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Depois desta primeira leitura prioritária é possível avaliar o que é necessário ler em um segundo momento (citações da fortuna crítica). Todavia, nada impede que o levantamento bibliográfico conduza o pesquisador ao encontro de um texto não lido pela fortuna crítica ou deixado à margem nas outras pesquisas, de modo que a sua investigação venha mostrar a relevância deste texto para a análise do tema escolhido.

CONCLUSÃO A estrutura de projeto não é uma camisa de força, mas uma sugestão cujo objetivo é abarcar todos os aspectos necessários de uma pesquisa que visa o título de ciência. Um projeto pode ser configurado de modo diferente e chegar a resultados satisfatórios, no entanto, necessita conter os elementos suficientes que o rigor do planejamento de uma pesquisa científica demanda.

REFERÊNCIAS DESCARTES, René. Tannery. Paris: 1996.

Discours de la Méthode. VI. Edição Charles Adan et Paul

KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 6ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. PORTA, Mario Ariel González. A filosofia a partir de seus problemas, 3ª ed. São Paulo: Ed. Loyola, 2007. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico, 20ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. SMITH, Barbara Herrnstein. Crença e resistência: a dinâmica da controvérsia intelectual contemporânea. trad. Maria Elisa Marchini Sayeg. São Paulo: Unesp, 2002.

Redescrições - Revista online do GT de Pragmatismo, ano VI, nº 2, 2015

Revista Redescricoes, Ano VI, n.2  

Revista Redescrições é uma publicação quadrimestral do GT-Pragmatismo e Filosofia Americana da Anpof. O conteúdo dos artigos publicados tra...

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