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Edição 127 | Julho | 2019

Sua revista com marketing 100% digital

Crescimento Econômico Acordo entre Mercosul e UE poderá elevar PIB em R$ 500 bilhões em dez anos EPIs Segurança para trabalhador e empregador

INDÚSTRIA 4.0 A 4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Portas e Cortinas Frigoríficas Tecnologia vem promovendo grandes avanços 1


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Editorial Ilce Maria Silveira Diretora

Diretora Ilce Maria Silveira Administrativo e Financeiro financeiro@revistafrigonews.com.br Jornalistas Sheila Prates Márcia Ebinger jornalista@revistafrigonews.com.br Direção de arte Alice C. Sampaio Assinatura assinatura@revistafrigonews.com.br Antônio Silva antonio@revistafrigonews.com.br Carla Carmello carla@revistafrigonews.com.br Projeto Gráfico Figa | Design & Estratégia design.figa@gmail.com

Redação e Publicidade (19) 4141-9494

Você sabia que o termo “Indústria 4.0” teve origem em um projeto estratégico de alta tecnologia do governo alemão, que promove a informatização da manufatura? Pois bem, na matéria de capa desta edição da FrigoNews, você conhecerá todos os detalhes da Indústria 4.0. Ela veio para ficar e transformar totalmente as relações e práticas de trabalho. Você vai saber quais são os seis princípios para o desenvolvimento e implantação da Indústria 4.0 que definem os sistemas de produção inteligentes que tendem a surgir nos próximos anos. Saberá também quais os pilares da Indústria 4.0, seu impacto no Brasil e no mundo, conhecerá as mudanças pelas quais todos os setores terão que passar para se adaptarem a um novo estilo mundial de produção e terá acesso aos aspectos positivos e negativos desta que é a quarta revolução industrial. Sabemos que paletização é o processo de armazenar os produtos ou matérias-primas de uma empresa com o uso de paletes. Desta forma, os produtos são disponibilizados em camadas formando pilhas. O processo atende todo os tipos e modelos de cargas e varia a capacidade conforme a necessidade. Saiba mais sobre esse tema também nesta edição da FrigoNews. Na seção Fique por Dentro você verá que o estado de Santa Catarina, maior produtor nacional de suínos e segundo maior produtor de aves do Brasil, fecha o primeiro semestre com crescimento de 56% nas exportações de carnes. Leia a matéria e conheça todos os detalhes desse assunto. Nas páginas da seção Mercado Internacional saiba tudo sobre o acordo fechado entre Mercosul e União Europeia. O acordo comercial poderá trazer ganhos de R$ 500 bilhões em dez anos para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Tudo isso e muito mais! Boa leitura!

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NOSSOS DESTAQUES 26 Indústria 4.0 Um dos maiores impactos causados pela indústria 4.0 será uma mudança que afetará o mercado como um todo: consiste na criação de novos modelos de negócios

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EPIs Treinamentos, legislação mais rigorosa e produtos cada vez mais confortáveis têm feito com que colaboradores se conscientizem e aceitem a obrigatoriedade do uso

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Portas e Cortinas Frigoríficas Conheçam as novidades desse segmento

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Crescimento Econômico Acordo entre Mercosul e EU poderá elevar PIB em R$ 500 bilhões em dez anos

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EQUIPAMENTOS _____________________________ ESPECIALISTAS EM DETECÇÃO DE GASES

Porque detectar Amônia na NR36? As instalações frigoríficas, trabalham com gases refrigerantes com características físico-químicas especiais e em condições de temperatura, pressão e umidade diferenciadas do habitual, apresentam riscos específicos à segurança e saúde, relacionados com o tipo agente refrigerante utilizado, assim como as instalações e equipamentos. As maiores preocupações são vazamentos com formação de nuvem tóxica de amônia e explosões. Causas de acidentes são falhas no projeto do sistema e danos aos equipamentos provocados pelo calor, corrosão ou vibração, assim como por manutenção inadequada ou ausência de manutenção de seus componentes, como válvulas de alívio de pressão, compressores, condensadores, vasos de pressão, equipamento de purga, evaporadores, tubulações, bombas e instrumentos em geral. É importante observar que mesmo os sistemas mais bem projetados podem apresentar vazamentos de amônia, se operados e mantidos de forma precária. São freqüentes os vazamentos causados por: - Abastecimento inadequado dos vasos; - Falhas nas válvulas de alívio, tanto mecânicas quanto por ajuste inadequado da pressão; - Danos provocados por impacto externo por equipamentos móveis, como empilhadeiras; - Corrosão externa, mais rápida em condições de grande calor e umidade, especialmente nas porções de baixa pressão do sistema; - Rachaduras internas de vasos que tendem a ocorrer nos/ou próximo aos pontos de solda; - Aprisionamento de líquido nas tubulações, entre válvulas de fechamento; - Excesso de líquido no compressor; - Excesso de vibração no sistema, que pode levar a sua falência prematura. Elementos para a gestão da segurança e saúde em estabelecimentos que possuam esse tipo de sistemas devem incluir: - Sistema de detecção precoce de vazamento; - Informações de segurança do processo; - Análises dos riscos existentes; - Procedimentos operacionais e de emergência; - Capacitação de trabalhadores; - Esquemas de manutenção preventiva; - Mecanismos de gestão de mudanças e subcontratação;

Soluções: A AD equipamentos possui soluções completas para a detecção precoce de vazamento de gases, dotados de sistema de controle e acionamentos diversos, como: válvulas, exaustores e alarmes. Registro do dados e concentrações monitoradas. Sensores específicos para o gás alvo e alta credibilidade nas leituras, trazendo segurança e confiabilidade nos registros de monitoramento . Conheça também, nossa linhas de detectores de chamas, analisadores de Oxigênio (O2) e Sulfeto de Hidrogênio (H2S). Equipamentos de alta performance voltados a áreas industriais. Solicite maiores informações: Rua Niterói, 362 São Caetano do Sul - SP (11) 4224-2922 / 6466 ou visite nosso site: adequipamentos.com

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EPI’S

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL:

SEGURANÇA PARA TRABALHADOR E EMPREGADOR Treinamentos, legislação mais rigorosa e produtos cada vez mais confortáveis têm feito com que colaboradores se conscientizem e aceitem a obrigatoriedade do uso dos EPI’s Assim como em outros mercados, os frigoríficos têm diversos setores onde há risco de acidentes de trabalho. Desde o início até o fim do processo, seja no abate, mas principalmente no setor de corte e desossa, os riscos são iminentes. Por isso, a grande importância dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual), que protegem e diminuem os riscos de acidentes com os colaboradores.

dos melhores EPI’s. “Conte sempre com a orientação de engenheiros e técnicos de segurança, eles devem coordenar e analisar os riscos existentes. Também podem criar projetos e recomendar alterações, visando sempre a segurança dos colaboradores, minimizando e eliminando riscos de acidentes e doenças ocupacionais”.

Todo EPI tem a função de extinguir ou minimizar os efeitos prejudiciais que uma atividade pode trazer na vida laboral do colaborador deste setor, levando os riscos a patamares aceitáveis conforme a legislação, trazendo proteção e proporcionando conforto. Redução de ruídos, roupas apropriadas para umidade e frio, calçados impermeáveis e antiderrapantes, máscaras respiratórias e proteção das mãos são alguns exemplos de EPI’s usados e indispensáveis para a realização das atividades dentro de frigoríficos.

