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JUNHO2014

voz à diretora

pág. 2

Editorial

pág. 3

Notícias

pág. 4 e ss

Atividades….

pág. 8 e ss

Opinião

pág. 13 e ss

JI José Martins

pág. 16

Armando Guerreiro pág. 17 e ss D.Pedro V

pág. 20 e ss

Gonç. Zarco

pág. 23 e ss

Ed. Física

pág 27 e ss.

Passatempos

pág. 31


Voz à Diretora

Caminhamos a passos largos para o fim de uma laboriosa caminhada …muito se fez, mas há muito para fazer Anseio sinceramente que o Projeto Educativo que está a ser ultimado incentive à concretização de ideias inovadoras, que promova uma pedagogia da aprendizagem na relação de uns-com-os-outros e para-osoutros, num dar e receber de forma a que se construa uma sã cultura de afetos. Guardaremos certamente o orgulho de termos todos juntos contribuído para a construção desta Unidade ainda jovem, que terá de seguir um rumo estrategicamente ponderado, mas firme em relação às metas traçadas, aberto à comunidade, mas com regras que todos têm de respeitar, sem nos deixarmos embalar por interesses difusos ou pelo fogo de artifício que brilha, mas não ilumina. Temos confiança que o futuro será melhor que o presente, com estes ou outros atores. Permitam-me, porém, deixar uma palavra de reconhecimento aos alunos que constituem o nosso quadro de mérito e os que receberam ou receberão a merecida menção honrosa. Estes são o nosso ponto de referência, um exemplo para o futuro.

Uma palavra de incentivo aos desportistas que contribuíram para a sua visibilidade pessoal e para o destaque do nosso Agrupamento, sem esquecer naturalmente os docentes que para tal sucesso também lutaram. Um louvor a todos os professores que encarnaram a ingrata função de coordenação e/ou a difícil tarefa de dinamização de atividades/projetos, contribuindo assim para a vitalidade do nosso Agrupamento, pois todos sentimos que muito do tempo gasto nestes domínios é retirado à vida familiar e pessoal dos protagonistas. Uma palavra de agradecimento à equipa que aceitou partilhar comigo as árduas responsabilidades da gestão e a todos quantos procuraram zelar pela qualidade do ensino, disciplina, vigilância, segurança e conforto de todos nós (docentes, técnicos em geral, associações de pais, assistentes técnicos e operacionais). (cont.)


1.º PRÉMIO no Agrupamento

3.º PRÉMIO NACIONAL

(cont.)

… Uma palavra de gratidão pessoal ao Senhor Presidente do Conselho Geral que honrou o órgão a que preside, quer no desempenho das competências que lhe foram confiadas pela Lei quer pelas diligências que encetou no sentido da cooperação institucional entre órgãos de direção, administração e gestão. Por último, um bem-haja aos combatentes que dão vida a este jornal… E…termino como comecei… fazendo minhas as palavras do poeta: Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim. Em cada lago a lua toda Brilha, porque alta Viva (ODES) (Fernando Pessoa, no seu Heterónimo Ricardo Reis)

Rosa Costa

EDITORIAL Á medida que o ano letivo termina, de um modo inversamente proporcional se aproximam os exames e as férias. Relativamente aos exames, eles servem para auscultar o trabalho realizado e os níveis de aprendizagem objetivamente atingidos, além de potenciar o sucesso e a continuação de um percurso que se pretende digno e valorizador. Permitamme que saliente uma perspetiva muito própria: em vez de serem encarados como fissuras de sobressaltos e insegurança atroz nalguns casos, devem os exames ser encarados como momentos soberanos de se mostrar o valor próprio e um reconhecimento merecido. Quanto às férias, são expectavelmente desejadas e, esperemos igualmente, merecidas. Nada melhor do que imaginar dias de sol e mar, serra e verde, na companhia de quem mais gostamos. Portanto, ao trabalho. Portanto, boas férias.

Amandio Fontoura


Notícias Reconhecem??... PARABÉNS para ela!....

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Notícias

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No passado dia 29 de Abril, alunos selecionados do 10º, 11º e 12º Anos tiveram a oportunidade de visitar o Centro Champalimaud, um polo para a investigação no campo da biomedicina, inaugurado em 2010, que colocou Portugal na vanguarda da ciência mundial. Os alunos foram recebidos pela Relações Públicas do Centro que começou por apresentar toda a história do projeto da fundação Champalimaud e ainda elucidar os alunos quanto aos objetivos e propósitos que o centro atualmente serve. A visita incidiu particularmente na área das neurociências, com os alunos a assistirem a uma palestra sobre esta vasta área da ciência moderna, de forma a contextualizá-los para que melhor compreendessem o trabalho realizado por este centro de referência mundial. Seguiu-se a visita aos laboratórios do Centro Champalimaud, com destaque para o trabalho realizado ao nível da investigação em Drosophila Melanogaster, vulgarmente conhecida por mosca da fruta. Este inseto por possuir um ciclo de vida muito curto permite a obtenção de várias gerações num limitado espaço temporal, o que facilita o seu estudo. Em suma, a visita ao Centro Champalimaud revelou-se um importante meio de introduzir os alunos num ambiente científico, onde investigação médica é realizada diariamente. Para além da vertente científica e pedagógica da visita, é importante referir que os alunos tiveram a oportunidade de passear e disfrutar de toda a vertente estética associada a este magnífico empreendimento arquitetónico que constitui o Centro Champalimaud.


