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Edição 131 | Novembro | 2019

Sua revista impressa e 100% digital

EXPORTAÇÃO Techno do Brasil Sinônimo de inovação Avanço Indústria inicia 4º tri com melhor resultado em sete anos para outubro

O BRASIL PASSA A CONTAR COM 16 PLANTAS HABILITADAS PARA EXPORTAR CARNE SUÍNA 46 PLANTAS PARA EMBARQUES DE CARNE DE FRANGO 39 DE CARNE BOVINA 1 DE CARNE DE ASININO

CSB-System Intralogística de ponta na fábrica de carne da EDEKA Südwest Fleisch GmbH 1


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Editorial Ilce Maria Silveira Diretora Diretora Ilce Maria Silveira Administrativo e Financeiro financeiro@revistafrigonews.com.br Jornalistas Sheila Prates Márcia Ebinger jornalista@revistafrigonews.com.br Direção de arte Alice C. Sampaio Assinatura assinatura@revistafrigonews.com.br Antônio Silva antonio@revistafrigonews.com.br Carla Carmello carla@revistafrigonews.com.br Projeto Gráfico Figa | Design & Estratégia design.figa@gmail.com

Redação e Publicidade (19) 4101-9494 Whatsapp (19) 99147-1173

Sem dúvida, o grande assunto dessa edição da FrigoNews é a exportação. Afinal, o mercado comemora o fato de as exportações estarem em alta. A China lida com uma grande escassez de oferta de carne suína após seu rebanho ter sido reduzido pela peste suína africana. Com isso, desde janeiro deste ano, o país asiático assumiu a liderança entre os principais destinos das exportações da avicultura e da suinocultura do Brasil. Além disso, o Ministério da Agricultura brasileiro informou que a autoridade sanitária saudita habilitou oito novos estabelecimentos para a exportação de carne bovina brasileira e seus produtos para a Arábia Saudita. Leia detalhes sobre estes fatos na matéria de capa e em outras notícias que abordam essa temática. Entre 12 e 13 de novembro aconteceu o Fórum Brasil África 2019 que colocou a Segurança Alimentar no centro dos diálogos entre especialistas e autoridades brasileiras e africanas. Realizado em São Paulo, no WTC Sheraton, o Fórum foi promovido pelo Instituto Brasil África (IBRAF) e presidido pelo Prof. João Bosco Monte. Saiba detalhes desse evento na seção Fique Sabendo. O sistema de fiscalização e inspeção da agroindústria no Brasil está prestes a passar por uma mudança profunda, seguindo uma tendência mundial de modernização e simplificação dos procedimentos. Com o intuito de garantir maior segurança e qualidade ao consumidor e, ao mesmo, tempo possibilitar o crescimento sustentável da agroindústria, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) se prepara para adotar um novo modelo de inspeção, transferindo às empresas a responsabilidade pela qualidade do produto e controle de seus processos. Preparamos uma matéria especial com detalhes sobre esta temática. Leia e fique por dentro dessas e de muitas outras temáticas. Boa leitura!

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NOSSOS DESTAQUES 26 Exportação O Brasil avança nas exportações de carnes

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Bizerba do Brasil realiza Open House O evento aconteceu na sede da empresa, em Barueri, São Paulo

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Techno do Brasil Atuando com conectores para as mais diversas aplicações, das mais simples às mais exigentes, os profissionais da área elétrica podem procurar na Techno do Brasil a solução ideal para todas as suas necessidades de conexão

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CSB-System Com a sua nova fábrica de carne e o centro de logística, a EDEKA Südwest Fleisch GmbH deu um “salto quântico na produtividade” na sua cadeia de suprimentos

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AGROINDÚSTRIA

AGROINDÚSTRIA, A HORA CERTA PARA O AUTOCONTROLE

Por: Fernando Giachini Lopes*

O sistema de fiscalização e inspeção da agroindústria no Brasil está prestes a passar por uma mudança profunda, seguindo uma tendência mundial de modernização e simplificação dos procedimentos. Com intuito de garantir maior segurança e qualidade ao consumidor e, ao mesmo tempo, possibilitar o crescimento sustentável da agroindústria, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) se prepara para adotar um novo modelo de inspeção, transferindo às empresas a responsabilidade pela qualidade do produto e controle de seus processos. No sistema de autocontrole cabe ao setor privado fazer a inspeção e disponibilizar as informações para que o governo possa fazer a fiscalização a qualquer momento. Nesse modelo, o Estado continua autuando e fiscalizando as empresas, em caso de descumprimento das normas, mas de forma mais inteligente e ágil. Tanto as empresas como o governo podem aproveitar as ferramentas tecnológicas para agilizar e desburocratizar o processo de inspeção. A instalação de câmeras de segurança, com 6

sistemas de bloqueio e rastreamento, em locais de processamento de alimentos, por exemplo, é uma ferramenta que pode ajudar as empresas a exercer o autocontrole e, ao governo, auditar o processo a distância. Há ainda outras opções como inteligência artificial, internet das coisas (IOT), métodos rápidos de diagnóstico de produtos no mercado, aplicativos usados pelo consumidor, sem falar da verificação da conformidade por terceira parte que podem ser aliados das práticas de autocontrole. A China, por exemplo, faz inspeção remota nos frigoríficos brasileiros de aves e suínos, com a ajuda de ferramentas tecnológicas. As imagens são colhidas por câmeras instaladas nas linhas de inspeção e enviadas para o país comprador via aplicativo. Alguns segmentos da agroindústria nacional, como o de torrefação de café, de beneficiamento de madeira, produtos de leite de búfala, entre outros, estão na vanguarda desse movimento. Eles já utilizam modelos de autocontrole com verificação de conformidade por uma terceira parte, uma forma de manter o controle sobre a qualidade do produto e se diferenciar da concorrência, usando por exemplo, selos diferenciadores.


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AGROINDÚSTRIA A indústria de torrefação de café é um exemplo bemsucedido de autocontrole. Há 30 anos a Associação Brasileira do Café (ABIC) utiliza a certificação voluntária para melhorar a qualidade do café e ao mesmo tempo autorregular suas atividades. O processo de concessão e manutenção do Selo de Pureza é rigorosamente controlado por meio de mais de 4.000 análises anuais de produtos coletados no mercado. Além disso, as empresas participantes do Programa de Qualidade do Café da ABIC têm o produto certificado por meio de análise sensorial por laboratórios credenciados e classificado por categorias – tudo autocontrolado pelos próprios torrefadores. Há outros exemplos na agroindústria que mostram que o fim das auditorias diárias nos frigoríficos, realizadas por agentes do Ministério da Agricultura, não seria uma meta tão distante e representaria um avanço no processo de controle de qualidade, imprimindo mais agilidade e reduzindo custos. A legislação sanitária determina que o fiscal acompanhe todo o processo, de segunda a sexta-feira, desde a fase anterior ao abate até a sua produção para o consumo, engessando a autonomia da agroindústria. Os frigoríficos, por exemplo, não podem trabalhar no fim de semana porque os fiscais estão de folga e não recebem hora extra. Mas a transferência de responsabilidade pelo controle demandaria das agroindústrias a iniciativa de buscar sistemas de autocontrole efetivos, geralmente com atuação de uma terceira parte independente. Modelos mais robustos de governança de autocontrole poderiam até minimizar o risco de fraudes, como a que resultou na Operação Carne Fraca, de 2017, causando danos à reputação não apenas do setor frigorífico, mas também à imagem do governo. O governo já começou a colher sugestões dos

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setores que implantarão o novo modelo. Foram criados quatro subcomitês (Fertilizantes, Suínos, Alimentação animal e Bebidas) que deverão apresentar propostas de práticas de autocontrole. Essas propostas, que deverão contemplar os sistemas de autocontrole mais adequados, serão, posteriormente, transformadas em instrumento legal. É o primeiro passo para que o país adote um sistema já consagrado mundialmente desde os anos 80 e 90, decorrente dos programas de gestão de qualidade, inspirados pelos chamados “gurus da qualidade” Deming e Juran. Ao lado da implantação de mecanismos de autocontrole por parte da agroindústria, compete ao governo auditar e cobrar rigor das indústrias, e quem não se adequar ou for negligente precisa ser severamente punido. Recomenda-se fortemente ao governo criar um ambiente institucional para debater e identificar as cadeias ou os ramos do setor regulado para que possamos avançar no autocontrole. As associações representativas devem trabalhar tecnicamente questões que possam gerar alterações normativas, junto com as instâncias de governo. Temos a oportunidade de modernizar o padrão de fiscalização, transferindo mais responsabilidades às empresas e, ao mesmo tempo, intensificando o uso de sistemas voluntários de certificação de qualidade e uso de tecnologia, sem comprometer a segurança do consumidor. Fernando Giachini Lopes é presidente do Instituto Totum, organismo de certificação acreditado pela CGCRE do INMETRO e que é responsável pela concepção, desenvolvimento e operação de mais de 20 programas de autorregulação no Brasil nos setores de alimento, segurança, tecnologia, gestão pública e energia.

