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D I G I TA L

GRÁTIS!

POWERED FOR

Nº6

2012 L I R B A -

Especial

Final y s Fanta so RPG e o famo br tudo so

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Assassin’s C r Revelations eed p.24

Quem quer s e milionário? r Edição 2012 p.26

Gangstar Rio Cidade Santa : p.30

TETRIS 2011 p.28

EDITORIAL Bem-vindos à sexta edição da revista Foneplay Digital, a primeira de 2012, lançada um pouco mais tarde que o previsto, que se deveu ao típico início do ano que é sempre uma época fraca em novos lançamentos e campanhas. Como sempre trazemos-vos as análises aos melhores jogos recentemente lançados no nosso mercado, como são exemplo Tetris 2011, Quem quer ser milionário? Edição 2012 e Gangstar Rio – City of Saints. Na rubrica Série de Jogos trazemos tudo sobre a bem conhecida série Final Fantasy, o famoso RPG que já teve direito a versões para os telemóveis. Mas o principal destaque vai para as nossas típicas escolhas anuais dos melhores jogos do ano. Como temos feito desde o lançamento da Foneplay em 2005, a nossa equipa elabora os melhores jogos em diversas categorias e plataformas. Não percam! Não percam ainda as últimas análises, o top dos jogos mais vendidos, os últimos lançamentos, e as nossas sugestões sobre as melhores versões para telemóvel dos clássicos do passado. Espero que esta edição seja do vosso agrado e que agora não percam nada sobre a Foneplay, quer através da nossa revista quer através do nosso site ou página do Facebook. Joguem muito e divirtam-se! Paulo Miranda paulo.miranda@wedomore.pt

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ABRIL 2012

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F AVORITOS

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excelentes jogos a não perder!

Nesta edição deixamos as nossas sugestões das melhores versões de jogos de cartas.

FAVORITOS foneplay.net

World Poker 3 Género: Cartas

QUERES ESTE JOGO?

Fo n e p l ay. n e t

Género: Cartas

clica aqui!

ABRIL 2012

Editora: Gameloft

QUERES ESTE JOGO?

World Poker Tour: Hold’em Showdown podia ser mais um jogo de poker se não permitisse reunir um grupo de amigos e desafiá-los através das acções que se vão executando ao longo do jogo, procurando enganá-los e criar um bluff em torno da mão que, com tamanha garra, se faz questão de esconder e usar como trunfo final. Os personagens, durante o jogo, reagem também, de uma forma extremamente genuína, a cada uma das nossas apostas, sobretudo quando adoptamos atitudes mais agressivas e impulsivas. Os gráficos são razoáveis e o sistema de jogadas na horizontal com a indicação dos vários movimentos efectuados, por baixo do rosto de cada um dos personagens, é muito funcional e resulta num desafio mais dinâmico e competitivo. O menu e as opções disponíveis para cada turno do jogador surgem no rodapé do cenário. Para os iniciados na arte do Poker, este título disponibiliza um tutorial, muito bem organizado por tópicos, sobre o assunto, sendo facilmente acedido através do menu principal.

C LASSI F I C AÇ Ã O :

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UNO Spin

Editora: EA Mobile

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Mile Robbins morreu em 1984, com 72 anos. Deixou-nos o testemunho do Uno que não parou de evoluir. Existem várias versões do jogo, incluindo tabuleiros com dispensadores de cartas que têm vontade própria ou rodas que ditam o que vai acontecer na próxima jogada. E assim chegamos à versão do jogo que assinala a nossa semana: o Uno Spin. De todas as séries já criadas, o Uno Spin é a mais imprevisível. Tudo graças à “Carta Spin” que quando lançada faz girar a roda e tudo pode acontecer: ter de revelar o jogo, trocar de jogo com o parceiro ou ir buscar mais cartas. É uma forma de arruinar por completo qualquer possibilidade de estratégia. Mas seja qual for a versão que jogar, o Uno será sempre o ideal para todas as idades. Se para os adultos é divertido, para as crianças é educativo por as fazer combinar cores e números. Assim, tão imprevisível quanto ele próprio, o Uno prova mais uma vez que os maiores sucessos ainda podem acontecer por acaso.

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F AVORITOS

Platinum Solitaire 3 Género: Cartas

Texas Hold’em Poker 2

Editora: Gameloft

QUERES ESTE JOGO?

Género: Cartas

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Há 17 jogos diferentes de Solitário, incluindo algumas versões que ao longo dos anos já têm feito sucesso nos computadores: Freecell, Spider Solitaire, Blackhole, Flower Garden, entre outras. Para além de organizar as cartas, todo o jogo pode ser um torneio em Tour Mundial. O segredo está em gostar de correr riscos e acreditar na sorte. Como qualquer aposta em casino, pode ganhar ou perder. Mas se ganhar, desbloqueia toda uma série de extras para o jogo: novos locais para explorar e aumentar o seu império, dinheiro para comprar na loja truques e cartas mágicas e desbloquear outras versões de Solitário. Mas se ter um império lhe parece demasiado ambicioso, pode sempre escolher um Jogo Rápido. De entre os 17 diferentes ainda pode optar pelo nível de dificuldade e a duração. O jogo Solitário só por si é viciante, mas nesta versão os gráficos simples e coloridos tornam-no também agradável porque distinguimos bem as cartas e conseguimos movê-las sem problemas.

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Governor of Poker: Texas Tycoon

Editora: Gameloft

QUERES ESTE JOGO?

Género: Cartas

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QUERES ESTE JOGO?

