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Folha do E. Santo Quinta-Feira, 09 de Agosto de 2012

Cachoeiro de Itapemirim (ES)

VACINA CONTRA CATAPORA

nota

Tome

12

A vacina, injetável, será aplicada em duas doses: uma aos 12 meses e outra, aos 4 anos

Alimento pós-parto

O ideal é, já nos primeiros meses da gestação, fazer uso de uma dieta equilibrada e saudável, o que fará com que a mulher, depois do parto, volte ao peso anterior sem grandes dificuldades.Para produção adequada de leite é preciso consumir todos os grupos de nutrientes, ou seja, a dieta deve conter carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais e muita água.

Proteína contra caloria

Uma proteína óssea, presente também no cérebro, é capaz de iniciar a queima de gorduras do corpo. Os pesquisadores Centro de Pesquisa Biomédica em Rede de Fisiopatologia da Obesidade e da Nutrição injetaram em ratos de laboratório "suplementos" da proteína morfogenética óssea 8B (BMP8B), uma substância ligada aos fatores de crescimento e responsáveis pela formação de ossos, cartilagens e tecidos conjuntivos.

Contra o ronco

O Brasil vai produzir vacina tetraviral contra quatro doenças sarampo, caxumba, rubéola e catapora

P Da Redação

ostos de saúde vão oferecer a partir do próximo ano vacina contra catapora. O novo imunizante, batizado de tetra viral, também oferece proteção contra sarampo, caxumba e rubéola, doenças que já estavam incluídas no calendário básico do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina, injetável, será aplicada em duas doses: uma aos 12 meses e outra, aos 4 anos. Atualmente, pais que desejam proteger seus filhos contra a catapora têm de recorrer a clínicas particulares, onde é encontrada uma vacina específica contra a doença. O SUS até agora oferecia o imunizante apenas nos casos de sur-

to ou em campanhas específicas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que anualmente são registradas, em média, 11 mil internações provocadas pela doença. A média anual de óbitos é de 160. O imunizante será produzido numa parceria entre Fundação Oswaldo Cruz e o laboratório GlaxoSmithKline. Um contrato de transferência de tecnologia, que permitirá a produção, será assinado sábado, no Rio. "Serão 4,5 milhões de vacinas por ano", disse Padilha. O contrato será de R$ 127,3 milhões, que serão usados tanto para obras de infraestrutura na fábrica brasileira quanto para a compra do remédio. A expectativa é de que em quatro anos toda a produção seja feita no País.

Pacientes que roncam e foram diagnosticados com apneia leve têm agora mais uma opção de tratamento. Um microchip implantado no fundo do céu da boca, o chamado palato mole, por meio de um procedimento minimamente invasivo, promete reduzir em até 80% o ruído do ronco. Há estimativas que indicam que 50% da população em geral tenha o problema, que pode acarretar males como hipertensão, diabete tipo 2 e acidente vascular cerebral.

Quinta Feira - 08/09/2012  

Edição 413194

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