Notícias

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No passado dia 26 de Abril as turmas A e B do 11.º ano, do curso ciências e tecnologias, acompanhados pelos professores Francisco, Marta e Amândio, participaram numa visita de estudo para aprofundar conhecimentos e conhecer locais presentes na obra de Eça de Queirós “Os Maias”. De manhã encontrámo-nos no Largo Camões no Cais do Sodré, onde vimos o Hotel Central, o local onde Carlos viu Maria Eduarda pela 1.ª vez, e perto deste o Hotel Bragança. Subimos em direção ao Chiado e passámos por alguns sítios presentes na obra como o Largo Barão de Quintela, onde está uma estátua em homenagem a Eça, o Teatro da Trindade e o Teatro de S. Carlos, onde Carlos e muitas outras personagens assistiam a óperas e peças. Neste último assistimos ao ensaio de uma orquestra e pudemos ter uma visita guiada. Encontrámos algumas lojas, uma livraria e cafés que existiam na época e fomos até à estação do Rossio para apanhar o comboio para Sintra. Já no destino caminhámos até um jardim, para almoçar, passando por paisagens com uma beleza natural maravilhosa. Depois do almoço começámos a visita por Sintra. Passámos por alguns locais como a estalagem Lawrence, quinta da Regaleira e o Palácio de Seteais, cuja vista era deslumbrante, com campos verdes e o mar ao fundo, no horizonte. Aí parámos para descansar e tirámos algumas fotografias. De volta ao centro da vila de Sintra pudemos apreciar a paisagem com mais atenção, observando uma cascata, jardins e o castelo no cimo dos montes. Lisboa e Sintra são sem dúvida locais que vale a pena visitar. Eça descreveu merecidamente estes dois lugares, repletos de paragens interessantes. Pessoalmente gostei muito da visita de estudo, foi uma experiência única. Não só ficámos a conhecer novos lugares e mais informações sobre a obra de Eça de Queirós, como pudemos conhecer melhor e conviver com os alunos e professores.


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Notícias

A visita de estudo à Biblioteca Municipal de Algés Quando fui à biblioteca, o que gostei mais foi de ler um livro em que o tema era mais ou menos “gozar”com o Astérix e Obélix. O livro tinha várias imagens com os criadores da banda desenhada, com os personagens a conversar ou abraçar os criadores enquanto estavam a trabalhar ou a descansar. Às vezes apareciam bandas desenhadas com eles transformados de acordo com o presente (o nosso, é claro) e a maioria das vezes com personagens de outras bandas desenhadas, até de outros países. Resumindo e concluindo, esta foi a parte de que eu gostei mais, de toda a visita de estudo. Guilherme Lourenço 5ºE

Um episódio passado na biblioteca O episódio de que eu gostei mais foi quando uma senhora da biblioteca nos contou umas histórias que se chamavam: “ História da Bolacha Maria”, “O Papão” e muitas mais… Mas todas tinham a sua piada! A história de que eu gostei mais foi “A capuchinho vermelho “Porquê?”, pois tinha muita piada!!! Mafalda Arrais, 5ºE, Nº19

Moral da Visita Com esta visita de estudo, pudemos aprender para que serve uma biblioteca, que nos dias de hoje nos permite ler, mas também pesquisar, estudar e até requisitar livros. Também pudemos ter a noção do comportamento que devemos ter. Foi muito divertido!!! António Cício, nº 3; Gabriel Costa, nº 12; Guilherme Simões, nº 15; Luis Pina, nº 18. Turma: 5ºE

(Excerto do Relatório da Visita)


Atividades

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Concurso Nacional de Leitura No passado dia 12 de Maio o nosso agrupamento participou na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura promovido pelo PNL. Foram representadas as escolas Amélia Rey Colaço e João Gonçalves Zarco. Este evento teve como anfitrião o Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes na Amadora. Os alunos participantes do terceiro ciclo foram a Margarida Correia e Mariana Oliveira do 7º BZ da J. Gonçalves Zarco e os alunos Guilherme Coimbra, António Sampaio e Silva e Pedro Pereira da Amélia Rey Colaço. Também desta escola esteve presente a aluna Mariana Correia como representante do Ensino Secundário. Após uma prova escrita, houve lugar a uma ligeira refeição oferecida pelas entidades organizadoras, durante a qual os alunos conviveram de forma descontraída. Seguiu-se uma fase de prova oral e um espetáculo com a intervenção de alunos do Agrupamento Cardoso Lopes e da orquestra Geração, que promove a música entre populações mais desfavorecidas. Viveu-se um dia diferente e interessante que também constituiu uma experiência nova para os nossos alunos, os quais merecem o nosso aplauso pelo modo como voluntariamente se disponibilizaram para concorrer a esta competição lendo as diversas obras literárias indicadas pelos júris.


Atividades Trabalhos enviados para o Jornal pela Professora Luísa Nunes

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Palestra a “Crise Financeira” sobre

No dia 21 de março, passou pela nossa escola o Professor José Magalhães do ISG (Instituto Superior de Gestão), a fim de dar uma palestra sobre a “Crise Financeira”. A iniciativa teve lugar durante as Jornadas Culturais e destinou-se a alunos da turma de Socioeconómicas e Línguas e Humanidades do décimo segundo ano. Apesar da maioria dos alunos não ser da área de economia, a palestra foi, sem dúvida, muito esclarecedora para todos os participantes que, face a uma exposição muito clara e motivadora, ficaram a saber o essencial sobre a referida Crise Financeira. Foram dados exemplos de países em que o crescimento económico e o desenvolvimento económico não são equilibrados e foram explicados historicamente, os motivos da nossa crise atual. Foram ainda referidas as áreas possíveis de dar azo ao crescimento económico de Portugal, suportadas por um relatório independente. A palestra foi muito bem acolhida pelos alunos e o Professor José Magalhães registou, com agrado, a participação e atenção dos intervenientes, chegando mesmo a comentar que essa atitude não é muito usual em alunos do secundário.


