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FLÁVIA ALMAS

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A CARIOCA

TRADIÇÃO FAMILIAR 24/02/2013 18:15:26


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Show Brasil

Pandeiro O

Show “Brasil Pandeiro” foi realizado, no dia 22 de Agosto de 2008, no “Teatro Henriqueta Brieba”, no Tijuca Tênis Clube, na Tijuca, às 21:15 da noite. O Show fez parte da 1ª fase do projeto “Brasil Pandeiro” em homenagem ao compositor baiano Assis Valente, que completou, no dia 19 de março de 2011, 100 anos de nascimento. Aonde foi apresentado um pequeno resumo da trajetória de Assis Valente, contado pelas mestres de cerimônia, jornalistas e assessoras, Flávia Vianna e Mariana Miceli, que contou com a participação dos cantores de Assis, Laís Vianna & Emerson Assad, e cia, que interpretaram às onzes músicas de maiores sucessos do compositor como “Tem Francesa No Morro”, “E bateu- se a chapa”, “Anoiteceu”, “Minha Embaixada Chegou”, “Uva de Caminhão”, “Camisa Listrada”, “Alegria”, entre outras canções do compositor baiano. Flávia Almas. Jornalista & Assessora de Comunicação.

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ÍNDICE 4 - Encontros & Reencontros 6 - A minha netinha Flávinha 7 - Tudo começou assim... 8 - Ela é Carioca... 9 - Ser Carioca... 10 - Sou Autora da minha própria história (MULHER DE FASES) 11 - O olhar de uma jornalista (SER JORNALISSTA É IR ALÉM DA PROFISSÃO...) 12 - Geração de jornalistas da família “Vianna” 13 - Família 14 - Minha vida de jornalista (PORT1FÓLIO) 16 - Flávia Almas no foco da mídia 17 - Flávia Almas entrevista o cantor Marcos Sacramento 18 - Amigos 19 - Amor 20 - Ser Mulher.. 21 - Eu sou assim... 22 - Show “Brasil Pandeiro”

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Encontros & Reencontros U

ltimamente, os meus anos foram marcados por grandes encontros e reencontros, cheios de surpresas boas mais ao mesmo tempo de contratempos que não estavam previstos.

A vida da gente dá muitas voltas, fato. E durante esse movimento, pessoas vêm, outras vão… Há as que vêm e não conseguem permanecer – não tinha que ser, há as que se agarram com mais força e se mantêm firmes e fortes para sempre, e há aquelas que vão, mas voltam. Todos nós passamos por isso, é a vida tomando seu rumo. Tenho pensado muito sobre esse assunto, e hoje tenho plena consciência de que precisamos estar com o coração aberto, livre de mágoas, preconceitos, ou de qualquer outro tipo de sentimento que possa interferir de forma negativa nesses encontros e reencontros. Se precisar perdoar, que seja de verdade e não da boca para fora. Se precisar relevar, fingir que não aconteceu, que de fato consiga esquecer. Se for e resolver voltar, volte.

‘EU SOU ASSIM’ N

ão me peça pra mudar... Eu sou assim, metade menina, metade mulher, metade sonho e a outra metade o que poderia ser além de sonho? Sou pura sensibilidade, poesia em prosa ou em verso, sou esse universo de pieguice literária. Sou a falta de vergonha de dizer quem sou. Sou impulsiva. Quando falo, falo muito, quando irrito querem me matar... Quando não o querem, me amam! Sou essa potencialização de sentimentos. Hora explodo para não implodir, hora nada detono. Sou intensa. Tudo quero muito quando quero... Quando não gosto, desprezo. Quando amo, amo MUITO. Não me peça pra mudar... Eu sou assim, metade grande e a outra metade? Crescendo! Sou completamente destemida, não penso duas vezes quando quero colo, peço! Sou contrária a certas regras impostas onde fortes são os que não se curvam. Sou flexível. Irremediavelmente pronta a ceder. Sou frágil, quebro a toa, mas sou teimosa, me conserto, remendo, emendo, colo, costuro... Sou criativa! Não me peça pra mudar... eu sou assim.

