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O humorista Adnet diz que a Globo não mudará seu jeito de fazer humor

{ ano 2 - n 71 }

{ 28 Mar }

ENTREVISTA

ESPECIAL

2ª edição do Lollapalooza Brasil trás Pear Jan como atração principal

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Os extraterrestres estão organizando uma “invasão silenciosa” ao planeta Terra, segundo ufólogos e pesquisadores. E a Revista Free São Paulo foi conhecer essa história que envolve mistério e vários casos extraordinários, e teve acesso a documentos do Comando da Aeronáutica que confirmam avistamentos de OVNIs no espaço aéreo brasileiro

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OS ABDUZIDOS - Os partidos políticos já começam a discutir seus candidatos para as eleições de 2014. No PT, o ex-presidente Lula, com toda a sua liderança, já deu início às articulações. A legenda anunciou que até o mês de junho, o nome deverá ser divulgado

{ opinião }

A Lei de Acesso à Informação deve ser cumprida para a área ufológica Muito mistério envolve as pesquisas ufológicas no Brasil. E se depender das Forças Armadas, o silêncio será prolongado por muito mais tempo. É bem verdade que, pouco a pouco, documentos secretos sobre os Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs), vistos no espaço aéreo brasileiro, vêm sendo divulgados, mas o que já foram liberados para o público é, simplesmente, a ponta de um iceberg. Não dá para entender porquê os militares ainda se mantêm reticentes quanto ao assunto. O certo é que o Estado-Maior das Forças Armadas vem descumprindo a lei número

12.527 de 2011, também conhecida como Lei de Acesso à Informação, que surgiu para abrir “caixas pretas” da administração pública. E o seu cumprimento é a maior exigência dos ufólogos do país. Este silêncio dá margens a histórias fantasiosas e só aumenta a indignação dos pesquisadores. Relatos ufológicos, inclusive com investigações do governo federal, como o caso do ET de Varginha, no Sul de Minas, ou o Projeto Pratos, executado na Ilha de Colares, no Pará, precisam ser esclarecidos. Afinal de contas, nosso planeta é ou não visitado por seres extraterrestres? A resposta ficará por conta da história, ou da boa vontade das nossas Forças Armadas.

A Revista Free São Paulo é uma publicação do Grupo MG Com

Publisher: Luciano Maciel (luciano@freesp.com.br) · Editor: Gil Campos · Reportagem: Gil Campos e Ana Paula Almeida · Diretor Comercial: Agnaldo Antônio (aantonio@freesp.com.br) - Tel. (11) 2823-0800 · Diretor de Marketing: Waltinho Saavedra (marketing@freesp.com.br) · Projeto Gráfico e Diagramação: Agência Comunnica (contato@comunnica.com.br · Arte: Ana Flávia Canto · Executivos: Albany Rezende, Cristina Stepanov, Edison Moreno, José Molina, Jô Gonçalves e Kise Sousa + 4 CPTM + Cruzamentos SP auditado pela BDO.

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aspas

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“Acho que é importante sim passar pela Europa. Para mim tem sido muito importante, estou crescendo muito como jogador”

“O que me importa, de fato, é da porta para dentro da minha casa, e lá está tudo muito tranquilo e muito bem”

Lucas, jogador do PSG, aconselhando o amigo Neymar, atacante do Santos, a ir jogar futebol na Europa

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Luciano Huck, apresentador, rebatendo os rumores de crise em seu casamento com a também apresentadora Angélica

“A base seria o Corinthians”

Pelé, ex-jogador do Santos, defendendo que a Seleção Brasileira deve ter uma base e opinando que os jogadores do Corinthians fariam grande diferença nos jogos oficiais

“Minha mãe quis me exorcizar”

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Thammy Miranda, atriz, sobre a reação de sua mãe, a cantora Gretchen, quando se assumiu homossexual

“Nós temos um sistema de prevenção, o problema é que muitas vezes as pessoas não querem sair”

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Dilma Roussef (PT), presidente, sobre as chuvas em Petrópolis que voltaram a fazer vítimas na região serrana do Rio de Janeiro

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entrevista

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Adnet diz

que não teme ver seu humor modificado na Globo Por João Fernando redacao@freesaopaulo.com.br

H

á mais de um ano na mira da Globo, Marcelo Adnet cedeu à pressão e deixou a MTV. Mas diz que não foi por dinheiro. Só queria ser mais visto. De volta ao Rio, ele encara o trânsito e o calor carioca - “O ar-condicionado do carro quebrou”, explica para chegar ao Projac, onde grava as primeiras cenas de “O Dentista Mascarado”, seriado de Alexandre Machado e Fernanda Young, previsto para estrear em abril, sob a direção de José Alvarenga Jr. Na atração, ele vive um homem que arranca dentes de dia e caça criminosos à noite. Em entrevista à reportagem, Adnet, de 31 anos, afirma que não teme ver seu humor inteligente modificado na nova emissora e descarta a possibilidade de atuar em programas como “Zorra Total”. Por causa da mulher, a humorista Dani Calabresa, que grava o “CQC” em São Paulo, ele continua dividido entre as duas cidades e conta que ainda não conseguiu juntar dinheiro para comprar um apartamento.

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Como é o seu personagem? MARCELO ADNET - O Doutor Adalberto Paladino, apesar da pressão do pai para seguir a tradição militar da família, acaba virando dentista. O pai fica irritado com ele. Essa relação faz com que esse dentista almofadinha queira algo mais do que estar no consultório. Pressionado para ser mais corajoso e aventureiro, ele sai do consultório para mergulhar no submundo para dar uma resposta ao pai e a si mesmo. De que maneira ele soluciona os crimes? MARCELO ADNET - É um dentista de aparelho, um cara frágil que não impõe respeito. Os casos são sempre resolvidos de maneira atrapalhada. Quando ele acha que fez um grande serviço, foi um acaso. Nunca é uma solução violenta ou clássica, é sempre engraçada. Cada vilão ele vai humilhar de forma patética ou irônica. Ele vai atrás de informações sobre qualquer tipo de quadrilha. Ele tem dois assistentes, o Sérgio (Leandro Hassum) e a Sheila (Taís Araújo), e ela é meio bandida, tem conexões com o submundo, conhece os chefões das máfias. Você já teve uma experiência ruim na cadeira do dentista? MARCELO ADNET - Todas as experiências no dentista são horríveis. A sala de espera é um dos piores lugares do mundo, tem um computador velho e revistas de 1992. Nunca fiz canal, nunca arranquei dente, nem usei aparelho. Por isso, tenho a dentição estragada. Aqui, eu propus que ele usasse aparelho, pois um dentista não teria dentes assim. Já tem outro projeto para fazer na Globo depois do seriado? MARCELO ADNET - Não tem nada certo. As gravações são de segunda a sexta, não tenho tempo. Tenho planos de fazer improviso, esquete, gosto de fazer música. Tem pouca música no humor brasileiro. Que lugar você ocuparia no humor da Globo? MARCELO ADNET - Ficaria contente com um espacinho pequeno de 15 minutos, meia hora. Não preciso de um horário para entrar todo dia, nem de uma hora e meia no horário nobre. Estou chutando. Devagarzinho, as coisas acontecem. A Globo tentou te levar muitas vezes? MARCELO ADNET - Encontrei o Alvarenga em 2009, no shopping. Ele se apresentou e disse que gostava do meu trabalho, que, se eu quisesse vir, era só falar. Estive próximo do Claudio Manoel (do Casseta & Planeta), ia à casa dele para conversar, mas nunca cheguei ao ponto de vir até aqui negociar. Todo ano, tinha uma conversa, um flerte. O que te convenceu a ir? MARCELO ADNET - Três coisas. A primeira é 09