Atividades Trabalhos enviados para o Jornal pelo Professor Ant贸nio Castilho

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Atividades Trabalhos enviados para o Jornal pelo Professor Ant贸nio Castilho

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Atividades Trabalhos enviados pela Professora Cristina Gala

BENEFÍCIOS DA LEITURA

o DIA DA ÁRVORE

Ler é imaginar Deixar a imaginação florir Vais ver que é bom, pois vais gostar Mas vamos continuar…

O dia da árvore é especial Vamos todos celebrar Num passeio matinal Todos juntos a cantar.

Com uma boa história Enches o Coração Com alegria E inspiração

Uma árvore aqui, outra ali, Assim vai crescendo a floresta Já são tantas que o Dali Numa pintura manifesta.

E para acabar Têm de imaginar Para escrever uma boa história Para toda a gente gostar

Que pintura tão formosa Que sinfonia de cor É como se fosse uma rosa Em todo o seu esplendor.

Mafalda Arrais, 5ºE, Nº19

UMA AVENTURA NA BIBLIOTECA Um dia pus-me a pensar O que diriam estes livros Se pudessem falar… Eu sou o livro de Ciências O mais importante que há Sei de química e experiências Ninguém me igualará

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Eu sou livro e não complico Sei de números e de aritmética Somo, diminuo, divido e multiplico Sou o livro de Matemática

Enquanto houver natureza O futuro está presente Assim ficamos com a certeza De viver num planeta diferente. Bernardo Paulino 6.º C

Nada sabem vocês Eu sou a mais pragmática Sei tudo de Português Sou o livro de gramática

Importante sou eu Livro de romances e amores Assim imaginei Toda a gente percebeu o que cada livro diria Antes sofrer de amor do que de dores quando fui à biblioteca Naquele lindo dia!

Quem disso vos informou? Como eu não há memória Sei de tudo o que se passou Sou o livro de História

Gonçalo M. Ribeiro Queiroz Pinheiro – 5.º E n.º 13 EBSARC


OPINIÃO Não?

Razões de Estado e DIREITO

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Sim ?

O recente caso do conflito ou incompatibilidade entre o Tribunal Constitucional e o governo português a propósito do orçamento e do Documento de Estratégia Orçamental para este ano e, previsivelmente, para o ano seguinte, trouxe para a ribalta uma antiga e debatida questão: a do choque entre o direito (as suas razões historicamente determinadas de acordo com a evolução da sociedade) e as razões de Estado que, aparentemente, se encontram associadas à prática governativa. No plano mundial encontramos situações em que este conflito põe mesmo em causa as garantias consignadas no direito constitucional de uma das nações que o fundou: os Estados Unidos da América. É sabido que a designada ‘guerra ao terrorismo’ implica, porventura, a transgressão de limites e impõe práticas dificilmente admissíveis; deparamos também com situações extremas em que o conflito enunciado se revela na sua plenitude: a eliminação sumária (sem julgamento) de cidadãos americanos que se colocaram ao serviço de organizações terroristas ou extremistas. Tal acto viola as garantias constitucionalmente consignadas. Apesar de revelar esse conflito com o direito e com as referidas garantias, não são os únicos casos que o põem em causa no presente e no contexto referido; a tolerância perante a tortura, o assassinato de civis através de acções militares no terreno ou por acção dos drones, o rapto, a prisão e a eliminação de suspeitos civis, sem que tenham sido julgados (e protegidos no seu direito de defesa) e as acções de espionagem generalizada, pertencem a essas práticas fora do território do direito. As razões que assim se sobrepõem ao direito, por mais bem intencionadas e politicamente justificadas que se apresentem, nunca serão legais, legítimas ou aceitáveis no plano dos princípios; não sendo guias e referências absolutas e perenes, são, porém, os princípios que devem prevalecer no plano jurídico-político e não essas razões. Delas decorrem, sobretudo, transgressões a direitos fundamentais consignados nas diversas declarações, cartas e convenções que no século XX, pretenderam apagar a iniquidade do Holocausto; através delas concretizam-se ou praticam-se (declarada ou dissimuladamente) ilegalidades, abusos e, mesmo, crimes. O humano e a sua inviolável dignidade necessita, por isso, da reactualização do direito e do respeito pelas normas que dele decorrem, e não de razões supostamente justificadas e impostas por uma qualquer visão da realidade.


OPINIÃO A escola como fator de

Não?

