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Nº 438 - 14 de Janeiro de 2018 Fradelos/Vilarinho das Cambas Responsabilidade: Pe. António Machado paroquia.fradelos@sapo.pt Tlm. 917293284; Telef. 252494184

3º Domingo do Tempo Comum - 21 de Janeiro 1ª Leit. Jonas 3, 1-5. 10 «Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive e apregoa nela a mensagem que Eu te direi». Salmo Responsorial: 24 (25) Ensinai-me, Senhor, os vossos caminhos. 2ª Leit. 1 Cor 7, 29-31 O que tenho a dizer-vos, irmãos, é que o tempo é breve. Evang. Mc 1, 14-20 Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus.»

«Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens».

UM POVO QUE PRODUZA FRUTOS (www.dehonianos.pt) A liturgia do 3º Domingo do Tempo Comum propõe-nos a continuação da reflexão iniciada no passado Domingo. Recorda que Deus ama cada homem e cada mulher e chama-os à vida plena e verdadeira. A resposta ao chamamento de Deus passa por um caminho de conversão pessoal e de identificação com Jesus. A primeira leitura diz-nos – através da história do envio do profeta Jonas a pregar a conversão aos habitantes de Nínive – que Deus ama todos os homens e a todos chama à salvação. A disponibilidade dos ninivitas em escutar os apelos de Deus e em percorrer um caminho imediato de conversão constitui um modelo de resposta adequada ao chamamento de Deus. No Evangelho aparece o convite que Jesus faz a todos os homens para se tornarem seus discípulos e para integrarem a sua comunidade. Marcos avisa, contudo, que a entrada para a comunidade do Reino pressupõe um caminho de “conversão” e de adesão a Jesus e ao Evangelho. A segunda leitura convida o cristão a ter consciência de que “o tempo é breve”, que as realidades e valores deste mundo são passageiros e não devem ser absolutizados. Deus convida cada cristão, em marcha pela história, a viver de olhos postos no mundo futuro – quer dizer, a dar prioridade aos valores eternos, a converter-se aos valores do “Reino”.


Calendário das Celebrações TER. 16, 18h30 Rosário, 19h Eucaristia Adosinda Figueiras (aniv) e marido António Araújo (aniv) e família Conceição Gomes da Silva (aniv) Joaquim Dias Oliveira (aniv) e filho Joaquim Ferreira dos Santos (aniv), esposa, filho Isidro e nora Manuel Sousa Gomes (aniv), esposa e família António Dias Moreira e filhos Arminda Azevedo Silva e genro Joaquim Cruz Rodrigues e sogro Madalena, pai e sogro de Celeste Ferreira Manuel Gomes Reis Carneiro, esposa e filha Maria da Conceição da Silva, marido, filhos e genros Maria Oliveira Leitão Furtado e família Pe. José Hermínio Marinho Pinto, irmão e cunhadas QUA. 17, S. Antão, 18h30 Rosário, 19h Eucaristia Maria José Souto Ribeiro (aniv) Abílio Pereira dos Santos e esposa Adosinda Figueiras e marido António Costa Santos e família Helena Ferreira da Silva, sogros e cunhados Isménia Jesus Pereira Joaquim Pereira da Silva Xavier e Ana Ferreira de Figueiredo José Joaquim da Costa e Silva Manuel da Silva Figueiredo Manuel Passadiço e Laurentino Meira Maria de Lurdes Veloso Costa, marido e filho Pais, sogros e tios de Deolinda da Boeira

mãe e família Ventura Gomes Ferreira, esposa e filho SEX. 19, 18h30 Rosário, 19h Eucaristia Deolinda Azevedo Ferreira (aniv) Fernando da Costa e Silva (aniv) e tia Deolinda Carneiro Júlia Gonçalves da Silva e família Maria da Silva Lemos, marido e genros Maria Rosa Moreira Dionísio e família Pais de Irene Roriz Pedro Manuel Furtado Pelas Almas do Purgatório Adoração Eucarística e Vésperas SÁB. 20, S. Fabião e S. Sebastião, 18h15 Rosário, 19h Eucaristia, com Festa das Bem-Aventuranças do 7º ano da Catequese Ana da Costa Azevedo e marido António Costa Ferreira António José da Silva e Sá e família Beatriz Azevedo Fonseca e marido Deolinda Alves da Costa (aniv) e família Francisco Assis Ferreira dos Santos Joaquim Azevedo Cunha e Pereira (aniv) e esposa José Carneiro e esposa José Duarte F. Tão Cirne Manuel Campelo e esposa Manuel Flores dos Santos e pais Pelas Almas do Purgatório Sebastião Oliveira Santos e pais Valentim Torres Vivos e falecidos do Sapugal DOM. 21, 3º Domingo Comum, 7h30 Rosário 8h Eucaristia Maria Amélia Santos Campos, 30º dia Alzira da Costa Peniche Florinda Santos Silva e marido Francisco Assis Ferreira Santos e pais Idalina Silva Reis Joaquim Costa Pereira e pais José da Silva Torres, José Pinto e família Leonardo Silva Ilhão e pais Pai, sogros e tios de Alexandrina Carvalho Pais e sogros de Manuela Reis Pais, sogros e filha de Carolina Xavier

QUI. 18, 18h30 Rosário, 19h Eucaristia Ac. Gr. S. Rita, S. Bento e pelas Almas do Purgatório Alzira Alice Silva Padrão António Azevedo e Silva e esposa Camilo Santos Almeida e família Felisbina Carvalhosa e filho Felisbina Gonçalves da Silva e filho José Elísio Barreiras, esposa e família José Teixeira Maria Isabel da Costa e Silva Maria Urânea Ferreira dos Santos, marido, 11h Eucaristia


Agenda Atendimento-Cartório - Sexta-feira, das 16h às 18h. Reunião de Catequistas - Quinta-feira, às 21h. Bênção das Crianças - 4 de Fevereiro: realiza-se nas nossas comunidades na Eucaristia das 9h30 em Vilarinho e na Eucaristia das 11h em Fradelos. Para todas as crianças desde recém-nascidas até aos 4 anos de idade. Peço a todos os pais para fazerem a inscrição na sacristia, logo que possível! Arranjo floral da Igreja - Neste mês de Janeiro, a responsabilidade de contribuir para as flores é das pessoas do lugar da Corga. Impressos de intenções de missa - Já podem ser procurados na sacristia. Recibos dos Direitos Paroquiais - Quem pediu recibo referente ao ano de 2017 e ainda não o levantou, pode procurá-lo junto do sacristão.

