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AGRADECIMENTOS:

A Marlene T. Bail, S.R.C., que me apresentou às obras de Nicholas K. Roerich; A Geni S. Tonin †, S.R.C., pelo trabalho pioneiro sobre Nicholas K. Roerich, no Brasil; A Gabriel Martinez, gôta dágua companheira de ólhos-d’águas pretéritos; A Thereza, esposa e companheira desta jornada; A Nicholas K. Roerich - Mestre Agharta e Legado da Grande Fraternidade Branca, pela responsabilidade concedida.


Florianópolis 1998 1ª Revisão


Copyright © 1998, by Marcelo F. Antunes Projeto gráfico Gabriel Martinez Capa: Gabriel Martinez Alegoria da evolução humana, de rocha dura tornamô-nos grãos de areia pela ação dos ventos e das águas da evolução.

Ilustrações: Flávio Robert Antunes Revisão gramatical: Wilma Clara Otranto Chagas

Dados internacionais de catalogação na Publicação:

M294p

Manu, Ot. Descobertas:As portas da percepção / Ot Manu. — Florianópolis: O. Manu, 1998. 102p. ; cm ISBN 85 - 900556 - 1 - 2 1. Grande Fraternidade Branca. 2. Percepção (Filosofia). I.Título CDD-299.93

1998 TODOS OS DIREITOS DESTA EDIÇÃO SÃO RESERVADOS AO SEU AUTOR E EDITOR:

OT MANU e-mail: otmanu@uol.com.br


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Preâmbulo

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Apresentação

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O Apocalipse

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Feitos à Sua Imagem

pág. 11

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A Tolerância

pág. 13

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A Cruz

pág. 15

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As Religiões

pág. 17

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As Portas da Percepção

pág. 21

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As Portas da Percepção - O Nascer e o Morrer

pág. 23

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As Portas da Percepção - O Bem e o Mal

pág. 27

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As Portas da Percepção - Eu sou Você

pág. 31

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As Portas da Percepção - A Personalidade e a Individualidade

pág. 34

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As Portas da Percepção - O Ter, o Ser e o Não-Ser

pág. 36

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As Portas da Percepção - O Sofrimento e o Prazer

pág. 38

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As Portas da Percepção - A Estrutura da Evolução

pág. 40

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As Portas da Percepção - Os Níveis de Energia

pág. 43

17

As Portas da Percepção - A Decodificação Possível

pág. 47

18

As Portas da Percepção - A Fase da Inquietação

pág. 51

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As Portas da Percepção - A Fase da Criatividade

pág. 54

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As Portas da Percepção - A Natureza

pág. 57

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As Portas da Percepção - A Fase da Tolerância

pág. 59

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As Portas da Percepção - A Metáfora do Rio da Vida

pág. 63

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As Portas da Percepção - As Ações Corretas

pág. 65

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As Portas da Percepção - Os Sortilégios

pág. 70

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As Portas da Percepção - As Ferramentas

pág. 73

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As Portas da Percepção - A Mensagem

pág. 75

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Muito Além do Jardim …

pág. 81

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O Aparecimento dos Primeiros Cultos Religiosos

pág. 84

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SHAMBALLAH — Suas Funções e Responsabilidades

pág. 88

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Corrigindo Imagens e Conceitos Deturpados

pág. 91

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Postfácio

pág. 95


“Há os que se atam ao pensamento mundial e, desta união, crescem, obtendo asas no Céu, e alicerces na Terra …” Nicholas K. Roerich


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Sempre caminharam, em sendas paralelas, a religião, a filosofia e a ciência. Sábios houve, que imaginaram um dia, elas se encontrariam no infinito para toda a humanidade, já que no seu íntimo, se tocavam. Esforços imensos foram dispendidos, de forma visível e invisível. Os primeiros, pelos exemplos dados pelos Grandes Mestres1 encarnados, desde a Antiguidade até nossos dias. Os segundos, pelos Membros da mais Alta Hierarquia, a Grande Fraternidade Branca. Celebra-se, sempre que possível, a Luz, a Vida e o Amor, tal qual numa imensa Mesa Cósmica, iluminada pelas estrelas — seres humanos que ascencionados, tornaram-se Mestres — os quais, juntos, formam um outro Sol menor, já que não são mais a Lua inicial, com sua face escura sempre oculta e, a única visível, que só ocasionalmente, refletia a Resplandescência Maior. Tudo o que vivenciamos no corpo, na mente e na Alma, é parte desta imensa Celebração da Vida, pois as coisas mais importantes não nos são ensinadas nas escolas, e sim, vividas cotidianamente. Experimenta-se rebeliões íntimas, toda vez que adotamos a letra e as interpretações humanas, em vez da voz silenciosa e interna, que nos diz outro ser o caminho de nós esperado. É a voz da Liberdade. Não daquela prisão que subjuga nossos corpos, acorrenta nossas Almas e, que nos venda os olhos à realidade circundante. Afinal, se assim foi escrito pelo Criador, que, se Cumpra!

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Vivemos como caramujos, escondendo nossa personalidade sob uma casca, misto de proteção de vida e, de camuflagem de nossas imperfeições; evoluímos, tal e qual o seu deslocamento: lento, viscoso e aleatório. Alegramô-nos infantilmente, quando alguém diz que resolverá nossa vida, nossos problemas, como se nosso 5

crescer no Infinito fosse fruto da sorte ou do momento, independente da qualidade e da variedade de nossas ações. Entristecemô-nos quando algo nos frustra ou nos machuca, ignorando que tudo que nos acontece, na realidade, foi por nós solicitado ou provocado. Portamô-nos como crianças num jardim de infância, a professora tudo resolve. Os bons podem brincar, os máus ficam de castigo, e assim, mesmo adultos, reagimos quando o brinquedo acaba e passamos a querer tomá-lo de volta. É o símile do castigo! Este ensaio, na realidade, uma minúscula fresta na janela do Infinito, já que nossos pensamentos quando encarnados são fragmentários, visa trazer um pouco da imensa Luz que guia os passos da humanidade, àqueles que já possuem o vislumbre de alguns dos lampejos de sua compreensão.


Assim, para aqueles que já sentem que a vida na Terra não pode mais ser dissociada de uma Vida Maior, e nada do que nela acontece o é por acaso, é que este pequeno ensaio se destina. Muito já se escreveu sobre as dualidades ou dicotomias (confrontos), da vida. Desde os primeiros registros, ainda em Sânscrito, e muito ainda se escreverá. Esse estudo, intercalado no momento em que vivemos, oferece um outro ângulo de visão daquilo que sempre se falou, a Virtude expressa na dualidade, que está sempre no meio, nunca nos extremos. Não se tem nenhuma pretensão de comprovar qualquer coisa, fato que só pode ocorrer no íntimo de cada um, até por uma questão de coerência com o acervo de experiências que cada ser humano tem acumulado como sua única posse verdadeira, já que tudo o mais, é empréstimo do Cósmico. Visa-se portanto, apenas reunir e comparar as constatações coletadas pelo autor, com aspectos esparsos da realidade, enfocando seus conceitos básicos da forma mais simples e genérica. Nessas constatações, onde obrigatóriamente partimos do óbvio, do fato em sí, pequeno ou grande, circunstancial ou consistente, apresentamos portas de abertura às explicações ou justificações que podem ser aceitas ou não e, aqueles que já dispõem de algumas das chaves no seu saber interior, saberão como abrí-las. Assim, Sábios, são os que reconhecem, fora do alcance de sua personalidade, a existência de um imenso acervo de Sabedoria a ser fugaz e eventualmente tocado. Ignorantes, os que já imaginam possuí-la, quando encarnados.

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A tese do fim dos tempos, vez por outra, volta à baila. A realidade, é que nela se encerra o temor do futuro, que transforma alguns em ateus, outros, em adeptos do materialismo, muitos em crentes, poucos em sábios. Na contrapartida, o aceitar da reencarnação, igualmente rechaçado pela responsabilidade dela decorrente. Nada melhor do que se viver num imenso e eterno jardim de infância. Certo? Ora, todos conhecemos as limitações do infantil.

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Não morrer por decorrência, é a imensa fraude que se dá de alimento às infelizes e eternas crianças, confundindo corpo com Alma, crianças que com sua força de adultos, perpetram inquisições e linchamentos, a torto e a direito. Não conheço, em sã consciência, adulto que queira, ao jardim de infância, retornar! Comecei pelo fim, pois ele é o início de tudo. A destruição de todos os castelos de cartas, de todas as falsas crenças, de tudo o que apodrece ou que ainda nos ilude na matéria; é a certeza da saída da infância. Os quatro cavaleiros do Apocalipse não virão de fora. Na realidade, eles vivem dentro do corpo material de cada um de nós, pois os anjos caídos, expressão sempre em voga, somos nós mesmos. Mergulhadas na carne, ao início da jornada terrestre, as Almas, após múltiplas reencarnações, ao se esgotar a matéria de que as revestem, e, portanto, livre desses cavaleiros, retomam às condições Divinas originais, refletindo o Criador.


O filho que sai de casa, ao retornar, já não foi chamado de pródigo? E, melhor do que os outros (alusão aos anjos que não encarnam), pelo que enfrentaram e superaram! Vimos, portanto, que o conceito difundido do Apocalipse é destinado aos parcos de compreensão, ou àqueles que ainda se agitam na violência e no binômio ignorância— superstição. Na realidade, denota o Apocalipse a finalização da fase correspondente aos extremos do tubo digestivo de cada ser humano — a de imaginar o corpo como seu ápice — abrindo as portas da fase mental superior. Individual, pode no entanto, ser também coletivo. Seja para uma tribo, um povo, uma nação ou para toda a humanidade. Há inúmeros exemplos, para quem quiser ver. O conceito do dilúvio universal, do qual os Judeus tomaram emprestados dos Persas e estes, dos Vedas, foi um de grande amplitude. 8

A destruição de Israel circa 70 d.C., pelos romanos, onde viviam Fariseus, Saduceus, Zelotas e Essênios, com os três últimos grupos extintos, foi um de menor escala — A vinda de um Messias é indicativo de tempo de renovação, de uma nova era, leia-se: de outro Apocalipse. A ascenção de um único ser humano, cósmico na sua essência, esgotados seus Darma e Karma, é outro! Um texto muito antigo já nos revelava a irrelevância da preocupação com o Apocalipse, diz ele: “Muito mais importante é o dia em que chove do que o dia do Juízo Final, Pois o último premia só os pios enquanto que o primeiro contempla a todos, pecadores e pios” Apocalipse, pois, é a revelação final, o epílogo do filme da trajetória terrestre!


Não que se pretenda simplificar ou banalizar o imenso drama humano, do desespero em que a nossa ignorância e superstição se debatem, mas tão somente, com os dados de que se dispõe atualmente, demonstrar que podemos concluir uma etapa da nossa vida, a das 777 reencarnações na matéria, e continuarmos nossa evolução em direção à outras, superiores. Reza a Tradição Primordial, aquela que não sofre as mutações das eras e dos diferentes graus de sabedoria que, primeiramente, na Ordem dos Valores Imutáveis, vêm as coisas do espírito, em seguida, as pertinentes à saúde e por fim, as da riqueza. Qualquer alteração nesta seqüencia, gera sofrimento e prazer temporários, gera pois, Karma, e não Sabedoria. 9

Mas indagamos, como na matéria seguir esta ordem? Vemos que ela só é atingida, ao alcançarmos um estágio que nos permita vislumbrar tal Hierarquia. Até então, focamos tão somente nosso umbigo; nossas vontades, as mais legítimas, nossas paixões, as que devem predominar; os outros, como não são paradigmas, que saiam de nossa frente. Esquecemô-nos que, em não havendo seres perfeitos encarnados, há que se procurar uma justa medida para cada contenda. Mesmo nos seres humanos mais abjetos, há sempre algo positivo para se aprender. E, mesmo os mais luminosos, já foram abjetos! Não há seres humanos superiores. Há diferentes níveis de evolução e, em todos eles, igual importância tem cada Ser, perante o Criador.


Há muitas escolas místicas, que explicam a evolução da vida humana em suas diversas encarnações, tal qual o percorrer de um tabuleiro de xadrez, onde, ora estamos numa casa branca, ora numa negra. É o corolário de que numa vida agiremos como agricultores, semeando a vida para viver e, em outra, como caçadores, tomando-a, para se alimentar. Começando como peões, cada um terá uma experiência de vida diversa do seu próximo. Não se evolui sem se conhecer intimamente cada faceta da vida, mesmo as mais conturbadas. Daí, a eterna necessidade da união entre irmãos, da fraternidade humana, pois somando os conhecimentos individuais, o quadro da vida fica mais claro. Os antigos Egípcios, os Druídas, os Pitagóricos, os Essênios, os Tibetanos, os Budistas, os Teosofistas, os Templários, os Maçons, os Rosacruzes, os Kabbalistas, os Hinduistas, etc., que nos digam.

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Rezam textos sagrados de livre trânsito no mundo ocidental, que somos feitos à Sua Semelhança, à Sua Imagem. Enevoados e simplórios nossos pensamentos, míope nossa visão, já que atrelados à carne, à forma, não nos permitem entender que a imagem a que se referem tais textos, é a da criatividade, do conteúdo.

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Afinal, da imensa coletânea de seres terrestres, o Homem é o único que possui a criatividade no pensamento. Igualmente, é o único que os transforma em realidade. Reflete, neste campo sagrado, os contínuos e imensos esforços do Criador, que com Sua Imaginação Absoluta, molda e sustenta o Universo, a Vida e o Amor, por ser Ele, a única fonte da Luz Primordial. Existimos, e todos disto sabemos, pela Sua Vontade. Refletimos Sua Luz, tanto na criação de novas construções, como na destruição daquelas que já cumpriram sua finalidade. Assim, sendo o pensamento a mais sutil e poderosa energia ígnea, convém que o controlemos com todo o Amor e Carinho, como fogo que representa. Lembremo-nos de que o Criador nunca se opôs à guerra contra a ignorância, contra a superstição, dando-nos um paralelo em que um tapa no rosto de um desafeto, mesmo que deplorável, é infinitamente menos danoso do que a emissão de um pensamento maléfico.


Sendo o pensamento a mais elevada forma de energia, ele se acumula em camadas que vagam pelo mundo procurando outros pensamentos afins. Daí, a necessidade de o controlarmos, caso contrário, seremos subjugados por pensamentos externos que nos conduzirão inermes, a maiores sofrimentos, pela afinidade que expressam. E, para a melhoria do Universo, emitamos sempre que possível, pensamentos e ações que resplandeçam Luz, Paz, Harmonia, Amor, Saúde e Bondade à toda humanidade. Cuidem-se também, para que não sejam levados como tolos, aderindo a julgamentos propiciados pelas imagens e falas da televisão. Neste templo eletrônico, maior do que o de qualquer religião que uniformiza padrões e vibrações, com alcance mundial, venham a padecer suas conseqüencias. 12

Nada há contra o constatar, tudo a favor do aprender e tudo contra o julgamento. Não só Cristo se posicionou contra o julgamento, pois sendo um pensamento, compromete seu emissor a passar pela mesma situação, para aferir a qualidade do seu juízo. Entretanto, não confundamos o bem com passividade, e o mal, com a atividade. É através da ousadia, mas daquela devidamente orientada para o bem maior, que construiremos um futuro melhor, para nós e para todos. Afinal, ousadamente, Deus Criou o mundo para nele se realizar, através de nós. Fosse só importante as coisas do espírito e, Ele se contentaria com o séqüito de Anjos. E é através da criatividade, da beleza e da ascenção das intenções que tocamos, mesmo que fugazmente, o Conhecimento Uno, o Primordial3.