A Kseg Comercial Ltda, através de seu gerente de vendas, Robson Santos, orienta que alguns critérios devem ser levados em consideração para a escolha 6

“Conte sempre com a orientação de engenheiros e técnicos de segurança, eles devem coordenar e analisar os riscos existentes. Também podem criar projetos e recomendar alterações, visando sempre a segurança dos colaboradores, minimizando e eliminando riscos de acidentes e doenças ocupacionais.” - Robson Santos, da Kseg


LINHA GERAL DE EQUIPAMENTOS PARA ABATE DE BOVINOS E SUÍNOS Bovinos

Suínos

BUSTER V

Para tirar Couro de Bovinos, Suínos e ovinos

Para Dividir Carcaças

Esfoladora Pneumática

Serra Elétrica de Fita

JR-165

JR-50

Para Separação de Carcaças

Desnucadora

Unidade Robótica

Unidade Robótica

BUSTER VI S/D

MG-1

BUSTER VI

CRS

Para Separação de Quartos Dianteiros

Para Corte de Esterno

Para Dividir Carcaças

De Retos

50G

30CL-1

SPC 140 / SPC 165

LLP-1

Para Corte de Chifres

Para Corte de Chifre e Mocotó

Para Corte de Quartos e Costelas

Para Retirar Banha Rama (Unto)

Serra Elétrica de Fita

Guilhotina Hidráulica

USSS-22A

Atordoador pneumático sem penetração

Serra de Peito Hidráulica

Alicate Hidráulico

1000 F / 1000 FS

Serra Circular Hidráulica

Para Corte de PA e Separação de Dianteiros

CV 1 / SR-1

Aspirador Vapor / Vácuo

Para Aspiração de Medula e Microorganismos Patogênicos

EN-1 B ES-4

Estimulador Elétrico de Baixa Voltagem

Elastrador Pneumático Para Reto de Bovinos

Serra Elétrica de Fita

Serra Pneumática

Cortadora Pneumática

Extratora Hidráulica

HBS-2E

3HD

Para Corte de Esterno

Para Corte de Cabeça

Serra Circular Elétrica

M75

Alicate Hidráulico

BN-H

Pistola de Jato Economizador de Água

SM-111

Afiadora Profissional de Facas

Balancim Pneumático

Para pesos de 10 até 100 Kg.

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JC IV-A


EPI’S Ainda sobre a escolha dos EPI’s ideais, Claudia Chimelli, coordenadora técnica da Volk do Brasil, considera que “análises rigorosas e periódicas de riscos existentes em cada atividade para dimensionar corretamente o EPI, assim como garantia de qualidade de produtos, fornecimento e aceitação dos usuários são critérios importantes que devem ser respeitados para a escolha de um EPI”.

Lidando com as resistências Mas, por mais que saibamos da enorme necessidade de utilização dos equipamentos de proteção individual, ainda existem funcionários e colaboradores que resistem à sua utilização. Muitos se sentem desconfortáveis com o uso de alguns EPI’s e manifestam este desconforto com palavras ou até mesmo se recusando a usá-los. Robson Santos, da Kseg, comenta que, felizmente, aos poucos, isso vem mudando graças à realização de palestras sobre NR6 e sobre conscientização do uso dos EPI’s, e também graças a treinamentos que ajudam o colaborador a entender melhor o EPI que utiliza. “Este é um tema que fica muito claro com proteção respiratória”, comenta Claudia Chimelli, da Volk. “O risco da ausência desta proteção não é visível e o resultado tão pouco é sentido em pouco tempo. Alguns acham desnecessário seu uso por não conhecer exatamente as consequências futuras do uso errôneo. Nesta situação, os treinamentos constantes sobre produtos, suas características e clarificação dos riscos a que está exposto podem reduzir a resistência ao uso do equipamento”. “Nós estamos sempre buscando novas tecnologias e produtos que proporcionem maior proteção com

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mais conforto ao colaborador”, conta Claudia. “Temos uma equipe de engenheiros e técnicos de segurança realizando visitas frequentes aos TST das plantas, verificando o desempenho de nossos produtos e a satisfação com os serviços prestados. Também atuamos diretamente junto aos colaboradores com treinamentos e participações em SIPAT’s com o objetivo de conscientização da importância do uso correto de todos os EPI’s indicados, analisados e testados pela equipe de segurança”, arremata. Luiz Alexandre Alves, técnico de produtos da Brazil Safety Brands (BSB) também constata que as empresas têm investido cada vez mais em treinamentos e palestras voltados à saúde e segurança do trabalhador em parceria com a CIPA e o SESMT. “Além disso, o eSocial passará a fiscalizar e exigir os equipamentos corretos para cada ambiente de trabalho”, conta ele. “Vale lembrar que, além de fornecer os EPI’s adequados - verificando sua procedência, certificado de aprovação, qualidade e aplicação -, é imprescindível que as empresas invistam em gerenciamento de riscos e conscientização de seus trabalhadores”, acrescenta Luiz Alexandre.

Normas e fiscalização Perguntado sobre o funcionamento de normas e sobre a fiscalização do setor, Luiz Alexandre, da BSB, explica que “é responsabilidade do empregador fornecer, fiscalizar de acordo com a NR 6 e acompanhar se os seus funcionários estão utilizando os EPI’s corretamente em seu trabalho, para evitar possíveis multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho. Com a implantação do eSocial, a fiscalização será rigorosa,


Solução Dräger para

NR36

Trabalhos com Amônia

A amônia na refrigeração é eficaz, reduz os custos da operação e, de modo geral, é segura. Entretanto, não é possível prevenir completamente que vazamentos aconteçam. Com um sistema de detecção de gases e proteção respiratória adequados podese reduzir o risco de parar a produção, proteger a saúde dos funcionários e economizar segundos que fazem a diferença em casos de emergência. Conheça os kits Dräger que cumprem com os requisitos previstos na NR 36. PARA INFORMAÇÕES ADICIONAIS: WWW.DRAEGER.COM.BR E TEL.: +55 11 4689-4900

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EPI’S verificando se as empresas cumprem com a legislação, fornecendo os EPI’s corretos aos colaboradores. O empregador deverá informar na plataforma se o EPI que é entregue ao seu colaborador é eficaz e, com isso, comprovar através de documentos e registros que cumpriu com suas obrigações e trocas de equipamentos no período adequado”. A coordenadora técnica da Volk, Claudia Chimelli, acha que as normas e a fiscalização desse segmento são eficientes, cumpridas por parte dos fabricantes e inspecionadas pelos órgãos de competência. “Todo EPI fornecido é testado por laboratórios credenciados pelo MTE e segue as normativas impostas por este órgão. A fiscalização não se restringe aos órgãos governamentais. As empresas e usuários ajudam e participam constantemente nesta fiscalização quando reprovam um produto ou rejeitam material fora dos padrões pré-estabelecidos em testes de campo”.

ferramentas, processos, dentre outros; diversos comportamentos do consumidor, como por exemplo os que têm foco na alimentação de nutrientes específicos para determinados biótipos; e praticidade e agilidade no preparo e consumo”. A Volk dispõe de cerca de 95% do que o setor necessita em proteção das mãos para atender as exigências legais. “Sempre buscamos nos antecipar à tendência/demanda como, por exemplo, quando nos antecipamos em adequar nossa linha de produtos para atender os parâmetros da Resolução da Diretoria Colegiada – RDC No. 26, de 2 de julho de 2015 (antes da vigência da mesma)”, conta Claudia.

Higienização e conservação Como o próprio nome diz, por se tratar de um equipamento de proteção individual, o colaborador tem o dever não só de usar o EPI, mas de mantê-lo em perfeito estado de conservação e limpeza. “A higienização e sanitização deve seguir rigorosamente as instruções fornecidas pelos fornecedores garantindo assim maior vida útil para o produto e a integridade do processo produtivo. A correta conservação e armazenagem é fundamental para garantir a integridade dos produtos”, destaca Claudia, da Volk.

Tendências e novidades Os equipamentos de proteção individual vêm mudando, uma vez que seus consumidores estão cada vez mais exigentes especialmente na questão de conforto. “Um exemplo que podemos citar são os calçados de segurança que estão em constante mudança. Por ser o EPI mais utilizado em quase todos os setores de trabalho, o valor nem sempre tem prioridade, mas o conforto e qualidade tem. Isso vale para todos os EPI’s”, analisa Robson Santos, da Kseg. A Kseg, além de distribuidora de toda linha de equipamentos de proteção individual, é fabricante de roupas e vestimentas para baixa temperatura como japonas, calças, capuzes, luvas térmicas e conjuntos de moleton. Seu gerente de vendas, Robson Santos, adianta que “estamos em fase de expansão e com certeza teremos novidades brevemente”. “A tendência deste mercado está ligada a três principais pilares”, é o que considera Claudia Chimelli, da Volk. “São eles: novas tecnologias de automatização, 10

“A higienização e sanitização deve seguir rigorosamente as instruções fornecidas pelos fornecedores garantindo assim maior vida útil para o produto e a integridade do processo produtivo.” - Claudia Chimelli, da Volk

Calçados Os EPIs são itens essenciais nos frigoríficos, pois os colaboradores ficam expostos a riscos como sangue,