O que é o Sacrário? Ou «tabernáculo» é o pequeno recinto, à semelhança de caixa ou armário, onde se guarda a Eucaristia depois da celebração, para que possa ser levada aos doentes ou dela possam comungar, fora da Missa, os que não puderam participar nela. A palavra «sacrário» indica que é o lugar onde se «guarda o sagrado». Tabernaculum, em latim, significa «tenda de campanha»: daí a Festa judaica dos Tabernáculos ou das Tendas de Israel e, sobretudo, a «tenda do encontro» que era o seu ponto de referência, ao longo da travessia do deserto. Agora, a verdadeira «tenda» é o próprio Cristo (cf. Heb 9,11.24), o Verbo que se fez carne e montou a sua tenda entre nós (cf. Jo 1,14). Nos primeiros séculos, guardava-se a Eucaristia em casas particulares, com todo o respeito, e, a seguir, ao construírem-se as igrejas, num anexo da sacristia, ou ainda, num cofrezinho dentro do presbitério. A partir do século XI, colocava-se este sacrário em cima do altar, ou melhor ainda, dentro de uma «pomba» dependurada sobre o altar. Presentemente, o sacrário não se coloca sobre o altar: «Por isso, em razão do sinal, convém mais à natureza da celebração que, no altar onde é celebrada a Missa e já desde o princípio, não exista a presença eucarística de Cristo pela Reserva das sagradas espécies no tabernáculo, uma vez que essa presença é o fruto da consagração, e como tal deve aparecer» (RCCE 6; EDREL 761). A Eucaristia reserva-se num só sacrário, em cada igreja ou oratório, colocado num lugar nobre e destacado, convenientemente adornado, inamovível, de matéria sólida e não transparente, fechado com chave, num ambiente que torne fácil a oração pessoal fora do momento da celebração e, portanto, o melhor local é numa capela separada. Junto ao sacrário, luz constantemente uma lâmpada, com a qual se indica e honra a presença de Cristo. A presença do Senhor no sacrário indica-se, além disso, se for o modo determinado pela autoridade competente, por meio do conopeu (véu do tabernáculo) (cf. IGMR 314-317; RCCE 9-11).


O que é o Tempo Comum? Além dos tempos que têm um carácter próprio, ficam 33 ou 34 semanas, no decurso do ano, em que não se celebra algum aspecto peculiar do mistério de Cristo, mas recorda-se sobretudo o próprio mistério de Cristo na sua plenitude, principalmente aos Domingos. Este período de tempo recebe o nome de Tempo Comum. «O Tempo Comum começa na Segunda-feira a seguir ao Domingo que ocorre depois do dia 6 de Janeiro e prolonga-se até à Terça-feira antes da Quaresma, inclusive; retoma-se na Segunda-feira a seguir ao Domingo do Pentecostes e termina antes das Vésperas I do Domingo I do Advento» (NG 44; in EDREL 673-674). O chamado Tempo Comum pode-se dizer que é uma novidade da reforma pós-conciliar. Antes, havia uma série de «Domingos depois da Epifania» e outra série de «Domingos depois do Pentecostes». Agora é uma única série com uma certa unidade, ao longo do ano. Sobretudo, há um elemento que lhe dá unidade: o Leccionário. O Leccionário dos Domingos, dividido em três ciclos anuais – A, B e C (com o «evangelista do ano») –, e o Ferial, em dois (anos Par e Ímpar). Esta leitura semi-continuada da Bíblia converte o Tempo Comum na melhor escola de fé para a comunidade cristã. O nome «Tempo Comum» – em latim, «tempus per annum» («tempo durante o ano») – não parece muito feliz, pela fácil associação a tempo «pouco importante» ou «anódino», mas esta designação impôs-se como distinção dos chamados «tempos fortes», do ciclo da Páscoa e do Natal, com a sua preparação (Quaresma e Advento) ou prolongamento («Tempo da Páscoa» e «Tempo do Natal»). Mas o Tempo Comum tem a sua particular importância. Em rigor é o tempo mais antigo, na organização do Ano cristão – a sucessão dos Domingos e das semanas, antes de terem surgido os vários ciclos –, e que, além disso, ocupa a maior parte do ano (trinta e três ou trinta e quatro semanas, das cinquenta e duas). Este tempo apresenta valores que não se podem esquecer: ajuda-nos a ir vivendo o mistério de Cristo na sua totalidade; acompanha-nos na tarefa de crescimento e maturação de tudo o que celebrámos no Natal e na Páscoa; põe em evidência a primazia do Domingo cristão; oferece-nos a escola permanente da Palavra bíblica; e faz-nos descobrir a graça do comum: a vida quotidiana vivida também como tempo da salvação.

Pensamento da Semana “O nome do Baptismo é também “iluminação”, porque a fé ilumina o coração, faz ver as coisas com outra luz.” Papa Francisco

Boletim nº 438  

14 de Janeiro de 2018

Boletim nº 438  

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