Edição de Junho

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Edição 162 | junho 2022

Sua revista impressa e 100% digital

Moody’s altera perspectiva de nota da BRF para estável

Carne Suína novas plantas em SC obtem aval para exportação

Ar Tech Soluções para empresas em equipamentos para processo de embalagens

FISPAL TECNOLOGIA E TECNOCARNE MARCAM RETOMADA DO SETOR



Editorial FEIRAS MARCAM RETOMADA DO SETOR E SUPERAM EXPECTATIVAS Ilce Maria Silveira Diretora

Administrativo e Financeiro financeiro@revistafrigonews.com.br Jornalistas Sheila Prates Marcelo Rios jornalista@revistafrigonews.com.br Direção de arte Douglas Barros Assinatura assinatura@revistafrigonews.com.br Antônio Silva antonio@revistafrigonews.com.br Carla Carmello carla@revistafrigonews.com.br Luciano Graciano luciano@revistafrigonews.com.br Redação e Publicidade (19) 4101-9494 Whatsapp (19) 99147-1173

No campo das grandes mostras setoriais, a máxima de que a união faz a força foi posta à prova – e confirmada – pela Fispal Tecnologia e TecnoCarne 2022, realizadas juntas pela primeira vez. O evento reuniu o público, que tiveram a oportunidade de participar, do maior encontro de negócios do setor de alimentos, bebidas, proteínas e embalagens do Brasil. Visitantes e expositores de todo o país mostraram-se animados com a retomada da experiência presencial, o fechamento de negócios e os conhecimentos absorvidos por meio das mais de 120 horas de conteúdo qualificado oferecidas ao longo dos quatro dias. “Ficamos muito contentes com a repercussão do evento presencial. Atravessamos dois anos nos quais a indústria de alimentos e bebidas não parou, em muitos casos até ampliou as atividades, mas freou um pouco os investimentos em virtude de incertezas. A movimentação intensa nos corredores, a participação incrível nas atrações integradas e os relatos positivos dos expositores foram extremamente gratificantes. E mostram que todo o planejamento feito nos últimos meses foi oportuno e vai nos ajudar a melhorar ainda mais as próximas edições”, afirma Marina Cappi, gerente da Fispal Tecnologia e TecnoCarne.”

É uma publicação do Grupo e Editora


Índice Edição 162 | junho 2022

Sua revista impressa e 100% digital

Moody’s altera perspectiva de nota da BRF para estável

Carne Suína novas plantas em SC obtem aval para exportação

Ar Tech Soluções para empresas em equipamentos para processo de embalagens

F i s p a l Te c n o l o g i a e Te c n o C a r n e m a r c a m retomada do setor

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FISPAL TECNOLOGIA E TECNOCARNE MARCAM RETOMADA DO SETOR

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Oferece treinamentos a empresas quanto à manutenção correta de equipamentos e sobre manutenção

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A Agência de classificação de risco Moody’s, alterou a nota de crédito da BRF para estável

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Cinco plantas do Estado receberam autorização para vender ao mercado canadense



SOLUÇÕES PARA EQUIPAMENTOS

AR TECH: UMA MÃO NA RODA PARA EMPRESAS EM EQUIPAMENTOS PARA PROCESSO E EMBALAGEM Em alguns segmentos, como é o caso dos frigoríficos, contar com equipamentos para processo e embalagem é fundamental para que seus produtos possam ser ofertados com toda segurança necessária. No Brasil, uma das empresas importantes nesse setor é a AR Tech que desde 2014 opera no mercado e já adquiriu uma clientela considerável.

O diretor da AR Tech, Adilson Rosa explica o que a empresa oferece. “Além de responder às necessidades das empresas em equipamentos para embalagem. Trabalhamos com consultorias, reformas, treinamentos, vendas de peças e manutenção e representações. Hoje, atendemos empresas nos seguimentos frigoríficos, la cínios, fármaco, embalagem de produtos em gerais. Atendemos todo território nacional e alguns países da América La na”. Segundo Rosa, a AR Tech procura entender a situação de cada cliente, pois se u liza de uma metodologia diferenciada, onde se verifica a necessidade quem procura a empresa e depois, buscam a melhor solução entre custo-bene cio e tempo.

explica Rosa. “Oferecemos um serviço de manutenção corre va e preven va personalizado. Para assegurar que a máquina esteja em perfeitas condições, realizamos um check-up exaus vo de todo o equipamento, dedicando especial atenção ao estado dos diferentes mecanismos de controle e disposi vos de segurança. Sabemos que existem hoje no mercado, equipamentos que não possuem manutenção adequada e quando nos deparamos com esses equipamentos, realizamos uma orientação, na qual, detalhamos a importância da manutenção preven va e corre va de maneira eficaz, e nesse detalhe, mostramos as vantagens desses serviços nos equipamentos. Com esses serviços que realizamos junto com os clientes, desde consultorias, treinamentos, manutenção predi va e preven vas, fazemos um conjunto de ações, onde conseguimos em média 98% de eficácia do equipamento. Sendo que esses 2% de parada é para as ações predi vas e preven vas e essas ações são agendadas em dias programados por nossos clientes, com isso, conseguimos o máximo de produção que o equipamento pode proporcionar.

Treinamentos A AR Tech também oferece treinamentos a empresas quanto à manutenção correta de equipamentos A importância da manutenção e sobre a manutenção. Rosa explica. “Hoje, com profundo A parte de manutenção é outro ponto que a AR Tech considera como de extrema relevância, como conhecimento em equipamentos mul marcas, realizamos treinamentos personalizados, isso é, antes de realizarmos o treinamento, estudamos as necessidades dos nossos clientes, verificamos em quais áreas estão tendo dificuldades para operar o equipamento que são: operação elétrico, mecânico e lubrificação nas quais incorporamos no treinamento, além do conhecimento básico dos equipamentos. Com essas mesclas de conhecimento, geramos não só operadores, mas sim uma equipe de manutenção autônoma”. 6


SOLUÇÕES PARA EQUIPAMENTOS Peças O diretor da AR Tech comenta sobre as peças que a empresa disponibiliza: “Fornecemos toda linha de peças de reposição de qualquer fabricante. Atendimento personalizado com orientação técnica Para suprir a necessidade de reposição de peças de equipamentos, realizamos a nacionalização de peças conforme projeto e necessidade do cliente, garan ndo alto padrão de qualidade e preços compe vos. Entre essas peças, podemos deixar em destaque os moldes AR Tech, que possuem uma performance excelente, também trabalhamos com o kit para manutenção de bombas de vácuo e toda a linha de faca para termoformadoras, teflonamento e lubrificantes de grau alimen cios. Pandemia Os anos de 2020 e 2021 foram duramente afetados pela pandemia de Covid-19. Diversos segmentos foram prejudicados. Rosa explica como foi para a Art Tech durante esse período. “No início da pandemia, foi um momento de profunda adaptação dos novos tempos em que a profundamos estudos de

serviços remotos, tais como: treinamentos via chat, manutenções remotas assis das por telechamadas. Uma profunda adaptação interna de normas sanitárias, desde deslocamento técnico atendimento inloco, com os cuidados aos nossos colaboradores e clientes”. Expecta va Rosa acredita que para um futuro próximo, o cenário será promissor. “Contamos com andamentos em crescimento para 2023, tanto que estamos fechando parcerias com fornecedores de máquinas como AMD e fornecedores de filmes, tampa e fundos para embalagens com a Inplasul. Essas parcerias vêm de encontro ao crescimento do mercado e a necessidade dos nossos clientes.”

