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EDIÇÃO ESPECIAL DE COLECIONADOR

#0. Edição Convite Fevereiro.2011

Do rock ao samba,

do jazz ao pop: conheça as maiores

promessas

próxima década.


ChicoStone #0 |edição convite

A banda Nossa banda já cantou muito pelos trilhos do 5102, já consagrou astros da pop music como os Backstreet Boys. Já criamos um novo hit, a dança do Patola, que lançou moda e despertou uma legião de fãs - os que usavam como uniforme a camisa azul escuro ligeiramente desbotada, calça jeans azul e tênis conservador em tons de cinza. Nas mesas de bar e eventos de confraternização, não faltaram hinos improvisados com um pandeiro e uma voz desafinada para exaltar o time: os sem pescoçô! O próprio nome nos une com a força do sertanejo: Os Filhos de Francisco. Aqueles que saíram de casa e deixaram as mães apreensivas para trás porque queriam voar. No caminho, perdemos integrantes, mas, no amor livre, bem no estilo rock and roll, agregamos novos. Novos colegas, novos namorados, novos jogadores de futebol, novos baianos. Das partituras e regras que recebemos, cada um fez seu caminho. E agora, aqui, depois de tantos ensaios, nos encontramos às vésperas do concerto final. Não há tempo para repetir, nem recomeçar. Só temos a certeza de que, ao fechar das cortinas, o agradecimento é nosso, o abraço é forte e o pensamento é: valeu a pena.

Solenidades 02.02 Culto Ecumênico 19h30 Catedral da Boa Viagem Rua Sergipe, 175 - Centro

03.02 Colação de Grau 20h Auditório da Faculdade Direito da UFMG Av. João Pinheiro, 100 - Centro

04.02 Baile de Gala 23h Salão Minas II

Avenida Bandeirantes, 2323 Bairro Mangabeiras

Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas Curso de Comunicação social Reitor: Clélio Campolina Diniz Vice-Reitora: Rocksane de Carvalho Norton Pró-Reitora de Graduação: Antônia Vitória Soares Diretor Fafich: Jorge Alexandre Barbosa Neves Chefe do Departamento de Comunicação Social:

Convite de Formatura Turma de Comunicação Social 2007/1 Filhos de Francisco

Delfim Afonso Júnior Coordenador do Curso de Comunicação Social: Elton Antunes


Agradecimentos Turma de Comunicação Social 2007/1

Filhos de Francisco Jornalismo Alexandra Duarte Ana Flávia de Oliveira Andrea Souza Cecilia Lana Danilo Borges Denise Barreto Flávia Moraes Frederico Claret Juliana Afonso Gabriela Garcia Laila Balsamão Leonardo Guimarães Lucas Pavanelli Luiza Muzzi Marina Duarte Stéphanie Bollmann Tamira Marinho Thais Marinho

Publicidade e Propaganda Afonso Brazolino Angerson Vieira Camila Costa Délio Faleiro Igor Mendes Júnea Casagrande Thiago Campos

Relações Públicas Andressa Guimarães Gabriel Ribeiro Lucere Mendes Maitê Gugel Sâmia Bachelane

Aos professores e funcionários

N

os primeiros dias de aulas, éramos uma confusão de vozes. No hall, no segundo andar, ou mesmo dentro da sala, até durante as aulas, mais do que conversas, o que se escutava era um zumbido incongruente e desafinado. Típico em um grupo que acaba de se formar. Foi quando vocês vieram e nos ensinaram que, antes de sair tocando por aí, era bom aprendermos a usar nossos ouvidos. Ensinaram também que podem existir diferentes arranjos para uma mesma música. Que existem diferentes ritmos e jeitos de tocar. Vocês ainda nos mostraram que poderíamos escolher nossos instrumentos e afiná-los à nossa maneira. Às vezes confundíamos os ritmos e saíamos do tom. Mas vocês vinham com novas partituras e ainda nos incentivavam a aprender por conta própria. Mostraram, inclusive, que existem momentos em que o melhor é abandonar a letra, a melodia, e improvisar. E que em outras, não. Bom mesmo era dançar conforme a música. Mas uma das coisas mais importantes é que vocês nos mostraram que nós poderíamos aprender também uns com os outros. Que todos ao nosso redor poderiam nos ensinar algo novo.


