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focorural O homem do campo bem informado

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Ano I - AGO 2012 - Campo Mourão | PR

Indústrias processam 10,6 mi de t de soja

pg 07

Plano Safra 12/13 30 milhões

pg.11

Agrotóxicos

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BHC

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Dilma fala sobre Plano Safra 2012/2013 em Perda de citricultores no RS com geada Fiscalização e Segurança com agrotóxicos. Projeto pioneiro de eliminação de BHC tem programa de rádio. chegam a 30 milhões. início no Paraná.

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02

agenda rural

Eventos no Estado do Paraná

programe-se

Principais Eventos do Estado do Paraná nos meses de agosto e setembro de 2012 à confirmar ago|2012 FESTA DO PORCO À PURURUCA Local: Umuarama - PR

17 a 20|ago|2012 EXPO ASSIS 2012 Local: Assis Chateaubriand - PR

05 a 09|set|2012 XXIX EXPOMAM Local: Mamborê - PR

12 a 16|set|2012 XVII FEIRA DO MELADO Local: Capanema - PR

03 a 12|ago|2012 XXXVII EXPOGUÁ Local: Guarapuava - PR

18 a 24|ago|2012 ICAE 2012 - INTERNATIONAL CONFERENCE OF AGRICULTURAL ECONOMISTS Local: Foz do Iguaçu - PR

06 a 09|set|2012 VI EXPOVIVIDA Local: Coronel Vivida - PR

13 a 16|set|2012 VIII EXPOMANDAGUAÇU Local: Mandaguaçu - PR

06 a 08|set|2012 FESTA DA CANA Local: Jandaia do Sul - PR

14|set|2012 XXII ENCONTRO DOS PRODUTORES RURAIS Local: Paiçandu - PR

05|ago|2012 ARROZ TRATOREIRO - ENCONTRO DE AGRICULTORES 26|ago|2012 Local: Araruna - PR IXXI FESTA DO LEITÃO ASSADO NA ESTUFA 05|ago|2012 Local: Toledo - PR XX FESTA DO COSTELÃO Local: Maripá - PR à confirmar set|2012 XVI GAUCHOPP 06 a 10|ago|2012 Local: Apucarana - PR XII AGROLEITE 2012 Local: Castro - PR 02 a 09|set|2012 XXXI FESTA DO ARROZ 09 a 12|ago|2012 Local: Querência do Norte- PR XXVI EXPOGOIO Local: Goioerê - PR 02|set|2012 XXVIII FESTA NACIONAL DO FRANGO 09 a 12|ago|2012 Local: Toledo - PR III FENAFEP - FESTA NACIONAL DO FEIJÃO PRETO 03 a 09|set|2012 Local: Prudentópolis - PR XV EXPOCOP Local: Cornélio Procópio - PR 11|ago|2012 PISEIRO COUNTRY 03 e 04|set|2012 Local: Altônia - PR IV OLIMPÍADA RURAL Local: Turvo- PR

07 a 16|set|2012 XXIX FESTA DAS NAÇÕES Local: Maringá - PR 08 a 09|set|2012 XXVIII FESTA DA PIAPARA Local: Alto Paraíso - PR 08 a 09|set|2012 FESTA DA LEITOA NO ROLETE Local: Nova Aurora - PR

14 a 16|set|2012 TRIGO SHOW Local: Tibagi - PR 16|set|2012 FESTA DO PERNIL A PURURUCA Local: Farol - PR 19 a 23|set|2012 VIII EXPOJAN Local: Jandaia do Sul - PR 30|set|2012 XIII FESTA DO MORANGO Local: Almirante Tamandaré - PR

11 a 16|set|2012 XXXV EFAPI - EXPOSIÇÃO E FEIRA Local: Ponta Grossa - PR

Secretaria do Turismo

OUTONO

INVERNO

PRIMAVERA

VERÃO

20/JUN | 20h09m

22/SET | 11h49m

21/DEZ | 08h11m

S

TR I

07 a 09|set|2012 VII EXPOSIÇÃO DE ORQUÍDEAS Local: Jardim Alegre - PR

14 e 15|set|2012 XV FESTA DO CAFÉ Local: Pitangueiras - PR

20/MAR | 02h14m RA DE BE BI IDO U DA B

DI S

06 a 09|set|2012 EXPOPALOTINA 2012 Local: Palotina - PR

Fonte: U.S. Naval Observatory | *Em caso de vigência do horário de verão, somar 1 hora. Precisão: 1 minuto | Horário de Brasília

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03 Café

Consumo de café em 2012 deve ser igual ou maior do que em 2011, diz OIC Segundo diretor da instituição, demanda deve voltar a crescer diante da queda dos preços no varejo O consumo global de café em 2012 não deve ser menor do que no ano passado, de acordo com a Organização Internacional de Café (OIC). Segundo o diretor de operações da instituição, José Dauster Sette, a demanda deve voltar a crescer na comparação anual, diante da queda dos preços do café no varejo. Isso está compensando parcialmente a turbulência econômica na zona do euro. Sette acrescentou que “há sinais otimistas” para que o crescimento do consumo possa se recuperar em relação aos níveis de 2011. Agência Estado

Tecnologia, a receita da sobrevivência da cafeicultura do Paraná As dificuldades enfrentadas pelos cafeicultores do Paraná não desanimaram os integrantes da família Rosseto, de Mandaguari, norte do Estado. Desde 1953 esses descendentes de italianos vivem da cultura no município e, hoje, possuem cerca de 1 milhão de pés de café, espalhados por 168 hectares. "Nunca passou pela nossa cabeça desistir. É o que sabemos fazer", diz José Carlos Rosseto, de 52 anos, que aprendeu a gostar do grão com o pai e agora conta com a ajuda dos filhos na lavoura. A opção pela cafeicultura levou a família a investir em tecnologia para aumentar a produtividade e para facilitar a colheita. No começo, eles colhiam de 10 a 20 sacas de café por hectare e, atualmente, a produção média é de 50 sacas beneficiadas por hectare. Há dois anos, os Rosseto começaram a fazer irrigação, que já chega a 70% da área. Agora, acabaram de comprar uma máquina para colheita, que vai ser usada pela primeira vez nos próximos dias. "Temos dificuldade para conseguir mão de obra", explica José Carlos, sobre o pagamento de R$ 360 mil feito pelos tios, irmãos e primos no equipamento. Antes, todo o trabalho era feito manualmente e, em 2012, a máquina vai ser usada em 40% da propriedade. Mesmo assim, serão necessárias 25 pessoas da família e mais 50 de fora para dar conta da tarefa. José Carlos Rosseto conta que foi criado no meio do café junto com os parentes, enfrentou muitas geadas, mas conseguiu criar os filhos e se sustentar com o grão. Segundo ele, a família chegou a plantar feijão e milho, mas no meio do café. Em 2000, por exemplo, geou e foi precisar cortar muitos pés. "Sabemos que a cada dez anos, mais ou menos, ocorre geada forte e nos preparamos para enfrentá-la (...) Ela acaba com tudo e sempre começamos de novo". Toda a produção é vendida para a cooperativa Cocari, que fica na cidade. O café dos Rosseto é considerado o melhor do Paraná e um dos melhores do país. As mulheres da família fazem doces com o produto e participam de competições locais. Todos moram no sítio. "Para mudar de atividade é preciso se reestruturar", comenta. "Nossa propriedade não é grande e, se fôssemos plantar soja, não daria para o sustento de todos". Cafeicultura

