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Veículo: AMAZONAS NOTÍCIAS

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Assunto: HEMOAM TEM MESTRADO APROVADO PELA CAPES ( ) Release da assessoria de imprensa ( X ) Matéria articulada pela assessoria ( ) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 11/10/2012

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HEMOAM TEM MESTRADO APROVADO PELA CAPES A notícia veio na manhã desta quinta-feira. A Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas – HEMOAM, obteve aprovação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) para implantar em parceria com Universidade do Estado do Amazonas – UEA, o Mestrado em Ciências Aplicadas a Hematologia. A implantação do mestrado configura uma nova etapa na história do hemocentro do Amazonas. Com a aprovação, a Fundação Hemoam passa a ser a terceira instituição no país a receber aceitação da Capes. No Brasil, existem mestrados nessa área apenas na Escola Paulista de Medicina e na USP de Ribeirão Preto. É importante destacar que o projeto foi aprovado sem sofrer reparos, graças a competência técnica da equipe gestora desse projeto encabeçada pelo experiente professor e exreitor da Universidade Federal do Amazonas, Dr. Nelson Fraiji, com ele, a Diretora de Ensino e Pesquisa do Hemoam, Dra. Dagmar Kiesslich com outros diretores da instituição. Isso faz com que a instituição dê um salto enorme como plataforma de pesquisa na região. “Nossa intenção é que este programa sirva de base para formação de alto padrão para os que trabalham na hemorrede pública da região norte, nordeste e centro-oeste”, enfatizou Nelson Fraiji - diretor


presidente do Hemoam. “A missão do mestrado é preparar o indivíduo para o desenvolvimento da pesquisa, considerando sua importância para o avanço tecnológico. Por isso a pesquisa é uma plataforma importante para o desenvolvimento da instituição e a solução dos problemas na qual ela está inserida”, declara. De acordo com Dr. Nelson, a dimensão do que vai se estabelecer a partir deste projeto, gestado na diretoria de ensino e pesquisa da instituição é enorme. “Esse mestrado muda, ao longo do tempo, a própria realidade da hematologia do nosso estado e muito certamente na região norte, incluindo a região centro oeste e nordeste, que serão integradas a nós”, disse. O projeto prepara a instituição para um novo patamar de investigação cientifica, com novos laboratórios, com o envolvimento de novos professores doutores, ligado também ao projeto de mestrado de professores visitantes sêniores - que são professores com grande experiência em pesquisa e informação de alto nível recrutados no país - para ajudar a Fundação na tarefa de consolidar a pós-graduação e a pesquisa no Amazonas. O projeto de professor sênior com os doutores da instituição ajudou a alavancar o projeto de mestrado, sendo fundamental na conquista desta etapa junto a Capes. Todo este resultado contou com o apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Amazonas – FAPEAM. Nelson Fraiji avalia que “este trabalho teve o esforço dedicado de muitas pessoas da instituição. Num cenário difícil do primeiro ano de gestão, ainda assim, o resultado saíra muito mais do que se esperava nessa área de ensino e pesquisa”, destacou. A estimativa é que a primeira turma tenha dezessete alunos, com seleção anual, com dois anos de duração. Serão 17 pesquisadores que vão desenvolver projetos de pesquisa em uma dimensão mais profunda e deverão obedecer ao padrão de qualidade exigido para publicação em revistas indexadas. A próxima etapa será trabalhar no Edital de seleção antes do final do ano e publicá-lo, a fim de garantir o começo do curso no início do ano letivo de 2013. Programa de Professor Visitante Sênior A Fundação Hemoam está iniciando uma nova e promissora etapa nas ações que envolvem a pesquisa e a qualificação dos Recursos Humanos. O Mestrado em Hematologia e Hemoterapia em parceria com a UEA e UFAM é um dos avanços, que será incrementado com o programa de Professor Visitante Senior – PVS com o apoio da FAPEAM. Esse programa permitirá participação de quatro Professores Doutores com nível elevado de produção científica, vindos de instituições de ensino consagradas, em nossos programas de pesquisa e pós-graduação. Para dar informações sobre estes grandes projetos institucionais e identificar como essas ações irão viabilizar a formação dos mestres e alavancar a pesquisa na instituição, a Fundação Hemoam


realizou na manhã desta quarta-feira (10), o Lançamento oficial do Programa de Professores Visitantes Seniores PVS – HEMOAM com a presença de três deste professores: o Dr. Marcelo Távora Mira, da PUC-PR; a Dra. Mariane Stefani, da Universidade Federal de Goiás – UFGO e o Dr. Nicolaus Albert Borges Schriefer, da Universidade Federal da Bahia - UFBA. Eles farão visita aos laboratórios do Hemoam para fazer interação direta com os pesquisadores da instituição. Investimentos O Governo do Estado, por meio da FAPEAM, investiu entre 2003 e 2011, aproximadamente, R$ 2,3 milhões na Fundação Hemoam. O resultado tem sido a mudança no perfil institucional, que deixou de apenas prestar assistência à saúde para se transformar em um centro de pesquisa na área de hematologia, referência na Região Norte. Entre as ações promovidas pela FHemoam com os recursos oriundos da verba governamental, está o curso ‘Training in Clinical Research for Transfusion Services’, que capacitou 18 alunos do Norte, Nordeste e Centro-Oeste na elaboração de projetos.


Veículo: SITE QUALIDADE MANAUS

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Assunto: SECTI-AM promove lançamento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Amazonas ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 11/10/2012

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SECTI-AM promove lançamento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Amazonas Uma programação diversificada, que incluirá atividades em diversos lugares da capital e nos 61 municípios do interior do Estado, voltada para a difusão do conhecimento científico junto à sociedade em geral marcará a edição 2012 da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) no Amazonas. Siga o CIÊNCIAemPAUTA no Twitter. Curta o CIÊNCIAemPAUTAno Facebook! O lançamento oficial do evento no Estado ocorreu no último dia 03 de agosto, durante a 3ª reunião extraordinária do Fórum de Gestores de Instituições de Ensino e Pesquisa conjunta com o Fórum de Inovação do Estado do Amazonas, a ser realizada no auditório Senador João Bosco Ramos de Lima (Escola do Legislativo), da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM). A SNCT no Amazonas é uma realização da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTIAM). A edição 2012 do evento terá como tema “Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza”. A programação da SNCT, que está marcada para acontecer no período de 15 a 21 de outubro, mobilizará alunos, pesquisadores, gestores e públicos afins. O destaque da programação da SNCT no Estado será o espaço Estação Ciência, que funcionará no Clube do Trabalhador do Sesi, no bairro Aleixo, zona Leste de Manaus. O espaço contará com a participação de diversas instituições, as quais irão expor as suas ações voltadas para a difusão do


conhecimento. Além da Estação Ciência e demais atividades realizadas com estudantes da rede pública do Amazonas, pesquisadores, gestores, professores e outros participantes, outro diferencial da SNCT será a realização de programações em todos os municípios do Amazonas. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Odenildo Sena, a SNCT acompanha o desenvolvimento das ações realizadas na área de CT&I no Estado. “O Amazonas é um dos estados que mais avança nesta área. Com isso, teremos muito o que mostrar na SNCT em uma programação que incluirá visita a instituições, encontros com pesquisadores e também uma grande surpresa no espaço Estação Ciência”, afirmou. O titular da SECTI-AM destacou a interiorização como um diferencial do evento no Amazonas e disse que o intuito, este ano, é estimular ainda mais a participação e a consolidação das atividades da SNCT em todos os municípios do Estado. “Buscamos regionalizar o tema da semana e mobilizar todas as instituições da área para se envolveram no propósito principal de levar a conhecimento científico à sociedade”, enfatizou. No ano passado, o Amazonas ficou em segundo lugar no ranking nacional de atividades realizadas durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, totalizando 2.209. A meta deste ano é superar a quantidade de ações e o número de 150 mil participantes da edição anterior. Para a realização do evento, a SECTI-AM já conta com 50 instituições parceiras, número que ainda pode ser ampliado. Reunião de gestores Além do lançamento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, outra pauta de destaque da 3ª reunião extraordinária do Fórum de Gestores de Instituições de Ensino e Pesquisa conjunta com o Fórum de Inovação do Estado do Amazonas é a reformulação da Lei Estadual de Inovação. Na avaliação do assessor jurídico da SECTI-AM, Breno Rosa, a convergência institucional é de extrema importância para a formalização de novas propostas, por isso, o fórum se constitui em um ambiente propício para a discussão do tema. “As instituições precisam ser consultadas e os gestores precisam dar opiniões para ajudar na reformulação desta Lei. A participação direta é extremamente necessária nesta primeira discussão”, disse. Entre os aspectos a serem debatidos estão ampliação do processo de inovação nas instituições, fortalecimento de parcerias entre agências públicas e empresas privadas, dedução de carga tributária, fomento à criação e consolidação dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), parques tecnológicos e incubadoras, além do estabelecimento das novas regras para a prestação de contas dos planos de trabalho de projetos de pesquisa e extensão, entre outras. Como parte da programação do fórum, será realizada a palestra “Políticas de apoio à inovação do MCTI e articulação entre Empresa e IES”, a ser ministrada pelo coordenador substituto de Gestão Tecnológica da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Rubens de Oliveira Martins. Além disso, haverá a apresentação do Sistema de Indicadores On Line de CT&I do Estado do Amazonas (SION-AM), projeto pioneiro da SECTI-AM realizado em parceria com a Fapeam, que funcionará como uma ferramenta de gestão do Sistema Público Estadual da área. A apresentação será feita pela professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e coordenadora do projeto, Andrea Waichmann. Fonte: CIÊNCIA em PAUTA/SECTI-AM


