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MILES Militia Sanctae Mariae | Fevereiro 2014 | N.º 1

MILES de volta e em formato papel O MILES, boletim informativo da Militia Sanctae Mariae – companhia regular e militante dos cavaleiros de Santa Maria (Portugal) passa agora a ser editado em formato eletrónico, e com a periodicidade trimestral em formato papel. Tornamo-nos, assim, mais acessíveis em todo o mundo e em particular junto dos lusófonos. Gostaríamos de dialogar com os nossos leitores. Para tal, convidamos a enviar-nos as vossas questões/dúvidas/curiosidades para: geral@msm-portugal.org

Nesta ediçao A Regra na MSM ......................... 2 Comentário à Regra .................... 2 A MSM na Jornada Mundial da Juventude ................................... 3 A cavalaria é, antes de tudo, um serviço. (Comentário à Regra de Michel Pagiossi ........................... 4 Estará Cristo dividido? ................ 5 Como deve ser o Cavaleiro de Santa Maria ......................................... 6

A MSM na Jornada Mundial da Juventude 2013


A Regra na MSM O Prólogo da Regra da Milícia de Santa Maria – MSM – abre com estas palavras que são uma autentica convocatória: “Cristão que te preparas para esta Regra, liberta por um instante o teu espírito das preocupações terrestres e mergulha o teu olhar no mistério de Deus…” A vida contemporânea traz-nos tão agitados, tão apressados e estonteados que o parar para “olhar o mistério de Deus” é um desafio difícil de vencer. Não temos tempo para nada e o pouco tempo que temos como sobras mal dá para serenarmos um bocado! Contudo,

Deus está à nossa espera. À nossa escuta. Disponível para falar connosco. Como é possível vivermos a nossa liberdade nesta alienação de todos os dias? Deus, que nos criou livres, deseja-nos livres. Livres também para Ele. A Regra da MSM convida-nos a viver na terra em diálogo com Deus! Aliás é este um dos desafios da Páscoa: viver em Cristo ressuscitado. Sempre. Um esforço de cada dia. E de Todos os dias. Por isso, o MILES, a cada mês publicará o comentário à Regra que foi feito em cada um dos capítulos.

“Cristão que te preparas para esta Regra, liberta por um instante o teu espírito das preocupações terrestres e mergulha o teu olhar no mistério de Deus…” Prologo Mas o Verbo encarnado, nascido de Maria Imaculada, morto sobre a Cruz e ressuscitado para nos dar a vida, infligiu ao dragão o golpe fatal. O mundo tornou -se um imenso campo de batalha que os filhos da Jerusalém Celeste, sustentados pelas milícias sagradas do Arcanjo Miguel, disputam às cortes infernais. Quando os fiéis da Igreja, sob o influxo da graça divina fazem penitência, derramam as suas orações e testemunham até o sangue, o Espírito comunica-se, as forças do caos recuam, o exército angélico destrona as hierarquias infiéis, a verdade triunfa. Quando os fiéis se descuidam e perdem o seu fervor; Deus permite uma nova ofensiva das Potestades das Trevas; povos inteiros são arrancados à Igreja ou subtraídos à influência do Evangelho, e entregues à escravatura de Satanás.

