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Nº 441 - 04 de Fevereiro de 2018 Fradelos/Vilarinho das Cambas Responsabilidade: Pe. António Machado paroquia.fradelos@sapo.pt Tlm. 917293284; Telef. 252494184

6º Domingo do Tempo Comum - 11 de Fevereiro 1ª Leit. Lev 13, 1-2. 44-46 Todo o tempo que lhe durar a lepra, deve considerar-se impuro e, sendo impuro, deverá morar à parte. Salmo Responsorial: 31 (32) Sois o meu refúgio, Senhor; dai-me a alegria da vossa salvação. 2ª Leit. 1 Cor 10, 31 - 11, 1 Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo. Evang. Mc 1, 40-45 Veio ter com Jesus um leproso. Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe: «Se quiseres, podes curar-me». Jesus, compadecido, estendeu a mão, tocou-lhe e disse:

«Quero: fica limpo».

UM POVO QUE PRODUZA FRUTOS (www.dehonianos.pt) A liturgia do 6º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos um Deus cheio de amor, de bondade e de ternura, que convida todos os homens e todas as mulheres a integrar a comunidade dos filhos amados de Deus. Ele não exclui ninguém nem aceita que, em seu nome, se inventem sistemas de discriminação ou de marginalização dos irmãos. A primeira leitura apresenta-nos a legislação que definia a forma de tratar com os leprosos. Impressiona como, a partir de uma imagem deturpada de Deus, os homens são capazes de inventar mecanismos de discriminação e de rejeição em nome de Deus. O Evangelho diz-nos que, em Jesus, Deus desce ao encontro dos seus filhos vítimas da rejeição e da exclusão, compadece-Se da sua miséria, estende-lhes a mão com amor, liberta-os dos seus sofrimentos, convida-os a integrar a comunidade do “Reino”. Deus não pactua com a discriminação e denuncia como contrários aos seus projectos todos os mecanismos de opressão dos irmãos. A segunda leitura convida os cristãos a terem como prioridade a glória de Deus e o serviço dos irmãos. O exemplo supremo deve ser o de Cristo, que viveu na obediência incondicional aos projectos do Pai e fez da sua vida um dom de amor, ao serviço da libertação dos homens.


Calendário das Celebrações TER. 06, SS. Paulo Miki e Companheiros, Maria de Lurdes Costa Lopes Azevedo Maria Teresa Pereira Silva Ferreira 18h30 Rosário, 19h Eucaristia Pais e sogros de Manuel Barreiras António Dias Vinhas, 30º dia Serafim Oliveira e Silva, Felicidade e filho Rosa Alves da Costa (aniv) e marido Adelino da Silva Ferreira SÁB. 10, S. Escolástica, 18h15 Rosário, Adriano Sousa Moreira e filho 19h Eucaristia Albertina Ferreira Figueiredo e marido Ac. Gr. N. Senhora e B. Alexandrina Henrique Domingues Ferreira e família Ac. Gr. S. Luzia José Teixeira Arminda Azevedo Santos Manuel Flores dos Santos e família Camilo Salgado, esposa e filho Maria Piedade Martins e família Deolinda Azevedo Sousa, marido e família Virgílio Santos Martins e esposa Joaquim dos Santos e Silva e família Zulmira Azevedo Costa e marido José Manuel da Silva Xavier Eduardo Pereira da Silva Laura da Silva Santos e família Felisbina Gonçalves da Silva e filho Manuel da Silva Figueiredo e avós Joaquim Reis, pais e sogros Manuel Fernandes da Costa e Silva e José Joaquim da Costa e Silva esposa Maria Alice Ferreira de Almeida e família Maria Otília Carneiro Silva e família Mário Carvalhosa e mãe Maria Sá Araújo Dinis e pais Maria Teresa Pereira da Silva Ferreira QUA. 07, Não há Eucaristia Pais e sogros de José Carneiro Costa QUI. 08, S. Jerónimo Emiliano e S. Paulina Rosa da Costa, marido e filho Josefina Bakhita, 18h30 Rosário, 19h DOM. 11, 6º Domingo Comum, 7h30 Eucaristia Agostinho Dias dos Santos (aniv) e família Rosário Eva Carneiro Oliveira (aniv) e marido 8h Eucaristia Júlia da Silva Neves (aniv) Artur Moreira (aniv) Alzira Costa Peniche Serafim Ferreira de Lima (aniv) e esposa Guilhermina Santos Silva, Laurentino Antó- Ana da Costa Oliveira, mãe e tia Beatriz Gonçalves Silva e marido nio de Jesus e José Carvalho Familiares de Joaquina Ferreira Helena Ferreira da Silva Francisco de Assis Xavier Lúcia Andrade Costa e família Irmãos vivos e falecidos da Confraria da Manuel da Silva Ferreira e família Senhora do Rosário Maria Isabel da Costa e Silva Jaselino Loureiro e Alzira Loureiro Maria Reis Costa, pais e sogros José Gomes de Almeida Mário Campos Carvalho José Maria, Gentil e esposa Olinda Ferreira Lima e marido Laurindo Oliveira Dias SEX. 09, 18h30 Rosário, 19h Eucaristia Manuel Gonçalves Queirós e pai Albina Ferreira Peniche, marido e família Maria de Fátima de Oliveira e Sousa António Gonçalves e família Maria José Lopes Correia, marido e filho Carlos Jorge Silva Alves e tio Pais e sogro de José Luís Celestino Veloso e filho Eduardo Pereira da Silva Gracinda da Costa Gonçalves e família

