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Edição 149 | Maio | 2021

Sua revista impressa e 100% digital

EXPOMEAT 2021 Feira abre as portas em novembro Marfrig X BRF A processadora de carne bovina Marfrig tem comprado ações da companhia de alimentos BRF

EXPECTATIVAS FUTURAS PARA O MERCADO BRASILEIRO DE CARNE SUÍNA

Marfrig é recomendada a habilitação para exportar carne bovina aos EUA 1


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Editorial

Desempenho do PIB o primeiro trimestre de 2021 Por Leonardo M. de Carvalho e José Ronaldo de C. Souza Júniorr

Ilce Maria Silveira Diretora

Administrativo e Financeiro financeiro@revistafrigonews.com.br Jornalistas Sheila Prates jornalista@revistafrigonews.com.br Direção de arte Alice C. Sampaio Assinatura assinatura@revistafrigonews.com.br Antônio Silva antonio@revistafrigonews.com.br Carla Carmello carla@revistafrigonews.com.br Luciano Graciano luciano@revistafrigonews.com.br Projeto Gráfico Figa | Design & Estratégia www.figadsgn.com

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O PIB avançou 1,2% no primeiro trimestre de 2021, na comparação com o trimestre anterior, já livre de efeitos sazonais, de acordo com o IBGE. Mas os indicadores mensais divulgados mais recentemente pelo IBGE já apontavam para um desempenho melhor no primeiro trimestre. De modo geral, o desempenho da atividade econômica no primeiro trimestre de 2021 se mostrou resiliente aos impactos do fim do auxílio emergencial e do recrudescimento da crise sanitária. O resultado do primeiro trimestre deixa um carry-over positivo em 4,9% para 2021 – caso permaneça estagnado nos próximos trimestres de 2021, o PIB fecharia o ano com alta de 4,9%. Em relação à ótica da produção, as projeções divulgadas em março já indicavam uma alta expressiva da agricultura, mas os demais setores surpreenderam positivamente. Pela ótica da despesa, por sua vez, o forte crescimento da formação bruta de capital fixo (FBCF) foi o destaque positivo entre os componentes. Embora uma parte deste resultado esteja associada a importações “fictas” de plataformas de petróleo, seu bom desempenho foi explicado também pelas altas na produção interna de máquinas e equipamentos e pelo crescimento do investimento em softwares. Como esse efeito contábil afeta negativamente as exportações líquidas, o efeito sobre a variação total do PIB é nulo. Vale destacar também a importante contribuição da variação de estoques no resultado do PIB no primeiro trimestre, que acrescentou 1,3 ponto percentual (p.p.) à sua taxa interanual – lembrando que o PIB cresceu 1% nessa base de comparação. Nossas projeções de PIB serão revisadas no fim deste mês, na próxima Visão Geral da Conjuntura. O bom desempenho verificado no primeiro trimestre do ano, associado a um forte crescimento da economia global, com aceleração dos preços das commodities, conferem um viés de alta, tornando as perspectivas para o resultado de 2021 mais otimistas.

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NOSSOS DESTAQUES 24

Suíno Segmento apresentou bons números no primeiro trimestre e 2021

12 Marfrig acaba de ter mais uma unidade recomendada pelas autoridades a habilitação para exportar aos Estados Unidos

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EXPOMEAT 2021 será realizada de 9 a 11 de novembro

34 Marfrig tem comprado ações da BRF

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INFORME PUBLICITÁRIO

BOMBADUR: UMA MARCA QUE É SINÔNIMO DE ALTA QUALIDADE

No ano de 1973, nascia a Bombadur para oferecer ao mercado bombas centrífugas de qualidade, com o objetivo de eliminarem o problema crônico de cavitação. Em 1978, o fundador chegou a vir para o Brasil com um sócio para montar uma empresa que fabricava congeladoras e bombas. Mas algum tempo depois, Adur voltou para a Argentina e seguiu com seu negócio próprio. Em 1982, passou a fazer bombas de CO2, ampliando seu mercado de atuação. Em 1990, começou a atender também a exigente indústria do petróleo. O número de bombas para atender a cada demanda específica cresceu e já eram 10 tipos nos anos 1990. A credibilidade da Bombadur também crescia e ela conquistou boa parte do mercado da América do Sul, atuando em três segmentos: refrigeração industrial, óleo e gás e gases industriais.

Bombadur do Brasil Quando o assunto é refrigeração industrial em diversas áreas, mas especialmente na de frigoríficos é praticamente impossível não falar sobre bombas fabricadas pela Bombadur, uma empresa cujo fundador começou a buscar soluções para empresas nos anos 1960, na Argentina, e que com o passar do tempo, fez de seu negócio um sucesso em toda a América do Sul. A história da Bombadur é uma mistura de vontade incansável de se aprimorar com oportunidade para oferecer ao mercado o que ele precisa. Nos anos 1960, o Sr. Ale Adur fazia montagem de equipamentos de refrigeração em frigoríficos na Argentina e notou que havia um problema recorrente de cavitação nas bombas que eram feitas na Alemanha. “Ele resolveu elaborar uma nova bomba centrífuga para um cliente que era um importante frigorífico argentino, mas logo depois de sua criação, o mesmo cliente solicitou mais 12 iguais. Meu pai notou que tinha ali, a chance de montar um negócio e como muitas empresas, começou trabalhando em uma oficina nos fundos de sua casa”, conta o filho de Adur, Luis Manuel Adur, que hoje é o presidente da empresa. 8

Em 2003, Luis Manuel Adur fundou a Bombadur do Brasil. “Instalamo-nos em Canoas, Rio Grande do Sul, e no ano de 2008, começamos a fabricar alguns modelos inteiramente no Brasil”, explica o empresário.

Ale Adur – Fundador da Bombadur

Na lista de clientes da Bombadur estão nomes de peso como BRF, Perdigão, Sadia, Marfrig, JBS e muitas outras. O bom desempenho de suas bombas fez da


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INFORME PUBLICITÁRIO empresa, um nome de prestígio entre engenheiros e pessoas capacitadas no segmento. Na parte de bombas para refrigeração industrial, a Bombadur dispõe de vários modelos: como: ZMB Bomba de etapa simples para vazão de 5 m³ a 70 m³ Pressão de 2 Kg/cm² a 6 Kg/cm² 3.600 RPM; ZME sem selo - Bomba Hermética de etapa simples Vazão de 5 m³ a 25 m³ Pressão de 2 a 7 Kg/cm² 3.600 RPM; ZMBS - Bomba de etapa simples com sistema de vazamento 0, que garante a volta para o sistema caso aconteça qualquer tipo de vazamento. Vazão de 5 m³ a 70 m³ Pressão de 2 Kg/cm² a 6 Kg/cm² 3.600 RPM; MG2 PARA CO2 - Bomba de etapa dupla para CO2 Vazão de 5 m³ a 30 m³ Pressão de 4 a 8 Kg/cm² 3.600 e 1.800 RPM; e LM 1800 RPM - Bomba de etapa dupla para Amônia Vazão de 5 m³ a 30 m³ Pressão de 4 a 8 Kg/cm² 3.600 e 1.800 RPM. Além da matriz na Argentina e uma filial e planta produtiva no Brasil, a Bombadur possui escritórios de representação no Chile, Bolívia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai consolidando uma estratégia de regionalização com base na qualidade e no esforço para atender às demandas de todos os clientes.

Diferenciais Para se projetar no mercado, além de ofertar um produto de qualidade, uma empresa precisa estar sempre inovando para não ser superada pela concorrência. O diretor da Bombadur do Brasil, Patricio Bianco Giella, explica quais são os diferenciais da empresa. “Desde seu começo, a preocupação do senhor Adur sempre foi em inovar, não ficar parado no tempo, entender o que o cliente precisa para apresentar a melhor solução. Em termos de qualidade, nossas bombas, além de excelentes, possuem válvulas de segurança que as tornam as únicas que não correm o risco de explodir. Outro ponto de destaque é que todos os nossos modelos possuem lanternas que auto alinham o motor com a bomba; nas outras, os funcionários precisam fazer muita força, pegar peso, realizar uma série de movimentos, e com nossos modelos, isso não é preciso”. Outro ponto destacado por Bianco Giella é que no caso das bombas ZM encapsuladas que possuem um motor interno, é que caso esse motor queime, ao contrário do das concorrentes que precisa ser descartado, o motor da Bombadur pode ser consertado, o que gera uma economia muito grande para os clientes. A mesma preocupação que o Sr. Adur tem em satisfazer plenamente os clientes, segue fielmente até 10

os dias atuais, tanto que mesmo sendo especialista em bombas, a empresa também presta orientações em outras áreas. “Muitas empresas frigoríficas nos ligam para resolver problemas de instalação que não tem a ver com a bomba. A instalação tem muitas variantes, compressores, separadores, evaporadores, tubulação e válvulas externas, somos chamados para resolver isso e graças à experiência que o Sr, Adur adquiriu nas instalações frigoríficas que realizava e cujo aprendizado foi passado aos nossos funcionários, conseguimos dar todo o suporte também nessa parte e também um ótimo pós-vendas”, explica Bianco Giella Há vários anos, as bombas da Bombatur são líder no mercado sul-americano, sempre expandido e com a preocupação de manter o nível de excelência elevado. Um dos fatos mais curiosos e emocionantes da história da empresa, é justamente sobre o fundador, o Sr. Ale Adur, que ainda hoje, aos 90 anos, segue trabalhando com pique total, desenvolvendo novas bombas, levantando ferros e tudo mais o que for preciso para que a sua empresa siga atendendo às expectativas de todos os clientes.