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EVENTO

BIZERBA DO BRASIL REALIZA OPEN HOUSE O evento, que aconteceu na sede da empresa, em Barueri, São Paulo, teve “casa cheia” para assistir a palestras e demonstrações de produtos A Bizerba é uma companhia que tem origem alemã e foi fundada em 1866. Já são 153 anos de existência e sua administração está na quinta geração da família. No Brasil a empresa chegou no ano de 2015 e, em outubro deste ano, realizou seu primeiro Open House. Segundo os organizadores do evento houve muito cuidado na escolha de temas e palestrantes que atendessem as

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necessidades atuais do setor frigorífico no mercado externo. A rodada de palestras começou com a apresentação de Assunta Camilo, diretora do Instituto de Embalagens, tratando do tema “Desafios e Tendências do Mundo de Embalagens”. Assunta abordou os principais pontos que foram abordados nas feiras nacionais e internacionais que ela participou durante este ano, trazendo as novidades e tendências para o setor de proteínas. Em seguida houve a participação de Sullivan Alves, diretora técnica da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), que abordou os temas relacionados às oportunidades e dificuldades para exportação, principalmente para mercados asiáticos. Em seguida foi a vez do prof. Cabral, do Instituto Mauá, tratar do tema da Indústria 4.0 no setor frigorífico e como se preparar para ingressar nesta nova fase que já estamos vivendo. Após as palestras, foram apresentados os produtos e soluções da Bizerba para o setor frigorífico. Um exemplo foi uma das principais novidades, a GLPMaxx que é a primeira impressora inteligente homologada no Brasil (sistema de pesagem, controle e etiquetagem integrados em uma única plataforma) capaz de processar as informações e gerar as etiquetas em tempo real de produção, com acesso remoto via IP. Também houve demonstração dos equipamentos de pesagem dinâmica, lembrando que a Bizerba é a única fabricante do mundo que tem equipamentos que chegam até 600 pesagens/minuto. Também foram feitas demonstrações dos sistemas de inspeção por Raio-X e detectores de metal, além dos terminais industriais, fatiadoras industriais e softwares. O evento teve lotação máxima de vagas disponibilizadas e sala cheia, contando com a presença de empresas do setor como JBS, Minerva, Pamplona, Coopavel, Copacol, C-Vale, SSA Alimentos, Frigorífico Plena, Barra Mansa, Grupo Vibra entre outros. Gilberto Ferreira, gerente comercial nacional da Bizerba do Brasil garante que o evento “ foi um sucesso total com elogios e relatos que nos permitem continuar acreditando que o setor de frigoríficos no Brasil está no caminho certo. A Bizerba está sempre buscando


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de Fita para Dividir Carcaças de Bovinos Modelo ECF • Comando bimanual controlado por placa eletrônica NR 12, na qual requer que ambos os gatilhos sejam acionados simultaneamente.

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EVENTO inovações que possam trazer tecnologias sustentáveis e as melhores soluções para este importantíssimo setor da indústria brasileira”.

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Multinacional presente no Brasil A Bizerba está presente em mais de 120 países. Sua matriz, em Balingen, Alemanha, é o ponto de produção principal. A empresa conta ainda com mais oito unidades de produção no mundo, incluindo sete fábricas de etiquetas especiais, aliás se você tem problemas de qualidade ou precisa de etiquetas especiais, consulte a Bizerba.  No Brasil a Bizerba está presente com estrutura própria desde 2015, possui corpo técnico especializado, peças e estoque de máquinas, faz a importação e entrega o produto já nacionalizado em São Paulo, para a comodidade do cliente. A elevada qualidade dos produtos, serviços prestados e dos processos é o resultado de um sistema de gerenciamento de qualidade global e de melhoria contínua.  Pesagem, porcionamento, sistemas de inspeção, processamento de carnes, cortes (fatiadoras), etiquetagem, etiquetas e muito mais - para todos esses processos as soluções da Bizerba estão presentes. Em conjunto com seu software industrial de programa aberto, seus sistemas garantem máxima eficiência, transparência e segurança do produto.  Para mais informações acesse www.bizerba.com.


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CONECTORES

TECHNO DO BRASIL: SINÔNIMO DE INOVAÇÃO Atuando com conectores para as mais diversas aplicações, das mais simples às mais exigentes, os profissionais da área elétrica podem procurar na Techno do Brasil a solução ideal para todas as suas necessidades de conexão

A Techno Brasil é a filial brasileira da italiana Techno. A empresa trabalha com os mais eficientes e seguros conectores elétricos. Com tecnologia de ponta, seus produtos são práticos, versáteis e resistentes a intempéries, facilitando os serviços de instalação, manutenção e inspeção. A empresa coloca ao serviço de seus parceiros, conhecimento e tecnologia no projeto e fabricação de soluções de conexão elétrica confiáveis e​​ certificadas. Conectar significa unir, ligar, fixar ou vincular, por esse motivo, para quem trabalha, de alguma forma, com eletricidade, a ideia de conectar está fortemente associada à segurança. A Techno do Brasil ampliou este conceito ao incorporar à ideia de conexão a noção de eficiência, desenvolvendo os mais seguros conectores do mercado que, além de cumprirem sua função, também são práticos no conectar e desconectar, agilizando os serviços de instalação, manutenção e inspeção. 14

Atuando com conectores para as mais diversas aplicações, das mais simples às mais exigentes, os profissionais da área elétrica podem procurar na Techno do Brasil a solução ideal para suas inúmeras necessidades de conexão. Segundo Mário Adinolfi, responsável Comercial e de Marketing da empresa no Brasil, o mercado está tendo uma boa evolução nos últimos anos. “O maior empecilho hoje é o conhecimento da parte do mercado, de soluções alternativas ao que vem sendo usado. Outro empecilho é trocar de hábito ou costume de trabalho. Afinal, é preciso inovar, mudar a postura sobre as novidades”. Para ele “um bom critério para a escolha do produto certo, buscando a inovação, é a matéria-prima. Sem uma ótima escolha da matéria-prima ideal e sem um estudo/ projetação de mix das matérias-primas não teremos performance de alto nível”.


CONECTORES Procurando estar sempre na ponta da linha, a Techno do Brasil possui sistemas de produção robotizados e controlados, indústria 4.0, onde o controle de qualidade é 100%. Sobre a vida útil dos produtos, Mário Adinolfi afirma que “a aplicação de conectores de forma correta com materiais normatizados e de vanguarda, aumenta a segurança contra o mal contato, minimizando assim o efeito térmico do famoso ‘mal contato’ e, desta forma, amplia a vida útil dos condutores e melhora a performance dos equipamentos”.

Ainda de acordo com Mario Adinolfi, a Techno do Brasil, que foi criada aqui em novembro de 2018 e tem capital inteiramente integrado e sob controle da matriz italiana, pretende virar uma referência para este mercado da conexão e montar uma fábrica no Brasil. Conheça mais sobre a Techno do Brasil em https:// www.facebook.com/technodobrasil/.

Normas e regulamentos Os conectores estão presentes nas principais normas técnicas de instalação como opções de conexões. Porém, de acordo com as informações passadas por Mário Adinolfi não há novidades de alterações específicas. “E também não há um detalhamento da norma que permite verificar se a conexão é feita de forma eficiente e eficaz”.

Novidades A Techno do Brasil informa que possui conectores e sistemas de derivações IP68 e IP69K para indústria alimentícia e outras indústrias, com forte apelo de redução de dimensões e elevadas resistências aos impactos IK08 e IK10. Grande aplicação para situação de maresias e exposição contínua aos raios UV.

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INDÚSTRIA 4.0

NENHUM PROCESSO SEM TI

Intralogística de ponta na fábrica de carne da EDEKA Südwest Fleisch GmbH Por: Marcus Goulart, CSB-System

Com a sua nova fábrica de carne e o centro de logística, a EDEKA Südwest Fleisch GmbH deu um “salto quântico na produtividade” na sua cadeia de suprimentos em 2011. Vários locais da região sudoeste foram centralizados em Rheinstetten, a fim de garantir o objetivo de máxima frescura, com qualidade garantida e disponibilidade otimizada de mercadorias nos mercados. Para isso, a cadeia de suprimentos foi automatizada e organizada de maneira flexível, usando uma solução de software altamente especializada da CSB-System AG para aumentar o volume de produção em 34%, o processamento de pedidos em 24% e as entregas de clientes em 22%. Em conjunto com equipamentos e máquinas de ponta, o CSB-System garante cadeias ótimas de processos e viabiliza um volume de produção de até 650 toneladas de produtos de carne e enchidos de alta qualidade para aproximadamente 1150 lojas EDEKA todos os dias.

Combinação de diferentes sistemas logísticos No centro de logística, as técnicas automatizadas de alto desempenho para armazenamento e picking, tecnologias de transportadores, tecnologias de ordenamento e sequenciamento, sistemas de manuseio e paletização trabalham juntas da melhor maneira possível para apoiar os funcionários no seu trabalho diário. Todos os dias, até às 13 horas, quando todos os pedidos são recebidos, os pedidos são liberados após o cálculo do caso realizado para o próximo dia útil e dia de entrega. Como parte desse cálculo realizado pelo sistema ERP, a quantidade diária de artigos a serem comissionados e entregues é liberada. São tidos em consideração as quantidades de unidades e volumes, o número de contentores necessários, os fluxos de materiais necessários e as linhas de transporte ideais, bem como a consolidação dos fluxos de contentores e transportadores prontos para expedição e o carregamento específico de filiais e trajetos dos porta-paletes. Por meio da saída de estoque otimizada para trajetos, as mercadorias colhidas nas caixas são colocadas nos porta-paletes 16

numa sequência predeterminada, para que as mercadorias pré-classificadas facilitem e acelerem o armazenamento nas filiais. Em detalhe, a intralogística consiste num armazém vertical de paletes (HRL), dois armazéns de caixas com local específico (HDS: High Dynamic Storage-1, High Dynamic Storage-2), uma área de picking, duas estações de picking “mercadoria ao homem”, 19 ilhas de picking “homem à mercadoria”, duas linhas de etiquetagem (linhas WPL) com leitor de classificação, seis linhas de etiquetagem (linhas WPL) e um carregamento de porta-paletes. O armazém vertical instalado na fábrica de carne


INDÚSTRIA 4.0 em Rheinstetten oferece espaço para 3500 paletes. Lá, o CSB-System controla todos os processos de entrada e saída de estoque. Com base nos pedidos do cliente, o software calcula as quantidades de artigos que são transferidos daqui para o armazém vertical (armazenamento de caixas). Esse armazém oferece mais de 50 000 locais de armazenamento e fornece o picking e o carregamento de porta-paletes com os artigos EDEKA. O HDS é capaz de lidar com requisitos diários, semanais, mensais e sazonais de maneira flexível e rápida. A despaletização das paletes transferidas pelo armazém vertical é realizada por meio de dois guindastes de pórtico automáticos. Controlados por software, os guindastes empilham as paletes e “enviam” as caixas individuais através das correias transportadoras para o respectivo destino. Para poder desempilhar as caixas de papelão com segurança e rapidez, são instaladas também oito estações de despaletização manual com racks CSB especiais. Nos monitores, o software mostra aos funcionários exatamente como as paletes devem ser despaletizadas.