Em comparação com a primeira edição de Texas Hold’em Poker, os gráficos, neste título, estão muito melhor concebidos e mais elegantes e detalhados. De realçar o pormenor, muito bom e bem trabalhado, do toque do jogador no ecrã que permite ao mesmo espreitar a sua mão. O movimento de lançar as cartas na mesa e a atitude dos jogadores quando fazem um fold, tornam este título mais dinâmico do que o seu antecessor, e mais irreverente. O jogador sentir-se-á numa mesa de casino com um grupo de amigos e poderá apreciar a reacção dos mesmos às suas jogadas destemidas. Todos os registos históricos do jogo são armazenados e tratados estatisticamente com gráficos e tabelas. Existem também várias menções honrosas para quem conclui, com êxito, tarefas como vencer quatro rondas seguidas, terminar o jogo com um fullhouse ou após um river. Uma experiência inesquecível para todos os amantes e amadores de Poker, e até mesmo para quem queira aprender.

C LASSI F I C AÇ Ã O :

Editora: Connect2Media

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Conhecido jogo de póquer, grande êxito na internet e para iPhone, foi disponibilizado para equipamentos Java. Com o ambiente do velho oeste, quanto mais mãos, jogos e torneios ganharmos, maior será a nossa capacidade para comprar bens e aumentar a nossa reputação na cidade. E quanto maior for a nossa reputação, mais jogos poderemos jogar. O estilo de jogo adoptado é o Texas Holdem, com um capital inicial teremos que procurar torneios por todo o território Texano. Em termos qualidade gráfica não é muito impressionante, os efeitos visuais são bem comuns, mas é um jogo muito divertido para quem gosta de simplesmente jogar Poker. O nosso sucesso no jogo irá permitir-nos comprar casas, deslocarmo-nos de cidade em cidade e conquistar cada cidade a jogadores excêntricos. É fazer as apostas, ganhar dinheiro, propriedades, fama e o título de Governador!

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S é r i e

de

Jogos

Final Fantasy Por: Paulo Ferreira

A

Square Enix não inventou o RPG, mas os jogadores deste género podiam viver sem o Final Fantasy? Claro que sim, mas não seria a mesma coisa. Quem se deixa apanhar, não quer outra coisa... Quantas vezes já ouviram dizer e leram que certo tipo de jogo é “ou vai ou racha”, “primeiro estranha-se e depois entranha-se”, “só custa a princípio”, etc. É um chavão, mas nos casos dos RPG não há volta a dar. São raríssimos os casos em que o jogador é arrebatado jogo nos momentos iniciais. Os RPG de nova geração são super apelativos com as suas introduções e sequências cinematográficas, possuem menus (relativamente) intuitivos, mas ainda assim, o RPG não é nem nunca foi um jogo de prazer imediato, como os de porrada e tiros. O Role Playing Game é, desculpem-me a comparação, como a cerveja: aprende-se a gostar. Ao jogador é-lhe pedido que vista a pele de uma personagem; que faça a gestão dos itens que transporta consigo, o objecto “x” serve para abrir certas portas, o “y” para afastar maus-olhados, o “z” para recuperar energia, mas na maior parte das vezes estamos limitados a um número de objectos; que erre horas ou dias a fio por montanhas, rios, desertos, aldeias... porém, o cenário, isto é, o pacote gráfico nem sempre é agradável à vista; que desvende enigmas intrincados; que se relacione com outras personagens; em suma, que invista muito tempo em frente ao monitor. Igual mas diferente... No final da década de 1980 começaram a aparecer videojogos que fogem (um pouco) à regra, com gráficos mais coloridos e “amigáveis”, uma jogabilidade baseada nos jogos de tabuleiro, mas mais fluidas, quase em tempo real no que toca às batalhas e decisões rápidas, e o pano de fundo destes RPG electrónicos são bastante diversificados, não se limitando a versões do Senhor dos Anéis. Títulos como Ultima e Legend of Zelda franquearam as portas aos criadores de Final Fantasy, mas este último bateu todos no capítulo do argumento, personagens e imaginação dos cenários criados… na pura fantasia. Já desde o primeiro

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FF, em 1987, que encontramos neste jogo elementos futuristas misturados com ambientes medievais. Há personagens que montam dragões, usam poções e mezinhas, mas deslocam-se em naves espaciais. Tudo, lá está, feito com o maior dos primores. FF sublimou o género RPG, não inventou a roda, mas criou a roda dentada! Sete, o número da sorte O salto evolutivo que marcou indelevelmente a carreira de FF e consequentemente todos o género RPG, aconteceu com o sétimo episódio de Final Fantasy. Aquando da sua produção, em 1997, a editora Square Enix cessou a colaboração que tinha com a Nintendo devido às limitações técnicas (e orçamentais) da consola desta marca, que ainda trabalhava com cartuchos, optando pela rival PlayStation, da Sony. Esta mudança abriu um mundo novo para os criativos da Square Enix. Pela primeira vez, FF ganhou gráficos tridimen-