Café no Brasil O café, na história brasileira, é um produto que se destaca econômica e socialmente desde a chegada das primeiras mudas vindas da Guiana Francesa, em meados do século XVIII. Adaptado ao solo e ao clima, o produto ganhou importância no mercado, transformando-se em um dos principais itens de exportação, desde o Império até os dias atuais. A princípio as lavouras restringiam-se aos Estados do Pará e do Maranhão. A produção se expandiu para outras localidades e, atualmente, existem 15 Estados produtores, com destaque para Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná e Rondônia. Devido à diversidade de regiões ocupadas pela cultura do café, o País produz tipos variados do produto, fato que possibilita atender às diferentes demandas mundiais, referentes ao paladar e até aos preços. Essa diversidade também permite o desenvolvimento dos mais variados blends, tendo como base o café de terreiro ou natural, o despolpado, o descascado, o de bebida suave, os ácidos, os encorpados, além de cafés aromáticos, especiais e de outras características. O setor cafeeiro conta com o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), criado pelo Decreto-Lei nº 2.295/86 e estruturado pelo Decreto nº 94.874/87, que se destina ao desenvolvimento de pesquisas, ao incentivo à produtividade e à competitividade dos setores produtivos, à qualificação da mão de obra e à publicidade e promoção dos cafés brasileiros, nos mercados interno e externo, priorizando as linhas de financiamento para custeio, colheita, estocagem e aquisição de café, entre outros instrumentos de política agrícola. Em parceira com este Ministério, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por intermédio da unidade Embrapa Café, coordena o Consórcio Pesquisa Café, o qual tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologias que promovam sustentabilidade, competitividade, inovação e desenvolvimento tecnológico da cafeicultura brasileira. Em 2011, foram disponibilizados até R$ 2,4 bilhões para as linhas de financiamento de custeio, de colheita, de estocagem, de aquisição de café (FAC), de contratos de opções e de operações em mercados futuros, de capital de giro para a indústria de café solúvel, para recuperação de cafezais danificados e linha extraordinária de crédito para composição de dívidas decorrentes de financiamentos à produção de café. MAPA


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04 Saúde

As incríveis propriedades do levedo de cerveja O levedo ou levedura de cerveja é um fermento natural usado na fermentação da cerveja. Porém pode ser consumido na sua forma em pó ou em cápsulas pois é um execelente protetor natural do organismo contra a poluição e radiações além de ser uma ótima fonte de vitaminas, principalmente as do complexo B, e sais minerais. Além disso é também ajuda no sistema imunológico, o stress e a fadiga, e também a auxiliar o fígado na desintoxicação do organismo.

Para que serve o levedo de cerveja Como já foi dito acima, o levedo de cerveja ajuda na resistência e na desintoxicação do organismo, mas ele é muito mais do que isso. Ele ajuda a deixar a pele mais saudável, recompõe a flora intestinal e desintoxina o intestino, auxilia no tratamento de hemorróidas e prisão de ventre, é recomendado nos casos de stress, distúrbios nervosos e diabetes, é um excelente cicatrizante, aumenta as defesas do organismo, é ótimo para problemas de pele como acne, eczemas e furúnculos, indicado para casos de deficiências de vitaminas, anemias, infecções, resfriados e intoxicações. Como ele é uma ótima fonte de vitaminas do complexo B, ajuda a manter a integridade dos sistemas digestivos e nervoso, auxilia na falta de memória e concentração, irritação, stress, depressão, cansaço físico e mental.

Os nutrientes A levedura de cerveja contém, além de todas as vitaminas do complexo B (colina, biotina e inositol), vitamina A, sais minerais como cromo, zinco, cálcio, ferro, fósforo e selênio. Também possui proteínas e aminoácidos, complexos de DNA e RNA, carboidratos complexos, fibras dietéticas e ergosterol (precursor de vitamina D).

Complemento para dietas O levedo de cerveja é um excelente repositor de vitaminas e minerais, e também é usado como complemento para dietas de emagrecimento. Para tanto deve ser consumida junto com sucos, antes das refeições para ajudar a diminuir o apetite, devido ao seu alto valor protéico.

Levedura de cerveja e o diabetes Pelo seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, devido ao cromo e a vitamina B. O levedo de cerveja pode ser encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturada a saladas, sopas, sucos e vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grande partes de suas substâncias benéficas. AS - Alimentação Saudável ATENÇÃO: NÃO USE informações aqui divulgadas para substituir uma consulta médica. Nosso objetivo é divulgar conteúdo relacionado a prevenção de doenças para o público em geral. A mais prudente informação relacionada com prevenção é: "SEMPRE consulte um médico, quando entender necessário, para o correto diagnóstico e eventual tratamento".