Veículo: SITE SDS

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Assunto: Revista CLAUDIA destaca o trabalho e papel da mulher brasileira em premiação ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Data: 11/10/2012

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Revista CLAUDIA destaca o trabalho e papel da mulher brasileira em premiação Em cerimônia comandada pelo ator Eduardo Moscovis o Prêmio CLÁUDIA 2012, realizado na última segunda-feira, dia 8, na Sala São Paulo, centro da capital paulista, confirma a evolução e emancipação da mulher no cenário brasileiro. As histórias inspiradoras e emocionantes das 15 finalistas mostraram que os tempos mudaram e que a mulher conquistou o seu espaço, competindo com os homens, e de forma estratégica, obtendo resultados positivos. As categorias premiadas foram: Ciências, Cultura, Negócios, Políticas Públicas e Trabalho Social. A titular da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Nádia Ferreira, foi uma das 15 finalistas deste ano, concorrendo na categoria Políticas Públicas, em que foi destacado o trabalho do Governo do Amazonas nesse segmento. Presente na noite de premiação, a secretária vê o prêmio como uma vitrine de inspiração para que outras mulheres apostem e acreditem nos seus sonhos. "Esse Prêmio é uma grande oportunidade de influenciar outras mulheres a seguirem seus projetos pessoais, tendo como exemplo, o trabalho realizado por cada uma de nós, finalistas, nos diferentes segmentos. Em contrapartida, para as finalistas, aumenta ainda mais a vontade de continuar atuando", disse Nádia. A secretária destacou que na sua categoria - Políticas Públicas - o grande desafio é mostrar como trabalhar o desenvolvimento sustentável na Amazônia com foco na inclusão social. "Ninguém faz política pública sozinho, se faz ouvindo as pessoas, a sociedade e transformando os interesses, quer sejam da academia ou movimentos sociais, em marcos regulatórios, que são as leis, os decretos e as resoluções. O nosso trabalho é formular políticas que mostrem 'como pode ser feito', e não, 'como não deve ser feito'. Trabalhamos diariamente com as questões sociais, ambientais e também econômicas, essa é a grande diferença do meio ambiente, viabilizar o desenvolvimento sustentável com inclusão social", concluiu a secretária.


Nádia Ferreira teve como concorrentes Edusa Pereira e Eliana Calmon, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), que venceu nesta categoria. Calmon agradeceu pelo prêmio, afirmando que é um incentivo ao seu trabalho de aproximar os magistrados da sociedade. Ela foi destacada pelo seu desempenho como presidente do Conselho Nacional de Justiça, no período de setembro de 2010 a setembro de 2012. Já Edusa Pereira, ganhou destaque como porta-voz e referência para os direitos do idoso, em Pernambuco. Homenagem Recentemente duas novas categorias integraram a premiação: Homenageada Especial e Consultora Natura Inspiradora. No ano de 2011, a apresentadora Hebe Camargo ganhou o prêmio de Homenageada Especial. Este ano, o prêmio hors-concours foi direcionado à presidente Dilma Rousseff. O anuncio foi feito pela diretora de redação da revista Claudia, Paula Mageste, que ressaltou a história de luta e as conquistas femininas nas últimas décadas. A ministra da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas, recebeu o prêmio representando a presidente e leu uma carta de agradecimento escrita por Dilma Rousseff. "Tenho orgulho de ser a primeira mulher presidente da República, mostrando a milhões de meninas do meu país que as mulheres podem chegar lá", escreveu Dilma. Além de Eduardo Moscovis, as atrizes Regina Duarte, Gabriela Duarte, as cantoras Wanderléa e Ceu, entre outras personalidades, também estiveram presentes na cerimônia do Prêmio Claudia 2012. Confira as demais vencedoras do Prêmio CLAUDIA em cada categoria: Ciências: Marcia Henriques Mantelli, engenheira mecânica, que desenvolve tubos especiais que controlam a temperatura no interior de satélites brasileiros em órbita e aplica a tecnologia também em indústrias nacionais, visando o uso racional do calor. Categoria Negócios: Heloísa Helena Assis, ex-empregada doméstica, que formulou um produto para valorizar seu cabelo crespo, patenteou, e tornou-se proprietária de uma rede de salões – Instituto Beleza Natural I – com 11 unidades no Rio de Janeiro, duas no Espírito Santo e uma na Bahia. Consultora Natura Inspiradora: Maria Ivoneide do Vale, consultora, uma das responsáveis pela fundação, em 2009, do Banco Comunitário Tupinambá, um dos primeiros desse formato a surgir na Região Norte. Cultura: Dane de Jade, gestora cultural criadora do mais importante festival de cultura do estado do Ceará, a Mostra Sesc Cairiri, que trabalha, ainda, pela preservação de manifestações artísticas tradicionais – como reisado, banda cabaçal e lapinha – e pelo intercâmbio entre o contemporâneo e o popular. Trabalho Social: Erika Foureaux, arquiteta, fundou o Instituto Noisinho da Silva, ONG que desenvolve móveis inclusivos e já beneficiou mais de mil crianças com deficiência física de baixa renda, como uma carteira escolar e a cadeira Ciranda, para menores de até 6 anos que não conseguem se sentar sozinhos. Prêmio CLAUDIA O Prêmio CLAUDIA, que teve sua primeira edição em 1996, foi criado com o objetivo de colocar em evidência o trabalho de mulheres atuantes nos mais diferentes cenários do país e incentivá-las a buscar mais vitórias. Considerada a mais expressiva premiação feminina da América Latina, o evento já homenageou mulheres de todos os estados brasileiros. Confira as fotos do prêmio CLAUDIA 2012 na nossa galeria de imagens. Nívia Rodrigues Assessoria de Comunicação SDS (92) 3236-5740


Veículo: BRAZILIAN SPACE Assunto:

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Imagem do INPE entre as vencedoras doPrêmio de Fotografia Ciência e Arte do CNPq

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Data: 11/10/2012

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Imagem do INPE entre as vencedoras do Prêmio de Fotografia Ciência e Arte do CNPq

Ramon Morais de Freitas, responsável pelo mosaico de imagens de satélites que mostra biomas e o uso e cobertura da terra na América do Sul, conquistou o terceiro lugar na categoria “Lentes Especiais – Dimensão Mega” do Prêmio de Fotografia Ciência e Arte do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O mosaico é resultado do projeto “Séries Temporais MODIS” do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A imagem “Variabilidade Interanual da Cobertura Vegetal na América do Sul” foi elaborada a partir de um conjunto de mais de 28 mil imagens do sensor orbital MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer). As imagens originais para elaboração do mosaico foram obtidas entre os anos de 2000 a 2011 e representam a variabilidade da cobertura vegetal e do uso e cobertura da terra ao longo desses anos.