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MERCADO INTERNACIONAL

IMPORTAÇÕES DE CARNE PELA CHINA EM ABRIL AUMENTARAM 6,9% , CHEGANDO A 922 MIL TONELADAS A China importou 922.000 toneladas de carne em abril, um aumento de 6,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior, mostraram dados alfandegários na sexta-feira, uma vez que o maior produtor mundial de carne suína continua enfrentando escassez doméstica. A produção de carne suína da China despencou após os surtos de peste suína africana desde 2018, estimulando uma forte demanda por importação de carne suína e outras carnes. As importações foram apenas ligeiramente inferiores ao recorde de 1,02 milhão de toneladas que chegou em março, mostraram dados da Administração Geral das Alfândegas da China. Os grandes embarques ocorreram mesmo com o aumento da produção de carne suína da China no primeiro trimestre, após intensos esforços para reabastecer e expandir as fazendas no ano passado.

Uma nova onda de peste suína africana e outras doenças durante o inverno levou fazendas, preocupadas com o risco de infecção, a enviar porcos para o abate mais cedo, aumentando o volume. Embora os preços domésticos da carne suína PORKCN-TOT-D tenham caído acentuadamente nos últimos meses, as importações devem permanecer altas, com uma escassez de oferta prevista para durar o resto do ano. As importações de carnes no primeiro quadrimestre do ano chegaram a 3,55 milhões de toneladas, um aumento de 16,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mostram também os dados. *Fonte: Reuters

MARFRIG DE ALEGRETE (RS) É RECOMENDADA A HABILITAÇÃO PARA EXPORTAR CARNE BOVINA AOS EUA A Marfrig, maior produtora global de hambúrgueres e uma das líderes mundiais do mercado de carne bovina, acaba de ter mais uma unidade recomendada pelas autoridades a habilitação para exportar aos Estados Unidos - a planta de Alegrete, no Rio Grande do Sul. A unidade é a quinta da companhia a receber a recomendação e a segunda apenas esse ano, já que em janeiro, a unidade da também gaúcha Bagé recebeu a habilitação. A planta recebeu a recomendação para exportar aos Estados Unidos após passar por uma ampla auditoria na unidade que constatou o cumprimento do protocolo sanitário exigido pelo país. De acordo com o diretor de exportação da Marfrig, Alisson Navarro, a oportunidade abre 12

portas no mercado mundial “As exigências dos norte-americanos estão alinhadas com as de outros países que se interessam pela carne brasileira”, afirma. A Marfrig de Alegrete tem atualmente a capacidade de abater 730 cabeças por dia. A companhia está presente no município desde 2011, gerando 600 empregos diretos e apoiando produtores e comunidades locais. Além de Alegrete, as unidades de Bagé/RS, São Gabriel/RS, Bataguassu/MS e Promissão/SP já são habilitadas a exportar aos Estados Unidos. *Fonte: Marfrig


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MERCADO INTERNACIONAL

DESEMPENHO EXPORTADOR DAS CARNES NA PRIMEIRA QUINZENA DE MAIO DE 2021 Influenciado pelos bons resultados da primeira semana do mês, o cenário de exportação das carnes na primeira quinzena de maio (10 dias úteis) permaneceu alentador para as carnes de frango e suína e preocupante para a carne bovina. Porque, pela média diária embarcada, esta última registra retrocesso de mais de 20% em relação à média diária de maio de 2020, enquanto as carnes suína e de frango apresentam avanço de 25% e 22%, respectivamente. A realidade, porém, é que as três carnes sofreram redução no volume exportado. E, neste caso, a quedas mais expressivas se concentraram nas carnes suína e de frango,

com volume semanal 31% e 22% inferior ao da semana anterior (o volume de carne bovina também retrocedeu, mas menos de 10%). Tais resultados podem ser decorrência, apenas, de questões logísticas. Mas, mantidas a médias atuais, os resultados finais irão ficar aquém dos projetados na tabela abaixo. De toda forma, o preço médio alcançado pelas três carnes segue em alta, apresentando incremento entre 10%-11% em relação a maio do ano passado. *Fonte: AviSite

SUSPENSÃO DE VENDAS DE CARNE NA ARGENTINA FAVORECE BRASIL, MAS SUSTENTA PREÇO DO BOI A suspensão das exportações de carnes recém-anunciada pela Argentina deve deslocar parte da demanda externa para o Brasil, seu concorrente direto, porém abre espaço para que as cotações do boi, que já operam em patamar elevado, alcancem novas máximas no mercado brasileiro, conforme analistas ouvidos pela Reuters O governo argentino disse que o bloqueio de vendas por 30 dias é uma medida emergencial devido ao sustentado aumento no preço da carne bovina no mercado local. “Afeta o Brasil positivamente porque, assim como no Brasil, a China é o principal mercado para os argentinos, então provavelmente os chineses deverão reforçar seus pedidos de carne no restante do mundo”, afirmou o diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres. 14

Ele lembrou que, segundo o governo argentino, a medida pode até ser revertida antes do prazo caso se encontre uma solução para limitar a inflação. Mas também há risco de continuidade da intervenção por mais tempo, o que, para os brasileiros, seria uma “oportunidade”. “Isso gera toda uma expectativa negativa quanto ao cumprimento de contratos pelos argentinos”, acrescentou sobre a visão dos compradores internacionais.


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MERCADO INTERNACIONAL Torres também disse que, historicamente, a Argentina já fez este tipo de intervenção na tentativa de controlar preços e não deu certo, por não existir uma relação direta entre as exportações e o preço interno da carne. “O sistema funciona em ciclos (pecuários) e eles, assim como nós, estão em um ciclo de alta de preços”, ressaltou ele. Isso significa que há chances de as restrições aos embarques continuarem além do período estipulado.

MAS... Parece um cenário perfeito para a concorrência, mas não é. A diretora da consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel, alertou que os compradores não deixarão de ser atendidos, mas este movimento também significa novas altas de preço para o Brasil, onde a escassez de gado já eleva os custos. “É mais um fator de suporte para os preços pecuários, inclusive no médio/longo prazo, caso a restrição persista”, afirmou ela. Ainda que a medida dure apenas 30 dias, a especialista acredita que já seria suficiente para alguma movimentação nas cotações da arroba, mesmo que em menor proporção. “Hoje a disponibilidade de carne é baixa globalmente, então tudo ajuda a sustentar as cotações”, explicou. No Brasil, a arroba bovina segue cotada acima de 300 reais, conforme o indicador do centro de estudos Cepea. Do lado da demanda, as exportações têm dado sustentação aos preços da arroba no Brasil. A receita com a exportação de carne bovina in natura do Brasil subiu 2,3% no primeiro quadrimestre, para um recorde de 2,16 bilhões de dólares, com impulso da China, que respondeu por cerca de metade deste valor, segundo o Ministério da Agricultura.

EMPRESAS A Marfrig Global Foods e a Minerva Foods são as empresas diretamente afetadas pela decisão argentina, por terem operações no país vizinho. A Marfrig divulgou comunicado ao mercado dizendo que o impacto se limita a 1,3% da receita líquida consolidada. A concorrente não quis comentar. 16


MERCADO INTERNACIONAL E a expectativa é que a Minerva seja a mais afetada, pois no total as operações da Argentina representam cerca de 10% do faturamento global da empresa, disse o head de agronegócios da Criteria Investimentos, Rodrigo Brolo. “Não vai cair pela metade (a receita) por causa de suspensão em 30 dias, mas abala a confiança dos investidores.” “A Minerva pode falar que agora vai exportar mais pelo Brasil para suprir essa falta, mas nem sempre é tão simples, pois aqui a qualidade do boi é diferente, os cortes diferentes, não é como vender milho ou soja, são produtos customizados.” Em reação à decisão do governo, e para complicar o cenário no país vizinho, as principais associações agropecuárias da Argentina anunciaram nesta terçafeira uma suspensão das vendas de gado por nove dias em protesto contra a interrupção das exportações de carne do país.