Vivianne Barreto

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‘SER MULHER’

Ser mulher é ser tudo, condensado em delicados frascos de poesia. Ser mulher é parir com lágrimas de amor e alimentar seu rebento com sua própria sina; Ser mulher é um encontro com o divino, ser a mãe redentora que acalenta o filho, independente de sua idade; Ser mulher é ser gata no cio, e não ter presas as pernas na hora das verdades; Ser mulher é ambicionar o mar, e navegar infinitamente sem fronteiras; Ser mulher é rezar o terço, e ocultar as chagas íntimas das tristezas; Ser mulher é sorrir com dentes pálidos, e ver as rugas brotando como sementes orgulhosas; Ser mulher é lacunar seus medos, não sentir o pendor nos seios, nem o útero à mostra; Ser mulher é algo cármico, delicado e tão voraz;como um buquê de rosas; Ser mulher é ser poesia ao acaso, e ser amante dos ventos de outro mar... Ser mulher é sorrir nas horas tristes e chorar nas alegres só pra dar o que falar; Ser mulher é jorrar o sangue que traz vida, numa alma parida, sob as chamas da paixão; Ser mulher é ser virgem impassível e nebulosa e invencível sob a luz na escuridão! Ser mulher é sair dos artifícios, ser verdadeira sem os vícios... Na intensidade da emoção!

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Amor

Que seja infinito enquanto dure... "Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure... Vinícius de Moraes

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Amigos

E tudo começou assim... N

asceu em Rio de Janeiro (RJ) em 13 de julho de 1979, no reduto da Boêmia Carioca, na Rua do Riachuelo, no hospital da “Ordem Terceiro do Carmo”, com vista panorãmica para um dos pontos turísticos mais visitados, o Arcos da Lapa, onde passa o bondinho de Santa Tereza, uma menininha chamada Flávia. Aos seis anos, mudou-se para o bairro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro. Aos 11 anos, mudou- se com sua família para Belém (PA), onde reisdiu por 1 ano, devido ao trabalho do seu pai. Aos 13 anos, mudou-se novamente com sua família para São José dos Campos, interior de São Paulo, onde residiu durante quatro anos.

"Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito, dentro do coração" Milton Nascimento

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Em 1996, mudou-se definitivamente para o Rio de Janeiro. Quando, em 2001, ingressou na faculdade, cursando jornalismo, seguindo os passos do seu avô materno, o jornalista Mário de Medeiros Vianna.

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Flávia Almas entrevista o cantor Marcos Sacramento

Ela é Carioca... Basta o jeitinho dela andar Nem ninguém tem carinho assim para dar Eu vejo na luz dos seus olhos As noites do Rio ao luar Vejo a mesma luz Vejo o mesmo céu Vejo o mesmo mar Ela é meu amor, só me vê a mim A mim que vivi para encontrar Na luz do seu olhar A paz que sonhei Só sei que sou louco por ela E pra mim ela é linda demais E além do mais Ela é carioca Ela é carioca Só sei que sou louco por ela E pra mim ela é linda demais E além do mais Ela é carioca Ela é carioca Tom Jobim

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Flávia Almas no foco da mídia Flávia Almas é notícia

Ser Carioca... É duro admitir, mas ser carioca é falar sem medir consequências. É dizer “vem” e se assustar com o tocar da campainha. Ser carioca é não ter hora de ir pra praia nem ter hora pra sair de lá. É de repente nem aparecer. É a cultura da espontaneidade que só quem é, sabe. Só quem mora no Rio, entende. É mudar de opinião, mudar de atitude ao sentir vontade. Desejo, logo faço. Não quero, tudo bem. É ser sincera ao falar e verdadeiro ao omitir. É viver sem obrigações. Ser responsável com o seu querer. Me desculpem os paulistas, mas ser carioca é ser natural. É confiar nos próprios instintos. É encontrar com celebridade na rua e virar o rosto para olhar o pôr-do-sol. É ser blasé com a própria rotina. É sorrir para o surreal. É sair para a night de havaianas e cabelo molhado. Ir para o shopping como quem muda de cômodo. É fazer de tudo uma ida à esquina. É ver o inédito como óbvio. É dizer sim sem balançar a cabeça e depois virar pro lado e dizer: “Ahn?” Ser carioca é voltar pra casa depois de trabalhar e olhar a paisagem verde. É dormir até tarde sem pressa de viver. Porque a vida está lá fora. A natureza é aqui. Sem pressa, sem compromisso. É apenas sentir. É gostar de roda de samba na esquina. Sem clube nem turma. É ser amigo do estranho. É ver corpos bonitos passar e poder contemplar a beleza de ser e de estar. É viver na cidade maravilhosa e não se orgulhar de monumentos. É sorrir para qualquer mendigo na rua. É conhecer barulho de fuzil, ter medo mas não se afligir. Ser carioca é se permitir.