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FIQUE POR DENTRO

CARNE PRODUZIDA NO BIOMA PAMPA A Embrapa, o Ministério da Agricultura e o governo do Rio grande do Sul foram parceiros da Apropampa no processo que resultou na marca cole va, reconhecida pelo Ins tuto Nacional da Propriedade Industrial

A carne de animais criados no Pampa gaúcho já é comercializada com selo de iden ficação de origem. Reconhecida pelo Ins tuto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a marca cole va Apropampa, da Associação dos Produtores de Carne do Pampa Gaúcho, valoriza os produtos cárneos oriundos do bioma, facilitando o seu reconhecimento no mercado por parte dos consumidores. Conforme o presidente da Apropampa, Custódio Magalhães, a combinação entre a variedade de pastos naturais e cul vados, o clima, as raças taurinas e sinté cas criadas e o manejo u lizado são os grandes diferenciais que formam a singularidade da carne do Pampa. Assim, para ter o selo, todas as etapas da produção devem se dar no bioma, apenas com a possibilidade de abate fora do Pampa, mas ainda assim dentro do Rio Grande do Sul. “É 100% do Pampa. Os animais têm de ser nascidos e criados na região Queremos nos comunicar com o consumidor. Para que ele enxergue o selo e reconheça o que há por trás”, explica. A Embrapa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o governo do Estado do Rio Grande do Sul foram parceiros da Apropampa no processo que resultou na marca cole va. Segundo Danilo Sant'Anna, pesquisador da Embrapa Pecuária Sul (RS), além de diferenciar a carne, o obje vo da dis nção 8

é contar toda a história e significado que existe por trás do produto final. “O Pampa é um ambiente naturalmente campestre, diverso e muito propício à a vidade pecuária pastoril. E a figura do gaúcho, bem como sua cultura e tradição, se moldou por esse ambiente e por essa vocação para a pecuária. Nós não desmatamos para produzir, temos o ambiente propício, e a Apropampa pretende comunicar isso aos seus consumidores. Ao mesmo tempo, trabalhar pelo fomento à boa produção, constância e qualidade ofertadas ao consumidor, é uma necessidade. Daí outro dos eixos de trabalho entre a Embrapa e a Associação. Fazer essa parceria com a Embrapa qualifica a produção e promove a diferenciação do produto, possibilitando incremento de renda ao longo de toda a cadeia”, destacou Sant'Anna. Conforme Sant'Anna, a Embrapa par cipou de todo o processo que resultou na conquista do selo, desde apoio à formação da Apropampa até estudos técnicos de delimitação da área geográfica para iden ficação da origem da carne. O primeiro abate com o selo da marca cole va foi realizado inicialmente em Pelotas. Agora, a Apropampa busca firmar parceria com frigoríficos interessados em colocar no mercado a carne com o selo da marca. No Pampa, a alimentação dos animais, composta em sua maior parte pela rica variedade dos pastos naturais, dá origem a um produto com perfil de gordura mais saudável, já que possui mais ômega 3 do que ômega 6. Essa diferença se dá não apenas no po de gordura formada. Os bovinos são animais naturalmente prontos para fazer a digestão de fibras, de pasto. Para fazer a digestão de grãos, eles precisam passar por uma adaptação. Essa variação de alimentação faz com que sejam formadas gorduras totalmente diferentes, e isso interfere também no sabor e no aroma do produto. Fonte: Portal DBO



MEIO AMBIENTE

Nova métrica de emissões favorece pecuária Observatório de Bioeconomia da FGV analisa alterna va que considera o ciclo do metano na atmosfera

Grande emissora de metano, a pecuária pode virar o jogo e reduzir seu impacto no ambiente, e conta com diversas alterna vas para isso. Como se sabe, a mi gação pode vir com boas prá cas de manejo de dejetos, adoção de biodigestores e melhora da dieta dos animais, entre outras ações. Mas a adoção de novos parâmetros para os cálculos de emissões também pode resultar em um cenário mais favorável para o segmento. É o que aponta o estudo “Panorama das Emissões de Metano e Implicações do Uso de Diferentes Métricas”, concluído recentemente pelo Observatório de Bioeconomia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O trabalho realça como o uso da nova métrica GWP* (Potencial de Aquecimento Global “Star”) de conversão de um gás de efeito estufa em dióxido de carbono equivalente (CO2eq) pode alterar o potencial de contribuição do metano da pecuária para o aquecimento global. Métrica alterna va, a GWP* foi sugerida em relatório do Painel Internacional sobre Mudanças Climá cas (IPCC) de 2021 e trabalha com valores diferentes relacionados ao metano fóssil e biogênico, que deverão ser oficializados no segundo semestre. Considera o ciclo de vida do metano na atmosfera (cerca de 12 anos) descontando, portanto, o potencial de aquecimento do gás emi do 20 anos antes. Assim, em trajetórias estáveis de emissões de metano (ou de redução das emissões), a nova métrica define um potencial menor para o aquecimento global quando comparado com as métricas oficialmente aceitas, como o GWP100 (Potencial de Aquecimento Global para 100 anos) – o IPCC divulgou a métrica GWP em 1990. “Considerando um cenário estável do crescimento do rebanho [+ 0,33 ao ano], as emissões de metano sob a nova métrica GWP* retornariam aos 10

níveis de 1980 – cerca de 220 milhões de toneladas de CO2eq por ano – já em 2030. As emissões permaneceriam nesse patamar até 2050, ano final da simulação. Já na métrica oficial GWP100 as emissões seriam de 405 milhões de toneladas de CO2eq em 2050, ou seja, um potencial de aquecimento 1,95 vezes superior”, observam os autores do estudo (Talita Priscila Pinto, Cicero Zane de Lima, Camila Genaro Estevam, Eduardo de Morais Pavão e Eduardo Delgado Assad). O trabalho lembra que o metano é o segundo gás de efeito estufa mais abundante na atmosfera. É responsável por 17,6% das emissões globais, depois do dióxido de carbono (CO2), que responde por uma fa a de 74,4%. No Brasil, o metano responde por 26,3% das emissões – ou 20,2 milhões de toneladas ao ano (566,7 milhões de toneladas de CO2eq), e a fermentação entérica dos ruminantes é principal origem. O estudo também analisa um cenário de aumento da produ vidade da pecuária com redução do tamanho do rebanho (- 0,35% ao ano), a par r de ganhos de peso que permitam o incremento do volume de produção de carne por animal – e, portanto, com a redução das emissões de metano do rebanho. “As tecnologias de baixo carbono da pecuária, como recuperação de pastagens degradadas, manejo adequado do rebanho, suplementação da dieta animal e terminação em confinamento, possibilitam esse resultado”, afirmam os pesquisadores. “Nesse cenário de redução do rebanho, e considerando a nova métrica GWP*, a pecuária brasileira não teria implicações sobre a temperatura do planeta já em 2040 – ou seja, a pecuária a ngiria a neutralidade climá ca.