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05 Biodiesel

Brasileiros querem vender biodiesel para a Espanha Associação de Produtores vê oportunidade de suprir produto boicotado da Argentina pela Espanha, em represália pela nacionalização da YPF . A Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (APROBIO) encaminhou ofício à embaixada espanhola em Brasília colocando à disposição do país as 28 usinas associadas para fornecimento de biodiesel, no lugar do que a Espanha deixou de importar esta semana da Argentina, em represália pela nacionalização da empresa YPF, da espanhola Repsol. As empresas associadas da entidade responderam por mais de 50% da oferta do produto no último leilão realizado pela Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no final de fevereiro deste ano, quando foram comercializados 700 milhões de litros. A produção brasileira de biodiesel, terceira maior do mundo depois de Argentina e Estados Unidos, superou os 2,5 bilhões de litros no ano passado, o que representou um faturamento de R$ 6 bilhões (US$ 3,1 bilhões).. Além disso, o parque fabril do setor, composto por 63 usinas, opera com 55% de ociosidade em sua capacidade instalada. Em 2011 a Argentina exportou um total de 1,87 bilhão de litros de biodiesel. De acordo com o Instituto Espanhol de Comércio, o país desembolsou US$ 920 milhões na compra de biocombustíveis argentinos (700 milhões de Euros). A Espanha é tida como a porta de entrada para o biodiesel na Europa, que dali se destina a outros países da Comunidade Europeia. A ANP tem autorização para 15 usinas brasileiras exportarem o biocombustível. A agência determina também um teto máximo de 4,6 bilhões de litros para venda ao exterior, o que supera bem o volume exportado pela Argentina no ano passado. O embaixador espanhol no Brasil, Manuel de la Cámara, disse que a nacionalização da YPF pela Argentina abria possibilidades de o Brasil vender mais produtos para a Europa. “Acho que os europeus vão comprar mais biodiesel do Brasil. Essa é uma oportunidade para o Brasil vender produtos agrícolas, como soja, além de biocombustíveis e ferro”, afirmou ele, segundo despacho da Agência Brasil. Várias usinas brasileiras tem autorização especial da ANP para exportar biodiesel, que hoje é misturado à proporção de 5% por litro de diesel fóssil comercializado no país. Com R$ 4 bilhões investidos nos últimos sete anos, a produção de biodiesel no Brasil gera 1,3 milhão de empregos e envolve mais de 100 mil famílias de pequenos agricultores no fornecimento de matéria prima. “Acredito que o Brasil tem todas as condições de atender os contratos da Espanha com a YPF”, afirma o presidente da APROBIO, Erasmo Battistella. Ele diz que já pediu uma audiência ao embaixador da Espanha no Brasil para se informar sobre os detalhes destas operações. A partir daí, a APROBIO pretende procurar os importadores espanhóis e buscar o suprimento das importações, ainda que em caráter emergencial ou provisório, até que Espanha e Argentina resolvam as questões legais e comerciais que a suspensão dos contratos possa gerar. Segundo Battistella, o biodiesel argentino exportado para a Espanha é feito à base de soja, matéria prima de 80% do biocombustível produzido no Brasil. Além do grão, 16% da matéria prima vem do sebo bovino, da palma, de óleo de soja reutilizado, do girassol, da canola, e de outras oleaginosas. APROBIO

Folhas de cana-de-açúcar, fonte renovável de compostos químicos Resultados obtidos por grupo de pesquisa aponta que a cana-de-açúcar é uma fonte de compostos bioativos renováveis para o uso como agente antioxidante. Energia elétrica, combustível, açúcares, aguardente, garapa e rapadura são derivados da cana-deaçúcar conhecidos por todos. Porém, um grupo de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (USP/ESALQ), trabalha em nova alternativa em relação a gramínea da família das Poaceae, referente ao seu conteúdo de compostos potencialmente bioativos, especialmente polifenóis, os quais são amplamente distribuídos na natureza e associados às diversas propriedades biológicas. No projeto de pesquisa "Potencial de uso das folhas da cana-de-açúcar como fonte renovável e compostos químicos de interesse das indústrias de alimentos e fármaco-cosméticos" é relatado que a recente área plantada de cana-de-açúcar no Brasil é de 595,9 milhões ton, com estimativa de que são gerados 140 kg de palha/ton de cana, indicando um grande potencial de uso dessa matéria-prima, que é uma valiosa fonte de polifenóis com potencial de aplicação nas referidas indústrias. ESALQ/USP


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06 Meio Ambiente

Reflorestamento amplia alternativas de renda para o produtor rural Fotos: Fazenda Santa Brígida

Além da integração entre pasto e lavoura, o produtor rural tem o reflorestamento como opção sustentável para a recuperação de áreas degradadas. Para o engenheiro agrônomo Ronaldo Crescente, com a união dos três sistemas – lavoura, pecuária e floresta – é possível promover a recuperação do Cerrado com produtividade e sustentabilidade, ampliando as alternativas de renda para o produtor rural. “São três possibilidades de receita, sendo que a agricultura dá receita no curto prazo, a pecuária dá no médio e a atividade florestal no longo prazo. Dessa forma, o produtor reduz riscos de clima e de mercado.” O técnico do Ministério da Agricultura Maurício Carvalho explica que essa técnica é feita, normalmente, com o eucalipto. “Plantio de eucalipto ou outra espécie que se ajuste bem à realidade local dela. O eucalipto é bom porque você tem um mercado comprador, você usa, pode vender em qualquer local, mesmo em uma cidade pequena, tem mercado para isso.” A silvicultura é um investimento de longo prazo, que leva até dez anos para render benefícios. O tempo varia de acordo com a utilização que vai ser dada à madeira, que pode servir para a produção de energia, com o carvão, para a produção de papel ou para a construção civil e a industria moveleira.

De acordo com Maurício Carvalho, o planejamento é feito de acordo com a capacidade do produtor e com a realidade da fazenda, para saber o que se ajusta melhor a cada situação. O produtor Francisco de Assis Inácio, que tem uma fazenda perto de Goiânia, plantou eucalipto em uma área degradada, seguindo um projeto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Foi feito o reflorestamento e a gente diminui um pouco a quantidade de gado, mas ainda sobra pastagem embaixo da floresta. Então você conjuga gado e eucalipto. Já notamos os benefícios ao meio ambiente, com a volta de lobos e seriemas à propriedade.” Além da venda da madeira, ainda é possível negociar créditos de carbono com a floresta de eucalipto. Para quem está interessado nessas alternativas sustentáveis, há linhas de crédito que podem ser acessadas, como recursos Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Agência Brasil

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07 Produção

Indústrias processam 10,6 milhões de toneladas de soja de fevereiro a maio Segundo dados da Abiove, volume é 17,7% menor do que o processado no mesmo período do ano passado As esmagadoras processaram 10,609 milhões de toneladas de soja nos primeiros quatro meses da atual safra-indústria, que começou em fevereiro e vai até janeiro do próximo ano. O volume é 17,7% inferior às 12,884 milhões de toneladas processadas em igual período do ano passado. Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que prevê para esta safra o processamento de 35,3 milhões de toneladas, 5,3% menos que o processado no ano passado. A estiagem provocou quebra de 12% na safra de soja, estimada pela Abiove em 66,2 milhões de toneladas.

