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Festa de Santo Antônio de Roça Grande - 2014 Santo Antônio, um santo de alma simples!

Santuário Arquidiocesano de Santo Antônio

Roça Grande - Sabará - Minas Gerais


Palavra dos Padres Aos meus queridos paroquianos e romeiros. Estamos vivendo um tempo da graça de Deus, pois estamos vivendo a experiência da fé e da oração, através da nossa devoção a Santo Antônio de Roça Grande. Assim, penso que a oração não se mede pela casca, mas pelo conteúdo de nosso diálogo com Deus e sua presença em nós. Aliás, a oração pedindo coisas materiais mostra-nos que até nas coisas materiais queremos depender de Deus. Há momentos em que queremos o socorro imediato, senão estamos perdidos. O desespero em certas situações faz-nos gritar a Deus. Pois, sabemos, mesmo que não tenhamos muita fé nem devoção, Deus é nosso último refúgio. Não tenhamos remorso de chamar a Deus quando sentimos que não merecemos, pois Ele nos tem sempre a todos como filhos e filhas amadas. Às vezes clamamos tanto e não somos ouvidos. Aí nos revoltamos. Ele sempre nos dá o melhor, mesmo que, para nós, tal não pareça o melhor. Assim, penso que a maior graça que Deus nos dá quando não recebemos o que pedimos é a capacidade de viver a situação dolorosa que enfrentamos. Deus não dá um sofrimento que não possamos carregar. E lembremo-nos de não nos revoltar quando não formos atendidos, pois a oração não é para convencer a Deus, mas para convencer-nos a respeito de Deus. Contudo, que possamos celebrar nossa devoção a Santo Antônio de Roça Grande, com muito carinho, fé e muita oração. Confiando na graça de Deus e no seu amor para com cada um de nós. Deus vos abençoe e proteja sempre. Santo Antônio... Rogai a Deus por nós... Reitor/ Pároco: Pe. Flávio da Silva Ramos Vigário Paroquial: Pe. Clárison da Silva Avelar


Programação da Festa

21º FORRÓ DE SANTO ANTÔNIO 31 de maio – Sábado

O que não falta são guloseimas nessa tal Festa Junina Tem quentão e tem canjica pros meninos e pras meninas. A partir das 19h com a participação das quadrilhas: Arraia da Tia Eni/ Arraiá Arriba Saia (Fátima)/ Arraiá do Batatão (Roça Grande)/ Arraiá do Morro(Rosário)/ Arraiá do Sol Nascente(Santa Luzia) e Associação Cultural de Quadrilhas Nova Geração (Itacolomi)/ Arraiá do Corgão e Quadrilha Maluca. Têm comidas típicas e muita animação no Pátio da Igreja Nova de Santo Antônio.

CARREATA DE SANTO ANTÔNIO 1º de junho – Domingo

Missa às 09h Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos Em seguida Carreata de Santo Antônio. Percurso da Carreata: Saindo da Igreja Nova de Santo Antônio; Av. Dr. Henrique de Melo / Praça da Ermida de Santo Antônio/ Rua Santo Antônio / Rua Santana – Sentido Olaria / Rua Serafim Mota Barros / “Rotatória” /Rua Ricardinho / Rua Benfica /Rua Maria da Conceição - “Capela de Sant’ana” / Rua Santana – sentido ponte / Rua José Sebastião Viana / Avenida Expedicionário Romeu Juscelino Dantas / Avenida Prefeito Vitor Fantini / Avenida Perimetral / Rua Presidente Juscelino Kubitschek - “Rotatória” / Rua Beira Rio / Avenida Perimetral / Praça da Matriz Nossa Senhora da Conceição / Rua Marques de Sapucaí / Rua Professor Zoroastro Viana Passos / Rua do Carmo / Rua Borba Gato /Praça da Matriz Nossa Senhora do Rosário/ Rua São Pedro / Rua Kaquende / Avenida Expedicionário Romeu Jerônimo Dantas / Avenida Dr. Henrique de Melo / Chegando a Praça da Ermida de Santo Antônio/ Retornando a Igreja Nova de Santo Antônio onde haverá bênção dos carros.

BANDEIRA DE SANTO ANTÔNIO

18h – Procissão da Bandeira de Santo Antônio, saindo da casa de Maria Cândido (Dona PRETA) em direção ao Santuário onde haverá: Missa às 19h – Igreja Nova, seguida de levantamento da Bandeira. Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos, Pároco e Reitor do Santuário. Homenageados: Todos os devotos de Santo Antônio.


Abertura da Trezena

Todos os dias às 18h30, na Igreja Nova, haverá reza do Terço e Ladainha de Santo Antônio.

1º dia da Trezena – 2 de junho – Segunda-feira

Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, LÍRIO DE PUREZA Preside: Monsenhor Éder Amantéa, Paróquia Coração Eucarístico de Jesus - Belo Horizonte Participação Especial: Comissão da Festa 2014 e seus familiares Ofertório: Detergente (Lava louça)

2º dia da Trezena – 3 de junho – Terça-feira

Missa às 8h Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, FIDELÍSSIMO FILHO DE SÃO FRANCISCO Preside: Pe. Marcos Eurélio França Rocha, Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Mantiqueira/BH Participação Especial: Moradores da Comunidade Rosário II e III Ofertório: Desinfetante (Tipo Pinho sol)

3º dia da Trezena – 4 de junho – Quarta-feira

Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, ÍNTIMO AMIGO DO MENINO JESUS Preside: Pe. Mateus Lopes, Santuário Nossa Senhora da Piedade - Caeté Participação Especial: APAE/Sabará – Moradores da Caieira – Moradores da Catita – Rua P, Rua Santa Efigênia, Rua José Sebastião Viana, Rua São Marcos, e ruas adjacentes próximas ao Hospital FHEMIG. Ofertório: Farinha de trigo (sem fermento)

4º dia da Trezena – 5 de junho – Quinta-feira

Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, SERVO DE MARIA Preside: Pe. Ivan Eustáquio de Souza, Paróquia Santa Teresinha, Belo Horizonte Participação Especial: Escola Estadual Maria Elizabeth Viana – Moradores da Olaria Ofertório: Óleo de Soja


5º dia da Trezena – 6 de junho – Sexta-feira

Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, AMIGO DA POBREZA Preside: Dom Luiz Gonzaga Fecchio, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte Participação Especial: Comunidade da Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Siderúrgica) – Grupo SACI – Terço dos Homens. Ofertório: Feijão carioca


6º dia da Trezena – 7 de junho – Sábado

Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, SACERDOTE SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS Preside: Pe. José Marcilon da Silva, Vigário Episcopal da Região Episcopal Nossa Senhora da Piedade, Paróquia Nossa Senhora do Pilar - Nova Lima Participação Especial: Moradores Alto Santo Antônio – Moradores da Comunidade Rosário I Ofertório: Café