Aos pais

D

as canções de ninar aos “Parabéns pra você”, vocês, pais, estiveram presentes em todos os momentos de nossas vidas. Foram vocês que nos deram amor e carinho, desde o início, durante essa trajetória até a formatura. Se por vezes tropeçamos, vocês estiveram lá para nos ajudar a levantar. Se por vezes desafinamos, vocês estiveram Homenageados lá para nos ensinar a retomar a melodia. Se por Paraninfo vezes inventamos sonhos, vocês estiveram lá para Professor Elton Antunes nos apoiar e dançar no nosso ritmo. Agradecemos, papais e mamães, pelos Patrono conselhos, pelas broncas, pelos risos e pelos choros. Professora Vera França Agradecemos pelos incentivos e por terem iluminado nossos caminhos e guiado nossas escolhas, sempre Professor Homenageado Jornalismo Maurício Guilherme acreditando no nosso potencial. Agradecemos por terem compartilhado nossos ideais e lutado Professor Homenageado PP conosco nos percalços dessa trajetória. A conquista Carlos Mendonça que hoje comemoramos não teria sido possível sem Professor Homenageado RP a sabedoria e o apoio de maestros como vocês. O Renan Mafra nosso muito obrigado a vocês, pais, exemplos de vida e companheiros de jornada. Funcionário Homenageado Enderson Cunha

Aos pais ausentes

D

edicamos também essa conquista àqueles pais que, mesmo de longe, estiveram presentes no nosso percurso até aqui. Pais que nos ensinaram as primeiras notas dessa música complexa da vida. Agradecemos por terem nos acompanhado em nossos planos, e por terem sonhado conosco e desejado o nosso sucesso. Agradecemos pela dedicação, pelo incentivo, pela torcida de sempre. Guardamos na memória lembranças de tempos e momentos vividos juntos e compartilhados com vocês. E, apesar da saudade que hoje persiste, ficamos felizes com a certeza de que vocês também estariam orgulhosos de nossa vitória.


Filhos de Francisco


Danilo Borges

Lucas Pavanelli


Comissão Franciscana Ana Flávia, Lucere, Denise, Sâmia, Igor e Thais

L

ogo no começo do curso formou-se a orquestra. No início, éramos oito, “músicos” com coragem para enfrentar um trabalho dos grandes: não deixar a formatura desafinar. O tempo e as oportunidades de carreira solo foram tirando, pouco a pouco, alguns dos membros e a banda diminuiu. Permanecemos seis. Ainda assim, um número grande, se levarmos em consideração as diferenças de estilos, como se cada um fosse um instrumento diverso. Isso sem contar os comissionados. Todos tocando notas bem diferentes. Para reger essa diversidade, todos precisamos, em algum momento, doar nosso tempo e assumir o papel de maestro, subindo o tom das nossas responsabilidades sempre que preciso. Um papel bem complicado esse, mas nunca fechamos a cortina ou terminamos o espetáculo antes da hora. Dividindo essa importante tarefa, acabamos aprendendo a respeitar o “ritmo” de cada um. Foi assim que escrevemos nossas partituras para nos guiar. No final, conseguimos afinar as notas e compor essa música, que orgulhosamente dividimos com vocês, nossa plateia de sempre e, esperamos, fãs também. Aproveitem o show final!


Robson Dalton Vieira Cássia Aparecida Ramos Vieira

Marvin Gaye

Angerson Cássio R. Vieira

M

arvin Gaye era cantor, arranjador, multiinstrumentista, compositor e produtor. Ora, durante esses quatro anos eu fui RP, jornalista, produtor de TV, de rádio, sonoplasta, designer e redator. É, Marvin, também estou destinado a fazer tudo. Claro, não com o mesmo talento e desenvoltura. Mas, se o que marcou você foi levar diversão à vida das pessoas; estampar sorriso nos rostos dela, aí sim somos iguais. Foi por isso que eu estou aqui: aliviar a dor, fazer as pessoas felizes, melhorar a vida delas nem que seja durante os trinta segundos de duração de um comercial.

You know we’ve got to find a way To bring some lovin’ here today

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Nelson Teodoro de Melo Elisabeth Guimarães Melo

Lady Gaga

Andressa Guimarães Melo

P

orque escolhi a Lady Gaga para ser meu personagem? Primeiro, porque é uma figura fácil de identificar. Qualquer pessoa que visse a foto saberia quem eu estou representando. Segundo, porque gosto das músicas dela. Das músicas, apenas; não da personalidade. Quem é Lady Gaga: mais conhecida pelo seu nome artístico, Stefani Joanne Angelina Germanotta é uma cantora e compositora nova-iorquina de 24 anos. Ela começou sua carreira musical em 2005 e seu primeiro álbum, lançado em 2008, logo atingiu o topo das paradas musicais em diversos países. A cantora foi listada como a 73ª Artista da Década 2000-10 pela Billboard e também está na Lista da Revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo. Lady Gaga é presença constante na mídia, seja pelas polêmicas nas quais freqüentemente está envolvida ou pelas inúmeras indicações a prêmios. Além disso, desde seu primeiro álbum, suas músicas estão sempre no topo das paradas em todo o mundo.