Fonte: Valor Econômico



FIQUE POR DENTRO

MOODY'S ALTERA PERSPECTIVA DE NOTA DA BRF PARA ESTÁVEL IFFA 2022

A agência de classificação de risco Moody's alterou a perspec va para a nota de crédito da BRF de posi va para estável, para refle r o ambiente operacional desafiador enfrentado pela companhia, que levou a um desempenho mais fraco que o esperado no primeiro trimestre de 2022. A BRF teve um prejuízo de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre, afetada por alta nos preços de grãos e pressão inflacionária nos custos, combinadas à fraca d e m a n d a n o m e r c a d o d o m é s c o b ra s i l e i r o . “Acreditamos que os resultados irão melhorar gradualmente em 2022, mas as métricas de crédito para o ano con nuarão pressionadas, com a alavancagem (dívida total ajustada/Ebitda) em cerca de 5x”, disse a Moody's em comunicado. A Moody's reafirmou a nota de crédito da BRF em Ba2, refle ndo o forte perfil de negócios e liderança da companhia nos segmentos de alimentos processados no Brasil e nas exportações globais de carne de frango, adequada liquidez e perfil de amor zação de dívida confortável. “Com R$ 9,1 bilhões em caixa ao final de março de 2022, a BRF cobre todas suas obrigações de dívida até 2025”, disse a Moody's. Já a baixa diversificação geográfica da produção, alta concentração no segmento de carne de frango, forte exposição aos preços de grãos e vola lidade da moeda afetam a companhia nega vamente. “A Moody's con nua a acreditar que a estratégia de crescimento de longo prazo (Visão 2030) permi rá à BRF melhorar de forma significa va sua escala, diversificação geográfica e de produtos e a par cipação de produtos de maior margem em seu por ólio, conferindo maior resiliência às margens e fluxos de caixa”, disse a Moody's. A agência também espera que a BRF realize mudanças na sua estratégia de alocação de capital no curto prazo, atrasando inicia vas de fusões e aquisições (M&A) contempladas no plano de crescimento de longo prazo. A BRF disse em comunicado separado sobre o anúncio da Moody's que “con nuará atuando de forma disciplinada para o mizar sua estrutura de capital, reduzindo o indicador de alavancagem e mantendo uma posição de liquidez saudável e equilibrada”. Fonte: Carnetec


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FIQUE POR DENTRO

FRIGORÍFICOS DO MATO GROSSO AMPLIARAM A CAPACIDADE DE ABATE EM MAIO De acordo com o Ins tuto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), a u lização em operação aumentou 8,52 p.p. no mesmo compara vo, pois, apesar do maior número de dias úteis, o incremento elevado no abate e a exclusão de 12,34% das indústrias que ainda permaneceram paradas em mai.22 influenciaram para este movimento. Dessa forma, a u lização total ficou pra camente estável em 33,68 mil cabeças/dia. Para jun.22, ainda se espera elevada oferta de bovinos devido ao início da seca, e o retorno das compras de algumas indústrias tende a aumentar a compe vidade no mercado. Com relação aos preços negociados para os animais, o ins tuto apontou em seu relatório semanal que a arroba do boi gordo registrou uma alta de 1,31% no compara vo semanal em função de menos animais sendo ofertados e uma reação posi va da demanda interna nesta primeira quinzena. No mesmo sen do, o incremento na procura pela carne bovina influenciou também no preço médio da arroba da vaca gorda que teve uma alta de 1,20% no compara vo semanal, a qual ficou cotada a R$ 253,92 em Mato Grosso. Já as escalas de abate, diante da retração na oferta de bovinos, as programações de abate apresentaram um recuo. O volume exportado de carne bovina registrou uma queda de 8,85% no estado de Mato Grosso, no compara vo de maio/22 ante a abril/22. Em maio/22 foram embarcadas cerca de 42,39 mil, inferior ao volume observado no mês anterior, quando 46,51 mil toneladas foram exportadas. Ao analisar o faturamento, o recuo registrado foi de 3,72%, o que correspondeu ao total de US$ 212,60 milhões de dólares. “A China, somada a Hong Kong, con nua sendo a principal importadora da proteína, uma vez que suas compras somaram em maio/22 um total de 28,40 mil toneladas embarcadas. No entanto, o que de fato pressionou as negociações foram os países do Oriente Médio, que no mesmo compara vo registraram uma redução de 28,05% nas aquisições mato-grossenses, com destaque para a Pales na, em que a queda registrada foi de 65,50% no mesmo compara vo mensal”, informou. 14



MERCADO INTERNACIONAL

EXPORTAÇÕES DE CARNE SUÍNA CAEM 14% EM JUNHO, EM RELAÇÃO A MESMO MÊS DE 2021 Vendas ao mercado internacional geraram receita de US$ 219,1 milhões no mês, de acordo com a ABPA As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 93,5 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado é 14% menor que os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas. As vendas internacionais do setor geraram receita de US$ 219,1 milhões em junho, número 18,9% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, com US$ 270,2 milhões.

patamares de exportações man dos pelo Brasil neste primeiro semestre estão 230 mil toneladas maiores que o desempenho registrado em 2018, período anterior aos efeitos da enfermidade”, afirma Ricardo San n, presidente da ABPA. Principais países importadores de carne suína do Brasil China: 37,2 mil toneladas (-36,7%) Filipinas: 9,4 mil toneladas (+229,2%) Hong Kong: 7,9 mil toneladas (-5,9%) Vietnã: 4,3 mil toneladas (+14,9%)

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Resultados acumulados No semestre, as exportações de carne suína totalizaram 510,2 mil toneladas, número 9,3% menor que o acumulado nos seis primeiros meses de 2021, com 562,7 mil toneladas. A receita acumulada este ano alcançou US$ 1,115 bilhão, número 17,4% menor que o registrado no primeiro semestre do ano passado, com US$ 1,349 bilhão. “Após o desempenho ocorrido em 2021, vemos as exportações de carne suína manterem patamares de estabilidade nos úl mos meses, com volumes superiores ao período anterior às crises sanitárias de peste suína africana em importantes nações produtoras. Os novos

“As nações asiá cas seguem protagonistas entre os des nos das exportações brasileiras de carne suína. Há tendência de alta nas vendas no médio prazo, face ao incremento con nuo do consumo de proteína animal nesta região. Exemplo disso são as Filipinas, que neste mês ganhou forte presença nos dados dos embarques, assumindo o segundo posto. O Brasil tem se posicionado como parceiro estável e confiável para atender esta demanda adicional da Ásia”, destaca Luís Rua, diretor de mercados da ABPA. Fonte: ABPA

EUA RELATAM SURTO DE GRIPE AVIÁRIA NA CALIFÓRNIA Os Estados Unidos relataram uma forma leve de gripe aviária em uma fazenda de perus na Califórnia, disse a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o mais recente de uma série de surtos a a ngir a indústria avícola norte-americana nos úl mos meses. O Departamento de Agricultura dos EUA disse em um relatório publicado no site da OIE que um rebanho comercial de perus no condado de Merced, perto de San Francisco, estava tossindo com um ligeiro aumento na mortalidade. As amostras foram subme das a testes laboratoriais e foram confirmadas posi vas para a gripe aviária H7N3 de baixa patogenicidade, disse. As instalações infectadas foram colocadas em quarentena após descobertas preliminares e uma 16

inves gação epidemiológica foi iniciada, disse. Vigilância de acompanhamento e testes em 10 fazendas associadas mostraram resultados nega vos para a gripe aviária. A cepa descoberta diferia da gripe aviária H5N2, altamente patogênica, encontrada recentemente em outros estados, notadamente no Arkansas, o coração da região produtora de aves dos Estados Unidos. Também foi diferente da gripe aviária H5N8, altamente patogênica, encontrada em uma fazenda de perus na Califórnia em janeiro, que levou cinco mercados de exportação a barrar as importações de aves do estado. No entanto, a variante H7 pode se transformar em um po altamente patogênico, exigindo extrema precaução mesmo em casos de surtos de baixa patogenicidade.