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EPI’S gordura animal e objetos perfurantes. É de extrema importância que o trabalhador utilize um calçado de segurança ou bota impermeável de qualidade, para garantir mais proteção, conforto, além de evitar o cansaço excessivo, acidentes e doenças ocupacionais. Consolidada em 2008, a BSB - Brazil Safety Brands - reúne em seus ativos as marcas Bracol, Fujiwara, Worksafe, Ecoboots, Motosafe e Steelflex. Considerada uma das maiores empresas da América Latina em produção, importação e comercialização de Equipamentos de Proteção Individual, atua nos segmentos de proteção dos pés, cabeça e contra quedas. O técnico de produtos da BSB, Luiz Alexandre Alves orienta que para escolher o melhor EPI para proteção dos pés, o profissional da área de segurança do trabalho deve avaliar o produto, qualidade, conforto e se o calçado possui C.A. (Certificado de Aprovação junto ao Ministério do Trabalho) para atender as normas técnicas e regulamentos de segurança exigidos para cada função. Ele acrescenta que “o modelo ideal

deve ser leve, já que o trabalhador vai utilizá-lo durante todo o dia de trabalho, e é primordial que esse calçado reúna itens como fácil higienização e durabilidade, para proporcionar o desempenho esperado”. “Assim como qualquer outro, o calçado de segurança tem um tempo de uso que está relacionado ao modo como foi fabricado, estocado e utilizado. Por isso, a maneira como é feito uso dele e como é tratado o seu cuidado refletem diretamente no tempo de vida útil que ele terá”, explica Luiz Alexandre, da BSB. “A microfibra, matéria-prima aplicada em nosso lançamento para o mercado frigorífico, pode ser lavada ou higienizada em até 60º Celsius sem ressecar ou perder suas características originais. Sua limpeza é feita exclusivamente com água ou detergente neutro; secagem em temperatura ambiente e sempre à sombra; e armazenamento em local arejado, longe do calor e da umidade. O período de estocagem varia conforme as condições de cada ambiente e do tipo de calçado - uma média para estocagem é de até 12 meses”, acrescenta.

“Assim como qualquer outro, o calçado de segurança tem um tempo de uso que está relacionado ao modo como foi fabricado, estocado e utilizado. Por isso, a maneira como é feito uso dele e como é tratado o seu cuidado refletem diretamente no tempo de vida útil que ele terá.” - Luiz Alexandre Alves, da BSB

Luiz Alexandre Alves | Técnico de Produtos da BSB

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Sobre novidades para o setor, a Fujiwara, marca que compõe o portfólio da BSB, lança com exclusividade o calçado de segurança HBE voltado ao mercado frigorífico. Confeccionado em microfibra, o modelo da linha Especial tem fechamento em velcro, isolamento térmico e solado bidensidade, que proporciona mais leveza e flexibilidade ao caminhar. Além de ser lavável e hidrofugado, protege contra agentes químicos, sujeiras, óleos, sangue e gorduras. Disponível do 33 ao 46, possui Certificado de Aprovação (C.A.) pelo Ministério do Trabalho, atende todas as normas de segurança da ABNT NBR ISO 20347, 20344 e 20345 e também oferece biqueira em composite como opcional.


CORTINAS E PORTAS

A TECNOLOGIA EM PORTAS E CORTINAS FRIGORÍFICAS Em todos os setores a tecnologia vem promovendo grandes avanços. Portas e cortinas frigoríficas não ficam atrás e há novidades nesse segmento Escolher um projeto de portas e ou cortinas frigoríficas envolve planejamento. Segundo a Rayflex, que oferece ao mercado portas rápidas flexíveis para instalação em ambientes refrigerados e congelados de até -30 graus, instalar uma porta frigorífica vai muito além de vender. A empresa possui uma equipe de especialistas treinada para avaliar fatores da operação do cliente como projeto da câmara, temperatura de trabalho, fluxo de passagem, umidade, dentre outros pontos importantes para a especificação da porta correta ao cliente. “É uma venda extremamente consultiva e que vai garantir a instalação do produto mais indicado para cada situação”, diz Elenice Fernandes, consultora de marketing da Rayflex. Ainda segundo ela, “a tendência para esse segmento são portas sem componentes rígidos na lona, que sejam totalmente flexíveis, não danificando os componentes em caso de colisões

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CORTINAS E PORTAS com empilhadeiras. Com isso você reduz o tempo de câmara aberta já que a porta continua funcionando, além de obter-se segurança dobrada aos operadores”. A Inovadoor Portas Industriais Eireli, outra empresa do setor, possui uma linha exclusiva de portas flexíveis destinadas a várias aplicações dentro de frigoríficos, dentre elas portas para câmaras de congelados, refrigerados, salas de processamento, barreiras sanitárias, túneis de congelamento e docas de carga e descarga. No ano de 2018 a empresa teve como grande lançamento a cortina elétrica para vedação superior nos abrigos de doca, possibilitando o recebimento de diversos tamanhos de caminhões na mesma doca, reduzindo ainda a entrada de ar úmido para dentro da antecâmara. Já as portas para túnel de congelamento aliam vedação e flexibilidade (em caso de colisão), garantindo assim uma melhor performance quando comparadas às portas rígidas. A Inovadoor também é referência na fabricação de portas flexíveis para docas, possuindo como diferencial menor custo de manutenção e garantindo maior segurança para o operador em comparação com as portas rígidas. Miguel Paiva de Rezende, diretor da empresa, dá algumas dicas de fatores que devem ser levados em

consideração ao escolher um projeto de portas e ou cortinas frigoríficas. “Umidade e temperatura são informações essenciais ao especificar o melhor produto para cada aplicação. As portas Inovadoor para ambientes refrigerados e congelados possuem isolamento térmico através de manta elastomérica. Sua espessura é calculada conforme estas condições ambientais, reduzindo assim o risco de condensação e formação de gelo na cortina da porta. Existem também diversos tipos de automação que podem ser definidos conforme o fluxo de operação”. Segundo ele, outro fator importante é a flexibilidade da porta, “não utilizar elementos rígidos na cortina, além de ser fundamental para a segurança do operador, também evita a parada da porta em caso de colisão, reduzindo custos de manutenção, energia elétrica e contaminação do ambiente”. Vida útil longa também é fator de interesse dos compradores e sobre isso, Elenice, da Rayflex, afima que “as portas sem componentes metálicos na lona, por si só já representam uma vida útil mais prolongada, pois não têm peças que geram desgaste. Além disso, devemos lembrar que a porta é um equipamento e por isso é importante seguir as manutenções preventivas recomendadas no manual do usuário”. Miguel, da Inovadoor, avalia que “podemos considerar as colisões como uma das maiores causas na redução da vida útil das portas. Em um ambiente frigorífico o trânsito de empilhadeiras e paleteiras é intenso, e quando um destes equipamentos atinge uma porta rígida, esta necessita ser interditada para manutenção, causando grandes transtornos na operação além do custo financeiro. As portas Inovadoor possuem uma cortina totalmente flexível, sem nenhum elemento rígido, possibilitando o funcionamento da porta logo após a colisão”.

Crescimento Mesmo com o momento econômico conturbado do país, o segmento de portas e cortinas frigoríficas vem apresentando um bom crescimento. O Brasil é um país geograficamente muito extenso e necessita de investimentos em Centros Logísticos para atender às demandas, com isso o surgimento de novos armazéns frigorificados tem ajudado a impulsionar o segmento. “A Rayflex está muito otimista e inclusive realizando investimentos para oferecer o que há de melhor para os clientes do setor”, conta Elenice. Além da questão do crescimento, o mercado brasileiro vem mudando um pouco a visão sobre as portas rápidas, passando a enxergá-las como 14


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CORTINAS E PORTAS um equipamento que deve respeitar normas de funcionamento e segurança dos usuários. Elenice comenta que “estamos caminhando a passos largos para a regulamentação e normatização do setor. A Rayflex, como empresa pioneira no segmento e sempre à frente nos quesitos tecnológicos, vem encabeçando essa iniciativa”. Miguel Paiva de Rezende, da Inovadoor, acredita que as portas flexíveis vêm aumentando sua participação a cada ano. “Esperamos que a tendência destes novos lançamentos como as portas para Túneis de Congelamento, Portas Flexíveis para Docas e a Cortina de Vedação Superior para Abrigos de Doca aumentem ainda mais a representatividade da nossa empresa nos próximos meses. O primeiro semestre de 2019 apresentou excelentes resultados quanto a predileção dos nossos produtos, e acreditamos que o segundo semestre será ainda melhor”.