Importação No balanço relativo ao mês de maio, divulgado nesta segunda, dia 2, a Abiove manteve inalteradas suas projeções de produção, processamento e exportação (35,3 milhões de toneladas), em relação ao levantamento divulgado em maio. A única alteração ocorreu na previsão de importação, que passou de 50 mil para 100 mil toneladas. Segundo a Abiove, as exportações de soja em grão pela indústria atingiram 11,905 milhões de toneladas, superando o volume destinado ao esmagamento. A entidade destacou a alta dos preços do grão, que em maio atingiram US$ 520,00 por tonelada e o farelo que foi cotado a US$ 420,00 por tonelada. Em relação a abril, os preços da oleaginosa subiram 4% e os do farelo, 5%. Agência Estado

Rentabilidade do cultivo de mandioca atrai agricultores em São Paulo Lucros com a atividade faz produtores abandonarem a cidade para se dedicar ao plantio da raiz no campo

Apesar da queda que vem sendo registrada nos preços da mandioca desde o mês de março, os produtores de São Paulo estão animados com a rentabilidade da cultura. Os bons lucros com atividade têm atraído cada vez mais pessoas para o plantio da raiz. Algumas delas, inclusive, chegam a abandonar o emprego nas grandes cidades para se dedicar à cultura no campo. O agricultor Elizer Carrial, de Capela do Alto, município próximo a São Paulo, está bastante satisfeito com a produção. Ele e a família estão colhendo uma lavoura com 50 hectares de mandioca. Apesar do preço pago pela caixa ter caído de R$ 10,00 para R$ 8,00 nesta safra, o agricultor afirma que a rentabilidade tem compensado e a produção já foi vendida. O produtor Jeferson Rodrigues fez o caminho inverso à maioria das pessoas e deixou o emprego em uma madeireira da cidade para plantar mandioca no campo. Com o lucro de uma única safra, comprou o primeiro carro e investiu em cabeças de gado. O agricultor ainda tem planos de ampliar o negócio. Segundo os produtores, a facilidades da cultura, com a ausência de grandes investimentos, faz com que o cultivo seja atraente. Para a produção da raiz, são necessários apenas um terreno para o plantio da rama e apenas uma adubação. Depois de oito meses, a mandioca está pronta para ser comercializada. Canal Rural

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08 Agrotóxic s

Minas é o Estado que mais fiscaliza uso de agrotóxicos no país Mais de 5.000 inspeções foram realizadas em propriedades rurais mineiras, o que corresponde a 41% do total de ações realizadas no Brasil Minas Gerais, por meio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), é o Estado que mais fiscalizou o comércio e o uso de agrotóxicos no ano de 2011. Foram realizadas 3.378 fiscalizações em estabelecimentos comerciais, o que correspondem a 18% do total nacional. Além disso, mais 5.472 fiscalizações do uso de agrotóxicos foram feitas em propriedades rurais, correspondendo a 41% do total de ações realizadas em todo o país. Os dados foram divulgados durante o 10º Encontro Nacional de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxicos (Enfisa), que aconteceu em Curitiba, de 18 a 22 de junho. O evento é o principal fórum de discussão técnica sobre o assunto e tem por objetivo alinhar os procedimentos de cadastro e fiscalização do comércio e do uso do produto no Brasil. O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, ressalta que eventos como o Enfisa promovem a interlocução entre os órgãos de defesa sanitária de todo o país com discussões e dados sobre a regulamentação dos agrotóxicos. “Este é um tema atual e de suma importância para os brasileiros”, completa. Todos os estados envolvidos participaram na elaboração da “Carta de Curitiba”, com encaminhamentos visando à melhoria contínua nos processos de fiscalizações de agrotóxicos em todo o país. Algumas das propostas é a criação de um fundo para ações ligadas ao setor e a realização de diagnósticos para identificar o nível do uso do produto em cada estado. De acordo com o relatório do Enfisa, Minas é o terceiro estado que mais realizou análises de resíduos de agrotóxicos em espécies agrícolas, preferencialmente frutas, legumes e verduras, como morango, tomate e outros, sendo o que apresentou maiores índices de amostras conformes (92,35%). Espírito Santo é estado que mais realizou ações neste setor, seguido de Pernambuco. Minas Gerais é ainda, o estado que mais executou ações de educação sanitária, através de palestras e reuniões com a população rural sobre o uso correto de agrotóxicos e afins. Tais ações atingiram 19 mil pessoas em todo o território mineiro. Já o Paraná é o segundo estado a praticar programas educativos, abrangendo 13 mil pessoas.

Ações Cabe ao IMA fiscalizar o comércio, transporte, armazenamento e uso de agrotóxicos, além da devolução de embalagens vazias desses produtos em Minas. Esse conjunto de ações tem o objetivo de assegurar, além do uso seguro, os cuidados com a saúde dos aplicadores, com o meio ambiente e com a segurança alimentar, através da oferta de produtos mais saudáveis na mesa do consumidor mineiro. Além das fiscalizações do comércio e seu uso em Minas, o IMA também atua na verificação das condições de armazenamento das embalagens de agrotóxicos e se a comercialização é feita com receituário agronômico exigido por lei. A fiscalização prossegue em todo o estado, nas etapas do transporte e da devolução das embalagens vazias. Agência Minas

Trabalhador do PA morre devido à exposição ao inseticida DDT Doenças ocupacionais Santarém/PA- Em Santarém, na quarta-feira, 27, Edmar Paiva do Carmo, 56 anos, perdeu a guerra. Morreu depois de 15 anos de luta contra os efeitos de um inimigo a princípio invisível, depois incomodamente presente no cotidiano dele e da família. Os sintomas da exposição ao longo de pelo menos duas décadas contínuas ao inseticida DDT, utilizado até meados dos anos 90 no combate ao mosquito da malária. Sem equipamentos adequados de proteção, os "homens da Sucam" percorreram todos os espaços amazônicos, lidando diária e diretamente com o inseticida. Ajudaram a minimizar as epidemias de malária na região, mas pagam um preço alto por isso até hoje.

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09

"Temos 802 funcionários intoxicados. Já perdemos 108 nessa guerra. O companheiro de Santarém foi a vítima mais recente", diz Luís Sérgio Botelho, integrante da Comissão dos Intoxicados, que luta contra a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) pelo direito a uma indenização aos trabalhadores contaminados. Um dia depois da morte de Edmar Paiva do Carmo, representantes da comissão engrossaram as manifestações contra o Governo Federal em frente à sede do Banco Central em Belém. Fincaram cruzes com o nome de dezenas de mortos, vitimados direta ou indiretamente, segundo Botelho, pelos efeitos da exposição maciça ao DDT.