MERCADO INTERNACIONAL

PRODUÇÃO DE CARNE SUÍNA DE SANTA CATARINA BUSCA NOVOS MERCADOS INTERNACIONAIS No mês de maio as exportações catarinenses de carne suína in natura, industrializada e miúdos, foram de 46,52 mil toneladas A provável abertura do mercado canadense para a carne suína de Santa Catarina gera novas perspec vas para o setor. As plantas industriais da Seara Alimentos, em Itapiranga e São Miguel do Oeste, e da Coopera va Central Aurora Alimentos (Aurora Coop), em Chapecó, foram as três primeiras habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a exportar cortes de suínos para o Canadá. O país norte-americano importa anualmente, em média, 250 mil toneladas do produto. Para o presidente do Sindicarne (Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina), José Antônio Ribas Júnior, a abertura do mercado de carne suína do Canadá para o Brasil reforça, mais uma vez, a qualidade e a aprovação internacional da cadeia produ va catarinense da proteína animal.

No mês de maio as exportações catarinenses de carne suína in natura, industrializada e miúdos, foram de 46,52 mil toneladas, considerando todos os mercados internacionais atendidos pela cadeia produ va do Estado. O resultado representa queda de 1,2% em relação ao mês de abril. Apesar disso, as receitas foram de US$ 112,47 milhões, alta de 7,1% em relação ao mês anterior, mas queda de 14,7% na comparação com maio de 2021. O levantamento integra o Bole m Agropecuário da Epagri referente ao mês de junho. Nos primeiros cinco meses de 2022, Santa Catarina respondeu por 57,4% das receitas e por 56,1% do volume de carne suína exportada pelo Brasil.

MAIS DOIS FRIGORÍFICOS DE SANTA CATARINA OBTÊM AVAL PARA EXPORTAR CARNE SUÍNA AO CANADÁ Cinco plantas do Estado receberam autorização para vender ao mercado canadense Mais dois frigoríficos de Santa Catarina receberam aval do Canadá para exportar carne suína ao país, segundo informe do Ministério da Agricultura brasileiro à Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Depois das três plantas do Estado habilitadas, as unidades da Pamplona Alimentos em Presidente Getúlio e da Coopera va Central Aurora em Joaçaba ob veram autorização para vender aos canadenses. A abertura do mercado canadense à carne suína brasileira ocorreu em março deste ano. O Canadá é o terceiro maior exportador mundial da proteína – os embarques somaram 1,5 milhão de toneladas em 2021 -, mas também um importante 18

importador. No ano passado, as importações canadenses foram de cerca de 250 mil toneladas. Em nota, o presidente da ABPA, Ricardo San n, disse esperar que as habilitações aumentem a capilaridade dos embarques de produtos de valor agregado maior. “Ao mesmo tempo, há expecta va de que as vendas para o Canadá contribuam para reduzir a forte pressão sobre os produtores, que enfrentam custos de produção em patamares históricos”, diz. Fonte: Valor Econômico



MERCADO INTERNACIONAL

RELIGIÃO E INFLAÇÃO ABREM CAMINHO PARA O FRANGO DOMINAR O CONSUMO DE CARNE Projeções indicam que, até o fim da década, a humanidade vai comer mais aves do que qualquer outro tipo de proteína animal

O frango está se consolidando como a carne mais consumida no mundo. Durante anos, a posição foi confortavelmente ocupada pela proteína de porco, que é a predileta no con nente mais populoso do planeta, a Ásia. No entanto, de uns anos para cá, essa liderança começou a ser contestada, o que envolve fatores tão diversos quanto preço, hábitos saudáveis e até religião. 20

Projeções feitas pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) indicam que, até o fim da década, a humanidade vai comer mais aves do que qualquer outro po de proteína animal. Em 2030, elas devem representar 41% de todo consumo, abrindo ainda mais distância em relação aos suínos (34%), bovinos (20%) e ovinos (5%). Os peixes não entram na conta.



MERCADO INTERNACIONAL

EXPORTAÇÃO DE CARNE BOVINA EM JUNHO REGISTRA RECORDE: RECEITA DE US$ 1,14 BI No primeiro semestre de 2022, o Brasil exportou carne bovina para 132 países, sendo que os principais compradores foram a China A receita com a exportação brasileira de carne bovina no mês de junho foi a melhor da série histórica, desde 1997, com US$ 1,14 bilhão. Na comparação com junho de 2021, o aumento foi de 36,8% (US$ 835 milhões). Quando se olha o volume, a alta foi de 6,6%, passando de 164 mil toneladas para 175 mil toneladas entre os dois períodos. Já na comparação com maio de 2022, houve aumento de 5,4% na receita, que foi de US$ 1,08 bilhão no mês anterior. Os dados foram levantados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).. No primeiro semestre deste ano, a exportação de carne bovina cresceu 52% em receita em comparação com igual período de 2021. De janeiro a junho deste ano, o faturamento com as vendas chegou a US$ 6,2 bilhões, ante US$ 4,08 bilhões no mesmo período do ano passado. Em volume, o aumento foi de 21,5%, passando de 874 mil toneladas em 2021 para 1,06 milhão de toneladas até junho deste ano. No mesmo período, o preço médio da proteína cresceu 25,1%, passando de US$ 4,6 mil a tonelada para US$ 5,8 mil por tonelada O presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli,

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disse em comunicado que “os números mostram que a carne bovina brasileira ganha cada vez mais espaço no comércio internacional, graças não só à qualidade do nosso produto, mas também ao posicionamento do Brasil como um importante parceiro comercial de outras nações e não como compe dor”. No primeiro semestre de 2022, o Brasil exportou carne bovina para 132 países, sendo que os principais compradores foram a China, com US$ 3,6 bilhões, alta de 86% ante US$ 1,96 bilhão registrados no mesmo período de 2021. No mesmo período, o volume cresceu 35,3% e ficou em 540 mil toneladas ante cerca de 400 mil toneladas. Na sequência estão os Estados Unidos, com faturamento de US$ 530 milhões no semestre, alta de 67% em relação aos US$ 317 milhões registrados no mesmo período de 2021. A alta no volume foi de 83%, com 78 mil toneladas ante 42,6 mil toneladas. Os embarques para a União Europeia cresceram 35% em receita com US$ 281 milhões ante US$ 207 milhões, enquanto o volume embarcado aumentou 16,4% e fechou o período com 36,5 mil toneladas ante 31 mil toneladas no acumulado de 2021.