Tecnologia e novidades

™ é reconhecida como principal produtoA Rayfleex traznopara mercado a porta ultra rápida ras, cutters, grampos laços ramoode para áreas frigorifijácadas, aves, uma parceria de sucesso, com- atendendo a temperaturas outros países. de até 30 graus negativos. A manta dupla com isolante

térmico interno e a vedação lateral patenteada evita troca de ar e a entrada de ar quente na câmara. “Além de não possuírem nenhum elemento rígido na lona,

sendo 100% segura aos usuários e eliminando paradas para manutenção em casos de batidas de veículos contra a lona da porta”, destaca a consultora de marketing da Rayflex. Cada vez mais a tecnologia e a inovação estão presentes nos frigoríficos, e isto não poderia ser diferente com as portas. Segundo Miguel Paiva de Rezende, diretor da Inovadoor, “acreditamos que uma grande tendência para este segmento é a porta flexível com zíper. As colunas laterais possuem perfis deslizantes por onde corre o ‘zíper’ da cortina, produzido em poliacetal de baixo atrito. Este sistema além de garantir uma boa vedação do vão, permite o reparo automático da cortina em caso de colisão”. A Inovadoor informa que seu principal lançamento para este ano é o modelo para Túnel de Congelamento. “Com características exclusivas como cortina formada por lona em PVC com núcleo isolante interno em manta elastomérica; sistema exclusivo de sobreposição nas laterais em 125mm e um super sistema de aquecimento, esta porta se destaca pelo excelente desempenho quando comparada às portas rígidas que até então normalmente eram as únicas utilizadas nestes ambientes tão hostis, onde a temperatura normalmente atinge os 40ºC negativos” relata Miguel Paiva de Rezende.

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REDES SOCIAIS

KERRY MARCA PRESENÇA NO INSTAGRAM, FACEBOOK E LINKEDIN EM PORTUGUÊS E ESPANHOL

Companhia traz novidades para 2019 com formato de comunicação diferenciado e foco na América Latina A Kerry, líder mundial em Taste & Nutrition, reforça sua presença nas redes Instagram, Facebook e Linkedin, tanto em espanhol, como em português. Nas redes sociais, os seguidores terão acesso às principais novidades da marca, aos estudos realizados, além de artigos e vídeos sobre inovação e tendências que destaquem os benefícios de soluções Taste & Nutrition. A Kerry acredita muito na força das redes sociais como uma das formas de se aproximar dos consumidores e dos fabricantes de alimentos e bebidas, mostrando como aumentar a saudabilidade nos alimentos processados, mas sem perder o sabor, o que é fundamental pensando no tema de consumo consciente na atualidade. Tal perspectiva é uma das novidades da estratégia de comunicação na área de alimentos e bebidas da Companhia, já que valoriza os aspectos regionais e a proximidade com os consumidores e com os fabricantes. Com estratégias específicas para cada plataforma social, a Kerry pretende ainda ter atuação e visibilidade diferenciada no segmento, refletindo o posicionamento da empresa. “Continuamente buscamos formas de fazer com que seja mais fácil e valioso para que nossos clientes façam negócios conosco. A presença da Kerry nas redes sociais na América Latina é uma das ações implementadas como forma de estreitar o relacionamento e fortalecer a empresa como referência em Taste & Nutrition. Por meio desses canais, vamos mostrar de forma mais rápida e descomplicada o que os consumidores estão buscando regionalmente e como podemos ajudá-los a atender essa demanda”, diz Reynaldo Barros, vicepresidente de marketing Latam da Kerry. Segundo levantamento da ComScore, é crescente o engajamento dos latinos com as marcas no Facebook, Instagram e Twitter, chegando à média anual de mais de 12 bilhões de interações. “A Kerry valoriza estar presente nos países latinos e, por isso, ano passado integramos nossos recursos digitais em 18

uma mesma plataforma global que nos permite levar aos consumidores e clientes o conhecimento Kerry desenvolvido nas diferentes regiões de atuação e do Kerry Health Institute, favorecendo por meio do trabalho de comunicação, o desenvolvimento da indústria de alimentos e o consumo consciente”, complementa Barros. De acordo com Marcela Ceneviva, gerente de comunicação Latam da Kerry, quem visitar as redes sociais da Companhia poderá conferir de perto o conteúdo relacionado a Taste & Nutrition, que envolve tendências de sabor e de saudabilidade nos alimentos processados, autenticidade de sabor nos diversos países da América Latina, rótulo limpo e até mesmo ações da empresa para impulsionar o setor. “Planejamos tudo isso pensando em formas diferentes e atrativas de gerar interesse do público sobre as tecnologias da Kerry, que permitem que os clientes ofereçam produtos saborosos, mas ao mesmo tempo mais saudáveis. Os clientes podem esperar por uma comunicação cada vez mais diferenciada”, afirma Marcela. A Companhia irlandesa conta com 900 cientistas e nutricionistas altamente qualificados, além de equipes de pesquisadores de mercado que desenvolvem soluções da mais alta qualidade para bilhões de pessoas em todo o mundo. Siga a Kerry nas redes sociais e fique por dentro das novidades em Taste & Nutrition: Em espanhol: h t t p s : // w w w . i n s t a g r a m . c o m / k e r r y. l a t a m / wearekerrylatam https://www.facebook.com/Kerrytaste&nutritionlatam Em português: https://www.instagram.com/wearekerry_brasil https://www.facebook.com/Kerrytaste&nutritionbrasil Página global no Linkedin: https://www.linkedin. com/company/kerry/


PALETIZAÇÃO

PALETE A palavra “pallet” é de origem inglesa, na língua portuguesa foi adaptada como “palete” ou “pálete”, do francês “palette”, cujo significado é uma plataforma de madeira, plástico ou metal utilizada para movimentação de cargas em supermercados, varejo, armazéns e transportadoras

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Não há registros históricos precisos do surgimento dos paletes, porém sabe-se que há muito tempo estes fazem parte das atividades comerciais. Tornaram-se comuns no final do ano 1930, na revolução industrial junto à invenção da empilhadeira. O palete foi patenteado em 1939 em nome de George Raymond e Bill House, nome da Lyon Iron Works, a antecessora da Raymond Corp, que também patenteou a empilhadeira. Durante a Segunda Guerra Mundial foi muito utilizado pelo exército norte-americano. Depois foi difundido na Europa pelas companhias ferroviárias. A padronização nos Estados Unidos começou em 1964 para atender a grande maioria das atividades econômicas. No Brasil, sua introdução deu-se na década de 1960, junto com o início do desenvolvimento da indústria automotiva. Os paletes seguem um padrão de dimensões. O PBR – Palete Brasileiro tem por medidas 1,00m por 1,20m. Independentemente do tipo de material utilizado em sua construção, esta é a estrutura utilizada por qualquer indústria, armazém, frigorífico, comércio ou transportadora. O modelo foi introduzido no mercado brasileiro em 1990 pela Abras e pelas entidades que fazem parte do Comitê Permanente de Paletização (CPP) para atender o maior número de segmentos da indústria e comércio e que fosse viável economicamente. Podem ser feitos de madeira, plástico e aço. O palete de madeira, geralmente de pinho, é o mais comum e com o preço mais acessível. O palete de plástico é bastante utilizado por empresas de produtos químicos que necessitam ter cuidados em relação à contaminação. O palete de aço é bastante utilizado em câmaras frigoríficas pela durabilidade por conta da resistência às baixas temperaturas e a facilidade de higienização.

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PALETIZAÇÃO o controle de estoque. Os processos de inventário ficam mais exatos e ágeis. Otimiza recebimentos e expedições, produtos corretamente paletizados facilita o manuseio e sua distribuição no espaço de armazenamento. Com a unitização se reduz perdas por avarias e roubos porque a carga fica mais protegida. Reduz também o custo de transporte pois otimiza a operação de logística, gastando menos tempo para a execução dos processos e consequentemente reduzindo a equipe de trabalho. Para o processo de transporte, a qualidade do armazenamento das cargas é um fator extremamente importante, por isso a grande maioria das transportadoras utilizam a paletização.