Just dance, it’s gonna be okay Just dance, spin that record babe Dance, dance, dance Just, just, just, just dance

RELAÇÕES PÚBLICAS


Carlos Roberto Baptista dos Santos Modestina Campos M. Rabelo Baptista Itagiba Miranda Rabelo (pai-avô)

Felipe Dylon

Thiago Campos P#%&$, Felipe! Foram inventar que eu tinha que ser você. P#%&$, Felipe, que coisa nada a ver. P#%&$, o que a preguiça de procurar uma fantasia não faz com uma pessoa. P#%&$, pelo menos você cortou aquele dread ridículo, senão eu tava lascado. Sorte que você não aguentou a pressão e se tocou de que além de tudo você estava extremamente ridículo. P#%&$ Felipe, você acha que só porque passou a vida inteira surfando no Rio e pegando suas fãs adolescentes pode fazer qualquer coisa? Assim não dá né! Sim, eu não gosto de você, mas devo admitir que você salvou minha fantasia sem sal e sem criatividade. Aliás, olha só quanta coisa interessante você andou fazendo, porrafelipe.tumblr.com, assim não dá né! Devo confessar também que nunca vi uma letra de tão profunda como esse seu clássico da música brasileira.

Você, Sereia tropical vestida de areia e sal Faz brilhar reflete o mar azul no teu corpo quase nú No swing da cor dançando nas ondas o teu mel, teu sabor dá água na boca...

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José dos Santos Afonso Imaculada Galvão Pereira Afonso

Jamiroquai

Juliana Galvão Afonso

Q

uando era bem pequena, gravei uma música desconhecida em uma fita. Foi sem querer. Não sabia o nome, o cantor, a letra... mas adorava. Foi por ela que descobri o botão “repeat” do radinho. Fui pega pelo ritmo. O vício seria o próximo passo. Mas não é só dessa banda inglesa de nome singular que vive minha seleção musical. Se tem uma coisa que eu gosto é de misturar: samba com rock com salsa com jazz. Tudo que toca alto e anima uma multidão faz parte da minha trilha sonora.

Everything is good And brown I’m here again With a sunshine smile upon my face My friends Are close at hand And all my inhibitions Have disappeared without a trace I’m glad, I found Somebody who I can rely on.

Jornalismo


Nízio Antônio do Amaral Zuleica Guimarães Rabelo do Amaral

Bob Dylan

Leonardo Guimarães Rabelo do Amaral

E

m uma de suas mais famosas canções, Like a Rolling Stone, Bob Dylan narra uma pequena saga. Uma pequena saga de alguém sem perspectivas, solto nas ruas, de destino incerto. Alguém que antes podia se agraciar com o conforto do lar, mas que agora necessita entender melhor o que é estar só. Like a Rolling Stone seria essa uma expressão de ‘perdido na vida’. Talvez todos nós passemos por um momento de desalento, nos encontramos em nossos erros, nossas falhas. O caminho é tortuoso, difícil, no percurso encontraremos sempre alguém disposto a nos ajudar em meio a outros que não nos enxergam no dia-a-dia. A personagem da canção de Bob Dylan não observava muito o seu redor até ser tragado por ele. Agora ela olha fixamente para os olhos de um mendigo que a propõe álibis de vida. Olhar nos olhos do destino, procurar entender. A vida é feita de estabilidade e instabilidades. Fora de casa, fazemos nosso próprio caminho. Uma pedra pode ter bem mais vida que um dia imaginou nossa vã inocência.

How many roads must a man walk down, Before you call him a man? How many seas must a white dove sail, Before she sleeps in the sand? Yes and how many times must cannonballs fly, Before they’re forever banned? The answer, my friend, is blowin’ in the wind The answer is blowin’ in the wind

Jornalismo


Edsel do Carmo Eleutério Junea Mara Brazolino Eleutério

Ben Harper

Afonso Brazolino Eleutério Tire as mãos do rosto e limpe seus olhos não seja negado você tem direito a sonhos Sua escolha é quem você escolhe ser Não tema aquilo que você não conhece deixe que seja seu espaço para crescer em um mundo imoral você precisa lutar para manter sua alma O mundo acorda com pressa e em breve será recompensado com esperanças de que melhores dias virão Opressão não te deixarei estar perto de mim opressão você deverá aprender a me temer

Quando o povo lidera os líderes terão que o seguir e todas suas mentiras e álibis eles terão que engolir Você pode mudar o mundo com suas próprias mãos fazê-lo um lugar melhor com suas próprias mãos fazê-lo um lugar mais agradável com suas próprias mãos Mas você deve usar suas mãos com as nossas mãos E se o sol te liberta você será livre, sim Porque eu acredito em um mundo melhor

Make sure the fortune that you seek, is the fortune that you need

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Nestor Claret Santos Teixeira Rosa Maria Aguiar Freitas Teixeira