Em batalha Dizer guerra não é apenas uma força de expressão. Recrutados principalmente durante o regime militar brasileiro na década de 1970, os homens que borrifavam o DDT na região eram tratados como se fossem soldados. Tinham de bater continência, adotar normas de quartel durante a chegada e saída do local de trabalho. De lá partiam para os rincões mais profundos da Amazônia. Em burros, barcos, caminhonetes, a pé, embrenhavam-se onde houvesse a possibilidade de uma casa. A missão era evitar a proliferação do mosquito transmissor da malária. Os agentes borrifavam nas ruas e imóveis o DDT (Dicloro-DifenilTricloroetano) e o Malation, compostos químicos altamente tóxicos, sem o uso de equipamentos de proteção à própria saúde. Os trabalhadores não eram informados nem treinados adequadamente a respeito dos riscos de contaminação. A exposição ao DDT por mais de duas décadas, sem o uso dos equipamentos de proteção necessários, gerou graves sequelas à saúde dos agentes. Os relatos e queixas são semelhantes como dores de cabeça, contrações musculares, irritabilidade, amnésia, lesões na pele, tontura e alguns traumas de caráter nervoso, como a impotência sexual. Sequelas crônicas, incuráveis. A ação do DDT afeta diretamente o sistema nervoso causando atrofia de membros, dores musculares e alteração no sistema neurológico, levando a mudanças de comportamento. É o que diz, por exemplo, um laudo médico assinado no dia 06 de dezembro de 2001 pelo toxicologista Otávio Américo Brasil. Ao examinar, em Brasília, o agente Manoel Valente Tavares, atualmente prestes a completar 60 anos, o especialista constatou que a quantidade de DDT no sangue de Tavares era de 14, 08 micrograma por decilitro. Um índice normal seria 3 microgramas por decilitros de sangue.

Contato com DDT começava aos 17 anos A avaliação médica só confirmava os sintomas que Manoel Valente Tavares vinha apresentando. Estava irritável, com seguidas vertigens, dificuldades de equilíbrio, tremores, convulsões. "A ação tóxica do DDT atua na fibra nervosa e motora do córtex motor", descreve o diagnóstico. Tavares não sabe explicar didaticamente as conclusões médicas, mas sabe o que sente. "Tem dia que fico falando só. Não é uma coisa normal. Minhas unhas são todas quebradas, minhas mãos tremem. E se eu for falar das dores passo dia inteiro aqui", afirma. Tavares iniciou como agente no dia 25 de maio de 1970. Tinha apenas 17 anos. Lidou com todos os tipos de inseticidas. Fazia a pesagem do DDT, criando a mistura. "No depósito a gente ficava perto de tudo quanto era tipo de inseticida. Chegava a dormir em cima dos sacos do produto", lembra. "Nas viagens, por desconhecimento, a gente chegava a lavar roupa nos mesmos baldes que fazia a mistura, fazia comida nesses baldes". Rudival Ribeiro da Costa, 62 anos, vivenciou isso de perto. Começou no dia 1º de maio de 1970, em Capanema. Tinha 18 anos. "Só me deram o capacete e a farda", diz. Costa percorreu a Transamazônica e outras estradas e vilarejos do Pará. "Trabalhei pesado e o contato com o DDT era direto", diz. O resultado, anos depois, é um homem que às vezes tem de procurar as palavras certas para dizer o que pensa. A família tem de suportar o excesso de nervosismo, as brigas fúteis. No corpo Rudival traz as cicatrizes da batalha perdida. As mãos são inchadas, joelhos e tornozelos arrebentados por artroses. "Foram 20 anos direto com isso", resume. Diário do Pará

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10 Clima

Fenômeno El Niño segue em evolução no Pacífico Equatorial A previsão climática de consenso para o trimestre julho, agosto e setembro de 2012 (JAS/2012) indica maior probabilidade de chuvas na categoria abaixo da normal climatológica (40%) para o norte da Região Norte e entre as categorias normal (40%) e abaixo da normal (35%) para um faixa mais estreita no leste da Região Nordeste, que se encontra no final do período chuvoso. Numa faixa central que engloba o sul das Regiões Centro-Oeste e Sudeste e o norte da Região Sul, a previsão aponta uma maior probabilidade de ocorrência de chuvas na categoria normal (40%), seguida pela categoria acima da normal climatológica (35%). Nas demais áreas do País, a distribuição espacial das chuvas tem igual probabilidade nas três categorias (abaixo, normal e acima da normal climatológica), inclusive para o Rio Grande do Sul. As temperaturas podem variar entre as categorias normal a acima da normal em parte das Regiões Norte, Nordeste e CentroOeste do Brasil, em função de mudanças associadas ao possível desenvolvimento de condições de El Niño no decorrer do trimestre JAS/2012. Para o centro-sul do País, a previsão de temperatura indica condições típicas de inverno, podendo, em alguns períodos, ocorrer acentuado declínio das temperaturas devido às incursões de massas de ar frio, assim como episódios de geada. Inpe/CPTEC

Suinocultura

Crise assombra catarinense

o

Oeste

Natalino Altenhofen quer vender a propriedade onde criava porcos para saldar suas dívidas Foto: Sirli Freitas / Agencia RBS

Produtores estão abandonando a atividade e 10 cidades decretaram situação de emergência Criadores com suínos gordos sem ter para quem vender, criadores chorando por ter que abandonar a atividade que exerciam há décadas, gente com dívidas que não consegue pagar, chiqueiros que estão sendo transformados em estufa, galinheiro ou então depósito e municípios decretando situação de emergência. Esta é a realidade da suinocultura catarinense, uma das principais atividades econômicas do Estado, que somente em exportações movimentou US$ 452 milhões no ano passado. Diário Catarinense

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11 Plano Safra

Dilma Rousseff fala sobre o Plano Agrícola 2012/2013 Durante o programa de rádio "Café com a Presidenta", Dilma lembrou que R$ 115,2 bilhões é o maior valor já disponibilizado para o setor agropecuário

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira, 2 de julho, durante o programa de rádio Café com a Presidenta, que o Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013 irá liberar R$ 115,2 bilhões de crédito para atividades agrárias. Segundo ela, este é o maior valor já disponibilizado para o setor agropecuário e irá ajudar o produtor no aumento da produção das lavouras e rebanhos e também na compra de produtos. Outra novidade do Plano é que as linhas de crédito estão mais baratas, com redução de juros de 6,75% para 5,5% ao ano para compra de semente ou adubo. Além disso, os produtores com renda de até R$ 800 mil serão beneficiados com financiamento para o custeio da produção. O Governo Federal aumentou o crédito e diminuiu os juros dos empréstimos para 5% ao ano. Esses juros podem cair ainda mais caso os produtores passem a adotar práticas sustentáveis. Dilma acrescentou ainda que o valor do seguro feito pelo produtor para garantir o pagamento dos empréstimos (Proagro) também aumentou. A partir de agora os médios produtores poderão ter um seguro de até R$ 300 mil por safra. Segundo a presidenta, essa iniciativa foi tomada para dar tranqüilidade a quem produz, já que a agricultura é uma atividade que envolve riscos como secas, geadas e chuvas em excesso. Planalto