FESTA DE PENTECOSTES 7º dia da Trezena – 8 de junho – Domingo Missa às 8h Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos Missa às 10h Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos Missa 19h Tema: SANTO ANTÔNIO, PREGADOR INFATIGÁVEL DO REINO DE DEUS Preside: Pe. Carlos Antônio da Silva Participação Especial: Pastoral litúrgica, Catequética, da Juventude e Ministérios do Santuário – Hospital FHEMIG. Ofertório: Detergente (Lava louça)

8º dia da Trezena – 9 de junho – Segunda-feira Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, MODELO DE OBEDIÊNCIA Preside: Pe. João Carlos da Silva, Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Sabará) Participação Especial: Prefeitura Municipal - Escola Municipal Padre Geraldo de Souza – Escola Municipal Maria Célia de Freitas Ofertório: Desinfetante (Tipo Pinho sol)

9º dia da Trezena – 10 de junho – Terça-feira

Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, DOUTOR ILUSTRE DA IGREJA Preside: Pe. Danil Marcelo dos Santos, Paróquia Santa Luzia (Santa Luzia) Homenageados: Comunidade da Cidade de Santa Luzia


Participação Especial: 130 Antônios (Pessoas que tem no nome ou sobrenome “Antônio ou Antônia” em homenagem a Santo Antônio) Ofertório: Óleo de Soja

10º dia da Trezena – 11 de junho – Quarta-feira Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO,PROTETOR DA FAMÍLIA Preside: Pe. Manoel Godoy, Uso de Ordem Participação Especial: Moradores das Ruas: Bom Jardim, Dom Bosco, Dona Efigênia, Alpes, Padre Eimar, Orleans, Jotinha e adjacências. – Comunidade da Paróquia São Sebastião (General Carneiro) Ofertório: Farinha de Trigo (sem fermento)

11º dia da Trezena – 12 de junho – Quinta-feira Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, MODELO DE FÉ Preside: Dom Wilson Luís Angotti Filho, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte. Participação Especial: Comunidade Condomínio Mangueiras (TENDA) – Comunidade da Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Centro) e Faculdade de Sabará – UNIPAC Ofertório: Guardanapo de papel / Papel Toalha


FESTA DO DIA DE SANTO ANTÔNIO 12º dia da Trezena – 13 de junho – Sexta-feira 6h – Alvorada com fogos em honra a Santo Antônio Missa às 7h Preside: Pe. Fernando César do Nascimento, Santuário Nossa Senhora da Piedade (Serra da Piedade) Missa às 9h Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos Missa às 11h Preside: Dom João Justino de Medeiros Silva, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte Às 12 horas, pedimos para que cada morador solte um foguete em honra a Santo Antônio Missa às 15h, seguida da Procissão de Santo Antônio. Preside: Pe. Antônio Caetano Evangelista, Uso de Ordem Trajeto da Procissão: Igreja Nova de Santo Antônio / Av. Dr. Henrique de Melo / Praça da Ermida de Santo Antônio / Rua Santo Antônio / Rua V / Rua Maria da Conceição / Rua Santana / Rua Santo Antônio / Praça da Ermida de Santo Antônio/ Avenida Dr. Henrique de Melo / Igreja Nova de Santo Antônio. Missa às 17h Preside: Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte. Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, AQUELE QUE SABE PARTILHAR. Preside: Pe. Antônio Caetano Evangelista, Uso de Ordem Homenageados: Todos os Romeiros e Devotos. Participação Especial: Apostolado da Oração/ Infanto Juvenil do Apostolado da Oração, Encontro de Casais com Cristo, Grupo de Oração Arca da Aliança, Mãe Rainha, Projeto Pão de Santo Antônio, Projeto 4 Operações e Vicentinos. Ofertório: Desinfetante (Tipo Pinho Sol)


13º dia da Trezena – 14 de junho – Sábado Missa às 19h30 Tema: SANTO ANTÔNIO, E A FÉ NA EUCARISTIA. Preside: Pe. Clárison da Silva Avelar, Paróquia Santo Antônio (Roça Grande). Participação Especial: Corpo de Bombeiros – Guarda Municipal – Polícia Civil – Polícia Militar Ofertório: Óleo de Soja

ENCERRAMENTO DA FESTA DE SANTO ANTÔNIO - 2014 15 de junho - Domingo Missa às 7h Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos Missa às 9h Preside: Pe. Frei Lázaro de Freitas, OFMCap, Uso de Ordem Missa às 11h Preside: Pe. Lourival Felipe Soares, Paróquia São José (Confins) Missa às 15h Preside: Pe. Rogério Messias dos Santos, Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Sabará) Trajeto da Procissão: Igreja nova de Santo Antônio / Av. Dr. Henrique de Melo / Praça da Ermida de Santo Antônio / Rua Santo Antônio / Rua Santana / Rua São Pedro / Rua São Paulo / Rua Santana / Rua Santo Antônio / Praça da Ermida de Santo Antônio / Av. Dr. Henrique de Melo / Igreja Nova de Santo Antônio. Missa às 17h – Encerramento das festividades e anuncio dos novos festeiros... Preside: Pe. Flávio da Silva Ramos Participação Especial: Todos os colaboradores da Festa de Santo Antônio 2014


Orações a Santo Antônio

Ato de consagração a Santo Antônio

Ó grande e bem-amado Santo Antônio de Roça Grande! Vosso amor a Deus e ao próximo, vosso exemplo de vida cristã, fizeram de vós um dos maiores Santos da Igreja. Eu vos suplico tomar sob vossa proteção valiosa minhas ocupações, empreendimentos, e toda a minha vida. Estou persuadido de que nenhum mal poderá atingir-me enquanto estiver sob vossa proteção. Protegei-me e defendei-me: sou um pobre pecador. Recomendai minhas necessidades e apresentai-vos como meu medianeiro a Jesus, a quem tanto amais. Por vosso mérito, ele aumente minha fé e caridade, console-me nos sofrimentos, livre-me de todo mal e não me deixe sucumbir na tentação. Ó Deus poderoso, livrai-me de todo o perigo do corpo e da alma. Auxiliado continuamente por vós, possa viver cristãmente e santamente morrer. Amém. 

Oração a Santo Antônio em ação de graças Glorioso taumaturgo Santo Antônio de Roça Grande, pai dos pobres e consolador dos aflitos, que com tanta solicitude viestes em meu auxílio e assim me consolastes; eis-me a vossos pés para vos trazer o meu agradecimento. Aceitai-o junto com a promessa, que vos renovo, de viver sempre no amor de Jesus e do próximo. Continuai a me conceder vossa proteção e obtende-me a graça final de poder entrar um dia no céu para cantar convosco as divinas misericórdias. Assim seja. 