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Vimos, que não há perfeição, dentre os humanos. Não há paradigmas. Há, quando muito, exemplos comportamentais focalizados, e mesmo entre esses exemplos, não há linearidade em toda a extensão de suas vidas. Alguns, começaram de uma maneira até oposta, no que mais tarde se notabilizariam, no bem ou no mal. Outros, muito raros, o caminho uniforme. Ao contrário do que ocorria até o começo do século XIX — onde menos de 5% da população sabia ler e escrever, quando muito interpretar uma leitura, minoria essa, localizada entre os ricos, a nobreza e o clero — hoje há condições muito superiores, para a melhoria da evolução da humanidade. Havia até então, entre os seguidores de conhecimentos místicos profundos, parte devido a esta característica, a prática de desenvolver o discipulado, na forma da transmissão oral, de boca a ouvido. Perseguições religiosas, ou melhor, praticadas por religiosos, são a norma, até nossos dias. Daí, igualmente, o sigilo adotado. Mas, a parte escrita na maioria dos textos sagrados, era profundamente simbólica ou alegórica, de molde a velar seu


conteúdo aos menos confiáveis — a expressão ainda corrente é: Não dar pérolas aos porcos — pois não há como explicar certos aspectos da dualidade terrestre aos menos dotados, há primeiro que experimentá-las. O fato é que ao serem interpretados ou traduzidos por incultos, incorporavam vícios e erros tais que, seguidamente os abalavam. Esta é a outra explicação em suporte da transmissão boca a ouvido. Por outro lado, havia e ainda há, magia negra. Para os que ainda pensam ser essa uma atividade restrita à bruxas e magos do mal, basta lembrar da força do pensamento. Somos todos espelhos de nossas personalidades no que pensamos, Narcisos, se no bem, Espectros, se no mal, no egocentrismo. E, dentro da dualidade carne — espírito, tudo o que serve para a evolução, serve igualmente para a destruição. Lembremô-nos da seqüência da Hierarquia que não traz sofrimento: Espírito, saúde e riqueza; na magia negra, a seqüencia sempre carrega o Espírito a reboque. Portanto, quanto melhor você entender seu vizinho, suas razões, mesmo que contra sí, evitando pensar ou agir contra ele, só se defender, sem vingança, ou melhor, permanecendo neutro, maior será a sua tolerância e mais ainda se expandirá a sua consciência. Parece difícil, e é! Os grandes seres humanos, de todas as épocas, demonstraram que na tolerância estava a sua força e, em função desta atitude, sua comunhão com o Criador. Lembre-se sempre: “Não basta ter fé, é preciso acrescentar virtude e conhecimento”.

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Frequentemente, associamos nossas tragédias pessoais à Cruz que carregamos, para os que já ensaiam passos na senda do misticismo, convertem-na, semânticamente, para Karma, esquecendo-se do Darma.

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Desnecessário, embora esclarecedor, repetir que todos nós, sem a ajuda do Karma, ainda estaríamos na idade da pedra. Mais importante ainda, é lembrar que embora ele exista, mais da metade da humanidade continua na préhistória da evolução. Agora, estarrecedor é saber, que somente quando todos alcançarem o mesmo patamar evolutivo é que se dará a passagem para um novo ciclo cósmico. Haja trabalho e perseverança em pról do próximo. É este, o alicerce da Solidariedade. Mas lembre-se, o próximo não é o seu igual, do mesmo nível social e cultural, e sim, o desprovido, o abandonado, o revoltado, o ignorante, o supersticioso, o doente, o agressivo; o sofredor solitário que está incapacitado de se reerguer. Lembre-se também, que somente através do exemplo é que calam novas idéias nas Almas sofredoras — este ensaio só frutificará junto àqueles que possam entendê-lo, os que já vinham procurando portas para serem abertas!


Daí a expressão: “Ter olhos para ver e ouvidos para ouvir”, são características pertinentes aos sofredores que passam a entender e a não mais sofrer! Cabe aqui um pequeno, mas importante olhar, para as conseqüências do livre-arbítrio, freqüentemente associado a um destino já traçado, onde ora um desmente o outro, ora o confirma. Falamos atrás, em 776 reencarnações, afora a inicial. Poder-se-ia portanto, teorizar, que para cada uma delas, estaria associado um elenco de experiências e de provas respectivas. Hoje, conceitualmente, sabemos que um determinado curso, consta de algumas matérias obrigatórias e de outras, eletivas. Afóra, eventuais cursos paralelos, que optamos por assistir. A escolha do que faremos, antes de reencarnar, é decidida pelo nosso livre-arbítrio e, ao encarnarmos, à época apropriada, procuramos sofregamente pela sua execução. Há um milenar ditado que reza: “Deus, quando decide dar atribulações os seus filhos, concede-lhes os desejos”, corolário do exposto. Mas, a Cruz não é símbolo do sofrimento, e sim da Vida. O sofrimento é filho único da união da ignorância com a superstição! Nossa forma física é a da Cruz. A seqüencia da evolução é por ela representada: os seus braços; representam a estrada da vida, passamos da ação — braço esquerdo; em direção à morte — braço direito; ambos, representando no mundo as Leis Divinas. O corpo; palco do embate das paixões, das ilusões e de seus resgates, a cabeça; nossa união com o Divino.

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Sabemos hoje cientificamente, que o Universo tem perto de 15 bilhões de anos, a Terra, 4,5 bilhões de anos aproximadamente. Portanto, Deus, o Criador Uno, O que Sempre Foi, É e Será, retroage o evento do Gênesis, em bilhões de anos, em relação a mais antiga datação religiosa conhecida no ocidente: a Judaica, dando (até 21 de Setembro de 1998) 5.758 anos desde a criação do mundo. Há sempre que se comunicar de acordo com a capacidade de compreensão da humanidade em cada época. Quando da montagem do Novo Testamento, 1º século d.C., p. ex., posterior ao Velho Testamento, ambos de origem Judaica, o maior número conhecido era a miríade, representando 10.000 unidades. Valores maiores, simbólicos, eram referidos como miríades. No Oriente, dentro das tradições Védicas e Budistas, referem-se à épocas mais remotas; de bilhões de anos, passam à quatrilhões de anos, tornando-se um referencial mais consistente por se tratar de eventos que relacionam intervalos entre a expansão e a contração do Universo, ou dos espaços de tempo entre big-bangs. Fato este, muito considerado, atualmente, entre astrônomos, físicos e matemáticos.


Ou seja, dilatando nossos conhecimentos ao nível atual, tocamos fugazmente a compreensão já existente a mais de, digamos, 50.000 anos, para sermos considerados extremamente conservadores. Ou míopes, ainda? Aí, admitindo-se a íntima correlação entre filosofia, conhecimento científico e religioso, pois a realidade não pode ser desmentida, chegamos a tocar o nível místico, que explica e aceita a existência de múltiplas formas religiosas e, dentro destas, de infindáveis seitas, que suportam a humanidade em cada fase evolutiva de cada Ser. Todas, sem exceção, tocam num ou outro ponto, evidentemente não em todos, O Conhecimento Uno, o da Tradição Primordial, aquele que por ser a nascente, a origem de tudo, é o único puro, tal qual a nascente de um rio, que tem a água mais pura e cristalina. Em todas as religiões, atende-se aos anseios de seus adeptos, desde aqueles que ainda estão cometendo desatinos, aos que já começaram a cumprir seus destinos e, aos poucos que atingiram o Tino, como senhores de sua vida. Entretanto, com a ampliação de nossos conhecimentos, passamos a notar conflitos entre a realidade e os aspectos defendidos pela religião que abraçamos. A princípio, decidimos ignorá-los, mas com o decorrer do tempo, com o avolumar de contradições, com questões antigas não resolvidas, vemos então que os caminhos nos conduzem à outras paragens, outras crenças. Se, entretanto, ao mudar de religião, ou de postura, você se encontrar, ótimo, pois sua missão foi identificada e nela você se realizará nesta encarnação; caso contrário, continue a busca da sua Verdade até encontrá-la.

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Nessa peregrinação, muitas verdades intermediárias se apresentarão a você. Em algumas você permanecerá mais do que em outras. De qualquer forma, nesta caminhada, descobrirá que verdades ou crenças que você abandonou, resolveram os problemas de fé de outras pessoas. Aí, vem o conflito definitivo, onde está a Verdade? Ao menos, a desta sua vida atual! E a resposta já foi dada acima. Ao encontrar sua missão, nesta ou naquela religião, já que ela só comparece se identificando, quando você souber reconhecê-la.

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Evidentemente, só recebemos o salário que corresponda à nossa responsabilidade. E, por salário, não nos restringimos somente ao aspecto de sobrevivência, mas e principalmente, ao aumento do grau de satisfação com a realização de nossa missão na Terra. Quando, numa passagem da sua vida, eventualmente você identificar a irrelevância de professar isto ou aquilo, sentindo-se satisfeito consigo mesmo e com a humanidade, compreendendo a imensa trajetória terrestre, você terá atingido o Tino, ou a ligação com o Criador, onde suas vontades e metas, confundem-se com as Dele.

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Frequentemente inculcado em nossa mente desde a infância, imagina-se o Criador, bom e justo velhinho. Às vezes irascível, por outras impotente, face à maldade humana. Cercado de Anjos, com Jesus ao seu lado direito, paciente e celestialmente esperando pelo dia do Juízo Final. Aí sim, o joio será separado do trigo, e em uma atitude esperada, ao menos digna para nós crianças, lançará aquele nosso “desafeto” ao fogo eterno, ou à purgações milenares. E, quanto à nós, certamente seremos salvos, por termos nos arrependido no último instante. Certeza idêntica têm nossos desafetos, da brincadeira ou da realidade. Imagem de mentes ainda no jardim de Infância, alimentadas pelos nossos ativos quatros cavaleiros do Apocalipse, que se cristalizam nos adultos inconseqüentes. Dela não escapam nem mesmo os abertos ao conceito de múltiplas reencarnações. Imaginando-se, ao menos, mais


evoluídos de seus próximos que nela não crêem, mas, acreditando cegamente, em qualquer entidade incorporada, que venha lhe satisfazer o vontade ou a curiosidade. Mas vamos enfocar nossa trajetória terrestre sob outra ótica. Imaginemos, o horizonte, onde o céu se encontra com a terra ou o mar. Em vez de contemplarmos o horizonte da praia, certos de que a sua proximidade nos indica o inevitável e próximo contato com o céu, saiamos em seu encontro, e descobriremos que ele se desloca mantendo sempre uma distância segura. Para àqueles que assim ousaram, tribulações, tempestades, naufrágios, incertezas e sofrimentos, permearam sua jornada. Enriquecidos com a experiência adqüirida, depois de sumir visualmente no horizonte para os que ficaram, compreendem a única certeza com que contarão para o seu caminho: a necessidade de prosseguir na busca! Porém, na imaginação dos remanescentes do litoral, os que partiram, já atingiram o céu. Assim, quando quiserem, partirão e lá chegarão. Para estes, a iluminação é uma simples e rápida jornada; certeza ilusória; para os viajantes, as inúmeras Verdades que continuamente irão adqüirindo, só lhes garantirão que é na continuidade do roteiro que se habilitarão a atingir Verdades mais consistentes, quanto igualmente mais consistente se tornar o seu entender. Neste ponto é que se impõe o Amor, é a certeza de que há a necessidade imperiosa de prover meios para que cada remanescente da praia, pegue sua canoa e parta, solitário, à sua busca. Solitário, para que seu crescer se faça sólido, por méritos próprios.

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Todo ser vivente, para nos restringirmos somente a esse aspecto visível do Universo, já que até átomos, estrelas e galáxias também passam por esse processo, têm, ao nascer, definido o seu tempo de vida e de experiências pelas quais irá passar. Deixando de lado o aspecto mais vulgar da Astrologia, vemos que, corretamente estudada, e baseada em avaliações estatísticas que se perdem na poeira dos tempos, revela-se que em absoluto, rege isoladamente a vida de um ser vivo, embora nela interfira de forma real, dando-lhe o referêncial de sua evolução, naquela vida.


Sabemos, há muito, que a família onde nasce um determinado ser humano, e naquela que ele irá mais tarde formar, transfere-se-lhe toda uma carga genética e de companhia humana, que irá ser determinante em vários acontecimentos de sua vida. Assim, essa outra faceta identifica uma segunda origem das diversas características pelas quais irá alguém vivenciar: saúde e forma física, tendências psicológicas e limitações de comportamento, vida em família e até mesmo aspectos étnicos importantes. Há também outro elemento igualmente importante: o nosso nome — aliás, já nascemos com ele — Ele é a chave para uma sintonia com outra das fontes que regem o nosso viver, é a relação direta com uma energia cuja frequência de operação (ou vibração), pode e deve ser comparada com o da escolha de um canal de televisão ou de rádio. Assim, essa identificação ou sintonia com uma frequência do Cósmico em especial, também irá influir de forma decisiva em cada ser humano, e é estudada mais aprofundadamente pela Kabbalah. Todas essas influências iniciais, nos limitam ou nos projetam na nossa vida, dependendo da fase que estamos vivendo, do nível de nosso estágio na vivência cósmica e como veremos mais adiante, também de aspectos planetários e de detalhes ocasionais. Naturalmente, o aceitar de múltiplas vidas é requisito indispensável a essa avaliação. A alternativa muito limitada, injusta e frustrante, chama-se predestinação, em vida única. À soma de tudo isso chamamos de Darma (do sânscrito: Dever) e Karma (do sânscrito: Causa e Efeito), o primeiro termo identifica o nosso currículo escolar da vida (se assim

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singelamente o compararmos), já o segundo, denota o livre arbítrio em criar fatos fora do currículo básico, ambos para o bem ou para o mal. Como lembramos no inicio, o nascer (ou criação), a localização e nome dado ao Universo, à nossa Galáxia, ao nosso Sistema Solar, ao nosso planeta Terra, ao nosso País, ao nosso Estado, à cidade em que nascemos e àquela que adotamos para morar, nos tornam igualmente dependentes das características cósmicas deles.

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Há ainda outras influências ocasionais, mas nem por isso, menos importantes: as cores do nosso vestir e a do ambiente em que nos encontramos, a(s) Aura(s) da pessoa(s) de quem estamos próximos, a energia dos cursos d'água subterrâneos, proximidades de rochas magnéticas, campos magnéticos da Terra e camadas na atmosfera que a envolvem, Vento Solar e Manchas Solares com ciclo de 11 anos, radiações eletromagnéticas, etc.. Conforme aumente o volume e o nível de conhecimento que alcançarmos numa determinada vida, iremos caminhar cada vez mais rápido no armazenamento de mais sabedoria, desde que a compartilhemos. Pois, ‘conhecimento’ só se transforma em ‘Sabedoria’, ao ser aplicado em pról de terceiros, deixando de ser mera curiosidade. Essa característica é a que mais interessante torna nossa trajetória terrestre. Recordando: “Não basta ter Fé, é preciso acrescentar virtude e conhecimento”. A quem só Fé tem por acervo, e, convenhamos isso já é um grande passo, não convém esperar que o Cósmico venha salvá-lo, virá, isto sim, corrigí-lo, consolá-lo, mas se tiver conhecimento e virtude, a correção de rumo ocorrerá internamente.