S érie

sionais, longas, numerosas e deslumbrantes sequências animadas, mais acção, mais aventura, mais tudo! Só num fim-de-semana foram vendidos mais de 2,5 milhões de exemplares. A Sony, com este trunfo na manga, esmagou a concorrência, e a Square conquistou milhões de jogadores que até então olhavam de soslaio para os RPG. Desde então, cada título de Final Fantasy é aguardado com enorme expectativa, tanto que se formam filas com milhares de pessoas, no Japão – onde mais? – à porta das lojas na véspera do lançamento. F de Fantasia, de feérico e de “flop” Em 2001, Final Fantasy, não só era uma referência nos videojogos em todo o mundo, como se afirmou enquanto marca. Além dos jogos para consolas e computadores, comercializa(ra)m-se porta-chaves, bijutaria, baralhos de cartas, réplicas das armas utilizadas pelas personagens, estatuetas, toda a parafernália associada ao merchandising e ao coleccionismo. Os cofres da editora Square Enix estavam recheados; porém, é no Verão desse ano que esta empresa dá um passo maior do que a perna ao lançar uma longa metragem de animação baseada no videojogo homónimo. Final Fantasy: The Spirits Within narra-nos uma história algo esotérica sobre uns fantasmas assassinos que forçaram a humanidade a viver em cidades cercadas. No entanto, é chegado o momento de resolver de uma vez por todas este conflito. O argumento não foi suficientemente apelativo para a maioria do público, mas FF teve o mérito de elevar a animação por computador a patamares nunca antes vistos. É certo que a Pixar e a Dreamwoks já cá andavam há algum tempo, tendo arrecadado fama e fortuna com Toy Story, Antz, entre outras obras, mas a abordagem de FF vai muito mais além. As personagens não têm aspecto “cartunesco”, tratam-se de pessoas virtuais, e nem tão pouco se baseam em actores reais que posaram para os ilustradores/animadores. Foi tudo criado de raiz, fruto da arte e engenho do estúdio da Square Enix. Aki, a protagonista de FF, era composta por mais 400 mil polígonos e os seus 60 mil cabelos possuíam animações independentes. Este prodígio tecnológico teve um orçamento de 137 milhões de dólares, enquanto a receita não ultrapassou os 85 milhões. Um fracasso retumbante.

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J o g o s

Final Fantasy não regressou ao grande ecrã, mas tem(-se) passeado nos filmes de animação. Last Order e Advent Children, ambos baseados nas personagens de FFVII, venderam milhares de exemplares de DVD. As fitas do FF ainda mexem… O relógio do Chapeleiro Louco Além dos suportes gráficos e sonoros, a quase independência entre os vários episódios tem sido outra mais-valia de FF. Por outras palavras, um jogador que ignore completamente o FFIX, pode aventurar-se no FFX porque que vai encontrar uma história original, personagens inéditos, um universo novinho em folha por descobrir. Isto é óptimo porque os jogadores principiantes ou meramente interessados, podem, a qualquer altura, jogar FF. Por esse motivo, não há uma cronologia de eventos, a Square Enix avança e recua nas produções de FF a seu bel-prazer, ora para adaptá-lo às novas plataformas, ora para lançar jogos de expansão (esses sim, podem ser sequelas ou prequelas de um determinado episódio), como é o caso do FFX-2. Um Final Fantasy calculista! Olhando à lupa o género RPG, salta à vista que um dos principais ingredientes é a estratégia. Quando digladiamos com o vilão sicrano ou beltrano temos de equacionar, para ambas as facções, a força, experiência, tipo de arma, número de tropas, moral das mesmas, terreno do recontro e sabe-se lá mais o quê porque nada acontece por acaso; até ao factor sorte está atribuído um valor! Os RPG originais, como Dungeons & Dragons, com mais cérebro do que músculo, obrigam o jogador a matutar e a calcular mais antes de agir. A pensar nesse nicho de mercado, a Square Enix recrutou uma equipa de criativos com créditos firmados nessa área (autores de Ogre Battle e Tactics Ogre) para desenvolver Final Fantasy Tactics. Neste spin-off, os jogadores deslocam-se sobre uma espécie de azulejos, como se o cenário/terreno fosse um tabuleiro, a perspectiva é isométrica, há menos batalhas aleatórias e sequências cinemáticas, e as personagens e a história são distintas do universo de FF. O primeiro FF: Tactics foi lançado em 1997 para a PlayStation e desde então tem evoluído e conhecido várias sequelas, sobretudo para as consolas portáteis PSP e DS. ABRIL 2012

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Por: Paulo Miranda

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plataforma. As nossas escolhas em rubricas com enfoque noutras plataformas, como o melhor jogo para Android ou para iPhone, por exemplo, serão indicadas brevemente no nosso site, por isso fiquem atentos.

Uma vez que a nossa revista incide sobre os jogos Java, iremos apenas focar-nos nas rubricas para esta

Para já fiquem com os vencedores das edições anteriores antes de saberem quais as nossas escolhas para o ano transacto.

elo sétimo ano consecutivo vamos escolher aqueles que, na nossa opinião, são os melhores jogos do ano. Do mesmo modo que nos anos transactos, iremos seleccionar os jogos vencedores em diversas categorias.

Melhor Jogo Melhor Jogo Melhor Jogo Acção Aventura Arcade .................................................................................................................................................................. 2005 – King Kong 2006 – Splinter Cell – Double Agent 2007 – Assassin’s Creed 2008 – Soul of Darkness 2009 – Assassin’s Creed 2 2010 – Splinter Cell Conviction

2005 – X 2006 – Stranded 2007 – Blades and Magic 2008 – Metal Gear Acid 2009 – Os Sims 3 2010 – Harry Potter e os Talismãs da Morte

2005 – Tetris 2006 – Sonic 2007 – Metal Slug 3 2008 – X 2009 – X 2010 – Worms 2010

Melhor Jogo Melhor Jogo Melhor Jogo Desporto Estratégia Corridas .................................................................................................................................................................. 2005 – FIFA 06 2006 – FIFA 07 2007 – Pro Evolution Soccer 2008 2008 – Real Football 2009 2009 – Real Football 2010 2010 – Real Football 2011