entrevista

que a MTV estava em um momento ruim. Quando você olha em volta e vê que os amigos da equipe foram demitidos, que o prédio está vazio, que a audiência que a gente dava era 0,1, isso mina para caramba. Eu estava há cinco anos lá e precisava mudar. Uma coisa fundamental na televisão é que as pessoas têm de ver o meu trabalho. Não adianta fazer na MTV um trabalho super legal, que a crítica bate palma, mas o povo não vê. Na rua, as pessoas mais ricas falam: “Você é da MTV”. E o povo inteiro fala: “Você fez aquele comercial, né? Você foi um dia no Esquenta!.” Ninguém via o que faço. Depois de cinco anos tudo cansa, chegou a uma situação limite. A primeira razão, portanto, foi a crise real na MTV. A segunda foi minha vontade de ser visto e de mudar a rotina. E a terceira foi ter um projeto legal. Sou muito abalado pelo clima. Se a gente tivesse um diretor estressado, um elenco de estrelas que pedem toalhas brancas, talvez a terceira via não estivesse aberta. Mas o clima é ótimo. Como é a diferença de estrutura das emissoras? MARCELO ADNET - É espantoso, mas não pode nos enganar. A produção não é tudo. Acho que a ideia é mais importante do que qualquer produção. Se você tem uma boa ideia e um fundo branco, é mais interessante do que uma ideia média super produzida. Em um dos esquetes do “Adnet Viaja”, em Portugal (2012), um dos personagens era você mesmo, já velho, dizendo

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que não havia aceitado o convite da Globo. Você já sabia que mudaria de emissora? MARCELO ADNET - Sabia que a gente estava chegando no ponto. O personagem largava a profissão, a Dani ia morar em Portugal para vender compotas. Eu falava: “Quando a Globo me convidou, em 2013, não fui. Achava melhor não e hoje estou aqui com as minhas compotas, abandonado e triste.” É um Marceloque escolheu largar tudo. Era uma piada sobre uma escolha que não fiz. Tem medo da lenda de que quem sai da MTV para outro canal não faz sucesso? MARCELO ADNET - Não acredito nessas coisas. Se eu ficar pensando nisso, vou perder meu tempo. Se é uma maldição, ela está aí, não posso fazer nada contra ela. Acha que vai ter a vida mais exposta na Globo? MARCELO ADNET - Já perdi minha privacidade. Eu trabalho bem, mas não sou amigo da mídia. Você não vai me ver no camarote nem malhado exibindo o abdômen na praia do Leblon. Não quero ser celebridade, não quero a fama. Não sou ator para ter fama, sou ator para atuar. Eu me incomodei no passado. Tudo bem até o terceiro ano consecutivo disso. A paciência vai baixando. Se você anda na rua e ninguém nunca falou com você, pode ser legal. Para quem vive isso não é legal. Eu não fico p... quando alguém vem falar comigo. Fico até feliz, é um sinal de que está tudo dando certo. Estranho seria eu fazer televisão e ninguém tentar falar comigo. Sempre fui à praia e mostrei minha barriga. Se quiserem me fotografar e falar que estou fora de forma, podem falar. Eu estou mesmo e tenho orgulho de estar. Acho importantíssimo existirem pessoas fora de forma, pessoas feias, pessoas imperfeitas. Isso é fundamental, é verdade. Nós somos feios. As pessoas não são lindas com a pele maravilhosa no HD. Eu não


me cobro para estar maravilhoso. É uma liberdade. Hoje aprendi a lidar. A Dani grava em São Paulo e você está no Rio. Como organizam a agenda? MARCELO ADNET - Vamos dizer que ela trabalhe de segunda a quarta e na quinta ela vem. No domingo, volta. Agora, estou indo para lá toda sexta. Você faria uma novela ou um programa sem ser de humor? MARCELO ADNET - Tem muito talento aqui. Quando olho em volta, não estou preocupado com o futuro. Um dia a dia de um protagonista, talvez não aguentasse. Até conversei com o pessoal do jornalismo, pois amo esporte. Não descarto nada disso no futuro. Mas acho que é errado eu não fazer humor, não focar nisso. Por ter um público diferente do da MTV, você teme ficar mais limitado no humor na Globo? MARCELO ADNET - Essa coisa da censura não existe. Não existe uma pessoa que diz o que não pode ser dito ou o que não pode ir ao ar. Se eu estivesse na Record, não ia falar de pastor nem citar religião. No SBT, não poderia bater com o Silvio. Você tem adequações ao lugar que você está. Na MTV, por se tratar de uma empresa pequena e esquecida pelo Grupo Abril, você pode fazer mais coisas. Não tem rabo preso com ninguém. A censura não é real, é um senso, ver onde você está e para quem você está falando. Aqui é um público mais amplo e mais velho, não são os descolados da MTV. Sinceramente, acho que é possível fazer humor fresco, crítico e ácido para a classe C. Faria o “Zorra Total”? MARCELO ADNET - Não teria nada a ver. Se estou aqui para trazer um raciocínio e uma linguagem diferentes, seria errado eu fazer um programa que já está consolidado e com a linguagem dele. Apesar de a MTV ser uma emissora menor, você fazia as mesmas campanhas publicitárias de atores de novela. Ficou rico? MARCELO ADNET - Para os meus padrões, sim. Não tenho grandes aspirações nem um padrão de vida caro. Sobrevivo com YouTube. Meu carro é velho e tem o ar-condicionado quebrado. Lá em casa, nunca recebi mesada. Tinha uma gaveta no quarto dos meus pais com dinheiro. Até os 15 anos, eu abria a gaveta e pegava o quanto precisava. Eu pegava o necessário e voltava com R$ 5. Nunca passamos fome, mas nunca tivemos dinheiro para jogar fora. Você nunca vai me ver com cordão de ouro ou um relógio caríssimo Só vim bem vestido porque ia tirar foto. Para mim, comer o que quero é ser rico. Não estou podendo esbanjar, não tenho apartamento próprio. Hoje, não posso comprar apartamento no Rio.