StoneX aponta queda de 0,79% confinamento bovino do Brasil em 2021

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O confinamento bovino terá queda de 0,79% em 2021 na comparação com o ano passado, para 4,24 milhões de animais, em meio a um aumento de custos com grãos, apontou nesta terça-feira a StoneX, ao divulgar a primeira pesquisa sobre o assunto para o ano. A redução é limitada por maior intenção de confinar

bois em Estados como Mato Grosso e Goiás, onde as matérias-primas são mais abundantes, acrescentou a consultoria, citando ainda que essas regiões têm grandes estruturas para a atividade. Em Mato Grosso, o confinamento deverá avançar para 964,8 mil cabeças, cerca de 100 mil a mais na comparação anual, enquanto em Goiás o crescimento é mais modesto, para 833,8 mil aninais. Os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul deverão ver um recuo no confinamento este ano. A StoneX disse ainda que o país deverá registrar média de 50% da capacidade estática dos confinamentos, com a maior utilização ficando para o segundo giro, indicando a maior oferta vinda da pecuária intensiva no segundo semestre. A StoneX informou também que cerca de 36% dos entrevistados ainda necessitam comprar metade de seus insumos para alimentação dos animais, enquanto apenas 25% já garantiram 100% de seus insumos. “Com as máximas renovadas das cotações dos grãos, o produtor está com um menor poder de compra. Esse cenário é devido ao aumento dos preços dos grãos e, consequentemente, à diminuição da relação de troca do pecuarista entre boi e milho, por exemplo”, notou.

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MERCADO INTERNACIONAL

MARFRIG RECEBE EMBAIXADOR DA ARGENTINA NO BRASIL; NÃO VÊ PREJUÍZO POR SUSPENSÃO EM VENDAS Executivos da Marfrig Global Foods receberam a visita do embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, para debater a suspensão das exportações de carnes imposta pelo governo argentino, e esperam que a medida não afete as unidades da companhia no país vizinho

“Segundo o embaixador, a situação é temporária e tende a se regularizar em breve, o que não deve prejudicar as operações da Marfrig no momento”. Com isso, a companhia afirmou que pretende manter os investimentos na Argentina, sem dar mais detalhes. O encontro contou com a presença do presidente do Conselho de Administração, Marcos Molina, e com CEO da Operação América do Sul da Marfrig, Miguel Gularte.

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O governo argentino anunciou o bloqueio de exportações de carnes por 30 dias como uma medida emergencial devido ao sustentado aumento no preço da proteína bovina no mercado local. No dia seguinte, a Marfrig informou ao mercado que o impacto da decisão argentina se limita a 1,3% da receita líquida consolidada da empresa. Um dos investimentos mais recentes da empresa no mercado argentino foi a aquisição, por 4,6 milhões de dólares, da Campo del Tesoro, companhia que opera uma planta localizada em Pilar, na província de Buenos Aires, com capacidade de processamento de cerca de 15 mil toneladas/ano de hambúrgueres, e é líder na produção de hambúrgueres de carne bovina para o food service na Argentina. Quando a compra foi anunciada, em outubro do ano passado, a Marfrig disse em comunicado que possuía capacidade total de 54 mil toneladas/ ano para produção de hambúrgueres na Argentina, liderando os canais de varejo e food service com as marcas Paty e Good Mark, e atendendo mercados internacionais a partir daquele país. *Fonte: Reuters


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MERCADO INTERNACIONAL

ABPA VÊ FORTE ALTA NA EXPORTAÇÃO DE CARNE SUÍNA DE PR E RS COM NOVO STATUS SANITÁRIO As exportações de carne suína do Paraná e do Rio Grande do Sul têm potencial para avançar 10% neste ano e até 35% em 2022 após o reconhecimento internacional dos Estados como áreas livres de febre aftosa sem vacinação, estimou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). “Isto, com a possibilidade de embarques de carne suína com osso e miúdos para o mercado chinês --atual principal importador dos produtos brasileiros”, disse em nota o presidente da ABPA, Ricardo Santin. O reconhecimento foi confirmado mais cedo pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) e, junto à Santa Catarina, que possui este status sanitário desde 2007, os três principais Estados produtores de suínos do

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MERCADO INTERNACIONAL país terão acesso a mercados de melhor valor agregado. Juntos, Paraná e Rio Grande do Sul poderão ter receita cambial superior a 1,2 bilhão de dólares em 2022, ante 820 milhões registrados em 2020, conforme dados da associação. “Estes Estados terão possibilidade de acesso aos mercados mais exigentes do mundo, como é o caso do Japão, EUA, Coreia do Sul, Chile e Filipinas”, acrescentou no comunicado o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua. Japão e Coreia do Sul estão entre os mercados que o Brasil deverá focar para ampliar suas vendas de carnes, após o reconhecimento do novo status sanitário, disseram autoridades, após o anúncio. No caso do Rio Grande do Sul, a entidade estima que há potencial para alcançar até 293 mil toneladas em exportações neste ano, gerando receita de aproximadamente 715 milhões de dólares --86 milhões de dólares a mais que em 2020. Para 2022, as vendas gaúchas poderão chegar a 350 mil toneladas, com uma receita cambial

estimada em 850 milhões de dólares. Como referência, em 2020 os embarques totais do Estado alcançaram 261 mil toneladas com uma receita de 629 milhões de dólares. No caso do Paraná, existe potencial para exportação de 145 mil toneladas em 2021, um acréscimo de mais de 5% em relação ao ano de 2020, com receitas estimadas na ordem de 332 milhões de dólares. Para o ano que vem, as projeções da ABPA indicam que poderão ser exportadas 165 mil toneladas pelas companhias paranaenses, com uma receita cambial de 377 milhões de dólares. Além dos dois Estados, Acre, Rondônia, parte do Amazonas e de Mato Grosso também estão entre as novas áreas reconhecidas pela OIE como livres de aftosa sem vacinação. Nestas regiões, a principal cadeia beneficiada é a de bovinos.

*Fonte: Agro Times

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FIQUE POR DENTRO

DESEMPENHO EXPORTADOR DAS CARNES EM ABRIL DE 2021

Comparativamente a março passado, os embarques das três carnes sofreram ligeira retração. Mas isso só ocorreu porque abril foi mês mais curto, com três dias úteis a menos que março. Aliás, considerados os embarques médios diários, as três carnes registraram incremento, em níveis superiores a 20%.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado os índices de expansão podem não ser tão significativos – ao menos para as carnes bovina e de frango. Mesmo assim continuam sendo expressivos. Tanto que redundaram em um aumento de, praticamente, 8% no volume de carne bovina e de mais de 13% no de carne de frango. Já a carne suína continuou apresentando desempenho excepcional, visto que o volume embarcado no mês aumentou quase

40% em relação a abril de 2020.

O preço médio foi outro fato positivo. Pois, desta vez, as três carnes voltaram a apresentar evolução positiva nos preços alcançados. As carnes de frango e suína de quase 2%; a bovina, de 9%. Como consequência do maior volume e do melhor preço, a receita cambial registrou forte evolução, aumentando perto de 20% em relação a abril de 2020. Em termos relativos, a maior expansão coube à carne suína (+41%), vindo a seguir a carne bovina (perto de 18% a mais) e, por fim, a carne de frango, com aumento de 15%. *Fonte: AviSite

TYSON FOODS PREVÊ QUE CUSTOS EM ALTA ATINJAM OS LUCROS

A produtora de carnes Tyson Foods alertou que os custos crescentes começarão a atingir o lucro da companhia, e também aumentou sua previsão de receita para o ano todo com preços mais altos e melhora da demanda com a reabertura de restaurantes e hotéis nos EUA. Os custos mais altos das matérias-primas levaram os produtores de carne dos Estados Unidos a elevar os preços, enquanto a demanda se recupera após uma redução das restrições provocadas pela pandemia da Covid-19. No geral, a Tyson disse que espera que as receitas fiscais de 2021 fiquem entre 44 bilhões e 46 bilhões de dólares. A receita havia sido prevista anteriormente na extremidade superior de uma faixa de 42 bilhões a 44 bilhões de dólares. O presidente-executivo da Tyson, Dean Banks, alertou, no entanto, que o aumento dos custos pressionará os lucros ainda este ano. “Estamos vendo uma inflação substancial em nossa cadeia de suprimentos, o que provavelmente criará uma pressão sobre as margens durante a segunda metade do ano”, disse ele. A Tyson disse que para o segundo trimestre encerrado em 3 de abril as vendas aumentaram cerca de 4% para 22