O INPE disponibiliza séries temporais MODIS para análise de mudanças de uso e cobertura da terra, especialmente para aplicações de monitoramento ambiental e agrícola. Os dados estão disponíveis na página www.dsr.inpe.br/laf/series/ “A imagem permite identificar os vários biomas. As tonalidades de amarelo representam áreas com cobertura vegetal densa e pouca variação sazonal da vegetação, como a floresta amazônica. Em verde são as áreas com contraste na vegetação ou sem cobertura vegetal. Regiões com tons de vermelho representam grande mudança na vegetação em curtos períodos de tempo, como áreas agrícolas”, explica Ramon, que fez mestrado em Sensoriamento Remoto (SER) e doutorado em Computação Aplicada (CAP) no INPE, onde atuou por mais de 10 anos na Divisão de Sensoriamento Remoto (DSR). Orientado pelos pesquisadores Yosio Shimabukuro (SER) e Reinaldo Rosa (CAP), Ramon émentor e colaborador do projeto “Séries Temporais MODIS”, que é coordenado pelo Laboratório de Sensoriamento Remoto Aplicado à Agricultura e Florestada DSR/INPE. O Prêmio Voltado para a comunidade científica e tecnológica, o objetivo do Prêmio de Fotografia Ciência e Arte do CNpq é fomentar a produção de imagens com a temática Ciência, Tecnologia e Inovação, além de oferecer um produto inédito para a popularização e divulgação das atividades científicas e tecnológicas no país. São seis categorias: Lentes Convencionais – Ambiente Externo, Lentes Convencionais – Ambiente Interno, Lentes Especiais – Dimensão Micro (lupas, microscópio, microscópio eletrônico), Lentes Especiais – Dimensão Mega (telescópios, imagens de satélite), Imagens Editadas - Ilustração Científica ou Imagem Conceitual, e Imagens Editadas – Imagem Tema. Trata-se da segunda edição do prêmio, que teve seu resultado divulgado no dia 5 de outubro. A relação dos vencedores está na página http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56 _INSTANCE_a6MO/10157/568984


Veículo: SITE FUNDAÇÃO DR.PAULO FEITOZA

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Assunto:FPF realiza Ciclo de Exposição Biodiesel Maués em parceria com a FAPEAM ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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FPF realiza Ciclo de Exposição Biodiesel Maués em parceria com a FAPEAM O Ciclo de Exposição Biodiesel Maués acontecerá durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, no período de 15 à 21 de Outubro de 2012, em Maues e tem como objetivo reunir pesquisadores, profissionais, professores, população regional e alunos da rede pública que estejam interessados em adquirir conhecimento a cerca do funcionamento de uma Usina de Produção de Biodiesel, ter noção das diversas probabilidades de destino dos subprodutos que são gerados após a produção do Biodiesel e o correto reaproveitamento das sobras da matéria-prima. As palestras também visam a perpetuação do conhecimento entre profissionais, estudantes e sociedade em relação aos métodos de manejo das espécies regionais, técnicas de extração e capacitação das pessoas para o aproveitamento da espécie vegetal. O evento será realizado pela FPF em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, o Governo do Estado do Amazonas e a Prefeitura Municipal de Maués. A FPF é uma instituição privada sem fins lucrativos, que há 14 anos é movida pelo sonho de desenvolver a Amazônia. Seus principais objetivos são: criar e desenvolver projetos de Pesquisa e Desenvolvimento nas áreas de software, hardware, automação, biotecnologia, sustentabilidade, capacitação profissional, além de apoiar atividades culturais e sociais. A FAPEAM tem como finalidade o amparo à pesquisa científica básica e aplicada e ao


desenvolvimento tecnológico e experimental, no Estado do Amazonas, nas áreas de Ciências Agrárias; Ciências Humanas e Sociais; Ciências Exatas e da Terra; Engenharias; Ciências da Saúde; Ciências Biológicas; Linguísticas, Letras e Artes, com o objetivo de aumentar o estoque dos conhecimentos científicos e tecnológicos, assim como sua aplicação no interesse do desenvolvimento econômico e social do Estado. Para mais informações acesse o site: http://www.fpf.br/biodieselmaues/


Veículo: INPA

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Assunto:Semana de Virologia do Inpa busca atrair interessados pelo tema ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Semana de Virologia do Inpa busca atrair interessados pelo tema O evento é uma parceria entre o Inpa e o Laboratório de Virologia da Universidade de São Paulo (USP), e contou com palestras de renomados cientistas a respeito dos processos e andamentos de pesquisas na área

Por Juan Mattheus Nesta quarta-feira (10), no auditório da Biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), aconteceu o encerramento da Semana de Virologia, que apresentou palestras e seminários de especialistas da Universidade de São Paulo (USP). Os pesquisadores abordaram os “Aspectos Moleculares e Evolutivos dos Adenovírus”. Segundo o coordenador do evento, Cristovão Costa, o objetivo maior é a divulgação mais ampla da virologia humana e animal. “O instituto possui apenas um especialista em virologia, então, com essa interação que possuímos com esse grupo do Laboratório de Virologia da USP, foi oportuno elaborar essa semana de virologia para a disseminação do conhecimento”, explicou o pesquisador do Inpa. Outro ponto importante que Costa destacou sobre a realização do evento, além da importância da promoção do conhecimento e a atração de estudantes para a virologia, pois são poucos alunos que procuram por essa área de estudo. Para a estudante e bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Anne Katrine Amazonas, o interesse em participar do seminário veio pela complementação de conhecimento ao seu projeto, que aborda a questão dos rotavírus. “Essa semana de virologia é


importante, pois abriu minha mente para muitas questões e tirou muitas dúvidas, além de receber esse conhecimento através de doutores da USP, que possuem um conhecimento mais avançado sobre as questões dos vírus”, ressaltou a bolsista. A pesquisadora do Instituto de Virologia da USP, Charlotte Marianna Hársi, reforçou a opinião de Cristovão Costa sobre a importância de realizar o seminário para despertar o interesse e repassar essas informações e conhecimentos aos cientistas, estudantes e curiosos sobre o assunto. “Esse conteúdo passado no seminário serve para auxiliar os estudantes a realizarem suas pesquisas de forma correta e, consequentemente, obter bons resultados”, garantiu.


Veículo: G1 AMAZONAS

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Assunto:Alunos do ITA criam aplicativos para ajudar crianças que sofrem de dislexia ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Alunos do ITA criam aplicativos para ajudar crianças que sofrem de dislexia Falta de opções em português motivou desafio com alunos de computação. Jogos educativos ajudam disléxicos a superar obstáculos de aprendizagem.

Um grupo de estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) participou de um desafio para criar os primeiros aplicativos em língua portuguesa para crianças e jovens com dislexia. Entre abril e setembro deste ano, eles desenvolveram três jogos educativos para smartphones e tablets destinados a ajudar quem tem dificuldade de relacionar o reconhecimento e interpretação dos sons às palavras e sílabas, ordenar e escrever corretamente as letras, além de memorizar sons e sílabas e estimular a coordenação motora. Os jogos são gratuitos e funcionam em aparelhos com sistema operacional Android. O desafio foi idealizado pelo Instituto ABCD, organização não-governamental que mantém programas para pessoas com dislexia e outros transtornos de aprendizagem, como a discalculia (dificuldade em reconhecer e lidar com as diferentes formas de representação numérica). A premiação dos grupos participantes foi feita na quarta-feira (10), em São Paulo, como parte das atividades da Semana de Dislexia, realizada entre os dias 8 e 14 de outubro. De acordo com a diretora-presidente do instituto, Mônica Cristina Andrade Weinstein, o desafio "surgiu da constatação de que existem pouquíssimos recursos de tecnologia em língua portuguesa para quem tem dislexia". saiba mais