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educação

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Não peque na

redação do Enem e dos

vestibulares

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Bom texto garante pontos valiosos Não é segredo que uma redação bem elaborada garante pontos preciosos na busca por uma vaga na universidade. De acordo com Tiago Fernandes, professor de Língua Portuguesa e Redação do CPV Vestibulares, um bom texto depende de quatro fatores: correta abordagem do tema proposto, ideias críticas sobre o assunto, estrutura textual organizada e linguagem bem construída. Para evitar a fuga do tema proposto pela prova, o candidato precisa ler com muita atenção. “Atentar-se à frase-tema, que é sempre destacada, é uma boa dica. Além disso, deve-se ler cautelosamente os textos da coletânea e destacar as ideias que 12

julgar mais pertinentes”, conta o professor. Outra estratégia que pode ajudar o aluno é perguntar a si mesmo se as ideias que pretende desenvolver na redação respondem a proposta. Essa reflexão pode ser feita após a elaboração de um rascunho. “O mesmo procedimento deve ser feito com cada parágrafo, uma leitura atenta para se verificar a adequação dos argumentos discutidos à temática exigida”, explica Fernandes. Quando o assunto volta-se para as redações do Enem 2012, o professor é cauteloso ao chamar o ocorrido de erro, já que os alunos optaram por ironizar a prova da redação. “É incomum haver textos que fujam do tema proposto de tal maneira”.

ois estudantes ganharam notoriedade nacional na última semana ao terem o resultado de suas provas no Enem – Exame Nacional do Ensino Médio – divulgado. Fernando Maioto Júnior e Carlos Guilherme Ferreira inseriram, respectivamente, trechos do hino do Palmeiras e uma receita de macarrão instantâneo na redação do exame, cujo tema era “Imigração no Século XXI”. Os meninos alegaram que quiseram “testar” o método de correção do Enem, pois já estão matriculados em faculdades. Mesmo

com a “falha” eles não tiveram a redação zerada. Para não correr o risco de ter sua redação anulada em provas futuras, o segredo é se preparar para fazer uma prova madura e segura. Para ajudar os vestibulandos e os alunos que prestarão Enem no final de 2013, a Free São Paulo conversou com o professor de Língua Portuguesa e Redação do CPV Vestibulares, Tiago Fernandes, 29 anos, que dá dicas de como se sair bem em testes que avaliam o conhecimento dos alunos e que podem contribuir para o ingresso no ensino superior.

Por Ana Paula Almeida ana.paula@freesaopaulo.com.br Fotos: divulgação

Calma é requisito básico para um bom desempenho


Respeito à língua portuguesa é fundamental Junto com a prova dos meninos que incluíram trechos inadequados em seus textos, outro assunto veio à tona: redações com pontuação máxima tiveram erros de concordância e de português. Mas de acordo com o professor Tiago Fernandes, a afirmação de que a correção não considera os erros é incorreta. “Ocorre que em um texto bem desenvolvido poucos erros não justificam a perda de 40 pontos – a pontuação do Enem baseia-se em múltiplos de 40”, explica. Ainda segundo Fernandes, o corretor considera como um todo a habilidade linguística do vestibulando. “Sendo assim, poucos erros de ortografia, concordância e regência não prejudicam o entendimento do texto”, conta. Fernandes explica ainda que esse fato não valida o desrespeito à normapadrão do Português. “A redação do Enem precisa, sim, ser escrita conforme as regras tradicionais da Língua Portuguesa, conforme o Critério 1 de Correção da Prova: demonstrar domínio da normapadrão da língua escrita”, finaliza o professor. A pedido da Free São Paulo, Tiago Fernandes elaborou algumas dicas que podem ajudar os alunos na elaboração de uma boa redação:

Apesar de os pré-vestibulandos não acreditarem, a calma é requisito básico para que o candidato tenha chances de desempenhar uma boa prova. “Ter condições de ler e interpretar o tema proposto, refletir sobre o que pode escrever, redigir com clareza e organização a argumentação. Obviamente, quanto mais houver treinamento, mais existirá tranquilidade no momento da prova”, explica Fernandes. Muitos alunos podem entrar em pânico por entenderem que os corretores exigem ideias geniais sobre o tema, mas isso é mito. “Ter em mente que a banca corretora requer um texto com ideias que analisem a discussão exigida, sem a necessidade de demonstrar elevada erudição, é um fator de tranquilidade”, observa o professor.

educação

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• Os pontos-chave para a construção de um bom texto são: correta abordagem do tema, argumentação crítica, estrutura adequada e linguagem correta; • Leitura diária dos principais jornais e revistas, tanto de notícias quanto de artigos de opinião; • Treinamento: o aluno deve redigir semanalmente e, de preferência, ler seus textos corrigidos por um professor de redação; • Leitura de redações divulgadas como excelentes pelos vestibulares – Fuvest, Unicamp e pelo próprio Enem; • Leitura e análise de propostas de vestibulares de anos anteriores.

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saúde

Da redação redação@freesaopaulo.com.br Fotos: divulgação

Gripe, sinusite e otite

Conheça as doenças típicas do outono

A

s mudanças de temperatura costumam provocar doenças, e com a chegada do outono as temperaturas tendem a diminuir progressivamente e a poluição se concentra na atmosfera, devido ao fenômeno de inversão térmica, fazendo com que a ocorrência de doenças infecciosas e alérgicas aumente consideravelmente. De acordo com César Maurício da Silva, clínico geral e

coordenador do Pronto Socorro do Hospital Carlos Chagas de Guarulhos, na Grande São Paulo, as vias respiratórias são as mais prejudicadas. “A mucosa, membrana que reveste as áreas internas do corpo, fica mais sujeita ao ataque de vírus e bactérias”, relata. As doenças mais comuns dessa época do ano são os resfriados, gripes, faringites, sinusites, otites, traqueítes, rinites e pneumonias.

Hábitos de higiene reduzem riscos de contágio Pode parecer um hábito sem importância para muitos, mas lavar frequentemente as mãos; evitar levar as mãos “sujas” aos olhos, boca e nariz; lavar as mãos antes de manusear alimentos; usar lenços descartáveis e cobrir a boca ao tossir reduzem o risco de contágio. Silva conta também que ao primeiro sintoma de infecção é preciso procurar um médico. “Os que apresentam sintomas como febre, tosse, falta de ar e corrimento nasal devem ir ao médico para tratamento e orientação. Além de tratar o doente, essa atitude evita a disseminação dos patógenos”, relata. As vacinas também

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reduzem sensivelmente a chance de desenvolver a doença. Muitas doenças típicas do outono não requerem grandes intervenções e o tratamento baseado em medicações para controle dos sintomas, no entanto, existem situações em que é necessário fazer o uso de antibióticos e outros cuidados mais complexos. O clínico geral lembra também que há poucos anos houve grande número de vítimas fatais contaminadas pelo vírus da gripe A H1N1 e que, apesar de controlada, ainda há risco da disseminação desta doença que, no seu modo mais grave, ainda pode levar à morte.

