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Ela esperou alguma classe de explosão em Meredith. Em troca, Meredith a olhou pensativa e murmurou “Bem, talvez isso não foi tão ruim depois de tudo. O que não entendo é porque apareceu aqui em primeiro lugar” “Uh, essa foi eu também, eu o chamei, também não sei como aconteceu –” “Bem, não vamos tentar descobrir isso aqui” Meredith virou para a cama “ Caroline, você vai sair daí? Você vai levantar e ter uma conversa normal?” Houve um assobio ameaçador e como de um réptil de baixo da cama junto com a chicotadas dos tentáculos e outros barulhos que Bonnie jamais tinha escutado, mas que a aterrorizavam instintivamente, era como o estalo de pinças gigantes. “Essa resposta é suficiente para mim” disse a agarrou Meredith para arrastá-la fora do quarto. Meredith não necessitava que a arrastassem, mas pela primeira vez no dia escutaram a voz de Caroline gozando e alta como a de uma criança. “Bonnie e Damon sentados em uma árvore B-E-I-J-A-N-D-O-S-E Primeiro vem o amor, depois vem o casamento; Depois vem um vampiro em um carrinho de bebê” Meredith parou no corredor “Caroline, você sabe que isso não vai ajudar. Saí daí” A cama entrou num frenesi se curvando e subindo. Bonnie virou e correu, sabia que Meredith estava bem atrás. Seguiam sem se livrar das palavras da canção: “Não são minhas amigas. São amigas da vadia. Esperem só! Esperem só!” Bonnie e Meredith pegaram suas bolsas e saíram da casa. “Que horas são?” perguntou Bonnie quando já estavam a salvo no carro de Meredith. “Quase as cinco” “Parece que se passou muito mais!” “Eu sei, mas nos restam poucas horas do dia. E , falando nisso, tenho uma mensagem de texto de Elena” “Sobre Tamy?”

Diários Do Vampiro #5 - Anoitecer  
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