• Prevenção de distúrbio ajuda na alfabetização matemática, diz britânica Ela afirmou que, em vez de contratar uma empresa para desenvolver aplicativos, o instituto preferiu envolver estudantes para "levar a questão da dislexia para outras áreas", e também porque são os alunos de computação de hoje que poderão desenvolver novas tecnologias para uso social no futuro. Na primeira edição do desafio, a única instituição participante foi o ITA, por meio do ITAbits, grupo criado para incentivar a participação dos alunos em competições desse tipo. O sucesso da iniciativa fez com que o Instituto ABCD já começasse a planejar uma segunda edição, aberta a outras instituições. "Os alunos são super jovens e brilhantes, são alunos com muita facilidade na aprendizagem que aceitaram ajudar alunos com dificuldade de aprendizagem", afirmou Mônica. Todos os nove estudantes que apresentaram aplicativos atualmente cursam o segundo ano de engenharia da computação no ITA. Eric Gomes Muxagata Conrado, de 19 anos, faz parte do trio que venceu o desafio, junto com os colegas Marcio Araujo de Paiva Filho e Victor Gonçalves Elias. Como prêmio, os três ganharam uma viagem aos Estados Unidos para conhecer o Massachussetts Institute of Techonology (MIT) e iniciativas que estimulam a criação de programas de computador com alguma ênfase social. Ele afirmou que esse é o seu primeiro grande desafio e que a ideia de elaborar um projeto destinado a pessoas com dificuldade de aprendizagem mudou sua visão sobre a carreira que escolheu. "Não tinha muito interesse nisso antes de estudar e ver o quanto é fácil usar os conhecimentos que a gente adquire na faculdade para ajudar as pessoas", explicou. No sentido horário, os aplicativos Aramumo, Arqueiro Defensor e Mimosa e o Reino das Cores (Foto: Reprodução) Diversão e aprendizado O aplicativo vencedor, Aramumo, traz um jogo de palavras-cruzadas, porém usando sílabas. Desenvolvido em dois meses, ele tem atualmente cinco níveis de dificuldade, mas Eric garante que o grupo vai continuar trabalhando para ampliá-lo. "O aplicativo fala a palavra e o usuário tenta montar a palavra com as sílabas. A pontuação é feita de acordo com o tempo que o jogador leva para acertar todas as palavras", diz. Os outros dois aplicativos ficaram empatados em segundo lugar, e seus criadores receberam, como prêmio, a participação no Fórum Mundial de Empreendedorismo Social, no Rio de Janeiro. Arqueiro Defensor é o nome de um deles. Criado por Camila Matias Morais e Samuel Flavio Barroso Sousa, com a participação de Victor Gonçalves Elias, o jogo segue o estilo do aplicativo Angry Birds: o usuário deve usar a tela sensível a toque para atirar flechas e, ao acertar pássaros, uma palavra é ouvida e deve ser digitada. "A gente queria algo que focasse o aluno, para que ele continuasse insistindo. Como o público tem dificuldade de aprendizagem, quisemos mexer com todos os sentidos dele", disse Camila, de 21 anos. "A ideia era unir uma coisa divertida ao aprendizado, e que o jogador não ficasse desmotivado", contou Samuel, de 20 anos. Segundo Camila, o jogo já está disponível para aplicativos Android de forma gratuita e pode ser usado por falantes de língua portuguesa de todas as partes do mundo. Marcelo Florêncio Sobral, de 23 anos, e o aplicativo educativo que ajudou a desenvolver (Foto: Ana Carolina Moreno/G1) Marcelo Florêncio Sobral, de 23 anos, desenvolveu o aplicativo Mimosa e o Reino das Cores com Gabriel Mendes Oliveira Lima e Rodrigo Rolim Ferreira. Ele conta que, no início do jogo, o vilão da história rouba as cores do mundo, e cabe ao jogador devolver as cores.


"Mas, para isso, ele precisa nomear cada objeto do cenário", explicou. Colher, faca, guardanapo, limonada são algumas das palavras que o usuário deve escrever. Cada desafio tem uma abordagem, desde a escolha entre três opções até o preenchimento da letra que falta para completar o nome. O próximo passo do grupo é colocar o aplicativo no ar, na loja da Android, para smartphones e tablets.


Veículo: G1 AMAZONAS

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Assunto:Ameba que se alimenta de cérebros mata dez pessoas no Paquistão ( ) Release da assessoria de imprensa ( ) Matéria articulada pela assessoria ( X) Iniciativa do próprio veículo de comunicação ( ) Pesquisa financiada pela Fapeam Projeto: Pesquisador(a):

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Ameba que se alimenta de cérebros mata dez pessoas no Paquistão Micro-organismo vive na água e entra no corpo das vítimas pelo nariz. Governo local pediu investigação urgente sobre epidemia de protozoário. Autoridades de Karachi, no sul do Paquistão, pediram nesta terça-feira (9) uma investigação imediata sobre uma ameba presente na água que se alimenta de cérebros e já matou dez pessoas em quatro meses na cidade.

O micro-organismo entra no corpo pelo nariz e depois vai para o cérebro, onde destrói os neurônios. Naegleria fowleri (Foto: Laboratory Identification of Parasites of Public Health Concern/Divulgação) Segundo o Ministério da Saúde local, a análise sobre a epidemia desse protozoário, da espécie Naegleria fowleri, se concentrará na rede de água potável, em piscinas e locais de purificação usados pelos muçulmanos. Essa ameba vive em águas paradas e na terra úmida, e seu nível de propagação aumenta com a elevação das temperaturas. Para ler mais notícias do G1 Ciência e Saúde, clique em g1.globo.com/ciencia-e-saude. Siga também o G1 Ciência e Saúde no Twitter e por RSS.


Veículo: PORTAL A CRÍTICA Assunto:Manaus

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terá atendimento prioritário na instalação de cabos de fibra ótica até 2013

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Manaus terá atendimento prioritário na instalação de cabos de fibra ótica até 2013 O compartilhamento de cabos de fibra ótica para as regiões Norte e Nordeste será viável por meio de um memorando de entendimento entre as empresas Telebras e operadora TIM As empresas Telebras e Tim assinaram nesta quarta-feira (10) memorando de entendimento formalizando o compartilhamento de cabos de fibra ótica nas regiões Norte e Nordeste do país, atendendo prioritariamente Manaus até 2013, mas dando condições de inclusão do eixo Manaus-Macapá e Macapá-Belém no Plano Nacional de Banda Larga.

O presidente da Telebras, Caio Bonilha, destacou que o acordo permitirá prover Manaus com a tecnologia até a metade de 2013, abrindo caminho para serviços em celular, com tecnologia 3G e 4G. A parceria também prevê a extensão de redes de Banda Larga ao sertão nordestino, com uma infraestrutura de fibra ótica entre o Piauí e o norte mineiro, através de parcerias com as operadoras locais de energia elétrica *Com informações da Agência Brasil


Veículo: PORTAL AMAZÔNIA Assunto:

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Empresas assinam acordo para Programa de Banda Larga

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Empresas assinam acordo para Programa de Banda Larga Acordo entre TIM e Telebras permitirá a ampliação da capilaridade das redes 3G e LTE (4G) na telefonia MANAUS – A Telebras e a TIM assinaram nesta quarta-feira (10) o MOU (Memorandum Of Undestanding) que levará banda larga de alta velocidade e qualidade para o interior das regiões Norte e Nordeste do Brasil. O acordo é fruto das sinergias de rede de transporte das empresas e permitirá a ampliação da capilaridade das redes 3G e LTE (4G), assim como trará maior eficiência no investimento nestas localidades. Sinergia permitirá a adesão ao Programa Nacional de Banda Larga e a infraestrutura necessária para a realização da Copa do Mundo de 2014, em Manaus. O presidente da TIM, Andrea Mangoni , afirma que operadora está disposta a desenvolver outras iniciativas em parceria com a Telebras. “É possível ainda a expansão da rede WiFi e a ampliação da área de atuação de provimento de banda larga para o mercado residencial e corporativo. A ideia é também investir na disponibilidade de rede para aplicações de inclusão social (PNBL) e/ou rural”, afirma. A TIM cederá 2.200 km de um par de fibras ópticas no trecho entre Tucuruí/PA – Macapá/AP – Manaus/AM à Telebras. Em contrapartida, a estatal cederá pares de fibras de mesma quilometragem em trechos no interior do Norte e Nordeste, como Tucuruí/PA – Belém/PA. Outra iniciativa relevante é a negociação em andamento para a contratação pela TIM/Intelig de serviço de transporte ponto a ponto da rede Telebras. O objetivo é otimizar e melhorar a qualidade do serviço móvel 3G. Para o presidente da Telebras, Caio Bonilha, a parceria com a TIM reduzirá desigualdades regionais. “Dentro de pouco tempo, a população poderá contar com uma internet de alta qualidade e


velocidade a preços bem menores do que os praticados até hoje”, afirmou. Parcerias Telebras e TIM têm mantido negociações desde o ano passado, que resultaram também na assinatura, em março deste ano, de um contrato de compartilhamento de ambas as infraestruturas, como torres e sites. Com essa parceria, a Telebras expande ainda mais sua rede de fibras ópticas, tornando-se uma das maiores do Brasil.