Picking

O picking estático ocorre em 19 ilhas de picking e funciona também sem papel – o CSB-System envia os pedidos de picking para os dispositivos móveis de entrada de dados. No início de cada pedido, é escaneada a caixa, a qual deve ser preenchida com os artigos a serem colhidos. Agora, os operadores de picking executam cada partida individualmente. As lâmpadas acesas sinalizam em que caixa os respectivos artigos estão localizados. Isso resulta numa “taxa de zero erros” com alta produtividade e rendimento: quase 400 a 500 partidas são executadas por cada operador por hora. O processo de picking é confirmado pela entrada no dispositivo móvel de entrada de dados ou pelo escaneamento. As vantagens deste processamento de informações móvel são óbvias: devido à conexão direta dos dispositivos móveis de entrada de dados ao CSB-System, não existem interferências de médias. Como resultado, é evitado um pós-processamento demorado e, portanto, caro dos dados da saída de mercadorias. Entre em contato através do nosso site www.csb. com para saber mais informações a respeito da solução da CSB na EDEKA ou em outros clientes.

Entre outras coisas, o software aumenta o desempenho do picking de pedidos. A ocupação dos compartimentos com os artigos é continuamente ajustada à estação e às necessidades típicas. Com base nos pedidos dos clientes, os artigos são controlados pelo CSB-System para o picking dinâmico e estático, projetados para uma capacidade de aproximadamente 130 000 itens de pedidos, com um total de 100 000 caixas e caixas de papelão por dia. O picking dinâmico é organizado de acordo com o “princípio da mercadoria para o homem” e ocorre em dois locais de trabalho especiais, criados em conjunto com a empresa Vanderlande. Boa ergonomia e alto desempenho caracterizam esse método de picking. O processo pode ser aprendido rapidamente por cada funcionário: através do CSB-System, as caixas são chamadas para os locais de trabalho. Lá, o software mostra num monitor em que quantidade os artigos são colhidos e em qual caixa de destino devem ser comissionados. Desta forma, todo o picking não apresenta falhas e é extremamente rápido: cada funcionário realiza até 700 operações de picking por hora. A confirmação do processo de picking e o feedback direto ao sistema ERP são feitos através de um ecrã tátil, através do escaneamento com um dispositivo móvel de entrada de dados ou pressionando um botão conectado ao local de trabalho. 17


FIQUE POR DENTRO

INDÚSTRIA INICIA 4º TRI COM MELHOR RESULTADO EM SETE ANOS PARA OUTUBRO Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

O quarto trimestre começou com alta da produção industrial em outubro sobre o mês anterior, no terceiro mês seguido de ganhos e no melhor resultado para o mês em sete anos. A produção industrial do Brasil cresceu 0,8% em outubro na comparação com setembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, mais forte para o mês desde a alta de 1,5% em 2012, indica que a indústria mostra sinais de retomada neste fim de ano, embalada principalmente pela demanda doméstica. Em relação a outubro do ano passado, a produção apresentou avanço de 1,0%. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de altas de 0,7% na variação mensal e de 1,4% na base anual, segundo a mediana das projeções. “A indústria está diferente, está virando a chave e num patamar e numa trajetória novos. Essa mudança se deve à demanda doméstica, já que a externa continua limitada”, explicou o gerente da pesquisa no IBGE, André Macedo, destacando que desde o fim de 2017 a

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indústria não registrava três taxas positivas. “Essa melhora tem a ver com mais gente no mercado de trabalho, aumento da massa salarial, juros e inflação baixos e crédito mais acessível”, completou. No mês, a categoria de Bens de Consumo foi o destaque com crescimento da produção de 1,0% frente a setembro. A fabricação de Bens Intermediários também avançou, 0,3%. Somente Bens de Capital, uma medida de investimento, apresentou recuo em outubro, de 0,3%. “O lado negativo da pesquisa foram Bens de Capital. O clima de incerteza que ainda está no ar segura um pouco e contamina os empresários”, disse Macedo. No terceiro trimestre, a indústria cresceu 0,8%, mostrando ligeira aceleração sobre a taxa de 0,7% no segundo trimestre, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo IBGE na véspera. O desempenho ajudou a consolidar a perspectiva de recuperação gradual da economia, que expandiu 0,6% entre julho e setembro sobre os três meses anteriores. *Fonte: Reuters


FIQUE POR DENTRO

CONSUMO DA CHINA ELEVA PREÇO E DEVE FAZER DA CARNE ARTIGO DE LUXO NO BRASIL Em 2010, em um congresso de carnes em Buenos Aires, o então secretário de Agricultura e da Pecuária da Argentina, Lorenzo Basso, afirmou que a proteína se tornaria um “artigo de luxo” Diante de uma plateia incrédula com suas afirmações, Basso destacou que o aumento de renda em países emergentes, a elevação dos custos de produção e a substituição de espaços da pecuária por novas áreas de grãos elevariam em muito, o preço das carnes. Ele não contava com novos fatores decisivos nessa escalada de preços: o perigo do avanço de doenças no setor. A previsão de Basso se confirma não tanto pela

bovinocultura, mas pela suinocultura. A peste suína africana avança, e a situação ficou mais complicada quando atingiu em cheio a China, maior produtora e consumidora de carne suína no mundo. Em 2013, apenas cinco países registravam a peste suína. Eles representavam 3,5% da produção de carne de porco no mundo. Neste ano, 31 países foram à OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) comunicar que tiveram focos da doença. Esses países detêm 62% da produção mundial.

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FIQUE POR DENTRO Sendo a peste suína uma doença devastadora para a produção, quem necessita dessa proteína vai buscar o produto em regiões livres. Na falta dessa carne, os países buscam alternativas em outras proteínas. É nesse contexto que entra o Brasil, um dos principais produtores e exportadores. Livre da peste suína, e grande fornecedor de carnes, o país passou a ser o centro de procura de proteína animal. Apesar de não ser um grande fornecedor de carne de porco, o país tem um bom potencial no fornecimento de carnes bovina e de frango, que estão substituindo a suína. O apetite maior vem da China, que aumentou em muito as importações de proteínas. Em 2017, antes de a peste suína chegar a seu território, os chineses compraram 10% das carnes bovina, suína e de frango que foram comercializadas no mundo. Em 2020, devem adquirir 21% do volume total a ser transacionado mundialmente. Bom para os produtores, que veem o preço atingir patamar recorde. Ruim para os consumidores que pagarão caro pelo produto. A carne pode passar a ser um “artigo de luxo” também para os consumidores brasileiros, apesar de o país ser um dos principais produtores mundiais. E esse cenário não tem mudanças a curto prazo, apesar de estar ocorrendo em um período de entressafra da pecuária. O ciclo de produção das carnes bovina e suína não é rápido, como o do frango. Pelo menos por ora, as contas não fecham no Brasil. Comparando os dados de 2017, quando a China ainda tinha participação menor no mercado mundial de carnes – a peste suína chegou ao país asiático em agosto de 2018 –, houve um aumento grande da margem entre produção interna e exportação brasileiras. Dados do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostram que a produção brasileira de carne bovina de 2020 deverá superar em 13% a de 2017. Nesse mesmo período, no entanto, as exportações sobem 40%. O cenário é complicado também para a carne suína. A produção brasileira deverá subir 12% no período, e as exportações, 34%. Os dados para o frango indicam uma situação um pouco mais confortável. Os brasileiros elevam a produção de 2020 em 3%, em relação à de 2017, e exportam 5% a mais. A pressão nos preços, já sentida nos últimos meses deste ano, deve continuar. Dados da Fipe (Fundação 20

Instituto de Pesquisas) mostram que os preços médios da carne bovina subiram 17% na terceira semana deste mês, em relação aos de igual período de outubro. A alta da carne suína foi de 12%, e o preço do frango, que vinha em queda, supera em 9% o da terceira semana de outubro. Se as estimativas do Usda se concretizarem, o Brasil vai exportar 25% das carnes bovina e suína produzidas no próximo ano. Em 2017, foram 20%. A peste suína africana continua avançando e não respeita fronteiras. Espalha-se pela África, pela Ásia e pela Europa. Neste último continente já atinge a Polônia e está a 50 quilômetros das fronteiras da Alemanha, um dos principais produtores europeus. Em 2013, a OIE registrou 1.701 casos de peste suína. Neste ano, já foram 424 mil. Os estragos da doença são grandes. A China produziu 55 milhões de toneladas de carne suína em 2017, volume que deverá recuar para 35 milhões em 2020. O país terá um rebanho menor porque antecipou abates de animais neste ano. Com essa deficiência na produção, chineses devem comprar 25% da carne bovina a ser comercializada no mundo em 2020 e 34% da suína. A participação chinesa no comércio mundial de carne de frango também sobe, mas fica em 6%. O país está investindo muito na produção de aves, um setor cuja produção responde rapidamente. O Brasil está livre da peste suína africana, mas, devido ao avanço rápido da doença pelo mundo, associações dessa cadeia de produção buscam meios para se proteger. Essas precauções vão desde treinamentos de produtores à importação de cães farejadores, especializados em detectar carnes nos pontos de entrada de mercadorias no país. Parte importante dessa tarefa cabe ao governo, principalmente com a elevação de recursos para o desenvolvimento da defesa animal. Os países buscam desesperadamente uma vacina contra a doença. Enquanto ela não vem, todos correm perigo.

*Fonte: Valor Econômico


FIQUE POR DENTRO

SUPERINTENDÊNCIA DO CADE APROVA OPERAÇÃO ENTRE SEARA E FRIGORÍFICO MARBA A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a operação entre a Seara Alimentos Ltda. e o Frigorífico Marba Ltda. O despacho pela aprovação está publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 4. Segundo informações disponibilizadas pelo Cade,

com a operação, a Seara vai adquirir a totalidade das quotas representativas do capital social do Marba. Assim, a operação consiste em aquisição de controle e abrange todas as atividades da Marba. *Fonte: Estadão Conteúdo

BNDES GANHA R$ 1,27 BILHÃO COM AÇÕES DA JBS EM UM DIA Valor de mercado da empresa subiu 9,6% com expectativa de corte de imposto de importação de carne suína pela China O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ganhou 1,27 bilhão de reais com a valorização das ações da processadora de alimentos JBS na bolsa de valores brasileira B3.