Cinco Minutos diante de Santo Antônio Há quanto tempo te esperava, oh! alma devota, pois bem conheço as graças de que necessitas e que queres que eu peça ao Senhor. Estou disposto a fazer tudo por ti; Mas, filho, dize-me uma a uma todas as tuas necessidades, pois desejo ser o intermediário entre tua alma e Deus, com o fim de suavizar teus males. Sinto a aflição de teu coração e quero unir-me às tuas amarguras. Desejas o meu auxílio no teu negócio..., queres a minha proteção para restituir a paz na tua família..., Tens desejo de conseguir algum emprego..., Queres ajudar alguns pobres..., alguma pessoa necessitada..., queres a tua saúde ou a de alguém a quem muito estimas? Coragem, que tudo obterás. Agradam-me também as almas sinceras que tomam sobre si as dores alheias, como se fossem próprias. Mas eu bem vejo como desejas aquela graça que há tanto tempo me pedes. Tem fé que não tardará a hora em que hás de obtê-la. Uma coisa, porém, desejo de ti. Quero que sejas mais assíduo ao Santíssimo Sacramento; Mais devoto para com a nossa Mãe, Maria Santíssima;


Quero que propagues a minha devoção e ajudes meus pobres. Oh! Quanto isso me agrada ao coração! Não sei negar nenhuma graça àqueles que socorrem aos outros por meu amor, e bem sabes quantos favores são obtidos por esse meio. Quantos, com viva fé, têm recorrido a mim com o pão dos pobres na mão e são atendidos! Invocam-me para ter êxito feliz em um negócio, para achar um objeto perdido, para obter a saúde de uma pessoa enferma, para conseguir a conversão de alguém afastado de Deus, e eu, por amor dos meus pobres cuja miséria está a meu cargo, obtenho de Deus tudo o que pedem e ainda muito mais. Temes que eu não faça outro tanto por ti? Não penses nisso, porque prezo muito as prerrogativas concedidas por Deus de ser o Santo dos milagres. Muitos outros, como tu, têm precisado de mim e temem pedir-me, pensando que me importunam. Quanto és tímido, meu bom amigo! Leio tudo no fundo do coração e a tudo darei remédio; Hei de obter as graças, não temas. Agora, volta às tuas ocupações e não te esqueças do que te recomendei; Vem sempre procurar-me, porque eu te espero; Tuas visitas me hão de ser sempre agradáveis, porque amigo afeiçoado como eu não acharás. Deixo-te no Coração Sagrado de Jesus e também no de Maria e no de São José. Rezar um Pai Nosso, Ave-Maria e Glória.


Bênção de Santo Antônio A nossa proteção está no nome do Senhor Que fez o céu e a terra Rogai por nós Santo Antônio de Roça Grande Para que sejamos dignos das promessas de Cristo Oremos:  Senhor Deus, nós vos bendizemos pelas maravilhas operada em Santo Antônio de Roça Grande, vosso confessor e doutor, e vos pedimos que sua intercessão alegre vossa igreja, para que ela viva em paz e unidade caminhando sem mancha até a eternidade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Apresentação da cruz Eis a Cruz do Senhor, afaste de vós todos os inimigos da salvação, pois venceu o Leão da Tribo de Judá, descendente de Davi, Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém!

Ladainha de Santo Antônio Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, tende piedade de nós. R/. Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, ouvi-nos. R/. Jesus Cristo, atendei-nos. Pai do Céu que sois Deus, tende piedade de nós. Filho, Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós. Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós. Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós. Santo Antônio de Lisboa, rogai por nós. Santo Antônio, advogado dos aflitos, Santo Antônio, discípulo amado de São Francisco, Santo Antônio, que fizestes extraordinários milagres, Santo Antônio, que falastes aos peixes, Santo Antônio, modelo de pureza, Santo Antônio, modelo de austeridade, Santo Antônio, dotado de sabedoria, Santo Antônio, exemplo de caridade, Santo Antônio, cheio de amor divino, Santo Antônio, padrão de virtudes, Santo Antônio, paciente, Santo Antônio, bondoso,


Santo Antônio, humilde, Santo Antônio, desprendido dos bens terrenos, Santo Antônio, que tivestes nos braços o Menino Jesus, Santo Antônio, amigo dos aflitos, Santo Antônio, amigo dos necessitados, Santo Antônio, amigo dos que invocam o vosso auxílio, Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R./ perdoai-nos, Senhor.  Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R./ atendei-nos, Senhor.  Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R./ tende piedade de nós.   Oremos: Senhor, humildemente vos suplicamos o perdão dos nossos pecados, e auxílio em todas as nossas necessidades espirituais e materiais. Pelos méritos e intercessão do nosso glorioso servo, Santo Antônio de Roça Grande, possamos encontrar junto do vosso trono de justiça, abrigo e aceitação. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.


Hinos a Santo Antônio Hino a Santo Antônio  Pe. Joãozinho, scj / Pe. Geraldo C. da Silva

Hino Responsório de Santo Antônio

Os jovens enamorados

Se milagres tu procuras

Vêm fazer suas orações

Pede-os logo a Santo Antônio

Pedindo pra santo Antônio

Fogem dele as desventuras

Que una seus corações Santo Antônio Querido do povo Aponta o Cristo de novo (2x) Sempre de novo aponta Jesus

Os erros, males e o demônio. Torna manso o iroso mar, Das prisões quebra as correntes Bens perdidos faz achar E dá saúde aos doentes

No meio do povo

Aflições perigos cedem

Seguindo esta luz que é Jesus

Pela a sua intercessão

Também os que estão casados

Dons recebem se lhos pedem

Na igreja vêm implorar

O mancebo e o ancião

Pedindo pra santo Antônio Pro amor nunca se acabar Quem não tem seu bem querer Humildemente vem rezar Pedindo pra santo Antônio O seu amor encontrar O santo que repartia

Em qualquer necessidade Presta auxílio soberano De sua alta caridade Vale a voz dos paduanos Glória seja dada ao Pai E ao Filho nosso bem

O pão com os mais pobres

E glória ao Espírito Santo

Ensina que quem partilha

Por séculos,

É mais rico e é mais nobre

Amém!


Informações úteis Participe das celebrações no Santuário Santo Antônio:

As intenções de missas dos fiéis devem ser marcadas até 10 minutos antes das celebrações no Santuário. Terça-feira: Missas às 8h e 19h30 Quinta-feira: 8h às 18h – Adoração ao santíssimo Sacramento. 19h30 – Celebração Eucarística na Capela de Sant’Ana e São Joaquim (Rua José Maria Benfica,158 – Santana). Sábado: 18h – Louvor com o Grupo Arca da Aliança (Renovação Carismática) – Capela de Santana. 19h – Celebração Eucarística na Capela Nossa Senhora do Rosário (Rua Salvador Correa de Sá, 147 - Bairro Rosário). Domingo: Missas às 8h, 10h e 19h 2ª quarta-feira do mês: 18h – Celebração Eucarística na Capela Divino Espírito Santo – Faculdade de Sabará 1ª sexta-feira do mês:  5h – Celebração Penitencial no Santuário Novo. (Silêncio) 18h30 – Adoração ao Santíssimo Sacramento 19h30 – Missa em honra ao Sagrado Coração de Jesus Todo dia 13: Celebração Eucarística às 8h, (transmitida pelas Rádio América AM 750, Cultura AM 830 e Borba Gato FM) e Celebração Eucarística às 19h30. De 15 em 15 dias: 15h - Celebração Eucarística na Capela Nossa Senhora de Fátima – Hospital Cristiano Machado/FHEMIG.