Robbie Willians

Frederico Claret F. Teixeira

N

asci no dia 17 de julho de 1986, era dia de jogo da seleção brasileira na copa do mundo. Meu pai dividia suas atenções entre a televisão e o corredor da sala de espera de parto. Até o obstetra ia constantemente à sala de espera para ver quanto estava o jogo. Nasci assim, em meio ao mundo agitado pela copa e com a televisão como a maior adversária na luta pela atenção. Cresci sempre em busca de atenção. Era um capeta, como dizia minha mãe. Mas sempre perdia a atenção quando a novela começava. Fui ficando mais velho, e a televisão foi tomando grande parte do meu tempo. Jogos, filmes, desenhos, jornais. Passava mais tempo em frente a um televisor do que dos livros. A faculdade chegou, no vestibular da UFMG eu passei. Jornalismo. Aqui descobri que a televisão ainda iria ocupar mais uma parte da minha vida. Voltei-me para tudo que envolvia TV no curso. Hoje trabalho com televisão. E para o futuro, só penso em uma coisa, não me desligar nunca.

And through it all she offers me protection A lot of love and affection Whether I’m right or wrong And down the waterfall Wherever it may take me I know that life won’t break me When I come to call she won’t forsake me I’m loving angels instead

Jornalismo


Marcus Cesár Geudice Mendes Regina Márcia de Lima Mendes

Madonna

Lucere Mendes

D

esde muito nova, Lucere Márcia Mendes (22) se destacou pela maturidade e por sua atitude inovadora. Aos 15 anos, ela soube que seu futuro profissional estaria na área de Comunicação. Decidida, dedicou-se aos estudos para conquistar uma vaga no curso de Comunicação Social ofertado pela UFMG. Ter passado no vestibular em 2007 foi um marco em sua vida e sinalizou, também, o início de uma nova fase. Interessada por Relações Públicas esteve envolvida em diversas atividades da área durante os quatro anos do curso. Hoje, a jovem acumula uma experiência de trabalho considerável para a sua idade, mas está sempre em busca de mais qualificações. Em 2009, fez um intercâmbio de trabalho para os Estados Unidos a fim de aprimorar o Inglês. Nos próximos anos, ela pretende obter o diploma de Jornalismo e especializar-se em Gestão ou Marketing, se possível no exterior. Ela acredita que, em curto prazo, o seu maior desafio será empregar-se em uma empresa de referência no mercado. Mas ela diz que já está se preparando para enfrentá-lo. Uma das figuras mais respeitadas por Lucere é a cantora Madonna. “Estou longe de ser parecida com ela, mas a admiro por sua atitude inovadora, por colocar em cheque as idéias préestabelecidas” – comenta.

I haven’t got much time to waste, it’s time to make my way I’m not afraid what I’ll face, but I’m afraid to stay I’m going down my own road and I can make it alone I’ll work and I’ll fight till I find a place of my own

RELAÇÕES PÚBLICAS Jornalismo


Márcio José Pereira Carla Mendes Pereira

John Mayer

Igor Mendes Pereira

A

música sempre tem algo a nos dizer e sempre nos faz refletir sobre os momentos de nossas vidas e dos nossos dilemas diários e eternos. John Mayer me traz todas essas questões em sua música e faz eu me enxergar em suas palavras. Em vários momentos me senti maior que meu corpo e senti que não ter asas me impediam de crescer (Bigger than my body), várias vezes me vi inconformado com o sistema e com as obrigações sociais mas não tive outra alternativa senão esperar (Waiting on the world to change), várias vezes já tive a certeza de que todos os sonhos de popularidade adolescente do colégio eram uma completa mentira (No such thing), várias vezes senti a vontade de ficar louco e fazer o que quisesse não me importando com o que dissessem (Who says). E foi isso que quis representar com a minha escolha, a minha vida de inconstância, decisões e desejo de crescimento pessoal diário e irrestrito.

Someday I’ll fly Someday I’ll soar Someday I’ll be So damn much more Cause I’m bigger than my body Gives me credit for

RELAÇÕES PÚBLICAS PUBLICIDADE E PROPAGANDA


Vanderlei Alves Campos Meyre Cristina Gomes Ribeiro

David Gilmour

Gabriel Ribeiro Campos

N

o improviso de um solo, cada nota despretensiosamente tocada enche os ouvidos de tal maneira, que chega a parecer que ela sempre fez parte da música. E assim gosto de pensar em minha vida. Cada episódio que vivi é como uma nota nessa inacabada composição. Alguns momentos de introspecção em solos intermináveis, outros momentos em acompanhamentos com a mais perfeita harmonia. Altos e baixos da escala em uma melodia irretocável. Na música como na vida, também existiram os críticos, os reacionários, compositores da sinfonia do medo e do pessimismo que, muito embora conseguissem mudar o tom da melodia, não me fizeram nunca perder o compasso. E assim sigo improvisando, procurando, nota por nota, a maneira mais certa de ser eu mesmo.

Nobody knows where you are, how near or how far. Shine on you crazy diamond. Pile on many more layers and I’ll be joining you there. Shine on you crazy diamond.