O BNDES tem uma fatia de 21,3% da JBS. O valor de mercado da empresa, controlada pela família dos irmãos Joesley  e  Wesley Batista, subiu 9,6%, para 67,7 bilhões de reais. Desde o início de 2019,

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FIQUE POR DENRO os ganhos do BNDES com essa participação chegam a 136%, o equivalente a 8 bilhões de reais. Os investidores na B3 aumentaram as apostas nos frigoríficos depois que o presidente da produtora de carne Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, disse que a China pode reduzir os impostos aplicados sobre a carne importada do Brasil, que chegam a 24%. Segundo Queiroz, o assunto foi discutido durante a recente visita do presidente Jair Bolsonaro à China e está na pauta da negociação do Mercosul com os chineses. Já há indicações de que algumas empresas do país asiático receberam

autorização para comprar a carne brasileira sem impostos. A China está aumentando as importações de carne de porco após o rebanho do país ser dizimado pela peste suína asiática. No BNDES, é grande o debate sobre quando e como vender a fatia na JBS. A empresa é vista como “radioativa” no banco porque a família Batista admitiu em 2017 ter se envolvido em práticas de corrupção com políticos. *Fonte: Exame

MINERVA QUER FAZER IPO DA ATHENA FOODS EM ABRIL DE 2020 Frigorífico considera, no entanto, riscos associados à operação na Argentina, onde a subsidiária Athena obtém cerca de 30% de suas vendas líquidas

O frigorífico brasileiro Minerva afirmou que pretende realizar a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de sua subsidiária Athena Foods em abril de 2020, apesar dos riscos associados à operação na Argentina, onde a divisão obtém cerca de 30% de suas vendas líquidas. De acordo com diretores da empresa, a incerteza relacionada à economia argentina após a eleição de um novo governo, inclinado para a esquerda, será fundamental para determinar o futuro da transação. “Se a aversão ao risco continuar alta (na Argentina), pode inviabilizar o IPO“, disse o diretor financeiro da Minerva, Edison Ticle, em entrevista coletiva. A Athena, que também opera no Uruguai, Paraguai, Colômbia e Chile, é uma importante produtora e exportadora sul-americana de carne 22

bovina in natura e de produtos derivados de carnes, sendo responsável por 12% das exportações de carne bovina do continente, de acordo com apresentação da companhia. Com precificação inicialmente marcada para o último mês de maio, o IPO da subsidiária sulamericana da Minerva poderia ter levantado até 1,3 bilhão de reais, acrescentou o presidente-executivo da companhia, Fernando de Queiroz. Parte das receitas seria utilizada para reduzir a dívida da Minerva e financiar expansões, disse a diretoria da empresa. A Minerva preferiu não revelar qual valor procura levantar através do IPO.


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FIQUE POR DENTRO

PAUTA CAMBIAL: CARNE DE FRANGO DEVE CEDER 6º LUGAR À CARNE BOVINA

A menos que a SECEX/ME revise seus números (a diferença é de apenas 0,1%), a carne de frango continua, por ora, como o sexto principal produto da pauta cambial brasileira A menos que a SECEX/ME revise seus números (a diferença é de apenas 0,1%), a carne de frango continua, por ora, como o sexto principal produto da pauta cambial brasileira, mantendo a mesma posição ocupada há um ano, no fechamento dos 11 primeiros meses de 2018. Mas, está claro, essa posição é efêmera. Pois o incremento anual experimentado pela carne de frango (+7,38%) corresponde a menos da metade do registrado pela carne bovina (+15,42%). Dessa forma, independentemente da manutenção desses índices, a carne de frango deve completar o corrente exercício caindo para a sétima posição. A esta altura do ano, as duas carnes detêm a mesma participação na pauta cambial, respondendo, cada uma, por 2,79% da receita brasileira com as

exportações. Mas enquanto a participação da carne de frango registra expansão de, aproximadamente, 15%, a da carne bovina sobe mais de 23% em comparação ao acumulado nos mesmos 11 meses do ano passado. Porém, em termos de participação das carnes, a que mais chama a atenção é a da carne suína. Pois, embora colocada na 12ª posição entre os produtos básicos, sua receita aumentou 33%, resultado que elevou a participação do produto em 42,29%. Entre os básicos, esse índice só é superado pelo milho, cuja participação na pauta aumentou, até aqui, 115%. *Fonte: Portal do Agronegócio

POSSÍVEL OFERTA PRESSIONARÁ PAPÉIS DA MARFRIG A CURTO PRAZO, DIZEM ANALISTAS Com o anúncio de uma possível oferta de ações de R$ 2 bilhões, os papéis da Marfrig  (MRFG3) devem sofrer pressão a curto prazo, de acordo com a  Mirae Asset  e a  XP Investimentos, uma vez que o montante representa cerca de 30% do valor de mercado da companhia. Segundo uma notícia publicada pela Broadcast, a operação pode dar saída parcial ao BNDESPar, que atualmente detém 33,7% do capital da empresa. Metade da oferta seria primária, injetando recursos no caixa da Marfrig e reforçando o processo de desalavancagem, principalmente após o aumento da participação no National Beef. A outra metade teria caráter secundário, destinada ao 24

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em nota enviada ao mercado, a Marfrig disse que iniciou conversas com alguns assessores, incluindo bancos de investimento. No entanto, não houve qualquer definição ou aprovação para a realização da oferta. A Mirae Asset traz recomendação neutra para a empresa frigorífica, com preço-justo de R$ 11,07. A XP recomenda compra, com preço-alvo de R$ 14. *Fonte: Money Times


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CAPA

MERCADO COMEMORA EXPORTAÇÕES EM ALTA O BRASIL PASSA A CONTAR COM 16 PLANTAS HABILITADAS PARA EXPORTAR CARNE SUÍNA, 46 PLANTAS PARA EMBARQUES DE CARNE DE FRANGO, 39 DE CARNE BOVINA E 1 DE CARNE DE ASININO (JUMENTO)

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CAPA

A

ministra da Agricultura, Tereza Cristina, anunciou na terça-feira, 12 de novembro, que 13 plantas frigoríficas foram aprovadas para exportar para a China. Segundo ela, foram autorizados 5 frigoríficos produtores de carne suína, 5 de carne bovina e 3 de aves. Com isso, o total de plantas habilitadas para exportação passa de 89 para 102. De acordo com o GACC, órgão sanitário chinês, as 13 indústrias de carnes ficam localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. Segue a lista:

Carne bovina: • Marfrig Global Foods, em São Gabriel (RS); • Frigorífico Sul, em Aparecida do Taboado (MS); • Naturafrig Alimentos, em Pirapozinho (SP); • Marfrig Global Foods, em Pontes e Lacerda (MT); • JBS, em Senador Canedo (GO).

Carne suína: • BRF, em Lajeado (RS); • Cooperativa Central Aurora Alimentos, em Sarandi (RS); • JBS Aves, em Caxias do Sul (RS); • Seara Alimentos, em Três Passos (RS) e em Seberi (RS).

Carne de frango: • Zanchetta Alimentos, em Boituva (SP); • União Avícola Agroindustrial, em Nova Marilândia (MT); • Unita Cooperativa Central, em Ubiratã (PR). As aprovações ocorrem à medida que o país asiático lida com uma escassez de oferta de carne suína após seu rebanho ter sido reduzido pela peste suína africana. Para a associação que representa os exportadores de carne suína e de frango, ABPA, a habilitação deve ampliar ainda mais a importância da China na pauta exportadora de proteína animal. Desde janeiro deste ano, a China assumiu a liderança entre os principais destinos das exportações da avicultura e da suinocultura do Brasil. Ao todo, 31,4% da carne suína e 13,3% da carne de frango exportadas pelo Brasil em 2019 foram embarcadas com destino à China. Entre janeiro e outubro, o país asiático importou 183,1 mil toneladas de carne suína (+40% em relação ao mesmo período do ano passado), gerando receita de US$ 429,8 milhões (+66%). De carne de frango, foram 444,7 mil toneladas (+22%), com resultado 28

cambial de US$ 931,7 milhões (+38%). No caso da carne bovina, o Brasil exportou US$ 1,48 bilhão para a China em 2018. De janeiro a outubro deste ano, o valor é ainda maior: US$ 1,64 bilhão.

Frigoríficos dão mais detalhes A Marfrig informou que teve duas plantas de carne bovina habilitadas na mais recente lista: Pontes e Lacerda (MT) e São Gabriel (RS). A empresa passa a ter 13 unidades com permissão para exportar para o país asiático, sendo sete no Brasil, quatro no Uruguai e duas na Argentina. A JBS também teve uma planta de carne bovina habilitada, em Senador Canedo (GO), além de três unidades de carne suína no Rio Grande do Sul (Caxias do Sul, Três Passos e Seberi). A BRF teve seu frigorífico em Lajeado (RS) habilitado a exportar carne suína. A Aurora Alimentos obteve habilitação para exportar carne suína a partir da planta de Sarandi (RS). As outras unidades habilitadas a exportar carne bovina na mais recente lista são: Frigorífico Sul, em Aparecida do Taboado (MS), e Naturafrig Alimentos, em Pirapozinho (SP). Entre as novas habilitações para exportar carne de frango também estão a planta da Zanchetta Alimentos, em Boituva (SP), a unidade da União Avícola Agroindustrial, em Nova Marilândia (MT), e da Unita Cooperativa Central, em Ubiratã (PR). “Nas prévias da realização do encontro dos BRICS, a notícia das novas habilitações dá o tom da parceria que China e Brasil estão construindo em prol da segurança alimentar e da ampliação da pauta comercial”, disse o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, em comunicado divulgado pela entidade. “Já consolidado como principal fornecedor externo de frango para a China, o Brasil agora deve expandir sua participação, também, nas vendas de carne suína”. A China aumentou as importações de carne suína brasileira em 40% nos dez primeiros meses deste ano para 183,1 mil toneladas, em 22% no caso da carne de frango (444,7 mil toneladas) e em 23,3% para carne bovina (318,92 mil toneladas). O forte aumento nas exportações ocorre devido aos casos de peste suína africana que estão reduzindo a produção interna de carne suína chinesa e elevando a necessidade de importação de proteína animal.


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CAPA Mesmo antes dos casos de peste suína africana, executivos de frigoríficos brasileiros já mencionavam o aumento da renda da população chinesa como fator que estava impulsionando a demanda por carnes importadas naquele país, principalmente de carne bovina.

