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HORA DE DORMIR: um olhar lúdico sobre o design de superfície têxtil na moda infantil Francine Ruas Dias1

RESUMO O presente artigo foi estruturado como trabalho de conclusão do Curso de PósGraduação em Moda, Criatividade e Inovação. Nele explorou-se o universo do design de estamparia têxtil. Optou-se pela proposição de padrões têxteis para público infantil. Desenvolvendo estampas para pijamas infantis, considerou-se que a hora de dormir é o momento em que a criança está vestida confortavelmente, relaxada, e que muitas a tem como a “hora de ouvir histórias”. Pensando nesse período do dia da criança, é que se percebeu que a estampa do pijama que a veste, poderia ter a participação infantil e a ressignificação desse momento de ouvir histórias. Para tanto, partiu-se de uma história escrita por Érico Veríssimo para crianças. Foi elaborada uma atividade com alunos em etapa pré-escolar, que consistiu em contar a história O urso com música na barriga, do escritor gaúcho Érico Veríssimo. Após a contação, forneceu-se aos alunos folhas de papel branco e lápis de cor para que desenhassem sobre a história contada. Os desenhos das crianças foram trabalhados no desenvolvimento de design de superfície para aplicações têxteis, em pijamas infantis. Neste artigo, tem-se as etapas pertinentes à idéia, desenvolvimento, planejamento e execução do proposto. A narrativa de uma história para crianças aliou criatividade ao universo da moda infantil, com ludicidade e inovação. Palavras-chave: Moda, design de superfície têxtil, moda infantil.

RESUMEN El presente artículo fue estructurado como trabajo de conclusión de curso de Postgrado em Moda, creatividad e inovación. En el se exploro el universo del diseño de estampado textil. Se há optado por proponer patrones textiles para el publico infantil. Desenvolviendo estampas para pijamas infantiles, entendiendo que a la hora de dormir el niño está vestido mas comodamente, relajado, y que para muchos es la “hora del cuento”. Teniendo en mente esta parte del dia del niño, es que se há dado cuenta que la estampa del pijama que se viste, podría contar com la participación infantil y tambíen la reinterpretación de esa hora de escuchar historias. Para esto, se tuvo como punto inicial una história escrita por Érico Veríssimo para el público infantil. Así fue elaborada una actividad con alumnos en etapa pre-escolar, em que se conto el cuento “O urso com música na barriga” del escritor gaúcho Érico Veríssimo. Después de la contación, les fue dado a los alumnos hojas de papel blanco y lápices de color para que dibujen sobre la historia contada. Los dibujos de los niños fuerón trabajados en el desenvolvimiento del diseño de superficie para aplicaciones textiles, en pijamas infantiles. Este artículo, contiene las etapas pertinentes a la idea, desarrollo, planificación e ejecución de lo propuesto. La narrativa de un cuento para ninõs alio creatividad al universo de la moda infantil, con ludicidad e inovación. Palabras clave: Moda, diseño de superficie têxtil, moda infantil. 1

Pós-graduanda em Moda, Criatividade e Inovação (Senac,2010), Mestranda em Design e Tecnologia (UFRGS,a partir de 2010) e Graduada em Design Gráfico (UFPel, 2008). E-mail: contato@francinedias.com