Tipos de paletização: Paletização É o processo de armazenar os produtos ou matériasprimas de uma empresa com o uso de paletes, os produtos são disponibilizados em camadas formando pilhas. Atende todo os tipos e modelos de cargas e varia a capacidade conforme a necessidade. A utilização da paletização dá agilidade e praticidade no recebimento, armazenagem, separação e expedição de materiais. Facilita a conferência de mercadorias e melhora o fluxo logístico total. Para atender os atuais cenários comercial e industrial que exigem processos rápidos e otimizados, a paletização tem um papel de destaque ajudando a aumentar a vantagem competitiva da empresa. O uso de paletes proporciona economia de espaço de armazenamento, pois a carga fica mais compacta, permitindo a verticalização do estoque. Os produtos são organizados nos paletes obedecendo uma padronização. A verticalização aumenta a capacidade de estocagem com o melhor aproveitamento do espaço horizontal, e diminuindo a necessidade de área de manobra de cargas. Agiliza o armazenamento, elimina a denominada operação carga batida, quando se manuseia os produtos por volume ao longo de toda a cadeia logística. Diminui o tempo de movimentação de produtos com a diminuição de áreas que as equipes e máquinas precisam percorrer. Podem ser empilhados com o auxílio de máquinas, que possibilita mais rapidez na execução do processo. Gera ainda maior eficiência na gestão de estoque pois melhora a organização com a unitização, colocando-se filmes ou cintas em volta dos produtos alocados no palete. A distribuição dos produtos nos paletes possibilita melhor visualização. Facilita 20

• Paletização drive-in: utilizada para produtos de baixa rotatividade e com características parecidas, para grandes quantidades de paletes por produto. Permite maior rentabilidade por espaço disponível, pois não necessita de corredores entre as prateleiras do estoque, as cargas ficam bem próximas umas das outras. • Paletização drive-thru: neste sistema há dois corredores de acesso para os porta-paletes. Utilizada quando há necessidade de controle de temperatura e aproveitamento de espaço. Agiliza o acesso à mercadoria. • Paletização push-back – estoque dinâmico: a movimentação das estantes sobre um conjunto de roldanas é feita por carros de rodagem. As estantes possuem até 4 níveis de profundidade, com esteiras e travas sensíveis ao peso. Quando uma carga é depositada sobre ela, a trava é liberada, permitindo que a próxima caixa depositada empurre a atual para trás push-back -, até que todos os níveis estejam preenchidos. Utiliza o sistema LIFO, o último a entrar é o primeiro a sair. • Paletização em estantes sobre bases: as estantes compactas sobre bases móveis são colocadas próximas e se deslocam lateralmente, os corredores são abertos quando há a necessidade de trânsito entre eles. Utilizadas para cargas de refrigeração e congelamento de câmaras frigoríficas.

Paletização no Sistema APIS Para a paletização, o Sistema APIS possui como base um controle simples, porém muito eficiente. Podendo-se criar paletes homogêneos (apenas um


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PALETIZAÇÃO produto) ou mistos (vários produtos diferentes) e alterá-los de acordo com a necessidade, até o seu fechamento. O sistema também oferece uma gama de possibilidades para o usuário realizar a montagem dos paletes, podendo ser no recebimento de novas mercadorias, no final da linha de produção ou no setor de armazenagem, podendo também atrelar os mesmos a uma produção específica.

O Sistema APIS também oferece um ótimo controle de câmaras para armazenamento dos paletes, habilitando os mesmos a serem transferidos para um endereçamento logo após a finalização de sua montagem ou manualmente pelo usuário. Por fim, também há a possibilidade de poder embarcá-los parcialmente caso seja necessário, contando com módulos tanto para Desktop como Coletores, atendendo ao máximo todas as demandas do cliente. Depoimento de cliente: “Atualmente toda a produção da empresa Barra Mansa Alimentos é paletizada. Este processo nos proporcionou melhores controles de produção, otimização no armazenamento e agilidade no carregamento de mercadorias.”- Marcelo Mendes Moreira, gerente de TI da Barra Mansa Alimentos. 22


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BRF E MARFRIG ANUNCIAM DESISTÊNCIA DE FUSÃO Sem consenso na “governança da sociedade”. Possível acordo foi divulgado em maio A BRF, conglomerado alimentício dono de empresas como Sadia e Perdigão, e a Marfrig (dona de marcas de carnes como Bassi e Montana) anunciaram que desistiram de uma possível fusão. As duas empresas interromperam as negociações pois não chegaram a um “consenso em relação à governança da sociedade que resultaria de uma eventual implementação da operação”, disse a Marfrig em fato relevante – informe de uma marca presente no mercado financeiro sobre um movimento que afete as ações. A BRF também divulgou nota explicando o fim da relação, que perdurava desde maio, quando as companhias anunciaram o possível negócio. Nela, a gigante alimentícia afirmou que “apesar do término das tratativas para a combinação de seus negócios, o relacionamento comercial entre a companhia e Marfrig permanecerá inalterado e não haverá quaisquer modificações nas práticas, condições e termos previstos em contratos por elas celebrados”. Pelo acordo inicial, os acionistas da BRF ficariam com 84,98% da nova empresa, enquanto os da Marfrig teriam 15,02%. Juntas, as duas somariam cerca de R$ 28 bilhões em valor de mercado e mais de R$ 76 bilhões em faturamento anual.

Fusão estava encaminhada Em 30 de maio, a BRF e a Marfrig anunciaram a possibilidade de fusão. A divulgação foi feita poucos dias depois de o então CEO da BRF, Pedro Parente, ter

deixado o cargo para assumir a função de Chairman do futuro grupo. Parente foi presidente da Petrobrás. Comandou a empresa, inclusive, durante a greve dos caminhoneiros no governo Temer. À época, a união das operações das empresas foi anunciada por meio de um fato relevante divulgado pela BRF. Eis a íntegra do informativo. “No âmbito dessa análise, a companhia e Marfrig deverão avaliar, junto aos seus respectivos assessores financeiros, legais, contábeis e outros, os efetivos benefícios econômicos que possam advir de eventual transação, e, ainda, a estrutura societária mais eficiente a ser adotada”, afirmava o documento da BRF. O acordo abriria espaço para a atuação da empresa no mercado norte-americano, onde a Marfrig opera por meio da subsidiária National Beef. Além disso, expande a área de comercialização da futura gigante do mercado, que venderá aves, suínos e bovinos. “A companhia também espera que a transação reduza a exposição aos riscos setoriais e gere sinergias, em virtude do equilíbrio e complementariedade de produtos, serviços e diversificação geográfica com relevância no Brasil, Estados Unidos, América Latina, Oriente Médio e Ásia”, disse a BRF.

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CAPA

INDÚSTRIA 4.0:

A 4ª. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

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QUANDO FALAMOS EM INDÚSTRIA 4.0 VÁRIAS PERGUNTAS VÊM À NOSSA MENTE. NESTA MATÉRIA PRETENDEMOS RESPONDER MUITAS DELAS E MOSTRAR O QUE NOS AGUARDA NO FUTURO E COMO DEVEMOS ESTAR PREPARADOS PARA ELE

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CAPA A primeira pergunta que normalmente fazemos sobre o assunto é: mas, afinal o que é a indústria 4.0? Trata-se de um conceito de indústria proposto recentemente e que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. A partir de Sistemas Cyber-Físicos, Internet das Coisas e Internet dos Serviços, os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis. Isso significa um novo período no contexto das grandes revoluções industriais. Com as fábricas inteligentes, diversas mudanças ocorrerão na forma em que os produtos serão manufaturados, causando impactos em diversos setores do mercado. O termo “Indústria 4.0” teve origem em um projeto estratégico de alta tecnologia do governo alemão, que promove a informatização da manufatura. A expressão foi usada pela primeira vez na Hannover Messe. Em outubro de 2012, o Grupo de Trabalho na Indústria 4.0, presidido por Siegfried Dais (Robert Bosch GmbH) e Henning Kagermann (German Academy of Science and Engineering) apresentaram um conjunto de recomendações para implementação da Indústria 4.0 ao governo federal alemão. Em abril de 2013, novamente na Feira de Hannover, o relatório final do Grupo de Trabalho da Indústria 4.0 foi apresentado. Seu fundamento básico implica que conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma. Ou seja, as fábricas inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção. Estava, portanto, dado o primeiro passo para o nascimento da quarta Revolução Industrial.