RELAÇÕES PÚBLICAS


Quando existem afinidades, as diferenças são apenas elementos que tornam a convivência ainda mais rica e alegre. Não importa se a música é americana ou brasileira. Se é jazz, samba, folk, rock ou bossa nova... O importante é que a mistura agrada e torna a amizade mais forte e unida.


Amilar José Rodrigues Maria de Lourdes Sousa e Silva Rodrigues

Norah Jones

Andrea Souza Rodrigues

N

asci dona de microfone, detentora de discos de vinil e com uma tendência legítima para estrear filmes de família cantando Tim Maia, jacarezinhos e aviões sem entender do que se tratava a letra. Um violão e uma voz já me agradam muito. Música me gerou em muitos aspectos, me aguçou sentidos, me representou. Gosto do canto simples, mas sincero, da poesia doce e impulsiva. Meu estilo predileto é aquele que faz meu coração bater mais forte. Música é a metáfora que mais gosto, porque assim como ela está por aí, solta, discreta, manifestada nas águas, nos pios e ruídos pra quem quiser ouvir, assim é o amor imutável de Deus. Só precisamos abrir os ouvidos para a melodia. E o coração para senti-la.

End of the day, the hour hand has spun But before the night is done I just have to hear those sweet words Spoken like a melody

Jornalismo


João Faleiro de Souza Maria José Cordeiro Souza

Chet Baker

Délio Faleiro Melo

A

música é minha companheira, minha namorada. Uma metade inteira. Nela os mestres que respeito e reverencio. A benção Chet Baker, sua voz e seu trompete, sopros de beleza que me socorrem nos dias mais duros e também nos mais sedutores. A benção Elizeth, Dolores, Nara, Nana, Ná, Gal, Marisa, Roro e Calcanhotto. A benção Carmem Miranda. A benção Caymmi, Tom, Vinícius, João Gilberto, Arnaldo, Caetano, Edu, Camelo e Paulinho da Viola. A benção Buarque. A benção Erasmo e Roberto. A benção Piaf, Holiday, Winehouse, Joplin e Callas. A benção Nina Simone. A benção Ray, Hendrix, Gainsbourg, Beck, Cullum e Bowie. A benção Jeff Buckley e Chan Marshall, pela dor e pela beleza. A benção ao meu pai, João, por eu crescer ouvindo música, pela jovemguarda e pela música brega italiana. A benção Cascatinha e Inhana. A benção ao meu irmão, Anielo, de quem apropriei grande parte do que hoje eu chamo de meu gosto musical. A benção Maria Bethânia, pelo seu canto que é perfume e oração. Saravah!

What a guy, what a fool am I To think my breaking heart could kid the moon What’s in store, should I phone once more No it’s best that I stick to my tune

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Cleomar José Rosa Marialva Gugel

Roberta Sá

Maitê Gugel Rosa

C

omo não gostar de música? Afinal, as letras e melodias tem a magia de despertar emoções, provocar reflexões e evidenciar as angustias de uma época. As musicas que gostamos e ouvimos demonstram muito sobre quem somos e no que acreditamos. E posso dizer que nesses quatro anos na universidade meu gosto musical amadureceu junto comigo, felizmente. As músicas pop da moda cederam lugar ao samba, MPB e pop rock. Nos momentos de maior introspecção, estive acompanhada por grandes artistas. À benção de Nando Reis, Zeca Baleiro, Biquíni Cavadão, Barão Vermelho, Cazuza, Marisa Monte, Capital Inicial e tantos outros sons que embalaram meus pensamentos, minha homenagem vai para a grandiosa Roberta Sá, que com sua doce voz e enorme sensibilidade musical, conquistou minha admiração.

Chegou, sorriu, venceu Depois chorou Então fui eu Quem consolou sua tristeza Na certeza de que o amor Tem dessas fases más Que é bom Para fazer as pazes

RELAÇÕES PÚBLICAS


Osvaldo Antero dos Santos Célia Maria de Lima Santos

Pitty

Laila Santos Balsamão

C

onheci o trabalho da Pitty com a explosão da música Admirável Chip Novo. Achei a letra bem bacana, falava sobre manipulação e sugeria independência dos próprios pensamentos. Pelo menos foi por aí que passou a minha interpretação. Me identifiquei com a música. Não sou fã da Pitty, mas essa canção tinha um pouco a ver comigo. Sempre briguei pelos meu modo de perceber o mundo. Morria por um ponto de vista. Isso era muito perceptível na escola. Quando cheguei à faculdade, um pouco mais madura, me julgava também mais comedida. Mas logo no primeiro período, alguns colegas já percebiam minha personalidade um pouco forte demais. Pensando bem não havia mudado tanta coisa assim.