Veículo: SITE EMBRAPA AMAZÔNIA OCIDENTAL Assunto:Inscrições

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abertas para cursos sobre mandioca e plantas daninhas

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Inscrições abertas para cursos sobre mandioca e plantas daninhas Sistema de Produção de Mandioca para o estado do Amazonas e Manejo Integrado de Plantas Daninhas são os próximos cursos a serem oferecidos pela Embrapa Amazônia Ocidental. Os cursos são direcionados a técnicos agrícolas, extensionistas, produtores rurais, agrônomos, e demais agentes ligados a atividades agropecuárias. As inscrições estão abertas e são gratuitas. Os cursos oferecidos são parte de um conjunto de estratégias para o processo de transferência de tecnologia, conforme destaca o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental Gilmar Meneghetti, do Setor de Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia. “A Embrapa no processo de transferência, entre outras metodologias, se utiliza dos cursos para que as tecnologias cheguem ao público final, que são os técnicos da extensão rural e os agricultores, principalmente. As tecnologias são componente importante no processo de desenvolvimento do Estado do Amazonas e toda a região norte do país”, afirma. “Para que ocorram novos processos sustentáveis de desenvolvimento, há necessidade de inovação tecnológica, que racionalize o uso dos recursos naturais, e a inovação acontece através do uso de novas tecnologias, processos e serviços”, explica. Por meio dos cursos, são repassadas informações e inovações obtidas através da pesquisa agropecuária realizada no estado do Amazonas. Programação - Nos dias 6 e 7 de novembro de 2012 será realizado o curso Manejo Integrado de Plantas Daninhas, ministrado pelos pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, Inocêncio Junior de Oliveira, Ronaldo Morais e José Roberto Antoniol Fontes. O curso abordará estratégias


associadas de controle de plantas daninhas em culturas de interesse no Amazonas. O curso sobre sobre Sistema de Produção de Mandioca para o estado do Amazonas será realizado nos dias 27 e 28 de novembro de 2012. Serão abordadas informações sobre preparo do solo, controle de plantas daninhas em plantios de mandioca, sistema de plantio, cadeia produtiva, doenças e pragas, colheita, produtos e subprodutos da mandioca e sistema de produção para terra firme e várzea. O pesquisador Miguel Dias ministra o curso. Inscrições - As inscrições para os cursos estão abertas, são gratuitas e podem ser feitas pelo email eventos@cpaa.embrapa.br , informando nome, telefone, profissão e interesse em fazer o curso. Informações mais detalhadas sobre cada curso podem ser obtidas pelo telefone (92) 3303-7973, no horário de 8h às 16h. Vagas - O curso Manejo Integrado de Plantas Daninhas tem a duração de 12 horas e oferece 30 vagas. Já o curso sobre Sistema de Produção de Mandioca tem a duração de 16 horas e estão disponíveis 25 vagas, com possibilidade de abrir nova turma em dezembro de acordo com o número de inscritos. No mês de dezembro de 2012 estão previstos mais três cursos gratuitos, sobre: Boas Práticas da Cultura do Cupuaçuzeiro; Cultura da Seringueira; e Administração da unidade de produção familiar rural.


Veículo: CONSECTI Assunto:Patentes

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são usadas como armas em guerras entre empresas de tecnologia

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Patentes são usadas como armas em guerras entre empresas de tecnologia Quando a Apple anunciou no ano passado que todos os iPhones viriam equipados com um sistema de assistência por comando por voz chamado Siri, capaz de responder a perguntas faladas, Michael Phillips sentiu um grande pesar. Phillips dedicou três décadas a criar software que permita que computadores compreendam a fala humana. Em 2006, fundou uma empresa de reconhecimento de voz, e não demorou para que executivos da Apple, do Google e de outras companhias o procurassem propondo parcerias. A tecnologia de Phillips chegou a ser integrada ao sistema Siri, antes que este fosse absorvido pelo iPhone. Mas, em 2008, a companhia de Phillips, chamada Vlingo, foi contatada por uma empresa muito maior de software de reconhecimento de voz, a Nuance. “Dispomos de patentes que podem impedir que vocês operem nesse mercado”, disse Paul Ricci, o presidente-executivo da Nuance, a Phillips, de acordo com executivos que participaram da conversa. Ricci lançou um ultimato: ou Phillips vendia sua empresa à Nuance ou seria processado por violação de patentes. Quando Phillips se recusou a vender, a companhia de Ricci abriu o primeiro de seis processos contra a Vlingo. Não demorou para que a Apple e o Google parassem de responder aos seus telefonemas. A empresa que estava desenvolvendo o Siri trocou o software de Phillips pelo de Ricci, e milhões de dólares


que o primeiro havia reservado a pesquisa e desenvolvimento terminaram gastos com advogados e custas judiciais. Quando o primeiro processo foi a julgamento, no ano passado, Phillips saiu vitorioso. Na única disputa entre as empresas que chegou a um tribunal, o júri decidiu que Phillips não havia violado a patente sobre um sistema de reconhecimento de voz detida pela companhia de Ricci. Mas era tarde demais. O custo do processo chegara aos US$ 3 milhões, e o estrago financeiro já estava feito. Em dezembro, Phillips fechou acordo para vender sua companhia a Ricci. “Estávamos a ponto de mudar o mundo quando nos vimos presos nesse atoleiro judicial”, ele lamenta. Phillips e a Vlingo estão entre os milhares de executivos e empresas que se veem aprisionados por um sistema de patentes sobre software que juízes federais, economistas, autoridades e executivos da tecnologia dizem ser falho a ponto de sufocar a inovação. Acompanhando as imensas inovações tecnológicas das duas últimas décadas, argumentam, surgiu uma sombra. O mercado para novas ideias foi corrompido por patentes de software usadas como armas de destruição. A Vlingo era uma empresa pequena e nova nesse campo de batalha, mas, como demonstram os recentes processos envolvendo Apple e Samsung, os gigantes da tecnologia também estão travando guerras. No setor de smartphones, apenas, de acordo com uma análise conduzida pela Universidade Stanford, cerca de US$ 20 bilhões foram gastos em compras de patentes e processos relacionados a elas nos dois últimos anos –o que bastaria para bancar oito missões de exploração da superfície de Marte por veículos robotizados. No ano passado, os gastos da Apple e do Google com processos quanto a patentes e com compras de patentes dispendiosas ultrapassaram pela primeira vez seu investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, de acordo com documentos submetidos pelas empresas às autoridades. Patentes são vitalmente importantes para a proteção da propriedade intelectual. Há muita criatividade no setor de tecnologia, e sem patentes os executivos dizem que seria injustificável investir fortunas no desenvolvimento de novos produtos. E os acadêmicos dizem que alguns aspectos do sistema de patentes, como a proteção aos produtos farmacêuticos, costumam funcionar sem solavancos. Mas muita gente argumenta que as leis de patentes dos Estados Unidos, criadas para proteger concepções mecânicas, não servem ao atual mercado digital. Ao contrário das patentes para novas fórmulas de medicamentos, as de software muitas vezes conferem aos seus detentores a propriedade de conceitos, e não de criações tangíveis. Hoje, o serviço norte-americano de patentes aprova sem hesitar patentes que descrevem algoritmos ou métodos de negócios vagos, como um sistema de software que calcula preços on-line, sem que os seus analistas exijam detalhes específicos sobre como ocorrem esses cálculos ou como o software funciona. Como resultado, algumas patentes têm termos tão amplos que permitem que seus detentores aleguem propriedade abrangente sobre produtos aparentemente separados criados por terceiros. Muitas vezes, empresas são processadas pela violação de patentes que nem sabiam que existiam ou nem sonhavam que pudessem ser aplicadas a suas criações, a um custo que termina repassado aos consumidores na forma de preços mais altos e de menos escolha. “Há um verdadeiro caos”, disse Richard Posner, um juiz federal de recursos norte-americanos que ajudou a formular as leis de patentes de seu país. “Os padrões para a concessão de patentes se afrouxaram demais.” Quase todas as empresas de tecnologia estão envolvidas em disputas judiciais quanto a patentes no