Batizados:

Para crianças até seis anos Preparação: 2º sábado do Mês às 19h30 Inscrição: todo 2º domingo do mês, no Santuário novo Para crianças acima de sete anos e adultos Curso específico para adultos. Duração de um ano. O novo fiel, acima de 16 anos, receberá os sacramentos da Penitência, Batismo, Eucaristia e Crisma. Batismo: Todo 1º e 3º Domingo do Mês Celebração: realizada na missa das 10h. Obs.: pais e padrinhos devem chegar até às 9h30 e se identificarem com a Pastoral do Batismo. Quais os documentos necessários para o batismo?


São necessários a certidão de nascimento da criança original o comprovante da preparação de Batismo dos pais e padrinhos e o comprovante de endereço. Onde a criança deve ser batizada? A criança deve ser batizada na comunidade que os pais frequentam. Caso se deseje realizar o batizado em outra paróquia ou comunidade, deve-se entrar em contato com a comunidade de origem e solicitar autorização para o batismo fora da Paróquia.   Confissões: Toda terça-feira: logo após a Missa das 8h o dia todo. Todo Sábado: durante todo dia, começando a partir das 8h. Todo dia 13 - o dia todo, no Santuário Novo. Casamento: Celebrações do Matrimônio do Santuário Santo Antônio de Roça Grande: • Marcar com antecedência de no mínimo 50 dias (respeitando dia e horário disponíveis) • Participar do curso de preparação do Matrimônio • Horário da cerimônia: 20h30 Avisos importantes Durante as festividades do Padroeiro Santo Antônio, não há batizados no Santuário no domingo que antecede o dia 13 de junho, e nem no domingo após. Secretaria paroquial Localizada em frente a Ermida de Santo Antônio a Secretaria funciona nos seguintes horários: Terça a Sábado: 8h às 12h e 14h às 17h Domingo: 7h30 às 12h - Obs.: somente para informações e venda de artigos religiosos Endereço: Praça da Igreja, s/nº - Telefone: (31) 3671.1435 34535-220 – Bairro Roça Grande - SABARÁ -MG E-mail do Santuário: santuariosantoantonio@uol.com.br Visite o nosso Site: www.santuariosantoantonio.org.br


Bênção e Graças Bênção de objetos religiosos, chaves de casas e veículos

As bênçãos dos objetos religiosos e das chaves de casas são concedidas em oração ainda dentro da igreja, ao término das Missas, quando o fiel segura o objeto a ser abençoado. Em seguida, é realizada a aspersão, com água benta. Também são aspergidos todos os veículos que se encontram no pátio da Igreja Nova de Santo Antônio.  

Graças recebidas

Podem ser comunicadas através de cartas ou relatos ao padre, antes ou depois da Missa. O Santuário Santo Antônio de Roça Grande dispõe de uma sala de ex-votos (“sala dos milagres”) onde ficam expostos fotografias, roupas, próteses, vestidos de noiva, fardas, cartas e outros objetos que simbolizam os agradecimentos dos fiéis por graças alcançadas. 

A Vida de Santo Antônio

Protetor dos pobres, o auxílio na busca de objetos ou pessoas perdidas, o amigo nas causas do coração. Assim é Santo Antônio de Pádua, frei franciscano português, que trocou o conforto de uma abastada família burguesa pela vida religiosa.  “Doutor da Igreja”, “Martelo dos Hereges”, “Doutor Evangélico”, “Arca do Testamento”, “Santo de todo o mundo” – são alguns dos títulos com que os Soberanos Pontífices honraram aquele cuja vida foi, no dizer de um de seus biógrafos, um milagre contínuo. É o santo dos milagres, tal a quantidade de fatos extraordinários e sobrenaturais, obtidos através de sua oração, que acompanhavam a sua pregação. Sua língua está miraculosamente conservada em Pádua, há 775 anos. A sua devoção no Brasil foi uma rica herança dos portugueses. Natural de Lisboa onde nasceu em 15 de agosto 1195, Ele era o filho único herdeiro dos nobres Martinho de Bulhões e Teresa Taveira, o futuro santo recebeu no batismo o nome de Fernando. De boa índole, inclinado à piedade e às coisas santas, sua formação espiritual e intelectual foi confiada aos cônegos da Catedral de Lisboa por seu pai, oficial no exército de D. Afonso. Reservado, Fernando preferia a solidão das bibliotecas e dos oratórios às discussões religiosas. Segundo alguns de seus biógrafos, na adolescência Fernando foi acometido por violenta tentação contra a pureza. Para aplacá-la, estando na catedral, o jovem traçou uma cruz com os dedos, numa coluna de mármore, ficando nela impressa como em cera. Avaliando nessa ocasião os perigos que corria, o adolescente quis entrar para o mosteiro de São Vicente de Fora, dos Clérigos Regulares de Santo Agostinho, nos arredores da capital portuguesa, quando contava 19 anos de idade.


Ali permaneceu dois anos, findos os quais, por ser muito procurado por parentes e amigos, pediu aos superiores que o transferissem para o mosteiro Santa Cruz de Coimbra, casa-mãe do Instituto. Foi ordenado sacerdote em 1220. Frei Fernando, entretanto, almejava abraçar um gênero de vida mais perfeito e mais de acordo com suas íntimas aspirações.  

Transferência para a Ordem Franciscana

Quando chegaram a Coimbra os restos mortais dos cinco protomártires franciscanos, que deram sua vida pela Fé no Marrocos, Frei Fernando sentiu imenso desejo de imitá-los, vertendo também seu sangue por Cristo. Um dia, no verão de 1220, quando dois franciscanos foram ao seu mosteiro pedir esmola, Frei Fernando perguntou-lhes se, passando ele para sua Ordem, o enviariam à terra dos mouros para lá sofrer o martírio. Eles deram resposta afirmativa. No dia seguinte, depois de obter, a duras penas, autorização de seu Superior, mudou-se para o eremitério franciscano, onde se tornou um filho de São Francisco de Assis. Frei Fernando mudou então seu nome para o do onomástico do eremitério, Antonio, que ele imortalizaria. Conforme o combinado, Frei Antonio foi enviado no fim desse mesmo ano à África. Entretanto não estava nos planos da Providência que ele ilustrasse a Igreja como mártir, mas com suas pregações e santa vida. Assim, chegando ao continente africano, foi atacado de terrível doença, que o reteve no leito por longo período. Os superiores decidiram que, para curar-se, Frei Antonio deveria voltar a Portugal. A mão da Providência, no entanto, desejava-o em outro campo de luta. O navio em que estava o convalescente, levado pela tempestade, foi parar nas costas da Itália, onde o santo encontrou abrigo em Messina, na Sicília. Lá soube que o seráfico São Francisco havia convocado um Capítulo em Assis, para maio de 1221. Antonio poderia, enfim, ver o pai e fundador dos franciscanos e contemplar sua angélica virtude. Naquela grande assembleia o Provincial da Romênia resolveu levá-lo consigo.  Homem de oração, Santo Antônio (que se tornou santo porque dedicou toda a sua vida para os mais pobres e para o serviço de Deus.) sentiu a necessidade de se retirar para um local afastado e ali sentir Deus. Frei Antonio obteve dele licença para permanecer no eremitério do Monte Paulo a fim de entregar-se ao isolamento e à contemplação. Ali viveu como eremita; partilharam desta mesma ideia alguns dos seus companheiros de hábito Franciscano. O quarto onde dormia era simples, teciam a própria roupa, faziam os serviços mais humildes. Foi um período de aproximadamente um ano. Entretanto a mão de Deus velava sobre ele, e chegou o tempo em que aquela luz deveria brilhar para o bem do mundo inteiro.