Arábia Saudita autorizou 8 frigoríficos Na segunda-feira, dia 11 de novembro, a autoridade sanitária saudita habilitou oito novos estabelecimentos para a exportação de carne bovina brasileira e seus produtos para a Arábia Saudita. Segundo o Ministério da Agricultura, foram habilitados: • Frigorífico Fortefrigo; • Frigorífico Better Beef; • Rio Grande Comércio de Carnes Ltda; • Plena Alimentos; • Indústria e Comércio de Alimentos Supremo; • Frigol; • Maxi Beef Alimentos do Brasil; • Distriboi - Indústria, Comércio e Transporte de Carne Bovina. Em 2018, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita renderam US$ 1,7 bilhão. A carne de frango representou 47,4% do valor vendido. Os principais produtos exportados, além da proteína de aves, são açúcar, carne bovina (in natura), soja (grão e farelo), milho, açúcar refinado e café (solúvel e verde). A autoridade sanitária saudita habilitou oito novos estabelecimentos para a exportação de carne bovina brasileira e seus produtos para a Arábia Saudita, informou o Ministério da Agricultura brasileiro. A habilitação veio após visita da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, aos sauditas em setembro e depois de o presidente Jair Bolsonaro passar pelo país em outubro. “Isso faz parte de toda a abertura que o Ministério da Agricultura vem fazendo juntamente com o governo federal”, disse a ministra em nota. Em 2018, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita renderam 1,7 bilhão de dólares, segundo nota do ministério.

Em outubro, dados da exportação já eram bons As exportações brasileiras de carne bovina fecharam o mês de outubro com recorde em faturamento e nos volumes embarcados. Segundo 30

dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), o volume exportado em outubro foi de 185.537 toneladas, crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado representa o maior volume mensal já embarcado pelo país e o maior faturamento em um mês. Em relação ao faturamento, o mês fechou com receita de US$ 808,4 milhões, 30% acima do mesmo mês em 2018. Se comparados ao mês de setembro, os resultados de outubro apontam alta de 33% no faturamento e 28% no volume embarcado. Quando se olha o acumulado do ano o resultado também é positivo. De janeiro a outubro de 2019 foram exportadas 1.463.922 toneladas de carne bovina, com receitas de US$ 5,776 bilhões, crescimento de 9,9% e 7,5%, respectivamente ante ao mesmo período do ano passado. “Os resultados mostram a consolidação da carne brasileira nos principais mercados internacionais”, explica o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli. Um dos principais aspectos para esses resultados é o avanço das exportações para a China, que em outubro somaram 65.827 toneladas, crescimento de quase 62% em relação ao mês anterior. Quando se observa os tipos de produtos, as vendas de carne in natura registraram alta de 29,4% em relação a setembro, somando 160.099 toneladas.

Segundo FGV, China é o principal destino das exportações brasileiras A China é o principal destino das exportações brasileiras, segundo o indicador de Comércio Exterior (Icomex), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com 27,8% dos produtos exportados pelo Brasil. A diferença para o segundo colocado, os Estados Unidos, ficou em 14,7 pontos percentuais. A participação da China no comércio exterior brasileiro supera até a do bloco da União Europeia, que soma 16,3%. A recessão na Argentina influenciou o percentual de 4,4% daquele país. Esse resultado é o segundo menor na série histórica, que começou em 2000. O outro desempenho desfavorável foi em 2002. Com queda no PIB de 10,9%, a participação da Argentina nas exportações brasileiras ficou em 3,8%. O indicador, que calcula de forma mais detalhada o nível de atividade dos setores produtivos, analisa dados da Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela e da Argentina. Além desses


países, que compõem o grupo Demais da América do Sul, o Icomex inclui informações da China, dos Estados Unidos e da União Europeia. De acordo com a FGV, esses países/regiões somam 69,6% das exportações totais brasileiras no acumulado do ano até outubro. No mesmo período as importações representaram 66,9%.

Balança comercial O Icomex indica que os superávits da balança comercial do Brasil são influenciados pelo comércio exterior com a China. No acumulado até outubro, o saldo da balança somou US$ 34,9 bilhões. Só com a China, foi US$ 21,4 bilhões. O grupo Demais da América do Sul teve saldo de US$ 6,4 bilhões e a União Europeia de US$ 2 bilhões. Apesar de ser o principal mercado das compras externas brasileiras, a diferença dos percentuais nas importações da China no mês é menor em relação aos Estados Unidos e a União Europeia. No caso da América do Sul, a diferença é de 8,6 pontos percentuais.

Recuo Segundo a FGV, os volumes exportados caíram em todos os mercados, com exceção dos Estados Unidos,

que registraram aumento de 13,3%. A queda de 10% nos preços das exportações no período favoreceu o aumento de 2% no valor exportado, apesar da elevação em mais de 10% no volume. O petróleo foi o principal produto exportado, seguido das semimanufaturas de aço. Os destaques da lista das principais exportações com variação positiva são a gasolina (332%), o etanol (25%) e outras manufaturas (44%). Para a China, o volume exportado caiu 2,8% e a Argentina, que enfrenta recessão, registrou queda de 35,9% no volume e 38,4%, em valor. O maior aumento nas importações foi registrado com os Estados Unidos, que tiveram 13% de elevação no volume, seguido da China com 1,6% e recuo nos demais mercados. A principal importação do Brasil dos Estados Unidos são os óleos combustíveis e o principal produto exportado o petróleo bruto. Na visão da FGV, o resultado mostra um comércio associado à questão da infraestrutura de refino no território brasileiro. *Fontes: Exame, G1, Facebook FrigoNews, Abiec, Agência Brasil (agenciabrasil.ebc.com.br)

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MERCADO INTERNACIONAL

ARÁBIA SAUDITA HABILITA 8 NOVOS FRIGORÍFICOS DO BRASIL PARA EXPORTAÇÃO Em 2018, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita renderam 1,7 bilhão de dólares Segundo nota do ministério, foram habilitados: Frigorífico Fortefrigo; Frigorífico Better Beef; Rio Grande Comércio de Carnes Ltda; Plena Alimentos; Indústria e Comércio de Alimentos Supremo; Frigol; Maxi Beef Alimentos do Brasil; e Distriboi – Indústria, Comércio e Transporte de Carne Bovina. “Isso faz parte de toda a abertura que o Ministério da Agricultura vem fazendo juntamente com o governo federal”, disse a ministra em nota. Em

2018,

as

exportações

de

produtos

agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita A autoridade sanitária saudita habilitou oito novos estabelecimentos para a exportação de carne bovina brasileira e seus produtos para a Arábia Saudita, informou o Ministério da Agricultura brasileiro. A habilitação veio após visita da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, aos sauditas em setembro e depois de o presidente Jair Bolsonaro passar pelo país em outubro.

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renderam 1,7 bilhão de dólares, segundo nota do ministério. A carne de frango representou 47,4% do valor vendido. Os principais produtos exportados, além da proteína de aves, são açúcar, carne bovina (in natura), soja (grão e farelo), milho, açúcar refinado e café (solúvel e verde).


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MERCADO INTERNACIONAL

MARFRIG COMPRA 31% DA NATIONAL BEEF POR US$ 860 MILHÕES A companhia já detinha 51% da americana e passa agora a ter 81,73%; não haverá alteração na atual administração da National Beef A Marfrig  comprou mais 31,17% da americana National Beef - uma das líderes globais no segmento de proteína  animal.  Por meio da subsidiária  NBM US Holdings, a brasileira aumentou sua participação dos atuais 51% para 81,73%. O anúncio da Marfrig é feito uma semana após a empresa divulgar os números relativos ao terceiro trimestre de 2019.  A companhia conseguiu reverter o prejuízo registrado no mesmo trimestre do ano anterior, atingindo um lucro de R$ 100,3 milhões. Segundo a companhia, o acordo prevê a transferência para a NBM e demais acionistas minoritários de 5.395,17 ações representativas de 31,17% do capital votante e total da National Beef - sendo este o total de ações detidas pela acionista Jefferies Financial Group, que se retira da sociedade. O valor da transação será de US$ 860 milhões, que será pago à vista no fechamento  sem prejuízo

do pagamento a Jefferies dos dividendos referentes ao ano de 2019 no valor aproximado de US$ 110 milhões. Não haverá qualquer alteração na atual  administração da National Beef, conforme explica a Marfrig em documento divulgado ao mercado. A transação está sujeita aos consentimentos de praxe e deve ser concluída ainda neste trimestre. Os demais acionistas terão a participação que segue: BPI 2,44%, USPB 15,07% e Tim Klein 0,76% do capital social votante e total da National Beef. Na quinta-feira, 14 de novembro, as ações ordinárias da Marfrig (MRFG3) terminaram o dia cotadas a R$ 10,44. No ano, os papéis acumulam alta de 91%. *Fonte: Seu dinheiro.com

VENDA DE CARNE AO EXTERIOR CRESCE 28%, AJUDADA POR EPIDEMIA NA CHINA Impulsionadas pela demanda da China, país que sofre com uma epidemia da peste suína africana, as exportações brasileiras de carnes renderam US$ 1,387 bilhão em novembro, crescimento de 28,4% na comparação com o US$ 1,080 bilhão reportado em igual intervalo de 2018, de acordo com dados divulgados ontem pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. No mês passado, as carnes suína e bovina foram os grandes destaques. Em razão da menor oferta de carne na China – o país respondia por 50% do consumo e produção global de carne suína, os preços das carnes dispararam no país asiático, beneficiando 34

as exportações brasileiras como um todo. Em novembro, o preço médio da carne bovina exportada pelo Brasil a todos os mercados chegou a US$ 4.857 por tonelada, alta de 21,6% na comparação anual. No caso da carne suína in natura, o preço médio aumentou 29,9%, para US$ 2.405 por tonelada, de acordo com os dados da Secex. Ao todo, a receita dos frigoríficos brasileiros com a exportação de carne bovina in natura chegou a US$ 755,8 milhões, incremento de 45% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O volume de carne bovina enviada ao exterior aumentou 12,8% na mesma base de comparação, para 155,6 mil toneladas.


MERCADO INTERNACIONAL As exportações de carne bovina do Brasil se aceleraram a partir da segunda quinzena de setembro, após a Administração-Geral de Alfândegas da China (GACC, na sigla me inglês) autorizar mais 17 frigoríficos brasileiros a exportar ao país. Em outubro, a indústria de carne bovina registrou o maior volume exportado da história – 170,5 mil toneladas. A China representa mais de 30% da carne bovina exportada pelos brasileiros. No caso da carne suína, a receita obtida pelos exportadores do país em novembro foi de US$ 138,4 milhões, aumento de 46,6% na comparação anual. O volume enviado aumentou 12,8%, para 57,6 mil toneladas. A China é o principal destino da carne suína vendida pelo Brasil, que é o quarto maior exportador global.