Plano Safra de Agricultura Familiar anima setor de máquinas agrícolas Recursos do governo devem favorecer compra de novos equipamentos pelos produtores rurais, dizem representantes do segmento As vendas de máquinas agrícolas fecharam mais um mês em queda. Na comparação com junho do ano passado, o recuo chega quase a 4%, mas os representantes do setor estão otimistas. Segundo eles, o Plano Safra 2012/2013, anunciado essa semana pelo governo federal, deve favorecer a compra de novas máquinas pelos produtores. Os incentivos do governo aos produtores devem ajudar a aquecer o mercado, que vem tendo um desempenho ruim. Com os recursos, as máquinas novas podem ser financiadas através do Plano de Sustentação do Investimento (PSI). Os juros são de 5,5% ao ano, mas o produtor tem um prazo de dez anos para quitar a dívida. De acordo com os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o mercado teve uma leve recuperação neste mês. Segundo a entidade, junho registrou um aumento de 2% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Pelo Programa Mais Alimentos, que é voltado ao pequeno produtor, podem ser feitos financiamentos de até R$ 10 mil, e os juros, que eram de 2%, caíram pela metade. Nos últimos quatro anos, foram vendidos 40 mil tratores por meio do programa. Canal Rural

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Logística

Fretes de grãos podem ficar até 40% mais caros em Mato Grosso

Setor produtivo acredita em despesas maiores para levar grãos até portos.Elevação resulta de lei que passou a vigorar neste mês. O frete de grãos deve ficar mais caros em Mato Grosso. Uma estimativa do setor produtivo é que encareçam entre 30% a 40% no estado, elevando o volume de recursos necessários para escoar até os portos a produção de grãos. O estado é o maior produtor brasileiro com uma safra anual superior a 35 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A previsão de crescimento para 2012 supera a alta verificada em 2011, quando as tarifas evoluíram 10% na comparação com 2010, chegando ao final do ano passado em US$ 118 a tonelada. Principal fator que deve contribuir para o encarecimento do transporte é a vigência da Lei 12.619 que regulamentou a profissão de motorista. Será responsável por implementar uma série de medidas voltadas aos trabalhadores que atuam nas estradas com o transporte de cargas, como descanso pré-estabelecido de acordo com o número de horas trabalhadas. Atualmente, escoar grãos, cereais e fibras de Sorriso - no médio norte - até o Porto de Santos (SP) equivale a comprometer de 17% a 20% do preço da soja. "Praticamente 100% da nossa produção depende desse modal. Já pagamos um frete caro", destaca José Rezende, coordenador da Comissão de Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). Em Mato Grosso, o setor de transporte de cargas já anunciou: os fretes vão ficar mais caros. Custos maiores para os produtores, redução no lucro pelas empresas. "Algumas estimam reduzir entre 25% a 30% o lucro", cita Gilvando Alves de Lima, diretor-executivo do Sindicato das Empresas dos Transportes de Cargas. "Algum tipo de custo será repassado. Não sabemos o quanto estamos falando em transferência do preço para o frete. Mas em breve irá acontecer", acrescenta. Mas dúvidas ainda pairam sobre a nova lei. O principal questionamento dos empresários do ramo é se o país está preparado para as transformações que serão exigidas. Se a infraestrutra rodoviária vai comportar um número maior de veículos de grande porte que vão rodar pelas rodovias. Segundo o diretor-executivo do Sindicato das Transportadoras de Mato Grosso, é preciso ainda sanar dúvidas quanto à nova legislação. A contratação de um número maior de motoristas para possibilitar a escala das horas e maior número de carretas rodando são reflexos que as transportadoras de Mato Grosso vão sentir. Mas para o Sindmat, a nova lei pôs em xeque as deficiências infraestruturais no Brasil, especialmente no tocante às rodovias. "Estamos reféns desse modal e o problema é grave. É possível amenizar com algum tipo de mudança, desde que legalmente não existam prejuízos. Mato Grosso já tinha demonstrado ineficiência, mas a grande dificuldade para o transportador, se não houver um ajuste de operação de carga e descarga começa a remeter uma inviabilidade". Falta de mão de obra qualificada também pode se tornar empecilho para elevar o número de empregados. A categoria que congrega os trabalhadores do transporte rodoviário em Mato Grosso considerou um avanço a lei que regulamentou a profissão de motorista. "Foi um avanço, uma conquista para a categoria não só que transporta cargas, mas para todos os motoristas. Mas a preocupação é controle de horas dos motoristas", expressou Luiz Gonçalves da Costa, presidente da Federação dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Mato Grosso.

O que diz a lei A Lei 12.619, de 30 de abril de 2012 foi publicada em Diário Oficial da União em 2 de abril. Tem como finalidade assegurar benefícios à categoria além de regular a jornada de trabalho e o tempo de direção pelos motoristas. A lei determina intervalo mínimo de uma hora para refeição, além de intervalo de repouso diário de 11 horas a cada 24 horas e descanso semanal de 25 horas. Entre outras especificações está a de haver o intervalo mínimo de 30 minutos para descanso a cada 4 horas de tempo ininterrupto de direção, podendo ser fracionado o tempo de direção e o de intervalo de descanso, desde que não completadas as 4 horas. O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) diz que não houve estudos aprofundados sobre os impactos que a nova lei provocaria. "Devia ter havido um estudo. Não temos motoristas, estacionamentos, estradas e será um volume muito maior que terá que ir para a estrada e com custo maior", citou. Para o presidente Luiz Gonçalves da Costa, presidente da Federação dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Estado de Mato Grosso, ao mesmo tempo em que a lei dará segurança jurídica à categoria é preciso manter um diálogo com o setor patronal. Empregados temem redução salarial em função do limite de horas a serem trabalhadas. "Os motoristas estão preocupados com o salário", ponderou. Tempo maior nas viagens também é outro reflexo a ser provocado. Em Mato Grosso, por exemplo, a viagem entre Rondonópolis, no sul do estado, até Porto Velho (RO), pode levar até uma semana a partir das alterações feitas pela lei. No Sul do Brasil, ir de Chapecó (SC) até Curitiba (PR) pode levar 25 horas e não mais 19 horas, conforme o setor. Globo Rural