Enquanto essa última fase não chegar, todos os outros seres humanos, e a própria Natureza, agem em relação a nós como o arquétipo do “Professor Universal”, seja criando dificuldades ou nos orientando. Aliás, pessoas as quais não apreciamos, refletem tão somente àquelas características pessoais nossas que, imperfeitas, nos causam um indisfarçado dissabor interno. Assim, para aqueles que compreenderem devidamente o real significado dessa frase, entenderão que a realidade por trás do decorrer da vida terrestre, está em agir de acordo com o que lhe foi designado nesta escola e, quanto maior for esse conhecimento menos conturbada ela será. Daí, para aqueles que estão no início da jornada humana, só há a possibilidade de desatinos. No meio da jornada, após múltiplas reencarnações: Destinos, para corrigir os Desatinos iniciais e ao fim da jornada terrestre, Tino, para comandar sua própria vida. Nesta última fase ele, o ser humano, por estar em sintonia integral com o Cósmico, sabe se utilizar das energias e forças do Universo a fim de atingir seus objetivos que, a essa altura de sua evolução, são os mesmos do Criador. Aí, aspectos astrológicos, não mais interferem diretamente em sua vida.

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Para melhor compreendermos este confronto, devemos ter sempre em mente uma rocha, imóvel e rígida. Se o ser

humano se comportasse como ela não teria vontades, desejos ou anseios; em suma, seu progresso seria extremamente lento, como é o de uma rocha, lapidada através dos milênios, pelas águas e ventos. Com a vontade, a ilusão, as paixões e os desejos, o homem passa a movimentar sua vida, sempre criando novos fatos e situações que, queira ou não, irão afetar seus semelhantes e o ambiente onde atua. É a comprovação do fato que sem Karma, o progresso seria muito mais lento. É fato conhecido que a toda ação corresponde uma reação igual e contrária, assim uma boa ação devolverá ao seu realizador outra boa ação e viceversa.


O que não é visível, mas é facilmente identificável, é o fato que a toda ação corresponde dois resultados: um, sempre resulta num bem e outro inequivocamente causa um mal a alguém, ou à Natureza, independente da vontade inicial de quem a causou, mantendo-se assim, o equilíbrio Cósmico. Essa é a dualidade mais importante e seus desdobramentos fractais, tornam seus múltiplos efeitos, irreconhecíveis para a imaginação do causador, no momento da ação. É fácil identificar os duplos desdobramentos de uma dada ação: o sucesso profissional de alguém, social, amoroso, etc., seguramente representa um revés para outro e vice-versa. Pode-se até considerar vulgarmente, que quem não tem competência que não se estabeleça, mas isso é só um dos inúmeros Sofismas Cósmicos, é o corolário da Lei do Mais Apto, erroneamente considerada como a do mais forte, necessária à evolução de todos os seres em cada circunstância da vida, seja na matéria, ou no espírito. Mas, a criação humana também deriva do pensamento. Como sabemos, a existência do mundo foi fruto da vontade do Criador, que, para Criá-lo, Modelou-o em sua Imaginação Absoluta e Expandiu-o como à uma Expiração de uma Respiração que mantivesse propositadamente presa. Ao sair do Pralaya - a respiração retida - toda a Criação em expansão, o Big-Bang, passou a depender deste Sopro Divino para o seu viver, seu crescimento, seu aprender. Nós, humanos, únicos fragmentos da imagem do Criador, da Centelha Divina, em toda a Criação, igualmente dispomos tal qual Ele, da mais elevada e sutil forma de energia, que é o pensamento. Assim, podemos criar, para o bem ou para o mal.

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Com o advento do rádio e da televisão, imensas ondas de formas pensamentos são formadas instantâneamente, ao julgarmos — em vez de constatarmos e aprendermos — cada fala e imagem vinda de todos os pontos do planeta. Tornamo-nos, pois, naquilo que pensamos! Razão pela qual, se justifica a máxima de Cristo: “Não julgueis, para não seres julgados”, que deve ser lido: “Tudo o que julgares, deverás igualmente sofrer, para avaliares com justiça, o mérito de seu julgamento pretérito”. Mas como vimos, na trajetória entre o nascer e o morrer e durante as várias reencarnações, há muitas e variáveis influências. Quem hoje está na pele do leão, amanhã estará na da ovelha. Somente vestindo todas as peles é que o homem evolui. 29

Para melhor compreendermos tal influência há ainda um outro exemplo: o homem ao nascer vem como caçador ou como agricultor, ou ainda, dito de outra forma: como destruidor ou como construtor. O Homem pode ainda, no decorrer de uma vida, passar de uma condição para a outra, independente do sentido da mudança. Esse fato é reconhecido pelos sábios orientais como sendo um renascimento em vida. É símile de uma iniciação mística! E também, de uma nova reencarnação simbólica! Portanto, para evoluir, você poderá, a partir de um determinado estágio da sua evolução, melhor dizendo, das experiências que você enfrentou e superou, mudar ainda em vida, sua condição de caçador ou de agricultor e avançar na sua trajetória de evolução cósmica. Esse fato é alvissareiro para o renascido e demonstra


cabalmente que o Bem e o Mal, como são vulgarmente conhecidos, não existem. O que existe é a necessidade que cada um tem de subjugar os quatro cavaleiros do Apocalipse que ainda estejam dentro de si. Também conhecidos como os quatro Elementais — água, fogo, terra e ar — que representam tudo o que é matéria, como a Natureza e o Corpo Humano. E, para manter o seu próprio equilíbrio evolutivo, pois a virtude está sempre no meio, em se gerando Karma contra ou a favor do próximo, vocé sofrerá o retorno. Aí reside a surpresa, ambígua inicialmente, mas sólida na sua essência, excesso de Karma bom numa vida, gera comportamento seu com Karma mau em outra e, vice-versa. A Balança da Vida, para se eqüilibrar, não pode pender só de um lado. Por isso, fracassos são tão importantes quanto sucessos, para o aprender e o crescimento individual! Respire fundo e, tente compreender! Tabuleiro de Xadrez, quadrados brancos e pretos, lembra-se da alegoria?

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Pregam todas as religiões, que você deve amar seu próximo, ao menos àquele do teu credo, assim com o Deus de cada crença, ama a cada prosélito. Esse conceito lapidado por Cristo diz: “Ama a Teu Próximo como a Ti mesmo e, a Deus acima de Todas as Coisas”. O amar ao próximo, traz embutido dentro de si, o amor a um estranho, algo de difícil aceitação, mas esse não é bem o caso como iremos ver. A seguinte sequência de raciocínio irá justificar essa afirmativa. “Se somos todos seus filhos e fomos por Ele criados, não vamos caminhar em direção a Ele, somente podemos voltar a Ele, pois d'Ele viemos e a Ele voltaremos, somente como filhos pródigos. Mais ainda, se d'Ele viemos, Ele faz parte de nós, portanto, nós fazemos parte d'Ele (conceito de família). Até atingirmos o nível do Tino, quando retiradas as fraquezas humanas mais grosseiras do nosso Ser, o próximo, será alguém a ser vencido e derrotado, seja pela própria


sobrevivência ou a da nossa família. É a época do Bom Combate: dos desatinos aos destinos. No nível do Tino, já compreendemos que a morte, à época prevista, é apenas a nossa graduação na Escola Terrestre daquele personagem então vivido, e nada mais do que isso. Continuando: se somos parte d'Ele e portanto Ele está em nós, o Criador e todos os Seres humanos são um só Ser. Ou seja, não há estranhos. Assim o amar a teu próximo é tão somente amar à si mesmo e ao Criador. É a unidade no Criador e não mais Igualdade, nem sequer Fraternidade ou Liberdade, todas obsoletas à essa altura do entendimento Cósmico. É essa a compreensão que justifica o comportamento dos Avatares, Grandes Homens, Santos, etc., que se recusam a revidar um insulto ou um ataque, por saberem que atingirão à si próprios e ao Criador. 32

Essa é a principal razão para a evolução da humanidade, o Amor ao próximo traz embutido dentro de si a unidade no Criador, a solidariedade, a tolerância, e na continuidade da evolução terrestre, com os mais capazes ajudando os menos capazes, os mais evoluídos, com os ainda recalcitrantes na sua aplicação escolar. Ou vendo de outra forma: Quantas vezes você não se viu na pele de outra pessoa. Seja por admiração, compaixão ou até por comparação, imaginando-se como agiria se fosse ela, ou como seria bom estar na pele dela, ou com uma identificação de idéias e modos de agir, ou ainda, como se você fosse realmente ela. Dependendo do nível que você atingiu dentro do Tino, você poderá compartilhar com outros seres humanos em base similar, suas experiências e conhecimentos. Em relação àqueles ainda à retaguarda do Tino, melhor compreendê-los,


de molde a trabalhar em prol da evolução da Humanidade. É essa a porta de abertura ao Inconsciente Coletivo. A tarefa é extensa e ainda pouco compreendida. É necessário muito trabalho duro e sacrifícios. Basta lembrar que o reino mineral4 é sacrificado pela evolução do reino vegetal, ambos igualmente se sacrificam pelo reino animal inferior e todos se sacrificam pelo animal superior. Segue-se que todos os reinos anteriores também se sacrificam pelo hominal. Portanto o conceito de sacrifício, inicialmente o de alimento e morte, evolui para o ritual eucarístico externo — o culto numa missa, um culto judaico, um culto islâmico, p. ex. — e em seguida, íntimo e interno. Todos igualmente representando o dar de si a terceiros, como num imenso Templo Celestial em que cada um se transmutou.

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Daí, o sentar-se à mesa, para se alimentar, ser o ritual inicial da evolução terrestre: mãos lavadas, vestes adequadas, sem discussões, evitar assuntos desagradáveis, saber se comportar e usar os utensílios à sua frente, repartir o alimento, alegrar-se pela companhia, agradecer por poder comer quando muitos não o podem, etc.. Segue-se que no caminho da evolução, o que hoje é mineral, noutra oportunidade será vegetal, na mesma mudança, o que era vegetal, torna-se animal inferior, o animal inferior em animal superior e este último, agora individualizado, passa a hominal. Haja trabalho, pois quem era hominal e evoluiu o suficiente, passa à condição superior, não mais tendo necessidade de reencarnar. Passa a trabalhar na orientação da evolução dos estágios anteriores, sem a qual não progredirá na sua própria evolução, pois a estrutura da evolução é a da pirâmide, portanto sem evoluir a sua base, ela não cresce.


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Falamos em União com o Criador, caminhamos e trabalhamos para atingir este estágio, mas enquanto encarnados, a nossa Individualidade Maior, projeta-se no palco terrestre através do personagem por nós escolhido, com vistas ao aprendizado pretendido. A inteligência ou intelecto, coordena experiências, conhecimento, lógica e informações para produzir uma rota, uma postura ou um julgamento. A mera ausência de um ínfimo dado, pode conduzir a um resultado oposto, ou mesmo inesperado. Esse é o momento no qual a inteligência pode falhar e é a maneira preferida pelo Cósmico para traçar o caminho de cada ser humano independente de sua vontade, quando ele contraria a rota inicialmente preparada. Naturalmente, esse ser humano que só usa o intelecto, ainda não atingiu o Tino.


Quando muito, tem intuições esparsas e isoladas, normalmente não muito consideradas, ou principalmente, de premonição de perigo ou de socorro a alguém. Aos seres humanos que já atingiram o nível do Tino, a consciência passa a contar também com a colaboração da inspiração. Ou seja, todo o conhecimento e sabedoria adquiridos em vidas passadas e estudados quando desencarnados, estão localizados na individualidade da Vida Maior, e ela só é repassada à personalidade encarnada que a representa, por expresso merecimento dela, ou como relatamos, quando em perigo a ser evitado. No nível do Tino, o Ser humano tendo atingido o contato com o Conhecimento Cósmico, tornou o seu coração imune às fraquezas humanas mais grosseiras. Atinge, então o Inconsciente Coletivo, o horizonte! 35

Certo é, que ao eliminar dele todas as fraquezas, não haverá necessidade de nova encarnação. Ao eliminar as fraquezas humanas mais grosseiras, passou a purificar sua conduta e construiu um Altar no seu interior à semelhança da imagem de um marionete — mas um marionete diferente — já que é ele que lança os fios de união, de baixo para cima, em direção à Vida Maior, que passará então a conduzir todas as suas ações.. Quanto mais puro ou sintonizado com o Cósmico se tornar, fios mais espessos, serão lançados, ligando-o ao seu Eu Superior 5 e, quando for por ele totalmente conduzido, a penumbra que tolda sua visão e intelecto corpóreo, é removida pela união acima. É o fim do lusco-fusco das penumbras. Atinge-se então, a união completa da personalidade com a individualidade. Ou, dito de outra forma, a fusão da Alma com o Criador!


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Desde o seu nascimento, em uma nova reencarnação, o homem passa como quase todo ser que tenha pai e mãe, racional ou não, por uma árdua prova que irá marcá-lo com maior ou menor intensidade, por toda a vida. Essa prova começa com um tratamento de Rei para o recém-nascido, onde o silêncio prolongado ou o choro, fazem com que os pais se movimentem rapidamente para ver o que acontece e, sempre atender suas necessidades, sejam elas quais forem. A partir do momento em que começa a andar, falar e a se fazer entender, começa a debacle que irá nortear todos os acontecimentos de sua vida. A seqüência de contínuas e sucessivas perdas que lhe acontecerão, não atendimento de vontades, proibição de ações, premiação de outros em detrimento seu, até o evitar de sua companhia, e outras piores como perseguições, abusos e etc., irão moldar sua personalidade para as provas daquela vida.

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Aprende assim o homem, descobrindo as limitações e os valores da sociedade, onde leis de mercado influenciarão sua vida, a partir do momento em que ele descubra onde pode vir a recuperar o prestígio (ou ao menos parte dele) que tinha na infância. Note que isso não significa amadurecer ou evoluir, mas tão somente uma tentativa de reconquistar os privilégios da infância. Estando no poder ou na posse de muito dinheiro, o caminho para a reconquista dos privilégios pretéritos, mesmo que parciais, passa o homem a perseguí-lo e, Ter significa tudo, seja poder ou dinheiro.

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Portanto, na sequência das reencarnações evolutivas, o homem começa pelo Ter. A ânsia de possuir o obriga a sonhos cada vez mais exigentes. Cedo ou tarde entretanto, descobre que o Ter torna-se até irrelevante após atingí-lo e, amadurecendo aos poucos, descobre o Ser como mais reputado, pois melhor é tornar-se respeitado pelo saber, do que temido ou invejado pelo Ter. Ao atingir o Ser, descobre o homem que ao ser respeitado por seus pares, devido ao seu conhecimento e sabedoria e admirado pelos menos capazes, não o satisfaz e, prosseguindo em seu amadurecimento, descobre então que somente na Solidariedade ao seu semelhante (inclusa a Natureza, pois dela também faz parte integrante) conseguirá realizar-se individualmente, e passa ao Não-Ser, ou seja, sua ação agora não é mais egocentrica, dirige-se diretamente para o bem estar fora de sua personalidade. Que está, à essa altura de sua evolução, bem identificada com sua individualidade, com o seu Eu Superior e com o Criador.


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Este é outro grande Sofisma Cósmico, pois o prazer permanente torna-se sofrimento. Lembre-se: tudo que é imutável cansa, aborrece, irrita e força a procura de novos desafios, sensações e experiências. Decisão essa que fatalmente causará novos sofrimentos e prazeres, não necessariamente nessa ordem, por dualidades que são. É aí que reside o grande conflito humano a ser superado. A felicidade e o prazer só subsistem no eterno dar de si. Ação que só os grandes Seres Humanos e Cósmicos vivem, mas o mero vislumbre dessa porta, já nos conduz a um dia assim desejar e agir.


Essa dualidade nos conduz a outra reflexão; a da questão do ajudar ou de ser ajudado, para se superar um grande sofrimento ou manter a continuidade de uma satisfação, pessoal ou coletiva. Embora o sentimento de solidariedade, ou a sua tríade original: a fraternidade, a igualdade e a liberdade, possam tentar fazê-lo agir em benefício de alguém, deve-se sempre atinar se sua ação não irá contribuir para o agravamento da situação do(s) personagem(ns) necessitado(s) ou envolvido(s).