2005 – Age of Empires II 2006 – Age of Empires II – Deluxe 2007 – Age of Empires III 2008 – Townsmen 5 2009 – Risco 2010 – Age of Empires III: The Asian Dynasties

2005 – Asphalt 2 2006 – Asphalt 3 – Street Rules 2007 – Need for Speed – Pro Street 2008 – Rally Master Pro 2009 – Need for Speed Shift 2010 – Need for Speed Hot Pursuit

Melhor Jogo Melhor Melhor Quebra Cabeças Editora Jogo do Ano .................................................................................................................................................................. 2005 – Zuma 2006 – Tower Bloxx 2007 – 7 Wonders 2008 – CSI 2009 – LocoRoco Hi 2010 – A

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2005 – X 2006 – Gameloft 2007 – EA Mobile 2008 – Gameloft 2009 – EA Mobile 2010 – A

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2005 – King Kong 2006 – Splinter Cell – Double Agent 2007 – Assassin’s Creed 2008 – Rally Master Pro 2009 – Assassin’s Creed 2 2010 – Uno Spin


Melhor

Jogo

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Tetris 2011

(Gameloft)

(EA Mobile)

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Asphalt 6: Adrenaline (Gameloft)

A série continua em grande marcando novamente presença como melhor jogo do género

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Jogo

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As Aventuras de Tintin

O conhecido clássico regressou ainda melhor que na versão original

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Assassin’s Creed Revelations A série continua em grande marcando novamente presença como melhor jogo do género

Jogo

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Melhor

FIFA 12 (EA Mobile) Este ano FIFA assume o trono de melhor num género ainda com escassos títulos

(Gameloft)

Excelente jogo com diversos cenários e diferentes estilos de jogo

Melhor

Jogo

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Civilization 5 (Gameloft) O clássico jogo de estratégia que mais uma vez chega ao móvel com uma grande versão

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Melhor

Jogo

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Cannon Rats Puro clone de Angry Birds mas que não deixa de ser o único jogo do género para Java

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Os Sims Medieval (EA Mobile)

Os Sims são sinónimo de simulação, que neste jogo levam-nos até ao passado medieval

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Final Fantasy 2

(Gameloft)

Melhor

Jogo

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Melhor

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(EA Mobile)

O supra-sumo do género que regressou aos telemóveis numa excelente sequela

Melhor

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EA Mobile Escolha difícil mas baseada nos contínuos melhoramentos das novas versões das suas conhecidas séries e ainda a estreia de outras séries de sucesso das consolas.


Jogo do Ano 2011 Por: Paulo Miranda Por norma a escolha do melhor jogo do ano é sempre muito difícil, pois existe sempre uma mão cheia de títulos que se destacam dos restantes e que podem perfeitamente receber este nosso galardão. Este ano a escolha foi ainda mais difícil, mas está feita. A escolha da Foneplay para o Jogo Do Ano de 2011 é... Tetris 2011, da EA Mobile. Do mesmo modo que no ano anterior, e ao contrário de todos os outros, o prémio vai de novo para um jogo para um público-alvo mais amplo, um título casual que irá divertir (e muito) todos os tipos de jogadores. Oficialmente, Tetris foi criado a 6 de Junho de 1984, por Alexey Pajitnov, que na altura era engenheiro informático no Centro de Computação da Academia Russa de Ciências. O nome Tetris é uma combinação da palavra “tetra”, que em grego significa quatro - hão-de reparar que as peças deste jogo são compostas por quadrados, todas têm quatro segmentos, e por isso se chamam tetraminós – e de ténis, o desporto favorito de Pajitnov. É difícil contabilizar o número de exemplares que Tetris vendeu. No entanto, estima-se que Tetris tenha vendido

qualquer coisa como 70 milhões. Cliché ou não, o certo é que 28 anos depois, Tetris continua vivo. Não apenas nas nossas memórias, mas nos computadores, nas consolas, na Internet, nos telemóveis e quando pensamos que já não havia volta a dar-lhe, que é uma fórmula exaurida, vemo-lo num outro formato com outra roupagem. E é isto que claramente vemos na versão 2011 do conhecido jogo. Lançado muito perto do final do ano, esta versão do clássico traz-nos uma série de novos modos de jogo que o tornam ainda mais divertido e desafiante de jogar, um verdadeiro vício. Esta jogo mostra como algo que já teve inúmeras versões e actualizações pode ainda ser alvo de melhoramentos para o tornar ainda melhor, parabéns à EA Mobile pelo feito. Podem ver a análise completa a este jogo mais à frente, mais precisamente na página 28. Para já concluímos indicando que mesmo num ano com um menor número de lançamentos de títulos em Java, a grande maioria foram jogos de grande qualidade, e Tetris 2011 é realmente um título a não perder pelos antigos fãs e por aqueles que podem nunca ter experimentado um dos maiores e melhores quebra-cabeças de todos os tempos.

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TOP TMN

1

º Chuzzle JOGO? QUERES ESTE

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2

Dance º Dance Revolution

QUERES ESTE JOGO?

3

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º Quem Quer Ser

Milionário? Edição 2012

QUERES ESTE JOGO?

4

365 Quebra Tijolos 3 em 1

º

QUERES ESTE JOGO?

5

º

The Simpsons Arcade

QUERES ESTE JOGO?

Tetris 2011

QUERES ESTE JOGO?

9

º

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Million Dollar Poker

QUERES ESTE JOGO?

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6

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Jewel Treasure Imperio Azteca

º

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God of War Betrayal

QUERES ESTE JOGO?