Mesmo com as temperaturas mais baixas, evite os locais fechados O hábito é comum, mas não é recomendado. Quanto mais fria é a temperatura, mais as pessoas buscam lugares fechados e com muita gente, seja para trabalhar e até para se divertir, o que é considerado um agravante pelos especialistas já que isso predispõe a disseminação de patógenos pelo ar e pelas superfícies contaminadas. Pessoas com baixa imunidade – idosos, crianças e portadores de doenças crônicas – estão mais propícias a desenvolver alguma doença ligada a mudança de estação, além das pessoas que fazem uso de medicamentos que deprimem a imunidade. “Os fumantes também têm risco muito aumentado de doenças, já que a agressão das vias aéreas pelas substâncias inaladas ao fumar comprometem suas estruturas de defesa”, explica Silva. Nessa época também é importante que as roupas sejam adequadas à temperatura. Quanto mais frio, mais agasalhada as pessoas devem circular.


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moda

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Loungewear Você conhece a moda

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abe aquele vestidinho confortável como um pijama e que você adora desfilar pela casa, mas que também pode ser usado em momentos de descontração como um churrasco na casa dos amigos, ir ao parque com a família ou para receber visitas em casa? Essas peças são atribuídas aos modelos de loungwear, que reúnem o corte e o caimento impecável das roupas com o conforto dos pijamas e que têm ganhado cada vez mais adeptos em todo o país. Neste outono/inverno a moda loungwear promete conquistar ainda mais os brasileiros, já que as peças são confortáveis e perfeitas para dias frios debaixo dos cobertores. Até os homens estão se rendendo a esta moda e marcas como a “Upman” resgatam essa tendência com o objetivo de proporcionar conforto à ala masculina.

Pijama e falta de dinheiro foram a inspiração Não tem como negar: a inspiração dos estilistas que criaram a loungwear são os pijamas. Isso porque eles entenderam que muitas pessoas gostavam de ficar em casa mais à vontade, mas que as impossibilitava de ir a outro lugar, como a farmácia ou a padaria, pois não fica bem sair de casa com aquele pijama surrado. Além disso, o estilo foi criado nos Estados Unidos como uma resposta das grandes marcas à realidade de seus clientes, já que o país passava por uma grave crise econômica em 2008 e 2009. A diferença entre o pijama e as peças loungwear está no corte e no aspecto mais dinâmico, versátil e que se combinadas acessórios certos pode compor um look para programar informais. As peças encontradas mais facilmente são os agasalhos, calças saruel, pantalonas, minissaias, vestidos dos mais diversos modelos, blusas e regatas. 16

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Por Ana Paula ana.paula@freesaopaulo.com.br Fotos: divulgação


Alô, Dolly!

Mário de Andrade, o fotógrafo

Você sabia que além de um grande poeta, Mário de Andrade também tinha a fotografia em suas veias? A Caixa Cultural São Paulo apresenta a mostra de fotografias “Mário de Andrade: etnógrafo-fotógrafo-poeta”, que fica em cartaz até 5 de maio. São 60 imagens em preto e branco realizadas pelo artista em 1927 durante viagem do Pará e ao Peru, elas revelam o universo do trabalho e do trabalhador, distantes dos grandes centros urbanos da época. Nestas fotos estão registradas os labores no campo com cana, o café e o gado, imagens que mostram toda a sensibilidade do escritor. Exposição: Mário de Andrade: etnógrafofotógrafo-poeta, de 23 de março a 5 de maio, de terça a domingo, das 9h às 20h. Caixa Cultural, Praça da Sé, 111 – Centro. Entrada Gratuita. Informações pelo telefone 3321-4400.

Ney Matogrosso,

40 anos

Para comemorar os 40 anos de carreira de Ney Matogrosso, o Senac Lapa Faustolo apresenta a exposição “Cápsula do Tempo: identidade e ruptura no vestir de Ney Matogrosso” que fica em cartaz até dia 30 deste mês, com entrada gratuita. São aproximadamente 24 figurinos restaurados pelo Senac que integram a mostra que teve curadoria do carnavalesco Milton Cunha. Todas as roupas estarão expostas em manequins com tamanho de Ney Matogrosso, e a exposição conta ainda com objetos originais do artista, como sapatos e colares. Senac Lapa Faustolo – rua Faustolo, 1347 – Lapa. Até o dia 30, de segunda à sexta, das 8h às 21h, e aos sábados das 8h às 15h. Informações pelo telefone 2185-9800.

Repetindo a parceria da televisão, Miguel Falabella e Marília Pêra apresentam o musical “Alô, Dolly” que fica em cartaz até junho, no Teatro Bradesco. O espetáculo se sustenta com o leve texto, já que não há efeitos visuais mirabolantes para prender o público, porém, se a busca for por leveza e diversão não há quem fique desapontado com o espetáculo. A peça fala de Dolly, uma cafetina disfarçada de cupido e que faz tudo para ser dar bem até que conhece o comerciante Horácio Vandergelder (vivido por Falabella), o final é surpreendente. Teatro Bradesco – rua Turiassu, 2.100 – Bourbon Shopping – Perdizes. Ingressos entre R$ 20 e R$ 200. Informações pelo telefone 3670-4141.

programe-se

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Batalha de Arroz A comédia “Batalha de Arroz num ringue para dois” está em cartaz no teatro das Artes SP até 31 deste mês. Protagonizada por Maurício Machado e Nívea Stelmann, a peça aborda tramas que envolvem as dores e as delícias de um casal as vésperas do casamento. Teatro das Artes SP – av. Rebouças, 3970 – Shopping Eldorados. Sexta e sábado, 21h30, e domingo às 19h. Ingressos entre R$ 60 e R$ 70. Informações pelo telefone 3034-0075. 17


capa

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Contatos imediatos Caso do implante Por Gil Campos gil.campos@freesaopaulo.com.br Fotos: Gil Campos e divulgação