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Se a sua interferência resultar numa ação indevida de sua parte, caso de alguns assuntos amorosos, sociais ou profissionais, parte das reações negativas por ele sofrida, virá se refletir no seu próprio Karma, por ter esta atrapalhado uma prova que ocorria para o bem futuro do ajudado. Por outro lado, numa questão de doença, fome, desamparo, desespero, perigo, ou seja, em situações onde claramente o paciente não tem condições de se reerguer, uma mão é mais do que bem vinda. É imperioso dar de si nesses momentos. Na situação inicialmente descrita, onde o necessitado está passando por uma prova Kármica, deve-se orar para que ele consiga superar a situação que vive, e não, que tal prova seja afastada, pois ela fatalmente retornaria em seguida.


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Imaginemos se Ele, em sua Infinda Bondade e Sabedoria, fosse a única instância à quem poderíamos recorrer. Mais, se Ele para cuidar de toda a Criação, fosse uma Entidade tentacular que a tudo diretamente administrasse. Sabemos que para o Criador, nada é impossível, o que é correto. Mas, não seria tal assertiva mais uma forma de encobrir nossas responsabilidades, ao tentar, transferi-las, também estas, para Ele? Vamos então, realizar um paralelo cósmico, tal qual se aprendeu, primeiramente dos místicos do Oriente e mais recentemente, dos cientistas e astrônomos: O que está em cima é igual ao que está embaixo — a dualidade ondapartícula e a incerteza decorrente da mecânica quântica, refletem a dualidade matéria-espírito da Criação.


Assim, o gerenciamento de nossa evolução, se bem que de responsabilidade do Criador, é realizado por uma grande irmandade, conhecida desde o alvorecer dos tempos, como a Grande Fraternidade Branca. Branca, por ser esta cor, a que contém todas as outras. Branca, por se dividir em sete raios de diferentes cores quando passa pelo prisma da matéria. Branca, por seus membros representarem todas as facetas pela qual um ser humano deverá passar em sua evolução. Branca, por ser a instância imparcial que julga pelo Criador, todas as nossas ações e pedidos, quando imperfeitos ainda, freqüentamos o Jardim de infância na escola da vida. Irmandade, pois é desta união, que emana o poder do Criador, nenhum de seus membros isoladamente, conseguiria conduzir a humanidade! 41

Afinal, ainda há as hostes angélicas a auxiliar o Criador! Igualmente na Terra, todas as nossas organizações, são um pálido reflexo desta Grande Fraternidade Branca. Tal e qual, nada realizaremos de importante, se não o fizermos unidos e em organizações que são cópias das suas, pois o nosso conhecimento é fragmentário e imperfeito. Imaginemos que o Criador, deu a cada um de nós, uma faceta de sua sabedoria — tal qual os gomos de uma laranja — e, se não nos unirmos, a laranja não estará completa, portanto, nosso discernimento, falho. Imaginemos ainda, que o grupo do qual fazemos parte, nada mais é do que um microcosmo desta Grande Fraternidade Branca, seja ele a sua paróquia, sua comunidade, seu bairro, sua seita, seu clube de serviços ou de lazer, seu grupo de estudos místicos, seu trabalho, etc..


Imaginemos, agora, que dentro do grupo que você faz parte, haja componentes, digamos, desagradáveis. Nem por isto, você irá constatar; são eles totalmente abjetos. Haverá sempre algo para se dizer a favor de alguém, mesmo dos seres mais vís. Imagine agora, o indivíduo que, por exemplo, matou um ente querido seu, também se arrependeu e partilhará de sua companhia no futuro. Angustiante, não é? Esta é outra das facetas do ser humano encarnado. Ninguém é totalmente puro na matéria, nem totalmente indesejável. Por esta razão, o julgamento divino permite que haja o perdão, mesmo para o mais infame dos crimes, e igualmente julga com justiça, fazendo com que cada transgressão, seja contraposta com a sofrida. É o eterno equilíbrio que se mantém, agora porém, com Sabedoria. Correção: as transgressões voltadas para o bem do próximo ou da Natureza, são retribuídas decuplicadas, as voltadas para o mal, assim denominadas por só atenderem o interesse do causador, são retribuídas na mesma medida! Caso contrário, a evolução se retardaría mais ainda. É este o fundamento do conceito de misericórdia!

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Nós ocidentais, sempre nos defrontamos com uma imagem de nós mesmos, onde nela cabe tão somente o nosso corpo, ligado à nossa alma, ou espírito, e ao lado do corpo. Uma, a matéria, onde tomamos conhecimento de nós mesmos, outro o etéreo, onde está a nossa ligação com o Criador. Entretanto, depois de demonstrada a Teoria da Relatividade por Albert Einstein, onde é apresentada a equivalência entre matéria e energia, ou como partindo-se de uma se chega a outra, pode-se aumentar o horizonte de nossos parcos conhecimentos. Vamos primeiro identificar os vários planos, do qual nos compomos: cada ser humano, possui quatro corpos grosseiros e três sutís; os corpos grosseiros são os que existem enquanto estamos encarnados e os três sutís, os que sobram, ao esgotarmos nossos Darmas e Karmas..


Dissemos algum tempo depois de nossa morte na matéria, pois, após nela morrermos, em seguida morremos no plano Astral, plano das ilusões e das emoções, onde estão atrelados todos os retornos das criações de nossas mentes, todas as cracas. Falecidos também neste plano, algum tempo depois, ainda permanecemos no plano Mental Inferior, conhecido também como o plano do compartilhamento das companhias de todas as nossas criações e das dos outros. Só após morrermos no plano Mental Inferior, é que vamos para o plano Mental Superior, uma estação de recuperação, que é onde permanecemos até nova reencarnação. A cada plano que permanecemos, seja microsegundos ou anos, a sensação é a de estarmos vivos — e estamos — pois o que é energia para o plano em que estamos, é matéria daquele plano imediatamente superior. Alguns, visualizarão que: ao Astral corresponde o inferno (que aquele ser já vivia encarnado), ao Mental Inferior, corresponde o purgatório e ao Mental Superior, a ante sala do Céu, onde permanecemos, até nova reencarnação. Assim, quando encarnamos, descemos do Causal (outro nome do Mental Superior), onde só existe evolução — lá não existem o bem e o mal, dualidades que são atributos dos corpos mais densos — formando sucessivos corpos na descida, até chegarmos ao feto que nos dará a forma final. Um esclarecimento se impõe, todas as religiões anímicas, cultuam ou divindades da natureza, ou entidades da magia negra ou dos mortos, e todos, são seres que habitam o plano astral, ou seja, ou são entidades que nunca irão encarnar em um corpo humano, ou são seres humanos pesadamente atrelados a resgates cármicos.

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No caso dos que professam o espiritismo, quando há um fato ou mensagem importante, fala-se em entidades de Luz que se preparam com alguma antecedência, para se apresentar em uma Mesa Branca. Essas entidades de Luz, têm de passar por um processo similar a um nascimento, para poder descer do plano Crístico até o Astral, para só então, incorporar-se em um médium, igualmente preparado para o evento. Esses Seres de Luz, são os Mestres Ascencionados, que trabalham como servidores da Luz Maior, dentro da Grande Fraternidade Branca, seres humanos como nós, mas que já esgotaram todo o seu Karma e Darma; a alternativa, nas multiplas manifestações em médiuns, são de seres humanos resgatando parte de seu Karma, dando de sí em trabalhos a favor de outros, portanto, passíveis de erros e enganos6. 45

Quando falamos no processo de descida, seja em direção à um nascimento, seja para uma incorporação mediúnica, há que se lembrar que toda entrada na matéria, ou em qualquer dos corpos grosseiros, enseja sofrimento. Daí, o pouco tempo que um Homem Santo, um Avatar, um Messias, ficam encarnados, na realidade, tal qual ocorre no espiritismo, eles ocupam um corpo cuidadosamente preparado, com a devida antecedência, para a sua vinda. Nele, ficam encarnados o suficiente, para cumprir sua missão, já que enviados do Criador, O Que Foi, É, e Sempre Será. Por outro lado, ao encarnar, seja de fato ou no caso — temporariamente — está-se sujeito à todas as tentações, prazeres e sofrimentos, inerentes a esta condição, o que a torna, necessariamente, curta. O exemplo mais recente é o de Jesus de Nazaré e a vinda do Cristo Planetário, onde, durante o batismo feito por João


Batista, no Rio Jordão, o Cristo Planetário tomou posse do corpo de Jesus7, que lhe tinha sido preparado desde antes de seu nascimento e, o devolveu, após a crucificação. Um, o Cristo Planetário, retornou à Grande Fraternidade Branca, outro, Jesus, retomou seu corpo e partiu em direção à outras paragens, à Índia, sob o nome de Issa. Por esta razão, não se fala muito de Jesus antes do batismo e depois de seu desaparecimento. Igualmente, confunde-se ascensão de um Ser Planetário, o Cristo, com a subida do corpo de Jesus, algo tão improvável, quanto o de um mergulhador de profundezas oceânicas comparecer, trajado para um mergulho de 10.000 m de profundidade, a uma legislatura completa — oito anos — do Senado Nacional. A sempre presente confusão entre corpo e Alma Embora as tentações, não desviem seres com o Darma e Karma esgotados, como o Cristo Planetário, quando aqui esteve, nele incidem como em qualquer outro ser encarnado. Esta é a mais pura demonstração de Amor pela Humanidade!

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Desde os mais remotos tempos, os textos, as lendas, as sagas, sejam eles históricos, contos, fábulas, religiosos, etc., forçam-nos sempre a lembrar-nos das condições humanas para quem eram os mesmos dirigidos, antes de nos dedicar à uma análise mais aprofundada dos mesmos. E, este cuidado não se destina somente a textos muito antigos. Mesmo àqueles de 100 anos atrás, traem sua correta interpretação, devido a ciclópica mudança ocorrida com a humanidade, fruto da revolução industrial. Os livros sagrados das religiões mais recentes — menos de 7.000 anos — trazem ameaças drásticas aos seus seguidores, acaso não o sigam à risca. Na realidade, na parte mais substâncial de seus textos, são meros tratados de cunho sanitário, asséptico e biológico.


Sanitário, quando visavam eliminar certos hábitos alimentares que podiam redundar em doenças e assépticos, quando de higiene pessoal e coletiva, pois pastores nômades e aldeias promíscuas ainda hoje são encontradas. A fúria divina, era a única forma de pressão, para se evitar doenças e epidemias entre eles. Simples ensinamentos, não calavam! (vide a expansão da AIDS!) Biológico, quando ameaçavam com o fogo eterno aqueles que se relacionavam sexualmente com parentes consanguíneos - visavam evitar a degeneração genética - duramente aprimorada após milênios de trato racial, afinal eram todos membros de uma ou de outra tribo — um clã familiar. Ou até mesmo, como Compromisso Divino, o da circuncisão, visando à lattere, reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis. A parte realmente sagrada era em muitos casos, misturada com esses cuidados comportamentais, já que de sua obediência, os rituais, a evolução da humanidade, eram diretamente dependentes, o que tornava ainda mais difícil, separar-se o principal do acessório, se é que se pode falar em separação. Pode-se até teorizar, que a responsabilidade de Noé na montagem da Arca, estivesse ligada à necessidade de se extingüir corpos (não Almas) geneticamente degenerados e, de se prosseguir com os remanescentes ainda intactos. Não esqueçamos, igualmente, que tudo na Natureza é Criação Divina. Assim no reino vegetal e no reino animal, p. ex., do menor vírus ao maior animal, tudo evolui, resta sabermos nos manter isolados dos outros ramos da Criação Divina, como forma de preservarmos nossa própria evolução e, principalmente, a deles.

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Afinal, se nossos corpos derivam do que se convencionou chamar de “ameba em caldo nutritivo”, imagine então, quão melhor poderão ser os próximos corpos da Sexta Raça8! O contínuo aperfeiçoamento de nossos corpos, ou invólucros, preparados por microorganismos, são preocupação fundamental, para a nossa evolução! Mas, imaginemos, então, voltando ao aspecto textual, se fosse tentado pelo Criador, transmitir-se o conceito da Teoria da Relatividade, p. ex., a Moisés, ou mesmo à um Xamã9, de uma tribo atual. Aliás, foi mostrado ao primeiro, como seria o mundo muitos milênios mais tarde e, sua descrição da visão, sem condições de bem entendê-la, foi fragmentária. Faltava-lhe conhecimento, terminologia e estatura vivêncial. 49

Chegamos ao ponto: não fossem as grandes guerras mundiais, a guerra fria, não teríamos condições intelectuais de compreender, ou melhor: de converter, toda a monumental e complexa tecnologia colocada à nossa disposição, e eventualmente repassada pelo Cósmico. Por outro lado, a visão de João de Patmos, o Profeta do Apocalipse10, em linguagem da época, torna-se até clara, com nossos conhecimentos atuais, entrevendo o entendimento de uma conflagração nuclear mundial, ao que tudo indica, agora afastada. Fato que, em se confirmando, permite-nos imaginar alterações no percurso da evolução, acaso ocorram condições para tal. Mesmo a 100 anos atrás, os cientistas da época, não teriam condições de interpretar uma intuição ou um sonho, que desembocasse num dos inventos com a complexidade atual.


E, quando há um sonho possível, uma intuição, milhares o experimentam11. Tem-se como certeza estatistíca, que de todos os cientistas que já viveram12, desde o aparecimento do mais antigo relato reconhecido como científico, o de Galileo Galilei, mais de 90% deles ainda estão hoje vivos. A grande tarefa à que se propõe os interpretes atuais dos textos sagrados, é dirigida à um ‘aggiornamento’ dos mesmos. Mudar o enfoque, o tratamento textual, sua fluidez, o resultado a ser alcançado. Afinal, hoje temos uma linguagem complexa e rebuscada, a ponto de adotarmos expressões de outras linguas, com o fito de melhorar sua clareza. Mesmo assim, faltam elos com suficiente fluidez para a maioria dos buscadores da Verdade. Com a ajuda da pesquisa arqueológica, histórica13 e religiosa14, pode-se traçar um elo entre a cultura atual e as anteriores, indo até a Védica, a mais próxima da Primordial. Não se pode portanto, falar em uma tradução, ou interpretação, que satisfaça a todos os níveis evolutivos da sociedade humana. Não há receita de bolo que atenda a todos os paladares! Daí, múltiplas religiões e multiplas interpretações!

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Da alegoria do tabuleiro de Xadrez, à eterna busca da Verdade, sobram inquietações e incertezas. Admitindo que respostas só são dadas à perguntas feitas, procura-se um orientador, um mentor, ou como se diz já a algum tempo: um Guru. Tirando os sensitivos, pais-de-santos, videntes, que só satisfazem nossos anseios imediatos, ou que nos safam de afinidades com formas-pensamentos, quando irritados ou em pensamentos menos nobres, ou daquelas enviadas por terceiros — despachos — enfim, não há Mestre à disposição para ser contratado. Aí vem a dúvida, onde garimpar, procurar, ou até mesmo entender, a imensa trajetória humana, vista de forma genérica, mas que atenda à nossa bagagem de experiências?