MERCADO INTERNACIONAL

EXPORTAÇÕES DE CARNE DE FRANGO CRESCEM 8,8% EM JUNHO Vendas do primeiro semestre aumentam 8% em volume Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 432,5 mil toneladas em junho, volume que supera em 8,8% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 397,4 mil toneladas. Em receita, as vendas de junho totalizaram US$ 951,7 milhões, desempenho 46,3% maior que o realizado no sexto mês de 2021, com US$ 650,6 milhões. As exportações totais registradas ao longo do primeiro semestre alcançaram 2,423 milhões de toneladas, volume 8% superior ao registrado nos seis primeiros meses de 2021, com 2,244 milhões de toneladas - mantendo, neste ano, média mensal acima

das 400 mil toneladas. Em receita, a alta do semestre é de 36%, com US$ 4,728 bilhões em 2022, contra US$ 3,476 bilhões em 2021. “A inflação global dos alimentos e os efeitos dos custos de produção, assim como as consequências para o comércio internacional dos inúmeros focos de influenza aviária em várias partes do mundo veram influência direta no resultado das exportações brasileiras de carne de frango de junho. Os mercados internacionais enfrentam dificuldades para manter os níveis das produções locais. Como contramedida, demandam volumes junto a parceiros confiáveis, sanitariamente seguros e estáveis, e que produzem com sustentabilidade, como o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo San n. No ranking dos principais des nos de junho, destaque para a Arábia Saudita, com 39 mil toneladas (+69%), Japão, com 37,1 mil toneladas (+3%), Emirados Árabes Unidos, com 35,6 mil toneladas (+18%), Filipinas, com 21,1 mil toneladas (+9%) e Coreia do Sul, com 18,4 mil toneladas (+67%). As vendas para a China, maior importadora da carne de frango do Brasil, totalizaram 46,5 mil toneladas no mês. (-18%), “A maior parte dos nossos principais clientes internacionais vêm aumentando o volume das compras. Neste contexto, destacam-se mercados do Oriente Médio como a Arábia Saudita, que recentemente reabilitou parcialmente plantas brasileiras, tendo voltado inclusive a comprar volumes nos patamares históricos. Também foram relevantes as altas de determinados mercados da Ásia como as Filipinas e a Coreia do Sul, que assumiram, respec vamente, o quinto e o sexto postos entre os principais importadores de junho. Além disso, o preço médio ob do com as exportações também vêm evoluindo nos úl mos meses, dentro de um contexto de necessidade em função dos custos de produção”, avalia Luís Rua, diretor de mercados da ABPA. Fonte: ABPA

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CAPA

MERCADO DA CARNE 2022

O que esperar?

Feira IFFA


CAPA

FISPAL TECNOLOGIA E TECNOCARNE MARCAM RETOMADA DO SETOR E SUPERAM EXPECTATIVAS DE EXPOSITORES E VISITANTES

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o campo das grandes mostras setoriais, a máxima de que a união faz a força foi posta à prova – e confirmada – pela Fispal Tecnologia e TecnoCarne 2022, realizadas juntas pela primeira vez. O evento reuniu um público de 42.238 pessoas, que veram a oportunidade de par cipar do maior encontro de negócios do setor de alimentos, bebidas, proteínas e embalagens do Brasil. Visitantes e expositores de todo o país mostraram-se animados com a retomada da experiência presencial, o fechamento de negócios e os conhecimentos absorvidos por meio das mais de 120 horas de conteúdo qualificado oferecidas ao longo dos quatro dias. “Ficamos muito contentes com a repercussão do evento presencial. Atravessamos dois anos nos quais a indústria de alimentos e bebidas não parou, em muitos casos até ampliou as a vidades, mas freou um pouco os inves mentos em virtude de incertezas. A movimentação intensa nos corredores, a par cipação incrível nas

atrações integradas e os relatos posi vos dos expositores foram extremamente gra ficantes. E mostram que todo o planejamento feito nos úl mos meses foi oportuno e vai nos ajudar a melhorar ainda mais as próximas edições”, afirma Marina Cappi, gerente da Fispal Tecnologia e TecnoCarne. A próxima edição será entre os dias 27 e 30 de junho de 2023. Movimento alto, ó mos negócios Entre os mais de 350 expositores, muita comemoração pela quan dade/qualidade de público e fechamento de negócios. “Foi surpreendente o número de profissionais que nos visitaram desde o primeiro dia do evento”, afirmou Paulo Kikuo, gerente de Marke ng da Sanmar n. “Par cipamos há mais de 10 anos da Fispal Tecnologia e eu nunca nha presenciado uma visitação tão grande assim. Outro destaque é a qualificação do público, já que recebemos execu vos das grandes marcas do mercado, como Coca-Cola, Heineken e Ambev. Acredito que tenhamos a ngido recorde de visitação.”


CAPA Miguel Gava, gerente comercial da Mesal, confirma que a adesão do público foi alta desde o início. “A gente nha uma boa expecta va sobre a feira e ela realmente se confirmou. Ficamos admirados com o primeiro dia, porque a gente acreditava que teria movimento, mas não no nível que teve, e com contatos bons, boas perspec vas de negócios. E os demais dias também foram posi vos. Nós já nhamos algumas visitas agendadas com clientes, mas os novos contatos nos surpreenderam de uma forma bem posi va”, afirmou Gava. “A gente já veio para a feira com uma expecta va bem alta, mas a Fispal superou as nossas expecta vas quanto ao volume de negócios. Não consigo falar de números brutos, ainda, mas a ngimos pelo menos 50% acima do planejado. Foi uma decisão acertada termos feito um lançamento durante a feira”, afirma Bruno Caúmo, Gerente de Marke ng da Stäubli.

patamar nesta edição. Por meio do evento sico e da plataforma digital, a Fispal Tecnologia e a TecnoCarne oferecem networking, conteúdo e oportunidades de negócios aos profissionais do setor durante os 365 dias do ano. O evento presencial foi organizado de acordo com o protocolo de saúde e segurança AllSecure da Informa, que desenvolveu um conjunto de processos e medidas de saúde para a segurança de todos. En dades pres giam e elogiam importância do evento

Público sa sfeito

Consolidadas como os principais encontros sobre tecnologias para a indústria alimen cia, a Fispal Tecnologia e a TecnoCarne 2022 mais uma vez reuniram as principais en dades do setor. A ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), parceira estratégica dos eventos, recebeu em seu estande associados e pôde ampliar a divulgação de suas diversas inicia vas ins tucionais.

De todos os lugares do país, os visitantes rasgaram elogios ao evento. “A feira está de parabéns esse ano, com uma estrutura muito bem organizada. Depois desse tempo todo de pandemia, essa oportunidade de estar revendo os fornecedores é muito gra ficante”, afirmou Paulo Eduardo Leão, da empresa Garrafas Cuiabá, de Cuiabá (MT).

O Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), por sua vez, comemorou a visitação expressiva à unidade móvel levada ao evento. “Tivemos uma visitação fantás ca não apenas pela quan dade de pessoas, mas também pelo entusiasmo delas. Diversas reuniões já estão agendadas para o pós-feira”, contou Bruno Pinelli, Analista de Tecnologia da ins tuição.

“Consegui ver o que tem de inovação, principalmente na parte de tecnologia e sustentabilidade, procurando saber o que o pessoal está fazendo nessas áreas, com pensamento principalmente em ESG. A feira está completa. Isso me agrada muito e significa que o mercado está grada vamente se recuperando. Foi bem posi vo”, afirmou o visitante Luis Sergio Dutra, de São Paulo.

A equipe do Senai buscou compar lhar com proprietários de pequenas e médias empresas conhecimentos sobre conec vidade, abordando usos potenciais de realidade virtual, 5G, Wi-Fi 6 e metaverso, entre outras tecnologias. O público pôde acompanhar o live streaming da operação de uma máquina de sorvete localizada em outro ponto da capital paulista. “Esse po de monitoramento produz indicadores que podem ser desdobrados em análises sobre up me e variação da temperatura”, exemplificou Pinelli.