Inicio da Vida Apostólica Foi enviado a Forli com alguns franciscanos e dominicanos que deveriam receber as ordens sacras. O Padre guardião do convento em que se hospedavam pediu que algum dos presentes dissesse algo para a glória de Deus e edificação dos demais. Um a um, foram todos escusando-se por não estarem preparados. Restava Antonio. Sem muita convicção, o Superior mandou-lhe então que falasse, à falta dos demais. Era a primeira vez que Antonio falava em público, e então se viu a maravilha: de sua boca saíram palavras de fogo, demonstrando profundo conhecimento teológico e das Escrituras, tudo exposto com uma lógica, clareza e concisão que conquistou a todos. Entusiasmado, o Guardião comunicou aquele sucesso ao Provincial, que transmitiu a notícia a São Francisco. O Poverello mandou então que Frei Antônio estudasse teologia escolástica para dedicar-se à pregação. Pouco depois, em vista de seus progressos, ordenou-lhe S. Francisco que trabalhasse na salvação das almas. Era o ano 1222. Segundo seus biógrafos, ele tinha um exterior polido, gestos elegantes e aspecto atraente. Sua voz era forte, clara, agradável, e sua memória feliz. A essas vantagens, juntava uma ação cheia de graça. Entretanto, seu traço característico, o milagre constante de sua existência, é a força incontestável de sua pregação, o poder de sua voz sobre os corações e as inteligências. Quando ele fulminava os vícios e as heresias — das quais o mundo estava então extremamente infectado — era como uma torrente de fogo que revira tudo, e à qual ninguém pode resistir. Frequentemente, se bem que falasse (durante o sermão) uma só língua, era entendido por pessoas de toda espécie de países. Daí seu sucesso extraordinário, tanto na Itália quanto na França. Por isso, o Provincial o encarregou da ação apostólica contra os hereges na região da Romanha e no norte da Itália quando se tornou extraordinário pregador popular. Após alguns anos de frade itinerante, foi nomeado, por carta, por São Francisco, o primeiro Leitor de Teologia da Ordem. Mas, este magistério de teologia para os franciscanos de Bolonha demorou pouco porque o Papa mobilizou todos os pregadores dominicanos e franciscanos para combater a heresia albigense na França. Por isso, passou três anos, lecionando, pregando e fazendo milagres no sul da França – Montpellier, Toulouse, Lê Puy, Bourges, Arles e Limoges.  

Os Milagres

As multidões acorriam, e até os comerciantes fechavam suas lojas para ir ouvi-lo; a cidade e toda a redondeza literalmente paravam. Sendo pequenas as igrejas para tanta gente — às vezes chegavam a juntar-se até 30 mil pessoas num só sermão — ele falava nas praças públicas. Quando terminava, “era necessário que alguns homens valentes e robustos o levantassem e protegessem das pessoas que vinham beijar-lhe a mão e tocar-lhe o hábito”. O número de sacerdotes que o acompanhavam era pequeno para depois ouvirem as confissões dos que, tocados por seu sermão, queriam emendar-se de vida.


Seus sermões eram seguidos de milagres como não se viam desde o tempo dos Apóstolos. Praticamente não havia coxo, cego ou paralítico que, depois de receber sua bênção, não ficasse são. Numa ocasião converteu 22 ladrões, que por curiosidade foram ouvi-lo. O número de hereges por ele convertidos não tem fim.  Um dos milagres mais conhecidos de Santo Antonio foi sua pregação aos peixes. Na cidade italiana em Rimini ao norte da Itália, os hereges impediam o povo de ir aos seus sermões. Algumas pessoas correram na frente de Antônio e preveniram o povo daquela cidade afirmando que o frei era mentiroso e falso. Durante seu sermão, o povo se mantinha indiferente. Então, apelou para o milagre abandonando seus ouvintes, foi pregar à beira-mar. “Ouçam a palavra de Deus, peixinhos do mar, já que os pecadores da terra não a querem escutar”. A seu chamado Milhares de peixes de vários tipos e tamanhos puseram a cabeça fora da água para ouvir o santo. Antônio elogiou a participação dos peixes na história da salvação. Assim daria uma lição ao povo do vilarejo, e alguns que viram o acontecimento, tinham sido testemunha, para o restante da população. Este milagre invadiu a cidade com entusiasmo e os hereges ficaram envergonhados. Santo Antonio foi cognominado “Martelo dos Hereges”, porque a heresia não teve inimigo mais formidável. Sua mais antiga biografia, conhecida pelo nome de Assídua, relata: “Dia e noite tinha discussões com os hereges; expunha-lhes com grande clareza o dogma católico; refutava vitoriosamente os preceitos deles, revelando em tudo ciência admirável e força suave de persuasão que penetrava a alma dos seus contrários”.   Um herege negava a Presença Real no Santíssimo Sacramento. Para acreditar, dizia, queria um milagre. E propôs o seguinte: Deixaria sua mula sem comer durante três dias. Depois disso, oferecer-lhe-ia feno e aveia, e Frei Antonio a Hóstia consagrada. Se a besta deixasse a comida para ir adorar a Hóstia, ele creria, disse. Isso foi feito diante de toda a cidade. E a mula faminta, tendo que escolher entre o alimento e o respeito à Hóstia consagrada, foi ajoelhar-se diante desta, que o santo Antônio segurava nas mãos. Desde a mais tenra infância Antonio fora devoto de Nossa Senhora, e Ela várias vezes o socorreu. Um dia, por exemplo, em que o demônio não podia mais suportar o bem que o santo fazia, agarrou-o pelo pescoço tão violentamente, que o enforcava. Antonio mal pôde balbuciar as palavras da antífona a Nossa Senhora, “O Gloriosa Domina”. No mesmo instante o demônio fugiu apavorado. Recomposto, Antonio viu a seu lado a Rainha do Céu resplandecente de glória.


Certa vez Frei Antônio se hospedou na casa de uma família muito amiga. A noite o dono da casa percebeu uma luz tão forte que vinha do quarto de Antônio que não poderia ser das velas. Vencido pela curiosidade levantou-se e foi espiar. O que viu? Antônio com o Menino Jesus no colo. O menino, tendo os bracinhos enlaçados ao redor do pescoço do frade. Conversavam amigavelmente.  