A resposta vem de um lugar inesperado: de dentro de nós mesmos, do nosso subconsciente, que é ligado por um cordão de prata ao espelho do Criador — somos feitos à sua Imagem, lembra-se? Ou melhor, à nossa Centelha Divina, a Mônada, tal como é descrita nos Textos Sagrados dos Vedas, a nossa origem Divina. Para se atingir nosso Mestre Interior, deve-se sentar confortavelmente, com a coluna vertebral ereta15, em silêncio e isolado dos demais. Durante alguns minutos, dirigimos nossos pensamentos, como o faríamos à um respeitado educador de uma escola famosa, na qual pretendemos ingressar, cujo tempo é escasso, mas, Ele, com sua infinita bondade (afinal é um educador!) reservou um minuto de sua agenda, para nos atender. Evidentemente, lá só comparecemos, com uma questão séria a ser a Ele apresentada. Essa é a postura oriental que deu origem à prece. A primeira, franco e respeitoso diálogo com um Mestre Cósmico, a segunda, repetição de orações padronizadas16. Ou (muito) melhor, se possível, procure se unir a um grupo de prática semanal de Hatha Yôga, ou filie-se a uma Ordem Filosófica, não há impedimentos ao ingresso à ambos; mas há outras linhas místicas, onde você precisará ser convidado. São metas, que demandarão anos de estudos, mas recompensadoras à sua sabedoria nesta vida! Embora, à primeira vista possa parecer um esforço idiota, a mera procura de algo fora da matéria, sugere aos que a fazem, idêntica imagem ao começar sua busca. Entretanto, esta é a ilusão que a matéria nos proporciona: Se fosse Verdade, dever-se-ia obtê-la em qualquer local.

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Por paradoxal que aparente ser, ela também é encontrada em todos os lugares, mas aí você deverá estar tão integrado na Criação, no Tino, que você já é o espelho da Criação! Pois, se o Universo é o reflexo do Criador, só poderemos conhecê-Lo, estudando Sua imagem e Suas Leis, nele refletidas. O cuidado maior se refere a não se tentar induzir a meditação por meios químicos (ingestão de drogas) onde poderá ocorrer perda de algumas ou de todas as habilidades cognitivas desta sua encarnação. Ou em se tentar compartilhar experiências individuais com outras pessoas, pois, como foi visto, a evolução é solitária e talvez, sobrem juízos nada edificantes a você, vindos dos que se creêm sábios ou virtuosos. 53

Aí vem a melhor apresentação de um novo conhecimento: O Exemplo! Quando alguém se eleva em conhecimento, ele só se transforma em Sabedoria através do exemplo dado, onde, por decorrência, toda a humanidade se eleva, devido a uma singela contribuição individual. De grãos de areia, tornamo-nos Divindades, cooperando com a vontade d’Àquele que Foi, É, e Sempre Será, fazendo jús à Sua Imagem em Nós refletida.


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Falávamos atrás, no capítulo da decodificação possível, da postura imaginada por muitos, de um Criador, impotente face à maldade dos Homens, celestial e pacientemente aguardando o Dia do Juízo Final, para então, separar o joio do trigo. Falamos também, de seus incessantes esforços para manter o Universo. Lembramô-nos, igualmente em que aspecto fomos feitos à Sua Imagem, na criatividade! Em relação a ser ‘impotente face à maldade dos Homens’, é mais correto dizer que a humanidade colhe o que semeia, já que a semeadura é livre, sendo a colheita obrigatória e, a Sua Intervenção, só ocorre com vistas a manter o eqüilibrio Cósmico.


Assim, se uma guerra se delinea, criada pelo livre arbítrio dos homens, cabe ao Criador obter dela os melhores exemplos e resultados que, de outra forma, poderiam levar milênios até serem atingidos. Assim, a melhoria da humanidade, só ocorrerá por única e exclusiva decisão dela, a nível individual, somando-se ao coletivo. Quando em vez de rogar pragas, encomendar trabalhos a magos da magia negra e guerrear, passar a trabalhar em pról do próximo, ser tolerante com seus desafetos e com os menos dotados, amar a todos e a Natureza.

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Agora, imagine que aquela pessoa que esteja exercendo um personagem asqueroso no palco terrestre — a personalidade - Alma dele daquela vida — seja na realidade, a projeção de uma Centelha Divina muito iluminada que, por ter-se dedicado na sua últimas encarnações a fazer muito mais o bem do que o mal, tenha ainda alguns aspectos a vivenciar no mal, no egocentrismo, para cumprir todo o elenco de disciplinas de sua graduação terrestre. Esta é a história de Santos católicos, que não o eram ao início de sua vida e se tornaram no seu decorrer. Ou daqueles que, fazendo o bem ao início, tropeçam mais tarde em fatos que, por julgamentos levianos pretéritos, venham a sofrer, para se sentir como os que condenaram. Nunca sabemos quem somos na realidade, ou na ilusão terrestre, já que Divinos em nossa origem, e devidamente paramentados no palco da matéria, somos caramujos nos ocultando de todos e principalmente, de nós mesmos. Portanto, não esmoreça! Lembremô-nos pois da criatividade, mas abandonemos a das desgraças, visualizemos a síntese daquelas que emanam


Beleza, Luz, Harmonia e Paz; e criemos, como Divindades em formação, numa imitação da Vida Primordial, tudo aquilo que, estando à altura de nossa imaginação, se traduza numa melhoria de vida, mesmo para aqueles que ainda não têm capacidade de compreendê-la, por ainda se debateram nas trevas da ignorância e da superstição. Só então, passaremos, ainda que lenta e eventualmente, fustigados pelas trevas — ignorância e superstições — a criar um mundo melhor.

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Temos hoje, uma percepção que igualmente nos incomoda, pelo descaso que mantemos em relação à Terra. Tratâ-mo-la como se um cancêr cutâneo fossemos, atacando-a, desfigurando-a e destruindo-a. Esquecemô-nos de sua finalidade, que é a de nos nutrir, abrigar e servir de escola na longa senda da evolução humana. A Terra, na realidade, comporta-se como toda Criação Divina — um Ser Vivo — que reage ao ser ferida e se defende da forma possível, pois o veículo não pode sucumbir, senão todos os seus ocupantes, igualmente, desaparecerão. Aliás, exibe ela, todas as características místicas17 que compõe o corpo humano.


Vimos que, longo e trabalhoso, foi o cuidado do Criador, na modelagem e evolução de todos os seres vivos, descartando todos os invólucros - corpos - e espécies, que se degeneraram, ou, se mostraram incompatíveis com os outros seres vivos. Afinal, é na matéria, na carne, que evoluímos. E é nela que voltaremos a trabalhar! Não permitirá Ele, portanto, que após milênios de trato dos nossos veículos terrestres, nossos corpos físicos, coloquemos tudo a perder. Urge, pois, que nos dediquemos com afinco na recuperação e posterior manutenção, das condições existentes na Natureza, antes da Revolução Industrial. Providência que, avaliada em 1997 pelos analistas de desenvolvimento da ONU, constatando a impossibilidade cabal de se atender aos reclamos consumistas de toda a humanidade, pela absoluta falta de recursos naturais, seja em matérias primas ou em insumos energéticos, ou, se assim quiserem, por escassez de capital, caso as duas primeiras pudessem ser supridas — indica a urgente mudança comportamental a ser buscada, pelos governos de todos os países industrializados.

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Vimos que embora seja complexa a vida, ela é na realidade, composta de aspectos simples, embora difíceis, mas não impossíveis, de se superar. O grande perigo, em todas as eras, reside no fato de que tudo o que serve para a construção de nossas vidas, serve igualmente para a sua destruição. Mesmo o que se usa denominar de elevadas intenções, pode eventualmente, mascarar intenções abomináveis; ou resultados idem, ao menos, para o nosso intelecto. Quando isso ocorre, está-se extingüindo Karma, de opressores e de oprimidos! Quando tal está para inevitavelmente ocorrer, o Cósmico, o Criador, opera sempre através da Grande Fraternidade Branca, para corrigir trajetos, alterar finais, mudar conceitos, transferir conhecimentos.


Imagina-se, segundo certas linhas filosóficas, que, somente quando toda a Humanidade for ponderada, portanto, tiver atingido a terceira idade, depois de começar pela Era da inocência, passar pela Era do aprendizado e finalizar com a do auto-domínio, ter-se-á condições de encerrar um ciclo Cósmico. Há, entretanto, barreiras e prazos para se atingir tal nível. Vimos logo no começo deste ensaio que, dentro da matéria, tudo tem um prazo de vida ou de existência. Assim, independente do que se passa no seio da humanidade, com suas mazelas, dificuldades de evolução, etc., do outro lado: cidades, países, continentes, e energias inerentes a eles, cessam de existir, por terem cumprido sua finalidade, permitindo desta forma, o surgir de outros, que pegam o bastão, para a Nova Era. À esta evolução, convocada por eventos de Grandeza Cósmica, não temos como ignorar. Assim, a humanidade terá de se adequar aos novos patamares humanísticos exigidos à nova ordem que terá início. Evidentemente, onde possível, Karmas terão de ser esgotados ou reduzidos ao máximo. Tanto os Karmas bons, quantos os máus - lêia-se atividades pelo bem do próximo e, as egocêntricas - terão de ser mutuamente compensadas, eqüilibrando cada indivíduo. Veremos boas pessoas, tornarem-se más, e as más ou sofrerem ou se revelarem em imensos esforços pelo bem da humanidade. Haverá ainda muitas outras, múltiplas trocas comportamentais antagônicas, p. ex.: idiotas virando gênios e vice-versa. Outra leitura desta alteração comportamental, pode ser a eclosão de conflitos regionais, ou de guerras mais abrangentes.

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A perplexidade será total, afora os cataclismas decorrentes de mudança inesperadas de continentes, do eixo da Terra, veremos agigantarem-se as nossas incertezas, onde somente aqueles que tiverem um melhor conhecimento das regras da evolução, embora abalados pelo que virem, saberão o caminho a percorrer. Para atenuar os sofrimentos desta passagem para a Nova Era de Aquário, há que se emitir pensamentos de Amor, Paz, Harmonia, Bondade e Saúde à toda a Humanidade e ao Universo. Preferencialmente, ao nascer e ao pôr-do-Sol e de frente a ele, de braços abertos, na forma da Cruz. A alternativa a ser então visualizada, pode não desmentir o relato de João, o Profeta do Apocalipse, acaso não ocorra melhora no padrão vibratório mundial.

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Lembrem-se os católicos, da oração de São Francisco de Assis: Irmão Sol, Irmã Lua, …; os Judeus, da Árvore Sefirótica; os Muçulmanos, de que Allah é quem nos deu o Sol, a Lua e as Estrelas; os Ateus e materialistas, da falta que ele nos faz quando fica oculto. Mas, recorde-se que cosmicamente, quando uma Alma se eleva em esforços pelo bem do próximo, toda a humanidade se eleva. Paradoxalmente, sua singela dedicação é vital, e não uma simples gota no oceano! É uma época, digamos: Bíblica. E urge prepararmo-nos para a sua chegada, pois o Abençoado, o Avatar ou o Messias, alguns dentre os muitos nomes a Ele dado, deverá se fazer presente nesta oportunidade. Aliás, Grão-Mestre Cósmico, Condutor da Humanidade e da Grande Fraternidade Branca, assim como o Cristo Planetário, outro destacado membro dela. E, muitas surpresas, algumas, já delineadas, como neste


ensaio, outras sequer imaginadas, deverão fustigar nossos alicerces atemporais. Sejamos seus auxiliares, não seu foco de preocupações! Afinal, a preocupação do Avatar é centrada naqueles que ainda se debatem nas trevas da ignorância e da superstição. Para esses, a visão de multidões perecendo, em terremotos, maremotos, etc., será um forte estímulo a uma mudança de postura e de esforços próprios em sua evolução, já que, imaginam, foram os que morreram, arder no fogo eterno. A sempre presente confusão, entre corpo e Alma. Naturalmente, muitas pessoas (Almas) irão finalizar sua jornada terrestre neste evento, deixando o mundo da forma e da matéria, para só a ele retornar, como Mestres, Guias e Orientadores da Humanidade remanescente, quando e onde necessários. São alguns dos que morrerão como exemplos, já que esgotaram seus Karmas e seus Darmas. Outros, os que não atingiram um mínimo aceitável de evolução para esta passagem, cujo destino só a Grande Fraternidade Branca conhece. Como se pôde inferir, após esses eventos, continuar-se-á nascendo, crescendo e morrendo como dantes. Só que, num mundo mais ameno, sem tantos conflitos e com muito mais Amor e Sabedoria, já que todos os Livros Sagrados, de todas as religiões, serão reescritos, baseados nas experiências então vivenciadas, documentadas, filmadas, gravadas, fotografadas e lembradas. Afinal, os eventos ocorrerão em todas as partes do mundo! Não só no Egito, na Galiléia, em Jerusalem, na Índia, na Pérsia, na península Arábica, no deserto do Sinai, na China, no Tibete, etc., mas também na Europa, nas Américas, ou seja, em todos os lugares.

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A chuva é talvez, a metáfora mais palpável da vida - vem dos Céus - traz, se mansa, a vida, a boa colheita, se forte, a morte, a ira divina. Mas, há outra imagem, mais forte e simbólica: “Imagine-se uma gota d’água numa nuvem. Ao precipitar-se e absorvida pela terra, após juntar-se a muitas outras, aflora em um olho d’água, onde juntando-se a outros olhos d’águas, formam um minúsculo córrego, que ao se juntar a outros, formam um riacho. Este, ao encontrar outros, formam um rio, que mais tarde, somando-se a mais rios, formam uma bacia e, finalmente alcançam o oceano. Neste trajeto, irrigaram plantas, alimentaram aves, insetos, seres aquáticos, animais e seres humanos. Participaram da geração de energia, do tratamento de esgotos, do aflorar de vida nos mangues e dos lençóis freáticos, sob a superfície da Terra.


Em vários momentos, antes de encontrar o oceano, a gota d’água, poderia ter-se evaporado novamente e, em seguida, se precipitado em outro local, algumas vezes irrigando, aplacando a sede, em outras, destruindo, matando, igualmente em algumas tarefas: ações limpas, em outras sujas. Esta é a metáfora das múltiplas reencarnações. Ao encontrar o oceano, finalizou uma missão terrestre, voltou ao seio do Criador, para em seguida começar outra, noutro continente, noutra etnia, noutra religião! Esta é a metáfora que nos dá a multiplicidade da vida. Afinal, água é a fonte de vida na Terra. O Rio da Vida nos mostra que, antes de encarnar, sabemos do que iremos participar, aliás este é o termo correto — Participar — pois onde e quando cairmos, teremos definido todo o nosso roteiro na matéria e, da nossa atividade é que colheremos, nós e o Criador, mais e melhores experiências. O fato interessante, é que como a evolução se dá em grupos, aqui e ali, reencontramos as mesmas gotas d’água de outra precipitações chuvosas, nos vários olhos d’água, onde viermos a aflorar.”

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Vimos em algum lugar atrás, que o Homem vinha ao mundo em cada nova reencarnação, ou como agricultor ou como caçador, no quadrado branco ou no negro - do tabuleiro do xadrez - e que, face a este dualismo, teria que agir ou dentro do bem, ou dentro do mal. Falamos também que a balança da vida não pode pender de um só lado, significando ou a alternância entre o bem e o mal, ou ao menos, a procura de um eqüilíbrio nas ações de cada vida terrestre. Vimos também que o mal é singelamente, o impôr de uma vontade contra a de outro, e o bem, a concessão de um desejo por parte de terceiros. O que não vimos, é de como limitar-se os excessos das atividades egocentricas, do mal!