10

º

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Salto de Ski 2012

QUERES ESTE JOGO?

clica aqui!


LANÇAMENTOS

FIFA Manager 12

Plants vs Zombies

QUERES ESTE JOGO?

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QUERES ESTE JOGO?

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Worms Reloaded

Zombiewood

QUERES ESTE JOGO?

QUERES ESTE JOGO?

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ENVIA PARA 22200:

Jogo:

EDITORA:

GÉNERO:

Ace Combat

EA Mobile

Acção

Bejeweled Twist

EA Mobile

Quebra-Cabeças

bt

Brain Challenge 4

Gameloft

Quebra-Cabeças

bc4

Cake Mania - Minha Historia

Digital Chocolate

Quebra-Cabeças

cms

Chuzzle

EA Mobile

Quebra-Cabeças

chu

Dungeon Hunter 3

Gameloft

Acção

dh3

FIFA Manager 12

EA Mobile

Desporto

fm12

Hungry Shark

Connect2Media

Acção

hshd

Jewels Treasure - Imperio Azteca

Connect2Media

Quebra-Cabeças

March of Heroes

Gameloft

Acção

Midnight Pool 3

Gameloft

Desporto

Peggle

EA Mobile

Quebra-Cabeças

peg

Plants vs Zombies

EA Mobile

Acção

pvz

Pocket Magnata Zoo

Connect2Media

Estratégia

pmz

Popping Mania

Glu Mobile

Quebra-Cabeças

pom

Salto de Ski Pro 2012

Connect2Media

Desporto

sjp12

Shaolin Jump

Digital Chocolate

Acção

shj

Tower Bloxx Revolution

Digital Chocolate

Quebra-Cabeças

tbr

Worms Reloaded

EA Mobile

Acção

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Gameloft

Acção

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TUTORIAL

COMO DESCARREGAR

UM JOGO DA TMN Passo 1:

Aceder ao portal móvel da TMN

Passo 2 :

Aceder ao canal Jogos

Para iniciarmos o processo de descarregar um jogo para o nosso telemóvel temos primeiro que aceder ao portal móvel da TMN. Para tal basta abrir o browser e aceder ao respectivo link.

Passo 4:

Escolher um jogo Ao clicar num determinado jogo listado numa das diversas categorias, iremos para uma página onde será apresentada mais informação sobre o título em questão. Para além da imagem do jogo, podemos ler ainda uma descrição do mesmo e validar qual o seu preço.

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Uma vez na página inicial do portal, é procurar e seleccionar o link que diz Jogos de forma a aceder ao respectivo canal. Uma vez lá, iremos ver os jogos em destaque, o link para os mais vendidos, os últimos lançamentos, entre muitos mais. A TMN está constantemente a lançar novos jogos, por isso vale a pena visitar o canal regularmente.

Passo 5:

Comprar o jogo Para comprarmos o jogo basta seleccionar o link comprar, que indica qual o preço do jogo, que normalmente varia entre os €3 e os €4. Após clicar no link de comprar ser-nosá apresentada uma página para confirmarmos o download e iniciar o envio dos ficheiros do jogo para o nosso telemóvel.


TUTORIAL

Outras formas de aceder a um jogo

Acesso via site Web

Existem outras formas de aceder a um jogo para além do acesso ao portal móvel, embora todos acabem por terminar com o acesso à página do respectivo jogo no portal móvel da TMN.

Passo 1: aceder ao site web da TMN, depois escolher a opção Jogos constante da barra superior de navegação Passo 2: na área de Jogos é verificar os jogos existentes nas diversas categorias e procurar pelo que pretendemos descarregar Passo 3: após termos seleccionado o jogo que pretendemos, basta colocar o nosso número de telemóvel na caixa respectiva, o que despoletará o envio de um SMS para o nosso equipamento

Passo 3:

Ver os jogos disponíveis

Passo 4: após a recepção do SMS, teremos que clicar no link recebido que abrirá o browser do telemóvel na página do jogo que seleccionámos

Os jogos estão listados em diversas categorias, quer sejam dos respectivos géneros ou categorias especiais. Nestas categorias podemos verificar quais os jogos existentes. Isto é uma excelente forma de validar que jogos existem para o nosso equipamento, especialmente se estamos a procurar algo de um género em concreto.

Passo 5: na página do jogo, basta seleccionar a opção comprar para iniciar o processo de compra

Acesso via SMS Passo 1: criar uma mensagem SMS escolhendo como destinatário o número 22200 Passo 2: indicar qual o jogo que pretendemos obter, colocando na parte do texto da mensagem a letra J seguida de um espaço e depois do código do jogo (ex: j tetris) Passo 3: após o envio da mensagem, iremos receber como resposta uma mensagem de texto com o link para a respectiva página do jogo Passo 4: após a recepção do SMS, teremos que clicar

Passo 6:

Descarregar o jogo

no link recebido que abrirá o browser do telemóvel na página do jogo que seleccionámos Passo 5: na página do jogo, basta seleccionar a opção

Este processo varia consoante o telemóvel, mas normalmente é-nos pedido para confirmar o download e, por vezes, em que pasta queremos guardar o jogo no nosso equipamento.

comprar para iniciar o processo de compra Em qualquer uma destas opções, temos que primeiro obter informação sobre a compatibilidade do jogo com o nosso telemóvel. Enquanto no site Web é possível fazê-lo, via SMS temos que validar esta informação antes de enviar o pedido. Mas, caso peçamos um jogo que não esteja disponível para o nosso telemóvel, quando acedermos à página do respectivo jogo iremos obter esta informação, não sendo depois possível iniciar o download do jogo.

