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Ministério da Família

“Lembra-te do Dia de Sábado para o Santificar”

Sábado 22/Janeiro/2011 - No 04

Esperança Comunique-se! Falando de

Leitura indicada para casados e para quem pensa em se casar

“Mais vale perder a vida do que perder a esperança”, disse Quintiliano, num lance de inspiração. Ele hipervalorizou a maneira de viver que contribui, inegavelmente, para tornar possível aquilo que aparentemente está fora de nosso alcance. Quem não valoriza a vida? Mesmo os suicidas a consideram preciosa, mas a tiram porque perderam a esperança. Daí, a profundidade das palavras de Quintiliano, reitor latino dos tempos do Império Romano. Não que se recomende tirar a vida quando tudo vai mal. Muito pelo contrário, o que realmente desejamos estimular é o exercício da esperança. É isso mesmo. Exercício da esperança. Como se exercita a esperança? Considerando que a esperança é a certeza de que iremos conseguir aquilo que desejamos, é bom ter em mente seu outro nome: fé. Segundo as Escrituras Sagradas, “a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo”. (Rm 10:17 - NTLH). A leitura e estudo das Escrituras Sagradas é a maneira pela qual a esperança é fortalecida. Robustecida, ela nos estimula a viver plenamente, a despeito das crises que, porventura venham a nos ameaçar. Estas não faltam em nossa vida, mas com esperança os problemas serão sempre um desafio para uma vida melhor. Tenha esperança. Tenha vida. (MF)

Todo e qualquer ser pensante sabe que sem amor é impossível vivermos felizes e a comunicação que fortalece o amor não é aquela comunicação trivial, corriqueira e sem conteúdo, mas aquela que nos permite um mútuo conhecimento e identificação. Isso, mais que importante, é imprescindível, pois sendo diferentes nos mais diversos aspectos, é imperativo que ambos busquem o ajustamento entre si para que um seja o complemento do outro tal qual o propósito divino ao criar o homem e a mulher. A comunicação, sendo devidamente exercitada, proporcionará nutrientes que fará amor crescer e crescendo amor entre ambos, a confiança mútua se instala fortalecendo a fidelidade conjugal, atitude e comportamento esse que permite ao casal caminhar lado a lado pelos anos afora. Outro aspecto importante que resulta de uma comunicação saudável tem a ver com o original

propósito divino ao instituir o casamento, ou seja, que ambos se tornem “uma só carne”. É possível que muitos, por desconhecer o verdadeiro plano de Deus para os casais, tenham o pressentimento que ao se casar marido e mulher percam sua individualidade e assim aquele que tem a personalidade mais forte acabará sufocando o outro. Infelizmente isso tem acontecido em muitos casos e acontece justamente porque o amor entre ambos não foi alimentado devidamente mediante uma comunicação saudável. Se a comunicação alimenta o amor, a confiança mútua que se instalou no coração de ambos permite a liberdade de pensamento, de expressão, de atitudes e de comportamento, conjunto esse tão essencial no casamento para que um ou outro não se sinta sufocado pelo outro. Tal liberdade, porém, não quer dizer jamais que um ou outro possa

Pensando bem... “Os pais criam em alto grau a atmosfera do círculo doméstico, e quando há desinteligência entre os pais, os filhos participam do mesmo espírito. Tornai fragrante a atmosfera do lar mediante terna solicitude. Se vos alienastes e deixastes de ser cristãos bíblicos, convertei-vos; pois o caráter que apresentardes no tempo de graça será o caráter que tereis por ocasião da vinda de Cristo. Se desejais ser santos no Céu, deveis sê-lo

primeiro na Terra. Os traços de caráter que nutrirdes na vida não se mudarão pela morte ou pela ressurreição. Saireis do sepulcro com a mesma disposição que manifestáveis no lar e na sociedade. Jesus não muda o caráter em Sua vinda. A obra de transformação precisa ser feita agora. Nossa vida diária está determinando nosso destino”. (Ellen White). Você já leu o livro “O Lar Adventista? Leia... e comprove sua bênção para o lar.

agir como bem entender. Isso é libertinagem e tal procedimento é dissoluto, totalmente contrário aos princípios do viver saudável. A liberdade aqui apregoada é motivada pelo respeito mútuo que, a despeito de poder agir como bem entender, entende que é seu dever ser fiel à quem prometeu fidelidade. A liberdade resultante do amor verdadeiro é um estado de espírito que permite um viver saudável em meio às mais fortes tormentas que porventura possam atingir um ou outro. Dê vida ao seu relacionamento. Comunique-se! (Derly Gorski)

Uma Exigência Evangélica Cristo confia a Seus seguidores uma obra individual - uma obra que não pode ser feita por procuração. O serviço aos pobres e enfermos, o anunciar o evangelho aos perdidos, não deve ser deixado a comissões ou caridade organizada. Responsabilidade individual, individual esforço e sacrifício pessoal, é uma exigência evangélica. A Ciência do Bom Viver página 147.