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13 Milho

Produtores de milho de Mato Grosso esperam recorde de produção na safrinha Canal Rural

Pelo menos 207 mil hectares já foram colhidos em cinco semanas de trabalho no Estado Produtores de milho de Mato Grosso se dizem otimistas em relação à colheita da safrinha. Eles estimam que com a atual produtividade, que supera a marca de cem sacas por hectare, seja registrada a maior produção do grão da história do Estado. Nas primeiras cinco semanas de trabalho, foram colhidos 207 mil hectares, que representam cerca de 8% das plantações. O resultado positivo é atribuído, em parte, à utilização de máquinas, que otimizam o trabalho, conforme o presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum (MT), Emerson Bonini. A produtividade média estimada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) para o Estado é de 87 sacas por hectares. São 20 a mais do que no ciclo passado. Caso se confirme a expectativa dos agricultores, com o avanço de 43% na área cultivada, devem ser colhidas 13,1 milhões de toneladas de milho. O número representa alta de 87% em relação a 2011. Outro motivo apontado para o desempenho da safra foi a abundância de chuva. Para o produtor rural Vicente Costa Beber, no entanto, as precipitações atrapalharam a adubação. Segundo ele, o rendimento atual em sua propriedade, na qual 10% dos 2,3 mil hectares plantados com milho foram colhidos até o momento, é de cerca de 120 sacas por hectare. Sua expectativa era colher, no entanto, 130 sacas por hectare, uma vez que afirma ter investido em adubação e tecnologia.

Quebra na safra de milho dos Estados Unidos pode favorecer produtor brasileiro, diz Conab Clima pode prejudicar produção norte-americana do grão O Brasil pode lucrar com a quebra na safra de milho nos Estados Unidos. Informações obtidas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma possibilidade real de essa quebra ocorrer. Caso seja confirmada, ela poderá resultar em mais mercado para o milho brasileiro que tem, para a próxima safra, expectativa de bater o recorde histórico, com uma produção superior a 34,5 milhões de toneladas. — Mas isso só será confirmado caso venha a se consolidar as questão climática previstas para os EUA — disse o diretor da Conab, Sílvio Porto. Na avaliação dele, é grande a possibilidade de a safra de milho norte-americano ser abaixo das expectativas iniciais que, no início, "eram bastante positivas". — Há cerca de um mês houve, nos EUA, o anúncio de crescimento de área (destinada à plantação de milho) muito expressivo, de 4 milhões de hectares, o que possibilitaria (uma colheita) entre 370 e 380 milhões de toneladas. Isso causou um impacto muito significativo, de excessiva oferta mundial — destacou Porto. O otimismo norte-americano acabou sendo revisto por causa das péssimas condições climáticas para a lavoura. — Nós avaliamos, segundo informações que tivemos, que 30% da área (usada para produção de milho) está em condições climáticas consideradas ruins ou péssimas. Isso acabou gerando uma expectativa de quebra de safra por lá. Mas isso depende, ainda, do que acontecerá nas próximas semanas em relação a plantio e desenvolvimento de lavoura. De qualquer forma, estamos enviando técnicos aos Estados Unidos para que avaliem a situação e tragam informações mais precisas (sobre a situação climática e o reflexo dela na produção de milho). Se por um lado os EUA têm previsões ruins para a safra de milho, a expectativa, no Brasil, é de recorde de produção. — O Brasil está em situação extremamente confortável porque podemos chegar tranquilamente a um crescimento de 15 milhões de toneladas de milho, e chegar a uma produção de cerca de 35 milhões de toneladas. Nossa situação é muito confortável também no que tange ao abastecimento. Canal Rural


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14 Cana-de-Açúcar

Volume processado de cana cai 27,59% na primeira quinzena de junho Unica/RuralBR

Chuvas do período prejudicaram a operacionalização da colheita no Centro-Sul, afirma Unica O volume processado de cana-de-açúcar alcançou 96,61 milhões de toneladas no acumulado desde o início da atual safra até 15 de junho, informou, no dia 26, a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). No mesmo período da safra 2011/2012, o volume registrado havia sido de 135,44 milhões de toneladas. Segundo a Unica, as chuvas que atingiram a região produtora de cana-deaçúcar do Centro-Sul no início do mês prejudicaram a operacionalização da colheita pelas unidades produtoras da região. A moagem na primeira quinzena do mês somou 25,91 milhões de toneladas, queda de 27,59% em relação à última quinzena de maio e de 25,96% comparando-se com o mesmo período do ano anterior. O índice de precipitação apurado em municípios localizados em tradicionais regiões canavieiras mais do que dobrou se comparado ao mesmo período de 2011, de acordo com dados da Unica. No Estado de São Paulo, por exemplo, o valor acumulado entre 1º e 15 de junho superou 100 milímetros em algumas localidades. – As chuvas devem melhorar o rendimento agrícola da área que será colhida no último terço desta safra, mas, por outro lado, reduzirão o aproveitamento de tempo das usinas e a concentração de açúcares na planta – analisa o diretor técnico da entidade, Antonio de Padua Rodrigues.

Citrus

Perdas de citricultores do RS com geada chegam a R$ 30 mi Prejuízo é o maior dos últimos 40 anos no Estado As perdas para os citricultores do Vale do Caí, no Rio Grande do Sul, por causa da geada chegam a R$ 30 milhões. O prejuízo é considerado o maior dos últimos 40 anos no Estado. Os dados foram levantados pela Emater e divulgados pela Câmara Setorial de Citricultura da região. O fenômeno castigou a região, que concentra 75% da produção gaúcha de frutas cítricas. Só a bergamota, principal cultura, teve perdas de mais de R$ 26 milhões, inclusive nas variedades mais tardias, que só serão colhidas depois do inverno. — A queda da produção é de no mínimo 60% em todo o Vale do Caí e a gente teme que possa chegar aos 80% — avalia o técnico da Emater, Maicon Berwanger.Em variedades mais sensíveis, como a pareci, as perdas foram de 95%. Na plantação de 15 hectares do citricultor Alexandre Alff, no município de Montenegro, a quebra chega a 75% da produção de bergamota. Em 2011, com safra cheia, foram 62 toneladas. Este ano a colheita não deve passar de 17 toneladas das três variedades produzidas. — A caí foi 90%, a pareci foi 95% ou mais e a montenegrina foi 60% hoje. Vamos ter que ver mais para frente, porque está secando no pé, mas assim não dá para suco, para o mercado e a para lugar nenhum — afirma o citricultor. Alff já solicitou a ajuda do seguro. A emater também orienta os citricultores da região a buscarem o benefício. — Os produtores que possuem financiamento de custeio dos pomares devem procurar o agente financiário ou a Emater de sua cidade, porque esses produtores têm cobertura do Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária). A partir disso, vai ser efetuada a perícia do pomar para avaliar as perdas que esse produtor teve — explica o técnico da Emater. Canal Rural Foto Miro de Souza