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Portfólio

“Sou autora da minha própria história (MULHER DE FASES)”

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ou autora da minha própria história. Sou uma mulher de fases, me multiplico em duas, três ou mais, depende do momento que estou vivendo. Tem gente que fala que sou um “Anjo” iluminado, mais me sinto uma fada madrinha que realiza os desejos dos outros. Mais quando pisam no meu calo, saí debaixo, respiro fundo, conto até três, aí sim que me transformo numa pessoa atentada, pra não dizer outra coisa. Na verdade, pra quem me conhece, sou uma menina romântica, meiga, carinhosa, doce, dedicada que não deixou de ter seu lado criança. Às vezes, ainda me sinto como uma adolescente, que tem sonhos, de um dia casar, ter filhos etc. Então eu paro, olho pra lua, e vejo que nada é como a gente deseja e sim como “Deus” quer. Se eu pudesse viver naquela época, dos vestidos longos, que os rapazes respeitavam as moças, seria uma maravilha. Quando estou em casa, adoro ficar no meu quarto, recolhida no meu cantinho, lendo um livro, escutando uma boa música. Sou uma mulher sincera, determinada, amiga, cheias de atitudes, virtudes e idéias, sempre estou inventando, elaborando algum projeto. Já fui Flávia Almas “O olhar de uma jornalista”, Flávia Almas “On line, Full Time, On Time”, “MM&FV” Assessoria de Imprensa em Comunicação & Eventos, uma modista (Caderno Moda), uma bailarina que ainda continua dando seus passinhos lentamente. Também quando subo no salto, sou uma mulher fatal, mulher”Gato”, que quando quer arrasa corações, ninguém segura. Muita pretensão a minha, né! Hoje sou apenas Flávia Almas (jornalista) vivo de encontros e reencontros, tenho meu lado misterioso, meio bruxinha de ser, que ainda tem esperanças que as pessoas possam mudar, num mundo cheio de falsidade e hipocrisia, e que esse tal anjo “Cúpido” existe, e que a qualquer momento possa flechar os corações maldosos de muito ser humano por aí. Stop! Ufa, chega de falar de mim. Sou como eu sou, isso é fato!