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1 INTRODUÇÃO

Referendados pelos estudos de Jean Piaget, psicólogo suíço que estudou as formas de aprendizagem infantis, buscou-se analisar os estágios de desenvolvimento e aprendizagem das crianças. Piaget aplicou seus conhecimentos de Biologia, Filosofia, Lógica e Psicologia, nos estudos acerca do desenvolvimento cognitivo. Ele acreditava que as pessoas passam pelos mesmos estágios de desenvolvimento e na mesma ordem, com tempos aproximados de aperfeiçoamento do pensamento e do comportamento entre os indivíduos. Piaget dividiu as fases do desenvolvimento cognitivo humano, em quatro principais: Sensório-motor, Préoperacional, Operacional-concreto e Operacional-formal. Em cada um desses estágios há progressos que permitem alargar novas habilidades e lidar com novos conceitos. Elas são o resultado da interação, da maturação e do ambiente. As crianças estão em um processo de descoberta do mundo e de suas capacidades e, para isso, interagem e absorvem as experiências que vivenciam. A moda é uma possibilidade de interação social, pois mandam-se e recebem-se mensagens pelas roupas que se vestem, elas comunicam sobre quem somos, e do mesmo modo pela história que a própria vestimenta carrega. Pode ser uma história subjetiva, valores que a marca vestida traz consigo, mas pode ser também uma manifestação da cultura onde se está inserido. Assim, essa pesquisa visa aproximar a literatura do universo da moda infantil, em que uma história contada pode ser recurso para uma mensagem lúdica, divertida e repleta de cultura, comunicada pelas roupas. O estágio em que estão as crianças, público alvo desta pesquisa, é o Pré-operacional, ou seja, entre dois e sete anos. Nessa fase elas começam a ter a percepção de sequência temporal e usar símbolos nas suas atividades lúdicas e na linguagem. Outra característica dessa função simbólica é a imitação diferida, quando uma criança vê alguma coisa ou ação e, mais tarde, quando está distante daquilo consegue imitar, pois criou uma imagem mental do que viu. Isso acontece, por exemplo, quando está brincando e usa um objeto representando outro. As crianças no estágio pré-operacional ainda são ilógicas nos seus processos de pensamento, enfocam somente um aspecto de uma situação e não os outros. Da mesma forma, desconsideram que algumas ações podem ser restauradas, feitas e desfeitas, assim como serem transformadas de um estado para outro, pois focam apenas a sucessão de estados. Dentro dessa faixa etária, os indivíduos, não compreendem abstrações e não diferenciam


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completamente realidade e fantasia. Apresentam raciocínio chamado transdutivo, atribuem relacionamento de causa e efeito a eventos não relacionados entre si. Aprender a respeito de novos objetos e eventos, alargar os conhecimentos quanto a conceitos e habilidades são evoluções elaboradas através de atividades lúdicas, onde as crianças associam pensamentos e ações e ajustam suas experiências e estruturas preexistentes. Brincam de “faz-de-conta” e representam papéis da realidade do cotidiano e também de livros, filmes e programas da televisão. Nessa fase, com maior capacidade de concentração, paciência e persistência, se interessam por jogos com propostas simples, desenham e nomeiam os seus desenhos, mesmo não havendo semelhança com o que está sendo representado.

2 A LITERATURA INFANTIL

A literatura, assim como o livro infantil, são elementos particularmente importantes para o desenvolvimento da personalidade da criança, auxiliam na apreensão do mundo, desenvolvimento da sensibilidade e formação do gosto, das escolhas, noções imprescindíveis na vida adulta. Como disse Rudo Moric (apud GÓES, 1984) a literatura constitui uma arte, mas também representa um meio de educar o jovem leitor, desenvolver sua percepção estética do mundo, refinar suas qualidades, revelar sua inteligência, sua concepção do mundo, suas idéias, seu gosto (MORIC apud GÓES, 1984, p. 28). Na fase do desenvolvimento infantil abordada nesse estudo, idade pré-escolar, é bastante relevante a contação e leitura de histórias, pois auxilia no desenvolvimento de vocabulário, sendo também um elemento estimulante para a formação dos novos leitores. O desenvolvimento da leitura entre as crianças, como menciona GÓES, (1984, p.28), resultará em um enriquecimento progressivo no campo dos valores morais, no campo racional, no da cultura e da linguagem.