momento, mas a mais importante nesse campo é a Apple, dizem executivos do setor, devido ao seu tamanho e ao montante das indenizações que solicita. Em agosto, na Califórnia, a companhia conquistou indenização de US$ 1 bilhão em um processo por violação de patentes contra a Samsung. Antigos funcionários da Apple afirmam que os executivos da empresa agiram deliberadamente nos últimos dez anos, depois que a Apple enfrentou problemas quanto a patentes detidas por terceiros, para usar patentes como armas contra os concorrentes do iPhone, a maior fonte de lucro da empresa. A Apple abriu processos judiciais múltiplos contra três empresas – HTC, Samsung e Motorola Mobility, hoje controlada pelo Google. Essas empresas, somadas, respondem hoje por mais de metade dos smartphones vendidos nos Estados Unidos. Se as alegações da Apple –que incluem alegações de que ela é proprietária de elementos menores tais como ícones quadrados com os cantos arredondados, bem como de tecnologias mais fundamentais dos smartphones– forem confirmadas pela Justiça, é provável que a empresa force seus concorrentes a reformular completamente seus métodos de desenvolvimento de celulares, dizem especialistas setoriais. HTC, Samsung, Motorola e diversas outras empresas também apresentaram numerosos processos contra rivais, alegando a propriedade de tecnologias que mudaram o mercado. A EDUCAÇÃO DE UM GUERREIRO DAS PATENTES A evolução que fez da Apple uma das empresas mais belicosas do mercado no que tange a patentes ganhou ímpeto, como muita coisa na empresa, depois de uma ordem seca de seu então presidenteexecutivo Steve Jobs. O ano era 2006, e a Apple estava preparando o lançamento do primeiro iPhone. A vida na sede da empresa, dizem antigos executivos da Apple, havia se tornado frenética, com reuniões constantes entre engenheiros e executivos e trabalho de programação 24 horas por dia. Uma nova presença nesses encontros era a de advogados especialistas em patentes. Poucos meses antes, a Apple havia aceitado relutantemente pagar US$ 100 milhões à Creative Technology, uma empresa de Cingapura. Em 2001, a Creative havia obtido uma patente de software de termos amplos sobre um “aparelho portátil para reprodução de música” que apresentava semelhança modesta com o iPod, produto da Apple que entrara no mercado naquele ano. Quando a patente foi concedida à Creative, tornou-se uma espécie de licença para processar. A Apple decidiu encerrar o processo por acordo cerca de três meses depois que a Creative recorreu à Justiça. “A Creative teve muita sorte por ter conseguido essa patente prematura”, disse Jobs no comunicado em que o acordo foi anunciado, em 2006. Na Apple, ele promoveu uma reunião com seus principais subordinados. Embora a Apple sempre tenha sido competente na solicitação de patentes, no caso do iPhone ele disse “vamos patentear tudo”, de acordo com um antigo executivo que participou da reunião mas, como outros exfuncionários da empresa, pediu que seu nome não fosse mencionado porque está sujeito a cláusulas de confidencialidade. “A atitude dele era a de que, se alguém na Apple consegue sonhar uma ideia, devemos pedir patente, porque, mesmo que não coloquemos essa ideia em prática, a patente pode servir como arma de defesa”, diz Nancy Heinen, que foi diretora jurídica da Apple até 2006. Em breve os engenheiros da empresa passaram a participar de “reuniões de revelação de invenções”, a cada mês. Um dia, um grupo de engenheiros de software se reuniu com advogados de patentes, de acordo com um antigo advogado desse departamento da Apple que participou do encontro. A sessão resultou em propostas para mais de uma dúzia de possíveis patentes, mas um veterano da empresa decidiu se pronunciar: “Prefiro não participar”, ele declarou, de acordo com o advogado


presente à reunião. O engenheiro disse não acreditar que empresas tivessem o direito de controlar conceitos básicos de software. É uma queixa ouvida em todo o setor. A crescente pressão para afirmar propriedade sobre tecnologias amplas conduziu a uma destrutiva corrida armamentista, dizem os engenheiros. Alguns mencionam os chamados “trolls de patentes”, empresas que existem apenas para abrir processos por violações de patente. Outros afirmam que as grandes empresas de tecnologia também exploram os pontos fracos do sistema. “Existem centenas de maneiras de escrever os mesmos programas de computador”, diz James Bessen, especialista em assuntos jurídicos na Universidade Harvard. E com isso as solicitações de patentes muitas vezes tentam abarcar todas os possíveis aspectos de uma nova tecnologia. Quando esses pedidos são aprovados, diz Bessen, “as fronteiras não são claras, e por isso é realmente fácil acusar outras empresas de violação de direitos”. O número de solicitações de patentes, no setor de computação e nos demais, aumentou em mais de 50% no serviço de patentes norte-americano ao longo dos últimos dez anos, para mais de 540 mil em 2011. O Google obteve 2.700 patentes de 2001 para cá, de acordo com a M-CAM, uma empresa de análise de patentes. A Microsoft obteve 21 mil. Nos últimos dez anos, o número de solicitações de patentes submetidas pela Apple a cada ano quase decuplicou. A empresa obteve propriedade sobre controlar o zoom de uma tela de toque pelo movimento diagonal dos dedos, sobre o uso de ímãs para prender uma capa a um tablet e sobre as escadarias de vidro das lojas Apple. De 2000 para cá, recebeu mais de 4.100 patentes, de acordo com a M-CAM. A BUROCRACIA DAS PATENTES O pedido de patente da Apple que resultou na patente 8.086.604 chegou ao Serviço de Patentes e Marcas Registradas norte-americano no começo de 2004. Nos dois anos seguintes, um pequeno grupo de funcionários dedicou cerca de 23 horas –o período médio de revisão de uma nova solicitação– a examinar as pouco mais de 30 páginas do pedido, antes de recomendar rejeição. A solicitação, para um sistema de buscas comandado por voz e texto, era “uma variação óbvia” de ideias existentes, avaliou o perito em patentes Raheem Hoffler. Ao longo dos cinco anos seguintes, a Apple alterou a solicitação e a reapresentou mais oito vezes – e a cada vez a viu rejeitada pelo serviço de patentes. Até o ano passado. Em sua 10ª tentativa, a Apple conseguiu a aprovação da patente 8.086.644. Hoje, embora a parente não estivesse entre aquelas que causaram a disputa entre a Vlingo e a Nuance, ela se tornou conhecida como “patente Siri”, porque é vista como uma das pilastras da estratégia da Apple para proteger sua tecnologia de smartphone. Em fevereiro, a empresa citou a nova patente em um processo ainda não julgado contra a Samsung, cujo resultado pode reordenar radicalmente o mercado mundial de celulares inteligentes, que movimenta US$ 200 bilhões, ao conferir à Apple propriedade sobre tecnologias que se tornaram comuns, dizem os especialistas em software. O percurso da patente 8.086.644 até a aprovação demonstra que “há muito de errado com o processo”, disse Arti Raj, especialista em propriedade intelectual na escola de direito da Universidade Duke, que estudou o histórico de aprovação da patente a pedido do “New York Times”. A patente, como numerosas outras, é um exemplo da maneira pela qual empresas podem repetir uma solicitação de patente até que obtenham aprovação, ele afirma. Quando a Apple apresentou a primeira solicitação de patente para o sistema, o iPhone e o Siri não existiam. A solicitação era apenas uma expressão de esperança; descrevia uma “interface universal”