Vamos agora conceber um novo conceito: o das Ações Corretas. Este conceito aliás, o único válido na evolução, nos conduz a um único tipo de comportamento, o que é aceito sem ressalvas pela nossa consciência interior, mesmo que nos arrependamos, depois. Pode ele nos obrigar a assumir uma dívida, da qual não temos moralmente como refutar, ou rejeitá-la de pronto; ou ainda, a praticar um assassinato para sobrevivermos, para comermos, para nos vingarmos ou para salvar alguém ameaçado. Pode também, nos obrigar a trair uma pessoa, quando assim julgarmos necessário, seja para a nossa sobrevivência, seja imaginando estar na realidade, ajudando o traído. Esta última aliás, foi a postura de Judas Iscariotes, que atendendo, sem sabê-lo um chamado do Cósmico, foi ao seu encontro para servir de exemplo. Acaso, fosse ele, um réles traidor, teria se divertido e não, arrependido, se matado. É, dentro desta linha, a das Ações Corretas, nem sempre justificáveis ou explicáveis aos humanos, enquanto encarnados, que muitas vezes, agimos. Seguramente, todos os que malham Judas conscientemente, seja nos Sábados de Aleluia, ou por qualquer outra comparação, estão se condenando em alguma época, desta ou de outra vida, a igualmente trair alguém de sua grande estima, para depois se arrepender amargamente. E mais, ser futuramente traído por alguém muito chegado e de forma inesperada, como compensação, por aquela traição pretérita. Pois — dissemos atrás — temos de experimentar todas as facetas da vida.

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Quantos indivíduos sofrem com desvios comportamentais contra os quais lutam sem sucesso? Mesmo com os melhores psicólogos, psiquiatras e sensitivos. Ladrões, prostitutas, homossexuais, assassinos, corruptores, corruptos, tarados e mais não sei quantas outras variantes modernas, encobrem, na realidade, julgamentos levianos pretéritos, afora aqueles, que também estão nos quadrados negros, por mera seqüência evolutiva! Não nos cabe julgar, embora seja uma repetição do já dito, obriga-nos o julgamento a repetir lições do passado. De qualquer forma, é inócuo para o julgado, ser ou não por nós condenado. Ele já está vivendo sua Ação Correta, seja ela abjeta ou não!

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O que devemos é, sempre que possível, individual ou coletivamente, defender nossos valores com todo o empenho, mesmo que após algum tempo, tornem-se alguns deles, obsoletos, ou até mesmo, abjetos. Daí, não basta ter fé, normalmente associada a um desejo que se espera, vá cair do Céu18, e sim — ter virtude — para produzir um mínimo de retornos corretivos e — conhecimentos — para saber como se portar, o que fazer e o que esperar do Cósmico. O corolário de ser abjeto, vil e tudo o mais que falsos virtuosos e moralistas propagam que devam ser extirpados da sociedade, sejam na realidade, agentes do Cósmico, nas transformações que o mundo necessita, e que, de outro modo, estavam demorando a ocorrer, embora já em tempo de serem implementadas. Inquietamô-nos com razão, em vista de tantos sofrimentos, mas os mesmos estão vinculados as imensas levas de formas-pensamento, que, desde a criação da humanidade,


vagam por aí, procurando mentes dispostas a adotá-las. Acautelem-se, portanto. Aliás, é melhor ter-se personalidades egocêntricas agindo ao seu derredor, do que a companhia de falsos virtuosos. Dos primeiros, você sabe o que esperar e pode se defender, dos últimos, só Deus dirá19. Embora com feridas abertas na humanidade, e ainda não cicatrizadas, a 2ª Grande Guerra Mundial, e as conflagrações seguintes, trazem exemplos eloqüentes ao conceito de Ações Corretas, senão vejamos: — Mesmo ocultando do público de toda as formas, Hitler acreditava-se um novo Moisés20, um salvador da humanidade, pois tinha o suporte de Lamas Tibetanos21 na formulação do 3º Reich, o que duraria mil anos, lembra-se? Acreditava na purificação racial como forma de acelerar a evolução da humanidade e enviou seus soldados, em pleno inverno, para a invasão da Rússia, sem uniformes e agasalhos para suportá-lo, pois acreditava, que tal qual o Mar Vermelho se abriu, para que Moisés com os Judeus foragidos do Egito, pudessem escapar, igualmente, o inverno Russo, daria lugar a uma primavera inesperada, e assim garantiria o sucesso da invasão e por decorrência, da sua missão celestial de antecipação da Nova Era. Não custa portanto, acautelar-se com quem queira lhe ajudar. As maiores tragédias sempre se iniciaram com bons propósitos! — Mesmo abjeta para nós, estava ele praticando sua Ação Correta, mas o Cósmico sempre atento, alterou os resultados pretendidos, e obteve o que era então premente, senão vejamos: Não fosse a 2ª Grande Guerra, não teríamos identificado os motivos que davam suporte aos falsos conceitos de superioridade racial, então livrementes aceitos

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pela humanidade, dita civilizada, da época — a Ocidental — . Não teríamos atingido o nível de evolução científica, filosófica e religiosa, necessários à compreensão dos eventos Cósmicos que ocorrerão por ocasião da próxima vinda do Avatar e, não teríamos dado condições a tantas Almas de se encarnarem e, permanecerem vivas, tendo em vista, Visitante tão Ilustre.

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— Pode-se discordar do acima afirmado, pode-se até arguir ser este um Sofisma. Seja ele teológico, comportamental ou induzido, mas não se pode vendar os olhos à nossa realidade atual. Não se trata de defender ou de atacar quem quer que seja. Hoje, em que pese a dura realidade da 2ª Grande Guerra e dos eventos do período decorrido de seu término até hoje, constatamos que estamos mais ponderados, mais sagazes, mais numerosos, mais fortes e saudáveis, mais fraternos e, embora segmentados globalmente, mais unidos nas preocupações; embora o caminho a percorrer, não tenha duração e extensão conhecidas, o já percorrido, é bem longo. Não há outro enfoque ou sustentação, seja ela filosófica, teológica ou comportamental, que justifique tanta diversidade de ações, intenções e resultados díspares do nosso cotidiano histórico. Igualmente, vários condutores de seus povos, tais como Stalin, Mao-Tsé-Tung, Pol-Tot, Franco, Salazar, acreditavam cegamente que estavam fazendo o melhor para as suas pátrias. Desnecessário, tecer mais comentários!


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Tema difícil, até você ter chegado a este ponto e, aceito o que foi escrito, por uma mera questão de curiosidade ou simples condescendência investigadora. Mas vamos agora desmistificar a Magia Negra, a ponto de você entender o que está por trás de tudo e que, suponho, provavelmente já desconfiava: Falamos atrás, sobre as criações mentais, os pensamentos, as palavras, os textos e as ações, todas derivando da criatividade do pensamento. Imagine agora, você criando uma figura diabólica na sua mente. Em seguida, alimente-a com sangue (real, que é magnético), ofereça animais sacrificados22 no ato, para que a entidade possa roubar-lhe a forma etérica e dê-lhe outros alimentos da Natureza para que ela se fortaleça. E seguidamente invocando-a, em troca de mais oferendas que a sustentem, que realize ela, uma nova vontade sua.

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Pronto, você criou uma entidade do mal, pois ela existe para fazer a sua vontade, contra a de outro(s). Este é o ser das trevas! E você, seu criador! Que nome mereces? A contrapartida, é a contínua necessidade de alimentá-la. Ela virá sempre lhe cobrar, até por uma questão de sobrevivência, formando uma ligação indissolúvel nesta encarnação. Por este fato, uma vez que você tenha entrado na prática da Magia Negra, só após muito sofrimento, mesmo após desencarnado, com todo o retorno, daquilo que você praticou e que só pode ser expurgado quando novamente encarnado, é que você se verá livre da(s) sua(s) criação(ões).

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Pois, mesmo após sua morte na matéria, tal criatura, pode arrumar alguém com a existência autonôma que possui, que a adote e alimente com idênticos propósitos, e sobreviva por séculos, ou milênios, voltando a perseguí-lo em uma outra encarnação, pois ela poderá facilmente identificá-lo, onde nem os mais eficazes exorcismos o livrarão dela! Mas vamos enfocar o lado de quem encomenda um trabalho de um mago da Magia Negra. Seja para resolver um problema amoroso, profissional ou social. Trata-se de uma pedido, idêntico a um feito à uma empresa real qualquer, há pagamento, condições, prazos de execução e resultados especificados. Igualmente, há vinculação de retorno do mal solicitado a quem o encomendou! Neste caso, o mago de Magia Negra é um mero empresário das trevas. Lembrem-se: a semeadura é livre, porém, a colheita é obrigatória! Alguns visualizarão, não sem preocupações


profundas, a similaridade com algumas profissões e atividades humanas. Coisas da Terra! Descartam-se, portanto, quimeras da existência de opositores ao Criador, como se Ele pudesse ser impedido ou vencido, por criações suas, celestiais ou caídas (nós). Não custa repetir, os humanos são os anjos caídos dos quais falam, embora mal interpretados, todos os textos sagrados ocidentais! Almas que mergulharam na matéria, caidas do Céu! Pode-se também argüir; do porquê da informação contida neste ítem, que serviço ou desserviço, pode ele prestar? Explicamos: A razão de sua divulgação, alicerça-se de um lado, na invenção do rádio e, posteriormente da televisão, ambos com cobertura mundial, onde formas-pensamentos gigantescas são geradas instantâneamente em todo o mundo, comprometendo de forma muito mais ampla e profunda os seus emissores e a própria humanidade, no atacado, acaso se as compare com trabalhos de varejo, artesanais e individuais, que os magos de Magia Negra23 tem condições de produzir. Por outro lado, há a iminente vinda do Avatar, o que a torna fundamental, para uma melhor compreensão dos seus auxiliares encarnados, porventura ainda adormecidos, do que terão de enfrentar e como! Daí, não custa recordar, a síntese das desgraças, só pode ser combatida com a síntese da Cultura, o culto de Ur, da Luz Maior, suporte para as mentalizações diárias de Paz, Amor, Harmonia, Bondade e Saúde, em direção a todos os seres vivos do Planeta Terra!

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Acabamos de falar em auxiliares encarnados do Avatar e que para atuarem, enfrentarão abismos que devem ser superados, e estes — como condutores de parcelas da humanidade, de seus irmãos mais próximos — já que despertos espiritualmente para a sua responsabilidade, vão precisar de ferramentas espirituais, para bem conduzí-los, nas dificuldades maiores que se aproximam. Para se cruzar abismos, ensina Nicholas K. Roerich, legado da Grande Fraternidade Branca, proceda da seguinte forma: “Retire-se para um local quieto e fixe seus olhos numa imagem que lhe evoque o Criador, mas escolha com carinho a imagem, pois será ela que lhe aparecerá, quando solicitada.


Após alguns instantes fixando-a com o olhar, feche-os e transfira a imagem à sua mente. Neste momento, você experimentará um leve tremor em seu corpo, principalmente no coração. Ao sentir o tremor, você O Terá Abrigado em seu coração para sempre. Quando fitar o Sol, de olhos fechados, verificará que ele se transmutará mentalmente na Imagem escolhida, às vezes sem cor e mesmo, com algum movimento. Você terá atingido então, o estágio CorReale, que identifica quem já O Abriga em seu coração, para permitir cruzar abismos, nos tempos difíceis que se avizinham, com mais segurança.” Há mais uma ferramenta; nestes tempos de transição, preste uma redobrada atenção a tudo o que ouvir, e não faça nada de afogadilho, por mais evidente que lhe possa parecer, pois é natural que as imensas levas de formaspensamentos não se dispersarão de imediato após a vinda do Avatar, mas há uma ajuda extra do Cósmico: todos àqueles que vierem com más intenções à sua procura, cedo ou tarde, sem o saber, lhe dirão a que vieram. Assim, você poderá identificar todas as intenções que não forem elevadas e tomar as devidas precauções. Preste atenção e anote desde já: treinamento é bom e a partida para a Nova Era, já começou!

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Tem ela um único nome: “Tolerância”. Engloba ela o Amor ao Próximo, o Auxîlio Fraternal, a Solidariedade, sinônimos da Sabedoria que Emana da Mais Alta Hierarquia, conduzindo-nos ao Trabalho de Unificação com o Altíssimo, O que Foi, É, e sempre Será. Haverá ainda, por muito tempo, irmãos que não aceitarão o aqui exposto, com reações as mais diversas, algumas até agressivas. Lembrem-se, dos períodos de trevas de nossa história, em que inquisições e atos de fé, foram e ainda são a realidade em algumas das religiões vigentes e pasmem, para salvar os que dela sofrem, sejam seus fiéis ou não! Esta rebeldia, como as que ocorreram em épocas pregressas, em outras situações, vivamente combatidas e, ao final comprovadas, denota a imensa necessidade da tolerância para com o próximo.


Afinal, o próximo é parte do Todo e portanto, de Você mesmo - sacuda-se e reflita - não se recuse a assumir sua cota de responsabilidade na evolução do Universo. Todos aqueles que bem a compreendem e a aceitam, estão em vias de começar o trabalho do outro lado da matéria, na Energia Pura! Agora que inúmeros conceitos foram singelamente enfocados sob outro prisma e, que você se sente no mínimo curioso, pois, há, aparentemente, alguma consistência naquilo discutido, recordaremos um pouco, para este novo navegar: 1 - Não se preocupe se você está na condição de caçador ou de agricultor, em ambas pode-se fazer tanto o bem quanto o mal, o dar de sí ou o tomar para sí. Criteriosamente, analise seus anseios e tome a decisão que julgar mais acertada, mesmo que depois venha a se arrepender, pois, como dissemos, cada época e cada pessoa, tem uma verdade e cada ação, sempre dois resultados; 2 - Compreenda que você é o demônio para muitas pessoas e um anjo para outras tantas, e vice-versa. Não espere recompensas ainda em vida, elas vêm, mas as principais, são as recompensas internas, aliás, mesmo os trabalhos de magia negra feitos contra você, tem sua razão de ser, assim, não pragueje contra quem os fez, eles só atenderam seu pedido, agradeça sim, ao Cósmico, quando finalizados; 3 - Não julgues, para não seres julgados; mesmo um traficante, um traidor, uma prostituta, um homossexual, um assassino, etc., têm suas razões de ser no mundo (se você ainda não foi um, seguramente o será!), evite-os simplesmente, ou os combata sem sofismas, dentro das Leis do País em que habitas, assim, quando for sua vez de encarnar um desses personagens, seu desempenho será menos traumático;

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4 - Emita, sempre que possível, pensamentos de Luz, Paz, Harmonia, Bondade e Saúde a toda a Humanidade, preferencialmente, num horário cujos números, somem 9 (nove), ex.: 12:51 horas, 06:30 horas (zero não conta, naturalmente), 11:07 horas, (mesmo em horário de verão) pois nesses horários, há janelas que se abrem para o Cósmico, e seus pensamentos, orações e pedidos, seguirão seu curso. Em janelas de horas correspondentes, faça a Saudação ao Criador, de fronte ao nascer e ao pôr do Sol, de braços abertos (forma da Cruz), agradecendo a Vida.

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5 - Vocé é seu próprio Senhor, nada lhe será repassado pelo Cósmico, sem ter sido previamente programado antes de encarnar e mesmo assim, só à época certa — tanto os prêmios, quanto os castigos — suas utilidades, intensidades e durações, serão as necessárias ao seu aprendizado; poderá, é claro, ocorrer correção com vistas a manter o Rio da Vida inicialmente traçado. 6 - Compreenda que o corpo físico apodrece, nem será uma forma agradável ao Messias, ao Avatar, que pouco tempo aqui permanecerá, para dar sua Mensagem, assim, espere um dia sua visão interna clarear, para só então, imaginar um mundo fora das limitações da forma, da matéria densa. 7 - Respeite seu corpo, veículo do seu crescer cósmico, seu próximo (incluindo a família), seu País e seu Planeta — a Natureza — e, acima de tudo o Criador, Todos contribuem para o seu viver, aprender e crescer. 8 - Lembre-se, seu Mestre Interior é quem ouvirá suas preces, seus pensamentos e seus pedidos; os Anjos da Guarda, só obedecem à ordens superiores, algo como que, dirigindo-se a Eles para a obtenção de favores, seria o


equivalente a escrever uma carta, mandar um mensageiro, pois seriam meros portadores, sem poder de decisão, ou de influência. 9 - Por último, entre nós e nosso Mestre Interior, está a Grande Fraternidade Branca, que cuida de nossa evolução na matéria, algo como uma imensa e estruturada organização celestial, da qual, tentamos copiar, em nossas vidas na Terra, parte do que iremos, futuramente participar. Um dia, o conceito de Amor, de Solidariedade, da Tolerância estarão todos superados, pela União com o Criador. Neste dia, provavelmente após muitas Expansões: Big-Bangs — e Contrações: Big-Crunchs — colapsos do Universo, atingiremos tal estágio. Somente quando saímos de uma escola, no caso atual: do Jardim de Infância, é que nos damos conta da próxima. Mais tarde, ao atingirmos o auto domínio, a ponderação, é que poderemos visualizar mais graus superiores da evolução e vislumbrar a imensa obra da qual fazemos parte ativa. Vale a pena repetir: Fosse só do Interesse do Criador as Coisas do Céu, ele teria se contentado com os Anjos, não nos teria criado!