11h Eucaristia, com Baptismo de Martim Moreira Gonçalves


Agenda Atendimento-Cartório - Esta semana não haverá. Retomamos na próxima semana. Informação - De Segunda a Sexta, estarei ausente para um tempo de descanso. Para algum serviço pastoral urgente, os nossos sacristãos farão o contacto com o sacerdote que me substitui. Reunião de Catequistas - Quinta-feira, às 21h. Um apelo, que gostava um dia não fosse necessário fazer: Catequistas, não faltem à reunião. Claro que se compreendem razões válidas para pontualmente não estar presente. Mas que não seja qualquer motivo a justificar a ausência. A nossa missão evangelizadora terá mais qualidade se não perdermos este sentido de pertença ao grupo! Não duvidemos disto. E o conjunto dos Catequistas, como um grupo unido e participativo, é indispensável no seio de qualquer comunidade cristã. Reunião do Conselho Pastoral Paroquial - Sexta-feira, às 21h. Convido à presença de todos os membros na nesta reunião! Em caso de ser mesmo impossível a minha presença, devo

fazer substituir-me por alguém capaz do grupo-movimento que represento. Peço para procurarem a agenda para reunião este fim-de-semana, na sacristia. Reunião da LIAM - Sábado, dia 10, às 17h30. CPM - Os casais animadores iniciam já este Domingo a preparação. Os encontros com os noivos terão início logo a seguir à Páscoa. Oportunamente, anunciarei as datas. Entretanto, peço a todos os noivos que já marcaram ou vão marcar o seu matrimónio para este ano de 2018, o favor de procurar no cartório ou junto do pároco a ficha de inscrição no CPM e também para tratar de outros assuntos práticos. Grupo Coral Sénior: Apelo - Pede a todas as pessoas que desistiram do grupo coral e têm consigo Livros "A IGREJA CANTA", o favor de os devolver, porque estão a fazer falta, para outras pessoas que entraram para o grupo. Fazemos o apelo, também, para a aquisição de novos elementos, principalmente homens, para a voz dos Baixos. Os ensaios são à Quinta-feira, às 21h. Aceitam-se - Encomendas de bolos, pão-de-ló e pão doce. Também rissóis, mistos e panados. Contactar José Dias, tel 935 383 405.