“A feira apresentou muitas inovações, tecnologias e soluções para problemas atuais e futuros. Com certeza, o que vimos aqui vai ajudar muito no nosso dia a dia. Encontramos pessoas mui ssimo simpá cas, competentes, conhecedoras de tudo o que está sendo apresentado, e isso agrega muito à feira”, afirmou Laurine Goulart Nogueira, do Grupo CRM - Kopenhagen, de Extrema (MG). Conteúdo o ano todo Além do espaço de exibição, com mais de 40 mil metros quadrados, a Fispal Tecnologia e a TecnoCarne contaram com diversas atrações, tais como o Cafezinho com Tecnologia, o Ciclo de Palestras TecnoCarne, as Visitas Técnicas e o Espaço Capacitação Empreendedora. A Informa Feira Expomeat 28

Markets levou o evento a um outro

“A nossa área teve uma movimentação impressionante. Foi di cil pararmos um minuto”, afirmou Antonio Carlos Cabral, Coordenador da Pósgraduação em Embalagem e da Pós-graduação em Indústria 4.0 do Ins tuto Mauá de Tecnologia – que exibiu no evento um sistema robo zado, desenvolvido em parceria com a GRV So wares e a Mitsubishi Electric, capaz de servir café e desenhar rostos na espuma da bebida. “A atração es mulou muitas conversas sobre inovação com o público. Foi incrível”, ressalta Cabral. Denise Rezende, analista de negócios do Sebrae, classificou como excelente a par cipação na Fispal Tecnologia e TecnoCarne 2022. “Constatamos pessoas


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CAPA par cipa vas e muito interessadas em saber mais sobre comportamento empreendedor. Foi prazeroso levar ao público do evento noções sobre vendas, marke ng e atendimento”, pontuou a profissional. O Sebrae ofereceu, no úl mo dia do evento, cursos rápidos e gratuitos na Arena FISPAL Tec. Os par cipantes das oficinas receberam cer ficados. ESG marca conteúdo e perfil da Fispal neste ano O ESG (Environmental, social, and corporate governance) marcou o evento neste ano, seja na Arena de Conteúdos 360º Fispal TEC, no pavilhão ou nos estandes dos expositores. A Arena contou com seis congressos, um deles específico para o tema ESG. Os renda. A Safrater tem a parceria do Senai, que outros foram: Gestão Industrial, Embalagens, La cínios, disponibiliza os professores, fornece insumos e ingredientes, e cer fica os alunos, e da Informa Markets. Transformação Industrial e TecnoCarne. Segundo dia de visitas técnicas leva empresários à O tema esteve presente já na plenária de fábrica da Heineken abertura da arena: “ESG e os impactos na cadeia produ va”, que reuniu presidentes das empresas Seara Um grupo de profissionais credenciados pela Alimentos, PepsiCo Brasil, Bloomin' Brands Internacional Fispal Tecnologia e TecnoCarne veram a oportunidade e Cargill, além da ABIA (Associação Brasileira das de conhecer as instalações da cervejaria Heineken em Indústrias de Alimentos). Jacareí (SP). Nesta edição, ações de sustentabilidade da Informa Markets es veram ainda mais fortes no evento. Credenciais de papel, materiais impressos distribuídos pela organização com cer ficação FSC (Conselho de Manejo Florestal), incen vo à devolução das bags de plás co recebidas na entrada, para reu lização em outros eventos e reaproveitamento de 80% do material u lizado na montagem das feiras (o restante é reciclável) foram algumas dessas ações.

A ação, integrada ao projeto de Visitas Técnicas, visa promover a integração entre os visitantes e as fábricas de bebidas. A visita foi à Ravache, em Caieiras, município próximo à capital paulista. Para Mauro Moraes Junior, gerente regional de TPM (Total Produc ve Management) da Heineken, a excursão permi u mostrar as instalações e os diferenciais produ vos da companhia aos interessados e entusiastas. “Pudemos apresentar todas as etapas da fabricação, que envolvem diversos testes e um severo controle de qualidade. Ficamos felizes em poder mostrar de perto e na prá ca como nós trabalhamos. Foi um prazer receber os visitantes do evento”, afirma.

E tem mais: iluminação de LED, de maior eficiência energé ca no pavilhão, incen vo ao uso de transporte público e à carona solidária para redução de gases e coleta sele va de orgânicos e recicláveis. Vale lembrar ainda que o São Paulo Expo é um pavilhão "A visita foi muito proveitosa e superou minhas inclusivo, que conta com rampas acessíveis, sanitários expecta vas. Pudemos conhecer os equipamentos e o adaptados e piso tá l. fluxo de produção para entendimento dos processos da Projeto social fábrica. Certamente poderei aplicar esse conhecimento no meu trabalho, com novas ideias para o dia a dia”, A Padaria Escola Tiãozinho, desenvolvido pela organização da sociedade civil Safrater, que há 50 anos afirmou Beatriz Lima, do setor de Engenharia e Processos atua no bairro de Americanópolis, na cidade de São da Bacio di La e. Paulo, marcou presença na Fispal Tecnologia e TecnoCarne. O projeto tem como obje vo oferecer capacitação profissional à população da comunidade para ajudá-la na inserção no mercado de trabalho. Para tanto, ministra cursos de aperfeiçoamento para a produção de bolos, salgados, doces, pães e chocolates em uma padaria própria – o foco está na geração de 30

O transfer saiu do pavilhão São Paulo Expo às 7h30 e retornou por volta de 13h30 para que todos pudessem também concluir a visita à feira. Serviço: Fispal Tecnologia & TecnoCarne Data: 21 a 24 de junho de 2022



CAPA plataforma de conexão entre as indústrias de alimentos, bebidas e proteínas. Por meio do evento sico, que acontece no São Paulo Expo, e dos eventos digitais, as duas oferecem networking, conteúdo e oportunidades de negócios aos profissionais do setor durante os 365 dias do ano. Sobre a Informa Markets A Informa Markets cria plataformas para indústrias e mercados especializados em fazer negócios, inovar e crescer. Seu por ólio global é composto por mais de 550 eventos e marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Indústria, Saúde e Nutrição, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, entre outros. Oferecendo aos clientes e parceiros em todo o mundo oportunidades de networking, de viver experiências e de fazer negócios por meio de feiras e eventos híbridos, conteúdo digital especializado e soluções de inteligência de mercado, a Informa Markets segue construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Para mais informações, visite nosso site:

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www.informamarkets.com.br ou entre em contato pelo e-mail ins tucional@informa.com. Hospitalidade, Alimentos & Bebidas no Informa Markets O por ólio de Hospitalidade, Alimentos e Bebidas da Informa Markets inclui uma série de eventos comerciais globais presenciais, virtuais e híbridos des nados a promover networking, oferecer conteúdo e proporcionar oportunidades de negócios para o setor. Com vários eventos estabelecidos no mercado mundial, como Hotelex Shanghai, Food&HotelAsia, HOFEX, Fispal Food Service e Abastur, o por ólio oferece um alcance de público incomparável em todo o mundo. São 28 eventos ao vivo e digitais nas principais cidades, incluindo Xangai, Hong Kong, Cingapura, Ho Chi Minh City, Seul, Kuala Lumpur, Mumbai, Bangkok, São Paulo e Cidade do México. Trabalhando ao lado de parceiros estabelecidos do setor, órgãos governamentais e profissionais reconhecidos, o por ólio visa trazer empresas, indivíduos e o setor como um todo para a vanguarda da inovação empresarial global, oferecendo soluções e oportunidades que atendam às necessidades de negócios atuais.