teórica que permitiria que pessoas realizassem buscas em diversas mídias, como a internet, bancos de dados empresariais e discos rígidos de computadores, sem que precisassem recorrer a múltiplos serviços de busca. A solicitação delineava como o software poderia funcionar, mas não oferecia uma receita específica para criá-lo e sugeria que as pessoas poderiam ditar o termo de busca a uma máquina, em lugar de digitá-lo. As ideias contidas naquela solicitação floresceriam na Apple, no Google, na Microsoft, na Nuance, no Vlingo e dezenas de outras empresas. Enquanto isso, a solicitação percorria discretamente o serviço de patentes, sendo rejeitada duas vezes em 2007, três vezes em 2008, uma vez em 2009, duas vezes em 2010 e uma vez em 2011. O serviço de patentes se recusa a discutir a patente 8.086.644. Funcionários da organização apontam que os 7.650 peritos receberam mais de meio milhão de solicitações de patentes no ano passado e que o número não para de crescer. Todos os observadores concordam em que o desempenho do serviço de patentes melhorou depois que David Kappos assumiu como diretor, em 2009. Em entrevista, ele declarou que o extenso processo de solicitações e rejeições entre a Apple e o seu departamento era prova de que o sistema funciona. “Somos o serviço de patentes”, ele disse, apontando que conceder patentes é a função da organização. Em comunicado, o serviço disse que havia dedicado os três últimos anos a reforçar suas normas a fim de aumentar a qualidade das patentes. Além disso, Kappos disse: “Nós temos em mente que apenas algumas poucas dessas patentes serão importantes”. BUSCANDO SOLUÇÕES Alguns especialistas se preocupam com a possibilidade de que as patentes amplas concedidas à Apple propiciem à empresa o controle de tecnologias que, ao longo dos sete últimos anos, foram desenvolvidas de modo independente por dezenas de companhias e têm papel central em muitos aparelhos. “A Apple pode sufocar o setor de telefonia móvel”, disse Tim O’Reilly, editor de guias de computação e crítico das leis de patente de software. “Uma patente é um monopólio sancionado pelo governo, e deveríamos ser muito cautelosos ao concedê-las.” Outros alegam que o sistema funciona bem. “A propriedade intelectual é só propriedade, como uma casa, e seus detentores merecem proteção”, diz Jay Kesan, professor de direito na Universidade do Illinois. “Temos regras em vigor, e elas estão melhorando.” “E, se alguém obtiver uma patente indevida, qual é o problema?”, ele questiona. “Os interessados podem pedir reavaliação. Podem recorrer à Justiça e invalidá-la. Mesmo que as regras precisem de melhora, é melhor tê-las do que não tê-las.”


Veículo: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto:Amazônia

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Legal terá força nacional de segurança ambiental permanente

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Amazônia Legal terá força nacional de segurança ambiental permanente A fiscalização contra o desmatamento ilegal na Amazônia Legal será permanente e ostensiva a partir de agora. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi criada uma força nacional de segurança ambiental permanente na região, independente da sazonalidade de desmatamentos observada nos últimos anos. "Não sairemos mais da Amazônia Legal, mesmo com chuva. Todo mundo espera que a gente saia na [época da] chuva, para desmatar", disse a ministra. Segundo ela, o trabalho desses grupamentos foram iniciados na região há pouco mais de um mês. "Agora, a fiscalização com estratégia de inteligência estará permanente"

Izabella disse que o novo modelo de fiscalização adotado pelo governo também inclui serviços de inteligência envolvendo outros órgãos do governo e um programa de ação de combate aos crimes que será conduzido pelo Exército. Intitulado Proteger Ambiental, a criação do programa deve ser publicada esta semana.

"Mudou todo o arranjo de inteligência ambiental e de ação coordenada das entidades federais. Vamos trabalhar com o Exército, Marinha e Aeronáutica. Vamos contar com a inteligência militar", disse. Em tom otimista, a ministra afirmou que os resultados vão aparecer em poucos dias.


Em agosto deste ano, o Sistema de Monitoramento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostrou que a degradação e o desmatamento na Amazônia Legal atingiram uma área quase 200% maior do que a destruída em agosto do ano passado. Em setembro, a devastação na região caiu para 282 quilômetros quadrados, mas ainda afetou uma área maior do que a do ano passado (213 quilômetros quadrados).

A queda na comparação entre agosto e setembro foi impulsionada, principalmente, pela redução de 83% da área desmatada no Pará e de 32% em Mato Grosso.

Apesar do aumento da área afetada em comparação a 2011, o governo anunciou os números em um clima mais otimista. Foi a primeira vez que as imagens da destruição foram analisadas e o governo conseguiu separar, nesses locais, o que foi degradação, que pode incluir as queimadas intensificadas pela seca do mês de agosto, e o que representa corte raso, ou desmatamento.

"Dos 522 quilômetros quadrados em agosto, 40% estão associados a desmatamento [corte raso] e 60% a degradação, que inclui queimadas. É um período atípico, com intensificação de queimadas pela seca", explicou a ministra. Em setembro, o desmatamento superou a degradação, respondendo por 63% da área identificada pelo satélite.

"Muitas vezes o fiscal sai e se depara com desmatamento que já aconteceu ou com área que é queimada e não é desmatamento. Este aperfeiçoamento tecnológico foi concluído ontem entre Inpe e Ibama [Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Hídricos]", disse a ministra. (Agência Brasil)


Veículo: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto:Americanos

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Robert Lefkowitz e Brian Kobilka vencem o Nobel de Química

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Americanos Robert Lefkowitz e Brian Kobilka vencem o Nobel de Química Os americanos Robert Lefkowitz e Brian Kobilka foram anunciados nesta quarta-feira (10) como os vencedores do Prêmio Nobel de Química 2012 por seus estudos inovadores sobre os receptores acoplados às proteínas G. Segundo comunicado da Real Academia Sueca de Ciências, os dois pesquisadores fizeram descobertas revolucionárias sobre os funcionamentos internos de uma importante família de receptores, os acoplados às proteínas G, que permitem às células "adaptar-se a situações novas".

Em nota, a entidade que concede a premiação disse que "cerca da metade de todos os remédios fazem efeito através dos receptores acoplados a proteínas G", por isso a descrição de seu "funcionamento interno" levará a grandes avanços neste âmbito.

O trabalho dos dois revelou os chamados receptores G, uma vasta gama de proteínas podem atravessar as membranas das células e permitir que elas recebam mensagens químicas sobre o ambiente. É graças a elas que as bilhões de células de nosso corpo conseguem interagir e se adaptar.

A descoberta tem várias aplicações em medicina e química. Os receptores G são alvo de cerca da metade de todos os medicamentos conhecidos. Estão ligados também às sensações, sejam luminosas, gustativas ou olfativas. São eles que também permitem que saibamos quando um alimento é doce ou salgado.


Lefkowitz trabalha no Instituto Médico Howard Hughes e no Centro Médico Universitário Duke, de Durham (EUA), e Kobilka é pesquisador da Escola Universitária de Medicina de Stanford (EUA).

Falando por teleconferência de seu laboratório em Maryland, nos EUA, Lefkowitz explicou que os receptores servem como porta de entrada nas células para muitos hormônios e neurotransmissores (mensageiros nervosos). "Esses receptores estão crucialmente posicionados para regular quase qualquer processo fisiológico em seres humanos. Como médicos, o que devemos fazer em caso de doença é regular a atividade desses receptores", disse ele.

Os ganhadores deste prêmio, dotado de oito milhões de coroas suecas (R$ 2,4 milhões), 20% a menos que no ano passado, sucedem na lista do Nobel de Química o cientista israelense Daniel Shechtman, que recebeu a honraria no ano passado.

Na quinta-feira (11), está previsto o anúncio do nome do ganhador do Nobel de Literatura, enquanto na sexta-feira (12) será anunciado o da Paz e, na segunda-feira (15), a lista de ganhadores da edição 2012 será finalizada com a concessão do prêmio de Economia.

A entrega do Nobel será realizada, de acordo com a tradição, em duas cerimônias paralelas: em Oslo para o da Paz, e em Estocolmo para os demais, no dia 10 de dezembro, coincidindo com o aniversário da morte de Alfred Nobel. (JC com Agências de Notícias)


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Robert Lefkowitz e Brian Kobilka vencem o Nobel de Química

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Irlanda se dispõe a oferecer duas mil bolsas do Ciência sem Fronteiras O presidente Michael D. Higgins assinou carta de intenções no âmbito do programa. Ele manifestou interesse em compartilhar com o Brasil a qualidade de ensino de seu país. O presidente da Irlanda, Michael D. Higgins, manifestou interesse em compartilhar com o Brasil a qualidade de ensino de seu país. Ele assinou uma carta de intenções para oferecer duas mil bolsas de graduação do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), nesta terça-feira (9), no Ministério da Educação.