No passado dia 1 de Janeiro, dia da Solenidade de Santa Maria mãe de Deus, durante a homília o sacerdote disse que uns dias antes alguém lhe tinha colocado a seguinte questão: “sendo Maria a mãe de Deus, não é natural que Maria também seja Deus, ou mesmo mais importante que Deus” A realidade é que esta é uma questão que tem alguma pertinência, e que mal explicada pode conduzir a um infindável mar de dúvidas. Ora resposta a esta pergunta é tão só uma: não, Maria não é mais importante que Deus, nem tão pouco é Deus. Maria é a mãe de Deus que se faz Homem… é a mãe de Deus que para nos salvar se fez um de nós. Maria é a mãe de Deus, que decide assumir a condição de humano para nos salvar. Maria é, tomando como referência os escritos de São Luís Maria Grignion de Montfort “a obra-prima por excelência do Altíssimo”, é a mulher escolhida para ser a mãe do seu filho “a quem aprouve humilhá-la e ocultá-la durante a vida para lhe favorecer a humildade”. Foi por ela que Jesus veio ao mundo e é por ela que Ele deve reinar. A Virgem Maria é assim a escolhida para colocar diante de nós um ser humano, um homem real, submetido como nós às condições próprias da condição humana. Maria trouxe Jesus ao mundo, pobre e sem conforto; perseguido; como criança, em Nazaré, ajuda os seus pais; cumpre todos os rituais próprios da época, nomeadamente o Batismo no Rio Jordão; e eis que Jesus, como qualquer um de nós acaba por morrer, e ainda por cima de uma morte infame. Maria, mãe com o coração trespassado de dor, vê o seu filho, que tinha condição divina, a esvaziar-se a si mesmo e a assumir a condição de servo, tomando a semelhança humana, apresentando-se como simples homem, a percorrer os mesmos caminhos de todo ser humano, humilhando-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Tudo isto aconteceu porque a grande missão de Jesus na terra era mostrar-nos o caminho da Salvação, que só é possível se soubermos como Jesus dizer SIM ao chamamento de Deus. Todos os dias somos chamados a dizer SIM. Comos cristãos que somos, todos os dias somos chamados a travar um combate “sem tréguas nem descanso” contra as forças do mal na busca da salvação eterna. A nossa força reside no exemplo; na caridade; na fraternidade; no amor; na paciência; na oração; na penitência; na ajuda ao próximo sem esperar nada em troca; no nosso SIM ao amor de Deus e ao próximo. Se conseguirmos dar o nosso SIM ao amor de Deus estamos a fazer como Jesus e sua mãe: Maria, a Senhora do sim, confiou nos projetos que Deus tinha para Ela, e com o seu SIM trouxe Deus ao mundo; e Jesus, com o seu SIM, aceitou fazer-se um de nós, e caminhar ao nosso lado, sentindo as nossas fraquezas, para com o seu exemplo nos salvar. Esforcemo-nos para dar o nosso SIM e caminhar lado a lado com Jesus e com Maria no caminho da Salvação que Ele próprio cheio de amor percorreu quando se fez homem.

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Filipe Amorim


A MSM esteve presente na JMJ 2013 No Brasil, a Militia Sanctae Mariae começou a formar-se em 2011, aumentando em número em 2012 com a recepção de quatro novos freires e, por fim, começando a atuar mais diretamente a partir de 2013. Um dos grandes eventos que a Militia esteve presente foi a Jornada Mundial da Juventude 2013, no Rio de Janeiro. Um grande evento que reuniu, em seu maior dia de concentração, uma cifra de cerca de quatro milhões de pessoas. Os jovens que lá estiveram presentes, os freires Bruno e Michel, levaram para todos os eventos a bandeira branca com a cruz azul dos Cavaleiros de Nossa Senhora. E ela chamou muito a atenção: foram dezenas de pessoas que pararam para perguntar o que a bandeira significava, tudo sempre em um clima de santa curiosidade e abertura. Muitos se interessavam, pedindo o contato e, ao mesmo tempo, que fosse explicado o que a Milícia era e qual sua espiritualidade. O fato mais inusitado, porém, se deu no primeiro dia do evento, na Missa de abertura. Enquanto os jovens caminhavam com a bandeira, outro jovem, aproximou-se deles e perguntou: “Milícia de santa Maria?”. Foi uma surpresa! Em poucos meses, já havia pessoas que conheciam a bandeira da Milícia e, mais que isso, estavam interessadas em fazer parte dela! O mais interessante? Essa missa tinha aproximadamente um milhão de pessoas e, com a chance de um em um milhão, pessoas interessadas na Milícia de encontraram. Foram dias cansativos, de frio, chuva e cansaço. Mas valeu a pena. Dias que ficarão na memória dos jovens que estiveram presentes e, ao mesmo tempo, um dia onde a Milícia de Santa Maria esteve junto à jovens do mundo todo que tinha um único objetivo: louvar e adorar, com o papa Francisco, Nosso Senhor Jesus Cristo! E que venha Cracóvia 2016! A Milícia de Santa Maria, se Deus quiser, novamente se fará presente lá! E, dessa vez, com mais jovens! Por Bruno Farias e Michel Pagiossi