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3 ATIVIDADE COM AS CRIANÇAS

As crianças que colaboraram para o trabalho estão entre cinco e seis anos, e são estudantes do CID – Centro Integrado de Desenvolvimento, da cidade Porto Alegre-RS. A atividade consistiu em três principais momentos: a contação da história, a conversa sobre as passagens que mais chamaram atenção e, por fim o momento em que as crianças desenharam sobre o que ouviram. O primeiro momento foi quando a história foi contada. Devido às especificidades do estágio de seus desenvolvimentos, o texto foi sintetizado em suas partes mais significativas, pois assim a atenção dos ouvintes não se dispersou e possibilitou uma liberdade imaginativa a partir da contação. A história contada foi “O urso com música na barriga” do escritor gaúcho Érico Veríssimo.

3.1 Érico Veríssimo

Érico Veríssimo, escritor gaúcho de grande importância, nasceu em 1905, na cidade de Cruz Alta. Praticou diversas atividades antes de se dedicar à vida de escritor, em 1930. Fez traduções e colaborou com a Livraria do Globo até os anos 1950, ajudando a construir uma das maiores editoras da época, onde lançou vários livros, entre eles Clarissa e Olhai os lírios do campo. Em meados da década de 1930, Veríssimo passou a dedicar-se ao público infantil, e publicou obras como As aventuras do avião vermelho, A vida do elefante Basílio e O urso com música na barriga, aqui enfocada. No ano de 1939, apresentou um programa na Rádio Farroupilha, de Porto Alegre, que tinha como público, crianças. Esse programa, em que ele falava sobre literatura infantil, foi considerado uma ameaça à política do Estado Novo de Getúlio Vargas, por ser avaliado como transgressor, e por isso durou um curto período. Érico Veríssimo passou algumas temporadas nos Estados Unidos, uma delas na ocasião política do Estado Novo, retornando assim que houve a queda, em 1946, quando iniciou a obra O tempo e o vento, de extrema relevância e que só acabou em 1962.


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Em virtude de suas experiências fora do país, escreveu romances como O senhor embaixador e Incidente em Antares, crítica a ditadura brasileira. Após uma vida de enorme produção literária reconhecida pela sua qualidade, Érico Veríssimo morreu em 1975. Sintetizada, a história foi assim narrada pela autora deste, às crianças de cinco e seis anos do Centro Integrado de Desenvolvimento – CID.

3.1.1 O urso com música na barriga

Vivia em uma casinha no Bosque Perdido uma família de ursos, o Urso-Pardo, a UrsaRuiva e o filho deles, o Urso-Maluco. Um dia a Dona Ursa-Ruiva decide que vai pedir à Cegonha-Cor-de-Rosa uma ursinha no começo da primavera. O Urso-Maluco, menino muito travesso, quando ouviu o comentário da mãe correu para escrever uma carta para a Cegonha, nessa carta ele dizia que a mãe gostaria de um urso homenzinho e que tivesse música na barriga.

Figura 1: Desenho da Priscila.

Então, em uma tarde do começo da primavera, a Mãe Urso encontrou seu filhinho novo em cima da cama, no quarto de dormir. Foram três dias de muita festa no Bosque Perdido. Mas com o passar dos dias eles perceberam que, quando o ursinho queria alguma coisa ele não chorava como as outras crianças, mas sim tocava música. Ficaram preocupados! No entanto, o Urso-com-Música-na-Barriga foi crescendo e aprendendo a se comunicar com a sua família, e para cada coisa que sentia tocava uma música diferente em sua barriguinha.


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Todo mundo gostava do ursinho, só o Urso-Maluco que passava implicando com o irmão. Um dia, o Urso-Maluco pensou em pregar uma peça no lenhador, planejou colocar o irmão à beira da estrada, quando o lenhador passasse pensaria que o urso era de brinquedo, assim quando colocasse a mão para pegá-lo tomaria um susto. E assim o fez, porém o Ursocom-Música-na-Barriga estava dormindo e nem percebeu o que estava acontecendo. O lenhador pegou-o e quando o levava para casa apertou sem querer sua barriga e viu que saía uma musiquinha lá de dentro. Percebendo o quanto era interessante o ursinho, o lenhador vendeu-o para uma loja. O dono da loja o vendeu para um carroceiro, que o vendeu para uma loja de brinquedos da cidade vizinha. Então um menino muito rico, que passava na frente da loja, viu o urso e pediu-o ao pai, que o presenteou. O ursinho triste e com saudade da família passava os dias com o menino que o adorava, e pedia-lhe que tocasse músicas. No entanto, teve um dia em que o garoto curioso pegou uma tesoura afiada e estava decidido a descobrir o que fazia tocar a música na barriga do urso. Percebendo a intenção do garoto, o ursinho empurrou o menino e fugiu desesperado.