"Nenhuma outra iniciativa no mundo teve essa magnitude", disse, na cerimônia em Brasília. "O Brasil é uma das maiores economias do mundo hoje. Ao fechar seus capítulos de problemas econômicos, nações como essa devem se concentrar naquilo que é real e melhor: o talento de seus povos."

Representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) na cerimônia, o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, destacou a qualificação do novo parceiro. "A gente reconhece que a Irlanda é um país que, embora pequeno, com uma população pequena, descobriu desde a sua independência que a inovação era o caminho", afirmou após o evento. "Eles têm empresas tecnológicas de ponta e filiais de pesquisa e desenvolvimento de grandes companhias, pois souberam criar um ambiente educacional e profissional que favorece realmente a inovação. Queremos aproveitar e expor nossos estudantes a isso."


Segundo Oliva, as universidades irlandesas são referência em biotecnologia, biomedicina, indústria farmacêutica e tecnologias da informação e comunicação. "Teremos grandes oportunidades de cooperação científica", afirmou.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também valorizou a experiência da Irlanda. "O Brasil tem todo o interesse de se aproximar de um país que é um exemplo na qualidade da educação que oferece ao seu povo, um país que construiu uma base sólida de ciência, tecnologia e inovação", ressaltou.

Outras frentes - Para além do CsF, Higgins se propôs a buscar mais campos na cooperação bilateral: "Queremos estabelecer uma parceria mais ampla no compartilhamento de pesquisa para o desenvolvimento dos nossos povos".

A ideia do chefe de governo irlandês ganhou reforço do presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães. "A nossa expectativa ultrapassa o Ciência sem Fronteiras", disse. "Temos certeza de que esses acordos vão abrir oportunidades de cooperação muito forte entre os dois países, entre as nossas instituições de pesquisa."

No Brasil desde domingo (7) e até quinta-feira (11), Higgins já havia visitado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. Também integram a delegação o ministro irlandês para Comércio e Desenvolvimento, Joe Costello, e representantes de outras áreas do governo, dos setores empresarial e universitário. (Ascom do MCTI)


Veículo: JORNAL DA CIÊNCIA Assunto:Especialistas

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propõem planos para Rede de Pesquisa em Tuberculose

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Especialistas propõem planos para Rede de Pesquisa em Tuberculose Encontro ocorreu nessa segunda-feira (8), em Belo Horizonte, reunindo os representantes da Fapemig, Faperj e Fapeam. Nessa segunda-feira (8), pesquisadores dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Amazonas se reuniram na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) para apresentar aos presidentes e diretores científicos da Fapemig, Faperj e Fapeam os trabalhos em desenvolvimento no "Programa Temático em Diagnóstico de Tuberculose". O projeto que deu origem à Rede de Pesquisa em Tuberculose é uma ação que reúne as três Faps e tem como objetivo acompanhar as pesquisas que buscam novos métodos de análise e de diagnóstico da doença. A Rede ainda prevê um investimento de R$6 milhões em estudos sobre o tema.

Na abertura do encontro, o presidente do Confap e Fapemig, Mário Neto Borges, ressaltou que a preocupação da Rede é contemplar pesquisas do tipo translacional, ou seja, aquela que transfere o conhecimento da área básica para a prática da medicina. "O intuito da Rede é somar forças dos três estados para que haja uma maior articulação entre os grupos de pesquisa. Além disso, valorizar e potencializar todos os trabalhos produzidos". Para a diretorapresidente da Fapeam, Maria Olívia Simão, é preciso visualizar de fato esse trabalho de integração, apoiando cada vez mais a pesquisa e principalmente observando o que ainda precisa ser feito. O presidente da Faperj, Ruy Garcia Marques, chamou a atenção para a importância da parceria entre as Faps em pesquisas de interesse comum e ainda observou a


necessidade da Rede trabalhar sempre de forma objetiva.

O encontro teve início com a apresentação do projeto de Minas Gerais, desenvolvido por Silvana Spíndola, coordenadora do grupo de pesquisa em microbacterioses da UFMG; Wânia da Silva, coordenadora do grupo em biologia molecular; e Tânia Mara, coordenadora do grupo de imunologia da tuberculose. De acordo com Silvana, o objetivo geral é criar nos três estados do projeto, infraestrutura de pesquisa clínica operacional e laboratorial adequada às normas de biossegurança de doenças de transmissão respiratória.

Como em Minas Gerais os projetos são focados na área de diagnóstico, Silvana Spíndola, destacou a importância de fomentar pesquisas de diagnóstico em tuberculose por meio de ações de cooperação entre instituições dos três estados participantes para implantação de uma rede de pesquisa interregional e interdisciplinar capaz de realizar estudos multicêntricos. "É preciso também capacitar as Unidades de Saúde na realização de pesquisas de diagnóstico de elevado padrão técnico e harmonizada com as normas nacionais e internacionais", pontuou.

A segunda exposição foi proferida por Afrânio Kritski, chefe do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFRJ. No estado a meta do projeto é implementar Centros de Pesquisa Clínica Operacional em Unidades de Saúde. O palestrante também mencionou que uma das metas do Rio de Janeiro é ajudar na realização de projetos que estejam criando novas tecnologias no país e principalmente avaliar o impacto dessas novas tecnologias. Durante sua explanação, Kritski ainda destacou os relevantes trabalhos na área conquistados no ano de 2011 como os seminários de pesquisa em Tuberculose, o manual de normas de pesquisa em rede, a própria pesquisa translacional e outros.

O encerramento das apresentações foi conduzido pelo médico e professor da Faculdade do Amazonas, Marcelo Cordeiro do Santos, que falou sobre o projeto do estado. Segundo Santos, o maior problema em Manaus - uma das localidades com maior incidência de Tuberculose - é que metade dos pacientes não é diagnosticado com a doença. Por isso, uma das propostas firmadas é expandir a gerência de bacteriologia, promovendo a ampliação da capacidade de serviços oferecidos para o diagnóstico laboratorial de Tuberculose.

Interação - Na avaliação do presidente Mario Neto Borges, o encontro foi um sucesso. "Estamos tratando de uma iniciativa pioneira na saúde pública do Brasil ao reunir os esforços e trabalhos das três Faps em prol de um mesmo objetivo, criar uma estrutura de pesquisa sobre tuberculose", disse. Ele destacou ainda que o encontro foi uma boa oportunidade de acompanhamento e análise dos trabalhos que estão em andamento, antes da entrega do resultado. "Esse seria o momento oportuno, por exemplo, para chamarmos a atenção em caso de algum equivoco. Mas, felizmente, notamos que os trabalhos estão seguindo o objetivo de serem complementares e estão muito bem articulados".

Segundo o diretor científico da Faperj, Jerson Lima, um aspecto muito positivo no trabalho realizado pela Rede Tuberculose, que reúne as Federações Estaduais de Amparo à Pesquisa dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Manaus, é o foco, alinhamento e objetivo em comum das três entidades. "É difícil um trabalho realizado em rede, em tão pouco tempo de existência, neste caso dois anos, ter um resultado tão satisfatório. Os resultados produzidos por cada grupo não são repetitivos e sim complementares, atendendo ao objetivo da proposta". Outro ponto de destaque levantando pelo diretor foi o foco das pesquisas desenvolvidas estarem na assistência, nos postos de saúde. "Nosso objetivo maior", ressaltou.

A forte e bem sucedida interação entre as redes também foi o ponto alto dos trabalhos, de


acordo com a diretora-presidente da Fapeam, Maria Olívia Simão. "A Rede Tuberculose me surpreendeu positivamente com os resultados alcançados e pela qualidade dos trabalhos complementares". Ela também chamou a atenção para as propostas levantadas por cada Fap no encontro. "Após as adequações condensadas e adaptação das propostas, o conjunto das ações levantados nesse encontro serão novamente avaliados no próximo dia 31 de outubro". (Ascom do Confap)


Veículo:JORNAL EM TEMPO

Editoria: ECONMIA

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Data: 11/10/2012


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Editoria: MUNDO

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Veículo:DIÁRIO DO AMAZONAS

Editoria: SOCIEDADE EDUCAÇÃO

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