Florianópolis, 10/12/97

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Há em quase todos os textos sagrados, de todas as religiões que já surgiram, posturas que beiram o impossível de serem alcançadas por um Ser humano, digamos, comum. Há até adágios, pessimistas, e jocosos, que lembram dizendo: Tudo o que é bom, ou é contra a lei, ou engorda ou é pecado. Entretanto, para a correta interpretação de uma Lei da Evolução, que seja o espelho real daquilo que de nós é esperado, outro é o roteiro. Seria difícil, para alguém temporariamente satisfeito consigo

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mesmo e com a sua vida, imaginar uma vida austera, talvez, rodeado de Anjos, bebendo néctar e comendo ambrosia24, sem outros atrativos. Igualmente, para alguém em pesadas atribulações, outra não seria sua expectativa que a de se safar de suas dificuldades, para só depois, avaliar então, o que poderia desejar como futuro. Verificamos que, conforme o Rio da Vida de cada um, e o trecho do Rio em que se encontra, o conceito de um futuro melhor, pode antever inúmeras imagens, algumas inclusive, sendo aceitas por alguns, ao passo que outros a rejeitaram. Na imensa teia de criatividade humana, portamo-nos de forma exigente com o cotidiano da vida, e desleixados com o seu real significado cósmico. Pretende-se, por mais confortável ou cruel, por mais perdas ou ganhos, que se tenha, mostrar a semelhança da trajetória


humana, como os componentes de um Jardim, onde a variedade, a beleza, a ordem, o clima, o cuidado, o aroma, a estética e muitos outros atributos, sejam uma música para os sentidos, seja pela variedade de seus componentes, seja pelo conjunto que representam. Procura-se, na medida de cada entender individual, entrever uma trajetória cósmica que, vez por outra, seja confirmada no íntimo do Homem. Assim, quando somos podados, sempre será para melhorar o resultado final. E só então, tentar visualizar o que nos espera, muito além do jardim…, preparados que fomos, pelo Jardineiro Celestial. No alvorecer dos tempos, aqui na Terra, o Criador nomeou um Jardineiro Chefe, para cuidar de sua imensa obra, com atribuições continuamente crescentes, podendo este, nomear auxiliares dentre os encarnados e entre os que nunca encarnariam, quando julgasse oportuno. O primeiro Jardim, se é que assim podemos continuar a chamá-lo, foi estabelecido durante a posse deste Jardineiro Celestial, suspenso no espaço, por sobre uma ilha, localizada num mar, onde hoje se encontra o Deserto de Gobi, na Mongólia. A este primeiro Jardim, foi dado o nome de SHAMBALLAH, nome que, para ser enunciado, pressupõe respeito. Tal investidura, realizada pelos Senhores da Chama (da Criatividade), representantes Daquele que Sempre Foi, É e Será, e responsáveis pela Terra, os quais, nomeavam seu primeiro preposto local, já que localizados em Vênus, planeta que foi o responsável pelos primórdios da raça humana, ao

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início do mergulho na matéria das Centelhas Divinas: os Anjos Caídos do Paraíso! Imediatamente, começou Ele, seu trabalho, afinal haviam muitas formas pré-humanas já preparadas, quais delas seriam destinadas a receber o influxo evolutivo, o Sopro Divino, era tarefa de sua alçada. Assim, uma filial terrestre, tão logo se tornou necessária, foi instalada e a ela dada o nome de AGHARTA, cuja vocalização, enseja igual respeito. SHAMBALLAH e AGHARTA, são os nomes secretos da Grande Fraternidade Branca

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Hoje, o cuidado e esmero deste Jardineiro Celestial, tanto no trato da matéria, da Natureza, quanto das Almas que aqui se projetaram através das Centelhas Divinas, só não foi melhor, pela co-responsabilidade de cada uma na execução de seu trabalho. Provas deste trabalho Celestial inicial, são as inúmeras descobertas arqueológicas de fósseis humanóides, pertencentes à raças extintas, desde milhões até milhares de anos atrás. Razão pela qual, mesmo espécies que não estavam originalmente naquele Jardim primevo, foram a ele agregadas, após cuidadosa elaboração genética. Entretanto, desde milênios atrás, várias destas Centelhas Divinas conseguiram esgotar o seus Darmas e Karmas e, ascencionadas, em sua grande maioria, já que libertas do ciclo de reencarnações, decidiram aderir ao sublime trabalho executado por este Jardineiro e com ele, colaborar na ascenção de irmãos que ainda se debatiam nas trevas e nas ilusões da matéria. Outras, muito poucas, foram alocadas ao trabalho em outras esferas da Criação.


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Como todo trabalho que se inicia, setores específicos receberam administrações individualizadas, e naquele começo, havia gerentes para as tribos, aglomerações humanas ainda remanescentes nos dias de hoje, auxiliados por Anjos e Devas25 da Natureza. Com o passar dos anos, e em havendo o aparecimento de Almas que tinham atingido um mínimo de evolução, começou o lento abandono da adoração das Divindades da Natureza, os Devas, substituídas que foram, pelas Almas dos mortos. Começava então, a era das religiões anímicas, presentes até hoje, dispersas em algumas culturas, mesmo ocidentais, pois a pirâmide da evolução, estará sempre se atualizando, visto que é através dos exemplos dos mais evoluídos que poderão, os mais atrasados, evoluir delas em direção a cultos mais refinados. Aliás, réplica do comportamento dos membros da Grande Fraternidade Branca. Com o aparecimento do animismo, do culto aos mortos, começou igualmente a magia negra, pois a maior parte dos mortos, ainda profundamente atrelada à matéria, à caça, solicitava favores materiais, algo como saborear carne e sangue (seus eflúvios astrais) e para garantir as oferendas, ameaçavam, ou prometiam, favores aos vivos. Fato que, com o passar dos anos, xamãs tribais, aprenderam e começaram a criar entidades mentais, de

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proteção de suas tribos, de guerras tribais, de encontrar caça e as alimentavam, tal qual aos seus mortos. Estima-se, que uma parte considerável destas entidades, inicialmente constituídas com aspectos de animais, roubadas dos corpos etéricos daqueles sacrificados em oferenda, ainda hoje, persistam ativos no plano astral. A tentativa de reviver seus mortos, numa cópia daquelas criações astrais, possibilitou a criação das primeiras entidades com forma humana, alguns eram adorados como deuses tribais, outros como guerreiros de suporte, ou guardiões; igualmente, boa parte deles, sobrevive até hoje. Seus aspectos assustadores, derivam das criações mentais de seus amedrontados, ou amedrontadores idealizadores.

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Interessante lembrar, que os primeiros humanos só caçavam (provavelmente, eram ao ínicio carniceiros, até desenvolverem armas adequadas para a caça), e só muito tempo depois, é que desenvolveram a agricultura. Com o início da agricultura, começaram a adoração dos astros celestes, pois compreenderam então, a íntima relação entre a trajetória do Sol26, em cada estação do ano, e a produção agrícola. Data desta época, as primeiras iluminações cósmicas, nos seres humanos, pois deixaram de ser somente predadores, tomando a vida para se alimentar, para espalhar a vida, para seu sustento. Tornavam-se, a princípio inconscientemente, parceiros do Criador na celebração da vida, pela sua disseminação nos campos de cultivo. Passaram a adorar o Sol, pois era dele que dependiam para viver. Os primeiros cultos de celebração da primavera vêm desta época. Os primeiros observatórios astronômicos, idem.


Visualizaram a parábola da boa semente àquela época! Há aqui um hiato: a Atlântida, continente desaparecido de uma raça que evoluiu tanto, seja nas atividades visando o bem de todos, quanto no daquelas em benefício de poucos — o mal — tanto que foi julgado necessário o seu desaparecimento, e resolveu-se começar tudo de novo. Decisão esta do Jardineiro Celestial. Afinal, o sucesso de sua missão dependia e ainda depende, do livre arbítrio dos humanos! Data desta época, a extensão da Lei do Karma para antecipar o retorno, ainda na mesma vida, das atividades egocêntricas e a criação da figura do obssessor. Observe-se que tudo enfocamos, sob o prisma de SHAMBALLAH e AGHARTA. Assim, há 15.000 anos, aproximadamente, ocorreu a catástrofe que culminou com o desaparecimento da Atlândida e de todos os que nela se encontravam, bem como do seu acervo de conquistas na senda da evolução. Alguns poucos Atlantes, foram incumbidos de preparar no Egito, as bases da próxima tentativa e, nela tiveram sucesso. Dos antigos Egípcios, ou melhor, Atlantes, derivaram: a cultura Grega — os Pitagóricos, a cultura Israelita — Moisés e Aarão, a cultura Cristã — Jesus, a cultura Celta — os Druídas, a cultura Islâmica — Maomé, a cultura Persa, o Zoroastrismo e muitas outras, ainda consideradas herméticas. Entretanto, este hiato foi o segundo que ocorreu. Muitos milênios antes, logo após a criação de SHAMBALLAH, vieram à Terra, Sábios que encarnaram no que hoje é conhecido como a cordilheira de Himalaia, perto de Gobi, e lá pregaram e deixaram registros escritos em Sânscrito e em Pali, e ficaram conhecidos como sendo os VEDAS.

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To d o s o s c a m i n h o s , t o d a s a s p o s t u r a s , t o d o o conhecimento que levam ao Criador lá estão presentes. Entretanto, logo ficou claro, que sem a cooperação dos humanos, quase nada redundou em sucesso. Até então, não existia a Lei do Karma, era só seguir-se em cada encarnação a seqüência: quadrados brancos e pretos! A partir daí, instalou-se a Lei do Karma com suas criações mentais e retornos a ocorrer na encarnação seguinte. Há evidências, que fixam nesse momento, a saída do Paraíso (?), o fim daquela libertinagem monumental. Vem desta época a frase: “Não se deve dar pérolas aos porcos”, que denota a imagem desconfortável que teve nosso Jardineiro Celestial, pois, os não desperdiçados — a maior parte — foram tais conhecimentos utilizados em proveito próprio, ou seja, no mal! 87

Desta Sabedoria Primordial, surgiram, bem mais tarde, o Hinduísmo, o Budismo e o Confucionismo. Mas, as culturas Atlante e Védica, não se perderam, permaneceram intocadas por milênios sem par, até que um dia, pudessem reaparecer e ajudar a humanidade. Pois como já dissemos, o Criador, na matéria obedecendo à Leis por Ele estabelecidas, para que ela não possa pretender igualar-ser-Lhe, dá um prazo de Vida a tudo o que é criado. Assim, com vistas a eventos de Grandeza Cósmica que se avizinham, as portas dessa Sabedoria, estão sendo abertas pelo Jardineiro Celestial. Estamos, portanto, na terceira tentativa de fazer com que o imenso Jardim Terrestre floresça totalmente. Desta vez, os resultados começam a aparecer, hoje podemos dizer que mais de 1/3 do Jardim, ou da humanidade, já se pode sentir em plena floração, em plena primavera. E, este florir, começa a contaminar o restante. Passamos do ponto de retorno!


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Desde a semeadura de sementes em solo fértil, alegoria de Almas encarnando, sua condução, terrestre e espiritual, a designação de mentores individuais e coletivos, seja encarnados ou nos planos espirituais; a escolha conjunta de processos e eventos Kármicos, com os diretamente interessados no assunto, as Centelhas Divinas, na seleção das personalidades-Almas encarnantes; a supervisão dos Anjos e dos Devas diretamente envolvidos na tarefa da evolução Humana e da Natureza, a administração dos processos Kármicos, sejam eles individuais, familiares, tribais, regionais, continentais ou mundiais; enfim todos os detalhes de tudo o que se relacione com a evolução na, e da, Terra. Ao Criador, competia a Sua função principal: manter a expansão do Universo até a próxima contração do mesmo, nesta Divina atividade, manter ainda o eqüilíbrio Cósmico, e permitir que a Sua Luz, a Sua Vida e o Seu Amor, tudo focalize. Para que o Jardineiro Celestial possa executar suas tarefas, conta Ele, com o auxílio de Devas individuais para o trato individual de cada mineral em cada local, cada espécie vegetal, idem, cada categoria animal, ibidem. Igualmente, cada rio, cada mar, cada montanha, cada vale, possuem Devas de categoria, seqüencialmente, superior.

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Não custa recordar, Anjos e Devas não possuem sentimentos ou emoções, obedecem ordens. No trato dos humanos, cada um tem um Anjo da Guarda individual. Cada grupo de seres humanos, possui um Anjo de hierarquia mais elevada que os individuais, supervisionando-os. Cada bairro, cada vila, cada cidade, cada estado, cada país, cada continente, possui, em igual ascenção hierárquica, Anjos supervisores, correspondentes. Há ainda, Mestres Ascencionados, que cuidam das religiões, das seitas, das escolas, das diversas formas de política e de economia, das conflagrações e das correções necessárias, determinadas pelo Jardineiro Celestial.

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Os Anjos da Guarda, como vimos, reagem automaticamente a cada estímulo humano ou da Natureza, que quebre o eqüilíbrio reinante. Já os Mestres Ascencionados, são os que nos ouvem e supervisionam os eventos criados pelos humanos, ora permitindo que nos seja concedido nossos desejos, ora impedindo-os, até que chegue a época certa. Assim, um processo Kármico, seja ele doloroso ou de bem estar, pode ser antecipado, postergado, ou até suspenso, temporária ou definitivamente, face aos nossos progressos na Terra. Os AGHARTAS, divididos em sete níveis hierárquicos, identificados por portarem um cajado com seis nós, apresentam, em cada nível de responsabilidade pessoal, uma de suas sete divisões revestida da cor dourada. Vestem-se com uniformes na cor cinza (quadrados pretos e brancos igualmente misturados, lembra-se?), são os ecologistas celestiais, supervisionam toda a Natureza, placas continentais, sismos, vulcões, continentes, países, descendo até o nível individual, pois são os responsáveis mais próximos da matéria, pelo que chamamos de coincidências em nossas vidas.


Vivem, em um plano superior ao nosso - não na matéria - no interior do planeta Terra, onde um Sol interior os ilumina e aquece, vez por outra, quando necessário, aparecem materializados, à nossa visão física. Vimos em ensaio anterior, que toda a nossa organização terrestre, começando na família e culminando na ONU — Organização das Nações Unidas, é um pálido e imperfeito reflexo de SHAMBALLAH e AGHARTA. Nossa utopias e ideais, idem. Naturalmente, reagimos com profundo ceticismo à possibilidade de um dia alcançarmos um melhor relacionamento entre os humanos e, entre nós e a natureza, na realidade, tudo conduz a esta postura. Enquanto se mantiver a atual rotação e translação da Terra em relação ao Sol e ao seu eixo magnético, não se pode esperar outra dedução, pois todas elas serão confirmadas. Mas, caso mudem os polos, sejam os magnéticos ou os congelados (um é decorrência do outro), e adicionalmente, alterem-se as distâncias entre os trópicos (limites do balanço em que a Terra altera sua face em relação ao Sol, durante o transcorrer das estações do ano), mudará sensivelmente o padrão vibratório da Terra, ensejando uma substancial melhoria nela e em seus habitantes. É para a preparação desses eventos que este ensaio se destina. Pois quanto maior as trevas, Luzes mais intensas surgirão!