Figura 2: Desenho do Guili.

Correu, correu até que chegou ao campo, porém não fazia idéia de onde encontrar a sua família. Ao cair da noite, a lua avistou o Urso-com-Música-na-Barriga e mandou um recado à sua família pelo vento, avisando onde estava o ursinho perdido. Assim, todos se reencontraram, o Urso-Maluco pediu desculpas ao irmão e ficaram muito amigos.

Depois que a história foi contada, houve uma conversa com as crianças sobre o que havia sido imaginado durante a contação. Esse momento foi muito rico para a criação posterior dos desenhos, pois nessa hora eles levantavam hipóteses alternativas sobre os acontecimentos narrados e, a partir deles, foram surgindo novas pequenas histórias. Também


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foi nesse momento que se pode perceber quais as passagens que as crianças consideraram mais importantes.

Por fim, as crianças desenharam em folhas de papel Canson tamanho A3 com lápis de cor e posteriormente com caneta hidrocor. Durante essa etapa, em que eles desenhavam, continuou a conversa sobre a história, no entanto de forma reduzida para que eles pudessem se concentrar na expressão por meio dos desenhos.

4 CRIAÇÃO DOS DESENHOS DE SUPERFÍCIE

Após a feitura dos desenhos pelos colaboradores infantis, a autora desse artigo fez uma seleção das imagens produzidas, que referenciaram a composição de desenhos de superfície. A seleção foi feita pela observação do que as crianças expressaram em seus desenhos como sendo as partes mais relevantes da história. Uma passagem recorrente em diversos desenhos foi a que o garoto tentou cortar a barriga do “Urso-com-música-na-barriga” para descobrir de onde vinha a música que saía de dentro dele. Assim, as imagens foram vetorizadas e trabalhadas, permanecendo o caráter de desenhos infantis, no entanto adaptando-os para a proposta de desenhos de superfícies têxteis destinadas a pijamas infantis. Essas imagens trabalhadas a partir dos desenhos dos colaboradores são os motivos, figuras recorrentes na composição. Segundo Rüthschilling (2008),os motivos conferem o sentido ou tema da mensagem visual da composição, que varia de acordo com o grau de interpretação subjetiva, controlada pelo designer.


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Figura 3: Desenho da Adriana / vetorização do desenho da Adriana.

Figura 4: Desenho da Manuela / vetorização do desenho da Manuela.

Figura 5: Desenho da Priscila / vetorização do desenho da Priscila


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Com a composição dos motivos obteve-se o módulo, que é o espaço organizado visualmente, contendo todos os elementos do desenho para que seja possível a repetição.

Figura 6: Módulo do padrão azul “A curiosidade de Rafael”

Autora: Francine Dias, 2010.

Figura 7: Módulo do padrão bege “A curiosidade de Rafael”

Autora: Francine Dias, 2010.


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O padrão foi gerado pela repetição contínua do módulo. Esse padrão foi configurado de modo alinhado, em que as células são dispostas sempre na mesma orientação e de forma ortogonal.

Figura 8: Padrão azul “A curiosidade de Rafael”

Autora: Francine Dias, 2010.

Figura 9: Padrão bege “A curiosidade de Rafael”

Autora: Francine Dias, 2010.


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Após a criação dos desenhos de superfície, baseados neles, partiu-se para a proposição formal de roupas para dormir. Assim surgiu o “Pijama: A curiosidade de Rafael”, figuras 10 e 11.