“Indústria 4.0: trata-se de um conceito de indústria proposto recentemente e que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. ”

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Um pouco de história Primeira Revolução Industrial Em 1784 a primeira Revolução Industrial, que realmente foi uma revolução, graças à invenção de máquinas a vapor e outras máquinas, levaria à transformação industrial da sociedade com trens e a mecanização da fabricação. Foi um período em que a maior parte das sociedades agrárias e rurais tornouse industrial e urbana. Antes de 1784 os produtos eram fabricados de forma artesanal, os custos de produção eram elevados e o tempo era claramente desperdiçado. Além disso, a capacidade de produção e logística eram extremamente limitadas.

Segunda Revolução Industrial A partir de 1870 a Segunda Revolução Industrial surgiu, marcada como o período em que a eletricidade e as novas “invenções” de fabricação permitiram que fossem introduzidas as linhas de montagem e trouxeram o conceito de produção em massa e, até certo ponto, à automação. Um grande marco desse período foi o surgimento do Ford T, em 1903. O ícone da produção em massa, projetado pelo visionário Henry Ford foi produzido em larga escala, otimizando os custos de produção e elevando os lucros da Ford. Os principais avanços tecnológicos durante este período incluem o telefone, a lâmpada, o fonógrafo e o motor de combustão interna.

Terceira Revolução Industrial Ao final da década de 1960 surgiu a Terceira Revolução Industrial que teve tudo a ver com o surgimento de computadores e suas redes, o aumento da robótica na fabricação, conectividade e, obviamente, o nascimento da Internet. A revolução trouxe a facilitação ao acesso e


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CAPA troca de informações, bem como sua análise, manuseio e compartilhamento, além das evoluções para projetos de automação via CLP.

Diferenças da Quarta Revolução Industrial para as demais Em seu livro, The Fourth Industrial Revolution, o professor Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, descreve como esta quarta revolução é fundamentalmente diferente das três anteriores, que se caracterizaram principalmente por avanços tecnológicos. Essas tecnologias têm grande potencial para continuar a conectar mais bilhões de pessoas à internet, melhorar drasticamente a eficiência das empresas e organizações e ajudar a regenerar o ambiente natural através de um melhor gerenciamento de ativos. Na quarta revolução industrial, passamos do modelo cliente-servidor para a mobilidade onipresente, a ponte de ambientes digitais e físicos (na fabricação referida como Cyber Physical Systems), a convergência de TI e OT, e inúmeras outras tecnologias com aceleradores adicionais como a robótica avançada e a AI / cognitivo, que permitem à indústria 4.0 com automação e

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otimização, de maneiras totalmente novas, levar a amplas oportunidades para inovar, automatizar e levar a indústria para o próximo nível.

“Um dos maiores impactos causados pela indústria 4.0 será uma mudança que afetará o mercado como um todo: consiste na criação de novos modelos de negócios. ”

Princípios da Indústria 4.0 Existem seis princípios para o desenvolvimento e implantação da Indústria 4.0, que definem os sistemas de produção inteligentes que tendem a surgir nos próximos anos. São eles: • Capacidade de operação em tempo real: consiste na aquisição e tratamento de dados de forma praticamente instantânea, permitindo a tomada de decisões em tempo real.


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CAPA

• Virtualização: simulações já são utilizadas atualmente, assim como sistemas supervisórios. No entanto, a Indústria 4.0 propõe a existência de uma cópia virtual das fábricas inteligentes, permitindo a rastreabilidade e monitoramento remoto de todos os processos por meio dos inúmeros sensores espalhados ao longo da planta. • Descentralização: a tomada de decisões poderá ser feita pelo sistema cyber-físico de acordo com as necessidades da produção em tempo real. Além disso, as máquinas não apenas receberão comandos, mas poderão fornecer informações sobre seu ciclo de trabalho. Logo, os módulos da fábrica inteligente trabalharão de forma descentralizada a fim de aprimorar os processos de produção. • Orientação a serviços: utilização de arquiteturas de software orientadas a serviços aliado ao conceito de Internet of Services. • Modularidade: produção de acordo com a demanda, acoplamento e desacoplamento de módulos na produção. O que oferece flexibilidade para alterar as tarefas das máquinas facilmente.

Pilares da Indústria 4.0 Com base nos princípios acima, a Indústria 4.0 é uma realidade que se torna possível devido aos avanços 32

tecnológicos da última década, aliados às tecnologias em desenvolvimento nos campos de tecnologia da informação e engenharia. As mais relevantes são: • Internet das coisas (Internet of Things – IoT): consiste na conexão em rede de objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas por meio de dispositivos eletrônicos embarcados que permitem a coleta e troca de dados. Sistemas que funcionam à base da Internet das Coisas e são dotados de sensores e atuadores são denominados de sistemas Cyber-físicos, e são a base da Indústria 4.0. • Big Data Analytics: são estruturas de dados muito extensas e complexas que utilizam novas abordagens para a captura, análise e gerenciamento de informações. Aplicada à Indústria 4.0, a tecnologia de Big Data consiste em 6Cs para lidar com informações relevantes: conexão (à rede industrial, sensore s e CLPs), cloud (nuvem/dados por demanda), cyber (modelo e memória), conteúdo, comunidade (compartilhamento das informações) e customização (personalização e valores). • Segurança: um dos principais desafios para o sucesso da quarta revolução industrial está na segurança e robustez dos sistemas de informação. Problemas como falhas de transmissão na comunicação máquina-máquina, ou até mesmo eventuais “engasgos” do sistema


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CAPA podem causar transtornos na produção. Com toda essa conectividade, também serão necessários sistemas que protejam o know-how da companhia, contido nos arquivos de controle dos processos. Além destas tecnologias, outros dispositivos terão um papel importante na indústria 4.0. Como a tecnologia RFID, que vem ganhando espaço com os

sistemas de rastreabilidade industrial, e os módulos IO-LINK. Esses módulos possuem endereço IP próprio, com conexões diretas de alto e baixo nível. Portanto, descentralizam e organizam a rede de sensores e demais componentes. Conforme o avanço das tecnologias aqui citadas aconteça, a tendência é que em um futuro próximo as fábricas se adequem ao conceito de Indústria 4.0, tornando-se altamente autônomas e eficientes.

Impactos da Indústria 4.0

“De acordo com pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que isso pode ter sobre a competitividade.”

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Um dos maiores impactos causados pela indústria 4.0 será uma mudança que afetará o mercado como um todo. Consiste na criação de novos modelos de negócios. Em um mercado cada vez mais exigente, muitas empresas já procuram integrar ao produto necessidades e preferências específicas de cada cliente. A customização prévia do produto por parte dos consumidores tende a ser uma variável a mais no processo de manufatura, mas as fábricas inteligentes serão capazes de levar a personalização de cada cliente em consideração, se adaptando às preferências.


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CAPA Outro ponto que será abalado pela quarta revolução industrial será a pesquisa e desenvolvimento nos campos de segurança em T.I., confiabilidade da produção e interação máquina-máquina. A tecnologia deverá se desenvolver continuamente para tornar viável a adaptação de empresas a este novo padrão de indústria que está surgindo. Os profissionais também precisarão se adaptar, pois com fábricas ainda mais automatizadas, novas demandas surgirão enquanto algumas deixarão de existir. Os trabalhos manuais e repetitivos já vêm sendo substituídos por mão de obra automatizada, e com a Indústria 4.0 isso tende a continuar. Por outro lado, as demandas em pesquisa e desenvolvimento oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para compreender e trabalhar com a variedade de tecnologia que compõe uma fábrica inteligente.

A Indústria 4.0 no Brasil A Indústria 4.0 desponta como caminho natural para aumentar a competitividade dos diversos setores por meio das tecnologias digitais. No Brasil ela ainda é pouco utilizada pelas empresas nacionais. O atraso brasileiro diante da integração das tecnologias físicas e digitais em todas as etapas de desenvolvimento de um produto fica evidente porque 43% das empresas não identificam quais tecnologias têm potencial para alavancar a competitividade do setor industrial. Nas

pequenas empresas, esse porcentual sobe para 57%. Entre as grandes, a fatia recua para 32%. De acordo com pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que isso pode ter sobre a competitividade. O desconhecimento é significativamente maior entre as pequenas empresas (57%). Ademais, infere-se que o Brasil esteja pouco preparado para a adoção em larga escala da Indústria 4.0 tendo em vista aspectos estruturais, educacionais e culturais. Reconhecendo a importância do tema, recentemente o Governo Federal, por meio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), lançou a Agenda Brasil para a Indústria 4.0, conjunto de iniciativas que visam promover o desenvolvimento da Indústria 4.0 no país.