11,30 bilhões de dólares, superando as previsões dos analistas, que esperavam em média 11,19 bilhões, mostraram dados IBES da Refinitiv. Os preços mais altos ajudaram o segmento de frango da Tyson a registrar crescimento de 4,6% nas vendas, enquanto a divisão de carne suína aumentou 16,7%, mesmo com a queda nos volumes. Na carne bovina, o maior negócio da Tyson, as vendas aumentaram 1,7% em relação ao ano anterior, para 4 bilhões de dólares, com os preços subindo 7,5% e os volumes caindo 5,8%. A Tyson disse que agora espera que sua divisão de carne bovina publique melhores resultados fiscais de 2021 em comparação com o ano passado. “A carne bovina commodity liderou o ritmo”, disse o Credit Suisse. O lucro líquido atribuível à Tyson aumentou para 476 milhões de dólares, ou 1,30 dólar por ação, versus 376 milhões, ou 1,03 dólar por ação um ano antes. Excluindo itens, a Tyson ganhou 1,34 dólar por ação, em comparação com estimativas de 1,12 dólar. *Fonte: Reuters


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CAPA

O ATUAL PANORAMA E AS EXPECTATIVAS FUTURAS PARA O MERCADO DE CARNE SUÍNA BRASILEIRA Segmento apresentou bons números no primeiro trimestre e 2021 deve ser positivo, porém há alguns pontos importantes a serem trabalhados a médio prazo 24


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CAPA

C

om 1,02 milhão de toneladas e alta de 36% em relação a 2019, as exportações de carne suína brasileira obtiveram um recorde no ano passado e para 2021, a expectativa, segundo o Rabobank é que um novo recorde seja atingido com um aumento de 6% em relação a 2020. No primeiro trimestre deste ano, 253,5 mil toneladas foram exportadas, volume 21,86% maior do que o registrado no primeiro trimestre de 2020. Apesar das boas notícias, produtores e associações de suinocultura brasileiras já pensam mais a frente e veem como objetivo desbravar mais mercados internacionais, além de crescer internamente. Como nos anos anteriores, a China será o principal destino da carne suína brasileira, pois apesar de estar se recuperando da perda de grande parte do seu rebanho devido à Peste Suína Africana (PSA), ainda ficará longe de atender a toda demanda interna. O Vietnã e as Filipinas também vivem o mesmo problema que os chineses e deverão ser bons compradores do Brasil. Para a maioria dos especialistas, o rebanho chinês só estará totalmente ou quase que totalmente recuperado dentro de dois ou três anos, a partir daí, a China comprará menos carne suína do Brasil, por isso, o segmento já pensa em como conquistar mais mercados. “A China é o nosso grande cliente, aqui em Santa Catarina, no ano passado, das 116, 600 mil toneladas, 75 mil foram para lá, o segundo maior comprador nosso foi o Chile com 15 mil toneladas e o terceiro, Hong Kong com seis mil, é uma diferença grande. O mesmo cenário se repete quando analisamos as exportações de carne suína do Brasil. Eles ainda seguirão comprando, mas precisamos buscar outros clientes e temos condições para isso”, afirma o Presidente da Associação Catarinense De Criadores De Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi. A produção também crescerá este ano, em 2020, Santa Catarina, maior produtor e  exportador de carne suína, abateu 13 milhões e 465 mil porcos e este ano, a projeção é que passe de 15 milhões.

diferencial. Sobre aumentar a competição entre os três estados, não vejo dessa forma, pois empresas que foram criadas aqui como Aurora, BRF, Seara e Pamplona, depois se expandiram para os outros, o que haverá é um leque maior de oportunidade, por isso temos que trabalhar juntos e fazer o bloco sul livre da febre aftosa”. A mudança se status sanitário anima os produtores e associações, mas há outros grandes obstáculos para que novos mercados internacionais sejam conquistados. A África do Sul, por exemplo, possui 60 milhões de habitantes, tem a maior renda per capita do continente e importou, somente no primeiro trimestre deste ano, 78,4 mil toneladas de carne de frango do Brasil, 32% a mais do que no mesmo período de 2020, enquanto isso, a exportação de carne suína foi de apenas 1,8 mil toneladas para o país africano. “De fato, a África do Sul tem muito potencial. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) tem feito um trabalho forte em cima disso para conquistarmos esse e outros mercados, mas o Brasil tem uma política a externa que precisa ser melhorada em termos de adidos agrícolas. Países que querem abrir um mercado forte, precisam ter quem fala a língua de fluentemente do local, às vezes até natos. Fiz um viagem com Ministério da Agricultura para um país e fomos recebidos por um adido agrícola, só falávamos inglês, mas não a língua local e isso atrapalha, esse é um ponto em que ainda pecamos”, destaca Lorenzi.

Em busca de novos mercados Neste mês de maio, os estados do Paraná e do Rio Grande do Sul deverão obter o status da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) de “território livre de febre aftosa sem vacinação”, o mesmo que Santa Catarina já possui. Na prática, esse status fará com que os três estados do Sul tenham mais oportunidades de exportarem para mercados internacionais mais rigorosos. A notícia animou os produtores de ambos os estados e também de Santa Catarina, pois segundo Lorenzi, será bom para o Sul do Brasil. “Quem dera todo Brasil conseguisse chegar logo a esse estágio que é um 26

Losivanio Luiz de Lorenzi


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CAPA

Ainda no campo das negociações para buscar novos mercados, o presidente da ACCS explica. “Antigamente, só o governo ia para abrir mercados e não levava a iniciativa privada, que é quem faz o comércio acontecer, depois mudou e as indústrias começaram a ir, mas vejo que há casos em que indústria vai, negocia e depois o Brasil abre o mercado. Um exemplo assim é o da Coreia, a iniciativa privada conseguiu o mercado deles, os coreanos já deram “ok” para a planta a ser explorada, mas tem frigoríficos em Santa Catarina engalhados no Ministério da Agricultura, porque não há agilidade para liberar a documentação. Eles fizeram a parte deles, mas o governo trava a iniciativa privada que já poderia estar exportando. Precisamos estar juntos sem a burocracia”. Mesmo com os entraves, especialistas acreditam que a suinocultura brasileira ganhará campo no mercado internacional nos próximos anos.

Sanidade do rebanho Outro ponto imprescindível para exportar mais é ter uma imagem de sanidade do rebanho, pois isso passa segurança até mesmo aos países mais rigorosos.

ACERTE NO ALVO SEJA UM ANUNCIANTE FRIGONEWS

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Nesse sentido, produtores e associações trabalham constantemente para evitar qualquer contaminação. “Países como Japão e Estados Unidos compram nossa carne porque sabem do trabalho que temos feito para evitar a PSA e a PSC, além de outros problemas. Um dos pontos que nos preocupa é a infestação de javalis que não para de crescer e pode contaminar os porcos. Na Alemanha, já teve um caso assim por causa desses animais e aqui só podemos matar se for para consumir na própria propriedade, mas como são muitos, não é possível, por isso temos que estar atentos e sempre pensando em ampliar a segurança sanitária”, destaca Lorenzi. Sobre a PSC que teve alguns casos em Alagoas, Lorenzi comenta que as Associações Brasileiras de Carnes Suínas junto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), estão desenvolvendo um projeto-piloto para erradicar esse tipo de peste. “Estamos desenvolvendo esse projeto, a ABPA entrou com um aporte financeiro, e depois de Alagoas, pretendemos levá-lo para todo Nordeste para acabar com a PSC”.

Mercado interno Em 2020, a pandemia atrapalhou um pouco as vendas no mercado interno. Com restaurantes fechados quase que o ano inteiro, poucas festas e churrascos, o consumo de carne suína foi afetado. Entretanto, em 2021, com a carne bovina com os preços em alta e o frango também um pouco mais caro, a tendência é que haja uma boa recuperação. “Além desses fatores, temos trabalhado muito com o marketing, estamos quebrando mitos e preconceitos sobre esse tipo de carne, e estamos vendo que estados que consumiam pouco carne de porco, agora estão consumindo mais e isso tudo somado fará com que tenhamos um ganho forte. Ainda temos muito espaço para crescer no Brasil, só para se ter uma ideia, em alguns países, o consumo per capita de carne suína é de 60 quilos por ano e aqui é de 16,5, 16,9 quilos dependendo da pesquisa. Com qualidade, segurança temos tudo para crescer também internamente”, finaliza Lorenzi.

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EXPOMEAT 2021

EXPOMEAT ABRE AS PORTAS EM NOVEMBRO

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EXPOMEAT 2021 A indústria brasileira é grande fornecedora mundial de proteína animal em produção e exportação. Dentre as várias modalidades, é sempre a líder ou uma das três maiores, com foco em carnes: bovinos, aves e suínos, em crescimento no pescado. Estas commodities rodam o planeta, entregando o produto brasileiro e alimentando o mundo. Estamos tendo, porém, mudanças positivas, pois agora agregamos valor a esta exportação: além de vender as partes ou o todo, vendemos também mãode-obra, pois uma parte desta exportação já está seguindo de forma processada, com cortes feitos nas instalações nacionais, gerando mais empregos com consequente renda ampliada. Os cortes são diversos e as entregas são mais específicas, exigindo dos fornecedores criação e a implantação de inovações para buscar precisão e produtividade, objetivando atender esta nova realidade que está em crescimento, além das questões de sustentabilidade, saudabilidade, inovação em tecnologia em embalagem, automação e robôs nas plantas, rastreabilidade, transparência e sofisticação de produtos no varejo. Neste contexto empresarial, a EXPOMEAT 2021, que será realizada de 9 a 11 de novembro, promoverá o setor oferecendo à indústria de alimentos uma plataforma de tecnologias, novidades e soluções inovadoras para o mundo do processamento de proteína animal, vegetal e alternativas, refletindo uma tendência internacional voltada para o futuro. A feira trará tendências, processos e gestão, como forma de sustentar toda a cadeia produtiva da indústria na produção otimizada, eficiência de recursos, segurança alimentar e soluções digitais como inteligência artificial, entre outras.