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Sim ?

mobilidade social

A escola é importante ? A escola é, a par da família, um dos principais agentes de socialização do ser humano. A socialização através da escola faz-se a dois níveis: formal e informal. No nível formal, encontram-se todos os tipos de conhecimento (técnico, prático ou científico) previstos no currículo oficial, o desenvolvimento de destrezas – a capacidade de saber fazer – e a inculcação de atitudes consentâneas com as normas vigentes da vida em sociedade, daí que exista, nos critérios de avaliação, um parâmetro referente às atitudes e valores; em suma, o nível formal da socialização escolar tem em vista a habilitação do indivíduo para a sua vida profissional. A nível informal, a escola também desempenha um importante papel na socialização do indivíduo: ao ser um local marcado pela diversidade de estratos sociais e culturais diferentes, promove o contacto entre esses estratos e tal é muito enriquecedor, pois abre os nossos horizontes em relação à realidade que nos rodeia. Através de imitação ou tentativa e erro, a socialização informal ensina ainda como pedir esclarecimentos ou informações. A escola é também um agente de reprodução social, pois é um poderoso instrumento ao serviço do Estado. Ou seja, a escola vai preparar o indivíduo para se integrar no modelo económico e social vigente – atualmente, uma sociedade capitalista, consumista, globalizada e, no caso português, integrada na União Europeia. Se, nos regimes democráticos, a escola é um instrumento do Estado para integrar os indivíduos no modelo social desejado, formando-os de acordo com as necessidades (muitas vezes económicas) da sociedade, nos regimes autoritários a escola é vista como uma forma de manter a ordem social estabelecida, contribuindo para o respeito pela hierarquia já existente – por exemplo, no Estado Novo, a escola inculcava nas crianças os valores nacionalistas, cristãos e de grandiosidade da “raça portuguesa”, de modo a uniformizar os conhecimentos e, assim, controlar mais facilmente as “subversões”. Por estes motivos, a escola é um importante fator de mobilidade social. Com a democratização do ensino prevista pela Constituição de 1976, passou a existir igualdade de oportunidades no acesso à educação e isso foi determinante para a ascensão social de muitos indivíduos; no entanto, a escola apenas fornece as condições e os instrumentos que permitem a mobilidade social – o que faz com que um indivíduo se destaque e ascenda socialmente é a forma (eficaz) como ele utiliza esses instrumentos fornecidos pela escola, como os conhecimentos e as atitudes a ter. Há, não obstante, a necessidade de ter em conta que, como já referido, existe na escola uma grande diversidade de estratos sociais e culturais diferentes – e um dos problemas da democratização do ensino foi a sua massificação e consequente uniformização da linguagem utilizada, que nem sempre é acessível a todos os estratos que compõem a escola. Esta é uma das causas do insucesso e abandono escolares, a par do “background” familiar de cada aluno. Por fim, conclui-se que a escola contribui, sem dúvida, para a mobilidade social dos indivíduos, na medida em que valoriza o mérito – através de quadros de honra e outras distinções – e permite destacar os alunos com mais capacidade e projetá-los para o futuro, mas, caso não torne a sua linguagem acessível, corre o risco de contribuir para a mera reprodução das desigualdades sociais, não adotando práticas que correspondam aos objetivos pretendidos – e um deles é precisamente o combate a essas desigualdades.


OPINIÃO Não?

Globalização e

15 Sim ?

Estilo de vida

Estilo de vida ? A globalização é um fenómeno bastante complexo. A dimensão das trocas além-fronteiras conjugada com a evolução das tecnologias de informação e comunicação atinge todas as áreas do social: pode-se falar em globalização económica, cultural, financeira ou tecnológica. As relações económicas entre os países têm-se aprofundado muito rapidamente. Na verdade, atualmente, produtos de marcas próprias de um país verificam-se em todo o mundo. A mundialização das trocas é ajudada pela existência das famosas empresas transnacionais, que se instalam em vários pontos do mundo que, pelas características dos recursos humanos e as vantagens inerentes de aí se instalarem, são favoráveis à expansão do negócio. Desta forma o mesmo produto chega a todo o mundo, uniformizando e massificando gostos culturais. Outro fator relevante da globalização são as inúmeras invenções tecnológicas. Computadores, televisões, satélites, transportes, etc., revolucionaram a sociedade, tornando o mundo um lugar cada vez mais pequeno. Estamos na chamada “aldeia global” – a informação chega a todo o lado; as distâncias são esbatidas; regiões isoladas conectam-se com o mundo. A mundialização das trocas e de investimentos estrangeiros, aliados à tecnologia, possibilita, igualmente, a globalização cultural. Além das produções cinematográficas, literárias ou musicais, são, também, partilhados valores e símbolos culturais de uma dada cultura. Perante isto, torna-se possível a aproximação de culturas e povos, à qual corresponde a aculturação. Porém, a assimilação de uma cultura por parte de outra pode levar a um sentimento de perda de identidade por parta das comunidades locais, que se sentem marginalizadas. Para evitar conflitos, apela-se à coabitação cultural, ou seja, o respeito mútuo das diferenças culturais. Com tantos produtos novos, torna-se quase um imperativo à sociedade consumir. A sociedade de consumo é uma das características da população desde fins da II Guerra Mundial, verificando-se que o mesmo bem é consumido, simultaneamente, por milhões de pessoas. Relacionado com este facto, está a adoção de novos estilos de vida. As populações têm de se adaptar às necessidades atuais, conformando os seus padrões de comportamento aos modelos sociais vigentes. Muitas instituições foram afetadas: aparecem novos tipos de famílias (ex.: recompostas, homossexuais, monoparentais) e novos papéis no seu seio, dado o aumento dos divórcios ou da entrada da mulher no mercado de trabalho; o trabalho altera-se profundamente, com o crescente número de desempregados (o aumento da mecanização retira postos de trabalho), o aumento do tempo livre, modificações na formação exigidas pelo mercado atual; verificam-se, ainda, novos hábitos alimentares, novo vestuário ou novos desportos. Estamos perante uma sociedade em mudança. Todavia, é preciso ter cautela visto que “o Mundo é só um”. Os seus recursos não durarão para sempre e a degradação ambiental a que se assiste obriga-nos a adotar um plano de desenvolvimento sustentável e de gestão de recursos, de modo a que as sociedades vindouras possam aproveitar de tanto como nós. Concluindo, a uma sociedade em mudança crescente, num mundo altamente interligado, é necessário estabilidade e coesão nos comportamentos e modos de vida.