Em ritmo menos intenso, mas também crescendo, as exportações brasileiras de carne de frango in natura renderam US$ 492,8 milhões em novembro, aumento de 6% ante os US$ 464 milhões do mesmo período do ano passado. Em volume, os embarques cresceram 4,2% na mesma base de comparação, passando de 296,6 mil toneladas para 309,2 mil toneladas. Em evento, o economista Alexandre Mendonça de Barros, sócio-fundador da consultoria MB Agro, avaliou que o potencial de crescimento das exportações de carne de frango para à China é menor. De acordo com ele, o consumidor chinês não é tão adepto do consumo de frango se comparado a outras proteínas. *Fonte: Valor Econômico

EUA INICIAM SEGUNDA RODADA DE AJUDA A AGRICULTORES O Departamento de Agricultura dos EUA disse que começará a fazer uma segunda rodada de pagamentos de ajuda comercial aos agricultores dos EUA Os pagamentos são a segunda parte de um pacote de ajuda de US$ 16 bilhões em três parcelas anunciado em maio deste ano para compensar os agricultores pela guerra comercial EUA-China. A China impôs tarifas sobre as principais exportações agrícolas dos EUA, incluindo soja e carne de porco no ano passado, depois que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, cobrou impostos sobre os produtos chineses. Agora, os agricultores receberão 25% do pagamento total esperado, além dos 50% que já receberam na primeira rodada do pacote de 2019, informou o departamento em um comunicado. Os pagamentos “darão aos agricultores, que tiveram um ano difícil devido a retaliações comerciais desleais e desastres naturais, fundos muito necessários a tempo do Dia de Ação de Graças”, disse o secretário da Agricultura, Sonny Perdue, em comunicado. As inscrições para os pagamentos ocorrerão até 6 de dezembro, afirmou o comunicado. Se as condições

justificarem, a terceira parcela será feita em janeiro de 2020, afirmou. Os Estados Unidos e a China estão tentando negociar um pacto comercial de primeira fase para acabar com as tensões, mas não está claro quando ele poderá ser finalizado. O governo dos EUA gastou cerca de US$ 12 bilhões em ajuda comercial para agricultores em 2018 e alguns grupos de agricultores já estão pedindo um terceiro ano de compensação. O departamento mudou a fórmula usada para calcular a ajuda recebida pelos agricultores, pagando taxas diferentes por município e não por safra. Um grupo de democratas do Senado criticou, no início desta semana, o programa em uma carta ao departamento, dizendo que os pagamentos favoreceram injustamente os agricultores do sul sobre os do meio-oeste. *Fonte: Valor Econômico

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MERCADO INTERNACIONAL

BOA FASE NOS EUA GARANTE RESULTADOS DA MARFRIG Impulsionada pela maior oferta de gado nos Estados Unidos, a Marfrig Global Foods reportou um resultado recorde no terceiro trimestre. Segunda maior produtora de carne bovina do mundo, a companhia teve um lucro líquido de R$ 100,4 milhões. Em igual intervalo do ano passado, o grupo registrou prejuízo líquido de R$ 126 milhões. Calcanhar de Aquiles da Marfrig no início do ano, a geração de caixa melhorou sensivelmente, o que coloca a companhia a caminho de atingir a meta de gerar de R$ 1 bilhão a R$ 1,5 bilhão em caixa livre em 2019. “Muita gente, compreensivelmente, não acreditava”, afirmou ao Valor o vice-presidente de finanças e de relações com investidores da Marfrig, Marco Spada. Em 15 de maio, ao estipular a meta, a empresa reportara uma queima de caixa de R$ 1 bilhão nos primeiro trimestre, gerando ceticismo no mercado. De lá para cá, no entanto, a situação melhorou. O fluxo de caixa livre, que ficou positivo pouco mais de R$ 100 milhões no segundo trimestre, teve um saldo ainda maior no balanço divulgado. Entre julho e setembro, a Marfrig gerou em R$ 844 milhões em caixa livre. Esse é o número que vale para a meta da companhia, embora não seja a geração de caixa livre para os acionistas no Brasil, tendo em vista que desconsidera o pagamento de dividendos aos sócios minoritários da National Beef, nos EUA. Quando o pagamento é incluído, a geração de caixa livre do terceiro trimestre cai para R$ 530 milhões. De acordo com o presidente-executivo da Marfrig, Eduardo Miron, o incêndio que paralisou um frigorífico de grande porte da americana Tyson Foods em Kansas contribuiu para o desempenho da empresa brasileira nos EUA. Com o fechamento da planta, que só deve voltar a funcionar plenamente em 2020, os preços do gado caíram nos Estados Unidos, engordando o lucro dos concorrentes. No país, onde é dona da quarta maior produtora de carne bovina, a Marfrig obtém 70% do faturamento. Nesse cenário, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) bateu recorde no terceiro trimestre, alcançando R$ 1,47 bilhão, crescimento de 39,4% na comparação anual. 36

A margem Ebitda da empresa aumentou 2 pontos percentuais, a 11,5%. No período, as vendas aumentaram, puxadas pelo bom momento nos Estados Unidos e também pela apreciação do dólar. Entre julho e setembro, a receita líquida da Marfrig totalizou R$ 12,7 bilhões, incremento de 3,6% na comparação com os R$ 12,3 bilhões de igual período de 2018. Considerando apenas as operações nos Estados Unidos, a receita líquida da Marfrig somou US$ 2,5 bilhões, aumento de 6,2% em relação aos US$ 2,1 bilhões do terceiro trimestre do ano passado. O lucro bruto da operação americana cresceu 24,7%, para US$ 375 milhões. A margem bruta aumentou 2,5 pontos, atingindo 16,7% no trimestre. Na América do Sul, porém, a margem piorou, refletindo o custo mais alto com gado no Brasil e no Uruguai. A margem bruta atingiu 10,7%, ante 11,3% um ano antes. As vendas também diminuíram. Entre julho e setembro, o volume comercializado caiu 8,8%, a 378 mil toneladas. Mas o aumento do preço médio, sobretudo devido à maior demanda chinesa, compensou parcialmente a redução do volume. A receita líquida na região recuou “só” 2,4%, para R$ 3,8 bilhões. Segundo Miron, a queda das vendas na comparação anual ocorreu porque, no terceiro trimestre de 2018, houve uma concentração das exportações no Brasil como reação ao fim da greve dos caminhoneiros, o que distorceu a comparação. Para os próximos trimestres, o executivo está otimista. Com a autorização dada em setembro para que mais dois frigoríficos no Brasil exportem à China, a Marfrig pode quase dobrar o ritmo de vendas para o país. *Fonte: Valor Econômico


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FIQUE SABENDO

KLABIN AMPLIA ATUAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE E CONSOLIDA SUA LIDERANÇA NO SEGMENTO DE EMBALAGENS DE PAPELÃO ONDULADO DO PAÍS

Reforçando sua competitividade e capacidade de crescimento, a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil e líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, anuncia a aquisição de uma planta industrial na cidade de Horizonte, no Ceará. Com o investimento, a companhia planeja ampliar sua produção de embalagens de papelão ondulado, antevendo o atendimento ao crescente mercado de fruticultura na região Nordeste do País. A unidade industrial, localizada a 35 km de Fortaleza e a 90 km do porto de Pecém, tem área de mais de 1 milhão de metros quadrados e possui mais de 30 mil m2 de área construída, além de toda infraestrutura para início imediato da operação e possível expansão. O investimento inicial é de R$ 48 milhões e a operação será iniciada dentro de poucos meses, com a possibilidade de transferência de equipamentos de outras unidades da companhia. “A Klabin está presente no Nordeste há mais de 40 anos e acompanha de perto o crescimento da região, considerada uma das mais ricas para o agronegócio brasileiro. Enxergamos o potencial desses estados e trabalhamos para oferecer as melhores soluções em embalagens para esse mercado”, declara Cristiano Teixeira, diretor geral da Klabin. Com foco em eficiência operacional, cuidado com as pessoas e o meio ambiente, a Klabin tem desenvolvido cada vez mais produtos a partir de fontes renováveis, recicláveis e biodegradáveis, participando ativamente da construção de um futuro de consumo sustentável. De acordo com Douglas Dalmasi, diretor de 38

Embalagens da Klabin, as regiões Nordeste e Norte são estratégicas para a companhia e vêm crescendo consideravelmente como grandes exportadores de frutas. “Acreditamos e investimos na região com o objetivo de fortalecer nosso vínculo de parceria com os clientes de todos os segmentos, oferecendo soluções customizadas para cada tipo de produto, oferecendo melhores serviços e evitando o desperdício em todo o ciclo até a chegada ao consumidor final” afirma o executivo. O Brasil é considerado o terceiro maior produtor de frutas do mundo. Em 2018, a produção nacional foi de 41 milhões de toneladas, sendo 848 mil toneladas destinadas à exportação. Entre os principais produtos exportados, em volume de vendas, estão o melão, a manga e limão/lima, nesta ordem. Todos eles com grande concentração de produção na região Nordeste. Assim como os demais produtos desenvolvidos pela Klabin, as embalagens de papelão ondulado são feitas a partir de florestas plantadas e certificadas da companhia, ou seja, são provenientes de fontes sustentáveis e renováveis, além de serem totalmente recicláveis. As embalagens são certificadas por órgãos internacionais, que garantem que os alimentos sejam armazenados e transportados com total segurança e livres de contaminação. Além disso, seu design colabora com a redução do desperdício de alimentos, já que possui orifícios que possibilitam a ventilação ideal para a conservação e integridade das frutas. *Fonte: Embala Nordeste/Lucas Mazzolenis


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FIQUE SABENDO

SEALED AIR APRESENTA SOLUÇÕES INOVADORAS DE EMBALAGENS PARA ALIMENTOS NA ANDINAPACK 2019

A empresa aproveita o evento, realizado na Colômbia, para mostrar o seu compromisso em desenvolver embalagens mais sustentáveis