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A Cavalaria e, antes de tudo, um serviço

“O seu apostolado tenderá sempre a levar os seus irmãos até às origens tradicionais da vida espiritual, que formaram com a alma cristã das épocas de fé, toda a civilização que os cavaleiros têm que defender e promover”. Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

A cavalaria é, antes de tudo, um serviço. Ou seja, não se é cavaleiro para si mesmo, mas se é cavaleiro pela Igreja e para a Igreja. Como a Militia não é uma Ordem honorífica, também não devem buscar os seus membros, ou postulantes, nela a pura e simples honraria. A Militia quer cavaleiros que sejam verdadeiros cristãos com espírito de serviço. Se o hábito do cavaleiro o faz diferente dos outros, e até mais visado que os outros, ele também deve lembrar que aquele que o enverga o faz para servir e não para ser servido ou como uma honraria. Igualmente, devemos lembrar que servimos a Igreja. Devemos amar a sã doutrina, procurando promove-la e, igualmente, amar e defender o Romano Pontífice. É bastante simples e oportuno dizer que defendese o papado, mas não o papa e, inclusive, julgar o Sumo Pontífice por não ser de nosso gosto. Será que nós temos, realmente, o direito de julgar a escolha do Espírito Santo por nossos gostos pessoais? Não, é claro que não! O cavaleiro não defende um papado pura e simplesmente imaginário, como também não cai no erro do ultramontanismo, mas defende o papa com amor, fidelidade e heroicidade. Ou se defende o papa reinante, “Doce Cristo na terra”, ou cai-se em uma porção de erros, o mais grave, provavelmente, o próprio Cisma. Esse amor que se desenvolve em nós pelo Soberano Pontífice, igualmente, deverá estar presente no zelo pela Sagrada Liturgia, em suas formas ordinária e extraordinária; o amor pela difusão da sã doutrina; do amor, e da difusão desse amor, à Virgem Maria, especialmente por meio da consagração à Jesus por meio das mãos de Nossa Suserana; o amor à Sagrada Escritura e tudo aquilo que é devidamente propagado pela Igreja como devoções verdadeiras. Enfim, devemos defender a tudo aquilo que foi sagrado ontem, para aqueles que nos precederam na fé, e o continua sendo hoje. Defender a leitura, em todo o campo eclesiástico, da hermenêutica da continuidade e nunca da ruptura (seja caindo em uma simplificada ideia de uma era de ouro nos anos de 1950 ou na completa demonização do anterior ao Concílio Vaticano II). O cavaleiro defende as bases que fundaram a civilização ocidental, e, desta maneira, defende a própria Igreja como grande construtora dessa mesma civilização. Há erros no mundo? Sim. Há trevas? Sem dúvida. E o papel do cavaleiro é, a começar pela sua vida, transformálos. O papel do cavaleiro é tomar parte ativa na nova evangelização, levando o Cristo aqueles que nunca ouviram falar dele ou que fugiram do Senhor por vários motivos, um deles a crescente descristianização da sociedade. O cavaleiro é convidado a tomar papel, onde estiver, mas diretamente e sem medo, na difusão do Reino de Cristo. O cavaleiro, por ser cavaleiro, deve agir sem nenhum tipo de respeito humano. Se há o combate, e ele sempre existirá, devemos lembrar que sem a caridade nada conseguiremos e que é muito mais simples influenciarmos uma multidão de pessoas pelo exemplo que pelas palavras, que podem, ou não, serem vãs. Devemos trabalhar aonde estamos, no escritório, na universidade, na paróquia em suas diversas pastorais (e este último eu recomendo com vivaz insistência), para alargar cá embaixo as fronteiras do Reino dos Céus. Só assim, no combate com a Igreja, pela fé, seremos verdadeiros cavaleiros. Louvado seja Nosso Senhor, Jesus Cristo. Salve Maria!