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Assassin’s Creed Revelations Editora: Gameloft QUERES ESTE JOGO?

Produtora: Gameloft

Género: Acção / Aventura / História

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Por: Gina Modesto A lenda de Assassins Creed começa em 2012. Foi o que nos contou o primeiro jogo lançado em 2007. Nesta altura 2012 ainda seria uma época futurista e pôde-se sonhar com um laboratório capaz de retirar memórias intemporais do ADN de um indivíduo. Assim se acedeu às memórias de Desmond Miles, descendente de Altair, um membro da Ordem dos Assassinos durante a Terceira Cruzada da Terra Santa. Os jogos têm consistido essencialmente no regresso a estas memórias da Ordem dos Assassinos e em poder

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vivê-las como se tivesse viajado no tempo. O sucesso da série Assassins’ Creed continua com a saga Revelations e voltamos aos tempos da Idade Média para explorar os segredos dos Templários, na pele de Ezio Auditore, um membro da Ordem dos Assassinos que vai liderar todo o jogo. Há claramente um desenvolvimento neste jogo para o telemóvel em relação aos outros. Muito mais do que criar um cenário de plataformas com uma história a passar nas entrelinhas, a Gameloft percebeu que tinha de dar a esta versão para telemóvel um toque de vídeo-jogo. E o resultado são cenários que trazem aos nossos olhos


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a ilusão da versão original para as consolas. Embora seja em 2D, a verdade é que foi criado um efeito de profundidade que mostra pormenores de todos os locais por onde passa, desde a cidade de Constantinopla ao Palácio de Topkapi, passando pela montanha de Masyaf e a cidade submersa de Derinkuyu. Para além disso a história acompanha a estratégia do jogo. É preciso saber ultrapassar obstáculos, plataformas com engenhocas que lembram as invenções de Leonardo DaVinci, mas acima de tudo é preciso saber esperar e ter agilidade para saber quais as plataformas para onde saltar, qual o momento em que precisa de se esconder e qual o momento em que deve atacar e isso não depende apenas de carregar numa tecla. A Ordem dos Assassinos tem uma honra a manter e precisa de matar apenas quando necessário. Mas porquê a cidade de Constantinopla? Porque há rumores de que aqui existe uma chave da Biblioteca da Ordem dos Assassinos. Ezio parte com o companheiro para o local em busca da chave, mas ambos acabam raptados para um navio Templário do qual têm de fugir depois de descobrirem que é o Templário que anda atrás dele. Não vai demorar muito para perceberem que é o príncipe Otomano Ahmet, completamente fora de controlo, querendo entrar na Biblioteca da Ordem dos Assassinos para desvendar os seus segredos e ter o poder de destruir a humanidade. A velocidade do jogo é surpreendente para um jogo de

telemóvel. Talvez isso não facilite em termos de jogabilidade, porque os comandos são bastantes e carece de destreza para conseguir gerir todas as teclas. É principalmente uma questão de bons reflexos, porque qualquer erro pode ser fatal quando está em situações como andar numa corda bamba sobre chamas, voar na famosa Máquina Voadora de DaVinci ou trepar muros de palácios. À medida que avança no jogo todo o ambiente torna-se mais dramático. Isso nota-se nos próprios cenários que ficam sombrios e por vezes invadidos por tempestades em que raios trovejam ao longe. Os assassinatos terão também o seu momento de destaque e quando a batalha é decisiva para o final do nível, os grandes assassinatos são concretizados num ecrã de sombras em que o vermelho é a única cor que se destaca no momento da vitória. Entretanto, também carrega consigo a missão de salvar outros assassinos da Ordem que estão capturados. Contudo, estes novos assassinos vão ajudá-lo quando os enviar para missões da sua Guild (corporação). Assim melhora a sua energia e consegue mais poder para as batalhas seguintes. Em momentos decisivos os assassinos da sua corporação podem salvar-lhe a vida. E no final de oito níveis de lutas, esperamos que o último nos traga a batalha final de Ezio e Ahmet para evitar que este roube o segredo da Biblioteca da Ordem dos Assassinos e consiga a chave para um poder inigualável. O futuro da humanidade depenCLASSIFICAÇÃO: de desta batalha.

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Quem quer ser milionário? Edição 2012 Editora: Glu Mobile QUERES ESTE JOGO?

Produtora: Glu Mobile

Género: Quebra-Cabeças

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Por: Gina Modesto Quem não ficou preso à televisão à espera de ver um concorrente ganhar o prémio máximo de Quem quer ser milionário? pode parar de ler aqui mesmo. Para todos os outros chegou a vez de poder experimentar a sorte e tentar subir na pirâmide dos 250 mil euros: a Glu Mobile acaba de lançar a edição de 2012 deste jogo para telemóvel.