Com o intuito de apresentar as soluções mais sustentáveis e eficazes que possibilitam estender a vida útil e a qualidade dos produtos embalados a vácuo, como carnes vermelhas frescas, aves, frutos do mar, queijos e carnes defumadas e processadas, bem como da categoria de refeições prontas, a Sealed Air participa da XV Edição da Exposição Internacional de Processamento e Embalagem para a Indústria Alimentícia, Farmacêutica e Cosmética (Andinapack 2019). O evento aconteceu em novembro, no Centro Internacional de Negócios e Exposições de Corferias, Bogotá, Colômbia. Entre as novidades que serão apresentadas estão a embalagem Cryovac® Darfresh® on Board, que foi desenvolvida com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos e seu impacto negativo no meio ambiente. Apresenta como diferencial uma película de plástico sobre um suporte de cartão, capaz de preservar os alimentos por mais tempo, assegurando que mantenham seu frescor até o prazo de validade. Desenvolvido a partir de uma tecnologia que integra filme/tampa de zero resíduo, a embalagem evita a contaminação por ser totalmente hermética. Segundo Edwin Martín Puentes, Gerente de Vendas da Sealed Air da Região Andina, “com essa nova embalagem, a vida útil dos alimentos acondicionados no refrigerador pode ser estendida de modo significativo, podendo até dobrar, em comparação com as embalagens MAP (sistema com 40

atmosfera de proteção) padrão”, afirma. Ainda de acordo com Puentes, “se comparadas com as embalagens convencionais, o Cryovac® Darfresh® on Board, por ser a vácuo, utiliza menos matéria-prima e ocupa 80% menos espaço no transporte e na armazenagem. Além disso, a nova embalagem confere para a indústria maior eficiência operacional, poupando custos com materiais, devido à tecnologia que atinge índice zero de desperdício de matéria-prima, comparativamente aos índices de 30% a 40% de desperdício de resíduo gerado pelas máquinas de embalagem skin tradicionais”, explica. Além das aplicações especiais do Cryovac® Darfresh® on Board, a Sealed Air também aproveitará a Andinapack 2019 para apresentar outras soluções, como: Darfresh on Tray, sacos retráteis (Quick Rip, Grip and Tear) de alta e média barreira, materiais adequados para forno convencional (Oven Ease). “Como essas soluções são sustentáveis e ecologicamente corretas, melhoram a qualidade de vida da sociedade, além de favorecer nossos clientes a obter mais lucratividade”, enfatiza Puentes, destacando que a empresa tem o objetivo em investir ainda mais em soluções tecnológicas. “Estamos comprometidos em projetar e avançar em soluções inovadoras de embalagens para serem 100% recicláveis ou reutilizáveis até 2025. Vamos acelerar o uso de materiais reciclados, expandir modelos de reutilização para nossas embalagens e liderar a colaboração com parceiros de todo o mundo para tornar isso possível”, conclui.

Sobre a empresa De origem americana, a Sealed Air cria soluções de embalagem que aumentam a eficiência operacional, estendem a vida útil e reduzem o uso de recursos ao longo de toda a cadeia produtiva. Com um grande portfólio de produtos e equipamentos, a empresa atende desde soluções para alimentos a soluções de proteção para a indústria. Suas inovações podem,


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FIQUE SABENDO de fato, dobrar a vida útil de alimentos como massas frescas, e estender substancialmente a vida útil das carnes, de dias para semanas. Do campo à mesa do consumidor, suas tecnologias, materiais inovadores e equipamentos preservam a nutrição, ao mesmo

tempo em que realçam o sabor e a segurança dos alimentos. Os avanços da empresa asseguram um mundo em que, cada vez mais, as colheitas não serão perdidas e a oferta de alimentos será mais abundante, mais segura e com menos desperdício.

FIELD SERVICE É A APOSTA DA BUSCH PARA CONTRIBUIR COM REDUÇÃO DE CUSTOS NOS CLIENTES E AUMENTAR A PRODUTIVIDADE Com esse serviço, a empresa quer disseminar a cultura de reparar as bombas na própria empresa cliente

Multinacional alemã que é referência mundial em tecnologia e soluções de vácuo, a Busch reforça o pós-vendas com o field service, uma iniciativa para ampliar o escopo de atendimento do cliente em dois pontos extremamente sensíveis nas unidades fabris: custo e produtividade. Com instalações em Jarinu, localizada a 60 km da cidade de São Paulo, a Busch 42

recebe bombas e sopradores dos clientes para serviços de manutenção preventiva ou corretiva. A proposta de fortalecer o field service é que o cliente da Busch acione a empresa para que os reparos e inspeções sejam feitos nas instalações do próprio cliente. “A partir de um mapeamento prévio via telefone, nosso suporte ao cliente consegue dimensionar a demanda. Assim, nosso técnico de campo vai ao cliente, levando uma bomba reserva para manter a produção ativa, enquanto o reparo é feito”, detalha Achim Lessel, Diretor Executivo da Busch. Essa dinâmica diminui o tempo de parada da linha de produção do cliente. “Isso já é um ponto muito importante e faz toda diferença. Queremos solucionar o problema do cliente, minimizando o impacto na operação dele”, enfatiza Lessel. O field service não significa o término do atendimento nas instalações em Jarinu. “Há casos, dependendo do produto e da atual condição, em que só a estrutura completa em nossa unidade poderá efetuar os reparos necessários”, completa o executivo.  Todos os setores que envolvem soluções a vácuo e sopradores, como transportes pneumáticos, injeção de plástico, fabricantes de máquinas, alimentício, químico, farmacêutico, entre outros que empregam as soluções da Busch podem contar com o field service. Os profissionais responsáveis pelo atendimento pós-vendas da Busch possuem padrão global de treinamento da empresa. Graças a essa capacitação, ao visitar a planta do cliente, eles conseguem avaliar pontos críticos em outras bombas, evitando paradas


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FIQUE SABENDO não programadas. Pelo field service, o cliente pode adequar o escopo de contrato para contemplar desde visitas periódicas dos técnicos da Busch até contar com um profissional in loco para supervisão das bombas em tempo real. Com matriz em Maulburg, na Alemanha, a Busch é uma das maiores fabricantes mundiais de soluções de vácuo e pressão positiva, presente em 43 países. Fundada em 1963 pelo Dr. Eng. Karl Busch, com a visão de fazer melhor, mais fácil e com maior produtividade, a empresa preza pela excelência no relacionamento de longo prazo com os clientes. Oferece tecnologia de ponta, integrando uma equipe internacional com atendimento local,

composta por especialistas de engenharia e uma assistência técnica treinada para levar a melhor solução às necessidades dos clientes. Muito além do rigoroso controle de qualidade, a filosofia da Busch de contínuo desenvolvimento e inovação se estende a todas as áreas, que vão desde a preocupação com o meio ambiente, passando pela segurança industrial, até a ética nas negociações. Possui uma ampla atuação em diversos segmentos industriais, entre eles: indústria de alimentos e bebidas, hospitalar, automotiva, farmacêutica, plásticos, química, biocombustíveis, energia elétrica e eólica e estações de tratamento de água e efluentes. Sobre a Busch: https://www.buschvacuum.com/br.

ICL EXPANDE SUA PRESENÇA NO MERCADO DE ALTERNATIVOS ÀS CARNES COM TECNOLOGIA PLANT-BASED ICL estima investir aproximadamente $20 milhões para aumentar sua capacidade de crescimento no mercado de substitutos da carne A ICL (NYSE &TASE: ICL), empresa líder global em minerais especiais e produtos químicos especiais, anunciou que planeja expandir sua capacidade de fabricação e suporte de pesquisa e desenvolvimento para sua linha ROVITARIS®, tecnologia de proteínas alternativas à carne. Com mais de 80 anos de experiência, a ICL é líder no desenvolvimento e fornecimento de soluções inovadoras em ingredientes alimentícios de valor agregado para clientes em todo o mundo, com vendas anuais de aproximadamente US$ 600 milhões. A posição de liderança da ICL no mercado de ingredientes funcionais para alimentos alavanca sua rede global de produção e P&D, bem como sua integração com a cadeia de fosfatos. ROVITARIS® é uma tecnologia proprietária desenvolvida pela ICL e que suporta a produção de alimentos à base de plantas sem alergênicos. O produto possui excelente formabilidade e pode ser adaptado a praticamente qualquer aplicação substituta de carne, aves ou frutos do mar para melhorar significativamente o sabor e a textura. ROVITARIS® possui excelente estabilidade ao congelamento e degelo, o que resulta em custos reduzidos para os fabricantes de alimentos. Uma das principais vantagens da tecnologia ROVITARIS® é seu uso flexível em conjunto com uma 44

ampla variedade de fontes de proteínas vegetais. A ICL continua a desenvolver novas fontes de proteínas e a diferenciar suas ofertas para seus clientes. Os próximos lançamentos e expansões de linha incluem agregados de vegetais texturizados, o que aumentará as ofertas existentes da ICL de proteínas baseadas em ervilha e fava, por exemplo. Usando a tecnologia ROVITARIS®, os fabricantes de alimentos podem criar alternativas de carne à base de plantas que são praticamente indistinguíveis dos produtos tradicionais. A flexibilidade da tecnologia permite a criação de aplicações personalizadas e com variados perfis de sabor. A ROVITARIS® fornece soluções para hambúrgueres, cachorros-quentes, snacks, nuggets e palitos de peixe, fornecendo inovações em termos de soluções alternativas de proteínas para consumidores veganos, vegetarianos e flexitarianos. De acordo com vários especialistas da indústria de alimentos, o mercado total de alternativas à base de carne chegou a mais de US $ 4 bilhões em 2018 e deve crescer a uma taxa anual de 7% a 9%. Após a assinatura de novos acordos de fornecimento com parceiros e clientes em vários mercados globais importantes, incluindo Europa, América do Norte e América do Sul, espera-se que a ICL invista aproximadamente


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FIQUE SABENDO excitantes aplicações”. Para saber mais sobre soluções alternativas de proteínas da ICL, visite www.iclfood.com.