A terceira edição da EXPOMEAT - Feira Internacional da indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal, que acontecerá de 9 a 11 de novembro de 2021, no Pavilhão de Exposições Anhembi, na capital de São Paulo. O Grupo Enterprise/Rofer e Proma Feiras, realizadora e promotora da EXPOMEAT, vem trabalhando fortemente destacando as empresas expositoras especialmente em inovação e criatividade no presente e projetando o futuro para impulsionar ainda mais o avanço da indústria de processamento, com o desenvolvimento sustentável do setor e proporcionando uma experiência única para o mercado de proteína.

Para Maria Antônia S. Ferreira, diretora, “a EXPOMEAT proporcionará ainda mais a missão de estabelecer a conexão entre o setor de proteína, possibilitando ampliar e fortalecer seus negócios na indústria de processamento, sendo um importante pilar estratégico que estará presente tanto na sua oferta de exposição quanto no programa de atividades de transferência de conhecimento desenvolvido em conjunto com diversas instituições do setor, parceiros e especialistas provedores de soluções”.

Expomeat: venha conhecer o futuro da indústria!

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EXPOMEAT 2021 A EXPOMEAT reunirá as empresas do setor, contando com mais de 380 marcas nacionais e internacionais, vindo de todo o Brasil e de vários países do exterior, que irão oferecer tecnologia de ponta e soluções inovadoras para modernizar, desenvolver e atender as expectativas da indústria de processamento de proteína animal, vegetal e alternativas. Estamos otimistas e acreditamos que, com o avanço da vacinação, trará mais tranquilidade e confiança às empresas que poderão planejar sua participação com segurança, oferecendo um evento ainda mais bem-sucedido na data de 9 a 11 de novembro de 2021. Com isso, reiteramos o nosso compromisso em assegurar que todas as etapas para entregar uma feira ainda mais robusta, preparada e gerar excelentes oportunidades de negócios a toda a cadeia produtiva, sejam devidamente cumpridas, além de seguirmos todo o protocolo de saúde e segurança vigente para receber expositores, clientes e visitantes de diferentes partes do mundo.

Programe-se para o evento! Além da feira EXPOMEAT, traremos uma programação completa através dos eventos paralelos, abordando importantes temas na indústria da carne.

FIRA – Feira da Indústria de Reciclagem Animal

A FIRA é uma iniciativa da ABRA - Associação Brasileira de Reciclagem Animal, que reunirá a cadeia completa do setor, trazendo inovações e tecnologias para a melhoria e eficiência do processamento de subprodutos de origem animal, apresentando novidades em equipamentos, 31


EXPOMEAT 2021 maquinários, insumos, embalagens, às graxarias independentes e anexas aos frigoríficos, indústrias de nutrição animal e ração, fábrica de óleos vegetais, entre outras.

Meat Ingredients Conferências técnicas realizadas por especialistas do setor de aditivos & ingredientes abordando temas técnicos como legislação, rotulagem e desenvolvimento para a indústria da carne.

SavCarne – Salão do Varejo da Carne

Prêmio Carne Forte É concedido anualmente em reconhecimento aos profissionais que, na avaliação do público ligado à agroindústria, deram importante contribuição ao setor. O Brasil é um grande produtor mundial de proteína animal e o Prêmio Carne Forte é mais um estímulo para que estes profissionais competentes e abnegados possam receber mais um incentivo para manter e aumentar ainda mais o nosso nível de atividade e excelência. Já está aberta a votação da quarta edição do Prêmio Carne Forte para líderes e personalidade do setor frigorífico que mais se destacaram no ano, acesse o link e dê o seu voto: https://www. expomeat.com.br/premio-carne-forte-pt

Espaço dedicado aos profissionais e empresários de butiques de carnes, açougues, supermercadistas, hamburguerias, padarias, entre outros, trazendo inovações, tecnologias em processos para atender o comércio varejista.

Meat Show Palestras com especialistas que irão discutir e apresentar soluções e inovações para o presente e o futuro da indústria da carne. 32

IIAR Capítulo Brasil O Instituto Internacional de Refrigeração por Amônia - IIAR, realizará na EXPOMEAT o Congresso Latino-Americano de Refrigeração por Amônia, trazendo inovações e tecnologias aplicadas a nível


EXPOMEAT 2021 mundial, sendo apresentado por especialistas de referência internacional, abordando temas extremamente importantes à cadeia de refrigeração na operação, manutenção e segurança.

3° Diálogo Técnico O evento é realizado pela ABRA - Associação Brasileira de Reciclagem Animal e promove o

debate sobre temas técnicos relacionados ao setor de reciclagem animal envolvendo aspectos: tecnológicos, regulatório, pesquisa e inovação, entre outros.

Acompanhe as novidades nos canais digitais @ExpomeatBrasil no facebook, instagram, linkedin e youtube. Estaremos reunidos novamente para escrevermos juntos uma edição bem sucedida e histórica. Faça já sua inscrição para visitar a EXPOMEAT, acessando: www.expomeat.com.br

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EXPOMEAT 2021 Serviço: EXPOMEAT - Feira Internacional da indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal Data: 9 a 11 de novembro de 2021 Local: Pavilhão de Exposições Anhembi – São Paulo – SP Horário de funcionamento: das 14h às 20h Mais informações: pelo telefone (11) 2730-0522 ou pelo e-mail: expomeat@expomeat.com.br ou acessando: www.expomeat.com.br

MARFRIG TEM COMPRADO AÇÕES DA BRF, DIZ FONTE A processadora de carne bovina Marfrig tem comprado ações da companhia de alimentos BRF, maio exportadora global de carne de frango, disse à Reuters uma fonte com conhecimento da situação. Mais cedo, o site Brazil Journal informou, citando fontes a par do assunto, que a Marfrig tem comprado grande volume em ações da BRF com o objetivo de alcançar uma participação de 20% no capital da empresa rival. O Brazil Journal disse ainda que o controlador da Marfrig, Marcos Molina, não estava planejando combinar as duas companhias, sem dizer como obteve a informação. As ações da BRF vinham subindo nos últimos dias em meio a negociações atípicas e elevados volumes. Os papéis subiam mais de 10%, enquanto as do Marfrig caiam quase 2%.

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*Fonte: Reuters


FIQUE POR DENTRO

INDÚSTRIA DE CARNES COMEMORA NOVO STATUS SANITÁRIO DO RIO GRANDE DO SUL Com a perspectiva de ampliar em US$ 1,2 bilhão por ano seu volume de negócios, o setor produtivo de carnes aguarda com grande expectativa a certificação do Rio Grande do Sul como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Será o reconhecimento que abrirá as portas para 70% dos mercados internacionais a que o Estado, até hoje, não tinha acesso, beneficiando as indústrias gaúchas de carne bovina, suína e de aves. “A evolução do status sanitário coloca a pecuária gaúcha em um novo patamar. Muito em breve estaremos livres da vacina e livres para crescer. O mundo saberá da qualidade da nossa proteína animal gaúcha”, destaca a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti. Na indústria de carne suína, a projeção é de que haja um incremento na exportação na ordem dos R$ 600 milhões anuais. China (carne com osso), Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul são os maiores importadores mundiais a exigirem status de livre de febre aftosa sem vacinação para a compra desse tipo de carne. Para o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, a certificação do Rio Grande do Sul como zona livre de aftosa sem vacinação, aliada ao cenário sanitário internacional, impulsionará a indústria suinicultora do Estado. “A China, por exemplo, teve queda expressiva de produção por causa da peste suína africana, e a recuperação para níveis antes da peste está prevista apenas para 2025. Então, o acesso a esses mercados possibilitará um boom na suinocultura do Rio Grande do Sul”, projeta. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Camardelli, destaca que o ganho não se dará apenas pelo crescimento do volume de exportações, mas também por causa do valor pago a carnes e derivados de carne oriundos de regiões sem vacinação, que costumam ter preços maiores em países importadores mais exigentes. “Estes mercados pagam muito bem pela tonelada, como Japão e Coreia do Sul. A tendência é ampliarmos o espaço e fortalecermos nossas ligações com parceiros comerciais tradicionais, como China e Estados Unidos”, avalia.