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Este concurso de televisão, que bateu todos os records de audiência em mais de 100 países em todo o mundo, deu os seus primeiros passos em Inglaterra em 1998 quando ainda se chamava A montanha do Dinheiro e se assemelhava a um concurso de rádio em que os concorrentes tinham de responder ao máximo de perguntas possível numa corrida contra o tempo. O formato de Quem quer


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ser milionário? como o conhecemos hoje surgiu mais tarde, já em 2000. Entretanto, para além dos sortudos milionários que conseguiram acertar as 15 perguntas, o concurso também deu oportunidade a quem os seguia a partir de casa, primeiro com os jogos de tabuleiro, e depois com os videojogos e, claro, os telemóveis. E é fantástico perceber que a simulação do cenário da televisão está perfeita, mesmo para o pequeno ecrã. Consegue ver os cheques que recebe, ouvir a famosa música de fecho, só falta mesmo um apresentador para se meter consigo e baralhá-lo! Tal como nas versões mais recentes do concurso, tem direito a quatro ajudas: 50/50 para eliminar duas respostas erradas, a ajuda do público, o telefonema a um amigo que até pode perceber do assunto e a possibilidade de trocar a pergunta. E a simulação é de tal forma real que por ve-

zes a quem pede ajuda pode “enganar-se” na resposta. Lamentavelmente as perguntas comecem a repetir-se cedo de mais. Seria de esperar que, com a probabilidade de falhar à medida que a dificuldade aumenta, houvesse mais perguntas para o primeiro nível. Depressa ficará mais perto de se tornar um milionário virtual porque de jogo para jogo há respostas que aprende quando erra. De resto, o Quem quer ser milionário? 2012 é óptimo para aprender algumas curiosidades e para pôr à prova os seus conhecimentos. Ainda que pareça apenas mais um jogo, a verdade é que dificilmente vai conseguir parar até ganhar o prémio máximo. E o bom é que nunca chega a perder realmente dinheiro e ainda ganha pontos para o ranking de perfis. Pronto CLASSIFICAÇÃO: para a primeira pergunta?

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Tetris 2011 Editora: EA Mobile QUERES ESTE JOGO?

Produtora: EA Mobile

Género: Clássicos

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Por: Gina Modesto Desde os anos 80 que o Tetris cria furor nos vídeo jogos. O vício foi um boom tão grande que em qualquer feira se vendiam as Brickmanias com o puzzle ainda a preto e branco e uma música irritante. Mas isso não importava, o jogo continuava a ser adorado por todos: simples e interminável. Ao longo do tempo, com a evolução dos vídeo jogos e também as várias versões que já foram inventadas, a origem do verdadeiro Tetris às vezes parece esquecida. O nome Tetris surgiu pelo facto de ser jogado com

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tetraminós, que são na prática blocos de quatro peças. Começou a ser divulgado a portas fechadas, mas quando atravessou finalmente as fronteiras da Rússia para o resto do mundo foi um dos primeiros jogos a ser considerado um tipo de vício. E assim chegamos a 2012, em que o Tetris New 2012 tenta trazer algo de novo para o nosso puzzle. Para começar embarcamos numa viagem espacial em modo Rush. É tudo completamente diferente. Para além de as peças resistirem ao efeito de gravidade (ou pelo menos parece, a julgar pelo tempo que demoram a cair),


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é preciso usá-las para poder limpar toda a sujidade que está acumulada na superfície dos planetas. Aqui são-nos apresentadas peças especiais, como os grandes pesos que de repente ficam enterrados no meio das linhas. Nunca sabemos muito bem o que nos pode acontecer a qualquer momento quando uma peça se revela especial. Para os mais afoitos o verdadeiro desafio passa por testar os dedos no modo Sprinte ver qual o máximo de velocidade que consegue atingir. Ainda que não seja passado no espaço, os blocos parecem uma chuva de meteoritos e o objectivo é conseguir completar 40 filas o mais rapidamente possível. Este Tetris também oferece uma “bola de cristal” em todos os modos. Quantas vezes não sentimos em jogos anteriores a frustração de fechar a entrada à peça que

chegou logo depois? Nesta versão isto dificilmente vai acontecer porque consegue antecipar quatro jogadas! Ainda que facilite completar mais linhas, na realidade acaba por tirar um pouco o que era o suspense típico do jogo. Felizmente a EA Mobile não se esqueceu dos mais tradicionalistas e a versão Marathon tem o Tetris no seu mais original possível. Para além das cores e da antecipação das peças, nada mais foi alterado nas regras que já conhecemos. E ainda que todos os outros modos sejam divertidos e uma nova forma de explorar o Tetris, a verdade é que regressamos sempre à origem. E ainda bem, porque o Tetris quer-se assim: puzzle de blocos, linhas para completar e uma música irritante. E é tão fácil voltar a fazer um CLASSIFICAÇÃO: jogador feliz!

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Gangstar Rio: Cidade Santa Editora: Gameloft QUERES ESTE JOGO?

Produtora: Gameloft

Género: Acção

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Por: Gina Modesto Numa primeira análise parece difícil levar a sério um jogo que começa por nos dizer que é um grupo de pessoas sérias na cidade de Rio de Janeiro com verdadeiros problemas com o crime. O impulso é perguntar se vamos ser bandidos e fora da lei e qual o objectivo de nos alertar para o pior. Depois percebemos que afinal o problema é não conseguirmos ficar imunes ao crime que nos rodeia. Por uma questão de sobrevivência ou jogamos ou morremos. É com este cenário que se depara Raul, quando depois de uma explosão no carro que conduzia, acorda num hospital sem perceber o que aconteceu. A namorada foi raptada e

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agora tem de cumprir missões para o magnata Cabral para poder salvá-la. Sempre que o telemóvel toca há uma nova missão perigosa e nas margens da lei. Está apresentado o jogo Gangstar Rio: Cidade Santa, mais um da série Gangstar criada exclusivamente para telemóveis. Não havendo um vídeo jogo para comparação, a tendência é poder comparar as várias plataformas e querer saber qual a melhor: Java, iPhone ou Android? As opiniões apontam precisamente para a versão Java, porque apesar de ter os gráficos menos desenvolvidos, a verdade é que a história parece envolver mais os personagens e dá-nos mais ânimo para cumprir todas as missões. Estas são várias e nem sempre estão directamente relacionadas com a