Sobre a ICL

US$ 20 milhões para expandir suas capacidades neste mercado em rápido crescimento. Ofer Lifshitz, Presidente da ICL Phosphate Solutions, declarou: “A adaptabilidade responsiva é a nossa chave para atender os clientes da ICL. Como tecnologia líder de mercado, o ROVITARIS® permite que os fabricantes criem os produtos que os consumidores exigem enquanto expandem o desenvolvimento de novas e

A ICL é uma empresa global especializada em minerais e produtos químicos que opera cadeias de valor minerais de bromo, potássio e fosfato em um modelo de negócios único e integrado. A ICL extrai matérias-primas de ativos minerais bem posicionados e utiliza tecnologia e know-how industrial para agregar valor aos clientes nos principais mercados agrícolas e industriais do mundo. A ICL se concentra no fortalecimento das posições de liderança em todas as suas principais cadeias de valor. Também planeja fortalecer e diversificar suas ofertas de soluções agropecuárias inovadoras, aproveitando as capacidades e o conhecimento agronômico existentes da ICL, bem como o ecossistema tecnológico israelense. As operações da ICL são divididas em quatro divisões de negócios: Produtos Industriais (cadeia de valor de bromo e negócios complementares); Potassa; Soluções de fosfato (cadeia P2O5); e soluções Innovative Ag Solutions. As ações da ICL são listadas na Bolsa de Nova York e na Bolsa de Tel Aviv (NYSE e TASE: ICL). A empresa emprega mais de 11.000 pessoas em todo o mundo e suas vendas em 2018 totalizaram aproximadamente US $ 5,6 bilhões. Para mais informações, visite o site da empresa em www. icl-group.com

DANFOSS ESTABELECE COLABORAÇÃO DE IOT COM MICROSOFT A Danfoss firmou uma colaboração com a Microsoft para trazer para a nuvem a experiência de domínio em refrigeração e HVAC. Com essa colaboração, os clientes se beneficiarão do conhecimento de longa data do setor em uma nova plataforma desenvolvida pelo Microsoft™ Azure. Os novos serviços em nuvem permitirão grandes economias, eficiência operacional e podem aumentar ainda mais a eficácia das vendas para proprietários e profissionais de sistemas de refrigeração e de HVAC. Com essa colaboração, a Danfoss amplia sua experiência em aplicativos e se torna um fornecedor independente de software (ISV na sigla em inglês) 46

reconhecido. Juntas, a Danfoss e a Microsoft trarão tecnologia moderna e conhecimento de domínio para proprietários e profissionais de sistemas de refrigeração e de HVAC. Os serviços baseados na nuvem permitirão aos supermercadistas reduzir a perda de alimentos, diminuir o consumo de energia e otimizar o desempenho geral da loja. Eles se beneficiarão dos mais de 80 anos de experiência da Danfoss como fornecedor de soluções em refrigeração e HVAC. A infraestrutura de nuvem do Microsoft ™ Azure fornecerá escalabilidade e segurança de dados.


FIQUE SABENDO IoT torna a operação comercial simples, eficiente e mais eficaz Hoje, para as lojas de varejo alimentar, as operações estão se tornando cada vez mais complexas. Permanecer em conformidade e reduzir a perda de alimentos requer muito trabalho manual. Garantir que a refrigeração, a iluminação, o HVAC etc. funcionem com eficiência pode consumir muito tempo e, muitas vezes, exigem conhecimento especializado. Com mais ativos sendo integrados aos sistemas de energia renovável, mobilidade eletrônica e energia descentralizada, um novo potencial e também complexidade são introduzidos aos supermercadistas. O resultado pode ser que as lojas acabem gastando mais tempo e energia para executar as operações diárias. O Danfoss Cooling Cloud Suite proporciona total transparência 24 horas, permitindo que os supermercadistas se concentrem no cerne de seus negócios. Os serviços baseados em nuvem aumentam a eficiência operacional, processando e analisando dados de ativos de refrigeração, HVAC, iluminação entre outros. Os dados são gerenciados de forma segura e oferecem informações valiosas para a loja em interfaces fáceis de usar. “Temos mais de 80 anos de domínio e liderança em refrigeração e ar condicionado para oferecer uma solução em nuvem de classe mundial” observa Dr. JanHendrik Sewing, vice-presidente sênior da divisão de controladores eletrônicos e serviços e diretor global de Food Retail da Danfoss. “O Danfoss Cooling Cloud Suite ajudará as lojas de varejo alimentar a se concentrarem em seus principais negócios, otimizando e automatizando os processos atuais, além de fornecer informações que ajudarão os donos dos negócios a tomar determinadas decisões, por exemplo, fazendo comparações entre as lojas para identificar os desempenhos mais altos e mais baixos. Isso reduzirá os custos operacionais e o consumo de energia, aumentando as vendas e a eficácia do marketing.” Com o Danfoss Cooling Cloud Suite, os varejistas de alimentos poderão eliminar até 80% do tempo usado para gerenciar problemas com o equipamento da loja, pois os ativos conectados são monitorados e analisados, garantindo ação imediata em caso de falha do compressor, vazamento de refrigerante ou outros problemas. Também será reduzida em até 40% a perda de alimentos, pois a temperatura é monitorada automaticamente e alarmes são enviados à loja se a temperatura estiver acima do limite. Por fim, as lojas podem poupar mais de 30% do total de energia em picos de carga e reduzir o

consumo de energia de luzes, refrigeração, HVAC e outros aparelhos elétricos. Perceber os custos operacionais e reduzir o consumo de energia com o Danfoss Cooling Cloud Suite é fácil, pois sensores, controles e gateways podem ser adaptados em qualquer loja. Os serviços são baseados na nuvem e não exigem hospedagem local, permitindo rápida implantação e escalabilidade para qualquer necessidade da loja. “Com a experiência em aplicativos da Danfoss, vemos uma grande oportunidade de agregar valor no setor de varejo de alimentos”, diz Paul Maher, gerente geral de experiências de indústria da Microsoft. “Com a Danfoss, trazemos para nossos clientes um dos mais fortes casos de uso de IoT em refrigeração até o momento. A implementação agrega valor tangível ao varejo de alimentos hoje e para outros setores no futuro próximo. Estamos ansiosos para apoiar nossos clientes a cumprir suas metas de eficiência e sustentabilidade.”

Mais desenvolvimentos no horizonte “A colaboração com a Microsoft fornecerá resultados tangíveis para clientes novos e existentes da Danfoss e da Microsoft. Vamos aproveitar essa colaboração e continuar a investir em novos serviços de nuvem para os setores que atendemos com sucesso há mais de 80 anos, com a ambição de reduzir o desperdício de alimentos e o consumo de energia”, diz Jürgen Fischer, presidente da Danfoss Cooling.

Construindo uma base sólida para o resfriamento da Danfoss • Mais de 1 milhão de dispositivos Danfoss conectados. • Mais de 50 mil plantas de varejo globais instaladas. • Mais de 30% das plantas conectadas com serviços digitais. • Mais de 100 clientes de IoT. 47


FIQUE SABENDO

FÓRUM BRASIL ÁFRICA 2019 REUNIU ESPECIALISTAS E AUTORIDADES EM TORNO DE SEGURANÇA ALIMENTAR O Fórum Brasil África 2019 colocou a Segurança Alimentar no centro dos diálogos entre especialistas e autoridades brasileiras e africanas durante dois dias. Realizado em São Paulo nos dias 12 e 13 de novembro, no WTC Sheraton, o Fórum foi promovido pelo Instituto Brasil África (IBRAF), presidido pelo Prof. João Bosco Monte. O evento contou com a participação de representantes do governo brasileiro, tendo em sua abertura o Vice-Presidente da República Hamilton Mourão que, em seu discurso, reiterou que as relações com a África são e serão prioritárias para o Brasil, além de anunciar a primeira viagem oficial do governo ao continente em março de 2020. Além dele, representantes das Nações Unidas, autoridades africanas e diversas organizações do setor público e privado também passaram pela plenária, incrementando discussões e abrindo frente para novos negócios e soluções. Uma das organizações foi a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, que incentiva os negócios entre o Brasil e os países árabes localizados no Norte da África. Para Tamer Mansour, secretário geral da Câmara, que participou do painel Nutrindo um Cenário de Comércio Internacional de Agricultura Produtiva, “os árabes africanos vão, muito em breve, ter papel fundamental na difusão das tecnologias de agricultura e pecuária tropical do Brasil, que são indiscutivelmente as mais eficientes do mundo”. Prova disto é a marroquina OCP, uma das maiores do mundo em fertilizantes, que planeja expandir sua atuação no Brasil com a abertura de quatro novos locais de armazenagem em Goiás, Minas Gerais, Pará e Santa Catarina em 2020. O anúncio foi feito pelo CEO da OCP no Brasil, Olavio Takenaka, durante a sua participação no Fórum. A organização participou do painel Democratização Do Agronegócio: Preenchendo O Potencial Entre As Duas Regiões, com o Vice-presidente sênior para a África Oriental, Fayçal Benameur. Outra participação que trouxe mais luz às discussões sobre segurança alimentar, foi a de José Graziano da Silva, ex-diretor geral da FAO, o braço da ONU para a 48

agricultura e alimentação, que foi homenageado no evento pelo seu trabalho para garantir Fome Zero. Segundo a ONU, a fome voltou a crescer no mundo. Conflitos, secas e desastres relacionados às mudanças climáticas estão dentre os fatores que contribuíram para esse cenário. Para Graziano, os investimentos em setores estratégicos, como a agricultura, são essenciais para o combate à fome e também para o crescimento econômico. “O Brasil se destaca no cenário mundial na agricultura e vem investindo em diversas tecnologias. Além disso, o país cultiva relações comerciais significativas com diversos países africanos”, afirmou o presidente do Instituto Brasil África (IBRAF), João Bosco Monte, reiterando o aspecto de que o país já mostrou para o mundo que pode produzir alimentos, sendo hoje um dos grandes produtores globais de commodities e serviços. O Fórum Brasil África 2019 foi a 7ª edição do evento que é uma realização do Instituto Brasil África, com patrocínio do Afreximbank, Standard Bank, TDB Group, IFAD e OCP; e em parceria com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Escritório da ONU para Cooperação Sul-Sul, International Trade Centre, Centro de Excelência contra a Fome, NEPAD, Grupo BrazAfric, CAMPO, FARA, Câmara de Comércio Árabe-Brasileira e South African Airways. O Fórum também teve  como parceiros estratégicos o IC Publications e CINE Group. Os parceiros de mídia foram ATLANTICO Online, African Business, Africa Briefing e Jeune Afrique Media Group.


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Edição de Novembro 2019  

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