MERCADO INTERNACIONAL

FIM DA SUSPENSÃO DOS FRIGORÍFICOS EXPORTADORES PARA A CHINA E DEMANDA DE INÍCIO DE MÊS PODEM TRAZER NOVA DINÂMICA PARA OS NEGÓCIOS COM A ARROBA DO BOI Novos fatores podem trazer uma dinâmica para o mercado pecuário, conforme apontou a StoneX. Dentre elas está a re rada da suspensão de alguns frigoríficos brasileiros pela a China e também o aumento sazonal das compras de carne bovina Ainda é importante ressaltar que as mudanças de preços devem demorar para serem vistas no mercado sico.

De acordo com a Consultora em Gerenciamento de Riscos da StoneX, Marianne Tufani, a tendência é mais pela China, com exceção da unidade de Mozarlândia que aindaposi va para os preços da arroba bovina, mas ainda é necessário acompanhar como será o ritmo da demanda interna e externa. Por outro lado, a oferta de animais de safra deve seguir firme ao longo deste mês.

“Nós devemos ter uma certa cautela, principalmente por ter um mercado sico bem ofertado e temos programações de abate bem alongadas nas principais praças pecuárias”, ressaltou.

“Na semana anterior, o mercado futuro já começou a precificar esses cenários nas negociações e alcançando patamares de R$ 335,00/@. Podemos atribuir isso às informações do fim do embargo de algumas plantas que estavam suspensas segue suspensa”, comentou.

A assessoria da JBS informou que as plantas frigorificas que retomaram aos embarques ao país asiá co, foram as unidades localizadas em Lins/SP e S e n a d o r C a n e d o / G O reto m a ra m , d e fato, a s exportações.

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MERCADO INTERNACIONAL

MINERVA VÊ RISCO SANITÁRIO COMO ENTRAVE INJUSTIFICADO PARA COMÉRCIO Barreiras ligadas a temas de sanidade animal con nuam a representar entraves ao comércio global de carne bovina, disse o diretor de Relações Ins tucionais da Minerva, João Sampaio. Para dar um exemplo, Sampaio citou a Turquia, que se recusa a importar carne bovina do Brasil, mas compra gado vivo do país. “Eles não importam carne bovina, alegando o risco de febre a osa”, disse ele durante uma discussão sobre saúde animal. “Mas a Turquia importa gado vivo, o que é ainda mais arriscado”, acrescentou. A Turquia prefere importar gado vivo e abater o animal internamente por questões religiosas, segundo Sampaio.

significa que 113 milhões de bovinos e bubalinos deixarão de ser vacinados, o que corresponde a quase 50% do rebanho total do país, disse a Agência Brasil citando o ministério. A suspensão faz parte de um programa para ampliar as zonas livres de febre a osa sem vacinação. A meta do governo brasileiro é que o país fique totalmente livre da doença sem vacinação até 2026. A Indonésia é outro mercado com o qual o Brasil pode aumentar o comércio de carne bovina, disse Sampaio, citando que aquele país importa sele vamente carne bovina brasileira, mas proíbe certas plantas e locais, citando preocupações zoonó cas. “Agora, a Indonésia enfrenta um surto de febre a osa”, disse Sampaio. O problema sanitário ocorre em um momento em que as importações indonésias de gado vivo da Austrália caíram, prejudicando o abastecimento interno. “Precisamos negociar mais, abrir mais mercados”, disse Sampaio.

MERCADO DA CARNE 2022 A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) descreve a febre a osa como “uma doença viral grave e altamente contagiosa do gado que tem um impacto econômico significa vo”. Em 2018, a OIE declarou o Brasil, o maior exportador mundial de carne bovina, livre de febre a osa com vacinação. Este ano, o Ministério da Agricultura decidiu suspender a vacinação contra a febre a osa em seis Estados a par r de novembro de 2022, segundo a Agência Brasil. Isso

O que esperar? Fonte: Reuters

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NEGÓCIOS

MARCOS MOLINA APROVEITA QUEDA DE AÇÕES DA MARFRIG E VOLTA A TER 50% DA EMPRESA Retomada do controle absoluto por Molina veio depois de um inves mento de cerca de R$ 30 milhões em papéis da companhia

Depois de inves r pesado na rival BRF (BRFS3), o empresário Marcos Molina retomou o controle absoluto na empresa em que fundou décadas atrás, o frigorífico Marfrig (MRFG3). Aproveitando a queda recente das ações da companhia na Bolsa, Molina acaba de ultrapassar novamente a fa a de 50%, por meio da MMS, holding que detém junto com sua esposa, Márcia Marçal dos Santos. A retomada do controle absoluto por Molina veio depois de um inves mento de cerca de R$ 30 milhões em papéis da companhia. Assim, sua par cipação passou de 49,7% para 50,04%. O frigorífico, apesar da queda recente, vale cerca de R$ 10 bilhões na B3 (B3SA3), a Bolsa brasileira. Há um pouco mais de dois anos, essa fa a estava na casa de 34%, quando o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ainda era sócio da empresa de alimentos. Desde então, o empresário inves u cerca de R$ 1 bilhão na aquisição de papéis da Marfrig. O aumento de posição foi bem visto pelos inves dores e a ação subia mais de 5% Ações em queda Foi uma boa mudança de direcionamento, já que, neste ano, a queda das ações da Marfrig está em 38

torno de 25%, ao passo que a concorrente Minerva acumula alta de cerca de 35%. A JBS (JBSS3), outra empresa do ramo, cai 2%. Para interlocutores, Molina tem dito que acredita na valorização das ações, sempre lembrando do atual endividamento controlado da empresa. Apesar disso, as ações da companhia têm sofrido por conta de ques onamentos de inves dores sobre sua geração de caixa nos Estados Unidos. Em relatório recente, o BTG Pactual (BPAC11), contudo, afirmou que as margens da operação da Marfrig seguem fortes. No ano passado, a Marfrig registrou uma receita líquida de R$ 85,4 bilhões, sendo R$ 62,8 bilhões nos Estados Unidos. Com o movimento, Molina quer também mi gar dúvidas de inves dores de que a Marfig possa ser aos poucos “abandonada”. A empresa já é o maior inves dor da dona da Sadia, da qual possui hoje uma par cipação de 33%. O dono da Marfrig é hoje o presidente do conselho de administração da BRF.

Fonte: Invest News



INFORME PUBLICITÁRIO

MAREL ESTREITA CONEXÃO COM CLIENTES DURANTE A TECNOCARNE 2022

Processadores de carnes e aves que par ciparam da TecnoCarne 2022 veram a oportunidade de conhecer e experimentar as principais inovações da Marel para a indústria. Além de receber os clientes na feira, a empresa aproveitou a volta do evento presencial para receber clientes e representantes do setor em sessões de demonstrações VIP no novo Centro de Demonstração e Treinamento Progress Point América La na, em Campinas (SP). Da unidade, também transmi u demonstrações, ao vivo, para o estande da feira em São Paulo. Conexão com o Centro de Demonstração Entre os dias 21 e 23 de junho, mais de 100 representantes de 30 empresas par ciparam das demonstrações realizadas no Progress Point e puderam acompanhar, com a orientação de especialistas regionais, o processamento real de carnes e aves nos mais recentes equipamentos e so ware disponíveis no mercado. “A Te c n o C a r n e ta m b é m fo i u m a ó m a oportunidade para apresentarmos a nossa nova casa para os processadores de aves e carnes vermelhas. Quem esteve no novo Centro de Demonstração, em Campinas, pôde conferir que estamos preparados para fazer demonstrações, com proteínas reais e em ambiente controlado, de acordo com a demanda de cada cliente. Junto com a indústria, estamos prontos para transformar o processamento de proteínas na América La na”, afirma Patrícia Furlan, gerente regional de Marke ng da Marel para a região. Transformando o processamento de alimentos Líder global no fornecimento de equipamentos, sistemas e serviços avançados para as indústrias de processamento de aves, carnes e pescados, a Marel mostrou, durante a TecnoCarne, desde máquinas individuais a soluções conectadas, inovações que atendem a todas as necessidades de processamento de alimentos de pequenas, médias e grandes indústrias. Atualmente, os processadores de alimentos devem ser adaptáveis, eficientes e dispor de sistemas 40