Atualmente é assessora da cantora curitibana Luciane Merlin no Projeto “Pra Cantar a Batucada”, de própria autoria da cantora, uma homenagem ao centenário do compositor baiano Assis Valente. É Relações Públicas de Nara Nadyle Ricardo Valente, filha do compositor baiano Assis Valente. Histórico profissional: -Em 2000, começou trabalhando temporariamente na empresa de empréstimo “Fininvest” como emissora e pesquisadora de notas fiscais, localizado na Rua da Passagem em Botafogo. -Em 2004, iniciou sua carreira como jornalista como editora de saúde e moda, do jornal “Folha do Metrô”, dirigido pelo editor- chefe Carlos Alberto Nobre, localizado na Rua MayrinK Veiga, no Centro da cidade do Rio de Janeiro. -Entre os anos de 2005 e 2006, trabalhou como assessora de imprensa da Ong “Reiki Com Você”, presidida por João Carlos de Melo. E colaborou no jornal “Com Você”, da prórpia Instituição. Aonde participou do evento do Supermercado “Extra” em prol da divulgação da Organização Não-overnamental também. -Em 2007, trabalhou no Caderno “Moda” como jornalista responsável, dirigida pela editora- chefe de redação Aline Baptista, localizada na Rua Miguel Couto, no Centro da cidade do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano escreveu o roteiro, dirigiu e produziu o documentário “Vida & Obra do jornalista Mário de Medeiros Vianna”, totalmente independente, que conta a história da geração de jornalistas da família “Vianna”, passada de paí para filhos, e de avô para neta. Cursos: -Assessoria de Imprensa na Universidade Estácio de Sá administrada pela assessora Patrícia Ingo. Outras atividades: -Em 2008 participou da Confraternização de Natal, na casa do produtor, ator e compositor Claudio Villela da Peça teatral e Musical “Valente”. Na qual faria uma parceria na produção do documentário “Assis Valente, vestiu uma camisa listrada e saiu por aí...”, em homenagem ao compositor baiano. -Em 2011, participou de uma entrevista na rádio “Verde é Vida” junto com Nara Nadyle Ricardo Valente (filha do compositor) em homenagem ao centenário de Assis Valente. Também do show “Marcos Sacramento canta Assis Valente”, no Teatro Carlos Gomes, promovido pela Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Em junho participou da inauguração Cliníca da Família em homenagem a Assis Valente, na Ilha do Governador promovido pela Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro com o Prefeito Eduardo Paes.

Flávia Almas

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O olhar de uma jornalista

(SER JORNALISSTA É IR ALÉM DA PROFISSÃO...)

Minha vida de jornalista Flávia Almas Jornalista formada pela Universidade Estácio de Sá. Nascida no Rio de Janeiro, em 1979. Foi colaboradora do site Nova MPB como editora de novos talentos damúsica popular brasileira. do locutor Marcelo Girard. Da Revista Seller, do jornalista e escritor Jorge Silva, aonde entrevistou o cantor Marcos Sacramento, que foi matéria de capa em 2011. Escreveu, dirigiu e produziu o Show “Brasil Pandeiro” em 2008, um tributo ao compositor baiano Assis Valente, realizado no Teatro Henriqueta Brieba, no Tijuca Tênis Clube. E também prestou serviço como FreeLance para a empresa Sintalocas (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Locadoras de Bens Móveis e de Assitência Técnica do Estado do Rio de Janeiro), na atualização do site da Instituição e suas respectivas redes sociais e produção do informativo mensal. E participou do evento organizado pela “UGT” (União Geral dos Trabalhadores) em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, na Central do Brasil.

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Jornalista não fala – informa Não passeia – viaja a trabalho; Não conversa – entrevista; Não faz lanche – almoça em horário incomum; Não é chato – é crítico; Não tem olheiras – tem marcas de guerra; Não se confunde – perde a pauta; Não esquece de assinar – é anônimo; Não se acha – ele já é reconhecido; Não influencia – forma opinião; Não conta história – reconstrói; Não omite fatos – edita-os; Não pensa em trabalho – vive o trabalho; Não vai à festas – faz cobertura; Não acha – tem opinião; Não fofoca – transmite informações inúteis; Não pára – pausa; Não mente – equivoca-se; Não chora – se emociona; Não some – trabalha em off; Não lê – busca informação; Não traz novidade – dá furo de reportagem; Não tem problema – tem situação; Não tem muitos amigos – tem muitos contatos; Não briga – debate; Não usa carro – mas sim veículo; Não é esquecido – é eternizado pela crítica; Jornalista não morre – coloca um ponto final! Tati Molini!

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Família

Geração de jornalistas da família Vianna

Carlos Vianna

Carlos Eugênio Mário Vianna

“Família é a base de tudo”

Flávia Vianna

"Uma geração de jornalistas passada de pai pra filhos, de avô pra neta"! Carlos de Souza Vianna (bisavô), Carlos Eugênio de Souza Vianna (tio- avô), Mário de Medeiros Vianna (avô) e Flávia Almas (bisneta e neta).

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Encontros & Reencontros  

Flávia Almas

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