Atividades

16 Pré-Escolar

Jardim de Infância José Martins No dia 15 de maio, as crianças do Jardim de infância José Martins participaram numa atividade física na escola sede Amélia Rey Colaço e adoraram!

Esta atividade contou com a colaboração de 4 alunos do 10º e 12 alunos do 12º B em perfeita articulação com as crianças pequenas. Bem hajam a todos!

Além deste registo fotográfico, ainda existe um registo das crianças acerca desta participação. Como os pequenos de expressam... Para o ano há mais!


Atividades

17 na escola

Armando Guerreiro


Atividades

18 na escola

Armando Guerreiro


Atividades

4º AG

19 na escola

Armando Guerreiro

Os alunos da EB1 Armando Guerreiro foram ao Teatro da Trindade, em Lisboa, ver o musical infantil “O Zorro”, no dia 16 de dezembro. Estava a aproximar-se o final do 1º Período e os alunos deslocaram-se de autocarro numa viagem muito divertida. A peça de teatro, adaptada por Liliana Moreira, contava a história de uma vila, a Vila Garcia, cujos habitantes estavam em risco de terem de abandonar as suas casas porque o dono das terras não os deixava utilizar a água. É assim que surge o herói, Zorro, que tenta defender os habitantes, mas ele já está muito velho e cansado para lutar. Por isso, pede a D. Miguel, que está apaixonado pela filha do patrão, D. Madalena, para o substituir. D. Miguel acaba preso e Madalena descobre que, afinal, o pai não estava a ajudar os habitantes, mas sim, a tirar-lhes a água e fica do lado de D. Miguel e dos habitantes. D. Vicente, o patrão, acaba por ser derrotado e todos ficam em Vila Garcia, muito felizes, partilhando a água entre todos. Como curiosidade destacam-se os atores que interpretaram as personagens principais: Pedro Pernas, na pele do herói Zorro / Dom Vicente, a famosa atriz Cláudia Vieira no papel da linda Madalena e o seu apaixonado Sancho interpretado por Manuel Moreira. Os alunos aprenderam com a peça que se acreditarem, se esforçarem e forem unidos, conseguem sempre alcançar aquilo que pretendem. E foi assim que, de uma forma divertida, através das peripécias dos personagens, com muita música e comédia, os alunos desenvolveram uma das várias vertentes que esta visita de estudo pretendia aumentar, a cultura!


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Atividades

na escola

D. Pedro V

JORNADAS CULTURAIS “Reciclar a Brincar” As professoras da Unidade de Ensino Estruturado (UEE), em parceria com as professoras titulares das turmas dos 1º e 2º anos da Escola D. Pedro V dinamizaram a atividade “Reciclar a Brincar”, no âmbito das Jornadas Culturais. Esta atividade visou a sensibilização dos alunos para a importância da reciclagem, redução e reutilização do lixo. O reconhecimento da eficácia na educação ambiental e a crescente importância que as temáticas de prevenção para a preservação do ambiente assumem na formação cívica das crianças estiveram na origem da dinamização desta atividade, fomentando o exercício da cidadania ativa na preservação do ambiente. Os alunos tiveram a oportunidade de identificar e aprender o que podemos reciclar na escola e em casa e ter conhecimento do lixo que podemos reutilizar. Para aplicarem os conhecimentos que adquiriram, os alunos participaram num jogo onde tinham de separar o lixo e colocá-lo nos ecopontos apropriados. Os alunos estiveram todos de parabéns, pois demonstraram muito empenho e interesse na prática dos 3R – Reduzir, Reutilizar e Reciclar.


21

Atividades

na escola

D. Pedro V

JORNADAS CULTURAIS ESCOLA D. PEDRO V PAINEL DE PRIMAVERA A primavera chegou à Escola EB1 D. Pedro V! Na semana das “Jornadas Culturais” os alunos da escola elaboraram um painel coletivo alusivo a esta estação do ano tão colorida e alegre. Foram reutilizados materiais recicláveis para dar asas à imaginação e criatividade de cada turma. A escola ficou contagiada pelo espírito entusiasmante das cores e dos sons que a natureza, nesta época, nos oferece. “A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.” Cecília Meireles


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Atividades

na escola

D. Pedro V

DIA MUNDIAL PARA A CONSCIENCIALIZAÇÃO DO AUTISMO 2 DE ABRIL O Autismo é uma perturbação do desenvolvimento global que se manifesta através de dificuldades muito específicas ao nível da interação social, da aquisição e uso convencional da comunicação e da linguagem, pela restrita variedade de interesses e alterações do comportamento. O dia 02 de abril é o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007, para consciencializar as pessoas para este problema. Na escola EB1 D. Pedro V, este dia foi assinalado por atividades dinamizadas pelas professoras de Educação Especial da Unidade de Ensino Estruturado (UEE). Muitos alunos vestiram-se de cor azul e, na hora do intervalo da manhã, penduraram balões da mesma cor pelo recinto da escola, juntamente com um cartaz apelativo na entrada. Na parte da tarde, houve lugar a uma sessão de esclarecimentos sobre esta perturbação, com a apresentação de um PowerPoint direcionado a professores e assistentes operacionais.


