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REVISTA DIGITAL - Preservando o meio ambiente

ANO I Nº 3 JUL/SET Distribuição dirigida

FORNECEDORES REVISTA

G O V E R N A M E N T A I S

APLICAÇÃO DE ASFALTO ECOLÓGICO NESTA EDIÇÃO Demolidoras Pavimentação Perfuração Telecomunicações

Confira nesta edição

DICAS DE LICITAÇÃO www.fornecedoresgovernamentais.com.br


Editorial

FORNECEDORES REVISTA

G O V ERN A M EN TA I S

Prezado Fornecedor

EXPEDIENTE Diretor Executivo Ely Ramos ely@fornecedoresgovernamentais.com.br

Diretor Comercial Nestor Monteiro nestor@fornecedoresgovernamentais.com.br

Arte e Criação Richard Sakaguchi richard@hyperideias.com.br

Departamento Comercial Gerente de Contas - Patrícia Domingues Gerente de Contas - Ramily Mateó FORNECEDORES GOVERNAMENTAIS – Catálogo Nacional é uma revista dirigida aos ORGÃOS de ADMINISTRAÇÃO PUBLICA MUNICIPAL, ESTADUAL e FEDERAL, mostrando informações sobre produtos, serviços e tecnologias. A Revista Fornecedores Governamentais – Catálogo Nacional é distribuída nominalmente e gratuitamente para os departamentos de compras, diretores de licitações e compras, Secretários de (Obras, Habitação, Saúde, Transporte, Administração, Saneamento e Etc.), Autarquias e prestadores de serviços para administração pública. A Revista Fornecedores Governamentais é uma publicação bimestral da E. R. Pro. Art. Ltda. Rua Cristóvão Bezerra Dantas, 531 Parque Vitória CEP: 02270-010 São Paulo - SP s TEL 11 2679-9160 A Revista Fornecedores Governamentais – Catálogo Nacional não intervirá em questões referentes a marcas e patentes por material de inserção e matéria publicada fornecida pelo anunciante.

Para anunciar ligue: 11 3294-9768 CADASTRE-SE ATRAVÉS DO PORTAL www.fornecedoresgovernamentais.com.br

Revista Fornecedores Governamentais - Catálogo Nacional, é uma publicação trimestral dirigida ao setor Publico. Sua distribuição é controlada e ocorre em todo o território nacional, além de gratuita e entregue apenas a leitores previamente qualificados. As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicados refletem unicamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte da Revista Fornecedo res Governamentais - Catálogo Nacionall, quaisquer outros envolvidos nessa publicação. As pessoas que não constarem no expediente não têm autorização para falar em nome da Re vista Fornecedores Governamentais - Guia Nacional ou para retirar qualquer tipo de material se não possuírem em seu poder carta em papel timbrado assinada por qualquer pessoa que conste do expediente. Todos os direitos reservados. É proibida qualquer forma de reutilização, distribuição, reprodução ou publicação parcial ou total deste conteúdo sem prévia autorização da Revista Fornecedores Governamentais - Catálogo Nacional. Revista Fornecedores Governamentais - Catálogo Nacional É uma empresa de comunicação dirigida aos negócios de importantes setores da economia bra sileira: Tecnologia da Informação, Finanças, Repartições Públicas. A Revista Fornecedores Governamentais - Guia Nacional se posiciona, como uma empresa de comunicação, servindo a importantes setores da economia brasileira através de diferentes tipos de mídia. Sua estrutura organizacional e modelo de negócios foram concebidos em linha com os maiores grupos internacionais de Media. As receitas da empresa são formadas pela venda de espaços publicitários em suas publicações impressas, portais na internet, bem como cotas de patrocínio em seus foruns e conferências. O Plano de Expansão da companhia vem sendo desenvolvido por meio da exploração de opor tunidades de crescimento orgânico através do lançamento de novos produtos ao longo dos anos e por aquisições, destacando-se a do setor de Revista Fornecedores Governamentais, com seu Guia Nacional. A Revista Fornecedores Governamentais - Catálogo Nacional, produz e distribui conteúdo de alto valor agregado para audiências previamente qualificadas, integrando comunidades de negócios (compradores e vendedores), por meio dos seguintes tipos de mídia:

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AMBULÂNCIAS

PAVIMENTAÇÃO

PERFURAÇÃO

ASFALTO ECOLÓGICO Somente dois das centenas de milhares de quilômetros asfaltados de nossas rodovias são diferentes dos outros. São ecológicos, feitos a partir de pneus reciclados. Esse é o mote para comentar um dos grandes problemas ambientais modernos - a reutilização de pneus e câmaras de ar velhos.