Pense, fale, compre, beba Leia, vote, não se esqueça Use, seja, ouça, diga Tenha, more, gaste e viva

Jornalismo


Newton Santos Moreira Maria de Fátima Moraes Moreira

Colbie Caillat

Flávia Moraes Moreira

S

ossegada, reflexiva e por vezes lerda, mas em momento algum desligada do mundo que a cerca. Esta é a Flávia Moraes Moreira, que não é parente do cantor, mas que bem queria ter talentos musicais. Assim, poderia fazer como a cantora que admira, Colbie Caillat, e ir para a praia, pegar um violão, colocar uma flor nos cabelos e cantar músicas sobre amores e sonhos. Ah, os sonhos, como ela os têm! O diploma de jornalismo já virou realidade, e agora uma lista gigante aguarda para ser cumprida, embora uma vida não seja suficiente para realizá-los. E Flávia nem tem esta pretensão, o importante é descobrir felicidade nas pequenas coisas e estar bem próxima às pessoas que ama. Viciada em Internet e nas redes sociais, não consegue ficar sem chocolate. Pontual, tem diários da adolescência e se culpa por não ter continuado com eles. Apaixonada por histórias, talvez seja uma das poucas mulheres que gosta mais de ouvir do que falar.

Things will be hard at times But I’ve learned to try

Jornalismo


Só mesmo a música brasileira para comportar uma mistura tão grande. Da MPB ao sertanejo, passando pelo nosso tão famoso samba. Temos ritmos, estilos, cores e texturas para agradar a todos. No caso musical, as diferenças se unem sob o rótulo “música popular brasileira”. No nosso caso, pelo rótulo “amizade”.


Samira Bechelane de Melo João Batista Cordeiro de Melo

Nara Leão

Sâmia Bechelane Cordeiro de Melo Um passeio deliciosamente diverso pela bossa nova, pelo samba e até pela tropicália, com direito a notas de jazz, deve ter permitido à Nara usar a timidez de menina em seu favor. Agora, era mulher forte. Apartamento e praias cariocas à parte, é no transitar que minhas raízes tomam forma também. Nada de violão (ainda), mas aprendi que faz bem ter esperanças em que se agarrar: além das pessoas, a vontade de fazer como você, Nara. Trazer o melhor de cada canto da vida para acender sua própria luz. É que somos um pouco de tudo, o tempo todo. Na voz que só canta os outros, eu ouço interpretações das mais bonitas. Deve ser por isso que estou na Comunicação. Ou então, é por causa dela que eu fiquei assim.

Estou chegando de mansinho Cabrero e analisando tudo Mas sinto que um novo mundo um novo horizonte está pra chegar

RELAÇÕES PÚBLICAS Jornalismo


Evando Ventura Marinho Filho Maria José Chaves Marinho

Marisa Monte

Thais Chaves Marinho Por que Marisa Monte? Por causa dos cabelos cacheados e bagunçados. Por causa do jeito sério que contrasta com o sorriso aberto que aparece algumas horas. Quem sabe até por causa do batom vermelho. Mas principalmente por causa da MPB e do samba. Algumas vezes, a voz doce de Marisa cantou trilhas mais tranqüilas. Outras vezes, um batuque gostoso. Teve vezes que a música que tocou foi triste. Em outras foi alegre, foi quente, foi samba. Algumas trilhas falavam de amor. Outras tantas de amigos. Em alguns momentos, as músicas de Marisa falaram de dificuldades. De muito trabalho e um pouco de decepção. Mas muitas e muitas vezes, elas falaram de coisas boas. De papos no hall, de viagens pelo Rio das Velhas, de sambas e de forrós. As músicas chegaram até a falar de política. A cadência do samba e o ritmo da MPB embalaram o dia a dia nesses quatro anos. E eu me pergunto: o que toca daqui pra frente?

O mundo é portátil Pra quem não tem nada a esconder

Jornalismo


Antônio Carlos Costa Marlene Antônia Costa Sérgio Amaral Teixeira Ilisete Marilza B. Amaral Teixeira

Victor e Leo Camila de Cássia Costa Denise Barreto A. Teixeira

A

pós passar no vestibular da UFMG, tudo “parecia muito fácil”, principalmente ao conhecer os colegas de sala e começar a acreditar que ia ser igualmente fácil “a gente ficar junto”. E foi, em certas maneiras. Foi, porque criou-se companheirismo entre a turma, porque às vezes sentíamos que todo dia era “dia de bebemorar, cair na gandaia e não ver a noite passar”, apesar de, em outros momentos, ter sido tudo muito mais sobre assumir responsabilidades e estudar. E, a partir daí, como na música sertaneja, descobrimos uma dupla para servir como uma segunda voz de apoio, para ajudar a seguir nosso caminho, e, quem sabe, “um sonho de ir pra Nova York” e ficar famosa, nem que pra isso tivéssemos que esperar “o tempo que for”. Mas, como a vida e a faculdade exigem, acabamos seguindo carreira solo e aprendemos a encarar o “jogo da vida, que acontece e gira em torno” de estágios, aulas, projetos, planejamento, expectativas e futuro. E assim, sem saber “dizer o que mudou”, percebemos que “nada está igual”. Nós mudamos. Aprendemos e hoje, nos sentimos “mais fortes, mais felizes, quem sabe”, tendo também “a certeza de que muito pouco sabemos. Que nada sabemos”.