Atividades

23 na escola

GONÇALVES ZARCO

OS 40 ANOS DA REVOLUÇÃO DO 25 DE ABRIL Todos os anos comemoramos na escola o 25 de Abril. Este ano, a revolução que nos trouxe a liberdade e a democracia fez quarenta anos, um número redondo que gostamos de celebrar de forma ainda mais visível. Assim, na EB João Gonçalves Zarco, os alunos do 6º ano (6ºAZ e 6º BZ), a pedido da professora Teresa Caldeira, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal, fizeram pesquisas sobre os factos e as imagens da Revolução. Com a exposição dos trabalhos, o átrio do primeiro andar do Pavilhão B encheu-se de cor e, quase poderíamos dizer, de sons e de cheiros: das cartolinas onde estavam colados, sorriam-nos os heróis da revolução e o povo que os acompanhou de corpo e coração; parecia que estávamos a ler e a ouvir as notícias da altura, as palavras e os gritos das pessoas entusiasmadas e até o cheiro dos cravos que simbolizam este momento da nossa história

A História dos Brincos de Penas, de Maria Teresa Maia Gonzalez Esta história passa-se numa aldeia de índios que pertencem à tribo dos Sempre-em-Pé. Todos têm nomes começados por “pé”: Pé-Chato, Pé-de-Atleta, PéCalçado, Pé-de-Chumbo, Pé-de-Meia,… Um dia, o jovem índio Pé-de-Atleta viu caírem do céu seis penas de cores diferentes, muito bonitas. A que pássaro pertenceriam? Toda a aldeia tentou descobrir: seriam penas de falcão? de faisão? de abutre? de pombo? de águia? de ganso? de perdiz? de avestruz? de gaivota? Ninguém parecia saber, de facto, de onde tinham surgido as penas. O Grande chefe quis saber a opinião dos mais velhos. Depois de muito pensarem, os conselheiros, reunidos no tipi do chefe, disseram: ─ Concluímos que não são penas de aves. ─ Não são penas de ave? O que são, então? ─ São penas de …gente! ─ disse o índio Pé-de-Guerra. Então Pé-de-Atleta foi ter com a sua amiga Pé-Chato, a índia com mais pena da tribo. Perguntou-lhe se as penas eram dela. Ela respondeu que sim, e que eram penas que ela tinha por não ver a sua irmã há muito tempo. Lembraram-se de que um antepassado da índia um dia lhes tinha dito: “Se um dia te derem um limão azedo, junta-lhe água e açúcar e tens uma limonada”. Então decidiram fazer uns brincos com aquelas penas. (Texto escrito por vários alunos) Maria Inês Nunes


Atividades

24 na escola

GONÇALVES ZARCO

A Caixa de Saudades, de Rosário de Alçada Araújo Resumo da história Era uma vez um menino chamado Dinis que ia sempre visitar o avô Ernesto nas férias. A casa dele tinha muitas escadas onde o Dinis e os primos brincavam. O avô Ernesto era ourives e a sua loja era no rés do chão, e quando a loja fechava o Dinis e os primos pediam ao seu avô para tocar em objetos. Quando tocavam parecia que faziam magia. Em casa do avô havia uma cozinheira que se chamava Ana das Panelas. Ela gostava de contar histórias e de cozinhar. E sempre que o Dinis ia à cozinha ela começava a contar histórias. A Ana tinha contado uma história de um anão ao Dinis mas ele não tinha acreditado muito. À noite, quando estavam todos a dormir, o Dinis saiu com o seu roupão e foi até à loja. Tinha ouvido uma coisa a bater no vidro, foi lá ver e viu que era um anão. O Dinis perguntou o que estava ali a fazer e ele respondeu que se chamava Clemente e que era um anão dos metais preciosos. Percebeu que o anão era simpático. E o anão voltou ao trabalho. Na noite seguinte, o Dinis voltou à ourivesaria do avô. Quando o Dinis foi ao encontro de Clemente, ele sabia que o Dinis voltaria. Clemente deu uma mala ao Dinis, ele abriu-a e tirou o Manual dos anões, e dizia lá que toda a gente devia cuidar da natureza. E também dizia que devia cuidar do que está na Caixa de Saudades. O Dinis achou estranho. Quando Clemente olha para as horas e repara que já são três horas da manhã, Clemente pediu ao Dinis para apagar a luz e ele e o resto dos anões voltaram a esconder-se atrás dos armários. Depois o avô pediu ao Dinis se queria ir ao sótão, o único sítio que o Dinis não conhecia da casa. O Dinis disse que sim e lá foram eles, o avô mostrou fotos do seu passado e o Dinis lembrou-se das palavras de Clemente e pensou que cada pessoa tem a sua Caixa de Saudades. E também pensou que quanto mais coisas lá guardasse mais sentiria que tinha aproveitado cada dia da sua vida. Mónica Caetano


Atividades

25 na escola

GONÇALVES ZARCO

Vamos vê-los ler? Fomos espreitar retratos de pessoas que estavam a ler quando os pintores os fixaram na tela. Olhámos: como eram? Onde estavam? Imaginámos: o que estavam a ler? Porque estavam a ler? Mostramos alguns os textos suscitados por uma das imagens. Os seus autores são alunos do 2º ao 7º ano. (trabalhos de escrita integrados nas Jornadas Culturais de março. Seleção de imagens do professor António Castilho. Biblioteca Escolar da EB João Gonçalves Zarco).