A Morte de Santo Antônio

Em 1229, foi morar com os seus irmãos franciscanos, perto de Pádua, no convento de Arcella, em Camposampiero. Antônio estava muito doente. Tinha hidropisia. Apos as pregadas da Quaresma de 1231, sentiu-se cansado e esgotado. Precisava de repouso. Os frades fizeram para ele um quarto em cima de uma árvore, mas mesmo assim o povo o procurava e Antônio já muito debilitado falava ao povo de cima de uma nogueira em Camposampiero. Decidiram então levá-lo a Pádua. (Pádua está situada na Região de Veneto, norte da Itália, rica em belezas naturais, obras de arte e arquitetura. Antiga cidade universitária que possui uma ilustre história acadêmica). Agasalharam o frei e colocaram em um carro puxado por bois. A viagem era longa. Antônio foi piorando. Pararam em um povoado que havia um convento franciscano. Antônio piorava, precisava ficar sentado pois sofria de falta de ar. Recebeu os sacramentos e se despediu de todos e ainda cantou o bendito: “Ó Virgem gloriosa que estais acima das estrelas...” Depois ergueu os olhos para o céu e disse “Estou vendo o Senhor”. Pouco depois morreu. Era dia 13 de junho de 1231. Frei Antônio tinha 36 anos de idade. Imediatamente as crianças de Pádua saíram espontaneamente pelas ruas gritando: “O santo morreu! O santo morreu!”. Ao mesmo tempo, em Lisboa, sua cidade natal, os sinos puseram-se a repicar por si sós, e o povo saiu às ruas. Somente mais tarde é que souberam do ocorrido. Santo Antônio é o santo padroeiro dos casamentos.

A Canonização de Santo Antônio Foi tanta a repercussão de sua morte e tantos os milagres, que, onze meses após sua morte, é canonizado pelo Papa Gregório IX em 1232; Foi  o processo mais rápido da história da igreja. Em 1263, quando seu corpo foi exumado, sua língua estava intacta e continua intacta até hoje, numa redoma de vidro, na Basílica de Santo Antônio, em Pádua, onde estão seus restos mortais. Em 1946 é oficialmente proclamado Doutor da Igreja por Pio XII, sendo-lhe atribuído o epíteto de Evangélico pelo vasto conhecimento das Sagradas Escrituras patente nos seus Sermões.


História O povoamento da região de Sabará se deu a partir da exploração de ouro e pedras preciosas empreendidas por sucessivas entradas de bandeirantes no território das Minas, das quais se destaca como principal a bandeira de Fernão Dias Pais. Partindo de São Paulo em 1674, a bandeira fixou, inicialmente, três arraiais ao longo de seu percurso: Ibituruna, São Pedro do Paraopeba e Sumidouro. Entre esses arraiais, foram sendo estabelecidos alguns “pousos” que, com o passar do tempo, evoluíram, alguns, para roças de abastecimento para as regiões mineradoras. Assim ocorreu com a paragem denominada Roça Grande. Há registros históricos de que em 1675, o bandeirante baiano capitão Matias Cardoso de Albuquerque plantou uma grande roça para receber a bandeira de Fernão Dias. Acredita-se que Roça Grande seja o terceiro povoado surgido em Minas Gerais, antes mesmo de Sabará. Costuma-se dizer na região que este é o Santuário do povo: acolhe a todos com simplicidade e devoção. Desse ponto [São Pedro do Paraopeba] marchariam para o norte, margeando o rio, até uma de suas voltas mais acentuadas, onde alcançaria o pouso mais tarde denominado Roça Grande, um dos pontos mais antigos da região, senão o mais antigo. (...) Da famosa Roça Grande, futura residência do genro de Fernão Dias Pais, o Capitão Manuel de Borba Gato, prosseguiriam até o local mais tarde conhecido por Sumidouro. (BARREIROS, 1979, p. 56-58). Como afirma Eduardo Barreiros no trecho acima, Roça Grande tornou-se “famosa” como residência de Manuel de Borba Gato, declarado o “primeiro descobridor das ditas terras desde o tempo em que por estas partes começou os seus descobrimentos em serviço de Sua Majestade”. A bandeira de Fernão Dias tinha tomado conhecimento da região do Sabarabuçu em seu percurso de ida até o Sumidouro, onde permaneceu por aproximadamente três anos devido à falta de recursos para prosseguir viagem. Organizando novamente a bandeira, Fernão Dias partiu para Vapabuçu (Sete Lagoas) à procura de esmeraldas, sendo, entretanto, vitimado por uma febre e falecendo no trajeto de volta ao Sumidouro. Fernão Dias já havia encarregado seu genro de seguir para Sabarabuçu e dar continuidade à exploração da região, tarefa que Borba Gato se apressou a cumprir. Entretanto, a morte de D. Rodrigo de Castelo Branco veio a retardar os planos de Borba Gato, que só retornou à região por volta de 1700, época em que lá se encontrava o governador Artur de Sá e Meneses, que ratificou a primazia de Borba Gato sobre os descobrimentos do Sabarabuçu.


A viagem de Artur de Sá e Meneses às minas recém-descobertas se deu entre os anos de 1700 e 1702. Neste último ano, Sá e Meneses haviam chegado às terras de Borba Gato, onde assinou vários atos, em que se verificam alterações na denominação do arraial. A primeira menção à localidade em 1702 identifica-a como “Arraial do Rio das Velhas”. Já a partir de ato de 09 de junho de 1702, adotou-se o nome “Arraial de Santo Antônio do Bom retiro do Rio das Velhas” (TRINDADE, 1945, p. 253). O nome deve-se à capela dedicada a Santo Antônio que, segundo Zoroastro Passos (1942, p. 163179), nessa época encontrava-se, se não pronta, pelo menos em construção. Em 1707, Santo Antônio do Bom Retiro foi instituída como freguesia, e o território que ocupava foi doado por Borba gato para a confraria de Santo Antônio. A doação de Borba Gato foi feita em virtude de sua nomeação a superintendente das Minas do Rio das Velhas, em nove de junho de 1702, por Arthur de Sá Menezes, quando desta época , segundo Passos, a capela de Santo Antônio ou já existia ou já estava pelo menos em construção. Dificilmente se poderá fixar a era exata em que começaram essas povoações (...). Foi no Arraial de Santo Antônio do Bom Retiro da Roça Grande, que em 17 de julho de 1711 o então Governador Antônio de Albuquerque elevou Sabará à Vila Real. Na carta de sesmaria que legaliza a doação, o nome do arraial já havia sido mudado para “Santo Antônio do Bom Retiro da Roça Grande”. A freguesia foi elevada à categoria de colativa por alvará régio de 16 de fevereiro de 1724, tendo como primeiro vigário colado o Pe. Manuel Pereira Godim. A Igreja Matriz de Santo Antônio permaneceu como sede da freguesia até a década de 1740, quando vários fatores concorreram para que D. Frei João da Cruz efetuasse a mudança da sede, em 1744, para o arraial de Santa Luzia. A mudança, entretanto, desagradou os moradores do local, que apelaram ao Desembargo do Paço da Bahia e conseguiu sentença favorável ao retorno da sede da freguesia para Santo Antônio da Roça Grande, o que ocorreu em 1748. Logo no ano seguinte, porém, D. Manuel da Cruz, primeiro bispo de Mariana, apelou à Coroa para que se procedesse novamente a mudança, conforme a seguinte carta: Snr. Vendo o meu Antecessor que a Matriz da Freguesia da Roça Grande estava em um lugar de poucos moradores, muito triste por ser em um baixo sujeito às inundações do Rio das Velhas, que já em uma cheia chegou muito perto da Igreja, e ao meio das casas do Vigário, mandou que fosse matriz a Igreja que está no Arraial de Santa Luzia, distante da Matriz antiga três léguas, e mais vizinha ao meio da Freguesia; de fato assim se executou enquanto o meu Antecessor residiu nesse Bispado, mas tanto que se ausentou, interpuseram os moradores de arraial em que estava a Matriz antiga um agravo para a Coroa com o fundamento de estarem de posse de ser naquele lugar a Matriz e não serem ouvidos, e por êste mesmo fundamento obtiveram a seu favor sentença na Coroa.