Depois da curva tem alguém Que chamo sempre de meu bem, a me esperar, a me esperar Que vida boaa! ôh ôh ôh, que vida boa

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Washington Nascimeto Saturnino Marcia Silva Lopes de Oliveira

Clara Nunes

Ana Flávia de Oliveira Não sei bem quando foi que minha paixão pelo samba começou. Só sei dizer que sou embalada pelo batuque dos tamborins e pelo choro da cuica. O samba me traduz. É forte, alegre, é único. E, ao mesmo tempo, tão cheio de misturas. Nesses quatro anos, sambei ao som de Noel Rosa, Vinícius de Morais, Roberta Sá, Chico, João Bosco, Novos Baianos e tantos outros. Mas acho que para representar esse ritmo nada melhor que uma morena de angola com chucalhos nas canelas. A mineira Clara Nunes sabia traduzir com sua voz o verdadeiro significado do samba. Então, agora que é momento de mudança, é ela que eu chamo pra cantar a despedida.

Minha beleza encontro no samba que faço Minha tristeza se torna um alegre cantar É que carrego o samba bem dentro do peito Sem a cadência do samba não posso ficar

Jornalismo


Sabíamos que éramos um grupo. Difícil era definir que ponto nos unia. Umas mais tropicalistas, outras rock ou bossa nova. Mas, diante do desafio de escolher nossos ícones musicais, por que não misturar o cinema, elemento comum a todas? Daí os musicais. Babaquinhas, sim, mas aí está a graça da coisa. Cantar e dançar e se permitir uma idiotice de vez em quando.


Sálvio Ferreira de Lemos Maria das Graças Duarte de Lemos

MaryPoppins

Alexandra Duarte de Lemos

E

u cresci no mundo encantado de musicais da Disney. Se hoje estudo cinema e sou apaixonada pelas diversas manifestações sociais, políticas e artísticas da sétima arte, tudo isso começou com os desenhos animados. Escolhi me fantasiar de Mary Poppins porque foi um dos primeiros filmes que vi na vida e nunca me esqueço do mundo encantado do filme. Mary era cheia de histórias incríveis para contar. E quem nunca quis voar? Eu sempre quis. O cinema nos permite voar: saltamos de nossa realidade para uma outra que, de alguma forma, nos comove. É sempre uma nova história. Seja como for, no cinema, no jornalismo e na literatura estou sempre à procura de histórias para contar e inventar. Vivo a imaginar que minha vida é um filme. Em cada momento especial uma trilha soa na minha mente...

Oh, supercalifragilisticexpialidocious! Even though the sound of it Is something quite atrocious If you say it loud enough You’ll always sound precocious Supercalifragilisticexpialidocious!

Jornalismo


Aloísio Marques do Nascimento Paula Beatriz Paiva Lana Nascimento

Roxie Hart

Cecília Lana Nascimento

N

a cabeça da sonhadora Roxie Hart, protagonista do musical Chicago, as situações da vida se passam como em números musicais. Compartilho com ela esse traço. Certa vez um amigo me definiu como sendo uma pessoa “quixotesca”. Foi o melhor diagnóstico que alguém já fez de mim. Acho que é assim mesmo que eu sou: sonhadora, impulsiva, meio desligada da realidade e apaixonada demais pelas pessoas e pelas coisas do mundo. É engraçado como traço metas gigantescas e nem me dou ao trabalho de considerar o caminho que precisará ser percorrido pra chegar até elas. E eu sigo assim, meio inconsequente, movida pelo desejo, levando alguns sustos, é verdade. O desejo me trouxe até a Comunicação. Alguém pergunta: por que jornalista? Surpresa, eu me pego falando em palavras, e não em acontecimentos e fatos; em livros, e não em reportagens; em conversas longas, e não em entrevistas pragmáticas. Indecisa, pergunto: é disso que pode tratar o jornalismo?

Come on babe Why don’t we paint the town And all that jazz I’m gonna rouge my knees And roll my stockings down And all that jazz…

Jornalismo


José Flávio Tavares Abreu Erica Garcia Loayza

Velma Kelly

Gabriela Garcia Abreu

E

u não curto musicais. As poucas vezes que tentei assistir algum, dormi no meio. A princípio, sugeri que encarnássemos as divas do jazz. Não, eu também não curto muito jazz. Ou melhor, conheço muito pouco para falar. Mas achava bonito, chique, e com uma áurea cult, estilo Comunicação, sabe? Não, mas não rolou. Surgiu a idéia “musicais”, e a justificativa era boa: entre nós, os festivais de dança e coreografias no hall da Fafich tornaram-se habitués nesses anos áureos de faculdade, com nossas amigas dançantes. As que não são oficialmente dançantes são fãs de musicais e cantarolam hinos de cor pelas cantinas, enquanto observo com meu olhar surpreso: WTF?!. A justificativa final para eu me identificar com o tema veio da Xanda, amiga de infância, que com propriedade de causa soltou: “Ah, a Gabi curte qualquer farra!”. Como ela sabia disso? Eu não pude nem contra-argumentar. Vesti o novo personagem (cujo nome eu não sei por que o filme eu não vi) e entrei na brincadeira.

