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Frederico Pacheco Nยบ8 Gonรงalo Teixeira Nยบ10


Este trabalho foi realizado no ambito da UFCD STC-5, com o objectivo de realizar uma “reportagem” fotográfica, fizemos uma visita de estudo ao forte de Peniche, onde observamos as várias salas que fazem parte do museu de Peniche e da prisão politica. Este trabalho esta organizado por salas: • Sala das Pescas e da construção Naval (1º andar); • Pertencentes ao 2º andar (Sala Arquitecto Paulino Montez/ Sala da Malacologia/ Sala de Rendas); •

Sala dedicada a Álvaro Cunhal;


Fig.1

Fig.2

Artigos de Pesca (flutuadores);

Traineira Tradicional;


Artigos de Pesca (Utensílios);

Fig.3

Fig.5

Fig.4

Construção naval;

Alguns exemplos das embarcações da altura.


Agulha de marear(bússola);

Fig.6

Batidores;

Fig.7

Canhão de guerra marítima;

Fig.8


Sala Arquitecto Paulino Montez;

Sala da Malacologia;

Sala de Rendas de Bilro de Peniche;


• Paulino António Pereira Montez OC • OSE(Peniche, 1897- Lisboa, 1988) foi um arquitecto português, cuja obra foi fundamentalmente feita durante o Estado Novo. Foi Director da Escola de Belas Artes de Lisboa. • Arquitecto e aguarelista, concluiu o Curso Especial de Arquitectura Civil na Escola de Belas-Artes de Lisboa, em 1923. • Trabalhou na Repartição das Construções Escolares / Ministério da Instrução Pública e foi docente em vários liceus da capital. • Deixou um percurso essencialmente ligado ao ensino e ao urbanismo, participando activamente na resolução de questões essenciais para a reforma dessas áreas.


Fig.10

Fig.9

O busto do arquitecto Paulino Montez.

Mapa da PenĂ­nsula, desenhada e idealizada por Paulino Montez.


Fig.12

Um artigo pertencente ao arquitecto Paulino Montez.

Fig.11

Retrato do arquitecto Paulino Montez. Fig.13

Algumas obras pertencentes ao arquitecto Paulino Montez.


Fig.14

Algumas conchas encontradas, de vĂĄrias formas. Fig.15

Mais alguns tipos de conchas, bĂşzios encontrados.


Corais em exposição, de várias espécies e de diferentes formas.

Fig.16

Várias conchas em exposição.

Fig.17

Alguns búzios também encontrados. Em exposição.

Fig.18


Uma parte de uma âncora.

Fig.19

O desenho da âncora original.

Fig.20

Ânfora; Fig.21


Fig.22

Rendas em exposição; Fig.24

Rendas em exposição;

Mais tipos de rendas; Fig.23


Fig.25

Conjunto de ferramentas para a construção de rendas constituido por: Bilros, almofada e banco.

Fig.26

Mais um conjunto constituido por bilros e tambem a exposição de um bordado.


Fig.27

Imagem exposta na entrada para a sala dedicada aos presos polĂ­ticos.


Político português, Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu a 10 de nov embro de 1913, em Coimbra, e faleceu a 13 de junho de 2005. Foi estudante da Faculdade de Direito deLisboa e, em 1931, filiouse no Partido Comunista. Em 1935, foi eleito secretáriogeralda Juventude Comunista e, um ano depois, passou à clandest inidade. Em 1937,entrou para o Comité Central do partido. Os anos 30 fora m ainda marcados pela colaboração em jornais como O Diabo, Seara Nova e Vértice e nas publicações clandestinas Avante e Militante.


Após várias prisões temporárias, foi preso em 1949 no Forte de Peniche, de onde conseguiu evadir se em 1960. No ano seguinte passou a ser secretário geral do partido, cargo que ocupou até Novembro de 1992, data do último congresso, que elegeu, para o mesmo cargo, Carlos Carvalhas. Regressou a Portugal a 27 de Abril de 1974, sendo ministro sem pasta dos governos provisórios de1974 e de 1975. Foi eleito deputado várias vezes, mas raramente ocupou o lugar na Assembleia da República.


Fig.29

Imagem referente a ĂŠpoca do 25 e abril de 1974. Fig.28

Cantina dos presos politicos. Onde preparavam as refeiçþes.


Outro modo de vista sobre a biblioteca (livros).

Fig.30

Biblioteca: Alguns dos livros que os presos políticos liam. Apenas tinham estes a sua disposição. Acabavam por reler vezes sem conta os mesmos livros

Fig.32

Fig.31

Fechadura de uma das celas.


Cela de Ă lvaro Cunhal , com alguns dos seus trabalhos.

Fig.33

O interior das celas (parte da casa de banho).

Fig.34


Fig.35

No ano em que se assinala o centenário do nascimento do histórico líder comunista Álvaro Cunhal (1913), a autarquia de Peniche evocou, na passada quinta-feira, a fuga colectiva da cadeia do Forte de Peniche que ocorreu a 3 de Janeiro de 1960.

Participaram nessa fuga, além de Álvaro Cunhal, outros resistentes antifascistas, como Joaquim Gomes, Francisco Miguel, Guilherme da Costa Carvalho, Pedro Soares, Carlos Costa, Jaime Serra, Rogério de Carvalho, José Carlos e Francisco Martins Rodrigues.


No seguimento de uma política de evocação da memória associada ao movimento de resistência antifascista, a Câmara de Peniche e a União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), desenvolvem um projecto de levantamento documental de todos os presos políticos que cumpriram pena naquela cadeia por crime de delito de opinião durante o período de vigência da ditadura fascista (1933-1974).

Este trabalho terá como objectivo a edificação de um memorial para homenagear publicamente os presos no Forte de Peniche, que marcaram a memória colectiva daquela comunidade piscatória.

Fig.36

Fig.37 – Álvaro Cunhal;


Escolhemos esta foto, devido a forma como ela está inserida no contexto do 25 de abril. Ou seja, foi uma foto retirada em plena prisão política que teve um aspecto bastante importante, durante o rolar do 25 de Abril. Nestas instalações, estiveram personalidades presas que tiveram um papel muito importante no derrube do estado novo. Sendo o que se destaca mais Álvaro Cunhal. Por estes aspectos, escolhemos esta foto, pois retrata a parte exterior da prisão. Ou seja, onde os presos políticos tinham a sua pequena “liberdade”, era o pátio da prisão, onde eles poderiam respirar um bocado de ar e se sentirem “livres”.


Com esta visita de estudo fiquei a conhecer um pouco melhor o Forte de Peniche. Entendemos melhor a história que o envolve, e a forma como os presos pólíticos eram tratados. Durante esta visita de estudo, ficamos a conhecer melhor uma das personalidades que presidiu nesta prisão, e que foi uma das principais pessoas pelo derrube do Regime Salazarista. Álvaro Cunhal. Durante este tempo do 25 de abril, também sobemos a importância que esta prisão política teve no desenrolar das acções da revolução e também as condições que os presos políticos viviam. Tinha como objectivo este trabalho, a realização e o ordenamento das fotos de forma a fazermos uma “reportagem” fotográfica de uma forma clara e expecifica de cada sala do interior do museu.


• http://www.infopedia.pt/$alvaro-cunhal • http://www.gazetacaldas.com/28371/peniche-evoca-fuga-de-alvarocunhal-da-cadeia-do-forte/ • http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulino_Montez

Ficha nº5  

Reportagem fotografica

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