A criança Paulo Giordano tinha seis anos quando acordou pela madrugada, na Aclimação, região central de São Paulo, e teve um grande susto. Ao lado da cama havia um ser de aproximadamente 90 centímetros de altura, cinza e com feições de um gato. Pensou em correr, mas não podia, pois fora acometido de paralisia infantil. Simplesmente, fechou os olhos. Era 1958. Inexplicavelmente, 10 dias depois da estranha visita, a criança estava andando. O fato surpreendeu a família, mas o contato de Paulo com o ser “cara de gato” não foi muito aceita, principalmente pelo pai, um oficial médico do Exército Brasileiro. O tempo passou. Quarenta e quatro anos depois, em novembro de 2002, já morando no bairro Santa Catarina, na zona sul, Paulo teve o que chama de “sonho”. Numa madrugada, se viu em um ambiente de teto baixo e que representava ¼ de uma circunferência. Estava deitado sobre uma mesa fria, provavelmente de inox. Do teto caíam instrumentais cirúrgicos. Ao lado, três ou quatro seres semelhantes ao que ele presenciou na infância. Pelo seu umbigo foi enterrado um dos instrumentos cirúrgicos. Acordou com dores no tórax, e as dores se intensificaram durante a semana. Procurou um hospital, tirou raio X e se surpreendeu com a “chapa” que carrega numa pasta plástica até hoje: havia um implante de aproximadamente 20 centímetros, semelhante a uma agulha de tricô, e nenhuma cicatriz. A partir daí, começou a se comunicar com os seres. Ou seja, o objeto estranho que traz no corpo até hoje, seria uma antena de comunicação.

Paulo Giordano mostra o implante 18


O

protagonista do relato ao lado tem hoje 61 anos e uma enorme bagagem sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) e seres extraterrestres adquirida nos últimos 40 anos, quando começou a se dedicar à Ufologia. No peito, ainda traz o implante que recebeu há 11 anos, e “coleciona” várias comunicações. “Eles sempre falam que eu devo pesquisar, indicam filmes e livros, mas não se identificam. Apenas dizem que são presentes no planeta Terra, e que têm o habitat diferente do nosso”, disse na tarde de domingo, dia 10 deste mês, à Revista Free São Paulo, que o encontrou como palestrante no 1º Encontro Ufológico sobre Contatos Imediatos do Quinto Grau, realizado em Santana, na zona norte da capital paulista. Para a Ufologia, contatos de 0 grau é quando a pessoa observa luzes não identificadas a grande distância que não possibilitam a determinação do formato; nos de 1º grau, o objeto é observado a curta distância e ficam evidentes detalhes físicos e ruídos; já os de 2º grau acontece quando um OVNI interfere no meio ambiente,ou seja, pousa e queima o solo, dá rasante sobre copa de árvores, interrompe o funcionamento de maquinas e energia elétrica; nos de 3º, observa-se tripulantes, dentro ou fora da nave, sem que haja comunicação; nos de 4º, ocorre qualquer tipo de comunicação com o tripulante, seja ela psíquica, física, por meio de aparelhos ou gestual; e, por último, nos de 5º grau, há o contato mais completo, ou seja, físico, como nos casos de abdução, em que a pessoa tem contato com o interior da nave, convidada ou não. “Não tenho dúvidas de que os ETs estão entre nós”, afirmou Paulo. Ele não negou a possibilidade de um deles ter participado do encontro ocorrido na zona norte. “Pode sim,

assumir a forma humana, como nós conhecemos, e participar do nosso dia a dia”, afirma. Segundo contou, os seres alienígenas estão programando uma “uma invasão silenciosa ao planeta Terra, mas não uma invasão de guerra”. Para este ufólogo, os ufos estão querendo “criar” um ser humano para o lado do bem, por isso os estudos, as pesquisas, os exames que vêm realizando com a população terrestre. “A terra é o único planeta que representa a vida como nos conhecemos. Mas em outros planetas há vidas inteligentes, que detêm uma tecnologia muito mais avançada que a nossa. Diante do conhecimento que os extraterrestres dominam, ainda somos bárbaros”, disse Paulo. Perguntado sobre o porquê de os ETs não aparecerem todos os dias para qualquer pessoa e passar seus ensinamentos, o ufólogo responde de imediato: “A invasão é silenciosa. Eles são estratégicos. É mais fácil invadir sem barulho. Eles querem ocupar o nosso planeta sem destruição, querem, na verdade, o nosso bem, e já estão fazendo a reforma humana. E eles só repassam seus conhecimento para quem está preparado. E sabendo da ganância humana, não vão fazer isso [repassar os conhecimentos] para qualquer um”. O ufólogo foi surpreendido pelo pai, que também se chamava Paulo Giordano, no leito de morte em junho de 2010 ao ouvir a confissão de que teria avistado um OVNI quando trabalhava em um campo militar que existia próximo ao Parque D. Pedro. Ao remexer em objetos pessoais do oficial médico do Exército, outra surpresa: “encontrei uma carteira em nome de meu pai da Liga Telepática Nacional. Por que um médico do Exercito estaria envolvido nisso? Qual seria sua finalidade? É o que me pergunto”. Nos últimos meses, as Forças Armadas divulgaram quatro mil documentos de contatos com OVNIs, e que já estão sendo analisados pelos ufólogos. “É um grande passo para a Ufologia no Brasil, mas esperamos muito mais abertura”, enfatizou o estudioso. No meio ufológico, há quem diga que as pessoas contatadas “têm o pezinho no habitat dos alienígenas”. Se assim for, não restam dúvidas que Paulo está mais pra lá do que pra cá.

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Atualmente, considera-se que a era moderna dos Ufos teve início no dia 24 de junho de 1947, com o avistamento de nove objetos sobre o Monte Rainier, em terras norte-americanas. No entanto, foi durante a 2ª Guerra Mundial que surgiram os primeiros relatos oficiais, em novembro de 1944, com os pilotos da 415ª Esquadrilha de Caças Noturnos, onde os americanos os designaram como “Foo-fither” para as “bolas” de luz alaranjada que não eram captadas pelo radar. Curiosamente, foi no ano de 1947 aconteceu o primeiro grande incidente ufológico envolvendo civis e militares: a famosa queda de um Ufo em Roswell em julho, onde a base aérea do Grupo de Bombardeio foi notificada, e o major Jesse A. Marcel realizou à apuração inicial, o mesmo constatou que o material coletado era de um Ufo. Porém, a Força Aérea dos Estados Unidos desmentiu o fato dizendo tratar-se de um balão, onde o major Marcel foi pressionado à exibir restos de um balão meteorológico à imprensa. A ufóloga e palestrante Fernanda Vitória Alves Oliveira, 65, que há cinco anos vem estudando os casos de alienígenas no planeta, também tem certeza da existência dos ETs no dia a dia dos humanos. E garante que os extraterrestres pedem que isso seja divulgado. “Infelizmente, nunca os vi, mas eles pedem que a presença no planeta seja divulgada, e essa é a minha missão”, explicou. 20

Fernanda Vitória

Caso da Serra da Cantareira

A era “moderna” dos discos voadores

Tipos de ETs

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Alfa-Gray (ou alfa-cinzentos) Possuem pequena estatura (média 1m20), pele acinzentada, olhos pretos grandes, oblíquos e sem nariz; as orelhas em geral são pontudas e quando possuem nariz, este costuma ser grande. Aparentemente agem como se fossem robôs e tivessem um comando único dirigido por cérebro comum. São designados por alguns autores de “reticulanos”, “povo da serpente”, “povo de íbis”.