Come on babe, why don’t we paint the town?

Jornalismo


Antônio Humberto Pereira de Almeida Cláudia Muzzi Santos Almeida

Grease

Luiza Muzzi Almeida

F

antasiar de Grease me faz lembrar de momentos maravilhosos vividos com os colegas franciscanos da Comunicação. Foram quatro anos de muita curtição, festas, amizades... Quatro anos de Summer nights! Principalmente no começo do curso, quando nossas maiores preocupações eram com (acredite) fichamentos! O tempo passou e, embora não estejamos mais “nos tempos da brilhantina”, tenho certeza de que momentos de risadas e diversão não faltarão nunca ao lado dessas cinco meninas aí. Já sinto saudades das dancinhas no hall, das torcidas no CEU, das bobices contagiantes e das conversas sem fim nos butecos afora... Nostalgias à parte, agora é hora de comemorar. Como diria a Gabi, Habemus Formatura!

Summer days drifting away to, uh oh, those summer nights

Jornalismo


Ismael Marcos Dias Ana Paola Amaral Duarte

Alex Owens

Marina Duarte Dias

V

erdade seja dita: depois da escolha do grupo de que seríamos personagens de filmes musicais, decidi fazer Flashdance pela facilidade da fantasia e o gosto pela trilha sonora. Mas isso não impede que o filme tenha boas dicas para a vida, não é mesmo? Um sonho quase impossível de uma jovem – tal qual aquele de ter muito sucesso como jornalista – torna-se realidade, após muito drama e muito esforço pessoal. Além do apoio das pessoas que a amam de verdade. Dúvida e ameaça de desistir estiveram também presentes ao longo do meu curso... mas aqui estou eu, formando! Então, no fim das contas, acho que Flashdance merecia mesmo estar entre os musicais recriados pelo nosso grupo, formado por amigas que sempre se apoiaram durante esse grande momento de dúvida que é a faculdade.

What a feeling Being is believing I can have it all, now I’m dancing for my life Tyour passion, and make it happen Pictures come alive, you can dance right through your life

Jornalismo


Carlos Bollmann Maria Márcia Nogueira

Hair

Stéphanie Nogueira Bollmann

Q

uem não tem em si um pouquinho de hippie? Ok, muita gente. Mas eu tenho. E não é só uma quedinha pelas roupas coloridas e descuidadas. É meio que pela alegria e pelo olhar mais despreocupado e desapegado das coisas. Pelo menos é essa a minha visão romantizada do movimento. Por isso, mesmo com medo de que ninguém entendesse minha fantasia, escolhi homenagear esse clássico dos musicais: Hair. Faltame coragem para, assim como em Hair, rasgar meus documentos e jogar tudo pro ar. Mas, se tudo der errado, pelo menos já tenho um plano B. Vou-me embora pra uma dessas praias maravilhosas do nordeste e aprendo a fazer brincos de pena. Mas não se preocupe, mãe, vou me esforçar no jornalismo primeiro! Paz e amor, galera!

ps.: eu deveria parar por aqui. Mas no mesmo dia em que escrevi esse texto me aconteceu uma coincidência que não posso deixar de relatar. Estava voltando para casa, tarde da noite, quando, zapeando estações, um baixo muito característico começa a tocar. E não é que a música tema de Hair começa a tocar? Seria esse um sinal? Será que o plano B é mesmo meu futuro?

When the moon is in the Seventh House And Jupiter aligns with Mars Then peace will guide the planets And love will steer the stars

Jornalismo


Na foto: Ethel Braga, DĂŠbora Amaral, Tamira Marinho, JĂşnea Casagrande, Juliana Deodoro e Adriana Costa.


Romero Lima Adelaide de Lourdes P. Marinho Oséas Casagrande Júnior Elaine Ramos Casagrande

Pink Floyd Tamira Marinho Lima Júnea Casagrande

N

em tão pink, nem tão rock, nem tão psicodélico, nem tão unicamente nada. Personalidades diferentes, fases diferentes, presenças e ausências (até nas representações) fazem das pessoas que já estiveram muito juntas e muito presentes em algum momento, de alguma forma estejam sempre aqui. O amor mudou de forma, mas não de conteúdo.

How I wish you were here. We all were, always here.

Jornalismo PUBLICIDADE E PROPAGANDA



Convite Filhos de Francisco