiu-se o território da Ribeira com base na legislação urbanística vigente e no levantamento de demandas e necessidades sociais, culturais e infraestruturais, procurando explorar as potencialidades de cada trecho.

Existente - linha CBTU Proposta - ciclovia e ciclorrota Proposta - fluxo e terminal de ônibus

26


Duto para deságue no rio

Ralo linear

Reservatório de detenção

A praça Augusto Severo recebe um piso rebaixado de modo a criar ambiente propício para apresentações, shows e festivais, além de direcionar o fluxo de águas pluviais, conectando-se com um reservatório de detenção. O reservatório, ou lagoa de detenção, é indicado para conter o fluxo de drenagem das águas pluviais, de modo que seja liberado pouco a pouco para os dutos drenantes. Este reservatório foi projetado no local do antigo charco da cidade, parte alagada pela inundação da várzea maior do Rio Potengi

Acima: vistas de habitações sociais no perímetro tombado com lotes remembrados por meio da desapropriação por IPTU progressivo

Acima: vistas de habitações sociais no perímetro tombado com lotes remembrados da desapropriação por IPTU progressivo

Ademais, buscou-se pensar formas de financiamento que visam à auto-sustentabilidade das intervenções na região, de modo que parte das obras sejam viabilizadas pela receita das áreas de Operação Urbana do perímetro da Ribeira e pela implementação do IPTU Progressivo, que visa a ativar o uso de lotes vazios ou subutilizados, fazendo valer a função social da propriedade. A sustentabilidade das intervenções na Ribeira também é pensada com a criação de uma Escola de Restauro, que capacita profissionais para executarem intervenções que preservem e valorizem o patrimônio edificado do bairro e de toda a cidade de Natal. Além deste, outros usos são propostos de maneira a complementar programas de ocupação já vigentes no bairro, tais como o Teatro Alberto Magalhães, os clubes de remo e demais instituições culturais. Quanto à infraestrutura, foram pensados sistemas de drenagem nas principais vias e espaços públicos da área, que fica em uma cota baixa, próxima ao nível do rio Potengi, de modo que seja comum a ocorrência de inundações durante suas cheias.

Vista de uma das áreas de Operação Urbana - terminal rodoviário na Avenida Duque de Caxias, habitação e edifício comercial 27


concurso Driehaus Architecture Competition (2018)

Equipe Gabriela Barboza Rafael Andrade

vista para o claustro Monasterio de San Jeronimo

Camino del Caz Mayor: un vacío lleno de riqueza patrimonial A proposta para a área da Igreja e Mosteiro de San Jerónimo, o Palácio dos Enriques e antiga zona de hortas irrigadas pelo Caz Mayor, em Baza, Granada, baseia-se na ideia de que as diferentes camadas de intervenções humanas no espaço natural narram a história dos edifícios e espaços livres que constituem a cidade, e que o interessante dessas construções é a sobreposição de todas essas temporalidades. Portanto, não basta escolher apenas uma dessas temporalidades para recuperar o edifício, mas é preciso ordenar as diferentes intervenções e trazer alguma unidade ao conjunto. No entanto, é ainda mais desafiador intervir em edifícios com tanta informação, já que a proposta que é feita no presente é uma nova temporalidade que se sobrepõe ao construído. O projeto é dividido por programas que estão dispostos nos edifícios e vazios existentes, embora tenham sido adotadas soluções sistemáticas para a recuperação e restauro dos volumes, para que o projeto seja reconhecido como um todo, por suas técnicas e materialidade. 28

Propõe-se, para a ordenação da parcela urbana, a abertura de novas conexões de pedestres e ruas compartilhadas que continuem o traçado urbano existente, fazendo uma costura da nova parcela à antiga. Além disso, a continuação do traçado urbano existente propõe conexões mais permeáveis ​​e atraentes aos transeuntes entre a Carrera de Palacio e a Calle Caños Dorados. Esta disposição cria novas quadras, em que são propostos edifícios de uso misto de habitação com térreo comercial, um Jardim Botânico e um mercado que se comunicam diretamente com as hortas históricas recuperadas, aproximando pesquisa, produção e consumo. Além disso, a abertura de um passeio que acompanha o percurso do Caz Mayor valoriza este importante marco na história da cidade, acompanhado por uma cobertura de madeira. As novas habitações propostas têm na sua maioria plantas de dois quartos e dois banheiros, flexíveis para se adaptarem a novas formas de vida e novas tipologias familiares. Os jardins e vazios são redesenhados de forma a conectar os edifícios restaurados