E como os fundamentos que moveram o meu Antecessor a fazer tal mudança são certos por informações que tenho do Pároco e mais pessoas fidedignas e desinteressadas daquela Freguesia, sendo notória em tôda ela a indecência do lugar em que estava a Matriz antiga e contra o que mandam as Constituições dêste Bispado, represento a V. Majestade seja servido, por evitar demandas, haver por bem que a Matriz Seja no Arraial de Santa Luzia, na forma que mandou o meu Antecessor, por ser a Igreja daquele arraial nova, grande, e bem paramentada, não tendo nada disto a Matriz antiga. (D. Manuel da Cruz, 1749. Apud. TRINDADE, 1945, p. 269-270). Após esse pedido, o vigário de Roça Grande, Pe. Manuel Pereira Godim desistiu de seu cargo e retornou a Portugal em 1750, deixando vaga a freguesia, fato que se somou à questão das inundações e da distância que existia entre a Matriz de Santo Antônio para acirrar os pedidos de transferência da sede. Entre os apelos dos moradores de Santo Antônio do Bom Retiro e do Bispado de Mariana, a Coroa tentou uma alternativa intermediária: ordenou, em 1753, que se dividisse a freguesia de Roça Grande em duas paróquias, uma com Matriz em Santo Antônio da Roça Grande e outra com Matriz em Santa Luzia. A divisão não foi feita, pois os limites determinados pela Coroa e os verificados pelo clero local divergiam em vários pontos. O assunto se estendeu até 1779. (...) em 1779 por O.R. (Ordem Régia) de dezesseis de setembro, executada Provisão Episcopal de vinte nove de fevereiro de 1780, transferiu-se a sede da freguesia para Santa Luzia, reduzindo-se a Roça Grande a mera capela filial. Com relação à Roça Grande há documentos condenados à ruína total pelo deplorável estado em que se encontram. Pelo que parece-me conveniente transcrevê-lo aqui enquanto podem ainda ser lidos. São os seguintes: (...). “Dom José por graça de Deus... Faço saber vós rdo (Reverendo) Bispo da cidade de Mariana que no meu conselho ultramarino há notícias que sendo a Igreja de Santo Antônio do Bom Retiro, Matriz do Arraial da Roça Grande, comarca do Sabará, intetaram vossos antecessores, mudá-lo para a capela de Santa Luzia, sita no arraial que tem o nome da mesma Santa da dita Matriz a que opondo-se os moradores do dito arraial da Roça Grande, obtiveram sentença a seu favor no juízo da coroa de que se fizera assento no do Desembargo do Paço da Bahia: e porque sem embargo disso determináveis novamente a mudança da dita Matriz para a referida capela, me parece recomendar-vos, informeis com o vosso parecer sobre a mudança desta Igreja e os motivos por que a mandastes fazer contra o assento da coroa e sem o meu Real consentimento como Padroeiro El Rei Nosso Senhor o mandou pelos conselheiros do seu conselho abaixo assinados e se passou por duas vias; Luís Manuel a fez em Lisboa a vinte e oito de fevereiro de 1752. o secretário Joaquim Miguel Lopes de Lavre a fez escrever Fernando José Marques Bacalhau, Diogo Rangel de Almeida Castelbranco.”


A capela de Santo Antônio do Bom Retiro da Roça Grande permaneceu como filial de Santa Luzia até 1836, quando foi incorporada à paróquia de Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora do Rosário de Sabará, pela lei nº 50, de 08 de abril. (COSTA, 1970, p. 351). Sua restituição a sede paroquial só ocorreu novamente em 1999, pelo decreto nº 512, de 12 de março. A capela construída no século XVIII, contudo, deixou de existir antes de voltar a ser Matriz. Em 1915, segundo Zoroastro Passos, a capela foi demolida, e outra foi construída em seu lugar conservando elementos artísticos originais. De acordo com o Livro de Atas da Capela de Santo Antônio nas décadas de 1930 a 1960, o local de construção da nova capela deveria ser o mesmo da antiga, “(...) visto a antiga capella ser tradicional e exercer grande influência na fé dos catholicos”. A construção da nova capela se deu durante a década de 1930, começando as obras pelo “(...) corpo da capella, ficando as duas sachristias servindo para encerramento das imagens, guarda dos ornamentos e capella para orações”. Na mesma época, foi realizado o aumento do cemitério, que se encontrava no adro da igreja. Durante a década de 1940, novas alterações foram sendo empreendidas no espaço físico da capela, como a construção da torre do sino, de um novo altar-mor (1943) e de uma sala dos milagres (1948). Na década de 1980, Pe. Antônio de Moura Lima, Reitor do Santuário solicitou um projeto e iniciou a construção da Igreja Nova, uma vez que a pequena capela não comportava mais o número de fiéis que a ela afluíam em romaria, especialmente no dia de Santo Antônio (13 de junho). No início da década de 1990, o edifício passou por reforma geral – ajardinamento do adro, troca do piso e do forro, acréscimo de duas paredes na capela-mor. Localizado no Bairro de Roça Grande em Sabará, o Santuário recebe semanalmente cerca de três mil romeiros de diversas regiões do Estado. Roça Grande é considerada pelos historiadores, como centro de peregrinação dos devotos de Santo Antônio.

História de nossa devoção A imagem de Santo Antônio que hoje está no altar do Santuário foi encontrada por um lenhador morador de Roça Grande nas primeiras décadas do século XX sobre uma pedra, nas imediações de um Morro que circunda o bairro, hoje conhecido como Rosário III. Rapidamente a notícia correu as redondezas e vieram beatos e padres para ver a imagem achada. A Mitra Arquidiocesana ordenou que o Santo fosse para a Paróquia Central, localizada em Santa Luzia, e assim foi feito.