Mensagem de saúde e otimismo para sua família nos momentos do descanso sabático


Ministério da Família, por uma Igreja mais feliz e vibrante a serviço do Senhor Jesus

Predisposição genética e religião

No caderno de Saúde do portal web da “Folha de São Paulo” encontramos um assunto interessante. Leia a seguir: Um cálculo matemático demonstra que os supostos

genes responsáveis pela orientação religiosa de um indivíduo se reproduzem com mais rapidez. A base do estudo teve como ponto de partida análises demográficas, que indicam que grupos religiosos geram mais filhos do que os ateus. Em média, uma mulher sem qualquer religião teria de um a dois bebês. Para termos de comparação, no caso de uma seguidora do judaísmo ortodoxo, esse número passaria a ser seis. O resultado a longo prazo é que o “gene da religião” se tornaria mais comum a cada

nova geração. De acordo com Robert Rowthorn, professor emérito de economia do Kings College, em Cambridge (Reino Unido), que desenvolveu o cálculo, essa expansão teria aumentado em até 50% depois de dez gerações. Rowthorn acrescenta que os genes seriam ainda mais perpetuados e distribuídos se os integrantes do segmento religioso passassem a se relacionar com a população secular. “Este é puramente um exercício especulativo”, diz o autor do estudo a ser publicado nesta quarta-feira no “Proceedings

of the Royal Society B”. Ele enfatiza que, até 150 anos atrás, o contraste na taxa de natalidade entre famílias religiosas e não religiosas não existia. O número de nascimentos caiu globalmente e a transição afetou mais alguns grupos do que outros. Segundo Rowthorn, a progressão matemática demonstrada em seu cálculo indica a hipótese de que a população pode ser mais propensa à religião a longo prazo, mas isso dependeria também da proporção entre fertilidade e “deserção” de membros no grupo religioso.

Levítico, o Livro da Expiação Importa relembrar que cada livro da Bíblia apresenta Cristo de uma maneira especial. Gênesis apresenta Cristo como Criador; no Êxodo, o nosso Cordeiro Pascal e agora em Levítico, o nosso Sacrifício pelo Pecado. O livro também é conhecido como o “livro das leis”. Como livro da Expiação, o seu conteúdo é composto com uma classe de contrições que consistia em sacrifícios expiatórios, e cuja finalidade era a de reparar os pecados. Tudo, em forma de figuras simbólicas preconizando o supremo sacrifício de Cristo na plenitude dos tempos. O ritual do santuário consistia de cinco tipos de ofertas e oito festas, todas visando a santificação do escolhido povo de Deus. Um dos objetivos do ritual de ofertas e sacrifícios era o de estimular a comunhão religiosa, visando o crescimento espiritual. Tanto que um dos principais versos diz: “Sereis santos, porque eu sou santo”. (Lv. 11:44). Uma lição importante:

Deus deseja e espera nossas ofertas, mas muito mais a maneira como as trazemos a Ele. O encadeamento das mensagens bíblicas merece nossa atenção especial. Veja: em Gênesis a entrada do pecado e o ser humano condenado. Em Êxodo mediante a libertação da escravidão do Egito, a promessa da libertação final. Agora em Levítico, as claras orientações para que o homem demonstre sua gratidão através de sua adoração a quem salva e liberta. Levítico precisa ser encarado como um livro que expressa a vontade divina quanto à maneira de vivermos de modo a nos santificarmos. Por sua vez, o título do livo sugere o envolvimento dos levitas, uma das tribos dos israelitas, e suas funções no tabernáculo. Nesse contexto, havia os sacerdotes e o sumo sacerdote, representantes do povo para que através dos rituais, intercedessem junto a Deus. Eram sustentados com os dízimos dos fiéis.

Se Levítico é o livro da Expiação, destaque maior se encontra na cerimônia do Dia da Expiação, quando os pecados do povo eram confessados e o sumo sacerdote, apenas nesse dia, podia entrar no recinto santíssimo para pleitear o perdão dos pecados. Ler o livro através dessa visão panorâmica, é sem dúvida interessante. Experimente e comprove.

O número sete no Livro de Levítico Todo sétimo dia era o sábado. Todo sétimo ano era o ano Sabático. O ano do Jubileu vinha depois de sete vezes sete anos. O Pentecoste era comemorado sete semanas após a Páscoa. No sétimo mês eram realizadas as festas das trombetas, dos tabernáculos e da expiação. O Pentecoste durava sete dias. A Páscoa durava sete dias. Este livro, como o Apocalipse, é formado ao redor de uma série de setes.

Doses Diárias de Vitamina Espiritual DOMINGO - Levítico l O HOLOCAUSTO SEGUNDA - Levítico 8 OS SACERDOTES TERÇA - Levítico 11 AS LEIS SOBRE O ALIMENTO QUARTA - Levítico 16 O DIA DA EXPIAÇÃO QUINTA - Levítico 23 AS FESTAS DE JEOVÁ SEXTA - Levítico 26 AS PROMESSAS DE DEUS SÁBADO - Levítico 27 A DEDICAÇÃO

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Folha da Família nº 4  

A comunicação, sendo devidamente exercitada, proporcionará nutrientes que fará o amor crescer e, crescendo o amor entre marido e mulher, a c...