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Projeto pioneiro de eliminação de BHC tem início no Paraná Entre os meses de março a julho, produtores e instituições paranaenses que declararam ao governo em 2009 a posse de BHC e/ou outros agrotóxicos proibidos por lei, deverão devolvê-los a armazéns localizados em 20 regiões do Estado que foram licenciados pra receber temporariamente os produtos, de acordo com um calendário de devolução. A ação visa retirar do campo os agrotóxicos obsoletos, em especial os organoclorados, cuja fabricação, comercialização e utilização estão proibidas por Lei no Brasil. A iniciativa foi do Governo do Paraná por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Instituto das Águas – Águas Paraná e Instituto Ambiental do Paraná- IAP) e da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e extensão Rural- Emater) e representantes do setor privado InpEV Sistema Ocepar e Sistema FAEP, que, se uniram para viabilizar o cadastramento, recebimento, transporte e destinação desses produtos. O Projeto teve inicio em 2009, quando os agricultores tiveram a oportunidade de declarar a existência desses produtos em suas propriedades rurais com respaldo da Lei Estadual 16082/2009, isentando-os de quaisquer sanções cíveis, penais ou administrativas, relacionadas à posse desses agrotóxicos. Foram distribuídos kits de segurança personalizados contendo sacos de acondicionamento, EPIs completos e folhetos explicativos sobre os procedimentos da operação. Também está sendo fornecida no ato da devolução uma certidão atestando que os produtos foram devidamente entregues ao Governo do Estado e que os envolvidos estão isentos de responsabilidades. Estão cadastrados para a devolução cerca de 2000 agricultores e instituições paranaenses, que declararam a posse de mais 600 toneladas em diversas regiões do Estado. Após a devolução aos armazéns temporários, os produtos serão encaminhados para a incineração. Em Campo Mourão foram recebidas até dia 16 passado na Rod. BR 487, n 1500, km 163 Jardim Araucária (Coamo) aproximadamente 30 T de 19 municípios da Comcam, além dos municípios de Jussara, Cianorte e Terra Boa. Trinta produtores cumpriram este projeto com a coordenação de Jairo Martins de Quadros e o Técnico Sebastião Lupercio Fávaro.

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Informativo Foco Rural – Ano I – Nº 7 – agosto de 2012 é uma publicação mensal específica ao produtor rural com matérias destinadas ao agronegócio. O conteúdo aqui apresentado não expressa necessariamente a opinião do Informativo Foco Rural e são de total responsabilidade de seus autores. CIRCULAÇÃO Campo Mourão, Araruna, Barbosa Ferraz, Boa Esperança, Campina da Lagoa, Corumbataí do Sul, Eng. Beltrão, Farol, Fênix, Goioerê, Janiópolis, Luiziania, Mamborê, Moreira Sales, Nova Aurora, Nova Cantu, Peabiru, Quarto Centenário, Quinta do Sol, Rancho Alegre d´Oeste, Terra Boa, Ubiratã. CONTATO atendimento@focorural.com


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Commodities A palavra tem origem no termo commodity em inglês que significa basicamente mercadoria. Commodities são produtos básicos, bens comerciáveis, homogêneos e de amplo consumo, que podem ser produzidos e negociados por uma ampla gama de empresas. Podem ser produtos agropecuários, como boi gordo, soja, café; minerais, como ouro, prata, petróleo e platina; industriais, como tecido 100% algodão, poliéster, ferro gusa e açucar; e até mesmo financeiros, como as moedas mais requisitadas (dólar e euro), ações de grandes empresas, títulos de governos nacionais, etc. O que torna as commodities muito importantes na economia é o fato de que, embora sejam mercadorias primárias, ou minimamente industrializadas possuem “negociabilidade” global. Isto ocorre em bolsas de mercadorias, portanto seus preços são definidos em nível global, pelo mercado internacional de acordo com fatores de oferta e demanda. Por este motivo são suscetíveis a oscilações nas cotações de mercado, em virtude de perdas e ganhos nos fluxos financeiros no mundo. Em geral, as commodities são produzidas em grandes quantidades por um vários produtores/empresas. Não apresentam diferenciação e por isso apresentam baixo valor agregado, marca de referência ou serviço que as diferenciem. Basicamente, são negociadas em duas formas: mercado à vista e futuro (fecha-se já um contrato para entrega/pagamento futuro), e nas Bolsas de Mercadorias, são negociadas em quantidades padrões: por exemplo, na BM&F o dólar é negociado em contratos de US$ 10.000 e o café em contratos de 100 sacas de 60 Kgs. Os principais tipos de commodities são: Agrícolas. Ex. café, trigo, soja, milho, açúcar, farelo de soja; Minerais. Ex. ouro, petróleo, ferro, alumínio. Financeiras. Ex. dólar, euro, real, índices futuros. Ambientais. Ex. créditos de carbono, condições climáticas médias em regiões do planeta. Recursos energéticos. Ex. energia elétrica Químicas. Ex. ácido sulfúrico, sulfato de sódio, fertilizantes. O Brasil é um grande produtor e exportador de commodities. As principais commodities produzidas no país são: petróleo, café, suco de laranja, minério de ferro, soja e alumínio. O fato de atuar como importante produtor e exportador de commodities é positivo ao país, porém há uma dependência evidente ante aos preços praticados internacionalmente. Em períodos de crescimento econômico, implicando em demanda firme, os preços sobem e as empresas/produtores obtém boas margens de lucro. No entanto, em cenário oposto, a economia do país sofre problemas sérios. Existem várias bolsas de negociação de commodities ao redor do globo como a CBOT/CME em Chicago, a NYBOT/ICE em Nova York, a KCBT em Kansas City, a LME em Londres. No Brasil, os negócios concentram-se na BM&F, Bolsa de Mercadorias e Futuros, que recentemente fundiu-se com a Bovespa. A BM&F/Bovespa tem como objetivo o desenvolvimento e a administração de sistemas destinados à negociação e à liquidação de operações com títulos e derivativos que tenham como objeto ou possuam como referência ativos financeiros, índices, indicadores, taxas, mercadorias, moedas, preços de energia, transportes, commodities ambientais e climáticas, nas modalidades à vista e de liquidação futura. XP Investimentos adaptado de Wikipédia, Tribuna Impressa e BM&F/Bovespa.

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