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Em março de 2011, o grupo EXO-X recebeu informação de que um OVNI teria pousado na localidade Santa Maria, na Serra da Cantareira, zona norte da capital. O objeto teria deixado impregnado no local uma estranha marca. O dono da propriedade, Rui Carlos, de 53 anos, contou ter visto um OVNI de formato redondo, com muitos focos de emissão de luz, com predominância de cor prateada, e que teria chegado a ficar a apenas cinco metros de distância, pairado sobre uma pequena bananeira. Segundo relatos, o objeto não era grande. Tinha cerca de um metro de largura e 80 centímetros de diâmetro. O avistamento ocorreu na noite de 23 de fevereiro. No local foram verificadas duas circunferências pequenas, semelhantes a anéis, e a grama encontrava-se queimada, praticamente vitrificada. Porém, as duas marcas estavam cercadas por outra circunferência de maior espessura, de aspecto ovalado. Foram coletados materiais para pesquisa, os quais a Revista Free São Paulo teve acesso.

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Pesquisa na Serra da Cantareira e material coletado

Beta São aqueles extraterrestres de aparência muito semelhante ao humano. São loiros, altos (mais de 2m50) ou do nosso tamanho. Chamados também de “nórdicos”, pois estes seres possuem olhos e pele clara, cabelos compridos.

Gama Entidade ciclóptica e de elevada estatura que foi observada em ocorrência em Belo Horizonte. O ser apresentou-se amistoso, embora cuidadoso e muito forte.

Delta (bizarros e robóticos) São seres de grande capacidade mental e poderes hipnóticos. São alienígenas que possuem um tipo mais grosseiro, são grandes e por vezes chegam a parecer um robô.

Ômega (energéticos) São seres luminosos, possuem um corpo mais sutil que o nosso. São muito espiritualizados, geralmente se apresentam mostrando muita leveza, flutuando ou voando, de tal foram que normalmente são confundidos com anjos, arcanjos ou com figuras bíblicas. 21


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A cidade dos ETs no litoral de São Paulo

O litoral paulista tem uma cidade de belas praias, cachoeiras e trilhas que, não raro, é visitada por seres extraterrestres. Por conta dessas visitas, e na última década foram muitas, a cidade tem investido no ufoturismo e a única no país que possui um programa destinado aos amantes da ufologia. A cidade é Peruíbe, local preferido dos amantes da Ufologia. O roteiro foi implantado em 2010 pelo ufólogo Paulo Aníbal, coordenador do grupo Exo-X de Pesquisas Ufológicas, após uma série de avistamentos. O roteiro passa por oito pontos da cidade: a Pedra da Serpente, as praias de Guaraú e Barra do Una, a cachoeira Perequê, Ilha da Queimada Grande, Ruínas do Abarebebê, o bairro São José e o Costão de Peruíbe. Em cada um desses pontos há relatos de moradores que afirmam terem visto seres luminosos, OVNIs ou luzes. Peruibe sedia anualmente um encontro ufológico, que reúne aproximadamente mil pessoas de todo o país em palestras e debates sobre o tema. No último congresso estiveram presentes também pessoas de outros países, como Itália, Peru e Argentina. Mas, por que Peruíbe? Aníbal explica: “Peruíbe tem uma rica reserva biológica, além de importante banco genético e vegetal. Também apresenta considerável riqueza mineralógica e, ainda, existe anomalia no seu campo eletromagnético. Entretanto, é um local importante para as pesquisas dos ufos”.

Gravura do caso Sioani

Serviço Informações sobre o roteiro ufológico pelo telefone (13) 9773-4684.

Cartaz de “caça” ao ET

O que é abdução? O termo abdução é utilizado para descrever memórias supostamente reais de pessoas que foram levadas secretamente, contra a própria vontade ou não, por entidades aparentemente não-humanas, e então submetidas a procedimentos físicos e psicológicos de complexidade não-compreendida. Aqueles que alegam terem sido abduzidos frequentemente relatam exames médicos forçados que enfatizam o sistema reprodutor. Os abduzidos algumas vezes são advertidos sobre a destruição do meio-ambiente ou do perigo de armas nucleares. A natureza dos relatos de abduzidos varia, com alguns relatando experiências assustadoras e outros relatando uma experiência agradável ou transformadora. 22

Avistamento em Piratininga


Caso TAM – voo 573

Avistamentos pela aviação comercial

Em 30 de maio de 1989, nas proximidades de Americana (SP), um avião da TAM foi acompanhado por um OVNI. O fato foi registrado por radares do Controle de Aproximação de São Paulo (APP-SP). O episódio foi registrado pela Aeronáutica resultando em um documento: o ofício CHF/S-0222, datado de 13 de junho de 1989, assinado pelo coronel Aviador Hélio Pereira Rosa, então chefe do Serviço Regional de Proteção ao Vôo de São Paulo (SRPV-SP). O registro começa em 6h28, hora zulu (3:28h de Brasília) com a chamada do piloto para torre pedindo orientações normais de vôo. Às 6h46, a torre do APP-SP solicita aos pilotos que informassem se avistavam alguma coisa nos céus que estaria sendo captada pelo radar. Os pilotos informaram que não conseguiram avistar nada. Às 6h52, o comandante do vôo 573 chama a torre e informa a presença de um forte clarão nas proximidades de seu avião. O objeto manobra próximo ao avião sendo que um dos pilotos estima seu tamanho em aproximadamente 50 metros. Por volta das 7h os pilotos perdem contato visual com o objeto que não voltou a ser visto.

Caso Varig – voo 250 Em 19 de junho de 1999, ocorreu um caso de contato visual muito semelhante ao caso da Vasp. Desta vez, o protagonista foi o vôo 250, da Varig, que decolou do Rio de Janeiro (RJ) com destino à Belém (PA). O incidente começou por volta das 21h, quando o piloto do Boeing, comandante Marcos Bantel, ouviu pelo rádio, a conversa entre o centro de controle de Recife (PE) e um avião da TAM. O piloto da outra aeronave solicitava à torre se havia um terceiro avião sobre a região, que estaria ao seu lado esquerdo. O Centro Recife reportou que haviam apenas duas aeronaves na região, o avião da TAM e o da Varig. Neste instante, o comandante Bantel observou um objeto luminoso, à esquerda de sua aeronave, que acompanhava o voo. Comandante Bantel entrou em contato com o Centro Recife e confirmou a presença de um terceiro objeto voando na região. Bantel também comunicou-se com o piloto da TAM para confirmar se eles estavam avistando o mesmo objeto. Segundo estimativas dos pilotos, o objeto estaria num raio de 100 Km mas era claramente perceptível devido à sua luminosidade. Seu tamanho estimado seria de 200 metros de largura. Em determinado instante o objeto mudou de coloração. Ele tornou-se avermelhado.