e novos, procurando manter a paisagem marcante da cidade de Baza. Se propõe um passeio através do qual se conhece a história da cidade, por meio dos seus espaços livres e edifícios restaurados: caminhando pelo Paseo del Caz Mayor, pode-se conhecer o registro das hortas históricas, o novo Mercado que se utiliza das hortas, o Palácio dos Enriques, que terá uma função administrativa e de serviço à população, além de permitir visitas aos seus salões com forros de carpintaria, um café restaurado em suas ruínas e uma circulação nova com acesso à Igreja de San Jerónimo. Depois da Igreja, encontra-se o Mosteiro de San Jerónimo, cujo térreo oferece serviços semi-públicos - restaurante, bar e spa – além do programa de hotel privado que se propõe para reabilitar o edifício. O projeto para o mosteiro busca recuperar a espacialidade do claustro, recompondo volumes e criando um novo edifício com volumetria similar à existente, no entanto feita com uma técnica contemporânea de estrutura de madeira e revestimento de policarbonato transparente. Embora a abertura do Paseo del Caz determine um novo visual dos edifícios antigos desde suas fachadas posteriores, o registro de


vista interna da estufa Monasterio de San Jeronimo

algumas fachadas traseiras de lotes particulares permanece como uma indicação do traçado urbano anterior. Com base nas intervenções de emergência de restauração da Igreja de San Jerónimo, determinou-se como tratar as patologias comuns dos edifícios, respeitando não só as regras do concurso, como também o Decreto 170/2017, de 24 de outubro, pelo qual se inscreve o antigo Monasterio de San Jerónimo no catálogo geral do patrimônio histórico da Andaluzia, como um bem de interesse cultural, com o tipo de monumento. Em geral, é necessário limpar as ruínas e edifícios, removendo plantas que cresceram aleatoriamente, lixo e elementos quebrados. Posteriormente, as alvenarias e paredes de pedra que apresentam fissuras, trincas ou destacamentos serão tratadas com argamassa à base de cal, cuja adesão aos agregados das paredes permite sua recuperação. Quanto às estruturas de madeira, especialmente os telhados, serão recuperadas utilizando o mesmo material com dimensões semelhantes, mas com um desenho mais sintético e regular, respeitando o princípio da

distinguibilidade da Teoria da Restauração. As telhas de cerâmica quebradas serão substituídas por novas telhas de cerâmica da mesma cor das telhas antigas. O tema das aberturas é mais complexo, uma vez que em muitas fachadas dos edifícios elas foram alteradas, construídas, fechadas ou modificadas em seu desenho ao longo dos anos. Como partido, as aberturas que ainda têm esquadrias em madeira ou ferro serão recuperadas com os mesmos materiais e dimensões, mas com um desenho mais sintético e regular, respeitando o princípio da distinguibilidade, como dito anteriormente. As persianas em madeira também serão recuperadas. As aberturas que não possuem quase nenhum elemento intacto serão recuperadas com uma grade de aço em um desenho simples e limpo, com fechamento em vidro. Esta mesma linguagem será usada nas novas aberturas propostas. É proposto que o processo de reabilitação da área comece com oficinas de treinamento e discussões entre artesãos locais para a recuperação de carpintaria, ferros e todas as técnicas tradicionais e

que considerem relevantes, valorizando o ofício local e aproximando a população das intervenções de um espaço icônico em sua cidade. Também se propõe a criação de um Centro de Documentação do Restauro de toda a área de hortas, do Palácio dos Enriques e da Igreja e Mosteiro de San Jerónimo, no qual uma exposição permanente mostra os projetos, a história e as etapas de intervenção no conjunto, mais uma vez recuperando a Teoria do Restauro Crítico, que argumenta que a intervenção de restauro deve ser documentada e entendida como uma etapa na história do edifício, que é um resultado de decisões de projeto e narrativa.