O cenário da Indústria 4.0 no Brasil hoje Como mencionado, esse movimento de modernização da indústria ainda está em um estágio inicial no Brasil. As empresas, em grande parte, permanecem associadas aos tradicionais modelos de produção, pouco sofisticados e dependentes de processos manuais e intervenções humanas.

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CAPA

Contudo, uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) indica que o grau de conhecimento das empresas com foco industrial sobre o conceito de Indústria 4.0 está em uma crescente. Muitos gestores já enxergam esse movimento como uma oportunidade, e não como um risco. Ou seja, a tendência é que a Indústria 4.0 se inclua de maneira gradual nas empresas, conforme elas sentem a necessidade de inovar e, principalmente, sentem que estão preparadas para investir nesse campo.

As mudanças nas empresas Para os gestores, o primeiro passo é buscar a informação e procurar entender os conceitos, princípios e pilares da Indústria 4.0. Assim, terão a possibilidade de mensurar de forma precisa todos os impactos e benefícios da implantação das novas tecnologias em suas empresas, sejam elas de que ramo for. No caso do desafio da mão de obra qualificada, se não for possível encontrar o perfil de profissional desejado no mercado, a saída é investir na formação. Basta identificar, entre os recursos humanos da empresa, os colaboradores com maior disposição e potencial para aprender as aptidões necessárias. Investir na formação de um especialista pode até ser mais vantajoso do que contratar alguém de fora, pois o profissional da casa já conhece a cultura organizacional da empresa, e a tendência é que, para retribuir o investimento, ele seja leal a ela. A Indústria 4.0 pode até demorar para se difundir completamente no Brasil, mas ela já está aí. É uma tendência global inevitável: as máquinas serão cada vez mais inteligentes e os processos de produção continuarão se alterando. Em vez de temer a tecnologia, é preciso se antecipar aos desafios que a nova realidade vai trazer e pensar em maneiras de potencializar seus impactos positivos. *Fontes: Engeteles, Citisystems, Totus e FIA – Fundação Instituto de Administração

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CAPA Impactos positivos da Indústria 4.0 Para enxergar todos os benefícios da Indústria 4.0, o gestor precisa ter uma visão estratégica de negócios. Investindo na modernização dos processos industriais, ele terá uma grande redução nos custos de produção, mas, é claro que antes de entrar com tudo na quarta revolução industrial, é necessário um detalhado planejamento, afinal, todos os processos e o organograma da empresa mudam. É uma oportunidade para ter menos profissionais com função operacional e mais profissionais com incumbências estratégicas. Além disso, com máquinas inteligentes e com o princípio da modularidade, é possível ter uma produção muito mais flexível. Desse modo, o gestor, ao identificar demandas e tendências do mercado, poderá agir com muita velocidade para colocar um novo produto na rua. Isso vai agradar ao público consumidor, que terá mais acesso a produtos personalizados, de qualidade e a um custo menor.

Impactos negativos da Indústria 4.0 Os cyber-ataques já são um problema. Quanto mais conectada a empresa está, mais sujeita ela fica à espionagem industrial. Outro possível impacto negativo da Indústria 4.0 é a distribuição do poder a tecnocratas, aqueles que detém o conhecimento técnico a respeito das novas tecnologias. Além da finalidade comercial, as inovações podem ser usadas para fins nobres, mas também para subjugar nações inteiras economicamente, acabando com seu mercado interno. Outra questão que vale a pena mencionar é a utilização da inteligência artificial também para fins escusos, como golpes, guerras e fake News (problema já bem real hoje em dia). Mas, nenhuma das questões levantadas anteriormente preocupa tanto quanto os inevitáveis impactos da Quarta Revolução Industrial no mercado de trabalho. Já sabemos que a Indústria 4.0 potencializa a automação, o que, basicamente, significa que as máquinas assumem ainda mais as funções humanas. Claro que, com a nova realidade, surgem novas profissões, como o cientista de dados. Sem contar que os profissionais cuja posição deixa de existir podem ser realocados para atividades estratégicas, como já foi dito. Porém, é fato que as máquinas inteligentes vão resultar em demissões no mundo todo. Em 2016, uma pesquisa feita junto a empresários de 15 economias estimou que as novas tecnologias suprimiriam até sete milhões de postos de trabalho em países industrializados nos cinco anos seguintes. Especialmente na Europa, governantes e economistas começam a planejar uma solução para esse problema.

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MERCADO INTERNACIONAL

CRESCIMENTO ECONÔMICO Acordo entre Mercosul e UE poderá elevar PIB em R$ 500 bilhões em dez anos. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, os novos investimentos poderão chegar a R$ 453 bilhões no período O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia poderá trazer ganhos de R$ 500 bilhões em dez anos para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) brasileiro. A estimativa foi divulgada pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz. Segundo o secretário, o acordo também poderá gerar investimentos adicionais de R$ 453 bilhões no Brasil nos primeiros dez anos de vigência. A corrente de comércio – soma de exportações e importações – será ampliada em R$ 1 trilhão no mesmo período. O secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, disse que o acordo trouxe ganhos para os dois lados. “Temos a convicção de que o acordo não é um jogo de soma zero, onde um ganha e outro perde. São ganhos coletivos, até porque as economias são complementares”, declarou. Para entrar em vigor, o acordo precisa ser ratificado por todos os países do Mercosul e da União Europeia. Em alguns países, como a Bélgica, o acordo também precisará ser votado por parlamentos regionais. Ferraz informou que o Mercosul negocia a possibilidade de que o acordo entre em vigor em cada país do bloco assim que cada parlamento aprovar o documento. Apesar da demora de os parlamentos confirmarem o acordo, Troyjo disse que os efeitos na economia brasileira podem começar a ser sentidos antes. “A economia é composta tanto por fundamentos [condições atuais] como pela formação de expectativas [avaliações sobre o futuro]. As empresas que fizerem planejamento de longo prazo terão de colocar na tela de radar que o Brasil agora tem acordo com a maior economia no valor agregado que é a da União Europeia”, declarou. “O acordo traz benefícios intangíveis. Muda a percepção do mundo em relação ao Mercosul como bloco, como ator no comércio internacional. Sem 42

contar que o acordo traz uma nova dinâmica para acordos ora em negociação, com o Canadá, a Coreia do Sul e os países da Europa fora da União Europeia. O acordo põe o Mercosul na Champions League do comércio internacional”, completou Ferraz.

Tarifas Segundo Ferraz, outro ganho para o Mercosul está relacionado à velocidade de desgravação (redução a zero das tarifas). Enquanto a União Europeia terá até dez anos para zerar as tarifas sobre quase todos os produtos do Mercosul, o Mercosul terá até 15 anos para fazer o mesmo com os produtos do bloco europeu. Pelos termos do acordo, a União Europeia terá zerado as tarifas de importação de 92% dos produtos vindos do Mercosul até dez anos depois da entrada em vigor das novas regras. No mesmo intervalo, os sul-americanos terão zerado as tarifas de 72% das mercadorias vindas da Europa. Cada categoria de produto terá um cronograma e uma regra específica. No setor industrial, a União Europeia comprometeu-se a acabar com as tarifas de importação para 100% dos manufaturados em até dez anos. O Mercosul, por sua vez, terá dez anos para zerar as tarifas de 72% dos produtos industrializados e mais cinco anos para atingir o patamar de 90,8%, sem precisar zerar as tarifas para todos os produtos. Na área agrícola, os europeus prometeram zerar as tarifas de 81,8% das mercadorias em dez anos, enquanto o Mercosul deverá eliminar as tarifas para 67,4% dos produtos. No setor automotivo, a tarifa de 35% cobrada sobre a importação de carros europeus será mantida até o sétimo ano do acordo, caindo pela metade (17,5%) nos três anos seguintes, até ser zerada em 15 anos. Dentro do período de carência de sete anos, o Mercosul poderá importar uma cota de 50 mil veículos (32 mil para o Brasil) com tarifa de 17,5%. O que exceder isso pagará 35%.