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Os OVNIs são muito comuns no cotidiano de quem trabalha com aviação civil e militar. Na análise de especialistas em aviação, os discos voadores são frequentemente confundidos com aves, aviões, satélites artificiais e balões meteorológicos. Também podem ser interpretados como um dos vários fenômenos provocados pelo sol, umidade e atmosfera.

Caso Vasp – voo 169 No dia 8 de fevereiro de 1982, um avião da Vasp decolou do aeroporto de Fortaleza com mais de 100 passageiros a bordo. No comando do avião havia o comandante Gerson Maciel de Brito. Entre os passageiros, o bispo auxiliar de Fortaleza, Dom José Teixeira e Dom Aloísio Lorscheider, cardeal arcebispo da mesma cidade. O avião, um jato 727-200 (prefixo PPSNG), decolou às 1h50. O voo transcorreu normalmente durante 1 hora e 22 minutos. Faltava apenas 33 minutos para chegar em Petrolina (PE), quando o comandante observou à esquerda da sua aeronave um foco luminoso que se assemelhava-se aos focos de luzes de outras aeronaves. O comandante achou muito estranho o fato de não ter sido reportado a presença de outras aeronaves comerciais ou da Força Aérea voando naquele setor, que seria um procedimento normal. Neste momento, o comandante sinalizou com o faróis da aeronave buscando comunicação com a aeronave e diminuiu a luminosidade da cabide visando observar melhor o estranho objeto. Além da ausência de resposta ao sinal luminoso havia silêncio no rádio de bordo. O estranho objeto acompanhou o avião à uma distância relativa na mesma velocidade deste. Segundo Brito, o objeto tinha luminosidade compacta, muito viva e bem diferente da produzida pelo planeta Vênus. A coloração do objeto era vermelho e laranja nas bordas e no centro branco-azulado. O OVNI realizava movimentos para cima e para baixo o que exclui a possibilidade de que o mesmo seja o planeta Vênus, como chegou-se a cogitar. O objeto continuou a ser avistado até o Rio.

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Para ufólogo, extraterrestres fazem pesquisas na Terra

O ufólogo Paulo Aníbal, do grupo EXO-X, os ETs estão no planeta Terra realizando pesquisas biológicas, clínicas e de subsolo. “Se eles quisessem dominar o planeta, já teriam feito isso. Estão aqui nos estudando”, afirmou. Para ele, o maior problema é saber de onde eles vêm e se apresentam alguma ameaça para os humanos. “Os extraterrestres são mais avançados que nós. E tudo indicam que não pretendem ocupar a Terra”, observou. Aníbal afirmou que os contatos diminuíram nos últimos anos, mas os avistamentos continuam mais intensos. “Para eles, talvez, seja muito mais seguro ficarem à distância”. Ele reconhece que muitos avistamentos divulgados pela imprensa são fraudes digitais, que, hoje, com equipamentos de última geração, são facilmente detectadas. O ufólogo, que considera o caso da Serra da Cantareira mais emblemático que o de ET de Varginha e o caso da Operação Pratos, no Pará, quando moradores da Ilha de Colares, tiveram sangue coletados por estranhas criaturas, no episódio investigado pelo Exército e conhecido como “chupa-chupa”, por conta das evidências. O coordenador do EXO-X destacou que 70% dos relatos brasileiros envolvem o ET do tipo AlphaGray. “Mas temos casos do Ômega, que a mulherada adora, pois eles são altos, loiros, de olhos azuis”, acrescentou. Sobre os documentos liberados para a Aeronáutica para pesquisas ufológicas, meses atrás, ele disse ser “a ponto do iceberg”. “As Forças Armadas sabem de muito mais coisas”, observou.

O ufólogo Paulo Aníbal A Revista Free São Paulo teve acesso ao termo do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, do Comando da Aeronáutica, utilizado pelos militares. Chamado de Ocorrência de Tráfego Hotel, o documento é preenchido pelos pilotos nos casos de avistamento de OVNIs. O documento prova que o Ministério da Aeronáutica tem preocupação com os casos de provável presença de objetos voadores não identificados no espaço aéreo brasileiro, e que realiza pesquisas em torno do assunto. Um dos relatórios em poder da reportagem está preenchido e dá conta de um objeto arredondado, com muitas luzes, observado perto do município de Camapuã, no Mato Grosso do Sul, em julho de 2008. Com o carimbo CONFIDENCIAL, o documento – assinado pelo 3º sargento Bruno, do Cindacta 2 - aponta que o objeto foi visto pousando e decolando.

Pilotos militares usam termo de ocorrência de OVNIs

Foto tirada pelo ufólogo Paulo Giordano onde se observa um ET (no círculo) 24


O Último Elvis O cantor Carlos Gutiérrez (John McInerny) é cover de Elvis, e sempre viveu a vida do grande astro do rock como se fosse ele próprio reencarnado, negando a si mesmo. Só que ele se aproxima da idade que Elvis tinha ao morrer, e seu futuro se mostra vazio. Uma situação inesperada acaba por obrigá-lo a cuidar da sua filha Lisa Marie (Margarita Lopez), uma menina pequena que ele quase não vê. Nos dias em que fica com ela, Carlos experimenta ser realmente um pai, e Lisa aprende a aceitá-lo como tal. Mas o destino lhe apresenta uma difícil decisão: em uma viagem de loucura e música, Carlos deverá escolher entre seu sonho de ser Elvis e sua família.

Uma guerra antiga que se reinicia quando um jovem trabalhador do campo abre inconscientemente um portal entre o nosso mundo e uma raça de gigantes apavorantes. Soltos na Terra pela primeira vez depois de séculos, os gigantes tentam reconquistar seu território que foi perdido, forçando o jovem Jack (Nicholas Hoult, de “Fúria De Titãs”) a entrar na batalha de sua vida para impedi-los. Lutando por um reino e seu povo, e pelo amor de uma corajosa princesa, ele fica frente a frente com os guerreiros incansáveis que ele pensava ser apenas uma lenda e recebe a chance de ele mesmo se tornar uma lenda também.

na tela

Jack - O Caçador de Gigantes

A Hospedeira Por Raissa Lira redacao@freesaopaulo.com.br Fotos: divulgação

A Terra foi invadida por um parasita alienígena, que controla a nossa mente e corpo. Melanie (Saoirse Ronan, de “Hanna”) e Jared (Max Irons, de “A Garota da Capa Vermelha”) fazem parte dos poucos humanos que ainda lutam para sobreviver, até que Melanie é capturada por Peregrina (Diane Kruger, de “Forças Especiais”), que usará suas lembranças para localizar o esconderijo dos humanos. Melanie não vê outra saída, se não, ocupar a sua mente com visões do homem que ama, desviando a atenção da Peregrina, que incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, começa a se sentir intensamente atraída por Jared.