A leitora de Maryse Cloutier

É uma menina que está no quarto sentada na cama com uns ursinhos. Está a ler um livro de contos de fadas: “ A Bela Adormecida”. É um livro emocionante, porque é criança e gosta. Juan Carlos – 7º AZ A pintura que eu escolhi é a de uma menina; está sentada em cima da cama e inclinada para cima do livro, rodeada de peluches. Parece estar interessada e deve estar a ler “A Princesa e o Sapo”. Oldumisa – 6º AZ Uma menina pequena estava a ler um livro de princesas com os peluches. Os peluches estavam a observar a história. Bia de Góis – 3º AZ Era uma vez uma menina chamada Sara, e estava a ler sentada na cama, com os ursinhos de peluche. Ela estava descalça. Estava muito interessada no livro. O título do livro é O Joãozinho. É de rimas e ela fica a rir, porque as rimas são muito divertidas. Ismael – 3º AZ A minha imagem tem uma criança sentada na cama com dois ursinhos ao pé. O livro parece ser interessante. Era sobre animais. Tinha lá escrito: «Os animais fazem parte da Natureza. Devem ser bem tratados como quase tudo no mundo. Os animais domésticos ajudam a viver mais tempo!» A criança estava cheia de felicidade a ler o livro. Mónica – 3º AZ

Na minha imagem eu vejo uma criança sentada na cama a ler um livro. Parece atenta e entusiasmada. Ao pé estão ursos de peluche. Ela está vestida com uma camisola branca e um vestido cinzento. Está descalça, o cabelo é loiro, tem um gancho no topo do cabelo. Está no quarto. O livro é grande. Um dos ursos está com uma camisola preta. Catarina – 3º BZ É uma menina. Está sentada. Está concentrada. É um livro de rimas. Está interessada. Ela tem quatro anos. Está na cama. Tem ursinhos. Está no quarto. Ana – 2º AZ Era uma menina que estava a ler um livro de anedotas. Ela estava no seu quarto à espera que chegassem as quatro horas para ir passear para o jardim. Beatriz Mendes – 2º AZ

A menina está a ler o livro do pai que foi para a guerra. A menina estava a ver o pai dela no livro, deitada na cama a pensar e muito entusiasmada, com os seus ursinhos. E ela leu e viu que o seu pai venceu. Sandro Miranda – 2º AZ A menina está a ler. E ela está a ler muito…muito….muito… Denise – 2.º BZ


Atividades

26 na escola

GONÇALVES ZARCO

O MERCADOR DE COISA NENHUMA, de António Torrado Podemos ser mercadores de coisa nenhuma? Vender aos outros aquilo que não existe? Ou aquilo a que ninguém dá importância e que parece não ter valor? Há uma história de António Torrado que nos fala disso mesmo: Racib, o filho de um rico mercador de tapetes, não tinha nenhum jeito para o negócio do pai. Interessava-se por outras coisas: escutar o som das raízes e dos caules das plantas a nascer, conferir o número das formigas dos formigueiros … O pai, desesperado, deu-lhe uma bolsa de dinheiro e enviou-o para outra cidade para que ele encontrasse o seu próprio negócio. Racib começou por vender gotas de água. Sim, gotas de água, uma a uma, mostrando aos espantados compradores como cada gota era maravilhosa, como refletia de modo especial a luz do sol… Terá tido sucesso? Nenhum! Ninguém compra água gota a gota! Depois, quis vender grãos de areia. Sim, pequenos grãozinhos, um azulado, outro acastanhado, minúsculas obras de arte da natureza. Teve sucesso, desta vez? Também não! Ninguém quer comprar pequenos grãos de areia, assim, isoladamente. Foi aí que Racib ganhou o cognome de “mercador de coisa nenhuma”, e todos já se riam e afastavam dele, no mercado. Então, Racib mudou de cidade e começou a vender os seus sonhos. Estranhamente, mal ele começou a apregoar : “Quem quer sonhos?”, logo um comprador se aproximou, e depois outro, e depois outro… Racib ganhou muito dinheiro a contar os seus sonhos a quem deles precisava. Então e os sonhos não são “coisa nenhuma”? E quem é que precisa dos sonhos dos outros? E, fora do conto de António Torrado, não há verdadeiros contadores de sonhos? Ficam as perguntas para quem quiser responder, como responderam os alunos do 3º ano das EB1 Armando Guerreiro e EB Zarco, a quem a história foi contada. E os alunos do 3º ano também procuraram e encontraram exemplos de “coisa nenhuma” para hipotéticos negócios. Apresentamos três, com o respetivo cartaz publicitário: ). Thaiz, 3ºBZ

Matilde- 3º BZ

Petra- 3ºAZ


Atividades

de

Ed. FÍSICA no

27

AGRUPAMENTO

Dia da Escola Ativa

As atividades do " " no Agrupamento de Santa Catarina, organizadas e dinamizadas pelos Grupos de Educação Física com o apoio do Agrupamento (Direcção, Professores, Assistentes Operacionais) e da Câmara Municipal de Oeiras, decorreram na semana de 31 de Março a 4 de Abril e envolveram todos os alunos das seis escolas do Agrupamento. No que diz respeito aos 2.º e 3.º ciclos e ao ensino secundário (Escolas Amélia Rey Colaço e João Gonçalves Zarco), os alunos realizaram uma caminhada/peddy paper de cerca de 30 minutos, dentro de cada escola.


Atividades

de

Ed. FÍSICA no

28

AGRUPAMENTO Relativamente ao 1.º ciclo, os alunos, acompanhados pelos respetivos professores e por assistentes operacionais, participaram numa pequena caminhada (cerca de 20 minutos), dentro de cada escola (Escolas Armando Guerreiro, D. Pedro V e João Gonçalves Zarco) e aprenderam em seguida uma dança tradicional portuguesa.