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FIQUE SABENDO

ALIMENTAÇÃO DE VÁCUO CENTRALIZADA PARA UMA EMBALAGEM SEGURA E EFICIENTE Evento oferecerá apresentações sobre tendências e perspectivas, que auxiliarão na tomada de decisão e planejamento da indústria

Sistema central de vácuo da Busch na Westfleisch, em Erkenschwick

Com nove unidades e um volume de negócios anual de 2,5 milhões de euros, a Westfleisch é um dos maiores processadores de carne na Alemanha. Na Westfleisch Erkenschwick são abatidos semanalmente, em cerca de 135 mil metros quadrados de área de produção, entre 30 a 40 mil porcos e processadas 800 a 900 toneladas de carne, principalmente salsicha crua (Rohwurst), salsicha cozida (Brühwurst) e presunto.

um dos maiores produtores de carne na Alemanha e na Europa. Mais de 40% da produção é exportada para cerca de 40 países. Por intermédio de contratos com mais de 4.000 produtores de porcos, bovinos e vitelos, a Westfleisch garante a origem, a qualidade e a segurança dos produtos de carne em toda a cadeia produtiva. O produto é disponibilizado ao consumidor final através de distribuidores do sector alimentar.

A extensa área de produção está equipada com um sistema central de vácuo da Busch, que alimenta as 30 linhas de embalagem a vácuo em vários edifícios. Para a Westfleisch, esta é a solução de vácuo mais fiável e econômica.

O grupo Westfleisch emprega cerca de 1.900 pessoas. A sua sede está localizada em Münster, Westfalen, e é composto por 9 unidades de produção onde ocorrem o abate, a desmancha, o processamento e a transformação. A primeira central de vácuo Busch instalada no centro de processamento de carne de Erkenschwick ocorreu em 1990. Atualmente, a

Fundada em 1928 como uma cooperativa de transformação de gado, a Westfleisch é atualmente 44


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FIQUE SABENDO Westfleisch de Erkenschwick emprega mais de mil colaboradores na produção organizados em dois turnos, cinco dias por semana, e sazonalmente, também aos sábados. Um terceiro turno ocupa-se da limpeza da instalação de produção. O contínuo crescimento da capacidade produtiva e consequente expansão da unidade fabril, aliado a uma reestruturação e nova divisão espacial (“Zoning”) da produção de salsicha crua e salsicha cozida, originou a instalação de um segundo sistema de vácuo. Em 2013, a Westfleisch decidiu que estas duas centrais de vácuo, que distanciavam-se umas centenas de metros, seriam substituídas por um único novo sistema. Este deveria ser instalado num local central, de modo que se pudessem realizar as distâncias mais curtas para todas as linhas de embalagem de todos os edifícios. Com base nas bem-sucedidas parcerias anteriores, noutras unidades da Westfleisch, realizadas com a Busch na área da tecnologia do vácuo, e na alimentação de vácuo central, foi selecionada uma central de vácuo da Busch, que preenchesse todos os requisitos. A Busch concebeu o sistema de forma a realizar o maior número de ciclos possível em todas as 30 linhas de embalagem com máquinas automáticas de termoformagem. Para tal, as câmaras de embalagem são evacuadas em dois níveis, de modo que as diferenças de pressão críticas sejam exploradas e seja alcançado o tempo de ciclo mais rápido possível. Isto é, uma parte do sistema central de vácuo, que é composto por bombas de vácuo grosso, efetua a préevacuação das embalagens a 50 mbar. Em seguida, por intermédio de válvulas inversoras, as bombas de vácuo fino, da central de vácuo, reduzem a pressão na câmara de embalagem até dois ou três milibares. Esta é não só a forma mais rápida de atingir a pressão final na embalagem, como também a mais eficiente. A alta rentabilidade é obtida ao serem utilizadas bombas de vácuo rotativas de palhetas R 5 com uma capacidade de aspiração relativamente reduzida para o alcance do vácuo grosso. Na alimentação do vácuo fino, trabalham como bombas auxiliares os boosters de vácuo Panda com variador de frequência, que apenas são ativados após o alcance do vácuo grosso. Um sistema de vácuo modular de termoformagem alimenta as estações formadoras nas máquinas automáticas de termoformagem com um vácuo de 160 mbar. Este vácuo serve para moldar a película da embalagem num molde e assim formar a bandeja (Tray) da embalagem. O sistema central de vácuo Busch foi concebido de forma a ser ampliável: podem ser acrescentados módulos adicionais consoante o 46

aumento da capacidade de produção. A necessidade de ampliação surgiu no início de 2015. Desde o upgrade em 2015, o sistema central de vácuo é composto por 18 bombas de vácuo de palhetas rotativas e boosters de vácuo. Isto é precisamente o número de bombas de vácuo que estavam instaladas em ambos os sistemas centrais de vácuo antes de 2013. No entanto, apenas funcionavam 13 máquinas de embalagem com vácuo, enquanto atualmente são alimentadas 30 máquinas de embalagem com vácuo. Isto significa que a substituição dos dois sistemas centrais de vácuo por apenas uma nova alimentação central de vácuo traduziu-se numa poupança de energia de 56 por cento. O controle do sistema central está programado de modo a que os módulos de vácuo individuais sejam conectados ou desconectados de acordo com as necessidades. As distâncias entre as linhas de embalagem individuais e o sistema central de vácuo ascendem até 400 metros. No total, a rede de tubagens PVC da Westfleisch em Erkenschwick abrange 1.300 metros para a alimentação de vácuo de termoformagem. Após dez meses de operação, os responsáveis da Westfleisch mostram-se orgulhosos com a alimentação de vácuo e estão seguros de que foi tomada a decisão certa. Para além da poupança de energia, um fator importante na decisão da Westfleisch em utilizar sistemas Busch foi a vantagem de obter um serviço completo através de uma única fonte. A concepção completa do projeto, a sua configuração, construção, instalação (incluindo as tubagens) e arranque do sistema de vácuo, foram de responsabilidade dos especialistas de vácuo da Busch. A Busch ofereceu também um contrato bilateral “Tudo incluído” (“All-Inclusive”) - isto significa que a Busch assume toda a garantia do sistema, executa todos os trabalhos de manutenção e elimina de imediato qualquer avaria que possa surgir. Os trabalhos de manutenção podem ser executados por técnicos da Busch durante a operação normal. Para tal, módulos de vácuo individuais são separados da rede de vácuo e novamente conectados após a manutenção. Consequentemente, o técnico de assistência não tem de aceder a nenhuma sala de produção - uma importante condição de higiene na produção de gêneros alimentícios. Outro benefício da centralização é o fato de não existirem emissões de calor através das bombas de vácuo diretamente para a produção refrigerada ou as salas de embalagem. Deste modo, é possível realizar significantes poupanças de energia na climatização das salas.


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TESLA APRESENTA NOVIDADES DA DANFOSS NA TECNOCARNE 2019 Visitantes do estande da Tesla na Tecnocarne terão a oportunidade de conhecer em primeira mão novidades da Danfoss. A empresa é distribuidora da Danfoss para a linha de refrigeração industrial e automação e aproveita a feira, referência no setor da indústria de processamento da proteína animal da América Latina, para apresentar o controlador de evaporador EKE 400, o trocador de calor a placas e o purgador de ar. A Tecnocarne acontece de 6 a 8 de agosto, no São Paulo Expo, e o estande da Tesla é o A035.O novo controlador de evaporador EKE 400 da Danfoss é projetado para controlar evaporadores de refrigeração industrial, em sistemas de qualquer porte. O EKE 400 controla a operação das válvulas e dos ventiladores de cada evaporador, otimizando a sequência e o desempenho do degelo, para uma operação eficiente, segura e livre de inconvenientes, em conformidade com as recomendações de segurança do IIAR para descongelamento por gás quente. O trocador de calor a placas da Danfoss combina o novo trocador de calor de placas semi-soldadas com as válvulas e os controles Danfoss, fornecendo uma solução projetada especialmente à refrigeração industrial. O portfólio de trocadores de calor semi-soldados apresenta recursos de segurança aprimorados, excelente capacidade de transferência de calor e fácil manuseio e manutenção. O purgador de ar da Danfoss é uma solução nova e independente, com capacidade para até oito pontos de purga. A função de purga automática responde imediatamente a gases não condensáveis no sistema

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Edição de julho 2019  

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