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lazer

2º edição do Lollapalooza acontece neste fim de semana em São Paulo

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odas as suas bandas preferidas num só festival. Assim é a 2º edição do Lollapalooza que acontece neste fim de semana – dias 29, 30 e 31 – no Jockey Club, em São Paulo, a partir das 12h, e reúne as bandas Pearl Jam, The Killers, The Black Keys, Queens Of The Stone Age e Planet Hemp e muitas outras. São esperados 70 mil pessoas por dia de festival. Serão mais de 60 atrações distribuídas pela estrutura do evento – a mesma da primeira edição brasileira – que conta com dois palcos principais, uma tenda eletrônica e um palco alternativo. O line-up foi divulgado em outubro e entre os artistas que subirão ao palco no primeiro dia, em plena Sexta-Feira da Paixão, estão The Killers, deadmau5, Passion Pit, Cake e os brasileiros Agridoce, Holger e Copacabana Club. Já no sábado, 30, quem sobe ao palco é o Black Keys e Queens Of The Stone Age, além de Franz Ferdinand, Two Door Cinema Club, Tomahakw e Toro Y Moi. Os nacionais Luvod e Graforreia Xilarmônica. Para fechar a 2º edição, Vivendo do Ócio, Vanguart e Hot Chip esquentam o público para a entrada das grandes atrações da noite: Planet Hemp e Pearl Jam. 26

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Por: Ana Paula Almeida ana.paula@freesaopaulo.com.br Fotos: divulgação

Brasil

Serviço

2º Edição Festival Lollapalooza – Jockey Club Dias 29, 30 e 31 de março – a partir das 12h Avenida Lineu de Paula Machado – São Paulo Informações sobre os ingressos que dão direito a ir a apenas uma noite do festival podem ser obtidas pelo site http://www.lollapaloozabr.com. A entrada custa R$ 350 (inteira) O Lollapass – ingresso que dava direito a assistir as três noites de festival – já se esgotaram


Pearl Jam vem ao Brasil pela terceira vez

Uma das bandas mais esperadas de todo o Lollapalooza, o Pearl Jam, vem ao Brasil pela terceira vez – a última foi em 2011 – e irá saciar milhares de fãs sedentos pela apresentação. Formada em 1990, Pearl Jam conta com o vocalista Eddie Vedder, o baixista Jeff Ament, e os guitarristas Stone Gossard e Mike McCready, já o baterista Matt Cameron se juntou ao grupo em 1998, e já vendeu mais de 60 milhões de discos. Entre os maiores sucessos estão “Black”, “Jeremy”, “Even Flow” e “Alive”. Apesar desta ser apenas a segunda edição em solo brasileiro, o Festival Lollapalooza é sucesso nos Estados Unidos há mais de 20 anos, sendo esse o motivo de ter ganho sua primeira versão latina em 2011. A cidade que recebeu a primeira edição de festival fora dos EUA foi Santiago, no Chile, em abril de 2011, com apresentações de Kanye West, The Killers, Flaming Lips e Jane’s Addiction.

lazer

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Programação completa Sexta, 29 The Killers Deadmau5 The Flaming Lips Knife Party Cake Passion Pit Crystal Castles Porter Robinson The Temper Trap Os Monsters and Men Feed Me Technostalgia feat. DJ Marky & Bid Agridoce Holger Dirty Loud

Tokyo Savannah Copacabana Club Boss in Drama Perrosky Bruno Barudi

Sábado, 30 The Black Keys Queens Of The Stone Age A Perfect Circle Franz Ferdinand Steve Aoki Two Door Cinema Club Criolo Tomahawk

Nas Madeon Alabama Shakes Zeds Dead Toro Y Moi Gary Clark, Jr. Ludov Graforréia Xilarmônica Stop Play Moon Lennox Classic William Naraine

Domingo, 31 Pearl Jam Planet Hemp

Kaskade The Hives Kaiser Chiefs Hot Chip Foals Major Lazer Puscifer Gui Borato Rusko Lirinha + Eddie Vanguart Vivendo do Ócio Mix Hell Wehbba Wannabe Jalva Baia República Database

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TOURO

horóscopo

ÁRIES Momento de contato importante com as pessoas certas, dentro do processo de renovação interior e do conjunto de sua vida. Os encontros acontecem como que por magia.

LEÃO Seus pensamentos são estimulados e intensifica a força das imagens mentais. Você se fascina por algum conceito ou valor elevado. As viagens estão bastante favorecidas.

Momento de renovação dos níveis psicológicos profundos e de libertação do passado. Embora ocorram encontros importantes, mesmo assim o entendimento pode ser difícil.

VIRGEM Momento para se desfazer do passado, caminho para vir a enxergar o futuro. Algumas mudanças podem ser fáceis e felizes. Os encontros amorosos são profundos e intensos.

SAGITÁRIO Importante encontro afetivo está por acontecer. Uma explosão de sentimentos tira você da mesmice. Você necessita de liberdade para as afeições e sentimentos.

GÊMEOS Renovação dos projetos e sonhos de vida. Mudanças na participação em grupos sociais e relações de amizade. No amor, é tempo de se viver sentimentos intensos e plenos.

LIBRA A renovação nas relações e uniões se acelera ainda mais. Um grande encontro acontece em meio a novas condições. Renovação do alento na disposição para com as pessoas.

AQUÁRIO A renovação das rotinas, estudos e relacionamentos será bastante intensa. Gestos radicais podem ser feitos no momento certo.

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CAPRICÓRNIO Um momento de forte renovação na vida doméstica e familiar. As afeições se intensificam. Deixe de querer controlar tudo e perceba um novo mundo que pode nascer.

CÂNCER Um dia de renovação profissional, com algumas outras surpresas ou novidades ou advindas das relações de trabalho. Aceite que a vida se renove para caminhar adiante.

ESCORPIÃO O trabalho trará as novidades mais importantes, embora algumas digam respeito às relações humanas e parcerias. Algum encontro feliz acontece em seu trabalho.

PEIXES Momento de importante renovação na vida financeira. Reveja os acordos e participações. Usufrua intensamente os bens que estão ao seu dispor.

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Q

uais são os planos para a sua Páscoa? Um almoço em família com peixe e um bom vinho? Presentear as crianças com os ovos de Páscoa e os primos com deliciosos bombons? Com a chegada da Páscoa e o fim da Quaresma, a Free São Paulo traz opções de produtos para curtir o fim de semana especial e ainda economizar. Onde comprar o bacalhau, o vinho que harmoniza os pratos, o bombom e o Ovo de Páscoa você encontra aqui.

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