CONTATOS:

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MERCADO INTERNACIONAL Investimentos e geração de emprego e renda Dentro deste cenário promissor para a indústria de carnes no Rio Grande do Sul, não é de se estranhar que a maior produtora de proteína no mundo, a brasileira JBS, tenha anunciado, em abril deste ano, um investimento de R$ 1,7 bilhão em sete fábricas no Estado até 2023. Prevendo o aumento na demanda de exportação para proteína in natura e seus derivados, a companhia planeja expandir e promover melhorias em suas unidades em sete municípios gaúchos – Bom Retiro do Sul, Caxias do Sul, Nova Bassano, Passo Fundo, Seberi, Santa Cruz do Sul e Trindade do Sul. A ampliação da capacidade de sete

unidades produtivas tem potencial de gerar 2,7 mil postos de trabalho diretos e cerca de 10 mil indiretos. Entre os principais motivos para um plano de investimentos tão robusto para o Rio Grande do Sul, a companhia cita a mão de obra qualificada presente no Estado e a abertura de novos mercados com a certificação internacional como zona livre de aftosa sem vacinação. “Quando falamos em acessar mercados relevantes, esse status é ingresso para participar do jogo”, pontua o diretor de Agropecuária da JBS, José Antônio Ribas Júnior. *Fonte: Sec. de Agricultura – RS

MARFRIG LUCRA 279 MILHÕES DE REAIS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2021 A Marfrig (B3:MRFG3 e ADR Nível 1: MRRTY), maior produtora mundial de hambúrgueres e uma das líderes globais do mercado de carne bovina, apresentou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados fiscais relativos ao primeiro trimestre de 2021. No período, a companhia registrou receita líquida de 17,2 bilhões de reais, crescimento de 27,7% na comparação anual. O lucro líquido no período alcançou 279 milhões de reais, revertendo o prejuízo de 137 milhões de reais registrado nos primeiros três meses de 2020. O Ebitda Ajustado chegou a 1,7 bilhão de reais, um aumento de 39,7%, e a margem Ebtida foi de 9,9% -- alta de 85 bps no intervalo de 12 meses. Com isso, a Marfrig registrou o melhor primeiro trimestre -- um período tradicionalmente desafiador para o setor de proteína animal -- de sua história. “Mesmo diante de um cenário mais complexo, marcado por uma nova onda da pandemia e pela escassez e aumento de preços da matéria prima no Brasil, tivemos resultados muito positivos”, diz Marcos Molina dos Santos, fundador e presidente do Conselho de Administração da Marfrig. “Nosso modelo, baseado em disciplina financeira, melhoria operacional contínua e diversificação geográfica da produção e dos mercados se provou extremamente resiliente.”

Operação América do Norte A Operação América do Norte da Marfrig -liderada pela National Beef -- registrou mais um 36

período de resultados crescentes. No primeiro trimestre deste ano, a receita líquida da operação atingiu 12,7 bilhões de reais (2,3 bilhões de dólares), o que representa um avanço de 30,1% sobre o mesmo período do ano anterior. O lucro bruto foi de 1,85 bilhão de reais, 75,3% de crescimento na comparação anual. A performance é recorde para o período e é explicada pela conjunção de grande oferta de gado a preços competitivos e forte demanda do mercado americano por produtos à base de carne bovina. Graças a esse cenário, a América do Norte representou 73% da receita da Marfrig no período. O Ebtida Ajustado foi de 1,5 bilhão de reais, 87,5% superior ao registrado no primeiro trimestre do ano passado, representando 89% do Ebtida total da companhia no trimestre. O mercado dos Estados Unidos continua a ser o maior consumidor dos produtos oferecidos pela Operação América do Norte da Marfrig. Entre os mercados internacionais, Japão e Coreia do Sul geram 79% das receitas de exportação da National Beef. “Vivemos um excelente momento na região, em especial nos Estados Unidos. A alta demanda por produtos de carne bovina, aliada a um melhor custo de matéria-prima, nos permitiu capturar oportunidades importantes de crescimento”, diz Tim Klein, CEO da Operação América do Norte da Marfrig.

Operação América do Sul A Operação América do Sul da Marfrig gerou


MERCADO INTERNACIONAL receita líquida de 4,6 bilhões de reais, 21,4% maior quando comparada à receita do mesmo período de 2020. O desempenho é justificado por um conjunto de fatores: crescimento de 5,7% no volume e aumento de 17,6% nos preços de exportações; preço médio 39,2% maior no mercado doméstico e o bom desempenho da linha de industrializados, cuja participação cresceu de 10,5% para 15,2% no período de 12 meses. A Marfrig é, hoje, a maior produtora global de hambúrgueres e deve aumentar sua produção com a inauguração de uma nova unidade em Bataguassu, no Mato Grosso do Sul. As exportações voltaram a ser destaque. Representaram 60,4% da receita total no trimestre. Os maiores mercados da Operação América do Sul da Marfrig continuam sendo a China e Hong Kong, que responderam por 64% das vendas internacionais da companhia. Em 2021, a Operação América do Sul deu continuidade ao processo de melhoria de eficiência operacional, iniciado em 2019 e que inclui iniciativas como otimização do footprint das operações, redução de custos de embalagens e aumento do volume de produtos industrializados. Nos primeiros três meses do ano, o programa gerou cerca de 81 milhões de reais em ganhos, que se mantêm daqui por diante. O cenário externo benigno e os ganhos de eficiência, porém, não foram suficientes para neutralizar o aumento recorde do custo de matériaprima -- sobretudo no Brasil -- o que fez com que a margem Ebtida da operação caísse 7,7 pontos percentuais, para 4,6% no primeiro trimestre de 2021. “Vivemos um cenário mais complexo. Mas nos mantemos empenhados em melhorar continuamente a operação e em aumentar a participação de produtos de alto valor agregado em nosso portfólio”, afirma Miguel Gularte, CEO da América do Sul.

PlantPlus Foods Joint-venture formada por Marfrig e ADM, a PlantPlus Foods anunciou em março o seu time de lideranças. Vindo de uma trajetória consolidada na The Coca-Cola Company, o americano John Pinto assumiu como CEO. Além do dele, também foram anunciados Alcira Borras, no cargo de CFO, Rebecca Shapiro, como CMO, Beatriz Hlavnicka, no cargo de head de Marketing para a América do Sul, George Pereira, como head de Vendas para América do Sul, e Glenn Coombs, que assume a posição de head

de Vendas para a América do Norte. Com o time estratégico completo, a companhia planeja lançar sua primeira linha de produtos em breve.

Iniciativas ESG No início de 2021, a Marfrig se consolidou como a empresa mais bem avaliada do setor em iniciativas de sustentabilidade, um dos seus pilares estratégicos. A companhia atingiu o Tier 2 no BBFAW 2021, o maior e mais importante ranking global de bem-estar animal, divulgado no fim do período. O resultado é fruto da implementação de melhorias e revisões de políticas internas, além da maior oferta de informações nas operações fora do Brasil. Também em março, a Marfrig celebrou as primeiras entregas do Plano Marfrig Verde+, em evento público que reuniu investidores, reguladores, imprensa, produtores, pesquisadores, ONGs e agentes públicos. Baseado nos princípios de produção-conservação-inclusão, o programa já rastreou 62% da cadeia completa da Marfrig no bioma Amazônia e 47% no bioma Cerrado. A companhia vai investir 500 milhões de reais até 2030 para ter sua cadeia de valor livre do desmatamento. Em abril, a Marfrig aderiu ao programa Cozinha Cidadã, da prefeitura de São Paulo, iniciativa que doa 10 000 refeições diárias para a população vulnerável na capital paulista. Além de beneficiar uma parcela da população, o programa tem objetivo de apoiar clientes da Marfrig em um momento de dificuldades para o setor de restaurantes e food service. A companhia doará 50 toneladas de carne para compor o cardápio dos restaurantes participantes, fazendo com que as doações cheguem a 20 000. Todas as refeições são entregues para a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, que se encarrega de fazer a distribuição para a população. Por fim, com o objetivo de fazer a diferença no atendimento aos pacientes com covid-19 por todo o Brasil, a Marfrig se juntou a mais 12 empresas para tornar possível a doação de mais de 5 000 concentradores de oxigênio, no valor total de 35 milhões de reais. O uso dos concentradores doados nesta ação tem papel fundamental no combate à pandemia e consequente desafogamento do sistema hospitalar. Os materiais foram entregues ao Ministério da Saúde, que distribuiu aos estados ao longo do mês de abril.

*Fonte: Marfrig

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A Informa Markets, promotora e organizadora da TecnoCarne, em função das restrições Governamentais relativas a pandemia da Covid-19, comunica que em 2021 o evento será 100% digital e em uma nova plataforma com diversos recursos para que o setor de proteína animal possa realizar contatos, encontrar soluções e criar novas oportunidades de negócios. Será um projeto diferenciado, alinhado com o momento atual e preparado para criar uma experiência única a todos os participantes.