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Michel Pagiossi


«Estara Cristo dividido?» Foi desta forma que o Papa Francisco começou a Homília da celebração de Vésperas na Solenidade de S. Paulo Apóstolo, que se assinalou no dia 25 de janeiro. O Santo Padre continuou da seguinte forma: “Com grande tristeza, o Apóstolo soube que os cristãos de Corinto estão divididos em várias facções. Uns afirmam: «Eu sou de Paulo»; outros dizem: «Eu sou de Apolo»; e outros: «Eu sou de Cefas»; e há ainda quem sustente: «Eu sou de Cristo» (cf. 1 Cor 1, 12). Nem sequer estes que pretendem apelar-se a Cristo podem ser elogiados por Paulo, porque usam o nome do único Salvador para se distanciarem dos outros irmãos dentro da comunidade. Por outras palavras, a experiência particular de cada um, o referimento a algumas pessoas significativas da comunidade tornam-se a norma para julgar a fé dos outros.“ E eis que S. Paulo, num verdadeiro apelo à união, à comunhão que Cristo veio pregar, chama todos e «em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo», exorta todos os cristãos de Corinto a serem todos unânimes no falar, para que não haja, entre eles, divisões mas perfeita união de pensar e sentir. O Papa Francisco continuou a sua homília e afirmou que “a perfeita união entre os irmãos só é possível referida ao pensamento e aos sentimentos de Cristo“, e que “que Cristo – que não pode ser dividido – quer atrair-nos a Si, aos sentimentos do seu coração, ao seu abandono total e íntimo nas mãos do Pai, ao seu esvaziar-se radicalmente por amor da humanidade. Só Ele pode ser o princípio, a causa, o motor da nossa unidade.

“Cristo – que não pode ser dividido – quer atrair-nos a Si” Reforçou ainda o seu pensamento, referindo às numerosas as Comunhões cristãs que se apresentam aos homens como a verdadeira herança de Jesus Cristo: “Encontrando-nos na sua presença, tornamo-nos ainda mais conscientes de que não podemos considerar as divisões na Igreja como um fenómeno de certo modo natural, inevitável em toda a forma de vida associativa. As nossas divisões ferem o corpo de Cristo, ferem o testemunho que somos chamados a prestar-Lhe no mundo.” De seguida apelou à unidade, reafirmando uma vez mais que “Cristo não pode estar dividido! Esta certeza deve incentivar-nos e susternos a continuar, com humildade e confiança, o caminho para o restabelecimento da plena unidade visível entre todos os crentes em Cristo“, e terminou pedindo ao Senhor Jesus que “nos tornou membros vivos do seu Corpo, peçamos que nos conserve profundamente unidos a Ele, nos ajude a superarmos os nossos conflitos, as nossas divisões, os nossos egoísmos; e lembremo-nos de que a unidade é sempre superior ao conflito! E nos ajude a vivermos unidos uns aos outros por uma única força, a do amor, que o Espírito Santo derrama nos nossos corações.” É este um dos grandes desígnios do ser cavaleiro da Militia Sanctae Mariae: unido a Cristo, lutar na terra pelo seu reino. Que cada um de nós seja capaz de entender que por força da escolha que livremente fizemos em aderir à Militia, nos tornámos combatentes do Reino de Deus, não para separar, mas para unir… não para a guerra, mas para a paz, para a salvação nossa e de todos aqueles que nos rodeiam… Que Nossa Senhora nos dê a força necessária para travarmos este combate.