Diz a cultura popular que, para surpresa de todos, na manhã seguinte o Santo havia desaparecido da Igreja de Santa Luzia, e foram encontrá-lo sobre a pedra onde aparecera em Roça Grande. Novamente pegaram a imagem e a levaram para Santa Luzia. No dia seguinte, a imagem desapareceu de novo. Voltaram a vê-la no mesmo local onde havia sido achada pelo lenhador. Intrigada com o fato, a Mitra Arquidiocesana decidiu que colocariam o Santo novamente na Paróquia de Santa Luzia e que, desta vez, dois guardas deveriam vigiar a porta da igreja. À noite, os guardas ouviram barulho de passos. Examinaram o lugar e não viram ninguém. No dia seguinte, para o espanto de todos, principalmente dos vigias que não pregaram os olhos à noite, Santo Antônio estava novamente sentado na pedra em Roça Grande, desta vez com a batina cheia de carrapichos e poeira, como se ele tivesse caminhado pelo matagal da região. Já tinha virado questão de honra e o povo de Santa Luzia não entendia o fato de a imagem, misteriosamente, teimar em ficar num lugar tão pequeno, com um povo simples, como era o de Roça Grande. Resolveram, então, levar a imagem para Santa Luzia e reforçar a segurança para mantê-la na Paróquia. Preparou-se uma romaria para levar Santo Antônio de Roça Grande para Santa Luzia definitivamente. Neste dia o nível do Rio das Velhas subiu e a ponte precária que ligava o lugarejo caiu, impedindo a transferência do Santo. Os moradores de Roça Grande tomaram o fato por milagre e todos aceitaram que Santo Antônio queria ficar em Roça Grande. Foi decidido que Santo Antônio não sairia de Roça Grande e a imagem foi levada para a Capela do Bairro. Em 1964, a rocha foi levada para a capela, pois esse objeto também tinha virado alvo de veneração e muitos tiravam lascas da pedra para guardar de lembrança. A notícia do milagre de Santo Antônio logo se espalhou e Roça Grande tornou-se centro de romaria de devotos deste Santo que é conhecido como casamenteiro e padroeiro dos pobres. No mês de junho, em especial o Santuário de Santo Antônio de Roça Grande recebe mais de 20 mil romeiros. A antiga capela foi preservada e transformada em um pequeno Santuário – Ermida. A imagem encontrada pelo lenhador é a mesma que fica sobre o altar na Ermida de Santo Antônio e, abaixo dela, a pedra. Próximo à Ermida fica localizado o Velário e a Sala das Promessas, onde os devotos depositam símbolos da graça alcançada como peças em cera, fotos, roupas, resultados de exames, cartas, etc...


Que Santo Antônio sirva de exemplo para outros homens e mulheres de fé, e que suas imagens, estátuas ou relíquias sirvam para nos lembrar da forma como ele conduziu sua vida, experimentando ainda neste mundo a pobreza humana, mas, em compensação a riqueza dos caminhos que nos conduzem a Deus.


Agradecimentos Comissão da Festa 2014:

Santo Antônio, interceda de modo especial por cada um de seus colaboradores! Presidência: Maria Cândido & Beatriz Eduarda Lanza

Colaboradores: Adair da Conceição Nonato Ademilde Nonato de Souza Ademir Ramos Nonato Admilson Perdigão Alamir Estevam Nonato Aline Francielle Lanza Andrea de Almeida Oliveira Anne Margareth da Silva Anirce Luiza de Oliveira Antero Rosignoli Antônio Basílio Anatólio Antônio Feliciani da Mata Aristides Tiago Gomes Aylton Antônio da Silva Carmem Aparecida dos Santos Gomes Catarina Januária Campel Célia Rocha do Amparo Cintia Guimarães Santos da Silva Cynthia Dias Vianna Edmar Macedo da Silva Edson Edmar Silva Efigênia da Cunha Alves Elio Francisco Olegário Elizabete Aparecida Cândido Benfica Eni da Anunciação Rocha Eroirdes de Paula Anatólio Fabrício Jardel Perdigão Flaviane de Oliveira Lopes Flávio Antônio Barreto Gabriel de Souza Lanza

Geralda Silva dos Santos Geraldo Magela de Souza Glória Lopes Gonçalves da Silva Hamilton Nonato Helenice de Oliveira Henrique Silva Gonçalves Igor Cândido Guimarães Irineu Benfica Filho Iury Nunes de Azevedo Jade de Almeida Oliveira Jadson Antônio Rodrigues Jaime Mateus Jaqueline Aparecida Braga do Nascimento Jayara Heloisa Andrade Jeane Borges João Marcos Silva Jonathan Marcos da Silva Jonathan Borges de Andrade José Eulálio da Conceição(in memória) Julia Luiza do Nascimento Juliana Maria do Nascimento Júnia Guimarães Campel de Carvalho Juraci Aparecida Mendes Vieira Jusciléia José Gonçalves Laura da Conceição Brito Leni de Jesus Lima Lourdes Maria Souza Benfica Luciane Silva e Souza Luiz José Gonçalves Maíra Lorrane Lanza


Márcio Florentino Campel Marco Antônio Guimarães Maria Aparecida Anatólio Maria Aparecida Silva Maria Auxiliadora da Cruz Mateus Maria da Piedade Fernandes Maria de Fátima Pontes Rocha Sabino Maria de Lourdes Dias Nonato Maria de Lourdes Mendes Maria Isaias Inocêncio de Souza Maria Lúcia dos Santos Leite Maria Teodora Feliciani Marilene da Silva Marília Cândido Guimarães Mário Policarpo da Silva Maura Ferreira Borges Muriacir Antônio Sabino Neide Gonçalves Plácido Nélia de Souza Lanza

Neusa Dorotéa de Assis Neuza de Fátima Alves Nonato Paulo Renato do Nascimento Pedro Martins Raimunda Fernandes Perdigão Reginéa Conceição Lanza Rodrigues Renilda Alves de Oliveira Perdigão Rosa Maria Azevedo Marques Roseli Maria Silva Gonçalves Rosilene Aparecida de Oliveira Rosinéa Conceição Lanza Barreto Rui de Castro Benfica Sabrina Lorrane da Conceição Sivanir Marques Assis Solange Borges Tayna Borges de Andrade Vania Bernardes Rosignoli Wagner da Conceição Lanza Weverton Fernandes do Nascimento

Ao Arcebispo, bispos e padres presentes na Festa Pastorais do Santuário Voluntários (as) da Festa 2014 Polícia Militar Polícia Civil Guarda Municipal Corpo de Bombeiros A Faculdade, Escola Estadual, Escolas Municipais, entidades, empresas e comércio. Fotógrafos: Adão, Jefferson, Breno, Vilmar, Valdemar Memorial da Arquidiocese (Fotos) Vilmar Pereira (Fotos) A Todos aqueles que direta ou indiretamente nos ajudaram nosso sincero agradecimento.


Santo Antônio de Roça Grande, rogai por nós!

Relíquia (pedaço de osso do Santo) vinda de Pádua, na Itália exposta permanentemente no Santuário Arquidiocesano de Roça Grande


Festa de Santo Antônio de Roça Grande