INOVAÇÕES INOVAÇÕESNO NO ASFALTO ECOLÓGICO SANEAMENTO BÁSICO Somente dois das centenas de milhares de quilômetros asfaltados de nossas rodovias são diferentes dos outros. São ecológicos, feitos a partir de pneus reciclados. Esse é o mote para comentar um dos grandes problemas ambientais modernos - a reutilização de pneus e câmaras de ar velhos.

Só 10% dos pneus fabricados no Brasil são reaproveitados. O Conama quer impedir que os pneus continuem sendo os vilões do meio ambiente no país. Em uma experiência inédita no país, uma rodovia está sendo pavimentada com asfalto ecológico - informa a Agência Brasil. O trecho da BR 116 que passa por Guaíba/RS, entre os quilômetros 318 e 320, empregará um novo produto, feito à base de pneus velhos. Para cada quilômetro, 700 pneus serão derretidos e adicionados a uma mistura asfáltica. De acordo com a equipe responsável pelo projeto, formada por cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), esse material é mais seguro e resistente. Por se adaptar melhor às variações climáticas e absorver melhor o peso dos veículos, ele dura mais e exige menos reparos. Como tem borracha em sua composição, garante melhor aderência em pista molhada. Reduzir, reciclar, reutilizar. O Brasil não conjuga esses verbos como deveria. Esses três "erres" são alguns dos preceitos básicos definidos pela Agenda 21 para se alcançar o desenvolvimento sustentável e preservar o meio ambiente. O professor da USP Sabetai Calderoni calcula que desperdiçamos R$ 4,6 bilhões ao ano porque, em vez de reciclar, nossos recursos vão parar no lixo e ponto final. Estamos entre os campeões mundiais na reciclagem de latinhas de alumínio, mas o mesmo não ocorre com o vidro, o plástico, o ferro e, em especial, os pneus que produzimos. Eles são os vilões da reciclagem no país: só 10% dos nossos pneus são reaproveitados. Para piorar, grande parte dessa borracha é exportada e somente no exterior vira sola de sapato ou é usada na fabricação de asfalto. A resolução 258 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que, a partir de 1.o de janeiro de 2002, de cada quatro pneus novos, fabricados no país ou importados, um terá que ser reciclado. Para vencer o déficit acumulado durante anos a fio em que pneus eram simplesmente jogados em lixões, a medida é progressiva. Já em 2005, para cada quatro pneus, os fabricantes e importadores deverão dar um destino ambientalmente correto, como a reciclagem, a cinco pneus. O surgimento dos pneus de borracha fez com que fossem substituídas as rodas de madeira e ferro, usadas emcarroças e carruagens desde os primórdios da História. Esse grande avanço foi possível quando o norte-americano Charles Goodyear inventou o pneu ao descobrir, o processo de vulcanização da borracha quando deixou o produto, misturado com enxofre, cair no fogão. Mal sabia ele que sua invensão revolucionaria o mundo. Entre as suas potencialidades industriais, além de ser mais resistente e durável, a borracha absorve melhor o impacto das rodas com o solo, o que tornou o transporte muito mais prático e confortável. Porém, juntamente com a revolução no setor dos transportes, a utilização dos pneus de borracha trouxe consigo a problemática do impacto ambiental, uma vez que a maior parte dos pneus descartados está abandonado em locais inadequados, causando grandes transtornos para a saúde e a qualidade de vidas humanas. Segundo organizações internacionais, a produção de pneus novos está estimada em cerca de 2 milhões por dia em todo o mundo. Já o descarte de pneus velhos chega a atingir, anualmente, a marca de quase 800 milhões de unidades. Só no Brasil são produzidos cerca de 40 milhões de pneus por ano e quase metade dessa produção é descartada nesse período. Medidas mitigadoras do Impacto Ambiental Uma forma encontrada para amenizar esse impacto foi a utilização das metodologias de reciclagem e reaproveitamento. Entre elas, a recauchutagem tem sido um mecanismo bastante utilizado para conter o descarte de pneus usados. O Brasil ocupa o 2o lugar no ranking mundial de recauchutagem de pneus, o que lhe confere uma posição vantajosa junto a vários países na luta pela conservação ambiental. Esta técnica permite que o recauchutador, seguindo as recomendações das normas para atividade, adicione novas camadas de borracha nos pneus velhos, aumentando, desta forma, a vida útil do pneu em 100% e proporcionando uma economia de cerca de 80% de energia e matéria-prima em relação à produção de pneus novos.



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