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história principal do jogo. De repente deparamo-nos com situações estranhas como ter de assustar quem está a importunar a menina do Cabral ou a roubar carros para o chefe. Tem acesso a todo um arsenal para poder matar quem está no caminho e carros de luxo importados da Europa. Assassinar sem piedade por vezes faz mesmo parte da missão, noutras é um acidente de percurso, mas o segredo está fazê-lo sem olhar para trás. Uma opção inteligente de Gangstar Rio foi substituir a música por sons reais das armas e da derrapagem dos carros. Estes pormenores conferem alguma realidade ao cenário e disfarçam a fraca jogabilidade dos comandos. Não nos referimos às funções ou direcções que temos de tomar, porque essas são bem definidas. Mas claramente os comandos nem sempre obedecem. Ficamos, por exemplo, à

espera que o Raul realmente entre no carro que queremos roubar e conduzir o carro é simplesmente desastroso! Contudo, é um bom jogo pelo facto de fugir à tendência da repetição com as missões sempre diferentes e um sem parar de novas ordens a cumprir. Traz-nos à memória o GTA Grand Theft Auto, uma série de vídeo jogos do final dos anos 90, desenvolvido pela DMA Design, que mantinha exactamente o mesmo formato, mas para as grandes cidades dos EUA. A diferença é que percorre as ruas do Rio de Janeiro. Em cada missão Raul espera que seja a última para que consiga voltar a ver a namorada com vida. É por isso que, mesmo sendo um criminoso, não conseguimos deixar de estar do lado do Raul. Resta saber se ele esCLASSIFICAÇÃO: tará à altura de a salvar.

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TXT Fighter Editora: Connect2Media QUERES ESTE JOGO?

Produtora: Tradewest Games

Género: Acção

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Por: Dinis Miguel Costa Memória, velocidade, perícia e gosto por bons desafios são alguns dos requisitos para o mergulho nesta aventura alucinante, dentro do género de Street Fighter, mas com uma particularidade. Todos os ataques e movimentos de combate são executados mediante a rápida digitação de sequências de caracteres. Palavra a palavra inicia-se mais um duelo e é o verbo que dita o rumo dos acontecimentos. Escrever expressões que vão aparecendo sistematicamente é o joystick que permitirá manter o jogador dentro da arena por mais tempo. Do lado esquerdo do combate, aparecem sequências de três a quatro caracteres (mais fáceis de memorizar e digitar mas que infringem menores danos ao adversário) e, no lado direito do ecrã, constarão sequências maiores e letais para a barra de vida dos personagens controlados pela máquina. Poderia ser tudo mais simples mas o sistema de batalha utilizado não é por turnos e o jogador deve manter-se em ação, até ao final de cada ronda, digitando todas as palavras que forem aparecendo. Assim, não terá tempo para apreciar os cenários de jogo, os movimentos de ataque perpetrados e os efeitos

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especiais, coloridos e tecnicamente bem implementados. À medida que o combate se prolonga e o jogador consegue provocar danos maciços no oponente, uma barra azul sobe, e, quando atinge o seu limite, surge uma palavra de grande dimensão para digitar. De seguida, dá-se um ataque especial que provocará danos avultados no adversário. À medida que for avançando no modo de arcada, o jogador desbloqueará uma série de movimentos especiais. Não existem, neste jogo, sistemas de defesa. Tudo gira à volta da velocidade de dedos que poderá resultar num ataque com pontapés, murros ou outras manobras. A base de dados de palavras não é extensa, pelo que as mesmas podem repetir-se constantemente ao longo da ação. Porém, a dificuldade é muita, mesmo no modo Normal, e os brutamontes que atacam os heróis não querem saber de palavras nem de meias palavras. Atiram-se e pronto. O lado B da arte de teclar assume aqui uma mistura de entretenimento com comCLASSIFICAÇÃO: petitividade.

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TÉ C NI C A :

Próxima Edição: Bimestral – Abril 2012 – Nº6 Editor / Propriedade WeDoMore, Lda NPC 507508009 Redacção Revista Foneplay Rua Sacadura Cabral Nº3 AN 2790-148 Carnaxide Telefone: 309 700 012 e-mail: foneplay@foneplay.net Director Paulo Miranda paulo.miranda@foneplay.net Chefe de Redacção Paulo Carvalho paulo@foneplay.net Redactores e colaboradores Dinis Miguel Costa Gina Modesto Publicidade Paulo Miranda Telefone: 916 548 222 e-mail: paulo.miranda@foneplay.net

Não percam em Junho o número 7 da Foneplay Digital, com as análises aos mais recentes jogos. Não percam ainda: Na próxima edição traremos um artigo sobre os 30 anos de telemóveis, equipamentos que, para além de muitas outras funções, são hoje em dia autênticas consolas de jogos portáteis. Conteúdo sujeito a alteração

A nossa área Favoritos da próxima edição incidirá sobre os jogos de luta, género onde as mais conhecidas séries marcam presença nos telemóveis.

Need for Speed estará em foco na nossa rubrica Série de Jogos onde vos iremos trazer toda a história desta bem-sucedida série que marca presença em diversas plataformas móveis.

Produção gráfica e paginação Jorge Chaves Carla Chaves Periodicidade Bimestral Registo na ERC nº 124919 Todos os direitos reservados sendo proibida a reprodução, total ou parcial, de qualquer parte desta publicação sem autorização da Wedomore, Lda.


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Sexta edição da revista Foneplay Digital, personalizada para a TMN com informação e análises dos melhores jogos para telemóvel do momento.

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