A indústria brasileira continua ocupando o topo do ranking mundial em produção e exportação de proteína animal. Com as transformações do mercado questões importantes e inovações vêm ganhando espaço, trazendo à tona novas tecnologias – como inteligência artificial e blockchain, proteínas alternativas, além de questões de sustentabilidade e saudabilidade. Nesse evento, players do setor trarão esses e outros temas para serem discutidos no presente, pensando e projetando o futuro desse grande setor. Serão 3 dias de abordagens técnicas e práticas reunindo especialistas, executivos e provedores de solução num evento que oferecerá uma experiência única para o mercado de proteína. Junte-se a nós! O evento acontecerá na Swapcard: a nova plataforma de eventos digitais da Informa Markets. Essa novidade nos proporciona uma navegação mais intuitiva, facilidade de uso, layout amigável e melhoria na experiência virtual. São novas funcionalidades, benefícios e ferramentas incríveis para interação entre todos os públicos – fornecedores, participantes e palestrantes – em nossos eventos digitais. A partir de 2022 o evento acontecerá de forma híbrida (presencial e digital) no mês de junho, em data a ser confirmada em breve no site oficial do evento. Mais informações entre em contato com a área comercial: comercial.tecnocarne@informa.com 38


FIQUE SABENDO

MANUTENÇÃO, ECONOMIA E PRODUTIVIDADE

O planejamento da Manutenção deve ser visto como parte do processo da Refrigeração Industrial e garante economia e bons resultados

De forma ampla, a refrigeração industrial é constituída por sistemas que têm por objetivo o congelamento ou o resfriamento de produtos de setores diversos, e também o controle de temperatura de ambientes ou processos industriais e, em alguns casos, abrangendo o setor comercial ou de armazenamento. Nestes ambientes, em que se utilizam equipamentos frigoríficos em sua linha de produção, a manutenção é fundamental. “Os produtos relacionados a Cadeia do Frio são conhecidos pela sua grande sensibilidade, durante os processos produtivos. Pequenas variações não programadas na temperatura podem ser suficientes para torná-los impróprios para consumo. Logo, quando falhas ocorrem no sistema de refrigeração, é comum que as empresas amarguem grandes prejuízos e tempo ocioso para o conserto das máquinas”, informa o diretor comercial da Mayekawa do Brasil, Silvio Guglielmoni. Além disso, a  manutenção é questão chave para a preservação da vida útil dos equipamentos que compõem o sistema. Ou seja, a manutenção também é via importante de economia, mesmo considerando seu custo x benefício. Além do mais, a manutenção ainda pode auxiliar na economia com insumos, como a conta de energia elétrica, uma vez que o sistema está rodando adequadamente.  Mas há que se planejar. “Não dá para realizar a manutenção sem um procedimento definido para cada instalação e o conhecimento completo de seu sistema e de suas atualizações”, explica Jair Pavan, especialista em Manutenção Preditiva. Com um departamento específico voltado para esta

área e formado por técnicos e engenheiros treinados para lidar em cada uma das fases da Manutenção – Preditiva, Preventiva e Corretiva -, a Mayekawa do Brasil possui expertise de mais de 50 anos em Refrigeração e garante a diferença de performance do sistema em empresas que adotam a Manutenção como parte do processo para garantir a qualidade final de seus produtos.  Pavan explica que cada demanda é única e que depois de diagnosticar a instalação, a Mayekawa do Brasil desenvolve um planejamento personalizado para aquele sistema, o que pode envolver até a gestão remota de manutenção preventiva. “O primeiro passo é realizar a checagem das variáveis, como temperatura, umidade entre outros e de seus respectivos equipamentos. Depois disso é importante analisar todo o sistema de refrigeração. A manutenção deve ser aplicada também em válvulas, controladores, compressores e todos os demais componentes do circuito de refrigeração”, informa. E acrescenta: “a grande vantagem do planejamento de manutenção na refrigeração industrial é a análise periódica, que deve ocorrer em períodos preestabelecidos, evitando que qualquer falha possa ocorrer, prejudicando a operação no circuito de refrigeração”. É importante que ela seja realizada por técnicos responsáveis, garantindo a qualidade de toda a análise e possível troca de peças, caso seja necessária, a corretiva, “pois um simples entendimento errado do sistema, coloca em risco a excelência da produtividade”, diz Guglielmoni. Amônia -  No campo da refrigeração industrial, o fluido refrigerante mais utilizado é a amônia (NH3), por possuir boas características termodinâmicas, ser um fluido natural e de baixo custo. Porém, por suas características requer atenção e é a manutenção preditiva e preventiva, que cumprem este papel, sendo uma das formas inteligentes de evitar acidentes com o vazamento deste fluido refrigerante. 39


FIQUE SABENDO A manutenção preventiva na refrigeração industrial pode ser feita em equipamentos eletrônicos, que registram os níveis dos elementos em um ambiente controlado. É importante manter o correto funcionamento de todo o sistema, garantindo que o controle possa ser realizado da maneira correta, “evitando prejuízos ao produto e ao funcionário que trabalha no local”, finaliza Jair Pavan.  Abaixo, algumas práticas de manutenção que periodicamente aplicadas evitam paradas não programadas: - Detecção de vazamentos; - Observação na falta de isolamento das linhas; - Possíveis quebras e/ou danos físicos; - Limpeza do sistema de refrigeração industrial, que deve ser realizada tanto interna quanto externamente, haja vista que sujeiras podem fazer com que o equipamento perca eficiência e sobrecarregue os motores do compressor, além de ocasionar maior trabalho ao ventilador, no caso de filtros sujos; - Importante verificar a carga do óleo e do fluido refrigerante;

- Verificar e ajustar super aquecimento e subresfriamento; - Calibração dos sensores de pressão e temperatura;   -Testar todas as partes elétricas e mecânicas do sistema. Sobre a Mayekawa do Brasil -  Empresa fabricante líder no segmento de equipamentos e soluções completas para todo o sistema de Refrigeração Industrial, a Mayekawa do Brasil é também fabricante dos compressores Mycom. Atua em segmentos industriais diversos, como Alimentos, Bebidas, Óleos & Gorduras, Petroquímicas, Plásticos, Química entre outros. Há 52 anos de atividades no país, a Mayekawa do Brasil possui 16 filiais e conta com uma área especializada em serviços e assistência técnica para todas as regiões do País. Fundada em 1924, em Tóquio, no Japão, o Grupo Mayekawa está presente em todos os continentes com fábricas e escritórios de negócios. No Brasil, localiza-se no município de Arujá (SP), desde 2008, numa área com 100.000m², que congrega seus quase 300 colaboradores entre fábrica e escritório.

SOMAFLUX - BOMBAS DE VÁCUO EM INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS E FRIGORÍFICOS REQUEREM MANUTENÇÃO Objetivo é fornecer os itens, voltados à manutenção e reforma geral desses equipamentos, a frigoríficos e indústria alimentícia em todas as regiões do Brasil A SomaFlux, empresa do Grupo Soma Sul, especialista em prover soluções em equipamentos, peças e serviços relacionados ao controle de fluxo (compressores, sopradores e bombas de vácuo) está apresentando ao mercado uma marca própria de componentes para bombas de vácuo, itens fundamentais para a manutenção preventiva e reforma geral desses equipamentos. Como maiores usuários das bombas de vácuo, frigoríficos e indústria alimentícia estão entre os principais clientes a serem atendidos. O lançamento das peças da marca SomaFlux faz com que a empresa expanda sua atuação em todo 40


FIQUE SABENDO alimentícia demandavam por mais opções de soluções. “Era um mercado, até então, nas mãos de duas, três empresas. Chegamos para ser uma alternativa, com peças de qualidade, provendo a manutenção. O objetivo é que, com essa linha, formada por todos os componentes necessários para as revisões, dos mais diversos materiais, tamanhos e modelos, possamos atender às necessidades e especificidades em todas as regiões do Brasil”, declara.