inteligentes para sa sfazer a demanda dos clientes. A Marel aproveitou a volta desta importante feira, de forma presencial, para apresentar soluções inovadoras de automação e digitalização, que conectam toda a linha de produção e suprem essas necessidades, transformando o processamento de alimentos. A empresa demonstrou como está conectando automação, sistemas de visão, digitalização e modularidade para melhorar os resultados dos negócios. Também apresentou como a experiência combinada, o conhecimento e o por ólio da Marel, Sulmaq, MAJA e TREIF podem contribuir para alavancar o processamento de alimentos em toda a América La na. Processadores que es veram no estande na feira e no Centro de Demonstração em Campinas conheceram soluções integradas para toda a linha de produção, que melhoram a u lização de matéria-prima, garantem flexibilidade, sustentabilidade e reduzem a dependência de mão de obra. Entre as inovações, destaque para o so ware Innova, que coleta dados em todas as etapas da produção e fornece subsídios para a tomada de decisões estratégicas. Ao iden ficar, de imediato, problemas de desempenho, o processador pode ajustar os procedimentos para melhorar a eficiência e a ngir o potencial total de produção. Além disso, garante rastreabilidade, contribuindo para que a indústria cumpra requisitos de segurança dos alimentos. Outra tecnologia avançada apresentada foi o sistema de classificação por visão IRIS, que avalia múl plos processos da planta avícola. Coleta dados sobre a qualidade do produto e permite a tomada de decisões baseadas em fatos, combinando oferta e demanda. Para produção de alimentos de conveniência, a Marel divulgou solução completa para atender às necessidades das indústrias em cada etapa da cadeia de processamento, desde a preparação da matéria-prima até o empacotamento dos produtos finais. No processamento primário de carnes suína e bovina, a empresa demonstrou combinações de equipamentos e so ware, que garantem melhorias em toda a cadeia de valor de produção. Para o porcionamento, a empresa apresentou, a experiência e o conhecimento combinados das três principais marcas do segmento - Marel, MAJA e TREIF.



FIQUE SABENDO

TOLEDO DO BRASIL APRESENTA NOVAS SOLUÇÕES NA FISPAL TECNOLOGIA 2022 E TECNOCARNE Destaques para a Checadora TS4DYN e Balança 2090M, que pesam e checam os pesos, conferindo maior agilidade e eficiência à produção Marca referência em tecnologia na área de pesagem e gerenciamento de informações, a Toledo do Brasil apresenta novas soluções desenvolvidas para o mercado nacional durante a realização da Fispal Tecnologia 2022 e a TecnoCarne 2022. Neste ano, ambas as feiras estarão juntas no maior evento de negócios do setor de alimentos, bebidas, proteínas e embalagens que acontecerá de 21 a 24 de junho, no São Paulo Expo, em São Paulo. De fácil instalação e ideal para pesagens dinâmicas, a Checadora TS4XDYN é um dos destaques no estande da feira, uma vez que se aplica tanto para aplicações de logís ca como na indústria em geral, pois pode ser adaptada de acordo com as par cularidades de cada processo. A checadora des na-se a verificação de peso, visando obter a sobra ou falta de produtos no interior de uma embalagem, como também iden ficar o peso alvo dentro de limites estabelecidos pelo processo do cliente, tudo isso de maneira automá ca. Através de seus opcionais, a checadora TS4XDYN permite integração com os mais diversos periféricos, tais como: sinalizador luminoso, leitores de e quetas, so ware esta s co para computador, aplicadores de e quetas e sistema de realimentação, entre outros. Outro destaque, a Balança 2090M também realiza as mesmas funções da TS4XDYN e serve para pesar de forma automá ca itens de 10 kg até 60 kg, sem a interferência manual e sem parar a produção. De baixo inves mento e manutenção, a 2090M leva em consideração o ambiente de pesagem, as dimensões da embalagem e a distribuição da carga para realizar a pesagem. Conectada ao so ware MWS via o Terminal TI400, gera dados de produção (CEP) de forma automá ca, em tempo real, e exibe no display da balança e ou em relatórios. A Balança 2090M pode ser interligada a diversos periféricos como: câmera para reconhecer o item por imagem (em breve), leitor de QR Code, Inkjet, impressor, aplicador de e quetas e sinalizadores. A Balança 2090 Inox com TI400 Versão coluna é a solução eletrônica para os problemas de pesagem em bancada e contagem industrial em ambientes laváveis e 42

hos s, registrando com precisão itens de até 10.000 divisões. Excelente para pesagem de produtos in natura, embalagens primárias e secundárias. Possui graus de proteção IP69k (terminal de pesagem) e IP66+IP68 (plataforma). O Terminal TI400 que equipa várias balanças industriais, é dos mais completos do mundo, com funções de pesagem, contagem de peças, comparação de pesos, classificação manual de produtos, pesagem esta s ca, entre outros. Também para pesagem de produtos in natura, embalagens primárias e secundárias há a Balança 2096H com 9096H para operações rápidas em ambientes laváveis e hos s. Fabricada em aço inox, possui grau de proteção IP69k. Possui funções de pesagem, comparação e classificação de pesos. Com filtros de pesagem poderosos, a 2096H é das mais rápidas do mundo! A 2180 Lava Rápido com TI400 é para pesagem de paletes e carrinhos, entre outros, no piso. Possui um sistema de abertura da tampa da plataforma que permite a higienização de toda a parte interna do equipamento em apenas um minuto. Projetada especialmente para uso em frigoríficos que necessitam de lavagens constantes. O obje vo é evitar que os resíduos, provenientes das matérias-primas u lizadas, possam contribuir com a proliferação de bactérias. As balanças mencionadas podem ser integradas aos modernos Terminais TI400 e TI500 com MWS para gerenciamento de processos de pesagem, contagem, fracionamento, e quetagem, conferência e expedição de materiais. Junto aos terminais também está a Balança eletrônica 2095 com TI400 ideal para aplicações de conferência, recebimento, expedição, almoxarifado e processos produ vos em geral, como nas granjas para ajudar na apuração do peso médio das aves, com o uso da aplicação PESAGEM ESTATÍSTICA. Os Analisadores de Umidade para determinar a umidade de amostras de diferentes materiais, muito ú l nos laboratórios dos frigoríficos. Os Fa adores de Carne e de operação simples,


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FIQUE SABENDO rápida e silenciosa, com extrema proteção contra acidentes, tanto na parte elétrica, quanto na mecânica. Também em exposição está a recém-lançada no comércio varejista a Prix 7T Balança de autoatendimento, que integra a nova tabela nutricional da Anvisa (que entrará em vigor em outubro próximo) e o

código 2D para padronização e rastreabilidade de produto. Entre as inovações da balança estão a câmera para reconhecimento de produtos, capaz de evitar erros operacionais e os recursos de inteligência ar ficial e machine learning.

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- O Senhor é também alto refúgio para o oprimido, refúgio nas horas de tribulação Salmos 9.9