Figura 10: Pijama infantil azul “A curiosidade de Rafael”

Autora: Francine Dias, 2010.

Figura 11: Pijama infantil bege “A curiosidade de Rafael”

Autora: Francine Dias, 2010.

As roupas são uma maneira de interação social, mas também uma forma de diferenciação de idade. Hoje se dá às crianças uma liberdade de aproveitar a infância e de explorar ao máximo suas capacidades e escolhas, incluindo a indumentária. A trajetória do


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vestuário infantil, até a Idade Média, fazia das crianças, miniaturas de adultos. Naquele período, a infância acabava por volta dos seis anos e a partir daí eram, como menciona LURIE (1997), crianças pequenas vestidas com todas as inconveniências da moda adulta: golas franzidas anquinhas, calções bufantes, mangas ornamentadas, saias compridas e pesadas, sapatos de salto alto e chapéus carregados de penas e flores. Somente no final do séc. XVIII as crianças começaram a usar vestimentas adequadas para as suas idades, devido a Jean-Jacques Rousseau que concedeu esse direito às crianças. A moda infantil contemporânea permite uma liberdade criativa, tanto para os designers que criam roupas repletas de significados, como para as crianças que as desfrutam. Esse momento é fértil para a proposta de roupas confortáveis que trazem em si valores culturais de outras áreas, no caso dessa pesquisa, da literatura infantil, com a obra do escritor Érico Veríssimo.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Pensa-se que a moda infantil, é um campo fértil para criações de elementos que estimulem significativamente as crianças. O presente artigo enfocou um aspecto dentre outros que podem ser abordados no sentido de dar às crianças, as possibilidades de explorarem o universo imagético que as cerca. A pesquisa significou um estimulo imaginativo e criativo para crianças participarem da feitura de um desenho, a partir de uma história que lhes é contada. É bastante significativo ter o desenho transformado em parte da sua vestimenta e estar presente no seu cotidiano de forma tão lúdica e ser co-autor da história que a própria roupa conta. Assim, esse artigo significa um ponto de partida para reflexão acerca das possibilidades criativas em torno do universo infantil. As roupas podem adquirir significantes infinitos pela perspectiva de designers interessados na elevação cultural das crianças.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

CALANCA, Daniela. História Social da Moda. São Paulo: Senac, 2008.


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DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho: desenvolvimento do grafismo infantil. 4ª ed. Porto Alegre: Zouk, 2010.

GÓES, Lúcia Pimentel. Introdução à literatura infantil e juvenil. São Paulo: Pioneira, 1984.

LIMA, Cecília, PALMIERI, Carla. Moda Infantil. Webjet, Edição 15, Páginas 38-39, out. 2010.

LURIE, Alison. A linguagem das roupas. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.

MARCHI, Diana. A literatura infantil gaúcha: uma história possível. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2000. PAPALIA, Diane E., OLDS, Sally W. O mundo da criança. São Paulo:Ed. Mcgraw-Hill, 2001

RÜTHSCHILLING, Evelise. Design de Superfície. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.

VERÍSSIMO, Érico. O urso com música na barriga. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2002

ZATZ, Sílvia. Brinca comigo!: tudo sobre brincar e os brinquedos. São Paulo: Marco Zero, 2006

ZILBERMAN, Regina (Org.). Pequeno dicionário da literatura do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Ed. Novo século, 1999.

_________. A produção cultural para a criança. 3ª Ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1986

_________. A literatura infantil na escola. São Paulo: Editora Global, 2ª ed., 1982.

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HORA DE DORMIR um olhar lúdico sobre o design de superfície têxtil na moda infantil  

Artigo desenvolvido para a conclusão do curso de pós-graduação em Moda, Criatividade e Inovação do Senac-RS.

HORA DE DORMIR um olhar lúdico sobre o design de superfície têxtil na moda infantil  

Artigo desenvolvido para a conclusão do curso de pós-graduação em Moda, Criatividade e Inovação do Senac-RS.

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