DESENVOLVIMENTO

o território nacional, afirma o gerente comercial da empresa, José Luiz Bastos. Esse alcance se faz possível por dois motivos cruciais, primeiro, ao contrário de muitas atividades econômicas, a indústria alimentícia possui instalações em todas as regiões do país e, por último, as aplicações de vácuo vêm aumentando nos mais diversos segmentos da indústria brasileira, fazendo com que o mercado de bombas de vácuo esteja em constante crescimento, o que cria oportunidades cada vez maiores. Segundo Bastos, as bombas de vácuo são essenciais para os frigoríficos. Por meio desses equipamentos é que são embalados produtos como carnes, salsichas, frangos, entre outros alimentos perecíveis. Ademais, a extração de material orgânico dentro das linhas de produção das unidades frigoríficas é feita por circuitos de vácuo, explica o gerente da SomaFlux. “Por serem tão imprescindíveis, as bombas de vácuo precisam de manutenção preventiva de rotina e de revisão constante, incluindo troca periódica de componentes.” José Luiz Bastos explica que a SomaFlux constatou que o mercado fornecedor desses componentes estava muito concentrado, e que frigoríficos e indústria

Da decisão de ingressar nesse nicho até o lançamento, foi pelo menos um ano e meio de desenvolvimento da linha, informa o gerente da SomaFlux. Parte dos itens vem da Europa, de fornecedores contratados com exclusividade; outra parte tem produção nacional. A linha inclui os jogos de palhetas para bombas de vácuo lubrificadas e secas, componentes estruturais das bombas de vácuo. “Foi o que mais exigiu tempo de desenvolvimento, para atingirmos a qualidade máxima”, revela Bastos. Filtros e kits completos de filtros, para manutenção preventiva e reforma completa dos equipamentos, também fazem parte da linha da SomaFlux. São itens com rotatividade, uma vez que um kit de filtro deve ser trocado a cada, em média, 2 mil horas de uso. Dependendo do ritmo da linha de produção, a troca é feita entre três e 12 meses. A inoperância de uma bomba de vácuo ou um mau desempenho trazem perdas significativas para as unidades frigoríficas. “Os ciclos das embaladoras a vácuo são, em média, de 7 segundos, dependendo do produto, e uma bomba com baixa performance aumenta este ciclo trazendo ineficiência ao processo produtivo. A manutenção preventiva é fundamental também para mitigação dos riscos de paradas inesperadas, se uma máquina para uma hora, pode deixar de produzir milhares de unidades de produtos”, ilustra Bastos.

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PARCERIA MULTIVAC E EQUIMATEC Visando o mercado brasileiro de fatiamento de frios e queijos, a MULTIVAC fechou uma parceria estratégica com a Equimatec no início de 2020 e está celebrando agora mais de um ano de conquistas neste segmento

A MULTIVAC e a Equimatec têm muito o que celebrar. Em 2020, a empresa alemã líder em soluções de embalagens comemora seus 60 anos no mercado internacional, ao passo em que a brasileira líder no segmento de fracionamento, comemora os seus 17 anos. Ambas as empresas tem conquistado crescimentos sólidos e investido seus recursos para trazer cada vez mais soluções eficientes e competitivas para seus clientes. Mesmo num ano nada fácil, um ano de pandemia, as equipes comerciais da MULTIVAC e da Equimatec conseguiram trabalhar juntas em prol do cliente, a fim de oferecerem a melhor solução em termos de fatiamento e embalamento. Por meio desta parceria, os dois líderes de seus respectivos segmentos juntaram forças e os clientes se beneficiam de soluções e investimentos produtivos e sustentáveis. “As soluções servem tanto para empresas iniciando o processo de fatiamento em pequena escala, quanto para empresas de média produção. Todos os equipamentos são financiáveis via Finame ou também via leasing com bancos comerciais. Estamos confiantes que esta parceria vai muito longe, e que cada vez mais, clientes irão depositar a sua confiança em nossas soluções customizadas.”, afirma Michael Teschner, Diretor Geral da MULTIVAC no Brasil. Com nova sede de 1800 m², a Equimatec aumentou a sua capacidade de produção e o desenvolvimento de novos produtos. A empresa conta agora com um showroom exclusivo, o qual em abril foi aberto ao público, que por sua vez pôde ver em ação a linha da Equimatec e da MULTIVAC operando em conjunto. “A operação de fracionar e embalar nunca foi tão importante quanto nos tempos atuais. Processos de produção com o mínimo de manuseio se faz necessário para contribuir com a segurança alimentar. Nossas empresas têm este papel e um dos indicadores é a demanda crescente por linhas automatizadas. Este primeiro ano com a MULTIVAC nos sinalizou que estamos no caminho certo da busca por entregar competitividade aos nossos clientes.”, comenta Josinei Martins, Presidente da Equimatec. 42

Por fim, a parceria de ambas as empresas está permitindo uma maior abrangência nacional e uma maior oferta de linhas de fatiamento e embalamento perfeitamente adequadas às necessidades dos clientes.

Josinei Martins | Presidente Equimatec

Michael Teschner | Diretor Geral da Multivac


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AVANÇA A TECNOLOGIA DE DETECÇÃO CORPOS ESTRANHOS

A nova tecnologia de detecção de corpos estranhos de baixa densidade garante a segurança do produto

Resolvendo Tecnologia

A contaminação de alimentos devido à presença de corpos estranhos pode representar riscos para a segurança dos consumidores. Mas também é um risco comercial para os processadores. Os corpos estranhos encontrados variam amplamente - de fragmentos de ossos, fragmentos de metal, pedaços de plástico e borracha a fragmentos de vidro, lascas de madeira, cascalho e outros.

Desafios

de

Detecção

com

Compreensivelmente, as empresas desejam evitar custos de processos legáis, pagando indenizações por despesas médicas, danos morais e semelhantes. Por esse motivo, a indústria de alimentos está realizando um maior número de recalls voluntários à medida que as empresas buscam se livrar de eventuais problemas. Mas há uma abordagem mais eficiente, graças à disponibilidade de equipamentos de detecção de corpos estranhos altamente sensível. As tarefas recomendadas para mitigar os riscos de contaminação física em sistemas de processamento incluem: • Uso da técnica mais sensível disponível. • equipamento de monitoramento deve ser sensível o suficiente para detectar contaminação tão pequena 43


FIQUE SABENDO quanto 0,8 mm. • Uma inspeção visível é prudente além da detecção de metais ou máquinas de raio-X. • Objetos duros ou pontiagudos de 7 mm a 22 mm de tamanho representam um perigo físico potencial, mas objetos menores que 7 mm também podem ser um perigo físico potencial para certas populações, incluindo as crianças. Considerando os volumes de alto rendimento de muitos processadores de alimentos, quanto mais a detecção de corpos estranhos puder ser mecanizada sem sacrificar a segurança e o controle de qualidade, melhor.

Nova detecção de baixa densidade Cantrell●Gainco oferece equipamentos que podem detectar e remover corpos estranhos de baixa densidade usando tecnologia de alta definição baseada em cores. Estes equipamentos podem detectar materiais como plásticos duros e macios, madeira, papel e tecido - exatamente o tipo de itens que são encontrados com tanta frequência nos ambientes de

processamento de alimentos: • Luvas azuis • Forros combinados • Folhas corrediças pretas • O-ring • Esteira • Tampos de ouvido e redes para o cabelo • Etiquetas Nosso equipamento pode detectar corpos estranhos de até 1,5 mm quadrados. Entre em contato conosco para obter mais informações sobre a detecção de corpos estranhos de baixa densidade mais eficiente para melhorar a qualidade do produto, protegendo-se contra recalls de produtos. Envie um e-mail para Mario Amadeo, Diretor de Vendas, América Latina em marioamadeo@cantrellgainc.com ou visite http://cantrellgainco.com.

MAREL PREPARA A INAUGURAÇÃO DO NOVO ESCRITÓRIO NO BRASIL, EM JUNHO fortalecerá a capacidade da empresa de apoiar os processadores de alimentos da região, com sistemas e soluções automatizadas avançadas para cada etapa do processo de produção. “Esperamos

poder

mostrar

nossos

equipamentos aos clientes da região e oferecer uma experiência prática de nossas tecnologias”, diz Nóbrega. “O novo escritório e centro de “Desde o anúncio do ano passado, que a Marel mudará seu escritório no Brasil para Campinas, nossas equipes têm trabalhado duro na construção do novo espaço e na preparação para a mudança”, relata Clausius Nóbrega, Diretor da Marel na América Latina. O Progress Point será o primeiro centro de demonstração da Marel na América Latina, o que

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demonstração fazem parte da estratégia de crescimento da Marel no Brasil e na região, e nos aproximarão de muitos de nossos clientes”. As novas instalações, de 4.700m², estão localizadas em uma área próxima ao centro de Campinas e a apenas cinco minutos do Aeroporto Internacional de Viracopos.


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NOSSOS ANUNCIANTES Dalpino ................................................ 02 dalpino.com.br Montemil ..................................... 04/05 montemil.com.br Cantrell Gainco ................................... 07 cantrellgaincom.com Henzor ................................................. 09 henzor.com.br Brasilfrigo ............................................ 11 brasilfrigo.com.br Retenfor ............................................ 13 retenfor.com.br Bizerba ................................................ 15 bizerba.com.br Souzapina ........................................... 16 souzapina.com.br Tinta mágica ........................................ 16 tintamagica.com.br Solberg ................................................ 17 solbergmfg.com Expomeat ............................................ 19 expomeat.com.br Frigodata ............................................. 20 frigo-data.com.br

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