29


1

1

1

3 3.2

3.1

3.1

3.1

3.1

3.1 A’

2 2 4

8.7 6.2

8.5

7

8.6 B’ 5

6.4

6.1

B 8.3

8.8

6 6.3 8.4 8.1 8.2

A

implantação 1|1000

30


6.5 6.5

6.5 6.6

1 Edifícios novos - uso misto habitação e uso comercial 2 Hortas históricas 3 Mercado 3.1 estocagem | anexo de serviços das hortas lojas 3.2 4 Paseo del Caz Mayor 5 Centro de Documentação do Restauro do Conjunto Palácio de los Enríques - uso administrativo da Prefeitura 6.1 atendimento à população 6.2 salões de Atos 6.3 café 6.4 nova circulação vertical 6.5 escritórios 6.6 salas de reunião 6.7 corredor cultural 6.8 mirante 7 Iglesia de San Jerónimo - espaço cultural e expositivo 8 Monasterio de San Jerónimo - hotel recepção 8.1 bar 8.2 quartos 8.3 8.4 administração anexos de serviços restaurante 8.5 8.6 adega e anexos do restaurante 8.7 vestiários 8.8 spa 8.9 solário 8.10 passarela 8.11 administração do hotel - escritórios 8.12 estufa

8.3

6.5

8.10 8.9 8.11 6.7

8.3 primeiro pavimento

6.8 8.12

volume antigo spa

8.10

6.4

acesso ao Paseo del Caz Mayor

8.9 6.7

8.11

8.3 segundo pavimento

8.3

plantas do conjunto 1|1000

acesso de pedestres ao Jardim Botânico caminho para o Paseo del Caz Mayor

acesso de pedestres ao Jardim Botânico caminho para o Paseo del Caz Mayor

elevação Calle Casicas 1|1000

Palácio de los Enriques café

Monasterio San Jeronimo hotel | acesso bar e recepção

Monasterio San Jeronimo hotel | acesso funcionários

Centro de Documentação do Restauro do conjunto

elevação

Carrera de Palacio 1|1000

31


vista recepção hotel

Monasterio de San Jeronimo

Paseo del Caz Mayor

hotel - novo volume estufas | quartos | restaurante

claustro

volume antigo recepção | bar | quartos

corte AA’

Monasterio de San Jeronimo 1|500

32


Cronograma 2018

2019

novas edificações construção dos edifícios mistos

infraestrutura urbana abertura de conexões viárias (de pedestres e ruas compartilhadas) novas na antiga zona de hortas

restauro oficinas de artesãos para as intervenções de restauro de carpintaria e ferros

infraestrutura urbana abertura do Paseo del Caz Mayor

2020

novas edificações construção dos edifícios mistos

2030

2025

novas edificações construção do edifício anexo do hotel no Mosteiro

construção dos edifícios na antiga zona de hortas viga de madeira

restauro

restauro

restauro

restauro

intervenções emergenciais no Palácio de los Enriques

intervenções emergenciais no Monasterio de San Jeronimo

manutenção das intervenções e tratamento das patologías típicas de todos os imóveis antigos

manutenção das intervenções e tratamento das patologías típicas de todos os imóveis antigos

limpeza dos imóveis e intervenções emergenciais em todos os edificios antigos a serem recuperados, por prioridade de risco de arruinamento

viga de madeira

persiana em madeira e caixilho de ferro

alvenaria existente

reabilitação

reabilitação

intervenções no Palácio para adaptação ao uso administrativo da Prefeitura de Baza

intervenções no Mosteiro (Monasterio de San Jeronimo) para adaptação ao uso de hotel adaptação dos edifícios anexos do Palácio de los Enriques para o Centro de Documentação do Restauro do conjunto da zona de hortas, do Palácio de los Enriques e da Iglesia y Monasterio de San Jeronimo

assoalho de madeira

assoalho de madeira

vedação de policarbonato transparente

vedação de policarbonato transparente

detalhes construtivos 1|50

volume antigo spa

volume antigo e claustro fachada recuperada com vedação de policarbonato

Iglesia San Jerónimo espaço cultural e expositivo

laje de concreto

corte BB’

Monasterio de San Jeronimo

detalhes construtivos 1|50

1|500

33


abril | 2018

portfólio Gabriela MB  
portfólio Gabriela MB  
Advertisement