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Codigo de Honra Cavaleiresca I - O Cavaleiro combate por Cristo e

COMO DEVE SER O CAVALEIRO DE SANTA MARIA

pelo Seu reino. II - O Cavaleiro serve a sua Dama a Virgem Maria. III - O Cavaleiro defende a Santa Igreja até ao sangue.

1. Aquele que entrou na Ordem de Santa Maria tomou a Cruz e fez a Cristo o sacrifício de sua, aceitando de antemão os combates, as contradições, as humilhações e a morte que o Senhor Jesus, no seu imenso amor para com todos os homens, se dignou tomar sobre Si e partilhar com os seus amigos. Recebe por lei o Código de Honra Cavaleiresca, expressão de sua absoluta fidelidade a Deus: I - O Cavaleiro combate por Cristo e pelo Seu reino.

IV - O Cavaleiro mantém as tradições dos seus antepassados. V - O Cavaleiro combate pela Justiça, pela Ordem Cristã e pela Paz. VI - O Cavaleiro trava contra o mundo

II - O Cavaleiro serve a sua Dama a Virgem Maria. III - O Cavaleiro defende a Santa Igreja até ao sangue. IV - O Cavaleiro mantém as tradições dos seus antepassados. V - O Cavaleiro combate pela Justiça, pela Ordem Cristã e pela Paz.

e o seu Príncipe uma guerra sem

VI - O Cavaleiro trava contra o mundo e o seu Príncipe uma guerra sem trégua nem descanso.

trégua nem descanso.

VII - O Cavaleiro honra e protege os pobres, os fracos os deserdados.

VII - O Cavaleiro honra e protege os

VIII - O Cavaleiro despreza o dinheiro e os poderes deste mundo.

pobres, os fracos os deserdados. VIII - O Cavaleiro despreza o dinheiro

IX - O Cavaleiro é humilde, magnânimo e leal. X - O Cavaleiro é puro e cortês, ardente e fiel.

e os poderes deste mundo. IX - O Cavaleiro é humilde, magnânimo e leal. X - O Cavaleiro é puro e cortês, ardente e fiel.

FICHA TECNICA Título: MILES Director: Filipe Amorim Propriedade: Militia Sanctae Mariae Periodicidade: Mensal ISSN: 1646-9313 Tiragem: 1000 exemplares Deposito Legal: 27363/08

MILITIA SANCTÆ MARIÆ Rua de Guadalupe, n.º 73 4700-298 BRAGA Telefone: 256 611 609 Email: geral@msm-portugal.org www.msm-portugal.org

Foto: Raul Narevicius

2. Segundo a conceção de S. Bernardo, o Cavaleiro de Santa Maria é soldado de Deus: une à vida contemplativa a vida ativa para travar com os inimigos de Cristo o duplo combate, sobrenatural e natural, e derrotá-los no duplo combate. 3. Soldado, ele é o primeiro no sentido do Bonus Miles Christi Jesu. Deve trazer junto de si a decisão de não recuar, como os primeiros cristãos, em face ao paganismo, pois que se trata para ele de mudar a vida no mundo e à face dum mundo que renegou Cristo. A fé em Cristo na fidelidade à Igreja é o rochedo inabalável sobre o qual se apoia não uma fé mutilada, anêmica, edulcorada, mas uma fé em toda a sua integridade, pureza e vigor. A sua primeira vitória, deve-a obter sobre si mesmo por uma verdadeira conversão; o seu primeiro objetivo, é a conquista de si mesmo. Então, mas só então, pode atacar diretamente os inimigos visíveis da Igreja e da Cristandade, com a certeza de vencer. (CONTINUA)...

Miles 1 jan2014  
Miles 1 jan2014  

Boletim informativo da Militia Sanctae Mariae, Companhia Regular e Militante dos Cavaleiros de Santa Maria

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