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Vimos e confirmamos, portanto, que os únicos seres que se podiam antepor ao Criador, somos nós, aliás, como não poderia deixar de ser, os únicos na Terra com a Sua Capacidade Criativa, Nós, os Anjos Caídos. Aliás, nem o cuidado que o Criador teve, dando vida temporária à matéria, tivemos, pois permitimos que nossas criações mentais, do mal, ou egocentrismo, pudessem sobreviver por milênios no plano astral, desviando-nos do caminho de retorno ao Pai. Entretanto, e aí está a revelação do Grande Mistério da Criação, somos partículas, parte do Todo, e aqui viemos adqüirir Sabedoria, não daquela Imanente, que já possuímos, mas daquela que permitirá, mais tarde, bem mais tarde, a consecução de objetivos ainda velados, aos que ainda se encontram com a visão espiritual toldada, nesta baixa ressonância de identificação com a matéria.


Não iremos beber néctar ou comer ambrosia, iremos trabalhar em SHAMBALLAH ou AGHARTA, ou em suas equivalentes, em outras esferas. Eventualmente, seremos também, nominados como entidades das trevas, por aqueles que detém o poder temporal de suas religiões, usadas com fins políticos ou do poder, que tentarão nos rechaçar, pois estaremos continuamente espalhando a Luz Maior entre seus seguidores e atrapalhando seus planos egocêntricos. Afinal, um dos nomes pelos quais o Jardineiro Celestial é conhecido, afora o inicial: SANAT KUMARA, são: O QUE ILUMINA A HUMANIDADE, CANDEEIRO, PORTA-LUZ, ou em uma antiga grafia religiosa ocidental, o seu nome original: LÚCIFER, sinônimo de todos os anteriores. Cumpre-se, assim, o resgate da imagem celestial daquele Jardineiro que cuidou com desvelo de toda a humanidade, e que por isso, merece que seja reconhecido, por todos aqueles, que já compreendem o seu imenso trabalho. Os seus Superiores, os quatro KUMARAS, todos, tais quais os nossos corpos terrestres, são ferramentas do Criador, para o trato com a evolução de sua criação, Nós, as Centelhas Divinas que são parte de Sí e do Todo. Os quatro KUMARAS, são pela ordem: o KUMARA CRIADOR, que se encontra sediado no SOL, o KUMARA CRIADO, que se encontra na TERRA, o KUMARA da AÇÃO, em MERCÚRIO e o KUMARA da MORTE, em VÊNUS. Entre seus auxiliares imediatos, os Chohans dos sete raios, nome de origem védica que designa condutor, está o Cristo Planetário, cargo que designa o responsável do combate às trevas. Exatamente aquele que veio há 2.000 anos, como mensageiro de SHAMBALLAH e incorporou em Jesus de Nazaré, e que agora, deverá retornar como o AVATAR, o

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MESSIAS, o ABENÇOADO, pois nesta passagem para a Nova Era, assume ele, promovido à função do SANAT KHUMARA, de Jardineiro celestial, que retorna a Vênus, após cumprida sua missão27. Assumirá Ele então, o seu nome verdadeiro, que é SENHOR MAITRÉYA. Imagina-se, que ninguém ousaria nominar Cristo, como o Senhor das Trevas! Não se burilam Deuses em formação sem o uso da matéria. Não se usam entidades sem o livre-arbítrio da criatividade na consecução de planos superiores, para que se atinja a finalidade da Criação, com Sabedoria, e seu curto sinônimo: Amor.

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O imenso trabalho cósmico dedicado aos humanos, repetir-se-á quando os atuais animais superiores, que hoje possuem Almas coletivas, forem individualizados em Almas pessoais e, começarem sua jornada evolutiva na matéria, em direção ao Criador. Mais tarde, será a vez dos atuais animais inferiores que se tornarão animais superiores, depois as dos vegetais que se tornarão animais inferiores, em seguida a dos minerais que se tornarão vegetais, aí … continua a espiral da evolução a girar, e a girar …! Para todos àqueles, que se identificaram como personagens de sí próprios, neste imenso palco iluminado, as nossas boas vindas à Vida Maior!

Ot Manu


Em tempo: Há pessoas encarnadas que sem nada saber de assuntos místicos em suas consciências objetivas, às vezes, até rejeitando-os, face a educação religiosa recebida na infância, que mesmo assim, atingirão o grau de ascensão a planos superiores, pela retidão de conduta, demonstrada em suas vidas terrestres. Em face deste aspecto singular, é que se afere a solidão do crescimento individual, pois não se chega a iluminação por um só caminho e numa só vida. Há, portanto, que se respeitar a todos, as múltiplas Verdades individuais e, a todas as religiões. Há sempre que se procurar pelos Grandes Mistérios, tentando compreender a razão básica das religiões por apresentarem outras versões, dogmáticas, mais palatáveis aos seus seguidores. Pois o Criador não mudará as Leis que Criou, para atender a caprichos, vontades ou necessidades, quer sejam individuais, quer sejam coletivas, quer sejam novas, quer sejam antigas. O divisor de águas nesta passagem para a Nova Era, para os já em condições de cruzá-la, é sem dúvida o Não Julgar o próximo, derradeira prova da Escola da Vida, pois cada um sempre será o Supremo Juiz de si mesmo!

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Ah, … não me lembro de ter sentido antes, desde que começou a ocorrer há algum tempo, assim que me mudei para cá: a qualidade da brisa que me acaricia. Parece-me como que um vento celeste, embora saiba-o vindo do mar.

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Outro dia, acordei com uma saudade imensa a qual não soube identificar de quem ou de quê, lembrei-me do banzo dos negros, sua imensa tristeza, ao aqui aportar — saudades da África — suas origens. À noite, passeando pelas estantes de uma livraria, comprei pela 2ª ou 3ª vez, “Os Exilados de Capela” de Edgard Armond. Hoje, ao relê-lo, sentí a origem da saudade: Capella, e compreendí que as duas primeiras raças humanas — a Adâmica e a Hiperbórea são Capellinas, nunca encarnaram na Terra. A Hiperbórea, andrógina como a Adâmica, reproduzia-se por cissiparidade e sua população total só atingiu ao total de 9 membros. Somos descendentes da ousadia de um só Capellino Hiperbóreo. Na terra, teve seqüencia a jornada da 1ª raça terrestre: a Lemuriana, já dividida entre Homem e Mulher. Os outros oito Capellinos, reticentes na experiência daquele seu irmão, só concordaram com a sua ousada fragmentação Divina, fora de Capella, tendo sido então criado e para tal fim designado, o nosso Sistema Solar.


Não por acaso com nove Planetas e um Sol! Dizem também os textos sagrados Védicos, que a nossa jornada no Sistema Solar, não se iniciou pela Terra, antes passou por Vênus, Marte e pela nossa Lua. Esta, seria a quarta ronda, assim designada, cada etapa do retorno, à unificação. Daí a aparente confusão existente entre nós, concernente ao Deus Uno, O que Foi, É, e Sempre Será e o nosso Idealizador. Embora estejamos todos sob o abrigo do Criador de Tudo e de Todos, nossa existência foi fruto da ousadia de um só de seus filhos hiperbóreos. Por isso o Deus Uno se mantém Transcendente e Imanentemente observando, sustentando e iluminando nossa existência, embora dele também façamos parte pela filiação de terceira geração. Um dia o banzo de nossa origem, pois os negros são os únicos remanescentes da raça lemuriana, aquela imensa tristeza nostálgica — a Saudade — será eliminada, pela unificação em Capela, com nosso Idealizador. Aí, começará então, a Saudade das outras partes que ainda não se uniram, até o dia em que a mesma Saudade que me acometeu, se espalhe entre todos os remanescentes ainda alheios à ela. Que a brisa Cósmica a todos acaricie!

Ot Manu

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1 - Khrishna, Zoroastro, Buda (Sidharta Gautama), Moisés, Abraão, Elias, Cristo, Maomé, etc.. 2 - Do original Grego: A Revelação, O Descobrimento, nada de cataclísmico, etmologicamente, como se pode aferir. 3 - Nicholas K. Roerich (1874/1947) - Legado da Grande Fraternidade Branca, liberou-nos esta faceta, que estava, até então, oculta do público. 4 - Sal, nitratos, fosfatos, ferro, zinco, magnésio, etc..

20 - Vide o filme de Steven Spielberg, diretor americano, de etnia israelita, “Caçadores da Arca Perdida”, que, sem subterfúgios, mostra a busca de Hitler, pela Arca da Aliança, começando pela China, continuando pelo Tibet e finalizando no Egito, (todos, notáveis berços de conhecimentos místicos) como que querendo demonstrar que tudo o que serve para o bem, serve também para o mal, ou seja, ambos contribuem para a evolução da humanidade. Mostra, igualmente, que a luta pelos nossos ideais nunca deve esmorecer, sejam eles quais forem!

5 - Um dos vários nomes da individualidade que corresponde à uma personalidade-Alma encarnada, outros conhecidos são: Mônada, Centelha Divina, Mestre Interior, Espírito, etc..

21 - A Ordem do Thule foi sua senda iniciática. E, onde havia Luz, hoje há trevas; igualmente, onde haviam trevas, hoje há Luz, quadrados brancos e negros, lembra-se?

6 - Vide O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, várias editoras, para compreender o relacionamento com os espíritos e outras entidades astrais.

22 - Não se pretende formar magos em magia negra, assim, só conceitos básicos ao entendimento de sua criação, são aqui apresentados, para desmistificar-se o inferno.

7 - Um Ser de planos superiores da evolução, só consegue transmitir conhecimentos e sabedoria, que tenham sido previa e antecipadamente assimilados na consciência objetiva de um corpo encarnado, daí a intensa preparação de Jesus, desde antes de seu nascimento e, após, como discípulo de Mestres, visando a futura vinda do Cristo Planetário.

23 - Há magos e Magos, raríssimos, tem a habilidade e a autorização para mover céus e terras e, mesmo assim, empalidecem, face ao poder de síntese destes meios de comunicação.

8 - Na história da Criação, já foram criadas cinco raças: a Adâmica, a Hiperbórea (ambas extintas), a Lemuriana (os Povos de pele escura são seus remanescentes), a Atlante (Orientais, Semitas, Índios, Ciganos, etc., são seus remanescentes) e a Ariana (Povos de pele branca são seus representantes).

25 - Chamaremos de Anjos, aos que cuidam dos humanos e de Devas (designação homônima em Sânscrito), aos que cuidam da Natureza, ambos, seres celestiais que nunca encarnaram ou encarnarão.

9 - Moisés, pode ser considerado um Xamã, da tribo de Judá, sem nenhum sentido depreciativo. 10 - Vide A Reencarnação na Bíblia, de Hermínio C. de Miranda - Ed. Pensamento/96. 11 - 4 horas após Alexander Graham Bell ter protocolado seu pedido de patente do telefone, no Registro de Patentes dos EUA, outro idêntico lá deu entrada; na semana seguinte, mais 400 pedidos similares, lá deram entrada. 12 - V ide O Livro dos Fatos, de Isaac Asimov - Ed. Nova Fronteira/81 - Esgotado. 13 - Vide O Herói das mil Faces, de Joseph E. Campbell - Ed. Palas Atenæ/94 14 - Vide Judaism and the Origins of Christianity - David Flusser/Magnes Press/The Hebrew University /88, Kabbalah e Êxodo, de Z’ev ben Shimon Halevi - Ed. Siciliano/92 e Doutrina Secreta, de H. P. Blavatsky - Ed. Pensamento/94 15 - Para permitir o livre fluxo de energias canalizadas pelos centros energéticos do corpo humano. 16 - Há Mantras e Mantrans Védicos, palavras Sagradas e orações Ídem, mas com finalidades Cósmicas específicas. 17 - A Terra possui Chakras, ou Centros de Energia, possui coração que pulsa, sistema linfático e sanguíneo, etc.. 18 - Tudo o que temos e recebemos, de nosso agrado ou não, literalmente cairam do Céu; nossa única posse, repetimos, é a nossa bagagem espiritual. 19 - Daí o ditado popular: “Que Deus me defenda dos amigos, que dos inimigos me defendo eu!”

24 - Imagem extraída de clássicos da mitologia Grega.

26 - Antes que você se imagine tal qual um homem das cavernas, pré-histórico e pagão, adorando o Sol, o fogo, o raio e a Lua, lembre-se que todas as religiões, baseiam seus eventos mais importantes — os móveis — em datas de Lua cheia, ou nova, que antecede, corresponde ou se segue à um evento Solar: a Budista: o ano novo lunar corresponde ao nosso carnaval (com um ciclo lunar de variação, conforme o ano), a Cristã: o Natal corresponde ao Solstício de Inverno (hemisfério norte), o carnaval, ocorre na Lua Nova que ocorre 40 dias antes da Lua Cheia que se segue ao eqüinócio Solar da primavera (hemisfério norte), a Judaica acompanha a Páscoa Cristá (com um ciclo lunar de variação, conforme o ano) e o Islamismo tem o Ramadan, designado à partir do calendário Lunar. Como se pode ver, todas elas possuem uma contrapartida humana, ou sobre-humana: um Santo, um Salvador, um Messias encarnado, uma Virgem, para justificar a comemoração religiosa. Nenhuma, abre os Grandes Mistérios ao seu devoto mediano, embora todas elas possuam ramificações mais eruditas: a Cristã tanto quanto a Judaica, tem a Qaballah, e a Islâmica tem o Sufismo. Acorde e reflita! 27 - Dizem os Textos Sagrados dos Vedas, que na seqüencia ascencional de um Ser Cósmico, após uma encarnação, mesmo que temporária, como um Bodisathva, na próxima, ao retornar, virá Ele, no estado Búdico, ou seja, como um Buda, todo Iluminado, este é o caso do Cristo Planetário incorporado em Jesus e agora de seu próximo retorno. 28 - A célebre fala de Cristo: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vai ao Pai senão através de Mim” é finalmente esclarecida, pois, a Mais Alta Hierarquia da Grande Fraternidade Branca, à qual Ele pertence, e da qual agiu como Legado que era a 2.000 anos, responde pela evolução da Humanidade na mãe Terra, desde a raça Lemuriana!


amos no corpo, na mente e

O t

Tudo o que vivencina Alma, é parte desta pois as coisas mais importantes não nos são ensinadas nas escolas, e sim, vividas, cotidianamente.

M a n u

imensa Celebração da Vida,

Experimenta-se rebeliões íntimas, toda vez que adotamos a letra e as interpretações humanas, em vez daquela voz silenciosa e interna, que nos diz outro ser

o

caminho

de

nós

D

esperado. É a voz da Liberdade. nossos

corpos,

S

subjuga

E

Não daquela prisão que acorrenta nossas Almas e,

se

assim

foi

B

Afinal,

O

realidade circundante.

C

que nos venda os olhos à

escrito pelo Criador, que se

E

Cumpra!

R

D E S C O B E R T A S

T A S

Profile for Filosofía e  Cidadania

00808 - Descobertas  

Ot Manu D E S C O B E R T A S M a n u O t A Marlene T. Bail, S.R.C., que me apresentou às obras de Nicholas K. Roerich; A Geni S. Tonin †, S...

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