“O Relógio da Família” A edição de 2018 d' “O Relógio da Família” vai decorrer na Casa da Torre, em Soutelo, Vila Verde, em dois fins-de-semana: 24 e 25 de Fevereiro e 21 e 22 de Abril. A iniciativa começa às 9h do respectivo Sábado e termina às 17h do Domingo seguinte. Sob o lema “Ver Melhor, Viver Mais: A Dois”, a iniciativa destina-se a casais e tem como propósito último “tornar a relação em casal mais profunda e criativa”. “O Relógio da Família” inspira-se nos Exercícios Espirituais propostos por Santo Inácio de Loyola, mas adaptados à vida de casal e familiar. Divididos em “sete tempos”, com objectivos concretos e uma dinâmica própria, são eles: A História de Graça da nossa família; Matrimónio, onde estás?; Que família somos?; Decisões e liberdades; Desgastes, crises e danos; Reconciliação; O projecto da nossa família. “No final, espera-se que cada casal tenha elaborado o seu próprio projecto de família, uma espécie de Constituição da vida familiar, que resulta das decisões comuns e da sua própria identidade, definindo um rumo claro para o seu modo de viver”, esclarece a organização. As inscrições para a 5.ª edição d' “O Relógio da Família” já estão abertas e podem ser feitas directamente na Casa da Torre, via telefónica (253 310 400) ou através de e-mail (casadatorre@jesuitas.pt).


Viver com alegria S. Paulo inclui a alegria entre os frutos do Espírito Santo (Gl 5,22-23) que o Cat. (1832) define como perfeições que o Espírito forma em nós como primícias da glória eterna. A alegria é uma realidade espiritual difícil de descrever, porque faz parte do mistério. Brota do coração dos santos e dela deram testemunho os primeiros cristãos (Act 2,46), S. Estêvão no seu martírio (Act 7,55), S. Francisco de Assis ao cantar as maravilhas da natureza, S. Teresa de Lisieux na sua via de infância espiritual, Madre Teresa de Calcutá ao cuidar dos mais pobres dos pobres, e sobretudo a Virgem Maria, no seu Magnificat (Lc 1,47). Só o pecado, próprio ou alheio, pode perturbar a alegria, que por sua vez cresce e irradia com a graça e amor de Deus. A própria cruz de cada um, aceite em união com a de Cristo, pelo seu valor redentor, é causa de alegria. A alegria é comunicativa e deve acompanhar toda a actividade apostólica, como os Apóstolos depois de terem sofrido pelo nome de Jesus Cristo (Act 5,41). Na carta apostólica Dies Domini, no cap. IV, depois de proclamar o Domingo dia da Alegria João Paulo II diz que a alegria é de certo modo uma virtude a cultivar. Tempo especial de alegria é a Páscoa, em que a liturgia nos convida à alegria pascal, de que a aclamação própria é Aleluia. Paulo VI, por ocasião do Jubileu de 1975, publicou uma bela carta sobre a alegria cristã, Gaudete in Domino (9.5.1975).

Sugestão de Leitura: "A Cruz Escondida" A Fundação Ajuda a Igreja que Sofre (AIS), organismo solidário católico ligado à Santa Sé, lançou o livro ‘A Cruz Escondida’ para assinalar 70 anos de missão junto das comunidades cristãs mais perseguidas em todo o mundo. Em entrevista à Agência ECCLESIA, durante a apresentação da obra em Lisboa, a directora do secretariado português da AIS realça uma obra que “ajuda a assinalar esta data” através de “70 rostos, 70 histórias” recolhidas dos vários países onde a Fundação realiza o seu trabalho. Por um lado, “dar voz a todas as pessoas que não têm voz e que vivem nestes países onde há perseguição aos cristãos”, e depois “lembrar” todos quantos hoje “estão no terreno a ajudar essas comunidades”. “Homens e mulheres extraordinários, padres, irmãs, leigos, verdadeiros heróis do tempo moderno que com as suas atitudes, com os seus gestos e apoios, ajudam a suportar todas as necessidades que as pessoas vão tendo”, realça Catarina Martins. Iraque, Paquistão, Nigéria, Filipinas, Síria, República Centro-Africana, Sudão do Sul, Coreia do Norte, Iémen e Mianmar são alguns dos países representados nesta publicação.

Pensamento da Semana “Uma das enfermidades do tempo moderno é a pouca capacidade de escuta.” Papa Francisco

Boletim nº 441  

04 de Fevereiro de 2018

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04 de Fevereiro de 2018

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