Quanto ao Pré-Escolar (Jardins de Infância José Martins e Roberto Ivens), as crianças, acompanhadas pelos respetivos professores e assistentes operacionais, participaram numa “aula” de cerca de 30 minutos que incluía a aprendizagem de uma dança tradicional portuguesa e a realização de um percurso combinado de diversas habilidades motoras básicas. Durante toda a semana (31 de Março a 4 de Abril) realizaram-se ainda os torneios inter-turmas de Andebol e inter-escolas de Andebol, Basquetebol e “Bola ao Capitão”, envolvendo os alunos dos 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário das escolas Amélia Rey Colaço e João Gonçalves Zarco. Foram muitas horas de atividade (e mais ainda de preparação) e muitas crianças, jovens e adultos envolvidos. Alguns aspetos devem ser retificados para o próximo ano letivo, mas o balanço final é extremamente positivo. A Câmara Municipal de Oeiras disponibilizou 650 diplomas de participação, que serão distribuídos pelos alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo.


Atividades TORNEIO INTER TURMAS DE BOLA AO CAPITÃO/BASQUETEBOL 2013/2014 No dia 3 de abril decorreram as finais do Jogo Bola ao Capitão (5º ano) e Basquetebol (6º/7º/8º/9º anos) entre as equipas vencedoras da ARC x ZARCO.

Aqui ficam os resultados:

TORNEIO INTER TURMAS DE ANDEBOL 2013/2014 Nos dias 24 de março a 1 de abril decorreu o Torneio Inter Turmas de Andebol, sendo realizado no dia 4 de abril as finais entre as equipas vencedoras da ARC x ZARCO do 3º ciclo. Aqui ficam os resultados:

29 de

Ed. FÍSICA

CLASSIFICAÇÃO TORNEIO INTER TURMAS BOLA AO CAPITÃO / BASQUETEBOL ARC

CLASSIFICAÇÃO TORNEIO INTER TURMAS BOLA AO CAPITÃO / BASQUETEBOL ZARCO

CAMPEÃS FEMININAS

CAMPEÕES MASCULINOS

CAMPEÃS FEMININAS -

CAMPEÃS MASCULINOS -

5ºB 6ºE 7ºB 8ºC 9ºE

5º B 6ºA 7ºA 8º C 9º B

5º CZ 6º AZ 7º AZ

5º AZ 6º AZ 7º BZ

8º BZ

8º BZ

9º BZ

9º AZ

CLASSIFICAÇÃO TORNEIO INTER TURMAS ANDEBOL ARC CAMPEÃS FEMININAS -

7º B 8ºA 10ºB

CAMPEÕES MASCULINOS

7º B 8º D 9º A 10º C 11ºB 12º A

CLASSIFICAÇÃO TORNEIO INTER TURMAS ANDEBOL ZARCO CAMPEÃS FEMININAS -

CAMPEÃS MASCULINOS -

5º BZ 6º AZ 7º AZ

5º BZ 6º AZ 7º AZ

8º BZ

8º BZ

9º BZ

9º BZ


Atividades Ed. FÍSICA

30

de

O Rugby da Zarco está em alta! No passado dia 23 de Abril, as equipas de Tag Rugby da Escola João Gonçalves Zarco, Infantis A, Infantis B e Juvenis, participaram no Regional de Tag Rugby realizado no Complexo Desportivo da União Sport Sintrense. E que sucesso foi essa participação. Os Infantis B sagraram-se campeões regionais, mas todas as equipas foram apuradas para o Nacional. Parabéns aos campeões! Já agora, aproveitem para visitar a página de Facebook Rugby Zarco, vão ver que vão gostar. Ana Torres

PARTICIPAÇÃO AE SANTA CATARINA NO ENCONTRO REGIONAL DE TÉNIS Nos dias 2 e 3 de maio de 2014, o nosso agrupamento esteve bem representado no Encontro Regional de Ténis que se realizou no Clube de Ténis do Setúbal/Parque de Vanicelos, pela equipa composta pelos seguintes alunos: Nuno Martins (5ºBZ), André Lopes (6ºAZ), Filipa Ferreira (7ºAZ) e Bárbara Ferreira (9ºBZ). A nossa equipa ficou classificada no 6º lugar. Parabéns tenistas! Marta Colaço


31

Qual o melhor jogo?

Imagens- Fonte: GOOGLE imagens

A todos os que colaboraram


Edição:

Amandio FONTOURA

Colaboração: Rosa COSTA Ana Gláucia MELO Guilhermina OUTEIRO Josefina OLIVEIRA Francisco FIGUEIRA Daniela SOUSA Cristina GALA Guilherme LOURENÇO Mafalda ARRAIS António CÍCIO Gabriel COSTA Guilherme SIMÕES Luís PINA Mariana CORREIA Luísa NUNES António CASTILHO

e. b. s. amélia rey colaço JUNHO 2014

Bernardo PAULINO Gonçalo M. RIBEIRO Queiroz PINHEIRO António CASELAS Pedro GUERRA Catarina CAVACO Maria Inês NUNES Anabela FERREIRA Mónica CAETANO Sónia HENRIQUES Antónia VAZ Fernanda SANTINHA Ana TORRES Adília ALAGOA Ana RIBEIRO Isabel RAPOSO

Design do CBEÇALHO: João VERSTEEG Paginação: Revisão:

Amandio FONTOURA

Luísa NUNES


Jornal o catarino (edição junho 14)