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PÁGINA 14 - SAÚDE

PANAMBI, 24 DE JUNHO DE 2011.

Folha das Máquinas

Mortes por raios no país caíram em 2010 Foram registradas 89 mortes de pessoas atingidas por raios no Brasil em 2010. O número é inferior à média registrada entre 2000 e 2009, que foi de 132 por ano. O Estado de São Paulo lidera o ranking com 12 mortes, seguido pelo Pará, com oito, e Minas Gerais e Tocantins, com sete cada. Em alguns estados houve o registro de apenas uma morte, como foi o caso do Rio de Janeiro e Paraná. Já em 2011, dados preliminares apontam que, até o momento, foram registrados 28 casos de vítimas fatais em todo o país. Os dados relativos a 2010 revelam que o número de homens que morreram ainda continua muito superior ao de mulheres, atingindo 82% do total. E quase metade das vítimas fatais eram pessoas na faixa etária entre 20 e 39 anos. As circunstâncias em que as pessoas morreram também foram analisadas ao longo da última década, incluindo uma análise por região. Quase 61% das pessoas foram atingidas na zona rural e 29% das pessoas que morreram no Brasil estavam no Sudeste, região em que a maioria (17%) morreu por estar praticando atividades ligadas à agropecuária. A segunda principal causa foi estar próximo a algum meio de transporte (e não dentro) durante uma

Imunidade x atividade física

tempestade, com 14% do total. O estudo também evidencia que as circunstâncias em que ocorrem mortes por raios apresentam variações significativas em diferentes regiões do Brasil. A atividade agropecuária, por exemplo, atinge o maior percentual na região Sul, que é a mais tradicional do país nessa área. Já as regiões Norte e Nordeste apresentam os percentuais mais altos para a circunstância dentro de casa, o que provavelmente indica que muitas casas nessas regiões são de chão batido e, portanto, menos seguras.

Raios ao telefone

Também se constatou 20% de mortes devido ao uso do telefone - telefone com fio ou celular conectado no carregador - no Centro-Oeste. Este fator é quase nulo em outras regiões. Também se destaca o maior percentual de mortes no Norte em campos de futebol, quando comparado a outras regiões. Segundo o INPE, o Brasil é um dos poucos países que dispõem de um mapeamento detalhado das circunstâncias das mortes por descargas elétricas atmosféricas, o que pode contribuir significativamente para aperfeiçoar as regras nacionais de proteção contra o fenômeno.

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Ninguém discute: atividade física traz benefícios para o corpo, além de promover a socialização e combater o estresse. Pesquisa realizada por Reury Frank Bacuraru em 2001, do Laboratório de Metabolismo do Instituto de Cincias Biomédicas da Universidade de São Paulo, constatou mais um benefício dos exercícios: a atividade, quando praticada com moderação, contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, enquanto o treino intenso e prolongado pode enfraquecê-lo. Um estudo ainda mais antigo, de 1993, do Departamento Médico da Tufts University School Medicine, Boston, (USA), reforça essa ideia de proteção. “Quando a atividade física é praticada com moderação, ou seja, ao menos 3 vezes por semana, com duração de 30 a 40 minutos e acompanhada por um profissional, pode fortalecer e melhorar o sistema imunológico, isso porque o esporte contribui para o aumento do número de glóbulos brancos (leucócitos), responsáveis pela defesa do organismo. Essa prática é fundamental no caso de doenças crônicas como o diabete mellitus, e ainda diminui o risco de outras, como a gripe”, diz dra. Rebeca Boltes Cecatto, fisiatra do Einstein. Isso ocorre porque durante o esporte, o organismo libera substâncias como a endorfina, o cortisol e a insulina, que fazem bem ao sistema imunológico. Além disso, após a prática do exercício de intensidade moderada, ocorre um aumento no número de células do sistema imune ativas no sangue, conhecidas como células NK (do inglês, natural killers). Elas são responsáveis por destruir vírus e até tumores presentes no organismo. Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e não fique mais suscetível a diversas doenças. “A diminuição do estresse está ligada à concentração durante a atividade e da liberação de endorfinas. Nesse caso, proteção não é específica do sistema imunológico e sim do corpo de forma geral”, enfatiza dr. Sérgio Wey, infectologista do Einstein. É importante deixar claro, entretanto, que não existe um tipo de exercício correto para fortalecer o sistema imunológico. “Tanto exercícios aeróbicos, que incluem caminhadas e ciclismo, quanto anaeróbicos, caso da musculação, podem auxiliar. Mas isso só ocorre quando feitos com regularidade e de maneira moderada”, aconselha dra. Rebeca. Apesar de todos os benefícios extras da atividade física para o sistema imunológico, se praticada em exagero e de maneira inadequada, pode surtir efeito contrário. Além das lesões musculares e articulares, o exercício em excesso traz sobrecarga cardiorrespiratória, alterações hormonais, ansiedade e, principalmente, a depressão imunológica, causando a diminuição e a alteração funcional de algumas células do sistema imune, fazendo com que a pessoa fique mais exposta a doenças. Essa baixa no sistema imunológico ocorre porque a substância responsável por alimentar os glóbulos brancos, chamada de glutamina e produzida pela musculatura, é consumida em excesso quando a atividade é praticada de maneira exagerada. Por isso, a receita de saúde exige moderação também na prática esportiva. Portanto se você está preocupado com sua saúde venha para a Academia Nado Livre, lá tem a atividade perfeita para você. Mais informações pelo fone: 33756151 Instrutora da Academia Nado Livre: Maira Elisa Hartemink Floriano - Cref/2 6073.

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Edição n 1.726  

Edição do dia 24/06/2011.